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União Europeia começa a preparar terreno para organizar cimeira entre Zelensky e Putin. Em entrevista à DW, analista espera que o ANAMOLA possa mexer com o Executivo moçambicano. O Secretário geral da "Comissão Episcopal de Justiça, Paz e Integridade da Criação" afirma que o dinheiro reservado para o jogo Angola vs. Argentina deveria ser usado para resolver problemas urgentes na sociedade.
Neste sábado no Programa Destino a conversa é com a empresária e consultora de viagens santa-cruzense Gabriela Lindermann. No episódio ela conta como começou a trabalhar na área do turismo e suas experiências viajando por mais de 20 países, incluindo México, Egito, Estados Unidos e um mochilão que percorreu Tailândia, Vietnã e Camboja.
Neste sábado no Programa Destino a conversa é com a empresária e consultora de viagens santa-cruzense Gabriela Lindermann. No episódio ela conta como começou a trabalhar na área do turismo e suas experiências viajando por mais de 20 países, incluindo México, Egito, Estados Unidos e um mochilão que percorreu Tailândia, Vietnã e Camboja.
“Depois que o sol se pôs (…)eis que um fogareiro esfumaçante, com uma tocha acesa, passou por entre os pedaços dos animais. Naquele dia o Senhor fez a seguinte aliança com Abrão: “Aos seus descendentes dei esta terra, desde o ribeiro do Egito até o grande rio, o Eufrates…( Gn 15:17-18) Um coração que ama os céus é capaz de sacrificar o que a Terra não entende, ofertar o que a criação não espera e renunciar o que os homens não compreendem. Para aquele tempo, Isaque era visto como um filho, mas para Abraão era a oferta que morreria por amar ao Eterno. Um coração que carrega a paixão pelo Filho sabe que sacrifícios e renúncias fazem parte da aliança. Um dos requisitos para as partes que se unem em uma aliança de sangue é o presente que devem ofertar entre si. O que um deles pedir, ainda que seja único e valioso, terá que ser entregue. O que é de um passa a ser do outro. O sangue une as partes como um só homem. Deus propôs fazer essa aliança com Abraão e ele disse “SIM”. Agora chegava a escolha do presente e Deus pede Isaque, o único filho da promessa. Deus queria ver, se mais importante para Abraão seria seu filho, ou a aliança que havia feito com Ele. Deus já havia enxergado no coração de Abraão a oferta morta, mas agora, o Pai exporia para as gerações o que Abraão carregava em fidelidade à aliança. E Abraão não titubeou, não duvidou, não negociou. Ele mataria seu filho. Fidelidade e paixão não é aquilo que eu preservo, é o que eu entrego. Não é o que alimento, é o que eu mato. Não é o que amo, mas é o que eu sacrifico. É não ter nada como seu, mas ter tudo como Dele. Abraão sabia que o pedido do Pai fazia parte do pacto da aliança, e este estava pronto para sacrificar seu maior amor para seu Único Amor. A Terra nunca entenderá o significado de um sacrifício, nem o poder de uma paixão revelada na morte de um Isaque estendido no altar. Quando você sacrifica, tua promessa revive. Então estenda teu sacrifício sobre a lenha, e a benção se levantará como estatuto perpétuo sobre teus filhos, e os filhos dos teus filhos.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (07/08/2025): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que planeja debater com outros líderes do Brics a possibilidade de o grupo dar resposta conjunta ao tarifaço imposto por Donald Trump. Em entrevista à agência Reuters, Lula afirmou que falará primeiro com premiê da Índia, Narendra Modi, com quem tem conversa marcada para hoje, e com o presidente da China, Xi Jinping. Além de Brasil, China e Índia, integram o Brics África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Irã e Rússia. Segundo Lula, a ideia é construir uma posição unificada diante do que considera “ação abusiva” do governo dos EUA. Os produtos brasileiros já estão sujeitos a tarifa de 50%. Ontem, Trump taxou a Índia em mais 25% (chegando no total a 50%) por compra de petróleo da Rússia. E mais: Economia: Tarifa sobre exportações aos EUA afeta 906 municípios brasileiros Política: Hugo Motta e Alcolumbre reagem a tentativas bolsonaristas de travar Congresso* Internacional: Sem acordo para trégua, Trump planeja encontrar Putin e Zelenski Metrópole: Moradores de várias regiões da capital paulista criam uma frente antirruídoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mensagem do dia 03 de Agosto de 2025 por Robinson Jacintho O Egito que mora em nós |Êxodo 16:1-4 www.ibab.com.br Nos acompanhe nas redes sociais www.instagram.com/oficialibab www.facebook.com/oficialibab www.twitter.com/oficialibab
Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 6:1-8 Plano De Leitura Anual: SALMOS 70–71; ROMANOS 8:22-39 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: “Vocês são como Moisés, libertando-nos da escravidão”, disse Jamila. No Paquistão, ela e a família trabalhavam com fornos de tijolos e sofriam por causa das suas dívidas. Grande parte do valor que recebiam de salário pagava apenas os juros. Mas quando foram agraciados pela doação de uma ONG que os libertou da dívida, sentiram-se imensamente aliviados. Ao agradecer ao representante da ONG por essa libertação, Jamila, que é cristã, destacou o exemplo dado por Deus ao libertar Moisés e os israelitas da escravidão. Os israelitas trabalharam sob condições difíceis e foram oprimidos pelos egípcios por centenas de anos. Eles clamaram a Deus e lhe pediram ajuda (ÊXODO 2:23). Porém a carga de trabalho deles aumentou, pois o novo faraó ordenou que não apenas fizessem tijolos, mas também juntassem a palha para esses tijolos (5:6-8). Quando os israelitas continuaram a clamar contra a opressão, Deus reforçou a Sua promessa de ser o Deus deles (6:7). Os israelitas não seriam mais escravos, porque o Senhor os resgataria com Seu “braço poderoso” (v.6). Sob a direção de Deus, Moisés os conduziu para fora do Egito (cap.14). Hoje Deus ainda nos livra por meio dos braços estendidos de Seu Filho, Jesus, na cruz. Somos libertos de escravidão muito maior, a do pecado que antes nos controlava. Não somos mais escravos, mas livres! Por: AMY BOUCHER PYE
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
O Pr. @Juanribe Pagliarin traz uma mensagem poderosa sobre como Deus confronta e derrota os falsos deuses que “oprimem” o Seu povo.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
Texto do dia: Deuteronômio 6.20-25. A libertação fundamenta a relação com Deus. A obra de Deus ao libertar seu povo do Egito constrói o alicerce sobre o qual a história da salvação é edificada. Texto e apresentação de Israel Mazzacorati.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 5:1-9 Plano De Leitura Anual: SALMOS 46–48; ATOS 28 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Quando os cristãos que viviam no país de Davi sofreram opressão, os animais de suas fazendas foram massacrados. Tendo perdido o seu sustento, a família do jovem se espalhou por vários países. Por 9 anos, Davi sobreviveu num acampamento de refugiados longe dos seus familiares. Davi sabia que Deus estava com ele, mas perdeu familiares durante a separação e, portanto, sentiu muito desânimo. Outro povo enfrentou uma opressão brutal, e Deus designou Moisés para liderar os israelitas para fora do Egito. Moisés concordou e quando ele se aproximou do faraó, o governante egípcio apenas intensificou a opressão ao povo (ÊXODO 5:6-9), dizendo: “Não conheço o Senhor e não deixarei Israel sair” (v.2). O povo reclamou com Moisés, que reclamou com Deus (vv.20-23). No fim, Deus livrou os israelitas com a liberdade desejada, mas da maneira e tempo dele. Deus tem o Seu tempo para nos ensinar sobre o Seu caráter e nos preparar para algo ainda maior. Davi aproveitou bem sua estadia no acampamento e fez seu mestrado num seminário de Nova Delhi. Agora ele pastoreia refugiados como ele, que também encontraram um novo lar. Ele afirma: “Minha história como refugiado formou meu caráter para liderar como servo”. Em seu testemunho, Davi cita o cântico de Moisés, em Êxodo 15:2: “O Senhor é minha força e minha canção; ele é meu salvador…”. E hoje, o Senhor é nosso cântico também. Por: TIM GUSTAFSON
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
Cresça espiritualmente por meio das lições de uma história real de fé e transformação! Acompanhe a trajetória de José do Egito e veja como Deus forja o caráter através de processos longos, difíceis e redentores. Descubra que maturidade não está ligada apenas à idade ou conhecimento, mas à disposição de responder com fé à voz de Deus em cada circunstância. Reflita, aplique e aprenda a reconhecer as oportunidades que o Senhor usa para formar uma vida marcada por graça, sabedoria e propósito.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo12, versos 26 e 27, onde lemos, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘O que significa esta cerimônia? respondam-lhes: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou sobre as casas dos israelitas no Egito e poupou nossas casas quandomatou os egípcios”. Então o povo curvou-se em adoração.
NESTA EDIÇÃO. Pano de fundo de tarifas dos EUA contra o Brasil envolve acesso a matérias-primas para transição energética. ANP abre consultas públicas sobre elevação do percentual da mistura de etanol anidro à gasolina e critérios para cálculo das tarifas de transporte de gás. Demora na definição do leilão de reserva de capacidade leva New Fortress Energy a transferir navio regaseificador para o Egito. Barragem em Brumadinho tem nível de emergência elevado; famílias do entorno são evacuadas. Com atraso na eletrificação de ônibus, São Paulo mira biometano como alternativa para redução das emissões no transporte público.
