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O setor automóvel na Alemanha está a atravessar tempos difíceis e o grupo Volkswagen está a ressentir-se, estando previsto o corte de milhares de postos de trabalho. Saiba o que está em causa neste episódio do Economia dia a dia, podcast diário do ExpressoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1969, a chegada do homem à Lua mostrou o que acontece quando uma sociedade escolhe um objetivo grande o bastante para organizar esforços, desenvolver capacidades e aceitar dificuldades. Sete anos antes, Kennedy havia transformado uma ambição quase absurda em destino coletivo. O episódio parte dessa história para investigar o que acontece quando o desejo de conquistar dá lugar ao esforço de preservar o que já temos, e como líderes, empresas e pessoas podem voltar a enxergar futuros capazes de justificar trabalho, risco e desenvolvimento. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways• Grandes capacidades muitas vezes são desenvolvidas depois que escolhemos objetivos que exigem de nós mais do que já sabemos fazer.• Pessoas e organizações podem perder impulso não por falta de recursos, mas porque passam a dedicar mais energia à proteção do que conquistaram.• Liderança não fabrica vontade, mas pode oferecer desafios e futuros que deem às pessoas uma razão para fazer esforço. CapítulosO sonho de chegar à LuaQuando a dificuldade vira parte do objetivoPrimeiro vem o desejoA força de um destino compartilhadoQuando preservar substitui conquistarO papel do líder diante da vontadeO que ainda vale a pena querer Links relevantes• Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 1969, a chegada do homem à Lua mostrou o que acontece quando uma sociedade escolhe um objetivo grande o bastante para organizar esforços, desenvolver capacidades e aceitar dificuldades. Sete anos antes, Kennedy havia transformado uma ambição quase absurda em destino coletivo. O episódio parte dessa história para investigar o que acontece quando o desejo de conquistar dá lugar ao esforço de preservar o que já temos, e como líderes, empresas e pessoas podem voltar a enxergar futuros capazes de justificar trabalho, risco e desenvolvimento. Host: Luciano Pires - @lucianopires – lucianopires.com.br Takeaways• Grandes capacidades muitas vezes são desenvolvidas depois que escolhemos objetivos que exigem de nós mais do que já sabemos fazer.• Pessoas e organizações podem perder impulso não por falta de recursos, mas porque passam a dedicar mais energia à proteção do que conquistaram.• Liderança não fabrica vontade, mas pode oferecer desafios e futuros que deem às pessoas uma razão para fazer esforço. CapítulosO sonho de chegar à LuaQuando a dificuldade vira parte do objetivoPrimeiro vem o desejoA força de um destino compartilhadoQuando preservar substitui conquistarO papel do líder diante da vontadeO que ainda vale a pena querer Links relevantes• Mundo Café Brasil: https://mundocafebrasil.com• Livraria Café Brasil: https://livrariacafebrasil.com.br See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste último episódio iremos revelar como pensam as pessoas de sucesso que passaram aqui no "Como Você Fez Isso?". Caio Carneiro revela os 10 pontos em comum que 153 entrevistas do podcast "Como Você Fez Isso?" deixaram como rastro.
Na Guiné-Bissau, decorre a partir desta quinta-feira e até ao dia 28 de Agosto a campanha de sensibilização sobre a nova Constituição a ser submetida a referendo no próximo 30 de Agosto. Ontem, por ocasião da comemoração dos 35 anos da existência da Liga Guineense dos Direitos Humanos, o seu dirigente Bubacar Turé esboçou um retrato da situação actual do seu país, evocando nomeadamente a perspectiva desta consultação popular. Ao apelar à investigação dos homicídios de activistas por resolver e ao manifestar também a sua "profunda preocupação" com a situação dos civis e militares privados de liberdade há mais de um ano sem acusação formal, Bubacar Turé expôs, por outro lado, os seus questionamentos em torno da nova Constituição que o Conselho Nacional de Transição pretende implementar. Para além de mencionar que as actuais autoridades entram em contradição com leis que elas próprias adoptaram para regulamentar a organização do referendo. Bubacar Turé também considerou que a Constituição "não pode ser elaborada ou revista à pressa". Em entrevista concedida à RFI, o dirigente da Liga tornou a vincar esses argumentos e também questionou o próprio conteúdo da nova Constituição. RFI: Arranca nesta quinta-feira a campanha de sensibilização em previsão do Referendo sobre a nova Constituição. O que se pode dizer desde já sobre esta consulta? Bubacar Turé: Para nós, o referendo levanta questões legais. Nós estamos a falar de uma legislação que foi aprovada pelo Conselho Nacional de Transição no mês de Junho, a Lei N°12/2026 e que foi publicado no Boletim Oficial e está em vigor. Esta legislação, no seu artigo 9°, proíbe, de forma expressa, a realização de referendos entre a marcação da data das eleições para órgãos de soberania e eleições autárquicas. E, portanto, durante esse período, nos termos desta legislação, não se pode realizar referendo. Portanto, nós não somos contra o princípio de referendo. O referendo é algo importante porque permite ao povo directamente exprimir a sua vontade sobre um determinado assunto. Isso é algo salutar em qualquer processo democrático. O que nós questionamos é a legalidade deste processo. Repare que não estamos a falar de uma legislação aprovada pelo próprio Conselho Nacional de Transição. Não se trata de uma lei anterior ao golpe de Estado, mas sim uma lei aprovada para regulamentar a realização desta votação. Nós não tínhamos nenhuma legislação sobre o referendo. RFI: A nível da sociedade guineense, também se tem questionado muito a realização deste referendo, precisamente numa altura que coincide com o período das chuvas, que é um período em que não se organiza qualquer tipo de consultas populares. Bubacar Turé: Não há, em relação a esse aspecto, alguma proibição legal, pelo menos. Nós desconhecemos alguma norma que proíbe a realização de eleições ou referendo em período de chuva, é uma questão apenas operacional. Mas o processo levanta outros problemas. Tem a ver com a inclusividade, a participação, porque o processo de revisão constitucional, de facto, não foi um processo inclusivo. O texto foi adoptado pelo Conselho Nacional de Transição sem nenhum debate público. O que nós lamentamos, porque a Constituição é um contrato social. O povo, através de organizações representativas, actores nacionais, devem poder exprimir, contribuir para enriquecer o conteúdo de um documento que pretende ser um contrato social. Não foi o caso. RFI: Por exemplo, a Liga não foi questionada sobre o que acha dessa nova Constituição? Bubacar Turé: Não só a Liga, como outros actores. Existem outros actores relevantes. A Liga pode não ser consultada, mas nós temos outros actores, os partidos políticos, os líderes comunitários, as mulheres, os jovens e demais organizações da sociedade civil. E, além disso, na nossa perspectiva, foi preparada à pressa e contém alguns erros técnicos que, para nós, podem constituir problemas para o futuro. Por exemplo, o texto da revisão Constitucional removeu o capítulo referente à fiscalização da constitucionalidade. Isso para nós é extremamente preocupante. Eu não posso afirmar que esse acto de remoção deste artigo foi um acto deliberado. Não tenho elementos para isso. Pode até ser um erro técnico, mas é extremamente preocupante. A supremacia da Constituição reside no facto de ela própria criar mecanismos para impor essa supremacia. Isso só pode ocorrer em sede da fiscalização da constitucionalidade através de órgãos jurisdicionais. Ora, uma Constituição que não tem normas para a fiscalização do seu próprio cumprimento, é uma letra morta. Isso transmite uma imagem de insegurança aos cidadãos e isso constitui uma fragilidade enorme no tecido democrático e no Estado de Direito. E é também uma enorme vulnerabilidade no quadro de protecção de direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos. Portanto, esses aspectos todos podiam ser evitados, se houvesse um debate amplo, um debate nacional. Não está em causa a necessidade de revisão da Constituição. Nós não negamos que o Conselho Nacional possa ter essa ideia e, sobretudo, devolver a palavra ao povo através do referendo para o povo se pronunciar, desde que fosse algo inclusivo, participativo, aberto e democrático. Isso não é algo exclusivo da Guiné-Bissau. Na Guiné-Conacri, Mali, Burkina Faso, outros países depois dos golpes de Estado, organiza-se referendo. É perfeitamente normal. Não é isso que está em causa. Está em causa é o procedimento, a forma como está a ser feito. Coloca questões que nós entendemos que poderão prejudicar no futuro do país e os cidadãos. RFI: O que se sabe sobre este novo projecto de Constituição, é que instaura um regime semipresidencialista, ou seja, alarga as prerrogativas do Presidente, um regime algo semelhante aos países da África francófona e até semelhante à própria Constituição francesa, onde o presidente também tem poderes alargados. Os defensores desta nova Constituição dizem que isto será uma forma de precisamente se proteger contra os golpes. Bubacar Turé: Eu acho que a Constituição tem vários problemas e um dos problemas tem a ver com essa concentração de poderes na figura do Presidente da República. Um dos artigos problemáticos tem a ver com a nomeação do primeiro-ministro. A nova Constituição diz que é tendo em conta os resultados eleitorais e a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Essa parte não existia. O que existia era que o primeiro-ministro era nomeado, tendo em conta os resultados eleitorais. Agora vem acrescentar também a existência ou não de uma maioria no Parlamento. Levanta várias interpretações. O Presidente da República, mesmo havendo um partido maioritário, pode escolher uma figura diferente desse partido maioritário que, na sua perspectiva, pode criar condições de estabilidade governativa. Estes conceitos indeterminados, essa discricionariedade que a Constituição prevê, pode criar, no futuro uma instabilidade governativa. Outros aspectos que têm a ver com a nomeação do Chefe de Estado-maior, que era sob proposta do Governo. Agora é o Presidente da República que escolhe. Agora o Presidente da República preside o Conselho de Ministros. Portanto, são de facto, aspectos que acabam por dar pendor presidencial ao regime semipresidencialista que a Constituição continua a adoptar. Portanto, são questões que deviam ser objecto, na nossa perspectiva, de um debate amplo de prós e contras. Nós não estamos contra. O nosso problema não é adoptar uma ou outra posição. Isso depende dos actores nacionais. Mas devia haver um debate em torno dessas questões, porque tem a ver com assuntos da nossa vida nacional. Portanto, nós pensamos que há um equilíbrio de poderes. Devia manter-se, até porque a nossa instabilidade política e governativa não se resume numa questão de constitucionalidade. É uma questão de falta de cultura democrática do homem guineense. E isso é que tem levantado problemas e outros aspectos. Nós podemos ter constituições semelhantes aos Estados Unidos, de França ou outros países. Se as pessoas que vão exercer o poder não têm uma cultura democrática que permita a observância da lei ao exercício do poder de forma democrática, portanto, a Constituição não serve para nada. Portanto, isso é que nós entendemos que é fundamental: que haja uma reflexão profunda sobre essas questões, porque tem a ver com o futuro do país, o futuro dos cidadãos e o futuro da nossa democracia. RFI: Para além do aspecto legal, a seu ver, porque é que se organiza esse referendo quando estamos já a poucos meses da realização de eleições gerais, das quais sairão autoridades que terão 'a priori' condições para organizar um referendo de forma mais ancorada na realidade política do país? Bubacar Turé: De facto, é difícil compreender isso. Podia-se esperar, depois das eleições, no mês de Dezembro, eleições gerais, legislativas e presidenciais. O parlamento que vai emergir nestas eleições terá o poder de fazer a revisão constitucional de forma serena, com mais legitimidade e de forma participada. Nós pensamos que isso podia ser uma forma mais fácil e consensual de resolver esta questão, mas não foi este o entendimento das autoridades de transição. Portanto, o país vai ter de facto esse referendo. RFI: Isto já está a ser discutido há uns quantos meses. Houve, de alguma forma, algum tipo de preparação, nem que seja, por exemplo, numa página internet ou algum tipo de comunicação antes da abertura desta sensibilização oficial? Bubacar Turé: Nós desconhecemos. Mas creio que as autoridades deverão estar a pensar nisso ou deverão estar a preparar a logística para isso. Mas por enquanto, nós não temos nenhuma informação da existência de websites ou redes sociais criadas para permitir a maior informação aos cidadãos para poderem ter mais informação sobre o conteúdo da Constituição. Acho que vai ser algo complexo. O tempo disponível até às eleições é muito escasso. Não acredito que haverá condições para maior informação, para a população poder perceber o que está em causa. É evidente que a Constituição, de facto, tem alguns elementos, alguns avanços no domínio até de Direitos Humanos. Nós reconhecemos isso. Mas, tal como disse, a forma como o processo está a ser conduzido coloca essas dificuldades e algumas contradições e algumas dificuldades do próprio texto. E, sobretudo, a questão da necessidade de observância da lei que foi especificamente aprovada para reger a realização deste referendo. Nós entendemos que deve ser respeitada, permitindo um referendo mais sereno e com maior participação dos cidadãos. RFI: Estamos num período particular do ano na Guiné-Bissau. Isto irá, de certa forma, condicionar também a afluência da população a essas sessões de sensibilização? Bubacar Turé: Creio que sim. Estamos a falar de um período agrícola, um período de chuva. O acesso a algumas localidades é extremamente complicado e também a população está a pensar mais no seu futuro económico, nas actividades agrícolas. Portanto, a afluência da participação da população na sensibilização é um dos desafios e também na própria votação. Também acredito que um dos maiores desafios será a questão da abstenção. Tudo vai depender da forma como a campanha de sensibilização vai decorrer. RFI: Este referendo organiza-se num contexto político e social particular. Como é que se poderia descrever a situação actual na Guiné-Bissau? Bubacar Turé: O país está numa acalmia aparente. Mas o país continua a enfrentar graves problemas sociais. A inflação continua a aumentar, nos serviços sociais básicos, tem havido alguma dificuldade no funcionamento do sistema de saúde e acesso a água potável. No que concerne a energia eléctrica, tem havido alguma extensão do fornecimento da energia eléctrica para o interior do país, através do Projecto OMVG. A barragem conjunta que vem, de facto, permitir às populações das zonas do interior do país, que não tinham acesso à energia eléctrica, a ter esse direito. Isso é algo extremamente importante. Mas sobretudo, a pobreza, o custo de vida hoje é muito elevado e não tem havido medidas de mitigação para isso, porque também as autoridades nacionais não têm condições. Não há nem tem havido apoio orçamental significativo devido à situação que o país está a viver. Portanto, tudo isso são elementos que, de facto, constituem preocupação para a população e para os cidadãos em geral. Nós entendemos que o país, para ultrapassar esta crise política -sobretudo esta crise de confiança, há uma enorme crise de confiança no país- para ultrapassar isso, é preciso ter coragem de dialogar. E as autoridades nacionais, os partidos políticos, as organizações da sociedade civil, devem poder sentar para dialogar e discutir e encontrar soluções para os grandes problemas. Não vale a pena enveredar pela confrontação, porque a confrontação e o uso da força não resolvem o problema. Os discursos segregacionistas e de apelo à violência e ao ódio étnico-religioso só vão conduzir ao país, ao abismo. Portanto, por isso nós apelamos e continuamos a apelar ao bom senso e, sobretudo, ao diálogo construtivo para a resolução dos problemas que afligem o país.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cruzeiro do Sul, instaurou um procedimento administrativo para acompanhar a implementação da política pública de assistência à saúde das pessoas adultas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
ÚLTIMA CHANCE PRA GARANTIR SEU INGRESSO PRO PASSEIO DOS PASSAPORTERS! CORRE QUE TÁ ACABANDO: https://www.sympla.com.br/evento/passaporte-pro-crime-no-museu-da-imigracao--arsenal-da-esperanca/3517280Yves “Apache” Trudeau foi um dos assassinos profissionais mais letais da história do Canadá. Durante anos, ele trabalhou para os Hells Angels, participando de execuções, atentados a bomba e guerras entre gangues que transformaram o submundo de Montreal. Mas, em 1985, depois de um massacre que abalou a organização, Trudeau tomou uma decisão inesperada: começou a colaborar com a polícia. Ao longo de seus depoimentos, confessou participação em 43 homicídios e revelou detalhes sobre crimes que até então permaneciam sem solução. Neste episódio, eu vou te contar tudo sobre Trudeau: como ele ascendeu dentro dos Hells Angels, sua participação na guerra entre gangues em Quebec e no Massacre de Lennoxville, e o que levou um dos homens mais temidos do crime organizado canadense a quebrar o código de silêncio da própria organização.Locais mencionados no episódio:Musée de la police de MontréalPara contato, parcerias e sugestão de episódios, envie um e-mail para: contato@passaporteprocrime.comAjude a manter o Passaporte pro Crime no ar! Apoie o projeto via:Apoia.se: https://apoia.se/passaporteprocrimePatreon: patreon.com/PassaporteproCrimeOs guias de viagem do Passaporte pro Crime já estão disponíveis! Garanta já o seu: https://linktr.ee/passaporteprocrimeFique por dentro das novidades via:Instagram: @passaporteprocrime / @andressaisferTikTok: @andressa.isfer
Pessoas com Síndrome de Tourette podem ganhar Política Nacional de Proteção de Direitos.
Para democratizar o cinema, Sérgio Marques leva a todo o país cinema ao ar livre, e sobretudo filmes de qualidade às crianças com o seu cinema insuflável. “As crianças são exigentes com as histórias”See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Apoio Operacional de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CAOPDH), publicou a Nota Técnica nº 05/2026 para orientar a atuação institucional na promoção, proteção e fiscalização dos direitos das pessoas que vivem com HIV. O documento reúne fundamentos jurídicos, científicos e técnicos para subsidiar a atuação dos membros do Ministério Público, com diretrizes voltadas ao fortalecimento das políticas públicas, à garantia do acesso à saúde e ao enfrentamento do estigma e da discriminação.
Fachin defende lei sobre salário de juízes e cobra transparência do Judiciário. E China pede para entrar em ação do Brasil contra Estados Unidos na OMC. See omnystudio.com/listener for privacy information.
É de campo ou de arquibancada?Este é o episódio 3 da Série Protagonismo aqui no Entra Pra Rachar. E o tema de hoje é um dos mais práticos da série: como proteger sua cabeça das pessoas que roubam sua paz.
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Estudo realizado em cooperativa médica do interior de São Paulo aponta que reunir diferentes profissionais em um mesmo serviço pode reduzir custos, diminuir ações judiciais e melhorar a integração das equipes que atendem a pessoas com Transtorno do Espectro Autista
Neste episódio do Vamos de Vendas, Gustavo Pagotto recebe Ricardo Gottschalk, cofundador e CRO da Conta Simples, para uma conversa sobre o futuro das vendas em um mundo cada vez mais impulsionado por inteligência artificial, automação e modelos Product-Led Growth (PLG).Ao longo do episódio, Ricardo compartilha a trajetória da Conta Simples, desde um modelo totalmente self-service até a construção de uma operação comercial estruturada para atender empresas maiores. Ele explica por que, mesmo em negócios altamente digitais, existe um momento em que a atuação humana se torna essencial para acelerar adoção, aumentar conversão e gerar mais valor para os clientes.
O Consultor Guto Zanata fala sobre a importância de um Programa de Gestão de Pessoas, para formar e manter uma equipe comprometida com resultados, em tempos difíceis para encontrar mão-de-obra qualificada.
A convidada de hoje é Karina Kapazi, que construiu sua trajetória no encontro entre o rigor da governança e a complexidade das relações humanas. Há mais de duas décadas na Kapazi, empresa familiar, atua com Governança Corporativa, Sustentabilidade, Compliance e Gestão de Pessoas, dedicando especial atenção aos desafios da sucessão e do comportamento nas organizações. Formada em Direito, estuda Governança, ESG e Análise Transacional. É autora do livro Trem, pesquisadora, mentora voluntária, mãe e corredora de rua. Sua jornada parte de uma convicção: empresas são feitas de pessoas, pessoas são feitas de histórias, e nenhuma estrutura permanece sólida sem consciência, ética e humanidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A convidada de hoje é Karina Kapazi, que construiu sua trajetória no encontro entre o rigor da governança e a complexidade das relações humanas. Há mais de duas décadas na Kapazi, empresa familiar, atua com Governança Corporativa, Sustentabilidade, Compliance e Gestão de Pessoas, dedicando especial atenção aos desafios da sucessão e do comportamento nas organizações. Formada em Direito, estuda Governança, ESG e Análise Transacional. É autora do livro Trem, pesquisadora, mentora voluntária, mãe e corredora de rua. Sua jornada parte de uma convicção: empresas são feitas de pessoas, pessoas são feitas de histórias, e nenhuma estrutura permanece sólida sem consciência, ética e humanidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Chefes da PF defendem diretor-geral em meio à crise com Mendonça no caso Lulinha. Bets tiraram R$ 62,5 bilhões das famílias brasileiras em 2025, aponta estudo. Estudante perde bolsa do Prouni porque mãe movimentou dinheiro em plataformas de aposta. Pessoas com autismo nível 1 e deficiência leve ganham isenção de imposto na compra de carro; veja quem tem direito. Ciclone deve se formar nesta quinta e levar ventos acima de 100 km/h ao Sul e Sudeste; RS tem risco de tornado.
Fenômeno climático causará efeitos até 2027, incluindo o comprometimento de colheitas; maiores impactos são esperados em partes da América Central e do sul da África; seca, inundações e temperaturas extremas já estão colocando comunidades em risco.
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/por-que-10-das-pessoas-sao Why Evolution Split Your Brain In Half – Brain Asymmetry with Jim Al-Khalili https://youtu.be/ybuhqtDVO_A?si=X3-err4HXz5OfMaL Columnist Natalie Wolchover tracks the secret of left-handedness through developmental biology, genetics, evolution, and culture. https://pca.st/dtia6pym Fyodorov (via ChatGPT) https://chatgpt.com/share/6a724de8-18b8-83e9-aac4-3798e9cbe4c6 Why Humanity Will Never Leave The Solar System https://youtu.be/Cyl3X88KEgg?si=RfOaqpRc1jL28KZe a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
Greve em 3 linhas da CPTM afeta 1 milhão de pessoas em São Paulo; acompanhe a situação. PF deflagra nova fase da Operação Sem Desconto e mira familiares do senador Weverton Rocha. Professor brasileiro de jiu-jítsu brasileiro é preso pelo ICE em aeroporto nos EUA; alunos fazem campanha por liberdade. Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, no Ceará, diz que estátua do Diabo é legal e defende a liberdade religiosa. Nova frente fria traz temporais ao Sul a partir de quinta; ventos fortes podem passar de 70 km/h no Sudeste até sábado.
João Gomes, fenômeno da música brasileira, faz shows em Sydney e Brisbane, celebra o encontro com a comunidade brasileira e reconhece a força dos imigrantes que vivem longe do país de origem.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Neste episódio, Ricardo explica que projetos são promessas sobre um futuro frequentemente vivenciado por pessoas diferentes daquelas que os aprovaram ou entregaram originalmente. Ele argumenta que as organizações tendem a exagerar nos benefícios, minimizar os custos de longo prazo e concentrar-se em cronogramas, orçamentos, escopo e aceitação, em vez de verificar se os resultados prometidos realmente se concretizam. Ricardo destaca o desequilíbrio entre aqueles que ganham visibilidade ao fazer promessas, aqueles pressionados a executá-las e aqueles que ficam responsáveis por operar as soluções e arcar com suas consequências. Ele apresenta três recomendações: envolver desde o início as pessoas que herdarão o projeto, documentar os benefícios prometidos com o mesmo cuidado dedicado às entregas e estender a responsabilidade para além do encerramento do projeto. Em suma, ele afirma que os projetos devem criar o futuro usado para justificar a sua própria existência. Escute o podcast para saber mais!
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No Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, organização destaca o crescimento do recurso ao tráfico humano por parte de criminosos; vítimas são obrigadas a cometer crimes e relatam casos de tortura, abuso sexual, fome e isolamento; africanos são o grupo mais traficado.
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Graças à uma noia sem noção da minha cabeça (sem terapia), eu entrei no meu próprio Instagram e fiz uma limpa nos meus seguidores. Isso me trouxe reflexões sobre a vida e o que a gente mostra e o que deixa de mostrar nas redes. -
Convidados: Lívia Sant'Anna Vaz, promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia e doutora em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa, e Renan Quinalha, professor de Direito da Unifesp e autor de Movimento LGBTI+. A 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apresenta um dado para o país celebrar: a taxa de homicídios em 2025 é a menor dos últimos 14 anos. Mas quando se coloca lupa nestes números, o que se vê é o crescimento da violência para determinadas parcelas da população. Aspectos como raça, gênero, sexualidade e idade podem aumentar a exposição a determinados crimes violentos. Pessoas negras são 80% das vítimas de homicídio no Brasil. O registro de casos de feminicídios bateu recorde em 2025: na média, a cada dia quatro mulheres foram assassinadas no país. A violência contra a população LGBT+ cresceu mais de 35% de um ano para o outro – e isso conta apenas uma parte do problema, pois os crimes contabilizados neste caso são altamente subnotificados. E as crianças e adolescentes são alvos de violências de todo tipo. A cada dez vítimas de estupro no Brasil, seis tinham menos de 14 anos. E os registros de bullying e cyberbullying tiveram um acréscimo de quase 70% em um ano. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas. Primeiro, a conversa é com a promotora de Justiça Lívia Sant'Anna Vaz, que analisa os aspectos raciais e de gênero da violência. Depois, ela fala com o professor Renan Quinalha sobre os direitos da população LGBT+ e sobre como o Brasil e outros países têm lidado com esta questão.
Sair de Portugal era uma ideia "dentro da gaveta", mas a COVD19 fez com que a Bárbara Tavares abrisse aquela gaveta fechada. Angola foi uma oportunidade e já lá vão mais de 5 anos. 5 anos de um grande desafio diário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sair de Portugal era uma ideia "dentro da gaveta", mas a COVD19 fez com que a Bárbara Tavares abrisse aquela gaveta fechada. Angola foi uma oportunidade e já lá vão mais de 5 anos. 5 anos de um grande desafio diário.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Passagens Complementares:Oséias 13,9Tito 2,11
Cinco províncias mais afetadas estão no leste do país, onde violência de milícias rebeldes continua generalizada e comunidades enfrentam clima de insegurança; desde 15 de maio, quando surto foi declarado, doença cresce a ritmo recorde.
Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro. E Brasil vai ter eleitorado mais velho e com 158 milhões de pessoas aptas a votar em 2026.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Tesouro Nacional tomou uma decisão drástica e cancelou um leilão de venda da dívida pública no dia 22 de junho, consolidando um dos eventos fiscais mais importantes do anoO governo não conseguiu formar preço nas taxas de juros desejadas, revelando uma forte desconfiança do mercado.A dívida pública federal ultrapassou R$ 12 trilhões, alcançando cerca de 94% do PIB e o nível mais alto em cinco anos. Apenas no mês de maio, o governo gastou cerca de R$ 100 bilhões com juros, acumulando mais de R$ 1 trilhão nos últimos 12 meses. Neste vídeo, fazemos uma análise profunda sobre o atual cenário econômico e o que isso significa para o seu dinheiro.00:00 - O cancelamento do leilão da dívida pública00:27 - O déficit fiscal e a dívida de R$ 12 trilhões02:00 - Por que o mercado está recusando o Tesouro IPCA (NTN-B)?03:26 - Quem são os principais compradores da dívida do governo?04:22 - O impacto do IOF na captação da Previdência (VGBL)06:23 - Fundos de investimento vs. Pessoas físicas na compra de títulos09:55 - A diferença fundamental entre gerir o orçamento e gerir a dívida11:20 - A perigosa mudança no perfil da dívida pública brasileira13:05 - Como proteger seu patrimônio com a consultoria da Liberta Wealth14:36 - Aumento de impostos, intervencionismo e a recusa em cortar despesas17:19 - Por que não podemos comparar a dívida do Brasil com a do Japão?18:59 - A urgência de um ajuste fiscal profundo
Incidente revela desespero da minoria étnica que foge da perseguição na nação asiática; cortes de ajuda internacional e redução do apoio a refugiados acolhidos em Bangladesh, o país vizinho, também estimulam travessias perigosas pelo mar.
Suely M. Utiyama sentiu na pele o peso esmagador de crescer sob a sombra de uma mãe diagnosticada como sociopata e bipolar narcisista radical, testemunhando a destruição psicológica de sua casa. Suely precisou aprender a colocar limites para salvar a própria vida e garantir a dignidade de seu pai com Alzheimer.Hoje, a missão dela é trazer lucidez para filhos e filhas que se encontram reféns de um cansaço silencioso. Pessoas que, movidas pela culpa e pela cultura, acabam invertendo os papéis dentro de casa e colocando as próprias vidas em espera.Patrocinador:Espaço Volpi - Saúde, bem-estar e superação Mencione o Excepcionais para ter uma condição especial. https://bit.ly/excepcionais-espacovolpi00:00:00 - O limite brutal entre cuidar dos pais e destruir a própria família 00:04:00 - A armadilha da dívida emocional: Por que você está anulando a sua vida? 00:08:29 - Vítimas de mães narcisistas: Como a violência moral forja pessoas de alta performance 00:14:10 - Sociopatia na velhice: A tática sombria para arrastar o cônjuge para a loucura medicamentosa 00:20:44 - O sacrifício do homem que provê e a fuga trágica pelo alcoolismo 00:27:30 - A exaustão invisível e o colapso físico de filhas que não impõem limites 00:32:40 - Como se blindar: A estratégia para colocar um ponto final nas chantagens familiares 00:41:13 - O ponto cego neurológico: Por que o cérebro narcisista é incapaz de reconhecer o próprio erro 00:47:08 - Engenharia de transição: Como construir a "conversa difícil" para o residencial 00:54:24 - O ralo financeiro na terceira idade: Empréstimos ocultos e idosos viciados em apostas 00:58:19 - A nova doença do milênio e o conceito real de presença com qualidade 01:06:32 - O luto em vida: A dura decisão racional de institucionalizar quem amamos 01:14:07 - O resgate: Como sair do buraco emocional e recuperar a sua autonomia 01:21:45 - A carta de gratidão e o poder de ressignificar o seu próprio passado Siga a Suely no Instagram:https://www.instagram.com/suavitatisterapias/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
Neste episódio do podcast do Fantástico, Renata Capucci conversa com neurocientista italiana Lisa Mosconi sobre o papel das oscilações hormonais da menopausa na saúde cognitiva feminina e sobre prevenção.
A gente já sabia que as demissões em Xbox estavam a caminho e na manhã desta gravação tivemos noção da bomba. Além de estúdios que estão a caminho da independência, como Double Fine e Compulsion, a divisão demitirá mais de três mil pessoas, afetando quase todos os seus estúdios. A semana também teve uma outra surpresa negativa, com PlayStation anunciando que em janeiro de 2028 parará com a produção de discos para seu console, então a partir dali os jogos serão apenas digitais.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:01:00 - Xbox anuncia demissões de 3200 pessoas35:00 - PlayStation enecerrá produção de discos em janeiro de 20281:06:00 - PlayStation anuncia encerramento das lojas do PS3 e PS Vita1:23:00 - Desenvolvedores de Subnautica 2 receberão os bônus que a Krafton tentou não pagar1:29:00 - Rápidas e curtasLinks citados:Sony created a battery-powered PS1 and shoved it inside a DualShock controller, but "couldn't get their act together about the royalty terms"Vai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.