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Entre em contato: https://linktr.ee/andreachociayExiste uma coisa curiosa sobre as pessoas que não querem o seu bem...Elas raramente demonstram isso de forma explícita.Na verdade, muitas delas sorriem para você. Te elogiam. Te abraçam. Te parabenizam quando você conquista alguma coisa.Mas se você observar com atenção, vai perceber pequenos sinais.Comentários que parecem inocentes.Piadas que surgem nos momentos errados.Uma estranha falta de entusiasmo quando algo dá certo na sua vida e o mais perigoso é que, quase sempre, essas pessoas não estão longe.Elas estão entre os amigos, colegas, familiares... e às vezes entre aquelas pessoas que você mais confia.Neste vídeo, eu quero mostrar alguns sinais sutis que costumam aparecer quando alguém não quer o seu bem — mesmo fingindo que quer.
“Evangelizou” o futebol nos EUA. Criou clubes, ligas, revistas e recrutou “craques” da Europa. Entrou para o Hall of Fame do Soccer. Francisco Marcos vai no 15º Mundial e vê um “problema” com Ronaldo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ivan Lima costuma dizer, à sua maneira, que o desconhecido não deve ser temido, mas explorado. Afinal, é nele que vivem as perguntas que ampliam a nossa consciência e nos convidam a enxergar além das aparências. E talvez ninguém represente melhor essa travessia do que alguém que construiu sua vida através da própria voz. Uma voz que milhões de pessoas já ouviram. Uma voz que atravessa telas, desperta curiosidade e conduz jornadas pelo universo dos mistérios. Mas também uma voz que revela algo mais profundo: a busca humana por sentido. Porque, no fundo, toda pergunta sobre o mundo é também uma pergunta sobre nós mesmos. Talvez por isso sua trajetória tenha sido tão singular. Ator, comunicador, buscador espiritual e viajante dos mundos visíveis e invisíveis. Alguém que, em determinado momento da vida, deixou para trás antigas certezas e atravessou o oceano em direção à Índia para mergulhar em uma jornada de transformação interior. Uma experiência que ampliou sua visão da realidade e aprofundou ainda mais seu interesse pelos mistérios que cercam a existência humana. Hoje, sua voz continua conduzindo milhões de pessoas. Mas talvez o que ela esteja dizendo, desde sempre, seja algo muito simples: que a vida é infinitamente mais vasta do que imaginamos. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o ator, apresentador, comunicador e uma das vozes mais marcantes da internet brasileira contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “O mestre aparece quando o discípulo está pronto”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Como se esbanja por aí a eternidade, como se sacodem as suas pulgas, condenando os melhores vícios, a desordem sábia, e abrimos mão dos verdadeiros triunfos, da íntima noção dessas alegrias humildes, desse calor das existências comuns, do tempo em que os homens nasciam à beira das paixões e o único imperativo era não se afastarem demasiado. Mas, agora, precisam dar a volta, atravessar a perda de si mesmos, para reencontrarem algum sentido nas coisas que dizem e sentem, descobrindo com grande custo a «bela língua obscura dos condenados à morte», pois nesses renasce o fascínio pelos dias, pela sucessão de instantes que se ganha, se expande, e deles se ouve esse «soluço ilegível na frase humana», desbravando a perda, «a agonia nessa fronha desbotada,/ a vida finalmente vencida, a afonia,/ o tempo finalmente corroído, abolido…» Fomos apressados de tal modo e tão consistentemente que nalgum desvão nos livrámos de nós próprios. «Despacha-te. Eis a alegria e a miséria dos homens», escreve Benjamin Fondane. Porque todos sabemos que «os massacres começam pelo trigo», e que «o pão não brota da árvore do sono», fomos levados a fazer tanto, a sacrificar as melhores horas, tamanha energia apenas para não nos virem com a conversa. Basta pensar no muito que os homens suportam para não recair sobre eles a ênfase moralizadora dos demais. Mas enquanto a Terra segue e se afunda toda ela no não-ser, no vazio, o maior luxo é virar costas, não perder tempo entre esses que se mostram estranhos à sua própria vida, arrastar alheadamente o balão de soro do ócio de um lado para o outro, desfraldado, procurando escutar de tempos a tempos, na linha, nas zonas desumanas da produção, alguma réstia do espírito, alguém que solte «o grito agudo dos índios selvagens». Essa é a única música em que ainda pode confiar-se. Enquanto se multiplicam por toda a parte os deuses da vergonha, a linguagem está submetida a essas figuras de estilo com que se adornam os seres vencidos, dançando mecanicamente ao sabor de uma «música suja e intermitente, / como uma velha dor de dentes fiel e palpitante». E se tantos se queixam, se é a própria pele que soluça no vazio, se tantos lançam um olhar suplicante ao redor, só encontram a mesma expressão, o mesmo desalento: «não consigo sair desta armadilha infinita». «A fonte da vida afasta-se, está tão longe», adianta Fondane, parece que assistimos a uma «invasão-fantasma», e continuamos à procura de um peso, de algum sabor que nos leve noutro sentido… «Vidas gastas à procura de outras vidas gastas/ procuramos os nossos prazeres com órgãos desgastados»… «No cinema os homens estão lado a lado/ com o mesmo coração e as mesmas entranhas,/ desprendidos, estranhos à sua própria vida/ enterraram-na dentro de si como uma afronta que se oculta/ a sua própria vida no entanto que não ousam beijar na boca,/ que arrastam consigo, como um velho guarda-chuva,/ — esses velhos guarda-chuvas que se esquecem nos bancos de um eléctrico —». Por toda a parte a relação desses elementos impiedosos, enquanto um mundo de desejos equívocos nos encurrala aqui e ali, e os profetas dizem o que já sabemos, erguem mundos paralelos de forma a traduzir com um apelo fantástico o mesmo mal, como os homens são levados a trair-se intimamente, e, de tão propalados esses sóis da fome, deixam-se instruir, adaptam-se ao consumo da carne humana. «A formulação tortuosa do juridiquês», diz-nos Frank Herbert, «desenvolveu-se a partir da necessidade de ocultarmos de nós próprios a violência que tencionamos exercer uns sobre os outros. Entre privar um homem de uma hora da sua vida e privá-lo da própria vida existe apenas uma diferença de grau. Exerceste violência sobre ele, consumiste a sua energia. Elaborados eufemismos podem disfarçar a tua intenção de matar, mas, por detrás de qualquer exercício de poder sobre outrem, subsiste sempre a mesma pressuposição última: 'Eu alimento-me da tua energia.'» Por estes dias, vemos desenrolar-se esse argumento insidioso a favor de um aviltante darwinismo, lógicas de selecção social que instalam entre esse elemento de predação constante, criando-se a legitimidade moral para que cada um viva a sua vida como denúncia da fraqueza daqueles que não suportam a naturalidade de todo este enredo pavoroso. Os desempregados e os que se recusam a trabalhar são vistos como a pior corja, há um ódio crescente ao ocioso que, ao contrário dos demais, não dá o litro nem aspira a nenhum título, «antes procura saciar-se com apropria vida, sem os sucedâneos da técnica nem a multiplicidade de mercadorias», como escreve Vivian Abenshushan. «Prefere a despreocupação daquele que nada tem a perder à ansiedade permanente do investidor. A sua forma de vida é excêntrica, uma escolha soberana, marginal, distinta dos valores hegemónicos. Por isso, a sociedade não tolera o ocioso. Um bárbaro. Um inútil. Um desertor hedonista. Um imoral. Entregue ao gozo quotidiano e simples da existência, em que o encontro com os outros e a cooperação voltam a ser possíveis, o ocioso não pode despertar senão intranquilidade e suspeita. E há razões para isso: em toda a desocupação voluntária, prevalece o desprezo pela vida oficial, repleta de formalidades que destroem a saúde mental dos cidadãos. Os que insistem em ver no ocioso o cúmulo da indiferença, um ser apenas vivo, um chulo, e se sentem incómodos na sua