Psicanalisando com Vieira Junior é um espaço voltado para a reflexão e a construção de perguntas, não de respostas, sobre os temas que sustentam, perturbam e dão sentido à nossa vida.
Psicanalisando com Vieira Junior

Você não tem azar no amor.Você tem padrão.Neste episódio, eu explico por que tantas pessoas se apaixonam repetidamente por quem machuca, abandona ou não se compromete. A partir da psicanálise, da neurociência e da filosofia existencial, analisamos a compulsão à repetição descrita por Freud e como o inconsciente busca familiaridade — não felicidade.Muitas escolhas amorosas não são conscientes. Elas são tentativas silenciosas de resolver feridas antigas, buscar reconhecimento ou confirmar crenças internas como “não sou suficiente” ou “sempre serei rejeitado”. O cérebro prefere o conhecido ao saudável, mesmo que isso signifique dor.Falamos sobre carência emocional, identidade inconsciente, padrão afetivo, maturidade e por que romper ciclos exige mais coragem do que continuar reclamando deles.Se você sente que sempre escolhe a pessoa errada, este episódio não vai culpar o outro.Vai fazer uma pergunta mais profunda:Qual ferida sua está escolhendo por você?

Na clínica psicanalítica, nem todo sofrimento quer desaparecer.Antes de tudo, ele quer ser compreendido.Neste episódio, eu explico a diferença entre sinal, sofrimento e sintoma, três conceitos fundamentais da psicanálise que costumam ser confundidos. Enquanto o sinal é aquilo que aparece e chama atenção, e o sofrimento é a experiência subjetiva da dor, o sintoma ocupa um lugar muito mais profundo: ele é uma solução psíquica, um compromisso inconsciente que organiza a vida do sujeito.A partir de Freud e Lacan, este episódio mostra por que o paciente não abre mão do sintoma com facilidade. O sintoma não é apenas aquilo que faz sofrer — ele é o significado possível que o sujeito conseguiu dar ao seu sofrimento, a forma que encontrou para suportar conflitos, desejos e interditos quando não havia outra saída.Falamos sobre resistência à mudança, repetição, gozo, identidade e por que eliminar sintomas sem escutá-los pode se tornar uma forma de violência terapêutica. Na dimensão existencial e espiritual, o episódio também aborda como a dor que não encontra sentido se transforma em desorganização psíquica.Este não é um episódio sobre “curar rápido”.É sobre escutar profundamente o que o sintoma sustenta.

Você não está exausto apenas porque trabalha demais.Em muitos casos, o cansaço profundo que marca a vida moderna é moral, não físico.Neste episódio, eu analiso o esgotamento emocional a partir da psicanálise, da neurociência, da filosofia existencial e da espiritualidade cristã. Explico por que viver em desacordo com a própria consciência consome mais energia psíquica do que qualquer excesso de trabalho e como o conflito interno entre desejo, responsabilidade e ação produz um cansaço silencioso e persistente.Falamos sobre recalque, estresse crônico, dopamina, prazer artificial e vazio existencial, mostrando por que descanso, férias e autocuidado não resolvem um problema que é, antes de tudo, de posicionamento. Quando a vida perde sentido, o corpo paga a conta.Inspirado em Freud, Viktor Frankl e nos ensinamentos de Jesus, este episódio confronta uma ideia incômoda: há uma diferença profunda entre o cansaço de quem está no caminho e o esgotamento de quem vive fugindo dele.Se você dorme, descansa, viaja… e continua cansado, talvez o problema não seja falta de pausa, mas falta de alinhamento.

Você não está perdido.Essa sensação de vazio, confusão e falta de propósito que tanta gente carrega hoje raramente é falta de sentido. Na maioria das vezes, é fuga.Neste episódio, eu falo sobre o preço do sentido da vida a partir da psicanálise, da filosofia existencial, da neurociência e da espiritualidade cristã. Explico por que o ser humano prefere o prazer imediato à responsabilidade, por que o cérebro resiste ao esforço que o sentido exige e como o ego infantil nos mantém presos à sensação de estar “perdidos”.A partir de autores como Nietzsche e Viktor Frankl, e de uma leitura madura da fé, este episódio confronta a ideia de que o sentido é algo que se encontra pronto. O sentido não é um sentimento agradável nem uma revelação mágica — ele nasce quando assumimos responsabilidade, fazemos cortes e sustentamos escolhas difíceis.Se você sente que sua vida perdeu o rumo, este episódio não vai te oferecer conforto emocional. Vai te oferecer clareza.Porque, no fim, a pergunta não é “qual é o sentido da minha vida?”, mas:o que eu já sei que deveria fazer e continuo adiando?

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