Cresça espiritualmente por meio das lições de uma história real de fé e transformação! Acompanhe a trajetória de José do Egito e veja como Deus forja o caráter através de processos longos, difíceis e redentores. Descubra que maturidade não está ligada apenas à idade ou conhecimento, mas à disposição de responder com fé à voz de Deus em cada circunstância. Reflita, aplique e aprenda a reconhecer as oportunidades que o Senhor usa para formar uma vida marcada por graça, sabedoria e propósito.
O Califado Abássida foi uma das mais influentes dinastias islâmicas da história, tendo assumido o poder em 750 após destronar os omíadas e fundado sua capital em Bagdá. Durante cerca de dois séculos, viveu um período de grande prosperidade política e cultural, mas, aos poucos, foi perdendo força com o surgimento de lideranças regionais e o avanço dos mamelucos. Mesmo após o brutal saque mongol de Bagdá em 1258, os abássidas retomaram certa autoridade no Egito, mantendo-se como referência religiosa até a ascensão do Império Otomano no início do século XVI. Convidamos Otávio Luiz Pinto para discutir as transformações, tensões e legados deixados por esse califado que marcou profundamente a história do mundo islâmico.Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 CLICANDO AQUIAdquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 CLICANDO AQUIColabore com nosso trabalho em apoia.se/obrigahistoriaUse o cupom HISTORIAFM para 15% de desconto, ou acesse o site pelo link https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM #insiderstore
Cresça espiritualmente por meio das lições de uma história real de fé e transformação! Acompanhe a trajetória de José do Egito e veja como Deus forja o caráter através de processos longos, difíceis e redentores. Descubra que maturidade não está ligada apenas à idade ou conhecimento, mas à disposição de responder com fé à voz de Deus em cada circunstância. Reflita, aplique e aprenda a reconhecer as oportunidades que o Senhor usa para formar uma vida marcada por graça, sabedoria e propósito.
Embarque agora em uma história cheia de fé e perdão, contando a história de um dos personagens Bíblicos mais citados: José. Vamos juntos aprender como Deus cuida de nós, mesmo nos dias difíceis!
A segunda parte da entrevista com Pedro Barny no DESTINO: SAUDADE versa, sobretudo, sobre o ano passado ao Sporting e o regresso ao... Boavista. O antigo defesa, hoje com 58 anos, explica todo o processo e traz ainda para a conversa os nomes de Figo, Peixe, Cherbakov, Ivkovic e Bobby Robson. Na fase final ainda se fala de um grande Belenenses, com João Alves, e da vida louca de ser treinador no Egito. Uma bela conversa.
Você vai aprender muito com este Debate 93 sobre o povo de Israel no Egito e Faraó e o endurecimento de seu coração. Não perde!!!
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo3, versos 7 e 8, onde lemos, Disse o Senhor: De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei quanto eles estão sofrendo. Por isso desci para livrá-los dasmãos dos egípcios e tirá-los daqui para uma terra boa e vasta, onde manam leite e mel: a terra dos cananeus, dos hititas, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus.
A décima praga vinda sobre o Egito foi a morte dos filhos primogênitos. Isso não é por acaso, Deus permitiu isso porque 80 anos antes o faraó ordenou a morte de todos os filhos homens dos hebreus, ou seja, eles plantaram morte de inocentes e o que eles desejaram aos outros, aconteceu com eles. Aprendemos com isso que o que for plantado certamente será colhido. As coisas terríveis e a forma como as pessoas têm lidado hoje em dia certamente gerarão uma colheita ruim. O Senhor abençoará aqueles que são fiéis a Ele e que dizem não ao que é errado por amor às suas ordenanças. O livro de Apocalipse já garante um fim abençoado aos filhos de Deus, mas é preciso ser resiliente. Se você plantar justiça, vida, bênção ao próximo, amor, mansidão, paciência… a recompensa do Senhor virá. Haverá final feliz para os que se dedicam ao Senhor, mas e para os que não conhecem Jesus? Quem será a resposta para elas? O Senhor espera que haja posicionamento dos seus filhos para ser restauração na vida dos que estão perdidos, cansados, drogados, feridos e necessitados de salvação.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo3, versos 7 e 8, onde lemos, Disse o Senhor: De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei quanto eles estão sofrendo. Por isso desci para livrá-los dasmãos dos egípcios e tirá-los daqui para uma terra boa e vasta, onde manam leite e mel: a terra dos cananeus, dos hititas, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus.
Nosso verso para memorizar está em êxodo, capítulo3, versos 7 e 8, onde lemos, Disse o Senhor: De fato tenho visto a opressão sobre o meu povo no Egito, tenho escutado o seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei quanto eles estão sofrendo. Por isso desci para livrá-los dasmãos dos egípcios e tirá-los daqui para uma terra boa e vasta, onde manam leite e mel: a terra dos cananeus, dos hititas, dos amorreus, dos ferezeus, dos heveus e dos jebuseus.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: ÊXODO 16:4-7,13-17 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 34–35; ATOS 15:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Os suíços foram surpreendidos por uma chuva de raspas de chocolate que cobriram a cidade. O sistema de ventilação da fábrica de chocolate próxima estava defeituoso e espalhou e polvilhou a área com o cacau. Um verdadeiro sonho para os chocólatras! Todavia, o chocolate não satisfaz adequadamente as necessidades nutricionais de uma pessoa. No contexto dos israelitas, Deus proveu o Seu povo com chuvas celestiais que os supriam. Ao andarem pelo deserto, eles reclamavam da variedade de alimentos que haviam deixado no Egito. Mas Deus lhes disse que faria “chover pão do céu” para sustentá-los (ÊXODO 16:4 NVI). A cada dia, quando o orvalho da manhã secava, um floco fino de alimento permanecia. Quase 2 milhões de israelitas foram instruídos a reunir o alimento necessário para o dia. Durante 40 anos de peregrinação pelo deserto, eles foram alimentados pela provisão sobrenatural de Deus em forma de maná. Sabemos muito pouco sobre o maná, exceto que era “branco como a semente de coentro e tinha gosto de massa folhada de mel” (v.31). Talvez o maná pudesse não parecer tão atrativo quanto uma dieta à base de chocolate, porém a doçura da provisão divina para o Seu povo foi clara. O maná nos aponta para Jesus, que se descreveu como o “pão da vida” (JOÃO 6:48) que nos sustenta diariamente e nos assegura a vida eterna (v.51). Por: KIRSTEN HOLMBERG
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Marina Renault tem certeza de uma coisa: toda verdadeira transformação começa com a reconexão com o nosso lado mais sutil - com aquilo que não se vê, mas se sente, especialmente com o coração. Talvez por isso, sua trajetória, aos poucos, foi lhe afastando de um certo ruído, do excesso de lógica e razão, para mergulhá-la num campo onde a escuta, a presença e a energia são verdadeiros guias. Publicitária e relações-públicas por formação, ela viveu durante anos o ritmo acelerado do mundo corporativo, atuando no Brasil e no Canadá, entre eventos, marcas e estratégias de comunicação. Mas foi quando a vida a levou para o Peru - e depois para experiências espirituais na Índia, no México, no Egito e na Inglaterra - que ela começou a acessar uma sabedoria que não vinha dos livros, mas de dentro. Influenciada por nomes como Joe Dispenza, Amit Goswami e Matías De Stefano, ela passou a se dedicar a um novo propósito: ajudar pessoas a despertarem para a consciência, para a cura e para o reencontro com a própria essência. Hoje, ao lado do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, essa minha convidada é uma das líderes da UniEspírito, onde atua como coapresentadora do programa Caminhos das Estrelas e facilitadora de vivências que unem ciência, espiritualidade e expansão vibracional. Com leveza e profundidade, ela conduz experiências que tocam o invisível. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Marina Renault contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento de transição de era e foi categórica: “Somos seres multidimensionais.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A bom-despachense Samira se interessou logo na infância pelo computador do irmão e, graças à época de Tumblr, decidiu fazer Ciência da Computação. Isso lhe trouxe as primeiras oportunidades de ter experiências internacionais, com semestres acadêmicos e projetos na Colômbia e no Egito.No meio desse caminho, ela concluiu que Ciência da Computação não era o caminho, porque o interesse por front-end estava falando mais alto. Isso a levou a trancar a faculdade, se mudar para Uberlândia e, posteriormente para Campinas, onde ela dividiu seu tempo entre o trabalho de webdesigner para empresas dos EUA, e a faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.Com uma mudança de planos graças à pandemia e, graças à vontade de ter uma experiência no exterior, ela e a namorada foram para Lisboa e, agora, para Bruxelas. Neste episódio, ela detalha melhor essa trajetória, e detalha seu dia a dia na terra dos waffles.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaSamira Costa, Engenheira de Software Sênior em Bruxelas, BélgicaLinks:ErasmusInstagram da SamiraConheça a Formação Aplique TypeScript no front-end da Alura e aprenda como essa linguagem se tornou um verdadeiro game-changer no universo das pessoas que desenvolvem.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Leitura Bíblica Do Dia: ÊXODO 14:21-23, 26-31 Plano De Leitura Anual: ESTER 9–10; ATOS 7:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O aparentemente impossível aconteceu quando ventos de um furacão mudaram o fluxo do poderoso rio Mississippi. Em agosto de 2021, o furacão Ida atingiu a costa de Louisiana, e o chocante resultado foi um fluxo negativo, isto é, a água fluiu rio acima, por várias horas. Estima-se que um furacão possa, ao longo de sua vida útil, expandir energia equivalente a dez mil bombas nucleares! Essa força espetacular que chega a mudar o curso de um rio me ajuda a compreender a reação dos israelitas, diante de um “fluxo negativo” mais significativo, registrada no Êxodo. Ao sair do Egito, onde haviam sido escravizados por séculos, os israelitas chegaram à beira do mar Vermelho. Diante deles havia muita água e atrás deles o exército egípcio. Naquela situação aparentemente impossível, “o Senhor abriu caminho no meio das águas. O vento soprou a noite toda, transformando o fundo do mar em terra seca. E o povo de Israel atravessou pelo meio do mar…”. Resgatados com tal prova de força, “o povo de Israel […] encheu-se de temor diante dele” (ÊXODO 14:21-22,31). É natural atemorizar-se após experimentar a imensidão do poder de Deus. Mas não parou nisso: o povo israelita também “passou a confiar no Senhor” (v.31). Ao percebermos o poder de Deus na criação, não temamos, mas também confiemos no Senhor. Por: LISA SAMRA
Os principais comentaristas da ESPN analisam a vitória por 2 a 0 do Palmeiras em cima do Al Ahly, do Egito, na 2ª rodada da fase de grupos do Mundial de Clubes da Fifa. A partida foi paralisada por alerta de raios nas proximidades do MetLife Stadium, em Nova Jérsei. Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
O Verdão venceu o Al Ahly, do Egito, na segunda rodada do Grupo A da Copa do Mundo de Clubes, e foi aos quatro pontos. Com a derrota do Porto para o Inter Miami, a situação da equipe ficou mais tranquila na disputa por uma vaga nas oitavas de final. Neste episódio, Eduardo Rodrigues, Camila Alves e Leandro Bocca analisam o confronto e projetam a última rodada do Palmeiras.
Para nos falar ao coração e..."Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito." Oseias 2:14-15"Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os Teus Estatutos." Salmos 119:71
Para nos falar ao coração e..."Portanto, eis que eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração.E lhe darei as suas vinhas dali, e o vale de Acor, por porta de esperança; e ali cantará, como nos dias de sua mocidade, e como no dia em que subiu da terra do Egito." Oseias 2:14-15"Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os Teus Estatutos." Salmos 119:71
Determinada a encontrar sua cara-metade, Kel se aventura em uma série de relacionamentos, cada um com seus próprios desafios e decepções, até que um encontro no Egito a faz acreditar que o amor verdadeiro finalmente chegou, mas o final é imprevisível.**É imigrante e tem história pra contar?Então manda pra gente.Whats app: +1 650.834.9209Instagram: @historiadeimigranteE-mail: historiadeimigrante@gmail.com
O tema deste podcast é “A Vila dos Trabalhadores do Vale dos Reis – Deir el-Medina ” com o Prof. Dr. Moacir Elias Santos. O Vale dos Reis é a região onde foram construídas as tumbas dos faraós que governaram o Egito durante o Reino Novo. Ao observar as tumbas faraônicas, nota-se que foram realizadas por uma mão de obra especializada. O Prof. Dr. Moacir Elias Santos conversou conosco sobre a vila de Deir el-Medina, organizada para abrigar os trabalhadores que construíram as tumbas do Vale dos Reis. Quem eram essas pessoas, como estavam organizadas e como era o seu cotidiano foram algumas das questões abordadas nesta entrevista.
Leitura Bíblica Do Dia: Gênesis 39:1-12 Plano De Leitura Anual: 1 Crônicas 13–15; João 7:1-27 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Um professor de natação viu um carro afundando nas águas escuras duma baía e ouviu o motorista gritando “Eu não sei nadar!”. Uma multidão se aglomerava para observar a cena, mas Antônio correu até as pedras, removeu sua prótese de perna e mergulhou para salvar o homem de 68 anos. Graças à ação decisiva de Antônio, uma vida foi salva. Nossas escolhas importam. Veja Jacó: pai de muitos filhos, ele abertamente tratava melhor seu caçula de 17 anos, José, e, tolamente, deu-lhe uma “linda túnica” (GÊNESIS 37:3). O resultado? Os irmãos de José “o odiavam” (v.4) e, quando a chance surgiu, venderam-no como escravo (v.28). No entanto, José foi parar no Egito, e o Senhor o usou para preservar sua família, e muitas outras, durante uma fome que durou sete anos, apesar da intenção dos irmãos de prejudicá-lo (50:20). O ponto de virada foi a decisão de José de ser honrado e fugir da esposa de seu patrão, Potifar (39:1-12). José acabou sendo preso (39:20) e, eventualmente, conheceu o faraó (41:1-57). Antônio tinha como vantagem o fato de saber nadar, mas ainda assim, teve que tomar uma decisão ao escolher usar sua habilidade e salvar aquele homem. Quando amamos a Deus e buscamos servi-lo, Ele nos ajuda a fazer as escolhas que honram a Deus e promovem a vida. A primeira delas, se você ainda não a fez, é confiar em Jesus. Por: ALYSON KIEDA
Estruturas subterrâneas? Contatos extraterrestres? Ou simplesmente mérito de africanos? Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre como foi a construção e a história das Pirâmides do Egito.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja!www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:
Tanya 10 Iyar Cap 46 Parte 2 -Assim Dus agiu conosco ao nos tirar do Egito para unificar com ele
Nazista, espião e assassino: Otto Skorzeny foi o agente secreto favorito de Adolf Hitler.Cerca de 20 anos depois, isso não o impediu de trabalhar para Israel.No meio da década de 1940 Otto Skorzeny foi apelidado de "o homem mais perigoso da Europa". Por que?
Hoje vamos falar sobre as pirâmides do Egito, com a participação de Henrique Caldeira, do canal Estranha História.
Hanna é filha de egípcios, mas nasceu e cresceu no Brasil dentro de uma família fundamentalista religiosa e bastante violenta. Na adolescência, depois de duas tentativas frustradas de casamento arranjado, ela foi obrigada pelos pais e se mudar para o Egito. Lá as coisas desandaram. Ela apanha na escola por não saber falar árabe e se submete as manipulações de uma mãe fria, agressiva e com temperamento altamente explosivo. Esta narrativa pode reativar experiências traumáticas passadas.Livro: - Will I ever be good enough? healing the daughter of narcissistic mothers - Karyl Mcbride - Será que algum dia serei boa o suficiente? Curando as filhas de mães narcisistas.**É imigrante e tem história pra contar? Então manda pra gente.Whats app: +1 650.834.9209Instagram: @historiadeimigranteE-mail: historiadeimigrante@gmail.com
Alerta de Hora do Break urgente: vamos ajudar a Karin a trazer o Adam de volta!Fomos contatadas pela @mae_do_adam uma mãe que teve o filho sequestrado pelo próprio genitor e levado para o Egito.
No ano em que cada mês parece ter 3000 dias, chegou o carnaval. Exceto nos lugares que já têm blocos e festas desde a virada do ano. Quem sou eu para julgar? Esse é o assunto de hoje, mas antes…Recadinhos➡ Estou publicando cris dicas em geral — mas normalmente livros — no meu canal do Instagram e no site crisdicas.com.br. Algumas indicações podem ter link de afiliados para eu ganhar uma comissão, mas todas são sinceras.➡ Não se esquece do nosso Discord, o melhor canto da Internet. O mais novo canal é o #comidinhas, onde o Robinho Bravo meio que ressuscitou o Coisas da Rua e todo mundo dá dicas de restaurantes e receitas.➡ Amanhã começa a nova fase do Clube de Cultura do Boa Noite Internet, com o livro Nação Dopamina.➡ Depois do carnaval, vou abrir a nova turma do Apresentashow, meu curso ao vivo que vai te ensinar a fazer apresentações no trabalho que são um espetáculo. Já deixa seu e-mail na lista de espera para ficar sabendo antes de todo mundo. Como sempre faço, vou dar sessões de mentoria grátis para as primeiras 10 pessoas que se matricularem.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada pelos leitores. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, cadastre-se em uma assinatura gratuita ou paga.Qual vai ser sua fantasia de carnaval?Quando eu era criança, eu tinha uma boa relação com o carnaval — tirando a parte de que meu aniversário muitas vezes era “atrapalhado” pela data. Porque… né? Carnaval! Verão, música, todo mundo alegre. Tentar ficar acordado para ver os desfiles na Globo, ser mandado pro quarto quando começavam as transmissões dos bailes de clube. Ir nas versões infantis destes bailes fantasiado de policial americano. Fora que a semana de carnaval era mais uma desculpa para ir encontrar a primalhada em Miguel Pereira e só curtir a vida mágica dos anos 1970 e 80.Na adolescência, me achei O Inteligentão quando entendi a conexão entre carnaval e quaresma. Não era a páscoa que vinha 40 dias depois do carnaval, mas o carnaval que acontecia 40 dias antes da páscoa. A festa era a despedida dos prazeres antes do período de abstinência radical. Foi assim que virei o adolescente chato que dizia: “Sabia que o carnaval é uma festa religiosa?” Já sou palestrinha desde cedo, como vocês podem ver.Até que, não tem tanto tempo assim, entendi que o carnaval não é só uma despedida da farra antes do jejum, é mais que a famosa “festa de Baco”. É um momento em que estamos autorizados a experimentar identidades diferentes das dos outros 360 dias do ano. De deixar de “ser” para somente “estar”.Sempre me chamou a atenção a contradição de o mesmo homem que seria considerado menos masculino (a maior desgraça possível na nossa sociedade) por usar uma camiseta rosa no trabalho poder sair de Sabrina Sato completa no bloco e ninguém questionar. Na quarta-feira, a fantasia volta para o armário (ou direto pro lixo), assim como a mudança. O que aconteceu no carnaval, acaba no carnaval.Ou uma pessoa com quem me relacionei no século passado, que hoje entendo que era uma das figuras mais conservadoras que já conheci. Mas que contava com orgulho como adorava sair em trio elétrico cheirando loló e competindo com as amigas pra ver quem beijava mais. E tudo bem, não havia conflito nem hipocrisia. É só carnaval.O carnaval não é só a festa da bebida ou da pegação — mas se quiser, pode. É o festival do “viva outras vidas”, materializado nas fantasias, só que muito mais do que “eu sou o Superomi”.Essa ideia de troca de papéis é antiga. Em Roma, séculos antes de Cristo, a Saturnália já promovia uma inversão social temporária. Durante esta festa, celebrada no solstício de inverno (a época do Natal, que também foi influenciado pelo festival de Saturno), os romanos suspendiam as regras da sociedade. Escravos e senhores trocavam de lugar — não só simbolicamente, mas em aspectos práticos da vida. Os escravos podiam comer à mesa com seus senhores, vestir suas roupas, falar sem restrições e até dar ordens. Os senhores os serviam. Lojas, escolas e tribunais fechavam. Guerras eram interrompidas.Os romanos usavam o pileus — um chapéu cônico que simbolizava a liberdade — e trocavam presentes simples como velas e pequenas estatuetas. As ruas se enchiam, a cidade inteira se entregava a banquetes, bebedeiras e jogos de azar, normalmente restritos. Um “rei da folia” era escolhido por sorteio para presidir o caos festivo.Quando o cristianismo virou a religião oficial do império, a igreja tentou substituir essas festas pagãs por celebrações em nome de Jesus, mas o espírito de inversão social já estava enraizado na cultura. Assim, o desejo humano de escapar temporariamente das regras encontrou novos caminhos, novos nomes e novas datas no calendário, mesmo na própria estrutura eclesiástica. Na Europa medieval, a mais famosa destas festas foi a festum fatuorum, a “Festa dos Tolos”, celebrada por clérigos em igrejas da França. Durante um dia, os padres de menor hierarquia zombavam de seus superiores, escolhiam um “Bispo dos Tolos” e realizavam paródias de cerimônias religiosas. Não só o sagrado virava profano, o sério se transformava em cômico.Existia também a Festa do Asno (festum asinorum, porque tudo fica mais católico em latim), onde um burrico era levado para dentro da igreja e celebrado como figura central, em homenagem ao corajoso animal que carregou a Sagrada Família na fuga para o Egito. Ao final da missa, em vez de dizer “vão em paz”, o padre zurrava três vezes, e o público respondia também com zurros no lugar do tradicional “amém”. A Igreja acabou proibindo as duas celebrações nos anos 1400, mas a ideia de um período de licença social não desapareceu.O nosso Rei Momo é a personificação moderna desta tradição de troca-troca. Ele não é o rei de verdade, mas por quatro dias recebe as chaves da cidade e instala seu reinado temporário. A confusão começa, a ordem é invertida, a zoeira impera. A origem do personagem está em Momo, deus grego da zombaria e do sarcasmo, o primeiro sarcasticuzão, sempre pronto pra apontar defeitos, mesmo nos outros deuses — que levou, ora ora, à sua expulsão do Olimpo. Quando a figura chegou ao Brasil no século 19, a ideia era coroar um homem gordo, bonachão, comilão e beberrão para simbolizar os excessos permitidos naqueles dias. É o anti-rei perfeito, que governa não pela austeridade, mas pela permissividade. A escolha do Momo carioca é evento oficial da prefeitura.E tem que ser. A coroação do Rei Momo é um ritual carregado de significado. O prefeito entrega as chaves da cidade ao rei da folia, numa encenação que diz algo como: “O poder real fica suspenso. Agora quem manda é a festa.”Em um mundo cada vez mais centrado na identidade, o carnaval é a hora de ser quem você não é, em uma sociedade que, ali, não funciona mais nas regras anteriores. Mas nem todo mundo se aproveita disso e fica preso nos seus personagens. É por isso que tenho uma leve implicância com um bloco de São Paulo que só toca “punk e rock pesado” (em ritmo de carnaval). Porque seus fundadores não querem ouvir essas “músicas chatas”, sejam elas marchinhas, sambas ou Ivete. Era pra ser inclusivo, achei só preconceituoso.Se o carnaval é o momento de dissolvermos nossas identidades para tentar outras experiências, toca Arerê sim, pô! Deixa os Ratos de Porão pro resto do ano. Mas tudo bem, sábado pularemos lá, porque carnaval também é estar com a nossa galera. Tenho até amigos que são roqueiros.Toda essa história de inversão da ordem se encaixa com o cristianismo ser considerado “a religião do perdão”. Jesus morreu pelos nossos pecados. Jesus existe para perdoar nossos pecados. E o carnaval é o maior perdão do ano. Enquanto aquela prefeita do Maranhão quer trocar o carnaval por um evento gospel (parece que vai rolar mesmo), dá para tentar ver o feriado não como uma contradição aos valores cristãos, mas seu complemento necessário. E se a reza ficasse pra, sei lá, pensando alto aqui, os 40 dias depois do carnaval? Desruptei agora, diz aí.Mas calma. Carnaval não é bagunça. É o famoso “se combinar direitinho…”, mas tem que combinar. Quando eu era um garoto juvenil, comecei a namorar uma menina poucas semanas antes do carnaval. Ela já estava com viagem marcada para a Região dos Lagos e, quando nos encontramos na quarta-feira, tinha um cara na porta da casa dela. Foi o primeiro “é meu primo” da minha carreira. Tudo bem, eu sobrevivi. Era só ter combinado.Então, apesar de todo esse papo de inversão, o carnaval também tem que ter muito respeito. Não é porque na quarta-feira tudo está perdoado que você vai beijar quem não quer ser beijado, ou abusar do espaço do amiguinho. Fantasia não é salvo-conduto. “Não é não” segue valendo. A inversão de papéis funciona ao haver consentimento de todas as partes envolvidas.O que me traz de volta ao cara que se veste de mulher no carnaval, mas não “vira gay” no resto do ano. A questão não é tão simples quanto parece. Ele pode se vestir de mulher, de indígena ou de qualquer fantasia sem consequências de longo prazo. A quarta-feira chega, ele volta ao terno, à vida normal, ao privilégio. O mesmo não acontece no sentido inverso, né? Eu fico aqui imaginando uma cena de carnaval onde um cara vestido de mulher é assediado por uma mulher vestida de homem.O carnaval é uma tentativa de quebra das relações de poder, mas essas relações continuam existindo, é claro. O cidadão romano sabe que não virou escravo para sempre. É só brincadeirinha. Idolatramos drag queens e pessoas trans por quatro dias para, logo depois, voltarmos a uma sociedade que as marginaliza. Vivemos no país que lidera o ranking de assassinatos de pessoas trans.Lá atrás, o carnaval era um jeito dos reis e papas dizerem “aproveitem aí, acreditem que vocês agora estão no poder”. Será que mudou? O negro vira estrela da TV, a mulher vira rainha (da bateria), o morador da comunidade é destaque do samba-enredo. Até mesmo o contraventor que financia a escola é aplaudido na avenida. Ali pode, depois volte para onde você veio, por favor.Se é assim, o carnaval é uma verdadeira quebra ou só uma válvula de escape que mantém tudo como sempre foi? O historiador russo Mikhail Bakhtin dizia que o riso e a festa podem ser subversivos, mas também podem servir para reforçar o sistema. A inversão temporária alivia as tensões sem ameaçar a estrutura. Se sabemos que tudo volta ao normal na quarta-feira, não há perigo real de mudança. A transgressão é permitida porque é passageira. Visto assim, o carnaval é uma festa de inversão de papéis e, por isso mesmo, um ritual de aceitação do resto do ano.Quem acompanhou o Clube de Cultura de “A crise da narração”, vai lembrar de Byung-Chul Han contando que antes da chegada do “storyselling” os feriados tinham função narrativa, contavam uma história coletiva. Hoje, viraram só mais uma data para o consumo, o próximo presente a ser comprado. Será que o carnaval é a última das festas que ainda carrega um significado, ou também virou só “vou beber muito”? Para mim, parte da resposta está em todos os “pré-carnavais” e “carnaval fora de época”. Não há calendário nem ritual, só uma balada temática.Mas esse não é o assunto de hoje. Só quero dizer o seguinte: aproveite o carnaval para tentar ser quem você não é. Pense no que a palavra fantasia pode significar. Nem que seja algo simples como “menos crítico comigo mesmo” ou “não ficar pensando no amanhã”. Imagine possibilidades. Talvez o você do carnaval tenha alguma coisa pra ensinar ao você do resto do ano. De um jeito ou de outro, tudo se acaba na quarta-feira.Por hoje é sóCuidem de si, cuidem dos seus. Mais que tudo, divirtam-se. Até a próxima.crisdias This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe