Podcasts about VOC

  • 10,466PODCASTS
  • 110KEPISODES
  • 32mAVG DURATION
  • 10+DAILY NEW EPISODES
  • Jul 23, 2026LATEST

POPULARITY

20192020202120222023202420252026

Categories



Best podcasts about VOC

Show all podcasts related to voc

Latest podcast episodes about VOC

Ben Greenfield Life
Dynorphins, Heat Shock Proteins & The Healthiest, Hottest Sauna On The Planet, with Luke Chapman & Owen Buchanan

Ben Greenfield Life

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 48:14


Full show notes: https://bengreenfieldlife.com/saunapodcast In this episode with Luke Chapman and Owen Buchanan, founders of Western Sol, you'll hear the story behind the custom sauna I recently had built in my backyard in Idaho, and the story behind the company itself, which started when a mold exposure in Hawaii sent Luke into daily sauna use. You'll gain insights into the actual science of heat shock proteins and dynorphins (the opioid peptides your body releases under heat stress), why most sauna wood is loaded with VOCs, and how thermally pressed aspen and spruce sourced from Estonia solves that problem entirely. We'll also touch on how Western Sol engineers oxygen-rich air recirculation, Himalayan salt therapy, and even full electrical grounding directly into the sauna floor, and you'll get a full walkthrough of what it costs to get a custom or prefabricated sauna built. Luke Chapman and Owen Buchanan are the founders of Western Sol, a custom and prefabricated sauna company based in Idaho. Both grew up around custom home construction in their family businesses before turning their focus toward building non-toxic, low-VOC saunas designed to support healing of the mind, body, and soul. They travel throughout Europe to source materials and study traditional sauna culture at its origin. You can find out more about Western Sol and schedule a free consultation here. Episode Sponsors: Dr. Murray Natural Products ThymoQuin: A clinically researched black seed oil formulated to support healthy cortisol levels and resilience to everyday stress. Visit doctormurray.com/ben and use code BEN25 for 25% off. Manukora: Honey with superpowers. Head to manukora.com/ben or use code BEN to get $25 off your Starter Kit. Just Thrive: The Gut Essentials Bundle pairs a probiotic clinically proven to arrive 100% alive in your gut with Digestive Bitters, a blend of 12 science-backed herbs. Visit justthrivehealth.com/BEN and save 20% with code BEN, or get a full refund if you don't notice a difference. ULTRA: A clean, nicotine-free, caffeine-free pouch delivering smooth, sustained energy and focus using clinically backed nootropics and adaptogens. Visit takeultra.com and use code BENGREENFIELD for 15% off. TruDiagnostic: An advanced at-home epigenetic test measuring over a million biomarkers for personalized insights into aging, energy, and overall health. Visit TruDiagnostic.com and use code BEN20 for 20% off. BON CHARGE: A holistic wellness brand with products that address sleep, performance, recovery, hormone balance, and inflammation. Go to boncharge.com/GREENFIELD and use code GREENFIELD to save 15%.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Não Inviabilize
CAFOFO

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 23:52


Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Cafofo e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE LA GUAPACampanha “De Férias com a Guapa” todo dia, um combo diferente com 50% de desconto, até o dia 31 de julho. Você encontra os combos mais vendidos, sempre pela metade do preço. E ainda tem bônus: todos os dias, das 14:30 às 16:30, o Combo Família também sai com 50% de desconto. Válido no app da La Guapa. Baixe o app e aproveite!Link: https://smart.link/h9o6mmz3rm6juQUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A SÁBADO: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

voc baixe guapa priscila armani
Os Pingos nos Is
Decretos para redes entram em vigor / Flávio reage a Moraes

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 119:40


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (20):O apresentador André Marsiglia fez um forte alerta sobre a entrada em vigor de dois decretos do governo federal. As medidas dão poder à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, para fiscalizar e punir redes sociais. Marsiglia destacou o risco dessa estrutura atuar durante o processo eleitoral, comparando a situação a um time de futebol que passa a controlar o próprio árbitro da partida. Entraram em vigor nesta segunda-feira (20) os dois novos decretos assinados pelo governo federal que reestruturam a regulação e fiscalização das redes sociais no Brasil. As medidas concedem competências à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), vinculada ao Ministério da Justiça, para aplicar sanções e exigir a remoção de conteúdos e anúncios considerados ilícitos ou fraudulentos. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais onde realiza compras de mercado e compara o valor das mercadorias durante a gestão do seu pai, Jair Bolsonaro, com os preços praticados no governo Lula. Ao final da apuração, o senador afirmou que a conta "ficou salgada" e declarou que o poder de compra dos brasileiros sofreu um forte impacto. Durante evento do PL em Vitória, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro fez duras acusações contra o ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado pratica advocacia administrativa e atacando a atuação profissional de sua esposa. A declaração ocorreu logo após Moraes ampliar as restrições ao ex-presidente Jair Bolsonaro, proibindo contatos políticos e manifestos até o fim do pleito de 2026, além de manter a suspensão de visitas de Flávio por 90 dias. A especulação criada por Romeu Zema sobre ter Michelle Bolsonaro como sua candidata a vice na disputa presidencial provocou forte reação na cúpula do PL e gerou mal-estar com aliados de Jair Bolsonaro. Embora a ex-primeira-dama tenha descartado a hipótese, o episódio expôs o peso do seu nome no jogo político. Levantamento publicado pelo Poder360 aponta que o Supremo Tribunal Federal atingiu recorde histórico de decisões sobre "omissões inconstitucionais", acumulando 109 análises desse tipo nos últimos anos. A atuação da Corte, que passa a legiferar e decidir ativamente quando entende que o Executivo e o Legislativo não regulam determinados temas, acentuou o clima de conturbação e a crise institucional entre os Poderes. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu enviar para a Procuradoria Regional Eleitoral em Sergipe todo o dossiê da representação feita pelo ministro do STF Gilmar Mendes contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A medida ocorre após Vieira pedir o indiciamento de ministros do STF e do próprio PGR no relatório da CPI do Crime Organizado. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), barrou a transferência e venda de um terreno avaliado em R$ 15 milhões pertencente ao senador Jaques Wagner (PT-BA). A medida faz parte das restrições determinadas no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades e esquemas de propina envolvendo o Banco Master. Os 21 partidos políticos com representação no Congresso Nacional responderam à intimação do ministro do STF, Flávio Dino, e defenderam que a indicação e distribuição de emendas parlamentares seja uma prerrogativa exclusiva de deputados e senadores no exercício do mandato. O ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, descartou publicamente a realização de novas eleições no país, declarando o fim da alternância política de poder. O editor de internacional da Jovem Pan, Fabrizio Neitzke, trouxe os detalhes e os objetivos por trás de mais esse passo autoritário do regime sandinista na América Central. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Professor HOC
A CHINA PODE CONQUISTAR TAIWAN SEM LUTAR I Professor HOC

Professor HOC

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 20:06


Abra sua conta na COINBASE e ao comprar R$1000 ganhe $10 USDC:https://coinbase-consumer.sjv.io/c/7081608/3861328/9251Xi Jinping não precisa necessariamente invadir Taiwan para colocar a ilha sob o controle de Pequim. Neste vídeo, eu explico como a estratégia chinesa pode combinar pressão política, econômica e militar com uma tentativa de destruir a confiança de Taiwan nos Estados Unidos.Também analiso como Donald Trump pode se tornar uma peça central nesse plano. As negociações entre Washington e Pequim, as vendas de armas para Taiwan, o futuro das alianças americanas na Ásia e a possibilidade de uma quarentena marítima fazem parte de uma disputa que pode mudar o equilíbrio de poder no Indo-Pacífico.Eu mostro ainda por que Taiwan é tão importante para a segurança regional, para a produção mundial de semicondutores e para a credibilidade dos Estados Unidos diante de aliados como Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Austrália.Talvez a principal pergunta já não seja quando a China vai invadir Taiwan, mas se Xi Jinping conseguirá alcançar seu objetivo sem precisar disparar um único tiro.Você já conhece o meu aplicativo? No HOC ACADEMY você tem acesso a cursos e aulas exclusivas, além do BUNKER DO HOC, um feed de notícias e análises em tempo real sobre as coisas mais importantes que acontecem no mundo. Clica no link e não fique de fora dessa!LINK HOC ACADEMY:https://lp.hocacademy.com.br/home-nova/#coinbase #taiwan #china #usa #xijinping #trump

Teletime
27/07/26 | O futuro da TIM (na Itália) | Comitê de Consensualidade sem consenso | Canais FAST em destaque

Teletime

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 19:51


Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #72: João Ricardo Sato

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 82:12


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Estatístico, Mestre e Doutor em Estatística, Coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC, João Ricardo Sato. Só vem! >> OUÇA (82min 13s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * João Ricardo Sato é Professor Titular da Universidade Federal do ABC. Por cinco anos, foi coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos, unidade estratégica vinculada diretamente à reitoria da UFABC que tem como objetivo a realização de atividades em equipes interdisciplinares voltadas para a pesquisa, ensino e extensão na área de neurociências e cognição. Linha de pesquisa atual é interação entre neurociências e ciências exatas, com principal foco no neurodesenvolvimento, bases neurais de transtornos psiquiátricos, conectividade cerebral, inteligência artificial e processamento de sinais neurais. Formou-se no Bacharelado em Estatística pela USP em 2002, tendo concluído três iniciações científicas como bolsista PIBIC/CNPQ na área de séries temporais financeiras, com o intuito de atuar no mercado financeiro. No doutorado que se iniciou em 2004, decidiu focar sua pesquisa no desenvolvimento de novos métodos estatísticos para modelar a conectividade cerebral por meio de sinais de ressonância magnética funcional. Este trabalho interdisciplinar realizou-se sob a orientação de um docente do Departamento de Estatística um docente da Faculdade de Medicina da USP. Em 2006, realizou estágio de pesquisa (doutorado-sanduíche) no Instituto de Psiquiatria do Kings College London, onde integrou técnicas computacionais de aprendizado de máquina à sua linha de pesquisa. Após a conclusão do doutorado em 2007, atuou como consultor estatístico e pesquisador do Hospital das Clínicas de São Paulo. Além disso, também atuou como professor no curso de pós-graduação lato sensu da Universidade Metodista em São Bernardo do Campo. Em janeiro de 2009, foi contratado pela UFABC para o cargo de professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição. Em julho de 2009 tornou-se o coordenador do Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos (NCSC). Os docentes associados ao NCSC foram a equipe idealizadora do Bacharelado em Neurociências (pioneiro no Brasil) e do programa de pós-graduação em Neurociências e Cognição da UFABC. Esta equipe também foi responsável por todo o planejamento da infra-estrutura para pesquisa científica em neurociências, hoje disponível no primeiro andar do Bloco Delta no Campus de São Bernardo do Campo. Atualmente é coordenador do Núcleo Intedisciplinar de Neurociência Aplicada da Universidade Federal do ABC. Lattes: http://lattes.cnpq.br/7913813209624175 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Inteligência para a sua vida
#1556: DECISÃO ENVOLVE CORTE

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 11:23


Você não está parado por falta de oportunidade. Talvez esteja parado pela decisão que não teve coragem de tomar.A indecisão mantém pessoas presas ao passado, enquanto o tempo continua passando.Neste vídeo, você vai descobrir por que algumas escolhas difíceis são necessárias para sair do lugar e iniciar uma mudança real.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Catalisadores
Polarização, Redes Sociais e Unidade Doutrinária: Os Desafios da Governança Adventista

Catalisadores

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 14:03


A Igreja Adventista enfrenta hoje um dos maiores desafios de sua história: como preservar a unidade doutrinária, a missão global e a identidade profética em uma era marcada pela polarização ideológica, pela cultura digital e pela crise de confiança nas instituições? Neste episódio, analisamos os impactos das redes sociais, do tribalismo ideológico, dos influenciadores religiosos, das tensões doutrinárias contemporâneas e das mudanças culturais que pressionam o sistema representativo adventista. Mais importante ainda, buscamos compreender como a Igreja pode permanecer fiel à sua missão profética sem perder sua relevância no mundo atual. Você descobrirá: ✅ Como a polarização ameaça a unidade da Igreja ✅ O impacto das redes sociais na autoridade espiritual e organizacional ✅ Os desafios da cultura digital para a liderança adventista ✅ O papel do Working Policy, do Manual da Igreja e das Assembleias ✅ Como preservar a unidade sem sacrificar a verdade ✅ A importância da governança representativa em tempos de crise ✅ O desafio de reconquistar a confiança das novas gerações ✅ Por que a missão deve continuar sendo o centro regulador de todas as decisões Este episódio é um chamado à maturidade espiritual, à fidelidade doutrinária e ao fortalecimento de uma Igreja capaz de permanecer unida enquanto proclama ao mundo a mensagem dos três anjos. Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042

Sherlocka Holmes
Ep.119 - Você já orou para Deus te fazer crescer? Talvez Ele já tenha respondido

Sherlocka Holmes

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 17:44


Você já pediu para Deus aumentar sua fé? John Newton, o autor de Amazing Grace, fez exatamente essa oração. Mas a resposta de Deus foi completamente diferente do que ele esperava…——-Você pode apoiar o podcast a continuar! Clique em SEJA MEMBRO e confira as opções e benefícios que estiu deixando em agradecimento! Agradeço aos apoiadores do Podcast Sherlocka Holmes (até o momento da publicação deste episódio): Isabella Vidal, Lucia Silveira, Deinha Gomes, Jadna V2i, Raquel Monteiro, Anna Mts, Dayelle Alxdr, Lais Oliveira, Maria Isabel Brayner, Ester Chagas, Gabriela BC, Jhulyana Queiroz, Melissa 19, Isabella Maravalha, Belly Batalv, Gabriela Bezerra, Hena Soares, Samara Vilela, Esther Morais, Natalia Rios, Gonnellias, Natalia Monção, Patricia Gualandi, Lorena Dias, Thatha Lorraine, Larissa Bollella, Anay Bernardes, Joyce Goncalves, Cibele Alvarenga, Alicia Wittmer, Luana Oliveira, Tamires Sampaio, Naiara Vivia, Audiobookdalu, Oliveira Silva, Lei Borges, Mariane Azevedo, Luz da Marilia, Raiani Silva, Mariana Bratfic, Andressa Vieira, Katarina Lili. -----------------

Café com Tulipa
CT 3804 - Rocha Segura

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 2:46


Tudo ao nosso redor é instável, todos nós sabemos deste fato. Todos nós precisamos de estabilidade, portanto, não a encontraremos em nada que façamos com nossas próprias mãos ou que construamos com nossos esforços. Diante desta instabilidade precisamos nos lembrar que nosso Deus é descrito como uma rocha, em sua Palavra. Buscar ao Senhor, confiar nele, entregar-nos aos seus cuidados, é desfrutar da certeza de que teremos segurança. Você pode experimentar esta segurança, pode desfrutar de uma vida estável, pois nosso Deus é uma rocha segura.

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Joyce Meyer Desfrutando a Vida Diária®
Pensamentos Poderosos Parte 1

Joyce Meyer Desfrutando a Vida Diária®

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 24:59


Você sabia que pode mudar sua forma de pensar? Hoje Joyce discute o poder que a mente tem de mudar sua vida, seja para o bem ou para o mal.

Canaltech Podcast
Dreame quer conquistar o Brasil: os planos da marca além dos robôs aspiradores

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 12:02


A Dreame ganhou destaque global com seus robôs aspiradores, mas a empresa quer ser reconhecida por muito mais do que isso. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Sophia Li, Head de Marketing da Dreame para a América Latina, sobre os planos da marca para expandir sua presença no Brasil e conquistar espaço em um mercado cada vez mais competitivo. Durante a entrevista, a executiva explica como a empresa pretende crescer no país, fala sobre a chegada de novas categorias de produtos e detalha os investimentos que a Dreame vem fazendo para fortalecer sua atuação na região. A conversa também aborda temas importantes para os consumidores, como privacidade, segurança dos dados captados pelos dispositivos inteligentes e a importância do suporte pós-venda para construir confiança em uma marca que ainda está ampliando sua presença no mercado brasileiro. Você também vai conferir:tarifaço dos EUA não deve encarecer celulares e notebooks no Brasi, GPS do Google pode começar a sugerir até o caminho mais bonito da viagem, e Netflix já usou IA generativa em cerca de 300 filmes e séries em 2026. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Bruno de Blasi e A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Juanribe
Se tu podes, Senhor, cura-o (Mc 09 14)

Juanribe

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 66:35


Teletime
20/07/26 | Regularização do telemarketing | Orçamento do Fust para 2027 | Tarifaço e as telecomunicações

Teletime

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 21:24


Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

Café Brasil Podcast
Cafezinho 736 - Desnutrição intelectual

Café Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 7:45


Você provavelmente já ouviu que o Brasil sofre com a desigualdade de renda. Mas e se a desigualdade mais perigosa for outra? Uma pesquisa da Globo e da Quaest traz um dado que desmonta várias certezas e levanta uma pergunta incômoda: por que algumas pessoas conseguem construir um enorme repertório mesmo com pouco dinheiro, enquanto outras, cercadas de informação, permanecem intelectualmente pobres? Talvez o problema não seja falta de acesso. Talvez seja aquilo a que escolhemos prestar atenção.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cafezinho Café Brasil
Cafezinho 736 - Desnutrição intelectual

Cafezinho Café Brasil

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 7:45


Você provavelmente já ouviu que o Brasil sofre com a desigualdade de renda. Mas e se a desigualdade mais perigosa for outra? Uma pesquisa da Globo e da Quaest traz um dado que desmonta várias certezas e levanta uma pergunta incômoda: por que algumas pessoas conseguem construir um enorme repertório mesmo com pouco dinheiro, enquanto outras, cercadas de informação, permanecem intelectualmente pobres? Talvez o problema não seja falta de acesso. Talvez seja aquilo a que escolhemos prestar atenção.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Inteligência para a sua vida

Você já se perguntou por que algumas orações parecem não ser respondidas?Nesta mensagem, vamos refletir sobre um ensinamento de Jesus que revela duas condições essenciais para quem deseja ser ouvido por Deus. São princípios simples, mas que muitos acabam ignorando, comprometendo a própria vida espiritual sem perceber.Assista até o final e descubra o que a Palavra de Deus ensina sobre esse assunto tão importante.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Os Pingos nos Is
Governo Lula adia reação a Trump / Investigação de Lulinha é travada

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 119:24


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (17):Em uma análise contundente, André Marsiglia revelou os bastidores do embate silencioso entre o STF e o governo de Donald Trump. Ao comentar a nota do ministro Edson Fachin sobre as supostas "ordens secretas" da corte, Marsiglia trouxe um testemunho real: como primeiro advogado a atuar no inquérito das fake news, ele denunciou que até hoje não teve acesso a boa parte dos documentos. A escalada da tensão entre Washington e Brasília ganhou novos capítulos com a reação do presidente do STF, Edson Fachin, ao governo americano. O escritório do representante comercial dos Estados Unidos (USTR) apontou que o Brasil emitiu "ordens secretas" para que plataformas digitais americanas retirassem conteúdos do ar, fator político apontado como estopim por trás do recente tarifaço econômico imposto contra o país. O governo Lula recuou da ideia de retaliar imediatamente os Estados Unidos após a imposição do "tarifaço" comercial. Embora o presidente Lula tenha falado em "guerra de narrativas" com Donald Trump, o Ministério da Fazenda confirmou que a aplicação da lei de reciprocidade foi adiada para evitar uma inflação generalizada e demissões em setores que dependem de insumos americanos, como o de máquinas e calçados. O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, descartou publicamente qualquer medida de retaliação imediata contra os Estados Unidos após a imposição do tarifaço de 25%. Em uma clara mudança de tom do governo, a equipe econômica afirmou que a palavra "retaliação" está fora do escopo e que qualquer princípio de reciprocidade será avaliado com cautela para proteger a economia interna, evidenciando o recuo de Brasília na disputa contra Donald Trump. Durante transmissão ao vivo ao lado de Daniela Marques, o senador Flávio Bolsonaro apresentou o plano "Brasil por Elas", focado em propostas voltadas para o eleitorado feminino. O pacote inclui promessas de internet e aparelhos celulares sem custo, inteligência artificial e vouchers para creches. A ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, fez um forte alerta sobre o cenário político nacional. Segundo ela, a oposição está unida com o propósito claro de vencer a esquerda no próximo pleito, afirmando que, caso o atual projeto político continue, o país sofrerá um "atraso gigantesco". A Polícia Federal indiciou 48 pessoas no primeiro inquérito sobre os desvios no INSS, motivando a defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a pressionar pelo arquivamento do caso contra ele. No entanto, a PF informou ao ministro do STF, André Mendonça, que o filho do presidente está no "final da fila" das apurações e que o cruzamento de dados sobre sua suposta sociedade oculta com o empresário Antônio Camino Antunes só deve acontecer no ano que vem — coincidentemente, após o término das eleições. O ministro Dias Toffoli é considerado hoje por seus colegas como um magistrado isolado na engrenagem do STF, reflexo do impacto das investigações envolvendo o banco Master. Diante desse distanciamento, o governo Lula enxerga uma brecha para tentar uma reaproximação estratégica, de olho no papel que o ministro desempenha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a manutenção da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar de apontar que houve descumprimento de restrições após a divulgação de uma carta política enviada ao senador Flávio Bolsonaro, o procurador-geral Paulo Gonet afirmou ao ministro Alexandre de Moraes que o episódio não justifica o retorno ao regime fechado. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Canaltech Podcast
O que muda com a IA do iFood dentro do WhatsApp?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 23:31


O Ailo, assistente de inteligência artificial do iFood, acaba de receber a maior atualização desde o seu lançamento. A nova versão traz recursos de memória, compreensão de contexto e personalização que prometem tornar a experiência de pedir comida mais rápida e prática. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Isabella Piratininga, Diretora de Transformação Disruptiva do iFood para entender o que mudou na ferramenta e como a empresa está usando inteligência artificial para reduzir uma das tarefas mais comuns do dia a dia: decidir o que pedir. Durante a conversa, ela explica como o assistente aprende preferências dos usuários ao longo do tempo, como funciona a memória da plataforma, os desafios de integrar IA a um ecossistema do tamanho do iFood e os próximos passos para tornar toda a jornada, incluindo pagamentos, mais integrada dentro do WhatsApp. Afinal, estamos caminhando para um futuro em que a inteligência artificial escolhe nossa próxima refeição antes mesmo de abrirmos o aplicativo? Você também vai conferir: radares com IA já multam em São Paulo, mas a decisão final ainda é humana, Brasil e vizinhos dão primeiro passo para integrar o mercado aéreo da América do Sul e Vivo libera seis meses grátis do Adobe Express Premium. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita e Bruno Bertonzin. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Pingos nos Is
EUA afirmam que retaliação ao tarifaço pode piorar a situação

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 119:27


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (16):Nesta quarta-feira (15), o governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, confirmou o novo tarifaço de 25% a produtos brasileiros. A medida foi tema do editorial do apresentador André Marsiglia no Os Pingos Nos I, nesta quinta-feira (16). De acordo com Marsiglia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “joga mais gasolina nesse incêndio” ao cogitar a lei da reciprocidade, que em sua visão puniria mais uma vez o Brasil. “Como diz o ditado: em uma guerra comercial não há vencedores, apenas perdedores. A questão é saber quem perde mais? Adivinha neste caso quem será”, completou. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, culpou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo tarifaço de 25% aplicado pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros. Segundo ele, “Lula e seu governo não negociaram de boa-fé com os EUA” e que o petista colocou “seu ego à frente de um acordo”. Reportagem: Eliseu Caetano. Adotar a Lei da Reciprocidade pode custar ainda mais caro ao governo brasileiro. O governo dos Estados Unidos pretende piorar ainda mais a tarifa caso o governo brasileiro adote a medida. Lula estuda uma reação sobre o tarifaço que entrará em vigor no dia 22 de julho. Reportagem: Eliseu Caetano. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, rebateu as declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificando-as como "inaceitáveis" e "ofensivas ao povo brasileiro". Rubio havia afirmado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou seu ego à frente de um acordo comercial com a gestão de Donald Trump. O economista Marcos Troyjo criticou a postura do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação a aplicação de uma tarifa de 25% sobre os produtos brasileiros imposta pelos Estados Unidos. Segundo ele, Lula deu uma “aula magna de como não fazer as coisas” e que o Brasil não fez sua lição de casa. A fala ocorreu durante entrevista ao programa Os Pingos Nos Is desta quinta-feira (16). A decisão de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender as visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, aumentou a desconfiança da família em relação à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). A avaliação dentro do grupo é que o despacho do ministro poderia favorecer Michelle a limitar a interlocução de Flávio. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) solicitou à Polícia Federal um novo prazo para prestar depoimento no inquérito que apura suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A investigação foca em declarações públicas do parlamentar que incomodaram o atual governo petista. O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou o pagamento de gratificação fora do teto para servidores do próprio órgão e do Legislativo. A Corte de Contas atende pedido de líderes do Congresso Nacional. A votação terminou em oito votos a um. Reportagem: André Anelli. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Canaltech Podcast
Mais memória RAM resolve? O que realmente deixa um PC lento

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 19:56


Seu notebook trava quando você abre muitas abas? O computador demora para responder mesmo sem parecer tão antigo? Afinal, o problema é falta de memória RAM ou existem outros fatores por trás da lentidão? No Podcast Canaltech de hoje, conversamos com Vinícius Francioni, coordenador de Desenvolvimento de Produtos da Avell, para entender por que os computadores parecem ficar lentos cada vez mais rápido e como a forma como usamos a tecnologia mudou nos últimos anos. Durante o episódio, falamos sobre o papel da memória RAM, os impactos da multitarefa no desempenho das máquinas, quanto de memória faz sentido para diferentes perfis de usuários, quando vale investir em um upgrade e como a inteligência artificial está começando a influenciar os requisitos dos computadores. Você também vai conferir: Meta é acusada de usar IA para ajudar a escolher funcionários demitidos, nova antena da Starlink promete cortar pela metade o consumo de energia e novo SUV da Xiaomi vira sala de jantar e reduz a preocupação com a bateria. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Nathan Vieira e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Growthaholics
#320 - Bancos vão virar agentes de IA | Com Dgeison De Lucca, CTO da Conta Simples

Growthaholics

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 49:58


Enquanto boa parte do mercado ainda discute se vale a pena “colocar IA” no produto, a Conta Simples resolveu ir na direção oposta: abriu suas funcionalidades via MCP (Model Context Protocol) antes de qualquer outra fintech da América Latina. Com isso, recebeu mais de 900 empresas na fila de espera só no mês de lançamento.Neste episódio do Growthaholics, Pedro Waengertner recebe Dgeison De Lucca, CTO da Conta Simples e ex-executivo de tecnologia da Cielo, Bexs Banco e Ebury Bank, para entender o que muda quando o cliente de um banco deixa de ser uma pessoa clicando em telas e passa a ser um agente de IA operando em nome dela.Se você lidera produto, tecnologia ou operação financeira e ainda não parou para pensar no que muda quando o seu cliente é um agente, esse episódio é um bom ponto de partida.Você acha que os apps bancários têm os dias contados? Conta pra gente aqui nos comentários.

Sermões Adventistas
O mensageiro de Malaquias - Pr. André Flores

Sermões Adventistas

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 60:14


Este é um podcast com o objetivo de reunir os melhores sermões realizados na Igreja Adventista do Sétimo Dia.Você pode aprender mais sobre este assunto no livro: Compartilhe estas mensagens com seus amigos e familiares. Jesus está voltando.#sermão #adventista #podcastadventista #sermoesiasd #pastoradventista #unasp #pregação #mensagem #espiritualidadePodcast AdventistaSermão AdventistaPregação Adventista

Botequim GP - Fórmula 1 entre amigos!
5 PILOTOS BRASILEIROS NA FÓRMULA 1? ISSO JÁ ACONTECEU!

Botequim GP - Fórmula 1 entre amigos!

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 7:33


Você sabia que há 25 anos, o Brasil chegou a ter 5 pilotos largando em uma corrida da Fórmula 1?Relembramos esse momento histórico, quem eram os pilotos e o que aconteceu com cada um deles.E aí.. você lembrava desse recorde?Bem-vindo ao Botequim GP, o seu canal de Fórmula 1- Histórias da Fórmula 1- Notícias- Opinições- Review de Corridas#Formula1 #F1

Café com Tulipa
CT 3800 - Vencendo pela Fé

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 2:50


Não é preciso dizer, pois todos nós sabemos muito bem, que a vida cristã é um grande desafio, estamos em um campo de batalha. Para vencermos as lutas que enfrentamos não podemos confiar em nossos recursos materiais, intelectuais ou emocionais, pois eles nunca serão suficientes para nos conduzir em vitória, precisamos dos recursos que somente o Senhor pode nos dar. A nossa vitória é alcançada pela fé, ou seja, por meio de uma dependência e confiança absoluta no Senhor, nosso Salvador, que venceu e que nos conduz em triunfo. Você tem ao seu alcance esta força que o Senhor dá a todo aquele que crê. Caminhe vencendo pela fé.

Thaís Galassi
787 - O livre arbítrio realmente existe!

Thaís Galassi

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 29:15


Você realmente escolhe o caminho da sua vida ou suasdecisões são influenciadas pela infância, pelos hábitos, pelas emoções e pelofuncionamento do cérebro?Neste episódio, mergulhamos em uma das maiores questõesda filosofia, da psicologia e da neurociência: o livre-arbítriorealmente existe?De forma leve, profunda e baseada em estudos científicosrecentes, você vai entender como nossos condicionamentos moldam pensamentos,emoções e comportamentos, por que repetimos os mesmos padrões e comodesenvolver mais consciência para fazer escolhas mais alinhadas com quemrealmente somos.Ao longo da conversa, exploramos conceitos dapsicologia, descobertas da neurociência sobre tomada de decisão,neuroplasticidade, metacognição e atenção plena, além de histórias inspiradorasque mostram como pequenas mudanças podem transformar uma vida inteira.Se você gosta de temas como desenvolvimento pessoal,inteligência emocional, autoconhecimento, comportamento humano, mudança dehábitos e expansão da consciência, este episódio foi feito para você.Neste episódio você vai descobrir:• O livre-arbítrio realmente existe?• Como o cérebro influencia nossas decisões.• O poder dos hábitos e dos condicionamentos.• O que a neurociência descobriu sobre a tomada de decisão.• Como desenvolver mais consciência nas escolhas do dia a dia.• Por que repetimos os mesmos padrões emocionais.• Como criar novos caminhos mentais através da neuroplasticidade.• Exercícios práticos para viver com mais presença e liberdade.Se este episódio fez sentido para você, siga o podcast, avalie com 5estrelas e compartilhe com alguém que também busca compreender melhor a mentehumana e construir uma vida mais consciente.

Do Zero ao Topo
Faturar não basta: o erro financeiro que quebra empresas | Trilha do Zero ao Topo #6

Do Zero ao Topo

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 15:07


Você pode ter uma boa ideia, vender bem e até montar um time forte. Mas, se o caixa zerar, o sonho acaba!No último episódio da Trilha Do Zero ao Topo, falamos sobre a matemática da sobrevivência no empreendedorismo: fluxo de caixa, capital de giro, lucro, burn rate, ponto de equilíbrio e os erros que fazem muitas empresas quebrarem mesmo com faturamento.Com histórias de Felipe Titto, Thiago Marques e Beto Cantu, este episódio mostra que gestão financeira é o que separa quem cresce de quem fecha as portas.Neste vídeo, você vai entender:a diferença entre faturamento, lucro e caixa;por que misturar CPF e CNPJ destrói negócios;como calcular o fôlego financeiro da empresa;quando faz sentido buscar um investidor;e por que o caixa é o verdadeiro oxigênio do negócio.Quer aprender mais sobre finanças para empreendedores? Confira os guias completos do InfoMoney:Fluxo de caixa: o que é, para que serve e como aplicar no dia a dia - https://www.infomoney.com.br/guias/fluxo-de-caixa/Capital de giro: o que é e como calcular (e controlar) o da sua empresa - https://www.infomoney.com.br/guias/capital-de-giro/Lucro presumido: como funciona, como calcular, vantagens e desvantagens - https://www.infomoney.com.br/guias/lucro-presumido/Maquininha de cartão: confira 9 perguntas e respostas sobre o tema - https://www.infomoney.com.br/guias/maquininha-de-cartao/

Os Pingos nos Is
Senado aprova aposentadoria especial para agentes de saúde

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 118:30


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (14):No editorial do programa Os Pingos nos Is desta terça-feira (14), o apresentador André Marsiglia voltou a falar da decisão do ministro Alexandre de Moraes, que proibiu o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias após a leitura de uma carta. Marsiglia aponta um grave erro de interpretação jurídica na medida: as restrições impostas ao ex-presidente o proíbem de usar redes sociais, mas não impedem que terceiros utilizem seus próprios canais para divulgar suas ideias ou ler suas cartas. Ainda segundo sua análise, a decisão do STF abre margem para que o caso seja explorado politicamente por Flávio para sensibilizar seu eleitorado. "Se o Judiciário vai entrar de sola nessas eleições, que entre com o pé direito. Ou melhor, entre com os dois", conclui. A Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) é desaprovada por 52,3% dos brasileiros e aprovada por 35,9%. Outros 11,8% dos entrevistados não souberam responder. O levantamento apresenta a percepção da população sobre o desempenho da Corte. A bancada do Os Pingos Nos Is comenta os números. Um levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aponta que nove de 29 partidos brasileiros sobrevivem de doações eleitorais, principalmente de seus filiados. Isso ocorre porque as siglas não possuem acesso ao Fundo Partidário ou recebem recursos insuficientes para cobrir suas despesas. Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal (PF) concluiu um dos inquéritos sobre desvios em aposentadorias e indiciou o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Antônio Stefanutto, o ex-procurador-geral da autarquia, Virgílio Antônio Ribeiro Filho, o ex-diretor de benefícios André Fidelis e outros investigados por suspeita de corrupção. A Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep) criticou a proposta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), idealizada pelo presidente da Corte, ministro Nunes Marques, de criar um "Selo de Acurácia Eleitoral". A iniciativa visa premiar os institutos de pesquisa que apresentarem maior proximidade com o resultado oficial das urnas. Reportagem: Thaís Sprovieri. A defesa de Mauro Cid se reuniu com o empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na Papudinha, em Brasília, onde está preso. O encontro irritou os advogados de Vorcaro. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Os Pingos nos Is
Tarifaço dos EUA / Lula venceria Flávio no 2º turno

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 119:47


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (15):No editorial desta quarta-feira (15), André Marsiglia criticou a postura do governo brasileiro por tentar responsabilizar adversários pelo novo tarifaço dos Estados Unidos. O apresentador também citou as recentes indiretas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Donald Trump, ao dizer que o líder americano tem inveja da China e ao classificar a ação dos EUA no Irã como Pirataria. Apesar disso, Marsiglia ainda vê tempo para a situação ser revertida. Em sua visão, Lula precisa esquecer sua campanha visando as eleições e negociar seriamente com os Estados Unidos. “Mesmo que as tarifas venham, ainda haverá tempo”, opinou. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, prometeu proteger os setores prejudicados por um eventual tarifaço do governo de Donald Trump a produtos brasileiros. O chefe de pasta classificou a medida como injusta. “Se for confirmado o tarifaço, mais uma vez injusto, vai ser preciso avaliar quais setores foram afetados e, na mesma linha do princípio do que a gente já fez, o governo brasileiro não vai deixar os agricultores, o empresário e as famílias brasileiras na mão”, afirmou o ministro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu 8 pontos de vantagem no 2º turno sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pelo Palácio do Planalto, segundo a pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15).O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) falou sobre a polarização entre os eleitores brasileiros. Nesta quarta-feira (15), Caiado afirmou que uma eleição não é decidida pelos rejeitados e sim por aquele que mostrar algo para o Brasil. Lula e Flávio lideram as pesquisas de intenção de voto e criticou os dois adversários, afirmando que ambos estão preocupados apenas com a eleição e não com o Brasil. Os deputados federais têm apenas 72 horas para votar o PL da Misoginia. O projeto prevê a equiparação da misoginia, que é o ódio, desprezo ou a aversão direcionada às mulheres, ao racismo. O governo federal espera que o tema seja aprovado ainda esta semana. Há risco do assunto ser engavetado por conta do recesso parlamentar. Reportagem: Julia Fermino. A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados acionou oficialmente a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após sua ausência injustificada em uma audiência pública de esclarecimento. Parlamentares da oposição acusam o chanceler de cometer crime de responsabilidade ao ignorar a convocação formal do colegiado. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, nesta quarta-feira (15), que presidentes de todos os partidos com representação no Congresso Nacional deem informações sobre como funciona o direcionamento de emendas parlamentares. O prazo para o envio das informações é de até dez dias. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou sobre a polêmica imagem em que aparece ao lado de um homem apontado como "sicário" ligado ao empresário Daniel Vorcaro. A imagem foi divulgada por um site nesta quarta-feira (15). Diante da repercussão, o parlamentar minimizou o episódio e declarou que, devido à sua atuação pública, costuma tirar fotos com todas as pessoas que o abordam e fazem essa solicitação no dia a dia. A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), um projeto de lei que altera o Código Penal para acabar com o tempo de prescrição da pena nos casos em que o condenado fugir da prisão. Pelo texto, o Estado poderá retomar o cumprimento da pena a qualquer momento após a captura do foragido. Os comentaristas Roberto Motta e Bruno Musa comentaram o fim da prescrição. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
O que Deus espera de nós? - Fabiano Krehnke (Salmos 15 - Série: Orando e Vivendo Salmos)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 60:08


O que Deus espera de nós? Há uma frase muito repetida hoje: “Você pode ser quem quiser.” Ela parece inspiradora, mas não descreve a realidade. Somos limitados por nossa história, nossos dons, nossa saúde, nossas oportunidades e até por circunstâncias que não controlamos. Nem sempre o esforço resolve tudo, e todos nós carregamos orações que ainda não foram respondidas. O Salmo 15 nos leva a uma pergunta muito mais profunda: o que Deus espera de mim? A resposta começa com reverência. Diante de um Deus santo, Davi não chega com autoconfiança, mas com humildade. Quem pode habitar na presença do Senhor? Quem pode morar no seu santo monte? Antes de qualquer resposta, somos lembrados de que nos aproximamos de Deus pela graça, não por mérito. Cada reunião da igreja, cada oração e cada momento diante das Escrituras deveriam reacender essa consciência: Deus é santo, nós somos pecadores, e fomos recebidos por causa de Cristo. Por isso, a pergunta final não é se somos suficientemente bons para entrar na presença de Deus. A pergunta é: em quem estamos confiando? Quem coloca a sua confiança em Cristo pode se aproximar do trono da graça com segurança. Nele, temos perdão para nossas falhas, força para viver de modo diferente e a promessa de que um dia habitaremos para sempre na presença do Senhor. Quem age assim não será jamais abalado. Não porque seja perfeito, mas porque está firmado naquele que é perfeito e permanece para sempre. _ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: https://fdqc.org Contribua financeiramente: https://fdqc.org/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

Cuando los elefantes sueñan con la música
Cuando los elefantes sueñan con la música - Luiza de Francia - 15/07/26

Cuando los elefantes sueñan con la música

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 58:39


La franco-brasileña Luiza (Fernandes Viana) canta 'Manhã de carnaval' y 'Soleil bleu' en el que es su primer disco titulado simplemente 'Luiza'. Del proyecto 'Henri Salvador do Brasil', con dirección musical de Marcos Valle, las grabaciones de Bebel Gilberto ('Uma canção doce'), Quarteto do Rio & Silva ('Pauvre Jésus-Christ'), Eddy Mitchell y Zelia Duncan ('À Cannes cet été'), Seu Jorge ('Les voleurs d´eau'), Simone ('Jardim'), Paula Morelenbaum ('Je parie') y Joyce Moreno & Marcos Valle ('Rose'). Del disco 'Bossa nova', que la francesa Pauline Croze publicó hace diez años, 'Essa moça tá diferente', 'Você abusou', 'Samba Saravah' y 'A felicidade' -con Vinicius Cantuária-. Cierran Gerry Mulligan y Jane Duboc con 'Paraíso' de un disco homónimo.Escuchar audio

Canaltech Podcast
Anéis inteligentes podem substituir os smartwatches?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 19:09


Os relógios inteligentes já fazem parte da rotina de milhões de pessoas. Mas uma nova categoria de dispositivos começa a ganhar espaço entre consumidores e fabricantes: os anéis inteligentes. Pequenos, discretos e equipados com sensores cada vez mais avançados, esses wearables prometem monitorar indicadores como frequência cardíaca, atividade física e qualidade do sono, oferecendo uma alternativa aos tradicionais smartwatches. Mas o que explica o crescimento desse mercado? Os anéis inteligentes vieram para substituir os relógios inteligentes ou as duas tecnologias devem coexistir? E como a inteligência artificial pode transformar a próxima geração desses dispositivos? No episódio de hoje do Podcast Canaltech, conversamos com Amanda é Gerente de Marketing e Produtos da Lity. sobre o presente e o futuro dos anéis inteligentes, os desafios da categoria e o impacto desses dispositivos na forma como monitoramos nossa saúde e bem-estar. Você também vai conferir: Apple acusa OpenAI de usar segredos comerciais para avançar em hardware de IA, TCL prepara celular que mistura smartphone, Kindle e segunda tela removível e Netflix pode lançar canais 24 horas e resgatar um modelo da TV por assinatura. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, João Melo e Jaqueline Sousa, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aprenda Inglês com música
#300

Aprenda Inglês com música

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 38:06 Transcription Available


Gente!!!!! Chegamos a 300 aulas!!! T-R-E-Z-E-N-T-A-S! Can you believe it? E para comemorar, temos esse sucesso dos anos 90 que voltou com tudo nos jogos vitoriosos da Inglaterra nesta Copa de 2026: Wondewall, da banda Oasis. ✅ Procurando um curso de inglês passo a passo? VENHA PARA O MEU CURSO INTENSIVO

Aprenda Inglês com Inamara Arruda - The Fast Mover Audio Experience
Ep. #103 - O que dizer na farmácia (em inglês) para não ser ignorado

Aprenda Inglês com Inamara Arruda - The Fast Mover Audio Experience

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 27:35


Ela estava doente e não sabia pedir remédio em inglês.Na farmácia, Clara precisava explicar o que estava sentindo: dor de garganta, tosse, febre, cansaço… mas quando o farmacêutico começou a fazer perguntas em inglês, tudo ficou mais difícil.“Do you prefer tablets, syrup, or lozenges?”“Do you have a dry cough?”“How often should I take this?”“Can I take them together?”Neste vídeo, você vai aprender inglês com uma história realista, emocional e prática sobre uma situação muito comum em viagens: precisar pedir ajuda, explicar sintomas e comprar remédio em inglês.A história de Clara mostra que você não precisa falar inglês perfeito para ser entendido. Você precisa de frases simples, claras e úteis — frases que ajudam você a participar da conversa e a se proteger em situações da vida real.Você vai aprender frases como:“Sorry, could you repeat that?”“I have a sore throat.”“I'm not sure.”“What does that mean?”“How often should I take this?”“Can I take them together?”Este vídeo é para você que quer aprender inglês com contexto, melhorar o listening, aumentar vocabulário e ganhar mais confiança para usar o inglês em situações reais.Meu treinamento completo de inglês:https://link.inamara.com/matriculas-abertasSe essa história te ajudou, inscreva-se no canal, deixe seu like e ative as notificações para não perder as próximas histórias em inglês.#inglescomhistorias #inglesparaviagem #inglesdavivareal------00:00 - O pânico de falar inglês na farmácia 01:08 - Por que o inglês trava em situações reais? 03:50 - Frases simples que abrem portas 06:51 - Como descrever sintomas (O dilema da Clara) 09:12 - "Sore throat" e "Headache": Palavras que salvam 11:53 - "Runny nose" vs. "Blocked nose" 13:38 - Como falar sobre o tempo dos sintomas 16:32 - Tablets, Syrup ou Lozenges? Escolhendo o remédio 18:26 - Tosse seca ou com muco? Como explicar 21:22 - Instruções e Dosagem: Perguntas de segurança 23:41 - A maior lição: O inglês não precisa ser perfeito 26:13 - Frases de sobrevivência para você anotar 27:12 - Conclusão e Convite especial

#DNACAST
Como Transformar Uma Empresa em Um Negócio Bilionário (MAURO SANTOS) JOTA JOTA PODCAST #286

#DNACAST

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 90:47


SAIBA MAIS SOBRE O POTÊNCIA CLUB: https://bit.ly/potenciaclub-jjComo uma empresa familiar do interior do Rio Grande do Sul se transformou em uma referência nacional, ultrapassando R$ 1 bilhão em faturamento acumulado?Neste episódio, Joel Jota recebe Mauro Santos Filho, fundador e CEO da Medical San, para uma conversa sobre empreendedorismo, crescimento, liderança e construção de negócios que duram gerações.Ao longo do episódio, Mauro compartilha os principais momentos que mudaram a trajetória da empresa, os erros, os aprendizados e as decisões que fizeram a Medical San se tornar líder em seu segmento.--------------------------------------------------------------------Você vai aprender sobre:◼️ Como transformar crises em oportunidades de crescimento.◼️ Os três pontos de inflexão que mudaram a empresa.◼️ A importância das pessoas certas para escalar um negócio.◼️ Como construir uma cultura forte e uma governança eficiente.◼️ O papel da persistência, da disciplina e da visão de longo prazo.◼️ Como tomar decisões difíceis para manter o foco no que realmente importa.Uma conversa prática para empresários, líderes e todos que desejam construir negócios sólidos e gerar impacto através do empreendedorismo.Se este episódio agregou valor para você, deixe nos comentários qual foi o maior aprendizado dessa conversa.--------------------------------------------------------------------PATROCINADOR:Quer abrir uma franquia The Best Açaí e mudar de vida?Clique no link e saiba mais detalhes

Podcast : Escola do Amor Responde
3374# Escola do Amor Responde (no ar 14.07.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 25:44


Uma aluna, de 24 anos, escreveu aos professores Renato e Cristiane Cardoso para dizer que gostou muito do livro Casamento Blindado, mas que enfrenta um sério problema no casamento há vários anos. O esposo não gosta de ter relações íntimas, mantendo intimidade apenas a cada quinze dias, o que a estressa. A aluna já conversou sobre o assunto, mas ele não se importa e diz que ela tem que respeitar a vontade dele. Inclusive, afirma que, talvez, quando ela estiver mais malhada, isso mude.Nesse ínterim, a aluna disse que não tem mais o mesmo corpo de antes. Aliás, ela é mãe de dois meninos. Ela confessou que já pensou em besteiras, até em traí-lo. Por fim, a aluna perguntou o que deve fazer.Lutar ou não lutarPosteriormente, outra aluna pediu a ajuda dos professores. Ela disse que está casada há dez anos e sempre lutou para manter o relacionamento. Contudo, na última briga, decidiu dar um basta, pois a vida que ele queria era regada a baladas e drogas. A aluna comentou que está confusa e perdida e quer saber se deve lutar ou não pelo casamento.Terapia do AmorSaiba como pessoas venceram os traumas do passado e, sobretudo, aprenderam a praticar o amor inteligente. Você também precisa de ajuda na vida amorosa? Participe das palestras da Terapia do Amor realizadas todas as quintas-feiras, às 20h, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para conhecer outros locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

Os Pingos nos Is
Moraes suspende visitas de Flávio ao pai por 90 dias

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 120:07


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (13):O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (13) que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ficará impedido de visitar seu pai, Jair Bolsonaro, por 90 dias. A motivação seria pela carta escrita pelo ex-presidente, lida e divulgada em suas redes sociais no sábado (11). A decisão do ministro Flávio Dino, do STF, de bloquear R$ 119 milhões em emendas indicadas por Valdemar Costa Neto, presidente do PL, acendeu o sinal de alerta nas lideranças do Centrão, que agora temem uma ofensiva ampla. Recentemente, a Suprema Corte bloqueou bens pessoais de ex-deputados. A discussão sobre a criação de um Código de Ética para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deve ficar para depois das eleições. Segundo avaliou o tribunal, o ambiente eleitoral pode dificultar um consenso entre os magistrados. O tema é considerado sensível para a Suprema Corte. A Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 nos cenários de primeiro e segundo turnos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). No primeiro cenário estimulado para o primeiro turno, Lula aparece com 40% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que soma 34%. No segundo turno, o levantamento indica que o atual presidente lidera a disputa com 47% dos votos, enquanto o senador aparece com 44%, o que configuraria empate técnico. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) classificou a taxa de 20% dos Estados Unidos no Estreito de Ormuz como “pirataria”. Lula criticou duramente a medida e criticou Donald Trump, dizendo que o líder americano é o responsável pelo conflito no Irã. A semana será decisiva no Palácio do Planalto. O governo brasileiro espera ter uma última reunião com os representantes dos Estados Unidos antes de o país bater o martelo sobre a aplicação de tarifas sobre produtos brasileiros. A decisão será tomada na quarta-feira (15). Os líderes de caminhoneiros de todo o país ameaçam iniciar uma paralisação nacional caso a Medida Provisória que altera as regras do piso mínimo do frete não seja votada pelo Congresso Nacional. A mobilização da categoria joga uma forte pressão política sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), responsável por pautar a matéria. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Canaltech Podcast
Usar IA no currículo ajuda ou atrapalha sua contratação?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 21:00


Ferramentas de inteligência artificial como ChatGPT, Gemini e Claude já fazem parte da rotina de quem está procurando emprego. Seja para revisar um currículo, criar uma carta de apresentação ou se preparar para entrevistas, a tecnologia promete facilitar a vida dos candidatos. Mas será que ela está realmente ajudando? No novo episódio do Podcast Canaltech, discutimos os impactos da IA nos processos seletivos e os cuidados que os profissionais precisam ter para não transformar uma vantagem em um problema. Nesta edição, Fernanda Santos conversa com Gustavo Sengès, Country Manager da HireRight no Brasil, sobre o crescimento do uso da inteligência artificial na busca por emprego, os riscos de currículos excessivamente padronizados, as inconsistências que podem prejudicar candidatos e o futuro do recrutamento em um mercado cada vez mais digital. A conversa também traz dicas práticas para quem quer usar IA de forma estratégica, sem abrir mão da autenticidade e da própria trajetória profissional. Você também vai conferir: Apple estaria preparando chip com até 1,5 terabyte de memória para a era da IA, saiba como impedir que o Gemini use seus dados para treinar IA e dormir com o celular carregando sob o travesseiro pode trazer riscos à segurança. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Raphael Giannotti, Viviane França e João Melo. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

PEBMED - Notícias médicas
Highlights ESPGHAN 2026

PEBMED - Notícias médicas

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 11:44


Neste episódio, o gastroenterologista pediátrico Jôbert Neves apresenta os principais destaques do ESPGHAN 2026, com foco em condutas aplicáveis ao atendimento de crianças e adolescentes.Você vai entender por que a reidratação oral continua sendo a base do tratamento da gastroenterite aguda, como o início precoce de terapias avançadas pode modificar a evolução da doença de Crohn e por que sintomas isolados nem sempre refletem a atividade inflamatória na esofagite eosinofílica.O episódio também discute o uso adequado do PEG na constipação infantil, a importância do diagnóstico e do acompanhamento estruturado na acalasia e os desafios para reconhecer e tratar a insuficiência pancreática exócrina.Uma atualização objetiva para médicos e estudantes de medicina que desejam transformar novas evidências em decisões mais precoces, precisas e eficientes na prática clínica.

Naruhodo
Naruhodo #470 - Temos livre arbítrio? - Parte 2 de 2

Naruhodo

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 54:22


Nosso cérebro toma decisões antes mesmo de termos consciência delas? Se sim, seriam nossas decisões deterministas e o livre-arbítrio uma ilusão? O que a ciência tem a dizer sobre isso? Parte 2 de 2. Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (54min 23s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * APOIO: INSIDER Tem uma coisa que eu aprendi viajando que ninguém te ensina: a roupa errada custa mais que peso na mala. É isso mesmo que você ouviu: tem peças que nem adianta você levar na viagem, porque não vai sair da mala. Por isso, eu criei uma regra para mim mesmo é: só levar na viagem se não pega cheiro ruim, se não precisa passar e se aguenta firme na durabilidade. E sabe quem é que cumpre tudo isso? Claro, as peças da INSIDER. É qualidade garantida e tecnologia que te deixa confortável e seguro. Já é julho e você não experimentou INSIDER? Então use o endereço a seguir pra ter o cupom NARUHODO já aplicado ao seu carrinho de compras: >>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODO Ou clique no link que está na descrição deste episódio. INSIDER: inteligência em cada escolha. #InsiderStore * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser.  O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo

Canaltech Podcast
Óculos inteligentes e IA: sua empresa está preparada para o futuro?

Canaltech Podcast

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 18:34


Óculos inteligentes, anéis conectados e outros dispositivos com inteligência artificial prometem mudar a forma como trabalhamos nos próximos anos. Mas será que as empresas estão preparadas para essa transformação? No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Dema Oliveira, CEO e fundador da Goshen Land, sobre a próxima fase da inteligência artificial e como tecnologias que funcionam como extensões do corpo humano podem impactar profissionais, negócios e o mercado de trabalho. Durante a conversa, o especialista explica por que a IA não deve ser vista apenas como uma ferramenta tecnológica, mas como um recurso para aumentar produtividade e acelerar processos. Ele também alerta para um erro comum: acreditar que novas tecnologias resolvem problemas de gestão sem que a empresa tenha processos organizados e dados estruturados. O episódio ainda discute o futuro do trabalho, o papel da inteligência artificial nas empresas e como profissionais podem se preparar para um cenário cada vez mais conectado. Você também vai conferir: iPhone dobrável pode ter formato de passaporte e desafiar o padrão do mercado, Meta vai bloquear câmeras de óculos inteligentes com LED de gravação adulterado e cashback do Imposto de Renda: saiba quem pode receber o benefício. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Bruno Bertonzin, Nathan Vieira e Viviane França. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. See omnystudio.com/listener for privacy information.

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL
SNICAST #316 - Abrindo o canal da provisão infinita

SNICAST - Podcast da SEICHO-NO-IE DO BRASIL

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 25:25


Você já se perguntou por que algumas pessoas parecem viver em constante prosperidade, enquanto outras enfrentam dificuldades para realizar seus sonhos?A resposta pode estar na forma como nos conectamos com a Fonte de toda abundância. No SNICAST #315, o Preletor Bruno Chiba Faccini apresenta Ensinamentos valiosos. mostrando que a verdadeira prosperidade vai muito além dos bens materiais.Ao longo deste episódio, você compreenderá como eliminar pensamentos limitantes, fortalecer sua fé e abrir o coração para receber as infinitas bênçãos que já estão disponíveis para todos. Quando nossa mente se harmoniza com a Verdade, criamos as condições para que saúde, felicidade, paz e prosperidade se manifestem naturalmente em nossa vida.| Para saber mais sobre o Seminário da Prosperidade, acesse: https://snibr.org/seminario_prosperidade2026| Os livros-textos deste episódio são: Abrindo o canal da provisão infinita; Entrada para o mundo de Deus; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Participe das atividades presenciais em nossas Associações Locais! Para encontrar a mais próxima de você, acesse: https://snibr.org/pod_onde_encontrar| Conheça as Academias de Treinamento Espiritual da Seicho-No-Ie e participe de um de nossos Seminários! Para saber mais acesse: ⁠⁠https://rebrand.ly/academias_SNI⁠

Aprenda Inglês com música
Handy Man - James Taylor - Aprenda Inglês com Música #299 | Aula completa inédita - Temporada 15

Aprenda Inglês com música

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 38:45 Transcription Available


Hoje temos mais um sucesso com James Taylor por aqui (que já passou por aqui com "You've Got a Friend"). ✅ Procurando um curso de inglês passo a passo? VENHA PARA O MEU CURSO INTENSIVO

Joyce Meyer Desfrutando a Vida Diária®
Como Pensamentos e Palavras Afetam Nossa Saúde Parte 2

Joyce Meyer Desfrutando a Vida Diária®

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 27:03


Você quer se sentir melhor? Aprenda como atualizar seu dia, começando com os pensamentos que você pensa e as palavras que você diz.

Os Pingos nos Is
Dino bloqueia bens de Valdemar / Lula libera R$ 32 bi em emendas

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 120:01


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta sexta-feira (10):O ministro do STF Flávio Dino determinou a suspensão de emendas parlamentares que, segundo a investigação, teriam sido indicadas de forma irregular pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto. A decisão também determina a indisponibilidade de bens do dirigente partidário. A defesa de Valdemar Costa Neto partiu para o ataque contra a decisão do ministro Flávio Dino (STF). Em nota oficial, os advogados afirmam que a canetada se baseia em "premissas frágeis e inferências subjetivas", acusando o magistrado de promover uma indevida criminalização da atividade política.O bloqueio de R$ 119,2 milhões decretado por Flávio Dino não é o primeiro revés financeiro expressivo de Valdemar Costa Neto. Uma apuração do repórter Bruno Pinheiro relembra que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob a gestão do ministro Alexandre de Moraes, condenou o PL a pagar R$ 22,9 milhões por litigância de má-fé. O Governo Lula desembolsou o montante recorde de R$ 32 bilhões em emendas parlamentares em apenas 6 meses deste ano, um valor 30% maior do que o registrado no mesmo período de 2022. Sob forte pressão do Congresso, o Planalto abriu o cofre às vésperas do período eleitoral. A federação partidária formada pelo Progressistas (PP) e pelo União Brasil decidiu recuar e não deve apoiar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República. Conforme antecipado pela repórter Beatriz Manfredini, as siglas pretendem anunciar neutralidade, liberando seus filiados para apoiarem quem desejarem. O pré-candidato do partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, disparou duras críticas contra o senador e concorrente Flávio Bolsonaro (PL). O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) questionou publicamente as reais motivações da candidatura do parlamentar ao Palácio do Planalto, afirmando que o senador "nunca quis ser presidente". A promotora Elayne Christina da Silva Rodrigues virou alvo de denúncia no Conselho Superior do Ministério Público do Rio de Janeiro após afirmar que é "inconstitucional" citar Deus em um evento oficial em Duque de Caxias. A representação, movida pela Associação dos Conselheiros e Ex-Conselheiros Tutelares, pede a abertura de procedimento administrativo contra a promotora. A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) instaurou um pedido de providências para investigar a conduta do juiz Júnior da Luz Miranda, da Segunda Vara Criminal de Jales. O magistrado condenou um casal a 50 dias de detenção em regime semiaberto pelo crime de "abandono intelectual", após os pais decidirem educar as filhas de 11 e 15 anos em casa (ensino domiciliar). Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

Ibiza Sensations by Luis del Villar
Ibiza Sensations 395 Special Moon Kissed Deep-licious Dinner 2h. Set

Ibiza Sensations by Luis del Villar

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 125:39


Professional Series: https://www.patreon.com/luisdelvillardj/shop   Follow the Ibiza Sensations playlist on Spotify: www.spoti.fi/3Z6pDkI   Hi my friends !! You can still listen for free to the first 250 Ibiza Sensations episodes. From 251 the sets became Premium and you can only have a lower quality file for free. The Premium Series offers full quality listening plus 2 extra mixes every month and some exclusive Live Streamings. If you join the Premium Series now, you can get more than 150 hours of new mixes, and for only  2 euro monthly or 24 a year. Die ersten 250 Folgen von Ibiza Sensations könnt ihr noch kostenlos hören. Ab 251 Folgen sind die Sets Premium, und ihr könnt nur noch eine Datei in niedrigerer Qualität kostenlos hören. Die Premium-Serie bietet volle Qualität plus zwei zusätzliche Mixe pro Monat und exklusive Live-Streams. Wenn ihr jetzt der Premium-Serie beitretet, erhaltet ihr über 150 Stunden neue Mixe für nur 2 Euro monatlich oder 24 Euro jährlich. Vous pouvez toujours écouter gratuitement les 250 premiers épisodes d'Ibiza Sensations. À partir de 251, les sets sont devenus Premium et vous ne pouvez obtenir gratuitement qu'un fichier de qualité inférieure. La série Premium offre une écoute de qualité supérieure, ainsi que 2 mix supplémentaires chaque mois et des streamings en direct exclusifs. En rejoignant la série Premium dès maintenant, vous pouvez obtenir plus de 150 heures de nouveaux mix, et ce pour seulement 2 euros par mois ou 24 par an. Você ainda pode ouvir gratuitamente os primeiros 250 episódios de Ibiza Sensations. A partir de 251, os episódios passaram a ser Premium e você só pode ouvir um arquivo de qualidade inferior gratuitamente. A Série Premium oferece audição em alta qualidade, além de 2 mixagens extras por mês e algumas transmissões ao vivo exclusivas. Se você assinar a Série Premium agora, poderá obter mais de 150 horas de novas mixagens por apenas 2 euros por mês ou 24 por ano. Je kunt de eerste 250 afleveringen van Ibiza Sensations nog steeds gratis beluisteren. Vanaf aflevering 251 zijn de afleveringen Premium geworden en kun je alleen nog gratis naar een bestand met een lagere kwaliteit luisteren. De Premium Series biedt luisterplezier in hoge kwaliteit, plus 2 extra mixen per maand en een aantal exclusieve livestreams. Als je je nu abonneert op de Premium Series, krijg je meer dan 150 uur aan nieuwe mixen voor slechts 2 euro per maand of 24 euro per jaar. Todavía puedes escuchar los primeros 250 episodios de Ibiza Sensations gratis. A partir del episodio 251, los episodios se convirtieron en Premium y solo puedes escuchar gratis un archivo de menor calidad. La Serie Premium ofrece alta calidad de escucha, además de 2 mezclas extra al mes y transmisiones en vivo exclusivas. Si te suscribes a la Serie Premium ahora, puedes obtener más de 150 horas de nuevas mezclas por solo 2 euros al mes o 24 euros al año. Вы по-прежнему можете бесплатно послушать первые 250 эпизодов Ibiza Sensations. Начиная с эпизода 251, эпизоды стали Premium, и вы можете бесплатно послушать только файл более низкого качества. Premium Series предлагает высококачественное прослушивание, а также два бонусных микса в месяц и эксклюзивные прямые трансляции. Если вы подпишетесь на Premium Series сейчас, вы можете получить более 150 часов новых миксов всего за €2 в месяц или €24 в год. لا يزال بإمكانك الاستماع إلى أول 250 حلقة من Ibiza Sensations مجانًا. بدءًا من الحلقة 251، أصبحت الحلقات متاحة للخدمة المميزة، حيث يمكنك الاستماع فقط إلى ملفات بجودة أقل مجانًا. تقدم الخدمة المميزة استماعًا عالي الجودة، بالإضافة إلى مجموعتين إضافيتين شهريًا وبثًا مباشرًا حصريًا. باشتراكك في الخدمة المميزة الآن، يمكنك الحصول على أكثر من 150 ساعة من المجموعات الجديدة مقابل 2 يورو فقط شهريًا أو 24 يورو سنويًا. Join !! Apúntate !!   https://www.patreon.com/luisdelvillardj You know how important is to be connected so it's time to join me on Social Media! Facebook, Twitter, and Instagram!   WEBSITE: http://www.luisdelvillar.com Instagram: https://instagram.com/luisdelvillardj/ Facebook: https://www.facebook.com/LuisdelVillardj Twitter: https://twitter.com/LuisdelVillardj SHOP ONLINE : https://shop.spreadshirt.net/luisdelvillardj/ Itunes: https://podcasts.apple.com/podcast/ibiza-sensations/id521062568 Soundcloud: http://soundcloud.com/luis-del-villar Mixcloud: http://www.mixcloud.com/LuisdelVillar/ Hearthis.at: https://hearthis.at/L6BkT28Z/ Podbean: https://luisdelvillardj.podbean.com/ YouTube: http://www.youtube.com/@IbizaSensationsbyLuisdelVillar Google Podcast: http://bit.ly/2RCu3MZ Overcast: https://overcast.fm/itunes521062568/ibiza-sensations-by-luis-del-villar

Os Pingos nos Is
Conflito EUA x Irã / Flávio diz estar aberto a conversar com Michelle

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 120:02


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (09):Os Estados Unidos e o Irã trocaram ataques durante a noite desta quarta-feira (08) e a madrugada desta quinta-feira (09). Pelo menos 90 instalações e alvos militares do Irã foram atacados pelos EUA. A ofensiva fez com que a Marinha iraniana interrompesse a reabertura do Estreito de Ormuz. Fabrizio Neitzke traz mais informações sobre o conflito no Oriente Médio. A Ucrânia realizou novos ataques contra o território russo. Em uma operação coordenada, drones de Kiev cortaram o espaço aéreo e atingiram refinarias estratégicas e bombardearam navios-tanque russos no mar de Azov. Os ataques ocorrem após os Estados Unidos autorizar o uso do sistema de defesa Patriot. Um documento judicial brasileiro divulgado por parlamentares republicanos dos Estados Unidos voltou a colocar decisões da Justiça brasileira no centro do debate sobre liberdade de expressão e alcance das ordens judiciais. O documento mostra uma decisão de um juiz da Justiça paulista determinando que Facebook, Instagram e Telegram identifiquem o responsável por um perfil e suspendam a conta em até 48 horas, sob pena de multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 30 mil. Os temas prioritários do governo federal podem ficar para depois das eleições. Entre eles, o fim da escala 6x1 e a PEC da Segurança Pública. O Congresso entrará em recesso no dia 18 de julho, voltando apenas no dia 31. Além disso, as campanhas eleitorais começarão no dia 13 de agosto. No meio deste período, Câmara e Senado terão uma espécie de “esforço concentrado” por algumas semanas. A expetativa é que nada de importante seja votado durante o período. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram nesta quinta-feira (9) a segunda fase da Operação Monã para investigar um esquema de fraudes em benefícios do INSS destinados a indígenas no sul da Bahia. A Justiça bloqueou mais de R$ 1,5 milhão em contas dos principais investigados e determinou o sequestro de um veículo. A estimativa é que as fraudes tenham causado prejuízo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (08), a admissibilidade da PEC que acaba com a aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados e membros do Ministério Público. Atualmente, juízes e promotores que cometem faltas graves ou crimes são afastados do cargo, mas continuam recebendo salários vitalícios proporcionais. O texto passará por dois turnos de votação na Câmara. Reportagem: Thaís Sprovieri. O desentendimento entre o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) ainda é assunto semanas após o início da crise. Nesta quinta-feira (09), em sua chegada ao Brasil, Flávio disse estar aberto a conversar com Michelle e falou em esperar o tempo dela para retorno à campanha. O Partido Novo (TCU) entrou com uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) para suspender R$ 763 milhões em publicidade do governo federal. A sigla alega que os recursos estariam sendo usados para promover a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em desacordo com a finalidade constitucional da comunicação pública. O partido também pede a anulação dos contratos questionados. O PSDB não lançará candidato à Presidência da República nas eleições deste ano. A decisão foi sacramentada após o deputado federal e presidente nacional da legenda, Aécio Neves (MG), desistir de encabeçar o projeto ao Planalto. Protagonista das disputas presidenciais contra o PT por décadas, a sigla tucana encolheu e ficará de fora da corrida principal. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

NerdCast
DIA #25 DA COPA 2026: 05 DE JULHO - BRASIL FORA E O FIM DO NEYMAR HIPOTÉTICO | JNEC 32

NerdCast

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 75:12


Jovem Nerd Esporte Clube no ar. Sem clima pra bolar uma descrição. Você já sabe o que aconteceu ontem e é isso. Agora vamos só reclamar. ATENÇÃO: ASSISTA/OUÇA OS EPISÓDIOS DIÁRIOS NO FEED PRÓPRIO DO JNEC! Hasbro Conheça MONOPOLY Panini Prizm FIFA: https://nerdbunker.short.gy/jnec_hasbro8 Netshoes Garanta seu manto na Netshoes: https://jovemnerd.short.gy/jnec_netshoes Inscreva-se no JNEC no YouTube: https://www.youtube.com/@jnesporteclube Ouça também no Spotify e agregadores de podcast: https://open.spotify.com/show/2lFibvS3lasyNBqkYixJy6 Mande suas histórias, críticas, elogios e sugestões para: servicos@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices