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Alguém segure os deputados de Braga e do Barreiro que não têm limites nem papas na língua. O próximo passo será partir para a chapada?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Patrice Trovoada, classificou como “muito grave” a actual crise institucional em São Tomé e Príncipe. O ex-primeiro-ministro são tomense acusou as recentes decisões políticas no país de configurarem “uma ruptura do sistema constitucional”, advertindo para o risco de descrédito das instituições e defendendo a reposição imediata da legalidade. “É uma ruptura e tem que se dizer, é um golpe”, afirmou, em entrevista à RFI à margem da 39.ª cimeira da União Africana, em Addis Abeba. Questionado sobre o que considera ser o estado do país, Patrice Trovoada admitiu tratar-se de “uma situação confusa”, mas sustentou que os órgãos competentes já se pronunciaram. “Houve uma tentativa de demitir a presidente da Assembleia Nacional. O Tribunal Constitucional disse que não era possível”, afirmou, recordando que o mesmo entendimento já tinha sido expresso anos antes. O ex-primeiro- ministro descreveu o actual momento político como “uma situação confusa”, mas sustentou que os órgãos competentes já clarificaram os limites legais. “Houve uma tentativa de demitir a presidente da Assembleia Nacional. O Tribunal Constitucional disse que não era possível”, recordando que o mesmo entendimento já tinha sido assumido no passado. Segundo o antigo chefe do Governo, uma plenária “convocada por um grupo de deputados em que não houve uma verificação de mandato” avançou com “uma série de decisões”, incluindo a destituição da presidente do parlamento e a nomeação da Comissão Eleitoral Nacional. “O que se passa é que tudo isso foi promulgado pelo Presidente da República. Temos um presidente da Assembleia Nacional que eles escolheram, que não pertence a nenhuma bancada. Alguém que se tinha demitido do ADI e tinha saído da bancada do ADI, que é algo ‘sui generis'”, criticou. Para Patrice Trovoada, o processo “viola a Constituição e, sobretudo, desacredita todo o sistema judicial”: “Leva quer os políticos, quer o cidadão comum, não só a não acreditar na justiça, mas a não acatar as decisões da justiça, que é muito grave”. Confrontado com declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo de transição da Guiné-Bissau, João Bernardo Vieira, que, a 03 de Fevereiro, acusou o Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, de ser “instigador de um golpe palaciano”, o ex-primeiro-ministro foi peremptório: “Eu próprio falei em golpe de Estado palaciano e muita gente, muitos observadores também acham que há um golpe de Estado parlamentar, palaciano.” Ainda assim, manifestou esperança numa solução política. “Reconheço que nós estamos aqui perante uma ruptura do nosso sistema (…) mas, felizmente, eu penso que essa ruptura pode ser reversível. Eu acredito que o bom senso tem que prevalecer”, afirmou. Leia tambémGuiné-Bissau: MNE acusa Carlos Vila Nova de ser “instigador de um golpe palaciano” O líder da ADI defendeu a reversão das decisões tomadas fora do quadro legal. “Eu acho que deve-se reverter. Se estamos de acordo (…) de que não é possível demitir a presidente da Assembleia Nacional (…) isso seria bom. A partir daí repetimos todo o processo”, declarou, insistindo na validação dos mandatos e na realização de votações “dentro das regras”. Leia tambémCelmira Sacramento foi destituída do cargo de presidente da Assembleia Nacional Sobre a situação interna da Acção Democrática Independente (ADI), Patrice Trovoada rejeitou a ideia de fractura. “O partido não está dividido”, acrescentando que os “deputados fiéis à direcção do partido são 21, num total de 30”. E deixou críticas aos parlamentares dissidentes: “Não se pode brincar com a delegação de poderes que o povo dá aos deputados. É preciso respeitar o resultado das urnas.” Questionado sobre uma eventual candidatura presidencial, respondeu: “Ainda não decidi. Muita gente está a decidir por mim.” Perante o contexto, pretende avaliar posições. “Aquilo que me interessa agora (…) é ver quem tem fibra democrata. Porque um Presidente da República no nosso sistema não é um executivo. Ele é o garante da estabilidade e do funcionamento regular das instituições.” A entrevista decorreu à margem da 39.ª Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da União Africana, que termina este domingo, 15 de Fevereiro, em Addis Abeba, Etiópia. Patrice Trovoada participa no encontro enquanto enviado especial da UA para a Guiné-Bissau. Leia tambémPR são-tomense fixa presidenciais para 19 de Julho e legislativas para 27 de Setembro
Colégio de Alfragide
Porque é que o título do filme Táxi Driver, que é "Motorista de Táxi" no Brasil, não teve direito a tradução em Portugal? Porque é que não ficou "O Taxista"? Não faz sentido. Alguém sabe?