companhia, fazem-no porque por detrás dele espreita um perigo: o deslocamento da normalidade, considerada intolerável pelo ocioso, para a esfera do jogo ou do carnaval. Este descarado vira tudo de pernas para o ar. É um provocados (mais insolente do que indolente), pois cometeu o pecado da singularidade, sempre à margem da vida gregária do trabalho, onde as pulsões particulares mal palpitam sob a repetição mecânica.» Alguém sempre nos dirá que por conta desses vícios, todos os outros se vêem obrigados a arcar com o peso, redobrar os seus esforços, trabalhar na sua vez. Mas em que tanto trabalham senão para degradar as próprias condições de vida? Enquanto isso, vemos como o Estado instiga essas formas de cupidez, impõe horas de trabalho obrigatório, institui os subsídios ao salário e o chamado ‘trabalho cívico', sempre num esforço de reduzir e desvalorizar cada vez mais os custos com a mão-de-obra, fomentando e legitimando em grande escala o proliferante sector que apenas vive dos baixos salários e do trabalho de miséria. «O único sentido de toda esta impertinência consiste em levar o maior número possível de pessoas a não apresentar qualquer pretensão ao Estado e em exibir perante os excluídos instrumentos de tortura suficientemente monstruosos para que qualquer trabalho de miséria lhes pareça comparativamente mais aceitável», lê-se no Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis. Podemos dar-lhes todos os argumentos, listar os indicadores em sentido contrário, explicar os efeitos desastrosos de toda a esta actividade imparável, tanta dela contribuindo apenas para o regime geral de sobreprodução, desperdício, dominação, opressão… Preferem sempre lançar-se nos braços dos nossos verdugos. No fundo, estão tão longe das paixões que noutros tempos explicavam a própria multiplicação, que só o trabalho explica as suas existências. Refastelam-se no cadáver de todos os deuses antigos, gostam de sentir a carne ferida pelos galos mecânicos, ouvem como o anúncio do muezzin o som cada vez mais exausto da vida, prestam culto a esses desastres encadeados. Que pode interessar-lhes o que tenham a dizer os filósofos? «E eu disse à minha própria esperança: Que queres de mim?/ Porque me atormentas incessantemente?» A estupidez mais do que uma convicção, tornou-se uma religião. É a ladainha daqueles que de forma inconsciente foram incorporando a máquina, e que têm a fábrica ou o escritório como o último templo, e têm uma fúria absurda contra tudo esses lirismos heréticos dos que pensam. Vão fazer do homem uma coisa tão descartável como todo esse lixo que tantos os orgulha. Horizontes a perder de vista de lixo. Mas como suprema provocação, em qualquer clareira, lá estará um tipo encostado seja ao que for, a ler uns versos, algo que destoe de toda essa canção rançosa que absorve a existência. E, assim, à margem deste tempo de raiva e loucura, algum filósofo-poeta como Cioran será lido por algum provocador-ocioso, que se compensará de toda essa estupidez, deixando-se estar, rindo de quem trabalha por trabalhar, deleitando-se num esforço estéril, imaginando que é possível realizar-se através de um labor assíduo. Lendo, rindo-se… «O trabalho permanente e ininterrupto embrutece, trivializa e despersonaliza. O trabalho desloca o centro de interesse do homem do domínio subjectivo para o domínio objectivo das coisas. Em consequência, o homem deixa de se interessar pelo seu próprio destino e fixa-se nos factos e nos objectos. Aquilo que deveria ser uma actividade de transfiguração permanente torna-se um meio de exteriorização, de abandono de si mesmo. No mundo moderno, o trabalho significa uma actividade puramente exterior; o homem já não se faz a si próprio através dele, faz coisas. O facto de cada um de nós ter de possuir uma carreira, de entrar numa determinada forma de vida que provavelmente não lhe convém, ilustra a tendência do trabalho para entorpecer o espírito. O homem vê o trabalho como algo benéfico para o seu ser, mas o seu fervor revela a sua inclinação para o mal. No trabalho, o homem esquece-se de si; mas esse esquecimento não é simples nem ingénuo, é antes aparentado com a estupidez. Pelo trabalho, o homem passou de sujeito a objecto; por outras palavras, tornou-se um animal diminuído que traiu as suas origens. Em vez de viver para si próprio — não de modo egoísta, mas para crescer espiritualmente — o homem tornou-se o miserável e impotente escravo da realidade exterior. Para onde foram o êxtase, a visão, a exaltação? Onde está a loucura suprema ou o prazer autêntico do mal? O prazer negativo que se encontra no trabalho participa da pobreza e da banalidade da vida quotidiana, da sua mesquinhez. Porque não abandonar este trabalho inútil e recomeçar sem repetir o mesmo erro dispendioso? Não bastará a consciência subjectiva da eternidade? Foi precisamente o sentimento da eternidade que a actividade frenética e a agitação do trabalho destruíram em nós. O trabalho é a negação da eternidade. Quanto mais bens adquirimos no reino temporal, quanto mais intenso é o nosso labor exterior, menos acessível e mais distante se torna a eternidade. Daí a perspectiva limitada das pessoas activas e enérgicas, a banalidade dos seus pensamentos e das suas acções. Não oponho o trabalho nem à contemplação passiva nem a um vago devaneio, mas a uma transfiguração irrealizável; apesar disso, prefiro uma preguiça inteligente e observadora a uma actividade intolerável e tirânica. Para despertar o mundo moderno, seria preciso elogiar a preguiça. O preguiçoso possui uma percepção infinitamente mais aguda da realidade metafísica do que o homem activo.»
A diferença entre as duas coisas não é pequena. Numa, o motor é o medo de ficar sem o outro; na outra, o desejo de estar à altura. E há ainda um terceiro lugar, o pior de todos: lutar para conquistarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
“Entre eles havia um homem que era doente fazia trinta e oito anos. Jesus viu o homem deitado e, sabendo que fazia todo esse tempo que ele era doente, perguntou: — Você quer ficar curado? Ele respondeu: — Senhor, eu não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água se mexe. Cada vez que eu tento entrar, outro doente entra antes de mim.” João 5:5-7 NTLH A quanto tempo você tem vivido e mesma história por dependência de alguém?Este homem tinha um passado de trinta e oito anos de sofrimento, onde sua única esperança estava depositada em alguém, que poderia colocá-lo no tanque quando supostamente o anjo passaria e o curaria.Quantos de nós temos vivido um passado e um presente na esperança de alguém, um dia, nos notar e fazer um milagre para mudar a nossa vida.Para aquele homem, o encontro de Jesus mudou sua história que estava paralisada há trinta e oito anos. Que possamos não ficar preso ao passado, com falsas esperanças de que o nosso sucesso está no outro e não em nós através da benção do Senhor.Pensamento do dia:Do que você tem dependido para mudar a história da sua vida?Oração: Senhor nos ajude a depositar a esperança, de tudo aquilo que não depende de nós, em ti, pois sabemos que ela não será frustada.Em nome de Jesus Amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#MinhaEsperançaEstaNoSenhor#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Maryana Moro está certa de que o maior desafio do nosso tempo é lembrar quem realmente somos. Para ela, o ser humano carrega um potencial extraordinário, mas atravessou séculos de histórias e crenças que o afastaram da própria essência. Despertar, então, é fazer o caminho de volta. Talvez por isso essa relação com o invisível tenha começado tão cedo em sua vida. Ainda criança, viveu uma experiência que mudaria para sempre sua percepção da realidade. Desde então, passou a caminhar lado a lado com aquilo que chama de plano espiritual. Filha de uma psicanalista, cresceu em um ambiente onde espiritualidade e mente nunca estiveram separadas. Sua trajetória também passou pela Umbanda, onde permaneceu por cerca de dez anos, além de estudos e vivências que lhe deram uma compreensão muito particular sobre energia, consciência, proteção espiritual e cura. Mas talvez o que mais chame atenção em sua história seja a recusa em vestir o personagem da espiritualidade perfeita. Ela costuma dizer que nunca quis ser exemplo de luz, mas exemplo de uma pessoa real. Alguém que medita, ri, acolhe, extravasa, atravessa as próprias sombras e entende que a evolução acontece justamente quando temos coragem de olhar para elas. São mais de duas décadas de estudos e experiências em caminhos como Reiki, Cristaloterapia, Registros Akáshicos, Terapia Quântica e Metafísica da Saúde, sempre com a convicção de que espiritualidade e autoconhecimento só fazem sentido quando nos ajudam a viver de forma mais consciente e verdadeira. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Maryana Moro contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Ninguém desperta para fugir da vida. Desperta para vivê-la". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Em A Ponta de um Crime jovens esquisitos agem como velhos que gostariam de ser jovens! Alguém morre! Bem-vindos à Locadora do Nicolas, a investigação ordenada e sazonal sobre o audiovisual internacional! Com PJ Brandão, Rudy e Jotapê. COLABORE COM NOSSO APOIA.SE! Indicações do episódio: Um Caso de Detetive (Evan Morgan, 2020) Better Luck Tomorrow (Justin Lin, 2003) Bugsy Malone - Quando as Metralhadoras Cospem (Alan Parker, 1976) Entre Facas e Segredos (Rian Johnson, 2019) Como Não Perder Essa Mulher (Joseph Gordon-Levitt, 2013) Hudson Hawk - O Falcão Está a Solta (Michael Lehmann, 1991) Bad Genius (Nattawut Poonpiriya, 2017) Perigo por Encomenda (David Koepp, 2012) Rogue One: Uma História Star Wars (Gareth Edwards, 2016) Assassinato no Expresso do Oriente (Kenneth Brannagh, 2017) Andor (série, criada por Tony Gilroy, 2022-2025) E no próximo episódio... Lupin III: O Castelo de Cagliostro, 1979. Nos encontre por aí: Grupo de ouvintes do Nicolas no Telegram Bluesky: @hqsemroteiro / @rudylonia / @jumbopaulo / @podcastnicolas Instagram: @hqsemroteiro / @ahistoriadacamisa / @roberto_rudiney / @jumbopaulo / @podcastnicolas Letterboxd: @rudylonia / @jp_martins - Lista no Letterboxd com todas as indicações já dadas na Locadora! TikTok:@hqsemroteiro / @rudyloniaa / @rudyball Créditos: Edição: Roberto Rudiney Arte: JP Martins Voz de veludo do início: Bruna Soares
Tem uma coisa que a neurociência mostrou em ressonância funcional e que muda a forma como você olha pra trás. Quando você se apaixona, o seu córtex pré-frontal medial — a região responsável por julgamento, análise de risco e avaliação crítica — tem a atividade suprimida. Não é fi
Entre vistos negados, controles migratórios reforçados e tensões diplomáticas, o Mundial de 2026 expõe o contraste entre a promessa de integração do futebol e a política de fronteiras de Donald Trump. Thomás Zicman de Barros, analista político Na próxima quinta-feira (11), será dado o pontapé inicial da Copa do Mundo de 2026. Como todo brasileiro, parto do pressuposto de que o hexacampeonato é apenas uma questão de tempo. Mas não é por isso que menciono o torneio. Alguém pode perguntar, de fato, o que uma competição de futebol está fazendo numa crônica de política internacional. A história, porém, não deixa mentir: competições esportivas são permeadas por política. Das Olimpíadas de Berlim em 1936 ao boicote ocidental aos Jogos de Moscou em 1980, passando pelas ditaduras sul-americanas que buscaram legitimidade em grandes torneios, o esporte sempre refletiu disputas que o ultrapassam. Poucas Copas ilustram tão bem essa realidade quanto a que começa agora. Pela primeira vez, o torneio será compartilhado entre três países da América do Norte. O primeiro jogo será na Cidade do México, haverá partidas em Vancouver e Toronto, no Canadá, e o maior número de duelos – inclusive a final, nos arredores de Nova York – acontecerá nos Estados Unidos governados por Donald Trump. A ideia de dividir a Copa entre diferentes países se explica, em parte, pelo tamanho do novo formato da competição, assim como pela perda de atratividade de sediar grandes eventos esportivos que implicam custos elevados e frequentemente provocam protestos – como se viu inclusive no México nesta edição. Mas havia também o desejo de superar fronteiras. O lema da candidatura conjunta era “United 2026”. Muito além dos “United States”, a proposta era simbolizar a integração entre os povos. Ocorre que esse discurso entra cada vez mais em choque com a retórica anti-imigrante do presidente americano. Desde sua primeira campanha republicana, há dez anos, Trump tem atacado imigrantes latino-americanos, e mexicanos em particular. Segundo ele, seriam “bad hombres”, responsáveis por trazer drogas, crime e violência para os Estados Unidos. “Alguns poucos, eu acredito, devem ser boas pessoas”, dizia então o candidato. Seu grande mote de campanha era construir um inexpugnável muro na fronteira mexicana, alimentando fantasias de uma supremacia branca americana supostamente ameaçada pela substituição demográfica por um povo que fala espanhol e que, por coincidência, também gosta de futebol. Restrição à imigração De volta ao poder, Trump tem adotado políticas ainda mais restritivas em relação à imigração. E não apenas contra mexicanos. Vistos têm sido negados, e muitos viajantes veem sua entrada barrada pelos serviços de imigração com base em critérios frequentemente arbitrários. Estrangeiros nos Estados Unidos vivem preocupados com o fortalecimento do ICE, a temida polícia migratória, que por vezes detém e deporta até imigrantes em situação regular. Houve queda no número de viajantes para o país, numa combinação entre dificuldades para obter autorização de entrada e a simples desistência de visitantes diante dos inconvenientes. Como receber o mundo inteiro para uma Copa do Mundo em um ambiente assim? Os Estados Unidos criaram o chamado FIFA PASS, que prometia priorizar entrevistas para concessão de vistos a torcedores com ingressos. Ao mesmo tempo, porém, a própria administração americana deixou claro que não hesitaria em vetar rigorosamente visitantes considerados indesejáveis. Em especial, torcedores de países sujeitos a restrições, como Haiti, Irã, Senegal e Costa do Marfim, têm enfrentado obstáculos. Em tese, haveria exceções para atletas e delegações. Mas mesmo aqui os incidentes se multiplicam. A seleção do Irã só obteve seus vistos na última semana e decidiu realizar sua concentração no México para evitar mais dores de cabeça. No último fim de semana, o atacante da seleção do Iraque foi detido e interrogado por sete horas no aeroporto de Chicago. Enquanto isso, a FIFA segue acusada de complacência com Trump, cujo ego o presidente da entidade, Gianni Infantino, parece empenhado em massagear. Um exemplo foi a criação do Prêmio FIFA da Paz, feito sob medida para agradar o presidente americano, primeiro e único agraciado com tão distinta honraria. Como se vê, futebol e política são inseparáveis. E as próximas semanas prometem deixar claro o contraste entre um evento que prometia união e integração e um governo que transformou o controle das fronteiras na sua principal bandeira.
Mentoria Professor Particularhttps://felipeduque11.wixsite.com/websiteCanal do Youtube sobre Concursos:https://www.youtube.com/channel/UCdUEy1gaVD7AO_URPUZrLtwCanal do Youtube sobre Religião e Filosofia na prática:https://www.youtube.com/@felipeduque2342Livro da Reforma Tributáriahttps://www.editorajuspodivm.com.br/reforma-tributaria-esquematizada-ec-1322023-e-lc-2142025-comentadas-2025Livro Manual de Processo Tributáriohttps://www.editorajuspodivm.com.br/manual-de-processo-tributario-administrativo-e-judicial-20252Link do nosso grupo 2 no Whatsapp de Dicas Gratuitas (mensagens só pelo Adm) https://chat.whatsapp.com/ERebr5tqthl8dNBDaK3Ixq Mais informações sobre cursos: www.raioxdoedital.com.brMais informações sobre mim:https://linktr.ee/felipeduqueLink do nosso podcast no Spotify:https://open.spotify.com/show/0cyIQ7i3edtRlIhH9U5Q7i.
