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O trabalho remoto e híbrido trouxe uma flexibilidade sem precedentes, mas também criou um novo desafio de carreira: como garantir que o teu empenho, os teus resultados e a tua liderança são reconhecidos quando não estás presencialmente com a equipa? O risco do "fora de vista, fora da ideia" ainda é real, mas ser visto não exige presença física constante.Neste episódio, a Ema Gonçalves, senior consultant de recrutamento de perfis especializados de HR, Tax & Legal da Randstad Portugal ensina como construir uma visibilidade digital forte e intencional. Vais aprender a comunicar o teu impacto, a manter uma rede de networking ativa à distância e a garantir a tua progressão de carreira sem abdicar da tua flexibilidade.Neste episódio, vais descobrir:Preconceito de proximidade: o que é o proximity bias e como evitar que afete as tuas oportunidades de promoção.Comunicação assíncrona com valor: como usar o e-mail, Teams ou Slack para destacar o teu progresso sem sobrecarregar a equipa.Presença em reuniões virtuais: técnicas para ter uma voz ativa e marcar posição em videochamadas ruidosas.Networking à distância: estratégias para criar relações de confiança na empresa sem os encontros casuais do escritório.Presença híbrida estratégica: como rentabilizar ao máximo os dias em que vais presencialmente ao escritório.Demonstração de ambição: como sinalizar que queres crescer e liderar novos projetos, mesmo a trabalhar a partir de casa.A tua reputação não é construída pelo tempo que passas numa cadeira, mas sim pela clareza da tua comunicação e pela consistência dos teus resultados.
Chame a Laila e descubra como eu posso te ajudar: https://bit.ly/laila-otrabalhodevolveSe você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?
Na edição 199° do Código BR, iremos discutir sobre o trabalho de Carlo Ancelotti na Seleção Brasileira, o desempenho da equipe no amistoso contra a Austrália e analisar as mudanças que o treinador italiano irá realizar para o segundo confronto contra a Seleção australiana nessa Data Fifa. • Quer se tornar um analista tático? Conheça os cursos do Footure: https://footure.com.br/cursos/ SOBRE O FOOTURE Somos uma empresa no ramo do futebol dividida em três áreas: comunicação e análises táticas, cursos e análise de mercado para clubes, jogadores e agentes. Aqui no YouTube, vocês irão encontrar análises táticas de times e jogadores, explicações sobre conceitos táticos e ainda dois podcasts — um debatendo o futebol brasileiro e o outro entrevistando personagens do esporte.
Confira nesta edição do JR 24 horas: As agências da Caixa voltaram a funcionar normalmente nesta quarta-feira (30) em todo o país. A retomada aconteceu depois que o Tribunal Superior do Trabalho (TST), determinou na última terça-feira (29), o fim da greve dos funcionários do banco, iniciada no dia 10 de setembro. Os sindicatos não terão que pagar multa, mas os trabalhadores vão precisar compensar os dias parados. Eles terão reajuste salarial pelo INPC, mais o ganho real de 0,6%. E ainda: Tropas dos Estados Unidos deixam o Iraque após 20 anos.
No Arauto Repórter UNISC de hoje, você confere:* Santa Cruz institui o Programa de Apoio ao Cuidado Familiar da Pessoa Idosa com benefício mensal* Tribunal Superior do Trabalho determina fim da greve da Caixa* 41ª Oktoberfest estreia Arena de Shows renovada com Front VIP Open Bar e espaços exclusivos.* Em destaque na segurança pública: Mãe e filha são assassinadas no interior de Candelária
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Em mais um episódio do Conversas de Trabalho, Camila Cruz explica o que muda com o Decreto 13.012/26 com relação a porteiro.
