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Episódio 139 - A dúvida é pecado? Essa é uma questão que toca na essência da experiência humana e espiritual, e a resposta costuma ser mais profunda do que um simples "sim" ou "não". Muitas tradições teológicas e filosóficas diferenciam a dúvida honesta da incredulidade deliberada. Aqui estão alguns pontos para refletir sobre essa distinção: 1. A Dúvida como Parte da Jornada Ter dúvidas não é necessariamente o oposto da fé; muitas vezes, é um sinal de que você está processando algo profundo. Na Bíblia, por exemplo, figuras consideradas pilares da fé expressaram questionamentos: - Abraão e Sara: Riram diante da promessa de um filho na velhice. - João Batista: Mesmo tendo batizado Jesus, enviou mensageiros para perguntar: "És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?" - Tomé: Precisou ver para crer nas feridas da ressurreição. Em nenhum desses casos eles foram "descartados". Pelo contrário, receberam respostas e provas que fortaleceram sua caminhada. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Neste poderoso sermão, o Apóstolo Miguel Ângelo ensina que não existe neutralidade na vida cristã. A Bíblia revela que estamos em uma batalha espiritual entre a verdade e o engano, entre a luz e as trevas. Ao longo da mensagem, ele alerta sobre os perigos de falsos ensinos, doutrinas distorcidas e líderes que manipulam a fé das pessoas. Muitas vezes, o engano não aparece de forma evidente, mas se disfarça de espiritualidade, sabedoria e até de amor. Por isso, o cristão precisa conhecer profundamente a Palavra de Deus e desenvolver discernimento espiritual. O verdadeiro evangelho não é baseado em manipulação emocional, mercantilismo ou popularidade, mas na verdade revelada nas Escrituras. A igreja deve permanecer firme no evangelho da graça e proteger o rebanho contra qualquer distorção da fé. Esta mensagem é um chamado urgente para permanecer na verdade e viver uma fé sólida em Cristo. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema – Não há terreno neutro na vida Cristã: Quem não é por Jesus, é contra! Quarta – Feira 04/03/2026 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Aula 18 Módulo – 68 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Esta semana falámos sobre algo que quase todos nós sentimos, mas nem sempre dizemos em voz alta: a sensação de não sermos vistos.Vivemos todos os dias a fazer pequenas coisas — arrumar a casa, trabalhar, estudar, cuidar dos outros, resolver problemas — e muitas dessas coisas passam despercebidas. Entramos numa espécie de roda da vida. Corremos para cumprir responsabilidades, para corresponder às expectativas, para agradar. Muitas vezes tentamos ser aquilo que os outros precisam que sejamos. Mas, no meio disso tudo, esquecemo-nos de algo essencial: sentirmo-nos valorizados e agradecidos.E não é só sobre os outros não nos verem. Às vezes, também nós não vemos os outros.Vivemos na mesma casa, partilhamos o mesmo espaço, mas cada pessoa vive uma realidade diferente. Cada um carrega preocupações, medos, sonhos e cansaços que nem sempre são visíveis. Duas pessoas podem estar lado a lado no sofá e, ainda assim, estar a viver mundos completamente distintos por dentro.Precisamos de aprender a reconhecer as pequenas coisas. Um “obrigado”. Um “eu reparei”. Um “sei que não tem sido fácil”. Pequenas frases que podem mudar o dia — e até o peso que alguém carrega.Talvez possamos começar hoje. Olhar com mais atenção. Ouvir com mais presença. E lembrar-nos que, mesmo vivendo na mesma casa, cada pessoa vive uma história diferente.Se sentires que este episódio pode tocar alguém que conheces, partilha. Às vezes, uma simples partilha pode fazer toda a diferença.Obrigada por estares desse lado, até ao próximo episódio! INSTAGRAM @avidaacontece.podcasthttp://instagram.com/avidaacontece.podcastQueremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui http://youtu.be/8y57aAud__Iĺ
Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.
Muitas pessoas desejam emagrecer rapidamente. E, para alcançarem esse objetivo, é comum investirem em dietas muito restritivas, nada saudáveis e difíceis de serem sustentadas por longos períodos. Com isso, elas perdem peso, mas logo abandonam a dieta e recuperam todos os quilos eliminados e muitas vezes ganham até uns quilos a mais. Sobre os riscos do efeito sanfona, o âncora Jota Batista conversa com a endocrinologista, especialista em emagrecimento, Leila Gonzaga, no Canal Saúde nesta segunda-feira (03).
Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Jó 23:8–10, NKJV: "Olho para a frente, mas não o vejo... mas Ele conhece o caminho por onde eu sigo; quando Ele me tiver provado, sairei como o ouro."Aprendi algo vital: o nosso caráter é muito mais importante do que o nosso talento. Podemos ter todo o talento do mundo, mas sem um caráter sólido e aprovado, não iremos muito longe.É fácil confiar em Deus nos tempos bons. Mas a pergunta real é: você consegue confiar Nele com aquelas frustrações secretas que parecem não mudar nunca? Você orou, acreditou, mas Deus ainda não removeu o problema.A questão aqui não é apenas se você consegue confiar em Deus, mas, o mais importante: Deus pode confiar em você?Muitas pessoas permitem que as frustrações as tornem amargas. Elas perdem a paixão, deixam de se esforçar e desistem. Você vai passar nesse teste? Vai permanecer em fé mesmo quando não conseguir enxergar o que Deus está fazendo nos bastidores?Continue fazendo a coisa certa. Continue sendo bom para as pessoas, dando o seu melhor e mantendo um espírito de excelência. Pode parecer que nada está acontecendo do lado de fora, mas se você mantiver a atitude correta, algo poderoso está acontecendo do lado de dentro. Deus está mudando você. Se você continuar confiando, você vai subir mais alto, superar cada obstáculo e se tornar tudo o que foi criado para ser.Vamos fazer uma oração"Pai, obrigado porque, mesmo quando eu não consigo ver o que o Senhor está fazendo, eu ainda tenho todos os motivos para confiar em Ti. Obrigado porque os tempos de prova vão passar e eu sairei deles como o ouro. Eu creio que o Senhor está me transformando na pessoa que planejou que eu fosse. Em nome de Jesus, Amém."Ouro Provado no FogoUma Oração para Hoje
Kopš 2022.gada preču eksporta apjoms uz Krieviju ir samazinājies, bet ne tik lielā apmērā kā gribētos, ja domājam par ekonomisko sakaru saraušanu ar agresorvalsti. Jāuzsver gan, ka Latvijas uzņēmumu skaits, kas eksportē uz Krieviju, ir būtiski samazinājies un liela daļa eksporta bilancē ir preču tranzīts, kas nāk no citām valstīm. Tomēr tā ir mūsu robeža, pār kuru agresorvalstī pērn nonākušas preces gandrīz miljarda eiro apmērā. Arī sankciju pārkāpumu skaita ziņā Latvija ir viena no rekordistēm. Vai kaut kas ir jāmaina? Krustpnktā diskutē Latvijas Bankas Monetārās politikas pārvaldes vadītājs Uldis Rutkaste, Valsts ieņēmumu dienesta ģenerāldirektora vietnieks muitas jomā, Muitas pārvaldes direktors Raimonds Zukuls, Ekonomikas ministrijas valsts sekretāra vietnieks Jānis Salmiņš un Saeimas tautsaimniecības komisijas vadītāja vietnieks Jānis Vitenbergs.
Muitas vezes a autossabotagem não começa na vida adulta. Ela nasce lá atrás… na infância.Neste episódio, você vai entender como traumas de infância inconscientes podem estar influenciando seus relacionamentos, suas decisões, sua autoestima e até sua prosperidade — sem que você perceba.Padrões repetitivos, medo de rejeição, dificuldade de se posicionar, procrastinação, sensação constante de não ser suficiente… tudo isso pode ter raízes emocionais profundas.Aqui você vai descobrir: • Como traumas infantis moldam crenças limitantes • Por que você repete ciclos mesmo querendo mudar • A ligação entre autossabotagem e memórias emocionais reprimidas • Caminhos práticos para começar a romper esses padrõesSe você sente que existe algo invisível travando sua evolução, este episódio é para você.Respire fundo. Talvez a criança interior esteja pedindo para ser ouvida.
Tem uma frase que diz assim:“A vida é muito interessante.Suas maiores dores se tornam suas maiores forças.”Pensa nisso por um instante…Aquilo que hoje te incomoda…que te tirou o chão…que te fez chorar no silêncio…Pode estar construindo exatamente a estrutura que vai sustentar o teu futuro.A vida é interessante porque ela não desperdiça nada.Nem as quedas.Nem as decepções.Nem os dias difíceis.A dor ensina.A perda amadurece.A frustração fortalece.Quem nunca enfrentou tempestade não reconhece o valor do abrigo.Quem nunca foi desacreditado não entende a força de provar para si mesmo que é capaz.Muitas vezes, aquilo que você queria apagar da sua história…é justamente o capítulo que te deu musculatura emocional.A maior dor pode virar sensibilidade.Pode virar propósito.Pode virar direção.Não é sobre romantizar o sofrimento.É sobre entender que ele pode ser transformado.Tem gente que quebra.Tem gente que cresce.E crescer dói.Mas fortalece.Então, se hoje existe algo que pesa no teu coração…talvez esteja nascendo aí a tua maior força.Confie no processo.A vida é interessante demais para ser apenas sofrimento.Ela está, silenciosamente, te preparando.E um dia você vai olhar para trás e perceber:aquilo que quase te derrubou…foi exatamente o que te colocou de pé.