Nestes últimos dias, a África do Sul está a ser abalada por uma nova onda de xenofobia, com grupos de cidadãos sul-africanos a atacarem imigrantes, queimarem as suas casas ou os seus comércios. Independentemente de estarem em situação legal ou não, os estrangeiros são acusados por estes grupos de "roubarem os empregos" dos nacionais, num contexto de grave crise social e económica no país, nomeadamente com uma taxa de desemprego de cerca de 32%. Depois de pelo menos nove moçambicanos terem morrido nas violências xenófobas, várias centenas de moçambicanos residentes no país têm estado a fugir da África do Sul, com algum apoio por parte de Maputo. A Nigéria, o Gana e o Maláui também estão a organizar o regresso a casa dos seus cidadãos expatriados na África do Sul. Uma situação que o executivo sul-africano lamenta mas perante a qual parece algo impotente, senão mesmo "complacente", acusam certos governos africanos mais críticos. A nível interno, em ano de eleições locais, a coligação governamental faz frente a sectores de opinião que tentam ganhar visibilidade a pretexto desta nova crise, considera André Thomashausen, professor emérito de direito internacional e constitucional da Universidade da África do Sul, em Pretória. O universitário refere todavia acreditar que este fenómeno não vai durar, por não ter -do seu ponto de vista- nenhum alicerce popular. RFI: Como é que analisa a situação vigente nestes últimos dias na África do Sul? André Thomashausen: Um aspecto deve ser considerado é o aspecto da política interna da África do Sul, em que o partido da esquerda, da minoria, do antigo presidente Zuma, o partido MK ("Umkhonto we Sizwe", partido "Lança da Nação) está a aproveitar esta onda da xenofobia e está a fomentar, a instigar, esta xenofobia para pressionar a coligação que está a governar, que é o ANC, com o partido da Aliança Democrática. É assim, infelizmente. Muito tragicamente, este assunto não é completamente inocente e possivelmente não teria acontecido este ataque de xenofobia se não tivesse sido instigado. E temos uma tradição disso. Sempre quando uma minoria política decide afastar um governo, de repente aparecem ataques xenófobos. Foi assim na altura em que o Jacob Zuma quis substituir o governo do Thabo Mbeki, em 2007. De repente, houve ataques xenófobos. E foi assim, de volta, no fim da era do Zuma, em que novamente isso estalou. Talvez o único aspecto positivo é que esta crise não vai durar tanto tempo. E penso que os espíritos vão novamente acalmar. RFI: Há cerca de uma semana que isto dura. O que é que o leva a crer que vai haver uma acalmia? André Thomashausen: Bom, existe sempre uma solidariedade entre os mais pobres, entre os mais miseráveis. E as vítimas da xenofobia é gente muito pobre e gente que não tem vida estável, que não tem emprego formal e normalmente existe uma solidariedade africana. Na tradição, nas culturas africanas, muito raramente aparece um ódio entre grupos ou um ódio de raça ou ódio nacionalista. Porque as culturas estão todas interligadas. Eu duvido muito que esta vaga seja uma expressão de um sentimento popular alargado. Na maior parte dos casos que temos visto, há uma mão organizadora, há grupos de choque que aparecem num sítio, aparecem com autocarros a transportá-los. Alguém está a organizar esses transportes e a pagar esses transportes. É um bocado um assunto de segurança pública e de segurança do Estado que está aqui a falhar. E assim vamos esperando que venha a faltar o apoio para esta xenofobia. O verdadeiro apoio popular não existe. É gente alheia que aparece num sítio que não vive lá e de repente atacam os que são estrangeiros, os que falam com um sotaque diferente ou que, pela aparência, não pertencem. Um problema dentro da xenofobia, isolado e diferente, é a imigração ilegal que temos experimentado e que temos visto oriunda da Somália e do Sudão, países bastante afastados. São para aí uns 8 mil quilómetros de distância, daqui para o Sudão e para a Somália. E esta migração, essa sim, está a provocar ódio e está a provocar uma resistência forte entre a população que aqui na África do Sul normalmente não é muçulmana e rejeita a cultura desses migrantes. RFI: No começo da nossa conversa, mencionou que há certos sectores políticos que tiram proveito desta situação. Tem aparecido muito o nome de uma organização, a "March and March". O que é que se poderia dizer sobre esta organização e o interesse que teria também em movimentar a multidão contra os imigrantes? André Thomashausen: Bom, mais uma vez, é um rótulo que aparece subitamente, que não tem antecedentes. Não se podem identificar os líderes, gente desconhecida e, no meu ponto de ver, oportunista. Tal como nos anos 30, na Alemanha, houve uma organização nazi que fomentou o ódio contra os judeus, para assim virem a ser notórios e intimidar, provocar a instabilidade. Eu vejo aqui essas organizações também como sendo organizações um bocado fantoches, que não têm uma base popular, não têm milhares de membros ou aderentes. São completamente transparentes. E mais uma vez, eu estou a ver aqui um oportunismo político trágico de tentar provocar uma dificuldade ao governo por gente que falhou nas eleições, que não conseguiu reunir uma maioria de votos e assim, agora estão a tentar destabilizar o país através desta vaga. RFI: Certos países, nomeadamente a Nigéria ou Gana, que têm alguns dos seus expatriados na África do Sul, acusaram o governo de Pretória de ser algo complacente com esta onda de xenofobia que, no fundo, poderia ser interpretada também como uma forma de camuflar as suas próprias incapacidades em gerir questões como a economia, a educação e a saúde. André Thomashausen: Certo. Só que, na realidade, este governo, esta administração, é uma administração que está a sobreviver mal num contexto de Estado já falhado, em que as forças da ordem, a polícia e e Forças Armadas não têm nem sequer a mínima capacidade. Não há veículos e onde há veículos não há verbas para o combustível. Há um elevado sistema de corrupção na polícia e nas Forças Armadas. As Forças Armadas já foram mobilizadas na Província do Cabo para tentar limitar, tentar reduzir a vaga de assassinatos entre mafiosos, entre bandos, criminosos, traficantes de droga e de pessoas. E assim, eu acho que não é por falta de vontade, mas é por falta de capacidade que o governo está assim passivo. Está assim, num papel de observador em que o Presidente Ramaphosa lamenta muito a xenofobia, mas não tem meios realmente para uma estratégia através da qual poderia prender e imobilizar aqueles que estão a instigar esses ataques aos migrantes e refugiados e, evidentemente, também uma percentagem muito elevada de migrantes ilegais. Mas, na realidade, a economia está a empregar essa gente. E isso também tem a ver com a alta taxa de sindicalização dos trabalhadores sul-africanos, que provocam um nível do preço da mão-de-obra muito elevado. E isso cria uma uma atractividade ao emprego dos estrangeiros que não estão sindicalizados. É tudo uma mistura de situações que deveriam ser reformadas, que deveriam ser consideradas, mas só que este actual governo é um governo de crise e é um governo que não tem a capacidade para reagir. RFI: Estamos em ano de eleições autárquicas. Vão acontecer a 4 de Novembro. Pensa que isto também joga nesta crise? André Thomashausen: Absolutamente. É uma maneira de tentar animar os eleitores, tentar atirar culpas aos migrantes, culpas pela falta de prestação de serviços, pelo facto de que 90% das municipalidades estão tecnicamente falidas e já não têm capacidade para garantir o abastecimento de água potável ou a manutenção dos sistemas de esgotos ou transportes públicos, o sistema escolar primário, o sistema de assistência médica básica e assim, é um bode expiatório, acusar a presença dos estrangeiros. E isso tudo entra nas estratégias. Estas eleições vão decididamente reduzir o apoio ao ANC. Vão demonstrar a queda dramática da confiança neste partido da libertação. Mas é normal que depois de 30 anos da grande transferência, em 1990, o partido libertador, com a sua legitimidade histórica, venha a ser desafiado. RFI: Está a dizer que o ANC poderia perder o leme. Mas para que a formação? André Thomashausen: Vai beneficiar a Aliança Democrática, que é um partido liberal do centro-esquerda, completamente multicultural, que tenta fazer renascer o ideal do Nelson Mandela de uma "Nação arco-íris". Há muitos, muitos eleitores tradicionais do ANC que desta vez vão votar na Aliança Democrática. O partido está a apostar nesta oportunidade. E, aliás, está convencido que com a sua antiga presidente, Helen Zille, vão ganhar as eleições em Joanesburgo, a maior metrópole aqui na África do Sul.
