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Com Joana Azevedo e Diogo Beja
As cenas que menos prestaram em 2025
Os números da São Silvestre, coisas que já precisam melhorar no ano que vem e uma grande falha | Nossos links - https://linktr.ee/corridanoar | O Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
No meio das festas, quando o tempo permite e os eleitores mostram disponibilidade para ouvir, as presidenciais fazem o seu caminho. Agora, é Marques Mendes que quer Gouveia e Melo a explicar uns negócios da Marinha e o almirante a manifestar-se contra as insinuações. Nada de muito novo, se atendermos ao facto de que se trata de um inquérito em curso no Ministério Público, relativo a coisas de há uns anos lá atrás e que aparecem numa revista perto de umas eleições. Candidatos são 11, mas no boletim vão aparecer 14. E há um Conselho de Estado marcado para 9 de janeiro que já está a dar que falar. Neste episódio, conversamos com a editora de política do Expresso, Eunice Lourenço.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Vinícius Francis - Metafísica, Autoconhecimento & Espiritualidade
10 Coisas que Você deve Fazer para Ter SUCESSO em seu Novo Ano (O guia prático) - Parte 02✅ Parte 01: https://www.youtube.com/watch?v=r8iYh99tZRIVocê já sentiu que o ano começou, os meses passaram e suas metas ficaram apenas no papel? A verdade é que um ano promissor não acontece por acaso; ele é fruto de estratégia e clareza.Neste vídeo, eu revelei as 10 orientações essenciais para você que deseja sair da estagnação e construir uma jornada de sucesso, produtividade e prosperidade. Se você quer que 2026 seja o ano da sua virada, este guia foi feito para você.✨✨✨✨✨✨
00:00 Dinheiro não some, ele muda de mão00:24 As pequenas torneiras que esvaziam seu balde01:12 Comprar status antes de ter patrimônio01:54 Parcelar status (o falso planejamento)02:46 A Taxa da Desorganização03:37 A Taxa da Impaciência04:44 Gastar para aliviar frustração emocional05:44 Produtos financeiros que você não entende06:44 Estratégia errada pro seu tamanho07:45 Qual é o seu próximo passo? (Club vs Wealth)
Podcasts de Ecologia/Composições musicais/Natureza Ecology Podcasts/Musical Compositions/Nature
Os gases emitidos pelos motores de aviões poluem o meio ambiente afetando a vida de espécies, inclusive a humana. A preocupação mundial sobre mudanças climáticas e a incerteza de abastecimento de petróleo tem levado a uma crescente demanda por fontes renováveis de energia. Com isso, estudos já foram feitos e continuam para que combustíveis mais sustentáveis possam ser utilizados de forma viável em grande escala. A alternativa para a indústria da aviação são os biocombustíveis, sendo de uso mais sustentável e disponível de imediato. Na aviação o sucesso é ligado ao crescimento econômico e do transporte aéreo. A concorrência entre as empresas do ramo é relacionada à procura de vantagens competitivas e pelo crescente aperfeiçoamento tecnológico no objetivo de reduzir os altos custos das frotas, e agora, com a redução de poluentes e substituição por combustíveis sustentáveis. A queima do combustível na aviação emite gases poluentes como o monóxido e o dióxido de carbono, os hidro-carburetos gasosos e os óxidos de nitrogênio. A poluição do ar não prejudica apenas o meio ambiente, mas a saúde humana também, influenciando no aumento de doenças cardiovasculares e respiratórias. Há cerca de quatro décadas, começaram a ter iniciativas de várias instituições, empresas e governos e a atenção da população para as causas ambientais. Hoje, com estudos, pesquisas e mais informações, a questão ambiental é um dos principais temas mais discutidos no mundo. Desde a responsabilidade até a contribuição da indústria do ramo, governos e da sociedade é assunto de extrema importância para todos, pois nossos recursos naturais são finitos e o meio ambiente é único. A tecnologia avançou com o passar do tempo e foi possível o desenvolvimento de projetos de motores que são eficientes e ao mesmo tempo emitem menos gases poluentes. [...] Combustível sustentável de aviação - na sigla em inglês (Sustainable Aviation Fuels – SAF) é o termo genérico para a criação de combustível de aviação a partir de outras fontes que não fósseis. Proveniente de óleos de cozinha e gorduras animais residuais, o combustível sustentável de aviação é capaz de reduzir as emissões de carbono dos voos em até incríveis 80%. [...] Os dois principais fabricantes de aviões comerciais - Airbus e Boeing - fizeram parceria com empresas de combustível para desenvolver este tipo de combustível. Ambos os grupos procuraram fontes renováveis semelhantes para criar seu Combustível Sustentável de Aviação. Essas matérias-primas incluem coisas como óleo de cozinha e óleo de palma, bem como os óleos residuais de animais e plantas. Outras matérias-primas para o Combustível Sustentável de Aviação incluem os resíduos sólidos provenientes das casas das pessoas e empresas. Coisas como papel e restos de comida que podem ter ido para o lixão podem ser reaproveitados para criar o Combustível Sustentável de Aviação. A sustentabilidade da matéria-prima é então certificada por um órgão oficial. [...] O Combustível Sustentável de Aviação é fundamental para atingir as metas de sustentabilidade de 2050 do setor. À medida que mais e mais companhias aéreas começam a usar este tipo de combustível, espera-se que o custo de mercado caia e o torne mais economicamente viável. Fonte (créditos): https://www.euronews.com/green/2021/11/14/what-are-sustainable-aviation-fuels-and-could-they-change-the-future-of-flying Imagem (créditos): https://www.euronews.com/green/2021/11/14/what-are-sustainable-aviation-fuels-and-could-they-change-the-future-of-flying Trilhas sonoras (créditos): Secret-lake_AdobeStock_545981364_preview Sunny-Side_AdobeStock_560769164_preview
O nosso top do melhor deste ano
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Esta apresentação explora o conceito e a evolução da Internet das Coisas (IoT), descrevendo-a como a interconectividade global de objetos quotidianos à rede para automatizar tarefas.Esta tecnologia, que remonta aos anos 80, permite que desde eletrodomésticos a dispositivos médicos recolham dados e simplifiquem a vida dos utilizadores através da integração digital.O autor distingue também a IoT da Inteligência Artificial, sublinhando que, enquanto a primeira foca na ligação, a segunda procura replicar a cognição humana em máquinas.No setor do ensino, a implementação destas ferramentas promete transformar a educação, permitindo uma gestão escolar personalizada e a monitorização em tempo real do progresso dos alunos.Prevê-se um futuro de crescimento económico massivo, onde biliões de dispositivos inteligentes alterarão profundamente a gestão de cidades, empresas e serviços públicos.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 17 de agosto de 2025.] Fábia Rebordão abre o coração sobre a maternidade, a luta contra uma lesão rara e ainda a força de viver com o coração ao pé da boca. Para a artista, o fado será sempre o seu lugar de liberdade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 17 de agosto de 2025.] Fábia Rebordão abre o coração sobre a maternidade, a luta contra uma lesão rara e ainda a força de viver com o coração ao pé da boca. Para a artista, o fado será sempre o seu lugar de liberdade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você é do tipo que promete coisas?Há grande peso naquilo que prometemos. Prometer e não cumprir é lançar palavras ao vento. Tais promessas magoam, machucam, entristecem. Imagine uma criança que ouviu a vida inteira de seus pais que ganharia algo que nunca ganhou? Uma experiência assim certamente marcará negativamente pelo resto da vida.Esse é o tipo de problema que não temos com Deus. Ele sempre cumpre o que promete. Basta olhar para a Bíblia e perceber isso.Mas há algo que não podemos negar: o tempo de Deus não é o nosso. Por vezes, esperamos algo por anos. Abraão, por exemplo, ouviu uma promessa de que seria uma grande nação. Mas seu primeiro filho nasceu 25 anos depois de ouvir essa promessa. O que aconteceu nesse meio tempo? Ele fraquejou, errou, falhou, tomando atitudes equivocadas.Veja o que diz o Salmo 31 no verso 24: "Sejam fortes, e que se revigore o coração de todos vocês que esperam no Senhor."Entendo o que o salmista fala sobre esperar. Esperar pode ser difícil, pode cansar e até desmotivar. Se Deus nunca falha em suas promessas, a única coisa que precisamos aprender é a esperar, mantendo o vigor e a alegria, pois em algum momento as promessas de Deus se cumprirão. Espere o tempo que for preciso. Deus nunca falha.
A Rádio França Internacional recebeu nesta quinta-feira nos seus estúdios Messias Uarreno, secretário-geral do ANAMOLA, Aliança Nacional para um Moçambique Livre e Autónomo, partido de oposição moçambicano fundado este ano e liderado por Venâncio Mondlane, responsável político que reclama a vitória nas presidenciais do ano passado e que liderou os protestos pós-eleitorais que marcaram os últimos meses de 2024 e o começo deste ano. De passagem por Paris onde efectuou uma série de contactos em nome do ANAMOLA, Messias Uarreno evocou com a RFI os desafios enfrentados por esta nova formação que se reivindica como um partido "jovem", a sua ideologia e seus projectos, o processo de diálogo inclusivo encaminhado pelo Presidente da República e algumas das problemáticas que afligem o país, nomeadamente o terrorismo no norte. RFI: O que é que veio cá fazer a Paris? Messias Uarreno: O ANAMOLA vem a Paris numa missão muito específica que é a busca da abertura e alargamento das suas parcerias, em particular diplomáticas, porque trata-se de um partido que tem uma visão bastante clara para o futuro de Moçambique e achamos que não podemos fazer um Moçambique sem os nossos grandes parceiros. E a França, como país, é a uma referência bastante importante. RFI: Esteve em contacto com que entidades ou pessoas aqui em França? Messias Uarreno: Algumas entidades tiveram contactos connosco e obviamente ainda há um certo receio de partilhar assim publicamente, mas a nível institucional nós estivemos já na Embaixada (de Moçambique em Paris), podemos ter uma conversa com o embaixador e a sua equipa, mas também algumas instituições ligadas aos Direitos Humanos ou outras ligadas à questão da democracia, que têm interesses específicos que, na sua maioria, são instituições que na verdade já trabalham connosco quando ainda nem partido éramos. E para nós interessa continuar a estreitar as nossas relações. RFI: O ANAMOLA é um partido jovem, um partido que apareceu recentemente durante este ano de 2025 e também o partido que se assume como um partido de jovens, formado essencialmente por jovens. Quais são os desafios que enfrenta um partido que está em plena formação? Messias Uarreno: Uma das questões que eu enquadro como um problema primário é a questão mesmo da formação de quadros. Nós temos jovens bastante motivados e, como sabe, o ANAMOLA é um partido de massas. É um partido em que não é só numa questão da acessibilidade na zona urbana, mas também na zona rural. Nós temos um grande apoio das nossas bases e, a cada dia, nós vamos conseguindo implantar mais o partido. No contexto em que o ANAMOLA surge, durante as manifestações pós-eleitorais, aquela crise vivenciada, o receio que nós temos é que esse ambiente possa se tornar cíclico. Então é necessário formar os nossos quadros do partido a compreenderem que o ANAMOLA é um partido democrático, é um partido que vem implantar mais paz, mais concordância entre os actores políticos no país e para membros que, por sua natureza, não têm um contacto, um conhecimento claro sobre essas matérias, é preciso nos focarmos numa formação, num acompanhamento, em capacitação contínua. Mas isto está relacionado também com recursos. Um partido tão jovem, tão novo, precisaria de muitos recursos para conseguir formar, do topo à base, os seus quadros a assumirem essa política com uma postura democrática no verdadeiro sentido da palavra, e não ser confundido com o que nós temos chamado aqui, entre aspas, de vândalos. Porque nós somos realmente aquilo que é a esperança do povo moçambicano. E isto tem que se revelar de dentro para fora. Então eu classificaria a questão da formação um grande desafio para nós. Agora, temos também outro desafio, não menos importante, que é a questão daquilo que é o espaço político, que é muita das vezes manipulado sob o ponto de vista de captura das instituições em Moçambique. E eu acredito nessa nossa luta, a luta que o Presidente Venâncio Mondlane muita das vezes tem levado nestes últimos tempos, a despartidarização das instituições do Estado, porque enquanto as instituições forem partidarizadas, a acção política torna-se fragilizada, não só para o ANAMOLA, mas para qualquer outro partido dentro de um determinado território. E em Moçambique, infelizmente, até hoje nós sentimos que há partidarização. Ela atingiu dimensões inaceitáveis e o Presidente Venâncio tem lutado para este desafio. RFI: Também falou dos desafios de um partido que acaba de aparecer. Um deles, lá está, mencionou-o, é a questão dos recursos. Como é que são financiados? Messias Uarreno: Até agora, a base de apoio do partido ANAMOLA é identificada em dois prismas. O primeiro é aquilo que nós chamamos de contribuição, outros chamariam de quotização. Mas os nossos membros, ao se filiar ao partido, eles contribuem com valores simbólicos e estes valores têm suportado até agora aquilo que são parte das nossas actividades, mas é preciso compreender que também nós temos simpatizantes. Temos pessoas que acreditam na causa e que vão fazendo algumas doações. E essas doações têm apoiado aquilo que é o grande número das nossas despesas. E, como sabe, tem muitas instituições que financiam partidos políticos. RFI: Quais são os vossos objectivos em termos concretos e imediatos? Messias Uarreno: São vários. Eu vou citar aqui assim alguns rapidamente. A primeira prioridade, para nós, está ligada neste exacto momento, após a criação do partido, à questão da nossa Constituição da República. Como sabe, o ANAMOLA submeteu um grande dossier de propostas de reformas de leis de Estado que visam eliminar a grande porta de entrada dos problemas que Moçambique vive. Porque já é costume as nossas eleições serem caracterizadas com aspectos que indicam claramente fraudes e nós podemos eliminar essas fragilidades a partir da lei. O ANAMOLA tem trabalhado neste aspecto. Agora, é preciso compreender que, como partido, nós temos um foco de organização a nível territorial para que possamos nos preparar para as eleições 2028 que são as autárquicas, e em 2029, que são as gerais e legislativas. Estas eleições são muito importantes para nós, como um partido recentemente criado, porque precisamos ocupar este espaço político e assumir o nosso projecto de governação. RFI: Outro dos objectivos tem a ver com o diálogo inclusivo que foi encaminhado este ano. O que é que pretendem fazer relativamente a este diálogo inclusivo? Messias Uarreno: Quando falamos de diálogo inclusivo em Moçambique, pessoalmente, como secretário-geral, eu tenho trazido aqui dois aspectos claros. Primeiro é que o ANAMOLA foi excluído do diálogo. E isto nós repudiamos desde o princípio. Fizemos o nosso TPC (Trabalho de Casa), que foi uma acção popular onde fomos recolher a real intenção das famílias moçambicanas para o nosso país, compilamos e fizemos a entrega recentemente à liderança da COTE (Comissão para o Diálogo Nacional Inclusivo). Eu acho que ainda temos tempo para que tanto os grandes parceiros que financiam a COTE e também os próprios membros da COTE, a nível nacional, possam reflectir sobre esta questão, sobre esta voz que não pára de ecoar sobre a inclusão da ANAMOLA. Porque nós somos o grande motivo para que fosse criado este diálogo. RFI: Relativamente ao estado do país, o Presidente Daniel Chapo fez uma comunicação sobre o estado da Nação. Ele disse que não foi possível fazer tanto quanto gostaria de ter feito, designadamente, por causa dos incidentes pós-eleitorais que marcaram não só o final do ano passado, como também o começo deste ano. O que é que tem a dizer quanto a isso? Messias Uarreno: Dificilmente confronto aquilo que são os posicionamentos do Presidente da República por uma questão mesmo de desgaste, desgaste como político, desgaste como académico, desgaste como jovem moçambicano. Porque ao avaliar só aquilo que é a actuação do Presidente da República Daniel neste período, vai constatar gastos excessivos em viagens com membros que seriam, na minha óptica e na nossa óptica, como partido, dispensáveis, e converter estes recursos em acções concretas para o país. Estes recursos poderiam ser utilizados neste período ainda para coisas como a melhoria da qualidade das nossas escolas, a colocação de medicamentos nos hospitais e materiais. Fiz recentemente uma visita a um hospital para ver as mães parturientes e vi uma situação deplorável, em que as parteiras até têm problemas de luvas. Coisas básicas. Portanto, custa-me acreditar que saiu da boca do Presidente da República uma abordagem semelhante de que teve dificuldades por causa desse aspecto. Mas eu acho que é tempo de o Presidente mudar de narrativa e procurar trabalhar mais e falar menos. RFI: Relativamente às problemáticas que existem em Moçambique, uma delas é a questão do terrorismo em Cabo Delgado. Como é que vê o tratamento dessa problemática? Já há mais de oito anos que estamos nesta situação em Cabo Delgado. Messias Uarreno: A primeira coisa que eu queria dizer sobre o terrorismo é que, como partido, nós lamentamos as grandes perdas humanas que nós temos e, mais do que isso, lamentamos também aquilo que é a interferência do terrorismo nos grandes investimentos que muitas instituições, ao exemplo da Total Energies, têm feito e eu acho que deveria também continuar a fazer é não recuar. Relativamente à questão do terrorismo em Moçambique, é uma questão que, a nível doméstico, nós poderíamos ter tratado, porque eu acredito que a nossa interferência interna, ela fala mais alto do que a interferência externa. Esta é a primeira opção que eu tenho sobre este aspecto, mas, no entanto, é de lamentar que o Governo do dia, nos discursos que podemos encontrar, diga que a situação está calma, que a situação está boa, que já não há terrorismo. São as últimas manchetes que nós vimos. Mas, em contrapartida, nós continuamos a receber, obviamente, evidências de que o terrorismo continua a assolar não só a Cabo Delgado, mas a tendência é para alastrar para a província de Nampula. E isto deixa realmente a desejar. Quando reparo para os grandes parceiros na área, por exemplo, de extracção em Cabo Delgado e eu acho que, como partido ANAMOLA, na nossa perspectiva, uma das grandes vontades seria manter uma abertura clara para os que já estão a trabalhar, mas também com a abordagem um pouco mais para o desenvolvimento local e devolver a estabilidade àquela região. RFI: Estas últimas semanas evocou-se a hipótese da Total retomar efectivamente as suas actividades em Cabo Delgado. Como é que vê esta perspectiva? Julga que não será prematuro, até porque a Total reclama uma série de novas condições para retomar as suas actividades. Messias Uarreno: Penso que, como investidor, é justo que reclame que hajam melhores condições para a sua actuação. Pessoalmente, eu acredito que numa visão política, um país precisa que os seus investimentos avancem e não que sejam interrompidos. E o retorno da Total poderia constituir a continuidade de um projecto importante para o país. As actividades não podem parar e nós temos que gerar alguma coisa para resolver problemas concretos que o país tem. Simplesmente impedir isso, seria adiar aquilo que são respostas que nós queremos com esses investimentos. RFI: Voltando agora à vida interna do partido, um dos desafios que têm enfrentado ultimamente é a saída já de alguns dos seus membros, em particular em Cabo Delgado. Como é que explica esta situação? O que eles alegam é que há falta de consideração pelos quadros dentro do partido. Messias Uarreno: Pessoalmente, recebi também no meu gabinete várias cartas. Não são assim tantas como a media também tem tentado propalar, mas eu acredito que para um partido em construção, para um partido bastante novo, são fenómenos a considerar como normais do ponto de vista de vida de um partido político. Qualquer partido político já teve dissidência, já teve renúncias e o ANAMOLA não pode ser uma excepção. É preciso também perceber que um partido que está a começar com uma força como a nossa é vítima, obviamente, de ataques de outras organizações políticas que têm interesse em ver reduzir do nosso esforço a nada. E, obviamente, maior parte dos membros que conseguiram fazer-se identificar como membros do ANAMOLA podem utilizar este caminho para desacreditar aquilo que é a coesão interna do nosso partido. Este é um dado. Outro dado muito importante é que, como humanos, algumas pessoas vêem o partido como uma forma ou um caminho para atingir objectivos pessoais. E eu vou lhe recordar uma coisa: o presidente Venâncio Mondlane é um indivíduo, um cidadão moçambicano que largou a maior parte dos seus benefícios como actor político moçambicano para abraçar uma causa que tem como foco responder aqui às necessidades do povo moçambicano, o que quer dizer que a disciplina interna, ela está caracterizada por indivíduos que vão trabalhar em prol do crescimento de um partido que vai responder às necessidades das famílias moçambicanas. Então, todo aquele que não está preparado para esta abordagem e pensa que o partido é um local onde vai resolver os seus problemas, como por exemplo, um cargo de chefia imediato, porque estamos agora em eleições internas a nível do distrito, obviamente encontra como uma forma de manifestação a saída do partido. E eu posso-lhe confirmar de que a maior parte dessas narrativas em Cabo Delgado e um pouco espalhadas pelo país estão relacionadas com esse aspecto. Não temos uma dissidência por um motivo diferente deste. O que justifica que nós continuámos ainda mais coesos e vamos ficar realmente com qualidade e não com quantidade. RFI: Relativamente ainda à vossa vida interna, o vosso líder, Venâncio Mondlane, tem sido acusado, a nível judicial, de incitar a desordem no país. Pode haver algum tipo de condenação. O partido ANAMOLA está preparado para a eventualidade de ficar sem o seu líder? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane não fez nada mais nada menos do que sua obrigação em todo o processo. E, aliás, estas acusações que pesam sobre o presidente Venâncio Mondlane são acusações que, a nível da Justiça, vai ser comprovado num futuro breve, que são infundadas porque aquelas famílias que estavam na rua no período das manifestações, elas estavam, por consciência própria e plena de que Moçambique precisa de mudança. Foi um recado claro, dado num momento específico, num contexto bem localizado, que eram depois das fraudes eleitorais, de que 'Olha, nós estamos cansados e basta'. A soberania reside no povo moçambicano. E se esse recado for mal recebido pela justiça moçambicana que é de continuar a levar este caminho de tentar sacrificar o líder Venâncio Mondlane, isto vai dar a uma situação de grande risco para o actual governo, por uma razão muito simples: porque o povo só está à espera de que eles façam isso. Agora, se estamos preparados ou não, eu acho que, como partido, ficaria com receio de responder. Eu acho que gostaria de colocar esta questão ao povo moçambicano: se está preparado para prender o presidente Venâncio Mondlane. Eu não sei se há alguma barreira física que pode parar o povo quando isso acontecer. Agora, a nível de liderança interna, o presidente Venâncio Mondlane tem trabalhado para capacitar os membros, tem trabalhado para recrutar pessoas qualificadas, competentes, que podem sim, dar continuidade ao projecto político, mas não porque teme uma prisão, mas porque nós, os humanos, somos finitos. Amanhã podemos não estar aqui. E o líder Venâncio é um homem com uma visão a longo termo sobre Moçambique e ele sabe muito bem preparar e está a fazer esse trabalho muito bem. RFI: No começo da nossa conversa, nós evocamos os contactos que têm feito, designadamente aqui em França. Ainda antes da fundação oficial do ANAMOLA, o vosso presidente, Venâncio Mondlane, esteve em Portugal e esteve em contacto com o partido Chega (na extrema-direita). Qual é a relação que existe entre o ANAMOLA e o Chega? Messias Uarreno: O presidente Venâncio Mondlane esteve em Portugal, Sim. E teve contacto com Chega, teve contacto com a Iniciativa Liberal, tivemos com o PSD e a abordagem foi a mesma. Não existe um contacto exclusivo com o Chega. Existiu contacto com partidos políticos na diáspora e maioritariamente da oposição. E o partido Chega, assim com o partido Iniciativa Liberal e os outros, foram parceiros e continuarão sendo parceiros para aquilo que constituir um aprendizado para um líder político visionário que pretende fazer uma grande revolução num país que, por sinal, é um país que foi colonizado por Portugal. Então temos alguma coisa, sim, a aprender. E até então o Chega tem conseguido olhar para aquilo que são os objectivos do ANAMOLA e dar o devido apoio, tanto a nível do Parlamento português, assim como Parlamento Europeu. E as nossas relações baseiam-se neste apoio mútuo para garantir a democracia em Portugal e a democracia em Moçambique por via de canais legais. RFI: Como é que se traduz esse apoio, concretamente do Chega relativamente ao ANAMOLA? Messias Uarreno: O grande suporte é no domínio da justiça, nos processos em que nós estamos. Como sabe, o Presidente Venâncio Mondlane reivindicou a sua vitória e até hoje o Conselho Constitucional não se pronunciou claramente, apenas fez o anúncio dos resultados. Nós estamos à espera de uma resposta clara sobre os 300 quilos de documentos que nós deixamos no Conselho Constitucional, que foram praticamente marginalizados. E o Chega, assim como outros partidos, tem sido uma voz que continua a gritar em prol da devolução da Justiça Eleitoral em Moçambique. RFI: Como é que se assumem no xadrez político moçambicano? Diriam que estão mais à esquerda, no centro, à direita? Estava a dizer que esteve em contacto com uma série de partidos que se situam mais no centro-direita ou até na extrema-direita, no caso do Chega em Portugal. Messias Uarreno: Nós temos discutido internamente esta questão da ideologia do nosso partido e, brevemente, nós teremos posicionamentos muito claros sobre a nossa ideologia. O que eu posso-lhe dizer é que há um esforço interno em mobilizarmos posicionamentos políticos que venham responder às reais necessidades das famílias moçambicanas. E, como sabe, se reparar um pouco por todos os partidos políticos em África, de uma forma muito rápida, vai compreender que nós não nos movemos muito com a questão de esquerda ou direita. Movemo-nos por outros valores, mas precisamos de evoluir. Precisamos dar um passo à frente. E eu acho que temos encontrado similaridades em alguns pontos de agenda que vão nortear aquilo que é a nossa posição final, que obviamente, como pode perceber, nós não temos aqui uma apresentação oficial de se nós pertencemos à esquerda, à direita, centro-esquerda, centro-direita actualmente. Mas estamos a trabalhar para fazer esse alinhamento e, quando for oportuno, obviamente o mundo saberá qual é, afinal, a grande linha ideológica que nos dirige. RFI: Estamos prestes a terminar este ano 2025. Quais são os seus votos Messias Uarreno para 2026? Messias Uarreno: Tem aqui três esferas dos meus votos. A esfera global é que eu espero que o mundo esteja mais equilibrado. Temos várias guerras, vários desafios, conflitos políticos um pouco por toda a parte. Eu espero que os líderes mundiais possam procurar em 2026 reduzir esta intensidade de conflitos e procurar mais diálogo, um diálogo mais sereno e realístico sobre os grandes projectos das grandes nações, que muita das vezes está por detrás dos grandes conflitos também. Segundo, há uma dimensão dos meus votos que se dirige aos grandes parceiros internacionais um pouco espalhados pelo mundo. Como um partido, nós estamos abertos a continuar a trabalhar com grandes parceiros que já actuam em Moçambique. E a única coisa que vamos fazer é procurar melhorar o ambiente desta parceria. E esta abertura é uma abertura legítima e uma abertura real. É por isso que temos viajado. Eu, pessoalmente vou continuar a viajar para, com estas grandes organizações, procurar estreitar esses laços e manter a sua actuação no nosso país, mas com um paradigma diferente. E por fim, é uma questão doméstica. A todas as famílias moçambicanas, nós desejamos muita força. Devem continuar a acreditar que um processo de libertação leva tempo. Vamos continuar a defender a verdade até ao fim e, acima de tudo, procurar ser um partido que, quando chegar ao poder, vai responder realmente às necessidades das famílias moçambicanas. Que 2026 seja realmente próspero e seja tão próspero como as grandes nações têm experimentado aquilo que é a sua evolução.
Sousa Tavares contesta a decisão de investir no regresso da F1 a Portugal. Considera que a ideia de "pôr o país no mapa" já "não faz sentido" e diz que vários países utilizam a competição como "detergente de nódoas" dos regimes. Sobre o caso Spinumviva, entende que "está resolvido no plano político" mas que, do ponto de vista ético e mediático, há questões por responder.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Natália Sousa, a voz por trás do podcast Pra Dar Nome às Coisas e autora do Livro Medo de Dar Certo em um papo cheio de vulnerabilidade sobre esse medo tão comum e tão difícil de nomear.
O erro “inofensivo” que custa caro demais.
A Sabesp está passando por uma das maiores transformações tecnológicas da sua história e isso vai muito além de trocar canos ou ampliar redes. Inteligência artificial, Internet das Coisas, imagens de satélite, atendimento digital pelo WhatsApp e até impressão de peças em 3D já fazem parte da operação da companhia. Neste episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Denis Maia, diretor-executivo de Clientes e Tecnologia da Sabesp, sobre como essas tecnologias estão sendo usadas na prática para reduzir vazamentos, melhorar o atendimento ao consumidor, tornar o uso da água mais consciente e aumentar a eficiência de um sistema que atende quase 30 milhões de pessoas. Durante a conversa, Denis explica como funcionam os hidrômetros inteligentes, o uso de IA para identificar vazamentos invisíveis no subsolo, o atendimento digital em larga escala e por que São José dos Campos deve se tornar a primeira cidade 100% digital da Sabesp até 2026. Você também vai conferir: novo golpe no Telegram chamou atenção por um detalhe inesperado, IA pode causar falta de memória RAM até 2028, Honor confirma celular feito para e-sports, Google e SENAI lançam IA gratuita para ajudar a encontrar emprego e confira lista de cursos gratuitos de fim de ano. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernada Santos e contou com reportagens de Jaqueline Sousa, Raphael Giannotti, Vinicius Moschen, Marcelo Fischer sob coordenação de Anaísa Catucci. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Livia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O cronista fala das motivações da greve e critica o Governo: "só partiu para o diálogo quando percebeu que ia levar com uma greve em cima, foi tarde". Sousa Tavares diz que terá de existir um recuo, mas defende uma mudança porque "não podemos continuar colados a direitos laborais que faziam sentido há 50 anos". Falamos ainda da distinção da "Economist" e da proibição das redes sociais para menores.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Vicente Gil continua a surpreender muitos quando fala sobre as suas origens étnicas. O ator da novela da SIC 'Vitória', onde dá vida à personagem Afonso, é cigano, mas nunca permitiu que a imagem pejorativa associada à comunidade limitasse a sua ambição. Nasceu e cresceu no Porto e, desde muito jovem, foi incentivado pela mãe a frequentar teatros, concertos e outros espetáculos da cidade. Chegou mesmo a fazer teatro comunitário nos bairros da periferia. Mais tarde, essas experiências acabariam por definir a sua vocação. Hoje, reconhece a importância de existir “um ator cigano, licenciado, lourinho e lavadinho” na televisão portuguesa. “Eu não pareço cigano porque não correspondo àquela imagem pejorativa. É importante que as pessoas se deparem comigo”, afirma. O preconceito, no entanto, acompanhou-o desde cedo. Em conversa com Daniel Oliveira, recorda os tempos de escola em que ele e os familiares eram conhecidos como “os ciganitos” e chegaram a ser aconselhados pela própria diretora a não revelarem a mais ninguém a sua origem. “Estas discriminações continuam até hoje, até quando vou à Segurança Social. Não acreditam que uma pessoa como eu pode ser cigana”, lamenta. E, embora compreenda que nem sempre há intenção maliciosa, não deixa de sublinhar: “As nossas instituições são xenófobas; mais facilmente nos pedem a nós para nos modificarmos. E é assim com muitas minorias.” Com o tempo, porém, aprendeu a transformar os valores da sua identidade étnica numa força. Características que descreve como “pelo na venta”, “garra” e “questionamento sobre o mundo” ajudaram-no a chegar onde está. Acima de tudo, sente profunda gratidão pela educação que recebeu da mãe. “A minha mãe é uma grande mulher cigana. Quem me dera que pudesse ser mãe de muita gente, dar garra a certas famílias”, diz, com um sorriso. Neste 'Alta Definição', enquanto revisita a sua história e as suas raízes, tenta responder à pergunta que acompanha toda a conversa: afinal, o que é ser cigano? O programa foi emitido a 6 de dezembro na SIC e está disponível aqui em versão podcast.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saiu o relatório do tendências do Strava de 2025, com dados bem legais, como o tênis mais usado no Brasil e no mundo, o dia em que o pessoal mais faz longão, onde tem gente mais rápida, entre e outras coisas.Assine a nossa newsletter e fique sempre bem informado - https://corridanoar.com/newsletterNossos links - https://linktr.ee/corridanoarO Corrida no Ar News é produzido diariamente e postado por volta das 6 da manhã.
00:00 O Erro do "Pobre Premiado"00:33 Upgrade #1: O Kit de Hibernação (Sono)02:07 Upgrade #2: Terceirização (Compre Tempo)04:10 Upgrade #3: Combustível Premium (Nutrição)06:05 Upgrade #4: Ferramentas de Guerra (Setup)07:59 RC Club09:47 Upgrade #5: O Seguro de Vida (Médico vs Plano)11:58 Upgrade #6: Troque seu CEP (Ambiente)13:33 Upgrade #7: Troque seus Amigos (O Acesso)14:57 RC Wealth
Quando cultivamos um olhar espiritual, aprendemos a perceber que o Bem se manifesta continuamente em cada pessoa, em cada acontecimento e até nas situações que, à primeira vista, parecem desafiadoras.Neste episódio do Seicho-No-Ie na Prática, a Preletora Sandra Ilda de Caires nos conduz a uma profunda compreensão e iluminação interior, ajudando-nos a descobrir a luz que habita tudo e todos.Um conteúdo profundo, feito para acalmar a mente, elevar a vibração e despertar a consciência da perfeição que já existe dentro de nós. Uma oportunidade preciosa de fortalecer a fé, transformar a visão e experimentar, de forma prática, a Verdade que liberta.Compartilhe com quem você ama e permita que mais pessoas se conectem à harmonia e ao Bem que permeiam a Vida.#SeichoNoIe #SNICAST #SNInaPrática #LadoPositivo #VidaPlena| Os livros-textos deste episódio são: Meditação Shinsokan e Outras Orações, / O que deve fazer o Dedicado à Iluminação; Para adquirir e estudar ainda mais, acesse: https://snibr.org/livrariapod;| Para encontrar a Associação Local mais próxima de você, acesse: https://rebrand.ly/onde_encontrar;| Quer começar a praticar a Meditação Shinsokan, mas não sabe como? Conheça a Meditação Shinsokan guiada: https://rebrand.ly/shinsokan_7min;| Acompanhe também as nossas redes sociais para mais conteúdos e novidades: https://rebrand.ly/FaceSNI (Facebook) e https://rebrand.ly/instaSNI (Instagram)
00:00 O contrato de pobreza que você assinou01:08 Item 01 - O erro clássico que cria a bola de neve02:45 Item 02 - Queimando dinheiro (literalmente)04:02 Item 03 - A morte por mil cortes05:34 Item 04 - O trapo de ouro (Cuidado com isso!)06:59 RC Club09:17 Item 05 - O recado para os marombas11:14 Item 06 - Noite de rei, vida de plebeu12:38 Item 07 - A ilusão de ótica que dói no ego 14:39 RC Wealth
A Daniella Lopes cresceu entre Lousada e o Porto, mas o mundo tem sido a sua casa: trabalhou em Espanha, nos EUA, e com a MSF em contextos de conflito. Hoje, dedica-se à DIFF EDUCATION, uma ONG que fundou em Moçambique.
A Daniella Lopes cresceu entre Lousada e o Porto, mas o mundo tem sido a sua casa: trabalhou em Espanha, nos EUA, e com a MSF em contextos de conflito. Hoje, dedica-se à DIFF EDUCATION, uma ONG que fundou em Moçambique.
Nesta semana trouxemos pra você nossa “releitura” de um episódio do podcast “On purpose”, do Jay Shetty (link abaixo). Nele, Jay cita 7 coisas sobre dinheiro que gostaria de ter sabido aos 20 anos: 1. Você não tem um problema de rendimento, tem um problema de decisão. 2. Você não poupará o que não vê. 3. Comprar coisas não o tornará rico, mas aprender sobre elas pode. 4. A dívida não é má, mas a ignorância é. 5. Você não é preguiçoso, está sobrecarregado. 6. As suas crenças sobre dinheiro não são suas, são herdadas. 7. A generosidade multiplica a riqueza, não a esgota. Se você também não sabia dessas coisas aos 20 anos, dá o play e venha conosco nessa jornada de conhecimento (spoiler: tem dicas práticas!) Para acessar o episódio original: https://open.spotify.com/episode/3pUBUvNk7oQp9NVawOrXWU?si=Ul2MpgQ-TKiKMKwgZU36Cg&context=spotify%3Ashow%3A5EqqB52m2bsr4k1Ii7sStc Dicas mencionadas : - Livro “Pense como um monge” por Jay Shetty - Livro “A arte de gastar dinheiro” por Morgan Housel Assine o canal, siga-nos nas redes sociais e interaja conosco: Caco Santos: https://www.instagram.com/cacosantos_cfp/ https://www.linkedin.com/in/cacosantos-cfp/ https://www.cacosantos.com.br/ Leandro Paiva: https://www.instagram.com/planejador_leandro_paiva/ https://www.linkedin.com/in/leandro-leal-paiva-b329b323/
Um episódio cheio de novos conceitos: ir a Leiria só para comer pizza, arrancar dentes de leite com a ajuda de uma porta, Pai Natal a sair do exaustor e ainda terapia de amizade. Será que nos devemos esforçar para ser uma boa companhia ou devemos ser naturais e deixar-nos levar pela vibe, pelo mood, pelo love? Fomos ter um date e o Rui ficou responsável por tudo nessa noite, tentamos ainda perceber como funciona o cérebro de inimigos do fim. Ajudam-nos?REDES SOCIAISMafalda Castro: https://www.instagram.com/mafaldacastroRui Simões: https://www.instagram.com/ruisimoes10Bate Pé instagram: https://www.instagram.com/batepeclipsBate Pé Tiktok: https://www.tiktok.com/@bate.pe#MafaldaCastro#RuiSimõesAPOIOSEste podcast tem o apoio do ActivoBank
We're back. Mais ou menos.Depois explicamos.Temas do ep. 277:▶ Eleições▶ Momento desportivo
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Não se deixe levar pelas coisas desse mundo - Luiza Velloso by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
EBD PECC - IEADAM | 4º TRIM 2025 Lição 7: "Buscai as coisas lá do alto! " | Pr Calebe
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira, 10, a suspensão imediata do inquérito aberto na 22.ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro (Penha) para investigar familiares de vítimas por terem retirado corpos da região de mata. O ministro mandou notificar o delegado titular para que ele preste informações ao STF em 48 horas. "A polícia explica que ia voltar no dia seguinte para recuperar os corpos, mas famílias foram lá e fizeram mutirão para os resgates. É uma ação desumana da corporação, matar e largar os corpos jogados em uma mata. Moraes interrompeu uma investigação que invertia as coisas: as famílias não são culpadas, rés ou sequer investigadas por crime nenhum, aparentemente, e não o podem ser por resgatarem os corpos de seus entes queridos", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira, 10, a suspensão imediata do inquérito aberto na 22.ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro (Penha) para investigar familiares de vítimas por terem retirado corpos da região de mata. O ministro mandou notificar o delegado titular para que ele preste informações ao STF em 48 horas. "A polícia explica que ia voltar no dia seguinte para recuperar os corpos, mas famílias foram lá e fizeram mutirão para os resgates. É uma ação desumana da corporação, matar e largar os corpos jogados em uma mata. Moraes interrompeu uma investigação que invertia as coisas: as famílias não são culpadas, rés ou sequer investigadas por crime nenhum, aparentemente, e não o podem ser por resgatarem os corpos de seus entes queridos", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Apple incluiu um monte de coisinhas no iOS 26.2, e o Filipe e o Marcus estão caçando todas elas.
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Em Hebreus 4.15, o Pr. Leandro Peixoto expõe uma das verdades mais profundas da fé cristã: Jesus Cristo foi tentado em todas as coisas, mas sem pecado. Nesta pregação expositiva, aprendemos que o nosso Sumo Sacerdote compreende plenamente as nossas fraquezas porque enfrentou o peso real da tentação — e venceu em cada uma delas. A mensagem revela como a tentação de Cristo foi real, mas sem qualquer inclinação interior ao mal. Ele enfrentou as mesmas pressões externas que nós — fome, rejeição, sofrimento e solidão —, mas permaneceu santo, puro e fiel até o fim.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o radialista e diretor da Rádio Comercial Pedro Ribeiro reflete sobre o futuro da rádio e os seus desafios e perigos, dá conta de como encara as vãs glórias de quem é distinguido com “bugigangas” douradas, revela alguns dos seus atuais pequenos grandes prazeres e os momentos que o inquietam ou deixam mais vulnerável. E partilha ainda algumas das músicas que o acompanham, lê um excerto de um poema de Sophia e deixa sugestões de vários podcasts para ouvir. Boas escutas! Escolhas musicais: "Diariamente" - Marisa Monte "Being Boring" - Pet Shop Boys "Recantiga" - Miguel Araújo "Everybody´s free (to wear sunscreen)" - Buz Luhrmann Leitura: Sophia de Mello Breyner Andressen, in Contos Exemplares Sugestões de podcasts: "All there is" - Anderson Cooper "Comissão Política" - Expresso "Modern Love" - NYT "Histórias de Lisboa" - de Miguel Franco de Andrade "A eleição mais louca de sempre" - ObservadorSee omnystudio.com/listener for privacy information.
CUPOM: SOCIOS NA OFICINA: https://r.vocemaisrico.com/4fc4aff144 CONHEÇA OS PRODUTOS DA CAFFEINE ARMY: https://r.vocemaisrico.com/e08eeca18a PARTICIPE DA MAIOR BLACK FRIDAY DA HISTÓRIA:https://r.vocemaisrico.com/8a42b56ccaA filosofia tem o poder de iluminar o caos — não para eliminá-lo, mas para revelar o que nasce dele.Desde os mitos antigos até a modernidade líquida, o ser humano tenta construir muros contra o imprevisível. Mas, como alertou Nassim Taleb, talvez o verdadeiro progresso não esteja em resistir ao caos, e sim em aprender a se beneficiar dele.Vivemos em uma era de conforto e hipersensibilidade, onde qualquer desconforto é visto como falha. E, no entanto, é justamente a dor, a dúvida e o risco que forjam a coragem, o propósito e a maturidade. O antifrágil não sobrevive apesar do caos — ele cresce por causa dele.Mas como cultivar essa virtude num mundo que idolatra a estabilidade?É possível ser antifrágil em uma sociedade que pune o erro e recompensa a aparência?O que acontece quando a fé, o amor e a própria ideia de sentido são testados até o limite?Para responder a essas perguntas, recebemos Luiz Felipe Pondé no episódio 267 do Poscast Os Sócios.Falaremos sobre o pensamento de Nassim Taleb, a diferença entre resiliência e antifragilidade, os riscos de uma sociedade frágil, a importância do sofrimento, o papel da coragem moral e a possibilidade de encontrar força na incerteza.Ele será transmitido nesta quinta-feira (23/10), às 12h no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Luiz Felipe Pondé @ lf_ponde
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Neste episódio, converso com duas alunas com resultados incríveis em nichos comuns: Lu Santana, estrategista que fatura R$ 1.7M+/ano com infoprodutos para fonoaudiólogos, e Aline, personal organizer que fatura R$ 100k/mês organicamente como afiliada, mas tem medo de escalar seu próprio produto. Com a participação especial de Amanda e Yasmin, o objetivo é mostrar que qualquer um pode ter sucesso no digital superando crenças limitantes e focando na execução consistente, além de traçar um plano para Aline destravar suas vendas com tráfego pago. Se inscreva na Ultra Black Friday Infinita:http://vtsd.com.br/quero-bf-ep364Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
Bem amigos do Pelada na Net, chegamos em definitivo para o programa 753! E hoje temos o Príncipe Vidane, Maidana e Show do Vitinho revoltados com coisas que importam muito mais que o futebol.E neste programa lamentamos a condenação de Paulo Vitor que foi vítima de racismo e teve uma pena maior do que a do seu agressor, ficamos abismados com a absolvição de todos os 7 réus acusados pelo incêndio que matou os dez meninos do ninho do urubu, comentamos a rodada da Champions e a vitória do Mengão sobre o Racing na semifinal da Libertadores, além de muito mais!#MEVESTEAZAGHAL #SLIMBRUNETTEACOMPANHE AS LIVES EM kick.com/jovemnerdVOTE NO PELADA NA NET NO PRÊMIO MELHORES PODCASTS DO BRASIL - Acesse www.premiompb.com.br/votarORIGINAIS DO FUT - Acesse www.originaisdofut.com, use o cupom PELADA10 para 10% de desconto! E siga a @originaisdofut_ no instagramSTAND-UP DO VIDANE EM CURITIBA - Compre seu ingresso!site https://peladananet.com.br | bsky @peladananet.com.br | twitter @PeladaNET | instagram @PeladaNaNet | grupo no telegram https://t.me/padegostosodemaisSiga os titulares:Maidana – Twitter / Instagram / BskyShow do Vitinho – Twitter / Instagram / BskyPríncipe Vidane – Twitter / Instagram / BskyProjetos paralelos:Dentro da Minha CabeçaReinaldo JaquelineFábrica de FilmesContribua com o Peladinha:Apoia.sePatreonChave pix: podcast@peladananet.com.brColaboradores de Agosto/2025!Seguem os nomes de alguns dos queridos que colaboraram com ao menos R$5. Obrigado a todos! :)Adriana Cristina Alves Pinto Gioielli | Adriano Marin Da Silva | Adriano Nazário | André William Jacyntho | Douglas Kendy Taguchi | Fellipe Miranda | Fernando Costa Campos | Gabriel Machado De Freitas | Guilherme Drigo | Guilherme Rezende Soria | Heverton Coneglian De Freitas | Higor Nunes Resende | Higor Pêgas Rosa De Faria | Ítalo Leandro Freire De Albuquerque | João Paulo Lobo Marins | Joao Pedro Barros Barbosa | Leonardo Delefrate | Luis Henrique Santos | Luiz Felipe Petri | Luiz Guilherme Borges Silva | Messias Feitosa Santana | Pedro Marcelo Rocha Gomes | Rafael Brandão Brasil | Renata Pereira R Silva | Renato De Macedo | Renato Grigoli Pereira | Rodrigo Mathias | Rodrigo Petriche | Stéfano Bellote | Thais Cristine Cavalcanti | Vanessa Fontana | André Siqueira | André Stábile | Arthur Takeshi Gonçalves Murakawa | Brayan Ksenhuck | Caio Fonseca | Concílio Silva | Cristiane Cardoso Avolio Gomes | Davi Andrade | Filipi Froufe | Heitor Dias | Igor Trusz | Jhonathan Romão | Josué Solano De Barros | Khayan Joaquim Macedo Lima | Leonardo Lachi Manetti | Listen2urs2 (Listen Tchu Iór Rârrtchi)) | Luan Silva Rodrigues | Lucas Freitas [...]Obrigado por acreditarem em nós!Comente!Envie sua cartinha via e-mail para podcast@peladananet.com.br e comente tanto no post do Instagram com a capa deste episódio quanto no Spotify (se batermos 50 comentários em cada, leremos comentrouxas no programa que vem)!
E aiiiiiii Diooooovens!! No episódio de hoje, vamos embarcar numa verdadeira viagem no tempo para descobrir a história por trás de vários objetos litúrgicos da nossa Igreja! Você já se perguntou de onde veio o turíbulo? Por que os sinos tocam? Qual o sentido do ambão? Ou até mesmo o porquê de tantas vestes diferentes? Hoje é dia de matar a curiosidade e entender o significado, a origem e a função de várias coisas que vemos na Missa e talvez nunca tenhamos parado pra pensar! Vamos explorar as raízes históricas, os símbolos escondidos e até algumas curiosidades que você com certeza vai querer compartilhar com os amigos depois. Se você gosta de história, simbolismo e quer entender melhor o que torna a liturgia tão rica e cheia de detalhes, esse episódio é pra você! Preparado pra desvendar os mistérios por trás dos objetos sagrados? Então aperta o play, chama o grupo do ministério e vem com a gente nessa zuera cheia de fé e conhecimento! ►Grupo de avisos do Santa Zuera: https://chat.whatsapp.com/KHfZ905nDG5DzIjE5MnId2 ►Venha participar do Jubileu conosco: https://api.whatsapp.com/send?phone=5562998515852&text=Oi!%20Gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20a%20peregrina%C3%A7%C3%A3o%20para%20o%20Jubileu%20com%20o%20Santa%20Carona ► Se inscreva para saber das novidades sobre o VOX FIDEI: https://encr.pw/9gZW1 ►Nos siga em nosso INSTAGRAM: @santazuera.sc ►Quer nos ajudar a manter este apostolado? Doe em nosso PIX: santazuera.sc@gmail.com, ou Doe pelo Tipai QR code na tela, ou Doe pelo super chat ►Acesse a Livraria do Santa Carona, livros com atá 40% off https://livrariasantacarona.com.br/ ► INSCREVA-SE https://www.youtube.com/channel/UCnU02kDpjAQSZUpk_ZvAICg/join ► PEGUE CARONA COM A GENTE! Youtube: https://www.youtube.com/user/santacarona Discord: https://discord.com/invite/kuFyRma Instagram: http://instagram.com/santacarona Twitter: http://twitter.com/santacarona ► IMPORTANTE Nós podemos ler o seu e-mail, então o envie para: santazuera.sc@gmail.com Parcerias: https://bit.ly/sc_parcerias ► CRÉDITOS Roteiro: Hian Gustavo Apresentação: Guilherme Cadoiss Podcasters: Carlos Neiva | Hian Gustavo Coordenação: Matheus Bunds Transmissão e finalização: MB StudioRoom
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Venha escutar esse papo gostoso sobre o estudo de Doutrina e Convênios através do manual Vem e Segue-Me (recurso preparado pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias). Nossos episódios contemplam apenas alguns tópicos encontrados nas escrituras designadas para a semana. Buscamos trazer ao seu estudo maior clareza e reflexão.
Um despertador que não toca e uma linda história de férias.