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“Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a Justiça? Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” Romanos 6:16-18“Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis.” Romanos 8:13
Nesta edição, o WW Especial debate sobre qual a situação estratégica de Israel no Oriente Médio? Além do âncora da CNN William Waack, participam deste episódio Celso Lafer, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil, Danny Zahreddine, prof. de Relações Internacionais da PUC Minas, e Vinícius Rodrigues Vieira, prof. de Economia da FAAP de RI da FGV e do IDP.
A Saúde e outros setores da vida pública já fizeram a transição da era do papel para a era dos dados. Mas o que aconteceria se amanhã ocorresse um grande ciberataque? Qual seria o impacto, por exemplo, no Serviço Nacional de Saúde? “Seria desastroso”, alerta Nuno Rogeiro. No seu habitual espaço de comentário, o analista chama a atenção para as vulnerabilidades do mundo tecnológico em que vivemos e sublinha a necessidade urgente de uma verdadeira cultura de higiene cibernética nas instituições públicas. A conversa estendeu-se também ao estado preocupante das Forças Armadas britânicas, com o Exército a registar os efetivos mais baixos desde o século XIX, e ao reforço da cooperação militar entre Portugal e o Reino Unido, recentemente consolidado através de um protocolo entre as duas marinhas. No plano geopolítico, Rogeiro analisou o possível memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, descrevendo um acordo em duas fases que prevê o congelamento do programa nuclear militar iraniano e a garantia da livre circulação no Estreito de Ormuz, em troca do descongelamento gradual de fundos iranianos. Houve ainda espaço para o futebol. Já perto das rubricas finais, Rogeiro destacou uma curiosidade: “O trajeto da Seleção Portuguesa até à Florida foi um dos mais acompanhados pelos entusiastas da aviação através de plataformas de rastreamento aéreo. Bateu todos os recordes.” Ouça aqui o programa Leste/Oeste em podcast, emitido na SIC a 14 de junho. A sinopse foi gerada com apoio de Inteligência Artificial, saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lambda lambda (romanticamente) lambda, nerds! Mas que surpresa, hein? Qual seria o tema de um NerdCast publicado no dia 12 de junho? hehehe... Neste especial, junte-se à família Jovem Nerd (e as presenças elegantérrimas de Marcelinho e Sr. K) para mais uma transmissão da nossa rrrádio rrromântica! Há 17 anos formando casais, criando traumas e aguentando as histórias (e fanfics!) mais desvairadas dos nossos ouvintes apaixonados! Hasbro Ultimate Grogu. Animatronic em escala real com 37 centímetros, disponível para pré-venda! Saiba mais: https://jovemnerd.short.gy/hasbro_namorados_grogu Nvidia Notebooks RTX. Seu par perfeito para o dia dos namorados: https://jovemnerd.short.gy/nvidia_namorados ChatGPT De decoração da casa até o churrascão com os amigos, deixe a IA te ajudar em tudo: https://jovemnerd.short.gy/chatgpt_nc1 NerdStore Dia dos Namorados NerdStore! Até 14 DE JUNHO, compre um moletom e ganhe uma camiseta: https://jovemnerd.short.gy/nerdstore_namorados Jovem Nerd Esporte Clube Bola em campo! Assista ao primeiro jogo do Brasil em live com o Príncipe Vidane neste sábado, 13 de junho: https://www.youtube.com/watch?v=R6OguVPO-Hs Assista/ouça o JNEC: https://linktr.ee/jnesporteclube ATENÇÃO: ESTE EPISÓDIO CONTEM UMA PISTA PARA A CAÇADA DOS SELOS DO EVENTO DE 20 ANOS DO NERDCAST! OUVINTES CITADOS NO PROGRAMA: Luiza (@luizabhedlund) Murilo (@murilohdelgado) "Josh Kedward" (@kedward.josh) Raphael (@raphael.rapaz) Juliana (@dezleal) "A Imagem Perdida", curta do casal do motel infernal: https://www.instagram.com/aimagemperdida CONFIRA OS OUTROS CANAIS DO JOVEM NERD E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br APP JOVEM NERD: Google Play Store | Apple App Store ARTE DA VITRINE: Randall Random Baixe a versão Wallpaper da vitrine EDIÇÃO COMPLETA POR RADIOFOBIA PODCAST E MULTIMÍDIA Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, Juca Kfouri, José Trajano, PVC, Danilo Lavieri e Pedro Lopes debatem a abertura da Copa do Mundo, os destaques dos primeiros jogos, o clima nos Estados Unidos, o último dia para corte na seleção brasileira e a briga por vaga no time titular para a estreia
Sempre più adolescenti e giovani scelgono di ritirarsi dalla vita sociale, trascorrendo gran parte del tempo chiusi nella propria stanza e riducendo progressivamente i contatti con il mondo esterno. Un fenomeno complesso che può nascondere fragilità emotive, difficoltà relazionali, ansia, paura del giudizio o un profondo disagio. Come riconoscere i segnali di un isolamento che sta diventando problematico? Qual è il ruolo della famiglia e quando è importante chiedere aiuto? Ne parliamo con Alberto Pellai, medico e psicoterapeuta dell’età evolutiva, per comprendere meglio le cause della reclusione sociale e gli strumenti utili per accompagnare i ragazzi verso una graduale riapertura al mondo.
Para uma conversa descomplicada sobre crédito, recebemos neste episódio Duarte Gomes Pereira, Presidente da ASFAC - Associação de Instituições de Crédito Especializado. Estará o acesso ao crédito mais fácil? Qual o papel da literacia financeira e digital no acesso ao crédito? E, com tantas informações disponíveis, será que o consumidor está hoje, de facto, mais informado? Respondemos às grandes questões ligadas ao crédito, deixando alguns alertas e reflexões úteis para todos os ouvintes! Acompanhe a DECO: https://deco.pt/decopode/ https://www.instagram.com/decoassociacao/ https://www.facebook.com/AssociacaoDECO https://www.linkedin.com/company/decoassociacao
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A estranha habilidade das esponjas marinhas que intriga cientistas e filósofos. Qual é o animal com maior capacidade de regeneração? É a esponja do mar, um ser colorido e de formas exóticas que vive no fundo dos oceanos. Sua capacidade de regeneração é tão impressionante que, mesmo se for triturada num liquidificador, ela consegue renascer. Em condições ideais, um indivíduo completo pode se reconstituir a partir de conjuntos celulares mínimos. A esponja do mar consegue renascer a partir das próprias “cinzas”. Mesmo se for esmigalhada, a esponja do mar vai se regenerar. Isso se deve, em parte, à estrutura simples de seu organismo: sem órgãos bem desenvolvidos, é formada por apenas uns 20 tipos de células polivalentes, capazes de desempenhar funções variadas (alimentação, secreção etc.). Por um mecanismo ainda não totalmente compreendido pela ciência, as células isoladas lançam projeções de seu citoplasma em busca de outras células para se agregar. Em questão de meia hora, elas conseguem se reagrupar em pequenos aglomerados celulares. Nesses agregados iniciais, as células estão simplesmente “coladas” umas às outras, sem nenhum tipo de arranjo funcional. São os coanócitos os responsáveis por retirar da água o alimento necessário para a esponja, fazendo, posteriormente, a digestão intracelular. Eles podem também transferir os alimentos aos amebócitos, que levam as substâncias para outras células. A célula especializada por capturar o alimento e fazer a digestão é chamada de coanócito, uma célula flagelada presente no corpo desses animais. Outras células envolvidas nesse processo são os amebócitos, que recebem o alimento dos coanócitos e o transportam para outras células. À medida que o número de canais e câmaras aumenta, começa a surgir o esqueleto, que pode ser constituído de colágeno, sílica ou carbonato de cálcio. Em uma semana, a esponja, ainda