Procuramos pistas sobre os próximos anos do Motociclismo de Velocidade e passamos em revista as principais corridas de automóveis. Alguém que traga o balde, por favor...
Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 4:29-32 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 7–9; JOÃO 11:1-29 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Do que eu me arrependo? A resposta a essa pergunta foi o mote do discurso de formatura proferido pelo escritor George Saunders em 2013, na Universidade de Syracuse (EUA). Sua abordagem foi a de uma pessoa mais velha (Saunders) compartilhando um ou dois arrependimentos que teve na vida com os mais jovens (formandos), pois eles poderiam aprender alguma coisa com seu exemplo. Ele listou coisas que as pessoas poderiam presumir que ele se arrependia, como a pobreza e ter trabalhado em empregos ruins. Mas Saunders disse que não se arrependia disso. O que ele lamentou, no entanto, foram as “falhas de bondade”: oportunidades que ele teve de ser gentil com alguém, mas deixou passar. Como é a vida cristã? O apóstolo Paulo escreveu aos cristãos em Éfeso respondendo a essa pergunta. É tentador apressar-se a responder apontando certa visão política, a recusa a certos livros ou filmes, práticas de adoração de um modo ou outro. Mas a abordagem de Paulo não o limitou a questões contemporâneas. Ele menciona abster-se do “linguajar sujo e insultante” (EFÉSIOS 4:29) e livrar-se da amargura e raiva (v.31). Então, concluiu: “sejam bondosos” (v.32). A razão por trás disso é que, em Cristo, Deus é bondoso com você. De todas as coisas que cremos ser a essência da vida com Jesus, uma delas certamente é ser gentil. Por: JOHN BLASE
Estava tudo a correr bem até que... Tudo pifou!
Você já sentiu que algumas pessoas trazem paz instantaneamente… enquanto outras despertam ansiedade, medo, dependência emocional e exaustão?Neste episódio profundo e transformador, vamos mergulhar na conexão entre energia, sistema nervoso, traumas emocionais, neurociência e relacionamentos. ✨Você vai entender:por que o corpo sente antes da mente;como traumas emocionais influenciam suas relações;o que é contágio emocional;como a infância afeta seus relacionamentos amorosos;por que tantas pessoas confundem intensidade com amor;como a frequência energética muda aquilo que você atrai;e por que pessoas emocionalmente indisponíveis parecem tão familiares.Falamos também sobre:✔ teoria polivagal✔ neurônios-espelho✔ dopamina emocional✔ frequência vibracional✔ autoestima✔ dependência emocional✔ cura energética✔ Kundalini✔ autoconhecimento e expansão da consciênciaEsse episódio pode mudar completamente a forma como você enxerga as pessoas que entram na sua vida.
VIVENDO O PENTECOSTES – “Se alguém tem sede, venha a mim e beba”, mensagem proferida pelo Pr. Iderval no CULTO DA CEL REDENTOR, Dia de Pentecostes, 24 de maio de 2026, 9h30.
Alguém com o apelido Salsa? E será que o Ricardo é personal trainer?
“Também Diane Arbus nos deu, na sua fotografia,/ da loucura não o refúgio (o asilo) mas a corrida/ (atrevida) – ou o passo de dança (Disse, Dança?)./ ‘Pass through the fire to the light', de novo L. Reed.” Isto é uma costela dessas que arrancamos para palitar a boca que gostaríamos de refazer a cada par de meses, dominados por um assombro que nos leve a um tal grau de estranheza que não tenhamos notícias nenhumas de quem costumávamos ser. Lemos a poesia para cair longe, para desaparecermos, sermos desses que se dão como perdidos. E a tal costela, neste caso, arrancada de um poema de Fernando Guerreiro, segue-se a um desses começos tão auspiciosos por estarem lançados no meio da maior confusão, nessa sua alteração interminável do estilo, uma alegria de ter por objecto o acidente, de viver variado, ir sabendo de si como de algo extraviado, assim, um ser disponível ao trespasse, fantasma de outros, fora dos eixos da sua biografia, abrindo-se a uma temporalidade mais vasta, inquietante… E o tal poema, esse belo estafermo, arranca assim: “Nada de obras completas – apenas champanhe, na primavera e um romance./ Por vezes esquecemo-nos de como morrer é simples –/ de sopro, no coração ou mesmo de cancro./ Num poema de Lou Reed todas as arritmias do espírito/ seriam resolvidas no aneurisma fluido do ritmo.” E aqui vemos Kafka passar ao fundo, aditando uma brevíssima explicação dos seus modos tão esquivos: “Evito as pessoas não porque quero viver sossegadamente, mas sim porque quero morrer sossegadamente.” É um abandono próprio de quem nunca, na verdade, teve qualquer margem de recuo na existência, e entendeu que pelo menos tinha direito a uma morte que não desse espectáculo, que não viesse a servir de gala a larvas e moscas. Afinal, o abandono é a morada que resta àqueles que nunca conheceram neste mundo uma condição propriamente doméstica. Cícero recordava aqui há um bocado um belo dito de Anaxágoras… “este filósofo agonizava em Lâmpsaco e os seus amigos perguntaram-lhe se ele queria, caso acontecesse uma desgraça, que o transportassem para Clazómenas, a sua pátria: ‘É absolutamente inútil', disse Anaxágoras, ‘de onde quer que se parta para os Infernos, o caminho é o mesmo.' Mas voltemos à fotografia de Diane Arbus e ao poema de Guerreiro: “talvez seja isso a loucura/ um Haloween dos subúrbios – uma ronda dos espíritos/ em que cada um entra, antes de regressar ao seu túmulo,/ para ensaiar (invertido no seu negativo) uma contra-dança./ Todos juntos, a máscara é ao mesmo tempo o que une e distingue – a bata: o impulso da forma, por onde a carne s'adelgaça – e o corpo, avança.” De algum modo esta é uma sensação comum, a de que este tempo como está só nos oferece um adeus intencionalmente arrastado em duração, a urgência de fazer um tempo contra o mundo, cada um arrastando as correntes para se manter acordado, deixando um rasto húmido e negro, como lesma ulcerosa e maldita. E assim acaba o mundo, não como uma coisa realmente tenebrosa, mas como algo que se faz esperar, ao ponto de alguns se queixarem de até nessa última hora estarmos sujeitos aos atrasos, a ficar na fila que não avança. “Mas esta porra não anda?”, resmunga alguém. Llansol diz que teve conhecimento não sabe onde de rituais primitivos de enterro em que se esvaziava a cavidade ventral de todas as vísceras do morto e aí se depositavam bilhetes com votos escritos… Talvez um ritual desses pudesse devolver algum impulso ao que se escreve, e, por mais que frágeis, nesse bafio doce daquilo que se usa para rechear o morto, talvez isso despertasse uma outra urgência dos vivos para com a vida. Seria um esforço a favor de uma persistência menos ordinária, e isto num momento em que aquilo a que por estes dias se usa tomar como uma atitude culta não é mais que uma disposição para sacralizar disparates, para se entregar a esses tributos que a estupidez presta ao orgulho. Os autores morrem cheios de tesão. Alguém os convenceu de que algo subsistirá dos seus espíritos, e andam por aí convencidos de que essa vergonha de serem inteiramente devassados pela fome da terra, não só pelos nossos corpos, mas por todos os sinais da nossa existência, a eles não poderá roer tudo, uma vez que lhe vão impondo um certo limite. Leram em Steiner que leu em Baruck de Mezbizh… “Quando uma palavra é pronunciada em nome do seu autor, os lábios deste movem-se dentro do túmulo. E os lábios de quem profere a palavra movem-se do mesmo modo que os do Mestre já morto.” É fácil detectar essa gravidade dos que falam com a confiança de que alguém fará deles mestres num porvir de dar à corda, mas a subtileza dos espíritos, toda essa delicadeza dos que desejam repetir-se pela eternidade fora, é precisamente aquilo que mais nos cansa, quando começamos a suspeitar que o verdadeiro génio é a coisa menos talentosa que há. Não está dotado de um dom, mas da sua ausência, de uma maldição, de um sentido dilacerante do tempo, de uma ânsia de explorar a cada momento essas zonas que mais resistem, de mergulhar no interdito, aquilo “que não se deixa dizer e que, justamente nessa medida, é preciso, de cada vez, tentar dizer” (Diogo Nóbrega). O que tem faltado já nem é tanto uma razão, mas a veemência de quem constrói o seu desacordo deixando-se queimar para ver as coisas a uma outra luz, esses seres que se entregam à profundidade vazia, e alcançam o que lhes é exterior, o fora, o Outro, uma força de dar vida a personagens precisamente porque não se insistiu mais em si, no mesmo. William Hazlitt não tem dúvidas de que Shakespeare era um espírito sem educação, tanto na frescura da sua argumentação como na variedade das perspectivas. “Shakespeare não fora acostumado a escrever redacções na escola a favor da virtude ou contra o vício. A isto devemos o tom desinteressado, mas salutar, da sua moralidade dramática.” Neste episódio, alguém que costuma ouvir assiduamente o podcast, quis apontar a alguns aspectos que lhe foram ficando deste esforço excessivo para erguer por cá um mau caminho. Com um balanço tremendo em leituras recomplicadas, densas, e uma estupenda capacidade para aceitar os convites e ciladas que trama aquela potência do falso, Diogo Nóbrega veio também partilhar um percurso memorioso de vorazes leituras, e uma compreensão arguta de alguns dos nós em que vimos esbarrando e que se mostram tão difíceis de desatar.
