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In this episode of the Canary Cast, Florian Hagenbuch, Co-Founder and General partner at Canary, sits down with Jose Gedeon, co-founder and CEO of Cobre, a Colombian fintech building the real-time B2B payments and cross-border infrastructure powering finance teams across Latin America. From his early fascination with M-Pesa’s case at the University of Pennsylvania, to failed attempts at building his own mobile money business in Colombia, a stint as a consultant at McKinsey New York, and a role at Oyo in Mexico, José shares how each chapter of his journey shaped the vision for Cobre. What started as white-label wallets for meal vouchers during the pandemic evolved into Colombia’s leading real-time B2B payments platform, now expanding rapidly into Mexico and cross-border flows. During the episode, José reflects on the unique challenges of scaling a fintech in LatAm, the pivotal customer moments that unlocked entirely new business lines, and the ambition of turning Cobre into the default infrastructure for payments across the region. In this episode, we dive into: From White-Label Wallets to Infrastructure: How Cobre pivoted from building digital wallets for meal vouchers into real-time B2B payments and treasury management. Cross-Border Breakthroughs: The customer emergency that sparked Cobre’s cross-border product and how it led to a new revenue line. The Role of Stablecoins: Why stablecoins are becoming increasingly relevant in illiquid or high-cost currency corridors like Colombia, Turkey, and Argentina. Scaling in Mexico: How Cobre reached $100M in monthly volume in only 8 months in Mexico—10x faster than in Colombia. Vision for the Future: Why Jose believes it’s still “day zero” for Cobre and how the company aims to become the de facto B2B payment infrastructure for LatAm. Founder Lessons: Biggest mistakes, wins, and the cultural values that define the Cobre team. Whether you’re a founder, operator, or fintech enthusiast, this episode offers a masterclass in product pivots, client-focused culture, scaling infrastructure in emerging markets, and building with ambition in one of the most dynamic regions in the world. Tune in to hear how Cobre is not only modernizing payments in Colombia and Mexico, but also shaping the future of financial infrastructure across Latin America. Guest: Jose GedeonJose is the co-founder and CEO of Cobre, a fintech modernizing B2B payments and cross-border infrastructure in Latin America. Cobre moves billions annually, already processing ~3% of Colombia’s GDP, and recently raised its Series B led by Oak HC/FT, with participation from Canary and other global investors. Follow Jose on LinkedIn Host: Florian HagenbuchFlorian is the co-founder and General Partner at Canary, a leading early-stage investment firm in Brazil and Latin America. Canary has invested in more than 130 companies since its founding in 2017. Previously, Florian founded Loft, a company that digitized and transformed the home buying experience in Brazil, bringing transparency, liquidity, and credit to millions of Brazilians. Before that, Florian also co-founded Printi, the leading online printing marketplace in Latin America. Follow Florian on LinkedInHighlights:00:55 – 07:30 | Jose's Background & Early Influences07:30 – 08:08 | The Impact of COVID on Colombia's Financial Digitization08:10 – 11:07 | University Years, Early Attempts & Lessons Learned11:16 – 14:47 | Corporate Finance Pain Points Cobre Set Out to Solve & the First Iteration: White-Label Wallets14:55 – 16:11 | Cobre's First Business Model and Learnings on Pricing Power and Revenue Potential16:20 – 18:57 | Pivot to Real-Time B2B Payments and Building Colombia's First and Only Real-Time B2B Payment Infrastructure19:00 – 21:00 | Bre-B, the "PIX" of Colombia21:02 – 26:19 | Expansion into Cross-Border Payments and Different Customer Bases26:20 – 28:54 | Money Corridors in Colombia29:00 – 32:22 | Stablecoins & Tech Stack in Cross-Border Payments33:00 – 36:00 | Expansion to Mexico & Early Learnings 36:00 – 37:00 | Key Numbers, Scale & Vision37:00 – 43:07 | Future Plans and Raising Successful Venture Rounds43:08 – 47:40 | Founder Lessons & Culture47:40 – 52:12 | Conclusion: Recommended Content for ListenersRecommended Content: 1. Elon Musk biography by Walter Isaacson2. The World for Sale by Javier Blas and Jack Farchy3. Read, Write, Own by Chris DixonTranscrição do Episódio em Português: Hoje, estamos movimentando cerca de 3% do PIB da Colômbia dentro da Cobre.É um número muito grande.Mas, ao mesmo tempo, também é pequeno.Copo meio cheio, copo meio vazio.Isso nos dá bastante espaço para crescer. Agora, mudando para o inglês, para facilitar um pouco para você.José, muito obrigado por estar aqui. Agradeço por dedicar seu tempo. Estou muito animado para conversar com você. Como contexto, o José é cofundador e CEO da Cobre, uma fintech colombiana que está se expandindo para o México. Vocês rapidamente se tornaram uma das principais plataformas de pagamentos B2B em tempo real e de gestão de tesouraria corporativa na Colômbia — e, em breve, também no México. Sob sua liderança, muitas coisas empolgantes aconteceram. Vocês já escalam para centenas de empresas nesses dois países. Estão movimentando algo em torno de 18 bilhões em volume anual em folha de pagamento e pagamentos a fornecedores.E, o mais importante, estão se tornando uma camada crítica de infraestrutura para times financeiros modernos na região. Estou muito animado com este episódio, em mergulhar na sua jornada empreendedora, José, como a Cobre está modernizando os pagamentos corporativos, o cenário fintech na América Latina de forma mais ampla e, claro, a visão que você tem para o futuro da companhia. José, obrigado por se juntar a nós. É um prazer enorme ter você aqui hoje. José:Florian, o prazer é meu. A Canary foi a primeira firma de venture capital que acreditou na Cobre — e também o primeiro investimento de vocês fora do Brasil. Na época, nós até dissemos ao Marcos que expandiríamos para o Brasil… ainda não aconteceu.Mas tem sido uma ótima história até aqui, e vocês têm sido apoiadores incríveis. Obrigado. Florian:Sim, lembro bem disso. Inclusive, naquela época vocês tinham outro nome, não era? Acho que era “Pexto”, se não me engano.As coisas mudam, mas estamos felizes que deu certo. José, talvez possamos começar um pouco falando do seu histórico e da sua trajetória pessoal. Pode nos contar sobre sua origem e o que você fazia antes de empreender? José:Claro. Eu nasci e cresci em uma cidade pequena da Colômbia chamada Cartagena. Hoje é turística e bastante conhecida, mas, quando eu crescia lá, era apenas um destino nacional, relativamente pequeno. Eu, inclusive, nasci em Barranquilla porque minha mãe era de lá — que é ainda menor.De Barranquilla vêm muitas coisas conhecidas: Shakira, a Avianca (nossa companhia aérea nacional), e as últimas duas empresas colombianas que abriram capital nos EUA também são de lá.É uma cidade muito empreendedora. Talvez um bom precedente para a Cobre, não é? Venho de uma família de imigrantes libaneses — extremamente trabalhadores e empreendedores. Cresci aprendendo, por osmose, o que significava ser um empresario. Homens e mulheres da minha família sempre fundaram e até hoje administram empresas. Era um ambiente muito natural para acabar trilhando o caminho que trilhei. Depois tive o privilégio de estudar na Universidade da Pensilvânia. Meu primo Felipe — hoje cofundador da Cobre — estudava lá um ano antes de mim. Eu nunca achei que conseguiria entrar, mas consegui, e fui para a Penn cursar a graduação. No meu primeiro ano, li um business case sobre a M-Pesa, considerada precursora do dinheiro móvel — e, por consequência, de boa parte do que chamamos hoje de fintech: Zelle, Venmo, Paytm, GCash…A ideia original surgiu da M-Pesa, um serviço criado pela Vodafone que permitia às pessoas enviar dinheiro via SMS. Hoje, algo como 20% do PIB do Quênia transita pela M-Pesa. É completamente ubíquo. Inspirado nisso, tentei várias vezes criar algo parecido na Colômbia durante meus verões na Penn, mas obviamente falhei — afinal, eu não era uma empresa de telecomunicações. Ainda assim, essa experiência me mostrou como uma infraestrutura de pagamentos em tempo real poderia transformar a vida de milhões de pessoas e empresas. Ao me formar, voltei para a Colômbia para tentar de novo. E falhei mais uma vez. Foi aí que percebi: “o problema sou eu, preciso aprender a construir empresas de verdade”. Então fui trabalhar na McKinsey em Nova York. Passei um ano e meio lá e tive como cliente uma das maiores gestoras de venture capital do mundo. Eu era apenas analista júnior na equipe, mas aprendi muito sobre como os VCs pensam. Isso me levou a largar o emprego em Nova York e me mudar para a Cidade do México, para trabalhar na Oyo Rooms, um dos grandes unicórnios da Índia. A ideia era aprender mais sobre startups de hiperescala do que eu aprenderia ficando na consultoria. Fiquei um ano e meio na Oyo — até a pandemia começar. Com a COVID, percebi: “este é o momento certo para digitalizar pagamentos na Colômbia”. As empresas estavam forçadas a mudar. E foi quando decidi voltar a Bogotá, em junho de 2020, para tentar mais uma vez. E agora, cá estamos. Florian:Muito interessante. Não sabia de todas essas tentativas que não deram certo antes.Aliás, eu também estudei na Penn, me formei em 2010. Você foi alguns anos depois, certo? José:Sim, me formei em 2018. E naquela época, o ambiente ainda era mais voltado para carreiras tradicionais. A maioria queria ir para consultoria, bancos de investimento ou fundos. Eu era um dos poucos insistindo em empreender já na graduação. Participei até de competições de startups do MBA, porque não havia para undergrad. (continua na mesma estrutura — alternando Florian / José, até o final da conversa que você compartilhou).
O ministro Gilmar Mendes, do STF, se pronunciou a respeito da mensagem de Jair Bolsonaro enviada a Eduardo para poupar o magistrado de críticas. Ao comentar a citação de seu nome, Gilmar falou de sua "interlocução" com diferentes personagens políticos. O ministro do decano do Supremo disse o seguinte em evento nesta segunda-feira, 25: “Nesses tempos, não [falei com Jair Bolsonaro]. Mas tive muitas conversas com ele no passado e recebi muitos interlocutores. Todos sabem que eu converso com todos os lados da política há muito tempo. De modo que não há nenhuma conversa minha com o presidente. Agora, porque ele determinou ou sugeriu que não fizesse crítica a mim? Talvez, porque eu seja um interlocutor [...]. Quando uma colega de vocês [vê muitas pessoas no meu gabinete] diz que lá parece o Pátio dos Milagres, porque junta gente de diversas origens.”Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Já pensou em fazer um período sabático? Talvez para cuidar de si, passar mais tempo com quem você ama, viajar, escutar sua mente… ou porque uma grande mudança na sua vida te pede isso.
Saudações nerds, ouvinte radiofobético! Você é nerd? Mesmo? De verdade? Daqueles que quando começa alguma coisa, se aprofunda e chafurda na origem, na história, no universo, nas teorias e em tudo o que diz respeito àquele assunto? Sim, porque ser nerd não é só gostar de cultura pop, sabia? Talvez você seja um nerd culinário, automotivo, colecionista, literário ou qualquer outro e nem saiba disso! No episódio de hoje Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Júlio Macoggi, Victor Estácio e Rafael Felipe batem um papo com um amigo nerd DE VERDADE, profissional, tanto que muitos o consideram mais nerd que o Jovem Nerd! Bora conhecer tudo o que se passa na cabeça de Carlos Voltor! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- RADIOFOBIA 121 – Eu vivi para ver isso!- Nerdcast 001 - Super-Homem: Herói americano ou do mundo?- canal Voltorama no YouTube- canal Voltorama na Twitch Links citados nas Cartinhas do Totô:- PODCAST 10X, um exército de Inteligência Artificial para auxiliar na produção dos seus podcasts!- Podcast Store - a nova loja da podosfera brasileira- Instituto Amargen- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações nerds, ouvinte radiofobético! Você é nerd? Mesmo? De verdade? Daqueles que quando começa alguma coisa, se aprofunda e chafurda na origem, na história, no universo, nas teorias e em tudo o que diz respeito àquele assunto? Sim, porque ser nerd não é só gostar de cultura pop, sabia? Talvez você seja um nerd culinário, automotivo, colecionista, literário ou qualquer outro e nem saiba disso! No episódio de hoje Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Júlio Macoggi, Victor Estácio e Rafael Felipe batem um papo com um amigo nerd DE VERDADE, profissional, tanto que muitos o consideram mais nerd que o Jovem Nerd! Bora conhecer tudo o que se passa na cabeça de Carlos Voltor! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados no episódio:- RADIOFOBIA 121 – Eu vivi para ver isso!- Nerdcast 001 - Super-Homem: Herói americano ou do mundo?- canal Voltorama no YouTube- canal Voltorama na Twitch Links citados nas Cartinhas do Totô:- PODCAST 10X, um exército de Inteligência Artificial para auxiliar na produção dos seus podcasts!- Podcast Store - a nova loja da podosfera brasileira- Instituto Amargen- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Imagina só: um mundo onde as discussões na internet (e fora dela também) fossem mais inteligentes, respeitosas e até produtivas. Onde discordar não fosse brigar, e onde as pessoas soubessem reconhecer quando um argumento é bom… ou quando é só enrolação. Parece sonho? Talvez. Mas dá pra chegar mais perto dele se a gente souber identificar uma coisa que quase ninguém aprende na escola: os maus argumentos, ou as famosas falácias lógicas. Falácias são tipo truques — às vezes sem querer, às vezes na maldade — que fazem um raciocínio parecer mais convincente do que é de verdade. É como se fossem bugs no software do pensamento: distorcem a lógica, desviam do assunto, apelam pras emoções ou mexem nas definições no meio do caminho. E o pior é que, quando a gente não sabe reconhecer, acaba caindo nelas… e até usando por conta própria, sem perceber. E aí entra a internet, que é praticamente um parque de diversões para as falácias. Twitter, grupo da família no WhatsApp, caixa de comentários do YouTube… é uma verdadeira Copa do Mundo dos maus argumentos. Se todo mundo soubesse identificar esses erros, as conversas seriam muito mais civilizadas — e provavelmente bem mais engraçadas também. Então hoje a gente vai fazer exatamente isso: Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Marko Mello e Luiz Hygino trazem esses argumentos ruins pra luz do dia, colocar um contra o outro, e descobrir — com bom humor e, talvez, alguma lógica — qual é o pior argumento do mundo. 11:27- Pauta _ NEXGARD SPECTRA®: É OUTRO NÍVEL DE PROTEÇÃO. https://www.cobasi.com.br/pesquisa?hotsite=nexgard-spectra-podcast&utm_source=parceiro_comercial&utm_medium=podcast&utm_campaign=boehringer_podcast_20nexgard&utm_source=globo&utm_medium=cpm&utm_content=AH_ALAMEA_BRASIL_25_aon_glo_glocom_awa_cpm_tutc_A25mais_60s_NA_braincast_boeh00995ne25&utm_campaign=AH_ALAMEA_BRASIL_NEX_25_AON_GLO_GLOCOM_AWA_CPM Cupom: 20nexgard Vigência: Até 31/12 Regras: 1 uso por CPF, não acumulativo com compra programada -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios! https://www.youtube.com/channel/UCGNdGepMFVqPNgaCkNBdiLw/join --
Teresa Paiva é médica neurologista e a maior referência portuguesa em medicina do sono. É doutorada em Neurologia e, para além de uma vastíssima investigação científica nesta área, tem também prática clínica, no CENC — Centro de Medicina do Sono, onde é diretora clínica. Falámos a propósito do seu livro mais recente, ‘O Meu Sono e Eu — Mitos e Factos‘, publicado este ano pela Livros Horizonte. _______________ Índice (com timestamps): (0:00) Introdução (4:40) Porque dormem os seres-vivos? Como dormem os lagartos? E os polvos? Sono bifásico na Idade Média (19:58) Ritmo circadiano e cronotipos | É verdade que há diferentes cronotipos? | Desafios de ser noctívago | Cronotipo vs atraso de fase | A importância da exposição à luz solar. (33:56) Sesta — como fazer? | Quais são os processos biológicos no corpo que regulam o sono? (41:14) Que erros andamos a cometer que nos fazem dormir mal? | Porque dormimos menos que os chimpanzés? | É possível recuperar sono perdido? (46:04) O Mundo de hoje vive numa epidemia de falta de sono — particularmente em Portugal? | ‘Sleep patterns in Portugal’, tese de Cátia Reis | Estudo impacto da falta de sono no PIB | consequências concretas (pedir estudo e enviar o outro) | Ou será que dormimos menos mas melhor do que antigamente? (57:09) Fases do sono: REM e não-REM? | Pintainhos sono REM | Porque sonho mais nas férias? | https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7839702/ (1:11:42) Para que servem os sonhos? | Apesar das diferenças culturais e individuais, temos todos sonhos parecidos | Porque nos esquecemos dos sonhos? (1:15:20) “Sleep hacks” — algum vale a pena? | Suplementos? Benzodiazepina (Xanax) | Neuromodulação não invasiva como terapia para a insónia (1:28:37) Doenças do sono: insónias, apneias, doenças do movimento, sonambulismo, terrores noturnos, epilepsia, transtornos do sono REM, alterações circadianas. _______________ O acto de dormir é tão essencial quanto comer ou respirar, e, no entanto, tantas vezes o subestimamos ou relegamos para segundo plano nas nossas vidas agitadas. Quem nunca disse: “Dormirei quando estiver morto”? Mas a verdade é que o sono é fundamental para a nossa saúde física e mental e é um dos pilares do nosso bem-estar. Talvez até alguns de vocês, ao ouvirem este episódio, estejam a pensar em quantas horas de sono conseguiram na noite anterior ou quantas gostariam de ter tido. Para nos ajudar a compreender melhor a Ciência do Sono, convidei a médica Teresa Paiva, a grande referência portuguesa na medicina do sono (e alguém que, como digo na introdução, há muito queria trazer ao 45 Graus). A convidada tem uma vastíssima investigação nesta área e uma extensa prática clínica. Falámos a propósito do seu livro mais recente, ‘O Meu Sono e Eu — Mitos e Factos’. Na nossa conversa, começámos pela intrigante questão de por que dormem os seres vivos, incluindo animais tão distantes de nós evolutivamente, como os polvos; e mergulhámos nos ritmos circadianos, incluindo o estranho hábito medieval de dormir dois sonos, acordando de madrugada para voltar a deitar-se umas horas depois, e os desafios – estes contemporâneos – de ser um noctívago num mundo dominado pelos matutinos. Exploramos também os prós e contras da sesta e os erros mais comuns que cometemos, e que comprometem a quantidade e a qualidade do nosso sono. Ou será que a maior causa da nossa falta de sono não somos nós, mas antes um problema maior, estrutural dos tempos actuais: uma “epidemia” de falta de sono causada pelo acelerar da economia e pela overdose de estímulos? As estatísticas sugerem que isto é uma realidade, no Mundo desenvolvido e particularmente em Portugal. A convidada defende esta tese, e certamente que no mundo ideal a maioria de nós dormiria mais horas por noite. Mas tentei também fazer um pouco de advogado do diabo em relação a este tema (como já estão habituados no 45 Graus). Sendo o sono uma necessidade tão básica, fico com algumas dúvidas se é possível uma privação de sono tão sistémica. De seguida, voltando à ciência do sono propriamente dita, desvendámos os mistérios das fases do sono e o fascinante mundo dos sonhos. E para aqueles que procuram formas de otimizar o sono, perguntei à convidada a sua opinião sobre os populares ‘sleep hacks’ e até que ponto eles realmente funcionam. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Talvez você já conheça a diretora Petra Costa. Mas creio que ela acaba sendo mais reconhecida após ser indicada ao Oscar de melhor documentário de 2020 por Democracia em Vertigem. Apocalipse nos Trópicos é um alerta. Ainda que imperfeito, é um espelho incômodo do nosso país. Para conversar sobre isso Léo Agrelos, Nito Xavier e...
Jornalista, atriz e escritora, Maria Ribeiro transita entre artes e ideias com rara intensidade – mas confessa que às vezes queria ser outra "Está faltando um pouco de conversa entre mulheres e homens. O feminismo é bom para os homens também, porque libera todo mundo de papéis engessados", afirma a atriz e escritora Maria Ribeiro.No Trip FM, ela reflete sobre marcos de sua vida e fala do lançamento do livro "Não sei se é bom, mas é teu", uma coletânea de mais de 70 textos, parte de uma produção literária que começou nas páginas da Trip e da Tpm. “Esse livro cobre dos meus 42 aos 49 anos: um período crítico e maravilhoso. Tem pandemia, morte, separação, novos amores, crescimento dos meus filhos. É como se fosse uma autobiografia disfarçada, porque está tudo ali, mas filtrado pela literatura.”No papo com Paulo Lima, ela também fala sobre envelhecimento, menopausa e redes sociais. “Sempre gostei muito do Instagram porque ele me dava um canal direto, sem precisar da aprovação de ninguém. Eu podia falar o que queria, no meu tom, do meu jeito. Mas hoje estou de saco cheio. Talvez eu tenha menos público por isso, mas é o que eu posso dar. Minha bateria social está menor, e o que eu tenho para oferecer de mais verdadeiro talvez esteja no que escrevo, não no que posto o tempo todo."O programa fica disponível no Spotify e no site da Trip!Maria Ribeiro acaba de lançar uma coletânea de mais de 70 textos publicada pela Editora Record.Catarina Ribeiro @catarinaribeir.oeditarremoverNo livro, você fala de um período muito marcante, que coincidiu com a chegada da menopausa. Como foi atravessar esse momento?Maria Ribeiro. A menopausa foi um marco muito forte. Minha mãe caiu e quebrou o fêmur e, na mesma época, meu estrogênio despencou. Foi um ano de quedas — físicas, hormonais e simbólicas. É duro porque para a mulher o envelhecimento ainda é mais cruel. Os homens continuam vistos como interessantes, enquanto a gente precisa encarar a pergunta: quem eu sou se não for mais a “atraente” da história? No começo é difícil, mas depois do buraco vem também uma libertação.Você costuma dizer que pensa na morte todos os dias. Como isso afeta o seu jeito de viver? Penso na morte todo dia, e isso me dá uma consciência muito clara de que o meu tempo é o que tenho de mais precioso. Quando percebo que algo está me roubando tempo, seja raiva, ressentimento ou situações que me esgotam, eu corto. Hoje escolho muito melhor onde e com quem quero estar. Gosto de lembrar de uma frase do Gonçalo Tavares: “Aquele que vai morrer hoje toma um café com um pastel de nata”. Então, se eu for morrer hoje, que seja aproveitando a conversa, a música, o encontro.A Anitta escreveu o prefácio do seu livro. Como nasceu essa amizade? Demos um match inacreditável logo de cara. Temos uma história de amor. A gente se diz a verdade — e isso é raríssimo. Ela já me ligou para dizer que eu mandei mal num texto, que eu não deveria falar de algo que não conhecia. E eu também digo para ela o que acho que precisa ser dito. Isso, para mim, é amor. Ela me apresenta um Brasil que eu não conhecia e que quero conhecer mais.
Ser pai não é um título.É um movimento.É o gesto de quem, mesmo sem ter certeza de nada, vai lá e tenta.Tenta ser abrigo. Tenta ser espelho. Tenta ser chão.Ser pai, muitas vezes, é ter sido criado sem referência…E mesmo assim, decidir amar melhor.Amar do seu jeito. Às vezes em silêncio. Às vezes com excesso de preocupação.Quase sempre com medo.Mas nunca com indiferença.Pai é quem está.Mesmo quando não sabe o que dizer.Mesmo quando tudo aperta e ele segue em pé.Hoje a mensagem é para esses homens que fazem o possível —e carregam a dor de achar que nunca é suficiente.Para os pais jovens, que ainda estão aprendendo a se conhecer.Para os pais mais velhos, que agora enxergam o quanto o tempo voa.Para os que criam filhos que não são seus — e mesmo assim chamam de “meu”.Para os que tentaram e não conseguiram.Para os que não nasceram pais, mas se tornaram.Para os que perderam…e agora só conseguem lembrar com o peito apertado.Se você é pai e, por dentro, vive se perguntando se foi ou está sendo bom…Talvez essa pergunta já seja a resposta.Porque bons pais não são os perfeitos.São os que se importam.São os que ficam.Mesmo cansados, mesmo calados.E se você é filho, filha…Aproveite enquanto dá tempo.Não espere a ausência pra entender a presença.Não espere a saudade pra descobrir o valor.Não precisa de textão no Instagram.Às vezes um café juntos, um “obrigado por tudo”, já diz o que a vida inteira tentou mostrar.E se ele já partiu…Então fale com ele agora, em pensamento.Porque pai de verdade… não vai embora.Ele só muda de forma.
Ser pai não é um título.É um movimento.É o gesto de quem, mesmo sem ter certeza de nada, vai lá e tenta.Tenta ser abrigo. Tenta ser espelho. Tenta ser chão.Ser pai, muitas vezes, é ter sido criado sem referência…E mesmo assim, decidir amar melhor.Amar do seu jeito. Às vezes em silêncio. Às vezes com excesso de preocupação.Quase sempre com medo.Mas nunca com indiferença.Pai é quem está.Mesmo quando não sabe o que dizer.Mesmo quando tudo aperta e ele segue em pé.Hoje a mensagem é para esses homens que fazem o possível —e carregam a dor de achar que nunca é suficiente.Para os pais jovens, que ainda estão aprendendo a se conhecer.Para os pais mais velhos, que agora enxergam o quanto o tempo voa.Para os que criam filhos que não são seus — e mesmo assim chamam de “meu”.Para os que tentaram e não conseguiram.Para os que não nasceram pais, mas se tornaram.Para os que perderam…e agora só conseguem lembrar com o peito apertado.Se você é pai e, por dentro, vive se perguntando se foi ou está sendo bom…Talvez essa pergunta já seja a resposta.Porque bons pais não são os perfeitos.São os que se importam.São os que ficam.Mesmo cansados, mesmo calados.E se você é filho, filha…Aproveite enquanto dá tempo.Não espere a ausência pra entender a presença.Não espere a saudade pra descobrir o valor.Não precisa de textão no Instagram.Às vezes um café juntos, um “obrigado por tudo”, já diz o que a vida inteira tentou mostrar.E se ele já partiu…Então fale com ele agora, em pensamento.Porque pai de verdade… não vai embora.Ele só muda de forma.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
"O bebê não consegue ficar de pé com um pé só. Ele não consegue arremessar um frisbee. E não sabe assobiar! Até o cabeçudo Benny Hogarth sabe assobiar, e ele já perdeu os dentes da frente!" É o que diz uma garotinha corajosa que acha que seu novo irmãozinho está arruinando TUDO: destruindo seu quarto, babando em todos os seus brinquedos e atrapalhando seus planos para a festa de aniversário. Mas quando ela abre seu coração, essa irmã mais velha percebe que pode ser ela o verdadeiro problema - afinal, o bebê é apenas um bebê. Talvez tudo o que ele precise seja de uma irmã mais velha melhor. Escrito por Matthew Swanson, ilustrado por Robbi Behr, e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episódio. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/44Awuak Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Lograr 0% en rotten tomatoes es un logro PERO TAMBIÉN un halago…
Talvez ele chegue hoje, aqui, nesse momentoA gente corre tanto.Se envolve com o trabalho, com as contas, com as urgências…E vai deixando o essencial pra depois.Só que, de uns tempos pra cá, a vida tem apertado o passo.Tem levado gente jovem demais.Tem cortado caminhos no meio.E deixado famílias olhando pra um lugar vazio na mesa.Isso machuca.E faz pensar.Será que estamos mesmo vivendo o que importa?Ou só estamos sobrevivendo?Família não é só laço de sangue.É lar, é chão, é onde a alma descansa.É onde a gente pode ser quem é, sem performance, sem filtro.E é justamente aí que a gente mais precisa estar inteiro.Se tem algo que a vida tem me ensinado é queninguém volta no tempo pra dar aquele abraço que não deu.Ninguém consegue dizer “eu te amo” depois que o silêncio vira saudade.Então, se tem alguém aí perto — ou até longe, mas presente no teu coração —valoriza. Liga. Escreve. Chega junto. Pede desculpa. Escuta sem pressa.A gente nunca sabe quando é a última vez.E tudo que fica…é o que a gente viveu com verdade.Cuida de quem é teu.Não espera o susto.Amar é hoje. É agora.
Talvez ele chegue hoje, aqui, nesse momentoA gente corre tanto.Se envolve com o trabalho, com as contas, com as urgências…E vai deixando o essencial pra depois.Só que, de uns tempos pra cá, a vida tem apertado o passo.Tem levado gente jovem demais.Tem cortado caminhos no meio.E deixado famílias olhando pra um lugar vazio na mesa.Isso machuca.E faz pensar.Será que estamos mesmo vivendo o que importa?Ou só estamos sobrevivendo?Família não é só laço de sangue.É lar, é chão, é onde a alma descansa.É onde a gente pode ser quem é, sem performance, sem filtro.E é justamente aí que a gente mais precisa estar inteiro.Se tem algo que a vida tem me ensinado é queninguém volta no tempo pra dar aquele abraço que não deu.Ninguém consegue dizer “eu te amo” depois que o silêncio vira saudade.Então, se tem alguém aí perto — ou até longe, mas presente no teu coração —valoriza. Liga. Escreve. Chega junto. Pede desculpa. Escuta sem pressa.A gente nunca sabe quando é a última vez.E tudo que fica…é o que a gente viveu com verdade.Cuida de quem é teu.Não espera o susto.Amar é hoje. É agora.
Você já se sentiu desapontado com pessoas, líderes ou até mesmo com a igreja? Talvez a frustração que te espreita não esteja no que aconteceu — mas no que você esperava que acontecesse. Existe uma diferença sutil e poderosa entre confiar em Deus e depender de pessoas como se fossem sua fonte.Essa mensagem é para quem está cansado de viver preso a expectativas não correspondidas. É uma convocação para liberdade interior, para redirecionar sua esperança e descobrir o que acontece quando você ancora sua fé no lugar certo.Prepare-se para enxergar com novos olhos... e viver com um coração leve, curado e inabalável.---Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Quantas decisões do seu dia partem do medo? Medo de errar, de ser rejeitado, de não ser bom o suficiente. Talvez você nem perceba, mas quem está decidindo a sua vida é o ego — não você.Neste episódio, Fernando revela uma das chaves mais profundas da liberdade emocional: a diferença prática entre viver como o ego e viver como o ser. O ego reage, o ser responde. O ego quer controlar, o ser sustenta. O ego se defende, o ser confia.Você vai entender por que tantos padrões se repetem, por que certas dores ainda doem e, principalmente, como acessar o ponto interno onde a verdadeira transformação acontece.Essa não é uma ideia bonita — é um convite direto para um novo modo de viver. Onde você deixa de ser refém das suas reações e começa, finalmente, a escolher com presença.Curta, comente, compartilhe e se inscreva no canal.Conheça o Saída Para Dentro: https://www.asaidaeparadentro.com/Conheça o B.E.M: https://www.bemschool.com/Instagram: https://www.instagram.com/fernandoreis.bem
Você já se sentiu desapontado com pessoas, líderes ou até mesmo com a igreja? Talvez a frustração que te espreita não esteja no que aconteceu — mas no que você esperava que acontecesse. Existe uma diferença sutil e poderosa entre confiar em Deus e depender de pessoas como se fossem sua fonte.Essa mensagem é para quem está cansado de viver preso a expectativas não correspondidas. É uma convocação para liberdade interior, para redirecionar sua esperança e descobrir o que acontece quando você ancora sua fé no lugar certo.Prepare-se para enxergar com novos olhos... e viver com um coração leve, curado e inabalável.---Ministração do Pr. Abe Huber nos Cultos de Celebração de 03 de agosto de 2025.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
LEITURA BÍBLICA DO DIA: EZEQUIEL 34:1-12 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 60–62; ROMANOS 5 Vamos ler o devocional juntos? Separe um tempo especial para Deus hoje e faça sua reflexão diária: Talvez a tradição esportiva mais emocionante que exista aconteça numa universidade muito próxima de um complexo hospitalar. Há um hospital infantil que fica ao lado do estádio e, no último andar desse hospital, as janelas vão do chão ao teto e oferecem uma ótima vista da arena de esportes. Em dias de jogo, as crianças doentes e suas famílias lotam esse espaço para assistir às partidas; ao final do primeiro tempo, treinadores, atletas e milhares de torcedores viram os rostos para o lado das janelas do hospital e acenam. Nesse momento, os olhos das crianças brilham. Com o estádio lotado e milhares assistindo pela TV, é poderoso ver que os atletas se importam. As Escrituras instruem aqueles que têm força (e nós todos temos algum tipo de força) a cuidar dos que são mais fracos ou que estão feridos. Porém muitas vezes ignoramos os que precisam de atenção (EZEQUIEL 34:6). O profeta Ezequiel repreendeu os líderes de Israel pelo egoísmo deles, ao desconsiderarem quem mais precisava de ajuda. “Que aflição os espera…”, disse Deus por meio de Ezequiel. “Não cuidaram das ovelhas fracas, não curaram as doentes nem enfaixaram as [...] feridas” (vv.2,4). Com que frequência nossas prioridades, filosofias ou políticas econômicas demonstram pouca consideração pelos vulneráveis? Deus nos mostra um caminho diferente, onde os que têm poder cuidam dos que precisam (vv.11-12). Por: WINN COLLIER
Dormir em qualquer canto, farejar Wi-Fi a quilômetros, poderes com condições específicas. Neste episódio, a gente vai longe! Com os superpoderes que só a vida na estrada desenvolve. e também cogitar quais seriam legais. Talvez inúteis e ao mesmo tempo indispensáveis. Vem que a gente voou bem longe com esse programa! Com Lanna Sanches, Guto Arrigoni e Felipe Savietto➡️ Site da Agência Explorar Marrocos , e confira os pacotes de viagem!
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 30, Carlos Andreazza fala da guerra comercial criada por Trump e seus impactos na economia brasileira. Visão do presidente para remodelar o comércio global está se encaixando, mas ele está embarcando em um experimento que, segundo os economistas, ainda pode produzir resultados prejudiciais à economia. Economias, como União Europeia e Japão, fizeram as pazes abruptamente com tarifas mais altas sobre suas exportações, aquiescendo às exigências do presidente Trump para evitar guerras comerciais prejudiciais e para reduzir um pouco as tarifas americanas ainda mais altas. No caso brasileiro, porém, essas negociações têm se mostrado mais difíceis, principalmente por conta do viés político que reveste a decisão americana. Tecnicamente falando, a tarifa nem se justificaria, porque os EUA são superavitários há muitos anos na relação comercial com o Brasil. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Manuella Menezes e Everton OliveiraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: LUCAS 5:12-16 Plano De Leitura Anual: SALMOS 49–50; ROMANOS 1 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Na pequena comunidade entre as montanhas, certa cidade se assemelha a dezenas de outras menores da região, mas com uma grande exceção: nenhum dos 142 moradores possui acesso à internet. O motivo disso é para evitar interferência de wi-fi ou torres de telefonia celular perto de um Observatório no local cujo telescópio é constantemente apontado para o céu. Como consequência, essa pequena cidade é um dos lugares tecnologicamente mais “tranquilos” de todo o país. Às vezes, o silêncio é o melhor ambiente para olharmos com clareza alguma situação, e é especialmente bom para nosso relacionamento com Deus. Até mesmo Jesus nos ensina exatamente isso ao se retirar para lugares quietos e solitários para conversar com o Seu Pai. Lemos que Jesus muitas vezes “se retirava para lugares isolados, a fim de orar” (LUCAS 5:16). Talvez a palavra-chave seja muitas vezes. Essa era a prática regular de Cristo; ela estabelece o exemplo perfeito para nós. Se o Criador do Universo estava ciente de Sua dependência de Seu Pai, imagine o quanto nós precisamos dele! Retirar-se para um lugar tranquilo para “revigorar-nos” na presença de Deus nos capacita para prosseguirmos com Sua força renovadora. Onde encontrar um lugar assim para orar hoje? Por: BILL CROWDER
Neste episódio, eu te convido para uma conversa que talvez te tire do lugar, e é exatamente por isso que ela pode te colocar mais perto da sua verdade.Recebi duas mulheres que inspiram pelo exemplo, não pelo discurso. Fabíola Giusti, criadora da Haux Alimentos, e Antonella Satyro, autora best-seller e fundadora do programa "Líderes que Curam", compartilharam como decidiram recomeçar no auge.Elas tinham sucesso, estabilidade e reconhecimento. Mas algo lá dentro gritava: “não é mais por aqui”. E tiveram coragem de ouvir.Falamos sobre: - Recomeços que nascem no silêncio da alma - Alimentos como ferramenta de cura - A importância das conexões na vida adulta - Liderança feminina além dos rótulos - Espiritualidade como estratégia de vida - O preço de ignorar os sinais do corpoEsse episódio é um lembrete forte e necessário: recomeçar não é sinal de fraqueza, é um ato de lealdade a si mesma. Se você sente que está apertada demais na vida que construiu. Se seu corpo tem gritado por mudanças. Se sua alma pede espaço. Então essa conversa é pra você.Dê o play. Talvez você não esteja perdida, só esteja pronta.Aproveita meu cupom JUGOES para 10% de desconto no site da Ūste → https://bit.ly/uste_jugoesUse meu cupom JUGOES para 10% de desconto no site da Haux → https://hauxalimentos.com.brConheça o trabalho da Antonella → https://www.instagram.com/antonellasatyro/contém publicidadeFaça parte da minha Mentoria Dharma → https://bit.ly/mentoriadharma_spotify ⚡️
Tão inimigos que eles eram. Montenegro até pôs Ventura em tribunal. Já este ano. Agora considera que o Chega tem sido “responsável”. Um sentido de responsabilidade de que fará parte, porventura, o esquecimento de levar por diante uma comissão parlamentar de inquérito à Spinumviva. Na frente presidencial, continuam a perfilar-se candidatos e proto-candidatos. Talvez as comemorações do 25 de Abril, que ainda decorrem, possam incluir uma rubrica intitulada “50 anos, 50 candidatos”. Entretanto, aquele que chegou a aparecer como vencedor antecipado, parece estar a perder gás. Talvez a farda – que teve de despir – fosse a “criptonite” de Gouveia e Melo. Tudo isto, numa semana em que esteve em exibição a série “O sexo e a cidadania”. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Leitura Bíblica Do Dia: 1 PEDRO 4:7-11 Plano De Leitura Anual: SALMOS 40–42; ATOS 27:1-26 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em junho de 1965, seis adolescentes saíram da ilha de Tonga onde moravam, na Polinésia, e partiram em busca de aventura. Na primeira noite, a tempestade quebrou o mastro e o leme da embarcação e eles ficaram à deriva por dias, sem mantimentos, antes de chegar à ilha desabitada de 'Ata. Foram 15 meses até serem encontrados. Os rapazes montaram uma horta, escavaram troncos de árvores para armazenar água da chuva e improvisaram uma academia. Quando um deles quebrou a perna, eles fizeram uma tala com gravetos e folhas. Resolviam suas discussões com reconciliação, começavam e terminavam o dia cantando e orando. Todos foram resgatados saudáveis e suas famílias maravilharam-se, pois já tinham antecipado os seus funerais. Ser cristão no primeiro século pode ter sido uma experiência de isolamento. Talvez eles tenham se sentido perseguidos por sua fé, afastados da família e à deriva. Pedro os encorajou a permanecer disciplinados nas orações, amar uns aos outros e usar todas as suas habilidades para realizar a obra (1 PEDRO 4:7-8,10-11). No tempo certo, Deus os restauraria, sustentaria e os fortaleceria (5:10). Em tempos de provação, é necessário ter a “fé como a de um náufrago”. Oramos, somos solidários na obra, e Deus nos conduz. Por: SHERIDAN VOYSEY
Neste episódio, seguimos com a terceira parte da leitura do artigo Sobre a psicogênese de um caso de homossexualidade feminina (1920), no qual Freud se aprofunda nos mecanismos inconscientes que organizam o desejo da jovem analisada e, com isso, ilumina a complexidade da sexualidade humana em geral.Aqui, Freud descreve o estilo amoroso da paciente: apaixonada, contida, reverente, assumindo a posição masculina de adoração idealizada. Sua relação com a amada é atravessada por fantasia, recuo sensual e devoção sem exigência. Mesmo diante da má reputação da mulher que ama, a jovem insiste, como se fosse justamente esse traço que conferisse dignidade ao gesto de amá-la.“A moça adotou o tipo masculino de amor. Sua humildade e sua terno despretenção, que pouco espera e nada pede. A felicidade, quando lhe era permitido acompanhar um pouco a dama, beijar-lhe a mão de despedida.”Freud observa que esse amor exaltado ecoa uma configuração edípica precoce e frustrada: o desejo pelo pai, a rivalidade com a mãe, o sonho de ter um filho que é negado simbolicamente quando a mãe engravida novamente. A tentativa de suicídio da jovem, longe de ser mero desespero, é lida como expressão simbólica de múltiplas forças psíquicas: desejo, culpa, autopunição, vingança.“Talvez ninguém encontre a energia psíquica para se matar, se primeiro não estiver matando também um objeto com o qual se identificou.”Nesta parte, Freud introduz o que chama de “sonhos mentirosos”: formações oníricas que, apesar de parecerem otimistas, surgem com a função inconsciente de enganar o analista — e, assim, proteger a posição subjetiva da paciente. Ao identificar esses sonhos como produto da mesma estrutura que a fazia enganar o pai, Freud conecta a transferência ao cerne do conflito:“As duas intenções, enganar o pai e agradar ao pai, vêm do mesmo complexo.”O episódio também toca na resistência analítica: a paciente colabora, fala, entende, mas não se transforma. A resistência não grita, mas silencia e segura. Freud reconhece o limite do processo e sugere, com elegância e precisão, que talvez uma analista mulher pudesse abrir novas vias de elaboração.Além disso, o texto oferece uma das passagens mais poéticas e profundamente humanas de toda a obra freudiana — quando ele se curva, admirado, diante do fato de que muitas vezes não sabemos o que sentimos, ou só descobrimos tardiamente o quanto algo nos afetou:“Vemo-nos assim obrigados a dar razão aos poetas que gostam de nos retratar pessoas que amam sem o saber, ou que não sabem se amam, ou que acreditam odiar e na realidade amam.”A leitura segue baseada na edição da Companhia das Letras, com tradução de Paulo César de Souza. Se você ainda não ouviu os episódios anteriores, eles estão disponíveis no feed.
EPISÓDIO 93: https://youtu.be/eKyaphK3DWEASPD Curso: asaidaeparadentro.comVocê já sentiu medo do silêncio? Talvez porque nos ensinaram que o silêncio é vazio, ausência, solidão. Mas e se for exatamente o contrário? E se for ali, na pausa entre um pensamento e outro, que você finalmente se encontra?Neste episódio, você vai descobrir por que o silêncio não é um espaço a ser preenchido — mas um portal para o que há de mais verdadeiro em você. É ali, quando cessam as vozes externas e internas, que sua essência pode aparecer sem máscaras, sem exigências, sem esforço.Fernando te convida a experimentar o silêncio como lugar de encontro, de cura e de reconexão. Aqui, a espiritualidade não é conquistada pela força, mas permitida pela entrega. Você vai perceber que toda busca termina quando você se permite apenas ouvir e sentir, sem tentar controlar, sem tentar entender tudo.Se você sente que vive sempre acelerado, preso no ruído da mente, talvez já esteja na hora de se dar uma chance de ouvir o que está escondido no silêncio. Porque ali não existe vazio: existe presença, existe paz, existe você.Curta, comente, compartilhe e inscreva-se. Seu processo começa quando você se permite parar e simplesmente ser.
Você já pensou que talvez o problema não seja a força… mas a falta de visão?Talvez você só precise enxergar de outro ponto.
Camila Moreno tem uma convicção que guia sua caminhada: a verdadeira transformação começa pelo corpo - esse espaço silencioso onde as emoções se expressam, mesmo quando ainda não sabemos nomeá-las. Talvez por isso ela sempre tome o cuidado de ouvir antes de interpretar, sentir antes de explicar. Formada em Administração e com uma trajetória sólida no universo corporativo e da educação executiva, Camila viveu durante anos em ambientes que priorizavam performance, lógica e metas. Mas, com o tempo, percebeu que o vazio que muitos carregavam - inclusive ela - não poderia ser preenchido apenas com estratégias e planos bem traçados. Era preciso olhar para dentro. Foi assim que ela começou a trilhar um caminho de retorno à essência. Um caminho que passou pela psicoterapia corporal, pela bioenergética, pelo estudo das emoções, da neurociência - e pela reconexão com uma sabedoria que o corpo carrega e que a mente, muitas vezes, não alcança. Hoje, como cofundadora da Pensea, ela conduz processos de autoconhecimento que integram corpo, mente, sentimento e ação - ajudando pessoas e organizações a se reconectarem com aquilo que há de mais humano: sua energia vital, sua história e seu próprio ritmo interior. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Camila Moreno contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Muitas respostas estão nos campos mais sutis”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
En el episodio de hoy de Por el Placer de Vivir, nos adentramos en una de las preguntas más incómodas y reveladoras: ¿Si todas mis relaciones fallan, el problema soy yo?. Con el estilo directo y empático del Dr. César Lozano, y acompañado del psicólogo Axel Ortiz, este episodio no se anda con rodeos y aquí se abordan los errores comunes, las señales sutiles de desprecio que damos y recibimos sin notarlo, el victimismo que nos impide crecer y las verdades que nadie quiere aceptar.¿Es realmente culpa del otro, o hay algo que estamos ignorando en nosotros mismos?, hablaremos de relaciones tóxicas, la fantasía del amor ideal, el pensamiento mágico, las trampas de las relaciones a distancia y por qué amar también es asumir responsabilidad.Una conversación polémica, reveladora, con frases que pican y consejos que sanan.
Talvez você não perceba, mas já existe algo que decide suas escolhas por você.Entender essa influência invisível pode ser a diferença entre seguir no automático ou conquistar a vida que você realmente quer.
Talvez você só precise de uma coisa que está ignorando todos os dias.Hoje você vai descobrir qual é.
Você segue low carb, mas os resultados não aparecem?Talvez o problema esteja em ingredientes que parecem inofensivos… mas que estão sabotando sua dieta sem você perceber.O novo episódio do Podcast Atletas LowCarb (#938) está no ar — e nele eu, André Burgos, junto com a nutricionista Maria Vitória, revelamos os piores ingredientes “low carb” que muita gente consome achando que está fazendo tudo certo.Falamos sobre:Ingredientes escondidos que atrapalham sua saúde e emagrecimentoDiferenças entre “diet” e “low carb”Receitinhas que podem ser aliadas ou vilãsComportamento alimentar e estratégias práticas para melhores resultadosSe você busca saúde real, performance e autonomia alimentar, esse episódio vai abrir seus olhos.Disponível nas principais plataformas de podcast e também no nosso site:www.atletaslowcarb.com.br:: Programa Atletas LowCarb:https://www.atletaslowcarb.com.br/programa-alc/Siga-nos nas redes sociais:Instagram: @atletaslowcarbFacebook: https://www.facebook.com/atletaslowcarb/Site: http://www.atletaslowcarb.com.br
¿Un teléfono que borra objetos, extiende imágenes, enfoca al instante y traduce llamadas… por menos de $4 mil pesos?En este episodio te cuento mi experiencia con el Tecno Camon 40, un equipo que no conocía, pero que me ha sorprendido por funciones que sí resuelven en la vida real:
Talvez já tenha passado pela sua cabeça: por que existe tanta maldade na humanidade? Será que existe chance para ela? O coração do homem é pecador e muitas das vezes é importante lembrar que Deus é capaz de mudar qualquer coração, por pior que seja. Saulo foi um grande exemplo de homem perverso que foi transformado pelo Senhor. Pois não se trata da capacidade do homem, mas do poder de Deus que traz à luz o sacrifício de Cristo e um amor sem igual que gera transformação.
✅Cupom JOELJOTA15: https://bit.ly/d2csummit-joelQuantas vezes você deixou um erro definir quem você é… ou se paralisou com um elogio?Talvez seja hora de ressignificar tudo isso.
Você já parou pra pensar como as palavras que você usa todos os dias moldam seu estado emocional, seu foco e seus resultados?Talvez seja hora de trocar o que você diz… e o que você acredita.
Sabe aquela sensação estranha de estar sempre correndo mas nunca chegando? Os boletos estão em dia, tá tudo certo, mas volta e meia você se pergunta: será que é só isso? Talvez você já tenha lido vários livros, consome bons conteúdos, ouve podcasts e prometeu que na próxima segunda vai fazer diferente, só pra chegar na sexta, no final do mês, no final do ano, e descobrir que vai continuar tudo igual. A frustração não vem da falta de esforço, pelo contrário, talvez você se esforce até demais. E o que cansa não é se esforçar, é se esforçar e não ter o resultado que você gostaria. O fato é que tem um jogo acontecendo na sua vida, e esse jogo tem leis, regras próprias. Só que a maioria dessas leis são “invisíveis”, só que você não percebe que elas estão comandando a sua vida e passa a chamar isso de destino! O episódio #241 do “Sai da Média” de hoje é sobre isso: As leis invisíveis que impedem você de crescer na vida. A verdade é que a vida na média sufoca, eu recusei essa vida. E te convido a fazer o mesmo. Dá o play e assista! → Destrave o Coach que Existe em Você: 2 dias intensos para destravar você pra ser uma pessoa com maior nível de realização e aprender técnicas de coaching profissional que poderão ser imediatamente aplicadas. O primeiro passo para você viver de coaching ou fazer disso uma renda extra. Inscreva-se! https://igtcoaching.site/destrave-o-coach-ago25-podcast-241 → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Talvez você pense que não há saída para o seu caso, que está na lama, perdeu tudo…Mas há algo muito valioso que você ainda não perdeu: a sua alma .Deus é grandioso em perdoar, mesmo quando você acha que já não merece. (Isaías 55:7)Participe desta oração se você se sente perdido, culpado e precisa de paz.
Neste episódio, como prometido, trago-vos a 2ª parte da conversa que gravei com o RAP sobre Humor, em julho de 2019. Durante esta quase hora e meia fizemos uma viagem ainda mais alargada ao mundo do humor. Falámos sobre os vários tipos e funções do humor, desde a sátira ao humor autodepreciativo; o que nos levou à dimensão da comédia enquanto transgressão e ao modo como, quando se faz de um determinado assunto terreno sagrado, isso o faz automaticamente, enquanto objecto de humor, ainda mais apetecível. Conversámos também sobre o que está por trás desta nossa capacidade para achar graça, e que nalguns casos se pode descrever como uma ‘suspensão da compaixão ou da emoção’. Isto levou-nos a um assunto que já tínhamos aflorado na 1ª parte da conversa: o papel da moral no humor. Isto é, se a ética do humorista (e do espectador), têm ou não influência no humor que o comediante decide fazer e naquilo a que achamos graça. Por exemplo, será que é verdade, como os comediantes insistem, que “dizem qualquer coisa para provocar o riso da audiência”. E, do nosso lado, espectadores, há temas ou abordagens restritos ou tudo é ingrediente para o humor? Esta questão toca em temas que podem dificultar a dita ‘suspensão da emoção’, como o piadas racistas ou xenófobas ou humor desviante. É uma discussão muito interessante, esta, e ao editar a conversa fiquei com a sensação de que a poderíamos ter aprofundado mais. No fundo eu partilho a perspectiva do Ricardo, mas acho que há algumas cambiantes que é interessante discutir. E pronto, foi uma excelente dupla dose de conversa. A vantagem de ter sido uma conversa longa é que pudemos cobrir muitos assuntos. Mas havia ainda mais a discutir, como, por exemplo, os desafios da escrita humorística e do guionismo, ou a comparação do humor com outras formas de criação humana e de arte. Talvez numa próxima conversa! See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na sala de aula seis, a segunda à esquerda no corredor, Henry está procurando um amigo. Um amigo que compartilhe. Um amigo que ouça. Talvez até mesmo um amigo que goste que as coisas permaneçam iguais e em ordem, como Henry. Mas, em um dia repleto de coisas muito próximas e muito barulhentas, quando nada parece dar certo, será que Henry encontrará um amigo - ou será que um amigo o encontrará? Com perspicácia e carinho, essa história sincera da perspectiva de um garoto no espectro do autismo celebra a magia cotidiana da amizade. Escrito por Jenn Bailey, ilustrado por Mika Song, e ainda não publicado no Brasil, por isso eu traduzi e adaptei especialmente pra esse episódio. Para acompanhar a história juntamente com as ilustrações do livro, compre o livro aqui: https://amzn.to/43EIlVO Se vc gostou, compartilhe com seus amigos e me siga nas redes sociais! https://www.instagram.com/bookswelove_livrosqueamamos/ E fiquem ligados, porque toda sexta-feira publico uma nova história. Até mais!
Nesse episódio, eu compartilho uma nova forma de olhar para o medo, não como algo a ser vencido, mas como um reflexo da versão antiga de você que está tentando te manter segura.Talvez você esteja sentindo que está prestes a mudar, mas continua travada. Talvez o medo esteja te protegendo... de crescer. E talvez, o que você chama de medo, na verdade, seja só o hábito de duvidar de si.
¿Tacaños ellos? Nunca… bueno, tal vez sí
No episódio anterior a ficha caiu pra muita gente. Teve gente que percebeu que a vida na média sufoca, teve gente que entendeu que vive ocupado mas sem produzir realmente alguma coisa, e teve gente que, finalmente, constatou que sua mente já havia desistido sem que tivesse notado. Talvez você tenha sentido esse soco de realidade ou, mesmo que não tenha assistido a parte 1, talvez você esteja com a sensação de que poderia muito mais na vida. Então, este episódio é pra você. Hoje, no episódio #239 do “Sai da Média”, você vai ver que só precisa de direção para sair do modo “piloto automático” e voltar a ter esperança de que a vida pode ser diferente do que tem sido. Essa é a Parte 2 dos 7 sinais que indicam que sua mente já desistiu e você nem notou. A verdade é que a vida na média sufoca, eu recusei essa vida. E te convido a fazer o mesmo. Dá o play e assista! → As inscrições para a Formação em Coaching Criacional estão abertas. Tenha acesso a um método validado, para atuar com segurança como Coach Profissional, viver uma vida com propósito e ser bem remunerado. https://igtcoaching.site/fcc-perp-podcast-239 → Para mais conteúdos gratuitos sobre produtividade e desenvolvimento pessoal, se inscreve aqui no canal e me segue no Instagram: https://www.instagram.com/geronimotheml/ → Segue a Paty no Instagram se quiser descobrir os segredos de um evento ao vivo que gera alta transformação e conversão em vendas: https://www.instagram.com/patyaraujo.oficial/ #SaiDaMédia #VidaNoComando #GeronimoTheml
Em 1977, algo incomum chamou a atenção da Força Aérea Brasileira: moradores do interior do Pará começaram a relatar avistamentos de luzes estranhas no céu e encontros com objetos voadores não identificados. Os relatos vinham principalmente da região de Colares e arredores, onde os fenômenos chegaram a causar pânico, com descrições de ataques que deixaram marcas físicas em algumas vítimas. Diante da crescente preocupação, foi criada a Operação Prato, uma missão sigilosa conduzida por militares com o objetivo de investigar os estranhos acontecimentos.Sob o comando do capitão Uyrangê Hollanda, a equipe passou meses coletando depoimentos, fotografando objetos luminosos e tentando entender o que estava por trás dos fenômenos. Décadas depois, os documentos foram parcialmente liberados e reacenderam o debate. No episódio de hoje, os investigadores Andrei Fernandes, Rafael Jacaúna e César Gaglioni se questionam sobre o que realmente aconteceu na Amazônia durante aqueles meses turbulentos. A Operação Prato ainda permanece como um dos casos mais intrigantes da história da ufologia mundial, cercada por mistério, controvérsias e perguntas… Talvez agora com respostas?A Lynda MD oferece soluções personalizadas para produção de conteúdo no Instagram (o famoso social media), anúncios profissionais no Meta, que é o grupo do Facebook e Instagram, e no Google, além da construção de sites modernos e funcionais perfeitos para o seu negócio. Saiba mais acessando o site www.lyndamd.com.br Links:Apoia-se Mundo Freak: https://apoia.se/confidencialMundo Freak no Youtube
Ouça agora o Podcast Segue a Linha: https://spoti.fi/4e9KlsDVocê sente que está perdido, travado, sem clareza?Talvez o problema não seja tão grande quanto parece, e sim o fato de você não estar dando o primeiro passo.Nesse episódio, você vai entender o poder da ação específica e como a clareza na comunicação pode transformar não só os seus resultados, mas também sua autoestima, sua relação com os outros e com você mesmo.É hora de parar de generalizar e começar a agir de verdade.