um “brotinho”, está novinha em folha! [...] O experimento clássico é feito com uma esponja azul e outra vermelha que, depois de passar pela malha, se tornam uma nuvem roxa de células que, nas condições adequadas e com tempo suficiente (de uma semana a 10 dias), se transformam em uma esponja azul e... outra vermelha. Assim, elas têm a capacidade de determinar o eu do não eu. As esponjas têm alguma forma de autoconsciência codificada diretamente em suas células individuais. Mas a pergunta de um milhão de dólares é se a esponja que se regenerou é a mesma esponja ou se durante esses 10 dias foi gerado um novo animal, um clone criado a partir de um que deixou de existir. É difícil saber. Depende de quanto de suas recordações e personalidade e outras coisas que pensamos que compõem o "eu" vão da esponja original para a reconstituída. Mas se acabamos de estabelecer que as esponjas não têm cérebro... então elas não devem ter personalidade ou recordações, certo? [...] E elas se lembram do que aprenderam depois de se desintegrar e reintegrar? "Boa pergunta! As populações com que os pesquisadores trabalharam aprenderam algumas coisas. Passando por processos de regeneração, por exemplo, elas se adaptaram à água doce. A questão é quantas vezes você pode pegar uma esponja, reduzi-la a células, deixá-las reagrupar, sem que deixem de ser o que eram. Fontes (textos/créditos): https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-63126056 https://mundoeducacao.uol.com.br/biologia/filo-porifera.htm https://super.abril.com.br/mundo-estranho/qual-e-o-animal-com-maior-capacidade-de-regeneracao/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=pblCSOzzGhM Tomaso Albinoni Oboe & Violin Concerto. Classical Tunes | Música Clássica Para Todos. Imagem (créditos): https://www.bbc.com/portuguese/curiosidades-63126056
FAÇA SUA PRÉ-MATRÍCULA PARA O LEGADO (16 produtos pelo preço de 1)Abra sua conta na Coinbase, uma das exchanges de cripto mais seguras do mundo, e ganhe R$50 em BTC na sua primeira compra de R$1.000Descomplique seu IR com a MyprofitVocê conhece os ETFs e fundos do Grupo Primo?Nos últimos anos, começamos um processo de transformação na forma como o investidor brasileiro investe — indo de fundos de previdência a estratégias mais modernas de alocação, incluindo o nosso ETF de renda fixa, o GPCA11.Nosso ecossistema de ativos vem se desenvolvendo com o objetivo de oferecer melhores opções para o investidor brasileiro, combinando eficiência, diversificação, custos competitivos e maior inteligência na construção de carteira.Em um cenário de inflação e juros ainda relevantes, entender como proteger e construir patrimônio ao longo do tempo se torna essencial — e é nesse contexto que soluções mais eficientes, como ETFs de renda fixa de baixo custo, ganham cada vez mais importância.Mas afinal: como esses produtos funcionam na prática?Qual é o mais indicado para cada perfil de investidor?E como eles se organizam dentro de uma estratégia de investimento mais ampla?Apesar de serem instrumentos cada vez mais presentes no mercado, ainda existe muita dúvida sobre estrutura, funcionamento e custos desses produtos — e entender isso pode mudar completamente a forma de investir.Para responder essas e outras perguntas, recebemos Guilherme Cadonhotto, Head de Alocação da Grão.Ele será transmitido nesta quinta-feira, dia 11/06, ao meio-dia, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Guilherme Cadonhotto @gui.cadonhotto
No primeiro programa especial voltado para à Copa do Mundo de 2026, vamos destrinchar taticamente os padrões ofensivos e defensivos das seleções do Grupo C: Marrocos, Escócia e Haiti. Qual seleção poderá surpreender o Brasil de Carlo Ancelotti na primeira fase do Mundial? • Quer se tornar um analista tático? Conheça os cursos do Footure: https://footure.com.br/footure-lab/ SOBRE O FOOTURE Somos uma empresa no ramo do futebol dividida em três áreas: comunicação e análises táticas, cursos e análise de mercado para clubes, jogadores e agentes. Aqui no YouTube, vocês irão encontrar análises táticas de times e jogadores, explicações sobre conceitos táticos e ainda dois podcasts — um debatendo o futebol brasileiro e o outro entrevistando personagens do esporte.
Qual parte mais te marcou?
“Millevoci” dedicato agli animali torna a occuparsi di fauna selvatica: al centro della puntata ci sarà però l'orso, tornato a far parlare di sé dopo un recente avvistamento in Valposchiavo. Chi è davvero questo grande mammifero? Qual è oggi la situazione sulle Alpi svizzere? Ospite Livio Costa, guardiano della selvaggina in Valposchiavo, che racconterà la sua esperienza diretta sul territorio e gli incontri ravvicinati con gli orsi osservati negli anni nei Grigioni. Di convivenza con l'uomo abbiamo poi parlato con Valentina Grignoli e Matteo Martelli, autori del reportage premiato allo Swiss Press Award Uomo e orso: prove di convivenza, dedicato alla realtà slovena, dove vivono circa mille orsi e tutto parte dall'insegnamento del “buon comportamento” ai bambini e alle bambine. Una puntata che ci porta dalla Valposchiavo alla Slovenia, passando anche dal nord delle Alpi, per capire meglio come stanno cambiando gli equilibri tra uomo e fauna selvatica. Nell'ultima parte della trasmissione spazio al procione, il cosiddetto “orsetto lavatore”, una specie invasiva in forte espansione anche in Svizzera. Con la biologa Nicole Santi cerchiamo di capire da dove arriva, perché si sta diffondendo così rapidamente e quali sfide pone alla biodiversità e alla gestione della fauna sul nostro territorio.
Qual é a receita para ter uma ideia milionária? Aqui no Do Zero ao Topo já conversamos com centenas de empreendedores. Então organizamos, a várias mãos, uma jornada especial: a Trilha, uma nova série do Do Zero ao Topo para ajudar você a destravar esse plano de começar a empreender. No primeiro episódio da Trilha, mostramos como olhar para a sua realidade, identificar dores do mercado, observar tendências e testar se uma ideia tem chance de virar negócio.
Alessio e Katia ci portano a fare un viaggio emozionante nel tempo e attraverso l'Oceano, partendo dalle celebrazioni della Festa della Repubblica fino a toccare le storie dei milioni di italiani emigrati all'estero, grazie alle pagine di un grande capolavoro della letteratura italiana contemporanea: Novecento di Alessandro Baricco
Esta semana, com o nosso Oliveira de regresso, o prato forte é a Seleção. Analisamos a prestação dos homens de Martinez nos particulares frente ao Chile e à Nigéria e perguntamos: quem esteve em destaque pela positiva e pela negativa? Qual será o primeiro 11 de Portugal no Mundial? O Bernardo joga? Vai ser Inácio ou Veiga? Dalot ou Cancelo? Falamos da ida de Mourinho para o Real Madrid e, claro está, da iminente chegada de Marco Silva ao Benfica. Abordamos também a chave de distribuição das receitas da centralização no futebol, aprovada por 80% dos clubes. Terminamos com mais um ecléctico fora-de-jogo, onde recomendamos uma série, um livro e um documentário.
Con l'arrivo del caldo torna un compagno inevitabile delle nostre giornate: il sudore. Spesso associato a disagio o imbarazzo, in realtà è un meccanismo fondamentale che permette al nostro organismo di regolare la temperatura corporea e mantenere il proprio equilibrio. Ma perché sudiamo? Quando la sudorazione è normale e quando, invece, può diventare eccessiva? Qual è la differenza tra sudore e cattivo odore? E come scegliere i prodotti più adatti per sentirsi freschi e a proprio agio durante la giornata? Ne parliamo con la dermatologa Adele Sparavigna, presidente dell'Istituto Derming di Milano.
Futebol, mulher e rock'n roll, meu deus como isso é bom! Copa do Mundo tá aí, o menino Ney foi convocado e CHUPEM todos… e la sigam chupando! Gostando ou não, menino Ney é realidade em 2026 e nós vamos investigar se ele é mesmo tudo isso, se ele deveria estar nessa copa & no panteão dos grandes jogadores do futebol brasileiro.Deixe seu pitaco lá no nosso grupo de Telegram, e faça parte da maior rede de comentaristas freestyle da internê.Entra também lá no nosso Instagram, por que não??Nesse episódio:O hóspede quer presunto;Malditos contratos de gaveta;Vamos ver se o Barcelona é isso tudo!Quem se anima com milionário;O que mais importa na Kings league?A internacionalização da pimba;Repetição de beldades;O que é uma Flayslaine?Skatista da bagunça;Ninguém é de ninguém no surf;Renato ou Romário;Todas as capas de revista;Cadê meus bandidos?Esse ano o coxa tá voando!Jornalismo de gordo perdedor;Falsificação histórica;Louro José pistola;Está liberado acreditar;O Luva de Pedreiro brasileiro;Injuriaram o Mister;A pior música de todos os tempos;Desmaiou maravilha;Dates coreanos;Meu cunhado Bento;Quem ama demais o futebol?Comendo a bola e todo o resto;Quartas no tapetão;Qual o caminho do hexa?Quanto custa um albinho?Acidentes de Brasil e Argentina;Elifot da copa;Incidentes diplomáticos de primeiro grau;Gastando a luz de galhofa;Ganhar pra quem?A volta da bandidagem;O fim de Gil Cebola;... e muito, mas muito mais!!!Host: Scheid-o-CEO.Bancada: Menino Farinhaki, Menino Punk Willians, Menino Tio Fabs, Menino Roqueiro Caio, Menino Meu Irmão Michell e Menino General Maciel.
O que faz alguém arriscar a vida no alpinismo? Qual parte tão sonora da alma nos impede de considerar as consequências e nos impele a realizar feitos extraordinários? Esses e outros mistérios serão abordados nesta mais nova expedição do Eventual Ocultismo, explorando a adaptação para o cinema da obra de Jiro Taniguchi.Mandem e-mails com comentários para: umeventualocultismo@gmail.comParticipantes: Luca Piancastelli, Pedro Santos e Vítor BatistaMúsicas: Through the Khumbu Valley, Looking for Habu e The Mountain Call (Amine Bouhafa; Le Sommet des Dieux OST)
Foi apresentado em finais de Maio em Paris, o terceiro e último volume do livro "Memórias em tempo de amnésia" de Álvaro Vasconcelos, especialista de relações internacionais e voz bem conhecida das nossas antenas. Nesta obra em três partes, o autor relata as épocas que atravessou, o salazarismo, o colonialismo português em África, nomeadamente em Moçambique onde viveu, os anos de militância política na África do Sul, em França e em seguida em Portugal, onde regressou na altura do 25 de Abril. No terceiro volume das suas memórias intitulado "O futuro para além do apocalipse", Álvaro Vasconcelos recorda a conquista da independência das ex-colónias, assim como os primórdios da democratização de Portugal e a sua adesão à União Europeia. O antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia e fundador em Portugal do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais também evoca a viragem autoritária a que se assiste actualmente em várias partes do mundo, a que ele chama de «brutalismo» e que tem a ver com a corrente 'tecno-totalitarista', encabeçada nomeadamente por alguns magnatas da Silicon Valley. Álvaro Vasconcelos fala também da urgência ambiental, da urgência de não nos esquecermos que somos humanos, numa época em que tendemos a colocar tudo nas mãos da Inteligência Artificial. No fundo, ele fala da urgência de pensarmos. Neste livro denso que é uma chamada de atenção, ele começa cada capítulo com uma espécie de guião de filme e fala com um gosto não dissimulado de todas as fitas que o fizeram reflectir de outra forma sobre o mundo, porque este texto, ainda mais do que os anteriores, é uma declaração de amor à sétima arte. E evidentemente não podíamos deixar de falar -antes de mais- da importância que o cinema tem para Álvaro Vasconcelos. "O cinema é algo que me formou porque eu vivia na África colonial, na Beira, em Moçambique. E como era lá no fundo do Império, a ditadura era certamente muito mais suave para os brancos, para os negros era mais brutal do que em Portugal era para os portugueses. E os brancos da cidade da Beira, onde eu vivia, tinham acesso ao Cineclube da Beira, às grandes obras do cinema mundial, por exemplo, nós vimos o ‘Couraçado Potemkin', que em Portugal era absolutamente proibido. (…) E como o cinema, começamos a vê-lo mesmo muito, desde muitos miúdos, não só nos cineclubes, os cinemas eram a maravilha da época, era aquilo que nos educava, nos abria novos horizontes, que nos fazia rir com Charlot, com os irmãos Marx, que nos ensinava os problemas graves do mundo, como ‘Hiroshima mon amour', o neo-realismo italiano, ‘Os ladrões de bicicletas', etc. Evidentemente que o cinema teve para a minha geração e em particular para aquela que viveu no Império, mas não só, também também em Portugal, um impacto enorme, portanto, foi formativo. E ao escrever o último livro da minha trilogia, senti a necessidade de fazer um livro que fosse mais de reflexão que apenas descritivo da minha vida e de reflexão. Não sou filósofo, portanto, não podia ser uma reflexão filosófica. Mas era uma reflexão à volta das ideias que são veiculadas pelo cinema, que foram veiculadas pela grande literatura que eu li desde miúdo, que sempre me apaixonou e continuo a ler e que me ensinou imenso sobre o mundo. Eu descobri muitas coisas no cinema e na literatura que não era capaz de descobrir com o mesmo grau de profundidade dos ensaios", explica o autor. Nas suas memórias, Álvaro Vasconcelos fala da época colonial e também de uma descolonização das mentes que ainda não foi totalmente feita. "Em África, descobri a violência colonial e que a palmatória é um símbolo absoluto dessa violência. Palmatória com que iam castigar os empregados negros por coisas, não importa o quê. Mas mesmo que fossem coisas graves, era a mesma palmatória que era usada contra os escravos, como eu vi no Museu Afro-Brasileiro, em São Paulo. Infelizmente não temos em Portugal, nenhum museu sobre a escravatura. Temos um pequeno museu em Lagos, mas não temos um grande museu, como têm os brasileiros. E essa palmatória era usada também pelo professor primário para nos manter. Identifico a violência brutal de que era vítima pelo professor primário, que tinha um poder absoluto sobre mim, com a violência, de que eram vítimas os negros, que não tinham direitos nenhuns, nem direito à vida. E para que isso pudesse ter acontecido, foi preciso criar uma narrativa de que eles não eram gente civilizada. E essa narrativa perdurou no pós 25 de Abril, porque nunca se fez um trabalho verdadeiro de descolonização das mentalidades. E hoje, quando os imigrantes são tratados como são tratados com desumanidade, é porque não são considerados humanos iguais a nós. E como não são considerados humanos iguais a nós, podem ser vítimas da arbitrariedade. Não têm os direitos iguais. Isso é uma questão fundamental", considera o estudioso. "Quando se deu o 25 de Abril, podia-se ter feito uma coisa extraordinária e teria ficado para a história. Era considerar que toda a gente que reside em Portugal tem os mesmos direitos. Há um país no mundo em que isso, pelo menos já acontece, que é na Nova Zelândia. E, portanto, se os imigrantes tivessem o direito do voto, seriam tratados de forma completamente diferente ", diz ao referir que, em vez disso, "são vítimas da desigualdade mais absurda da escravatura às vezes da violência da morte no Mediterrâneo. Em vez de irem socorrer, acham que é uma forma dissuasiva que eles morram no Mediterrâneo. Isso, evidentemente, é feito posto em prática por políticos democráticos, mas evidentemente que estão a abrir o caminho à extrema-direita que fará disso uma doutrina de poder." No capítulo que reserva a estes aspectos, o autor escreve que “o silêncio sobre a verdadeira natureza do colonialismo é um dos grandes fracassos da democracia portuguesa” e que “a Europa assumir que o colonialismo foi um crime contra a humanidade tornaria o seu discurso sobre a democracia muito mais legítimo.” "O 25 de Abril foi uma revolução extraordinária. Libertou os portugueses da ditadura e criou um sistema de liberdades públicas, de Estado de Direito. Isso deve ser sublinhado e eu sublinho no livro, porque é único no século XX, uma revolução que não foi só uma libertação, mas trouxe a liberdade. Podemos pensar, por exemplo, que a Revolução de Outubro libertou os russos do Czarismo, que era um regime terrível. Mas não construiu um regime de liberdade. Isso aconteceu em Portugal. Simplesmente, Portugal era ao mesmo tempo uma ditadura e um império. E quando se construiu a democracia, fez-se um trabalho mais ou menos profundo sobre o que era a ditadura, o que é que era o fascismo. Existem vários museus, o Museu do Aljube, um museu em Peniche, existe um trabalho de memória. Existem nos livros de História. Conta-se o 25 de Abril, todo esse passado ditatorial. As pessoas sabem que houve a tortura, que havia a PIDE, que as pessoas não tinham direito à palavra. Tudo isso faz parte da memória colectiva dos portugueses", constata Álvaro Vasconcelos. "O que não se fez nenhum trabalho. O que é que era o colonialismo? Não se explicou o que é que era a tortura em África, o que era o trabalho forçado. Qual era a origem que isso tinha na escravatura? Manteve-se um mito do lusotropicalismo, ou seja, que Portugal tinha contribuído para criar um mundo diferente, um mundo não racista, um mundo multiétnico. Até se dizia isso : ‘Deus criou os homens e os portugueses criaram as mulatas' escondendo que as mulatas nasciam muitas vezes de actos de violação absoluta, porque as mulheres negras não tinham direitos e, portanto, o senhor tinha um direito de pernada sobre a mulher negra. Isso acontecia frequentemente. Eu, aliás, entrevistei para um dos meus livros uma senhora africana que conta exactamente a história de uma mulher que, depois do 25 de Abril, andava à procura do homem branco, que tinha sido o pai dos seus filhos e que o homem branco tinha desaparecido. Tinha regressado a Portugal e que nunca mais soube dele. E as crianças queriam conhecer o pai. Mas isto é um caso de uma pessoa que se movimentou. A maior parte das vezes ficaram e são vítimas de toda a discriminação. Isso é o aspecto em que o 25 de Abril não fez esse trabalho", diz o politólogo. "Quando em Portugal surge um movimento de sociedade civil poderoso, hoje formado por intelectuais afro-descendentes que defendem o direito à igualdade, que tem voz no espaço público, quando nos lembramos, por exemplo, da Joacine Katar Moreira que foi deputada na Assembleia da República, a campanha racista contra ela. No Parlamento, a extrema-direita dizia ‘Volta para o teu país'. Estou a falar numa deputada, membro do Parlamento. Mas depois as intelectuais todas que são superactivas na sociedade portuguesa, que é aquilo que há hoje de mais vibrante na sociedade portuguesa, mais criativo. Publicam, fazem filmes como a Pocas Pascoal e outros. Ainda recentemente a Kitty Furtado organizou na Gulbenkian um ciclo sobre o cinema africano produzido em Portugal, com numerosos filmes, numerosos realizadores. Portanto, na Bienal de Veneza, há dois anos, a representação de Portugal foram artistas negros. Portanto, temos um movimento extraordinário. Esse movimento choca com esta mentalidade dominante. E então são acusados de serem ‘wokistas'. ‘Wokistas, quer dizer que são pessoas com consciência", sublinha o universitário. Relativamente às lições que se podem tirar do pós 25 de Abril, Álvaro Vasconcelos faz um balanço agridoce : apesar de considerar que “os seus objectivos essenciais foram atingidos: liberdade, fim do colonialismo e um estado inspirado nos modelos sociais europeus”, ele constara que “o que triunfou não foram os mecanismos que permitiriam compatibilizar a democracia liberal com o desejo de participação dos cidadãos (...) com o tempo, os partidos tornaram-se organizações fechadas (...) foram-se impondo como actores únicos do sistema politico”. "Portugal fez uma revolução que permitiu a existência de partidos políticos que não existiam antes. Mas a revolução, no momento em que ela aconteceu, despertou uma vontade de participação enorme na sociedade portuguesa. Todos os portugueses queriam participar na vida política pública. Eu próprio participei na criação de um jornal que era a voz do trabalhador e aquilo vendia-se como pãezinhos quentes. Quer dizer, toda a gente cria jornais. Toda a gente queria ler. Toda a gente fazia um pequeno comício. Enchiam-se de pessoas. Criaram-se cooperativas, associações de bairro, associações, moradores, associações agrícolas, movimentos cooperativos por todo o lado. Ao mesmo tempo, os partidos políticos foram-se consolidando como forças dominantes da sociedade portuguesa. E esses movimentos participativos foram vistos pelos partidos que acabaram por triunfar como movimentos que eram contrários à consolidação da democracia representativa liberal, como havia no resto da Europa. E foram desaparecendo. E o sistema político português ficou concentrado nos partidos políticos. Esses anos todos passaram e as pessoas hoje, como têm acesso às redes sociais, já têm outra forma de expressão, sem passar pelos partidos políticos. Exprimem-se nas redes sociais. Muitas vezes, o que dizem alguns? Nós não gostamos nada. Mas outras coisas dizem coisas correctas. Estes movimentos que eu referi, ecológicos, anti-racistas, de solidariedade social, também usam as redes sociais. Mas há muita gente que usa as redes sociais e que diz coisas horríveis. Mas não interessa, diz. Acha que tem direito à palavra. E acha que os partidos não dão direito à palavra. Então vão atrás de um demagogo que diz ‘Eu dou vos a palavra. Eles não vos dão a palavra'. Os partidos políticos são organizações fechadas. Em Portugal nunca se fez a regionalização, porque os partidos acharam que aquilo era fugir ao controlo central dos partidos de Lisboa. Era abrir o controlo da sociedade a nível regional. E tudo isso foi enfraquecendo a democracia portuguesa", comenta. “Foi nas redes sociais, espaço sem regras, que descobri que estávamos perante um brutalismo neofascista. O significado das palavras e a verdade deixaram de ser facilmente reconhecíveis. O algoritmo privilegia a violência verbal, exponencia o número de visões e partilhas. Acreditei – e escrevi –, depois das revoluções árabes de 2011, que as redes sociais tinham potencial de empoderamento dos cidadãos e poderiam ser um factor de emancipação democrática, mas hoje sou obrigado a constatar que não tive em conta a capacidade de manipulação, seja pelos algoritmos ou ainda mais pela IA, dos Estados e grupos que controlam as empresas da indústria do mundo virtual", escreve Álvaro Vasconcelos no capítulo que dedica ao regresso do que chama de 'brutalismo'. "A nível europeu, nós não podemos separar de um fenómeno mundial, que é aquilo que atravessa bastante o meu livro, que é a ideia do colapso do pensamento. E esse colapso do pensamento. O que significa que quando os homens deixam de pensar, diz Hannah Arendt, são capazes dos piores crimes. E esses homens são capazes dos piores crimes. E o homem banal, o homem comum que pode seguir um líder que vai destruir as suas liberdades e a liberdade dos outros. E isso pode se chamar ‘tecno-totalitarismo'. Porquê tecno-totalitarismo? Porque grande parte da economia mundial hoje está a ser dominada pelas grandes empresas tecnológicas. Estamos numa nova revolução tecnológica. E as grandes empresas tecnológicas que dominam a inteligência artificial, que dominam as redes sociais, como o Musk, é o exemplo mais claro, defendem aquilo que eu chamei de ‘tecno-totalitarismo'», explica o autor das "Memórias em tempo de amnésia". "Há uma politóloga francesa, Asma Mhalla que diz que ‘este século não vos proíbe de pensar. Ele ocupa-vos até que já não se saiba como fazer. Isto vem, como eu digo aqui no livro, do desenvolvimento da Inteligência artificial. O desenvolvimento da inteligência artificial cria um mundo onde os humanos deixam de pensar. A banalidade do mal passa a ser a norma. Isso acontece em muitos actos quotidianos. Quando recorremos à inteligência artificial para tomarmos decisões. Quando manipulados por algoritmos, ficamos de tal forma hipnotizados que somos levados a acreditar nos líderes populistas como Trump, como Bardella em França como em Portugal, o André Ventura, como Bolsonaro no Brasil", diz Álvaro Vasconcelos. "Há um aspecto deste ‘tecno-totalitarismo' que também nos deve inquietar, que é menos presente em França, mas está presente em muitos países, que é a relação dele com uma determinada corrente religiosa. Ele é religioso na sua essência, porque ao mesmo tempo, fala de Apocalipse, destruição do mundo pelo aquecimento global, pela guerra nuclear e está a propor uma solução tecnológica para estes problemas. Ora, isto é típico da crença religiosa. A ideia do Apocalipse, se pensarmos no apoio dos evangélicos americanos a Trump e em cenas em que Trump se reúne com os evangélicos e os evangélicos rezam na Casa Branca a volta do Trump ou quando o Bolsonaro tomou posse rodeado pelos evangélicos, a primeira coisa que fizeram, foi um ato religioso. (…) Vemos que o ‘tecno-totalitarismo' muitas vezes é também uma ‘tecno-teocracia'. E, portanto, esse problema, que é um problema mundial, que é da criação do mundo em que os homens deixam de pensar, a inteligência artificial substitui o pensamento humano. É um mundo em que o brutalismo, que é o tema do meu livro, se torna possível. É possível que o Trump decida destruir o Irão, que o Netanyahu faça o genocídio de Gaza e agora esteja a fazer no Líbano o que fez em Gaza, no sul do Líbano. É exactamente a mesma coisa. Vai destruir o sul do Líbano completamente", diz o especialista em relações internacionais. No capítulo em que aborda o que chama de dever de hospitalidade, Álvaro Vasconcelos considera que é neste aspecto que a Europa pode fazer a diferença "para superar o brutalismo contemporâneo, porque, por um lado, é uma das regiões do mundo onde as democracias ainda resistem ao assalto da extrema‑direita neofascista, e por outro porque a hospitalidade é a essência da sua sobrevivência". "Estamos a falar da União Europeia, a que se podem juntar alguns Estados, como a Noruega, como hoje o Brasil do Lula. Têm a mesma ambição de escapar ao brutalismo de Putin, Trump, Netanyahu, ao ‘tecno-totalitarismo' que domina a China. Verdadeiramente o único sítio do mundo em que ainda há um grupo de Estados que pode e quer resistir é na União Europeia, mas que tem estes aliados muito importantes que tem que procurar no Canadá, já procura no Brasil. Por isso, o acordo com o Mercosul é tão importante, apesar de a Argentina do Milei estar completamente na mesma linha de brutalismo. Mas o Brasil é um país importantíssimo. Na Ásia, o Japão, a Coreia do Sul. (…) Portanto, a Europa é a nossa esperança. Mas para que essa esperança não passe de uma utopia não realizada, para ser uma utopia realizada, é preciso que a Europa integre toda a sua vitalidade num projecto comum, (…) é preciso uma mudança radical de política. Ou seja, é preciso uma política que seja alternativa à política da extrema-direita. Claramente. E o que é que se deve fazer? Os imigrantes que são grande parte da população europeia ou originários na imigração devem ser cidadãos plenos, activos, integrados nas nossas sociedades, dando-lhes o voto. Aqueles que ainda não têm, damos-lhe a palavra, ouvindo-os e tornando as nossas democracias muito mais participativas", preconiza o autor. No seu livro, Álvaro Vasconcelos estabelece um elo directo entre o ‘tecno-totalitarismo', a negação dos direitos de boa parte da humanidade e a destruição do meio ambiente. "Um dos temas que eu acho que é muito importante é a questão do ambiente. Eu, aliás, começo o meu livro com uma citação do Camus que diz ‘A minha geração quis mudar o mundo. Não o mudou, mas pelo menos lutou para preservar o que de melhor tinha sido conquistado'. (…) O aquecimento global está a ser um problema gravíssimo que pode pôr em causa a vida na terra. E aí é lembrarmo-nos de Edgar Morin, um grande pensador. Eu cito Edgar Morin dez ou 15 vezes no meu livro. Ele diz que nós não estamos só perante um mundo que destrói a vida humana. Estamos num mundo em que a globalização foi extremamente destrutiva do ponto de vista económico e social. Criou também a consciência de um destino comum da humanidade a consciência de que estamos todos no mesmo barco. Ou seja, no barco da vida. Nós sabemos que a vida não é eterna. Mas enquanto estamos no barco da vida, não vamos cair no niilismo. Nem vamos cair na melancolia de esquerda. Isto é uma conclusão que alguém tirou do meu livro que eu sou contra a melancolia de esquerda. A melancolia de esquerda é nós pensarmos em tudo aquilo por que a gente lutou está a desaparecer e já não podemos fazer nada. Vai tudo acabar. Vai acabar a democracia, a liberdade. Vai voltar o racismo como política de Estado. Vai desaparecer a ordem internacional. Vai desaparecer o multilateralismo", diz o universitário. "Estamos perante uma guerra cultural. É um tema central, porque a guerra cultural é algo que acompanha a civilização europeia desde o Iluminismo e desde a Revolução Francesa. Houve sempre uma corrente que se opôs às conquistas de liberdade, igualdade, fraternidade da Revolução Francesa. Considerou sempre que a compaixão pelo outro não fazia nenhum sentido, que o homem era um animal fundamentalmente egoísta e violento E que tinha que ser treinado desde criancinha para a competição. E por isso, a cooperação não é uma questão fundamental da aprendizagem. As pessoas não aprendem a cooperar, aprendem a competir. Já vimos no sistema escolar como é terrível a competição. A infância nas grandes escolas. O que é que é difícil chegar lá acima. Portanto, formam-se elites que foram treinadas para a competição e não foram treinadas para a cooperação. E se nós não cooperarmos neste barco da vida, se não percebermos que o clima não tem fronteiras, que o aquecimento é global, que os calores do Norte de África chegam à Europa, que as transformações da Amazónia transformam as correntes do Atlântico e nos atingem também como europeus. Então não perceberemos que estamos todos no mesmo mundo. Mundo, terra, pátria, como diz o Edgar Morin. E que neste mundo, terra pátria, nós somos todos cidadãos, mesmo quando não somos considerados cidadãos", conclui Álvaro Vasconcelos.
Quando a realidade não coincide com o que esperamos, a tendência é culpar a vida, as circunstâncias. Mas e se a realidade estiver, afinal, a cumprir exatamente a nossa intenção?
Neeeesteee VACILO NA COPA: Daniel Bayer e João Carvalho analisam TODOS os uniformes de TODAS as seleções presentes na Copa do Mundo 2026! Qual a mais bonita?? Qual a mais feia?? E qual a mais HORROROSA??FINANCIE ESTE VACILO:Assine o plano BOGA VIVA e participe do nosso GRUPO SECRETO NO TELEGRAM!MANDA PIX:livepix.gg/decrepitosPARTICIPE PELO E-MAIL:ouvinte@decrepitos.com ANUNCIE COM A GENTE:comercial@decrepitos.com© Copyright 2026 - Decrépitos Podcast - Todos os direitos reservados.
