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Neste episódio do LowOpsCast, o papo é com Julia Furst Morgado, CNCF Ambassador, Community Manager OpenTelemetry, AWS Container Hero, Docker Captain, organizadora do KCD New York e palestrante internacional.Mas antes dos títulos e das comunidades globais, a conversa começa pela pessoa.A Julia tem uma trajetória diferente daquelas que parecem roteiro pronto de carreira em tecnologia. Ela começou no Direito no Brasil, estudou negócios na UC Berkeley, passou por marketing e, em 2022, entrou de vez na área tech. Um caminho nada linear, mas cheio de repertório, comunicação, estratégia e coragem para mudar de rota.Hoje, ela atua como Principal Developer Relations Engineer na Dash0, ajudando pessoas desenvolvedoras a adotarem OpenTelemetry e criarem fluxos práticos de observabilidade. Também participa ativamente da comunidade OpenTelemetry e de diversas iniciativas cloud native ao redor do mundo.Neste episódio, a gente conversa sobre:- Transição de carreira para tecnologia- Como transformar uma trajetória não linear em vantagem- Comunidade, pertencimento e construção de confiança- Developer Relations e o papel de educar, conectar e apoiar pessoas- OpenTelemetry e observabilidade na prática- Cloud Native, Kubernetes, Docker e AWS- Como é palestrar internacionalmente em diferentes idiomas- Organização de eventos como KCD New York, AWS Community Day NY e CNCF Meetup NYCTambém iremos falar sobre carreira internacional, open source, desafios de entrar em tecnologia vindo de outra área e a importância de não se excluir só porque o caminho parece diferente do “padrão”.Esse episódio é sobre tecnologia, sim.Mas também é sobre coragem, curiosidade, comunidade e sobre entender que não existe uma única forma certa de construir uma carreira em tech.Se você está em transição de carreira, trabalha com DevOps, SRE, Cloud Native, observabilidade, open source ou quer entender melhor o papel de comunidade na evolução profissional, esse episódio vai fazer muito sentido.Links compartilhados pela Julia:https://www.juliafmorgado.com/posts/the-complete-guide-to-ace-your-next-networking-coffee-chat/https://www.youtube.com/watch?v=HHAXlDu49rEhttps://github.com/juliafmorgado
A convidada do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (10) é a presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) e vice-presidente da GWEC (Global Wind Energy Council), Elbia Gannoum. À jornalista Lívia Veiga, ela falou sobre a posição estratégica do Brasil na corrida global pela transição energética, destacando que o país possui uma das matrizes elétricas mais limpas do mundo. Segundo Gannoum, o Brasil vive hoje um “bônus verde” que precisa ser transformado em vantagem competitiva real para atrair investimentos e impulsionar a economia.Gannoum explica que, embora o Brasil utilize fontes renováveis há décadas, a valorização global desses recursos ganhou força após o Acordo de Paris, em 2015. Com a Europa passando a exigir produtos de baixo carbono a partir de 2026, o Brasil tem uma oportunidade estratégica única. “O Brasil é o país mais renovável do mundo. Estamos num processo de construção para transformar a vantagem comparativa em vantagem competitiva”, afirmou a especialista durante a entrevista.Um dos pontos centrais da discussão foi o paradoxo da sobra de energia durante o dia. Com o avanço da geração solar em telhados, o sistema produz em excesso entre as 10h e 16h, o que muitas vezes força o desligamento de grandes usinas por segurança. Para corrigir esse desperdício, ela defende o uso de baterias para armazenar o excesso e a adoção de tarifas mais baratas que incentivem o consumo nesse horário.O impacto socioeconômico do setor também foi pauta, com foco no Nordeste, que concentra 95% da produção eólica do país. Gannoum apresentou números que comprovam o alto retorno desses investimentos para a sociedade. “A cada R$ 1 que você investe em energia renovável, você devolve R$ 3 para a economia brasileira”. Esse fluxo financeiro foi fundamental para que o PIB (Produto Interno Bruto) da região crescesse 21% nos últimos 15 anos e o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) local saltasse 20% nas áreas que abrigam os parques eólicos.Apesar do otimismo, há um alerta sobre a perda de liderança para países como a China, que hoje domina o mercado global de transição energética. Elbia aponta que o Brasil está relativamente atrasado na regulamentação de leis cruciais, como as de eólicas offshore e hidrogênio verde, o que gera insegurança jurídica. Ela também criticou o descompasso entre o Executivo e o Legislativo, que por vezes aprova leis que contrariam o planejamento técnico e encarecem o sistema.Para o futuro, a aposta do setor reside na descarbonização da indústria e na atração de centros de dados de alta tecnologia. Gannoum reforça que a energia deve ser vista como uma alavanca de industrialização e crescimento do PIB. “O Brasil tem todas as condições para ocupar esse espaço... ele não precisa mais discutir o que tem que ser feito, ele precisa fazer”, concluiu, enfatizando a “urgência do presente” para que o país não perca a janela de oportunidade global.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal realiza no dia 26 de junho, em São Ludgero, uma audiência pública para discutir os impactos de projetos de lei e normas regulatórias que afetam a indústria de plásticos descartáveis no Brasil. O encontro, solicitado pelo senador Esperidião Amin, levará o debate para o Sul Catarinense, região que abriga o Polo Nacional do Plástico Descartável. Entre os temas em pauta estão propostas que restringem produtos descartáveis e materiais multicamadas, além da busca por uma transição equilibrada para a economia circular. A programação também prevê a apresentação do projeto Defesa Circular, que terá um projeto-piloto em Orleans e pretende fortalecer a reciclagem de plásticos por meio de educação ambiental e sistemas de rastreabilidade. O evento integra a mobilização “Transição Justa dos Plásticos para a Economia Circular” e contará com a participação de representantes da indústria, universidades, entidades ambientais, trabalhadores e cooperativas de catadores. Além da audiência pública, aberta ao público a partir das 15h, haverá um Fórum de Debates das 13h às 15h, na sede social da CEGERO. O diretor executivo do SINPLASC (Sindicato das Indústrias Plásticas do Sul Catarinense), Elias Caetano, participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias desta segunda-feira (8), onde destacou a importância do encontro e convidou a comunidade e os setores envolvidos a participarem das discussões.
O Domingão do Carlão reúne Arnaldo Jardim, Deputado Federal; Evandro Gussi, Presidente da UNICA; Plinio Nastari, Presidente e CEO da Datagro Consultoria; Geoff Cooper, Presidente e CEO da Renewable Fuels Association; Marussa Boldrin, Deputada Federal; e Guilherme Nastari, Diretor da Datagro. A conversa passa pelo protagonismo do Brasil na transição energética, pelo avanço da mistura de etanol na gasolina, pela segurança alimentar e energética e pelas novas oportunidades dos biocombustíveis no transporte marítimo e na aviação sustentável. Também entram em pauta a COP 31, o Agrizone e a importância de manter o etanol competitivo para o consumidor. Um debate direto sobre como o Brasil pode ampliar sua liderança em energia renovável.
