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O Papo Antagonista desta quinta-feira, 1º, exibe o episódio do Narrativas que foi ao ar no Dia do Trabalho e falou dos sindicalistas da política brasileira. O programa também mostra o capítulo do Narrativas a respeito de ex-bolsonaristas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Nesta edição do Retrabalho, o comentarista Cássio Moro traz como destaque o assunto falta no trabalho. E quando o trabalhador falta ao trabalho, sem apresentar algum tipo de justificativa? Faltas injustificadas podem levar à demissão? Que tipos de faltas podem ser abonadas? O dia não trabalhado pode ser descontado no salário? Quem não justificar a sua ausência no trabalho pode vir a sofrer algumas consequências? Ouça a conversa completa!
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (31): A festa da virada de ano no Rio de Janeiro recebeu o prêmio de maior réveillon do mundo. A expectativa é de que 2,5 milhões de pessoas passem o dia 31 de dezembro na Praia de Copacabana. Reportagem: Taís Brito. Prestes a celebrar o réveillon, a Prefeitura do Rio de Janeiro montou um esquema de segurança que conta com a presença de 3.500 policiais. O Coronel Marcelo de Menezes conversou com a Jovem Pan para detalhar os preparativos para a festa da virada de ano de Copacabana. Reportagem: Rodrigo Viga. Confira a programação completa da festa da virada de ano na Avenida Paulista, que terá a corrida de São Silvestre, além de apresentações musicais e queima de fogos. O evento terá uma operação especial no transporte e na segurança. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Partido Progressistas está marcando reuniões em São Paulo com políticos em potencial que possam disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2026. A sigla demonstra insatisfação com a gestão de Tarcísio de Freitas. Reportagem: Beatriz Manfredini. Segundo um estudo da FGV, o réveillon na Avenida Paulista vai movimentar mais de R$1,1 bilhão e uma ação da Polícia Militar em conjunto com a Guarda Civil Metropolitana vai mobilizar um grande número de agentes para garantir a segurança. A Jovem Pan conversou com o secretário municipal de Segurança Urbana Orlando Morando para analisar a virada de ano. Os produtores rurais da Polônia bloquearam importantes rodovias em protesto com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O tratado entre os blocos está em negociação há mais de 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. Por conta dos problemas de saúde, a Polícia Federal decidiu adiar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre os itens encontrados no cofre do Palácio do Alvorada. Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, vai ter que explicar ao STF a suposta violação da proibição do uso das redes sociais. Um editorial da revista britânica The Economist defende que o presidente Lula não deveria correr à reeleição em 2026. Segundo a publicação, apesar do Brasil demonstrar resiliência das instituições democráticas, o país “merece escolhas melhores”. O Tribunal Superior do Trabalho acatou a situação dos Correios e postergou o pagamento de R$702 milhões em débitos trabalhistas. Apesar do TST considerar legal e não abusiva a greve da estatal, os funcionários devem retornar imediatamente aos serviços. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro do STF Alexandre de Moraes não autorizou Vicente de Paulo Reinaldo, pai de Michelle e sogro de Jair Bolsonaro, a visitar o ex-presidente durante o período de internação. O magistrado citou as regras do ambiente hospitalar e a falta de segurança no local. Reportagem: Igor Damasceno. A guerra no Leste Europeu passa por um momento de recrudescimento, após a Ucrânia ter atacado com drones um porto e um gasoduto na região do Mar Negro, pertencente à Rússia, região de Tuapse. Reportagem: Luca Bassani. Os EUA anunciaram novas sanções contra o Irã e a Venezuela pelo comércio de drones entre os dois países. O departamento do tesouro norte-americano sancionou dez indivíduos e organizações. Reportagem: Fabrizio Neitzke O programa Jornal da Manhã desta quarta-feira (31) conversou com o professor de direito internacional Manuel Furriela sobre as expectativas do cenário global em 2026, em meio ao conflito entre os EUA e Irã, além da escalada de tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Nubank anunciou o retorno ao modelo presencial, e isso reacendeu uma discussão: o trabalho remoto está mesmo com os dias contados? Neste vídeo, analiso a decisão da empresa, o impacto disso em tecnologia, UX e design — e se o modelo híbrido é evolução… ou retrocesso.✅ Hostinger - Hospedagem de site (Link + CUPOM CHIEF)
Em mais um episódio do Conversas de Trabalho, Camila Cruz comenta a respeito do assédio algorítmico nas relações de trabalho
Não querer depender dos outros é algo ruim? Este Debate 93 traz uma importante reflexão sobre trabalho, ajuda governamental e orgulho. Não perde!
Convidadas: Poliana Casemiro, repórter do g1; e Renata Paparelli, professora de Psicologia e coordenadora da Clínica do Trabalho na PUC-SP. Todos os anos, doenças relacionadas à saúde mental afastam 500 mil brasileiros do trabalho. Ansiedade, depressão e estresse estão entre os diagnósticos. Trata-se de uma crise global com impactos também na economia. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que questões relacionadas à saúde mental causam prejuízos na casa de US$ 1 trilhão por ano no mundo. Nesta segunda-feira, 29 de dezembro, O Assunto reprisa um episódio que discute o que está por trás da explosão dos afastamentos por questões relacionadas à saúde mental. E analisa o que isso diz sobre o ambiente de trabalho no Brasil e em outros países. Natuza Nery conversa com Poliana Casemiro, repórter do g1 que fez o levantamento com base em dados exclusivos obtidos com o Ministério da Previdência Social. Poliana faz um raio-x dos números que revelam a existência de uma crise de saúde mental entre trabalhadores brasileiros. Ela conta o que ouviu de quem trabalha e relata como empresas atuam para mitigar o problema. Depois, Natuza conversa com a psicoterapeuta Renata Paparelli. Professora de Psicologia e coordenadora da Clínica do Trabalho na PUC-SP, Renata também coordena o Núcleo de Ações em Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. É ela quem analisa o que está por trás da explosão de casos de afastamento do trabalho por problemas como depressão e ansiedade.
Hoje eu quero conversar com vocês sobre um tipo de cansaço que quase nunca é nomeado: o trabalho emocional de ser a lésbica da família. Vou falar sobre esse malabarismo constante de existir sem causar desconforto, sobre a figura da boa filha, da mediadora, da madura que aguenta tudo calada. Quero refletir sobre famílias que “aceitam”, mas só enquanto a gente se comporta, sobre o custo de editar a própria vida para caber à mesa e sobre o que acontece quando a gente confunde amor com tolerância. Uma conversa sobre pertencimento, autocensura e a possibilidade de parar de compensar para simplesmente existir.Livro que cito:Ties That Bind: Familial Homophobia and Its Consequences - Sarah Schulman
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A mensagem de Natal andou à volta da ideia de que é preciso uma mudança de mentalidades, mas a defesa da alteração à legislação laboral, que Montenegro disse recentemente ser essencial para nos tirar do ramerrame, não apareceu. Vai recuar e deixar cair as traves-mestras ou não falou do assunto por uma questão de tática política? À procura de respostas, conversamos com David Dinis, director-adjunto do Expresso.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (25): O ex-presidente Jair Messias Bolsonaro divulgou nesta quinta-feira (25) uma “Carta aos Brasileiros”, lida pelo senador Flávio Bolsonaro na porta do hospital em Brasília, pouco antes de Bolsonaro passar por um procedimento cirúrgico. No texto, ele afirma que, diante de um cenário que considera de “injustiça”, decidiu indicar o filho como pré-candidato à Presidência da República em 2026, dizendo entregar “o que há de mais importante na vida de um pai” para a missão de “resgatar o Brasil”. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu seu pronunciamento de Natal, exibido em rede nacional de rádio e TV na noite desta quarta-feira (24), afirmando que 2025 foi “um ano difícil, com muitos desafios”, mas que o Brasil saiu vencedor. Em um discurso de seis minutos, Lula destacou o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um problema inédito enfrentado pelo país. A pedido da Venezuela, o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião urgente para analisar o aumento da presença e das operações militares dos Estados Unidos no sul do Caribe, próximo à costa venezuelana. Durante o encontro, o secretário-geral assistente da ONU para Assuntos Políticos, Khaled Khiari, alertou para a escalada das tensões na região. O embaixador do Brasil na ONU, Sergio Danese, criticou duramente a atuação norte-americana, afirmando que as ações violam a Carta das Nações Unidas. Reportagem: Eliseu Caetano A proposta de criação de um código de conduta para ministros dos tribunais superiores, idealizada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, recebeu o apoio dos presidentes do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal Superior do Trabalho. Reportagem: André Anelli. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que reajusta o salário mínimo nacional a partir de 1º de janeiro de 2026, elevando o valor de R$ 1.518 para R$ 1.621, um aumento de pouco mais de R$ 100. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (24) do Diário Oficial da União e passa a valer já no início do próximo ano. Diego Tavares e Monica Rosenberg comentaram. Reportagem: Janaína Camelo. Durante sua primeira Missa do Galo, celebrada na véspera de Natal nesta quarta-feira (24), o Papa Leão XIV afirmou que negar ajuda aos pobres e aos estrangeiros equivale a rejeitar o próprio Deus. Ao relembrar o nascimento de Jesus em um estábulo por falta de lugar em uma hospedaria, o pontífice destacou que a história simboliza a presença divina em cada pessoa. Em sua mensagem aos cerca de 1,4 bilhão de católicos, celebrada na Basílica de São Pedro, Leão XIV reforçou o cuidado com imigrantes e pessoas em situação de vulnerabilidade como pilares centrais de seu início de pontificado. Reportagem: Giulia Zanini. Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (24) mostra que a maioria da população brasileira se identifica como petista ou bolsonarista. Segundo dados do levantamento, 40% se dizem petistas, enquanto 34% afirmam ser bolsonaristas. Morreu na noite desta quarta-feira (24) Taynara Souza Santos, de 31 anos, vítima de uma tentativa de feminicídio ocorrida no dia 29 de novembro, na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo. A jovem estava internada no Hospital das Clínicas (HC) desde o início do mês e não resistiu às complicações decorrentes dos ferimentos. A informação foi confirmada por familiares e pela advogada que acompanha o caso. Diego Tavares e Monica Rosenberg comentaram. Reportagem: Danúbia Braga. O Departamento de Justiça dos EUA disse nesta quarta (24) ter mais de 1 milhão de documentos no caso Jeffrey Epstein ainda a serem divulgados, mas que ainda vai demorar “algumas semanas” para liberar os arquivos. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ministro autoriza que Bolsonaro faça cirurgia no Natal. E Ministério do Trabalho antecipa liberação de saldo retido do FGTS do saque-aniversário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em mais um episódio do Conversas de Trabalho, Camila Cruz comenta sobre a nova tabela do Imposto de Renda 2026
Mais que um gestor de documentos, o Engenheiro de Segurança do Trabalho é o estrategista por trás de ambientes produtivos e seguros. Neste episódio, exploramos as três frentes de atuação desse profissional — da gestão de riscos à emissão de laudos técnicos como o LTCAT — e esclarecemos, de forma definitiva, a parceria estratégica entre engenheiros e técnicos no SESMT.
Escrever no escuro: Tânia Ganho, a linguagem e o dever de olhar Há escritores que procuram a luz. Outros preferem começar no escuro. Não por gosto do choque, mas porque sabem que há zonas da experiência humana que só se tornam visíveis quando se abdica do conforto. A escrita de Tânia Ganho pertence claramente a este segundo grupo. Ao longo da conversa no Pergunta Simples, torna-se evidente que não se trata de uma escolha estética nem de uma estratégia narrativa. É uma posição ética: escrever é olhar para aquilo que existe, mesmo quando é incómodo, perturbador ou socialmente evitado. Nos seus livros — e no modo como fala deles — a literatura não surge como refúgio, mas como instrumento de análise. Ganho escreve sobre violência, abuso, maternidade falhada, infância em risco, sistemas de justiça imperfeitos. Não para moralizar. Não para oferecer respostas simples. Mas para tornar visível uma complexidade que tende a ser empurrada para fora do discurso público. A escrita como trabalho — e não como epifania Um dos pontos mais consistentes da conversa é a recusa da ideia romântica do escritor inspirado. A escrita, diz Ganho, é trabalho. Trabalho disciplinado, solitário, muitas vezes árido. Há momentos de fluxo, mas são exceção. O essencial acontece sentado, a cortar, reescrever, eliminar palavras, escolher sinónimos, testar frases até ao limite. Este rigor não é preciosismo. É resistência. Num tempo em que a linguagem se acelera, se empobrece e se uniformiza — em parte pela delegação crescente da escrita em ferramentas automáticas — insistir na escolha exata das palavras é um ato deliberado de diferenciação humana. A preocupação com a inteligência artificial atravessa a conversa não como alarme tecnofóbico, mas como constatação prática. Na tradução literária, onde Ganho trabalha há décadas, as ferramentas automáticas já produzem resultados aceitáveis ao nível estrutural. O problema está noutro lugar: o vocabulário limitado, a previsibilidade sintática, a perda de nuance. A língua funciona, mas deixa de pensar. Escrever, neste contexto, torna-se também um gesto de defesa da linguagem como espaço de liberdade e não apenas de eficiência. Traduzir é recriar — e assumir a imperfeição A tradução literária surge como um dos campos mais reveladores da conversa. Longe da ideia de equivalência perfeita, Ganho insiste num princípio clássico da teoria da tradução: toda a tradução é, por definição, imperfeita. E é precisamente por isso que exige criatividade. Traduzir trocadilhos, humor, ambiguidades culturais implica reconstruir, adaptar, escolher. Às vezes, mudar nomes de personagens secundárias. Às vezes, sacrificar a literalidade para salvar o efeito. É um trabalho que combina técnica e intuição, fidelidade e traição controlada. Esta visão coloca a tradução no centro da criação literária, e não na sua periferia. Tradutores não são mediadores invisíveis: são autores de segunda ordem, responsáveis por decisões que moldam profundamente a experiência de leitura. Ler devagar num mundo rápido A leitura ocupa um lugar central no pensamento de Tânia Ganho — não apenas como hábito pessoal, mas como prática social ameaçada. Ler exige tempo, concentração, disponibilidade emocional. Exige parar. E parar tornou-se uma raridade. Ao longo da conversa, surge uma defesa clara do direito de abandonar livros, de mudar de leitura conforme a fase da vida, de aceitar que nem todos os textos servem todos os leitores em todos os momentos. Longe do moralismo cultural, esta abordagem devolve à leitura uma dimensão viva e plural. Nesse contexto, livreiros, bibliotecários e clubes de leitura ganham uma importância renovada. São mediadores num mercado saturado, curadores num mar de títulos, guias num tempo de excesso de escolha e escassez de atenção. Violência contra crianças: o que preferimos não ver O momento mais duro da conversa surge quando Ganho fala de violência doméstica e sexual sobre crianças. Não como abstração, mas como realidade recorrente. A referência direta ao trabalho da Polícia Judiciária — e à frequência com que são detidos abusadores — desmonta a ilusão de excecionalidade. A dificuldade social, sublinha, está em aceitar que o mal não se apresenta sempre como monstruoso. Pode ser bem-vestido, integrado, respeitável. Essa dissonância cognitiva leva muitas vezes à negação, ao silêncio, à recusa de olhar. É aqui que a literatura assume, para Ganho, uma função insubstituível: obrigar à atenção prolongada. Não ao choque momentâneo, mas à compreensão lenta. Um romance não resolve o problema, mas pode criar consciência. Pode alterar comportamentos marginais — como a exposição excessiva de crianças nas redes sociais — e introduzir dúvida onde antes havia automatismo. Imagem, verdade e desconfiança A conversa cruza ainda fotografia, vídeo e tecnologia. Num mundo em que imagens podem ser manipuladas com facilidade crescente, a relação com a verdade visual degrada-se. Já não sabemos se uma fotografia documenta ou simula. Se um vídeo regista ou inventa. Esta erosão da confiança tem consequências profundas, não apenas mediáticas, mas morais. Se tudo pode ser falso, tudo pode ser descartado. A resposta proposta não é paranoia, mas discernimento: parar, verificar, desconfiar com método. Mais uma vez, a leitura surge como treino essencial. Ler ensina a lidar com ambiguidade, a sustentar atenção, a adiar julgamentos. Competências cada vez mais raras — e cada vez mais necessárias. Escrever para não se afundar No final da conversa, a escrita surge também como estratégia de sobrevivência. O livro dedicado ao pai, escrito após a sua morte, não é um exercício de luto terapêutico simplista. É uma tentativa de reorganizar o mundo depois da perda, de reconstruir camadas identitárias, de encontrar equilíbrio entre memória e continuidade. Humor, dança, desporto, isolamento voluntário: são estratégias práticas para lidar com a carga emocional de quem passa a vida a investigar o sofrimento humano. Não há romantização da dor. Há gestão consciente da tensão. A literatura como exercício de responsabilidade O que atravessa toda a conversa com Tânia Ganho é uma ideia simples e exigente: a literatura não serve para nos proteger do mundo. Serve para nos preparar para ele. Escrever, ler, traduzir, pensar — tudo isto exige tempo, atenção e coragem. Num espaço mediático dominado pela reação imediata e pela simplificação, essa exigência pode parecer anacrónica. Mas talvez seja precisamente por isso que se tornou indispensável. No Pergunta Simples, esta conversa não oferece respostas fáceis. Oferece algo mais raro: ferramentas para pensar melhor. E, num tempo como o nosso, isso já é uma forma de resistência.
O maior risco da sua carreira hoje não é perder o emprego. É continuar relevante e se comportar como se nada estivesse mudando.O futuro do trabalho não é sobre trabalho.Trabalho sempre vai existir: problemas complexos demais para serem resolvidos por máquinas, decisões em contextos ambíguos, construção de confiança entre humanos.O que está acabando é o modelo de EMPREGO que sustentou a liderança dos últimos 50 anos:comando-controle, com líderes monitorando presençaestruturas rígidas, lentas e altamente hierarquizadassegurança em troca de obediênciaEm paralelo, crescem modelos de organização em rede: times distribuídos, squads autônomos, criadores independentes, DAOs e plataformas descentralizadas que coordenam bilhões em valor com pouquíssima hierarquia formal.Essa combinação cria um paradoxo para executivos seniores:mais responsabilidade por resultado,menos poder de controle direto,mais autonomia nas pontas,menos garantias de estabilidade pessoal.Nessa Leader Class, trabalhei exatamente esse ponto cego:Como ler os movimentos por trás da automação e das organizações descentralizadas?O que muda, na prática, para quem lidera times, budgets e estratégia nos próximos 5–10 anos?Quais competências se tornam inegociáveis para continuar liderando num mundo com menos empregos formais e mais redes de valor?Se você ocupa cadeira de liderança hoje, seu risco não é “ser substituído por uma IA”.É ser substituído por alguém que entendeu o novo jogo antes de você.
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
A mudança é a única constante do século 21 e continua mais rápida em 2026. Mas tem coisas que nunca mudam, como a nossa lista de dez livros para o novo ano. Os dez livros de 2026 (que na verdade são 11) ajudam a ler o presente tecnológico, com senso crítico, e mantendo o humano no centro. Bora ler?Os livros de 2026Superagency: What Could Possibly Go Right with Our AI Future - escrito por Reid Hoffman e Greg Beato;Empire of AI: Dreams and Nightmares in Sam Altman's OpenAI - de Karen Hao;A máquina que pensa: Jensen Huang, Nvidia e o microchip mais cobiçado do mundo - escrito por Stephen Witt, com tradução de André Fontenelle;O cientista e o executivo - de Diego Barreto e Sandor Caetano;Pensamento eficaz: Como transformar situações cotidianas em resultados extraordinários, livro de Shane Parrish;Uma Breve História da Inteligência: Evolução, IA e os Cinco Avanços que Nosso Cérebro fez - escrito por Max Bennett, com tradução de Eveline Machado;Reshuffle: Who Wins When AI Restacks the Knowledge Economy - livro de Sangeet Paul Choudary;The Instant AI Agency: How To Cash 6 & 7 Figure Checks In The New Digital Gold Rush Without Being A Tech Nerd - de Dan Wardrope;Start. Scale. Exit. Repeat.: Serial Entrepreneurs' Secrets Revealed! - por Colin C. CampbellAgilidade Emocional: Abra sua Mente, Aceite as Mudanças e Prospere no Trabalho e na Vida — escrito por Susan David, com tradução de Claudia e Eduardo Gerpe Duarte A The Shift é uma plataforma de conteúdo que descomplica os contextos da inovação disruptiva e da economia digital.Visite o site www.theshift.info e assine a newsletter
Eu já tinha falado que estava virando moda os pais levarem filhos para correr provas que não preenchem o requisito da CBAt. Claro que muitas das vezes é para colocar nas mídias sociais. Caso vc não saiba, vc precisa ter 14 anos para correr uma prova de 5 km no Brasil, mas é bom ouvir de quem entende bem do assunto. Para falar sobre esse assunto, eu entrevistei Everton Santana, membro do canal, psicólogo do esporte, especialista em Ciências da Performance Humana e mestrando em Educação Física pela UFRJ. Membro do Grupo de Trabalho da infância e adolescência no esporte da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte (ABRAPESP). Nossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
Como não ligar para o que pensam de mim? Como não me sentir atrasada na vida?Nesse vídeo eu respondo essas e outras perguntas que vocês me fizeram sobre comparação, opinião dos outros, sentir-se “atrasada”, terapia, morar fora do Brasil, fazer amigos em Londres, maternidade e Natal longe da família.0:23 Como preparou a chegada da irmãzinha mais nova? Sofrendo com ciúmes aqui.3:47 Você e Schiller ainda têm espaço para ouvir músicas que gostam ou K-pop dominou tudo?5:44 Você sentiu dificuldade de fazer amigos em Londres? Ou foi de boa?8:14 Como deixar de se importar com o que as pessoas pensam sobre você? Isso nao é facil para mim.12:06 Como deixar de me sentir atrasada na vida em relação aos outros (que ja conquistaram muito mais)?16:36 Quais as tradições de ano novo que mais gostam?18:50 Vocês tem alguma comida tradicional para o Natal?20:23 O que voce pediu para o bom velhinho?23:08 O que te motivou a fazer terapia e como é para você?24:57 Você se considera uma pessoa introvertida/tímida? Como isso impactou ou impacta sua vida?26:58 Uso de tela por adulto, como melhorar o hábito?27:53 Você sempre se imaginou construindo vida fora do Brasil? 30:32 Morando tanto tempo aí, acha que o Natal tem cara de inverno ou ainda tem cara de verão?32:58 Vocês aí não tem a tradição do Elf on the Shelf?33:54 Costuma fazer planos de ano novo? Trabalho, conhecer um lugar novo?37:25 Como lidar com a frustração de estar longe quando alguém querido fica doente?41:10 Quais eram os desenhos ou programas de TV favoritos da sua infância?41:51 Vocês já se acostumaram com a comida aí da Inglaterra?43:58 Momentos das meninas que mais te emocionaram e continuam te emocionando?Curso O Essencial da Maternidade: tudo que você precisa saber desde a gestação ate os 6 primeiros anos da criança: https://morganasecco.com.br/essencialNewsletter GRATUITA: https://morganasecco.com.br/newsletterPara pesquisar atrações e atividades para ir em família baixe o app GRATUITO: https://apps.apple.com/no/app/minimap-app/id6446462630Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/channel/UCxwENW5gfb72OnMnRycgflA?sub_confirmation=1Instagram: https://www.instagram.com/morganasecco/Seguir no Facebook: https://www.facebook.com/Morgana-Secco-853527361485473/Canal do Schiller (Finanças): https://www.youtube.com/@UCAVYHoy45kgq9WuUji9ff5g
Debate da super manhã: Cada vez mais ativa, devido ao aumento da expectativa de vida, a população idosa - os 60+ - buscam ampliar espaços na sociedade brasileira. Eles querem mais oportunidades de trabalho, de inserção, qualidade de vida e produtos específicos. Uma nova rede de comércio se cria para atender às demandas dessa população. No Debate desta quarta-feira (17), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os nossos convidados sobre como o Brasil está se preparando para atender às demandas do 'mercado prata'. Participam o médico geriatra, professor de geriatria da Universidade de Pernambuco (UPE) e diretor do Instituto de Medicina do Idoso, Alexandre de Mattos, o especialista em finanças e contabilidade no Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no estado (Sebrae-PE), Cleto Paixão, e o advogado especialista em direito do trabalho e presidente da Comissão do Direito do Trabalho da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), RicardoVarjal.
Carros elétricos ainda levantam muitas dúvidas entre os consumidores brasileiros, especialmente quando o assunto é carregamento, segurança e vida útil da bateria. Afinal, é seguro carregar o carro em casa? O carregamento rápido desgasta a bateria? Dá para viajar longas distâncias sem ficar na mão? No episódio de hoje do Podcast Canaltech, conversamos com Clemente Gauer, coordenador do Grupo de Trabalho sobre Segurança e integrante do Conselho Diretor da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), para esclarecer os principais mitos e verdades sobre a recarga de veículos elétricos no Brasil. Durante a conversa, Clemente explica como está a infraestrutura de recarga no país, fala sobre os cuidados necessários no carregamento residencial, comenta casos de incêndio que ganharam repercussão e detalha boas práticas para preservar a bateria no dia a dia. Um episódio essencial para quem já tem um carro elétrico ou está pensando em entrar na eletromobilidade. Você também vai conferir: nova máquina da Brastemp pesa a roupa sozinha e economiza até 25% de água, EUA oferecem salários de até R$ 1 milhão por ano para atrair talentos de IA, Honor prioriza América Latina e lança celular com bateria maior na região, GPS quântico promete navegação precisa sem depender de satélites e Google quer transformar a Play Store em um assistente pessoal com IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Wendel Martins, Marcelo Fischer, Vinicius Moschen e João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No último episódio do ano, Bia e Marcus refletem sobre como passaram por 2025.
Confira as atividades do Instituto italiano de cultura: https://iicsanpaolo.esteri.it/it/O mercado de trabalho brasileiro vive um paradoxo: tem vagas, mas falta gente qualificada para ocupá-las. Por quê? E como resolver essa lacuna que afeta diretamente a inovação nas indústrias do país?Neste episódio conversamos com Renato Dall'Amico, CEO da AIGNEP Brasil, empresa italiana referência em automação industrial e tecnologia, sobre a urgência de integrar universidade e mercado, as competências técnicas e comportamentais para o trabalho do futuro e como que as empresas procuram em novos talentos.Se você é estudante, engenheiro, profissional da indústria ou interessado no futuro do trabalho… esse episódio é pra você!Quer participar do Podcast, realizar um evento corporativo, propor uma parceria ou apenas trocar uma ideia? A Buongiorno San Paolo é feita de encontros e estamos prontos para o próximo !Preencha o formulário ou entre em contato pelos nossos canais. Vamos adorar saber como podemos colaborar: https://buongiornosanpaolo.com.br/
Pietro Mendes, diretor da ANP, detalha a estratégia da agência para a revisão tarifária das transportadoras de gás. Ele explica o fracionamento do processo, a definição do WACC em 7,47% e os planos para conter aumentos, incluindo a análise da Base Regulatória de Ativos (BRA). A conversa aborda os prazos, as metodologias alternativas em estudo para valoração da BRA, a postalização das tarifas e os próximos passos para a regulação do gas release e acesso às infraestruturas. Uma visão sobre os desafios de regular o setor. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates. Deixe seu like para promover esse conteúdo. Capítulos 00:00 Abertura 00:41 Apresentação e preferências pessoais de Pietro Mendes 02:19 Novo plano de ação para revisão tarifária das transportadoras 03:58 Definição do WACC e busca por decisão técnica 05:20 Motivos para o fracionamento da revisão 07:14 Trabalho de análise da Base Regulatória de Ativos (BRA) 09:30 Equipe da ANP envolvida no processo 10:45 Metodologias em análise: CHCI, Custo de Reposição Novo e alternativa 12:05 Preocupação com o LRCAP e sinalização ao mercado 13:50 Inclusão do projeto Raia como investimento relevante 15:32 Situação do investimento em Japeri e regras para novos projetos 17:25 Mecanismo de repasse de receita e tarifa postal 20:07 Impacto da demanda e cenário de referência 23:33 Operacionalização da postalização e alocação de custos 27:41 Expectativa para o final do processo e cooperação setorial 30:24 Agenda regulatória de 2026 e Comitê de Monitoramento do Gás 32:54 Acompanhamento de negociações de acesso a infraestruturas 34:06 Necessidade de avançar na discussão do gas release 38:20 Avaliação de planos de desenvolvimento para aumentar oferta 39:18 Considerações finais e encerramento
Alexandre Garcia comenta tramitação da dosimetria no Senado, fraude na Justiça do Trabalho, atentado antissemita em Sydney e fuga de María Corina Machado.
Hoje falo sobre filmes chatos, sobre o valor do trabalho e sobre o campeão do mundo de F1...00:00 - Introdução01:12 - Filmes chatos06:14 - O Valor do trabalho11:45 - Norris é campeão13:22 - Conclusão
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece.
Neste episódio do Passa no RH, Mariana Uebel, CEO da Grou, conversa com Fernando De Vicenzo, General Manager da Cornerstone, sobre o impacto da Inteligência Artificial nas carreiras e no mercado de trabalho. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -Conheça também nossas tecnologias para gestão de pessoas:https://grougp.com.br/Conheça nossa plataforma de educação continuada:https://grouacademy.com.br/✅ Gostou desse episódio?- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -✍️ Deixe seu comentário
Quando a diversão começa a parecer trabalho, algo saiu do eixo. Neste episódio, Didi Braguinha e André Rumjanek discutem o ponto em que jogos deixam de ser prazerosos e passam a exigir mais esforço do que recompensa, analisando o peso das regras, da burocracia, dos rituais de rodada e da gestão excessiva. A conversa passa pela diferença entre complexidade e profundidade, pelo custo real do aprendizado e pela expectativa criada quando um jogo promete muito, mas cobra demais do jogador antes de entregar diversão.Ao longo do papo, eles refletem sobre jogos solo, partidas assíncronas, mesa física, espaço disponível, frequência de grupo e insistência como fatores que alteram completamente a experiência. Nem todo jogo pesado é ruim, nem todo jogo trabalhoso compensa o investimento — e entender esse equilíbrio entre esforço e prazer se torna essencial à medida que o repertório de quem joga se expande.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Quando jogar vira trabalho: o limite entre complexidade e diversão nos board gamesSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
As duas centrais sindicais, UGT e CGTP, convocaram para hoje uma greve geral em protesto pela intenção do governo de alterar significativamente a legislação laboral. Neste episódio, revisitamos as principais medidas do ante-projecto apresentado pela ministra do Trabalho aos parceiros sociais, olhamos para as cedências que já foram feitas e arriscamos tirar uma conclusão. A conversa fez-se ontem, quarta-feira, com a jornalista Cátia Mateus.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Bia e o Marcus gravaram no dia errado, ficaram zuretas, e conversaram sobre a inversão do processo da descoberta científica.
No 'TV Elas Por Elas Formação' desta quarta-feira (10) acompanhe a aula sobre “O trabalho do cuidado na vida das mulheres” com Liliane Oliveira, Secretária de Mulheres PT-BA.
Confira as atividades do Instituto italiano de cultura: https://iicsanpaolo.esteri.it/it/O que significa trabalhar em uma startup? No Podcast Show produzido em colaboração com o Istituto Italiano di Cultura di São Paulo, falamos sobre o “bom trabalho” e, com Lorenzo Barbati, Executive Director da GVAngels da Fundação Getulio Vargas, focamos no mercado de startups.O que significa ser founder e o que implica trabalhar em uma startup? Quais são as best practices do mundo das startups e como aplicá-las mesmo quando a empresa cresce ou em corporates já estruturadas? O que entendemos é que o que muda, de fato, é a mentalidade: conseguir se manter sempre inovador, sem se deixar aprisionar por estruturas e processos excessivos.Quer participar do Podcast, realizar um evento corporativo, propor uma parceria ou apenas trocar uma ideia? A Buongiorno San Paolo é feita de encontros e estamos prontos para o próximo !Preencha o formulário ou entre em contato pelos nossos canais. Vamos adorar saber como podemos colaborar: https://buongiornosanpaolo.com.br/
O primeiro-ministro contesta a greve geral, perguntando: “Estão a contestar o quê?” Luís Montenegro descreve a paralisação convocada pelas duas centrais sindicais como “política”, e pinta um quadro radiante, insuflado com a eleição de Portugal na revista “The Economist” como a melhor economia do mundo: o “Doce Pastel de Nata”, como a publicação descreveu o país. A narrativa do Governo vai colar, ao mesmo tempo que a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, admite querer reequilibrar a legislação laboral a favor das empresas? Este episódio tem os comentários de João Pedro Henriques, jornalista do Expresso, João Silvestre, editor executivo e Liliana Valente, coordenadora de política, com a moderação de Vítor Matos. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração da autoria de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A inteligência artificial está remodelando o mercado criativo, desde a forma como imagens são produzidas até a velocidade com que um time consegue testar e validar campanhas inteiras. No episódio de hoje do Podcast Canaltech, o repórter Marcelo Fischer conversa com Nelson Martinez, especialista de criatividade da Adobe, direto do evento Creative Trends 2025 em São Paulo. Ele explica como ferramentas como Adobe Firefly e Express estão democratizando a criação de conteúdo, por que tarefas repetitivas já não fazem sentido em um ambiente guiado por IA e como o Brasil pode se destacar nessa transformação global. Você também vai conferir: novo design da tela do Iphone, Samsung lança versão beta da nova One UI, Elon musk pede o fim da União Europeia após receber multa milionária, Open AI garante que ChatGPT não tem testes de anúncios em andamento e novo robô humanoide com seis braços é revelado na China. Este podcast foi roteirizado por Fernada Santos e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de Renato Moura, Viviane França, João Melo, sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Nathalia Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Segunda feira é o dia perfeito para ajustar a sua energiaE hoje você precisa lembrar de algo importanteVocê pode trabalhar muito e ainda ser felizLeveza não te afasta do objetivoEla te aproxima do sentido real de tudo o que você faz
O episódio do THShow dessa semana é um lembrete pra todos os trabalhadoresFim da escala 6x1?É poucoQueremos o fim de TODAS AS ESCALAS DE TRABALHOCHEGA DE TRABALHARObrigado
Um colchão salvou uma vida, um professor adotou IA, e a Bia não quer saber do TriFold.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Podem as empresas modelar o pacote salarial e o trabalhador escolher o que mais lhe convém? Helicópteros do INEM: afinal, onde podem aterrar? Escreva para foradobaralho@observador.ptSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 10: O destino dos “trens da oportunidade” Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão.No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann e Luiza MiguezProdução Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre PotascheffGravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo NeumannGerente - Luiza Miguez Desenvolvimento e Aquisição - Claudia EstevesAquisição - Camila LemeCoordenação - Giovana GarcezProdução - Fernando Schaer e Tim WarnerEstagiária de conteúdo - Ingrid Felix Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike CharzukLíder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals