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Semana em África
Intolerância política em Angola e preparativos para o referendo constitucional na Guiné-Bissau

Semana em África

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 14:04


No recapitulativo desta semana em África, o primeiro destaque vai para Angola, onde no passado fim-de-semana se deram incidentes no Uíge, no norte do país, entre a polícia e membros da Unita que estavam a realizar uma actividade junto da sua sede. O balanço da repressão policial, segundo este partido de oposição, foi de 31 feridos, dez dos quais em estado grave. O superintendente-chefe Freitas Zama, argumentou que a Unita estava a realizar a sua actividade "em local impróprio". Já o deputado da Unita, Nelito Ekuikui, alegou que a repressão policial não se limitou ao comício do partido no sábado, este responsável afirmando que dias antes, as forças da ordem e também militantes do partido no poder tinham tentado perturbar as suas actividades. Noutra tónica da actualidade em África, na Guiné-Bissau, arrancou formalmente na quinta-feira e decorre até ao dia 28 de Agosto a campanha de informação sobre a nova Constituição que vai ser submetida a referendo no próximo dia 30. Esta nova lei suprema já adoptada pelo Conselho Nacional de Transição, alarga as prerrogativas do Presidente da República. Este projecto de nova Constituição, bem como o próprio 'timing' do referendo, estão longe de fazer a unanimidade. Em vésperas de arrancarem as sessões de sensibilização, o dirigente da Liga Guineense dos Direitos Humanos, Bubacar Turé, sublinhou que este referendo é ilegal por decorrer entre a marcação e a realização das próximas eleições gerais de Dezembro. Este responsável também considerou que dado o tempo que falta até à votação e dada a época em que decorre, não haverá condições para os cidadãos estarem plenamente esclarecidos. Em São Tomé e Príncipe, terminou nesta sexta-feira o período para os partidos políticos formalizarem as suas candidaturas para as legislativas, autárquicas e regionais do próximo dia 27 de Setembro. As instâncias competentes devem agora analisar os documentos e, caso não haja reclamações, a 28 de Agosto, será conhecida a lista definitiva de candidatos habilitados a participar no pleito eleitoral. Esta também foi a semana em que o partido no poder em São Tomé e Príncipe, a ADI, elegeu os seus órgãos de direcção, num contexto de divisão, pouco depois de o Tribunal Constitucional ter legitimado a ala dirigida pelo actual primeiro-ministro Américo Ramos, face à outra ala dirigida pelo antigo chefe do governo Patrice Trovoada. Este último reagiu apelando ao boicote das legislativas de Setembro. Américo Ramos, não deixou de criticar esse posicionamento do seu adversário mais directo. Em Moçambique, o recente anúncio pela petrolífera francesa Total de que os jovens que integrar o megaprojecto de exploração de gás em Cabo Delgado vão seguir formação em Maputo e não naquela província, provocou descontentamento nos sectores económicos da zona. Noutra actualidade, continuaram ultimamente a regressar ao país centenas de moçambicanos vítimas de xenofobia na vizinha África do Sul. De acordo com o governo, na semana passada, chegaram quase 600 cidadãos moçambicanos, Maputo indicando ainda que Pretória pediu desculpa pelos ataques de que os imigrantes, nomadamente moçambicanos, têm sido alvo. Para finalizar, em Cabo Verde, um ano depois de São Vicente ter sido varrida pela tempestade Erin, as autoridades fizeram esta semana um balanço positivo do andamento das operações de reabilitação e realojamento. Depois de um ano em suspenso, também regressou à ilha o famoso festival 'Baia das Gatas' que terminou no passado domingo.

Convidado
"Se as pessoas que exercem o poder não têm cultura democrática, a Constituição não serve para nada"

Convidado

Play Episode Listen Later Aug 13, 2026 16:09


Na Guiné-Bissau, decorre a partir desta quinta-feira e até ao dia 28 de Agosto a campanha de sensibilização sobre a nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo 30 de Agosto. Ontem, por ocasião da comemoração dos 35 anos da existência da Liga Guineense dos Direitos Humanos, o seu dirigente Bubacar Turé esboçou um retrato da situação actual do seu país, evocando nomeadamente a perspectiva desta consultação popular. Ao apelar à investigação dos homicídios de activistas por resolver e ao manifestar também a sua "profunda preocupação" com a situação dos civis e militares privados de liberdade há mais de um ano sem acusação formal, Bubacar Turé expôs, por outro lado, os seus questionamentos em torno da nova Constituição que o Conselho Nacional de Transição pretende implementar. Para além de mencionar que as actuais autoridades entram em contradição com leis que elas próprias adoptaram para regulamentar a organização do referendo. Bubacar Turé também considerou que a Constituição "não pode ser elaborada ou revista à pressa". Em entrevista concedida à RFI, o dirigente da Liga tornou a vincar esses argumentos e também questionou o próprio conteúdo da nova Constituição. RFI: Arranca nesta quinta-feira a campanha de sensibilização em previsão do Referendo sobre a nova Constituição. O que se pode dizer desde já sobre esta consulta? Bubacar Turé: Para nós, o referendo levanta questões legais. Nós estamos a falar de uma legislação que foi aprovada pelo Conselho Nacional de Transição no mês de Junho, a Lei N°12/2026 e que foi publicado no Boletim Oficial e está em vigor. Esta legislação, no seu artigo 9°, proíbe, de forma expressa, a realização de referendos entre a marcação da data das eleições para órgãos de soberania e eleições autárquicas. E, portanto, durante esse período, nos termos desta legislação, não se pode realizar referendo. Portanto, nós não somos contra o princípio de referendo. O referendo é algo importante porque permite ao povo directamente exprimir a sua vontade sobre um determinado assunto. Isso é algo salutar em qualquer processo democrático. O que nós questionamos é a legalidade deste processo. Repare que não estamos a falar de uma legislação aprovada pelo próprio Conselho Nacional de Transição. Não se trata de uma lei anterior ao golpe de Estado, mas sim uma lei aprovada para regulamentar a realização desta votação. Nós não tínhamos nenhuma legislação sobre o referendo. RFI: A nível da sociedade guineense, também se tem questionado muito a realização deste referendo, precisamente numa altura que coincide com o período das chuvas, que é um período em que não se organiza qualquer tipo de consultas populares. Bubacar Turé: Não há, em relação a esse aspecto, alguma proibição legal, pelo menos. Nós desconhecemos alguma norma que proíbe a realização de eleições ou referendo em período de chuva, é uma questão apenas operacional. Mas o processo levanta outros problemas. Tem a ver com a inclusividade, a participação, porque o processo de revisão constitucional, de facto, não foi um processo inclusivo. O texto foi adoptado pelo Conselho Nacional de Transição sem nenhum debate público. O que nós lamentamos, porque a Constituição é um contrato social. O povo, através de organizações representativas, actores nacionais, devem poder exprimir, contribuir para enriquecer o conteúdo de um documento que pretende ser um contrato social. Não foi o caso. RFI: Por exemplo, a Liga não foi questionada sobre o que acha dessa nova Constituição? Bubacar Turé: Não só a Liga, como outros actores. Existem outros actores relevantes. A Liga pode não ser consultada, mas nós temos outros actores, os partidos políticos, os líderes comunitários, as mulheres, os jovens e demais organizações da sociedade civil. E, além disso, na nossa perspectiva, foi preparada à pressa e contém alguns erros técnicos que, para nós, podem constituir problemas para o futuro. Por exemplo, o texto da revisão Constitucional removeu o capítulo referente à fiscalização da constitucionalidade. Isso para nós é extremamente preocupante. Eu não posso afirmar que esse acto de remoção deste artigo foi um acto deliberado. Não tenho elementos para isso. Pode até ser um erro técnico, mas é extremamente preocupante. A supremacia da Constituição reside no facto de ela própria criar mecanismos para impor essa supremacia. Isso só pode ocorrer em sede da fiscalização da constitucionalidade através de órgãos jurisdicionais. Ora, uma Constituição que não tem normas para a fiscalização do seu próprio cumprimento, é uma letra morta. Isso transmite uma imagem de insegurança aos cidadãos e isso constitui uma fragilidade enorme no tecido democrático e no Estado de Direito. E é também uma enorme vulnerabilidade no quadro de protecção de direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Portanto, esses aspectos todos podiam ser evitados, se houvesse um debate amplo, um debate nacional. Não está em causa a necessidade de revisão da Constituição. Nós não negamos que o Conselho Nacional possa ter essa ideia e, sobretudo, devolver a palavra ao povo através do referendo para o povo se pronunciar, desde que fosse algo inclusivo, participativo, aberto e democrático. Isso não é algo exclusivo da Guiné-Bissau. Na Guiné-Conacri, Mali, Burkina Faso, outros países depois dos golpes de Estado, organiza-se referendo. É perfeitamente normal. Não é isso que está em causa. Está em causa é o procedimento, a forma como está a ser feito. Coloca questões que nós entendemos que poderão prejudicar no futuro do país e os cidadãos. RFI: O que se sabe sobre este novo projecto de Constituição, é que instaura um regime semipresidencialista, ou seja, alarga as prerrogativas do Presidente, um regime algo semelhante aos países da África francófona e até semelhante à própria Constituição francesa, onde o presidente também tem poderes alargados. Os defensores desta nova Constituição dizem que isto será uma forma de precisamente se proteger contra os golpes. Bubacar Turé: Eu acho que a Constituição tem vários problemas e um dos problemas tem a ver com essa concentração de poderes na figura do Presidente da República. Um dos artigos problemáticos tem a ver com a nomeação do primeiro-ministro. A nova Constituição diz que é tendo em conta os resultados eleitorais e a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Essa parte não existia. O que existia era que o primeiro-ministro era nomeado, tendo em conta os resultados eleitorais. Agora vem acrescentar também a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Levanta várias interpretações. O Presidente da República, mesmo havendo um partido maioritário, pode escolher uma figura diferente desse partido maioritário que, na sua perspectiva, pode criar condições de estabilidade governativa. Estes conceitos indeterminados, essa discricionariedade que a Constituição prevê, pode criar, no futuro uma instabilidade governativa. Outros aspectos que têm a ver com a nomeação do Chefe de Estado-maior, que era sob proposta do Governo. Agora é o Presidente da República que escolhe. Agora o Presidente da República preside o Conselho de Ministros. Portanto, são de facto, aspectos que acabam por dar pendor presidencial ao regime semipresidencialista que a Constituição continua a adoptar. Portanto, são questões que deviam ser objecto, na nossa perspectiva, de um debate amplo de prós e contras. Nós não estamos contra. O nosso problema não é adoptar uma ou outra posição. Isso depende dos actores nacionais. Mas devia haver um debate em torno dessas questões, porque tem a ver com assuntos da nossa vida nacional. Portanto, nós pensamos que há um equilíbrio de poderes. Devia manter-se, até porque a nossa instabilidade política e governativa não se resume numa questão de constitucionalidade. É uma questão de falta de cultura democrática do homem guineense. E isso é que tem levantado problemas e outros aspectos. Nós podemos ter constituições semelhantes aos Estados Unidos, de França ou outros países. Se as pessoas que vão exercer o poder não têm uma cultura democrática que permita a observância da lei ao exercício do poder de forma democrática, portanto, a Constituição não serve para nada. Portanto, isso é que nós entendemos que é fundamental: que haja uma reflexão profunda sobre essas questões, porque tem a ver com o futuro do país, o futuro dos cidadãos e o futuro da nossa democracia. RFI: Para além do aspecto legal, a seu ver, porque é que se organiza esse referendo quando estamos já a poucos meses da realização de eleições gerais, das quais sairão autoridades que terão 'a priori' condições para organizar um referendo de forma mais ancorada na realidade política do país? Bubacar Turé: De facto, é difícil compreender isso. Podia-se esperar, depois das eleições, no mês de Dezembro, eleições gerais, legislativas e presidenciais. O parlamento que vai emergir nestas eleições terá o poder de fazer a revisão constitucional de forma serena, com mais legitimidade e de forma participada. Nós pensamos que isso podia ser uma forma mais fácil e consensual de resolver esta questão, mas não foi este o entendimento das autoridades de transição. Portanto, o país vai ter de facto esse referendo. RFI: Isto já está a ser discutido há uns quantos meses. Houve, de alguma forma, algum tipo de preparação, nem que seja, por exemplo, numa página internet ou algum tipo de comunicação antes da abertura desta sensibilização oficial? Bubacar Turé: Nós desconhecemos. Mas creio que as autoridades deverão estar a pensar nisso ou deverão estar a preparar a logística para isso. Mas por enquanto, nós não temos nenhuma informação da existência de websites ou redes sociais criadas para permitir a maior informação aos cidadãos para poderem ter mais informação sobre o conteúdo da Constituição. Acho que vai ser algo complexo. O tempo disponível até às eleições é muito escasso. Não acredito que haverá condições para maior informação, para a população poder perceber o que está em causa. É evidente que a Constituição, de facto, tem alguns elementos, alguns avanços no domínio até de Direitos Humanos. Nós reconhecemos isso. Mas, tal como disse, a forma como o processo está a ser conduzido coloca essas dificuldades e algumas contradições e algumas dificuldades do próprio texto. E, sobretudo, a questão da necessidade de observância da lei que foi especificamente aprovada para reger a realização deste referendo. Nós entendemos que deve ser respeitada, permitindo um referendo mais sereno e com maior participação dos cidadãos. RFI: Estamos num período particular do ano na Guiné-Bissau. Isto irá, de certa forma, condicionar também a afluência da população a essas sessões de sensibilização? Bubacar Turé: Creio que sim. Estamos a falar de um período agrícola, um período de chuva. O acesso a algumas localidades é extremamente complicado e também a população está a pensar mais no seu futuro económico, nas actividades agrícolas. Portanto, a afluência da participação da população na sensibilização é um dos desafios e também na própria votação. Também acredito que um dos maiores desafios será a questão da abstenção. Tudo vai depender da forma como a campanha de sensibilização vai decorrer. RFI: Este referendo organiza-se num contexto político e social particular. Como é que se poderia descrever a situação actual na Guiné-Bissau? Bubacar Turé: O país está numa acalmia aparente. Mas o país continua a enfrentar graves problemas sociais. A inflação continua a aumentar, nos serviços sociais básicos, tem havido alguma dificuldade no funcionamento do sistema de saúde e acesso a água potável. No que concerne a energia eléctrica, tem havido alguma extensão do fornecimento da energia eléctrica para o interior do país, através do Projecto OMVG. A barragem conjunta que vem, de facto, permitir às populações das zonas do interior do país, que não tinham acesso à energia eléctrica, a ter esse direito. Isso é algo extremamente importante. Mas sobretudo, a pobreza, o custo de vida hoje é muito elevado e não tem havido medidas de mitigação para isso, porque também as autoridades nacionais não têm condições. Não há nem tem havido apoio orçamental significativo devido à situação que o país está a viver. Portanto, tudo isso são elementos que, de facto, constituem preocupação para a população e para os cidadãos em geral. Nós entendemos que o país, para ultrapassar esta crise política -sobretudo esta crise de confiança, há uma enorme crise de confiança no país- para ultrapassar isso, é preciso ter coragem de dialogar. E as autoridades nacionais, os partidos políticos, as organizações da sociedade civil, devem poder sentar para dialogar e discutir e encontrar soluções para os grandes problemas. Não vale a pena enveredar pela confrontação, porque a confrontação e o uso da força não resolvem o problema. Os discursos segregacionistas e de apelo à violência e ao ódio étnico-religioso só vão conduzir ao país, ao abismo. Portanto, por isso nós apelamos e continuamos a apelar ao bom senso e, sobretudo, ao diálogo construtivo para a resolução dos problemas que afligem o país.

Caio Carneiro - Podcast Fod*
COMO IR PARA O SEU PRÓXIMO NÍVEL? | Pr. André Fernandes #156 Express

Caio Carneiro - Podcast Fod*

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 18:37


Como viver as transições da vida? Neste Express, Caio Carneiro recebe o pastor, teólogo e palestrante André Fernandes para uma conversa sobre travessias: os heróis da fé que pagaram alto preço, o entendimento de que o processo já é promessa, o vinho novo que expande ou explode, a diferença entre transicionar e regredir e a prova em que o professor se cala. No fim, o convite a recalcular rotas e a confiança de que a paz no caminho não isenta as aflições.O que você vai descobrir neste episódio:Por que o processo já é a promessa em cumprimentoComo atravessar a transição sem regredir para o que ficou para trásPor que o tempo que dura o processo é menor do que o tempo que dura a promessaComo saber se a transição vai te expandir ou te explodirPor que Deus fica em silêncio justamente na hora da prova

Notícias Agrícolas - Podcasts
Biodiesel mira novas misturas e ganha espaço na transição energética do Brasil

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 20:08


Evento em Brasília reúne representantes do governo, indústria, pesquisa e setor produtivo para discutir os próximos passos do biocombustível.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Transição entre terceiro e quarto trimestre do ano deve ser de mercado volátil para o boi

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Aug 11, 2026 18:24


Transição entre terceiro e quarto trimestre do ano deve ser de mercado volátil para o boi

Rádio PT
BOLETIM | ELEIÇÕES 2026: Brasil alcança maior eleitorado de idosos da história

Rádio PT

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 4:21


Transição demográfica do país reforça a importância da política de cuidado do Governo Lula. Apesar do voto facultativo, idosos mantêm participação ativa na vida política. Coordenadora do Setorial Nacional da Pessoa Idosa avalia esse cenário no país. Sonoras:

Impacto Positivo
A Transição Geográfica é só uma das muitas Mudanças a serem feitas

Impacto Positivo

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 67:59


Com formação e experiência internacional nos sistemas agroflorestais Juliano puxou uma conversa mais voltada para a necessidade de planejamento para a relocalização para o campo, seguida de um bom planejamento integral da propriedade para criar segurança na relocalização. Entre outros tópicos, Juliano chamou atenção para os perigos de se começar uma propriedade pelos sistemas de produção, assunto que abordo no capítulo 9 do livro Colapso e Êxodo Urbano: construindo vidas resilientes e autônomas no campo. O apoio por meio dos pedidos antecipados e com desconto pode ser realizado por esse link: https://forms.gle/S9QH49PGkgzY8gge6 Os lançamentos com eventos presenciais estão pré-agendados para o mês de Agosto. Por enquanto vamos ter eventos em Brasília, Campinas, Florianópolis, Gravatal (SC), Nova Petrópolis (RS) e Porto Alegre.Se você tem contatos com jornalistas, programas de TV e podcasts com alcance de audiência e gostaria de ver o livro chegando para um número maior de pessoas, por favor, fique à vontade para indicar o livro para esses canais e pessoas. Juliano Hojah da Silva, 41 anos, é engenheiro florestal com mestrado em agroflorestas tropicais, especialização e MBA em negócios para a sustentabilidade. Na sua área técnica presta consultorias ambientais e em planejamento rural. Também é agricultor agroecológico em atividade da Serra onde desenvolve seu “laboratório” de desenvolvimento rural.

Made in Brasil Podcast
Ele FATUROU MILHÕES com APENAS UM PRODUTO (Descubra a ESTRATÉGIA da MAHTA) | Max Petrucci

Made in Brasil Podcast

Play Episode Listen Later Jul 28, 2026 88:25


Espiritismo Simples
Transição e Regeneração

Espiritismo Simples

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 26:31


Seja membro do Clube do Espiritismo Simples!

Podcasts epbr
Piora na guerra leva governo brasileiro a recuar no desmonte dos subsídios aos combustíveis I comece seu dia

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 3:47


NESTA EDIÇÃO. Governo prorroga subsídio da gasolina. ANP recomenda fim da atividade de formulação de combustíveis. Regras em consulta podem facilitar o uso de biocombustíveis no transporte aquaviário. Petrobras tem novo diretor de Transição Energética. ***Locução gerada por IA

Podcast Notícias - Agência Radioweb
Crise do petróleo pode acelerar transição energética

Podcast Notícias - Agência Radioweb

Play Episode Listen Later Jul 27, 2026 2:23


A alta do preço do petróleo provocada pelo conflito no Oriente Médio reacende o debate sobre a transição energética. Especialistas avaliam que crises como essa incentivam investimentos em fontes renováveis, mas alertam que o mundo ainda deve depender do petróleo por muitas décadas.

ONU News
Na Síria, Guterres reforça apoio da ONU para transição política e reconstrução

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 25, 2026 1:56


Secretário-geral das Nações Unidas realiza primeira visita à nação árabe desde a queda do regime do ex-presidente Bashar al-Assad; após quase 14 anos de guerra, país prepara constituição permanente e eleições livres.

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Armazenamento de energia ganha papel estratégico na transição energética

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 24, 2026 11:48


O avanço das fontes renováveis, como a solar e a eólica, trouxe um novo desafio para o setor elétrico brasileiro: armazenar a energia produzida para garantir segurança, eficiência e estabilidade no fornecimento. Com o crescimento da eletrificação da economia e da demanda por energia, as soluções de armazenamento passam a ocupar um papel central na expansão da matriz elétrica nacional. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, Fábio Lima, diretor executivo da Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (ABSAE), explica por que o armazenamento se tornou uma prioridade para o setor e como a tecnologia das baterias pode reduzir desperdícios, aumentar a eficiência do sistema e beneficiar consumidores e empresas. Este podcast é uma produção do Estadão Blue StudioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts epbr
Transição energética não pode ignorar custo social de subsídios permanentes, afirma Claudia Viegas, diretora da Ecoa | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 13:08


No episódio do Diálogos da Transição, gravado durante o Energy Summit, Cláudia Viegas, sócia-diretora da Ecoa Consultoria, analisa os aspectos regulatórios e sociais do mercado de GLP e os impactos da reforma tributária sobre o setor de energia. O bate-papo aborda o sucesso do programa Gás do Povo, que direciona recursos para famílias vulneráveis, e as estratégias para uma transição energética justa e sustentável no Brasil. Viegas também analisa a reforma tributária, destacando o acerto em não onerar fósseis para evitar impactos na inflação. A consultora ainda reflete sobre a necessidade de ajuste fiscal, o papel dos incentivos públicos para novas tecnologias e a importância do investimento estrangeiro para maior produtividade. ____________________

Podcasts epbr
New Wave constrói planta pioneira para transformar resíduo de bauxita em ferro verde | diálogos da transição

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 13:35


O executivo analisa ainda as políticas públicas de economia circular, os desafios de financiamento junto ao BNDES e a urgência de maior agilidade regulatória e de licenciamento ambiental no Brasil face à competição geopolítica global. ____________________

Podcasts epbr
Alemanha busca cooperação industrial com Brasil em minerais críticos, diz Jan Freigang, cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 11:25


O fortalecimento das relações bilaterais entre Brasil e Alemanha ganha novos contornos com o avanço da agenda global de descarbonização. Em entrevista exclusiva, Jan Freigang, cônsul-geral da Alemanha no Rio de Janeiro, analisa o avanço da cooperação industrial em minerais críticos e o desenvolvimento de projetos de hidrogênio verde, que consolidam o Brasil como parceiro estratégico para o cumprimento das metas europeias de neutralidade climática até 2045. O cônsul destaca a abordagem europeia, que não se limita à simples exportação de matéria-prima, mas busca agregar valor local com parceria industrial. A conversa aborda desde a atração de investimentos e tecnologias de reciclagem até o papel do financiamento climático público no apoio ao Fundo Clima e ao Fundo de Florestas Tropicais (Tropical Forest Forever Facility – TFFF). ____________________

Podcasts epbr
Entrevista com Marina Ferraz Aidar, sócia no Demarest Advogados | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 10:15


--- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

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Energia pode ser um dos elementos de convergência entre Brasil e EUA, diz Fabrízio Sardelli Panzini, diretor da Amcham | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 18:32


Nesta edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, analisamos o panorama das relações econômicas e energéticas entre Brasil e Estados Unidos com o diretor de Políticas Públicas e Relações Governamentais da Amcham Brasil, Fabrízio Sardelli Panzini. O debate aborda o impacto de políticas tarifárias no comércio bilateral; o interesse crescente dos EUA e as oportunidades estratégicas em minerais críticos; a atração de investimentos para biocombustíveis; e infraestrutura para data centers. Também são discutidos o papel da indústria de óleo e gás no contexto da segurança energética global e a importância de marcos regulatórios estáveis para garantir a competitividade do mercado nacional. ____________________

Podcasts epbr
Decisão do CNPE por 0,5% foi conservadora", afirma Yuri Schmitke, presidente da Abren | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 9:50


Nesta edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, o estúdio eixos recebe Yuri Schmitke, presidente da Associação Brasileira de Energia de Resíduos (Abren). A entrevista aborda o cenário regulatório do biometano no Brasil, as metas de descarbonização e os avanços na recuperação energética de resíduos sólidos urbanos (RSU) como solução sustentável para os municípios. O executivo classificou como conservadora a decisão do CNPE de fixar em 0,5% a meta inicial de biometano no gás natural, afirmando que o setor já tem potencial para 1% ainda em 2026. Schmidt defendeu a diferenciação da matéria-prima no certificado CEGOB, pois a biodigestão pode evitar até 1.500 g de CO2 equivalente, muito acima da captura em aterros. Também destacou o projeto pioneiro da Bren H2A Bioenergia em Santa Catarina, com produção de biometano e CO2 biogênico a partir de dejetos suínos. Sobre recuperação energética de RSU, citou cinco usinas contratadas no país, incluindo Barueri (2026), e o potencial do Rio de Janeiro para duas grandes usinas de 5 mil toneladas/dia. ____________________

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: Inovação e investimento impulsionam a transição energética no Brasil

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 23, 2026 15:13


Com uma das matrizes elétricas mais renováveis do mundo, o Brasil reúne condições para ocupar uma posição de destaque na transição energética global. Para transformar esse potencial em desenvolvimento econômico, no entanto, será necessário ampliar os investimentos em inovação, fortalecer o ecossistema de startups e ampliar a colaboração entre setor privado, terceiro setor e poder público. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, Hudson Mendonça, sócio da Grown Capital Partners, e Armando Winter, CEO da Energy Hub Ventures, discutem como o capital de risco, o empreendedorismo e a inovação podem acelerar a descarbonização e posicionar o Brasil como referência em energia limpa. Este podcast é uma produção do Estadão Blue Studio. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcasts epbr
Entrevista com Fernanda Delgado, ABIHV | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 17:18


eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

Podcasts epbr
Entrevista com Ricardo Tonietto, Diretor Jurídico e de Relacionamento Institucional da Supergasbras | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 13:30


Em mais uma edição do Diálogos da Transição, gravada diretamente do Energy Summit no Rio de Janeiro, a agência eixos debate os rumos do mercado de GLP no Brasil. O entrevistado é Ricardo Tonietto, Diretor Jurídico e de Relacionamento Institucional da Supergasbras. Na conversa com Gabriel Chiappini, Repórter da agência eixos, o executivo analisa os primeiros meses de operação do programa Gás do Povo, os impactos geopolíticos nos preços dos combustíveis e os investimentos na infraestrutura de abastecimento do país.

15 Minutos - Gazeta do Povo
Marco Rubio anuncia data para o início da transição na Venezuela

15 Minutos - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 15:31


Este episódio do Podcast 15 Minutos analisa os desafios da transição política e a reconstrução da infraestrutura na Venezuela após a captura de Nicolás Maduro no início deste ano. 

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: GLP reforça seu papel na transição energética

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 29:16


Embora seja conhecido principalmente como gás de cozinha, o GLP desempenha um papel estratégico na matriz energética brasileira e pode contribuir para uma transição energética mais segura e inclusiva. Além de ampliar o acesso à energia, o combustível também ajuda a reduzir o uso de fontes mais poluentes, especialmente em regiões onde outras alternativas ainda não estão disponíveis. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, Sergio Bandeira, presidente do Sindigás, explica como o GLP pode apoiar a descarbonização sem deixar de atender às demandas sociais e econômicas do País. No episódio, o executivo também discute o combate à pobreza energética, o potencial do biogás liquefeito (bioGLP), os desafios regulatórios e as perspectivas para o futuro desse combustível na matriz energética brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Noxis Energy planeja 3 refinarias no Nordeste para reduzir dependência de importação de diesel | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 12:40


No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista Gabriel Chiappini recebeu Márcio Dutra, CEO da Noxis Energy. A empresa desenvolve três projetos de refinaria no Nordeste brasileiro: Pecém (CE), Sergipe e Ilhéus (BA), com investimentos que somam bilhões de dólares e a promessa de reduzir a dependência externa do país por derivados de petróleo. Dutra explicou que o Brasil importa atualmente um navio de diesel por dia e que, sem novos investimentos em refino, esse número pode chegar a seis embarcações diárias até 2050. O projeto mais avançado é o do Porto do Pecém, que já conta com licença prévia, terreno e contrato de 40 anos, e pode se conectar diretamente à Margem Equatorial por meio de um duto de 50 km. Em Ilhéus, a Noxis aguarda a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e do Porto Sul para viabilizar um complexo industrial de 200 mil barris por dia, integrando petroquímica e biorrefino para produção de SAF. O executivo defendeu a diversificação energética como caminho para a segurança do país e criticou a visão da transição energética como um "interruptor", propondo o conceito de "adição energética" como solução mais realista.

Notícia no Seu Tempo
CONTEÚDO PATROCINADO: O futuro da aviação passa pela transição energética

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 16:24


A aviação, um dos setores mais importantes para a economia brasileira, enfrenta o desafio de reduzir suas emissões sem comprometer a eficiência e a competitividade. Nesse cenário, a adoção de combustíveis sustentáveis, aliada a avanços em infraestrutura, inovação e regulação, desponta como um dos principais caminhos para a descarbonização do transporte aéreo. Em entrevista mediada pela jornalista Aline Pacheco, durante o Energy Summit 2026, Camila Lopes, diretora de Planejamento B2B da Vibra, explica como essa transformação já está em curso, detalha o papel do SAF (combustível sustentável de aviação) nesse processo e aborda os desafios para ampliar sua produção e adoção. No episódio, a executiva também comenta a importância da aviação para a economia, os bastidores do abastecimento de aeronaves e as perspectivas para o futuro do setor. Esse podcast é uma produção do Estadão Blue Studio. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cats at Night with John Catsimatidis
Larry Kudlow: Don't Tell Me Iran Controls the Strait of Hormuz... Since Early May, 825 Ships Carrying 380 Million Barrels of Oil Have Transi

Cats at Night with John Catsimatidis

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 6:36


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Semana em África
Guiné-Bissau: a semana em que Domingos Simões Pereira voltou para a prisão

Semana em África

Play Episode Listen Later Jul 11, 2026 7:56


Sejam bem-vindos ao magazine Semana em África, a rúbrica onde recapitulamos os principais acontecimentos da semana no continente africano. Esta semana fica marcada por uma nova reviravolta na Guiné-Bissau com o principal líder da oposição, Domingos Simões Pereira, a ter sido colocado em prisão preventiva, esta sexta-feira.  Simões Pereira vai cumprir uma ordem decretada por um Juiz de Instrução Criminal, no âmbito de uma investigação sobre a sua alegada participação num golpe de Estado que teria ocorrido em outubro de 2025. A defesa diz tratar-se de uma "cabala política".  De acordo com os advogados de defesa e fontes familiares, Simões Pereira foi conduzido por volta das 10 horas, hora de Bissau, para as instalações da Segunda Esquadra, onde vai cumprir a prisão preventiva. A medida teria sido decretada na quinta-feira, pelo Juiz de Instrução Criminal, Mamadu Embalo, dando deferimento a um pedido nesse sentido que tinha sido formulado pela Promotoria da Justiça Militar. O opositor Fernando Dias da Costa, que reclama ter vencido as eleições presidenciais de Novembro passado, entretanto interrompidas pelo golpe de Estado militar, denunciou o que considera ser uma perseguição política a Simões Pereira. Dias da Costa afirma que Pereira é vítima de perseguição unicamente por ter apoiado a sua candidatura às eleições de Novembro. Entretanto, os advogados de defesa do líder do PAIGC e presidente eleito do parlamento guineense, não compareceram ao Tribunal Militar, onde Simões Pereira, está a ser investigado, por considerarem que o seu processo ganhou contornos políticos e não judiciais. Portanto, dizem, não valia a pena ir ao Tribunal, instância da qual não receberam nenhuma notificação. Seja como for, é facto que Domingos Simões Pereira está detido na Segunda Esquadra, onde já esteve de 26 Novembro de 2025 a 31 Janeiro deste ano. Desde essa altura, Pereira encontrava-se em prisão domiciliária, sob forte vigilância policial. Após ser ouvido pelo Tribunal Militar na quarta-feira, o responsável político tinha sido notificado ontem à noite para tornar a comparecer perante a justiça nesta sexta-feira. Uma situação perante a qual as eurodeputadas portuguesas Catarina Martins e Marta Temido, bem como a diplomata Ana Gomes, manifestaram o seu repúdio denunciando o que qualificaram de inacção da comunidade internacional.  Guiné-Bissau: referendo a 30 de Agosto sobre nova Constituição Ainda na Guiné-Bissau, os cidadãos serão chamados no próximo dia 30 de Agosto a pronunciar-se sobre a nova Constituição do país. A sociedade civil insurge-se contra esta iniciativa, que apelida de "teatro". Cada guineense com capacidade eleitoral activa vai dizer “sim” ou “não” como resposta. A consulta popular será feita por sufrágio universal, directo, secreto e pessoal, sobre a entrada em vigor da nova Constituição da República aprovada pelo Conselho Nacional de Transição. O decreto presidencial, assinado por Horta Inta-a esclarece que “o Supremo Tribunal de Justiça emitiu parecer favorável” à realização do referendo. A questão que se coloca é saber o que diz a própria Constituição já que a maioria dos guineenses desconhece as novas formulações que constam do texto revisto pelo Conselho Nacional de Transição, órgão que exerce as competências do parlamento guineense. Os militares tomaram o poder a 26 de novembro de 2025, num golpe de Estado e uma das primeiras acções foi a alteração da Constituição da República da Guiné-Bissau que passa a dar mais poderes ao Presidente da República. A oposição e as organizações da sociedade civil têm criticado todo o processo que conduziu à alteração da Constituição que dizem foi feita por via da força. Seja como for, no próximo dia 30 de agosto, os guineenses serão chamados a dizer se concordam ou não com a nova Constituição da República. Armando Lona, coordenador da Frente popular, representando a sociedade civil, denuncia um "teatro".  "Não passa de uma aberração crónica, uma fuga para a frente por parte de um grupo que, todos nós sabemos que assaltou as instituições, que instalou uma ditadura sanguinária na Guiné-Bissau nos seis últimos anos. Apesar da derrota que sofreu nas eleições de 23 de novembro de 2025, não se acomodou, não se convenceu. Continua a multiplicar encenações, golpes cerimoniais, teatros, como agora estamos a assistir com esse pseudo referendo que não passa de um autêntico teatro no circo. Porque um referendo constitucional, em qualquer parte do mundo, é um acto de soberania popular. Acontece dentro de um quadro histórico duma realidade histórica interpretada pelo povo sobre a necessidade ou não de proceder a um referendo. E quando acontece, acontece dentro dos parâmetros legais, devidamente legitimado pelo povo do país. Na Guiné-Bissau temos leis que indicam claramente como é que se deve proceder perante um referendo popular. Qualquer revisão constitucional tem que decorrer dentro desses parâmetros legais. Portanto, o que está a acontecer nesse momento é um autêntico teatro de um bando que capturou as instituições da Guiné-Bissau, que tenta a todo o custo salvaguardar o regime que já está desmoronado. Um regime que está completamente à deriva, portanto. E tudo isso não passa de um teatro"." Neste contexto, acha que, porventura, muitos guineenses já tomaram conhecimento das alterações que a transição preconiza? Acha que as pessoas estão esclarecidas sobre o que vai ser o objecto deste referendo? Os guineenses não avaliam essas mudanças oportunísticas, essas mudanças ilegais. O que os guineenses avaliam é a tentativa da sua confiscação, da vontade exprimida nas urnas. O povo da Guiné-Bissau escolheu um presidente no dia 23 de Novembro de 2025 e aconteceu um falso golpe para poder impedir que este presidente assumisse as funções presidenciais. Tudo o que nós estamos a assistir até agora faz parte desse projecto de confiscação da vontade popular. E o povo da Guiné-Bissau não reconhece esse grupo, esse bando. O povo da Guiné-Bissau está determinado a lutar para fazer valer a vontade expressa soberanamente nas urnas. Moçambique: Igreja quer esclarecimentos sobre assassinato de bispo de Quelimane A igreja católica, realça o presidente da conferência episcopal de Moçambique, Dom Inácio Saúre, está preocupada e busca respostas para o que aconteceu na madrugada dia 06 de Junho na residência pastoral na cidade de Quelimane onde sabe-se apenas que Dom Osório Citora foi morto a tiro. "Ficando apenas o que foi dito publicamente pela imprensa de que o bispo foi morto a tiro, por uma arma de fogo sem nenhuma referencia as possíveis respostas para as perguntas cruciais tais como: quem matou exactamente Dom Osório, quem foi o mandante e quais seriam as motivações do assassinato". A Conferência Episcopal de Moçambique pede, diz o arcebispo de Maputo Dom Carlos Nunes, que seja levado a cabo uma nova linha de investigação ao assassinato do bispo de Quelimane. "Ali não é fábrica de armas. Veio de algum sítio, alguém trouxe essa arma. Então que se abra mais o campo porque o modo como agora está sendo orientado parece que é uma coisa de casa, caseira. A igreja tem problemas então é vitima dos seus próprios problemas". A preocupação dos bispos católicos foi manifestada em conferência de imprensa na capital moçambicana. Os arcebispos de Nampula, Dom Inácio Saúre, de Maputo, Dom João Carlos, e o emérito da Beira, Dom Claúdio Dalla Zuanna, mantiveram encontros no dia 04 deste mês de Julho, em Roma, com o Papa Leão XIV e com o Cardeal Pietro Parolin - Secretário de Estado do Vaticano onde onde foi condenado o baleamento do bispo da diocese de Quelimane, Dom Osório Citora. Entretanto, cerca de 1.400 moçambicanos foram repatriados pelas autoridades nacionais após a violência xenófoba na África do Sul. O anúncio foi feito pelo Governo que garante estar a acompanhar a situação e a criar condições para o enquadramento profissional destes cidadãos. O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, revelou, esta semana, os números de moçambicanos regressados da África do Sul. Em São Tomé e Príncipe, a missão de observação às eleições presidenciais em São Tomé e Príncipe deverá chegar ao país entre dia 14 e 15 de Julho e deverá ser liderada pelo antigo ministro angolano, João Bernardo Miranda. Estas precisões foram feitas por Maria de Fátima Jardim, secretária-executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu cinco candidatos às presidenciais de 19 de julho, nomeadamente Eugénio Rodrigues da Trindade Tiny, Nito de Sousa Viegas D'Abreu, Miques João do Nascimento de Jesus Bonfim, Carlos Manuel Vila Nova, que é recandidato ao cargo, e Jorge Bom Jesus, que anunciou a sua desistência já fora do prazo legal. É o ponto final deste magazine Semana em África. Nós, já sabe, estamos de volta na próxima semana. Até lá, fique bem.

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Talk Show com Guilherme Darezzo, vice-presidente de Operações da Ultragaz | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 24:49


--- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

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Talk Show com Alexandre Calmon, Sócio fundador do COSRO Advogados | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 35:07


Os custos e os impactos regulatórios da transição energética no mercado de óleo e gás estão redefinindo as estratégias das operadoras no Brasil. Em entrevista direto do Energy Summit 2026, o especialista analisa os desafios da precificação do carbono para produtores onshore, a necessidade de diferenciação regulatória pela ANP e as perspectivas de o país voltar a ser importador de petróleo na próxima década se novas fronteiras, como a Margem Equatorial, não forem destravadas.

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Empreendedorismo Científico em Transição Energética | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 62:08


Empreendedorismo Científico em Transição Energética Julio Leite | Moderador (Petrobras) Eduardo Costa | Ouro Nova Vitor Silva | Integral IMI Josias Silva | PETREC --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

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Talk Show com Sergio Bandeira de Mello, Presidente do SindiGás | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 29:00


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O GLP na Transição Energética | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 54:01


O papel estratégico do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e do BioGLP no cenário de transição energética brasileiro é o tema central deste painel do Diálogos da Transição 2026. Executivos e reguladores discutem como o energético atua no combate à pobreza energética e suas potencialidades para além do uso residencial, incluindo aplicações industriais, agropecuárias e backup de segurança para fontes intermitentes. O debate aborda as discussões regulatórias para o fim das restrições de uso do GLP, segurança jurídica, autossuficiência na produção nacional decorrente do aumento do processamento de gás natural e o desenvolvimento de moléculas de origem renovável no mercado voluntário e regulado. Participantes Moderação: Felipe Maciel — Diretor-executivo da agência eixos Painelistas: Heloísa Borges — Diretora da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) Luís Pellegrini — Gerente de Regulação da Copa Energia Alexandre Baldoto — Diretor de Operações da Supergasbras Gustavo Gomes — Diretor Comercial da Ultragás

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Talk Show com Marcos Mesquita, VP de Estratégia e Mercado da Copa Energia | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 28:06


Nesta edição do Diálogos da Transição, realizada durante o Energy Summit, o editor de gás da agência eixos, André Ramalho, conversa com Marcos Mesquita, Vice-Presidente de Estratégia de Mercado da Copa Energia. O executivo detalha a visão de longo prazo da companhia para os próximos 10 a 30 anos, fundamentada na complementariedade da matriz energética e no protagonismo do cliente. São analisados os recentes investimentos estruturantes da empresa em gás natural (GNC e GNL) e biometano, o desenvolvimento de corredores verdes para o setor de transporte rodoviário, além dos avanços em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para o GLP Renovável (GLR). O debate também aborda os desafios de infraestrutura e a importância da estabilidade regulatória e da segurança jurídica para a atração de capital privado no Brasil.

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EPE projeta 6,6 GW de baterias até 2035 e aposta em armazenamento hidráulico, diz Thiago Prado | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 16:45


No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, a jornalista Gabriela Rude recebeu Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O executivo detalhou as contribuições da estatal para o leilão de baterias previsto para o final do ano, destacando a metodologia locacional que identifica os pontos mais críticos do sistema elétrico e os requisitos técnicos baseados em normativas internacionais. Prado revelou que a projeção de armazenamento no Plano Decenal (PDE) saltou de 800 MW para 6,6 GW até 2035, consolidando a tecnologia como peça-chave para manter a renovabilidade da matriz. Ele também abordou os estudos sobre flexibilidade do sistema, que vão além da capacidade de atender picos e incluem a velocidade de resposta a rampas positivas e negativas. Sobre as grandes cargas — data centers e hidrogênio —, o presidente alertou que a demanda pode crescer até 60% e defendeu que esses empreendimentos nasçam com flexibilidade e resposta à demanda para não onerar ainda mais o sistema. Por fim, adiantou que a EPE lançará em julho um modelo inédito de integração geração-transmissão com mais de 26 mil elementos geoespacializados. ____________________

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Calibragem de risco custa R$ 3 bi ao setor elétrico, diz Delta Energia | Luiz Fernando Vianna - diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 15:10


No estúdio eixos, ao vivo durante o diálogos da transição na Energy Summit 2026, no Rio, o jornalista André Ramalho recebeu Luiz Fernando Leone Vianna, vice-presidente Institucional e Regulatório do Grupo Delta Energia. O executivo trouxe um balanço dos projetos vencedores no leilão de reserva de capacidade — a ampliação da UTE William Arjona (67 MW) e a Usina Campo Grande (150 MW) — e adiantou que a empresa pretende antecipar a entrega de 2028 para 2027, utilizando equipamentos usados em meio a um mercado de máquinas novas inflacionado e com escassez. Vianna também fez uma análise crítica da crise de liquidez que atinge o setor de comercialização de energia, apontando como principais causas a distorção do PLD em relação à operação real do sistema e a calibragem do mecanismo de aversão ao risco (CVaR, em inglês), que elevou o custo do setor em R$ 3 bilhões para um ganho marginal de apenas 0,3% na segurança dos reservatórios. Ele defendeu que ajustes regulatórios são urgentes para que a abertura do mercado prevista para 2027 não se torne uma "abertura de direito sem efetividade", já que a atratividade do preço e a confiança do consumidor são essenciais para vencer a inércia da migração. ____________________

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Talk Show com Julio Cardoso, CEO da Supergasbras | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 20:32


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Gás do Povo e Pobreza Energética | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 64:08


Painel – Gás do Povo e Pobreza Energética Renato Dutra | MME Hugo Leal | Deputado Federal Dario de Paula | MME Analúcia Faggion Alonso | MDS

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IA aplicada à gestão de licenciamento ambiental no setor de energia | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 46:09


Painel – IA aplicada à gestão de licenciamento ambiental no setor de energia: como transformar complexidade regulatória em eficiência operacional Karinne Siqueira | Axia Energia Leandro Fernandes | BIP Brasil Domenico Machado | Google Cloud Jader Fernandes | Axia Energia

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Inovação em Consórcio: o portfólio de LIBRA | diálogos da transição 2026

Podcasts epbr

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 46:35


Painel – Inovação em Consórcio : O portfólio de LIBRA Julio Leite | Petrobras Samuel Cunha | TotalEnergies Mariana Tiengo | Shell Vinicius Machado | Petrobras --- eixos é a agência de notícias líder em petróleo, gás e energia no Brasil. Faça parte da comunidade eixos no Whatsapp e nas redes sociais: https://whatsapp.com/channel/0029Va97KnmHAdNRhqZO0j0s #eixos #agenciaeixos #estudioeixos

ONU News
Biomassa e hidrogênio podem ser chaves na transição energética, diz pesquisador

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 3:36


À frente do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais, Cnpem, José Roque ressalta importância de inovações que estão sendo desenvolvidas no Brasil; ele destacou busca por tecnologias de futuro que possam reduzir dependência de minerais críticos.

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Imposto sobre exportação de petróleo é arrecadatório, diz Instituto Livre Mercado | Guilherme Lima e Pedro Henrique Silva - diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 26:40


O estúdio eixos recebeu Guilherme Lima, coordenador de Infraestrutura e Energia, e Pedro Henrique Silva, especialista da mesma área, ambos do Instituto Livre Mercado, durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista ao jornalista Gabriel Chiappini, os especialistas analisaram os principais gargalos regulatórios e tributários que afetam os setores de óleo e gás e elétrico no Brasil. A conversa abordou a criação do imposto sobre exportação de petróleo bruto, que os especialistas classificaram como medida arrecadatória disfarçada de solução para a subvenção aos combustíveis, além do veto presidencial ao imposto seletivo sobre bens minerais exportados. Os executivos também discutiram a concentração do refino na Petrobras e a necessidade de abrir o mercado para novos agentes, a Lei Geral do Licenciamento Ambiental como ferramenta para destravar projetos estratégicos como a Margem Equatorial, e os impactos dos leilões de reserva de capacidade e armazenamento (baterias) sobre a conta de luz. Por fim, defenderam um marco regulatório para data centers como forma de aproveitar o excesso de geração renovável durante o dia e evitar apagões tecnológicos. ____________________

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Gás do Povo já cobre 100% dos municípios brasileiros, diz Sindigás | diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 19:35


O estúdio eixos recebeu Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás (sindicado das distribuidoras de GLP), durante o diálogos da transição no Energy Summit 2026, no Rio de Janeiro. Em entrevista à jornalista Gabriela Rude, o executivo fez um balanço do programa Gás do Povo e celebrou a capilaridade alcançada em poucos meses. Bandeira de Mello destacou que, desde o início da fase ampla do programa em março de 2026, 100% dos municípios brasileiros foram cobertos e 45% das revendas de GLP aderiram ao sistema — superando a capilaridade do Farmácia Popular em seu lançamento. Ele explicou que o voucher é pago diretamente ao revendedor pela Caixa Econômica Federal em até 48 horas, garantindo funcionalidade sem custo financeiro para os beneficiários. O presidente do Sindigás também criticou os leilões de GLP da Petrobras, que criam escassez artificial e distorcem os preços, defendendo a prática de preços de lista flutuantes para dar sinais claros ao mercado. Por fim, avaliou que o programa veio para ficar, independentemente de mudanças de governo, e que eventuais ajustes no valor do voucher são naturais. ____________________

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Minerais Críticos: o que esperar do marco regulatório? | Felipe Oppelt - diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 17:30


No estúdio eixos, gravado ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), o jornalista Gabriel Chiappini recebe Felipe Oppelt, diretor de relações públicas da Prospectiva, para um balanço aprofundado da agenda regulatória do setor energético brasileiro. A conversa passa pelo Gás do Povo — avaliado como uma das políticas de inclusão energética mais bem-sucedidas dos últimos anos —, pela trava regulatória do GLP (fracionamento e vasilhame), pela lentidão do governo federal em avançar em hidrogênio verde, eólicas offshore e combustíveis avançados, e pela corrida pelos minerais críticos antes que o Congresso entre em modo eleitoral. Oppelt também analisa o risco real de esvaziamento legislativo a partir de agosto e o que muda — ou não — a depender do resultado das eleições municipais de 2026. ____________________

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"Futuro é multienergético": Ultragaz aposta em biometano e BioGLP | Gustavo Gomes - diálogos da transição 2026

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Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 19:15


O estúdio eixos recebeu Gustavo Gomes, gerente de Regulação e Relações Institucionais da Ultragaz, durante o diálogos da transição, no Energy Summit 2026. Ao jornalista André Ramalho, o executivo detalhou a estratégia da companhia para se tornar uma empresa multienergética, mantendo o GLP como negócio central, mas expandindo para biometano, gás natural comprimido (GNC) e energia elétrica. Gomes destacou que a Ultragaz já é a maior distribuidora off-grid de biometano do Brasil, com cerca de um terço da capacidade autorizada pela ANP já contratada. Ele abordou os desafios regulatórios para o avanço do biometano em frota pesada, principalmente a falta de regulamentação específica para postos de abastecimento, e defendeu a necessidade de criar corredores verdes para viabilizar a transição do diesel. O executivo também falou sobre a preparação da empresa para o mercado de certificados CBIO e CGOB, além do lançamento bem-sucedido do BioGLP em parceria com a refinaria Riograndense. ____________________

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Curtailment, baterias e data centers: os desafios da rede | Diálogos da Transição

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Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 17:00


No estúdio eixos, ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), a jornalista Gabriela Ruddy, editora de mercados da agência eixos, recebe Glauco Freitas, presidente da Hitachi Energy no Brasil e responsável pela América Latina, para um diagnóstico preciso sobre os gargalos do sistema elétrico brasileiro. O Brasil tem energia renovável abundante e barata — mas não consegue entregá-la a quem precisa. Glauco explica por que a rede de transmissão carece de investimentos urgentes, por que o curtailment era previsível (e o que aprender com o Chile), e o que os leilões de baterias de dezembro de 2025 podem — e não podem — resolver. A conversa também passa pelo impacto da não aprovação do Redata nos investimentos em data centers, pelo papel do PENAST na organização da fila de conexão ao SIN, e pelo potencial do hidrogênio verde como parte da neoindustrialização do país. ___________________________________________________________________________________________________

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Solar Térmica: a energia que aquece água e desafoga a rede elétrica | diálogos da transição

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Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 13:48


No estúdio eixos, ao vivo durante a Energy Summit 2026 (Marina da Glória, Rio de Janeiro), o jornalista Gabriel Chiappini recebe Daniele Johann, diretora executiva da Abrasol (Associação Brasileira de Energia Solar Térmica), para uma conversa sobre uma das tecnologias mais maduras e menos conhecidas da matriz energética brasileira. A energia solar térmica existe no Brasil há mais de 50 anos — é três a quatro vezes mais eficiente que o fotovoltaico para aquecimento de água — e já é adotada por empresas como PepsiCo e Nestlé. Mesmo assim, responde por apenas 5% do mercado residencial. Daniele explica por que o chuveiro elétrico é um problema para o sistema elétrico, como a tecnologia alivia o horário de ponta, e o que falta em política pública para destravar o setor. A conversa também aborda o Pronasol, a Lei Solar São Paulo, projetos com cervejarias artesanais financiados pelo Procel, e o potencial de reduzir de 6 para 60 milhões de toneladas de CO₂ evitadas por ano se a indústria adotar a tecnologia em escala. ___________________________________________________________________________________________________

PURA CONNECTION

Neste episódio do Pura Connection, André Bintang recebe Rogério Minotouro, lenda das artes marciais brasileiras, ex-campeão e ícone do MMA e do Jiu-Jitsu, hoje mentor, empreendedor social e líder de projetos que levam jiu-jitsu a comunidades. Minotouro conta sua trajetória de vida desde os tatames do Della Riva e Brigadeiro até os grandes eventos internacionais (Pride, UFC), descreve os treinamentos da era de ouro do MMA e explica como disciplina, presença e propósito moldaram sua carreira e sua atuação como professor e empreendedor social.O que você vai ouvir neste episódio:- Memórias de treinos históricos: Della Riva, Brigadeiro, Carson Gracie, BTT .- Estratégia e preparação: como planejar lutas, adaptar jogo ao adversário, táticas de camp e a importância de treinar no tempo real da luta.- Mentalidade de campeão: presença, respiração, controle emocional e a crença de merecimento que transforma preparação em confiança verdadeira.- Saúde, longevidade e recuperação: ginástica natural, respiração, trabalho com fisioterapeutas e a importância do descanso inteligente para quem vive da performance corporal.- Transição para o pós-competição: empreendedorismo, branding, produtos, franquias e como levar os princípios do tatame para empresas e projetos sociais.- Impacto social e educação: projetos em escolas e comunidades, metodologia de ensino com foco em valores e por que jiu-jitsu pode transformar vidas e prevenir a violência.- Segurança no esporte: críticas e reflexões sobre golpes perigosos, o papel do árbitro e evolução das regras para proteger atletas.Rogério Minotouro não é só um veterano das lutas, é um pensador prático que conecta experiências de alta performance com liderança, educação e impacto social. Ele explica como treinos, escolhas e valores moldam vitórias dentro e fora do octógono. Se você treina, compete, ensina, lidera ou quer transformar sua rotina em alta performance, este episódio é um manual.

Jornal da USP
Sociedade em Foco #276: Cidade para as pessoas – a importância de políticas de transição

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 6:31


No episódio de hoje, José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, aprofunda o conceito de cidade para as pessoas