Conheça meu novo canal: https://www.youtube.com/@canalAndreaChociayVocê já teve a sensação de estar perdido na vida adulta? De olhar para as escolhas que fez e se perguntar se realmente foram suas?Muitas pessoas passam por uma crise de identidade na vida adulta, um momento em que carreira, relações e decisões começam a ser questionadas. Aquilo que parecia fazer sentido quando éramos jovens, muitas vezes deixa de refletir quem realmente somos.Neste episódio, conversamos sobre por que tanta gente se sente perdida na vida adulta e o que está por trás dessa crise silenciosa que muitos enfrentam.Falamos sobre:– Como construímos nossa identidade na juventude– O peso das expectativas familiares e sociais– Por que muitas escolhas são feitas no piloto automático– O momento em que começamos a questionar quem somos– E como a crise pode ser, na verdade, o início de uma vida mais conscienteSe você já sentiu que está vivendo uma vida que não parece totalmente sua, este episódio pode te ajudar a entender melhor esse processo.
Tem uma frase que diz assim:“A vida é muito interessante.Suas maiores dores se tornam suas maiores forças.”Pensa nisso por um instante…Aquilo que hoje te incomoda…que te tirou o chão…que te fez chorar no silêncio…Pode estar construindo exatamente a estrutura que vai sustentar o teu futuro.A vida é interessante porque ela não desperdiça nada.Nem as quedas.Nem as decepções.Nem os dias difíceis.A dor ensina.A perda amadurece.A frustração fortalece.Quem nunca enfrentou tempestade não reconhece o valor do abrigo.Quem nunca foi desacreditado não entende a força de provar para si mesmo que é capaz.Muitas vezes, aquilo que você queria apagar da sua história…é justamente o capítulo que te deu musculatura emocional.A maior dor pode virar sensibilidade.Pode virar propósito.Pode virar direção.Não é sobre romantizar o sofrimento.É sobre entender que ele pode ser transformado.Tem gente que quebra.Tem gente que cresce.E crescer dói.Mas fortalece.Então, se hoje existe algo que pesa no teu coração…talvez esteja nascendo aí a tua maior força.Confie no processo.A vida é interessante demais para ser apenas sofrimento.Ela está, silenciosamente, te preparando.E um dia você vai olhar para trás e perceber:aquilo que quase te derrubou…foi exatamente o que te colocou de pé.
Kopš 2022.gada preču eksporta apjoms uz Krieviju ir samazinājies, bet ne tik lielā apmērā kā gribētos, ja domājam par ekonomisko sakaru saraušanu ar agresorvalsti. Jāuzsver gan, ka Latvijas uzņēmumu skaits, kas eksportē uz Krieviju, ir būtiski samazinājies un liela daļa eksporta bilancē ir preču tranzīts, kas nāk no citām valstīm. Tomēr tā ir mūsu robeža, pār kuru agresorvalstī pērn nonākušas preces gandrīz miljarda eiro apmērā. Arī sankciju pārkāpumu skaita ziņā Latvija ir viena no rekordistēm. Vai kaut kas ir jāmaina? Krustpnktā diskutē Latvijas Bankas Monetārās politikas pārvaldes vadītājs Uldis Rutkaste, Valsts ieņēmumu dienesta ģenerāldirektora vietnieks muitas jomā, Muitas pārvaldes direktors Raimonds Zukuls, Ekonomikas ministrijas valsts sekretāra vietnieks Jānis Salmiņš un Saeimas tautsaimniecības komisijas vadītāja vietnieks Jānis Vitenbergs.
Terceiro Encontro do Retiro Quaresmal da Diocese dePetrópolis, com o tema “Fraternidade e Moradia”Neste encontro, refletimos sobre as famílias que vivenciarama perda de suas casas na tragédia de 2011, que causou a morte de mais de 900pessoas na Região Serrana.Muitas dessas famílias sobreviventes ainda aguardam umasolução. Outras, com o apoio da sociedade e de diversas instituições,conquistaram uma nova casa para viver com dignidade.Considerada a maior tragédia natural do estado do Rio deJaneiro, esse acontecimento influenciou a criação de políticas públicas deDefesa Civil, incluindo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas deDesastres Naturais (Cemaden).Entre as regiões atingidas, uma delas foi o Vale do Cuiabá,onde gravamos este nosso terceiro encontro, com a presença do padre João Rosa ede pessoas que viveram a tragédia. Mas, apesar de todos os problemas enfrentados, elas nuncaperderam a esperança no Deus que não desampara e que veio morar entre nós nasimplicidade do presépio. Acompanhe, semanalmente, sempre às segundas-feiras, osencontros do Retiro Quaresmal no canal da Diocese de Petrópolis no YouTube –WebTV Amor Divino – e em todas as nossas redes sociais. Vamos, juntos, rezar, refletir e nos preparar para a Páscoa!
Nos acompanhe através do nosso app: https://ad5ga.app.goo.gl/idefranInstagram: https://www.instagram.com/idefranespirita?igsh=OGVjOGhpMW84Ynp6&utm_source=qrVocê pode adquirim livros incriveis pela nossa página no Mercado Livre: Rádio Idefran, o Amor Está no Ar!
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 01/03
O abandono no feminino nem sempre é físico. Muitas vezes, ele é emocional, silencioso e profundo.Neste episódio do Afrodite Podcast, falamos sobre a ferida do abandono no feminino: como ela se forma, como se manifesta nos relacionamentos e por que tantas mulheres vivem com medo de não serem escolhidas, deixadas ou esquecidas.Com uma abordagem sensível, psicológica e simbólica, refletimos sobre a herança cultural do abandono, os impactos na autoestima, nos vínculos afetivos e na forma como as mulheres aprendem a amar — muitas vezes se abandonando para não perder o outro.Este episódio é um convite ao acolhimento interno, à consciência emocional e ao início de um processo de cura que não passa por endurecer, mas por se incluir no próprio amor.Se você sente ansiedade nos relacionamentos… se tem medo intenso de ser deixada… se se apega rapidamente ou se anula para manter vínculos… esse episódio é para você.
Muitas empresas estão afogadas em dados, mas continuam famintas por insights. Relatórios não faltam. O que falta é decisão boa, no tempo certo.Neste episódio do podcast O Pipeline de Insights (Do Dado à Decisão), a gente discute como sair do modo “reporting” — aquele monte de gráfico que ninguém usa — e construir um pipeline que transforma dados em perguntas relevantes, insights acionáveis e decisões de negócio.Falamos sobre:Como áreas de agilidade podem apoiar produto e negócio na geração de insights reaisA evolução do uso de métricas operacionais para decisões estratégicasPor que tantos times ainda veem dados como obrigação e não como alavanca de futuroO que muda na operação quando o dado vira insight, e não só relatórioQualidade de dados: por que confiar é pré-requisito para decidirComo conectar métricas do dia a dia com indicadores estratégicos de negócioSe você trabalha com dados, produto, agilidade, estratégia ou liderança, esse episódio é pra você.
✨ AUTOCONHECIMENTO E EGO: COMO LIDAR COM ELE DE FORMA CONSCIENTENeste vídeo, você vai entender de forma profunda e prática como lidar com o ego sem transformá-lo em um inimigo. Muitas pessoas acreditam que o ego é algo negativo, mas a verdade é que ele faz parte da nossa estrutura psicológica e pode ser integrado com consciência.Vamos conversar sobre:✔️ O que é o ego e qual é a sua verdadeira função✔️ Por que o ego não é seu inimigo✔️ O que é programação mental e condicionamento emocional✔️ Como a respiração consciente ajuda no equilíbrio emocional✔️ O poder do amor próprio no processo de cura✔️ A importância de abraçar a si mesmo e desenvolver autocompaixãoSe você busca autoconhecimento, inteligência emocional, espiritualidade prática e desenvolvimento pessoal, este conteúdo foi feito para você.Este vídeo é um convite para olhar para dentro, reconhecer seus padrões e aprender a viver com mais presença, consciência e equilíbrio.
Compre na Insider: https://creators.insiderstore.com.br/ADULTA Cupom: ADULTA Você sente que as pessoas estão se afastando de você e não entende o motivo? Neste episódio, eu falo sobre atitudes inconvenientes que afastam as pessoas sem que você perceba. Muitas vezes acreditamos que estamos sendo sinceros, prestativos ou apenas “verdadeiros”, mas alguns comportamentos podem soar invasivos, desrespeitosos ou emocionalmente imaturos. Aqui você vai entender: – Por que algumas atitudes afastam pessoas – Como identificar comportamentos inconvenientes – A diferença entre intenção e impacto – Como melhorar suas relações pessoais e profissionais Se você quer melhorar seus relacionamentos, desenvolver inteligência emocional e parar de repetir padrões que prejudicam sua vida social, esse episódio é para você.
Neste vídeo, eu falo sobre independência financeira feminina, liberdade de escolha e segurança emocional através do dinheiro. Muitas mulheres ainda dependem financeiramente de parceiros, família ou circunstâncias — e isso impacta diretamente a liberdade de decisão.DESAFIO 10 DIAS PARA DESPERTAR A MULHER PRÓSPERA: https://pay.kiwify.com.br/DJKpqmr
Seu cabelo não reage na velocidade da sua ansiedade.Ele reage na velocidade da biologia.Muitas vezes você associa a queda ao que aconteceu na semana passada: um shampoo novo, uma química, um remédio. Mas o ciclo do cabelo tem um intervalo entre a causa e a queda visível. Esse intervalo costuma ser de meses.O mesmo vale para a melhora. Às vezes o tratamento já estava fazendo efeito, e você acredita que foi o último produto que resolveu. Nem sempre é assim. Existe um tempo fisiológico para estabilizar e recuperar.Entender isso muda sua relação com o tratamento.Reduz ansiedade.Aumenta clareza.Evita decisões precipitadas.Tratamento capilar é processo.E processo exige tempo.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
Nem toda grandeza é visível. Muitas das maiores conquistas da vida acontecem no silêncio, no serviço diário e nas pequenas decisões que ninguém aplaude, mas que transformam uma família inteira.Neste episódio do Fala, Família!, refletimos sobre a grandeza que nasce no secreto — nas atitudes, no caráter e na fidelidade a Deus dentro de casa.Se você já se sentiu invisível ou desvalorizado, essa conversa é para você.Fala, Família! — Um lugar onde Deus está no centro da mesa e a família ao redor dela.
