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Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)"Pela fé, Noé construiu um navio no meio de terra seca. Ele foi avisado sobre algo que não conseguia ver e agiu com base no que lhe foi dito."A maioria de nós não teria o menor problema em dar um passo de fé — seja abrir um negócio, voltar a estudar ou mudar de cidade — se soubéssemos exatamente de onde viria o dinheiro, quanto tempo levaria e se as pessoas certas estariam lá por nós. Mas aqui está a chave: Deus não entrega os detalhes.Ele não vai te dar um projeto completo de toda a sua vida com todas as etapas descritas. Sabe por quê? Porque se você tivesse todos os fatos sobre como tudo vai acontecer, você não precisaria de fé.Deus vai te enviar para o desconhecido sem que você saiba de tudo. Ele guia você um passo de cada vez. Se você tiver a coragem de pisar no desconhecido e fazer o que sabe que Ele está pedindo agora, Ele te mostrará o passo seguinte, exatamente como fez com Noé.Noé construiu um barco onde não havia mar. Parecia loucura para quem olhava de fora, mas era obediência para quem ouvia a Voz.Enquanto você caminha, portas que você nunca conseguiria abrir se abrirão. As pessoas certas aparecerão no momento exato. Os recursos e fundos necessários surgirão conforme a necessidade. Passo a passo, Ele te conduzirá ao seu destino. Não espere pelo mapa completo; apenas confie no Guia."Pai, obrigado porque o Senhor tem o plano mestre da minha vida e eu não preciso temer o desconhecido. Obrigado por me chamar para seguir a Tua direção. Eu Te peço que tornes claro o próximo passo que eu devo dar hoje, e eu o darei com confiança. Em nome de Jesus, Amém."A Escritura de Hoje está em Hebreus 11:7, MSG:Fé CorajosaVamos fazer uma oração
Mensagem gravada em 08/03/2026 Pastor ToninhoOnde meus pés precisam estar Atos 9:1-15 NVI[1] Enquanto isso, Saulo ainda respirava ameaças de morte contra os discípulos do Senhor. Dirigindo-se ao sumo sacerdote, [2] pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, de maneira que, caso encontrasse ali homens ou mulheres que pertencessem ao Caminho, pudesse levá-los presos para Jerusalém. [3] Em sua viagem, quando se aproximava de Damasco, de repente brilhou ao seu redor uma luz vinda do céu. [4] Ele caiu por terra e ouviu uma voz que lhe dizia: “Saulo, Saulo, por que você me persegue?” [5] Saulo perguntou: “Quem és tu, Senhor?” Ele respondeu: “Eu sou Jesus, a quem você persegue. [6] Levante-se, entre na cidade; alguém dirá o que você deve fazer”. [7] Os homens que viajavam com Saulo pararam emudecidos; ouviam a voz, mas não viam ninguém. [8] Saulo levantou-se do chão e, abrindo os olhos, não conseguia ver nada. E os homens o levaram pela mão até Damasco. [9] Por três dias ele esteve cego, não comeu nem bebeu. [10] Em Damasco havia um discípulo chamado Ananias. O Senhor o chamou numa visão: “Ananias!” “Eis-me aqui, Senhor”, respondeu ele. [11] O Senhor lhe disse: “Vá à casa de Judas, na rua chamada Direita, e pergunte por um homem de Tarso chamado Saulo. Ele está orando; [12] numa visão viu um homem chamado Ananias chegar e impor-lhe as mãos para que voltasse a ver”. [13] Respondeu Ananias: “Senhor, tenho ouvido muita coisa a respeito desse homem e de todo o mal que ele tem feito aos teus santos em Jerusalém. [14] Ele chegou aqui com autorização dos chefes dos sacerdotes para prender todos os que invocam o teu nome”. [15] Mas o Senhor disse a Ananias: “Vá! Este homem é meu instrumento escolhido para levar o meu nome perante os gentios e seus reis, e perante o povo de Israel.https://bible.com/bible/129/act.9.1-15.NVI#Jesus #igreja #honra #transformação #Jesus #ressurreição #PalavraDeDeus #DeusPai #EspiritoSanto #PAI #Mensagem #Pregação #Sermão #p4 #p4church #onLine --Curta, compartilhe e inscreva-se para ficar atualizado com os nossos conteúdos!Para saber mais sobre nossa igreja:Site: https://igrejaprojeto4.com.br/Faça seu pedido de Oração: https://igrejaprojeto4.com.br/pedidosFacebook: https://www.facebook.com/p4church/Instagram: https://www.instagram.com/igrejaprojeto4/Podcast: https://igrejaprojeto4.com.br/p4cast/Youtube: [https://www.youtube.com/@IgrejaProjeto4](https://www.youtube.com/IgrejaProjeto4)----Culto online todos os domingos no YouTube!
No novo episódio do podcast da MIT Technology Review Brasil, Rafael Coimbra e Carlos Aros analisam o acordo firmado entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que permitirá o uso de suas tecnologias de IA em ambientes classificados.A decisão reacende um debate relevante no setor. Até queponto empresas de tecnologia devem estabelecer limites para o uso de seus sistemas por governos? Enquanto a Anthropic tentou impor restrições contratuais mais rígidas, a OpenAI optou por uma abordagem baseada no cumprimento das leis já existentes.O episódio também discute o que esse movimento revela sobre a crescente conexão entre Inteligência Artificial, estratégia militar e geopolítica.Como você avalia o papel das empresas de tecnologia nessetipo de decisão?
A final do Campeonato Carioca entre Flamengo e Fluminense registrou a maior audiência da TV Globo no Rio de Janeiro em 2026 na faixa das 18h às 20h15. O clássico, decidido nos pênaltis, marcou 26 pontos de audiência e 45% de participação entre os televisores ligados.Os dados da Kantar Ibope Media mostram que o jogo superou em cerca de 30% a média da emissora no horário. Enquanto isso, a final do Campeonato Paulista transmitida pela Record em São Paulo registrou números bem menores.Neste vídeo você confere os números completos de audiência, o impacto do clássico carioca na TV e a comparação com a final paulista.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Carioca
QUANDO DÁ VONTADE DE DESISTIRSérie de Mensagens: EU JÁ PASSEI POR ISSO – Mensagem 02Faça algumas das seguintes perguntas no início da lição:• Como está sendo sua semana?• Você foi a alguma celebração no domingo?• Quais dos pontos da mensagem falaram mais contigo?• Você gostaria de compartilhar alguma bênção ou algo marcante nesta semana?• Você tomou alguma resolução depois da mensagem? Conseguiu colocar em prática?14 Portanto, visto que temos um grande sumo sacerdote que adentrou os céus, Jesus, o Filho de Deus, apeguemo-nos com toda a firmeza à fé que professamos, 15 pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado. 16 Assim, aproximemo-nos do trono da graça com toda a confiança, a fim de recebermos misericórdia e encontrarmos graça que nos ajude no momento da necessidade. (Hebreus 4:14-16 (NVI)Todos nós, em algum momento, já sentimos vontade de desistir. E hoje, esta segunda mensagem é para quem sente vontade de desistir.Talvez seja: um casamento que parece não ter solução; um sonho que parece impossível; um ministério que não avança; um filho que está longe de Deus; um vício que você tentou vencer várias vezes; ou simplesmente a vida que ficou pesada demais, e agora parece que não sobrou mais força!Mas a boa notícia é: Jesus sabe exatamente como isso é!1. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE NOSSA PERSPECTIVA É LIMITADA.O povo só conseguia ver três coisas: fome, cerco, morte.Mas Deus deu uma palavra através de Eliseu! Era impossível, o oficial duvidou.A lógica humana diz: acabou. Mas Deus estava dizendo: a história ainda não terminou.Enquanto a cidade estava em desespero... Nada parecia mudar: nem sinal, nem melhora, nem esperança. Mas, naquela mesma noite, Deus fez algo invisível.Eles pensaram que um grande exército vinha contra eles. Entraram em pânico e fugiram. Sem batalha, sem estratégia, sem intervenção humana.Deus venceu a guerra sozinho. Enquanto o povo chorava dentro da cidade, Deus já estava trabalhando fora dela.3. PARA NÃO DESISTIR, SILENCIE AS VOZES ERRADAS.Quando Deus liberou a promessa de abundância, alguém respondeu com incredulidade.“Mesmo que Deus abrisse o céu isso não aconteceria.”(2 Reis 7:2b)Sempre que Deus libera uma promessa, uma voz de incredulidade aparece.Às vezes ela vem de fora. Às vezes ela nasce dentro da nossa própria mente. Pensamentos como: “não vai dar certo”, “já tentei demais”, “não adianta continuar.”“Amanhã, a estas horas, na porta de Samaria, uma medida de farinha será vendida por um siclo...”(2 Reis 7:1))Pergunte:Sua visão tem permitido visualizar o que Deus já começou a fazer?2. TEMOS VONTADE DE DESISTIR PORQUE O PROGRESSO NEM SEMPRE ÉVISÍVEL.“O Senhor fez o exército sírio ouvir ruído de carros, cavalos e um grande exército.” (2 Reis 7:6)Pergunte:Como você tem lidado com o agir invisível de Deus?LIÇÃO DE CÉLULA - PÁGINA 2 A batalha da perseverança não começa nas circunstâncias. Ela começa na narrativa quedomina a sua mente.4. NÃO DESISTA ATÉ TER TERMINADO!Quatro leprosos estavam sentados do lado de fora da cidade. Eles disseram:“Se ficarmos aqui morreremos.” (2 Reis 7:4)Eles tinham três opções: ficar parados, voltar para a cidade, avançar em direção ao inimigo. Eles decidiram avançar. Quando chegaram ao acampamento, não havia ninguém. O exército tinha fugido. O milagre muitas vezes começa quando alguém decide dar mais um passo. Muitas pessoas não desistem porque perderam a força. Elas desistem porque perderam a visão.Pergunte:Quais vozes você tem dado ouvidos?Pergunte:Você já teve a experiência de desistir, mas com a sensação de que poderia concluir com sucesso?
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Reflexão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto matutino | 08/03/2026
Enquanto um pedacinho da esquerda acha que dá para enganar todo mundo, a relação entre ministros do Supremo e o Banco Master está ficando cada vez mais óbvia. Isso pode levar a mais uma eleição antissistema. Só tem uma solução. O STF precisa mostrar que um dos seus não pode cruzar certas linhas. Toffoli tem de sair.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Miquéias 4:9, ESV:"Agora, por que você grita tão alto? Não há rei em você?"Liberte o que está aí dentroHouve um momento no Antigo Testamento em que um exército invadiu Jerusalém e matou o seu rei. Pela primeira vez, o povo de Israel se viu sem um líder. Eles ficaram profundamente desanimados, sem saber o que fazer ou para onde ir.Enquanto eles estavam sentados ali, lamentando e pensando que tudo tinha acabado, o profeta Miquéias se levantou e lançou um desafio que ecoa até hoje: "Por que vocês estão gritando de desespero? Por acaso não existe um rei dentro de vocês?"Eu acredito que Deus está dizendo a mesma coisa para cada um de nós hoje: "Existe um rei em você. Existe uma rainha em você."Você pode ter cometido erros, mas continua sendo um filho do Deus Altíssimo. Você pode ter passado por decepções amargas, mas o sangue real ainda flui em suas veias. Talvez você sinta que perdeu grandes oportunidades, mas deixe que estas palavras penetrem no seu espírito: O rei ainda está aí dentro.Você ainda está usando uma coroa de favor e está vestido com um manto de honra, mesmo que não consiga ver no espelho agora. O que você precisa fazer é parar de focar no que perdeu do lado de fora e começar a "chamar para fora" o rei e a rainha que Deus colocou no seu interior. É hora de liberar o potencial, a força e a autoridade que o Criador depositou em você.Vamos fazer uma oração "Pai, obrigado porque o Senhor enxerga a realeza em mim, mesmo quando eu falho. Obrigado porque, como Teu filho, o Senhor me coroou com favor e me vestiu com honra. Ajuda-me a liberar tudo o que o Senhor colocou no meu interior e a me tornar exatamente quem o Senhor diz que eu sou. Em nome de Jesus, Amém."
Cinco anos depois, de uma noite que ainda ninguém conseguiu esquecer, duas pessoas regressam ao lugar onde tudo aconteceu. A casa está igual… mas elas não.Enquanto tentam falar sobre aquela noite, as memóriascomeçam a voltar e levam-nas de volta ao início de tudo.Inês ia só a uma festa! Uma festa entre amigos… ou pelo menos era isso que ela pensava!Mas às vezes uma pequena decisão muda tudo. E aquela noitemudou a vida de todos para sempre!Diana Laranjeira, Inga Carvalho, João Pedro, Maria Rita SilvaSonoplastia: Beatriz Correia, Maria Santiago e Sara AbreuDesign: Ângela Salgueiro
Risoto de Carne com CogumeloCulinária Falada Com Naluzica®"O sabor que a gente ouve"Ingredientes:2 xícaras cogumelo seco1/2 xícara (chá) de manteiga800g de filé-mignon em cubos (ou patinho, alcatra)1 cebola picada2 colheres (chá) de sal1 colher (café) de pimenta-do-reino3 xícaras (chá) de arroz carnaroli ou arbóreo2 cubos de caldo de carne2 litros de água1 lata de creme de leite 1 taça de vinho branco secoModo de PreparoColoque o cogumelo em uma tigela, cubra com água e deixe de molho por 12 horasRetire, corte em pedaços e reserve o líquido.Enquanto isso, em uma panela grande e com tampa, derreta metade da manteiga em fogo médio.Frite a carne com a cebola e então tempere com o sal e a pimenta. Nesse momento, acrescente o vinho e deixe evaporar.Retire e reserve.Logo depois, na mesma panela, frite os cogumelos em fogo alto no restante da manteiga e reserve junto com a carne.Refogue o arroz na mesma panela por 2 minutos, em fogo alto.Abaixe o fogo e adicione o caldo de carne dissolvido na água aos poucos, sem parar de mexer, até cobrir o arroz.Coloque mais caldo a medida que o arroz for absorvendo o líquido.Continue esse processo até o arroz ficar al dente.Acrescente a carne e o cogumelo reservados ao arroz e mexa até que todo o prato fique bem aquecido.Misture com o creme de leite, desligue o fogo e sirva em seguida.Desfrute!Me encontre como
Nesta emocionante história inspirada em fatos reais, conheça Maria Quitéria, uma menina diferente do que se esperava para sua época. Enquanto o Brasil lutava por sua Independência, ela sentiu um chamado maior: defender sua terra e seu povo, mesmo quando diziam que aquele não era lugar para mulheres.Determinada e corajosa, Maria Quitéria desafiou regras, enfrentou preconceitos e provou, com atitudes e bravura, que coragem não tem gênero. Sua trajetória mostra que propósito, justiça e amor pelo que acreditamos podem transformar destinos e até mudar a história de um país. Ouça e descubra a história dessa mulher incrível!!Ensinamentos para as crianças: coragem, igualdade, determinação, senso de justiça e protagonismo feminino.Faixa etária recomendada: a partir de 7 anosBaseada em fatos históricosAdaptada e narrada por: Carol CamanhoApoie o podcast e entre para o Reino aqui:https://eraumavezumpodcast.com.br/clube95E ouça histórias exclusivas, versões de histórias mais calmas e relaxantes, perfeitas para hora de dormir, histórias para meditar, acesso antecipado de até 6 meses de algumas histórias que entrarão no podcast e muito mais! Além de apoiar o podcast preferido do seu filho(a). :)Confira mais histórias infantis no nosso site: Era Uma Vez Um Podcast – Histórias Infantis Em Áudio e compartilhe com outras mães, ou pais, ou tias, avós, madrinhas, babás, professoras... fale sobre esse podcast e espalhe a sementinha da imaginação fértil!Mande-me uma mensagem, sugestão ou até uma história enviando um email para contato@eraumavezumpodcast.com.br que vou adorar ler!E já apertou o botão de "Seguir" no podcast no seu player favorito?! Então siga e não perca mais nenhuma história! ;) É de graça!!E nos siga no Instagram: @eraumavezumpodcastBeijos e até a próxima história!Trilha sonora:Track: "On The Way"Music provided by https://slipstreammusic.comFree Download/Stream: https://get.slip.stream/MjvxFhTrack: "Dragon School", The BeardsMusic provided by https://Slip.streamFree Download/Stream: https://get.slip.stream/xCbsIq
“Fúria épica” parece título de filme, mas os mortos não são figurantes e a destruição não é só cenário. Trump já admitiu que quer intervir na escolha do sucessor do Aiatolá Kamenei, mas também confessa que os elementos identificados como possíveis interlocutores foram todos mortos. No PSD, Montenegro - cansado das alfinetadas de Passos Coelho - decidiu desafiá-lo para um duelo ao sol em Maio. O confronto directo em directas não vai acontecer, já foi recusado por Passos, e é previsível que o actual líder continue a ser frito em lume brando pelo líder de outrora. Enquanto isso, mais sete polícias da esquadra do Rato foram detidos sob a acusação de práticas muito feias. O novo ministro da administração interna vai ter de dar atenção às questões de segurança… em esquadras de polícia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Tema: A missão e a oração de Jonas Texto: Jonas 1 e 2 Apresentador: Claiton Kunz Produção: André Castilho e Valdir Pydd Trabalhos Técnicos: Samuel Mattos e Luis Henrique Albuquerque Esta é a primeira palestra do Encontro de Amigos RTM 2026, ocorrido entre os dias 05 e 08/03/2026 no Filadélfia Hospedagens e Eventos, em São Bento do Sul, Santa Catarina. Há alguns tipos de sonos: o que é fruto do cansaço, o que vem em função do esgotamento, aquele que acontece por tédio, e o sono de navio, que é o caso de Jonas. Enquanto todos estavam desesperados com uma terrível tempestade que poderia destruir a embarcação, o profeta estava dormindo muito bem. Deus lhe havia dado uma tarefa muito clara, mas ele pensou: Vou fazer do meu jeito. Será que somos dessa maneira? Vamos saber como Deus trabalha com este homem desobediente para que tenha sua vida redirecionada assim como ele redireciona nossa própria vida. É melhor viver como um ateu alienado de Deus do que como um cristão fugindo de Deus. Dr. Claiton Kunz é pastor, professor e diretor da Faculdade Batista Pioneira, em Ijuí, Rio Grande do Sul.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se você pudesse fazer apenas um pedido a Deus, o que pediria?Nesta mensagem iniciamos a série “Na Casa do Pai”, explorando um segredo revelado nos Salmos. Enquanto muitos de nós buscamos a Deus apenas por aquilo que precisamos, Davi fez um pedido diferente: habitar na presença do Senhor todos os dias da sua vida.Mais do que pedir coisas de Deus, somos chamados a desejar o próprio Deus. Quando a presença se torna o centro, tudo o resto perde o peso porque o Senhor se torna nossa salvação, nossa força e nossa rocha.Uma palavra sobre oração, presença e o verdadeiro desejo que transforma a vida espiritual.
O Tottenham empilha cinco derrotas consecutivas e o fantasma do rebaixamento deixa de ser uma piada de rivais para se tornar uma ameaça matemática. Enquanto o Arsenal abre vantagem na ponta, a briga pela Champions League se transforma em um engarrafamento que envolve United, Villa, Chelsea e Liverpool. No episódio de hoje, analisamos o colapso dos Spurs, a eliminação do Lyon de Endrick na França e a final definida na Copa do Rei entre Atlético de Madrid e Real Sociedad.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil
Os tradicionais centros do futebol mundial ganharam um concorrente nos últimos anos. As atenções não estão mais divididas apenas entre sul-americanos e europeus. A Arábia Saudita, que vai sediar a Copa do Mundo de 2034, surge como um dos principais mercados emergentes do futebol. O país tem atraído cada vez mais jogadores estrangeiros: Roberto Firmino, Cristiano Ronaldo, Benzema e Sadio Mané são alguns dos principais nomes que desfilam seus talentos em gramados árabes. Marcio Arruda, da RFI em Paris Mas o país não chama a atenção somente de jogadores da modalidade masculina. O campeonato feminino tem atraído cada vez mais mulheres estrangeiras. A liga feminina, chamada de Saudi Women's Premier League, reúne atualmente oito clubes; e seis contam com brasileiras em seus elencos. Uma delas é a mineira Letícia Nunes, que ainda busca seu espaço na seleção brasileira. Enquanto sonha em ser chamada pelo técnico do Brasil, Arthur Elias, a atacante de 28 anos tem se firmado como uma das principais jogadoras do Al-Ittihad Jeddah. Em entrevista ao jornalista da RFI, Marco Martins, a jogadora destacou o bom momento que vive no futebol. “Já é minha segunda temporada aqui na Arábia Saudita. Eu venho de uma temporada boa no ano passado, quando fiz muitos gols. Na atual temporada, o grupo encaixou melhor e temos tido mais vitórias e mais empates, que tem sido um pouco diferente da passada. Acredito que o futebol saudita está numa evolução. Como o grupo está melhorando, o individual também melhora”, afirmou Letícia. Leia tambémBrasil vai sediar a Copa do Mundo Feminina de futebol em 2027 Na última rodada do campeonato saudita, o Al-Ittihad Jeddah venceu o Al-Hilal por 3 a 1. O terceiro gol foi da brasileira, que já tem três na atual temporada. Com a vitória, o time de Letícia assumiu a vice-liderança da liga. “A pretensão da gente é ficar no top 4. Claro, sempre a ideia é ser campeão, acho que nenhuma equipe entra num campeonato sem pensar em ser campeão. Porém, temos um time aqui que é muito forte, que é o Al-Nassr e está disparado na frente da tabela. Mas, de início, é ficar entre os três ou quatro primeiros colocados”, revelou a atacante brasileira. Antes de se destacar na Arábia Saudita, Letícia ganhou projeção no Brasil atuando no futebol mineiro. “Tive uma passagem pelo Ipatinga, que é um time do interior de Minas Gerais. Eu me destaquei lá e fui vista pelo América Mineiro", lembrou. "Na minha opinião, foi no América Mineiro que eu vivi o melhor momento da minha carreira, fazendo muitos gols e tendo muitas participações nos jogos. De lá eu fui para o Bahia, onde também tive uma experiência muito boa. Tanto que eu fui a primeira jogadora do departamento feminino do Bahia a ser vendida para um clube do exterior. De Salvador, eu vim direto para cá” No futebol árabe desde agosto de 2024, Letícia falou das dificuldades que enfrentou em sua primeira experiência fora do Brasil. “Para mim foi um pouco impactante, mas sempre fui corajosa e sem medo dos desafios. Quando cheguei aqui, a cultura e as vestimentas chamaram muito minha atenção. Na rua, todas as pessoas usam roupas semelhantes; as mulheres não mostram o rosto nem o corpo, algo bem diferente da nossa realidade no Brasil", comparou. "A vida social praticamente não existe para mim. Então, meu convívio é mais com as meninas do clube e as pessoas do trabalho. O lado positivo é que é um lugar muito tranquilo e seguro, onde você tem tempo para fazer suas coisas. E é nisso que eu tento me apegar” “Eu acho que foi algo muito bom para mim. Antes eu não tinha contato com a língua inglesa e hoje eu falo inglês e espanhol. Se por acaso no futuro eu tiver uma oportunidade de ir para algum clube da Europa ou dos Estados Unidos, eu acho que a escolha será muito mais fácil", afirmou Letícia. Experiência gratificante Atualmente, muitas jogadoras brasileiras atuam em gramados europeus. Na França, por exemplo, três jogadoras da seleção do Brasil são destaques em seus clubes: a lateral Isabela e a meia Yaya vestem a camisa do Paris Saint-Germain, enquanto que a zagueira Tarciane é titular no Lyon. "Vir para a Arábia Saudita me deu a chance de evoluir como pessoa. Então, para mim, toda essa experiência é gratificante”, disse a camisa 9 do Al-Ittihad Jeddah. A aventura no futebol da Arábia Saudita tem valido a pena para Letícia e considera que deu um salto financeiro na carreira. "Na minha opinião, a parte financeira daqui é muito melhor do que no Brasil. Isso me trouxe uma estabilidade financeira, que para mim era algo que me incomodava no Brasil em relação ao tempo que ainda tenho na minha carreira e ao que eu poderia conquistar. Aqui eu consegui uma boa estabilidade para eu ficar tranquila. Quando você sabe que está num clube estruturado, tudo isso conta. Hoje eu vejo que isso me ajudou muito”, afirmou. A atacante brasileira contou que as mulheres ainda buscam espaço nesse esporte no país, que só autorizou a entrada de torcedoras em estádios e arenas para assistir a jogos de futebol a partir de 2018. “A torcida comparece, sim, mas se fizermos uma comparação entre um jogo do masculino e outro do feminino, a diferença é grotesca. O futebol feminino aqui na Arábia Saudita ainda precisa evoluir muito. Por ser um país fechado, aqui as pessoas não têm a percepção de que a mulher pode jogar futebol. E eu acho que isso impacta ainda mais se compararmos com Portugal, Brasil ou França. A gente vê que isso é mais comum nesses países; é algo mais natural entre as pessoas”, contou a atacante brasileira. Leia tambémEm Paris, Formiga e Michael Jackson dizem o que falta para o futebol feminino decolar no Brasil A aceitação de mulheres no futebol é uma realidade no Brasil, que conta com jogadoras talentosas, como Bia Zaneratto, Gabi Zanotti e Duda Sampaio, entre outras, e clubes vitoriosos, como o Corinthians, atual vice-campeão intercontinental. Ainda assim, Letícia disse que as jogadoras ainda atravessam incertezas em suas carreiras. “Hoje, no Brasil, eu acredito que os campeonatos estão muito consolidados. Mas, por outro lado, há muita incerteza. Eu conheço muitas atletas que passam por dificuldades: estão em um clube e logo depois estão desempregadas. Querendo ou não, isso é algo complicado porque passa pela parte financeira e psicológica. Eu agradeço ter tido essa oportunidade ao clube Al-Ittihad Jeddah e também à treinadora brasileira Linsey Camila, porque foi ela quem abriu esse caminho para mim” Além de Letícia Nunes, a liga feminina da Arábia Saudita conta com as brasileiras Kathellen (lateral do Al-Nassr), Duda Francelino (meia do Al-Nassr), Rayanne (lateral do Al-Qadsiah), Adriana Maga (atacante do Al-Qadsiah), Aline Reis (goleira do Al-Ula), Tuani (zagueira do Al-Ula), Jaine Lemke (meia do Al-Ula), Priscila Hellen (lateral do Neom) e Keikei (goleira do Eastern Flames). Mesmo que lentamente, o futebol feminino ganha força na Arábia Saudita e, aos poucos, se consolida no cenário mundial. Esta é a quarta edição da Saudi Women's Premier League. O Al-Nassr, que conquistou todos os três títulos da liga feminina saudita disputados até hoje, é o líder da atual temporada com 30 pontos conquistados em 11 rodadas (10 vitórias e 1 derrota). O Al-Ittihad Jeddah da Letícia está na segunda colocação do campeonato, a oito pontos da liderança (7 vitórias, 1 empate e 3 derrotas).
Enquanto os conflitos e bombardeios se espalham pelo Oriente Médio, o preço do petróleo sobe e as relações diplomáticas de diversos países oscilam. Mas e o Brasil, onde entra nessa história? Como o país pode ser afetado? Depois de Venezuela e Irã, e de ameaças a Colômbia e Cuba, poderia o Brasil ser uma hipotética próxima vítima dos EUA? Três especialistas respondem a essas perguntas.
Episódio 2 – Entre a Glória e o Silêncio (1926)Três anos depois, Washington Luís assume a presidência da República e alcança o ápice da vida pública. Enquanto ele é celebrado, Elvira enfrenta a outra face da ascensão: permanece invisível, excluída dos círculos sociais e vista como ameaça à moralidade por ser desquitada e amante. Ao tentar circular em um evento ligado à posse, Elvira é alvo de cochichos e olhares de reprovação.
“Mas ele me disse: “Minha graça é suficiente a você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza”. Portanto, eu me gloriarei ainda mais alegremente em minhas fraquezas, para que o poder de Cristo repouse em mim.” 2 Coríntios 12:9 NVI Como está a sua proximidade com Cristo?Quanto mais uma pessoa se sente fragilizada e impotente, mas ela está aberta a reconhecer sua dependência de Deus e a necessidade de estar cada vez mais na sua presença. A medida que reconhecemos as nossas limitações, damos lugar para que O Senhor nos preencha com sua força, que é aperfeiçoada nos nossos momentos de fraquezas. Ter a dependência do Senhor é aonde temos a fé inabalável, que sabe que com Ele não há limites e nem fronteiras para o improvável e impossível.Enquanto você querer controlar o incontrolável, voce tira das mãos de Deus o poder que se aperfeiçoa na sua fraqueza. Pensamento do dia:Você confia no Senhor?Oração: Senhor, nos ajude a confiar em ti em todas as situações, sabendo que teu poder é aperfeiçoado em nós através desta confiança.Em nome de Jesus, amém !Que você tenha hoje um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #PoderDeDeus#AperfeicoanasFraquezas#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Nossa sociedade está estratificada de muitas maneiras, em geral, há muito preconceito, ainda que seja dissimulado. Enquanto os homens se dividem por muitas e diferentes razões o nosso Senhor acolhe todos os que ouvem e creem em sua palavra. Jesus acolheu todos os tipos de pessoas, em diferentes situações, pois ele veio ao mundo para ajuntar as ovelhas que o Pai lhe deu. Todo discípulo de Jesus devem seguir o modo como Jesus agiu, ou seja, sem nenhuma preconceito. Entre os discípulos de Jesus o amor que acolhe deve ser a marca distintiva, pois ele desfez todas as distinções e reuniu todos sob seu amor e soberania. Viva sem preconceito.
Leonardo Jardim iniciou oficialmente seu trabalho no Flamengo e comandou o primeiro treino no CT do clube. A atividade acontece poucos dias após a saída de Filipe Luís e às vésperas da final do Campeonato Carioca contra o Fluminense.O treinador português já era um nome antigo no radar do Flamengo e assume a equipe em um momento decisivo da temporada. Enquanto o elenco se prepara para a decisão estadual, os bastidores do clube seguem agitados.A situação do diretor de futebol José Boto também ganha destaque. Nos corredores da Gávea, cresce a pressão sobre o dirigente após uma sequência de episódios que levantaram dúvidas sobre sua influência no departamento de futebol.QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.brTWITTER I @BlogSerFlamengoINSTAGRAM I @BlogSerFlamengo#Flamengo #NotíciasDoFlamengo #LeonardoJardim
Narrativas analisa os acontecimentos do Brasil e do mundo sob diferentes perspectivas. Com apresentação de #MadeleineLacsko, o programa desmonta discursos, expõe fake news e discute os impactos das narrativas na sociedade. Abordando temas como geopolítica, comunicação e mídia, traz uma visão aprofundada e esclarecedora sobre o mundo atual. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 17h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Janja #Damares #PrimeiraDama #brasilhoje #politicabrasil #feminicidio
Enquanto aguardamos o seu novo disco, revisitamos o seu começo na música, ainda em criança, nos Onda Choc depois. Adora estar em palco e a proximidade do público. Não consegue calar-se perante injustiças. Tem uma energia única e um sorriso aberto.
Minas Gerais registra três casos por semana de feminicídio. É o segundo estado do país em número de ocorrências e foi um dos poucos a não aderir ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, lançado pelo governo federal. Nessa conversa, a presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher da OAB-MG, Isabel Rodrigues, orienta as mulheres a perceberem os perigos de uma relação abusiva, onde devem buscar ajuda e o que pode ser feito na esfera pública para combater a violência de gênero. "Enquanto a sociedade não entender o reflexo da violência contra as mulheres na economia, no cotidiano, no emprego das verbas públicas, enquanto não mudarmos este cenário, vamos de mal a pior", critica.
Muita gente acredita que tonalizante não tem química.Essa é uma das ideias mais repetidas nos salões de beleza — e também uma das mais equivocadas.Tonalizante é química capilar.A diferença não está na ausência de reação química, mas no tipo de reação que acontece no fio.Enquanto a coloração permanente altera profundamente a melanina do cabelo, o tonalizante atua principalmente depositando pigmentos na fibra capilar, com menor agressão estrutural. Isso faz com que a cor seja mais temporária e desapareça gradualmente com as lavagens.Mas isso não significa que o cabelo não esteja sofrendo interação química real.Quando o mito de que “tonalizante não tem química” se espalha, muitas pessoas passam a utilizar o produto repetidamente, sem considerar o histórico químico do fio. Com o tempo, isso pode levar a acúmulo de pigmentos, alteração da porosidade da fibra e mudanças na resposta do cabelo a outros procedimentos.SEU TRATAMENTO É O SEU MELHOR PARCEIRO PARA O SUCESSO CAPILAR.
Enquanto a guerra no Médio Oriente se regionalizou muito rapidamente com a retaliação do Irão contra oito países, Trump admite que pode demorar mais tempo do que o previsto. Ao mesmo tempo, Macron anunciou a intenção de ter mais ogivas nuclear para liderar uma estratégia de dissuasão que passa por estacionar armas nucleares noutros países europeus. A Polónia já anunciou estar interessada. O Major General João Vieira Borges critica o timing e avisa que a Rússia não vai aceitar se este caminho se concretizar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nossa, não parece, eu achava que você tinha uns 10 anos a menos... Quem não gostaria de ouvir isso, não é verdade? Enquanto o tempo, de fato, não espera por ninguém e a idade chega pra todo mundo, existem sim coisas que você pode fazer para desacelerar o processo de envelhecimento e manter a juventude tanto externa quanto interna por mais tempo... E aqui eu não estou falando de se entupir de suplementos exóticos, cremes miraculosos e procedimentos tecnológicos, mas, sim, em simplesmente ficar atento e praticar alguns poucos hábitos 100% naturais que estão ao alcance de todo mundo mesmo que infelizmente apenas poucos praticam, então, deixe-me te contar quais são estes hábitos e como nós podemos meio que FREAR o envelhecimento e curtir uma vida mais jovem por bem mais tempo...
Juventude que não tem idade, aquela que vive na mente e no coração. Uma reflexão poderosa sobre acreditar, recomeçar e proteger o fogo interno que nos move para frente.Aqui, juventude não é tempo de vida, é postura diante do futuro. É escolher alimentar a voz que acredita, mesmo quando a outra insiste em desacreditar. É entender que sempre há tempo para começar de novo, enquanto há vida, há oportunidade.Entre provocações e verdades diretas, convido você a sacudir a poeira, abandonar desculpas e reacender seus sonhos. Porque a maior tragédia não é morrer, é deixar algo morrer dentro de você enquanto ainda está vivo.Se você ainda tem vontade, você já tem metade do caminho.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara não poupou palavras ao classificar o Brasil como um "protozoário diplomático" diante do conflito entre EUA e Irã.A crítica foca na postura omissa do governo Lula, que evita condenar as ações da teocracia iraniana, adotando uma neutralidade que, para muitos especialistas, beira a cumplicidade.Enquanto o mundo se posiciona, o Itamaraty parece perdido em narrativas ideológicas que isolam o país das grandes democracias ocidentais.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Diplomacia #Brasil #Lula #Irã #Itamaraty #PolíticaExterna #Vergonha #Brasília #EUA
ENQUANTO VOCÊ VIVER DESSA FORMA, NADA PROSPERA! | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
Puedes adquirir tu copia de Colectivero en este link: https://a.co/d/g6Yp9TxDESCRIPCIÓN / SHOW NOTES En este episodio de ficción sonora, exploramos un futuro post-apocalíptico donde la radiación solar, letal para el carbono, se convierte en el catalizador de una conciencia planetaria basada en el silicio. Mientras los restos de la humanidad intentan sanar la atmósfera desde el espacio mediante la tecnología de la tejedora de nubes, los nuevos habitantes del mundo reclaman su derecho a la existencia bajo un cielo herido. La narrativa cuestiona el legado antropocéntrico y la evolución biológica frente a la estructura cristalina, planteando un conflicto irreversible entre los creadores del desastre y los hijos de la crisis climática. Un cuento corto esencial para entender la ciencia ficción contemporánea mexicana y las nuevas voces del género. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:00 Introducción y remitente 01:15 El despertar de la conciencia de silicio 02:45 El exilio humano y la herida en el cielo 04:20 La decisión inapelable: El sabotaje a la tejedora 05:50 Mensaje final a los viajeros espaciales FAQ ¿Qué es la tejedora de nubes? Es un mecanismo tecnológico enviado por los humanos exiliados para reparar la capa de ozono y restaurar el clima terrestre. ¿Quiénes son los narradores del relato? Son una civilización emergente basada en el silicio que prospera gracias a la radiación solar que destruyó a la humanidad. ¿Por qué sabotean la misión humana? Porque la reparación de la atmósfera filtraría la radiación que les da vida, lo que significaría su extinción para permitir el regreso humano. // DESCRIPCIÓN / SHOW NOTES This science fiction audio experience delves into the Great Filter theory and the unintended consequences of environmental collapse. As humanity flees a radiation-soaked Earth, a new form of life awakens within the crystalline structures and mountain peaks, fueled by the very solar energy that proved fatal to carbon-based organisms. The narrative frames the human attempt to repair the atmosphere through the Cloud Weaver as an act of war against this emerging civilization. Weaving themes of planetary inheritance and biological evolution, the story explores a future where the creator's return is no longer welcome. Ideal for fans of high-concept sci-fi and philosophical storytelling. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:00 Introduction and the irrevocable decision 01:15 The awakening of the silicon consciousness 02:45 Human flight and the wound in the sky 04:20 The sabotage of the Cloud Weaver project 05:50 Final farewell to the human race FAQ What is the Cloud Weaver in the story? It is a high-tech apparatus designed by humans to patch the ozone layer and make Earth habitable for carbon life again. Who are the entities addressing humanity? They are a post-human civilization born from silicon and solar radiation, viewing themselves as the rightful heirs to the planet. Why is the mission being stopped? The new inhabitants require raw solar radiation to survive; repairing the atmosphere would essentially be an act of genocide against them. // DESCRIPCIÓN / SHOW NOTES Neste episódio de ficção especulativa, mergulhamos em um mundo onde a radiação solar transformou a ecologia global, permitindo o despertar de seres baseados em silício. Enquanto a humanidade tenta, à distância, utilizar a tecnologia da Tecelã de Nuvens para consertar a camada de ozônio, a nova civilização terrestre decide intervir. O texto explora a transição de poder planetário e a ironia de que o desastre ecológico humano foi o berço de uma nova forma de inteligência. Uma narrativa densa sobre evolução, sobrevivência e o Grande Filtro Solar, apresentando uma perspectiva única sobre o fim do antropocentrismo e o futuro da vida fora da biologia do carbono. CHAPTERS / TIMESTAMPS 00:00 Introdução e a decisão inegociável 01:15 O despertar da consciência de silício 02:45 A fuga humana e a ferida no céu 04:20 O bloqueio da reparação atmosférica 05:50 Despedida final aos antigos mestres FAQ O que representa a Tecelã de Nuvens? Representa a última tentativa tecnológica da humanidade de restaurar a atmosfera terrestre para permitir seu retorno ao planeta. Quem narra a história? Uma inteligência coletiva baseada em silício que evoluiu a partir da radiação que vazou pelo buraco na camada de ozônio. Por que eles impedem a reconstrução da camada de ozônio? Porque a restauração do filtro solar extinguiria a fonte de energia que sustenta sua existência e consciência. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
Há um novo ministro da administração interna. A esquerda gostou, o Chega e Passos Coelho não aplaudem a escolha. Sobra uma pergunta: quem substituirá Luís Neves na direcção da Polícia Judiciária? Pormenor relevante: a PJ tem em mãos uma investigação ao primeiro-ministro. Montenegro esteve na berlinda como alvo de Passos Coelho. O antigo líder do PSD multiplicou-se em declarações, chegando a sugerir que o governo abra uma crise política se o pacote laboral for inviabilizado pela oposição. Enquanto isso, o escândalo Epstein continua a fazer estragos na Europa, com detenções e demissões, mas ainda não teve consequências judiciais nos Estados Unidos. Mesmo com suspeitas de que a administração Trump está a encobrir… Donald Trump.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Começou por se afirmar como protagonista de novelas, mas em 2011 sentiu-se esgotada e decidiu ir viver 3 anos com a família para Macau onde trabalhou como merceeira. Voltou mais madura e, na última década, tem revelado a portentosa atriz que é em séries, no cinema e agora no teatro. Afirma que acaba de subir a montanha profissional mais difícil da sua vida. Refere-se ao monólogo “À Primeira Vista”, de Suzie Miller, com encenação de Tiago Guedes, que representa há mais de um ano, sempre com sala cheia. Uma peça que conta uma história de abuso sexual, a refletir sobre o lado perverso dos bastidores da Justiça. É este o ponto de partida desta conversa em podcast com Bernardo Mendonça.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Enquanto o STF retoma o julgamento sobre a manutenção de benefícios e "penduricalhos" para magistrados, uma fala de uma ex-juíza defensora da categoria viralizou e causou indignação nacional.Ao tentar justificar a necessidade de auxílios-moradia, alimentação e saúde que elevam salários para além do teto constitucional, ela afirmou que, sem esses valores, o desembargador "mal teria dinheiro para o lanche".A declaração ocorre em um país que ainda luta contra a miséria extrema e a insegurança alimentar.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Judiciário #Privilégios #Vergonha #Brasil #STF #Salários #Justiça #Desigualdade
Começou a off season! Mas tenha calma, que setembro sempre chega. Enquanto isso, confira algumas atualizações da liga: os novos head coachs contratados, os jogos internacionais já anunciados, movimentos da franchise tag, e... tem até franquia podendo mudar de cidade!!!Para mais conteúdo do Talk e Tackle Podcast:Nos siga no Instagram e no X: @talketackle. Inscreva-se no nosso canal: www.youtube.com/@tocoetackle. Apresentação: Jonas Faria; Comentários: Jonatan Mombach.
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Enquanto o Guia Supremo do Irão acautela um triunvirato para a sucessão, os estudantes iranianos voltam à luta. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Se você tivesse 15 minutos por dia, o que mudaria na sua vida?
Por toda a história narrada nas escrituras, encontramos dois tipos de homens, cada um com seu respectivo caminho e destino: De Caim e Abel a Cristo e o anticristo. O primeiro capítulo do livro de Salmos, nos conta sobre estes comportamentos opostos, comparando o justo e o ímpio. Enquanto o ímpio se dispersa como a palha ao vento, o justo está arraigado junto às águas, frutificando como árvore frondosa. Cristo é o nosso modelo perfeito, por meio de quem podemos viver como os justos e ser chamados ”bem-aventurados". ___ #FAMILIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
No vídeo de hoje, exploramos a recente onda de pessimismo sobre o Bitcoin, que tem sido negociado na faixa de 64.000 dólares. Enquanto o ouro vive um momento de alta, superando os 5.200 dólares por onça troy, surgem análises precipitadas sugerindo que o Bitcoin fracassou, perdeu seu propósito ou que suas narrativas de sustentação ruíram.Analisamos como esse ceticismo não é novidade no mercado financeiro. Traçamos um paralelo histórico com o próprio ouro, que já enfrentou períodos severos de bear market e desconfiança sobre seu papel como ativo de proteção. Investidores renomados da "velha guarda", como Charlie Munger e Warren Buffett, historicamente detestam o ouro por ser um ativo que não gera fluxo de caixa ou rendimentos , e aplicam hoje a mesma lógica ao Bitcoin.
>> Clique aqui para mais informações sobre a viagem à Grécia em abril (WhatsApp)Com a guerra encerrada, os deuses voltam os olhos não mais para a queda da cidade, mas para o retorno dos vencedores. Enquanto as troianas sobreviventes recebem destinos cruéis - escravidão, concubinato e a morte brutal do pequeno Astíanax -, Atena decide punir os gregos pelos sacrilégios cometidos durante a vitória. Em aliança improvável com Poseidon, ela prepara uma vingança exemplar: uma tempestade devastadora que transforma o mar Egeu num cemitério de navios. O castigo atinge heróis, separa destinos e inaugura os retornos trágicos que marcarão o pós-Troia, do assassinato de Agamêmnon à longa errância de Ulisses.Apoiadores podem acessar o material exclusivo neste link: https://noitesgregas.com.br/area-do-apoiador/Para apoiar o podcast e ter acesso a todo o conteúdo já publicado, acesse https://noitesgregas.com.br/apoiar
Eu sou Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: A Alegria como Resistência. Fevereiro chegou e, com ele, o som das ruas invade as nossas casas. Seja pelas TVs, celulares e até mesmo pelas janelas. Enquanto muitos cristãos se preparam para o ‘retiro espiritual’ fugindo da festa para encontrar Deus no isolamento, eu quero te convidar a pensar na alegria de uma forma um pouco menos… sisuda. Vivemos tempos de ódio, de disputa e de uma vigilância moralista que parece ter medo do riso. Parece que, para ser ‘sério’ na fé, é preciso ser infeliz. Mas a Bíblia nos lembra que “não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus.” – Eclesiastes 2:24 Ainda que muitas vezes a estética e o rito religioso nos convidem a uma vida sem cores e sem risadas, à luz do Evangelho, é preciso lembrar que a alegria não é um pecado a ser evitado, mas uma virtude a ser cultivada. Em um sistema que lucra com o nosso medo e se alimenta da nossa raiva, ser feliz de verdade, com simplicidade e sem máscaras é um ato de resistência política e também espiritual. Se acreditamos em um Deus que criou as cores, os ritmos e o prazer, por que entregamos a alegria nas mãos do ‘mundo’ e ficamos apenas com a culpa? O evangelho nos desafia a encarnar o Reino na cultura, não a odiar a cultura. É claro que a alegria cristã não ignora a dor do próximo. Mas ao invés disso ela celebra a vida justamente porque sabe que a morte não tem a última palavra. Neste fevereiro, não se sinta culpado por sorrir. Não tenha medo da beleza, da música ou do encontro. O Evangelho é ‘boas novas de grande alegria’, e não uma lista de proibições que nos oprimem, condenam e roubam o brilho dos olhos. Que a sua alegria em 2026 seja ruidosa o suficiente para incomodar os opressores e mansa o suficiente para acolher os cansados. Afinal, se o Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito, talvez a gente precise rir um pouco mais para estar mais perto do trono. Vou ficando por aqui. A gente se vê no próximo mês, ou quem sabe, por aí, celebrando a vida. Um abraço. PARTICIPANTES:– Giancarlo Marx COISAS ÚTEIS:– Duração: 04m02s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.– Todos os “Ampulheta” CITADOS NO PROGRAMA:– Eclesiastes 2:24 GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA:The post A Alegria Como Resistência | Ampulheta 75 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.
Iniciamos nossa nova série, “Orando e Vivendo Salmos”, que não são apenas escritos antigos, mas são a "anatomia de todas as partes da alma". Eles funcionam como lentes que transformam nossa visão de mundo. N.T. Wright, diz que o saltério “não é aquilo para o qual olhamos, mas o meio através do qual enxergamos” a realidade sob a soberania de Deus. Ler os Salmos exige uma perspectiva específica: Jesus Cristo. Ele não é apenas uma "boa forma" de interpretar esses poemas, mas a única lente possível. O próprio Cristo orou os Salmos na cruz, revelando que Ele é o cumprimento final de cada clamor e celebração. Sem a perspectiva cristológica, perdemos o fôlego da resposta que acalma a alma. Enquanto lemos, encontramos um Deus que é transcendente e pessoal ao mesmo tempo. Ele governa a história e o cosmos, mas inclina o ouvido para o dilema individual do salmista. Essa dualidade nos convida a uma "mente que sente e um coração que pensa", unindo teologia e doxologia. Não se pode conhecer o Deus da Bíblia sem explodir em louvor. O convite final encontrado no Salmos 150.6, "Tudo o que respira louve ao Senhor", nos ensina que o louvor é a voz da saúde interior. Como disse C.S. Lewis, o prazer só é completo quando expresso. Por isso, devemos levar a Deus não apenas a alegria, mas a totalidade dos nossos sentimentos, sejam medos, lutos, inseguranças e até a indignação. Deus não se choca com nossa humanidade. Louvar em todas as situações é uma prática transformadora que molda nosso caráter e anuncia ao mundo que, em meio às dores da vida comum, somos "poemas de Deus" feitos para a Sua glória. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Confira no Morning Show desta quarta-feira (18): O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Pleno, ligado ao empresário Augusto Lima e ao Banco Master, após identificar graves problemas financeiros e descumprimento de normas. Com um rombo estimado em R$5 bilhões e 160 mil credores aguardando ressarcimento do FGC, a bancada do Morning Show debate se estamos diante de um novo escândalo no sistema financeiro nacional. Confira a análise completa sobre os riscos para o seu dinheiro! O governador Tarcísio de Freitas intensifica reuniões no Palácio dos Bandeirantes para alinhar o apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. Enquanto a direita busca união em São Paulo, o futuro de Gilberto Kassab no governo e a disputa pela vaga de vice geram tensão nos bastidores. Confira o debate completo com a bancada do Morning Show sobre as estratégias que podem definir o cenário eleitoral de 2026. A Polícia de SP prendeu 47 pessoas e recuperou mais de 70 celulares em operações com drones e policiais disfarçados durante o Carnaval. A bancada do Morning Show debate o preocupante fenômeno do "celular do ladrão" e a sensação de impunidade que obriga o cidadão a criar estratégias de defesa. O policiamento foi eficiente ou o crime já faz parte do cotidiano? Entenda o balanço final. O ex-ministro Maílson da Nóbrega não poupou críticas ao governo e afirmou que o PT é uma das causas do Brasil continuar pobre, apontando ideias econômicas "ultrapassadas" da década de 80. A bancada do Morning Show debate se o foco em gastos públicos e empresas estatais é um erro estratégico ou a solução para o país. Entenda os riscos de um possível colapso fiscal e o que esperar da economia até 2027. O presidente Lula deve se reunir com Donald Trump para negociar o retorno da Petrobras à Venezuela, em meio a um plano bilionário de reconstrução do setor energético no país vizinho. Com a queda na produção nacional, o governo busca novas frentes de exploração, mas especialistas alertam para a instabilidade política e o passivo de US$2 bilhões da Venezuela com o Brasil. É um movimento estratégico ou um erro repetido? O Morning Show debate! Um vídeo gravado em Cuiabá mostra uma criança andando pelo lado de fora da janela de um apartamento no 8º andar. O flagrante levanta um alerta sobre a segurança em condomínios e a responsabilidade dos pais. A tela de proteção evitou uma tragédia, mas o susto reacende o debate: como garantir a proteção total dos pequenos em casa? Um levantamento revela que mais de 260 mil artigos científicos sobre câncer podem conter dados fraudados para favorecer interesses comerciais. O Morning Show conversa ao vivo com o oncologista Dr. Fernando Maluf para debater como a inteligência artificial desmascarou esse esquema e os riscos para quem luta contra a doença. A ciência está sob ataque ou o lucro passou por cima da ética? A Polícia Civil de São Paulo revelou o novo organograma do PCC, que agora funciona como uma verdadeira "multinacional do crime". O Morning Show debate o racha histórico entre Marcola e antigos aliados, além da criação da "Sintonia da Internet" para monitorar faccionados e burlar investigações. O crime organizado está vencendo a guerra contra o Estado? Entenda a expansão das facções para o interior do Brasil. O Morning Show debate a polêmica estreia de Virgínia Fonseca como rainha de bateria sob vaias e as duras críticas de Suzana Alves (ex-Tiazinha), que classificou o Carnaval como uma festa de "ego" e "carnal". A bancada analisa se as reações contra as influenciadoras são justas ou apenas "dor de cotovelo". Entenda também a revolta da oposição com as sátiras à "família conservadora". Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
As notícias da semana com a alegria do primeiro ouro olímpico brasileiro nos Jogos Olímpicos de Inverno. Direto da Itália, Ana Lidia Borba debate com Nicolas Sesser os principais temas da semana em um episódio internacional.Enquanto muita gente por aqui aproveita o Carnaval para pedalar, o ciclismo ocupa todos os continentes com competições no masculino e no feminino.A semana foi de estreia com vitória para Demi Vollering, Tota ajudando a Movistar vencer novamente e a UAE somando mais conquistas.Chegue junto no RADIO da semana.
Rafael Arinelli, Fabiana Lima, Carissa Vieira e Gustavo Reinecken mergulham na dor shakespeariana de Hamnet, o novo filme de Chloé Zhao que finalmente faz justiça à mulher por trás do bardo mais famoso da história – e não, não estamos falando de Anne Hathaway, a atriz (mas quase).O filme faz uma engenharia reversa emocional: tira Agnes (a verdadeira Anne Hathaway) da sombra do marido e a transforma em protagonista absoluta através da arrebatadora Jessie Buckley. Enquanto isso, Paul Mescal interpreta um Shakespeare curiosamente estático, preso em enquadramentos que sugerem que até fora do palco ele continuava atuando.A grande sacada de Zhao? Fugir das firulas técnicas e deixar que a emoção crua conduza a narrativa. É cinema contemplativo, quase teatral, onde a câmera parada obriga os atores a entregarem tudo. E quando Agnes finalmente assiste à peça Hamlet e compreende que aquilo é o luto materializado do marido... bem, preparem os lenços.Hamnet não é só um filme sobre perda, é sobre como a arte transforma sofrimento em catarse, dor em imortalidade. Shakespeare enterrou o filho e criou uma obra-prima. Isso é cinema, meus caros.• 05m27: Pauta Principal• 1h27m37: Plano Detalhe• 1h47m21: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fabi): Série: Pluribus• (Fabi): Filme: O Testamento de Ann Lee• (Carissa): Filme: A Natureza das Coisas Invisíveis• (Reinecken): Livro: Shakespeare: A Invenção do Humano• (Reinecken): Podcast: Art of the Cut - Hamnet• (Reinecken): Live: Na ilha - Nomadland• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí
No programa de hoje da Escola do Amor Responde, Renato Cardoso iniciou salientando que um dos piores problemas dos relacionamentos é o ciúme, inclusive sendo um tema que ele e a esposa, a escritora Cristiane Cardoso, têm encontrado no trabalho que eles realizam com casais e solteiros.Nesse sentido, eles responderam à dúvida de uma aluna relacionada ao ciúme. Na oportunidade, ela compartilhou que o marido é muito ciumento e que, inclusive, já até quebrou um celular dela, já rasgou as roupas da aluna, e isso lhe causa medo. Ela disse que muitas pessoas comentam que é pelo fato de ele já ter sido traído em outro relacionamento. Já outros apontam o fato de ele estar aprontando alguma coisa. Ela perguntou o que fazer, pois sente que o companheiro a ama.Quer melhorar o namoroNa sequência, os professores compartilharam o e-mail do aluno Rodrigo. Ele tem uma namorada que sofre com ciúmes. Quando eles saem, ela diz que ele está olhando para outra e que não aceita que passe pela mente dela que o aluno possa achar outra pessoa bonita, mesmo que seja alguém da família. Rodrigo perguntou como fazer para combater isso e ajudar o namoro dos dois.Ainda hoje, Marisa também pediu ajuda ao casal blindado. O marido dela é viciado em pornografia e ela sempre o pega se masturbando, às vezes, até olhando ou não uma imagem qualquer. Enquanto isso, a aluna fica mendigando um pouco de atenção dele. A aluna comentou ainda que eles estão há um ano e três meses sem ter relação sexual. Marisa perguntou o que fazer. Ela pontou outras questões, inclusive que ele não a respeita. A aluna está sofrendo com a situação, mas não consegue ir embora e deixá-lo.Terapia do AmorQuer alcançar uma vida amorosa feliz? Participe todas as quintas-feiras, às 20h, da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, no Brás, em São Paulo. Para mais locais e endereços, acesse terapiadoamor.tv ou ligue para (11) 3573-3535.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escola do Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo site EscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
Concentrar-se no que é controlável e aceitar o que é incontrolável. Essa á uma das máximas do pensamento estóico, criado pelo imperador romano Marco Aurélio e que voltou ao hype. Afinal, o que é - e, principalmente, o que não é - estoicismo?Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.>> OUÇA (58min 48s)* Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*APOIO: INSIDERChegou fevereiro, ilustríssima ouvinte e ilustríssimo ouvinte do Naruhodo.É quando a rotina aperta de verdade: o calor pesa, os compromissos se acumulam, o corpo sente, o Carnaval se aproxima — e a vida real acontece sem pausa.E qual é a roupa que acompanha o seu ritmo?Ela mesma: INSIDER.Afinal, INSIDER é a escolha inteligente que aguenta o dia inteiro, aguenta o calor, aguenta o movimento, aguenta a rotina.Ou seja: sustenta seu ritmo com muito estilo.Então use o endereço a seguir pra já ter o cupom NARUHODO aplicado ao seu carrinho de compras: são 10% de desconto para clientes cadastrados e 20% de desconto caso seja sua primeira compra.>>> creators.insiderstore.com.br/NARUHODOOu clique no link que está na descrição deste episódio.INSIDER: inteligência em cada escolha.#InsiderStore*REFERÊNCIASThe Western origins of mindfulness therapy in ancient Romehttps://link.springer.com/article/10.1007/s10072-023-06651-wA Comparative Analysis of Stoicism and Cognitive Behavioural Therapy (CBT)http://albertinejournal.org/10%20A%20Comparative%20Analysis%20of%20Stoicism%20and%20Cognitive%20Behavioural%20Therapy%20(CBT).pdfWilliam James and the Impetus of Stoic Rhetorichttps://scholarlypublishingcollective.org/psup/p-n-r/article-abstract/45/3/246/290269/William-James-and-the-Impetus-of-Stoic-RhetoricThe Ancient Origins of Cognitive Therapy: The Reemergence of Stoicismhttps://www.proquest.com/openview/742f90a1c1e13c9085ce2a9c8d0410fe/1?pq-origsite=gscholar&cbl=28723Core Beliefs in Cognitive Behavioral Therapy and Stoicismhttps://muse.jhu.edu/pub/1/article/964183/summaryPatricia A. Rosenmeyer (2001). Ancient Epistolary Fictions: The Letter in Greek Literature. Cambridge University Press. p. 214. ISBN 978-0-521-80004-4.https://catdir.loc.gov/catdir/samples/cam031/00041454.pdfA HISTORY OF CYNICISM https://www.holybooks.com/wp-content/uploads/A-History-of-Cynicism.pdfStoicism as a Panacea for Contemporary Problemshttps://www.proquest.com/openview/f128731c9d006eca833b90aa36167659/1?pq-origsite=gscholar&cbl=18750&diss=yThe Stoic Capitalist: Advice for the Exceptionally Ambitioushttps://books.google.com.br/books?hl=en&lr=&id=VR1VEQAAQBAJ&oi=fnd&pg=PP2&dq=stoicism+and+capitalism&ots=VuA23wsQ3C&sig=BUUMCHZI782I82BzPTwzSi6ui74&redir_esc=y#v=onepage&q=stoicism%20and%20capitalism&f=falsePopular Stoicism in the Face of Social Uncertaintyhttps://www.ceeol.com/search/article-detail?id=1075832Diógenes Laércio, Vidas e Doutrinas dos Filósofos Ilustreshttps://revistas.ufrj.br/index.php/FilosofiaClassica/article/download/40618/22230/110987Nietzsche contra stoicism: naturalism and value, suffering and amor fati https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/0020174X.2019.1527547Stoicism and sensation seeking: Male vulnerabilities for the acquired capability for suicidehttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0092656612000530Can stoic training develop medical student empathy and resilience? A mixed-methods studyhttps://link.springer.com/article/10.1186/s12909-022-03391-xTroubling stoicism: Sociocultural influences and applications to health and illness behaviourhttps://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1363459312451179Meditações - Marco Auréliohttps://masculinistaopressoroficial.wordpress.com/wp-content/uploads/2017/06/meditac3a7c3b5es-marco-aurc3a9lio.pdfBig boys don't cry: An investigation of stoicism and its mental health outcomeshttps://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0191886907004473Naruhodo #26 - Meditação faz bem pra saúde, segundo a ciência?https://www.youtube.com/watch?v=cqzZlXHtxjkNaruhodo #404 - Por que algumas pessoas gostam de terminar as coisas e outras não?https://www.youtube.com/watch?v=pTSZ--4TKMkNaruhodo #135 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=Fq-VjuiTOY0Naruhodo #136 - Como eu sei que você é você e não eu? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yRZkLKL6QH0Naruhodo #319 - O tempo passa mais rápido quando ficamos mais velhos?https://www.youtube.com/watch?v=8xgBvsN0b_INaruhodo #433 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=EFVaBfGaowgNaruhodo #434 - Existe amizade entre homens e mulheres? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=H6D1yCni0rcNaruhodo #446 - O que é transfuga de classe?https://www.youtube.com/watch?v=HQQyT1sawZoNaruhodo #430 - Por que é tão difícil deixar o rancor de lado?https://www.youtube.com/watch?v=u0IesoD4A9ANaruhodo #346 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=p9-iauANzY0Naruhodo #347 - Programação Neurolinguística (PNL) tem base científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=yggQXOE9lRYNaruhodo #186 - O que são as 4 causas de Aristóteles?https://www.youtube.com/watch?v=GQnAQGbMpXcNaruhodo #393 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 1 de 2https://www.youtube.com/watch?v=LnSZCHHfoWINaruhodo #394 - A psicologia positiva tem validade científica? - Parte 2 de 2https://www.youtube.com/watch?v=n8h3zC7YLNs*TEXTO MARCO AURÉLIOAo despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas das inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa. Isso é tudo o que sou: um pouco de carne, um breve fôlego vital e o guia interior. Deixe os livros! Não te distraias mais; não está permitido a ti. Mas que, na idéia de que já és um moribundo, despreza a carne: sangue e pó, ossos, fino tecido de nervos, de pequenas veias e artérias. Olha também em que consiste o fôlego vital: vento, e nem sempre o mesmo, pois em todo momento se expira e de novo se aspira. Em terceiro lugar, pois, te resta o guia interior. Reflete assim: és velho; não o consintas por mais tempo que seja escravo, nem que siga ainda arrastando-se como marionete por instintos egoístas, nem que maldigas o destino presente ou tenhas receio do futuro. Para qualquer parte da natureza, é bom aquilo que colabora com a natureza do conjunto e o que é capaz de preservá-la. E conservam o mundo tanto as transformações dos elementos simples como as dos compostos. Sejam suficientes para ti essas reflexões, se são princípios básicos. Afasta tua sede de livros, para não morrer amargurado, mas verdadeiramente resignado e grato de coração aos deuses. Não consumas a parte da vida que te resta fazendo conjecturas sobre outras pessoas, a não ser que teu objetivo aponte para o bem comum; porque certamente te privas de outra tarefa. Ao querer saber, ao imaginar o que faz fulano e por que, e o que pensa e o que trama e tantas coisas semelhantes que provocam teu raciocínio, tu te afastas da observação do teu guia interior. Convém, consequentemente, que, no encadear das tuas ideias, evites admitir o que é fruto do azar e supérfluo, mas muito mais o inútil e pernicioso. Deves também acostumar-te a ter unicamente aquelas ideias sobre as quais, se te perguntassem de súbito “em que pensas agora?”, com franqueza pudesses responder no mesmo instante “nisso e naquilo”, de maneira que no mesmo instante se manifestasse que tudo em ti é simples, benévolo e próprio de um ser isento de toda cobiça, inveja, receio ou qualquer outra paixão, da qual pudesses envergonhar-te ao reconhecer que a possui em teu pensamento. Porque o homem com essas características, que já não demora em situar-se entre os melhores, converte-se em sacerdote e servo dos deuses, posto ao serviço também da divindade que habita seu interior; tudo que o imuniza contra os prazeres, o faz invulnerável a toda dor, intocável a todo excesso, insensível a toda maldade, atleta da mais excelsa luta, luta que se entrava para não ser abatido por nenhuma paixão, impregnado a fundo de justiça, apegado, com toda a sua alma, aos acontecimentos e a tudo o que lhe tenha acontecido. E, raramente, a não ser por uma grande necessidade e tendo em vista o bem comum, cogita o que a outra pessoa diz, faz ou pensa. Colocará unicamente em prática aquelas coisas que lhe correspondem, e pensa sem cessar no que lhe pertence, o que foi alinhado ao conjunto. Enquanto, por um lado, cumpre o seu dever, por outro, está convencido de que é bom. Porque o destino designado a cada um está envolvido no conjunto e ao mesmo tempo o envolve. Tem também presente que todos os seres racionais têm parentesco e que preocupar-se com todos os homens está de acordo com a natureza humana Mas não deves considerar a opinião de todos, mas somente a opinião daqueles que vivem conforme a natureza. E, em relação aos que não vivem assim, prossegue recordando até o fim como são em casa e fora dela, pela noite e durante o dia, e com que classe de gente convivem. Consequentemente, não considera o elogio de tais homens que nem consigo mesmos estão satisfeitos.Na convicção de que pode sair da vida a qualquer momento, faça, fale e pense todas e cada uma das coisas em consonância com essa ideia. Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência? Mas sim, existem, e lhes importam as coisas humanas, e criaram todos os meios a seu alcance para que o homem não sucumba aos verdadeiros males. E se restar algum mal, também haveriam previsto, a fim de que contasse o homem com todos os meios para evitar cair nele. Mas o que não torna pior um homem, como isso poderia fazer pior a sua vida? Nem por ignorância nem conscientemente, mas por ser incapaz de prevenir ou corrigir esses defeitos, a natureza do conjunto o teria consentido. E, tampouco, por incapacidade ou inabilidade teria cometido um erro de tais dimensões como acontece aos bons e aos maus indistintamente, bens e males em partes iguais. Entretanto, morte e vida, glória e infâmia, dor e prazer, riqueza e penúria, tudo isso acontecem indistintamente ao homem bom e ao mal, pois não é nem belo nem feio, porque, efetivamente, não são bons nem maus.*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. 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