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Em mais um episódio do Analisando Tributos, Jô Nascimento comenta sobre o ICMS-SP: alterações para 2026
Alterações climáticas, poluição atmosferica e microplásticos são algumas das questões ecológicas que dominaram o ano
O agravamento dos impactos das alterações climáticas expõe milhões de pessoas a violações de direitos humanos, tornando mais urgente a atribuição de responsabilidades e a adoção de respostas baseadas na justiça.
Nothing was said.Marcus Perez, CEO of Altera Digital Health, described a moment that began as a mistake and still shapes how he leads thousands today.No meeting followed.No email.No correction in the usual sense.Instead, the situation escalated.The next day, someone more senior took control — not to punish, not to explain — but to recreate the risk.Closer.Lower.Long enough to make the point unavoidable.What stayed with me wasn't the danger...It was the restraint.The decision to teach without reacting.To let accountability come after understanding.And to trust that the moment itself would do the work.As our conversation unfolded, beyond that incident — into pressure, truth, and why leaders often default to intensity when something else is required.It's the kind of leadership moment that doesn't feel dramatic at first…but quietly rewires how you show up years later.Ever taught or learned a lesson where nothing needed to be said?-----Connect with the Host, #1 bestselling author Ben FanningSpeaking and Training inquiresSubscribe to my Youtube channelLinkedInInstagramTwitter
“Cabo Verde, crises e resiliência – erupção vulcânica, secas, Covid-19, guerras na Ucrânia e no Médio Oriente” é o título do livro onde o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, faz um exercício de balanço de como Cabo Verde e o seu Governo enfrentaram as diferentes crises. A obra, que é um contributo para documentar a História de Cabo Verde, é também um registo da coragem e capacidade de sacrifício de um povo. A erupção vulcânica, as secas, a pandemia de Covid-19, os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável, a riqueza dos recursos naturais e a pobreza em África ou a acção climática e ambiental, são alguns dos temas desenvolvidos no livro. Ulisses Correia e Silva esteve recentemente em Portugal para apresentar a obra. Em entrevista à RFI, o primeiro-ministro de Cabo Verde, entre outros temas, fala de como lidou com as crises que enfrentou enquanto chefe de Governo, de transição energética, de água, de alterações climáticas, do posicionamento de Cabo Verde perante os conflitos entre Rússia e Ucrânia e entre Israel e Palestina, a importância da diáspora cabo-verdiana e o crescimento de Cabo Verde. RFI: O que o motivou a escrever este livro? Ulísses Correia e Silva, primeiro-ministro de Cabo Verde: A motivação tem a ver com o momento excepcional e especial do período em que Cabo Verde, e também o mundo, atravessou crises muito graves. A gente vai falar da pandemia da Covid-19, uma das maiores crises mundiais depois da Segunda Guerra Mundial. Cabo Verde foi exposto e teve um impacto muito forte na sua economia, no quadro social. Estamos a falar de secas severas, mas que não são secas severas quaisquer. De 2017 a 2021, nós sofremos as piores secas dos últimos 40 anos, também com impacto muito forte. Depois, já temos aquilo que é o resultado da tensão geopolítica, a guerra na Ucrânia, que provocou uma crise inflacionista em 2022, que fez a nossa inflação disparar de 1% para 8%, com impactos muito graves, e são basicamente estas crises que conformam a estrutura do livro. Para deixar retratado, testemunhado aquilo que foram os impactos muito fortes num país como Cabo Verde, que conseguiu fazer face e recuperar, relançar a sua economia e a vida social que continua hoje e com muito mais resiliência. RFI: Quais são as lições que, Cabo Verde, os cabo-verdianos, o Sr. Primeiro-Ministro foram obrigados a tirar destas crises? Ulisses Correia e Silva: As lições têm a ver com o reconhecimento, de facto, que as alterações climáticas e as mudanças climáticas são um facto. Nós, não só sofremos os impactos de secas severas, mas, como mais recentemente, o que já não faz parte do livro porque aconteceu depois, tivemos o impacto de tempestade Erin, em São Vicente, Santo Antão e São Nicolau, um dos piores fenómenos meteorológicos extremos que Cabo Verde vivenciou. É o contraste da seca, portanto, é chuva torrencial a cair em pouco espaço de tempo, e que provocou até 9 mortos e com muita destruição. E tivemos, mais recentemente, também chuvas torrenciais em Santiago, em Santiago Norte, com impactos muito fortes. Portanto, a nível das alterações climáticas há necessidade de reforçarmos a resiliência, quer a nível da preparação, quer a nível das infra-estruturas para adaptação e mitigação para conseguirmos estar mais preparados em todas as frentes para eventuais cenários extremos, tendo em conta, sempre, que nenhum país consegue estar totalmente preparado. Isto acontece também na Europa, acontece nos Estados Unidos, mas é sempre melhor reforçar a resiliência do que manter o 'status quo'. Depois, nós temos também uma outra lição que é a confiança no país. Com os nossos meios, com o apoio dos nossos parceiros, com a nossa economia, conseguimos recuperar, relançar e temos hoje uma economia a crescer de uma forma robusta, com o desemprego a reduzir-se, com a pobreza extrema em fase de eliminação. Essa é uma confiança de um país que consegue recuperar face a choques externos fortes e consegue também fazer apostas de resiliência no futuro, particularmente a nível da transição energética e da estratégia da água, para sermos menos dependentes desses fenómenos e dos choques externos. RFI: Como é que projecta enfrentar esses que identifica como os principais desafios, a questão climática e energética? Ulisses Correia e Silva: Primeiro a transição energética. Nós já tínhamos traçado, mesmo antes da guerra na Ucrânia que provocou essa crise inflacionista, um objetivo muito claro de atingirmos em 2026 mais de 30% da produção de electricidade através de energias renováveis. Nós vamos fechar em 2025, aliás, com cerca de 35%. Depois chegarmos a 2040 com mais de 50% da produção de electricidade através de energias renováveis e chegarmos a 2040 com mais de 80%. Isto é significativo porque reduz a independência do país aos combustíveis fósseis, reduz a exposição a choques externos energéticos, nomeadamente choques inflacionistas e aumenta a nossa contribuição para a redução da emissão de carbono. Depois temos a questão da água. Um país que está localizado na zona do Sael, que sofre as influências de secas periódicas. Nós virámos mais para o mar, para a dessalinização da água, a sua utilização na agricultura associada às energias renováveis para baixar o custo da produção de água; utilizarmos o máximo de reutilização e eficiência hídrica para podermos também estar mais preparados para a situação de seca. Estas duas vertentes colocam Cabo Verde no futuro com resiliência acrescida. Depois a terceira tem a ver com a diversificação da economia, que não fica apenas dependente de um único sector como é o turismo, por isso estamos a apostar fortemente na economia azul, na economia digital. São estas três grandes áreas que vão fazer com que Cabo Verde cresça ainda mais, aumentar o seu potencial de crescimento e cresça de uma forma mais diversificada. RFI: Qual é o papel da diáspora nessa aposta no desenvolvimento e num outro vector que o Sr. Primeiro-Ministro referiu na apresentação do livro, na vertente desportiva? Ulisses Correia e Silva: A diáspora é fundamental, não só com a sua contribuição para a economia, hoje cada vez mais dirigido para o investimento produtivo, através das remessas familiares, mas na amplificação do capital humano. Significa que a Cabo Verde é muito mais do que as 10 ilhas, é muito mais do que os 500 mil habitantes residentes, nós temos competências e capacidades em todo o mundo. E o futebol, por exemplo, o basquetebol, o andebol, são exemplos disto. A nossa capacidade de recrutar, para além do espaço interno dos residentes no país, recrutamos também em Portugal, em França, na Irlanda, nos Estados Unidos, lá onde temos cabo-verdianos de origem ou cabo-verdianos descendentes de cabo-verdianos, filhos, netos, bisnetos, trinetos, podem-se candidatar, primeiro, a obter a sua nacionalidade, depois a representar o país. Isto é que aumenta a capacidade de recrutamento a nível do futebol, a nível do basquetebol, a nível do andebol, mas aumenta a capacidade de recrutamento também do país, do aumento do seu capital humano em todas as outras áreas, na área da medicina, na área tecnológica, na área do empreendedorismo, dos negócios. Portanto, capacidade de ter uma selecção nacional abrangente com interesses dos cabo-verdianos no seu país e com portas abertas para poderem investir, poderem participar, poderem competir com a bandeira e o sentido da nação cabo-verdiana. RFI: Falando da política internacional, do papel de Cabo Verde e também da CPLP. Na guerra na Ucrânia, na situação em Gaza, qual é que poderia ser o papel da CPLP? Há quem aponte que tem sido pouco presente. Ulisses Correia e Silva: A CPLP, relativamente a essas situações que são de tensões geopolíticas, casos da guerra na Ucrânia, os países em si, individualmente, se posicionaram. Cabo Verde teve um posicionamento muito claro desde a primeira hora e mantemos a nossa posição. Individualmente, os países, praticamente todos, também se confluíram no sentido de reconhecer a gravidade da situação, a ilegitimidade da invasão de territórios alheios e de ocupação. Esses são princípios que nós não defendemos e que nós fazemos questão de pôr em evidência de que são contrários à Carta das Nações Unidas, são contrários ao direito internacional e devem ser devidamente sancionados politicamente. Mas é realidade que nós temos uma conjuntura extremamente difícil que tem que ter uma solução, que tem que ser necessariamente negociada no campo diplomático para encontrar a melhor posição. Dentro da situação em Gaza, também o nosso posicionamento sempre foi claro relativamente à condenação de qualquer situação que possa levar à destruição completa de territórios e de vidas humanas e procurar uma melhor solução para o Médio Oriente. RFI: Enquanto Primeiro-Ministro, daqui até ao fim do seu mandato, quais são os grandes desafios para os quais procurará encontrar solução? Ulisses Correia e Silva: As eleições serão entre Março e Maio. Conseguirmos concluir grandes projectos que estão em curso, pelo menos, ou vão então arrancar. Estou a falar, por exemplo, do pacote da Global Gateway, que são cerca de 400 milhões de euros que estão no sector dos transportes marítimos, nos portos, na economia azul, na economia digital e tem um impacto muito forte sobre a resiliência e o desenvolvimento da economia, e tem também uma componente da transição energética. É um pacote forte, os concursos vão ser lançados ainda este ano, estou a falar dos portos. Depois temos vários outros pacotes de investimentos que estarão na fase de lançamento e de continuidade da sua execução para o futuro próximo, depois a gerir. Agora de entrada de 2026, nós temos um orçamento muito forte para o ano de 2026, porque os governos e o país não podem parar por causa das eleições. Portanto, mantemos a continuidade da governança. Depois, competindo para o resultado eleitoral, que nós esperamos que nos seja favorável. O livro “Cabo Verde, crises e resiliência – erupção vulcânica, secas, Covid-19, guerras na Ucrânia e no Médio Oriente” foi editado pela Pedro Cardoso – Livraria
A explicação de como funciona o procedimento de mudança de nome e / ou de sexo nos documentos oficiais, para portugueses a residir no estrangeiro.
Neste episódio analisamos as propostas de alteração à lei laboral avançadas pelo Governo que levaram as duas centrais sindicais a convocar a greve geral que decorreu nesta quinta-feira - e notamos que os dois lados da barricada usam os mesmos factos para chegar a conclusões diferentes. Na segunda parte colocamos o foco na reunião de política monetária do Banco Central Europeu, marcada para a próxima semana. E para a forma como uma entrevista veio abalar a expectativa sobre a evolução da economia do velho continente, das taxas de juro diretoras e até da sucessão de Christine Lagarde. Com Paulo Ribeiro Pinto e Leonor Mateus Ferreira numa edição de Hugo Neutel.
durée : 00:08:44 - Feminine Voices at Christmas - Ensemble Altera, Christopher Lowrey - « Feminine Voices » célèbre la voix féminine et le temps de Noël à travers les œuvres de huit compositrices : Hildegard von Bingen, Imogen Holst, Germaine Tailleferre, Cecilia McDowall, Joanna Marsh, Barbara Strozzi, Elizabeth Poston et Kerensa Briggs. Vous aimez ce podcast ? Pour écouter tous les autres épisodes sans limite, rendez-vous sur Radio France.
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A função gramatical essencial de "do", "does" e "did" é atuar como verbos auxiliares para formar perguntas e negações, indicando ao mesmo tempo em que tempo verbal a frase está ocorrendo,.Diferente do português, onde a entonação da voz geralmente basta para transformar uma afirmação em pergunta, o inglês exige gramaticalmente a presença desses auxiliares no início da frase para indicar uma interrogação,. Eles funcionam da seguinte maneira:• Indicadores de Tempo: Eles "avisam" se a frase está no presente ou no passado. O "do" e o "does" são auxiliares do Simple Present (presente), enquanto o "did" é o auxiliar do Past Simple (passado). Se você trocar o auxiliar "does" pelo "did" no começo de uma frase, você altera todo o tempo da pergunta do presente para o passado.• Concordância com o Sujeito: ◦ Does: Usado para a terceira pessoa do singular (He, She, It). ◦ Do: Usado para os demais pronomes (I, You, We, They). ◦ Did: Usado para indicar o passado (o texto implica seu uso geral para o tempo passado),.• Não Tradução: Eles geralmente não devem ser traduzidos nessas situações; eles servem apenas como uma ferramenta gramatical para estruturar a pergunta ou a negação.• Alteração do Verbo Principal: Quando se utiliza o auxiliar (na interrogativa ou negativa), o verbo principal volta à sua forma base. Por exemplo, na afirmação "He plays" (ele joga), o verbo tem um "s"; mas na pergunta "Does he play?", o "s" é removido porque o auxiliar "Does" já cumpre a função gramatical.Analogia: Pense nesses auxiliares como a bandeira de um juiz em uma partida de futebol. Quando o juiz levanta a bandeira, ele não está jogando a bola, mas está sinalizando para todos os jogadores e torcedores como devem interpretar aquele momento do jogo (por exemplo, um impedimento ou uma falta). Da mesma forma, o "Do", "Does" ou "Did" não são a "ação" da frase, mas levantam uma bandeira no início da fala para avisar ao ouvinte: "Atenção, o que vem a seguir é uma pergunta no presente (ou no passado)".Se inscreva no canal https://www.youtube.com/inglesraizcomfulvioporto?sub_confirmation=1 e Me segue no instagramhttps://www.instagram.com/ofulvioporto/
O Congresso aprovou R$ 13 bilhões em emendas parlamentares e determinou que o governo repasse essa verba antes da eleição do ano que vem. O presidente Lula disse que o Legislativo sequestra o orçamento da União. Hugo Motta acusou o Supremo de invadir a competência da Câmara nas emendas dos deputados. O ministro Gilmar Mendes manteve a decisão que altera a lei do impeachment e argumentou que ataques políticos e eleitorais ameaçam a independência do Judiciário. A economia brasileira desacelerou de julho a setembro. A Justiça de São Paulo bloqueou R$ 6 bilhões de suspeitos de lavar dinheiro do PCC. Veja também: a carreira meteórica e vitoriosa do técnico do Flamengo, Filipe Luís, e como vai ser o sorteio dos grupos da Copa do Mundo.
Nederland herbergt steeds meer grijze haren. Dat heeft impact voor de gebouwen die nog op de tekentafel liggen. Het échte thema voor 2026 en daarna? Vastgoed ontwerpen voor de gebruiker van de toekomst. Vastgoed draait om gebruikers, maar die stonden volgens Madeline Buijs de afgelopen jaren op de achtergrond. 'Terwijl we vooral spraken over bouwen, stikstof en geopolitiek, veranderde de gebruiker zelf', vertelt ze in haar column. Door vergrijzing willen mensen anders wonen, werken en kopen. Ouderen besteden minder, doen vaker boodschappen dichtbij huis en experimenteren minder. Dat vraagt om vastgoed dat daarop inspeelt. Madeline Buijs is Head of Research & Strategy bij Altera.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você está preparado para as novas responsabilidades que vão muito além do código? Neste episódio especial de tendências, Samuel Paiva, d'Os Agilistas, se junta aos nossos hosts para refletir sobre as transformações no papel dos desenvolvedores. Eles abordam desde a 'bolha da IA' até como os times de desenvolvimento estão sendo redefinidos, além de práticas de segurança que todo dev precisa dominar. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Bolha da IA e tendências Gartner; Alteração nos times de desenvolvimento; Novo papel dos desenvolvedores júnior; Modelos de linguagem e multiagentes; DevSecOps e segurança em software; Geopatriação de dados; Impacto geopolítico em hospedagem; Uso responsável da IA; Evolução dos agentes de software. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
El trio de Barcelona es tira a la piscina amb un nou disc, "Catalan graffiti", el seu primer treball cantat
Sobre la presión del candidato José Antonio Kast para nombrar a su jefe de la billetera fiscal, en caso de llegar a La Moneda; y el impacto del caso "Muñeca bielorrusa" en el Parlamento, donde dos congresistas se ven envueltos en transferencias de dinero del conservador Sergio Yáber.
Assim passou mais uma cimeira do clima com as queixas do costume sobre a falta de novos compromissos. Será que não nos devíamos preocupar tanto com as alterações climáticas?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A COP30 encerrou, neste sábado, 22 de Novembro, com um acordo modesto sobre a acção climática e sem plano para abandonar as energias fósseis. O Brasil, que acolheu a cimeira do clima em plena Amazónia, esperava mostrar que a cooperação climática não estava morta e “infligir uma nova derrota aos negacionistas”, como prometeu o presidente basileiro José Inácio Lula da Silva no início da conferência, mas não conseguiu convencer os países petrolíferos do Norte e do Sul, nem as economias emergentes, a enviarem uma mensagem colectiva ambiciosa para acelerar o abandono das energias fósseis. O texto adoptado por consenso pelos 194 países membros do Acordo de Paris e pela União Europeia faz apenas uma referência não explícita à saída das energias fósseis, recordando a decisão da COP28 no Dubai, Emirados Árabes Unidos. Os países em desenvolvimento obtiveram um apelo para triplicar a ajuda financeira destinada à adaptação a um clima mais violento até 2035. “Não vencemos em todas as frentes, mas obtivemos o triplo dos financiamentos para a adaptação até 2035. Era a nossa prioridade, tínhamo-la estabelecido como linha vermelha”, declarou Evans Njewa, representante do grupo dos 44 países menos avançados do mundo. O presidente brasileiro da COP30, André Corrêa do Lago, anunciou entretanto a intenção de lançar uma iniciativa própria sobre o abandono gradual das energias fósseis, bem como outra contra a desflorestação, para os países voluntários. Todavia, não se trata de uma decisão geral dos países da COP. Acho que uma das grandes coisas que vai nos animar nos próximos meses vai ser esse exercício de desenvolver um mapa do caminho sobre a redução da dependência de combustíveis fósseis e também de como é que nós vamos acelerar o combate ao desmatamento. A presidente da delegação do Parlamento Europeu à 30.ª Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, Lídia Pereira, saudou o acordo alcançado, sublinhou que a "Europa conseguiu garantir avanços concretos e evitou um não-acordo, que seria desastroso para o clima e para o multilateralismo a nível global". A União Europeia voltou a enfrentar um bloco muito coeso, os BRICS, o grupo do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul e, também, dos países árabes e, ao mesmo tempo, uma presidência brasileira pouco diligente em propor ou aceitar novas propostas em particular na área da mitigação, ou seja, nos compromissos de redução das emissões de gases com efeito de estufa. Que, aliás, foi sempre a nossa prioridade número um. Apesar de tudo, a União Europeia conseguiu alguns resultados importantes. Por exemplo, no pilar da mitigação houve finalmente um reconhecimento claro do défice que existe entre aquilo que está prometido e acordado e o que é realmente necessário para manter 1,5°C, dentro do quadro do Acordo de Paris. O texto final inclui uma referência ao Consenso dos Emirados Árabes Unidos da COP28, no Dubai. Foi também lançada uma iniciativa bilateral para a transição no abandono dos combustíveis fósseis. Não é a solução ideal. Não é aquilo que pretendíamos, mas é um passo relevante no pilar da adaptação. O financiamento fica protegido dentro daquilo que foi definido nas COP's anteriores. E há uma novidade é que os países recomendaram, pelo menos, triplicar o financiamento até 2035. ONG ambientalistas denunciaram a ausência de um roteiro concreto para a saída dos combustíveis fósseis, “mais uma vez continuou a falhar o essencial”, referem as ong's portuguesas Zero, Oikos e FEC - Fundação Fé e Cooperação. Francisco Ferreira, presidente da ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, sublinha que a conferência ficou “muito aquém daquilo que aqui se esperava”. Esta era, supostamente, a COP da verdade e da implementação. E no que diz respeito à verdade, continuamos, infelizmente, numa trajectória de aquecimento de 2,5°C em relação à era pré-industrial. No que respeita à implementação, aí é talvez a maior desilusão, porque a queima de combustíveis fósseis - onde está a principal responsabilidade pelo aquecimento da atmosfera - e daqui tinha que sair um roteiro, que agora é apenas uma promessa fora da convenção por parte da presidência brasileira para os próximos meses. Quando a mitigação é crucial para garantir que alteramos esta trajectória de aquecimento, esta conferência está longe realmente da acção da implementação prometida. Como balanço final feito pela ZERO, Oikos e FEC, termos aqui, em Belém, conseguido aprovar textos e o Mutirão, o grande documento-chave com um conjunto de linhas orientadoras, nomeadamente um acelerador global de implementação, são avanços, mas esta COP30 falhou naquilo que era essencial. Acabou por valer a pena, sem dúvida, mas é sempre triste chegarmos ao fim e percebermos que as necessidades do planeta e dos compromissos, principalmente dos países desenvolvidos, ficaram muito aquém daquilo que aqui se esperava. A Amnistia Internacional acusa os líderes mundiais de serem “incapazes de colocar as pessoas à frente dos lucros”. André Julião, Coordenador Editorial e Assessor de Imprensa da Amnistia Internacional Portugal mostra-se ainda chocado com a presença e participação dos lobistas do sector petrolífero no encontro. Houve aqui questões que ficaram muito abaixo das expectativas. Desde logo, porque os líderes da COP30 não conseguiram chegar a um acordo para colocar as pessoas acima dos lucros. Houve uma enorme falta de unidade, responsabilidade e transparência. Isso prejudicou a implementação de medidas climáticas urgentes. A principal decisão da COP30 evitou qualquer menção aos combustíveis fósseis, que são, como se sabe, o principal motor das alterações climáticas. Como agravante, houve um número recorde de lobistas de combustíveis fósseis. Esses lobistas tiveram acesso às negociações, nomeadamente através dos Estados que os representam e, portanto, deixaram a humanidade à mercê das consequências mortais dos seus planos de continuar a expansão dos combustíveis fósseis. O Brasil, porém, cumpriu a palavra: a sua COP30 foi a COP “dos povos”. Dezenas de milhares de militantes do clima, indígenas, sindicalistas e outros simpatizantes manifestaram-se pacificamente nas ruas de Belém. A sociedade civil não o fazia desde Glasgow, em 2021.
Produtividade e o teor de amido estão baixos, e o valor médio do produto sofreu queda de 1,1% em novembro em comparação com mesmo período do ano passado
Debate da Super Manhã: A Reforma Tributária está saindo do papel e promete mudar a forma como pagamos impostos no país. Algumas medidas já foram aprovadas e outras segue em análise. Alterações que podem afetar o seu bolso e o dia a dia das empresas e dos governos. No debate desta quinta-feira (13), o comunicador Tony Araújo conversa com os nossos convidados para falar sobre os atuais novos tributos, as principais mudanças e regras dos impostos e quem será beneficiado com essa alteração da carga tributária. Participam o procurador-geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Ricardo Alexandre, o conselheiro e vice-presidente de desenvolvimento profissional do Conselho Regional de Contabilidade de PE (CRCPE), membro da Academia Pernambucana de Contabilidade e auditor fiscal de Pernambuco, Eduardo Amorim, e o professor de Direito Tributário da UFPE, Eric Castro e Silva.
No episódio desta semana do podcast Diplomatas, Teresa de Sousa e Carlos Gaspar olharam para as comemorações dos 50 anos da independência de Angola e analisaram o contexto geopolítico da época, o papel desempenhado por Portugal, o processo de descolonização de África e a evolução da governação do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), com José Eduardo dos Santos e João Lourenço. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA reflectiram ainda sobre o estado do multilateralismo no âmbito da 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP30), a decorrer em Belém do Pará, no Brasil, e da 4.ª Cimeira União Europeia-Comunidade dos Estados da América Latina e Caraíbas (UE-CELAC), realizada em Santa Marta, na Colômbia. Para o final do programa ficou a discussão sobre o caso do documentário da BBC em que partes diferentes de um discurso que Donald Trump fez em 2021 foram apresentadas de forma a dar a entender que o actual Presidente dos Estados Unidos estava a incentivar abertamente os seus apoiantes a invadirem o Capitólio, no dia 6 de Janeiro, para travarem a certificação da vitória de Joe Biden na eleição de 2020. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos discute a tramitação do Projeto de Lei (PL) antifacção no Congresso Nacional brasileiro e as polêmicas que o cercam, especialmente a proposta de classificar organizações criminosas como terroristas.
COP30: diplomacia brasileira começa bem e arte vira protesto em Belém. Alterações de Derrite na PL Antifacção geram reação no governo e na PF. Primeira Turma do STF começa a julgar kids pretos. TSE retoma julgamento que pode cassar governador de Roraima. Governo deve elevar teto de imóvel para faixas mais baixas do Minha Casa Minha Vida.
PL Antifacção: Motta diz que Câmara 'não permitirá que PF perca suas atribuições'. Paraná confirma sétima morte após passagem de tornados. Território sem 'dono' no tráfico em SP vira área de disputa do PCC com CV. IPCA: inflação recua para 0,09% em outubro, menor taxa para o mês em 27 anos. Faxineira morre baleada após tentar limpar casa errada nos EUA.
Confira o Fechamento de Mercado desta quinta- feira (30)
Janie Futch and Martina Kolovich, co-founders of Altera Aesthetix, delve into the intricacies of the aesthetic industry. Set against the backdrop of an American market still catching up to global standards, Janie and Martina share their journey from dermatology practitioners to industry innovators. They discuss the growing accessibility and acceptance of Botox and fillers, emphasizing the importance of enhancing natural beauty and restoring confidence without conforming to societal stigmas of vanity.Throughout the episode, Janie and Martina discuss their philosophy of patient-centered care, putting an emphasis on understanding individual concerns thoroughly before proceeding with treatments. The conversation touches on the rapid growth of med-spa culture, the significance of comprehensive training for injectors, and the evolving landscape of aesthetic medicine. As passionate advocates for safety and patient education, they aim to overturn misconceptions in the cosmetic industry, ensuring that procedures like Botox and fillers are seen as positive, transformative experiences handled with utmost professionalism.Key Takeaways:Patient-Centered Approach: Janie and Martina prioritize understanding patients' unique concerns, focusing on enhancing natural beauty and restoring confidence rather than radically changing appearances.Education and Expertise: Both founders stress the importance of advanced training and education for injectors to prevent unsafe practices and ensure optimal results.Market Insights: Learning about the American esthetic industry's growth compared to global standards, emphasizing the need for more regulated and safe practices.Stigma and Perception: Addressing societal views on Botox and fillers, they promote these procedures as confidence-boosting rather than superficial.Business Growth Strategies: They share their strategy of building long-term patient relationships over short-term financial gain, ensuring a sustainable business model in aesthetics.Connect with Janie Futch and Martina Kolovich:WebsiteInstagramFacebookConnect with Rudy Mawer:LinkedInInstagramFacebookTwitter
Michael sits down with Ben Scharfe, EVP of AI at Altera Digital Health, to explore how artificial intelligence is reshaping healthcare. From ambient listening that lightens documentation load to specialty-trained AI agents enhancing decision-making, Ben shares practical examples of what's working today—and where challenges like clinician resistance and AI “hallucinations” remain. Hear why he believes AI, when implemented thoughtfully, can deliver what clinicians want most: more time with patients and less time with paperwork.
Hac in altera parte episodii, ad finem lectiolum pergimus quam Aulus Gellius de sanguine mirabili anatum et antidoto contra venenos omnes narranti . Non solum de anatibus nantantibus colloquimur sed etiam de natibus discipulorum natantium et urinantium piscinam intrantibus nugamur.
This week on Power House, Diego sits down with Hector Amendola, the president of Panorama Mortgage Group, formerly known as Alterra Home Loans. In 2022, Panorama rebranded from Alterra to what we now know as Panorama, with Alterra remaining as their retail arm. Panorama focuses on specifically serving underserved and underrepresented communities now through their brand new wholesale channel, Travisa Financial. Hector shares his journey from loan officer assistant to president and discusses Panorama's post-COVID pivot that included establishing their Mexican operations and launching their wholesale division. He explains the business opportunity in serving black and brown communities and why they believe in finding the "yes" rather than the easy "no" when it comes to lending. Here's what you'll learn: How Panorama transformed from retail-focused Altera into diversified lending The strategic advantages of establishing back-office operations in Mexico Why Travisa Financial targets wholesale lending to underserved communities How Panorama maintains a 50% servicing retention rate on payoffs Hector's career journey from LO assistant to president and the power of mentorship How the company's "find the yes" philosophy drives their underwriting approach Panorama's 2026 growth strategy balancing retail and wholesale expansion Related to this episode: Hector Amendola | LinkedIn Panorama Mortgage Group Panorama Mortgage Group enters TPO market with new brand Travisa Financial Alterra Home Loans HousingWire | YouTube Enjoy the episode! The Power House podcast brings the biggest names in housing to answer hard-hitting questions about industry trends, operational and growth strategy, and leadership. Join HousingWire president Diego Sanchez every Thursday morning for candid conversations with industry leaders to learn how they're differentiating themselves from the competition. Hosted and produced by the HousingWire Content Studio. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Pedro Magno e Flavio Barbieri discutem um caso clínico de encefalopatia hepática apresentado por Nordman Wall.Referências em breve.
O início do julgamento de dois processos que tratam da chamada “uberização” – a natureza da relação de trabalho entre motoristas e plataformas digitais – é o destaque deste episódio do podcast Supremo na Semana. Nas sessões de quarta e quinta-feira (1º e 2/10), foram ouvidas as manifestações das partes nos processos e de entidades interessadas no tema. O Supremo na Semana deste sábado também destaca o início do julgamento sobre a alteração dos limites do Parque Nacional do Jamanxim para construção da Ferrovia EF-170 (Ferrogrão), que liga Mato Grosso ao Pará, e a decisão do Plenário Virtual que manteve o número atual de deputadas e deputados federais para as eleições de 2026. O episódio 166 é apresentado por Mariana Brasil, analista de redes sociais do STF, e conta com os comentários de Mauro Burlamaqui, jornalista da Secretaria de Comunicação Social do Supremo, e de Hanna Gomes, advogada e analista jurídica da Rádio e TV Justiça.E o nosso podcast está aberto à sua participação. Envie comentários, dúvidas ou sugestões sobre o nosso programa para podcast@stf.jus.br
Depois de duas vitórias seguidas, Galo fica no empate sem gols contra o Juventude. Qual a realidade do time no campeonato? Briga no G6 ou por vaga na Sul-Americana ou será luta contra o Z4? Por que o ataque não está funcionando? Hulk fez muita falta? Quais jogadores já podem ser considerados titulares de Sampaoli? Contra o Fluminense, já vale testar o time que jogará a semifinal da Sul-americana contra o Del Valle? Com André Ribas, Henrique Fernandes, Carol Leandro e Rogério Corrêa. A edição é de Leticia Araújo.
Join us on the latest episode, hosted by Jared S. Taylor!Our Guest: Leigh Burchell, Vice President of Policy and Government Affairs at Altera Digital Health.What you'll get out of this episode:Policy Veteran Insight: Leigh Burchell shares her experience navigating U.S. health IT policy since 2008, from the Obama era to today.Federal vs. State Chaos: Fragmented state-level regulations complicate compliance for health tech companies like Altera.Shift Toward Voluntary Action: CMS is leading current health IT policy with a lighter regulatory touch, favoring pledges over mandates.User-Centered Innovation Needed: Overregulation often ignores the actual needs of clinicians and patients using health IT.Hope for Standards-Based Progress: Burchell urges for thoughtful federal frameworks to replace inconsistent state initiatives.To learn more about Altera Digital Health:Website http://www.alterahealth.com Linkedin https://www.linkedin.com/company/altera-health/ Our sponsors for this episode are:Sage Growth Partners https://www.sage-growth.com/Quantum Health https://www.quantum-health.com/Show and Host's Socials:Slice of HealthcareLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/sliceofhealthcare/Jared S TaylorLinkedIn: https://www.linkedin.com/in/jaredstaylor/WHAT IS SLICE OF HEALTHCARE?The go-to site for digital health executive/provider interviews, technology updates, and industry news. Listed to in 65+ countries.
Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Bingre do Amaral é professor na Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) e presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN). Estudou na Universidade Técnica de Lisboa, pela qual é licenciado em Engenharia Florestal e mestre em Planeamento Regional e Urbano. Desde 1998 foca o seu trabalho de docência, consultoria e investigação na temáticas do ambiente, conservação da natureza, florestas, ordenamento territorial e política de solos (rústicos e urbanos). _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:39) Início: Porque arde tanto Portugal? | Causas naturais vs acção humana | História da paisagem em Portugal desde o Paleolítico até hoje | Processo de Haber-Bosch | A transição florestal e a governança do risco de incêndio em Portugal nos últimos 100 anos (37:45) Como os eucaliptais abandonados facilitam a propagação do fogo (40:46) O papel das Alterações Climáticas | Alentejo (44:12) Qual é a solução? Já conseguimos diminuir o nº de ignições, mas…. Paradoxo do fogoSee omnystudio.com/listener for privacy information.