Muitas vezes, o que nos impede de viver o novo de Deus não é o pecado, mas o que nos traz segurança. Neste episódio, exploramos o chamado radical de Jesus aos pescadores da Galileia. O Pastor Andy revela como nossas "redes" (o que fazemos), nossos "barcos" (nossa segurança) e nossa "família" (nossas raízes e bagagens) podem se tornar âncoras que nos impedem de avançar. Aprenda a trocar o seu "centavo" pela fortuna espiritual que Deus tem reservada para você e descubra por que, sem Jesus, a rede sempre termina a noite vazia.
É mês de aniversário de John Williams, e resolvemos celebrar de um jeito diferente: em vez dos clássicos de sempre, vamos falar dos filmes que ele não fez.Produções que ele queria fazer mas não foi o escolhido, ou filmes que quase tiveram sua assinatura, mas que ele não pôde aceitar por conflitos de agenda ou pela qualidade do projeto. Muitas histórias de bastidores em um episódio com sabor de universo paralelo.
Tem coisas que a gente ouve falar praticamente a vida inteira, mas raramente chega a se questionar se são verdade. Muitas delas, sobre saúde. Por exemplo, a ideia de que ter barriga de chope oferece risco para o corpo humano. Não, não to dizendo aqui que não ofereça, calma. Apenas fazendo um teaser do que a gente aborda no episódio: quais são os riscos associados a ter muita gordura abdominal? E por quê?============================APRENDA EM 5 MINUTOS é o podcast sobre coisas que você nem sabia que queria saber. Os episódios são roteirizados e apresentados por Alvaro Leme. Jornalista, mestre e doutorando em Ciências da Comunicação na ECA-USP e criador de conteúdo há vinte anos, ele traz episódios sobre curiosidades dos mais variados tipos. São episódios curtos, quase sempre com 5 minutos — mas alguns passam disso, porque tem tema que precisa mesmo de mais um tempinho.Edição dos episódios em vídeo: André Glasnerhttp://instagram.com/andreglasnerDireção de arte: Dorien Barrettohttps://www.instagram.com/dorienbarretto66/Fotografia: Daniela Tovianskyhttps://www.instagram.com/dtoviansky/Siga o APRENDA no Instagram: http://instagram.com/aprendapodcasthttp://instagram.com/alvarolemeComercial e parcerias: alvaroleme@brunch.ag======================Quer saber mais? Confira as fontes que consultei enquanto criava o episódio- Risco silencioso e alerta pela cintura: como a ‘barriga de chope” pode pesar no coração? Por Simone Blanes, Veja- Um homem sem barriga é um homem sem história?' Orgulho da 'barriga de chope' é ignorância sobre riscos da gordura visceralPor Roberto Peixoto, g1
O profeta faz essa pergunta no livro de Livro de Habacuque em um momento de dor, confusão e aparente ausência de Deus. Esse versículo revela algo profundo: até os homens de Deus enfrentam momentos em que o céu parece estar em silêncio.1. O silêncio de Deus não significa ausênciaHabacuque não estava distante de Deus. Pelo contrário, ele estava orando, clamando, buscando. O silêncio não era falta de fé, era parte do processo.Há momentos em que:Você ora… e nada acontece.Você clama… e não vê resposta.Você espera… e Deus parece calado.Mas o silêncio de Deus não é abandono. Muitas vezes, é preparação.Deus nunca deixou de trabalhar, mesmo quando Habacuque não conseguia perceber.O silêncio de Deus é o lugar onde nossa fé é provada.2. O silêncio de Deus revela o que há no nosso coraçãoÉ fácil confiar quando Deus responde rápido. Difícil é confiar quando Ele permanece em silêncio.O silêncio revela:Se nossa fé está na resposta ou em DeusSe buscamos a bênção ou o Deus da bênçãoSe permanecemos firmes mesmo sem entenderO silêncio de Deus amadurece nossa fé.3. O silêncio de Deus sempre tem um propósitoMais à frente, Deus responde Habacuque. A resposta não era no tempo do profeta, mas no tempo perfeito de Deus.Isso nos ensina:Deus não responde sempre rápido, mas responde sempre certo.O silêncio de hoje está preparando o testemunho de amanhã.4. O silêncio de Deus não é o final da históriaO mesmo profeta que começou perguntando “Até quando?” terminou declarando fé.Habacuque 3:17-18 mostra ele dizendo que, mesmo sem ver nada, ele ainda se alegraria em Deus.Ele aprendeu que:Deus é digno de confiança, mesmo em silêncio.Conclusão: Se você está vivendo um tempo de silêncio, lembre-se:Deus está ouvindoDeus está trabalhandoDeus está preparando algoO silêncio de Deus não é rejeição..É construção.Porque quando Deus parece em silêncio, Ele está escrevendo algo profundo dentro de você.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Você já percebeu que, quando algo começa a dar certo, você mesma encontra um jeito de estragar? Procrastina, desiste, volta para relações que machucam, abandona planos importantes — e depois se pergunta: “por que eu faço isso comigo?” Neste episódio, eu falo sobre autossabotagem, os padrões invisíveis que nos impedem de crescer, evoluir e sustentar o que desejamos. Você vai entender: • O que é autossabotagem emocional • Por que você se sabota quando as coisas começam a dar certo • Como identificar comportamentos autossabotadores • A diferença entre falta de disciplina e padrão emocional • Como parar de se autossabotar de forma prática Autossabotagem não é preguiça. Não é falta de força. Muitas vezes é medo, proteção inconsciente ou conflito interno. Se você sente que vive começando e nunca sustentando, esse episódio é pra você.
Por que Deus escolheu Jesus passar por tudo isso?
Pauliceia Desvairada de Mário de Andrade (1893-1945) foi nosso Ep. 57, publicado em 9 de abril de 2021, apenas com os poemas Paisagem Nº 1, 2, 3 e 4. E “Prefácio Interessantíssimo”, de Pauliceia, foi o Ep. 100. Hoje, episódio 308, após debatermos o Modernismo e o Prefácio no Clube Leitura de Ouvido. Dedicamo-nos hoje aos poemas: "Inspiração", "O trovador", "Os cortejos", "A escalada", "Rua de São Bento", "O rebanho", "Tietê", "Ode ao burguês", "Tristura", "Domingo", "O domador", "Anhangabaú", "A caçada", "Noturno", "Tu", "Colloque sentimental" e" Religião". Para completar o livro, resta-nos apenas realizar a produção de "As enfibraturas do Ipiranga”. Mário indica, no Prefácio: ”Quem não souber urrar não leia Ode ao Burguês. Quem não souber rezar, não leia Religião. Desprezar: A Escalada. Sofrer: Colloque Sentimental.” Já ficam algumas dicas para a nossa interpretação, em que pese: "Repugna-me dar a chave de meu livro.” Em Pauliceia, Mário se apresenta como “louco”, usa várias vezes o termo arlequim e o adjetivo arlequinal. Há muitas aliterações juntas e bem combinadas, que culminam na Polifonia Poética, que é a marca insondável do livro. Muitas vozes, discursos e perspectivas, são os tons de seus versos: "nada de asas, nada de poesia, nada de alegrias…”; e o reconhecimento do que a cidade se tornava “futilidade, civilização” no misto ítalo-franco-luso-brasileiro-saxônica, gentílico composto bem miscigenado, que já era o reflexo daquele Brasil moderno. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 21/02
Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 22/02
As trabalhadoras domésticas levaram séculos para ter as mesmas garantias trabalhistas de outros trabalhadores. A regulamentação da profissão só aconteceu em 2015. E não é coincidência que o primeiro resgate de trabalhadoras domésticas escravizadas só tenha acontecido dois anos depois, em 2017. Muitas passam décadas sendo exploradas em casas de família, sem nenhum direito, sem nenhum laço social, tendo apenas constituídos os vínculos de exploração com seus exploradores. Este episódio é baseado nas histórias de vida e trabalho das auditoras fiscais do trabalho Juliana Vilela e Cynthia Saldanha, responsáveis por resgatar mulheres nessas condiçõesCréditos:Idealização: Natália SuzukiRoteiro: Natália SuzukiEdição: Lucia Nascimento e Vitor CamargoMontagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor OliveiraGravação: Estúdio da Repórter BrasilApoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso
O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi. ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade. Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial. Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos. Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso. Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem. Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos. Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso. Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar. Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho, para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói. Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo. Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia. Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza. Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida. Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia. Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias. Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira? Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta. Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta. Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária. Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro? Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia. Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza. Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto, não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta. Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia? Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza. Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável. Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi. A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau.
Sair da cadeira de cozinheiro e sentar na de empresário é, talvez, o passo mais difícil em A&B.No começo, a gente se apega ao conceito, ao charme da casinha pequena, ao romantismo da rua pouco movimentada. Mas o mercado não perdoa o romantismo sem viabilidade.Muitas vezes, a visão técnica é o que separa o sonho do fechamento de portas e ela pode ajudar a enxergar o que a paixão ignora:O fluxo de pessoas que o seu conceito não previu;Os riscos invisíveis de um ponto comercial charmoso mas inviável;A transformação de uma ideia romântica em um negócio que para em pé.No episódio de hoje, discutimos como o planejamento pode ser o investimento que minimiza erros e acelera o aprendizado, e pra isso conversamos com o Pedro Forato, chef por anos no Prado de Lisboa, por 2 anos no Lardo de São Paulo (onde foi premiado ) e que agora está investindo no sonho do proprio restaurante.Investir em estratégia é entender que o sucesso operacional só se transforma em resultado real quando a gestão é tratada como prioridade.
Você quer ser líder ou apenas quer o status e o salário?Muitas pessoas buscam a liderança pelo poder, mas esquecem que a outra face da moeda é a responsabilidade. Neste vídeo, eu revelo por que a insegurança é o maior inimigo de um gestor e como problemas não resolvidos do seu "CPF" (vida pessoal) destroem o seu "CNPJ" (vida profissional).Se você tem medo de demitir, pisa em ovos para dar feedback ou quer ser "amigo" de todo mundo... cuidado. Você pode estar caindo na armadilha da Liderança Insegura.—O que você vai aprender neste vídeo:00:00 - A base da Liderança00:43 - O perigo do Líder "Bonzinho" e inseguro01:52 - Autorresponsabilidade: O erro do time é SEU erro02:56 - A Régua Alta: Você tem do time aquilo que você tolera03:59 - Liderança não é para todos (O peso da decisão)05:25 - Como saber se a pessoa está na cadeira errada?06:04 - "Não se ensina a querer": Quando demitir é um presente06:53 - Fit Cultural: O casamento entre pessoa e empresa09:58 - O Líder Ditador também é inseguro (Liderança pelo medo)12:46 - Trauma com autoridade: Projeção de Pai/Mãe—
Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa. Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações. “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.”
Construir software do zero nem sempre é inovação. Muitas vezes, é só mais caro, mais lento e mais arriscado. Quando vale a pena comprar, integrar ou adaptar uma solução pronta? Quando faz sentido desenvolver internamente? E como grandes empresas equilibram autonomia, segurança, inovação e governança sem travar a organização? No episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alura, conversa com JOÃO COSTA, gerente de Inovação Aberta da Petrobras, sobre decisões reais de tecnologia em escala: make or buy, inovação aberta vs fechada, citizen developers, Shadow IT, IA corporativa e como fazer a adoção de novas tecnologias acontecer de verdade — não só no PowerPoint. Uma conversa prática sobre como inovação acontece fora do hype, dentro de uma das maiores empresas do Brasil, onde planilhas, software pronto, IA generativa e desenvolvimento interno convivem todos os dias. Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com você!
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
Leitura Bíblica Do Dia: MARCOS 8:34-38 Plano De Leitura Anual: ÊXODO 25–26; MATEUS 20:17-24 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em 1920, John Sung recebeu uma bolsa para estudar em uma universidade nos Estados Unidos. Formou-se com as mais altas honras, completou um programa de mestrado e doutorado. Mas ao prosseguir nos estudos, afastou-se de Deus. Em uma noite, em 1927, entregou-se a Cristo e sentiu-se chamado para ser pregador. Muitas oportunidades bem remuneradas o aguardavam, mas foi convencido pelo Espírito Santo a deixar de lado suas ambições. Como símbolo do seu empenho, atirou ao mar seus prêmios, guardando apenas o seu diploma de doutorado para dar aos pais, em respeito a eles. Sung entendeu o que Jesus disse sobre tornar-se Seu discípulo: “Que vantagem há em ganhar o mundo inteiro, mas perder a vida?” (MARCOS 8:36). Quando negamos a nós mesmos e deixamos nossa velha vida para seguir a Cristo e Sua liderança (vv.34-35), sacrificamos desejos pessoais e ganhos materiais que nos distraem de segui-lo. Nos 12 anos seguintes, Sung cumpriu com todo o coração a sua missão dada por Deus, pregando o evangelho a milhares de pessoas em seu país e no Sudeste Asiático. Mas e nós? Talvez não sejamos chamados para ser pregadores ou missionários, mas onde Deus nos chamar para servir, pelo Seu Espírito agindo em nós, que possamos nos render totalmente a Ele. Por: JASMINE GOH
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Para saber mais, acesse o site terapiadoamor.tvDesconfia do namorado e quer acesso ao celular deleEm seguida, eles responderam a pergunta da aluna Geisy, de 23 anos. Ela contou que há um ano e três meses namora com um homem de 40 anos. Eles quase não brigam e ela afirma que o casal se dão bem. Mas há algo que a incomoda muito em relação à privacidade. O namorado não deixa ela mexer no celular dele, mas também não insiste.No entanto, Geisy já flagrou algumas mensagens e também percebeu que quando estão juntos, o namorado evita mexer no celular ou tenta esconder a tela. Ela nunca teve prova de nenhuma traição, mas queria que ele fosse honesto, pois desconfia, sim, que já foi traída.Geisy perguntou como pode ter acesso ao celular do namorado sem que ele fique ciente da desconfiança dela. Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Com a chegada da temporada de chuvas, quedas e oscilações de energia se tornam mais frequentes e o risco para eletrônicos vai muito além de raios. Muitas vezes, o maior perigo está em algo quase imperceptível: os picos de tensão que acontecem no momento em que a energia volta. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, Fernanda Santos conversa com Rubens Lorenço Neto, gerente de nobreaks da Intelbras, para explicar por que esses surtos invisíveis podem danificar equipamentos como roteadores, computadores, TVs e até eletrodomésticos. Ao longo do episódio, você vai entender quais aparelhos sofrem mais com a instabilidade da rede elétrica, como identificar sinais de alerta dentro de casa e quais cuidados realmente fazem diferença para evitar prejuízos, especialmente para quem trabalha em home office ou depende da internet no dia a dia. Você também vai conferir: Google Fotos agora cria vídeos com IA a partir de uma única foto, novo anel promete fazer você sentir objetos no mundo virtual e Uber leva corridas com carros elétricos para mais duas capitais brasileiras. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de João Melo e Nathan Vieira, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta de uma "amiga", que entrou em contato pelo WhatsApp do 'Escola do Amor Responde'. O número de telefone você pode encontrar acessando o site: escoladoamorresponde.comMarido a bloqueou e está muito diferenteA "amiga" contou que o marido a bloqueou na rede social e não a deixa ter acesso ao WhatsApp dele. Ele diz que a ama, mas ela não confia nisso, pois ultimamente o marido tem se mostrado muito diferente e, às vezes, ela também nota uma indiferença nas atitudes dele. "Amiga" pediu ajuda porque não sabe mais o que fazer com este relacionamento.Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna."Os Desafios das Mulheres Fortes"Em seguida, Renato e Cristiane destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Portanto, os professores convidaram a todos para participar desta palestra especial. Um encontro para entender, alinhar e resolver os problemas interiores. Para saber mais, acesse o site terapiadoamor.tvBem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Muitas pessoas se sentem sozinhas e desamparadas, esperando que alguém venha resolver seus problemas. Mas, na prática, já possuem tudo o que precisam para mudar de vida.Você tem Deus, a Sua Palavra e a si mesmo. E é você quem pode dar o primeiro passo.Que tal parar de reclamar com os outros e falar com Deus hoje? Faça isso e depois compartilhe nos comentários como foi essa experiência.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Portanto, os professores convidaram a todos para participar desta palestra especial. Um encontro para entender, alinhar e resolver os problemas interiores.Aluna está frustrada com o casamentoEm seguida, eles responderam a pergunta de uma aluna frustrada com o casamento.Ela contou que tem 22 anos e é casada com o seu primeiro namorado. Estão juntos há 7 anos, sendo 4 anos de casamento e com uma filha de 3 anos. A aluna disse que chegou a um ponto de muito cansaço emocional, depois de tantas tentativas, e relatou o motivo. O marido tem 26 anos. Ele chega do trabalho, come e depois só fica direto no celular, jogando até dormir. Não conversa e não demonstra interesse em falar sobre o casal ou o futuro da filha. Ele também mal dá atenção à filha. A vida íntima do casal praticamente não existe. Além disso, enfrentam problemas financeiros. Ele já chegou a sujar o nome dela no passado. Recentemente, a aluna descobriu um empréstimo feito em seu nome e sem o consentimento dela. Ele se irrita quando ela quer conversar. Diz que vai mudar, melhora por alguns dias e logo tudo volta a ser como antes.Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Muitas vezes, uma simples mudança de diagnóstico pode destravar meses (ou anos) de confusão no digital.A Maria Leticia já faturava quase 10 mil por mês e, mesmo assim, ela não conseguia avançar no mercado de infoprodutos. Conversamos sobre uma solução que ela nem imaginava, mas que vai triplicar seu faturamento mensal. Se você vive dizendo que está travado, ou perdido no digital, ouça até o final, esse episódio vai te fazer enxergar a solução por outra perspectiva.Conheça o VTSD:http://vtsd.com.br/ep407-ladeira-pv-vtsd Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
Mais um conteúdo no ar! Desta vez para falar da Série A, sim, isso mesmo, em janeiro já iniciamos os trabalhos para falar de Brasileirão! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli debatem todas as novidades do campeonato para a temporada 2026, novo calendário, novidades no regulamento, nova geografia, viagens, muitas viagens e muito mais. Ouça agora […]
Neste episódio, Ricardo alerta para um erro comum nas organizações: acreditar que mais ferramentas e softwares significam mais maturidade. Muitas empresas investem em plataformas caras, dashboards e relatórios impecáveis, mas continuam tomando decisões ruins. Ferramentas não criam maturidade; elas apenas evidenciam o que já existe. Se não há priorização, critérios claros e decisões, a tecnologia só organiza a confusão. Times acabam gastando mais tempo alimentando sistemas do que pensando nos projetos. Indicadores abundantes não compensam a ausência de prioridades. Maturidade não é ter o melhor software, mas saber quem decide, com base em quais critérios e o que muda quando algo sai do plano. Sem isso, qualquer ferramenta vira apenas um enfeite digital. Escute o podcast para aprender mais!
No Papo Antagonista desta segunda-feira, 12, Duda Teixeira, Madeleine Lacsko e Ricardo Kertzman entrevistaram MahSima Nadim, refugiada iraniana e fundadora da marca MAHSIMA, de maquiagem. Ela falou sobre os protestos em seu país e a repressão do regime iraniano. Assista:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br