Lembra do vídeo que eu fiz sobre tempo bom de prova para vocês usarem como referência e que usava faixas coloridas? E se alguém pegasse os tempos de conclusão de prova da galera e aplicasse as faixas, como ficaria a proporção? Então. Alguém fez. Ah Eu fui no lançamento do Mizuno Neo Zen 2, em SP.Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Ter uma nova série para ver dá alguma motivação ou não? Ou um bom treino de padel, um date durante a semana ou uma cama de mel. Neste episódio falamos de coisas que nos aconteceram esta semana, coisas supeitas, coisas macacas. Alguns pensamentos não muito felizes e outros que até fazem sentido. A Mafalda tentou explicar uma trend ao Rui (sem sucesso), e também tentou comprar uns lençóis quentes - sem sucesso também.REDES SOCIAISMafalda Castro: / @mafaldacastro Rui Simões: / @ruisimoes10 Bate Pé instagram: / @batepeclips Bate Pé Tiktok: / @bate.pe
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o ator brasileiro Mateus Solano dá conta das transformações e reflexões pessoais que a criação do monólogo “O Figurante” lhe trouxe, deixa o alerta de como a obsessão pelos ecrãs, redes sociais e tecnologia está a alienar a sociedade e depois revela qual o seu maior medo na vida. Mateus partilha ainda algumas das músicas que o acompanham, lê um texto da escritora, contista e jornalista Marina Colasanti, sobre como nos acostumamos a tanta coisa que nos desagrada e afasta de nós, e ainda revela os pequenos prazeres dos seus dias. Boas escutas! Músicas: “Alguém Cantando” - Caetano Veloso “Água & Vinho” - Egberto Gismonti “Sei de um Rio” - Camané “A Roda” - Gilberto Gil. Leitura: Texto de Marina Colasanti Podcast: “Elefantes na Neblina”, de Larry Go, Larry Be & Larry SnowSee omnystudio.com/listener for privacy information.
"O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito." João 3:6"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." II Coríntios 5:17"E quando o Filho do homem vier em Sua glória, e todos os santos anjos com Ele, então Se assentará no Trono da Sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dEle, e apartará uns dos outros, como o pastor aparta dos bodes as ovelhas; E porá as ovelhas à Sua direita, mas os bodes à esquerda. Então dirá o Rei aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo…" Mateus 25:31-34
Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,26-34Naquele tempo:Jesus disse à multidão:'O Reino de Deusé como quando alguém espalha a semente na terra.Ele vai dormir e acorda, noite e dia,e a semente vai germinando e crescendo,mas ele não sabe como isso acontece.A terra, por si mesma, produz o fruto:primeiro aparecem as folhas, depois vem a espigae, por fim, os grãos que enchem a espiga.Quando as espigas estão maduras,o homem mete logo a foice,porque o tempo da colheita chegou'.E Jesus continuou:'Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus?Que parábola usaremos para representá-lo?O Reino de Deus é como um grão de mostardaque, ao ser semeado na terra,é a menor de todas as sementes da terra.Quando é semeado, crescee se torna maior do que todas as hortaliças,e estende ramos tão grandes,que os pássaros do céu podem abrigar-se à sua sombra'.Jesus anunciava a Palavrausando muitas parábolas como estas,conforme eles podiam compreender.E só lhes falava por meio de parábolas,mas, quando estava sozinho com os discípulos,explicava tudo.Palavra da Salvação.
Num país que depende do trabalho dos imigrantes, o cronista fala da injustiça e dos insultos com "quem nos está a servir e veio dar vida a um país moribundo". Sobre a campanha e as presidenciais, diz que Seguro esteve melhor no debate e o desafio agora é colocar as pessoas a votar. Pelo seu lado já decidiu, mas deixa um reparo. See omnystudio.com/listener for privacy information.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/channel/UC9RN5vG3C0qlq4pZFx-k9-w?feature=shared ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
Devocional do dia 24/01/2026 com o Tema: Persevere! Toda história de conquista é permeada de lágrimas, suor e perseverança. Alguém disse que tudo o que vale a pena requer esforço, dedicação e paciência. Hoje, aos 44 anos de vida, constato que se não houver força de vontade, a vitória não vem. Esse conceito se aplica a todas as áreas. Leitura Bíblica: Apocalipse 3.7-13 Aqui está a perseverança dos santos, os que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus (Ap 14.12).See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cafezinho de hoje larga diferente. É um texto que eu publiquei ontem nas redes e que viralizou. Nikolas Ferreira está caminhando até Brasília. O fato, em si, já incomoda mais do que qualquer discurso. Não é que a caminhada traga uma solução pronta, mas cria um ruído onde antes havia conforto. Obriga quem observa a sair do modo automático. Alguém decidiu transformar o corpo em argumento, e isso nunca é neutro. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
O cafezinho de hoje larga diferente. É um texto que eu publiquei ontem nas redes e que viralizou. Nikolas Ferreira está caminhando até Brasília. O fato, em si, já incomoda mais do que qualquer discurso. Não é que a caminhada traga uma solução pronta, mas cria um ruído onde antes havia conforto. Obriga quem observa a sair do modo automático. Alguém decidiu transformar o corpo em argumento, e isso nunca é neutro. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................
Esta é uma história sobre quatro pessoas:Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria. Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez.Alguém negou-se a fazer o trabalho porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.No final Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
Esta é uma história sobre quatro pessoas:Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém.Havia um importante trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria. Qualquer um poderia tê-lo feito, mas Ninguém o fez.Alguém negou-se a fazer o trabalho porque era um trabalho de Todo Mundo. Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém imaginou que Todo Mundo deixasse de fazê-lo.No final Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
Acaba de editar um álbum com Criolo e Amaro Freitas e revela à BLITZ que já prepara um novo disco em nome próprio: Dino D’Santiago é convidado do 265º Posto Emissor, onde fala da exposição de pintura em Lisboa, da experiência como mandatário da candidatura de Marques Mendes à Presidência da República e da amizade com Madonna.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A diretoria mais Jim Carrey do Sul do mundo se reúne para discutir a rodada divisional dos Playoffs da NFL.
Por mais tranquilo que você seja, é possível que já tenha sentido raiva de alguém, afinal, todos somos pecadores.Sentimos raiva pela palavra que nos ofendeu, por não sermos compreendidos, pelo julgamento precipitado, pela falta de cumplicidade, pelo amor não correspondido, pelo tratamento áspero, pela nossa vontade que não foi atendida, e por muitas outras causas e possibilidades.O maior perigo da raiva ao meu ver, é que ela é um sentimento que se alimenta de mais raiva. Por isso, a raiva deve ser instantaneamente cortada ao primeiro sinal de existência.Veja o que o Salmo 37 no verso 8 nos diz: "Deixe a ira, abandone o furor; não se irrite; certamente isso acabará mal."O salmista é direto ao dizer que a raiva e todos os seus sintomas devem ser abandonados. Se isso não acontecer, o resultado não será bom.Libertar-se da raiva não é um processo complicado. Basta assumir quem somos. Se você é um discípulo de Jesus, seu coração foi transformado. A raiva não faz parte de sua vida. Abra mão de tal sentimento. Se você não é um discípulo de Jesus, não conseguirá sozinho. A primeira coisa é ser transformado por Cristo.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Um postal que não é político, sendo político. Fala-se de amor, do que fazer e do modo como se alimenta a relação com alguém, talvez até a relação com os outros e com o país.
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
Vídeos curtos sobre espiritualidade (Lucidez.Religare)
Este podcast tem o apoio de Activobank. Aqui vamos nós para mais um ano de macacada neste podcast. Já sabemos que é legal ter um furão, já sabemos também que se deseja "Bom Ano" até dia 15 de Janeiro. Queremos então falar mais sobre descarregar o mau humor em quem mais gostamos, sobre barulho de motas excessivo e sobre os assuntos da semana. E não estamos só a falar das sobrancelhas da Mafalda. REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.peSPOTIFYhttps://open.spotify.com/show/7bnvbtG4aHEKp90XbN0xm3?si=rsZeIGW1Q4ShAQaRRegnbA#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
Os mortos não gostam de estar sós. Alguém tem de lhes encher os comedouros, aplacar minimamente os seus apetites. De outro modo a única coisa que o luto pede é vingança, e o sangue só quer beber mais sangue. Contamos histórias também para consolar os mortos. De resto, história e elegia são modos afins, como assinala Anne Carson. A palavra “história” vem de um verbo do grego antigo, que significa “perguntar”, adianta a poeta norte-americana conhecida pela indisciplinada erudição com que revolve a antiguidade clássica. Assim, aquele que pergunta pelas coisas – pelas suas dimensões, peso, localização, humores, nomes, santidade, cheiro – é um historiador. Mas esse perguntar, vinca Carson, não é ocioso. “É quando perguntas por algo que te apercebes de que tu próprio lhe sobreviveste e que, por isso, tens de o carregar contigo, ou de o moldar numa coisa que se sustente por si mesma.” E se Heródoto é tido como o autor dessa função, este refere como tantos objectos e monumentos foram criados de modo a corporizar uma “memória”. O pior em relação aos mortos talvez seja tentar convencê-los de que há um sentido na sua morte, de que devem resignar-se. De algum modo, toda a consciência, mesmo aquela que está já para lá desta vida, continua inconformada, incapaz de aceitar os termos que lhe foram colocados. Poucos são aqueles que aceitam se lhes dissermos que estavam acabados, pois faz parte do impulso dos homens sentirem-se inacabados, e, tantas vezes, a morte só serve para refrescar certos impulsos, expressos em tantas obras, as quais parecem exigir uma vida sem fim. É claro que os mortos, no seu perpétuo desassossego, são reflexos