Com o torneio de Roland-Garros chegando ao fim, o desempenho do carioca João Fonseca, que alcançou as quartas de final, trouxe entusiasmo aos torcedores brasileiros. Mas não foi apenas no circuito profissional que o país chamou atenção em Paris. A participação consistente das novas gerações, nas categorias juvenis, indica um cenário promissor para o tênis nacional nos próximos anos. Maria Paula Carvalho, de Roland-Garros A avaliação é compartilhada por um nome experiente do circuito. O duplista Marcelo Demoliner, que chegou às quartas de final nesta edição do torneio, vê um momento especialmente positivo para o tênis no Brasil. “Eu acho que o tênis brasileiro está vivendo um momento maravilhoso, tanto no profissional, como isso também faz com que a nova geração acredite mais nela, vendo que os profissionais estão chegando”, disse em entrevista à RFI. "O contato que temos com eles é importante para passar experiência e confiança de que eles também podem chegar. A gente vai ter aí uns dez anos de um bom ciclo no tênis brasileiro”, aposta. Nas arquibancadas, o entusiasmo também é evidente. A torcedora Gabriela Costa destacou o nível apresentado pelos jovens atletas. “É muito impressionante. O nível dos juniores já é impressionante de ver. A próxima geração está vindo forte, inspirada pelo João”, disse. Os resultados confirmam essa impressão. Jovens tenistas brasileiros acumulam vitórias importantes em simples e duplas, evidenciando a força da base e a renovação do esporte. Entre os destaques, o goiano Luis Guto Miguel, de 17 anos e número 4 do mundo no ranking juvenil, alcançou a semifinal, ao vencer, na quinta-feira (4), o austríaco Thilo Behrmann por dois sets a um, com parciais de 6/4, 1/6 e 6/3. Já Leonardo Storck França avançou após derrotar o americano Jack Kennedy com um tie break nas quartas de final por 6/3 e 7/6 (7-1). O percurso até esse nível é resultado de anos de trabalho. Eduardo Frick, CEO da Rio Tennis Academy, onde Leonardo treina, detalha essa trajetória. “O Leonardo está conosco desde os 13 anos. Ele chegou de Cuiabá e mora na academia. É um trabalho de quase três anos e meio. Ele conquistou a vaga ao vencer o Roland-Garros Junior Series, um projeto de parceria entre a Federação Francesa de Tênis e a Federação Sul-Americana”, explica. Frick também destaca características técnicas do atleta: “Ele tem um diferencial que eu gosto muito, que é a esquerda com uma mão. Hoje em dia isso é raro. Mas ele precisa transformar isso em vantagem. É um menino com um jogo bonito, com muita garra e evolução mental.” Victoria Barros, um talento em ascensão Outro nome que chamou atenção foi o da jovem Victoria Luiza Barros. A brasileira se classificou para a semifinal nesta quinta-feira, após uma virada sobre a sul-coreana Ha Num Lee, com parciais de 2/6, 6/1 e 6/4 — resultado superior ao desempenho de 2025, quando parou na terceira rodada. A tenista destaca a importância da consistência no processo. “Eu sou muito focada no dia a dia, em cada momento na quadra, em cada bola. Venho de bons jogos e de um bom processo. Claro que trabalho para chegar ao profissional, mas é passo a passo. Fico feliz com o reconhecimento, confio em mim, mas preciso seguir no meu ritmo”, disse à RFI. Essa confiança, sobretudo o talento, chamou a atenção de quem acompanha de perto o tênis feminino latino-americano. Após a carreira como jogadora, Claudia Van der Weck consolidou-se como treinadora internacional, atuando especialmente na formação de atletas e no circuito juvenil. Depois de trabalhar com nomes de destaque do tênis brasileiro, como a gaúcha Miriam D'Agostini, ela afirmou à RFI que viu algo diferente na jovem Vitória. “Eu fiquei em estado de choque. Assisti ao jogo e não podia acreditar no que estava vendo. Porque eu conheço três ou quatro gerações de brasileiras, incluindo a Maria Esther Bueno, mas nunca vi um talento como Victoria Barros. Além de ter todos os golpes, ela tem uma direita muito forte, talvez como a Sabalenka, quando ela acelera e imprime muita potência”, afirma. "Eu vi isso na Barros e fiquei em choque. Depois vi o saque e fiquei apaixonada, pois é tecnicamente perfeito. Vi algo que não via há muito tempo: ela desfruta do jogo. Eu vi uma quantidade de coisas que, em 15 anos, eu não via em uma juvenil no mundo. Ela é um diamante”, compara. Mesmo aqueles que não avançaram no torneio mantêm a ambição. O brasiliense Pedro Chabalgoity, 18 anos, sonha com o futuro. “Quero voltar aqui. Tenho o sonho de ganhar esse torneio, mas é pensar no passo a passo. Pensar muito no futuro traz ansiedade”, diz. O contato direto com o circuito profissional também tem impacto importante na formação dos jovens. Nauhany Vitória Leme da Silva, a Naná, 16 anos, destacou a inspiração ao conviver com atletas de elite. “Fico muito feliz de estar aqui com os profissionais. Ontem a Bia Haddad Maia estava assistindo ao meu jogo. É uma referência. Ver como elas treinam, como se comportam, isso é muito importante”, afirma. Transição promissora A edição de 2026 de Roland-Garros já entrou para a história do tênis brasileiro. Até o momento, é o Grand Slam com maior número de vitórias do país: 35 ao todo, superando as 26 registradas no US Open de 2014. O desempenho coletivo reforça a percepção de que o Brasil atravessa uma fase de transição promissora, com uma nova geração capaz de sustentar resultados no médio prazo e ampliar a presença do país no cenário internacional.
