Podcasts about enquanto

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CEI DE CABO FRIO
Vivendo ALÉM dos LIMITES

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 38:14


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Crônicas, capítulo 4, versículos 9 e 10, nos traz uma reflexão sobre Jabes, que teve sua oração atendida pelo Senhor.Em meio a uma longa lista de genealogias em I Crônicas 4, dois versículos se destacam de maneira surpreendente. A Bíblia nos apresenta a história de Jabes, um homem que decidiu não viver preso às limitações que a vida lhe impôs.O texto diz que Jabes foi mais ilustre do que seus irmãos. Sua mãe lhe deu esse nome porque o deu à luz com dores. O nome "Jabes" está associado à ideia de sofrimento e tristeza. Em outras palavras, ele carregava uma marca que poderia definir todo o seu futuro. Porém, Jabes nos ensina que nosso passado não precisa determinar nosso destino.Diante das limitações, das dores e das circunstâncias desfavoráveis, Jabes fez algo extraordinário: ele orou. Sua oração revela princípios poderosos para quem deseja viver além dos limites.1. Quem vive além dos limites acredita que Deus pode ampliar seus horizontesJabes clamou: "Tomara que me abençoes e que alargues as minhas fronteiras".Ele não se conformou com a realidade que estava diante dele. Enquanto muitos aceitam viver aprisionados pelo medo, pelas circunstâncias ou pelas experiências negativas, Jabes acreditou que Deus tinha algo maior preparado para sua vida.Deus é especialista em ampliar fronteiras, abrir portas e criar oportunidades onde ninguém vê possibilidades.2. Quem vive além dos limites depende da presença de DeusJabes pediu: "Que seja comigo a tua mão".Ele compreendia que crescimento sem a presença de Deus pode se transformar em fracasso. O segredo não está apenas em chegar mais longe, mas em caminhar acompanhado pela mão do Senhor.A mão de Deus representa direção, proteção, provisão e fortalecimento. Quando Deus está conosco, somos capazes de superar obstáculos que pareciam intransponíveis.3. Quem vive além dos limites vence as barreiras do malJabes orou: "Preserva-me do mal, de modo que não me sobrevenha aflição".Ele sabia que existiam batalhas espirituais, tentações e desafios que poderiam interromper seu propósito. Por isso, buscou a proteção divina.Muitas vezes, os maiores limites não estão ao nosso redor, mas dentro de nós: inseguranças, medos, traumas e incredulidade. Quando entregamos nossa vida ao Senhor, Ele nos fortalece para vencer essas barreiras.Conclusão: A história de Jabes nos mostra que não precisamos ser definidos por nossa origem, por nossas dores ou por nossos limites atuais. O mesmo Deus que ouviu sua oração continua ouvindo aqueles que clamam com fé.O texto termina dizendo: "E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido."Quando colocamos nossa confiança em Deus, os limites humanos deixam de ser a palavra final. Onde o homem vê impossibilidades, Deus vê oportunidades. Onde há fronteiras, Deus pode criar expansão. Onde há dor, Deus pode gerar propósito.Que a oração de Jabes também seja a nossa oração: "Senhor, leva-me além dos meus limites. Amplia minhas fronteiras, guia meus passos, guarda minha vida e faz cumprir em mim os teus propósitos."Porque aqueles que caminham com Deus descobrem que os limites da terra nunca podem limitar o poder do céu.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Superior Tribunal de Justiça
Súmulas & Repetitivos: Tema 1.380

Superior Tribunal de Justiça

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 2:06


A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o adicional da Cofins-Importação deve ser cobrado mesmo quando a alíquota ordinária da contribuição é reduzida a zero para determinados produtos químicos, farmacêuticos e itens destinados ao uso em hospitais, clínicas e consultórios médicos e odontológicos. A definição ocorreu no julgamento do Tema 1.380, sob o rito dos recursos repetitivos, e passa a orientar todos os processos semelhantes sobre o assunto. A decisão da Primeira Seção uniformiza o entendimento do tribunal, já que as turmas de direito público vinham adotando posições diferentes. A controvérsia era saber se o adicional poderia ser exigido quando a alíquota principal da Cofins-Importação estivesse zerada por força de decreto. Enquanto a Primeira Turma entendia que a cobrança não era possível, a Segunda Turma defendia que seriam alíquotas diferentes e, portanto, seria possível a incidência do adicional.O relator, ministro Gurgel de Faria concluiu que o adicional previsto na Lei 10.865/2004 é um acréscimo autônomo, com base de cálculo própria e incidência independente da alíquota ordinária. Segundo ele, a legislação é clara ao instituir a cobrança e ampliar o benefício da alíquota zero por meio de interpretação violaria o Código Tributário Nacional, que restringe a ampliação de benefícios fiscais sem previsão legal.O ministro também destacou que o Supremo Tribunal Federal já reconheceu a constitucionalidade do adicional da Cofins-Importação e afirmou que ele não depende da alíquota principal para ser exigido. Com a decisão, prevalece o entendimento de que o adicional continua devido mesmo quando a alíquota ordinária é reduzida a zero, garantindo a uniformização da jurisprudência e maior segurança jurídica para os casos semelhantes em todo o país.

E o vencedor é...
Ministros na berlinda: exames falhados e tanques

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 21:41


Enquanto a Educação patina em reformas, Luís Neves mergulha nos favores a empreiteiros. No reino do vale tudo, a ética tirou férias e os portugueses sentem-se tontos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Igreja Amor em Movimento - AEM
Pedro Gomes | Deserto

Igreja Amor em Movimento - AEM

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 48:58


No deserto, de 365 dias, em média 350/355 dias não chove.Mas… quando se chove no deserto, podemos nos lembrar, que mesmo em meio a seca e a poeira, ainda há a chuva de Deus.Mesmo que por 350 dias não vejamos a Deus, Ele se faz e se fará presente mesmo que não o vejamos!Enquanto irão escolher ser bem visto, ter a melhor reputação, nósescolheremos, viver o lugar que Deus tem nos levado.

Caça ao Voto
E o vencedor é... Ministros na berlinda: exames falhados e tanques

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 21:41


Enquanto a Educação patina em reformas, Luís Neves mergulha nos favores a empreiteiros. No reino do vale tudo, a ética tirou férias e os portugueses sentem-se tontos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Gregario Cycling
RADIO - HENRIQUE BRAVO VENCE MAIS UMA + POGACAR DOMINA SOB VAIAS

Gregario Cycling

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 58:51


Henrique Bravo segue fazendo o ciclismo brasileiro feliz. Com uma vitória de etapa, o brasileiro se tornou campeão do Giro Valle d'Aosta, outra prova de prestígio para os jovens talentos.Enquanto isso no Tour, polêmicas, vaias e um amplo domínio de Tadej Pogacar rumo ao quinto título. A vida do esloveno ficou ainda mais fácil com o abandono de Jonas Vingegaard. Que caiu neste domingo e abandonou.O RADIO apresenta um resumo dessa segunda semana, a expectativa para o final do Tour de France e todas as demais notícias da semana!

Frei Gilson Podcast - Oficial
Não durmas, o diabo semeia enquanto dormes | (Mateus 13, 24-43) #2776 | Meditação da Palavra

Frei Gilson Podcast - Oficial

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 6:57


Passagens Complementares:Mateus 13,29-30Romanos 13,11-12I Pedro 5,8Mateus 26,41

Homilias - IVE
“Joio e o trigo”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 4:07


Homilia Padre Paulo Colombiano, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 13,24-43Naquele tempo:Jesus contou outra parábola à multidão:"O Reino dos Céus é como um homemque semeou boa semente no seu campo.Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo,semeou joio no meio do trigo, e foi embora.Quando o trigo cresceue as espigas começaram a se formar,apareceu também o joio.Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram:'Senhor, não semeaste boa semente no teu campo?Donde veio então o joio?'O dono respondeu:'Foi algum inimigo que fez isso'.Os empregados lhe perguntaram:'Queres que vamos arrancar o joio?'O dono respondeu:'Não! pode acontecer que, arrancando o joio,arranqueis também o trigoDeixai crescer um e outro até a colheita!E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo:arrancai primeiro o joioe amarrai-o em feixes para ser queimado!Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!'"Jesus contou-lhes outra parábola:"O Reino dos Céus é como uma semente de mostardaque um homem pega e semeia no seu campo.Embora ela seja a menor de todas as sementes,quando cresce, fica maior do que as outras plantas.E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vême fazem ninhos em seus ramos".Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola:"O Reino dos Céus é como o fermentoque uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado".Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões.Nada lhes falava sem usar parábolas,para se cumprir o que foi dito pelo profeta:"Abrirei a boca para falar em parábolas;vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo".Então Jesus deixou as multidões e foi para casa.Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram:"Explica-nos a parábola do joio!"Jesus respondeu:"Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem.O campo é o mundo.A boa semente são os que pertencem ao Reino.O joio são os que pertencem ao Maligno.O inimigo que semeou o joio é o diabo.A colheita é o fim dos tempos.Os ceifeiros são os anjos.Como o joio é recolhido e queimado ao fogo,assim também acontecerá no fim dos tempos:o Filho do Homem enviará os seus anjos,e eles retirarão do seu Reinotodos os que fazem outros pecare os que praticam o mal;e depois os lançarão na fornalha de fogo.Aí haverá choro e ranger de dentes.Então os justos brilharão como o solno Reino de seu Pai.Quem tem ouvidos, ouça".Palavra da Salvação.

Brasil-Mundo
Brenda Liz, uma brasileira em um restaurante 3 estrelas Michelin em Hollywood

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:04


Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."

CEI DE CABO FRIO
Você NÃO pode DESISTIR

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 37:42


Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Marcos, capítulo 5, versículos 21 ao 36, nos traz uma reflexão sobre crer e não temer.No texto acima, encontramos a história de Jairo, um homem que tinha todos os motivos para desistir. Sua filha estava gravemente enferma e a situação parecia fugir completamente do seu controle. Mesmo sendo um líder da sinagoga, alguém respeitado e influente, ele se viu diante de uma realidade que seu cargo, seus recursos e sua experiência não podiam resolver.Ao saber que Jesus estava por perto, Jairo correu até Ele, lançou-se aos seus pés e suplicou por ajuda. Esse foi o primeiro passo da fé: reconhecer que somente Jesus poderia transformar aquela situação.Enquanto Jesus caminhava em direção à casa de Jairo, algo aparentemente frustrante aconteceu. A caminhada foi interrompida pela mulher que sofria de uma hemorragia havia doze anos. Jesus parou para atendê-la, conversou com ela e dedicou tempo àquela necessidade. Para Jairo, cada segundo parecia precioso. Talvez ele tenha pensado: "Jesus, minha filha está morrendo, não há tempo para isso!"Muitas vezes nos sentimos assim. Oramos, buscamos a Deus e parece que Ele está demorando. Enquanto esperamos, vemos Deus agir na vida de outras pessoas e somos tentados a acreditar que Ele se esqueceu de nós. Mas o atraso de Deus nunca significa abandono.Foi então que chegaram as piores notícias: "Tua filha morreu; por que ainda incomodas o Mestre?" (v.35). Em outras palavras, disseram a Jairo: "Acabou. Não há mais esperança. Desista."Mas Jesus imediatamente respondeu: "Não temas, crê somente." (v.36)Essa palavra continua ecoando até hoje para todos aqueles que estão enfrentando situações difíceis. Quando as circunstâncias dizem "acabou". Jesus diz "continue crendo". Quando as pessoas dizem "não tem mais jeito", Jesus diz "não desista". Quando a esperança parece morrer, Jesus nos convida a confiar ainda mais.A fé verdadeira não é apenas acreditar quando tudo está bem; é permanecer confiando quando as notícias são ruins. Jairo poderia ter desistido naquele momento, mas escolheu continuar caminhando com Jesus. E porque não desistiu, viu o impossível acontecer: sua filha foi ressuscitada.Talvez hoje exista alguma área da sua vida que pareça sem solução. Talvez você tenha recebido notícias desanimadoras, enfrentado portas fechadas ou vivido longos períodos de espera. A mensagem deste texto é simples e poderosa: você não pode desistir.O mesmo Jesus que caminhou ao lado de Jairo continua caminhando conosco. O que parece morto para os homens ainda está sob o controle de Deus. A última palavra não pertence às circunstâncias, mas ao Senhor.Conclusão: Quando a espera for longa, não desista.Quando os obstáculos surgirem, não desista.Quando as notícias forem contrárias, não desista.Quando a fé for provada, não desista.Ouça a voz de Jesus dizendo ao seu coração: "Não temas, crê somente." Quem continua caminhando com Cristo descobre que os milagres acontecem além dos limites daquilo que consideramos possível.Que Deus fortaleça sua fé para continuar avançando, mesmo quando tudo parecer contrário. Afinal, quem anda com Jesus nunca tem motivo para desistir.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

Reflexões Para Cada Dia, Na Voz De Reginaldo Lucas.
19-07-26 Evangelho segundo Mt 13,24-43 - A parábola do joio e do trigo.

Reflexões Para Cada Dia, Na Voz De Reginaldo Lucas.

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 8:58


“O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora.”

Brasil-Mundo
Brenda Liz, uma brasileira em um restaurante 3 estrelas Michelin em Hollywood

Brasil-Mundo

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:04


Em uma discreta rua de West Hollywood, onde apenas 14 clientes por noite conseguem um lugar à mesa, uma brasileira está na cozinha de um dos restaurantes mais exclusivos do mundo. O Somni, comandado pelo chef catalão Aitor Zabala, conquistou três estrelas Michelin apenas sete meses após a inauguração – e todas de uma vez, um feito raríssimo e histórico na gastronomia mundial. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles Entre os cozinheiros responsáveis por manter esse alto padrão, está a capixaba Brenda Liz Rocha Vieira, de apenas 30 anos. Sua história revela não apenas o caminho de uma brasileira até um dos endereços mais cobiçados da alta gastronomia, mas também como a profissão de chef ganhou uma nova dimensão nas últimas décadas. Há pouco mais de 20 anos, cursar Gastronomia ainda era visto no Brasil como uma escolha pouco convencional. Hoje, impulsionada por escolas especializadas, reality shows e pelo reconhecimento internacional da culinária brasileira, a profissão passou a atrair jovens que enxergam na cozinha uma carreira de excelência. "Eu acho que mudou, sim. Eu acho que tem um pouco mais de respeito pela profissão. Antes, era a segunda, terceira opção de carreira", diz a chef. A paixão pela cozinha, ou a vontade de comer bem, veio muito antes das estrelas Michelin entrarem no seu horizonte. "Eu sempre tive muita curiosidade na cozinha, desde pequena. Cresci com a minha avó, e ela é uma cozinheira muito boa. Eu mudei para a casa da minha mãe quando era adolescente e ela não cozinhava. Eu comecei a sentir muita falta da comida da minha avó e quis muito aprender a cozinhar." Brenda formou-se em Gastronomia em Vila Velha (ES) e começou a carreira em restaurantes brasileiros até seguir para o exterior, onde transformou cada país por onde passou em uma etapa de aprendizado. "Eu sempre busquei trabalhar em restaurantes que tenham alguma coisa que eu não sei e preciso aprender", conta. Essa busca a levou para o Canadá e também para Barcelona, onde trabalhou em restaurantes estrelados. Foi ali que começou a acompanhar o trabalho de Aitor Zabala, um dos nomes mais respeitados da gastronomia espanhola. Quando soube que o chef reabriria o Somni em Los Angeles, decidiu criar a própria oportunidade: comprou passagem e pediu para passar um dia trabalhando no local para conhecer a cozinha. Brenda insistiu por uma vaga e o que não imaginava era que o chef também enxergaria nela o perfil que procurava. Segundo Zabala, experiência e talento podem ser adquiridos ao longo da carreira, mas o que ele considera indispensável é outra característica: “atitude”, contou o badalado chef espanhol. Brenda mostrou que tem esse ingrediente e o chef trouxe a brasileira para o seu elenco. Disciplina por trás das três estrelas Ao contrário do glamour que muitos imaginam, trabalhar em um restaurante três estrelas Michelin significa viver uma rotina rígida de disciplina constante. Em Los Angeles – cidade cheia de estrelas do cinema –, há apenas dois restaurantes que ostentam o topo do guia francês, que leva em conta a qualidade dos ingredientes, o domínio das técnicas culinárias, harmonia e equilíbrio dos sabores, a personalidade do chef e a consistência ao longo do tempo. Para conseguir o feito, o caminho é árduo e para manter a constelação, é necessário rigor e precisão absoluta. "O que eu quero muito é treinar o que você tem que aprender como profissional para ter um restaurante desse nível. O que eu vejo todo dia é muita disciplina, foco e consistência. Todos os dias, nos mínimos detalhes, são milhares de detalhes. Aqui, tudo é feito todos os dias. Nada congelado. Nada cortado antes. Nada. Tudo chega todos os dias, tudo é feito todos os dias". Conseguir uma mesa no Somni não é fácil. O restaurante, que recebe clientes do mundo inteiro, possui apenas 14 lugares e as reservas costumam se esgotar rapidamente. A clientela é confidencial, mas já passaram pelo local Selena Gomez, Kanye West e Aaron Paul, astro de Breaking Bad. A cozinha mistura raízes espanholas e catalãs com ingredientes californianos e técnicas francesas, sempre em um menu altamente criativo. Para Brenda, trabalhar nesse nível também significa cozinhar para pessoas que conhecem profundamente gastronomia e que investem muito na experiência. O sonho continua sendo brasileiro Mesmo construindo uma carreira internacional entre Canadá, Espanha e Estados Unidos, Brenda nunca deixou de pensar na cozinha brasileira. Ela já levou inspirações nacionais para restaurantes onde trabalhou anteriormente, mas ainda não teve o gostinho de trazê-las para Hollywood. Embora nunca tenha visitado o Brasil, Aitor Zabala demonstra curiosidade pela culinária do país. Ele admite à RFI que conhece apenas os pratos mais tradicionais, mas acredita que ainda há muito a descobrir. O chef conta que já conversa com Brenda sobre futuras colaborações com sabores brasileiros. Mas, por enquanto, o projeto dele é seguir com as estrelas conquistadas com sua própria alquimia. Enquanto isso, Brenda vai descobrindo e aproveitando esse brilho, e aperfeiçoa a receita do seu próprio sonho: aprender entre os melhores do mundo para, um dia, colocar a alta gastronomia brasileira ainda mais em evidência. "Eu quero abrir um restaurante de comida brasileira, um fine dining brasileiro. Algo que remeta ao Brasil, à minha trajetória, a tudo que aprendi, mas a minha comida é brasileira."

Balada musical
O retorno vibrante da Ibibio Sound Machine com o novo álbum 'Chopping Mountain'

Balada musical

Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 9:51


A Ibibio Sound Machine, banda britânica de afro‑funk eletrônico, entra na contagem regressiva para o lançamento de seu sexto álbum, previsto para 11 de setembro. Enquanto o novo trabalho não chega, o grupo já deu uma amostra do que vem pela frente, com duas faixas recém‑lançadas do disco. Liderada pela vocalista Eno Williams, a Ibibio Sound Machine está na estrada desde 2013 e acumula cinco álbuns, com hits como “The Talking Fish”, “All That You Want” e “Pull The Rope”. Ao longo dos anos, o grupo manteve uma assinatura sonora vibrante, inspirada na era dourada do funk e da disco music da África Ocidental, sempre misturando essa base com elementos modernos de pós‑punk e electro. O próximo álbum, “Chopping Mountain”, pelo selo Merge Records, reúne 10 faixas e é descrito como um trabalho expansivo e profundamente enraizado, combinando texturas de highlife, afrobeat, soul e música eletrônica. A RFI já entrou no clima e colocou na sua playlist o single “Concept of Love”, uma faixa cheia de energia, irresistivelmente dançante e que antecipa o espírito do novo disco. Para ouvir o podcast na íntegra, aumente o som! *** O Balada Musical vai ao ar todos os sábados nos programas da RFI Brasil e também pode ser ouvido no Spotify e no Deezer.

Podcast Cinem(ação)
#654: O Emmy e as séries de qualidade

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 86:36


A indústria de TV produziu 40% menos programas em 2026 do que no auge da Peak TV. Menos volume, mais prestígio. Mas será que isso significa mais qualidade, ou só menos opções para escolher os mesmos nomes de sempre?Este episódio investiga o Emmy 2026 em um momento de reorganização total do jogo. A HBO Max lidera com 122 indicações, mas a Apple TV+ surpreende como a "anti Netflix", apostando em curadoria enxuta e batendo recorde histórico. Enquanto isso, The Pitt aparece como a grande sensação do ano, resgatando o formato clássico da TV médica. Mas será hype de nostalgia ou mérito genuíno? E por que Rhea Seehorn finalmente sendo reconhecida parece uma reparação histórica atrasada demais?Rafael Arinelli, Thiago Muniz, Edu Sacer e Laysa Zanetti discutem a despedida de Hacks com números inéditos para uma comédia, o fenômeno Pluribus de Vince Gilligan, e as falhas estruturais do próprio Emmy, categorias definidas por minutagem, calendário confuso e a eterna injustiça dos telefilmes.Prestígio, nostalgia e tecnologia disputando o mesmo troféu. Quem sai na frente?• 05m18: Pauta Principal• 1h04m21: Plano Detalhe• 1h20m03: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • André Marinho Moreira• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• Wilmar Arinelli Jr• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Layza): Série: The Americans• (Layza): Livro: Longo e claro rio• (Thiago): Minissérie: Cabo do Medo• (Edu): Série: Entrevista com o Vampiro• (Edu): Série: Elle• (Edu): Reality Show: 24 em 24: O Último Chef em Pé• (Edu): Reality Show: 100 Cozinheiros• (Edu): Minissérie: Notas da Última Fila• (Rafa): Instagram: Gabriel FrazãoEdição: ISSOaí

SEXLOG
CONTO | O SAFADO ME FODEU ENQUANTO ERA FODIDO!

SEXLOG

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 8:09


O dia que um simples churrasco no prédio rendeu uma das fodas mais improváveis. O encontro perfeito entre uma mulher, um gay e um homem hétero que topava tudo. Quem imaginaria que esse trenzinho ia funcionar tão bem. Ele gemeu como uma putinha. Recomendo.Locução: @ouveamalu

Terminei
#330 - Uma Maldição Cravada em Osso

Terminei

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 7:57


Os poderes de Freya são muito maiores do que todos imaginavam, e o rastro de morte em seu caminho parece inevitável. Desesperada para evitar esse destino sombrio, ela arrisca uma aliança com o maior inimigo de Skaland, visando obter respostas da vidente que previu seu futuro ― a mesma que enviou Bjorn para matá-la.Enquanto a jovem ainda ferve de raiva pela traição de Bjorn, o juramento de sangue a obriga a mantê-lo sempre por perto enquanto busca uma maneira de evitar a guerra iminente. À medida que o conflito se aproxima, deuses e mortais devem escolher suas armas. A batalha mais feroz, porém, será travada por Freya dentro de si mesma. Com a magia de duas deusas queimando em suas veias, ela terá que decidir entre se tornar o escudo de seu povo ― ou levá-lo ao inferno.Livro: https://link.amazon/B08c8qM0DTwitter e insta: @termineicast

Não Inviabilize

Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Caixa e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE CONTABILIZEICom a Contabilizei, quem trabalha por conta própria consegue abrir o CNPJ e organizar a vida contábil de um jeito muito mais fácil, rápido, sem sair de casa e com o apoio de especialistas para tirar suas dúvidas em cada etapa da jornada. Enquanto a Contabilizei cuida dessa parte, você ganha tempo para focar no que faz você de melhor. Use o cupom DEIA e ganhe um mês de contabilidade grátis.Link: https://bit.ly/nao-inviabilize-ctbz-25062026QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A SÁBADO: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

enquanto caixa deia cnpj contabilizei priscila armani
Growthaholics
#320 - Bancos vão virar agentes de IA | Com Dgeison De Lucca, CTO da Conta Simples

Growthaholics

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 49:58


Enquanto boa parte do mercado ainda discute se vale a pena “colocar IA” no produto, a Conta Simples resolveu ir na direção oposta: abriu suas funcionalidades via MCP (Model Context Protocol) antes de qualquer outra fintech da América Latina. Com isso, recebeu mais de 900 empresas na fila de espera só no mês de lançamento.Neste episódio do Growthaholics, Pedro Waengertner recebe Dgeison De Lucca, CTO da Conta Simples e ex-executivo de tecnologia da Cielo, Bexs Banco e Ebury Bank, para entender o que muda quando o cliente de um banco deixa de ser uma pessoa clicando em telas e passa a ser um agente de IA operando em nome dela.Se você lidera produto, tecnologia ou operação financeira e ainda não parou para pensar no que muda quando o seu cliente é um agente, esse episódio é um bom ponto de partida.Você acha que os apps bancários têm os dias contados? Conta pra gente aqui nos comentários.

Igreja Fonte
Galeria de Notáveis | A última palavra - Fernando Leite

Igreja Fonte

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 47:41


Nesta mensagem baseada em Colossenses 4:7-18, refletimos sobre as marcas de uma vida que Deus considera notável. Enquanto o mundo valoriza fama, sucesso e reconhecimento, Paulo destaca qualidades como fidelidade, amabilidade, integridade, serviço, oração e perseverança. Descubra pelo que vale a pena ser lembrado diante de Deus.

Consciência Cristã
Eles não são estatística, são nossa família! - Colin Bloom na CC2026 #cortes

Consciência Cristã

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 10:34


Enquanto desfrutamos de total liberdade para cultuar no Brasil, milhões de cristãos ao redor do mundo escondem suas Bíblias e adoram a Deus em secreto para sobreviver. Nesta pregação impactante, Colin Bloom expõe Efésios 2 para nos lembrar de uma verdade esquecida no nosso conforto: a Igreja Perseguida não é um número distante, eles são parte do nosso próprio corpo. Como cristãos livres, qual é o nosso papel diante do sofrimento deles?

E o vencedor é...
Governo está a meter água no país?

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 17:18


Enquanto os agentes são agredidos, o Governo prefere discutir faturas de piscinas e tanques. Entre drones e obras caseiras, sobra pouco tempo para o que realmente importa: governar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 15/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: OAB pede liberação de visitas de Flávio a Bolsonaro / Trump fala em operação terrestre no Irã

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 302:33


Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (15): O Conselho Federal da OAB pediu ao ministro Alexandre de Moraes que autorize o senador Flávio Bolsonaro a manter contato pessoal e reservado com o ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que ele atua como advogado do pai no processo. A entidade afirma que busca apenas garantir as prerrogativas da advocacia, sem questionar a decisão judicial, e solicita que o contato ocorra sob as condições definidas pelo ministro. Enquanto isso, Flávio critica a restrição, e a defesa de Jair Bolsonaro sustenta que a medida contraria entendimentos anteriores do STF. Reportagem: André Anelli. O Senado aprovou a medida provisória que altera as regras do piso mínimo do frete rodoviário, após a paralisação de caminhoneiros autônomos em Santos (SP). O texto segue para sanção do presidente Lula e mantém a definição dos valores pela ANTT, conforme distância, tipo de carga e número de eixos. Os senadores retiraram o piso salarial de R$ 5 mil por considerá-lo inconstitucional, mas endureceram as punições para empresas que descumprirem a norma. Reportagem: Beatriz Souza. O Senado aprovou em dois turnos a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde. A proposta recebeu 73 votos favoráveis e um contrário nas duas votações. O único voto contra foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), enquanto o senador Eduardo Girão (Novo-CE) se absteve. Mesmo com o voto de parlamentares governistas favoráveis ao texto, o Planalto tentou barrar a proposta. Agora, a PEC segue para promulgação pelo Congresso Nacional. Reportagem: Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira (14) que desistiu de cobrar uma taxa de 20% sobre produtos transportados por navios que circulam pelo Estreito de Ormuz, medida que havia sido anunciada na segunda-feira (13). Segundo Trump, a cobrança será substituída por acordos comerciais e de investimento com diversos países do Golfo Pérsico. Apesar do recuo em relação à taxa, o presidente afirmou que o bloqueio naval no Estreito de Ormuz continuará em vigor. Reportagem: Luca Bassani. Donald Trump, mencionou de forma vaga a possibilidade de uma campanha terrestre enquanto a guerra com o Irã se intensifica. Em entrevista à Fox News, Trump afirmou que não deseja adotar essa estratégia, mas declarou que, em alguns casos, uma campanha terrestre pode ser necessária e acrescentou que outras forças poderiam realizá-la pelos Estados Unidos. Reportagem: Luca Bassani. A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) mostra o presidente Lula (PT) com vantagem de oito pontos sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na simulação de segundo turno da eleição presidencial. De acordo com o levantamento, Lula registra 45% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 37%. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Cássio Nunes Marques, apresentou aos institutos de pesquisa uma proposta para criar um “selo de acerto”, com o objetivo de reconhecer as empresas que apresentarem levantamentos mais precisos e próximos dos resultados oficiais das urnas. A iniciativa busca premiar os institutos que demonstrarem maior grau de precisão nas pesquisas eleitorais. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Murilo Hidalgo, diretor-presidente da Paraná Pesquisas. O senador Carlos Portinho (PL) concedeu entrevista ao Jornal da Manhã e comentou a escolha feita por Flávio Bolsonaro para que dispute uma vaga ao Senado Federal pelo PL no Rio de Janeiro nas eleições de 2026. A definição encerra semanas de disputa interna no partido e consolida a candidatura da legenda para a corrida ao Senado no estado. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Podcast MiranteFM 96,1
Estorinha #648 - "Enquanto é tempo"

Podcast MiranteFM 96,1

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:28


Na estorinha do dia 14 de julho, Glaydson Botelho conta a estória "Enquanto é tempo". Acesse aqui o conteúdo completo!

Podcast MiranteFM 96,1
Estorinha #649 - "Enquanto os ventos sopram"

Podcast MiranteFM 96,1

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:29


Na estorinha do dia 15 de julho, Glaydson Botelho conta a estória "Enquanto os ventos sopram". Acesse aqui o conteúdo completo!

Vida em França
João Paulo Lorenzon leva a violência e a vulnerabilidade humanas ao Off Avignon

Vida em França

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 12:47


O actor e encenador brasileiro João Paulo Lorenzon está no Festival Off Avignon, neste mês de Julho, com dois espectáculos. O primeiro, “Nietzsche - Do Cavalo Nada Sabemos”, é um solo teatral em que ele protagoniza uma viagem interior aos questionamentos em torno da violência, da destruição, da culpa e do desejo de reparação, a partir de uma cena da vida do filósofo Nietzsche. Enquanto encenador, João Paulo Lorenzon leva a Avignon a peça “Nunca se tem tanta força como quando não se tem força nenhuma”, inspirado do universo de Sarah Kane e interpretada por Julia Setubal. Onze anos depois de ter actuado em Avignon em “Nijinsky - Minha Loucura é o Amor da Humanidade”, o actor e encenador brasileiro João Paulo Lorenzon está no Festival Off Avignon, neste mês de Julho, com dois espectáculos: “Nietzsche - Do Cavalo Nada Sabemos”, em que é actor, e “Nunca se tem tanta força como quando não se tem força nenhuma”, que encena. “'Nietzsche - Do cavalo nada sabemos' é um espectáculo que fala da violência humana, mas também busca uma possibilidade de ternura humana. Ela parte de um episódio enigmático da vida do filósofo alemão Nietzsche, em que ele vê um cavalo sendo espancado e abraça o cavalo para parar essa violência. Isso acontece no final da vida dele e ele enlouquece, entra em colapso, e talvez um olhar possível para esse colapso seja que o filósofo que acreditava na vontade de potência humana, na vontade de liberdade, de amor, de criatividade, de sonho, vê-se encurralado pela violência e vê essa violência, essa potência de violência, alastrando-se por toda a parte”, descreve João Paulo Lorenzon. No entanto, para o actor, “o espectáculo também acredita numa possibilidade de um gesto de ternura, de um gesto afectuoso, de um gesto amoroso". Enquanto encenador, João Paulo Lorenzon defende a peça “Nunca se tem tanta força como quando não se tem força nenhuma”, também um solo interpretado por Julia Setubal. “Sempre fui muito apaixonado pela Sarah Kane. Fui convidado algumas vezes para montar Crave, que no Brasil é traduzido por Ânsia, mas nunca foi até ao fim por questão de subsídio, por questão de agendas e tal. Então, eu achei que poderia ser bom fazer um mergulho no universo da autora e ali, no feminino, a questão da fragilidade e da força, ou seja, muitas vezes a gente esconde a nossa força e muitas vezes a gente tem vergonha da nossa vulnerabilidade. Então, é como se o espectáculo fosse esse lugar em que eu não preciso defender-me diante do outro, em que eu possa realmente me reconhecer diante de mim mesmo”, acrescenta o encenador. Estar em Avignon, é simplesmente “um sonho” para o artista que conheceu o festival ainda “muito pequenino”, numa viagem que fez com os pais. “Tomei um assombro com esse teatro de rua, com o teatro que sai de todas as pedras. Depois, eu pude vir, em 2015, com “Nijinsky - Minha Loucura é o Amor da Humanidade”, e agora é um sonho ter essa troca. É um sonho poder conhecer outros olhares. É um sonho poder assistir a outras coisas, ter esse encontro, essa troca. É uma grande chance”, descreve. “Nietzsche - Do Cavalo Nada Sabemos” é apresentado na sala La Scierie de 4 a 24 de Julho, enquanto “Nunca se tem tanta força como quando não se tem força nenhuma” sobe ao palco do Théâtre des Vents de 19 a 23 de Julho, no âmbito do Off Avignon, paralelo ao Festival de Avignon.

Assunto Nosso
Enquanto ainda há tempo

Assunto Nosso

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:11


Um dos maiores enganos da vida é acreditar que as pessoas sabem o quanto elas são importantes para nós.Elas não sabem.Porque amor não demonstrado é amor que o outro não consegue enxergar.Há pais esperando um abraço.Há filhos esperando uma ligação.Há amigos esperando uma mensagem.Há irmãos esperando uma reconciliação.E, enquanto isso, seguimos dizendo para nós mesmos: “Qualquer dia eu faço.”Só que a vida nunca trabalhou com “qualquer dia”. Ela sempre trabalhou com oportunidades. E oportunidades têm o hábito de passar sem avisar.Depois, sobra o silêncio.E o silêncio tem um peso que nenhuma coroa de flores consegue carregar. Nenhuma homenagem substitui um abraço que não foi dado. Nenhum discurso compensa um “eu te amo” que ficou preso na garganta.Por isso, não espere sentir falta para demonstrar valor.Quem precisa ouvir o seu carinho não é quem já partiu.É quem, neste exato momento, ainda atende o telefone… ainda abre a porta… ainda sorri quando vê você chegar.Ame enquanto existe resposta.Porque existem palavras que curam uma vida inteira… mas também existem palavras que chegam tarde demais.

Arauto Repórter UNISC
Enquanto ainda há tempo

Arauto Repórter UNISC

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:11


Um dos maiores enganos da vida é acreditar que as pessoas sabem o quanto elas são importantes para nós.Elas não sabem.Porque amor não demonstrado é amor que o outro não consegue enxergar.Há pais esperando um abraço.Há filhos esperando uma ligação.Há amigos esperando uma mensagem.Há irmãos esperando uma reconciliação.E, enquanto isso, seguimos dizendo para nós mesmos: “Qualquer dia eu faço.”Só que a vida nunca trabalhou com “qualquer dia”. Ela sempre trabalhou com oportunidades. E oportunidades têm o hábito de passar sem avisar.Depois, sobra o silêncio.E o silêncio tem um peso que nenhuma coroa de flores consegue carregar. Nenhuma homenagem substitui um abraço que não foi dado. Nenhum discurso compensa um “eu te amo” que ficou preso na garganta.Por isso, não espere sentir falta para demonstrar valor.Quem precisa ouvir o seu carinho não é quem já partiu.É quem, neste exato momento, ainda atende o telefone… ainda abre a porta… ainda sorri quando vê você chegar.Ame enquanto existe resposta.Porque existem palavras que curam uma vida inteira… mas também existem palavras que chegam tarde demais.

Descobri depois de adulta
#287: A dificuldade de ser uma pessoa intensa

Descobri depois de adulta

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 22:53


Você já ouviu alguém dizer que você é 'intenso demais'?Ou talvez você mesmo já tenha percebido que, quando gosta de alguém, gosta muito. Quando trabalha, mergulha de cabeça. Quando sofre... parece que sente tudo em dobro.Enquanto algumas pessoas vivem no meio-termo, existem outras que parecem nascer sem botão de volume. É tudo muito ou nada. O famoso 8 ou 80.Mas será que isso é uma qualidade... ou um problema?Entre em contato: chociaynegocios@gmail.com

Peças Raras - 24 h em sintonia com você
#420 PRK 30 e a sátira à Hora da Ginástica

Peças Raras - 24 h em sintonia com você

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 20:24


Nesta edição do Momento Peças Raras, - quadro que é levado ao ar diariamente na MyNews VIP FM, em 90,9 ou em mynewsvipfm.com.br - relembramos de um dos programas de humor mais marcantes da história do rádio: o PRK-30. Criado por Lauro Borges e Castro Barbosa, o programa revoluciona a linguagem do rádio ao ironizar os costumes da época, os grandes sucessos das emissoras e os programas de rádio mais populares entre meados dos anos 40 e meados dos anos 60. Neste episódio, você vai se divertir com a sátira que o PRK-30 fez de "A Hora da Ginástica", programa criado pelo professor Oswaldo Diniz Magalhães, pioneiro da ginástica pelo rádio no Brasil. Enquanto milhares de ouvintes acompanhavam os exercícios físicos munidos de apostilas ilustradas e outros se incomodavam com o barulho dos vizinhos se exercitando, a dupla transformava o cotidiano em humor refinado, com exercícios impossíveis, anúncios absurdos e personagens que se tornaram clássicos do rádio nacional.Além de ouvir trechos históricos da atração original e da irreverente versão do PRK-30, com os comentários de Marcus Aurélio, apresentador do Todas as Vozes, você vai conhecer curiosidades sobre Lauro Borges e Castro Barbosa, a influência do programa sobre gerações de humoristas – incluindo Chico Anysio –, sua passagem pelas principais emissoras do país e como a saída da dupla da Rádio Nacional acabou inspirando o nascimento do lendário "Balança Mas Não Cai".

Noites Gregas
#99 - O meu nome é Ninguém!

Noites Gregas

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 32:24


Comprar o audiobook da Odisseia: https://bwlnk.com/9786554851879...Apoiar o Noites Gregas: https://noitesgregas.com.br/apoiar...Ulisses sobreviveu à primeira noite na caverna de Polifemo, mas a situação está longe de melhorar. Enquanto o ciclope segue sua rotina brutal de pastor e canibal, o rei de Ítaca prepara, passo a passo, um dos planos mais célebres da literatura antiga. Neste episódio, acompanhamos o vinho que embriaga o gigante, a astúcia por trás do nome “Ninguém”, a cegueira de Polifemo e a fuga desesperada sob os carneiros do rebanho. Mas a vitória tem um preço. Quando a prudência cede lugar ao orgulho, Ulisses comete um erro que ecoará por toda a sua viagem e transformará uma simples volta para casa na verdadeira Odisseia.

Juanribe
Davi, o Jovem com Qualidades (I Sm 16 18)

Juanribe

Play Episode Listen Later Jul 12, 2026 71:26


Venham a mim - Histórias bíblicas
O Rei que nunca perde!

Venham a mim - Histórias bíblicas

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 7:45


Todo jogador entra em campo querendo levantar a taça, né? Na nossa história de hoje, os filisteus acharam que tinham ganhado o "troféu" mais valioso de todos: a Arca da Aliança. Eles comemoraram muito, mas logo descobriram que estavam enganados! Enquanto os homens brigam por títulos que um dia passam, Deus nos mostra que Ele é o único Rei que nunca perde o controle da situação.Neste episódio, vamos aprender o que é soberania e por que, com Jesus, a nossa vitória é muito maior do que qualquer jogo de futebol! ⚽

Oxigênio
#222 – A autoria indígena da colonização às livrarias

Oxigênio

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 33:06


A literatura indígena no Brasil passou por diversas fases e batalhou contra o apagamento em todas elas. Dos primeiros encontros com os jesuítas, que tentaram impor as regras de gramática e de assentamentos importadas da Europa, ao crescimento das publicações editorais de autoria indígena que vemos hoje. Nesse episódio, Mayra Trinca e Lívia Mendes contam mais dessa história a partir de entrevistas com a pesquisadora Carolina Rodrigues, da Unicamp, e com a escritora Trudruá Dorrico. Você vai conhecer mais sobre as primeiras gramáticas, a importância da oralidade para a literatura indígena e a relação disso tudo com a política (no passado e no presente). ____________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO TRUDRUÁ: Cara, o Brasil é tão indígena e ele nem se dá conta assim, sabe? Do quanto ele é indígena. MAYRA: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre a importância da escrita pra história do movimento indígena no Brasil.  TRUDRUÁ: Eu entendo assim que a presença indígena nesses espaços literários, é o que faz a nossa literatura ser interessante hoje. Faz deslocar um pouco os homens brancos, jornalistas do Rio – São Paulo, assim, numa produção completamente egocêntrica. LÍVIA: E sobre como isso ganha ainda mais relevância diante de um histórico de apagamentos.  CAROLINA: Que algo escrito nem sempre é um texto. Quem lê nem sempre é um leitor. E quem escreve nem sempre é um autor. MAYRA: Isso porque o ato de escrever foi, e talvez ainda seja, uma das ferramentas mais usadas pra hierarquização social. E aí, ao longo da história, isso deixou marcas que revelam muito do que a gente pensa e entende como autoria de povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: A autoria coletiva indígena, ela sempre existiu. O problema é que ela foi descaracterizada por conta da história de apropriação dos povos indígenas ao Estado-nação Brasil. LÍVIA: Pra entender essas questões, conversamos com a escritora e pesquisadora Trudruá Dorrico, do povo Macuxi, e com a linguista Carolina Rodríguez.  MAYRA: Eu sou a Mayra Trinca, bióloga e comunicadora de ciência e você já me conhece aqui do Oxigênio.  LÍVIA: E eu sou a Lívia Mendes, linguista e especialista em jornalismo científico, e também já apareci algumas vezes por aqui. [VINHETA] CAROLINA: Eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Urbanos, o Labeurb, que pertence ao Núcleo de Criatividade da Unicamp e sou também professora no departamento de Linguística do Instituto de Estudos da Linguagem, o IEL, também da Unicamp. É, a minha formação inicial é em letras, mas eu me especializei em linguística. Fiz o doutorado, pós-doutorado, especificamente nas áreas de análise do discurso, história das ideias linguísticas e saber urbano e linguagem. LÍVIA: Essa que você ouviu é a Carolina. Nos últimos anos,  ela têm se dedicado a pesquisar a língua Guarani e as relações dessa língua com a atuação dos jesuítas na região que era a província do Paraguai.  CAROLINA: Que não deve ser confundida com a província civil do Paraguai, né? Porque a província jesuítica ocupava todo o sul do Brasil, Argentina, parte da Bolívia, enfim. MAYRA: O Guarani era a língua falada pelos povos indígenas da região e que teve seus primeiros registros escritos feitos por esses jesuítas.  CAROLINA: O espaço em que surge a escrita em Guarani vai determinar, a finalidade com que é introduzida a escrita nessa língua, vai determinar a relação entre escrita e oralidade, né? Vai determinar o que que é um texto, o que que é ler, o que é escrever em Guarani. LÍVIA: Os jesuítas chegaram na região por volta de 1580 e se instalaram ali, fundando a tal província. Esses missionários, tinham como tarefa estudar a língua local. CAROLINA: A finalidade principal, né, desse trabalho linguístico era se comunicar com os indígenas no dia a dia, aprender a língua, né? Que os missionários estrangeiros pudessem aprender a língua para se comunicar com os indígenas e para catequizar. A questão principal não é o cultivo da língua como bem cultural. Isso pode até ter um resquício, mas não é esse o objetivo principal. MAYRA: Essa lógica por trás do estudo do Guarani fez com que a escrita e a gramática utilizada para essa língua fosse bem diferente de outras línguas. Enquanto as línguas europeias tiveram sua escrita elaborada e rebuscada como uma forma de enriquecimento cultural, a escrita das línguas indígenas era muito mais pragmática, usada apenas como instrumento para ensinar outros jesuítas.  LÍVIA: Ainda assim, a Carolina conta que as primeiras gramáticas, as primeiras organizações e regras linguísticas do mundo surgiram todas meio que juntas.  CAROLINA: É interessante isso porque muitas vezes a gente pensa que “ah, as gramáticas europeias foram feitas primeiro e as línguas ameríndias, por exemplo, depois e não. Então, a diferença entre uma gramática, a primeira gramática em francês, do francês, tem dois, três, quatro anos de diferença com a primeira gramática do Nahuatl, no México, por exemplo. [começa trilha] LÍVIA: Só que nesse momento, na Europa, durante o Renascimento, as gramáticas estavam surgindo pra organizar e padronizar as línguas que representariam os Estados-nação, como o francês, o português e o espanhol. Era preciso reduzir as variações dos dialetos, fixar regras linguísticas, para dar uma ideia de unidade praquele território. MAYRA: Gramatizar uma língua, assim como escrever essa língua , é importante para consolidar regras gramaticais e fazer com que ela mude mais devagar. Por isso as gramáticas surgem com a formação dos Estados, porque conforme as nações hegemônicas iam colonizando diversas partes do mundo, levavam também consigo o processo de gramatização das outras línguas. CAROLINA: Então, essa associação, né, língua cidade através da ideia do movimento, da fixação, eles tinham que fixar a língua pela escrita e fixar os indígenas em povoados, não é? Para que, como dizia o Manuel da Nóbrega, o padre jesuíta, era preciso fazer com que ficassem quietos, né? E não se movessem o tempo todo. Ele reclamava que o trabalho da catequese era jogado fora, porque eles se mudam o tempo todo. LÍVIA: De novo a gente percebe aí a linguagem sendo usada como uma forma de dominação desses povos. O estudo da língua Guarani não estava a serviço dos povos indígenas e sim dos colonizadores. Mesmo que eles começassem a dominar a escrita de sua língua, isso não significava que eles iriam conseguir realmente se apropriar política e culturalmente dessa ferramenta.  CAROLINA: A cultura é imposta como modelo, ao mesmo tempo que se impede o acesso integral a esse modelo. Porque senão a desculpa para subordinação desaparece, não é? [sobe som e encerra música] MAYRA: E a Carolina encontrou, em alguns textos da época, exemplos que mostram isso muito bem. Ela me deu o exemplo de vários textos religiosos, que eram escritos em Guarani, mas que não eram lidos pelos indígenas.  CAROLINA: Porque esses textos traduzidos em Guarani, é, se destinavam aos missionários, não eram dados para a leitura dos indígenas, que eram mantidos a maior, maiormente não alfabetizados, não é? Era porque os missionários soubessem, é, aprendessem e pudessem transmitir oralmente aos indígenas. Então, na verdade, o destinatário do conteúdo do texto, né? Da mensagem religiosa, era o indígena, que não era o leitor do texto, né? Então era não era um público leitor, era um público ouvinte, era um auditório, porque quem lia era o missionário. LÍVIA: Ela também identificou o mesmo deslocamento da função do autor desse texto. Um dos exemplos mais didáticos é de um indígena chamado Nicolas Yapuguay, que publicou dois volumes de sermões bíblicos escritos em Guarani, só que sob direção de um missionário.  CAROLINA: Então, o que significa sob a direção? Significa que a responsabilidade é do missionário. Bom, aí já temos uma dica, não é? Mas o prefácio é fantástico. Eu acho que Foucault leu esse prefácio para definir a função autor, né? Porque quem faz o prefácio ao livro é Paulo Restivo, o missionário. Até aí tudo bem, a gente pode fazer o prefácio de outro livro, né? Mas o que é interessante é que todos os “eus”, as primeiras pessoas, é o missionário que assume. Então, assim, ele chama o leitor de meu leitor, as doutrinas que eu te ofereço.  MAYRA: Isso mostra pra gente que apresentar o Nicolas Yapuguay como autor era quase como um disfarce, um fingimento. Que ele estava ali pra que os missionários pudessem dizer que havia uma participação indígena, mas que não tinha liberdade de decidir o que ou como escrever.  [começa trilha] TRUDRUÁ: Nesse processo de de entender um pouco a escrita e os povos indígenas, eu queria dizer assim que a escrita, essa escrita assim, ai, de escrever o nome, de escrever um poema, de escrever um livro ou de aprender a escrever alguma coisa que é importante assim no dia a dia, não é dessa escrita que nós estamos falando, quando a gente fala assim, ai, dos povos indígenas conseguirem escrever e serem uma sociedade desenvolvida. A gente está falando de um sistema de escrita que cria documentos, que cria cartórios, que cria notários, que cria é, que cria uma legislação para validar, por exemplo, um processo de expropriação territorial. [sobe som e encerra música]  LÍVIA: Essa que você acabou de ouvir é a Trudruá Dorrico.  TRUDRUÁ: Eu sou indígena Macuxi. O povo Macuxi tá no estado de Roraima. Eu sou escritora, essa é uma parte que eu atuo, no âmbito da literatura e eu também sou pesquisadora de literatura indígena e essa é a segunda parte assim da minha atuação no âmbito da pesquisa. MAYRA: Eu conheci o trabalho da Trudruá num grupo de leitura que eu faço parte. A gente leu “Originárias: Uma antologia feminina de literatura indígena”, que é uma coletânea organizada por ela, mas com histórias de diversas autoras de diferentes povos. Ela faz parte de um movimento contemporâneo de autores indígenas, como Daniel Munduruku, Ailton Krenak, Eliane Potiguara, Geni Nuñez e por aí vai.  LÍVIA: A literatura indígena passou por diferentes fases no Brasil. Ela começou muito antes da chegada dos jesuítas, com a cultura oral, ainda sem registros escritos. Essa primeira fase, estruturada na oralidade, ainda  é muito pouco aceita como literatura. Vamos falar disso um pouco mais pra frente, continua por aqui pra entender.  MAYRA: Então, os registros dos jesuítas formam uma segunda fase, com os primeiros textos escritos, como a gente viu, mas não exatamente respeitando a cultura indígena.  LÍVIA: Depois, a gente teve, durante o modernismo, lá da semana de 22, autores como Mário de Andrade, autor de Macunaíma, por exemplo, se apropriaram de histórias indígenas naquela onda da antropofagia e ficaram famosos por isso.  TRUDRUÁ: O José de Alencar, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade fizeram carreira sobre com o nacionalismo indígena. Então, é uma terceira fase que a gente fala assim: “É, mas agora a gente vai escrever. A gente vai fazer nossas histórias, a nossa literatura com esta identidade, porque esta identidade é um território que o Brasil precisa reconhecer, que tudo o que diz respeito a nós tem valor e tem alguém ali para reivindicar dizendo assim: “Ó, você não vai falar de nós de qualquer jeito, como se a gente fosse nada ou como vocês estavam acostumados a tratar a gente”. Eu acho que é por isso que talvez esse identitarismo ameace, né? Porque essa pessoa não tá pronta ainda, ela tá muito mais na defesa de: “Ai, nossa, vai me podar, de pesquisar, vai me podar, de escrever, vai me podar, de publicar, vou ser malvista”. Vai mesmo. Vai, vou te dizer com certeza que vai. MAYRA: A Trudruá tá falando aqui de pessoas que falam sobre os povos indígenas ou sobre elementos da cultura indígena como se fossem donas desse saber, ignorando o movimento e a história desses povos. Como livros ou mesmo pesquisas acadêmicas que se apropriam desse conhecimento sem dar os créditos, as referências ou mesmo sem ter representantes indígenas fazendo parte do trabalho.  LÍVIA: Isso porque, como a Trudruá contou na entrevista, esses escritores e pesquisadores sempre viram as práticas indígenas como “sem dono”. O motivo está no fato de que a maioria dos povos indígenas não tinham e ainda, em algumas regiões, continuam não tendo acesso ao domínio da escrita de suas línguas maternas. Por esse motivo não era considerada  a participação do próprio indígena nessas produções. TRUDRUÁ: Eu acho que esse argumento, ele foi utilizado assim por muitos anos, por por décadas, né? Pelos indigenistas e também pelos professores que é que sempre pesquisaram povos indígenas e se tornaram porta-voz desses povos indígenas. E eu acredito assim que é boa fé, o fato é que isso virou uma tradição e essa tradição acabou colocando, né, esses pesquisadores que muito colaboraram, muito ajudaram, não tô nem julgando isso, mas colocou eles assim como paladinos, né? Colocou como representantes de povos indígenas, como uma voz, é, de autoridade, uma voz de tradução entre dois mundos. Traduziu o mundo branco para os indígenas e traduziu o mundo dos indígenas para os brancos. Então, essas pessoas eram as autoridades. MAYRA: É uma ideia que tá muito ligada a noção de que povos que usam a escrita são, de alguma forma, superiores do que sociedades que chamamos àgrafas, ou seja, que transmitem seus conhecimentos exclusivamente por meio da tradição oral, sem ter desenvolvido um sistema próprio de escrita. Eu vou trazer a Carolina aqui de volta pra ajudar a gente a entender isso.  CAROLINA: Olha só, de novo, porque os europeus então gramatizaram as línguas do mundo, instrumentaram as línguas do mundo a partir do modelo que eles tinham usado da gramática grecolatina e também transformaram os espaços do planeta, os territórios a partir do modelo urbano europeu. Então, veja como os processos de gramatização massiva também coincidem com o processo de urbanização, isto é, de transformação das línguas e dos territórios do planeta, né, em direção ao modelo da escrita e da gramática da cidade europeia, não é? LÍVIA: É como se, porque a história da europa seguiu esse caminho, passando da tradição oral pra tradição escrita, do nomadismo para as cidades, todas as sociedades do mundo tivessem que fazer o mesmo percurso.  CAROLINA: Então, esse modelo da escrita, esse modelo da cidade, nesse discurso historiográfico, né? Vai estabelecer uma relação entre espaço e tempo, né? Por quê? Porque as sociedades, cujas formas de vida não produziram esse modelo específico de espaço que é a cidade, né? São jogadas situadas para trás no tempo, são pré-históricas, estão atrasadas, não chegaram lá. Então, há uma temporalidade que vai ser acionada a partir do modelo de espaço, que é produzido a partir de suas tecnologias, entre as quais a escrita, não é? MAYRA: Só que essa é uma visão bem distorcida de como as coisas funcionam. Não é porque a escrita foi necessária pra organização de um modo de vida que ela é essencial em todas as configurações sociais.  LÍVIA: E tem uma questão muito importante aqui. É que essa leitura de mundo não vem sem propósito, “sem querer”. Ela foi moldada pra justificar uma ideia de superioridade.  CAROLINA: Você estar numa sociedade de escrita e não dominar a escrita é uma grande desvantagem. Né? Não ser alfabetizado numa cidade é uma grande desvantagem. A questão é quais são as explicações, né? E como isso acaba sendo ontologizado. É uma característica ontológica dessas sociedades ou desse sujeito, não é? Então, de fato, o que há, é, é o que eu chamei de uma memória da língua marcada pela escrita e uma memória do espaço marcada pelo urbano. Eu explico, né? O que que é memória no sentido discursivo, da análise do discurso. Memória não é lembrança, é o contrário, digamos, ou pelo menos esse tipo de memória discursiva. É aquilo que já foi dito, esquecido e passou a ser do senso comum e faz sentido nas próprias palavras, não é? Então, a gente tem essa memória da escrita, memória da escrita, o que que é? Você imagina a língua, você imagina através da escrita alfabética, não é? Você vê um espaço que não tem cidade, parece um espaço vazio e não tá vazio, né? Por exemplo, uma floresta, o espaço de populações indígenas, não é? MAYRA: É como se houvesse, ainda que de forma inconsciente, uma associação automática entre cidade e progresso, linguagem e “inteligência”. É como dizer que uma pessoa analfabeta não sabe ler porque não quer, ou porque não tem capacidade, e, assim, excluir completamente o papel do Estado, da escola e de outras pessoas no processo de transmitir essa habilidade. A Carolina deu um outro exemplo muito bom de como isso foi manipulado pra fazer povos indígenas parecerem menos capazes do que as pessoas brancas.  CAROLINA: A educação literária, artística, da escultura, da pintura e da música são considerados como o modelo, né, de educação aos indígenas. Mas aí você vai nos povoados e mostram, essa daqui é escultura feita por um indígena, essa aqui para um europeu. E de acordo com esse modelo a feita por um indígena aparece uma caricatura muito simplificada, né? É, então como se apresenta isso, né? Olha, os jesuítas até ensinaram, mas até aí eles conseguiram chegar, mas então esse resultado aquém, de acordo com certo modelo, se apresenta como uma incapacidade lógica, natural dos indígenas. Eles não conseguem se apropriar desse modelo, então tem que se manter como subalternos, né? O que não se diz é que aos indígenas não se ensinava as técnicas de preparatórios para fazer uma escultura que se ensinava aos escultores europeus nas escolas de artesãos europeus. Simplesmente se dava o pedaço de madeira para os artistas e falaram: “Olha, copia aqui” LÍVIA: Se a gente parar pra reparar, a mesma lógica continua até hoje nos discursos meritocráticos, né? É uma ideia de que a habilidade de uma pessoa, seja ela indígena ou não, só depende do seu esforço individual. E assim oculta completamente o papel da sociedade de ensinar as bases necessárias pra isso.  MAYRA: E tem outro ponto interessante aí. Olha como a gente tem todo um referencial do que deveria ser uma sociedade, baseado quase que exclusivamente num único modelo: o europeu. A escultura, a música, o jeito de se vestir, tudo segue as regras estabelecidas na Europa. Só que na maioria das vezes, isso não é colocado em perspectiva, né? É naturalizado, colocado como um processo único pro mundo todo. CAROLINA: Como se isso fosse um, um, um processo inexorável, não é? LIVIA: Quando na verdade a gente devia tá olhando pra isso mais como possibilidades de modos de viver numa diversidade gigante de culturas. Só que é muito natural, por conta da nossa história, a gente achar que o que vem desse padrão europeu é sempre o melhor. CAROLINA: Uma coisa importante, isso não tem a ver com o que a gente acha de melhor ou pior. No sentido de que se você nasce e cresce numa numa sociedade urbana e da escrita, pode achar absurdo não escrever a língua ou não se fixar, mas esse é problema seu, vamos dizer assim, não é? Porque assim, você não é o centro. Não é? Então, não precisa gostar. [trilha sonora] LÍVIA: Até hoje, a escrita tem sido um reflexo disso. Ao longo da idade média, como a escrita tinha praticamente sido sequestrada pela Igreja na Europa, fazendo com que fosse quase exclusiva dos sacerdotes, ela se tornou um símbolo de conhecimento.  MAYRA: Como se um conhecimento só tivesse valor se estiver escrito, aquela ideia de que isso garante que ele será transmitido pro futuro. Isso também explica, voltando no que a gente tava falando antes, porque a primeira fase da literatura indígena, que tava na oralidade, não é considerada.  TRUDRUÁ: Tem muita produção indígena que é uma produção intelectual que esteve no âmbito do imaterial, porque os povos indígenas foram impedidos de desenvolver sua própria escrita e ao mesmo tempo foram impedidos de adotar a escrita alfabética, né? Esse foi um jogo sistemático do Estado para impedir a presença indígena na sociedade brasileira. LÍVIA: Ou então, de forma mais sutil ou até mais perversa, o que era feito era diminuir a identidade indígena de quem escrevia. Uma coisa de “se sabe escrever, então já não é mais indígena”. Um pensamento totalmente relacionado àquela ideia de progresso linear que a gente falou agora pouco, que considera os povos indígenas como se estivessem num estágio cultural anterior e inferior aos dos povos europeus.    TRUDRUÁ: Nesse caso, quando os povos indígenas e os sujeitos indígenas, eles começam a a escrever, a publicar, a romper essa tradição de que tudo que eles têm está na oralidade e quando está na oralidade não pertence a eles, é, eles, né, os primeiros escritores eles vem com essa tradição de dizer: é, não tem autoria porque vocês nunca deixaram, o país nunca deixou, nunca considerou, né, que um indígena que escrevesse, falasse língua portuguesa ou conhecesse os costumes da sociedade dominante pudesse ser considerado indígena. O que eu quero dizer com isso é não não não temos direito à nossa propriedade intelectual, material que tá na oralidade, eh porque eh ao escrever elas não somos mais tão indígenas. MAYRA: Aqui é importante a gente parar e explicar algo com mais calma, porque mesmo pra mim isso não tava bem claro quando comecei a conversar com a Trudruá pra esse episódio.  TRUDRUÁ: Quando você fala de oralidade, eu penso em um sistema, em um dispositivo de memória que é trabalhado assim pelos povos indígenas. Quando você fala de de fala de de voz alta, você tá falando desse oral. né, de uma fala oral. Então são um é sistema de conhecimento, um é prática. Então são diversos, né? TRUDRUÁ: Não podemos entender a oralidade como uma fala, como se ela não tivesse consciência, mas ela tem um sistema todo organizado, é de memória mesmo, assim, que vai de geração em geração e vai ensinando valores e e, e, né, tem uma ciência, né, que a compõe. LÍVIA: Ou seja, quando a gente tiver falando de oralidade aqui, estamos falando de um conjunto de práticas que faz parte de uma tradição de centenas de anos, que foram capazes de fazer permanecer o conhecimento, sem precisar de recursos escritos.  MAYRA: De certa forma, isso permeia o trabalho da Trudruá como escritora hoje. Eu ouvi uma entrevista dela falando sobre o último livro que publicou, o Tempo de Retomada, e como ela tinha o hábito de ler em voz alta pra mãe dela quando tava trabalhando no texto.  TRUDRUÁ: Quando eu penso texto escrito, eu me preocupo muito assim com, é, com uma sofisticação que elas são contadas nessa oralidade. E aí nessa, quando a minha mãe tenta me passar certos valores, eu fico assim impressionada, porque eu realmente me sinto indo para um outro tempo a partir da palavra, eu me sinto viajando assim num outro tempo. E era, e era essa ideia assim de talvez transportar as pessoas para esse tempo que eu nunca sei se eu vou conseguir, ou nunca sei se as pessoas vão se abrir para elas, mas é uma preocupação de que é, talvez o mesmo ritmo ou o mesmo balanço que que eu escuto e que eu sinto, né? MAYRA: Durante a entrevista, eu comentei com a Trudruá como eu tenho percebido um pouco um movimento na literatura de resgatar esse jeito de contar histórias. Como eu falei, eu participo de um clube de leitura e isso é algo que vira e mexe aparece por lá. De como é gostoso ler um livro que você tem a sensação de que a autora tá ali falando mesmo com você.  LIVIA: A Trudruá contou pra gente que, além do contato com as histórias contadas pela mãe, ela também teve, desde sempre, uma ligação muito forte com a literatura. E que os livros sempre tiveram um papel muito importante, não só de companhia, mas de vivência pra ela.  TRUDRUÁ: Eu cresci com a literatura e a literatura me fez viajar por tantos mundos, me faz sonhar, me faz chorar, me faz é, me faz sentir uma magia que de artista, então eu não poderia desejar outra coisa que não, né, viver com a palavra. E aí nesse sentido eu eu também entendo que dá para levar um pouco essa magia nessa escrita literária. E esse era o trabalho assim, de talvez transportar um pouco aquilo que eu sinto quando eu escuto essas histórias. E aí o trabalho, ler em voz alta é importante, assim como ler em silêncio também, mas como eu tenho essa preocupação que a minha comunidade leia, eu também fico pensando assim: “Ai, como que elas podem como que elas vão ler isso, a disposição das frases, desce isso para ir num ritmo tão longo, né? Esse trabalho escrito, prático, de como pode também emular uma certa um certo oral. MAYRA: Uma coisa importante, como dá pra perceber nas falas da Trudruá quando ela tá falando sobre o que espera dos livros dela, é que essa oralidade, tanto a tradição, quanto o hábito de ler em voz alta, tão muito relacionados com o coletivo. E aí entra outro ponto importante. Não é porque um conhecimento é coletivo, que ele é de todo mundo. TRUDRUÁ: Um segmento assim que fica muito evidente no Brasil é o núcleo de folcloristas, o núcleo de estudiosos assim brasileiros que que olham para esses conteúdos, olham para esses materiais, para essas narrativas e entendem ela como uma cultura popular. A cultura popular nesse sentido de que ela é de todo mundo, mas não tem uma autoria específica. E isso é muito conveniente quando você, né, é, consciente ou inconscientemente, você rouba, é, narrativas prontas, narrativas criativas, fantásticas de outros povos para dizer: “Ah, isso faz parte da cultura brasileira no singular” LÍVIA: A Trudruá deu exemplos como o guaraná, a mandioca ou uma série de medicamentos que foram descobertos e desenvolvidos por povos indígenas, mas que nunca foram reconhecidos como autores ou proprietários dessas técnicas.  MAYRA: E que depois, foram coisas incorporadas à cultura brasileira, como se todas as pessoas do país tivessem a mesma relação, a mesma história com esses elementos. E com isso, ignorando que os povos indígenas tiveram um papel fundamental nesse processo. LÍVIA: Lembra que a gente falou sobre como a primeira fase da literatura indígena, aquela da tradição oral, não é reconhecida? Isso porque quando a gente fala de oralidade, é difícil identificar um autor. E essa brecha foi usada pela sociedade brasileira como uma estratégia de incorporar essas histórias numa narrativa nacionalista.  MAYRA: Só que isso, ao invés de valorizar os conhecimentos tradicionais e a individualidade de cada povo, como costuma ser dito por aí, acaba, na verdade, apagando a participação e a autoria dessas pessoas na sua própria história.  [trilha sonora]  TRUDRUÁ: Mas sobre a identidade indígena, vai ser algo que eu nunca vou abrir mão. E eu digo como escritora e eu digo como indígena, porque assim, a história brasileira e a história literária brasileira, tudo que ela quis foi apagar a identidade indígena para se apropriar das nossas narrativas. Quando a gente se coloca com essa identidade, a gente demarca um território simbólico de dizer: “Isso aqui não tá livre. Isso aqui não é terra de ninguém. Isso aqui tem uma autoria coletiva. Tem uma propriedade material que pertence a nós. Não é seu. Não é seu, brasileiro.  LÍVIA: Por isso é tão importante hoje esse movimento de autores indígenas no Brasil. Ele ajuda a retomar uma série de histórias aos seus autores originais, dessa vez com os devidos créditos e com sua própria voz.  TRUDRUÁ: E a autora individual, é essa autoria, que tá no mercado editorial e que vem reforçando, que vem para reforçar os valores, né, dos povos, das comunidades, mas o fato de tá no mercado editorial e circular, ela alcança um outro uma outra visibilidade, inclusive lançando luz a essa autoria coletiva  MAYRA: E aí, obviamente, esse movimento acompanha o posicionamento político dos povos indígenas no Brasil.  TRUDRUÁ: Tem um filósofo, tem um teórico da literatura que se chama Emil’ Keme, ele é do povo Maia Quechua da Guatemala. E ele fala que não é possível separar a teoria literária indígena da política indígena, porque elas caminham juntos. Quando os indígenas eles pegam a escrita para publicar e etc, estudar mesmo, eles entendem a escrita como uma técnica, a língua como uma técnica que vai ser essa transportadora dos desejos da luta do movimento indígena. Então, a gente entende, alinhado a política indígena, a gente entende, uma teoria da literatura que vai seguir as mesmas políticas que os povos indígenas tão tentando em termos de autonomia. Então, a política indígena fala do direito ao nome. Todos os autores indígenas que eu conheço, ou eles adotaram o nome de povo, ou eles adotaram o nome da tradição. Mas se você olha em documentos, eh que não faz, sei lá, 10 anos que tem 20 anos que tem essa política, eles têm nomes brasileiros, nomes e sobrenomes brasileiros por conta da política de que proibia nomes indígenas. Então, isso acompanha também dentro da literatura a política indígena. LÍVIA: Com esse movimento, a gente também tá tendo a oportunidade de conhecer mais da tradição indígena e de ter acesso a cultura de tantos povos indígenas que existem no brasil, aprendendo inclusive as diferenças que existem entre eles.    TRUDRUÁ: Os escritores estão acompanhando as linhas de da política indígena, que é autonomia, soberania, autodeterminação. E é tão falso e isso de que a literatura indígena vai repetindo, vai falando das mesmas coisas, porque os temas indígenas, eles são tão abertos e são tão variados, assim, só fala isso quem nunca leu a literatura indígena. Porque, entrar no mundo da identidade indígena, ela é muito, assim, é um mundo muito amplo. A gente tá falando de uma identidade indígena, mas a gente tá falando de quase 400 povos indígenas, de quase 300 línguas faladas culturalmente, como elas são diversas entre si. Eu acho que quem fala isso nunca nem se aproximou da das culturas indígenas para entender um átimo dessa dimensão que é essa riqueza cultural. MAYRA: E também de pensar como a gente pode tentar se aproximar de outras formas de viver e entender o mundo. No grupo que eu faço parte, sempre que lemos alguma coisa de literatura indígena, a conversa rende muito nesse sentido, em pensar pequenas mudanças que a gente pode tentar trazer pra nossa realidade, inspiradas nessas outras culturas.  TRUDRUÁ: E aí uma das coisas que eu amo, amo na literatura indígena é que não tem nada do amor romântico, mas não tem mesmo assim, sabe? Amo, sabe essa ideia de ai nossa, as mulheres foram abandonadas pelos homens, é, e as mulheres o que que elas fizeram? Ah, elas foram procurar outros maridos. Tchau amor, tchau e benção assim, é completamente, assim vai completamente na contramão do que a gente foi ensinado. De ficar chorando, de ficar se lamentando. [sobe trilha]  LÍVIA: E falando em grupos de leitura, pra encerrar nosso episódio, a Trudruá pediu pra deixar um recadinho pra vocês.  TRUDRUÁ: Eu tenho uma página no Instagram que se chama Leia Mulheres Indígenas. E aí eu tô com uma proposta para 2026 de abrir um clube de leitura do Leia Mulheres Indígenas.  TRUDRUÁ: Como que você vai apreciar melhor essa leitura e essas produções se vocês não sabem, né? De onde que a gente parte, quais são os princípios, quais são os valores. E aí eu tô querendo muito abrir um clube de leitura para 2026, espero que dê certo. E é convidar todo mundo para, sei lá, tá com a gente, abrir o debate, ler, se se encantar ou se desencantar também, tá valendo, né? Tá tudo valendo. MAYRA: Fica aí o convite pra seguir a página e ler mais livros escritos por autoras indígenas. Eu sou a Mayra Trinca, produzi e escrevi esse roteiro, com pitacos e revisão da Lívia Mendes. A edição também é minha.  LÍVIA: Aproveita quando for seguir a Trudruá e procura a gente, somos Oxigênio Podcast em todas as redes sociais. A trilha sonora é do blue dot session e os créditos estão na descrição desse episódio. A vinheta é do Elias Mendez.  MAYRA: O Oxigênio tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp e é coordenado pela Simone Pallone. Obrigada por ouvir, e até a próxima!  Trilhas:  Trailmaker by https://app.sessions.blue/browse?trackId=384027  Thunderpass by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385385  Posh and Vine by https://app.sessions.blue/browse?trackId=385621 

Notícias Agrícolas - Podcasts
Colheita do algodão no Brasil tem início tímido, enquanto EUA planeja aumentar área

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 16:59


Mercado recua nesta quinta (09), mas ronda patamar de 80 cents em NY

3 em 1
Operação da PF atinge pré-candidato ao Senado no Rio de Janeiro

3 em 1

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 121:27


No 3 em 1 desta terça-feira (07), o destaque foi o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado, Márcio Canella (União), foi preso na quinta fase da operação “Unha e Carne” da Polícia Federal nesta terça-feira (07). Aliados do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) já suspeitavam que a operação poderia inviabilizar a candidatura de Canella. Reportagem: Bruno Pinheiro. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou nesta terça-feira (07) do primeiro dia das audiências públicas sobre o tarifaço que ocorrem no Escritório do Comércio dos Estados Unidos. Em seu discurso, Flávio pediu para que o governo adie a aplicação da tarifa para depois das eleições brasileiras e chamou o PT de “Partido das Taxas”. Reportagem: Eliseu Caetano. Grandes empresas multinacionais protocolaram junto ao governo dos Estados Unidos diversos pedidos para que os produtos brasileiros não sejam taxados, alegando que a medida provocaria perda de competitividade. Reportagem: André Anelli. O presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Sérgio Bortolozzo, esteve presente na audiência pública sobre o tarifaço que aconteceu nesta terça-feira (07) no Escritório do Comércio dos Estados Unidos. Bortolozzo defende que a questão é puramente comercial, e que os EUA sabem da dependência que tem dos produtos brasileiros. O presidente americano Donald Trump está representando os Estados Unidos na Cúpula da Otan que acontece na Turquia. Na reunião do bloco, o presidente voltou a afirmar que acredita que a Groenlândia deve ser controlada pelos Estados Unidos. Em resposta, a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, respondeu dizendo que a Groenlândia não está à venda. Reportagem Luca Bassani. Uma pesquisa do Datafolha que analisa as intenções de voto para o Senado do estado de São Paulo apontou que a ex-ministra do Meio Ambiente (Rede), Marina Silva, lidera com 18% da preferência. Enquanto isso, no segundo lugar a ex-ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil, Simone Tebet (PSD) aparece com 16% da preferência dos eleitores. O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Liberal (PL) enfrentam impasses nas candidaturas para o Governo de Minas Gerais. Tanto o cenário para o Palácio Tiradentes quanto para o Senado apresentaram movimentações intensas. O PL pressiona por uma definição do seu principal nome ao governo, enquanto o PT corre contra o tempo para definir quem será o candidato da sigla no estado. Reportagem: Rodrigo Costa. Em reunião convocada nesta terça-feira (07) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), os líderes irão definir as pautas a serem discutidas nesta última semana antes do recesso parlamentar, que terá início no dia 18 de julho. Os principais pontos em debate são a PEC da Redução da Maioridade Penal e a PEC do aumento do limite dos Microempreendedores Individuais (MEI). Reportagem: Thaís Sprovieri. Segundo informações de bastidores, o Partido Republicanos quer negociar apoio do Partido Liberal às suas candidaturas estaduais em troca da adesão de Daniella Marques na chapa de Flávio Bolsonaro pela Presidência da República. Reportagem: João Vitor Revedilho. O líder do PT no Senado, Pedro Uczai, ameaçou tratar o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União), como “inimigo dos trabalhadores” se não der andamento à tramitação da PEC que reduz a jornada de trabalho. Diante dessa declaração, Alcolumbre emitiu uma nota oficial onde defende que a definição da pauta não se submete à “pressões políticas ou eleitorais”. Reportagem André Anelli. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Notícias Agrícolas - Podcasts
Regulação na oferta de animais só deve acontecer a partir de outubro, enquanto isso, arroba do boi vai seguir pressionada pela menor demanda da China

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 20:58


Para Itaú BBA os animais de confinamento, fim de safra e a presença, ainda significativa, de fêmeas nas escalas de abate serão suficientes para atender mercado com demanda enxuta nos próximos 90 dias

O Antagonista
Flávio vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump contra o Brasil

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 13:23


Flávio Bolsonaro desembarcou nos Estados Unidos para participar da audiência pública do USTR sobre a sessão 301, mecanismo que embasa a ameaça de tarifa de 25% aos produtos brasileiros.Enquanto o senador aposta em virar a página do tarifaço a favor da oposição, o Itamarati contesta as conclusões americanas por carta e o governo Lula envia apenas observadores.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #flavio #trump #tarifaco #brasil #eua #diplomacia #politica #economia #podcast #noticias #imposto #comercio #governo #viagem #debate #relacoes #tributos #analise #internacional #audiopast

DunaCast
S03EP10: Filhos de Duna (Cap 23 e 24)

DunaCast

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 99:28


Bem-vindos a Arrakis e bem-vindos ao DunaCast.O DunaCast vai ser o podcast que irá analisar detalhadamente todos os 60 capítulos do livro Filhos de Duna e suas 511 páginas.O DunaCast é o podcast oficial do fandom deDuna no Brasil. Em cada episódio, discutimos sobre os personagens, as suas origens, as inspirações do autor Frank Herbert e as teorias e filosofias da saga. Pascoal Naib e convidados especiais analisam detalhadamente cada capítulodos livros da saga Duna sem spoilers dos capítulos posteriores. Capítulo 23Durante uma audiência matinal conduzida por Alia e Jéssica, dois suplicantes se apresentam: um trovador que pede dinheiro para viajar até a corte de Farad'n e um Naib Fremen (ex-Fedaykin) que traz um alerta sobre o deserto. A situação sai do controle quando um oficial do sacerdócio tenta silenciar o Naib. Jéssica percebe que Alia dá um sinal secreto ("agora!") e age rapidamente para desviar do trono, escapando de dois tiros de uma pistola Maula. Ao notar que Alia permaneceu completamente imóvel, Jéssica compreende que a própria filha estava envolvida na conspiração. Capítulo 24Leto e Ghanima fogem do Sietch Tabr disfarçados entre as crianças do pomar, carregando uma cesta de frutas queesconde equipamentos de sobrevivência (Fremkit, pistola maula, faca cristalina e as novas vestes de Farad'n). Eles seguem pelas dunas em direção a "O Serviçal", cientes de que sofrerão um ataque iminente. Enquanto caminham, os irmãos deduzem que serão atacados por dois animais predadores. Convocação para o jihad! Criamos uma campanhano Catarse para contribuições de nossos ouvintes que possam nos ajudar a garantir a produção contínua do DunaCast. Para saber mais, acesse: ⁠https://www.catarse.me/dunacast?ref=user_contributed⁠ Ou você pode contribuir via PIX. Nosso PIX énosso e-mail:⁠dunacast@gmail.com⁠ Nos envie sua pergunta, arte, curiosidade oucorreção de algum erro nosso pelo e-mail ⁠dunacast@gmail.com⁠ Lembre-se de se identificar no texto do e-maile de colocar o título do episódio no assunto do e-mail. Será um prazer ler sua mensagem em nossos episódios. A arte de capa do DunaCast é um trabalho deMárcio Oliveira (instagram.com/marciooliveiradesign).  A edição do DunaCast é um trabalho da RadiolaMecânica (radiolamecanica@gmail.com). Links • DunaCast • Twitter: ⁠twitter.com/dunacast⁠ • Instagram: ⁠instagram.com/dunacast⁠ • Telegram: ⁠https://t.me/dunacastoficial⁠ • Site: ⁠linktr.ee/dunacast⁠ • Duna Arrakis Brasil • Twitter: ⁠twitter.com/dunabrasil⁠ • Instagram: ⁠instagram.com/dunaarrakisbrasil⁠ • Facebook: ⁠https://www.facebook.com/groups/dunaarrakisbrasil⁠ • Youtube: ⁠https://www.youtube.com/channel/UC2a4hZ6JZtPxTS7yPOeLRjg⁠ • Medium: ⁠https://medium.com/@dunabrasil⁠ • Telegram: ⁠t.me/dunaarrakisbrasil⁠ • Site: ⁠linktr.ee/dunaarrakisbrasil⁠ • Pascoal Naib (Criador e Administrador) • Twitter: ⁠https://twitter.com/PascoalNaib⁠ • Instagram: ⁠https://www.instagram.com/pascoalnaibduna/⁠ • Rildon Oliver (Radiola Mecânica) • Instagram: ⁠https://www.instagram.com/radiolamecanica/⁠ • Fred Negrini • Instagram: https://www.instagram.com/frednegrini/

Inteligência para a sua vida
#1548: BRASIL ELIMINADO DA COPA - LIÇÕES PARA VOCÊ

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 12:44


Enquanto milhões lamentam a eliminação de uma seleção, poucos percebem que estão perdendo o jogo mais importante da própria vida.O futebol passa. A emoção passa. A taça enferruja. Mas as escolhas que você faz todos os dias definem o seu futuro. A verdadeira vitória não pertence ao mais talentoso, mas àquele que aprende a dominar a si mesmo.Assista até o fim e reflita: como está o placar da sua vida?Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Quem Ama Não Esquece
A BATALHA INVISÍVEL DE UMA MÃE | QUEM AMA NÃO ESQUECE 06/07/2026

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 18:26


A Flávia viveu ao lado do Anderson por 28 anos e construiu uma família com 3 filhos. Anos depois, eles decidiram ter mais um bebê e ela descobriu que eram gêmeos. Flávia sofreu diversas complicações e no sétimo mês, perdeu o pai. Depois as duas filhas não resistiram dentro na barriga. Enquanto tentava lidar com o luto, ela ainda descobriu que o marido tinha uma amante e ela também estava grávida. A sequência de perdas levou a Flávia a uma profunda depressão. Hoje, ela segue em tratamento e busca forças nas filhas, no neto e na esperança que apesar de todas as cicatrizes, ainda é possível recomeçar.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Os trocos de Sócrates, um desafio ao Vaticano e os efeitos da canícula

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Jul 4, 2026 50:10


A pátria em chuteiras celebrou a alegria futebolística numa noite de canícula. Temendo, no entanto, o “barril de pólvora” (palavras do ministro da administração interna) que ameaça as regiões de lenha acumulada pelo comboio de tempestades. Há quem diga que é tudo natural, “estamos no Verão”, mas à oitava onda de calor dá para desconfiar que o clima é capaz de estar escangalhado. Enquanto isso, o PSD insiste na questão candente das bandeiras em edifícios públicos; José Sócrates, depois de ganhar um processo contra o Estado (com o processo do Estado contra ele a marcar passo), revela que dinheiro não é questão que o preocupe (já suspeitávamos); e uma congregação católica levou por diante um desafio ao Vaticano, criando um pequeno cisma. Eis o sumário de algumas das questões que, esta semana, nos puseram a cismar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Show
Flávio quer adiar tarifaço de Trump / Michelle sondada por partido

Morning Show

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 119:30


Confira no Morning Show desta sexta-feira (03): Diante das negociações com Washington para barrar o tarifaço de 25%, surge a dúvida sobre o que o governo brasileiro aceita ceder. O Ministério da Economia tenta propor acordos em áreas como desmatamento, etanol e comércio digital, mas impõe um limite claro: o Pix, sistema de pagamentos sob governança do Banco Central, é tratado como soberano e não entrará na mesa como moeda de troca. Na ausência do corpo diplomático oficial em reuniões setoriais nos EUA, a oposição adiou compromissos domésticos para assumir a dianteira na crise comercial. Entenda o impacto da viagem antecipada do senador Flávio Bolsonaro e como as disputas em torno do tarifaço evidenciam um racha sobre quem detém a real capacidade de negociação e defesa dos interesses dos exportadores nacionais. A bancada do Morning Show debate as novas movimentações institucionais após a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ser sondada pela cúpula do Republicanos. Diante de tensões na presidência do PL Mulher, analistas avaliam como a possível troca de legenda pode reconfigurar as forças da direita e influenciar os palanques eleitorais nos estados. Após sanções impostas pelas autoridades americanas contra operadores do narcotráfico, a Polícia Federal deflagrou ações que resultaram em prisões e no bloqueio bilionário de ativos que utilizavam criptomoedas. Entenda a dinâmica dessa articulação transnacional que atinge a maior facção do país e de que forma o cerco financeiro se torna o método mais eficaz contra o crime organizado. Apesar do apelo popular e do forte engajamento inicial, a proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada semanal encontrou barreiras em Brasília. Entenda a engenharia política no Senado Federal, a ausência de um relator definido na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e os fatores econômicos que motivaram o adiamento do tema para o fim do ano legislativo. A bancada do Morning Show analisa o levantamento da Receita Federal que expõe o topo da lista de patrimônios declarados no Imposto de Renda. Enquanto o funcionalismo público do Poder Judiciário ganha destaque pelas altas médias de bens, analistas debatem os privilégios estatais e o real peso do topo da pirâmide econômica frente à iniciativa privada. Com as despesas públicas se aproximando do recorde histórico registrado no período da pandemia, cresce a preocupação sobre o rumo fiscal do Brasil. Entenda a engenharia por trás do crescimento dos gastos orçamentários , o aumento das emendas parlamentares e quais os reflexos dessa expansão na inflação, nos juros e no ambiente de investimentos privados. A nova temporada de 'Tremembé' promete aprofundar debates sobre culpa e castigo ao trazer os desdobramentos de casos de grande repercussão, como os de Thiago Brennand e Robinho. Entenda como a produção do Amazon Prime constrói o roteiro a partir de decisões públicas dos autos judiciais e a polêmica em torno do casamento por procuração de Brennand com sua própria advogada. Conheça a história inusitada dos moradores do município de Cabo Verde, no sul de Minas Gerais, que decidiram pintar as ruas e criar uma torcida oficial para o país africano homônimo. O debate mostra o engajamento orgânico da comunidade local no bar Quintal 322 e como uma simples coincidência geográfica acabou criando um laço cultural que chama a atenção do país neste mundial. A psicóloga Carina Pirró alerta para as consequências do uso de inteligência artificial que simula a fala de influenciadores para interagir com o público. A comentarista pontua que a monetização de conversas automatizadas cria uma ilusão de proximidade que afeta a saúde mental, reduzindo a capacidade dos indivíduos de lidarem com as frustrações de relacionamentos reais. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

Flow Games
O FIM DA MÍDIA FÍSICA do PLAYSTATION e GTA 6 JÁ É O MAIS VENDIDO DO MUNDO - #FGN #234

Flow Games

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 159:42


Nesta semana tivemos um anúncio que pode marcar o fim de uma era: a Sony anunciou que deve encerrar a produção de jogos em mídia física em alguns anos. O argumento deles é de seguir tendências do mercado. Será? Enquanto isso, GTA 6 (que não vai ter disco na caixinha no lançamento) já estourou em pré-vendas e se tornou o jogo número 1 em todos os principais mercados (justamente nas lojas digitais)Flow Games de hoje tá imperdível! Vem conferir!

Abe Huber - Podcast
De Dentro Pra Fora | Fure a Bolha!

Abe Huber - Podcast

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 41:40


A maioria das pessoas nunca perceberá o impacto que poderia ter se decidisse dar um único passo de coragem. Não porque lhes falte capacidade, mas porque viveram tempo demais cercadas por limites invisíveis. Enquanto isso, oportunidades passam, histórias deixam de ser transformadas e a missão fica esperando por alguém disposto a romper a barreira.Nesta mensagem da série De Dentro Pra Fora, você descobrirá que a coragem não nasce da ausência de medo, mas de uma convicção que muda tudo. Uma palavra que desafia a abandonar o conforto, reacender a paixão por Jesus e viver uma fé que não se esconde, mas alcança vidas e deixa marcas eternas.---Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp

Paz Church São Paulo - Podcast
De Dentro Pra Fora | Fure a Bolha! // Abe Huber

Paz Church São Paulo - Podcast

Play Episode Listen Later Jun 29, 2026 41:40


A maioria das pessoas nunca perceberá o impacto que poderia ter se decidisse dar um único passo de coragem. Não porque lhes falte capacidade, mas porque viveram tempo demais cercadas por limites invisíveis. Enquanto isso, oportunidades passam, histórias deixam de ser transformadas e a missão fica esperando por alguém disposto a romper a barreira.Nesta mensagem da série De Dentro Pra Fora, você descobrirá que a coragem não nasce da ausência de medo, mas de uma convicção que muda tudo. Uma palavra que desafia a abandonar o conforto, reacender a paixão por Jesus e viver uma fé que não se esconde, mas alcança vidas e deixa marcas eternas.---Ministração do Pr. Abe Huber nos Cultos de Celebração de 28 de junho de 2026.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp

Jornal da Manhã
Jornal da Manhã - 28/06/2026 | Brasil dá assistência à Venezuela

Jornal da Manhã

Play Episode Listen Later Jun 28, 2026 181:01


Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (28): A Força Aérea Brasileira envia neste sábado (27) um novo voo humanitário para a Venezuela com um avião KC-390 Millennium. A aeronave transportará um hospital de campanha da Marinha do Brasil, além de uma equipe médica especializada para reforçar o atendimento às vítimas dos terremotos que devastaram o país. Reportagem: Rodrigo Viga. Caminhoneiros e representantes do setor empresarial intensificaram a pressão sobre o Senado para que a Medida Provisória do Frete seja votada dentro do prazo legal. A proposta precisa ser analisada pelos senadores até o dia 16 de julho para não perder a validade. Reportagem: Beatriz Souza. O vereador paulistano Senival Pereira de Moura pediu afastamento de sua filiação ao Partido dos Trabalhadores após ser preso na última quinta-feira em uma investigação da Polícia Civil de São Paulo. Segundo as investigações, o parlamentar é suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital. Em nota, o diretório municipal do PT informou que o afastamento foi solicitado pelo próprio vereador para que ele possa se dedicar à defesa e evitar que o caso seja associado ao partido. Reportagem: Danúbia Braga. As operações de ajuda humanitária na Venezuela enfrentam desafios logísticos, estruturais e operacionais após os terremotos que devastaram o país. Enquanto equipes especializadas de resgate de São Paulo embarcam para reforçar a missão brasileira, existem algumas dificuldades para transportar equipamentos, acessar áreas isoladas e localizar sobreviventes. Para analisar esse cenário, a Jovem Pan entrevista o coronel Valdir Pavão, presidente da Fundabom. O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, afirmou que o senador Flávio Bolsonaro foi o nome escolhido por Jair Bolsonaro para representar o partido na disputa pela Presidência da República. A declaração ocorreu durante um evento do PL em Goiás, poucos dias após o atrito público entre Flávio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, relacionado às articulações políticas da legenda no Ceará. Reportagem: Raphaela Almeida. A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, a prorrogação da prisão domiciliar concedida em março por 90 dias. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão após condenação por liderar uma organização criminosa relacionada à tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Caberá ao ministro decidir sobre o novo pedido da defesa. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Felipe Carrijo, advogado criminalista. A Polícia Militar do Estado de São Paulo prendeu os suspeitos de envolvimento no atentado contra o primeiro-tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos. O policial foi baleado na cabeça durante uma emboscada em São Caetano do Sul e permanece internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual Mário Covas. A corporação trata o caso como um atentado e segue investigando a motivação do crime. As forças de segurança do Governo de São Paulo iniciaram uma força-tarefa para fiscalizar atividades de esportes radicais, como rope jump e bungee jump, em diversas regiões do estado. A operação foi deflagrada após o acidente fatal ocorrido em Limeira e inclui inspeção de equipamentos, orientação aos praticantes e verificação da regularidade das empresas organizadoras em 11 pontos de São Paulo. A ação busca reforçar a segurança e prevenir novos acidentes. Reportagem: Danúbia Braga. O governo federal prepara uma proposta para enviar ao Congresso Nacional que amplia o limite de faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) para um valor entre R$ 130 mil e R$ 140 mil. O texto também prevê autorizar a contratação de até dois empregados, em vez de apenas um. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Jorge Goetten (Republicanos). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

NerdCast
NerdCast 1036 - RPG Western 2: Sangue Antes do Amanhecer

NerdCast

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 124:07


Um homem ferido. Um relógio correndo mais rápido que um cavalo em disparada. E uma cidade pequena escondendo segredos grandes demais para permanecerem enterrados. Enquanto lutam para salvar um dos seus, nossos aventureiros se aprofundam em uma conspiração capaz de abalar os alicerces de Widow Wood. No caminho, cruzam com uma nova força da lei: uma xerife tão justa quanto implacável. Entre sombras, mentiras e fantasmas do passado, a noite promete ser longa. E quando a lua iluminar as ruas da cidade, nem mesmo os mais velhos frequentadores do saloon estarão preparados para o que vem a seguir. No Oeste, toda cidade tem seus segredos. Toda dívida acaba sendo cobrada. E algumas noites terminam com mais sangue do que o amanhecer consegue lavar. Bem-vindos de volta a Widow Wood. ALTAMENTE RECOMENDÁVEL OUVIR COM FONES DE OUVIDO! Após escutar, compartilhe suas opiniões e artes usando a hashtag #NerdCastRPG nas redes sociais! OUÇA TAMBÉM:NerdCast 1012 - RPG Western 1: Bem-Vindos a Widow Wood Créditos: HISTÓRIA: Leonel Caldela DIREÇÃO GERAL: Alexandre Ottoni DIREÇÃO DE MONTAGEM: Deive Pazos MONTAGEM: Pedro Alpiste SFX: Alexandre Ottoni e Pedro Alpiste MIXAGEM: Alexandre Ottoni e Pedro Alpiste TRILHA SONORA ORIGINAL: Bruno Govis Personagens: Brynn O'Sullivan (André "Almondega" Duboc) Elliot K. Lewis (Deive "Azaghal" Pazos) Lato Domeykowisk (JP) Logan C. Munny (Carlos Voltor) Philippe 'Le Bon' Gautier (Fernando "Tucano" Russell) Xerife Mell O. Smiles (Karen Soarele) ARTE DA VITRINE Por: Juan Caloto Baixe a versão wallpaper da vitrine E-MAILS Mande suas críticas, elogios, sugestões e caneladas para nerdcast@jovemnerd.com.br Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Português Pra Fora
#374 - Português para ouvir enquanto caminha.

Português Pra Fora

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 45:55


Durante uma caminhada, ouvir este episódio pode ser transformador para quem busca a fluência no Português.Nossa metodologia para quem quer falar um português de alto nível :Teste 2 dias grátis

Não Inviabilize
CABEÇADAS

Não Inviabilize

Play Episode Listen Later Jun 25, 2026 26:35


Picolé De Limão é um quadro do canal Não Inviabilize. Aqui você ouve as suas histórias misturadas às minhas!Use a hashtag #Cabecadas e comente a história no nosso grupo do telegram: https://t.me/naoinviabilizePUBLICIDADE CONTABILIZEICom a Contabilizei, quem trabalha por conta própria consegue abrir o CNPJ e organizar a vida contábil de um jeito muito mais fácil, rápido, sem sair de casa e com o apoio de especialistas para tirar suas dúvidas em cada etapa da jornada. Enquanto a Contabilizei cuida dessa parte, você ganha tempo para focar no que faz você de melhor. Use o cupom DEIA e ganhe um mês de contabilidade grátis.Link: https://bit.ly/nao-inviabilize-ctbz-25062026QUER OUVIR MAIS HISTÓRIAS? BAIXE NOSSO APLICATIVO EM SUA LOJA APPLE/GOOGLE, CONHEÇA NOSSOS QUADROS EXCLUSIVOS E RECEBA EPISÓDIOS INÉDITOS DE SEGUNDA A SÁBADO: https://naoinviabilize.com.br/assineEnvie a sua história bem detalhada para naoinviabilize@gmail.com, seu anonimato será mantido, todos os nomes, profissões e locais são trocados para preservar a sua identidade.Site: https://naoinviabilize.com.brTranscrição dos episódios: https://naoinviabilize.com.br/episodiosYoutube: https://youtube.com/naoinviabilizeInstagram: https://www.instagram.com/naoinviabilizeTikTok: https://www.tiktok.com/@naoinviabilizeX: https://x.com/naoinviabilizeFacebook: https://facebook.com/naoinviabilizeEdição de áudios: Depois O Leo Corta MultimídiaVinhetas: Pipoca SoundVoz da vinheta: Priscila Armani

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