nossos, e escavam em nós esse gosto pela persistência que nalguns momentos consegue ser mais forte do que qualquer perigo. Empreendemos o diálogo com os mortos de modo a criar uma rede de relações tão apertadamente tecida que nenhum desses momentos em que mais nos esforçamos por nos enraizarmos no tempo possa cair do mundo por completo. Os vivos incomodam os mortos no seu sono porque de algum modo não chegam a acreditar em si mesmos. Em épocas de mesquinha depressão, como alguém notou, proliferam esses ruidosos pregadores que se substituem à consciência dos mais fracos, que assim vão anestesiando os seus receios interiores com esse grasnar dos gansos. Outros, vagueiam buscando esses ecos caídos do ar só respirável pelos mortos, só permitindo exageros de imaginação que encontrem algum tipo de ressonância ou correspondência com o passado, como se temessem acima de tudo serem arrancados ao embalo da história. De um modo ou de outro, o presente parece-nos demasiado incerto, como uma hipótese remota, um sonho ou pesadelo meio imbecil, formulado em termos demasiado precários. Há um efeito de perda da espessura, de incapacidade de se situar face à tradição, num tempo em que ninguém reconhece propriamente uma língua-mãe. Estamos capturados numa espécie de orfandade da linguagem, uma vez que, como assinalava Elias Canetti, “a maioria das pessoas, actualmente, já mal domina a fala. Exprimem-se com as frases dos jornais e dos meios de comunicação social e dizem – sem, realmente, serem o mesmo – cada vez mais o mesmo.” A falta de uma experiência obtida dentro de um universo de referências que nos sejam úteis, manejáveis, essa espécie de exílio face a um ambiente propriamente cultural, a uma consequência do lugar e a uma proximidade justificada com os outros, faz de nós seres incapazes de se situarem numa época, esta ou outra qualquer. Daí essa ansiedade que leva tantos a procurarem vincular-se ao poder, mesmo que só seja possível fazê-lo da forma mais degradante, que é ser arrastado, deixar-se subjugar inteiramente, até nas suas crenças e disposições mais íntimas, nos humores, e, particularmente, na mobilização odiosa que este sempre constrói. É uma questão de todos os tempos, mas que, hoje, nos assola constantemente… “O poder sempre conquistou as massas, precisamente porque era poder. E as massas gritavam ‘hurra!' e ‘viva', cantavam, gritavam, matavam, deixavam-se matar, e afundavam-se no anonimato. Era uma história velha como a morte. Se as massas conquistassem o poder e – finalmente, por uma vez – o mantivessem, o poder perderia a sua essência e o seu nome, as massas o seu anonimato, a sua falta de humanidade” (Jonathan Sperber). O que rareia por estes dias são o género de figuras que, de um modo quase instintual, rejeitam o poder. “É muito curioso que todos os pensadores, na História da humanidade, que entendem alguma coisa do poder efectivo o aprovam”, nota Elias Canetti. “Os pensadores que são contra o poder mal penetram na sua essência. A sua aversão por ele é tão grande que não gostam de se ocupar com ele, pois temem ficar manchados por ele. A sua atitude tem algo de religioso.” Em sentido contrário, e isto é uma evidência num tempo em que os jornais e todos os pontos de articulação onde antes nos era dado a sentir o tempo, onde havia um esforço de ir preparando aquele esboço da história, da crónica desta época, caíram nas mãos de seres embevecidos pelo poder, uma classe ansiosa de sabujos, serviçais, canalhas, falsários, propagandistas, que ocupam todas as posições de evidência e desgastam qualquer possibilidade de escaparmos aos enredos do poder. Querem por todos os meios degradar a realidade, rebaixa-la às suas fixações, aos seus anseios e aspirações. “Uma ciência do poder só foi desenvolvida por aqueles pensadores que o aprovam e se comprazem como seus conselheiros”, diz-nos Canetti. E por isso a história, a crónica que nos servem estes seres apenas responde a este tipo de perguntas: “Qual é a melhor maneira de conquistar e manter o poder? A que se tem de estar atento, para o conservar? Que escrúpulos se tem de pôr de parte por prejudicarem o seu exercício?”. Neste episódio, se não escapámos inteiramente às nossas fragilidades, tivemos a sorte de contar com o embalo de um cronista de outra estirpe, um faz-tudo, que viu muito, ouviu tanto, e que tem sabido rebentar com a moldura, deixando-se desafiar e comover com outros sinais, com essas figuras quase sempre condenadas ao anonimato e, em muitos casos, à invisibilidade. Rui Cardoso Martins veio ajudar-nos a enxotar esse tempo mais imediato, ruidoso, de moscas moles, e a contrariarmos a fuga ao concreto, essa tendência para nos enrodilharmos em leituras abstractas ou em ambições de conquistar o que nos é mais distante, precisamente para evitarmos o confronto com aquilo que está mais próximo, por receio, por sentirmos a sua perigosidade e preferirmos antes apontar a esses outros perigos de consistência desconhecida.
Neste episódio Alexandro Gruber, especialista em Autoconhecimento e Terapeuta, fala sobre a importância de analisar os sinais para saber se é o momento de finalizar um relacionamento com alguém. Aprenda a se libertar dos bloqueios emocionais que estão intoxicando sua vida. Conheça agora o curso LIBERTE-SE: Jornada de desenvolvimento e libertação emocional. Inscreva-se aqui: https://terapiainterior.com.br/libertese #Relacionamentos #DesapegoEmocional #AmorPróprio #Autoconhecimento #TerapiaInterior
Porque :"O Porquê não é o que faz, é a razão pela qual isso importa."Simon Sinek - YouTubeUm convite a que regresse ao porquê de fazer o que faz, que reflita sobre as 5 necessidades psicossociais ( segundo Tom Kitwood), ir "atrás" para alinhar a direção . Pare e pense, se tudo aquilo que está a fazer neste momento o está a conduzir a uma prestação de cuidados(verdadeiramente) centrada na Pessoa.As 5 necessidades psicossociais: Aplicação prática – Humanamente
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Tudo o que você fala é legal e edifica alguém?Eu nem sempre falo palavras legais e edificantes. Às vezes acordo mal humorado, sem vontade de falar. Tenho minhas desculpas para isso. Acho que todo mundo é assim. Mas a questão é: deveríamos ser?Veja o que diz o Salmo 34, no verso 1: "Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios."Fico bem constrangido ao ler as palavras do salmista. Sua expressão é clara. Em outras palavras, ele diz: eu vou falar coisas boas o tempo todo. Vou louvar e agradecer ao Senhor sempre! Mas o constrangimento não muda nada. É apenas vergonha e tudo isso pode estar ligada à minha auto imagem. Preciso ter essa intencionalidade de louvar a Deus em todo tempo.Significa que tenho que lutar contra meu mau humor, minhas dores, meus problemas e tudo o que me afasta de Deus e de uma atitude que o louve. Estou te dizendo que louvar a Deus é uma decisão. Não pode ser algo que acontece quando eu quero ou quando estou bem. Precisa acontecer o tempo todo. Enquanto estivermos nesse mundo, muitas vezes não será fácil. M Mas um dia isso será natural como beber um copo de água, e por esse dia ansiosamente aguardamos. Até lá Senhor, seja intencional, louve a Deus em tudo o que faz, fala e pensa.
Uma cena simples em 2012 virou uma ordem pro resto da vida.E uma única frase ficou ecoando na minha cabeça:“De que adianta ter luz se você não ilumina?”Talvez hoje seja o seu dia de parar de guardar o que você tem…e começar a usar isso pra levantar alguém.
António Filipe entra na corrida a Belém com a ambição de afirmar uma Presidência comprometida com os valores democráticos, a Constituição e a justiça social. O candidato, que defende a necessidade de um novo impulso na vida política nacional, é o protagonista de hoje desta série de entrevistas.Aqui, partilha as suas posições sobre o papel do Presidente da República, a defesa da democracia, os direitos sociais, os desafios da saúde e da educação, a habitação, o futuro dos jovens e a necessidade de diálogo político num contexto de crescente polarização.Acompanha também no Youtube do E2 e no Website da ESCS Magazine.
