Podcasts about muitas

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Autoconhecimento Liberta
DEPENDÊNCIA EMOCIONAL COMO LIDAR

Autoconhecimento Liberta

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 16:58


Você já teve a sensação de que algo não está certo nos seus relacionamentos, mas não consegue explicar exatamente o quê?Muitas pessoas vivem relacionamentos tóxicos ou abusivos sem perceber, porque esses padrões muitas vezes aparecem disfarçados de amor, cuidado ou preocupação.Neste episódio, eu falo sobre os sinais que revelam quando um relacionamento começa a se tornar emocionalmente tóxico, manipulador ou abusivo.Você vai entender:* Como identificar comportamentos de manipulação emocional* Os sinais silenciosos de um relacionamento abusivo* Como pessoas tóxicas geram dependência emocional* Por que muitas pessoas permanecem em relações que fazem mal* O impacto energético e emocional desses vínculosMuitas vezes o problema não está apenas na outra pessoa…Mas nos padrões invisíveis que nos prendem a certas relações.E quando você aprende a enxergar esses padrões, algo poderoso acontece: você retoma o controle da sua própria história.⚠️ Este episódio também é um convite para uma reflexão profunda sobre seus relacionamentos e sobre os limites que você precisa estabelecer para proteger sua energia.

Inteligência para a sua vida
#1487: VOCÊ FEZ ISSO, AGORA A CULPA É MINHA?

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 13:43


Muitas vezes, quando algo dá errado, procuramos um culpado.Às vezes culpamos pessoas. Às vezes até culpamos a Deus.Mas em Jeremias 2:17, na Bíblia, Deus faz uma pergunta direta:“Não foram vocês mesmos que se afastaram de mim?”Em vez de procurar culpados, faça um balanço:Onde eu errei? O que preciso mudar?Não para se castigar — porque os próprios erros já trazem consequências.Mas para sair dessa situação o mais rápido possível.Antes de culpar alguém — até Deus —pare e veja onde você errou. Assista até o final e descubra por que assumir o próprio erro pode ser o primeiro passo para mudar sua vida.

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE
LIVRE-ARBÍTRIO: O Poder Que Você Não Está Usando

ECOTRIM CAST | AUTOCONHECIMENTO & ESPIRITUALIDADE

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 43:38


Muitas pessoas dizem acreditar no livre-arbítrio.Mas vivem como se não tivessem escolha.Neste episódio do ECOTRIMCAST, Marcello Cotrim aprofunda a reflexão sobre o verdadeiro significado do livre-arbítrio e como ele molda sua evolução espiritual LIVRE ARBÍTRIO _10_03_26_Você vai entender:• Por que assumir escolhas é difícil• A diferença entre destino e responsabilidade• Como a vitimização bloqueia a evolução• O papel das decisões na construção da vida• Como usar o livre-arbítrio de forma conscienteA liberdade pode ser desconfortável.Porque ela traz responsabilidade.Mas também é o caminho para viver sua verdadeira essência.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado
Quando dá vontade de desistir| Bp Marcelo Toschi

Mensagens | Igreja Amor e Cuidado

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 69:34


QUANDO DÁ VONTADE DE DESISTIRSérie de Mensagens: EU JÁ PASSEI POR ISSO – Mensagem 02Faça algumas das seguintes perguntas no início da lição:• Como está sendo sua semana?• Você foi a alguma celebração no domingo?• Quais dos pontos da mensagem falaram mais contigo?• Você gostaria de compartilhar alguma bênção ou algo marcante nesta semana?• Você tomou alguma resolução depois da mensagem? Conseguiu colocar em prática?14 Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, 15 pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. 16 Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. (Hebreus 4:14-16 (NVI)Todos nós, em algum momento, já sentimos vontade de desistir. E hoje, esta segunda mensagem é para quem sente vontade de desistir.Talvez seja: um casamento que parece não ter solução; um sonho que parece impossível; um ministério que não avança; um filho que está longe de Deus; um vício que você tentou vencer várias vezes; ou simplesmente a vida que ficou pesada demais, e agora parece que não sobrou mais força!Mas a boa notícia é: Jesus sabe exatamente como isso é!1. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE NOSSA PERSPECTIVA É LIMITADA.O povo só conseguia ver três coisas: fome, cerco, morte.Mas Deus deu uma palavra através de Eliseu! Era impossível, o oficial duvidou.A lógica humana diz: acabou. Mas Deus estava dizendo: a história ainda não terminou.Enquanto a cidade estava em desespero... Nada parecia mudar: nem sinal, nem melhora, nem esperança. Mas, naquela mesma noite, Deus fez algo invisível.Eles pensaram que um grande exército vinha contra eles. Entraram em pânico e fugiram. Sem batalha, sem estratégia, sem intervenção humana.Deus venceu a guerra sozinho. Enquanto o povo chorava dentro da cidade, Deus já estava trabalhando fora dela.3. PARA NÃO DESISTIR, SILENCIE AS VOZES ERRADAS.Quando Deus liberou a promessa de abundância, alguém respondeu com incredulidade.“Mesmo que Deus abrisse o céu isso não aconteceria.”(2 Reis 7:2b)Sempre que Deus libera uma promessa, uma voz de incredulidade aparece.Às vezes ela vem de fora. Às vezes ela nasce dentro da nossa própria mente. Pensamentos como: “não vai dar certo”, “já tentei demais”, “não adianta continuar.”“Amanhã, a estas horas, na porta de Samaria, uma medida de farinha será vendida por um siclo...”(2 Reis 7:1))Pergunte:Sua visão tem permitido visualizar o que Deus já começou a fazer?2. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE O PROGRESSO NEM SEMPRE ÉVISÍVEL.“O Senhor fez o exército sírio ouvir ruído de carros, cavalos e um grande exército.” (2 Reis 7:6)Pergunte:Como você tem lidado com o agir invisível de Deus?LIÇÃO DE CÉLULA - PÁGINA 2 A batalha da perseverança não começa nas circunstâncias. Ela começa na narrativa quedomina a sua mente.4. NÃO DESISTA ATÉ TER TERMINADO!Quatro leprosos estavam sentados do lado de fora da cidade. Eles disseram:“Se ficarmos aqui morreremos.” (2 Reis 7:4)Eles tinham três opções: ficar parados, voltar para a cidade, avançar em direção ao inimigo. Eles decidiram avançar. Quando chegaram ao acampamento, não havia ninguém. O exército tinha fugido. O milagre muitas vezes começa quando alguém decide dar mais um passo. Muitas pessoas não desistem porque perderam a força. Elas desistem porque perderam a visão.Pergunte:Quais vozes você tem dado ouvidos?Pergunte:Você já teve a experiência de desistir, mas com a sensação de que poderia concluir com sucesso?

CEI DE CABO FRIO
Tentado a DESISTIR

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 36:31


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Samuel, capítulo 1, versículos 1 ao 6, nos traz uma reflexão sobre o agir de Deus em nossas vidas, usando Ana a Penina como exemplos.O texto acima, nos apresenta a história de Ana, uma mulher que conhecia profundamente a dor da frustração. Ela era casada com Elcana, que a amava muito, mas havia algo que pesava sobre sua vida: ela não podia ter filhos.Naquela cultura, a esterilidade era motivo de vergonha e sofrimento. Para tornar a situação ainda mais difícil, a outra esposa de Elcana, Penina, provocava Ana constantemente, lembrando-a daquilo que ela não tinha. A Bíblia diz que isso acontecia ano após ano.Imagine o peso emocional que Ana carregava. A dor era repetida, a humilhação era constante e o sonho parecia cada vez mais distante. Humanamente falando, havia muitos motivos para ela desistir: desistir de orar, desistir de acreditar e até desistir de continuar tentando.1. Existem momentos em que a dor nos empurra para a desistênciaTodos nós enfrentamos situações em que parece que nada muda. Oramos, esperamos, lutamos… e mesmo assim a resposta parece não chegar. Nessas horas, o coração sussurra: “Talvez seja melhor desistir.”Ana também poderia ter pensado assim. Afinal, o tempo passava e sua realidade não mudava.2. A provocação muitas vezes tenta nos pararPenina provocava Ana para fazê-la sofrer. Muitas vezes, as provocações da vida vêm de várias formas: palavras, comparações, fracassos ou lembranças do que ainda não aconteceu.O objetivo dessas provocações é atingir nossa fé e nos fazer acreditar que não vale mais a pena continuar.3. Deus trabalha justamente quando pensamos em desistirO que Ana ainda não sabia era que Deus estava preparando algo extraordinário. Da sua dor nasceria Samuel, um dos maiores profetas de Israel.O ventre que parecia fechado se tornaria o lugar de um milagre. Aquela mulher que parecia esquecida por Deus seria lembrada por gerações.Isso nos ensina algo poderoso: o momento em que somos mais tentados a desistir pode ser exatamente o momento em que Deus está preparando o milagre.Conclusão: Se hoje existe algo na sua vida que faz você pensar em desistir, lembre-se da história de Ana. A dor dela era real, as provocações eram constantes, mas o plano de Deus era maior que tudo aquilo.Não desista no meio do processo.O capítulo que hoje parece de sofrimento pode ser o começo de uma história de milagre.Porque muitas vezes, quando pensamos que é o fim, Deus está apenas começando a escrever algo novo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

