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Homilia Padre Pablo Perez, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 12,46-50Naquele tempo,enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele.Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora,e querem falar contigo".Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?"E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos.Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".Palavra da Salvação.
Não podemos deixar que alguém nos trate mal. Porque quando damos por ela pode já ser demasiadamente tarde. A vida e a felicidade possível também passa por lutar por esta premissa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Arrependi-me duplamente. Alguém está comigo? -- A FORMA COMO TE ALIMENTAS, CRIA A VIDA QUE DESEJAS. ALIMENTA A TUA ALMA, AQUI: anaruasmelonutricionista.pt/alimenta-a-tua-alma/ SEM IDEIAS PARA COZINHAR? ESTA É A SOLUÇÃO: anaruasmelonutricionista.pt/menu-semanal/ DESEJAS COMER MAIS VEGETAIS? ESTE É O MELHOR LUGAR DA INTERNET: anaruasmelonutricionista.pt/subscricao-…de-vegetal/ https://anaruasmelonutricionista.pt/ www.instagram.com/anaruasmelo.nutricionista/ www.facebook.com/anaruasmelo.nutricionista/ Contacto: info@anaruasmelonutricionista.pt -- Música: Joseph McDade - Sunrise Expedition
Homilia Padre Christofer Ribeiro, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 12,46-50Naquele tempo,enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele.Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora,e querem falar contigo".Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?"E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos.Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 46 enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47 Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo". 48 Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?" 49 E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos. 50 Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".
Como alguém abandona a Verdade?Essa pergunta atravessa todo o primeiro episódio do Arquivo 9.Partindo de Apocalipse 12, investigamos a batalha no Céu não apenas como um acontecimento do passado, mas como um reflexo da batalha que acontece dentro de cada coração.O orgulho realmente nos afasta de Deus? Como ele muda a maneira de enxergarmos a realidade? E o que a parábola do Filho Pródigo pode nos ensinar sobre o caminho de volta?Uma investigação bíblica, filosófica e espiritual sobre uma pergunta que continua atual: como permanecer na Verdade?
Alguém escreve um comentário em uma rede social e logo recebe a resposta: "Você não tem lugar de fala para isso". Afirmações desse tipo se tornaram comuns nos últimos anos. A publicação de "Lugar de Fala", em 2017, é o grande marco desse debate no Brasil, mas a ideia nunca foi proibir que homens ou pessoas brancas e privilegiadas tratassem de outros universos sociais —por exemplo, escrevendo obras de ficção com personagens negros e mulheres. É isso que Djamila Ribeiro, autora do livro, defende neste episódio. A obra acaba de voltar às livrarias em uma edição revista e ampliada. Para a escritora, coordenadora da coleção Feminismos Plurais e colunista da Folha, a popularização do termo foi acompanhada de muitas interpretações equivocadas, como a que reduz a noção a um debate sobre quem pode e quem não pode se manifestar. Na entrevista, Djamila diz que a proposta de lugar de fala é sublinhar as relações de poder que fizeram com que um grupo muito restrito de pessoas pudesse falar e ser ouvido ao longo da história, além de lembrar que outros sujeitos, como intelectuais negras, também produziram um conhecimento que, mesmo indispensável, foi deixado de lado por muito tempo. A autora também faz um balanço do retrocesso da agenda de diversidade e inclusão nos últimos anos e explica por que considera que termo "pessoas que menstruam" ofensivo para as mulheres, tema que lhe rendeu acusações de transfobia. Produção e apresentação: Eduardo Sombini Edição de som: Jéssica Cruz See omnystudio.com/listener for privacy information.
Certa vez, Cabrera Infante deu-se a oportunidade de passar algumas horas na presença do seu mito encarnado, esse ídolo que, depois de tanto nos instigar, vai cedendo com o passar dos anos à pressão, e revela as suas falhas, fendas. Assim, com o fito de fazer uma reportagem, este soberbo escritor cubano passou um dia inteiro com Hemingway a bordo do Pilar, o seu célebre iate, pescando ao largo da costa cubana. Muito mais tarde, numa entrevista concedida nos anos noventa, foi interrogado sobre o que lhe revelara essa experiência de proximidade, e se manteve para si o anseio de ser um escritor como Hemingway? A resposta dele veio-lhe numa mistura de blasfémia e mexerico, como quem estivesse a meio de uma abusada e dolorosa refeição, arrancando pedaços de carne aos ossos do próprio pai, cuspindo as partes que já enjoam, e é esta resposta que não admite desperdício: «Queria ser tão famoso como ele. E não porque o seu estilo ou as suas personagens me influenciassem. Era, antes, a sua maneira de viver, a forma como encarava a vida. Embora, naturalmente, com o passar do tempo, ache que ele fez aquilo que os escritores fazem com demasiada frequência. Espanta-me que dedicasse tanto tempo a empreendimentos fúteis. Refiro-me ao ritual de descer todos os dias, às onze da manhã, a Cojímar, subir para o barco e fazer-se ao largo, na Corrente do Golfo, para ver se conseguia apanhar o maior peixe que pudesse existir. Era pura paranóia. Não tinha absolutamente nada a ver com a vida real; tinha tudo a ver com a fantasia. Fui com ele no barco e achei aquilo horrivelmente aborrecido. Das seis da manhã às quatro da tarde, a única coisa que fazia era beber. Embebedava-se de vodka e acabava estendido no convés, incapaz de fazer fosse o que fosse durante o resto do dia, ou quase todo o resto do dia. Depois, de repente, levantava-se outra vez: o efeito da vodka tinha passado e regressava a Cojímar. Se aquilo era um modo de vida, acredite: eu não queria vivê-lo. Ou ir para África matar animais para apanhar uma disenteria medonha e passar dias com diarreia. Ou ir para Espanha atrás de toureiros. Estava verdadeiramente louco, disso não tenho a menor dúvida. E, ao mesmo tempo, vivia numa belíssima casa nos arredores de Havana, onde tinha tudo o que desejava: um pomar de frutas tropicais e uma biblioteca enorme. Ia a Havana ao volante de um Mercury descapotável e almoçava ou bebia no Floridita ou na Zaragozana. Isso não era mau; mas o resto da sua vida foi horrível. Há uma coisa que os escritores fazem muito: perder tempo. Faulkner imaginava-se um cavalheiro do Sul que tinha de caçar raposas todos os sábados. Nesse aspecto, os escritores europeus eram mais profissionais. Não consigo imaginar Joyce a caçar na Irlanda, nem a tentar pescar um espadarte no Canal da Mancha. Levou uma vida muito séria, coerente consigo próprio, com a família e com a sua obra. O único problema de Joyce era a sua atitude distante, a sua imensa vaidade e o facto de ser um bêbedo, como a maioria dos irlandeses. Beber também é uma forma lamentável de perder tempo.» Esta resposta mostra-nos como admiração e entusiasmo acabam por dar origem aos mais impiedosos venenos, neste caso um de sorte moral, em que se censura essa tremenda disponibilidade que faz de um escritor um ser que se passeia assobiando pelos limites, como se Cabrera Infante tivesse desenvolvido uma marca muito particular de ressentimento para os seus fins, não reconhecendo como perder tempo é o elemento crucial de qualquer literatura que não esteja absorvida por essas prioridades injuriosas com que o tempo nos reclama. «Talvez seja bom que o espírito do poeta se deixe penetrar, mais do que afadigar-se para penetrar», assinala Reverdy. Para se chegar a ter a sensação de que o eixo do mundo passa pelos rins de um tipo, como nos sugere Fondane, para sentirmos como alguns são capazes de puxar por essas linhas invisíveis e fazer delas as suas redes, temos de admitir que a literatura se faz com esse risco de desperdiçar dias a fio em troca de um sobressalto, uma cadência que nos lança para o exterior daquilo que habitualmente se encontra nos livros, resistindo à tentação de nos fornecer outros simulacros. Há um excesso de talentos afinados pela percepção daquilo que a época nos exige, mas, se queremos superar este modo de mendigar a nossa própria vida, ainda vamos ter de nos adiantar a nós próprios, evoluir descosendo o forro das nossas circunstâncias, atravessar essa tradição dos oprimidos, aprender alguma coisa com os danados, e chegar ao ponto de termos visto as vezes suficientes o filme todo, imagens sucessivas ardendo até que a retina seja forçada a refazer-se das suas cinzas, já difusa e indistinta nas margens, podendo ser útil essa investigação e velocidade sustida daquilo que preenche a escuridão de uma época como de uma sala, esse filme projectado num cinema e que, pelo seu carácter denso e absoluto, como nos diz Esther Kinsky, constitui sempre, para os espectadores, uma intervenção no curso do mundo. «A experiência de uma tal intervenção era partilhada por inúmeras pessoas, ainda que elas porventura jamais lhe atribuíssem essa designação. Era um processo cultural com que muitos estavam familiarizados, com os seus pequenos rituais, os seus iniciados, fâmulos, artífices e serventes, e que depois começou inexoravelmente a desmoronar-se.» A formação de um espírito crítico passa por partilhar uma mente comum, beneficiando-se dessa proximidade que nos torna aptos a adoptar os estímulos e as inquietações que estão presentes e que trazem um efeito de sobreposição que permite desdobrar o espaço entre nós de forma minuciosa como um horizonte infinito. Já é preciso muito só para se manter à tona do mastigar ruidoso da opinião corrente, safar-se aos catálogos nessa função detrimental proposta à circulação pelos tão ansiosos medíocres, esses que a todo o momento se empenham em garantir que nada de sobrenatural possa impor-se e humilhar essas obrinhas que nos atulham o cenário. Mas, afinal, «o que é o cérebro humano senão um palimpsesto imenso e natural?, interrogava-se Thomas de Quincey… «O meu cérebro, tal como o teu, leitor, é um palimpsesto…» Ora, isto não pode ser outra coisa senão uma proposição maravilhosamente prometedora, pela possibilidade de se prosseguirem essas investigações que, libertando-se das restrições do real, dos modos caquéticos datal reportagem universal, nos façam trepar as árvores que cada um desenha à medida das suas necessidades, do seu fôlego, para se encontrar diante dos frutos da luz dessa orfandade encontrada na vazia e improvável imensidão das coisas. E não devemos enganar-nos a este respeito, pois a ficção é essencialmente um atributo e uma arte de órfãos, dos seres que se sentem de algum modo desencontrados, obrigados a estudar esta luz fodida que nos persegue pelas cidades onde nos deixámos ver nas posições mais degradantes, essa luz que parecia ter-nos arrancado as pálpebras, que à menor coisa nos fez chorar sem termos uma justificação atendível, enquanto nos escondíamos nesses autocarros e aos círculos pelos subúrbios onde zanzávamos sem poder demorar-nos demasiado em territórios que nunca eram os nossos, zonas hostis, com dificuldade em respirar à vista de todos, esse ar imundo que nos fazia sentir como uma peça solta, perdida, e a ficção surgia aos poucos como um aproveitamento dessas reservas insólitas, a longa marcha de um pesadelo a outra coisa. Se este tempo arrasta com ele a sensação de um relatório redigido depois dos eventos, um arrazoado em tom monocórdico, liso, inapelável, o modo mais impassível, inerte de se prestar contas, sem corrigir nem emprestar qualquer cor, ameaçar um contorno de emoção, os ficcionistas trabalham para infundir a realidade de um sonho mínimo, mas no qual vão empenhando toda a sua obstinação, viajando de um lugar a outro, produzindo algo mais forte, alheio às imediatas confissões, um longo exame que nos livra desta ambiente de anedota, dessas frases vazias gravadas no ar, como se inventassem um tom muito específico de azul, algo que só pode ser concebido através do «suspiro de uma cabeça guilhotinada» (Bolaño). No fundo, não basta ao escritor perder dias a fio, tornar-se um odioso meliante, gastar todo o seu tempo para abrir covas à volta da realidade, enlouquecendo com a nostalgia do não vivido, isto para mergulhar nessas zonas que se desprendem do resíduo que nos adormece os órgãos sensíveis. Ou talvez estejam submersos na mesmíssima matéria que os demais, mas dá a sensação que se tornam eles mesmos o fundo da época, traduzem toda a pressão, enfrentam seja o que for em apneia, ao passo que outros desenvolvem guelras e uma desenvoltura tremenda nas águas mais turvas. Alguém constatando este estado de coisas, ainda se dispunha a açular os elementos, e pedia que fossem gastos de uma vez todos os valores de produção reservados a este ambiente de catástrofe… «Que sangre tudo, infinitamente –/ e mal aos nossos lábios venha/ seja espuma, ouro, água». E talvez faça parte da atitude poética querer ir ao encontro do pior. Neste episódio, e a benefício de uma composição menos solvente, a Filipa Martins veio deixar-nos algumas pistas em relação a esse paciente ofício de se recolher as migalhas da memória sem se servir delas para apresentar uma vulgar queixa. Habituada a reconhecer as diferenças de pressão nos vários níveis de profundidade (ou superficialidade) do nosso meio literário, cultural ou mediático, quisemos sonhar para estes dias as pegadas luminosas que lhe possam ser assentadas e também descobrir certas fugas nesse passado que se abre como uma vertigem ao ser possível reconhecer o dom e a maldição daqueles que sempre se atribuíram um dever de deslumbrar (leia-se, assombrar e, até, importunar os demais).
Nesta sexta-feira (10), nossos comentaristas repercutiram a vitória da França sobre o Marrocos e projetaram o duelo entre Espanha e Bélgica pelas quartas de final da Copa. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
"Então disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me;Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á.Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" Mateus 16:24-26
No ‘Programa das Minas‘ você ouve bate-papo, descontração e interação com a audiência da Atlântida Santa Catarina. Acompanhe as lives dos programas no YouTube Atlântida SC.De segunda à sexta, das 14h às 15h, para toda Santa Catarina!
Vivemos e fazemos parte de um mundo com desigualdades. Existe um enorme desequilíbrio na distribuição da riqueza, do conforto, da segurança, dos cuidados de saúde e da educação. Os ricos não só dominam os pobres, como todo o sistema está viciado para que as coisas continuem assim. Quem tem poder e riqueza pode fazer o que bem entender; pelo menos é o que parece. Mas há Alguém que vê tudo e que está do lado dos pobres e dos oprimidos, e que também detém todo o poder do universo. Ele governa com amor, mas também com justiça! A impunidade, como todo o mundo irá descobrir, é uma falácia. Detalhes sobre a celebração 5 julho @ Bible.com Disponível no canal de Youtube.
Imagina essa cena: início dos anos 90, faculdade de Direito, aula de Direito Romano.Professor duro, exigente, prova difícil… e, no final do semestre, antes mesmo de estar firme com Deus, eu senti de escrever um bilhete de agradecimento pra ele. Nesse bilhete, citei a história dos 10 leprosos. Eu disse, em outras palavras:“Professor, como só um voltou pra agradecer, eu não quero ser parte do grupo dos nove. Obrigado por tudo que o senhor ensinou.”Quase 40 anos depois, esse mesmo professor, que marcou minha vida, com o seu zelo por esta matéria tão basilar do Direito está dando aulas para minha filha.Qual a lição?“ Lança o teu pão sobre as águas…”Gratidão nunca é perda. Gratidão volta. Gratidão marca. Gratidão é de Deus. Nossa Gratidão há de honrar ao Nosso Deus!Agora traz isso pro nosso relacionamento com o Senhor.O PERIGO DO COSTUMEQuem está há mais tempo na igreja corre um risco sério:acostumar-se com a presença de Deus, com a Palavra, com os milagres, com as respostas de oração…e começar a tratar o Deus Todo-Poderoso como se fosse algo comum.A gente esquece que está lidando com Aquele que criou o universo,que nos deu vida, perdão, salvação, futuro, esperança.E, sem perceber, começamos a fazer parte do “grupo dos nove ingratos”.A HISTÓRIA DOS 10 LEPROSOSLucas 17 conta que dez leprosos ficaram de longe e gritaram:“Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!”Jesus não fez show, não tocou em ninguém ali na hora.Ele só disse:“Vão se mostrar aos sacerdotes.”Enquanto eles iam, NO CAMINHO, todos foram curados.A lepra, que os isolava da família, da sociedade, do culto, desapareceu.Dez homens viveram um milagre gigantesco. Mas somente UM voltou.ELE VOLTOU gritando em alta voz, glorificando a Deus,se lançou com o rosto em terra aos pés de Jesus, agradecendo.E Jesus pergunta:“Não foram DEZ os que foram curados?Onde estão os outros NOVE?”Dez receberam o milagre.Só um recebeu o elogio de Jesus.O DIFERENCIAL DO SAMARITANOE a Bíblia faz questão de dizer:“E este era SAMARITANO.”Ou seja: ele nem era do “povo certo”, não frequentava o templo em Jerusalém,não tinha sacerdote pra se apresentar como os judeus tinham.Então o que ele fez?Tomou a melhor decisão possível:voltou e se apresentou ao VERDADEIRO SUMO SACERDOTE: JESUS.Enquanto os outros seguiram o protocolo,ele seguiu o CORAÇÃO:reconheceu quem o tinha curado,voltou, se prostrou, adorou, agradeceu.Ele não só foi curado no corpo,como ouviu de Jesus:“Levanta-te e vai; a tua fé te salvou.”CONCLUSÃO E CHAMADOA pergunta de Jesus ecoa hoje:ONDE ESTÃO OS OUTROS NOVE?Você já pensou em quantas áreas da sua vida Deus já tocou?– Portas que Ele abriu.– Livramentos que você nem viu.– Pecados que foram perdoados.– Males que não chegaram porque Ele colocou a mão.– Pessoas que Ele usou pra te abençoar: mãe, pai, pastor, líder, irmãos, amigos.A Palavra hoje é um chamado:• Não faça parte do grupo dos nove.• Seja como o samaritano que VOLTA PRA JESUS.• Se prostre de coração e diga: “Senhor, obrigado pelo que já fizeste, e pelo que ainda vais fazer.”Na prática, duas direções:1. Gratidão a PESSOAS Não deixe de agradecer a quem Deus tem usado na sua vida:– Um pastor que te aconselhou,– Um líder que te ouviu,– Alguém que orou com você, que te ajudou num momento difícil.Lança teu pão sobre as águas. Reconhecer não diminui você; te torna mais parecido com Cristo.2. Gratidão a DEUSVolte pros pés de Jesus.Não só pra pedir, mas pra agradecer:– pela salvação,– pela vida,– pela restauração que já começou,– pelo cuidado em cada detalhe.Essa série toda do “Quando as nossas dores se encontram com Deus”está caminhando pra um tempo ainda mais profundo, de cura, libertação e restauração.Nós vamos ter um seminário, tempos específicos de ministração…e a melhor forma de chegar lá é com o coração cheio de Fé para ser tocado e curado e que tem disposição de agradecer a Deus e de dar honra somente a Ele por tudo o que Ele fez, tem feito e fará em nossa Restauração para a Sua Glória.
Alguém ainda sabe sequer o que é uma folha de acetato?
Leitura Bíblica Do Dia: DEUTERONÔMIO 33:1-5,12 Plano De Leitura Anual: JÓ 14–16; ATOS 9:22-43 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Para expressar sua tristeza, a pequena Aline escreveu num pedaço de madeira e deixou-o num parque: “Estou triste. Ninguém quer brincar comigo e perdi a única pessoa que me ouvia. Choro todos os dias”. Alguém encontrou a mensagem, levou giz e pediu às pessoas que escrevessem mensagens para Aline sobre a calçada. Dezenas de palavras de apoio foram escritas por alunos de uma escola próxima: “Nós te amamos”, “Deus te ama”, “Você é amada”. O diretor da escola disse: “Esta é uma maneira simples pela qual podemos estender a mão e ajudar a preencher esse vazio. Ela nos representa, pois, em algum momento, todos nós passamos ou passaremos por dor e sofrimento.” A frase “Você é amado” lembra-me de uma bela bênção dada por Moisés à tribo de Benjamim pouco antes de morrer: “Benjamim é amado pelo Senhor e vive em segurança ao seu lado” (DEUTERONÔMIO 33:12). Moisés foi um líder forte, derrotando nações inimigas, recebendo os Dez Mandamentos e desafiando-os a seguir a Deus. Ele os deixou com a visão que Deus tinha deles. A palavra amado também pode ser usada para nós, pois Jesus disse: “Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único” (JOÃO 3:16). Deus nos ajuda a descansarmos na certeza de que todo aquele que crê em Jesus é “amado”. Por isso, podemos estender a mão e amar os outros como fizeram os novos amigos de Aline. Por: ANNE CETAS
Devocional do dia 25/06/2026 com o tema: Prepare-se e vigie Na vida, nossa luta deve ser de nos mantermos firmes no caminho de Deus para que, quando Jesus voltar, estejamos preparados. Alguém perguntou para John Wesley: O que você gostaria de estar fazendo quando Jesus voltar? Ele respondeu: Eu gostaria de estar fazendo o que faço todos os dias, pois todos os dias aguardo ansiosamente a vinda do Senhor. Sabemos que Cristo veio a este mundo e voltará. LEITURA BÍBLICA: Marcos 13.26-27 Estejam sempre atentos e orem para que vocês possam escapar de tudo o que está para acontecer e possam estar em pé diante do Filho do homem (Lc 21.36).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre em contato: https://linktr.ee/andreachociayExiste uma coisa curiosa sobre as pessoas que não querem o seu bem...Elas raramente demonstram isso de forma explícita.Na verdade, muitas delas sorriem para você. Te elogiam. Te abraçam. Te parabenizam quando você conquista alguma coisa.Mas se você observar com atenção, vai perceber pequenos sinais.Comentários que parecem inocentes.Piadas que surgem nos momentos errados.Uma estranha falta de entusiasmo quando algo dá certo na sua vida e o mais perigoso é que, quase sempre, essas pessoas não estão longe.Elas estão entre os amigos, colegas, familiares... e às vezes entre aquelas pessoas que você mais confia.Neste vídeo, eu quero mostrar alguns sinais sutis que costumam aparecer quando alguém não quer o seu bem — mesmo fingindo que quer.
A melhor coisa que o tempo me tirou foi a necessidade de provar que eu estava certo.E que alívio isso trouxe.A gente gasta uma energia enorme tentando se explicar. Alguém distorce o que você diz, julga as suas escolhas, interpreta tudo da pior forma possível, e lá estamos nós, elaborando argumentos, escrevendo longas mensagens e tentando convencer quem já decidiu não compreender.Enquanto isso, a mente se desgasta, o coração aperta e a paz vai embora.Mas a vida me ensinou uma verdade muito simples: quem gosta de você de verdade não precisa de explicações o tempo todo. E quem faz questão de enxergar você como o vilão da história dificilmente mudará de opinião, mesmo diante de todos os fatos.Com o tempo, aprendi que ficar em silêncio nem sempre é sinal de fraqueza. Muitas vezes, é um ato de sabedoria. É escolher preservar a alma em vez de vencer uma discussão.Hoje eu entendo que a paz é um patrimônio valioso demais para ser desperdiçado em debates que não levam a lugar algum.Por isso, quando alguém insiste em me entender mal de propósito, eu não entro mais na disputa. Apenas sorrio, sigo em frente e continuo o meu caminho.Porque deixei a necessidade de ter razão para aqueles que ainda não descobriram o valor da tranquilidade.E você? Já aprendeu o poder que existe no silêncio?
A melhor coisa que o tempo me tirou foi a necessidade de provar que eu estava certo.E que alívio isso trouxe.A gente gasta uma energia enorme tentando se explicar. Alguém distorce o que você diz, julga as suas escolhas, interpreta tudo da pior forma possível, e lá estamos nós, elaborando argumentos, escrevendo longas mensagens e tentando convencer quem já decidiu não compreender.Enquanto isso, a mente se desgasta, o coração aperta e a paz vai embora.Mas a vida me ensinou uma verdade muito simples: quem gosta de você de verdade não precisa de explicações o tempo todo. E quem faz questão de enxergar você como o vilão da história dificilmente mudará de opinião, mesmo diante de todos os fatos.Com o tempo, aprendi que ficar em silêncio nem sempre é sinal de fraqueza. Muitas vezes, é um ato de sabedoria. É escolher preservar a alma em vez de vencer uma discussão.Hoje eu entendo que a paz é um patrimônio valioso demais para ser desperdiçado em debates que não levam a lugar algum.Por isso, quando alguém insiste em me entender mal de propósito, eu não entro mais na disputa. Apenas sorrio, sigo em frente e continuo o meu caminho.Porque deixei a necessidade de ter razão para aqueles que ainda não descobriram o valor da tranquilidade.E você? Já aprendeu o poder que existe no silêncio?
“Evangelizou” o futebol nos EUA. Criou clubes, ligas, revistas e recrutou “craques” da Europa. Entrou para o Hall of Fame do Soccer. Francisco Marcos vai no 15º Mundial e vê um “problema” com Ronaldo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ivan Lima costuma dizer, à sua maneira, que o desconhecido não deve ser temido, mas explorado. Afinal, é nele que vivem as perguntas que ampliam a nossa consciência e nos convidam a enxergar além das aparências. E talvez ninguém represente melhor essa travessia do que alguém que construiu sua vida através da própria voz. Uma voz que milhões de pessoas já ouviram. Uma voz que atravessa telas, desperta curiosidade e conduz jornadas pelo universo dos mistérios. Mas também uma voz que revela algo mais profundo: a busca humana por sentido. Porque, no fundo, toda pergunta sobre o mundo é também uma pergunta sobre nós mesmos. Talvez por isso sua trajetória tenha sido tão singular. Ator, comunicador, buscador espiritual e viajante dos mundos visíveis e invisíveis. Alguém que, em determinado momento da vida, deixou para trás antigas certezas e atravessou o oceano em direção à Índia para mergulhar em uma jornada de transformação interior. Uma experiência que ampliou sua visão da realidade e aprofundou ainda mais seu interesse pelos mistérios que cercam a existência humana. Hoje, sua voz continua conduzindo milhões de pessoas. Mas talvez o que ela esteja dizendo, desde sempre, seja algo muito simples: que a vida é infinitamente mais vasta do que imaginamos. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o ator, apresentador, comunicador e uma das vozes mais marcantes da internet brasileira contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “O mestre aparece quando o discípulo está pronto”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Como se esbanja por aí a eternidade, como se sacodem as suas pulgas, condenando os melhores vícios, a desordem sábia, e abrimos mão dos verdadeiros triunfos, da íntima noção dessas alegrias humildes, desse calor das existências comuns, do tempo em que os homens nasciam à beira das paixões e o único imperativo era não se afastarem demasiado. Mas, agora, precisam dar a volta, atravessar a perda de si mesmos, para reencontrarem algum sentido nas coisas que dizem e sentem, descobrindo com grande custo a «bela língua obscura dos condenados à morte», pois nesses renasce o fascínio pelos dias, pela sucessão de instantes que se ganha, se expande, e deles se ouve esse «soluço ilegível na frase humana», desbravando a perda, «a agonia nessa fronha desbotada,/ a vida finalmente vencida, a afonia,/ o tempo finalmente corroído, abolido…» Fomos apressados de tal modo e tão consistentemente que nalgum desvão nos livrámos de nós próprios. «Despacha-te. Eis a alegria e a miséria dos homens», escreve Benjamin Fondane. Porque todos sabemos que «os massacres começam pelo trigo», e que «o pão não brota da árvore do sono», fomos levados a fazer tanto, a sacrificar as melhores horas, tamanha energia apenas para não nos virem com a conversa. Basta pensar no muito que os homens suportam para não recair sobre eles a ênfase moralizadora dos demais. Mas enquanto a Terra segue e se afunda toda ela no não-ser, no vazio, o maior luxo é virar costas, não perder tempo entre esses que se mostram estranhos à sua própria vida, arrastar alheadamente o balão de soro do ócio de um lado para o outro, desfraldado, procurando escutar de tempos a tempos, na linha, nas zonas desumanas da produção, alguma réstia do espírito, alguém que solte «o grito agudo dos índios selvagens». Essa é a única música em que ainda pode confiar-se. Enquanto se multiplicam por toda a parte os deuses da vergonha, a linguagem está submetida a essas figuras de estilo com que se adornam os seres vencidos, dançando mecanicamente ao sabor de uma «música suja e intermitente, / como uma velha dor de dentes fiel e palpitante». E se tantos se queixam, se é a própria pele que soluça no vazio, se tantos lançam um olhar suplicante ao redor, só encontram a mesma expressão, o mesmo desalento: «não consigo sair desta armadilha infinita». «A fonte da vida afasta-se, está tão longe», adianta Fondane, parece que assistimos a uma «invasão-fantasma», e continuamos à procura de um peso, de algum sabor que nos leve noutro sentido… «Vidas gastas à procura de outras vidas gastas/ procuramos os nossos prazeres com órgãos desgastados»… «No cinema os homens estão lado a lado/ com o mesmo coração e as mesmas entranhas,/ desprendidos, estranhos à sua própria vida/ enterraram-na dentro de si como uma afronta que se oculta/ a sua própria vida no entanto que não ousam beijar na boca,/ que arrastam consigo, como um velho guarda-chuva,/ — esses velhos guarda-chuvas que se esquecem nos bancos de um eléctrico —». Por toda a parte a relação desses elementos impiedosos, enquanto um mundo de desejos equívocos nos encurrala aqui e ali, e os profetas dizem o que já sabemos, erguem mundos paralelos de forma a traduzir com um apelo fantástico o mesmo mal, como os homens são levados a trair-se intimamente, e, de tão propalados esses sóis da fome, deixam-se instruir, adaptam-se ao consumo da carne humana. «A formulação tortuosa do juridiquês», diz-nos Frank Herbert, «desenvolveu-se a partir da necessidade de ocultarmos de nós próprios a violência que tencionamos exercer uns sobre os outros. Entre privar um homem de uma hora da sua vida e privá-lo da própria vida existe apenas uma diferença de grau. Exerceste violência sobre ele, consumiste a sua energia. Elaborados eufemismos podem disfarçar a tua intenção de matar, mas, por detrás de qualquer exercício de poder sobre outrem, subsiste sempre a mesma pressuposição última: 'Eu alimento-me da tua energia.'» Por estes dias, vemos desenrolar-se esse argumento insidioso a favor de um aviltante darwinismo, lógicas de selecção social que instalam entre esse elemento de predação constante, criando-se a legitimidade moral para que cada um viva a sua vida como denúncia da fraqueza daqueles que não suportam a naturalidade de todo este enredo pavoroso. Os desempregados e os que se recusam a trabalhar são vistos como a pior corja, há um ódio crescente ao ocioso que, ao contrário dos demais, não dá o litro nem aspira a nenhum título, «antes procura saciar-se com apropria vida, sem os sucedâneos da técnica nem a multiplicidade de mercadorias», como escreve Vivian Abenshushan. «Prefere a despreocupação daquele que nada tem a perder à ansiedade permanente do investidor. A sua forma de vida é excêntrica, uma escolha soberana, marginal, distinta dos valores hegemónicos. Por isso, a sociedade não tolera o ocioso. Um bárbaro. Um inútil. Um desertor hedonista. Um imoral. Entregue ao gozo quotidiano e simples da existência, em que o encontro com os outros e a cooperação voltam a ser possíveis, o ocioso não pode despertar senão intranquilidade e suspeita. E há razões para isso: em toda a desocupação voluntária, prevalece o desprezo pela vida oficial, repleta de formalidades que destroem a saúde mental dos cidadãos. Os que insistem em ver no ocioso o cúmulo da indiferença, um ser apenas vivo, um chulo, e se sentem incómodos na sua companhia, fazem-no porque por detrás dele espreita um perigo: o deslocamento da normalidade, considerada intolerável pelo ocioso, para a esfera do jogo ou do carnaval. Este descarado vira tudo de pernas para o ar. É um provocados (mais insolente do que indolente), pois cometeu o pecado da singularidade, sempre à margem da vida gregária do trabalho, onde as pulsões particulares mal palpitam sob a repetição mecânica.» Alguém sempre nos dirá que por conta desses vícios, todos os outros se vêem obrigados a arcar com o peso, redobrar os seus esforços, trabalhar na sua vez. Mas em que tanto trabalham senão para degradar as próprias condições de vida? Enquanto isso, vemos como o Estado instiga essas formas de cupidez, impõe horas de trabalho obrigatório, institui os subsídios ao salário e o chamado ‘trabalho cívico', sempre num esforço de reduzir e desvalorizar cada vez mais os custos com a mão-de-obra, fomentando e legitimando em grande escala o proliferante sector que apenas vive dos baixos salários e do trabalho de miséria. «O único sentido de toda esta impertinência consiste em levar o maior número possível de pessoas a não apresentar qualquer pretensão ao Estado e em exibir perante os excluídos instrumentos de tortura suficientemente monstruosos para que qualquer trabalho de miséria lhes pareça comparativamente mais aceitável», lê-se no Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis. Podemos dar-lhes todos os argumentos, listar os indicadores em sentido contrário, explicar os efeitos desastrosos de toda a esta actividade imparável, tanta dela contribuindo apenas para o regime geral de sobreprodução, desperdício, dominação, opressão… Preferem sempre lançar-se nos braços dos nossos verdugos. No fundo, estão tão longe das paixões que noutros tempos explicavam a própria multiplicação, que só o trabalho explica as suas existências. Refastelam-se no cadáver de todos os deuses antigos, gostam de sentir a carne ferida pelos galos mecânicos, ouvem como o anúncio do muezzin o som cada vez mais exausto da vida, prestam culto a esses desastres encadeados. Que pode interessar-lhes o que tenham a dizer os filósofos? «E eu disse à minha própria esperança: Que queres de mim?/ Porque me atormentas incessantemente?» A estupidez mais do que uma convicção, tornou-se uma religião. É a ladainha daqueles que de forma inconsciente foram incorporando a máquina, e que têm a fábrica ou o escritório como o último templo, e têm uma fúria absurda contra tudo esses lirismos heréticos dos que pensam. Vão fazer do homem uma coisa tão descartável como todo esse lixo que tantos os orgulha. Horizontes a perder de vista de lixo. Mas como suprema provocação, em qualquer clareira, lá estará um tipo encostado seja ao que for, a ler uns versos, algo que destoe de toda essa canção rançosa que absorve a existência. E, assim, à margem deste tempo de raiva e loucura, algum filósofo-poeta como Cioran será lido por algum provocador-ocioso, que se compensará de toda essa estupidez, deixando-se estar, rindo de quem trabalha por trabalhar, deleitando-se num esforço estéril, imaginando que é possível realizar-se através de um labor assíduo. Lendo, rindo-se… «O trabalho permanente e ininterrupto embrutece, trivializa e despersonaliza. O trabalho desloca o centro de interesse do homem do domínio subjectivo para o domínio objectivo das coisas. Em consequência, o homem deixa de se interessar pelo seu próprio destino e fixa-se nos factos e nos objectos. Aquilo que deveria ser uma actividade de transfiguração permanente torna-se um meio de exteriorização, de abandono de si mesmo. No mundo moderno, o trabalho significa uma actividade puramente exterior; o homem já não se faz a si próprio através dele, faz coisas. O facto de cada um de nós ter de possuir uma carreira, de entrar numa determinada forma de vida que provavelmente não lhe convém, ilustra a tendência do trabalho para entorpecer o espírito. O homem vê o trabalho como algo benéfico para o seu ser, mas o seu fervor revela a sua inclinação para o mal. No trabalho, o homem esquece-se de si; mas esse esquecimento não é simples nem ingénuo, é antes aparentado com a estupidez. Pelo trabalho, o homem passou de sujeito a objecto; por outras palavras, tornou-se um animal diminuído que traiu as suas origens. Em vez de viver para si próprio — não de modo egoísta, mas para crescer espiritualmente — o homem tornou-se o miserável e impotente escravo da realidade exterior. Para onde foram o êxtase, a visão, a exaltação? Onde está a loucura suprema ou o prazer autêntico do mal? O prazer negativo que se encontra no trabalho participa da pobreza e da banalidade da vida quotidiana, da sua mesquinhez. Porque não abandonar este trabalho inútil e recomeçar sem repetir o mesmo erro dispendioso? Não bastará a consciência subjectiva da eternidade? Foi precisamente o sentimento da eternidade que a actividade frenética e a agitação do trabalho destruíram em nós. O trabalho é a negação da eternidade. Quanto mais bens adquirimos no reino temporal, quanto mais intenso é o nosso labor exterior, menos acessível e mais distante se torna a eternidade. Daí a perspectiva limitada das pessoas activas e enérgicas, a banalidade dos seus pensamentos e das suas acções. Não oponho o trabalho nem à contemplação passiva nem a um vago devaneio, mas a uma transfiguração irrealizável; apesar disso, prefiro uma preguiça inteligente e observadora a uma actividade intolerável e tirânica. Para despertar o mundo moderno, seria preciso elogiar a preguiça. O preguiçoso possui uma percepção infinitamente mais aguda da realidade metafísica do que o homem activo.»