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A Proposta de Emenda à Constituição que prevê o fim da escala 6x1 aguarda votação no Senado e gera expectativa nos trabalhadores brasileiros. Ouvimos advogado especialista em Direito do Trabalho, Marcelo Charréo e Ronald Rodrigues, trabalhador impactado pela 6x1.Reportagem: Lana Santos e Nathalia CoutoEdição: Gabriel Góes
O Brasil vive uma epidemia de burnout, e os afastamentos relacionados à síndrome do esgotamento profissional vêm aumentando nos últimos anos, segundo dados da Previdência Social. Esse cenário é resultado da exposição cada vez maior ao estresse crônico no ambiente de trabalho. Taíssa Stivanin, da RFI Brasil em Paris Quais fatores podem levar à exaustão? O pesquisador brasileiro Ricardo Bertoni Pompeu, da Faculdade de Ciências Aplicadas da Unicamp (SP), interessou-se por um deles em particular: a falta de reconhecimento profissional e seu impacto na saúde mental dos trabalhadores. O estudo inédito, que ganhou destaque no Jornal da Unicamp (Universidade de Campinas), resultou na tese de doutorado “Reconhecimento no ambiente de trabalho: indo além da Justiça Organizacional”. A pesquisa traz vários depoimentos de assalariados de diferentes setores sobre a exposição contínua a riscos ocupacionais que levaram ao adoecimento. Assédio, presenteísmo, metas inalcançáveis, estagnação, falta de recursos, perspectivas ou invisibilização: a lista é longa na mesma proporção dos estragos que provoca na saúde dos trabalhadores. Segundo o pesquisador, sua inspiração veio principalmente da convivência com seus alunos da Fatec (Faculdade de Tecnologia de Americana), no interior de São Paulo. A maioria deles, de famílias de baixa renda, estuda e trabalha. “Eles estudam e trabalham exaustivamente, mas são sempre cobrados por aquilo que não fazem. Não basta o que já estão fazendo, pois sempre deveriam fazer mais, além do que recebem e do que lhes é pago. O reconhecimento é como se fosse um eterno devir, mas que nunca chega. Ouvem muito esse discurso de ‘sair da zona de conforto'. Mas o que significa isso? Pelos relatos, ninguém se sente confortável!” O estudo se baseia na Teoria do Reconhecimento, do filósofo alemão contemporâneo Axel Honneth, e na Psicodinâmica do Trabalho, do psiquiatra francês Christophe Dejours, que tem vários livros sobre o tema lançados na França. “Honneth fala sobre luta por reconhecimento. Dejours conhece os efeitos negativos que isso causa e explica como o corpo se molda a esse sofrimento para conseguir lidar com ele.” Segundo Ricardo, o psiquiatra francês introduz o conceito de trabalho real, que é o esforço invisível para executar uma tarefa. “Para eu fazer um relatório, por exemplo, não basta sentar na frente do computador, pegar os dados, preencher e concluir. Há um esforço cognitivo. Como vou fazer esse relatório? Quais dados vou colocar? Com que profundidade? Há também um esforço físico. Estou sentado aqui, a cadeira me incomoda, a luz me incomoda, o próprio computador, os óculos. Tenho de lidar com tudo isso”, exemplifica. Mas não é só, explica o pesquisador. “Há também um esforço afetivo, porque não posso fazer o meu trabalho exatamente do jeito que quero. Quando elaboro esse relatório, se começo a incluir elementos que podem complicar a vida de outros colegas, não por causa dos dados em si, mas da própria estrutura do trabalho, surge um problema”, diz. Há ainda o esforço emocional, gerado pela raiva, pela desilusão e pela frustração encontradas diante de dificuldades na execução do trabalho. “Existe também um esforço psíquico, aquele sentimento de dúvida: ‘Está bom o suficiente?', ‘O que os outros vão pensar?', ‘Ainda vão me considerar competente depois de ler este relatório?'. Veja a quantidade de esforço envolvida. Isso é o chamado trabalho real: as pessoas são mensuradas nas organizações pelo trabalho prescrito, pelo resultado, mas não por esse esforço. E esse trabalho invisível adoece as pessoas.” 'Aberrações' organizacionais Os 18 entrevistados ouvidos pelo pesquisador brasileiro tinham entre 20 e 40 anos e trabalharam em diferentes setores. Os relatos, verificados, ilustram o funcionamento tóxico de algumas empresas, sem que os próprios gestores muitas vezes se deem conta das situações abusivas. É o caso de um dos participantes da pesquisa, um vendedor que, na tentativa de ser promovido, aceitou reduzir sua própria renda. Ele abriu mão de comissões e acabou se endividando para se enquadrar no salário do cargo de subgerente que, sem as comissões, era menor. Mas a empresa acabou contratando outra pessoa para a vaga, e o jovem ainda foi incumbido de treiná-la. O episódio o afetou a tal ponto que ele passou a apresentar gagueira, ansiedade e outros sintomas. Essas e outras histórias levaram Ricardo a identificar duas novas patologias organizacionais: a contingencialidade e a disjuntividade. “A contingencialidade transforma o trabalhador em uma espécie de ‘just in time' humano. Assim como a matéria-prima chega exatamente quando a empresa precisa dela, o trabalhador é convocado apenas para atender às demandas imediatas da organização, sem que sua vida pessoal, seus estudos, seus projetos, suas expectativas ou suas necessidades sejam considerados”, diz. “O que importa é estar disponível naquele momento, da forma exigida. Depois de utilizado, o trabalhador pode ser descartado com a mesma facilidade. Por isso, a figura do ‘colaborador' é reveladora: ele colabora enquanto é útil e, quando deixa de ser necessário, é deixado de lado. A empresa invade seu tempo, interfere em sua vida familiar e em seus planos pessoais, mas trata você como um recurso temporário, mesmo quando possui vínculo permanente de trabalho.” Apagamento da história profissional A disjuntividade está ligada ao rompimento da temporalidade e ao apagamento da história do trabalhador, e apenas o desempenho imediato é importante. “Com isso, torna-se impossível construir uma trajetória reconhecida dentro da empresa. O trabalhador descreve o que faz diariamente, mas não consegue narrar sua própria história, porque sua experiência acumulada deixa de ter relevância”, explica. “A contingencialidade e a disjuntividade são patologias estruturais do mundo do trabalho contemporâneo: não decorrem da ‘maldade de gestores' ou de empresas específicas, mas de uma lógica de organização que tende a produzir sofrimento e adoecimento em diferentes setores, da educação à indústria, dos serviços às startups.” Novas normas contra riscos ocupacionais Desde 26 de maio de 2026, as empresas brasileiras estão submetidas à obrigação de identificar, avaliar e gerenciar fatores de risco psicossociais no âmbito do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). A medida exige que as organizações considerem aspectos relacionados à organização do trabalho, como metas abusivas, jornadas excessivas, sobrecarga de tarefas, cobranças desproporcionais e situações de assédio moral ou sexual. O objetivo é reduzir o adoecimento mental, promover ambientes de trabalho mais saudáveis e incorporar esses riscos aos processos de gestão e prevenção já previstos pela NR-1. A norma foi criada em 1978 e estabelece disposições gerais sobre o ambiente de trabalho e a gestão dos riscos ocupacionais. Para o pesquisador brasileiro, que é cético em relação aos benefícios da regulamentação, é importante que exista um canal de denúncia para os trabalhadores. Ele também compartilha a opinião do psiquiatra francês Christophe Dejours, que comentou a regra em uma de suas visitas ao Brasil. “A tendência é que muitas empresas produzam documentação para se defender de eventuais fiscalizações, e não necessariamente para melhorar o ambiente de trabalho. Elas mostram que cumprem o que a legislação exige, mas isso pode acabar servindo mais como proteção institucional do que como instrumento de prevenção do sofrimento psíquico.” De acordo com os gestores, os problemas de adoecimento e afastamento tendem a ser tratados como questões individuais, e não como resultado da organização do trabalho. “Pelo que conheço da realidade brasileira e pelos relatos que recebo de alunos, é provável que muitos cursos e iniciativas de adequação tenham um caráter mais formal do que efetivo. Talvez haja exceções, mas, justamente por serem exceções, elas ganharão destaque. Tenho dúvidas de que esse tipo de mudança se torne rotina nas empresas, infelizmente.”
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Em 2017 ocorreu a reforma trabalhista, através da Lei 13.467, onde foi criado o contrato de trabalho intermitente. Essamudança possibilitou a contratação de mão de obra de forma não contínua, por um período de tempo específico, podendo esta contratação ocorrer por horas, dias ou meses. Neste conteúdo nós vamos abordar as principais informações sobre esse importante contrato de trabalho e lhe ajudar a utilizá-lo da melhor forma. Então vamos lá? Vamos dar um play para esse conhecimento? É agora! Não esqueça, este e vários outros conteúdos também estão disponíveis no formato PodCasts, que podem ser cortados pelo Spotify através do link: https://spoti.fi/2R08Rn6 Aproveite e participe de nosso Grupo de Tira Dúvidas do Telegram: https://t.me/gestaocontabilMaiores dúvidas e informações, entre em contato:WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/DRtkCaCdapq162FqdOdiEdSite: www.gestaocontabilonline.com.brE-mail: sac@gcgestaocontabil.comFale com o nosso contador: https://taggo.one/gc_gestao
Pressão excessiva, falta de segurança psicológica e problemas de comunicação podem contribuir para o adoecimento mental dos profissionais. Competências como empatia, escuta ativa e autogestão emocional são importantes para construir ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos. Sobre o assunto, o âncora Jota Batista conversa com a psicóloga Adriana Moraes, no Canal Saúde desta segunda-feira (28)
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Vivemos em um tempo de cansaço crescente. Trabalho e serviço no Reino são legítimos e necessários, mas podem ocupar nossa vida de tal forma que acabamos tentando sustentar tudo pela própria força. Quando Jesus nos chama e afirma que Seu jugo é suave e Seu fardo é leve, precisamos perguntar por que tantos chegam à exaustão justamente tentando servi-lo. A promessa continua sendo entrar no descanso de Deus¹, porque somos salvos pela graça, mediante a fé², e, se é pela graça, já não é pelas obras³.Nossa mente tende a funcionar por transações: fazemos algo esperando receber algo em troca, como se acumulássemos méritos para alcançar um prêmio. A graça rompe completamente com essa lógica. Ela não é recompensa para quem chegou ao topo, mas a mão de Deus que alcança quem não poderia sair sozinho do lugar em que caiu. A graça começa em quem Deus é, não no que fazemos. Um presente não é conquistado; se fosse conquistado, seria salário ou prêmio. Pela graça, recebemos de Deus aquilo que jamais poderíamos produzir por merecimento.Justiça, misericórdia e graça nos ajudam a compreender essa diferença. A justiça trata da dívida e de seu pagamento. A misericórdia nos libera daquilo que deveríamos pagar. A graça vai além: Deus nos acolhe, nos aproxima e nos faz família. O filho pródigo voltou pensando em uma relação de trabalho, mas foi recebido novamente como filho⁴. Por isso, obedecemos não para conquistar aceitação, mas como expressão de amor e gratidão. A graça não nos autoriza a viver sem responsabilidade, trabalho ou esforço. Ela tem poder para nos mudar de dentro para fora.Essa mesma graça que recebemos deve fluir em direção aos outros. No cuidado e no discipulado, não podemos tratar pessoas apenas a partir de uma lógica de merecimento, como se nossa responsabilidade fosse produzir nelas, pela força, aquilo que somente Deus pode gerar. Continuamos ensinando, aconselhando, corrigindo, orando, cuidando e servindo, mas não como tarefa pesada ou obrigação. Fazemos isso com o mesmo recurso que nos alcançou: graça. Ser e fazer discípulos passa por imitar o Mestre, aprender como Ele age, trata e reage, e oferecer aos outros aquilo que recebemos dele.Jesus chamou discípulos para segui-lo e, depois, os enviou para fazer discípulos de todas as nações⁵. O discipulador não é responsável por fabricar um discípulo por sua habilidade; sua responsabilidade é ser discípulo, oferecer ensino, conselho, ajuda e, principalmente, modelo. Quem compreendeu a graça tem obras e serve, mas o faz na graça, inclinando-se voluntariamente para os mais novos para que também provem dessa liberdade. Podemos até terminar cansados pelo serviço, mas não esmagados por uma tarefa: servimos com alegria e gratidão, encontrando descanso na graça de Deus.Perguntas para reflexãoTenho servido ao Senhor movido pela graça e pela gratidão ou pela pressão de cumprir tarefas e provar meu valor?Ao cuidar de outras pessoas, tenho usado a graça que recebi como minha principal ferramenta ou tenho agido apenas pela lógica do merecimento?Minha forma de fazer discípulos tem sido marcada pelo exemplo de uma vida que imita Jesus ou pela tentativa de controlar e produzir resultados pela minha própria capacidade?Referências bíblicasHebreus 4:1Efésios 2:8Romanos 11:6Lucas 15:11-32Mateus 28:19-20
Esperamos sua visita: Avenida Rio Doce, 217 - Ilha dos Araújos - Governador Valadares/MG - Telefone:(33) 3275-3289 Nossa Programação: Quarta-feira: 20h Culto da Vitória Sábado: 19h Culto dos Adolecentes 19h Culto Mova Jovens Domingo: 09h Escola Bíblica Dominical 19h Culto de Adoração Reuniões de Oração Segunda-feira: 19h Terça-feira: 15h Quinta-feira: 07h Domingo: 18h Visite nosso site: http://www.moriagv.com.br Visite nossas Redes Sociais: http://www.instagram.com/moriagv http://www.facebook.com/moriagv http://www.youtube.com/moriagv http://www.youtube.com/moriagv http://www.instagram.com/moriagv https://open.spotify.com/show/4ftB5DHYWOaQgjfKyWtoUl?si=14c7313c9d83429b http://www.soundcloud.com/moriagv
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O Folha Turismo desta semana esclarece uma dúvida comum de quem sonha em trabalhar nos Estados Unidos: afinal, qual é o visto correto para cada profissão? O jornalista Fabiano Antunes, do site Rota1976.com, recebe o especialista Manuel Hernandez, da USVisa Corporate, que explica as diferenças entre as principais categorias de visto de trabalho, como H-1B, L-1 e O-1, e orienta sobre os requisitos para evitar erros que podem atrasar ou até impedir a aprovação do processo. Vamos nessa viagem?
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira (23) que total de trabalhadores por conta própria formalizados no Brasil com CNPJ atingiu o maior percentual da série histórica.
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A Bia se impressionou com o Jev, e o Marcus não soube responder a uma pergunta.
Propostas do presidente Lula beneficiam o público feminino de diversas formas. Trabalho, renda, saúde, educação, proteção contra a violência e moradia estão entre as áreas de políticas públicas apresentadas pelo governo Lula com impacto na vida das mulheres.Sonora:
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Conheça casal que era obcecado por não gastar dinheiro; ambos estavam 'concentrados em comprar a liberdade', ou seja, em poder parar de trabalhar o mais rápido possível.
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Dizem que o trabalho esgota, mas há quem só desabe quando lhe falta sentido. E ninguém chega ao burnout de repente: vai-se calando o cansaço até não haver voz. O que protege e o que agrava?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Rodolfo Gomes, Felipe Oliveira, Alexandre Ferreira e Murilo Franco debatem sobre os rivais de São Paulo. O Fala, Rival! tem apresentação de Edu Futirinhas! APOIO BETNACIONALSe for maior de 18 anos aposte na BetNacional:https://betnacional.bet.br/REDES SOCIAIS:Instagram:https://www.instagram.com/futebotecotv/Twitter:https://twitter.com/FutebotecoTVFacebook:https://www.facebook.com/futebotecotvTikTok:https://www.tiktok.com/@futebotecotv?Kwai:https://www.kwai.com/@futebotecoTV------------------------------------------------------------APRESENTADORES:Edu Futirinhashttps://www.instagram.com/edufutirinhas/Rodolfo Gomeshttps://www.instagram.com/rodox_gomesFelipe Oliveirahttps://www.instagram.com/felipe_futebotecoAlexandre Ferreira https://www.instagram.com/ale_ferreira_sccpMurilo Francohttps://www.instagram.com/murilomaisfranco/PRODUÇÃO:Cadu Souzahttps://www.instagram.com/cedusouza_/João Rodrigueshttps://www.instagram.com/joaor_r
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@OdeioPePe, nosso analista de negócios, e @katiucha se juntam para MENTORAR os ouvintes quando o negócio é apelido maldoso de trabalho. Afinal, ser chamado de careca é assédio? Vamos descobrir juntos no Vortex 140Oferta especial nos planos usando o nosso link no Nordvpn: https://nordvpn.com/vortexpodou CUPOM: VORTEXPODSe inscreva na Alura, a maior escola de tecnologia da América Latina, com um super desconto no nosso link: http://alura.com.br/vortex , ou usa o cupom VORTEX. Contato comercial: comercial@parasol.company Envie seus relatos e sugestões em: chorandodeprazer@gmail.comHost: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks para votação do curta do Aparecido Link para votação do curta6 FILMES ATERRORIZANTES PARA VER NO YOUTUBE - REFÚGIO CURTAS #6 O Feliz aniversário do meu pai ( Curta na íntegra) Links comentados no episódio:TOP 1 de Tibia, “Dejairzin”, é morto em emboscada com 40 jogadores no servidor InabraMoça posta seu "relacionamento" com seu namorado de I.ABusca por Sugar Daddy termina em prejuizoJustiça britânica determina que chamar um funcionário de careca é uma forma de assédio sexualHomem ofendido por ser careca abandona emprego e Justiça condena empresaHomem chamado de "Beiçola" no trabalho pede indenização à JustiçaProdução: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
A Bia repercute o PISA 2025, e o Marcus repercute o iPhone Duo.
Caio Teixeira é uma das maiores referências do país na criação de conteúdo sobre basquete e NBA e construiu, ao longo dos anos, uma comunidade forte em torno do esporte. Especialista no assunto e hoje próximo do dia a dia da principal liga de basquete do mundo, ele é o convidado da semana do Invite, programa oficial do MKTEsportivo.Na conversa, Caio conta como deixou o Brasil ainda jovem para tentar construir uma trajetória como jogador nos Estados Unidos. A experiência passou pelo high school e pelo basquete universitário, até que o YouTube, inicialmente utilizado para registrar sua rotina como estudante-atleta, começou a abrir um novo caminho profissional.O episódio percorre a profissionalização de sua carreira como criador, a evolução dos formatos de conteúdo e a aproximação com a NBA a partir de 2020. Caio também detalha como funciona sua relação com a liga, a participação dos criadores no desenvolvimento de projetos e os bastidores de produções como o NBA na Estrada.Caio aborda também sobre mercado publicitário, instabilidade financeira, algoritmos, concorrência, necessidade de testar novos formatos e os desafios de manter uma carreira no digital. Em seus canais, construiu uma produção que passa por vlogs, reacts e gameplays, além dos trabalhos realizados em parceria com a NBA.Morando nos Estados Unidos, ele também analisa as vantagens e dificuldades de produzir em português estando fora do Brasil, a relação com marcas dos dois mercados e os próximos passos da carreira.
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Esta semana, na estante, um volume de textos dispersos de Anaïs Nin sob o título «Viver a Vida Universal»; um ensaio histórico intitulado «Weimar - A Vida à Beira da Catástrofe», de Katja Hoyer; uma novela apreciada por Freud: «Gradiva - Uma Fantasia Pompeiana», de Wilhelm Jensen; e a memória autobiográfica de Geoff Dyer reunida no volume «Trabalho de Casa».See omnystudio.com/listener for privacy information.
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