Rafael Sarchis, Cassius Leitão e Cami Campos, influenciadora oficial do Cartola, debatem as melhores estratégias envolvendo o grande jogo da rodada #17 entre líder e vice-líder. Trio também cita o Cruzeiro como grande favorito. O mercado fecha neste sábado (23), às 16h59 (de Brasília). Dá o play!
A Chaotic Good Projects é uma agência com clientes como Justin Bieber, Coldplay, Tame Impala, Dua Lipa, Geese e Wet Leg. O trabalho deles é fazer músicas viralizarem no TikTok mantendo uma rede de milhares de perfis na plataforma, páginas de memes, clipes de esporte e citações sentimentais que acumulam seguidores sem nenhuma relação óbvia com música.Quando um cliente lança uma faixa, a música aparece de fundo em todos esses vídeos ao mesmo tempo, gerando a sensação de que está em todo lugar. Eles chamam isso de "simulação de tendência". Os próprios fundadores revelaram os detalhes em um podcast da Billboard gravado no SXSW.A cantora Eliza McLamb ficou obcecada com "Love Takes Miles", do Cameron Winter, convicta de que era uma das poucas pessoas no mundo que conhecia a música, até descobrir que ele era cliente da agência. Depois que ela publicou tudo no Substack, a Chaotic Good apagou os nomes dos artistas do site e removeu a seção de campanhas de narrativa.A ilusão de descoberta espontânea é o produto. Funciona porque ninguém percebe que está comprando. Apresentado por Bruno Natal.--Newsletter O Futuro Explicado: https://resumido.substack.com/subscribeAssinatura: https://resumido.cc/assinaturaLoja RESUMIDO: https://www.studiogeek.com.br/resumido/Ouça mais: https://resumido.cc
Inácio Araújo perguntou no obituário em 2009: “ Alguém arrisca comentar a carreira de Maurice Jarre?” Com cinco décadas e mais de uma centena de trilhas para diretores incomparáveis em seu currículo, neste Sociedade dos Compositores Mortos nos atrevemos a tentar.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Não conte a ninguém ainda00:19 Atualização 1: Estratégia de saques e previdência privada07:04 Atualização 2: Como vender ativos sem destruir patrimônio13:06 Atualização 3: Documentos sucessórios que protegem sua família16:03 Atualização 4: A armadilha da viuvez — o que a Reforma escondeu17:57 Atualização 5: A decisão mais importante do Dia 1
Você ainda perde tempo tentando agradar pessoas tóxicas e buscando a aprovação dos outros? Neste episódio do "Entra Pra Rachar", Caio Carneiro revela a atitude libertadora que o tempo ensinou a ele.
Neste episódio, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre as últimas vitórias de San Antonio Spurs e de Cleveland Cavaliers sobre o Minnesota Timberwolves e o Detroit Pistons, que deixaram as duas equipes a uma vitória das finais de conferência. Como chegaram aí? Alguém força Jogo 7?Também iremos falar da trágica semana que viveu a liga, com a morte do ex-jogador Jason Collins, primeiro da história da liga a se assumir gay ainda como atleta em atividade, e de Brandon Clarke, ala/pivô que atuava no Memphis Grizzlies.Durante os PLAYOFFS 2026 o Bola Presa terá duas edições por semana, às segundas e às quintas. ....*APOIE O BOLA PRESA* ASSINE O BOLA PRESA NO APOIA-SE E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO https://bolapresa.com.br/assine*CAMISETAS INSIDER*Use o cupom BOLAPRESA e ganhe 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:
Neste episódio da nossa série sobre Governança Adventista, analisamos o papel fundamental do secretário executivo na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Frequentemente subestimado, este oficial atua como a verdadeira memória institucional, o sistema nervoso documental e o guardião da ordem e dos processos da organização. Se o presidente é o rosto visível, o secretário é quem garante os bastidores históricos, legais e operacionais para que a igreja cumpra a sua missão com integridade. Neste vídeo, você vai aprender: O que é amnésia organizacional e como combatê-la. A estrutura de uma ata eficaz e seu real valor legal. Como o secretário atua em comissões como o ADCOM. O papel do Secretário (Clerk) no âmbito da igreja local. As armadilhas comuns do cargo e como evitá-las. A profunda dimensão espiritual do secretariado. Assista até o fim para conferir as perguntas de reflexão sobre vocação, registros, processos e compliance na igreja. Deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe este conteúdo com líderes, pastores e secretários de sua região! QUINZE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Registros e Atas 1. As atas de suas comissões são preparadas dentro de 48-72 horas após as reuniões? Ou há atraso crônico de semanas ou meses? 2. Alguém que não estava presente conseguiria entender exatamente o que foi decidido lendo suas atas? Ou elas são tão vagas que deixam margem para interpretação? 3. Você consegue encontrar rapidamente atas de reuniões de cinco ou dez anos atrás? Ou seu arquivo está tão desorganizado que seria busca arqueológica? 4. Há backup adequado e testado de seus arquivos digitais? O que aconteceria se seu computador fosse roubado ou corrompido amanhã? 5. Suas atas incluem contexto suficiente para que leitores futuros entendam não apenas o que foi decidido, mas por que? Sobre Processos e Compliance 6. Você conhece bem os documentos normativos — Manual da Igreja, Working Policy, Constituição da sua organização? Ou opera por intuição e costume? 7. Quando vê processo sendo violado em uma reunião, você alerta o presidente? Ou fica em silêncio para evitar conflito ou constrangimento? 8. Os processos de credenciamento, transferência de membros, e disciplina estão sendo seguidos corretamente em sua organização? Você monitora isso? 9. Se houvesse auditoria amanhã, você conseguiria apresentar documentação completa dos últimos cinco anos? Sobre Comunicação 10. A comunicação oficial de sua organização é clara, precisa e consistente? Ou há confusão frequente sobre o que foi ou não comunicado? 11. Você mantém confidencialidade rigorosa sobre informação sensível discutida em comissões? Ou há vazamentos — intencionais ou "acidentais"? 12. As decisões da comissão são comunicadas adequadamente e em tempo hábil a todos que precisam saber? Ou pessoas frequentemente ficam sem saber de decisões que as afetam? Sobre Relacionamentos e Parceria 13. Sua relação com presidente e tesoureiro é genuinamente de parceria? Ou há hierarquia implícita, competição sutil, ou conflito aberto? 14. Você contribui ativamente nas discussões como membro da comissão? Ou apenas registra silenciosamente o que outros dizem, esquecendo que você também tem voto? 15. Quando discorda fortemente de uma decisão, você ainda assim a registra correta e completamente? Ou há tentação de "suavizar" o registro? Sobre Transição e Sustentabilidade 16. Se você saísse do cargo amanhã — por doença, acidente, chamado, ou qualquer razão — a organização conseguiria continuar funcionando? Ou tudo depende de você de forma insalubre? 17. Há alguém sendo preparado para eventualmente assumir sua função? Ou você é insubstituível (o que parece bom mas na verdade é problema)? 18. Seus sistemas e processos estão documentados de forma que outro secretário conseguiria entender e continuar? Sobre Vocação e Espiritualidade 19. Você vê seu trabalho como secretário como ministério espiritual? Ou como mera função administrativa que alguém precisa fazer? 20. Você ora pelo seu trabalho específico — pela precisão, pela discrição, pela coragem, pela organização que serve à missão de Deus? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Nosso especial no mês de aniversário!!!! Anote seus pontos, sem roubar, e venha torcer para Fabi, Caio ou Felipe Xavier e diga nos comentários quantos pontos você faria? TEXTOS: No início, sou só água. Água que espera. Então vêm as mãos. Uma pesa demais. Outra mede demais. A terceira hesita, e essa hesitação muda tudo. Sou golpeado. Sovado. Esticado até quase romper. As primeiras tentativas são desiguais. Alguns fios nascem grossos, outros frágeis. Há pressa demais em uma palma. Orgulho demais em outra. O fogo observa. O ar fica pesado com sal, gordura, memória. Alguém quase perde o ritmo quando o aroma sobe rápido demais. Alguém quase se afoga na própria ansiedade. Mas então eles lembram do que aprenderam. Três movimentos. Não separados, simultâneos. Eu giro. Sou lançado contra calor que não recua. Uma força antiga tenta me dispersar, espalhar meus ingredientes, provar que ainda manda na chama. Quase me perco. Quase transbordo. Mas três tempos se alinham. Um impacto que atordoa. Um alongamento que desequilibra. Uma dobra que concentra. E eu encontro forma. O cenário é improvável. O cheiro de menta e produtos químicos tenta, sem sucesso, mascarar o odor de sangue que impregna o tecido azul escuro. O chão vibra com o rugido lá de fora e as paredes de metal rangem. Ao olhar para o lado, a visão de sua mulher segurando um cutelo com naturalidade é a única coisa que lhe dá confiança para tentar decifrar aquelas linhas técnicas em francês. Você precisa estabilizar a aeronave e ignorar, por um instante, o que aguarda por trás da porta: sete figuras que deveriam estar imóveis e ensacadas, mas que podem ser bem mais perigosos do que uma queda livre. O prédio tem três andares, mas nunca esteve completo. Uma ala inteira permanece vazia há mais de uma década. Prometeram móveis. Prometeram verba. Prometeram futuro. O cheiro ali é curioso: mofo recente, como se algo tivesse sido inaugurado ontem, e abandonado no mesmo dia. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Alguém que sorri demais. A cidade é redonda. Não por acaso, por orgulho. Torres ovais, bandeiras amarelas, brasões com formas simples demais para serem inocentes. Dentro dos muros, tudo brilha. Fora deles, a lama é espessa. O ser mais protegido do reino vive numa torre alta. Oficialmente, é de companhia. Extraoficialmente, sustenta o tesouro. Na manhã da fuga, a janela estava estilhaçada de fora para dentro. No alto da colina próxima, marcas no solo indicavam algo pesado apoiado ali por horas. Não houve invasão. Houve lançamento. Dias depois, criadores começaram a notar ausências sincronizadas. Portões intactos. Cercas inteiras. E ainda assim, vazios. O soberano fala em sabotagem. Mas os relatórios usam outra palavra: organização. O tempo dos carros voadores ficou para trás e a Biblioteca não guarda apenas livros raros, mas a sobrevivência humana. Após passarem por um teste de sangue e álcool, eles são levados à cidade subterrânea, onde lâmpadas brilham como estrelas e o silêncio dos moradores esconde um medo profundo. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O carro sobe por uma estrada estreita ladeada por muros de pedra antiga. Não é apenas uma propriedade, é um monumento. O cheiro não é só de terra: é de tradição. À esquerda, fileiras disciplinadas descem o terreno em declive. À direita, uma mansão que parece ter aprendido a envelhecer com elegância. Um anexo mais recente destoa, concreto mais claro, linhas mais retas. Mas eu não estou ali pela arquitetura. Estou ali porque algo apodreceu. Ajude esse projeto Apoiase: https://apoia.se/rpguaxa PIX: rpguaxa@gmail.com Contatos: Instagram: https://instagram.com/RPGuaxa Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Edição: Marcelo Guaxinim. Idealizador e Host: André Trapani. Jogadores: Caio, Fabi e Felipe Xavier. “Happy Happy Game Show” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Hace 25 años que Bebel Gilberto, que hoy cumple 60, publicó 'Tanto tempo', el disco con el que se proyectó en el mundo de la música la hija de João Gilberto y Míúcha. Lo escuchamos al completo y en el orden en que aparecen las canciones: 'Samba da bênção', 'August day song', 'Tanto tempo', 'Sem contenção', 'Mais feliz', 'Alguém, 'So nice summer samba', 'Lonely', 'Bananeira', 'Samba e amor' y 'Close your eyes'. Además, el bonus track de la edición conmemorativa del disco: 'No return'. Cierran Thiago de Mello y Dexter Payne con 'Rede de caboclo' y 'A hug to Gil Evans' de su disco de hace 20 años 'Another feeling'. Escuchar audio
Missão Saber, o novo podcast do UOL No programa, Murilo Garavello, diretor de conteúdo do UOL, recebe uma personalidade por episódio e, a partir de livros, discute um tema escolhido. A primeira convidada é Daniela Lima, que fala da era da ansiedade. Acompanhe um novo episódio às segundas-feiras. Livros -Sociedade do Cansaço — Byung-Chul Han -Stolen Focus (Foco Roubado, em português) — Johann Hari -Talvez Você Deva Conversar com Alguém — Lori Gottlieb -Como Reprogramar seu Cérebro Ansioso — Catherine Pittman e Elizabeth Karle -Unwinding Anxiety (Desconstruindo a ansiedade, em portugês) — Judson Brewer -Peak Mind (Sagaz, em português) — Amishi P. Jha -As Coisas que Você Só Vê Quando Desacelera — Haemin Sunim -O Espírito da Esperança — Byung-Chul Han
Palestra realizada no dia 13/09/2025 no Centro Espírita Pascal, em Catalão/GO, durante o Encontro Fraterno Auta de Souza.
"Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque, sendo ele só, o chamei, e o abençoei e o multipliquei." Isaías 51:2"Quem crê em Mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre." João 7:38"Atentai para a Minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do Meu Espírito e vos farei saber as Minhas Palavras." Provérbios 1:23"Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:9
SE INSCREVA NA OFICINA "ROMPENDO LAÇOS EMOCIONAIS": https://pay.hotmart.com/A104307929E?checkoutMode=10
Nos primeiros dias em Nova Iorque, Carlos e Renato estão em lua de mel. Depois, deixam de estar. Passam a noite antes do crime a discutir. Mas o jovem de Cantanhede tinha dado sinais de alerta antes. O Observador teve acesso a ficheiros da investigação que comprovam como a relação entre Carlos Castro e Renato Seabra se deteriorou dias antes do brutal crime num hotel de luxo em Times Square. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos primeiros dias em Nova Iorque, Carlos e Renato estão em lua de mel. Depois, deixam de estar. Passam a noite antes do crime a discutir. Mas o jovem de Cantanhede tinha dado sinais de alerta antes. O Observador teve acesso a ficheiros da investigação que comprovam como a relação entre Carlos Castro e Renato Seabra se deteriorou dias antes do brutal crime num hotel de luxo em Times Square. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos primeiros dias em Nova Iorque, Carlos e Renato estão em lua de mel. Depois, deixam de estar. Passam a noite antes do crime a discutir. Mas o jovem de Cantanhede tinha dado sinais de alerta antes. O Observador teve acesso a ficheiros da investigação que comprovam como a relação entre Carlos Castro e Renato Seabra se deteriorou dias antes do brutal crime num hotel de luxo em Times Square. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: FILIPENSES 4:14-20 Plano De Leitura Anual: 2 SAMUEL 23-24; LUCAS 19:1-27 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em cooperação, equipes de resgate da Micronésia ajudaram dois homens em uma ilhota. O trabalho em equipe era necessário devido a uma crise de saúde que exigia contato humano limitado. Um piloto avistou os náufragos e comunicou à Marinha australiana. O navio enviou helicópteros com comida, água e assistência médica. Mais tarde, a Guarda Costeira dos EUA examinou-os e entregou-lhes um rádio. Finalmente, um barco-patrulha da Micronésia os resgatou. Realizamos muito ao trabalharmos juntos. Os cristãos de Filipos se uniram para apoiar Paulo. Lídia e sua família o receberam em casa (ATOS 16:13-15). Clemente e até Evódia e Síntique (que não se davam bem) trabalharam junto ao apóstolo, espalhando as boas-novas (FILIPENSES 4:2-3). Mais tarde, quando Paulo foi preso em Roma, a igreja montou um pacote de suprimentos básicos e Epafrodito o entregou a Paulo (vv.14-18). E talvez o mais importante, todos oraram por ele durante o seu ministério (1:19). Os exemplos de cristãos servindo juntos nesta igreja da antiguidade podem nos inspirar hoje. Cooperar com outros cristãos para orar e servir aos outros, conforme Deus nos conduz e nos capacita, faz muito mais do que poderíamos fazer sozinhos. Alguém disse: “Individualmente, somos uma gota. Juntos, somos um oceano". Por: JENNIFER BENSON SCHULDT
Ao longo da história, os seres humanos sempre se sentiram atraídos pela ideia de que o amor não é aleatório. Mas o que dizem a psicologia, a biologia e a matemática sobre isso?
PERRENGUES RAIZ E O RETORNO DA LENDA! Alguém aí falou em humor cru (eu disse CRU! C-R-U), ácido e totalmente sem filtro? Larga de ser azedo e vem rachar o bico com a gente no Pânico desta quinta (16)! A gente recebe o gigante do stand-up nacional: Emerson Ceará! Ele vem te contar como foi ter a audácia de mandar piada pesada pra ministro do STF, contar os detalhes da treta de bastidores que dividiu os comediantes e isso sem falar no elefante na sala: já rolou a paz com o Wellington Muniz, o Ceará do nosso Pânico de papai? Vem ver se ele bate o recorde de piada pesada contada por minuto! Ah, vai ficar de fora? Ok, boa sorte lutando contra o Morgado no sumô profissional!
A neuralgia do trigêmeo é uma condição rara em que algo tão simples como uma rajada de vento pode causar uma dor excruciante.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 1:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 22–24; LUCAS 12:1-31 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Sérgio pegou todos os remédios que encontrou em casa. Criado em uma família disfuncional e cheia de desordem, sua vida era uma bagunça. Sua mãe sofria violência de seu pai, até que este tirou a própria vida. Agora Sérgio queria simples mente “acabar” com a dele. Mas então lhe veio à mente: Para onde irei quandom morrer? Pela graça de Deus, Sérgio não morreu naquele dia. E com o tempo, após estudar a Bíblia com um amigo, ele creu em Jesus como seu Salvador. Parte do que atraiu Sérgio para Deus foi ver a beleza e a ordem na criação. Ele disse: “Vejo coisas que são lindas e perfeitas. Alguém fez tudo isso”. Em Gênesis 1, lemos sobre Deus, que realmente criou todas as coisas. E embora a Terra fosse “sem forma e vazia” (v.2), Ele trouxe ordem à desordem. Ele “separou a luz da escuridão” (v.4), colocou a terra no meio dos mares (v.10) e fez plantas e criaturas de acordo com “sua espécie” (vv.11-12,21,24-25). Como Sérgio veio a entender, Aquele que “criou os céus e a terra e pôs todas as coisas no devido lugar” (ISAÍAS 45:18) traz paz e ordem às vidas entregues a Cristo. A vida pode ser caótica e desafiadora. Louve a Deus porque Ele “não é Deus de desordem, mas de paz” (1 CORÍNTIOS 14:33). Vamos louvá-lo hoje, pedindo que nos ajude a encontrar a beleza e a ordem que somente Ele oferece. Por: TOM FELTEN
Ouça aqui a segunda parte da conversa com o comentador e cronista Pedro Marques Lopes, que revela aqui os pormenores da sua grande guinada profissional e pessoal, por altura da Troika. E dá conta de que é um cantor e um ator frustrado, um sonho da juventude nunca realizado “por falta de coragem”. Sobre o futuro, afirma que não descarta a ideia vir a candidatar-se a um cargo político. Depois partilha algumas das músicas que o acompanham, lê um excerto do livro “O Ano da Morte de Ricardo Reis”, de José Saramago, e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas! See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Leitura Bíblica Do Dia: HEBREUS 10:19-25 Plano De Leitura Anual: JUÍZES 4–6; LUCAS 4:31-44 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Ao passar por circunstâncias difíceis de dor e lutas emocionais e espirituais na minha vida, teria sido fácil abandonar a igreja; às vezes, questionava-me: Por que me incomodar? Mas senti-me compelida a seguir frequentando-a todos os domingos. Embora minha situação tenha permanecido a mesma por longos anos, reunir-me e adorar a Deus junto a outros cristãos nos cultos, reuniões de oração ou estudos bíblicos trazia-me o encorajamento necessário para perseverar e permanecer esperançosa. Tantas vezes, não ouvi apenas uma mensagem ou ensinamento edificante, mas recebi o consolo, um ouvido amigo ou o abraço de outras pessoas. O autor de Hebreus escreveu: “E não deixemos de nos reunir […], mas encorajemo-nos mutuamente” (HEBREUS 10:25). Ele sabia que, ao enfrentarmos adversidades e dificuldades, precisaremos do suporte dos outros, e que eles precisarão do nosso. Portanto, ele nos relembra: “Apeguemo-nos firmemente, sem vacilar, à esperança que professamos” e “pensemos em como motivar uns aos outros na prática do amor e das boas obras” (vv.23-24). Esse é o grande motivo do encorajamento e, é por isso que Deus nos orienta a continuar nos reunindo. Alguém pode precisar de seu encorajamento amoroso, e você pode surpreender-se com o que receberá em troca. Por: ALYSON KIEDA
"…Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:9b"O próprio Espírito (Santo) TESTIFICA com o nosso espírito que somos filhos de Deus." Romanos 8:16"Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam." I Coríntios 2:9
Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Fábio Giusti, especialista em gerenciamento de conflitos, defesa pessoal e inteligência emocional aplicada à vida real.Fábio é praticante de artes marciais há mais de 30 anos, instrutor de Jiu-Jitsu e criador de um protocolo para antecipação, evasão e resolução de situações de conflito, tanto físicas quanto emocionais. Com uma abordagem prática e honesta, ele desmonta os mitos da cultura da briga de rua e traz uma reflexão profunda sobre masculinidade saudável, autoconhecimento e responsabilidade emocional.Se você quer entender o que é ser forte de verdade, como proteger quem você ama sem colocar tudo a perder, e por que a inteligência emocional é a arma mais poderosa que você pode ter, este episódio é essencial.
O cafezinho de hoje larga diferente. É um texto que eu publiquei ontem nas redes e que viralizou. Nikolas Ferreira está caminhando até Brasília. O fato, em si, já incomoda mais do que qualquer discurso. Não é que a caminhada traga uma solução pronta, mas cria um ruído onde antes havia conforto. Obriga quem observa a sair do modo automático. Alguém decidiu transformar o corpo em argumento, e isso nunca é neutro. MUNDO CAFÉ BRASIL: https://mundocafebrasil.com Curso Merdades e Ventiras - Como se proteger da mídia que faz sua cabeça? https://merdadeseventiras.com.br/curso/ Conheça o Podcast Café com Leite: https://portalcafebrasil.com.br/todos/cafe-com-leite/ Instagram: https://www.instagram.com/lucianopires/ Para conhecer minhas palestras: https://lucianopires.com.br Vem dar uma olhada na nossa loja: https://lucianopires.com.br/loja Edição e animação: Daniel Pires ....................................................................................................................................................................