A diferença entre as duas coisas não é pequena. Numa, o motor é o medo de ficar sem o outro; na outra, o desejo de estar à altura. E há ainda um terceiro lugar, o pior de todos: lutar para conquistarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
“Entre eles havia um homem que era doente fazia trinta e oito anos. Jesus viu o homem deitado e, sabendo que fazia todo esse tempo que ele era doente, perguntou: — Você quer ficar curado? Ele respondeu: — Senhor, eu não tenho ninguém para me pôr no tanque quando a água se mexe. Cada vez que eu tento entrar, outro doente entra antes de mim.” João 5:5-7 NTLH A quanto tempo você tem vivido e mesma história por dependência de alguém?Este homem tinha um passado de trinta e oito anos de sofrimento, onde sua única esperança estava depositada em alguém, que poderia colocá-lo no tanque quando supostamente o anjo passaria e o curaria.Quantos de nós temos vivido um passado e um presente na esperança de alguém, um dia, nos notar e fazer um milagre para mudar a nossa vida.Para aquele homem, o encontro de Jesus mudou sua história que estava paralisada há trinta e oito anos. Que possamos não ficar preso ao passado, com falsas esperanças de que o nosso sucesso está no outro e não em nós através da benção do Senhor.Pensamento do dia:Do que você tem dependido para mudar a história da sua vida?Oração: Senhor nos ajude a depositar a esperança, de tudo aquilo que não depende de nós, em ti, pois sabemos que ela não será frustada.Em nome de Jesus Amém!Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo#MinhaEsperançaEstaNoSenhor#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Maryana Moro está certa de que o maior desafio do nosso tempo é lembrar quem realmente somos. Para ela, o ser humano carrega um potencial extraordinário, mas atravessou séculos de histórias e crenças que o afastaram da própria essência. Despertar, então, é fazer o caminho de volta. Talvez por isso essa relação com o invisível tenha começado tão cedo em sua vida. Ainda criança, viveu uma experiência que mudaria para sempre sua percepção da realidade. Desde então, passou a caminhar lado a lado com aquilo que chama de plano espiritual. Filha de uma psicanalista, cresceu em um ambiente onde espiritualidade e mente nunca estiveram separadas. Sua trajetória também passou pela Umbanda, onde permaneceu por cerca de dez anos, além de estudos e vivências que lhe deram uma compreensão muito particular sobre energia, consciência, proteção espiritual e cura. Mas talvez o que mais chame atenção em sua história seja a recusa em vestir o personagem da espiritualidade perfeita. Ela costuma dizer que nunca quis ser exemplo de luz, mas exemplo de uma pessoa real. Alguém que medita, ri, acolhe, extravasa, atravessa as próprias sombras e entende que a evolução acontece justamente quando temos coragem de olhar para elas. São mais de duas décadas de estudos e experiências em caminhos como Reiki, Cristaloterapia, Registros Akáshicos, Terapia Quântica e Metafísica da Saúde, sempre com a convicção de que espiritualidade e autoconhecimento só fazem sentido quando nos ajudam a viver de forma mais consciente e verdadeira. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Maryana Moro contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Ninguém desperta para fugir da vida. Desperta para vivê-la". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tem uma coisa que a neurociência mostrou em ressonância funcional e que muda a forma como você olha pra trás. Quando você se apaixona, o seu córtex pré-frontal medial — a região responsável por julgamento, análise de risco e avaliação crítica — tem a atividade suprimida. Não é fi
Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 4:29-32 Plano De Leitura Anual: 2 CRÔNICAS 7–9; JOÃO 11:1-29 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Do que eu me arrependo? A resposta a essa pergunta foi o mote do discurso de formatura proferido pelo escritor George Saunders em 2013, na Universidade de Syracuse (EUA). Sua abordagem foi a de uma pessoa mais velha (Saunders) compartilhando um ou dois arrependimentos que teve na vida com os mais jovens (formandos), pois eles poderiam aprender alguma coisa com seu exemplo. Ele listou coisas que as pessoas poderiam presumir que ele se arrependia, como a pobreza e ter trabalhado em empregos ruins. Mas Saunders disse que não se arrependia disso. O que ele lamentou, no entanto, foram as “falhas de bondade”: oportunidades que ele teve de ser gentil com alguém, mas deixou passar. Como é a vida cristã? O apóstolo Paulo escreveu aos cristãos em Éfeso respondendo a essa pergunta. É tentador apressar-se a responder apontando certa visão política, a recusa a certos livros ou filmes, práticas de adoração de um modo ou outro. Mas a abordagem de Paulo não o limitou a questões contemporâneas. Ele menciona abster-se do “linguajar sujo e insultante” (EFÉSIOS 4:29) e livrar-se da amargura e raiva (v.31). Então, concluiu: “sejam bondosos” (v.32). A razão por trás disso é que, em Cristo, Deus é bondoso com você. De todas as coisas que cremos ser a essência da vida com Jesus, uma delas certamente é ser gentil. Por: JOHN BLASE
Estava tudo a correr bem até que... Tudo pifou!
Você já sentiu que algumas pessoas trazem paz instantaneamente… enquanto outras despertam ansiedade, medo, dependência emocional e exaustão?Neste episódio profundo e transformador, vamos mergulhar na conexão entre energia, sistema nervoso, traumas emocionais, neurociência e relacionamentos. ✨Você vai entender:por que o corpo sente antes da mente;como traumas emocionais influenciam suas relações;o que é contágio emocional;como a infância afeta seus relacionamentos amorosos;por que tantas pessoas confundem intensidade com amor;como a frequência energética muda aquilo que você atrai;e por que pessoas emocionalmente indisponíveis parecem tão familiares.Falamos também sobre:✔ teoria polivagal✔ neurônios-espelho✔ dopamina emocional✔ frequência vibracional✔ autoestima✔ dependência emocional✔ cura energética✔ Kundalini✔ autoconhecimento e expansão da consciênciaEsse episódio pode mudar completamente a forma como você enxerga as pessoas que entram na sua vida.
Alguém com o apelido Salsa? E será que o Ricardo é personal trainer?
A Chaotic Good Projects é uma agência com clientes como Justin Bieber, Coldplay, Tame Impala, Dua Lipa, Geese e Wet Leg. O trabalho deles é fazer músicas viralizarem no TikTok mantendo uma rede de milhares de perfis na plataforma, páginas de memes, clipes de esporte e citações sentimentais que acumulam seguidores sem nenhuma relação óbvia com música.Quando um cliente lança uma faixa, a música aparece de fundo em todos esses vídeos ao mesmo tempo, gerando a sensação de que está em todo lugar. Eles chamam isso de "simulação de tendência". Os próprios fundadores revelaram os detalhes em um podcast da Billboard gravado no SXSW.A cantora Eliza McLamb ficou obcecada com "Love Takes Miles", do Cameron Winter, convicta de que era uma das poucas pessoas no mundo que conhecia a música, até descobrir que ele era cliente da agência. Depois que ela publicou tudo no Substack, a Chaotic Good apagou os nomes dos artistas do site e removeu a seção de campanhas de narrativa.A ilusão de descoberta espontânea é o produto. Funciona porque ninguém percebe que está comprando. Apresentado por Bruno Natal.--Newsletter O Futuro Explicado: https://resumido.substack.com/subscribeAssinatura: https://resumido.cc/assinaturaLoja RESUMIDO: https://www.studiogeek.com.br/resumido/Ouça mais: https://resumido.cc
Inácio Araújo perguntou no obituário em 2009: “ Alguém arrisca comentar a carreira de Maurice Jarre?” Com cinco décadas e mais de uma centena de trilhas para diretores incomparáveis em seu currículo, neste Sociedade dos Compositores Mortos nos atrevemos a tentar.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Não conte a ninguém ainda00:19 Atualização 1: Estratégia de saques e previdência privada07:04 Atualização 2: Como vender ativos sem destruir patrimônio13:06 Atualização 3: Documentos sucessórios que protegem sua família16:03 Atualização 4: A armadilha da viuvez — o que a Reforma escondeu17:57 Atualização 5: A decisão mais importante do Dia 1
Você ainda perde tempo tentando agradar pessoas tóxicas e buscando a aprovação dos outros? Neste episódio do "Entra Pra Rachar", Caio Carneiro revela a atitude libertadora que o tempo ensinou a ele.
Neste episódio, Denis Botana e Danilo Silvestre falam sobre as últimas vitórias de San Antonio Spurs e de Cleveland Cavaliers sobre o Minnesota Timberwolves e o Detroit Pistons, que deixaram as duas equipes a uma vitória das finais de conferência. Como chegaram aí? Alguém força Jogo 7?Também iremos falar da trágica semana que viveu a liga, com a morte do ex-jogador Jason Collins, primeiro da história da liga a se assumir gay ainda como atleta em atividade, e de Brandon Clarke, ala/pivô que atuava no Memphis Grizzlies.Durante os PLAYOFFS 2026 o Bola Presa terá duas edições por semana, às segundas e às quintas. ....*APOIE O BOLA PRESA* ASSINE O BOLA PRESA NO APOIA-SE E RECEBA CONTEÚDO EXCLUSIVO https://bolapresa.com.br/assine*CAMISETAS INSIDER*Use o cupom BOLAPRESA e ganhe 15% OFF, já aplicado automático se usar o link abaixo:
Neste episódio da nossa série sobre Governança Adventista, analisamos o papel fundamental do secretário executivo na Igreja Adventista do Sétimo Dia. Frequentemente subestimado, este oficial atua como a verdadeira memória institucional, o sistema nervoso documental e o guardião da ordem e dos processos da organização. Se o presidente é o rosto visível, o secretário é quem garante os bastidores históricos, legais e operacionais para que a igreja cumpra a sua missão com integridade. Neste vídeo, você vai aprender: O que é amnésia organizacional e como combatê-la. A estrutura de uma ata eficaz e seu real valor legal. Como o secretário atua em comissões como o ADCOM. O papel do Secretário (Clerk) no âmbito da igreja local. As armadilhas comuns do cargo e como evitá-las. A profunda dimensão espiritual do secretariado. Assista até o fim para conferir as perguntas de reflexão sobre vocação, registros, processos e compliance na igreja. Deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe este conteúdo com líderes, pastores e secretários de sua região! QUINZE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Registros e Atas 1. As atas de suas comissões são preparadas dentro de 48-72 horas após as reuniões? Ou há atraso crônico de semanas ou meses? 2. Alguém que não estava presente conseguiria entender exatamente o que foi decidido lendo suas atas? Ou elas são tão vagas que deixam margem para interpretação? 3. Você consegue encontrar rapidamente atas de reuniões de cinco ou dez anos atrás? Ou seu arquivo está tão desorganizado que seria busca arqueológica? 4. Há backup adequado e testado de seus arquivos digitais? O que aconteceria se seu computador fosse roubado ou corrompido amanhã? 5. Suas atas incluem contexto suficiente para que leitores futuros entendam não apenas o que foi decidido, mas por que? Sobre Processos e Compliance 6. Você conhece bem os documentos normativos — Manual da Igreja, Working Policy, Constituição da sua organização? Ou opera por intuição e costume? 7. Quando vê processo sendo violado em uma reunião, você alerta o presidente? Ou fica em silêncio para evitar conflito ou constrangimento? 8. Os processos de credenciamento, transferência de membros, e disciplina estão sendo seguidos corretamente em sua organização? Você monitora isso? 9. Se houvesse auditoria amanhã, você conseguiria apresentar documentação completa dos últimos cinco anos? Sobre Comunicação 10. A comunicação oficial de sua organização é clara, precisa e consistente? Ou há confusão frequente sobre o que foi ou não comunicado? 11. Você mantém confidencialidade rigorosa sobre informação sensível discutida em comissões? Ou há vazamentos — intencionais ou "acidentais"? 12. As decisões da comissão são comunicadas adequadamente e em tempo hábil a todos que precisam saber? Ou pessoas frequentemente ficam sem saber de decisões que as afetam? Sobre Relacionamentos e Parceria 13. Sua relação com presidente e tesoureiro é genuinamente de parceria? Ou há hierarquia implícita, competição sutil, ou conflito aberto? 14. Você contribui ativamente nas discussões como membro da comissão? Ou apenas registra silenciosamente o que outros dizem, esquecendo que você também tem voto? 15. Quando discorda fortemente de uma decisão, você ainda assim a registra correta e completamente? Ou há tentação de "suavizar" o registro? Sobre Transição e Sustentabilidade 16. Se você saísse do cargo amanhã — por doença, acidente, chamado, ou qualquer razão — a organização conseguiria continuar funcionando? Ou tudo depende de você de forma insalubre? 17. Há alguém sendo preparado para eventualmente assumir sua função? Ou você é insubstituível (o que parece bom mas na verdade é problema)? 18. Seus sistemas e processos estão documentados de forma que outro secretário conseguiria entender e continuar? Sobre Vocação e Espiritualidade 19. Você vê seu trabalho como secretário como ministério espiritual? Ou como mera função administrativa que alguém precisa fazer? 20. Você ora pelo seu trabalho específico — pela precisão, pela discrição, pela coragem, pela organização que serve à missão de Deus? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
Nosso especial no mês de aniversário!!!! Anote seus pontos, sem roubar, e venha torcer para Fabi, Caio ou Felipe Xavier e diga nos comentários quantos pontos você faria? TEXTOS: No início, sou só água. Água que espera. Então vêm as mãos. Uma pesa demais. Outra mede demais. A terceira hesita, e essa hesitação muda tudo. Sou golpeado. Sovado. Esticado até quase romper. As primeiras tentativas são desiguais. Alguns fios nascem grossos, outros frágeis. Há pressa demais em uma palma. Orgulho demais em outra. O fogo observa. O ar fica pesado com sal, gordura, memória. Alguém quase perde o ritmo quando o aroma sobe rápido demais. Alguém quase se afoga na própria ansiedade. Mas então eles lembram do que aprenderam. Três movimentos. Não separados, simultâneos. Eu giro. Sou lançado contra calor que não recua. Uma força antiga tenta me dispersar, espalhar meus ingredientes, provar que ainda manda na chama. Quase me perco. Quase transbordo. Mas três tempos se alinham. Um impacto que atordoa. Um alongamento que desequilibra. Uma dobra que concentra. E eu encontro forma. O cenário é improvável. O cheiro de menta e produtos químicos tenta, sem sucesso, mascarar o odor de sangue que impregna o tecido azul escuro. O chão vibra com o rugido lá de fora e as paredes de metal rangem. Ao olhar para o lado, a visão de sua mulher segurando um cutelo com naturalidade é a única coisa que lhe dá confiança para tentar decifrar aquelas linhas técnicas em francês. Você precisa estabilizar a aeronave e ignorar, por um instante, o que aguarda por trás da porta: sete figuras que deveriam estar imóveis e ensacadas, mas que podem ser bem mais perigosos do que uma queda livre. O prédio tem três andares, mas nunca esteve completo. Uma ala inteira permanece vazia há mais de uma década. Prometeram móveis. Prometeram verba. Prometeram futuro. O cheiro ali é curioso: mofo recente, como se algo tivesse sido inaugurado ontem, e abandonado no mesmo dia. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Alguém que sorri demais. A cidade é redonda. Não por acaso, por orgulho. Torres ovais, bandeiras amarelas, brasões com formas simples demais para serem inocentes. Dentro dos muros, tudo brilha. Fora deles, a lama é espessa. O ser mais protegido do reino vive numa torre alta. Oficialmente, é de companhia. Extraoficialmente, sustenta o tesouro. Na manhã da fuga, a janela estava estilhaçada de fora para dentro. No alto da colina próxima, marcas no solo indicavam algo pesado apoiado ali por horas. Não houve invasão. Houve lançamento. Dias depois, criadores começaram a notar ausências sincronizadas. Portões intactos. Cercas inteiras. E ainda assim, vazios. O soberano fala em sabotagem. Mas os relatórios usam outra palavra: organização. O tempo dos carros voadores ficou para trás e a Biblioteca não guarda apenas livros raros, mas a sobrevivência humana. Após passarem por um teste de sangue e álcool, eles são levados à cidade subterrânea, onde lâmpadas brilham como estrelas e o silêncio dos moradores esconde um medo profundo. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O carro sobe por uma estrada estreita ladeada por muros de pedra antiga. Não é apenas uma propriedade, é um monumento. O cheiro não é só de terra: é de tradição. À esquerda, fileiras disciplinadas descem o terreno em declive. À direita, uma mansão que parece ter aprendido a envelhecer com elegância. Um anexo mais recente destoa, concreto mais claro, linhas mais retas. Mas eu não estou ali pela arquitetura. Estou ali porque algo apodreceu. Ajude esse projeto Apoiase: https://apoia.se/rpguaxa PIX: rpguaxa@gmail.com Contatos: Instagram: https://instagram.com/RPGuaxa Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Edição: Marcelo Guaxinim. Idealizador e Host: André Trapani. Jogadores: Caio, Fabi e Felipe Xavier. “Happy Happy Game Show” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Hace 25 años que Bebel Gilberto, que hoy cumple 60, publicó 'Tanto tempo', el disco con el que se proyectó en el mundo de la música la hija de João Gilberto y Míúcha. Lo escuchamos al completo y en el orden en que aparecen las canciones: 'Samba da bênção', 'August day song', 'Tanto tempo', 'Sem contenção', 'Mais feliz', 'Alguém, 'So nice summer samba', 'Lonely', 'Bananeira', 'Samba e amor' y 'Close your eyes'. Además, el bonus track de la edición conmemorativa del disco: 'No return'. Cierran Thiago de Mello y Dexter Payne con 'Rede de caboclo' y 'A hug to Gil Evans' de su disco de hace 20 años 'Another feeling'. Escuchar audio
Missão Saber, o novo podcast do UOL No programa, Murilo Garavello, diretor de conteúdo do UOL, recebe uma personalidade por episódio e, a partir de livros, discute um tema escolhido. A primeira convidada é Daniela Lima, que fala da era da ansiedade. Acompanhe um novo episódio às segundas-feiras. Livros -Sociedade do Cansaço — Byung-Chul Han -Stolen Focus (Foco Roubado, em português) — Johann Hari -Talvez Você Deva Conversar com Alguém — Lori Gottlieb -Como Reprogramar seu Cérebro Ansioso — Catherine Pittman e Elizabeth Karle -Unwinding Anxiety (Desconstruindo a ansiedade, em portugês) — Judson Brewer -Peak Mind (Sagaz, em português) — Amishi P. Jha -As Coisas que Você Só Vê Quando Desacelera — Haemin Sunim -O Espírito da Esperança — Byung-Chul Han
Palestra realizada no dia 13/09/2025 no Centro Espírita Pascal, em Catalão/GO, durante o Encontro Fraterno Auta de Souza.
"Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque, sendo ele só, o chamei, e o abençoei e o multipliquei." Isaías 51:2"Quem crê em Mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre." João 7:38"Atentai para a Minha repreensão; pois eis que vos derramarei abundantemente do Meu Espírito e vos farei saber as Minhas Palavras." Provérbios 1:23"Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:9
Nos primeiros dias em Nova Iorque, Carlos e Renato estão em lua de mel. Depois, deixam de estar. Passam a noite antes do crime a discutir. Mas o jovem de Cantanhede tinha dado sinais de alerta antes. O Observador teve acesso a ficheiros da investigação que comprovam como a relação entre Carlos Castro e Renato Seabra se deteriorou dias antes do brutal crime num hotel de luxo em Times Square. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nos primeiros dias em Nova Iorque, Carlos e Renato estão em lua de mel. Depois, deixam de estar. Passam a noite antes do crime a discutir. Mas o jovem de Cantanhede tinha dado sinais de alerta antes. O Observador teve acesso a ficheiros da investigação que comprovam como a relação entre Carlos Castro e Renato Seabra se deteriorou dias antes do brutal crime num hotel de luxo em Times Square. "Os ficheiros do caso Carlos Castro" é o novo Podcast Plus do Observador. É narrado por Joana Santos e tem banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir semanalmente os episódios de "Os ficheiros do caso Carlos Castro" na playlist própria do podcast na Apple Podcasts, Spotify, Youtube ou outras plataformas de podcast. Os assinantes standard e premium do Observador têm acesso exclusivo e antecipado a todos os episódios em observador.pt. Pode assinar aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao longo da história, os seres humanos sempre se sentiram atraídos pela ideia de que o amor não é aleatório. Mas o que dizem a psicologia, a biologia e a matemática sobre isso?
PERRENGUES RAIZ E O RETORNO DA LENDA! Alguém aí falou em humor cru (eu disse CRU! C-R-U), ácido e totalmente sem filtro? Larga de ser azedo e vem rachar o bico com a gente no Pânico desta quinta (16)! A gente recebe o gigante do stand-up nacional: Emerson Ceará! Ele vem te contar como foi ter a audácia de mandar piada pesada pra ministro do STF, contar os detalhes da treta de bastidores que dividiu os comediantes e isso sem falar no elefante na sala: já rolou a paz com o Wellington Muniz, o Ceará do nosso Pânico de papai? Vem ver se ele bate o recorde de piada pesada contada por minuto! Ah, vai ficar de fora? Ok, boa sorte lutando contra o Morgado no sumô profissional!
A neuralgia do trigêmeo é uma condição rara em que algo tão simples como uma rajada de vento pode causar uma dor excruciante.
Me siga nas redes sociais: Facebook: Diego Menin Instagram: @diegonmenin Youtube: Diego Menin X: @diegonmenin Site: www.diegomenin.com
"…Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:9b"O próprio Espírito (Santo) TESTIFICA com o nosso espírito que somos filhos de Deus." Romanos 8:16"Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam." I Coríntios 2:9