O verão ainda nem chegou no hemisfério norte e diversos países europeus acabaram de suportar uma semana de temperaturas escaldantes, algo inédito para o período do ano. Com o aumento da intensidade e da frequência das ondas de calor, potências como França, Reino Unido e Países Baixos, acostumadas a lidar com o frio na maior parte do ano, encaram o desafio de ter de se preparar para conviver com as altas temperaturas. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto econômico desses períodos antes raros, mas agora repetidos devido às mudanças climáticas, é brutal. Um levantamento recém-divulgado pela seguradora Allianz Trade estimou que o prejuízo acumulado no PIB de 2026 a 2030 pode chegar a 7% nos países mais expostos, como a França, onde o custo das ondas de calor poderá atingir US$ 240 bilhões no período. O forte calor afeta as condições de uso dos transportes, indústrias, instituições, escolas e empresas, mal preparados para os dias de altas temperaturas. Ao ar livre, a agricultura, a construção civil e a logística estão na linha de frente. O impacto na produtividade é direto e já pode ser mensurado. A partir de 30°C, a produção horária de um trabalhador diminui em média 3% a cada grau adicional, e é ainda maior quando os termômetros ultrapassam 35°C. Em paralelo, aumentam significativamente os gastos de saúde e seguridade social, em especial das pessoas mais vulneráveis, como idosos e pessoas em situação precária, salienta Mireille Chiroleu, professora de Economia do Meio Ambiente na Universidade Panthéon-Sorbonne. “As perdas de produção não são os únicos impactos: os na saúde são muito significativos. Estudos mostram que os custos decorrentes das ondas de calor na França entre 2015 e 2020 variaram entre € 22 bilhões e € 37 bilhões”, afirma ela, que também é diretora de pesquisas da Paris School os Economics. “É um valor altíssimo e muito maior do que o de perdas diretas de produção.” Risco de choque macroeconômico Em 2025, um estudo da universidade alemã de Mannheim em conjunto com o Banco Central Europeu trouxe um alerta grave: as ondas anormais de calor têm o potencial de causar um choque macroeconômico nos países do bloco. Somadas às secas e inundações, os fenômenos climáticos poderão custar € 126 bilhões à economia europeia até 2029. Os países mais expostos são Espanha, Itália e França. Em Paris, uma coletiva de imprensa da ministra da Transição Ecológica, Monique Barbut, sobre o tema na última semana foi sintomática: com os termômetros marcando 36°C à sombra, ela recebeu os jornalistas em uma sala “fervendo”, relatou Le Monde, com ventiladores circulando ar quente para os participantes molhados de suor. O Alto Conselho para o Clima, que orienta o governo francês para as medidas de enfrentamento da crise climática, adverte que o país deve se preparar para um cenário de alta de 4°C na média das temperaturas até o fim deste século. 19% de prédios adaptados na Europa Mudanças estruturais devem ser implementadas, observou a Allianz Trade em seu relatório: com “uma população envelhecida, um parque imobiliário pensado para reter o calor e infraestruturas de resfriamento do ar subdesenvolvidas”, a Europa tem uma média de apenas 19% dos prédios adaptados para enfrentar o calor. “As possibilidades estão em constante evolução e vêm apresentando avanços significativos. Recomenda-se a implementação de soluções para controlar a demanda energética ao mesmo tempo em que se combate as mudanças climáticas”, ressalta Chiroleu. “O ar-condicionado pode criar ilhas de calor na área externa a que é climatizada, e assim agravar as desigualdades, principalmente nos centros urbanos. Ele deve ser apenas um elemento da política de adaptação, afinal existe toda uma hierarquia de intervenções, como isolamento térmico de edifícios, arborização, etc.” Este ano, a Espanha instaurou uma licença climática de até quatro dias por ano em caso de eventos climáticos extremos, como enchentes, que impossibilitem o trabalho presencial. Na vizinha França, os ecologistas defendem a ideia e sugerem incluir as ondas de calor como uma razão de afastamento do trabalho, às custas dos cofres públicos. Faltam recursos para a adaptação até nos países ricos Organizações ambientalistas salientam que, antes disso, os países precisariam cumprir os seus planos de adaptação, ampliando as proteções contra o sol nas empresas e residências. A agência francesa de Meio Ambiente e Energia (Ademe) aponta que a instalação de janelas e venezianas adequadas pode diminuir de 20% a 60% a necessidade de ar-condicionado no interior dos prédios. Na prática, entretanto, a maioria dos países está atrasada na aplicação das medidas, principalmente por não disponibilizarem os recursos necessários. “As restrições orçamentárias particularmente fortes da França significam que os fundos destinados a essa adaptação, o Fundo Verde para o Clima, foram drasticamente reduzidos”, aponta. Em 2024, foram alocados € 2,5 bilhões para o mecanismo, que inclui os gastos para adaptação. No ano seguinte, o valor caiu para € 1,1 bilhão em 2025. “Isso é realmente muito pouco. Acho que outros países europeus estão enfrentando as mesmas deficiências de planejamento”, constata a professora francesa.
Você sente que seu papel como desenvolvedor está mudando mais rápido do que consegue acompanhar? Neste episódio, nossos hosts exploram como o fim do código 100% manual está transformando desenvolvedores de "escritores de código" em orquestradores de IA, baseando-se no relatório "2026 Agentic Coding Trends Report" da Anthropic. Eles revelam como profissionais estão navegando na mudança de sprints mensais para ciclos de horas e qual o novo foco da atenção humana no desenvolvimento moderno. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Código manual;Papel desenvolvedor;Harness engineering;Sprints aceleradas;Onboarding rápido;Atenção humana.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #desenvolvimentodesoftware #carreiradev
Neste episódio emocionante e profundamente estratégico do GrowthCast, Thiago Reis recebe Jurandir Conceição, mais conhecido como Jura BJJ. Campeão mundial, Pan-Americano e faixa preta há 14 anos , Jura é o fundador da Templo Jitsu Culture, uma rede com mais de 34 unidades espalhadas pelo mundo e mais de 18.000 alunos. Ele abre o coração sobre como transformou a dor profunda de perder o pai para o suicídio em uma missão de vida. Muito além do esporte, Jura BJJ defende uma filosofia que deveria estar estampada na parede de toda empresa: o básico que funciona. Descubra como ele usa o tatame como a maior ferramenta de desenvolvimento humano para forjar líderes e empresários de alta performance , provando que um verdadeiro campeão não é o que ostenta medalhas, mas o que mantém a base sólida fora das competições. O que você vai aprender neste vídeo:O Básico que Vence: Como focar nos fundamentos destrói a complexidade no jiu-jitsu e na gestão empresarial. A Transição do Caos para a Escala: O case de como ele transformou suas aulas presenciais em um ecossistema digital altamente escalável durante a pandemia. Mentalidade e Controle: Técnicas de ancoragem e respiração para lidar com a pressão extrema do dia a dia nos negócios. Formação de Líderes: Por que a verdadeira missão de um mentor é estruturar a base e desenvolver pessoas antes de focar no topo. Comprometimento com Renúncia: O preço que todo empresário e atleta precisa pagar para alcançar o extraordinário.
Neste episódio emocionante e profundamente estratégico do GrowthCast, Thiago Reis recebe Jurandir Conceição, mais conhecido como Jura BJJ. Campeão mundial, Pan-Americano e faixa preta há 14 anos , Jura é o fundador da Templo Jitsu Culture, uma rede com mais de 34 unidades espalhadas pelo mundo e mais de 18.000 alunos. Ele abre o coração sobre como transformou a dor profunda de perder o pai para o suicídio em uma missão de vida. Muito além do esporte, Jura BJJ defende uma filosofia que deveria estar estampada na parede de toda empresa: o básico que funciona. Descubra como ele usa o tatame como a maior ferramenta de desenvolvimento humano para forjar líderes e empresários de alta performance , provando que um verdadeiro campeão não é o que ostenta medalhas, mas o que mantém a base sólida fora das competições. O que você vai aprender neste vídeo:O Básico que Vence: Como focar nos fundamentos destrói a complexidade no jiu-jitsu e na gestão empresarial. A Transição do Caos para a Escala: O case de como ele transformou suas aulas presenciais em um ecossistema digital altamente escalável durante a pandemia. Mentalidade e Controle: Técnicas de ancoragem e respiração para lidar com a pressão extrema do dia a dia nos negócios. Formação de Líderes: Por que a verdadeira missão de um mentor é estruturar a base e desenvolver pessoas antes de focar no topo. Comprometimento com Renúncia: O preço que todo empresário e atleta precisa pagar para alcançar o extraordinário.