Cinquenta anos depois do 11 de Novembro de 1975, Angola entra na segunda metade do seu primeiro século de independência com mais perguntas do que certezas. As celebrações ficaram para trás. Permanece uma interrogação sobre a liberdade, a justiça e o dia-a-dia de um país onde a promessa da independência continua distante da vida de muitos angolanos. A data redonda trouxe celebrações, discursos e retrospectivas, mas ficou uma inquietação nova, mais crítica, que atravessa gerações. É nesse silêncio que se mede hoje a distância entre a promessa da independência e a vida concreta dos angolanos. Uma distância que, para a jornalista Diana Andringa, continua marcada por memórias de afecto, de choque e de pertença: “A mais forte é certamente o sítio onde eu nasci… o Dundo, que eu costumo dizer que é a minha pátria.” Diana Andringa nunca esqueceu que a liberdade angolana começou também no seu próprio confronto com o Estado Novo. “Ter sido julgada no Tribunal Plenário por apoiar a independência de Angola… poder dizer à frente daqueles juízes que sim, eu apoio a independência, a luta armada”, recorda. Por isso, mesmo longe de Luanda, o 11 de Novembro foi vivido como ruptura íntima: “Foi sobretudo o arrear da bandeira portuguesa e subir a bandeira angolana. Uma pessoa, em princípio, não se esquece.” Essa primeira sensação de emancipação ainda a acompanha. “De repente, a liberdade. O ser livre… mesmo quando as coisas não correm muito bem.” Mas depressa a ideia se torna mais áspera: “Ser livre hoje em Angola é… não ser uma colónia de um determinado país”, diz, antes de reconhecer outras dependências, mais difusas e contemporâneas: “Ficas colonizado pelas grandes companhias, pelos grandes interesses económicos, tal como noutros países.” Ainda assim, insiste numa conquista irredutível: “És angolano. Isto quer dizer alguma coisa.” Mas é também aqui que surge a sua frase mais amarga, repetida como síntese de desilusão histórica: “Não foi isto que nós combinámos.” O que estava prometido, afirma, era “uma Angola igual para todos, com justiça social, sem corrupção”. Hoje, a sua inquietação desloca-se para formas mais subtis de controlo. “A censura que mete mais medo é aquela que vem de dentro de nós”, afirma. E identifica na precariedade o maior inimigo do jornalismo: “Um jornalista precário não é livre… no dia seguinte está na rua. Isso limita a liberdade dele e a de toda a sociedade.” No balanço destes 50 anos, permanece uma ferida difícil de aceitar: “Custa-me… por aceitar”, confessa, perante um país onde convivem “elites muito ricas e gente a passar fome”. Ainda assim, mantém o desejo íntimo de pertença: “Gostava que me dessem os papéis… era para morrer angolana também, que é o que eu sou.” E reivindica uma identidade dupla que muitos continuam a estranhar: “As pessoas têm duas pátrias.” No plano político, o historiador Eugénio Costa Almeida lembra que Angola chega ao meio século com “instituições frágeis, desigualdade persistente” e uma juventude “muito mais consciente e crítica”, que já não aceita explicações históricas para problemas presentes. A ausência de um “contrato social” e o desgaste das promessas repetidas tornam-se evidentes num país onde a informalidade domina e a confiança é escassa. Sem ignorar o peso da história, recorda que Angola viveu “problemas políticos muito graves” e uma longa guerra civil, factores que marcaram profundamente o Estado e a sociedade. Ainda assim, considera que isso não explica tudo. Nota, por exemplo, que o país “felizmente nunca passou por um golpe de Estado”, ao contrário de outros contextos africanos, o que torna mais evidente a frustração perante o ritmo lento das transformações. O passado colonial surge frequentemente no debate político, mas de forma selectiva. “Quando convém, sim, o passado é usado para justificar o presente”, afirma, sublinhando que essa prática não é exclusiva de Angola, apontando que muitas vezes a população “come e cala”, seja por cansaço, seja por uma memória curta convenientemente explorada. Da análise política de Justino Pinto de Andrade surge o diagnóstico mais severo: Angola vive “um sistema multipartidário”, mas não uma democracia plena. A ausência de alternância, a confusão estrutural entre Estado e partido e as “restrições e constrangimentos” à oposição revelam, na sua leitura, um regime onde a pluralidade existe, mas não é garantida. “Alguém tem que lutar”, afirma, para que a liberdade deixe de ser apenas um princípio constitucional e passe a ser experiência do dia-a-dia. Para o político e analista angolano Justino Pinto de Andrade, o ponto de partida do debate político em Angola está viciado. “É exagerado falar-se em democracia angolana”, afirma. Na sua leitura, a democracia pressupõe condições que continuam ausentes. “Há um conjunto de condimentos que faltam muito”, observa, referindo a inexistência plena de “liberdade de escolha, de opinião, de expressão” e de circulação das forças políticas. O quadro actual é, assim, o de um processo incompleto, que “não me parece que esteja concluído em Angola”. A inexistência de alternância no poder é, para Justino Pinto de Andrade, o sinal mais evidente dessa falha estrutural. “As democracias caracterizam-se por haver alternância. Aqui nunca houve”, recorda, sublinhando que o país vive “há 50 anos com a mesma força política”, determinada a manter-se no poder “por todos os meios”. Cinquenta anos depois, Angola parece viver entre duas forças: a da memória fundadora e a da urgência presente. A da liberdade proclamada e a da liberdade por conquistar. A da identidade afirmada e a do país que talvez ainda esteja por inventar. No fim, permanece uma pergunta que, como disse Diana Andringa,“por que é que eles quiseram ser independentes?” A resposta, talvez, continua por cumprir: “Acho que o sonho de todos nós é sermos independentes.”
Alguém gosta de físico química? - Fora da Lei #271 by Tiago Almeida
"Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:9"Mas, BUSCAI PRIMEIRO o Reino de Deus, e a Sua Justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mateus 6:33
TEMPO DE REFLETIR 01601 – 2 de dezembro de 2025 Lucas 21:28 – Quando começarem a acontecer estas coisas, levantem-se e ergam a cabeça, porque estará próxima a redenção de vocês. O escritor e pregador Vance Havner diz que “os primeiros cristãos não aguardavam um acontecimento, mas aguardavam Alguém chegar. Aguardar o trem chegar é uma coisa, mas aguardar chegar alguém que amamos é bem diferente.” Como pessoas que aguardam a segunda vinda de Cristo, devemos centralizar nossa atenção mais sobre Jesus do que sobre os eventos que antecedem Sua vinda. Jesus colocou diante de Seus discípulos o panorama político, os fenômenos naturais e a condição social e espiritual dos últimos dias. Os sinais que deixou como prenúncio de Sua vinda sempre estiveram presentes em todas as gerações, mas não podemos escapar à realidade de que houve um crescimento exponencial de todos os desastres naturais. Também por estarmos interligados através da internet e da mídia, isso permite que tenhamos acesso imediato ao que acontece em todo o mundo, produzindo a impressão de que tudo está pior do que é de fato. Jesus falou de fome e pestilência. No entanto, nunca se produziu tanto alimento no mundo como agora; mas a fome continua sendo parte persistente da história da humanidade. Tome também como exemplo os terremotos. Alguns ocasionam perda de vidas e grandes prejuízos materiais, como os que aconteceram recentemente no Haiti e no Chile. As notícias igualmente salientam o aumento de desastres naturais: elevação da temperatura dos oceanos, derretimento das geleiras, desaparecimento das florestas tropicais… O que vamos fazer com essa quantidade de informações? Elas devem nos levar a esperar a volta de Jesus de maneira saudável. Se elas trazem medo e incerteza, quem sabe não é porque estamos lendo os sinais de Sua vinda de maneira incorreta? Cada um dos sinais deve ser uma lembrança da promessa que Ele fez: “Virei outra vez.” Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Ajuda-nos, Pai, a compreender os tempos em que estamos vivendo. Ajuda-nos a estarmos preparados para o encontro com Cristo. Por favor! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Carlos Alexandre vai acabar com o forrobodó na Saúde? São cravos, são rosas, senhor! O 25 que se transformou numa guerra de flores. E os debates presidenciais. E quem anda por aí?
Send us a textOur 2025 Culinary Thanksgiving Special is here yall. This time- with ya papa's favorite- upper end Italian and it is some better than Venice. I said it. I had it. and I know it. But this is deeper than that. It is deeper than the menu, the ambience. This is where legacies are made. And this Restaurant's story is unlike anything I have ever heard. I knew it was special, but boy Heidi. This is a unique rendition of a chef to table story. The Late, Vincent Catalanotto Sr. learned to love and appreciate food at an early age, and then spent most of his life working in the service industry, fueling his passion for the restaurant business while allowing him to hone his innate ability to create fabulous meals and to make people happy. His years of experience as a waiter convinced him that people like to eat food that is familiar, but which has a spark of uniqueness about it.Vincent opened the first of his successful neighborhood restaurants in 1989. The "little Italian place on the side street" quickly became Metairie's hidden jewel. Vincent developed a menu that showcases the finest and freshest ingredients available. He blended his own ideas about New Orleans style Italian cooking with some things he learned while working in fine dining rooms around the city. Locals returned often because of the quality and value of the food as well as for the comfortable atmosphere created by Vincent and his well-chosen staff. It wasn't long before Vincent had more customers than chairs; the addition of a second location was inevitable.Vincent Catalanotto's son, and new proprietor of Vincent's Italian Cuisine in Matairie, Vincent Catalanotto Jr. sat down with me recently in their Metairie location. It was special. And I very much appreciate V talking to me about his one of a kind, late pops. Wow, what an inspiration. I gotta tell ya- it was so moving that the lights flickered a couple times. Not gonna lie. This one was very special. Happy Thanksgiving you's guys. I am getting the cataloni asap! _________________________________________________________________________Then later we welcome back our long time partners, Ochsner Children's Hospital! For first time parents, finding your new pediatrician can be a tall order. At least it was for me and Douglas. There were so many boxes to check! Luckily, we have our friends at Ochsner Children's Hospital to walk us through the process! Today, we have Dr. Nick Algu joining me to talk about the important key things to remember when selecting your baby's very first doc! He even throws out a couple of pointers for new parents taking their itty bitties into the holiday season this year. From outdoor gatherings to vaccines- Dr. Algu has got ya covered! Learn more about all things Ochsner Health at www.ochsner.orgThank you to our family of amazing sponsors! STATE FARM® INSURANCE AGENT Leigh Ann Arcuri https://ridewithla.com/ Ochsner Children's HospitalWww.ochsner.orgRouses MarkersWww.rousesmarkets.comSandpiper VacationsWww..sandpipervacations.comCafe Du Monde www.shop.cafedumonde.com The Law Firm of Forrest Cressy & James Www.forrestcressyjames.comComfort Cases Www.comfortcases.orgNew Orleans Ice Cream CompanyWww.neworleansicecream.comERA TOP REALTY: Pamela Breaux plbreaux@gmail.com
Hoje recebemos uma visita bem boa: Ricardo Araújo Pereira!
Viralizou nas redes sociais o vídeo de um desfile na COP30 de atores fantasiados de animais rastejando, com a presença do Curupira. Segundo os organizadores, o objetivo da performance foi enaltecer a fauna nacional.Madeleine Lacsko, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Neste episódio, vamos explorar os benefícios da prece para quem ora e para quem recebe, da mesma forma, o valor da vibração de luz como purificadora mental e espiritual.Inscreva-se em nosso canal
Pedro Ribeiro está há 36 anos em antena e em novembro celebra 20 anos na direção da Rádio Comercial. Duas décadas a liderar a rádio mais ouvida do país, que é para muita gente companhia, intimidade e afeto para as horas boas e más. Ele próprio é uma das vozes das manhãs da rádio que dirige. Pedro assume-se competitivo, mas toma para si a máxima que para ganhar é preciso saber perder: “Estive seis anos a viver a frustração de estar a perder nas audiências até chegar à liderança.” Como é ser diretor de si próprio? E como encara os novos desafios da IA? “A rádio não deve cair no deslumbramento de que pode substituir as pessoas por inteligência artificial. Isso matará a rádio!” Ouçam-no nesta conversa com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Sermão: Rev. João Batista Borges - Pastor da IPB Madureira | Culto vespertino | 26/10/25
Em declarações em direto à SIC por telefone, Miguel Sousa Tavares recorda o papel de Francisco Pinto Balsemão, fundador do Expresso e da SIC falecido hoje aos 88 anos, no jornalismo em Portugal e na liberdade de imprensa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Se alguém Me serve, siga-Me, e onde Eu estiver, ali estará também o Meu servo. E, se alguém Me servir, Meu Pai o honrará." João 12:26"Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o Único Senhor. Amarás, pois, O Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças." Deuteronômio 6:4-5"Então disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, RENUNCIE-SE a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me;Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á." Mateus 16:24-25
Tanya 25 Tishrei Cap 25 Parte 1 -O mal que alguém causa ao outro foi decretado nos céus
Chama-se Francisco Soares, mas é conhecido por Kiko is Hot desde que em 2011 se tornou um dos primeiros Youtubers portugueses. Na escola sofreu bullying e a internet deu-lhe voz, visibilidade e transformou-o numa estrela, adorada pela geração Z, que o segue desde então no Instagram e Tiktok. O seu registo anda entre o humor de circunstância e a crítica às várias injustiças sociais. As marcas há muito que apostam nele para chegarem aos mais novos e os media tradicionais começam a reparar no seu potencial e alcance. No final deste ano, Kiko estreia-se na rádio com um programa de conversas na Cidade FM. Ouçam-no nesta conversa com Bernardo MendonçaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Um extraterrestre invisível e uma salada de ciúmes com molho de angústia.
Um certificado de fórum, uma pulga gigante atrás da orelha e uma pobre e gorda lesma.