VIVENDO COM PROPÓSITO
SEU MENTOR NÃO ESTÁ COM VOCÊ POR VOCÊ

VIVENDO COM PROPÓSITO

Play Episode Listen Later Mar 10, 2026 4:57


Muitas pessoas acreditam que o mentor espiritual está ao seu lado para servi-las, quase como se estivesse disponível o tempo inteiro para resolver seus problemas, atender seus pedidos ou orientar cada passo da sua vida. Talvez não seja bem assim.

Abe Huber - Podcast
A Casca | O Valor do Quebrantamento

Abe Huber - Podcast

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 53:42


Existe algo dentro de cada pessoa que impede a vida de Deus de fluir plenamente — uma camada invisível formada por orgulho, impulsos e a força da própria carne. Muitas vezes lutamos contra circunstâncias externas, mas a batalha mais intensa acontece dentro da alma. E se o maior obstáculo para a transformação não estiver fora de você… mas em algo que ainda precisa ser quebrado?Nesta mensagem da série "A Casca", uma verdade profunda é revelada: quando a “casca” se rompe, algo poderoso é liberado. O processo pode ser desconfortável, confrontador e até doloroso, mas é justamente nele que Deus molda o caráter, transforma a alma e libera uma vida que impacta outros ao redor. Se você deseja experimentar uma mudança real — não superficial, mas profunda — prepare-se para descobrir o valor do quebrantamento.---Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp

Paz Church São Paulo - Podcast
A Casca | O Valor do Quebrantamento // Abe Huber

Paz Church São Paulo - Podcast

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 53:42


Existe algo dentro de cada pessoa que impede a vida de Deus de fluir plenamente — uma camada invisível formada por orgulho, impulsos e a força da própria carne. Muitas vezes lutamos contra circunstâncias externas, mas a batalha mais intensa acontece dentro da alma. E se o maior obstáculo para a transformação não estiver fora de você… mas em algo que ainda precisa ser quebrado?Nesta mensagem da série "A Casca", uma verdade profunda é revelada: quando a “casca” se rompe, algo poderoso é liberado. O processo pode ser desconfortável, confrontador e até doloroso, mas é justamente nele que Deus molda o caráter, transforma a alma e libera uma vida que impacta outros ao redor. Se você deseja experimentar uma mudança real — não superficial, mas profunda — prepare-se para descobrir o valor do quebrantamento.---Ministração do Pr. Abe Huber nos Cultos de Celebração de 8 de março de 2026.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp

WGospel.com
E quem é o meu inimigo?

WGospel.com

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 5:18


TEMPO DE REFLETIR 01698 – 9 de março de 2026 I Samuel 24:19 – Quando um homem encontra um inimigo e o deixa ir sem fazer-lhe mal? O Senhor o recompense com o bem, pelo modo como você me tratou hoje. Davi havia acabado de poupar a vida de Saul. O rei Saul, louco de ciúmes, perseguia o jovem general com três mil homens escolhidos a dedo. O rei perseguiu Davi até En-gedi, região desértica localizada acima do Mar Morto, onde os famosos pergaminhos foram encontrados. O rei entrou em uma caverna para aliviar o ventre, totalmente inconsciente de que ao fundo se escondiam Davi e seus homens. “Essa é a nossa chance!”, sussurraram para Davi. “Deus entregou Saul em nossas mãos!” Davi, porém, resistiu à tentação de aniquilar o rei a sangue-frio. Em vez disso, se aproximou discretamente dele e cortou um pedaço de seu manto. Depois que o rei deixou a caverna, Davi saiu e gritou para ele. Com o pedaço do manto nas mãos, contou ao rei que havia poupado sua vida. Saul ficou chocado: todo o seu ser estava focado em eliminar a pessoa que via como seu maior rival. Se Davi tivesse caído em suas mãos, o resultado seria rápido e mortal. Saul considerava Davi seu inimigo, mas Davi não considerava Saul da mesma forma, mesmo que Saul estivesse tentando matá-lo a todo custo. Davi demonstrou o espírito de Jesus, que disse: “Amem os seus inimigos e orem por aqueles que vos perseguem para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos Céus” (Mt 5:44, 45). E foi exatamente isso que Jesus fez. “Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-Se àquele que julga com justiça” (1Pe 2:23). Deus não tem inimigos, e tampouco devemos nós ter. Não importa o que os outros pensem, digam ou façam contra nós, eles ainda são filhos e filhas de Deus – nossos irmãos e irmãs, pessoas amadas por Deus e por quem Cristo morreu. Apenas a graça pode causar essa mudança em nossas atitudes, e assim o fará, se permitirmos que o Espírito de Deus nos transforme à semelhança de Jesus. Muitas pessoas levam a vida olhando constantemente por cima dos ombros para ver quem está tentando lhes fazer mal. Gastam horas de energia negativa imaginando conspirações, intrigas e situações ruins. Deus está nos chamando para uma vida melhor. Deixemos de lado as sombras da dúvida e da suspeita e recebamos a luz do Sol. Caminhemos hoje no espírito de Jesus, em graça e com amor a todas as pessoas. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e Pai, toma conta de nossa vida e ajuda-nos a vivermos em harmonia, graça e amor com todas as pessoas. Sabemos que esta é a Tua vontade. E pedimos em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

ALCANCE IRATI
Graça para as Relações Familiares - Marcelo Mazepa

ALCANCE IRATI

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 49:44


2ª Mensagem da Série "Fé e Família", ministrada no dia 08/03/2025Nesta ministração somos levados a refletir sobre como a graça de Deus atua nas histórias e nas dinâmicas familiares. A partir da vida de Jacó e Esaú, percebemos que muitas das nossas lutas não começam apenas em nós, mas também nos padrões, feridas e conflitos que carregamos da nossa própria família.Muitas vezes tentamos crescer espiritualmente sem enfrentar essas marcas do passado, o que pode gerar uma fé superficial e relações fragilizadas. Porém, a graça de Deus não apenas nos salva, ela também nos ensina, cura e transforma aquilo que parecia impossível de mudar.Assim como Jacó precisou confrontar sua própria história e lutar até ser transformado em Israel, também somos chamados a permitir que Deus toque as áreas mais profundas da nossa vida. A graça não nos convida a fugir dos conflitos, mas a enfrentá-los com cura, verdade e transformação.

CEI DE CABO FRIO
Mulheres da Bíblia - Pr. Caleb Loureiro

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Mar 9, 2026 44:32


Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Lucas, capítulo 8, versículos 1 ao 3, nos traz uma mensagem sobre a importância das mulheres citadas na Bíblia.No texto acima, vemos algo muito especial acontecendo no ministério de Jesus. O texto diz que, enquanto Ele anunciava o Reino de Deus, algumas mulheres o acompanhavam e o serviam com seus próprios recursos. Entre elas estavam Maria Madalena, Joana e Susana, além de muitas outras.Essa passagem revela uma verdade poderosa: as mulheres tiveram um papel fundamental na obra de Deus.1. Deus vê valor onde muitos não veemNaquela época, culturalmente, as mulheres não tinham destaque na sociedade. Mas Jesus rompeu essa barreira. Ele permitiu que elas estivessem próximas, aprendendo, servindo e participando do ministério.Isso mostra que no Reino de Deus não existe invisibilidade. Deus vê, valoriza e usa aqueles que muitos ignoram.2. Mulheres transformadas se tornam instrumentosO texto diz que Maria Madalena havia sido liberta de sete demônios. Depois de experimentar a transformação, ela passou a seguir e servir a Jesus.Uma vida tocada por Deus nunca permanece a mesma. Quem é alcançado pela graça se torna canal de bênção.3. Servir a Deus também envolve generosidadeEssas mulheres não apenas seguiam Jesus; elas sustentavam o ministério com seus recursos.Isso mostra que servir a Deus não é apenas com palavras ou presença, mas também com aquilo que temos. Quando colocamos nossos recursos nas mãos de Deus, eles se tornam instrumentos do Reino.4. Muitas vezes quem sustenta a obra está nos bastidoresEnquanto muitos olhavam apenas para os discípulos que pregavam, havia mulheres que estavam ali, firmes, ajudando a sustentar a missão.Deus vê aquilo que ninguém vê. O serviço silencioso também tem grande valor diante Dele.Reflexão final: A história dessas mulheres nos lembra que Deus usa pessoas que têm gratidão, fé e disposição para servir. Talvez seus nomes não apareçam em grandes títulos, mas suas atitudes fazem parte da história do Reino de Deus.Assim como aquelas mulheres em Lucas 8, Deus continua levantando pessoas dispostas a caminhar com Jesus, servir com amor e apoiar a obra com fidelidade.Porque no Reino de Deus, quem serve com o coração também escreve história.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Esportes
Bia Figueiredo tem papel decisivo na construção do futuro das mulheres no automobilismo

Esportes

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 6:01


Para celebrar o Dia Internacional da Mulher, o Esporte em Foco desta semana conversou com exclusividade com a maior referência feminina brasileira no automobilismo: Bia Figueiredo. A pilota tem uma grande e vitoriosa carreira nas quatro rodas, dentro e fora do Brasil. Na temporada 2026, ela disputa a Copa Truck, tradicional competição brasileira de caminhões, e é inspiração para as mulheres que sonham em trabalhar no automobilismo.  Marcio Arruda, da RFI em Paris Bia, que já tem título nesta categoria, começou no automobilismo ainda criança. Ela contou que hoje sabe que seu papel nas pistas vai muito além de pilotar em alta velocidade. “Quando comecei a correr com 8 anos de idade, meu sonho era correr num grande nível profissional. Eu não tinha um grande entendimento desse negócio de ser mulher. Queria ser um grande piloto", lembra. A pilota ressalta que "no automobilismo, homens e mulheres competem juntos". Durante sua carreira, ela foi "competitiva, na maioria das vezes, desde o kart, vencendo em todas as categorias, disputando o título da Fórmula Renault e andando na frente na Fórmula 3. Nos Estados Unidos, na Indy Light, a gente disputou o título e ficamos em terceiro no campeonato. Eu fui a primeira mulher a ganhar na categoria". A Fórmula Indy foi a competição mais sofrida "porque a gente andou em equipes pequenas. Depois, mesmo tendo andado na equipe Andretti, as coisas não encaixaram. Cheguei a andar entre os cinco primeiros em São Paulo, mas o bom resultado não aparecia. E mesmo sendo mulher, a gente precisa de bons resultados", conta Bia Figueiredo. "Depois voltei ao Brasil e disputei a Stock Car. Aí eu fiz uma pausa na minha carreira na pandemia para ter filhos e voltei para acelerar; primeiro de TCR e depois na Copa Truck. Mas só depois de muitos anos nesse esporte é que as pessoas começaram a falar de mim como a primeira mulher que fez isso, fez aquilo… foi aí que eu percebi a dimensão do quanto isso era importante para as mulheres”, completou. “Quando eu coloco o capacete, eu não penso nisso. Entendo a importância e fico feliz de ter conquistado tudo o que conquistei como piloto e como mulher.” Projeto "Girls on Track" Atualmente, Bia concilia o trabalho de pilota com uma atividade que não exige velocidade, mas requer talento e competência. A brasileira é a representante para a América do Sul do projeto "Girls on Track" da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), que está sediada em Paris. Bia também foi convidada pelo presidente da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), Giovanni Guerra, a presidir a comissão feminina da entidade. “Eu me tornei membro da comissão de mulheres da FIA representando a América do Sul, comecei a colocar em prática os projetos do 'Girls on Track' aqui no Brasil e foi um sucesso. A partir daí, o Giovanni Guerra decidiu criar a comissão feminina de automobilismo. Foi quando eu chamei a publicitária Bruna Frazão e a engenheira mecânica Rachel Loh para me ajudar com os projetos. A Bruna saiu no ano passado para focar em outros objetivos. A Rachel continua comigo até hoje liderando a comissão feminina”, explicou. Bia Figueiredo disse que forma uma parceria com Fabiana Ecclestone, que é vice-presidente da seção para a América do Sul da FIA e esposa de Bernie, ex-proprietário da Fórmula 1. “Eu tenho, junto com a Fabiana Ecclestone, tentado fazer um trabalho para que outros países da América do Sul criem comissões femininas para conquistarem seus espaços, mas sempre com o apoio das confederações nacionais", afirma. O objetivo dos projetos "Girls on Track" da FIA e da CBA é inserir cada vez mais mulheres no automobilismo. E tem dado certo. “Hoje existem vários movimentos legais para trazer as mulheres para o automobilismo. Muitas categorias e até mesmo a própria FIA têm um incentivo muito grande para termos essa equalização para que mais mulheres se interessem pelo esporte a motor. E aí eu vejo nas categorias de base que tem mais meninas começando, existe mais interesse, temos mais meninas para trabalhar no automobilismo, mais seguindo e acompanhando… começando pela Fórmula 1 e chegando a outras categorias. A gente precisa de muito interesse na base para que a gente possa encontrar grandes talentos no automobilismo em várias áreas. Eu até brinco que na minha época, se existisse esse incentivo, eu nem sei como teria sido a minha carreira. Hoje tem muito mais oportunidades do que tive. Eu acho que é um movimento sensacional que só ajuda o aumento de participação”, opinou. Acostumada a sempre competir contra homens, Bia Figueiredo acredita que a criação da F1 Academy, categoria que reúne um grid formado inteiramente por mulheres, sem a participação de qualquer homem, dá novos estímulos às jovens pilotas. “O automobilismo não exige força física. É fato que existe um trabalho grande na parte de musculatura para as meninas; o mesmo não ocorre com os meninos. Sei que já corri em alto nível sendo mulher, então eu acho isso possível. Tudo depende de dedicação. Como eu sempre corri com homens, eu acho normal. Mas, por fim, não acho negativo haver uma separação, como acontece na F1 Academy. Esta categoria é hoje uma baita oportunidade para as meninas terem uma chance de competir em alto nível e fazer seus nomes e fama para dar continuidade às suas carreiras. E elas acabam virando referência para jovens meninas. Apesar de tudo isso, na minha opinião, nenhuma menina que hoje está na F1 Academy vai chegar à Fórmula 1 porque não estão preparadas para isso”, afirmou. Fórmula 1 Mas se nenhuma pilota da F1 Academy chegará à categoria máxima do automobilismo, será que alguma brasileira tem chance de brilhar nas pistas nos próximos anos e, quem sabe, um dia estar no grid da Fórmula 1? “A Vicky Farfus, que é filha do Augusto Farfus, piloto brasileiro que continua brilhando nas pistas europeias. Ela, que é apoiada pela Iron Dames, largou em terceiro no último mundial de kart. Logo no início, jogaram ela para fora. Ela voltou para a pista, veio lá de trás e chegou em quarto lugar. Esse foi o melhor resultado de uma menina no mundial de kart. Para mim, entre as mulheres, é ela quem pode chegar à Fórmula 1”, aposta Bia. Leia tambémJovem brasileiro Rafael Câmara é aposta da Ferrari para futuro da F1 A brasileira também aposta em uma jovem tcheca, que é filha do finlandês bicampeão mundial de F1 e já integra o programa de jovens talentos da McLaren. “Também tem a Ella, que é filha do Mika Hakkinen. Ela é um supertalento que está andando bem na Europa”, garantiu Bia. Leia tambémUm novo Barrichello estreia na F3 sonhando com a Fórmula 1 Com tantos projetos que estimulam a presença e a participação feminina no automobilismo, Bia Figueiredo confia que haverá mais mulheres nos paddocks dos autódromos pelo mundo nos próximos anos. “Com certeza a presença feminina e o interesse de mulheres no automobilismo aumentou bastante. Hoje quando entro no paddock da Fórmula 1, tem muito mais mulheres trabalhando, organizando e mexendo nos carros. Mesmo que você ainda tenha poucas mulheres no esporte a motor, já ajuda muito outras mulheres a se sentirem mais confortáveis nesse ambiente. Uma menina de 10 ou 12 anos quando entra num boxe de um autódromo e não vê uma mulher, o inconsciente dela diz que aquilo não é para ela porque ali só tem homens. Por outro lado, se ela vê mulheres, já chama atenção e ela pensa: ‘olha que legal, eu posso ser uma engenheira, uma mecânica'. Isso ajuda, a longo prazo, a termos mais mulheres nesse meio e a deixar o ambiente mais aberto para elas”, disse Bia. A imagem do automobilismo ligada somente a homens já não existe mais e nem dá para ver pelo retrovisor. Lugar de mulher é onde ela determina; inclusive no automobilismo. Torcendo nas arquibancadas ou trabalhando nos boxes e nas pistas.

IPB Rio Preto
0139 CalvinaMente: A dúvida é pecado?

IPB Rio Preto

Play Episode Listen Later Mar 8, 2026 44:52


Episódio 139 - A dúvida é pecado? Essa é uma questão que toca na essência da experiência humana e espiritual, e a resposta costuma ser mais profunda do que um simples "sim" ou "não". Muitas tradições teológicas e filosóficas diferenciam a dúvida honesta da incredulidade deliberada. Aqui estão alguns pontos para refletir sobre essa distinção: 1. A Dúvida como Parte da Jornada Ter dúvidas não é necessariamente o oposto da fé; muitas vezes, é um sinal de que você está processando algo profundo. Na Bíblia, por exemplo, figuras consideradas pilares da fé expressaram questionamentos: - Abraão e Sara: Riram diante da promessa de um filho na velhice. - João Batista: Mesmo tendo batizado Jesus, enviou mensageiros para perguntar: "És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?" - Tomé: Precisou ver para crer nas feridas da ressurreição. Em nenhum desses casos eles foram "descartados". Pelo contrário, receberam respostas e provas que fortaleceram sua caminhada. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h

Amorosidade Estrela da Manhã
SE MUITAS COISAS DEIXÁSSEMOS DE VER COMO PROBLEMA, OS PROBLEMAS SE REDUZIRIAM DRASTICAMENTE ∙ “DEUS, EU TENHO UM PROBLEMA MUITO GRAVE, O MEU FILHO ESQUECE DE DAR A DESCARGA. E PARA MIM DAR A DESCARGA

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Mar 7, 2026 3:18


Gregario Cycling
Episódio 299 - Café da Manhã, com Fran Santin

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 40:08


Café com Tulipa
CT 3668 - Encontre Forças

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 2:44


Muitas pessoas podem se sentir desanimadas diante dos obstáculos da vida. Não temos os recursos necessários, s forças de que precisamos. Precisamos da ajuda de Deus em todos os momentos da nossa vida e, por cauda de seu amor, podemos esperar por sua ação bondosa em nosso dia a dia. Se você buscar ao Senhor, se você pedir que ele o socorra, por meio de Jesus, nosso salvador, tenha certeza de que ele ouvirá e lhe dará as forças de que necessita. Encontre forças no Senhor e siga em frente, em toda e qualquer situação.

Mensagem do dia!
20260306 Ep 1021 - Onde está a sua confiança?

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 3:06


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Isaías 31:1, TLB:"Ai daqueles que correm para o Egito em busca de ajuda, confiando em sua poderosa cavalaria e em seus carros de guerra, em vez de olharem para o Santo de Israel e consultarem a Ele."Onde está a sua Confiança?É fascinante notar que, com toda a tecnologia incrível e os avanços médicos que temos hoje, um vírus — algo tão pequeno que nem conseguimos ver — foi capaz de paralisar o mundo inteiro em 2020. Isso serviu como um lembrete severo de quão pouco controle realmente temos sobre as coisas ao nosso redor.Se colocarmos nossa confiança apenas nas finanças, elas podem oscilar da noite para o dia. Se confiarmos apenas no nosso cargo ou carreira, tudo pode mudar por inúmeras razões fora do nosso alcance. É por isso que é tão vital colocar a sua confiança em Deus.Ele é o Único que não muda. Ele é a verdadeira Fonte da nossa força, das nossas ideias, da nossa criatividade e dos nossos recursos.Muitas vezes, confundimos as coisas: nós apreciamos a empresa onde trabalhamos e o salário que recebemos toda semana, mas precisamos entender que eles não são a nossa fonte. Eles são apenas um recurso que a Fonte está usando no momento. Se um recurso secar, a Fonte simplesmente abrirá outro.Deus está procurando por pessoas cujos corações estejam totalmente voltados para Ele. Mantenha-O em primeiro lugar. Você não precisa perseguir as bênçãos; apenas busque a Ele, e as bênçãos é que passarão a perseguir você.Vamos fazer uma oração "Pai, obrigado porque o Senhor está constantemente trabalhando e me mostrando a Tua bondade através de cada presente que recebo. Obrigado por ser a minha única e verdadeira Fonte. Hoje, eu decido Te manter em primeiro lugar e viver com uma atitude de profunda gratidão. Em nome de Jesus, Amém."

CEI DE CABO FRIO
NÃO é hora de PARAR - Pra. Karlla Sales

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 31:47


Nesta mensagem, a Pra. Karlla Sales, com o texto em Rute, capítulo 1, versículo 16, nos traz uma reflexão sobre perseverarmos sempre, e não parar.O capítulo 1 do Livro de Rute começa com perdas, dor e incerteza. Noemi havia perdido o marido e seus dois filhos. A situação parecia o fim de uma história. Diante daquela realidade difícil, ela decide voltar para sua terra, e orienta suas noras a seguirem seus próprios caminhos.Uma delas, Orfa, decide voltar para sua família. Era uma decisão compreensível. Mas a outra, Rute, toma uma decisão diferente: ela decide continuar.Rute poderia parar ali. Poderia escolher o caminho mais fácil. Poderia voltar para o que era conhecido. Mas ela faz uma declaração poderosa: “Aonde quer que fores, irei eu.”Essa é uma decisão de quem entende que não é hora de parar.Muitas vezes, a vida também nos coloca em momentos parecidos com o de Rute. Há perdas, frustrações e caminhos incertos. A vontade de desistir aparece. O cansaço emocional pesa. E parece mais fácil voltar atrás.Mas a história de Rute nos ensina algo profundo: os maiores propósitos de Deus muitas vezes começam quando decidimos não parar.Rute continuou caminhando com Noemi para Belém sem saber o que encontraria. Ela não via o futuro, mas decidiu permanecer fiel no presente.E aquela decisão mudou tudo.Porque foi em Belém que Deus começou a escrever um novo capítulo. Rute se tornaria parte da linhagem de Davi e, gerações depois, da linhagem de Jesus Cristo.Tudo começou com uma decisão: não parar no meio do caminho.Talvez hoje você esteja em um momento parecido: cansado, desanimado ou pensando em desistir. Mas essa palavra é para o seu coração:Não é hora de parar.Ainda existem capítulos que Deus vai escrever na sua história.Ainda existem encontros preparados por Deus.Ainda existem promessas que vão se cumprir.Assim como Rute, continue caminhando.Mesmo sem entender tudo.Mesmo sem ver o final da história.Porque quando alguém decide não parar, Deus começa a revelar propósitos que estavam escondidos no caminho.Conclusão: Quem decide não parar no meio da dor, muitas vezes está caminhando direto para o propósito de Deus.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

OtakeiraCast
OtakeiraCast - Ep.299 - Prontos para fazerem muitas poses em Jojo's Bizarre Adventure Parte 1 e 2?

OtakeiraCast

Play Episode Listen Later Mar 6, 2026 93:24


Fala, otakeiros e otakeiras, sejam bem-vindos a mais um Otakeiracast, seu podcast mais bizarro sobre animes, filmes e tudo mais que for oriental, e às vezes, nem tão orientais assim.E no episódio de hoje, JF, Gabriel, Tai, Milo e Jhana Monteiro irão irão fazer muita pose enquanto falam sobre Jojo's Bizarre Adventure Parte 1 e 2.

Mensagens da Graça de Deus
A18MOD68_20260304 - Não há terreno neutro na vida Cristã: Quem não é por Jesus, é contra!

Mensagens da Graça de Deus

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 51:24


Neste poderoso sermão, o Apóstolo Miguel Ângelo ensina que não existe neutralidade na vida cristã. A Bíblia revela que estamos em uma batalha espiritual entre a verdade e o engano, entre a luz e as trevas. Ao longo da mensagem, ele alerta sobre os perigos de falsos ensinos, doutrinas distorcidas e líderes que manipulam a fé das pessoas. Muitas vezes, o engano não aparece de forma evidente, mas se disfarça de espiritualidade, sabedoria e até de amor. Por isso, o cristão precisa conhecer profundamente a Palavra de Deus e desenvolver discernimento espiritual. O verdadeiro evangelho não é baseado em manipulação emocional, mercantilismo ou popularidade, mas na verdade revelada nas Escrituras. A igreja deve permanecer firme no evangelho da graça e proteger o rebanho contra qualquer distorção da fé. Esta mensagem é um chamado urgente para permanecer na verdade e viver uma fé sólida em Cristo. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema – Não há terreno neutro na vida Cristã: Quem não é por Jesus, é contra! Quarta – Feira 04/03/2026 Pregador : Ap. Miguel Ângelo Aula 18 Módulo – 68 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha

A Vida Acontece
#91 | Sentirmo-nos vistos

A Vida Acontece

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 35:15


Esta semana falámos sobre algo que quase todos nós sentimos, mas nem sempre dizemos em voz alta: a sensação de não sermos vistos.Vivemos todos os dias a fazer pequenas coisas — arrumar a casa, trabalhar, estudar, cuidar dos outros, resolver problemas — e muitas dessas coisas passam despercebidas. Entramos numa espécie de roda da vida. Corremos para cumprir responsabilidades, para corresponder às expectativas, para agradar. Muitas vezes tentamos ser aquilo que os outros precisam que sejamos. Mas, no meio disso tudo, esquecemo-nos de algo essencial: sentirmo-nos valorizados e agradecidos.E não é só sobre os outros não nos verem. Às vezes, também nós não vemos os outros.Vivemos na mesma casa, partilhamos o mesmo espaço, mas cada pessoa vive uma realidade diferente. Cada um carrega preocupações, medos, sonhos e cansaços que nem sempre são visíveis. Duas pessoas podem estar lado a lado no sofá e, ainda assim, estar a viver mundos completamente distintos por dentro.Precisamos de aprender a reconhecer as pequenas coisas. Um “obrigado”. Um “eu reparei”. Um “sei que não tem sido fácil”. Pequenas frases que podem mudar o dia — e até o peso que alguém carrega.Talvez possamos começar hoje. Olhar com mais atenção. Ouvir com mais presença. E lembrar-nos que, mesmo vivendo na mesma casa, cada pessoa vive uma história diferente.Se sentires que este episódio pode tocar alguém que conheces, partilha. Às vezes, uma simples partilha pode fazer toda a diferença.Obrigada por estares desse lado, até ao próximo episódio! INSTAGRAM @avidaacontece.podcasthttp://instagram.com/avidaacontece.podcastQueremos agradecer ao Rodrigo e Filipe Pessoa Jorge por criarem a música do nosso podcast. Só se ouve uma pequena parte mas podem ver a jam session completa aqui http://youtu.be/8y57aAud__Iĺ

Realizando Sonhos com Reinaldo Domingos
Dinheiro não é tabu: conversar sobre dinheiro em família muda tudo

Realizando Sonhos com Reinaldo Domingos

Play Episode Listen Later Mar 5, 2026 5:16


Dinheiro era um assunto proibido na sua casa quando você era criança?Muitas pessoas cresceram ouvindo frases como:“Isso não é assunto pra criança.”“Depois você entende.”“Dinheiro só traz problema.”O que pouca gente percebe é que o silêncio também educa.E quando a família não conversa sobre dinheiro, a criança não aprende a lidar com ele. Ela apenas sente medo, culpa ou ansiedade.No vídeo de hoje, o educador financeiro Reinaldo Domingos explica por que conversar sobre dinheiro dentro de casa pode transformar completamente a relação das pessoas com as finanças.Você vai entender:• Por que o dinheiro se torna um tabu em muitas famílias• Como o silêncio financeiro forma adultos inseguros com dinheiro• Por que Educação Financeira começa no diálogo• Como começar conversas simples sobre dinheiro com filhosA verdade é que Educação Financeira não começa no banco nem na planilha. Ela começa dentro de casa, nas conversas do dia a dia.Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém da sua família. Essa conversa pode mudar gerações.Conheça a DFLIX, o primeiro streaming de Educação Financeira do Brasil: https://dflix.com.br/

Arauto Repórter UNISC
O segredo das pessoas felizes

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:50


Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.

Assunto Nosso
O segredo das pessoas felizes

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 4:50


Existem pessoas admiráveis caminhando sobre a face da Terra.Homens e mulheres comuns… mas de uma grandeza rara.Gente que enfrenta dores, perdas, limites — e ainda assim segue em passos firmes, sem deixar a desesperança criar raízes.Eu tenho a graça de conhecer muitos deles.Alguns são meus amigos.E confesso… observo essas pessoas com atenção quase silenciosa.Fico tentando entender onde está o segredo.Leio os gestos. Reparo nas atitudes. Escuto mais do que falo.E aprendo.De tanto observar, percebi algo que se repete:eles são felizes.Mas não é aquela felicidade barulhenta, exibida.É uma alegria mansa.Discreta.Daquelas que moram na alma — como árvore antiga, de raízes profundas, que nenhuma tempestade arranca.E não… eles não têm vidas perfeitas.Nenhum deles.Alguns vivem com pouco.Outros enfrentam problemas de saúde.Há os que carregam dores familiares.Todos já passaram por dissabores.E continuam… felizes.O primeiro traço que reconheci neles é a generosidade.Eles ajudam porque gostam.Dividem porque faz sentido.Doam tempo — que é o que temos de mais precioso.E fazem isso com um sorriso sereno, sem cobrança, sem memória contábil do bem feito.Não passam recibo.Não esperam medalha.Os felizes se inquietam com a dor do outro.Muitas vezes oferecem ajuda antes mesmo que alguém peça.Percebem. Sentem. Se aproximam.Já observei também o contrário.Os infelizes costumam fechar a mão.Negam pequenos favores.Quando ajudam, lembram. Relembram. Cobram.Fazem do gesto um contrato.E seguem… cada vez mais vazios.Outro hábito bonito dos felizes:eles vibram com a conquista alheia.Celebram o sucesso do amigo como se fosse deles.O brilho nos olhos é verdadeiro.Não há competição escondida.Há alegria compartilhada.Os infelizes, ao contrário, procuram defeitos na boa notícia.Diminuem o feito.Mudam de assunto.E continuam… infelizes.E talvez o traço mais nobre de todos:os felizes sabem aceitar.Aceitam o outro como é.Sabem ouvir sem julgar.Sabem opinar sem ferir.Sabem o momento de falar — e o momento de silenciar.E riem juntos.Porque sorrir do jeito de ser de quem a gente ama é uma das formas mais bonitas de dizer:“Eu te acolho exatamente assim.”Hoje eu só queria dividir essa reflexão contigo que está me ouvindo.Talvez a felicidade não esteja nas circunstâncias perfeitas.Talvez ela esteja nos hábitos que cultivamos todos os dias.Ser generoso.Celebrar o outro.Aceitar mais.Julgar menos.Que a gente siga evoluindo.Que a gente escolha ser luz — mesmo quando o dia estiver nublado.Porque pessoas felizes… abrem caminhos.E o mundo precisa, com urgência, de mais gente assim.

Mensagem do dia!
20260304 Ep 1019 - Ouro Provado no Fogo

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 3:04


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Jó 23:8–10, NKJV: "Olho para a frente, mas não o vejo... mas Ele conhece o caminho por onde eu sigo; quando Ele me tiver provado, sairei como o ouro."Aprendi algo vital: o nosso caráter é muito mais importante do que o nosso talento. Podemos ter todo o talento do mundo, mas sem um caráter sólido e aprovado, não iremos muito longe.É fácil confiar em Deus nos tempos bons. Mas a pergunta real é: você consegue confiar Nele com aquelas frustrações secretas que parecem não mudar nunca? Você orou, acreditou, mas Deus ainda não removeu o problema.A questão aqui não é apenas se você consegue confiar em Deus, mas, o mais importante: Deus pode confiar em você?Muitas pessoas permitem que as frustrações as tornem amargas. Elas perdem a paixão, deixam de se esforçar e desistem. Você vai passar nesse teste? Vai permanecer em fé mesmo quando não conseguir enxergar o que Deus está fazendo nos bastidores?Continue fazendo a coisa certa. Continue sendo bom para as pessoas, dando o seu melhor e mantendo um espírito de excelência. Pode parecer que nada está acontecendo do lado de fora, mas se você mantiver a atitude correta, algo poderoso está acontecendo do lado de dentro. Deus está mudando você. Se você continuar confiando, você vai subir mais alto, superar cada obstáculo e se tornar tudo o que foi criado para ser.Vamos fazer uma oração"Pai, obrigado porque, mesmo quando eu não consigo ver o que o Senhor está fazendo, eu ainda tenho todos os motivos para confiar em Ti. Obrigado porque os tempos de prova vão passar e eu sairei deles como o ouro. Eu creio que o Senhor está me transformando na pessoa que planejou que eu fosse. Em nome de Jesus, Amém."Ouro Provado no FogoUma Oração para Hoje

Podcasts FolhaPE
Efeito sanfona: os riscos à saúde e como evitar o perde e ganha de peso

Podcasts FolhaPE

Play Episode Listen Later Mar 4, 2026 23:30


Muitas pessoas desejam emagrecer rapidamente. E, para alcançarem esse objetivo, é comum investirem em dietas muito restritivas, nada saudáveis e difíceis de serem sustentadas por longos períodos. Com isso, elas perdem peso, mas logo abandonam a dieta e recuperam todos os quilos eliminados e muitas vezes ganham até uns quilos a mais. Sobre os riscos do efeito sanfona, o âncora Jota Batista conversa com a endocrinologista, especialista em emagrecimento, Leila Gonzaga, no Canal Saúde nesta segunda-feira (03).

Krustpunktā
Krustpunktā: Kāpēc arvien uzņēmēji turpina sadarbību ar agresorvalstīm?

Krustpunktā

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026


Kopš 2022.gada preču eksporta apjoms uz Krieviju ir samazinājies, bet ne tik lielā apmērā kā gribētos, ja domājam par ekonomisko sakaru saraušanu ar agresorvalsti. Jāuzsver gan, ka Latvijas uzņēmumu skaits, kas eksportē uz Krieviju, ir būtiski samazinājies un liela daļa eksporta bilancē ir preču tranzīts, kas nāk no citām valstīm. Tomēr tā ir mūsu robeža, pār kuru agresorvalstī pērn nonākušas preces gandrīz miljarda eiro apmērā. Arī sankciju pārkāpumu skaita ziņā Latvija ir viena no rekordistēm. Vai kaut kas ir jāmaina? Krustpnktā diskutē Latvijas Bankas Monetārās politikas pārvaldes vadītājs Uldis Rutkaste, Valsts ieņēmumu dienesta ģenerāldirektora vietnieks muitas jomā, Muitas pārvaldes direktors Raimonds Zukuls,  Ekonomikas ministrijas valsts sekretāra vietnieks Jānis Salmiņš un Saeimas tautsaimniecības komisijas vadītāja vietnieks Jānis Vitenbergs.  

muitas vai kop salmi latvijas latvija valsts saeimas krieviju arvien ekonomikas sadarb krustpunkt
Thaís Galassi
748 - Traumas de infância inconscientes estão te autossabotando

Thaís Galassi

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 20:15


Muitas vezes a autossabotagem não começa na vida adulta. Ela nasce lá atrás… na infância.Neste episódio, você vai entender como traumas de infância inconscientes podem estar influenciando seus relacionamentos, suas decisões, sua autoestima e até sua prosperidade — sem que você perceba.Padrões repetitivos, medo de rejeição, dificuldade de se posicionar, procrastinação, sensação constante de não ser suficiente… tudo isso pode ter raízes emocionais profundas.Aqui você vai descobrir: • Como traumas infantis moldam crenças limitantes • Por que você repete ciclos mesmo querendo mudar • A ligação entre autossabotagem e memórias emocionais reprimidas • Caminhos práticos para começar a romper esses padrõesSe você sente que existe algo invisível travando sua evolução, este episódio é para você.Respire fundo. Talvez a criança interior esteja pedindo para ser ouvida.

Arauto Repórter UNISC
Aquilo que dói também constrói

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 3:16


Tem uma frase que diz assim:“A vida é muito interessante.Suas maiores dores se tornam suas maiores forças.”Pensa nisso por um instante…Aquilo que hoje te incomoda…que te tirou o chão…que te fez chorar no silêncio…Pode estar construindo exatamente a estrutura que vai sustentar o teu futuro.A vida é interessante porque ela não desperdiça nada.Nem as quedas.Nem as decepções.Nem os dias difíceis.A dor ensina.A perda amadurece.A frustração fortalece.Quem nunca enfrentou tempestade não reconhece o valor do abrigo.Quem nunca foi desacreditado não entende a força de provar para si mesmo que é capaz.Muitas vezes, aquilo que você queria apagar da sua história…é justamente o capítulo que te deu musculatura emocional.A maior dor pode virar sensibilidade.Pode virar propósito.Pode virar direção.Não é sobre romantizar o sofrimento.É sobre entender que ele pode ser transformado.Tem gente que quebra.Tem gente que cresce.E crescer dói.Mas fortalece.Então, se hoje existe algo que pesa no teu coração…talvez esteja nascendo aí a tua maior força.Confie no processo.A vida é interessante demais para ser apenas sofrimento.Ela está, silenciosamente, te preparando.E um dia você vai olhar para trás e perceber:aquilo que quase te derrubou…foi exatamente o que te colocou de pé.

Descobri depois de adulta
#251:Por que tanta gente se sente perdida na vida adulta

Descobri depois de adulta

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 34:06


Conheça meu novo canal: https://www.youtube.com/@canalAndreaChociayVocê já teve a sensação de estar perdido na vida adulta? De olhar para as escolhas que fez e se perguntar se realmente foram suas?Muitas pessoas passam por uma crise de identidade na vida adulta, um momento em que carreira, relações e decisões começam a ser questionadas. Aquilo que parecia fazer sentido quando éramos jovens, muitas vezes deixa de refletir quem realmente somos.Neste episódio, conversamos sobre por que tanta gente se sente perdida na vida adulta e o que está por trás dessa crise silenciosa que muitos enfrentam.Falamos sobre:– Como construímos nossa identidade na juventude– O peso das expectativas familiares e sociais– Por que muitas escolhas são feitas no piloto automático– O momento em que começamos a questionar quem somos– E como a crise pode ser, na verdade, o início de uma vida mais conscienteSe você já sentiu que está vivendo uma vida que não parece totalmente sua, este episódio pode te ajudar a entender melhor esse processo.

Assunto Nosso
Aquilo que dói também constrói

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 3:16


Tem uma frase que diz assim:“A vida é muito interessante.Suas maiores dores se tornam suas maiores forças.”Pensa nisso por um instante…Aquilo que hoje te incomoda…que te tirou o chão…que te fez chorar no silêncio…Pode estar construindo exatamente a estrutura que vai sustentar o teu futuro.A vida é interessante porque ela não desperdiça nada.Nem as quedas.Nem as decepções.Nem os dias difíceis.A dor ensina.A perda amadurece.A frustração fortalece.Quem nunca enfrentou tempestade não reconhece o valor do abrigo.Quem nunca foi desacreditado não entende a força de provar para si mesmo que é capaz.Muitas vezes, aquilo que você queria apagar da sua história…é justamente o capítulo que te deu musculatura emocional.A maior dor pode virar sensibilidade.Pode virar propósito.Pode virar direção.Não é sobre romantizar o sofrimento.É sobre entender que ele pode ser transformado.Tem gente que quebra.Tem gente que cresce.E crescer dói.Mas fortalece.Então, se hoje existe algo que pesa no teu coração…talvez esteja nascendo aí a tua maior força.Confie no processo.A vida é interessante demais para ser apenas sofrimento.Ela está, silenciosamente, te preparando.E um dia você vai olhar para trás e perceber:aquilo que quase te derrubou…foi exatamente o que te colocou de pé.

Krustpunktā
Krustpunktā: Kāpēc arvien uzņēmēji turpina sadarbību ar agresorvalstīm?

Krustpunktā

Play Episode Listen Later Mar 3, 2026 54:14


Kopš 2022.gada preču eksporta apjoms uz Krieviju ir samazinājies, bet ne tik lielā apmērā kā gribētos, ja domājam par ekonomisko sakaru saraušanu ar agresorvalsti. Jāuzsver gan, ka Latvijas uzņēmumu skaits, kas eksportē uz Krieviju, ir būtiski samazinājies un liela daļa eksporta bilancē ir preču tranzīts, kas nāk no citām valstīm. Tomēr tā ir mūsu robeža, pār kuru agresorvalstī pērn nonākušas preces gandrīz miljarda eiro apmērā. Arī sankciju pārkāpumu skaita ziņā Latvija ir viena no rekordistēm. Vai kaut kas ir jāmaina? Krustpnktā diskutē Latvijas Bankas Monetārās politikas pārvaldes vadītājs Uldis Rutkaste, Valsts ieņēmumu dienesta ģenerāldirektora vietnieks muitas jomā, Muitas pārvaldes direktors Raimonds Zukuls,  Ekonomikas ministrijas valsts sekretāra vietnieks Jānis Salmiņš un Saeimas tautsaimniecības komisijas vadītāja vietnieks Jānis Vitenbergs.  

muitas vai kop salmi latvijas latvija valsts saeimas krieviju arvien ekonomikas sadarb krustpunkt
Diocese de Petrópolis
#3 - Retiro Quaresmal 2026 - Terceiro Encontro

Diocese de Petrópolis

Play Episode Listen Later Mar 2, 2026 17:14


Terceiro Encontro do Retiro Quaresmal da Diocese dePetrópolis, com o tema “Fraternidade e Moradia”Neste encontro, refletimos sobre as famílias que vivenciarama perda de suas casas na tragédia de 2011, que causou a morte de mais de 900pessoas na Região Serrana.Muitas dessas famílias sobreviventes ainda aguardam umasolução. Outras, com o apoio da sociedade e de diversas instituições,conquistaram uma nova casa para viver com dignidade.Considerada a maior tragédia natural do estado do Rio deJaneiro, esse acontecimento influenciou a criação de políticas públicas deDefesa Civil, incluindo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas deDesastres Naturais (Cemaden).Entre as regiões atingidas, uma delas foi o Vale do Cuiabá,onde gravamos este nosso terceiro encontro, com a presença do padre João Rosa ede pessoas que viveram a tragédia. Mas, apesar de todos os problemas enfrentados, elas nuncaperderam a esperança no Deus que não desampara e que veio morar entre nós nasimplicidade do presépio. Acompanhe, semanalmente, sempre às segundas-feiras, osencontros do Retiro Quaresmal no canal da Diocese de Petrópolis no YouTube –WebTV Amor Divino – e em todas as nossas redes sociais. Vamos, juntos, rezar, refletir e nos preparar para a Páscoa!

Radio Idefran
O Livro dos Espíritos em Destaque PROGRAMA OFICIAL - QUESTÃO 953

Radio Idefran

Play Episode Listen Later Mar 1, 2026 55:23


Nos acompanhe através do nosso app: https://ad5ga.app.goo.gl/idefranInstagram: https://www.instagram.com/idefranespirita?igsh=OGVjOGhpMW84Ynp6&utm_source=qrVocê pode adquirim livros incriveis pela nossa página no Mercado Livre: Rádio Idefran, o Amor Está no Ar!

Afrodite Podcast

O abandono no feminino nem sempre é físico. Muitas vezes, ele é emocional, silencioso e profundo.Neste episódio do Afrodite Podcast, falamos sobre a ferida do abandono no feminino: como ela se forma, como se manifesta nos relacionamentos e por que tantas mulheres vivem com medo de não serem escolhidas, deixadas ou esquecidas.Com uma abordagem sensível, psicológica e simbólica, refletimos sobre a herança cultural do abandono, os impactos na autoestima, nos vínculos afetivos e na forma como as mulheres aprendem a amar — muitas vezes se abandonando para não perder o outro.Este episódio é um convite ao acolhimento interno, à consciência emocional e ao início de um processo de cura que não passa por endurecer, mas por se incluir no próprio amor.Se você sente ansiedade nos relacionamentos… se tem medo intenso de ser deixada… se se apega rapidamente ou se anula para manter vínculos… esse episódio é para você.

TOTVS Developers Podcast
TOTVS Developers Podcast #78 - Agilidade orientada a resultado (Parte 2) | Pipeline de Insights

TOTVS Developers Podcast

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 38:20


Muitas empresas estão afogadas em dados, mas continuam famintas por insights. Relatórios não faltam. O que falta é decisão boa, no tempo certo.Neste episódio do podcast O Pipeline de Insights (Do Dado à Decisão), a gente discute como sair do modo “reporting” — aquele monte de gráfico que ninguém usa — e construir um pipeline que transforma dados em perguntas relevantes, insights acionáveis e decisões de negócio.Falamos sobre:Como áreas de agilidade podem apoiar produto e negócio na geração de insights reaisA evolução do uso de métricas operacionais para decisões estratégicasPor que tantos times ainda veem dados como obrigação e não como alavanca de futuroO que muda na operação quando o dado vira insight, e não só relatórioQualidade de dados: por que confiar é pré-requisito para decidirComo conectar métricas do dia a dia com indicadores estratégicos de negócioSe você trabalha com dados, produto, agilidade, estratégia ou liderança, esse episódio é pra você.

Governo do Estado de São Paulo
Defesa Civil - Domingo, dia 01/03/2026, o dia será marcado pelo Sol entre muitas nuvens

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 0:56


Defesa Civil - Boletim Previsão do Tempo para 01/03

Younity Church Podcast
Redes, Barcos e Família - Pr. Andy Frasure

Younity Church Podcast

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 70:17


Muitas vezes, o que nos impede de viver o novo de Deus não é o pecado, mas o que nos traz segurança. Neste episódio, exploramos o chamado radical de Jesus aos pescadores da Galileia. O Pastor Andy revela como nossas "redes" (o que fazemos), nossos "barcos" (nossa segurança) e nossa "família" (nossas raízes e bagagens) podem se tornar âncoras que nos impedem de avançar. Aprenda a trocar o seu "centavo" pela fortuna espiritual que Deus tem reservada para você e descubra por que, sem Jesus, a rede sempre termina a noite vazia.

Papo de Trilha
Ep 184: Os filmes que John Williams não fez

Papo de Trilha

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 131:18


É mês de aniversário de John Williams, e resolvemos celebrar de um jeito diferente: em vez dos clássicos de sempre, vamos falar dos filmes que ele não fez.Produções que ele queria fazer mas não foi o escolhido, ou filmes que quase tiveram sua assinatura, mas que ele não pôde aceitar por conflitos de agenda ou pela qualidade do projeto. Muitas histórias de bastidores em um episódio com sabor de universo paralelo.

Rádio Batente
Histórias de Combate ao Trabalho Escravo #4: Casas de família

Rádio Batente

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 26:58


As trabalhadoras domésticas levaram séculos para ter as mesmas garantias trabalhistas de outros trabalhadores. A regulamentação da profissão só aconteceu em 2015. E não é coincidência que o primeiro resgate de trabalhadoras domésticas escravizadas só tenha acontecido dois anos depois, em 2017. Muitas passam décadas sendo exploradas em casas de família, sem nenhum direito, sem nenhum laço social, tendo apenas constituídos os vínculos de exploração com seus exploradores. Este episódio é baseado nas histórias de vida e trabalho das auditoras fiscais do trabalho Juliana Vilela e Cynthia Saldanha, responsáveis por resgatar mulheres nessas condiçõesCréditos:Idealização: Natália SuzukiRoteiro: Natália SuzukiEdição: Lucia Nascimento e Vitor CamargoMontagem, sonorização, trilha sonora e mixagem: Victor OliveiraGravação: Estúdio da Repórter BrasilApoio: Laudes Foundation, Fundação Avina, Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo do Mato Grosso

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

Foodness Talks
Pedro Forato - Transição da cozinha para a gestão #283

Foodness Talks

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 60:06


Sair da cadeira de cozinheiro e sentar na de empresário é, talvez, o passo mais difícil em A&B.No começo, a gente se apega ao conceito, ao charme da casinha pequena, ao romantismo da rua pouco movimentada. Mas o mercado não perdoa o romantismo sem viabilidade.Muitas vezes, a visão técnica é o que separa o sonho do fechamento de portas e ela pode ajudar a enxergar o que a paixão ignora:O fluxo de pessoas que o seu conceito não previu;Os riscos invisíveis de um ponto comercial charmoso mas inviável;A transformação de uma ideia romântica em um negócio que para em pé.No episódio de hoje, discutimos como o planejamento pode ser o investimento que minimiza erros e acelera o aprendizado, e pra isso conversamos com o Pedro Forato, chef por anos no Prado de Lisboa, por 2 anos no Lardo de São Paulo (onde foi premiado ) e que agora está investindo no sonho do proprio restaurante.Investir em estratégia é entender que o sucesso operacional só se transforma em resultado real quando a gestão é tratada como prioridade.

Acenda sua luz
3 Sinais de que você NÃO está pronto para ser Líder (ainda)

Acenda sua luz

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 13:09


Você quer ser líder ou apenas quer o status e o salário?Muitas pessoas buscam a liderança pelo poder, mas esquecem que a outra face da moeda é a responsabilidade. Neste vídeo, eu revelo por que a insegurança é o maior inimigo de um gestor e como problemas não resolvidos do seu "CPF" (vida pessoal) destroem o seu "CNPJ" (vida profissional).Se você tem medo de demitir, pisa em ovos para dar feedback ou quer ser "amigo" de todo mundo... cuidado. Você pode estar caindo na armadilha da Liderança Insegura.—O que você vai aprender neste vídeo:00:00 - A base da Liderança00:43 - O perigo do Líder "Bonzinho" e inseguro01:52 - Autorresponsabilidade: O erro do time é SEU erro02:56 - A Régua Alta: Você tem do time aquilo que você tolera03:59 - Liderança não é para todos (O peso da decisão)05:25 - Como saber se a pessoa está na cadeira errada?06:04 - "Não se ensina a querer": Quando demitir é um presente06:53 - Fit Cultural: O casamento entre pessoa e empresa09:58 - O Líder Ditador também é inseguro (Liderança pelo medo)12:46 - Trauma com autoridade: Projeção de Pai/Mãe—

Meio Ambiente
Ao menosprezar danos à natureza, empresas ignoram riscos para elas mesmas, alerta relatório

Meio Ambiente

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 23:40


Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa.   Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações.    “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.” 

Hipsters Ponto Tech
CONSTRUIR ou COMPRAR SOFTWARE? Inovação aberta, IA corporativa e decisões reais | João Costa – Petrobras – Hipsters.Talks #21

Hipsters Ponto Tech

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 36:09


Construir software do zero nem sempre é inovação. Muitas vezes, é só mais caro, mais lento e mais arriscado. Quando vale a pena comprar, integrar ou adaptar uma solução pronta? Quando faz sentido desenvolver internamente? E como grandes empresas equilibram autonomia, segurança, inovação e governança sem travar a organização? No episódio do Hipsters.Talks, PAULO SILVEIRA, CVO do Grupo Alura, conversa com JOÃO COSTA, gerente de Inovação Aberta da Petrobras, sobre decisões reais de tecnologia em escala: make or buy, inovação aberta vs fechada, citizen developers, Shadow IT, IA corporativa e como fazer a adoção de novas tecnologias acontecer de verdade — não só no PowerPoint. Uma conversa prática sobre como inovação acontece fora do hype, dentro de uma das maiores empresas do Brasil, onde planilhas, software pronto, IA generativa e desenvolvimento interno convivem todos os dias. Sinta-se à vontade para compartilhar suas perguntas e comentários. Vamos adorar conversar com você!

Podcast : Escola do Amor Responde
3258# Escola do Amor Responde (no ar 29.01.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 20:43


No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Para saber mais, acesse o site terapiadoamor.tvDesconfia do namorado e quer acesso ao celular deleEm seguida, eles responderam a pergunta da aluna Geisy, de 23 anos. Ela contou que há um ano e três meses namora com um homem de 40 anos. Eles quase não brigam e ela afirma que o casal se dão bem. Mas há algo que a incomoda muito em relação à privacidade. O namorado não deixa ela mexer no celular dele, mas também não insiste.No entanto, Geisy já flagrou algumas mensagens e também percebeu que quando estão juntos, o namorado evita mexer no celular ou tenta esconder a tela. Ela nunca teve prova de nenhuma traição, mas queria que ele fosse honesto, pois desconfia, sim, que já foi traída.Geisy perguntou como pode ter acesso ao celular do namorado sem que ele fique ciente da desconfiança dela. Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna.Bem-vindos à ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escola do Amor Responde⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Renato e Cristiane Cardoso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, apresentadores da ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escolado Amor, na Record TV,⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e autores de ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Casamento Blindado e Namoro Blindado⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Podcast : Escola do Amor Responde
3257# Escola do Amor Responde (no ar 28.01.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 23:00


No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a pergunta de uma "amiga", que entrou em contato pelo WhatsApp do 'Escola do Amor Responde'. O número de telefone você pode encontrar acessando o site: escoladoamorresponde.comMarido a bloqueou e está muito diferenteA "amiga" contou que o marido a bloqueou na rede social e não a deixa ter acesso ao WhatsApp dele. Ele diz que a ama, mas ela não confia nisso, pois ultimamente o marido tem se mostrado muito diferente e, às vezes, ela também nota uma indiferença nas atitudes dele. "Amiga" pediu ajuda porque não sabe mais o que fazer com este relacionamento.Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna."Os Desafios das Mulheres Fortes"Em seguida, Renato e Cristiane destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Portanto, os professores convidaram a todos para participar desta palestra especial. Um encontro para entender, alinhar e resolver os problemas interiores. Para saber mais, acesse o site terapiadoamor.tvBem-vindos à ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escola do Amor Responde⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Renato e Cristiane Cardoso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, apresentadores da ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escolado Amor, na Record TV,⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e autores de ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Casamento Blindado e Namoro Blindado⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Inteligência para a sua vida
#1466: SAIA DA FILA E A SUA VEZ CHEGA!

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 12:53


Muitas pessoas se sentem sozinhas e desamparadas, esperando que alguém venha resolver seus problemas. Mas, na prática, já possuem tudo o que precisam para mudar de vida.Você tem Deus, a Sua Palavra e a si mesmo. E é você quem pode dar o primeiro passo.Que tal parar de reclamar com os outros e falar com Deus hoje? Faça isso e depois compartilhe nos comentários como foi essa experiência.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Podcast : Escola do Amor Responde
3255# Escola do Amor Responde (no ar 26.01.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 23:14


No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso destacaram o tema da palestra especial da Terapia do Amor: "Os Desafios das Mulheres Fortes".Muitas mulheres são admiradas e respeitadas por sua competência. Elas resolvem problemas, seja em casa ou no trabalho, tomam importantes decisões e lideram. No entanto, quando o assunto é amor, algo parece não fluir e, muitas vezes, o resultado não acompanha a força. Portanto, os professores convidaram a todos para participar desta palestra especial. Um encontro para entender, alinhar e resolver os problemas interiores.Aluna está frustrada com o casamentoEm seguida, eles responderam a pergunta de uma aluna frustrada com o casamento.Ela contou que tem 22 anos e é casada com o seu primeiro namorado. Estão juntos há 7 anos, sendo 4 anos de casamento e com uma filha de 3 anos. A aluna disse que chegou a um ponto de muito cansaço emocional, depois de tantas tentativas, e relatou o motivo. O marido tem 26 anos. Ele chega do trabalho, come e depois só fica direto no celular, jogando até dormir. Não conversa e não demonstra interesse em falar sobre o casal ou o futuro da filha. Ele também mal dá atenção à filha. A vida íntima do casal praticamente não existe. Além disso, enfrentam problemas financeiros. Ele já chegou a sujar o nome dela no passado. Recentemente, a aluna descobriu um empréstimo feito em seu nome e sem o consentimento dela. Ele se irrita quando ela quer conversar. Diz que vai mudar, melhora por alguns dias e logo tudo volta a ser como antes.Os professores analisaram a situação e aconselharam a aluna.Bem-vindos à ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escola do Amor Responde⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Renato e Cristiane Cardoso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, apresentadores da ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escolado Amor, na Record TV,⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e autores de ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Casamento Blindado e Namoro Blindado⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes