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A brasileira Sandra Barbosa conquistou o Distinguished Talent Visa em 2013, atualmente chamado de National Innovation Visa, graças à sua trajetória como dançarina profissional e passista de samba. Mas, antes disso, ouviu de outros agentes de imigração que não conseguiria a residência permanente por meio desse visto. Hoje, aos 47 anos e vivendo em Perth, sua história também é marcada pela oportunidade de abrir portas para outros artistas: ela já ajudou dois dançarinos brasileiros a obter o mesmo visto, na esperança de que eles também possam fazer o mesmo por outros talentos. “E assim, a corrente do bem segue, um ajuda o outro, se Deus quiser."A brasileira Sandra Barbosa conquistou o Distinguished Talent Visa em 2013, atualmente chamado de National Innovation Visa, graças à sua trajetória como dançarina profissional e passista de samba. Mas, antes disso, ouviu de outros agentes de imigração que não conseguiria a residência permanente por meio desse visto. Hoje, aos 47 anos e vivendo em Perth, sua história também é marcada pela oportunidade de abrir portas para outros artistas: ela já ajudou dois dançarinos brasileiros a obter o mesmo visto, na esperança de que eles também possam fazer o mesmo por outros talentos. “E assim, a corrente do bem segue, um ajuda o outro, se Deus quiser." @sbs_portuguese
O Atributo dos Atributos | Dia 15 | Adoração | 14-08-2026A santidade de Deus não é apenas mais um de Seus atributos ao lado de outros como a justiça, a misericórdia ou o poder. Ela é o qualificador de todos os demais - aquela realidade que colore e define cada faceta do caráter divino.
A Ferrari definiu os limites para a disputa entre Lewis Hamilton e Charles Leclerc. Até onde os dois pilotos poderão ir na briga interna e qual é a posição da equipe diante desse confronto?
No FIRMESA REDONDA 285, Firu e Mesa analisam a chocante nova venda do Los Angeles Lakers para Joshua Kushner e Bob Iger por 12,5 bilhões de Dolares, menos de um ano depois da venda original por 10 bilhões para Mark Walter. O que aconteceu? Qual o motivo dessa nova venda? O que isso significa para o Lakers e o Luka?Analisamos também o que o lakers fez de errado nessa offseason, qual seria um plano mais adequado para a "Era Luka", e como talvez consertar isso...
SALMOS 91-92Esses salmos contrapõe a segurança inabalável daqueles que habitam no esconderijo do Altíssimo ao louvor jubiloso e de gratidão pelas obras do Criador. No salmo 91, o salmista declara que aquele que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz do Senhor: "Ele é o meu refúgio e a minha fortaleza". Ele descreve o livramento do laço do passarinheiro, da peste perniciosa e dos terrores da noite e do dia, afirmando que, ainda que caiam mil ao seu lado e dez mil à sua direita, o fiel não será atingido, pois Deus dará ordens aos Seus anjos para guardá-lo em todos os seus caminhos. No salmo 92, o salmista afirma como é bom render graças ao Senhor e cantar louvores ao Seu Nome de manhã e à noite. Ele contrapõe o destino dos brutais e ímpios, que florescem como a erva apenas para serem destruídos para sempre, com a benção reservada ao justo, que é exaltado com óleo fresco, floresce nos átrios do Senhor e, mesmo na velhice, continua a dar frutos vigorosos e viçosos.#Segurança #Gratidão e #Frutificação
Reportagem da ONU News foi às ruas de Maputo conhecer empreendedores que focam em desenvolvimento sustentável, autonomia para juventude e muita persistência em meio a desafios; conheça as histórias da sapateira-engraxate e de um criador de uma ótica que quer se expandir pelo mundo.
TEMPO DE REFLETIR 01854 – 12 de agosto de 2026 Apocalipse 1:7 – Eis que Ele vem com as nuvens, e todo olho O verá. No encerramento do Campori de Desbravadores da União Central Brasileira, em Ilha Solteira, o pastor José Maria Barbosa, conta que convidou a desbravadora Débora, membro do Clube do IASP, para cantar. Ele pregou sobre a volta de Jesus e explicou que Débora era portadora de deficiência visual. Falou da esperança dela de ter os olhos abertos no dia da volta de Jesus. Ela veio à frente conduzida por outra desbravadora e cantou: “Oh, Pai, eu queria tanto ver o meu Senhor descer, vindo me encontrar! Eu posso até imaginar a refulgente glória do Senhor Jesus, transpondo as brancas nuvens no mais puro azul…” Foi um momento de forte emoção. Muitos desbravadores tomaram a decisão pelo batismo, e outros renovaram a dedicação de se preparar para a volta de Jesus. A história conta que quando a rainha Vitória escutou de um dos seus capelães pregar sobre a segunda vinda de Jesus, ela exclamou: “Oh, como eu gostaria que o Senhor viesse enquanto estou viva!” Perguntaram-lhe: “Por quê?” Ela respondeu: “Ah, eu adoraria lançar minha coroa aos Seus pés.” Quando percebemos como a volta de Jesus é apresentada em figuras, parábolas, ilustrações ou textos claros, a impressão que temos é de que o Espírito Santo queria esgotar todos os recursos de comunicação possíveis para nos impressionar com a volta de Jesus. Mais ao fim do Novo Testamento, temos a impressão de que estamos sentindo Seus passos se aproximando. A volta de Jesus continua sendo a bem-aventurada esperança no coração de muitos. Quantos dos nossos amigos morreram sem ter realizado o desejo de estar vivos no segundo advento. Desde o começo da história da nossa igreja, falamos e anunciamos a volta de Jesus. De que forma nossa vida é afetada por saber que Jesus voltará? No meio do caos, olhemos para o futuro, pois fiel é aquele que prometeu. Lembremo-nos das palavras do hino que diz: “Os céus vão se abrir preparando Sua entrada, as estrelas vão aplaudir com trovões de louvor… E nós O veremos face a face.” A bênção final do Novo Testamento termina com a oração: “Vem, Senhor Jesus!” É somente pela graça de Deus que ousamos dizer, agora: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20). Por favor! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Hoje, quero falar sobre algo que tenho observado no marketing digital e nas redes sociais. Há uma tensão constante, uma sensação de comparação e uma corrida pela ostentação que está desgastando a todos. Mas a culpa não é da plataforma.Growth Diaries is a reader-supported publication. To receive new posts and support my work, consider becoming a free or paid subscriber.As redes sociais são apenas um espelhoA primeira premissa que precisamos aceitar é dura, mas libertadora: as redes sociais, sejam Instagram, TikTok ou quaisquer outras, não têm responsabilidade por nos sentirmos comparados ou por vermos um desfile de conquistas. Elas não são a causa, são o sintoma. As plataformas são apenas um “simulacro da vida real”, um reflexo digital das nossas próprias tendências humanas.O que vemos online — a necessidade de mostrar apenas as vitórias e esconder as dificuldades — é um comportamento que já existe fora das telas. A tecnologia apenas amplificou isso.A Biologia da ComparaçãoPor que é tão difícil para nós mostrarmos vulnerabilidade? A resposta está na nossa psicologia mais primitiva. Inconscientemente, nosso “cérebro reptiliano” associa fragilidade a perigo. Desde os tempos dos homens das cavernas, um membro frágil do grupo era um risco para a sobrevivência da tribo: incapaz de caçar, proteger ou garantir a segurança de todos.Carregamos essa aversão à vulnerabilidade até hoje. Por isso, as pessoas exibem apenas o que querem mostrar: conquistas, viagens, sucessos. Elas não mostram as derrotas, os momentos difíceis ou as fragilidades, pois, instintivamente, temem perder o respeito e o “valor” perante o grupo.O Antídoto: Seus Valores São Sua BússolaSe a comparação é um instinto, como podemos lidar com ela? A resposta está em olhar para dentro e entender o que realmente valorizamos. A vida não é igual para todo mundo, e o segredo está em reconhecer que construímos e valorizamos coisas diferentes.Nossos valores são o que nos diferencia como seres humanos. Quando temos clareza sobre o que é importante para nós — e não para o que a multidão aplaude —, a necessidade de comparação diminui. É nesse alinhamento com nossos próprios valores que encontramos a verdadeira sensação de felicidade e de estarmos vivos.Para quem se sente perdido, sem saber para onde o vento sopra, o primeiro passo é este: descubra o que você valoriza. Essa é a única métrica que importa.Obrigado pela leitura.Leituras SugeridasRobert Greene - 48 Leis do PoderRobert Greene - 33 Estratégias de GuerraRobert Greene - A Arte da SeduçãoOuça o último episódio publicado To hear more, visit victormignone.substack.com
VAMOS JUNTOS
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Bom dia, confrades. Mais uma quinta-feira — mais um minipod no ar! No programa de hoje, aprenda a trabalhar (e a usar) a norma culta em seus textos, evitando os odiáveis “tá” e “pra”, que tanto empobrecem a literatura. E ainda: veja como criar a famosa “química” entre personagens; descubra como planejar uma história, seja um romance ou uma ficção curta; confira a ordem certa para ler a tetralogia angélica; e saiba qual filme tornaríamos a ver pela primeira vez, caso pudéssemos esquecer dele.
O PERDÃO VEM DA CRUZ – FALANDO AO CORAÇÃO 016 Se você deu um passo em falso, se cometeu erros e agora sente-se arrependido pelo que fez, vá a Jesus agora. Peça-Lhe perdão e esteja certo que será perdoado, pois o perdão vem da cruz. Jesus quer que você se chegue a Ele tal como é: desamparado, dependente, necessitando de ajuda. Você pode ir a Ele com todas as suas fraquezas, leviandades e atirar-se arrependido a Seus pés. Ele vai estreitá-lo em Seus braços de amor, curar suas feridas e purificá-lo de todas as impurezas. Jesus diz: “Com amor eterno te amei, e com amorável benignidade te atraí”. Vá a Jesus, prezado ouvinte, creia em Seu perdão e aceite Seu amor. Veja no Youtube esse clipe.
Talvez a sua história familiar seja de superação. Sair de um lugar muito difícil, sem perspectiva, tentar a vida na cidade grande - essa é a história de muitas famílias.Talvez a sua história familiar carregue uma grande tradição. Seus avós podem ser sido pessoas muito importantes na sociedade.A sua história familiar é importante, seja ela boa ou ruim, feliz ou triste, tranquila ou difícil. A sua história familiar é a sua história de vida e não dá pra jogar isso fora.Mas quero que você preste atenção no que diz o Salmo 90 no verso 1: "Senhor, tu tens sido o nosso refúgio, de geração em geração."O salmista fala de uma história familiar baseada num relacionamento com Deus construída de geração em geração. Se você tem uma família que te criou aos pés do Senhor, a sua história é como a do salmista. Continue criando sua família assim. Siga o que aprendeu das gerações anteriores.Mas se em sua família você é o primeiro a crer em Jesus, não há problema. Seja você o início de muitas gerações que serão abençoadas por causa do nome de Jesus. Que uma nova história familiar seja construída a partir de você.
Aprenda a compreender o valor do tempo na perspectiva das Escrituras, reconhecendo que Deus conduz cada etapa da nossa caminhada com sabedoria e propósito. Observe como o Senhor utiliza as diferentes circunstâncias da vida para moldar nosso caráter, fortalecer nossa fé e cumprir Seus planos por meio de nós. Examine a relação entre espera, perseverança e esperança, desenvolvendo confiança na perfeita vontade de Deus mesmo quando as respostas parecem demoradas.
Aprenda a compreender o valor do tempo na perspectiva das Escrituras, reconhecendo que Deus conduz cada etapa da nossa caminhada com sabedoria e propósito. Observe como o Senhor utiliza as diferentes circunstâncias da vida para moldar nosso caráter, fortalecer nossa fé e cumprir Seus planos por meio de nós. Examine a relação entre espera, perseverança e esperança, desenvolvendo confiança na perfeita vontade de Deus mesmo quando as respostas parecem demoradas.
Oração da Manhã Para Deus Abençoar Seus Propósitos! #oraçãodamanhã
Você sabe como tem se achegado a Deus em suas orações?Nesta mensagem, fomos lembrados de que nem toda oração é igual. Deus se revela como Pai, Rei, Senhor, Juiz e muito mais. E compreender quem Ele é em cada momento muda a forma como nos aproximamos dEle.Também aprendemos que "a oração de um justo pode muito em seus efeitos". Não se trata apenas de orar, mas de viver uma vida justificada pelo sangue de Cristo, caminhando em integridade, fé e intimidade com Deus.Ouça esta mensagem, seja fortalecido e compartilhe com alguém que precisa crescer na vida de oraçãoNOS ACOMPANHE ATRAVÉS DAS NOSSAS REDES SOCIAIS!INSTAGRAM: Instagram.com/filadelfiavitoriaFACEBOOK: facebook.com/IfiladelfiaOrgYOUTUBE: youtube.com/IFiladelfiaOrg#FamíliaFiladélfia
Neste sermão inspirador da Oitava Igreja, o pastor explora a crucial importância do discipulado doméstico, usando a história de Timóteo para ilustrar como a fé verdadeira é cultivada e transmitida no lar. Baseado em passagens como Atos 16:1-3 e 2 Timóteo 1:2, 5, esta mensagem desafia pais e líderes a serem referenciais de fé, ensinando a Palavra de Deus com constância e vivendo um exemplo que transforma gerações. Descubra como sua família pode ser um celeiro de fé e um testemunho vivo do Evangelho, começando pela Palavra e pelo exemplo dentro de casa. Uma reflexão profunda sobre o legado espiritual que podemos deixar.ASSINE O CANAL: http://youtube.com/oitavatv..........................................................................Website: http://www.oitavaigreja.org.br/Contas Bancárias: http://oitavaigreja.com.br/contas-bancarias-da-oitava-igreja/Faça parte da Oitava: https://bit.ly/3dX7u1QInstagram: http://www.instagram.com/oitavaigreja/Facebook: http://www.facebook.com/oitavaipbhTwitter: https://twitter.com/oitavaigrejaVocê sabe qual é o maior legado que pode deixar? Nesta pregação da Oitava Igreja, mergulhe nos princípios bíblicos do discipulado familiar, destacando como a fé genuína e o exemplo dos pais são fundamentais para moldar a próxima geração. Com referências em Deuteronômio 6:6-7 e Filipenses 3:17, o pastor enfatiza que a Palavra de Deus é a base para um lar cristão forte e que nossas atitudes e prioridades refletem a nossa crença. Entenda como o discipulado começa em casa e frutifica na igreja, impactando não apenas sua família, mas toda a sociedade para a glória de Deus.ASSINE O CANAL: http://youtube.com/oitavatv..........................................................................Website: http://www.oitavaigreja.org.br/Contas Bancárias: http://oitavaigreja.com.br/contas-bancarias-da-oitava-igreja/Faça parte da Oitava: https://bit.ly/3dX7u1QInstagram: http://www.instagram.com/oitavaigreja/Facebook: http://www.facebook.com/oitavaipbhTwitter: https://twitter.com/oitavaigreja
SALMOS 85-86Hoje saímos da visão comunitária do perdão e da reconciliação com a terra para entrar na oração fervorosa de um coração que busca consolo, misericórdia e ensino divino em dias de tribulação. O salmo 85 narra a Restauração Concedida e a Oração pelo Renovo. Os filhos de Corá celebram como Deus foi favorável à Sua terra e perdoou a iniquidade do Seu povo, retirando a Sua ira. No entanto, eles clamam por um renovo ainda mais profundo, pedindo que o Senhor faça cessar a Sua indignação para que o povo Se alegre Nele, prevendo o momento em que a misericórdia e a verdade se encontrarão, e a justiça e a paz se beijarão. O salmo 86 relata a Oração de Davi por Socorro e Instrução. Apresentado como uma súplica individual, o salmista clama para que Deus incline os Seus ouvidos e o responda, pois é pobre e necessitado. Ele exalta a grandeza incomparável do Senhor entre os deuses, pede para ser ensinado no caminho da verdade a fim de temer o Nome divino com um coração unificado, e roga por um sinal do favor de Deus para envergonhar os seus opositores.#Reconciliação #Dependência #Aprendizado
Aprenda a compreender a intercessão como um chamado bíblico e uma prática indispensável da vida cristã. Observe como Deus, ao longo das Escrituras, utiliza homens e mulheres de oração para cumprir Seus propósitos e cuidar do Seu povo. Examine o papel da intercessão na família, no casamento, na igreja, nas missões, na vida profissional e nos momentos de sofrimento, reconhecendo sua importância para o crescimento espiritual e o avanço do Reino de Deus. Desenvolva uma vida de oração perseverante, sensível à direção do Espírito Santo e comprometida em participar da obra de Deus por meio da intercessão.
Aprenda a conhecer, de forma abrangente, a pessoa, a vida, o ministério e a obra redentora de Jesus Cristo, aprofundando sua compreensão sobre o Salvador revelado nas Escrituras. Observe como Seus ensinos, milagres, morte e ressurreição revelam o caráter de Deus e o centro da mensagem do Evangelho. Examine as implicações da obra de Cristo para a fé, o discipulado e a missão da Igreja, fortalecendo suas convicções sobre quem Ele é e o que realizou por nós. Desenvolva uma resposta bíblica e pessoal à pergunta que Jesus fez aos Seus discípulos: “Quem vocês dizem que Eu sou?”, vivendo uma fé fundamentada no conhecimento e no senhorio de Cristo.
Os dados do MapBiomas mostram o desmatamento caindo no Brasil e disparando na Bolívia, 256% de alta lá contra 59% de queda aqui desde o fim dos anos 1980. Uma reportagem da Bloomberg foi à fronteira e encontrou uma estrada financiada pelo agronegócio, fazendas brasileiras comprando floresta madura do outro lado, e uma multa por desmate ilegal de US$ 90 por hectare na Bolívia contra cerca de US$ 1.000 no Brasil. Mostramos os dois lados do debate: quem diz que o Brasil exportou o problema, e quem diz que a culpa é das condições internas bolivianas.No segundo bloco, um efeito colateral da IA que quase ninguém previu: os data centers estão danificando os próprios equipamentos. Turbinas rachando, baterias trocadas em semanas, disponibilidade caindo para 80%. O motivo não é o tamanho do consumo, é a violência das oscilações, e o órgão que regula a rede elétrica americana já emitiu alerta de nível três sobre isso.
Antes da criação, Deus já tinha o homem em Seu coração. Ele nos formou, nos buscou quando estávamos perdidos e, por meio de Jesus Cristo, nos deu o direito de sermos feitos Seus filhos. Como Pai, Deus não nos deixou sem direção: revelou a nós Sua vontade e nos deu instruções para vivermos segundo o Seu propósito. No passado, nos falou por meio de Moisés; depois, nos falou por meio do Filho, que transmitiu aquilo que recebeu do Pai.¹Esse ensino é chamado de Didaquê de Cristo. A palavra “didaquê” significa ensino, instrução, doutrina ou mandamento. Já o “querigma” é a proclamação de quem Jesus é e do que Ele realizou: Cristo morreu por nossos pecados, ressuscitou e reina. O querigma desperta a fé e deve ser crido; a Didaquê ensina como viver e deve ser obedecida. Por isso, fazer discípulos é proclamar Cristo, levar as pessoas a crerem Nele e ensiná-las a obedecer a tudo o que Ele ordenou.²A Didaquê de Cristo está especialmente concentrada no Sermão do Monte. Nele, Jesus revela o caráter daqueles que pertencem ao Reino de Deus: humildes de espírito, mansos, misericordiosos, limpos de coração, pacificadores e dispostos a permanecer firmes mesmo quando perseguidos. O discípulo não é apenas alguém que conhece ou admira Jesus, mas aquele que crê em tudo o que o Mestre diz e faz tudo o que Ele manda. A verdadeira fé não permanece apenas no discurso, mas se manifesta na prática da Palavra.³Jesus também declarou que Seus discípulos são o sal da terra e a luz do mundo. O sal preserva e impede a corrupção; a luz ilumina e mostra o caminho. Assim, nosso testemunho acontece tanto por aquilo que proclamamos quanto pela maneira como vivemos. Quando nossas boas obras são vistas, o Pai é glorificado. A vida do discípulo precisa revelar Cristo por meio do amor, da generosidade e do bem praticado até mesmo em favor daqueles que nos prejudicam.⁴A justiça ensinada por Jesus ultrapassa uma obediência meramente exterior. Ele trata as motivações, os pensamentos e as intenções do coração: não basta deixar de matar, é preciso abandonar o ódio; não basta evitar o adultério, é necessário rejeitar o olhar impuro; não basta amar os amigos, somos chamados a amar os inimigos e orar pelos que nos perseguem. Também devemos buscar reconciliação quando alguém tem algo contra nós. Essa transformação não é produzida por esforço humano, mas pela presença de Cristo e pela ação do Espírito Santo em nós.⁵A Didaquê alcança todas as áreas da vida. Jesus nos ensina a ofertar, orar e jejuar sem procurar a aprovação dos homens, pois o Pai vê aquilo que é feito em secreto. Ele nos chama a não servir às riquezas, mas a administrar tudo o que recebemos como mordomos de Deus e a buscar primeiro o Seu Reino. Nos ensina ainda a não viver ansiosos, mas a confiar no cuidado do Pai; a não julgar os outros com hipocrisia; a perdoar, amar e perseverar no caminho estreito.⁶Ao concluir o Sermão do Monte, Jesus compara quem ouve e pratica Suas palavras a um homem prudente que edificou sua casa sobre a rocha. Quem ouve e não pratica constrói sobre a areia e não permanece quando chegam as tempestades. Portanto, não basta ouvir, admirar, estudar ou compreender: o verdadeiro discípulo guarda e pratica a Palavra de Cristo. Amar Jesus se manifesta em guardar Seus mandamentos, contando com o Espírito Santo, que nos ensina e nos faz lembrar de tudo o que Ele disse.⁷Perguntas para reflexãoTenho me relacionado com Deus como Pai e recebido Suas instruções como direção segura para a minha vida?Minha fé em Jesus tem produzido obediência prática ou tenho me limitado a ouvir e concordar com Seus ensinos?Minhas palavras, atitudes e boas obras têm revelado Cristo e levado outras pessoas a glorificarem o Pai?Tenho permitido que o Espírito Santo transforme não apenas meu comportamento exterior, mas também meus pensamentos, motivações e intenções?Em quais áreas preciso deixar de ser apenas ouvinte e começar a praticar com perseverança aquilo que Jesus ordenou?
Neste sermão, o Bispo André Barbosa ensina, à luz de 1 João, sobre a importância da unção do Espírito Santo na vida do cristão. A mensagem esclarece que a unção não substitui o ensino das Escrituras, mas confirma interiormente a verdade revelada por Cristo e capacita o crente a discernir os falsos ensinos. Ao longo da exposição, é mostrado como Deus realiza o novo nascimento por meio da Palavra, transforma o coração e conduz Seus filhos à obediência, santidade e comunhão. O sermão também destaca a necessidade de submissão à liderança espiritual, da humildade e da vida em igreja como proteção contra o engano. Por fim, traz esperança aos que foram feridos espiritualmente, mostrando que Deus restaura, cura e conduz Seu povo a permanecer firme em Cristo, vivendo uma fé autêntica, cheia do Espírito Santo e fundamentada na verdade bíblica. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema: A UNÇÃO QUE PERMANECE EM NÓS. Quarta – Feira05/08/2026 Pregador : Bp. André Barbosa
Empreender no Brasil exige muito mais do que resiliência operacional; exige inteligência estratégica para navegar em um ambiente fiscal complexo e altamente punitivo. Thiago Alves, advogado tributarista e fundador da Alvus, revela como a falta de planejamento estruturado transforma o Estado em um sócio oculto que recolhe a maior parte dos resultados antes mesmo de o empresário ver a cor do lucro. Neste episódio do Excepcionais, Marcelo Toledo conversa com Thiago Alves sobre a realidade nua e crua dos bastidores fiscais e patrimoniais do país. Da armadilha do Simples Nacional — que pode retroagir com multas pesadas — à construção de holdings e estruturas sob jurisdições internacionais, o diálogo entrega um guia pragmático sobre como jogar rigorosamente dentro das quatro linhas para pagar apenas o estritamente justo e proteger o patrimônio construído com o suor do seu trabalho.Disponivel Também no Youtube:https://youtu.be/kLjxsS8CZoM00:00:00 - A realidade do sócio "César" e a busca pela eficiência tributária 00:03:00 - O limite do Simples Nacional e o risco de desenquadramento retroativo 00:06:16 - Rastreamento de dados via PIX e o fim da informalidade operacional 00:08:19 - A criminalização de empresários por erros na formação de preço 00:11:00 - A diferença prática entre os regimes do Lucro Real e Lucro Presumido 00:21:50 - Oportunidades ocultas de recuperação de crédito no Lucro Real 00:33:00 - Consolidação de mercado e operações de M&A viabilizadas por tributos 00:49:00 - Proteção de ativos real e estruturação em jurisdições internacionais 01:02:00 - As transformações trazidas pela Reforma Tributária e o impacto no consumo Siga o Thiago no Instagram:https://www.instagram.com/thiagoalvus/Nos Siga:Marcelo Toledo: https://www.instagram.com/marcelotoledoInstagram: https://www.instagram.com/excepcionaispodcastTikTok: https://www.tiktok.com/@excepcionaispodcast
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TEMPO DE REFLETIR 01845 – 3 de agosto de 2026 Marcos 14:9 – Eu lhes asseguro que onde quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado em sua memória. Na maioria das vezes, as pessoas procuravam Jesus por interesse pessoal. Pouca gente procurou Jesus para dizer-Lhe: “Eu Te amo, Mestre”, ou: “Muito obrigado.” Maria, num repente de intuição, viu que aquele seria o momento para apresentar sua dádiva a Jesus. Em agradecimento pelo fato de Jesus ter ressuscitado seu irmão e ter transformado sua vida, procurou o momento mais adequado para demonstrar agradecimento. Rompeu o selo do vaso de alabastro e derramou o perfume sobre Jesus. O que estava acontecendo com essa mulher para demonstrar tal carinho? É bom lembrar que a dádiva de Maria ensina uma importante lição: há um tempo para fazer coisas, e um tempo para dizer coisas. Muitas vezes, em algum momento, somos movidos por um sentimento de simpatia, carinho, cuidado e preocupação pelos outros. Vem a vontade de fazer coisas e dizer coisas: mandar um e-mail, whatsapp, telefonar, dar aquele presentinho, ir à despedida dele, ficar até o fim, dizer uma palavra de apreciação, mostrar o quanto nos sentimos agradecidos, mas simplesmente não fazemos nada. Deixamos para depois, para amanhã, e perdemos a oportunidade de levar alegria não somente ao coração de outra pessoa, mas também ao nosso coração. É incrível, mas quantas pessoas levam em sua personalidade um vaso de alabastro fechado, escondido, reservado? Guardam para si mesmas seu carisma, seu carinho, seu amor e amizade, sem repartir com outros que necessitam de simpatia, conforto e apoio. E seguem pela vida sem quebrar o jarro, esperando uma ocasião especial. A atitude de Maria demonstra que algumas coisas precisam ser feitas enquanto há oportunidade. Senão, a probabilidade é de que a pessoa, o tempo, a ocasião, o impulso nunca voltem ou se repitam. Precisamos fazer isso enquanto temos a pessoa perto de nós. Maria, no momento exato, mostrou agradecimento a Jesus. Quando Ele entrou no corredor escuro de Seus últimos dias na Terra, lembrava-Se com muita alegria daquela atitude de carinho, e Seu coração foi fortalecido. A ilimitada graça de Deus demanda uma resposta de nossa parte. Podemos fazer isso hoje? Ore comigo: Por tudo que Tu és e por tudo que fizeste, muito obrigado, Senhor. O faço com grande alegria e do fundo do meu coração. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
LEITURA BÍBLICA DO DIA: 1 REIS 19:14-21 PLANO DE LEITURA ANUAL: SALMOS 63–65; ROMANOS 6 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira
“E SERÁS UMA BÊNÇÃO…” Gênesis 12:2b“Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em ME ENTENDER E ME CONHECER QUE EU SOU O SENHOR, que faço Beneficência, Juízo e Justiça na Terra; porque destas coisas ME AGRADO, diz o Senhor.” Jeremias 9:24“E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção.E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da Terra.” Gênesis 12:2-3
Você já se perguntou por que as pessoas do signo de Virgem costumam demonstrar tanta atenção aos detalhes, organização e desejo de servir?Na astrologia, cada signo é influenciado pela energia de um planeta regente, que revela características profundas da personalidade, dos talentos e dos desafios de cada indivíduo.Neste vídeo, Nidia Alves explica como Mercúrio, planeta regente de Virgem, se manifesta por meio da inteligência, da comunicação, do discernimento e da busca constante pelo aperfeiçoamento.Muito além dos estereótipos, compreender a regência planetária é um caminho para ampliar o autoconhecimento e reconhecer os potenciais que cada energia desperta em nossa jornada.✨ Assista ao vídeo e descubra como a influência de Mercúrio pode iluminar a essência de Virgem.
TEMPO DE REFLETIR 01842 – 31 de julho de 2026 Habacuque 3:18 – Todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação. Quando Habacuque escreveu essas palavras, o povo de Judá estava em profunda apostasia. O profeta lamentava os pecados de seus compatriotas e, ao mesmo tempo, estava convicto de que mereciam o castigo que Deus havia anunciado. Ele também lamentava a prosperidade dos orgulhosos caldeus, cujos exércitos seriam usados para punir o povo que deveria ser a cabeça e não a cauda. Deus, contudo, não permitiu que Habacuque se fragmentasse emocionalmente. O profeta entendeu o plano divino, humilhou-se diante do Senhor e recebeu a gloriosa revelação de que Deus estava no controle de tudo, com o propósito de salvar Seus filhos fiéis. A confiança do profeta foi restaurada, e ele afirmou: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação” (Hc 3:17 e 18). Nestes dias de insegurança, dúvida e perplexidade, a experiência de Habacuque serve de estímulo e exemplo para o povo de Deus. Como sabemos, os governantes, tanto dos países ricos quanto dos países pobres, estão preocupados com a instabilidade da economia, com o coronavirus e tantas outras coisas mais. Hoje em dia, qualquer pessoa sabe que as bolsas de valores determinam o ritmo da vida. Enquanto isso, as reservas ecológicas estão em rápido processo de extinção. A violência grassa nas cidades e nos campos. O materialismo leva o homem moderno a zombar de toda e qualquer ideia sobre a necessidade de Deus no Universo e na vida. Nesse ambiente sem rumo, aumenta o número de pessoas angustiadas e perplexas, vítimas do vazio existencial de nosso tempo. Quem não tem a palavra de Deus como escudo, é condicionado a esperar o caos. E, mesmo entre o povo de Deus, algumas pessoas se inclinam a duvidar de que o barco da igreja esteja viajando na rota certa. São os profetas do caos, os anunciadores de pragas e flagelos. Qual deve ser a nossa atitude em meio a tudo isso? Sem dúvida alguma, a mesma do profeta Habacuque. Ainda que as nações se desentendam; ainda que o materialismo aumente; ainda que os céticos zombem dos que constroem a arca da salvação; ainda que muitos entrem em apostasia, nós, todavia, continuamos estribados na Rocha dos séculos, Jesus Cristo. Nosso coração exulta de alegria, pois a nossa salvação está próxima. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Mesmo em meio a dor, ó Pai; mesmo em meio ao medo e a preocupação; mesmo quando todas as coisas parecem se acabar; eu quero continuar crendo, confiando e louvando o Teu nome. Por Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
✨ Bem-vindo(a) ao meu cantinho de paz ✨Se aconchegue, respire fundo e deixe esse momento ser só seu
Bom dia Tech! Tudo bem? Meu nome é Arthur Givigir e hoje é terça-feira, dia 28 de julho de 2026 e trago para você as principais notícias de tecnologia. Vamos lá?No episódio de hoje, a Apple definiu quando pretende revelar seus aguardados óculos inteligentes com inteligência artificial. Também falo sobre a nova pressão sobre a OpenAI após o ataque ao Hugging Face, o lançamento do Claude Opus 5 pela Anthropic, uma nova aliança liderada pela Nvidia para proteger sistemas de IA, uma falha de segurança que permitia ao Claude Cowork escapar do sandbox do macOS e indícios de que o Xbox 360 pode finalmente ganhar retrocompatibilidade oficial no PC.Quer patrocinar ou fazer uma parceria com o Bom dia Tech? Mande um e-mail para contato@bomdia.teche vamos conversar!ApoioAmazon Now - Entregas em 15 minutos!Notícias00:00: ☀️ Bom dia Tech!00:44: Apple revela quando mostrará seus óculos inteligentes02:32: OpenAI sofre nova pressão após ataque ao Hugging Face04:05: Anthropic lança Claude Opus 505:37: Nvidia cria aliança para proteger sistemas de IA07:05: Falha permitia ao Claude Cowork escapar do sandbox do Mac08:31: Xbox 360 pode ganhar retrocompatibilidade oficial no PC09:45: Inté a próxima!Produtos do EpisódioSamsung Galaxy FoldsNintendo Switch OLEDBundle Nintendo Switch OLED com Mario Kart 8PlayStation 5 SlimPlayStation DualSenseApple iPhone 16 (128 GB)Echo Show 5 (3ª geração)Echo Show 8 (3ª geração)Kindle ScribeComprando por esses links, o Bom dia Tech recebe uma pequena comissão e você ajuda no crescimento do podcast.Redes sociais:InstagramThreadsMastodonCapa:Capa: Gerada por IA
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Tarrasque na Bota apresenta: A Tumba do Cavaleiro - Parte 4, uma aventura do RPG Dragonbane. Versão Guerreiros do Bem ajudando a Casa Precavvida. O mundo já foi governado por forças muito maiores do que reis ou impérios. Dragões, símbolos da ordem absoluta, e Demônios, encarnações do caos e da loucura, moldaram eras inteiras de história. Seus conflitos deixaram ruínas, tumbas esquecidas e relíquias espalhadas por terras perigosas. Agora, essas relíquias permanecem abandonadas… esperando por aventureiros corajosos, imprudentes ou desesperados o bastante para procurá-las. Em Dragonbane, os jogadores interpretam esses aventureiros. Exploradores de ruínas antigas. Caçadores de tesouros. Sobreviventes em um mundo onde cada combate pode ser fatal e cada descoberta pode mudar o destino de uma jornada. Às vezes haverá risadas. Às vezes haverá caos. E provavelmente, aqui no Tarrasque na Bota, haverá muito desses dois! Então se prepare! ATENÇÃO: Esse podcast é recomendado para maiores de 14 anos. Com a participação de: Rafael 47 - Mestre; Anderson Lira, como Makander; Vinicius Watzl, como Krisss; Jônatan Paiva, como Orlan Lua de Prata; Miguel Alves, como Bastonn Mandíbula de Sangue; Fernando Alves, como Arquimestre Aodhan. Edição de: Rafael 47. Uma produção RPG Next. NOVIDADE!!! Para tornar a sua experiência ainda mais fácil e prática, agora disponibilizamos nossos conteúdos exclusivos do Apoia.se também no Spotify! Assim, você pode acessar tudo em um só lugar, sem precisar alternar entre plataformas. Quer saber como ativar essa opção e ouvir nossos episódios exclusivos diretamente no Spotify? Acesse este artigo com o passo a passo: https://suporte.apoia.se/hc/pt-br/articles/30944727495579-Ou%C3%A7a-%C3%A1udios-exclusivos-da-APOIA-se-no-Spotify Obrigado por apoiar nosso trabalho! Seu suporte faz toda a diferença. Boletim Informativo RPG Next https://bit.ly/boletim-informativo-rpg-next O RPG Next agora tem um grupo oficial no Telegram! Venha trocar ideias, compartilhar suas aventuras e se conectar com outros jogadores apaixonados por RPG. Entre agora e faça parte dessa comunidade épica: https://t.me/RpgNextOficial . Acesse nossos conteúdos antecipados e exclusivos pelo APP do Apoia-se Disponível para Android e iOS! 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Como não repetir o erro dos seus pais no seu casamento?Neste sexto episódio da Série Entra Pra Ficar, Caio e Fabi Carneiro tocam no tema mais profundo e delicado da série: por que crenças herdadas dos seus pais não são destino, são ponto de partida — e como o autoconhecimento profundo é a chave pra escrever uma história diferente da que você viveu.
Leitura Bíblica Do Dia: EFÉSIOS 2:4-10 Plano De Leitura Anual: SALMOS 31–32; ATOS 23:16-35 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O criminoso foi detido e o delegado interrogou-lhe do crime: por que atacou descaradamente alguém se havia tantas testemunhas presentes? A resposta foi surpreendente: “Eu sabia que eles não fariam nada; as pessoas nunca fazem nada”. Esse comentário retrata o que é chamado de omissão, optar por ignorar uma situação de vulnerabilidade ou injustiça, mesmo sabendo que ela está sendo cometida. O apóstolo Tiago abordou um tipo semelhante de omissão ou indiferença, dizendo: “Lembrem-se de que é pecado saber o que devem fazer e não fazê-lo” (TIAGO 4:17). Por meio de Sua grande salvação, Deus nos designou como agentes do bem no mundo. Paulo afirma em Efésios: “Pois somos obra-prima de Deus, criados em Cristo Jesus a fim de realizar as boas obras…” (2:10). Estas boas obras não são a causa da nossa salvação, e sim o resultado de nosso coração ter sido transformado pelo Espírito Santo de Deus que passou a habitar em nós. O Espírito nos concede dons espirituais para nos equipar para realizarmos a tarefa para a qual Deus nos recriou (1 CORÍNTIOS 12:1–11). Como obra da mão de Deus, que possamos nos render aos Seus propósitos e à capacitação por meio de Seu Espírito para sermos Seus instrumentos para o bem neste mundo que precisa desesperadamente dele. Por: BILL CROWDER
Sejam bem-vindos ao NOTAS, o programa onde Affonso Solano (Inteligência LTDA, MRG, Bunker X), Yuri Moraes (Ben-Yur, Furo MTV, Hermes e Renato, The Noite com Danilo Gentili) Joey Ponzi (Isso Não é um Talk Show", Jovem Pan, Encaçapados) dão NOTAS para tudo. "Por quê?", você provavelmente se pergunta? "Por que não", é o que deveria se questionar. Neste NOTAS de estreia, o trio dá suas NOTAS para o Super Mario. Seus poderes profanos. Amizades duvidosas com dinossauros. Seus macacões (as roupas e aliados símios). Sua conturbada relação com o irmão Luigi. A obsessão da Nintendo em colocá-lo em qualquer esporte imaginável e a estranha normalidade de resolver problemas pulando em cima de tartarugas. Nada pode escapar de receber NOTAS.
TEMPO DE REFLETIR 01831 – 20 de julho de 2026 II Crônicas 20:12 – Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para Ti. Como seres humanos, cremos muitas vezes no pior. No poema Torneira Seca, o poeta José Paulo Paes escreve: “A torneira seca (mas o pior: a falta de sede) / A luz apagada (mas o pior: o gosto do escuro) / A porta fechada (mas o pior: a chave por dentro).” Era uma situação de emergência nacional. Três nações se encaminhavam para atacar Israel. Um senso de pequenez e incapacidade tomou conta do rei e dos líderes da nação. Seus recursos eram insuficientes. Humanamente, não conseguiriam enfrentar os inimigos. O último recurso era orar. E a oração transformou a crise; o desespero em conquista. Sem dúvida, o rei Josafá esperava que Deus indicasse em detalhes todas as estratégias para a guerra: “Faça uma reunião com o alto comando. Convoque de volta os reservistas. Faça a checagem das armas. Disponha o exército em alas e pelotões.” Entretanto, Deus pediu que na vanguarda do exército fosse um coral. O profeta trouxe para o rei a mensagem de Deus: “Não tenham medo nem fiquem desanimados por causa desse exército enorme. Pois a batalha não é de vocês, mas de Deus” (v. 15). A palavra jihad, que depois do atentado de 11 de setembro foi traduzida no mundo ocidental como “guerra santa”, passou a ocupar o noticiário desde então. Do ponto de vista bíblico, “guerra santa” é o conflito em que Deus luta por Seu povo. E a vitória não depende de armas, mas da obediência a Deus. Gostaríamos que as promessas de Deus estivessem sob os ditames de nossos sonhos e expectativas e que, ao darmos o comando certo, saíssem do arsenal do Céu mísseis para varrer do caminho tudo aquilo que estivesse impedindo nossos planos, ou da organização que dirigimos, de serem realizados. Essa imagem de um coral como “pelotão de elite” era incomum e no mínimo engraçada, porque o campo de batalha não é lugar de louvor. O mais surpreendente é que esse pessoal não parecia um exército indo para a batalha, mas voltando de uma. O que eles cantavam? “Deem graças ao Senhor, pois o Seu amor dura para sempre” (2Cr 20:21). “Em qualquer emergência devemos sentir que a batalha é [de Deus]. Seus recursos são ilimitados, e as aparentes impossibilidades farão que a vitória seja ainda maior” (Profetas e Reis, p. 202). Em momentos de crise pessoal e institucional, o Deus que interveio em favor de Seu povo no passado também intervirá hoje. Creia nisso e ore comigo: Pai, muitas vezes não sabemos o que fazer. Mas os nossos olhos se voltam para Ti. Porque a batalha não é nossa, mas é Tua! Por favor, segura na nossa mão! Nos ajude! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
TEMPO DE REFLETIR 01830 – 19 de julho de 2026 Filipenses 4:4 – Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se! Alegria não é a habilidade de contar piadas ou fazer todo mundo rir. Também não é apenas uma reação do que acontece conosco quando tudo vai bem, temos sucesso ou quando estamos diante da perspectiva de ter o que desejamos. A alegria que vem de Deus toma muitas formas. Pode ser um sentimento de paz, na certeza de que tudo está nas mãos dEle; ou se manifesta quando um amigo diz: “Me lembrei de você e liguei.” Será que nos esquecemos das referências bíblicas que falam de alegria e regozijo? As figuras de linguagem que Jesus usou para falar do reino ou de Seus milagres eram uma demonstração daquilo que Ele disse: “Para que a […] alegria de vocês seja completa” (Jo 15:11). Ele falou do Céu como se fosse um banquete ou uma festa (Lc 14:15); o pastor se alegrou com a ovelha que foi achada (Lc 15:5); a multidão se alegrou quando foi curada a mulher que estava enferma havia 18 anos (Lc 13:13); as crianças se alegraram quando Jesus Se deteve para abençoá-las; o leproso que voltou para agradecer (Lc 17:15); e os discípulos, que, depois da ressurreição, estavam alegres. Certa vez, um pequeno grupo de estudos da Bíblia chegou justamente ao texto de Gálatas 5, sobre os frutos do Espírito: amor, alegria, paz, etc., todos relacionados com a experiência pessoal. À medida que discutiam, descobriram que estavam experimentando amor e paz. Muitos admitiam a necessidade de ser mais pacientes (se eu estivesse presente teria reconhecido isso). O grupo também admitiu que tinha fé e era bondoso. Reconheceu sua necessidade de mansidão e domínio próprio. Mas um item que todos concordaram de que precisavam muito, mas muito mesmo, foi alegria. “O amor difundido por Cristo por todo o ser é um poder vitalizante. […] Implanta no coração uma alegria que coisa alguma terrestre pode destruir – a alegria no Espírito Santo – alegria que comunica saúde e vida” (A Ciência do Bom Viver, p. 115). Podemos repetir com o salmista: “Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cantos de alegria (Sl 126:2). Pratique isso no dia de hoje e ore comigo agora: Ah, Senhor, enche meu coração de alegria! De felicidade, de disposição! Mesmo que muitas vezes essa alegria venha marcada com algumas lágrimas. Eu Te peço, Pai, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
"E desde a hora sexta houve trevas sobre toda a Terra, até à hora nona.E perto da hora nona exclamou Jesus em Alta Voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?" Mateus 27:45-46"Então disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me;Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á.Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" Mateus 16:24-26
Robert Durst era herdeiro de uma das maiores fortunas imobiliárias de Nova York. Entre 1982 e 2001, três pessoas desapareceram ou morreram sob circunstâncias que o envolviam. Por quase três décadas, ele permaneceu livre. Até que um documentário de 2015 capturou algo que nenhuma investigação policial havia conseguido. #609
O Japão, a economia mais endividada do planeta , enfrenta uma crise que pode impactar fortemente os seus investimentos. Com uma dívida pública que supera os 200% do PIB , inflação em alta e a forte desvalorização histórica do iene , o governo está encurralado. A nova ameaça em discussão é repatriar parte dos mais de 11 trilhões de dólares que o país tem investidos no exterior , começando pelos gigantescos fundos de pensões. Se essa venda maciça de ativos estrangeiros ocorrer , poderá provocar quedas drásticas nos mercados globais. Entenda neste vídeo como essa "repressão financeira" e o "nacionalismo de capital" podem ditar o novo rumo da macroeconomia mundial e afetar o seu patrimônio.00:00 - O plano do Japão para repatriar trilhões investidos01:33 - A enorme dívida pública e os juros crescentes03:04 - A desvalorização da moeda japonesa e a inflação05:02 - Por que o governo japonês não quebrou ainda?08:10 - O beco sem saída da dominância fiscal japonesa11:10 - Os onze trilhões de dólares investidos no exterior15:26 - O apelo para o investimento interno de pensões18:07 - Os impactos globais da venda de ativos estrangeiros19:11 - A nova era global de repressão financeira iminente
A senadora Damares Alves chamou de "aloprados" os bolsonaristas que atacam a ela e a Michelle Bolsonaro após o racha com Flávio.No mesmo dia, a primeira-dama Janja prestou solidariedade às duas, dizendo que a misoginia "não tem lado".No Meio-Dia em Brasília, Wilson Lima e Rodolfo Borges analisam a hipocrisia dos dois lados, o modo cercadinho da campanha e por que o eleitorado feminino virou o grande entrave da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários! Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #DamaresAlves #SenadoFederal #DireitaUnida #PoliticaNacional #Aloprados #FogoAmigo #DiscursoDamares #MichelleBolsonaro #PartidoLiberal #MilitanciaDigital #BastidoresDaPolitica #Conservadores #NoticiasPoliticas #CriseNaDireita #SenadoHoje #DebatePolitico #BrasilHoje #CenarioPolitico #DamaresNoSenado #PoliticaBrasil
"Então disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me;Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á.Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" Mateus 16:24-26
“E outro de Seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai. Jesus, porém, disse-lhe: Segue-Me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos.” Mateus 8:21-22“Então disse Jesus aos Seus discípulos: Se alguém quiser vir após Mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-Me;Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de Mim, achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” Mateus 16:24-26
https://lp.mentoriamakers.com.br/agendamento-youtubeVocê não perde um cliente quando ele termina um contrato.Você perde quando ele para de usar aquilo que comprou.Neste episódio do Mentalidade Empreendedora Podcast, Pedro Quintanilha recebe Ricardo Mota, fundador da Cativa Digital, para investigar por que tantas empresas aprenderam a vender, mas ainda não aprenderam a entregar.A conversa explora retenção de clientes, recorrência, consumo de produtos digitais, construção de comunidades próprias e os modelos mentais por trás de negócios que crescem sem depender apenas de novas vendas.Ricardo compartilha a visão que deu origem à Cativa Digital e explica por que o verdadeiro desafio não é conquistar clientes, mas fazer com que eles continuem usando, valorizando e comprando novamente.Um episódio para empreendedores que querem construir negócios mais sólidos, aumentar o valor gerado para seus clientes e crescer através de relacionamento, não apenas de aquisição.▶️ Assista até o final e descubra por que o futuro dos negócios pertence a quem aprende a entregar, não apenas a vender.
Convidados: Danilo Alves, editor da GloboNews Internacional e enviado especial para a cobertura das eleições no Peru e na Colômbia; e Maurício Santoro, doutor em Ciência Política pelo Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) e colaborador do Centro de Estudos Político-Estratégicos da Marinha do Brasil. Os resultados ainda não são oficiais, mas as apurações dos votos na Colômbia e no Peru indicam que os dois países elegeram presidentes de direita. A eleição peruana foi realizada em 7 de junho e está com 99,7% dos votos contabilizados: Keiko Fujimori tem cerca de 40 mil votos de vantagem sobre o candidato de esquerda, Roberto Sánchez. Keiko é filha de Alberto Fujimori, ditador peruano que governou o país entre 1990 e 2000 e que foi condenado por corrupção e crimes contra a humanidade. Na Colômbia, os eleitores foram às urnas neste domingo (21) e elegeram o empresário Abelardo de la Espriella, de acordo com a contagem preliminar: são menos de 250 mil votos sobre Iván Cepeda, senador e candidato que tem o apoio do atual presidente Gustavo Petro. Abelardo fez campanha baseado nos discursos "anti-establishment" e “linha-dura” contra o crime, inspirado no presidente de El Salvador Nayib Bukele. O resultado nas urnas reforça a tendência das últimas eleições sul-americanas, que elegeram candidatos do campo conservador. Neste episódio, Natuza Nery tem dois convidados. Primeiro, ela fala com Danilo Alves, correspondente da GloboNews que foi a Lima e está em Bogotá, sobre o resultado das eleições. Depois, Natuza entrevista o cientista político Maurício Santoro sobre o movimento de direita que se forma no continente e a influência de Donald Trump nesse processo histórico.