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TESTO DELL'ARTICOLO ➜ https://www.bastabugie.it/8536OMELIA XI DOMENICA T. ORD. - ANNO A (Mt 9, 36-10,8)di Giacomo Biffi La pagina del Vangelo di Matteo, che abbiamo ascoltato, ci descrive la prima missione degli apostoli.Dal contesto della narrazione appare chiaro che Gesù la considera una missione provvisoria e sperimentale: quasi una prova generale in vista della missione definitiva di cui li incaricherà dopo la risurrezione, quando darà l'ordine di andare a tutte le genti non solo ad annunziare il Regno di Dio, ma anche a battezzare e a guidare i credenti in conformità ai suoi comandi.Alcune delle raccomandazioni qui contenute (per esempio quella di non uscire dai confini di Israele) si spiegano col carattere di preparazione e di saggio di questa prima evangelizzazione. Tuttavia nel suo insieme l'episodio è esemplare, ricco di insegnamenti, e merita tutta la nostra attenzione. Noi ci limiteremo a commentare in breve alcune frasi particolarmente rilevanti di questo brano.LA CHIESA, FRUTTO DELLA COMPASSIONE DIVINA PER L'UMANITÀ SMARRITAVedendo le folle, ne sentì compassione. Come si vede, proprio la compassione di Cristo viene indicata come il motivo sostanziale della decisione di eleggere tra i suoi discepoli dei capi responsabilizzati e di avviare così una precisa struttura ecclesiale. La ragione profonda della missione apostolica è lo stato di miseria dell'umanità: una miseria che punge il cuore del Figlio di Dio. La Chiesa dunque nasce dalla pietà del Signore e dalla sua volontà di salvezza.Qual è la natura di questa miseria?Erano stanche, sfinite, come pecore senza pastore. La stanchezza, il disorientamento, la disgregazione sono le note dolorose che l'occhio penetrante dell'Unigenito del Padre, che è diventato uno di noi, rileva nell'umanità abbandonata a sé sola.È un giudizio che è ancora pienamente attuale. Anche l'uomo di oggi spesso si sente stanco: stanco di lottare contro mille difficoltà che gli amareggiano l'esistenza; stanco di faticare senza risultato e qualche volta addirittura senza perché; stanco di non essere compreso nelle sue aspirazioni più essenziali e più vere; stanco di essere imbrogliato; stanco di essere sopraffatto da mille soprusi; stanco di essere vittima di molte ingiustizie. Magari crede di poter uscire da questa prostrazione con riforme sociali e cambiamenti politici, anche legittimi, ma che alla fine lo lasciano sempre deluso.Poi l'uomo di oggi è immerso nella confusione dei pareri, frastornato da mille messaggi e da mille proposte; e non sa più a chi credere.E trova la divisione e il conflitto perfino là dove gli sembrerebbe giusto attendersi un po' di concordia (per esempio nella propria famiglia, nel proprio ambiente di lavoro e di vita, nella propria comunità di preghiera).Perciò è smarrito: non sa più dove andare, non sa più quale sia la sua strada, non sa più quale sia il suo destino.Ebbene, appunto per venire incontro a questa disperata condizione degli uomini, Gesù sceglie i Dodici; e così dà inizio alla Chiesa.La Chiesa è dunque un dono che ci è dato per farci uscire dalla nostra stanchezza, dal nostro disorientamento, dalla nostra disgregazione; e guai a trascurare o peggio a disprezzare i doni di Dio!La Chiesa ci è data come aiuto provvidenziale a superare i nostri smarrimenti e ad approdare alle certezze vitali: stiamo attenti a non fare della nostra capacità di litigare, dei nostri problematicismi, della nostra inesauribile propensione a dubitare, quasi un titolo di merito e un segno di più consapevole ecclesialità.La Chiesa ci è data come mezzo di unificazione e di concordia: e allora non dobbiamo diventare mai all'interno della famiglia dei credenti profeti di divisione e di contestazione, magari all'insegna del diritto al pluralismo.L'INCONTRO INTIMO E PERSONALE CON CRISTOChiamò a sé i Dodici. La scelta è sua, sua la chiamata. Gli apostoli perciò non saranno tanto dei rappresentanti della "base", quanto dei "mandati" da Cristo agli uomini, i quali, in virtù della loro presenza, della loro parola, della loro azione, potranno e dovranno diventare una comunità di fratelli.Chiamò a sé. Prima di andare tra gli uomini, l'apostolo deve andare a Gesù. Prima ancora di scoprire tutte le necessità e le sofferenze del mondo che lo aspetta, deve scoprire personalmente l'amore appassionato e coinvolgente di colui che lo chiama; diversamente non è un apostolo.Prima di essere un "mandato", è un "chiamato", che deve fare della sua inalienabile intimità con Cristo la ragione della sua esistenza e l'anima della sua operosità.La preghiera è indispensabile per evangelizzareGli operai sono pochi. Pregate dunque... È una parola un po' sorprendente. Il mondo ha bisogno di apostoli, e il Signore dei cuori ritiene necessaria la nostra preghiera perché ci siano operai per la messe del Regno di Dio. Il Signore vuole che ci sia la nostra implorazione anche per le cause che stanno a cuore soprattutto a lui.Del resto, il Vangelo di Luca - narrando lo stesso episodio - ci informa che Gesù passò in preghiera l'intera notte precedente la elezione degli apostoli.Quando mancano i sacerdoti, noi siamo portati a studiare le cause del fenomeno, a organizzare inchieste, a promuovere sondaggi di opinione. Ed è giusto. Gesù però ci dà un consiglio più semplice e ci dice: Pregate...Forse questa è la più notevole diversità che c'è tra noi e il Vangelo. Noi riteniamo che i problemi del mondo si risolvano soprattutto attraverso una migliore conoscenza del mondo. Il Vangelo ci insegna che i problemi del mondo si risolvono soprattutto attraverso una più grande e intensa familiarità con Dio.
Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri, PVC e Danilo Lavieri debatem a convocação do meio-campista Éderson após o corte do lateral direito Wesley na seleção brasileira para a Copa do Mundo. Foi a melhor escolha? Endrick pede passagem após o gol da vitória sobre o Egito?Qual deve ser o time titular para a estreia? Marrocos assusta o Brasil com atuação diante da Noruega?
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Sei mai entrato in un negozio in Italia senza sapere come chiedere uno sconto? O ti sei bloccato perché non ricordavi come dire «me lo incarta, è un regalo»? In questo articolo trovi tutte le espressioni che gli italiani usano davvero quando fanno shopping — al mercato, in boutique, ai saldi, alla cassa — con le spiegazioni grammaticali più utili e le curiosità culturali che ti faranno sentire subito più a tuo agio. Fare Shopping in Italiano Al Mercato e dal Salumiere Andare al mercato in Italia non è solo fare la spesa — è quasi un rituale sociale. Si chiacchiera, si scherza, si chiede consiglio al venditore. I mercati rionali e i banchi del salumiere sono luoghi in cui il vocabolario cambia rispetto a quello del supermercato: si usano unità di misura diverse, formule di cortesia più dirette e un tono generalmente più informale e familiare. Conoscere le espressioni giuste ti permette di interagire in modo naturale e di ottenere esattamente quello che cerchi. Espressioni Utili «Mi dà mezzo chilo di pomodori, per favore?» «Mi dà due etti di prosciutto?» «Me ne dà ancora un po'?» «Sono buoni questi? Li ha assaggiati?» «Quant'è in tutto?» «Quanto costa al chilo?» L'Etto: l'Unità di Misura Italiana Dal salumiere o al banco dei formaggi si usa moltissimo l'etto — abbreviazione di ettogrammo — che corrisponde a 100 grammi. «Due etti» sono 200 grammi, «tre etti» sono 300 grammi. Usare questa parola è uno dei segnali più immediati di familiarità con la lingua e la cultura italiana. Spesso il venditore ti farà assaggiare qualcosa: non rifiutare mai, sarebbe scortese. In Boutique o nei Negozi di Abbigliamento Entrare in una boutique italiana può essere un po' intimidatorio se non si conoscono le frasi giuste. Il commesso si avvicinerà quasi sempre subito con un «Posso aiutarla?» — una formula cortese ma che può mettere in difficoltà chi non sa come rispondere. Conoscere le espressioni per chiedere taglie, colori, provare un capo o rimandare la decisione all'indomani ti darà la sicurezza di muoverti liberamente, senza sentirti osservato o sotto pressione. Espressioni Utili «Sto solo dando un'occhiata, grazie.» «Ce l'ha in una taglia più piccola?» «Ce l'avete in altri colori?» «Posso provarlo?» «Mi scusi, dove sono i camerini?» «Me lo mette da parte fino a domani?» La Frase Salvavita: "Sto Solo Dando un'Occhiata" Questa è una delle espressioni più utili in assoluto. Rispondere «sto solo dando un'occhiata, grazie» al commesso significa: «voglio guardare in pace, senza essere disturbato». Lui capirà e si farà da parte. Nota grammaticale: il pronome cambia in base al genere dell'oggetto. Per una gonna (femminile) si dice «posso provarla?»; per dei jeans (plurale maschile) si dice «posso provarli?». Un piccolo dettaglio che fa una grande differenza nella naturalezza del discorso. Ai Saldi e all'Outlet I saldi in Italia sono un evento quasi sacro: hanno date ufficiali stabilite dalle singole Regioni — di solito inizio gennaio e inizio luglio — e gli italiani li aspettano tutto l'anno. Nei mercati, nelle bancarelle e nei piccoli negozi è anche comune negoziare il prezzo direttamente: sapere come farlo con le parole giuste può fare la differenza tra pagare il prezzo intero e ottenere uno sconto inaspettato. Espressioni Utili «Quanto mi fa di sconto?» «Me lo fa un prezzo?» — tipica del mercato o dei piccoli negozi «È già scontato o c'è ancora il prezzo pieno?» «Avete delle promozioni in corso?» «Avete una tessera fedeltà?» "Me lo fa un Prezzo?": Quando Usarla e Quando Evitarla Questa espressione funziona benissimo nei mercati, dalle bancarelle e nei piccoli negozi indipendenti — in quei contesti è del tutto normale e attesa. È invece meglio evitarla in un negozio di lusso o in una catena internazionale, dove potrebbe sembrare fuori luogo. Alla Cassa: Pagare e Ricevuta Alla cassa di un negozio italiano potresti trovarti a dover gestire diverse situazioni — dal metodo di pagamento alla richiesta dello scontrino. In Italia il pagamento con carta è ormai diffuso ovunque, ma non sempre garantito nei piccoli negozi o nei mercati. Sapere come chiedere le informazioni giuste ti eviterà momenti di imbarazzo e ti permetterà di chiudere ogni acquisto senza sorprese. Espressioni Utili «Accettate la carta?» «Posso pagare in contanti?» «Posso pagare a rate?» «Mi fa lo scontrino, per favore?» «Ci sono dei costi aggiuntivi?» Scontrino, Ricevuta e Fattura: le Differenze Lo scontrino è quello che ricevi quando compri qualcosa come consumatore: per esempio al bar, in farmacia o al supermercato. Oggi spesso è sostituito dal documento commerciale, che ha preso il posto del vecchio scontrino fiscale. La ricevuta attesta che hai pagato un servizio o una prestazione. È più “nominativa” dello scontrino, ma meno completa della fattura. La fattura è il documento più completo. Serve soprattutto quando l'acquisto riguarda un'attività professionale o aziendale, oppure quando il cliente la richiede. Contiene imponibile, IVA, dati del venditore e del cliente, descrizione della prestazione o del bene venduto. Esempio semplice:Se compri un caffè, ricevi uno scontrino/documento commerciale.Se paghi una prestazione occasionale, potresti ricevere una ricevuta.Se acquisti un computer per la tua attività con partita IVA, chiedi una fattura. Per Regali e Occasioni Speciali Nei negozi italiani tradizionali, soprattutto nelle boutique e nei negozi indipendenti, l'incarto regalo è quasi un'arte — carta colorata, nastri, fiocchi — e di solito è completamente gratuito. È una delle piccole attenzioni della cultura commerciale italiana che sorprende spesso chi viene dall'estero. Basta chiederlo nel modo giusto, e il risultato sarà un pacco regalo curato e professionale senza alcun costo aggiuntivo. Espressioni Utili «Me lo incarta? È un regalo.» «Ci mette un fiocchetto?» «Mi mette anche un bigliettino?» «Fate consegne a domicilio?» «Quanto costa la spedizione?» I Pronomi nei Regali: "Me lo" o "Me la"? Il pronome cambia in base al genere dell'oggetto acquistato. Per una sciarpa (femminile): «Me la incarta? È un regalo. La posso cambiare se non le piace?» Per un cappello (maschile): «Me lo incarta? È un regalo. Lo posso cambiare se non gli piace?» Il pronome indiretto finale (le / gli) si riferisce invece alla persona che riceverà il regalo. Resi, Cambi e Situazioni Difficili Non sempre un acquisto va come previsto — la taglia non va bene, il colore non piace a chi riceve il regalo, o semplicemente si cambia idea. In Italia i negozi applicano politiche di reso e cambio diverse tra loro, quindi è sempre utile chiedere prima di acquistare. Queste espressioni ti permettono di gestire qualsiasi situazione complicata con sicurezza e senza imbarazzo. Espressioni Utili «Posso restituirlo se non mi va bene?» «Entro quanti giorni posso cambiarlo?» «Mi date un buono o il rimborso?» «Mi scusi, ho cambiato idea.» «Mi scusi, mi può aiutare?» «Posso parlare con il responsabile?» Nota: la frase «ho cambiato idea» funziona sempre, in qualsiasi situazione. Basta dirla con un sorriso e nessun commesso italiano si offenderà — è una formula gentile e diretta che chiude la conversazione senza imbarazzo. Domande Frequenti Cosa Significa "Etto" in Italiano? L'etto è un'abbreviazione di «ettogrammo» e corrisponde a 100 grammi. È un'unità di misura usatissima nei negozi alimentari, dal salumiere e al banco dei formaggi. «Due etti» = 200g, «tre etti» = 300g. Usarla correttamente è uno dei segnali più immediati di familiarità con la cultura italiana. Qual È la Differenza tra "Scontrino" e "Fattura"? Lo scontrino è il documento fiscale emesso automaticamente alla cassa — obbligatorio per legge in tutti gli esercizi commerciali italiani. La fattura è un documento più formale, richiesto da aziende o liberi professionisti per le spese deducibili. Se si acquista come privato, lo scontrino è sempre sufficiente. Perché il Pronome Cambia in "Posso Provarlo" / "Posso Provarla"? Perché in italiano i pronomi diretti concordano con il genere e il numero del sostantivo che sostituiscono. «Lo» per i maschili singolari (maglione, cappello), «la» per i femminili singolari (gonna, giacca), «li» per i maschili plurali (jeans, pantaloni), «le» per i femminili plurali (scarpe, magliette). Quando Si Tengono i Saldi in Italia? I saldi estivi iniziano generalmente nella prima settimana di luglio e durano 4-8 settimane. I saldi invernali iniziano nella prima settimana di gennaio. Le date esatte variano da Regione a Regione, perché sono stabilite dalle singole amministrazioni regionali. L'Incarto Regalo È Sempre Gratuito in Italia? Nella maggior parte dei negozi tradizionali e nelle boutique indipendenti, l'incarto regalo è incluso nel prezzo. Nei grandi centri commerciali e nelle catene internazionali la situazione può variare. In ogni caso basta chiedere: «Me lo incarta? È un regalo» — difficilmente si sentirà rispondere di no. Ti è piaciuto scoprire come fare shopping in italiano? Allora l'articolo dedicato alle 50+ espressioni colloquiali fa proprio al caso tuo! { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Test su Fare Shopping in Italiano", "description": "Quiz interattivo con 10 domande sulle espressioni italiane per fare shopping: al mercato, in boutique, ai saldi, alla cassa e per i regali.", "educationalLevel": "Intermedio A2-B1", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quanti grammi sono 'due etti'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "200" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale frase usi se vuoi guardare in un negozio senza essere d
Qual è il segreto di un trattato di pace duraturo, cosa è andato storto in alcuni dei negoziati più importanti della storia e cosa potrebbe andare male in quelli odierni? Ne abbiamo parlato con Gastone Breccia, professore di Storia bizantina alla Facoltà di Musicologia, sede staccata dell'Università di Pavia e autore del libro "A patti con il nemico. Storia del mondo in 30 trattati di pace", Marsilio. E proprio a proposito di crisi globali, nella seconda parte parliamo della rinnovata sfida dell’azione umanitaria tra tagli strutturali e disimpegno statunitense con Doriana Somma, project manager di Missione Calcutta Onlus, ONG attiva in contesti complessi come l'India, il Kenya e l'Ucraina.
Como atuar em um parlamento dominado pela direita? | Glauber Braga | Programa 20 Minutos
A CGTP fala numa adesão em massa, já o Governo refere-se ao mesmo tema com o termo residual. Contra o pacote laboral, uma nova greve geral fez-se sentir um pouco por todo o país, ficando até marcada por uma manifestação que resultou em desacatos com as forças de autoridade. Qual foi, afinal, a real adesão dos portugueses à greve? Em cima da mesa de debates está também os contornos da nova prestação apresentada por Montenegro (a PSU) e o, provável, encontro entre os Presidentes em Guerra, Zelensky e Putin.Ouça o comentário de Luís Pedro Nunes, Daniel Oliveira e Pedro Marques Lopes na versão podcast do programa Eixo do Mal, emitido na SIC Notícias a 4 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aqui.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O governo diz uma coisa, os sindicatos dizem o oposto. Entre uma adesão avassaladora e uma adesão inofensiva, quem é que tem razão? Facto é que as negociações relativamente ao pacote laboral ainda não terminaram. Apesar da incerteza que o futuro guarda, a realidade é que esta foi a segunda paralisação geral em pouco mais de seis meses. Qual dos lados está disposto a ceder na mesa das negociações? Ouça a análise de José Eduardo Martins e de Pedro Delgado Alves na versão podcast do programa Antes Pelo Contrário, emitido na SIC Notícias a 4 de junho. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Você sabe qual é a real diferença entre uma Associação Local, uma União e uma Divisão na Igreja Adventista do Sétimo Dia? Muitas pessoas confundem essas instâncias com uma burocracia corporativa ou uma pirâmide autoritária, mas a realidade teológica e prática é completamente diferente. Neste vídeo, vamos abrir o "capô" da administração adventista para entender como três níveis diferentes trabalham de forma coordenada para sustentar uma única missão global. O que você vai descobrir neste vídeo: * Associação Local (O Chão): Como ela nasceu historicamente em 1861 para proteger propriedades e organizar o ministério local. * União (A Coluna Vertebral): O papel de coordenação regional que une as associações e distribui recursos com equilíbrio. * Divisão (A Ponte): Como ela atua como um braço da Associação Geral para contextualizar os planos globais sem perder a identidade. * Ordem vs. Confusão: Por que essa estrutura não é uma "hierarquia opressora", mas sim uma ordem missional projetada por Deus. * Equilíbrio Escatológico: Como a igreja consegue ser global sem ser globalista, unida sem ser uniforme, e organizada sem ser engessada. Entenda de uma vez por todas como cada nível da nossa igreja funciona como um elo de graça focado no cumprimento da Grande Comissão! Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
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⏱️ Capítulos do vídeo00:00 — O maior mito sobre seguro de vida01:18 — Cobertura em vida — doenças graves, invalidez e incapacidade04:28 — Proteção do patrimônio e planejamento sucessório08:02 — Temporário vs. Resgatável — qual escolher?11:31 — Quanto custa um seguro de R$ 1 milhão?13:22 — Conclusão e próximos passos
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Nunca vou me esquecer do dia que li a Marcela escrevendo 'a gente cuida do que a gente ama'. Achei aquilo muito curioso e poderoso, uma vez que sim, acredito que a gente cuida melhor do que dá mais valor. Mas pensei: e quem odeia o corpo? Como cuidar dele? Qual o caminho pra reestabelecer esse cuidado? Amando o corpo primeiro ou cuidando e depois aprendendo a amar?Pensando nisso chamei a Marcela Viana, médica psiquiatra com graduação e residência médica pela UFRJ e professora universitária nas disciplinas de Saúde Mental e Humanidades Médicas e Profissionalismo. Possui pós-graduação em Comportamento Alimentar e em Terapia de Aceitação e Compromisso. Siga a marcela no instagram @marcelavianna_psiqO Clube CCAFE é apoiador desse podcast. Se você é nutricionista, faça parte do Clube, com cupom de desconto CALORIAS10: www.ccafe.com.br. Siga o Não Conto Calorias:no instagramhttp://www.instagram.com/naocontocaloriasno Substackhttps://naocontocalorias.substack.com/Música: Modern Jazz" Kevin MacLeod (incompetech.com)Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
#3em1Agro - confira os destaques desta segunda-feira (01/06/26):➡️ O que fez a China suspender mais frigoríficos do BR?➡️ Inadimplência no agro segue em alta. Conheça novos dados do Serasa➡️ Milho: colheita da safrinha avança. Qual a perspectiva de preços?➡️ Eleições 2026: confira a nova pesquisa Real Time Big Data*Kellen Severo, jornalista Agro
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No Braincast 635, Carlos Merigo, Bia Fiorotto, Hiago Vinícius e Gabriel Paim discutem três disputas pelo nosso tempo e pela nossa atenção. A primeira é o avanço do fim da escala 6x1 no Congresso: por que a pauta pegou, o papel do movimento Vida Além do Trabalho, a força eleitoral do tema e o que muda se a jornada virar 5x2 sem redução salarial. Depois, o papo passa pela Netflix colocando câmeras em casas no Brasil para medir se as pessoas realmente prestam atenção nos anúncios. É pesquisa de mídia, é invasão consentida ou é só o Ibope reinventado em versão streaming? E, por fim, tem Virgínia na Copa: depois do término com Vini Jr., da aproximação com Luciano Huck e Angélica e da ida para a cobertura da Globo, ela representa um nicho gigante de 56 milhões de seguidores ou já é o maior fenômeno popular brasileiro do momento? Também tem Qual é a Boa com Margô Está em Apuros, E.T. com Tatá Werneck e Edu Sterblitch, o documentário Lampião da Esquina, Gal Costa ao vivo, Brasil 70 na Netflix e Momento Faustão. 02:50 PAUTA 06:17 Como a 6x1 ganhou força 13:30 Impactos econômicos e produtividade 25:11 Netflix mede atenção aos anúncios 44:38 Quem segura essa Virgínia? 55:47 Estratégia da Globo pra Copa do Mundo 01:03:03 QUAL É A BOA 01:23:37 Momentos Faustão -- ✳️ TORNE-SE MEMBRO DO B9 E GANHE BENEFÍCIOS: Braincast secreto; grupo de assinantes no Telegram; e episódios sem anúncios!
Toda mudança começa quando você identifica a verdadeira raiz do problema.Há pessoas vivendo dores que nunca imaginaram passar…mas já se acostumaram com elas.Dívidas.Crises no casamento.Um “nunca antes” que virou rotina.O profeta Joel chamou o povo para olhar para si, porque nem sempre quem está vivendo o problema consegue enxergá-lo.Assista ao vídeo e entenda como transformar o seu “NUNCA ANTES” em “NUNCA MAIS”Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Qual o sentimento de ter o Flamengo logo nas oitavas da Libertadores? Se passar, o Cruzeiro vira favorito? Em qual posição a diretoria tem que buscar jogador com status de titular? Sinisterra assumiu de vez a vaga no ataque? Com Cabral Neto, Fernanda Hermsdorff e Guilherme Macedo. Dá o play!
O que é um vencedor? Para sociedade que vivemos vencedor é aquele que prospera financeiramente, conquista posições sociais, possui milhares de visualizações e seguidores, influencia comportamentos, possui ótimos empregos, entre outros requisitos mundanos. Mas o que é um vencedor para Deus? Qual linguagem que utiliza e como são suas atitudes? Possui algumas das atitudes aplaudidas pelo mundo ou é radicalmente diferente?
Episódio analisa a atuação vascaína na fase de grupos da Sul-Americana, com destaque para a vitória sobre o Barracas Central. Quem aproveitou a chance? Renato acertou ao escalar os titulares na partida? Qual será a escalação no domingo? Dá o play!
# 671 - ESTAÇÃO 5 - De Cades à Cades - De qual geração você faz parte? | JB Carvalho by JB Carvalho
Um dia o seu filho vai sentar em uma mesa e contar para os outros como foi ser criado por você. Qual história ele vai contar? Neste episódio do "Entra Pra Rachar", Caio Carneiro traz uma forte reflexão sobre paternidade, presença e liderança.
Confira mais um episódio do PFC Debate, onde falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.SEJA MEMBRO DO CANALGrupos de corrida.Bateria social.Qual foi sua prova mais sofrida?E muito mais.Compre o livro da CamilaGrupo de promoções da ThainaraSiga quem faz o PFC Debate: Enio, Gigi, Marcos, Camila, Duda, Ana e Thainara.Use nossos cupons:KEEP RUNNING BRASIL - PFCFOCO RADICAL - PFC 10JUNGLE/PLANTPOWER - PFCDA NUTRI SABORES - PFCCARAMELO - PFC10SPORTBR - PFC10CORRA BARATO - PFCMARATONA DE FLORIPA 2026 - PFCLIVE! RUN XP - PFC15RSF PRO EVENTOS - PFC 10CLUBE DE AUTORES - PFC 10
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