O Governo anunciou esta semana um conjunto de medidas para acelerar os projetos de energias renováveis em Portugal. Entre elas estão novas regras para o licenciamento, um reforço da rede elétrica e um leilão para baterias. Mas porque é que estas mudanças são consideradas necessárias neste momento? A análise deste tema foi feita pela jornalista da secção de Economia do Expresso Bárbara SilvaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: CNJ aprova contracheque único para controlar penduricalhos em salários do Judiciário. Empresários querem que presidente do Senado deixe votação do fim da escala 6 por 1 para depois das eleições. Flávio Bolsonaro é recebido por Donald Trump na Casa Branca.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Mais de 5,4 milhões de famílias deixam o Bolsa Família desde 2023. Júri do caso Henry Borel é retomado com 27 testemunhas no RJ. Anvisa aprova novo medicamento para pacientes com Parkinson avançado. Professores da USP aderem à greve iniciada por alunos há quase 45 dias.
No episódio de hoje do C.A.O.S. Fotográfico, eu comento uma semana especialmente simbólica para quem vive da imagem.A maior mudança da busca do Google em 25 anos começa a alterar a forma como profissionais, marcas, conteúdos e sites serão encontrados. A busca com IA deixa de ser apenas uma novidade técnica e passa a afetar diretamente o SEO, a visibilidade e a forma como fotógrafos precisam construir autoridade fora das redes sociais.Também falo sobre o avanço da inteligência artificial dentro dos dispositivos, com exemplos da Honor, Sony, Google e novas ferramentas de vídeo e imagem. O ponto não é apenas acompanhar tecnologia por curiosidade. É entender como essas mudanças mexem com percepção de valor, conteúdo, negócio e comportamento do cliente.O episódio também passa por temas como mercado newborn, novos talentos, blogs como hub de autoridade, comunidades, mentorias, impressão fotográfica, Sebastião Salgado, Araquim Alcântara, exposições no Brasil, câmeras brinquedo, álbuns de figurinhas, smartphones em produções profissionais e o que tudo isso revela sobre a fotografia em 2026.A fotografia está mudando em várias frentes ao mesmo tempo. O C.A.O.S. Fotográfico existe justamente para organizar esses sinais e transformar ruído em leitura estratégica.A pergunta deste episódio é simples: o que muda quando o Google responde antes do clique, a IA entra nas câmeras e o cliente passa a descobrir profissionais de outro jeito?O C.A.O.S. Fotográfico de hoje organiza alguns sinais importantes para fotógrafos profissionais: busca com IA, SEO, mercado newborn, impressão, legado, smartphones, novos formatos de conteúdo e a necessidade de rever estratégias que funcionaram no passado.Grande parte do que comento aqui fica aberta no blog e nas redes. A leitura mais aprofundada, com análise de mercado, IA, negócios e decisões práticas para fotógrafos, continua dentro da comunidade Fotograf.IA + C.E.Foto.Este conteúdo faz parte da leitura contínua de mercado feita por Leo Saldanha para fotógrafos profissionais, empreendedores da imagem e marcas ligadas ao setor fotográfico. Baseado no briefing enviado sobre o episódio e seus temas centrais.Link para saber mais sobre o Mapa R.U.M.O. atenção para a virada de preços: https://www.enfbyleosaldanha.com/post/mapa-rumo-com-aura-valor-atualContinuidade é na iniciativa Fotograf.IA+C.E.Foto - https://www.enfbyleosaldanha.com/comunidade-fotograf-iaSe você vive da fotografia, este não é mais um vídeo de tendência. É uma leitura de cenário.→ Toda segunda, às 21h, tem análise ao vivo→ Conteúdos completos no blog, Spotify e comunidadeSaia da ilha. Entenda o jogo.Mapa R.U.M.O.https://www.enfbyleosaldanha.com/mapa-rumo-2026O C.A.O.S. Fotográfico é uma série de encontros semanais onde analisamos os movimentos do mercado da imagem, tecnologia e criatividade.Se você trabalha com fotografia, audiovisual ou criação de conteúdo, este episódio oferece uma leitura estratégica do momento atual da profissão.
A Câmara dos Deputados deve receber nesta segunda-feira (25) o relatório da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho e abre caminho para o fim da escala 6x1.O principal impasse envolve o prazo de adaptação das empresas ao novo modelo. O governo defende redução mais rápida da carga horária.A proposta prevê diminuir o limite constitucional de 44 para 40 horas semanais, com transição gradual entre 2026 e os anos seguintes.Para ser aprovada, a PEC precisará do apoio de pelo menos 308 deputados em dois turnos de votação.
Transição de carreira é um dos momentos mais desafiadores na vida de quem trabalha com tecnologia. Sair de uma atuação profundamente técnica para um papel mais estratégico, próximo do negócio e do cliente, exige muito mais do que conhecimento técnico. Exige mudança de mentalidade. Neste programa, conversamos com a Amanda Portela, que construiu a carreira como DBRE e, após longos anos na área técnica, fez a transição para Technical Account Manager.
Inscreva-se no - @Canaldedemelo DEVOCIONAL PROFÉTICO PARA EMPREENDEDORES:https://empreendendonoreino.com/devocionalprofetico/Neste episódio do Empreendendo no Reino, Dedé Melo recebe Renato Brandão, executivo com mais de 35 anos de carreira e pastor na Além do Véu. Descubra como a mentalidade de dono (intraempreendedorismo) e o temor de Deus podem transformar sua trajetória profissional, seja você CLT ou empresário.Renato compartilha sua transição de um "executivo duríssimo" para um líder forjado pelo Espírito Santo, revelando como o livro "Ungido para os Negócios" mudou sua perspectiva sobre o trabalho como um ministério. Falamos também sobre o impacto do Ministério Social e como o projeto Bridge Experience está conectando empreendedores com propósito.
A formação para iniciares nos investimentos em criptomoedas por um valor de um jantar fora. 10 horas de formação - 1 live para dúvidas. Do zero ao 100 em criptomoedas, descobre o curriculum aqui. https://schoolofself.pt/courses/cripto-start/ BYBIT: Escolha nº1 do momento = Exchange + Cartão Cashback https://partner.bybit.eu/b/AVPBYBIT CODIGO: AVPBYBIT Todo o processo: 1 - Se não tens conta no Bybit, cria com o meu link, pede o cartão Bybit e carrega com 100 EUR a tua conta. E usa os 100 eur no primeiro mês com as compras através do teu cartão. Vais ganhar 10 Eur diretos. (além dos 2% cash back e 10% do primeiro mês, ainda ganhas 10 eur que são outros 10% 00:00 O Despertar Geopolítico da Europa 01:06 Iniciativa de Literacia Financeira 02:36 Lançamento do Curso Crypto Start 06:54 A Dependência Europeia da Visa e Mastercard 08:37 A Alternativa Europeia: O Sistema Wero 10:17 Interoperabilidade: MB Way e Outras Redes Unidas 12:09 Desafios Globais e Reação das Redes Americanas 16:29 A Cloud Soberana e o Domínio Americano 17:14 Riscos Geopolíticos e o Pacote "Texas" 19:56 Transição e Migrações para Infraestruturas Europeias 21:20 O Atraso da Europa na Inteligência Artificial 24:26 Geopolítica e o Fim da Era de Confiança nos EUA 27:15 A Corrida ao Armamento e Gastos com Defesa 29:46 Identidade Digital, CBDCs e Soberania Individual 33:14 Antevisão do Próximo Episódio sobre IA 34:46 Momento Bybit, Regulamento MiCA e Apoio ao Canal Se queres assinar a minha newsletter 7 passos para investir - este é o link: https://marketing.egoi.page/4e9e7ZKZ/signup?= JUNTA-TE À NOSSA COMUNIDADE DISCORD:
Originalmente exibido em 05.08.2024. Ligado em Saúde desta edição fala sobre o processo de transição de gênero no Sistema Único de Saúde (SUS). Como é? Quem pode fazer? Quais são os passos? Essas e outras questões estão na pauta do programa. Para saber mais sobre o assunto, a apresentadora Juliana Duarte conversa com a médica endocrinologista do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Carolina Cunha. // SONORAS DENISE THAINÁH SANTOS FRANÇA SECRETÁRIA EXECUTIVA CONSELHO ESTADUAL LGBTQIA+//// FRANCISCO DA SILVA PINTO DO ESPIRITO SANTO COODENADOR REGIONAL DO IBRAT RJ // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO JULIANA DUARTE//PRODUÇÃO REPORTAGEM E ROTEIRO EDUARDO COSTA// EDIÇÃO FELIPE DAVID RODRIGUES E PABLO FRENCH//DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES//CINEGRAFISTAS ALEXANDRE PRADO, SEBLEN MANTOVANI E TOTA PAIVA//DIRETOR DE IMAGENS RENATO SALES//OPERADOR DE VÍDEO S S SANTOS//OPEROR DE VT ANTONIO CARLOS NASCIMENTO//OPERADOR DE TELEPROMPTER RODRIGO COSTA//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ//ASS. DE PROGRAMAÇÃO GABRIEL RIOS//GERENCIA DE MÍDIAS IANE FILGUEIRAS//GERENCIA DE ARTE E FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES// //DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIRETORA ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE//COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO DÉBORA GARCIA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUSA//DIRETOR DE PRODUÇÃO RAPHAEL UCHOA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
Sua arquitetura está preparada para os desafios de segurança atuais? Neste Snippet, recebemos Karine Tavares, Desenvolvedora DevOps na dti digital. Ela explica como o Microsoft Entra ID resolve os desafios de autenticação em arquiteturas distribuídas. Além disso, revela por que o modelo tradicional de "confiança na rede" não funciona mais e apresenta estratégias práticas para implementar controle centralizado de identidade, desde Service Principals até o conceito de Zero Trust. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Transição do Azure para Entra;Segurança tradicional obsoleta;Autenticação em APIs;Controle centralizado identidade;Service Principals;Managed Identity;Acesso multi-cloud.Ficou curioso? Então, dê o play!Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
FRANCO, Divaldo Pereira. Transição Planetária, pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda (Salvador-Bahia), Livraria Espírita Alvorada Editora, 2ª Edição, 2010. TOMCZYK, Vladimir. Inteligência Espiritual. Revista O Consolador Ano 18 - N° 899 - 24 de Novembro de 2024. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Vladimir Tomczyk
Neste episódio, os convidados discutem as nuances e os desafios da mudança de categoria no triathlon. @rafaturtera, que fez o caminho de profissional para amador (e hoje atua como técnico), e @pedalaedu, que está realizando o movimento inverso ao migrar para a categoria Profissional, compartilham suas visões sobre rotina de treinos, mentalidade e as expectativas para essa nova fase na carreira de ambos.Parceiro do Café com Tri pra esse episódio: @seekdopa hosts: @sergiomagalhaes1 @betonitrini @wagner__41 @erikamagrisse produção: @stemmasports pauta & conteúdo: @cafecomtriathlon edição : @acqua_xtreme gravação: @studiostemma capa: @pedroc.jr #cafecomtri #stemma #triathlon #triatleta
Neste vídeo, exploramos a fundo as responsabilidades e os limites do cargo de presidente na estrutura da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Diferentemente do modelo corporativo, o presidente adventista não atua como um CEO solitário, mas sim como um facilitador de comissões e um "primeiro entre iguais". O que você vai aprender: 1. A Distinção Crucial: Por que o presidente preside processos, mas não decide sozinho. 2. O "Ancião Chefe": A responsabilidade pastoral e o bem-estar espiritual das igrejas no território. 3. Administração Compartilhada: Como funciona o trio administrativo (Presidente, Secretário e Tesoureiro). 4. Sinais de Alerta: Como identificar quando a liderança saudável se torna dominação autoritária. 5. Liderança Forte vs. Dominação: Dicas práticas para liderar com humildade e eficiência. Este estudo é essencial para pastores, líderes de igreja e membros que desejam entender como as decisões são tomadas e como a governança bíblica protege a missão da igreja contra o acúmulo de poder. VINTE PERGUNTAS PARA REFLEXÃO Sobre Estilo de Liderança 1. Você (ou o presidente que você conhece) atua mais como CEO ou como presidente de comissão? Quais comportamentos específicos indicam uma ou outra coisa? 2. Nas reuniões que você preside, quanto do tempo de fala é ocupado por você? Você fala primeiro ou por último nas discussões importantes? 3. Quando foi a última vez que a comissão decidiu diferente do que você queria? Como você reagiu — interna e externamente? 4. Há espaço real para discordância nas reuniões que você preside? Quando foi a última vez que alguém discordou abertamente de você? 5. Você incentiva ativamente a discordância ou apenas a tolera quando surge? Sobre Relacionamentos 6. Como é a qualidade da relação entre presidente, secretário e tesoureiro em sua organização? É parceria genuína ou hierarquia disfarçada? 7. Quem são seus "truth-tellers" — pessoas que lhe dirão verdades difíceis mesmo quando dói? Você os cultiva ou os evita? 8. Seus pastores confiam em você o suficiente para trazer más notícias? Ou filtram para proteger você — ou a si mesmos? 9. Você tem relacionamentos significativos fora do círculo profissional? Ou todos os seus relacionamentos são mediados pelo cargo? Sobre Processos 10. Seus membros de comissão recebem informação com antecedência suficiente para estudar? Ou são frequentemente surpreendidos na reunião? 11. As atas de suas reuniões refletem o que realmente aconteceu? Ou são editadas para parecer melhor? 12. Como você lida com os limites do seu cargo? Você os aceita como design saudável ou os ressente como obstáculos? Sobre Legado e Transição 13. Você está desenvolvendo sucessores ativamente? Ou concentrando conhecimento e relacionamentos em si mesmo? 14. Se você deixasse o cargo amanhã, a organização estaria preparada para funcionar? Ou entraria em crise por depender demais de você? 15. Quando você imagina seu legado, o que vê? Realização pessoal e reconhecimento? Ou organização fortalecida que florescerá após sua saída? Sobre Vida Pessoal 16. Como está sua vida espiritual pessoal — não a profissional, mas a íntima com Deus? Você tem tempo protegido para oração, estudo, reflexão? 17. Como está sua família? Seu cônjuge se sente parceiro e prioridade? Seus filhos conhecem você profundamente ou apenas seu cargo? 18. Você consegue dizer não a demandas que não são prioritárias? Ou diz sim a tudo e se sobrecarrega cronicamente? 19. Você tem hobbies, interesses, relacionamentos que não têm nada a ver com seu trabalho? Ou o cargo consumiu tudo? A Pergunta Final 20. Se Jesus fosse avaliar como você exerce presidência — não sua teologia, mas sua prática concreta de liderança — o que Ele diria? Onde você O estaria honrando? Onde precisaria mudar? Links Instagram http://instagram.com/alexpalmeira7 Podcast Catalisadores http://open.spotify.com/show/6zJyD0vW8MnyRKPYZtk3B5?si=065e95b72bca4b13 X http://x.com/alexpalmeira9 Facebook http://facebook.com/profile.php?id=100069360678042
O professor sênior do Instituto de Estudos Avançados e pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP, Ricardo Abramovay, conversa com Marco Antonio Soalheiro, no Mundo Político, sobre o livro organizado por ele "Caminhos para a Transição do Sistema Agroalimentar - Desafios para o Brasil'', em lançamento pela editora Senac. A obra analisa como o modelo agrícola atual gera crises climáticas, ambientais e sanitárias. E propõe inovações práticas para uma transição sustentável e justa. O professor fala que o Brasil como protagonista da produção agroalimentar na cena global usa um modelo do século XX de agricultura pouco diversificada, que está se esgotando. Ele cita países como China e França, compradores da produção brasileira, que estão partindo para outro caminho de produção agroalimentar em busca de soberania. E o professor defende que o Brasil terá que gradativamente abrir mão da monotonia agrícola e evoluir para agricultura regenerativa.
Lucas Papais - Diretor de Atendimento ao Cidadão do DetranSP - CNH Digital
Produtos florestais representam cerca de 9% do total das exportações portuguesas; fogo nas matas e volatilidade dos mercados representam as duas principais vulnerabilidades do setor.
NESTA EDIÇÃO. Agência reguladora sinaliza adoção de método que promete reduzir a receita das transportadoras de gás. Petróleo volta à casa dos US$110, com paralisação das negociações EUA-Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. Aneel diz que encargos que oneram tarifa de energia elétrica cresceram 300% em 15 anos. Plano Nacional de Transição Energética entra em consulta pública. ***Locução gerada por IA
Convidado: Jonathan Colombo, engenheiro e professor do MBA em ESG de Mudanças Climáticas e Transição Energética da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Um negócio de quase US$ 3 bilhões colocou o Brasil no centro das atenções em um mercado no qual o país detém a segunda maior reserva do mundo: as terras raras. São 17 minerais estratégicos, usados na fabricação de produtos que vão de carros elétricos a sistemas militares, e que hoje estão no centro de uma disputa geopolítica global, impulsionada pela corrida tecnológica e pela transição energética. Nesse contexto, uma mineradora em Goiás, controlada por fundos privados e internacionais, foi vendida para uma empresa americana. O movimento reacendeu preocupações no governo brasileiro sobre soberania e controle de recursos estratégicos. Enquanto os negócios avançam, a regulamentação das terras raras ainda anda lentamente no Congresso e deve ser analisada em maio; ao mesmo tempo, o tema também está no STF, que avalia uma ação que questiona se a exploração da mina em Minaçu, no norte de Goiás, fere a Constituição. Neste episódio, Natuza Nery conversa com o engenheiro Jonathan Colombo, professor de transição energética da FGV, sobre os desafios para evitar danos ambientais e a perda de soberania na exploração de terras raras no Brasil.
Nesse episódio:Pq os advogados mudam tanto de carreira;Levando o direito para outros espaços;Gerenciamento de talentos múltiplos;Transição de carreira para a comunicação;Se reapaixonando pelo direito;Definição de sucesso;Aceitando nossas múltiplas paixões;Lidando com hates;Os desafios da mulher no mercado de trabalho;Razão vs. Emoção;Visão do cancelamento;Debate sobre publicidade e credibilidade;Autovalorização e retorno financeiro;Planos para o futuro.Hoje Thais entrevista a advogada, apresentadora e influenciadora Gabriela Prioli, que trocou as salas de aula e os tribunais pelas plataformas digitais e hoje já ensinou mais de 60 mil alunos, além de constantemente dissertar aos seus 4 milhões de seguidores temas que envolvem direito, política, maternidade, entre outros. Icone fashion, apresentadora de TV, e uma simpatia em pessoa.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?LIVRO DA THAISDoce jornada - https://amzn.to/46MhIxpToda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/thaisroque/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Instagram DCNC: https://www.instagram.com/decaronanacarreira/TikTok: https://www.tiktok.com/@decaronanacarreiraYouTube: https://www.youtube.com/@Decaronanacarreira?sub_confirmation=1NewsletterAssine a nossa news! http://eepurl.com/hSpO4DThaís vesteLook- https://www.instagram.com/reinaldolourenco/Brincos - https://www.instagram.com/chanelofficial/Sapato - https://www.instagram.com/schutzoficial/Styling: André Puertas - https://www.instagram.com/andrepuertas/Beleza: Cris Dallé - https://www.instagram.com/crisdalle/Links da Gabriela:Instagram - https://www.instagram.com/gabrielaprioli/YouTube - https://www.youtube.com/@gabrielaprioliTwitter - https://twitter.com/GabrielaPrioliLivro - Política é para todos - https://amzn.to/40MOrQLLivro – Ideologias - https://amzn.to/3G48zo1Mala de viagem:A paixão segundo GH - https://amzn.to/40Ex709Mais uma aprendizagem ou Livro dos prazeres - https://amzn.to/3MLBLnzEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Alvaro LemeSupervisão: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
A disparada dos preços dos combustíveis devido à guerra no Oriente Médio se tornou um fator essencial nas discussões sobre transição energética. Com as economias globais abaladas por interrupções no fornecimento, autoridades reunidas na Colômbia esperam mostrar que o mundo tem alternativas viáveis aos combustíveis fósseis. Para saber mais sobre este tema, ouça esta conversa entre o editor da Argus, Lucas Parolin, e Camila Fontana, chefe adjunta da redação em São Paulo. Aqui estão alguns dos tópicos discutidos neste episódio: Ampliação de esforços dos acordos climáticos anteriores Prioridades na redução de dependências e subsídios Vulnerabilidade econômica a altas de preços e interrupções de oferta Interesses dos países produtores de petróleo Disposição dos países à cooperação
O período dura 40 dias e marca a transição da gestação não lactante para a lactação, envolvendo intensas mudanças metabólicas no animal
Transição para o inverno, mudança no regime de chuvas e eventos extremos colocam o produtor rural em alerta em todas as regiões do país
Licença-paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias. Lula envia ao Senado indicação de Jorge Messias para a vaga de Barroso no STF; veja próximos passos. 'Trump vs Barbara': Suprema Corte dos EUA julga caso que pode derrubar cidadania por 'direito de nascimento'; presidente fará aparição inédita. Artemis II: Nasa deve lançar nesta quarta missão histórica de sobrevoo tripulado à Lua; saiba tudo. Brasil vence Croácia com Endrick decisivo saindo do banco. Veja como ficaram os grupos da Copa do Mundo com a definição das últimas vagas.
A crise no abastecimento de gás do Qatar e do Irão está a colocar Moçambique no centro do interesse internacional como alternativa energética. Enquanto isso, Cabo Verde enfrenta escassez de gás butano, e a Guiné-Bissau agrava tensões diplomáticas com Portugal após declarações do órgão de transição. Em Angola, o julgamento do caso dos “espiões russos” foi adiado, ao mesmo tempo que preocupações climáticas em Moçambique e protestos sociais em São Tomé e Príncipe marcam a actualidade africana. O bloqueio do gás vindo do Qatar e do Irão está a levar muitos países a olharem para Moçambique e para a sua produção de gás natural liquefeito como uma alternativa viável para o abastecimento desta matéria prima essencial. Segundo o politólogo moçambicano, Fidel Terenciano, Moçambique não está preparado para o interesse internacional crescente no gás natural liquefeito existente no país, o maior projecto africano de gás que se localiza na Bacia do Rovuma. Por seu turno, a ministra das Finanças moçambicana, Carla Louveira, assegura que o governo acompanha com atenção e preocupação a evolução do conflito no Médio Oriente, transmitindo uma mensagem de confiança na capacidade de resposta nacional. No que diz respeito a Cabo-Verde, o Presidente da República pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao Governo sobre a escassez de gás butano em várias ilhas de Cabo Verde que tem provocado longas filas em diferentes postos de combustíveis. Por enquanto, José Maria Neves afirmou que as únicas informações que tem sobre a ruptura de gás no país são aquelas que passam na imprensa e pediu esclarecimentos às petrolíferas e ao governo. Na Guiné Bissau o Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão criado pelos militares para substituir as competências do Parlamento insurgiu-se contra o que considera de “hostilidade deliberada” e “diplomacia de conluio de corredor” de Portugal. O órgão guineense visa todo o Governo português, mas com ênfase no Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. Segundo Fernando Vaz, porta-voz do CNT Portugal deve saber que o golpe de Estado é uma realidade e que a Guiné-Bissau é agora gerida pelo CNT e pelo Alto Comando Militar. Em Angola, foi adiado para 14 de Abril o julgamento do chamado caso dos "espiões russos", envolvendo dois cidadãos nacionais e dois russos, designadamente acusados de terrorismo e espionagem. Segundo o advogado de defesa David Guz, este adiamento teve como base a submissão de questões prévias no arranque da audiência. Ainda sobre este julgamento e na opinião do presidente da Associação Justiça, Paz e Democracia de Angola, Serra Bango, o processo ocorre num momento particularmente sensível, após os tumultos de Julho, sublinhando que “é preciso que a acusação apresente provas concretas e não meras especulações”. Esta Semana em África ficou marcada igualmente com as preocupações climáticas vindas de Moçambique. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) apresentou, em Maputo, o relatório sobre o estado do clima relativo ao último ano. Um documento apresentado pelo climatologista Isaías Raiva, onde se destaca um aumento generalizado das temperaturas e da intensidade da precipitação no país. Por fim centramos as atenções para São Tomé e Principe onde o nosso correspondente Maximino Carlos nos relata que as estradas degradadas são motivo de protestos de moradores de várias comunidades de São Tomé e Príncipe. A população denuncia promessas não cumpridas e exploração de recursos. O Governo promete retomar obras e prestar esclarecimentos.
1 After these things Jesus walked in Galilee; for he would not walk in Judea, because the Jews sought to kill him.Post haec autem ambulabat Jesus in Galilaeam : non enim volebat in Judaeam ambulare, quia quaerebant eum Judaei interficere. 2 Now the Jews' feast of tabernacles was at hand.Erat autem in proximo dies festus Judaeorum, Scenopegia. 3 And his brethren said to him: Pass from hence, and go into Judea; that thy disciples also may see thy works which thou dost.Dixerunt autem ad eum fratres ejus : Transi hinc, et vade in Judaeam, ut et discipuli tui videant opera tua, quae facis. 4 For there is no man that doth any thing in secret, and he himself seeketh to be known openly. If thou do these things, manifest thyself to the world.Nemo quippe in occulto quid facit, et quaerit ipse in palam esse : si haec facis, manifesta teipsum mundo. 5 For neither did his brethren believe in him.Neque enim fratres ejus credebant in eum. 6 Then Jesus said to them: My time is not yet come; but your time is always ready.Dicit ergo eis Jesus : Tempus meum nondum advenit : tempus autem vestrum semper est paratum. 7 The world cannot hate you; but me it hateth: because I give testimony of it, that the works thereof are evil.Non potest mundus odisse vos : me autem odit, quia ego testimonium perhibeo de illo quod opera ejus mala sunt. 8 Go you up to this festival day, but I go not up to this festival day: because my time is not accomplished.Vos ascendite ad diem festum hunc, ego autem non ascendo ad diem festum istum : quia meum tempus nondum impletum est. 9 When he had said these things, he himself stayed in Galilee.Haec cum dixisset, ipse mansit in Galilaea. 10 But after his brethren were gone up, then he also went up to the feast, not openly, but, as it were, in secret.Ut autem ascenderunt fratres ejus, tunc et ipse ascendit ad diem festum non manifeste, sed quasi in occulto. 11 The Jews therefore sought him on the festival day, and said: Where is he?Judaei ergo quaerebant eum in die festo, et dicebant : Ubi est ille? 12 And there was much murmuring among the multitude concerning him. For some said: He is a good man. And others said: No, but he seduceth the people.Et murmur multum erat in turba de eo. Quidam enim dicebant : Quia bonus est. Alii autem dicebant : Non, sed seducit turbas. 13 Yet no man spoke openly of him, for fear of the Jews.Nemo tamen palam loquebatur de illo propter metum Judaeorum.
Se a geração anterior buscava estabilidade em uma única "firma", a nossa é desafiada a navegar por múltiplas trajetórias. Entre o impacto da Inteligência Artificial e a busca por autonomia, como transformar a angústia da mudança em um motor de transição? Neste episódio, Ju Wallauer conversa com Ana Freitas, Ana Franzotti e Lorenzo Mendoza sobre a "troca de pele" profissional, abordando o poliamor profissional, a importância de calçar a "sandália da humildade" para voltar a ser aprendiz e por que investir em Boring Businesses pode ser o segredo para uma mente mais tranquila. Vem com a gente entender por que está tudo bem não saber de tudo e como reconstruir sua narrativa no mercado
Puedes adquirir tu copia de Colectivero en este link: https://a.co/d/0i7ycS7P En este episodio de Colectivero, conversamos con el autor Abraham Campos sobre su trayectoria en antologías de ciencia ficción y terror como Casa Futura y Teoría Omicron. El escritor detalla su proceso creativo impulsado por referencias visuales y la construcción de mundos decadentes donde la tecnología se convierte en un nuevo dogma social. Analizamos la deshumanización del hombre engranaje, el peso del ego masculino en entornos bélicos y el auge actual de la literatura de género en Latinoamérica, destacando cómo la ficción especulativa mexicana está consolidando su propia voz editorial. FAQ ¿Quién es Abraham Campos? Es un escritor mexicano especializado en cuento y poesía especulativa, con obra publicada en más de una docena de antologías y revistas internacionales de ciencia ficción. ¿Qué es el steampunk mexicano? Es un subgénero de la ficción especulativa que adapta la estética industrial y tecnológica de la era del vapor al contexto histórico de México, específicamente durante la época del Porfiriato. ¿Cómo define Campos su estilo narrativo? Su obra navega entre lo lírico y lo oscuro, utilizando elementos del realismo sucio para explorar la decadencia humana frente al avance tecnológico. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:00 Introducción y bienvenida a Abraham Campos 01:30 Inicios y proceso de formación como escritor 04:15 Transición a la ficción especulativa y las primeras publicaciones 07:45 El proceso creativo: la estructura y la mezcla de realismo con lo especulativo 14:00 La fe ciega en la tecnología y la deshumanización de la sociedad 18:30 El ego masculino y la creación de los personajes Gaspar y Ramiro 21:15 La construcción de diálogos y la identidad de los personajes 34:40 El proceso de edición, talleres y retroalimentación 42:10 Consejos para escritores emergentes y el panorama de la ciencia ficción en México // In this episode of Colectivero, we speak with author Abraham Campos about his career in science fiction and horror anthologies such as Casa Futura and Teoría Omicron. The writer details his visual-driven creative process and the construction of decaying worlds where technology functions as a new social dogma. We analyze the dehumanization of the gear man, the impact of male ego in wartime environments, and the current boom of genre literature in Latin America, highlighting how Mexican speculative fiction is consolidating its own unique editorial voice. FAQ Who is Abraham Campos? He is a Mexican writer specializing in speculative short stories and poetry, featured in over a dozen international science fiction anthologies and magazines. What is Mexican Steampunk? It is a subgenre of speculative fiction that blends the industrial, steam-powered aesthetics of the 19th century with Mexican historical contexts, particularly the Porfiriato era. How does Campos define his narrative style? His work navigates between the lyrical and the dark, using elements of dirty realism to explore human decadence in the face of technological advancement. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:00 Introduction and welcome to Abraham Campos 01:30 Early years and development as a writer 04:15 Transition to speculative fiction and first publications 07:45 The creative process: structure and blending realism with the speculative 14:00 Blind faith in technology and the dehumanization of society 18:30 Male ego and the creation of the characters Gaspar and Ramiro 21:15 Dialogue construction and character identity 34:40 The editing process, workshops, and feedback 42:10 Advice for emerging writers and the sci-fi landscape in Mexico // Neste episódio do Colectivero, conversamos com o autor Abraham Campos sobre sua trajetória em antologias de ficção científica e terror como Casa Futura e Teoría Omicron. O escritor detalha seu processo criativo impulsionado por referências visuais e a construção de mundos decadentes onde a tecnologia se torna um novo dogma social. Analisamos a desumanização do homem engrenagem, o peso do ego masculino em contextos de guerra e o atual auge da literatura de gênero na América Latina, destacando como a ficção especulativa mexicana está consolidando sua própria voz editorial. FAQ Quem é Abraham Campos? É um escritor mexicano especializado em contos e poesia especulativa, com obras publicadas em mais de uma dezena de antologias e revistas internacionais de ficção científica. O que é o Steampunk Mexicano? É um subgênero da ficção especulativa que adapta a estética industrial e tecnológica da era do vapor ao contexto histórico do México, especificamente durante o período do Porfiriato. Como Campos define seu estilo narrativo? Sua obra navega entre o lírico e o sombrio, utilizando elementos do realismo sujo para explorar a decadência humana diante do avanço tecnológico. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:00 Introdução e boas-vindas a Abraham Campos 01:30 Primeiros anos e desenvolvimento como escritor 04:15 Transição para a ficção especulativa e as primeiras publicações 07:45 O processo criativo: estrutura e a mistura do realismo com o especulativo 14:00 A fé cega na tecnologia e a desumanização da sociedade 18:30 O ego masculino e a criação dos personagens Gaspar e Ramiro 21:15 Construção de diálogos e identidade dos personagens 34:40 O processo de edição, oficinas e feedback 42:10 Conselhos para escritores emergentes e o cenário da ficção científica no México Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Qual é a transição mais difícil para um triatleta? Para muitos, é o momento de pendurar a bike profissional e encarar o "mundo real". Neste episódio do @cafecomtriathlon, batemos um papo inspirador com @carvalhotri, ex-triatleta profissional que transformou sua vivência nas pistas em sucesso no empreendedorismo.Fabio compartilha os bastidores da sua mudança de carreira para se tornar um renomado bike fitter e empresário, como sócio-proprietário da @sub8coffeeride em Santos.Então clica aqui, pegue seu café… e vem com a gente! ☕
Guiné-Bissau: Conselho Nacional de Transição insurge-se contra os críticos do golpe de Estado no país. O que é preciso para reanimar o Sistema Nacional de Saúde moçambicano? Somália e Arábia Saudita reforçam cooperação militar.
Órgão aprovou a primeira fase da Abordagem Programática Multifásica de Eletromobilidade no Brasil, MPA, para auxiliar cidades brasileiras na modernização do transporte público, na melhoria da qualidade dos serviços e na redução de emissões usando ônibus elétricos, conhecidos como e-buses, e da infraestrutura associada.