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A Guiné-Bissau assinalou recentemente os 53 anos da proclamação unilateral da independência, em 24 de Setembro de 1973. Um momento que marcou a afirmação do país como Estado soberano perante a comunidade internacional. Mais de cinco décadas depois, o activista do movimento político Firkidja de Púbis, Yussef, considera que o país vive actualmente sob "uma ditadura militar" e defende "a mobilização dos guineenses para lutar contra o actual regime". Passados 53 anos da proclamação unilateral da independência, como caracteriza o actual momento político da Guiné-Bissau? Em 2026, a Guiné-Bissau vive uma ditadura militar. Nós temos as Forças Armadas da Guiné-Bissau, diria eu, mais as milícias que foram criadas pelo senhor Sissoco Embaló, que assumiram o controlo do Estado. Toda a estrutura do senhor Umaro Sissoco Embaló , seja militar, seja política, está neste momento no controlo do Estado da Guiné-Bissau. O objectivo é manter o povo da Guiné-Bissau num colete-de-forças, tendo como finalidade «pacificar» o país. Mas pacificar não no sentido de criar condições para o progresso, mas pacificar um pouco à laia do que os portugueses fizeram durante as primeiras décadas do século XX: pacificar para explorar, pacificar para oprimir. Umaro Sissoco Embaló anunciou que vai regressar ao país e que se vai candidatar às eleições presidenciais, que terão lugar no dia 6 de Dezembro. O antigo Presidente da Guiné-Bissau, que foi afastado do poder há quase um ano, na sequência de um golpe de Estado militar, assim o descreveu na altura. Ele tem condições para regressar ao país? Quem é que assegura esse regresso e quem são os aliados? É preciso ser rigoroso nos termos. Na Guiné-Bissau, em Novembro de 2025, não houve um golpe de Estado. Na verdade, houve um golpe de Estado contra a soberania popular. O que aconteceu foi um conluio entre o senhor Sissoco Embaló que se viu derrotado nas eleições presidenciais, e a entourage militar que sempre o apoiou. As milícias do Estado, encabeçadas pelo senhor Horta N'Tam e pelo senhor Tomás Djassi tomaram a si, perante a necessidade de dar um passo atrás, a teatralidade de mostrar à comunidade internacional que teria havido um golpe de Estado, para que os militares assumissem o poder e, durante este período de transição, modificassem a Constituição para que fosse ao encontro dos desejos do senhor Umaro Sissoco Embaló e das forças económicas nacionais e internacionais que o apoiam. Criou-se todo um teatro na Guiné-Bissau. E o senhor Embaló volta no sentido em que as condições objectivas foram garantidas para o seu regresso. Estamos a falar da modificação da Constituição e do novo simulacro de eleições que irá acontecer em Dezembro. Sissoco Embaló pode contar com o apoio do primeiro-ministro, Ilídio Vieira. e do general Horta N'Tam, Presidente de Transição da Guiné-Bissau? O primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Ilídio Vieira, criou também um partido político, o Partido Popular Guineense. A criação deste partido pode mostrar uma ambição de também se apresentar às presidenciais? Eventualmente, sim. Não consigo dizer com toda a propriedade, porque não tenho as informações. Eu não faço parte da entourage do senhor Ilídio Vieira Té, até porque não conheço as suas intenções. Mas, repare: entre estes indivíduos, o que os motiva, na verdade, nem é propriamente um projecto de sociedade, uma ideologia ou, melhor dizendo, aquilo que os une é a ambição pessoal e a apropriação das riquezas da Guiné-Bissau. Então, é possível que, tendo em conta esta falta de unidade política e ideológica, esta falta de unidade ética ou moral, possa haver divergências no seu seio. Hoje pode-se acreditar que é o senhor Sissoco Embaló que está na dianteira; amanhã, por ambições, pode ser o senhor Ilídio Vieira Té; num outro dia, pode ser o senhor Tomás Djassi, no outro dia, também pode ser o senhor Horta N'Tam que acredita que, tendo em conta um conjunto de variáveis, tem mais condições para continuar no poder do que o senhor Sissoco Embaló na Guiné-Bissau. No país, há um grupo que quer o progresso, que quer realmente ir ao encontro do Programa Maior, que foi redigido durante a luta de libertação: desenvolvimento, saúde, educação, infra-estruturas, desenvolvimento do nosso potencial enquanto povo. E depois existe um outro grupo, do qual fazem parte, não obstante eventuais contradições que possam existir entre eles, o senhor Sissoco Embaló, o senhor Tomás Djassi, o senhor Horta N'Tam e até o senhor Nuno Nabian Quem é que lidera o grupo que quer o desenvolvimento do país? Aconteceram eleições em Novembro de 2025. A comunidade internacional sabe quem ganhou as eleições. Eles expressaram que o que aconteceu na Guiné-Bissau foi um falso golpe de Estado na sequência daquelas eleições. O povo da Guiné-Bissau escolheu um candidato como seu representante, independentemente das divergências que possam existir com esse mesmo candidato a nível de projecto de sociedade. O povo da Guiné-Bissau deve ser soberano. Aquilo pelo qual se deve lutar é pelo respeito pela decisão popular do povo da Guiné-Bissau neste momento da sua história política. E é a partir daí que nós devemos começar a luta política. Enquanto não existir esse respeito pela soberania do voto, pela soberania da decisão popular, eu creio que nós estamos, ao fim e ao cabo, perante uma grande fábula. O líder da oposição da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, actualmente em Lisboa, considerou o anúncio do regresso de Sissoco Embaló “chocante” e motivo de “inquietação”, questionando se existem garantias de igualdade e de segurança para todos os participantes no processo eleitoral. O senhor considera que essas garantias são para todos? Evidentemente que não. Criou-se na Guiné-Bissau, de uma forma explícita, uma situação de excepção, em que existe esta ideia de que o Estado são estes senhores. Não existe lei na Guiné-Bissau neste momento. A Constituição que foi aprovada, na verdade, é um mero papel, porque não existe qualquer legitimidade. O referendo que aconteceu recentemente não pode ser chamado referendo. Aquilo é um simulacro, porque não existiam pré-requisitos. Ou seja, nós estamos numa situação de excepção. Não existe actividade política na Guiné-Bissau. Ou, pelo menos, a oposição não pode exercer qualquer actividade política. Como é que vamos falar seriamente de eleições, de referendo, de reconciliação, se não existem essas prerrogativas mínimas de um debate político na Guiné-Bissau? Mas a oposição será capaz de se unir para estas eleições? Domingos Simões Pereira pode contar com o apoio de quem? Onde é que se vai posicionar Fernando Dias? Não lhe consigo dizer de forma cabal. Eu creio que o fundamental é encarar a situação de frente. Isto é: existe, neste momento, um poder militar na Guiné-Bissau. Um poder bélico. Estão fortemente armados e colocaram um colete-de-forças no povo da Guiné-Bissau. Colocaram o povo da Guiné-Bissau numa grande prisão a céu aberto. E, perante esta situação concreta, objectiva, é preciso que a oposição se organize para lutar de forma consequente contra esta situação. Não me parece que a retórica possa resolver este conflito, tão-pouco. Penso que as eleições, tendo em conta o contexto que existe na Guiné-Bissau, não poderão resolver este conflito. Quais são as garantias de credibilidade e transparência do acto eleitoral, quando a Comissão Nacional de Eleições é constituída, na maioria, por membros do Conselho Nacional de Transição? O Supremo Tribunal de Justiça da Guiné-Bissau é um órgão que está ao serviço do regime. A Comissão Nacional de Eleições, idem, aspas. Os militares têm armas e não só assassinam activistas na Guiné-Bissau, como, por exemplo, o nosso irmão e camarada Vigário Balanta, como aprisionam líderes da oposição, como, por exemplo, aconteceu com o senhor Domingos Simões Pereira. Apropriam-se das sedes dos partidos políticos da oposição, não permitem que os sindicatos exerçam a sua tarefa e não permitem qualquer liberdade de expressão no país. Perante estas condições, podemos falar de eleições livres, democráticas e transparentes? Obviamente que não. Aquilo de que, na minha óptica, a oposição tem de se consciencializar é que, perante esta força, somente uma força social maior pode colocar em causa o estado de coisas.Isso implica, forçosamente, não obstante as dificuldades, a organização popular, a mobilização popular e, ao mesmo tempo, convocar solidariedades internacionais para lutar, de facto, contra este regime.
““O senhor respondeu: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu senhor!'” Mateus 25:21 NVIO que você tem feito com aquilo que Deus tem colocado em sua vida?Este versículo foi falado por Jesus na parábola dos talentos, que conta a história de pessoas que trabalhavam para multiplicar aquilo que seu senhor havia deixado, antes de sair de viagem. Nem sempre temos todo recurso necessário para fazer uma grande obra. Nesta história, o senhor deu a seus empregados, conforme sua capacidade e com isso cada um pode dar seu melhor diante do que tinha.Às vezes a obsessão em querer o melhor nos impede, de trabalhar e até mesmo, reconhecer aquilo que o senhor já tem nos dado.Se em uma tarefa simples, o empregado não consegue fazer e entregar o melhor, como que seu patrão lhe colocaria em algo ainda maior?Reconheça e faça a diferença no lugar onde você está, que o Senhor te prosperará.O mais importante não é somente onde você está, mas sim aonde está indo com suas atribuições atuais!Pensamento do dia:Baseado na maneira em que você tem trabalhado hoje, qual destino te espera?Oração:Senhor, queremos a cada dia trabalhar com tudo aquilo que recebemos de ti, nos ajude a multiplicar os dons que recebemos de ti.Em nome de Jesus, Amém !Que você tenha um dia abençoado!Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #facaomelhor#FaçaADiferença#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Lua Cheia em Áries: um fechamento de ciclo sob uma atmosfera de tensãoEsta não é uma Lua Cheia para ser tratada como mais uma lunação.A Lua Cheia acontece a 3°37' de Áries, praticamente em cima de Netuno retrógrado, que está nos primeiros graus do mesmo signo. O Sol, em Libra, fica exatamente do outro lado do eixo. Saturno também está retrógrado em Áries, participando do cenário pelo mesmo signo.E existe algo ainda mais incômodo nessa história.O regente tradicional da Lua em Áries é Marte, que está nos últimos graus de Câncer, chegando ao grau 29, uma posição de encerramento e pressão. Pouco depois, Marte ingressa em Leão e caminha para uma oposição exata a Plutão em 3 de outubro, aspecto que já está ativo desde setembro.No mesmo dia, Vênus fica retrógrada em Escorpião, iniciando um período de revisão profunda envolvendo relacionamentos, dinheiro, valores, alianças e interesses. Vênus permanecerá retrógrada até 13 de novembro.Ou seja, a Lua Cheia abre uma sequência particularmente pesada: primeiro a névoa de Netuno, depois a cobrança de Saturno, em seguida a tensão Marte-Plutão e, finalmente, a retrogradação de Vênus.É uma lunação de fechamento, exposição e esgotamento.Aquilo que vinha sendo empurrado pode chegar ao limite. Aquilo que estava sendo sustentado artificialmente pode começar a desmoronar. E aquilo que parecia resolvido pode voltar para ser revisto.Não é necessariamente o fim de tudo. Mas é um céu que dificulta bastante continuar fingindo que está tudo bem.E há uma coincidência de calendário impossível de ignorar: essa combinação de Vênus retrógrada e Marte em oposição a Plutão ocorre em 3 de outubro, um dia antes do primeiro turno das eleições brasileiras, marcado oficialmente para 4 de outubro. Isso descreve astrologicamente um ambiente de elevada tensão simbólica, mas não permite concluir quem vencerá ou qual será o resultado do pleito.Quer ler o seu horóscopo? Acesse o link a seguir ver os 12 signos do Zodíaco https://www.saimagos.com/astrologia-signos-cabala-taro-cura
Aquilo que sentimos está sujeito a uma comparação relativamente a um ponto de referência. Quando dizemos: Sinto-me melhor! Há sempre um ponto de referência que gera uma comparação...
E se a porta estiver fechada?Talvez você esteja olhando para o lugar errado.Em Marcos 2, quatro homens carregam um paralítico até Jesus. Eles chegam ao lugar certo, encontram Jesus, carregam a fé certa, mas existe um problema:a porta está bloqueada.Eles poderiam voltar para casa.Mas decidiram procurar outro caminho.Se não dá pela porta, vamos pelo teto.Essa mensagem do Bispo Carlos Damasceno é um chamado para quem precisa parar de interpretar obstáculos como o fim da história.Porque uma porta é apenas uma forma de entrar.Deus não precisa do caminho que você imaginou para levar você ao destino que Ele prometeu.Nesta palavra, você vai aprender que:
Cris recebe a ligação de Victória, que relata um avistamento de OVNI, possível Grey e disco voador semi-submerso em uma lagoa, além de outros fenômenos ufológicos presenciados anos depois. Ela também conta sobre uma luz azul fazendo movimentos incomuns no céu e um objeto luminoso em formato de pião visto por vários vizinhos, seguido por interferência elétrica e lâmpadas piscando em sincronia. Um relato sobrenatural real sobre OVNIs, alienígenas, ufologia, contato extraterrestre e fenômenos sem explicação.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Gênesis, capítulo 21, versículos 8 ao 21, nos traz uma reflexão sobre os planos de Deus e os nossos.Sara havia recebido uma promessa de Deus: ela teria um filho, e Isaque finalmente nasceu. Mas, antes disso, Sara tentou construir um “plano B”. Diante da demora da promessa, ela buscou uma solução humana por meio de Agar e Ismael. O problema é que aquilo que parecia uma alternativa para resolver a situação acabou produzindo conflitos e dores.Em Gênesis 21, vemos as consequências dessa escolha. Sara pede que Agar e Ismael sejam mandados embora. Abraão fica angustiado, mas Deus lhe mostra que, apesar de tudo, Ele continuaria cuidando de Ismael.O plano B de Sara nos ensina algo importante: quando Deus demora, somos tentados a assumir o controle. Queremos ajudar Deus a cumprir aquilo que Ele prometeu. E, muitas vezes, criamos alternativas que parecem resolver o problema naquele momento, mas que podem trazer consequências que não imaginávamos.Sara tentou antecipar a promessa, mas Deus não precisava da ajuda dela para cumprir Sua palavra.Há momentos em que também pensamos:“Já que Deus não fez, vou fazer do meu jeito.”“Se essa porta não abriu, vou criar outra.”“Se a promessa está demorando, preciso encontrar uma alternativa.”Mas a fé não significa apenas acreditar que Deus pode cumprir. Significa também confiar no tempo e na maneira como Ele escolhe cumprir.E há outra lição preciosa nesse texto: mesmo quando as decisões humanas geram consequências dolorosas, Deus continua sendo capaz de cuidar das pessoas envolvidas. Agar e Ismael foram para o deserto, mas Deus os encontrou ali. O deserto não estava fora do alcance da providência divina.Nem sempre precisamos de um plano B; muitas vezes precisamos apenas continuar confiando no plano de Deus.Não transforme a demora de Deus em autorização para agir por conta própria. A promessa pode parecer distante, mas Deus não perdeu o controle.A nossa ansiedade cria atalhos; a fé aprende a esperar.Talvez você esteja vivendo justamente esse momento: esperando uma resposta, uma porta, uma mudança ou o cumprimento de algo que Deus colocou em seu coração. Não permita que a demora faça você abandonar a confiança.O plano de Deus não precisa da nossa pressa para acontecer.“Aquilo que Deus prometeu, Ele sabe como, quando e de que maneira cumprir.”Não deixe a demora da promessa fazer você construir um plano B. Continue confiando no Deus que conhece o caminho.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
António Botelho tem vindo a afirmar-se como uma das vozes da nova geração da rádio em Portugal. Atualmente na TSF, acompanha diariamente a atualidade e vive de perto os desafios de um meio em constante transformação. Nesta conversa, dá a conhecer o percurso no mundo da rádio, a profissão de que gosta, os bastidores e a forma como olha para o presente e o futuro da comunicação sonora numa era cada vez mais digital. Entrevista de Ana Carolina Vidigal e Francisca Silva no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da Licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Flávio Muniz, especialista em SEO e tráfego orgânico há 20 anos, professor dos MBAs da USP e da PUC e fundador da agência Espalhando, com mais de R$ 10 milhões faturados e mais de 100 mil alunos impactados.Antes do digital, Flávio passou dez anos como funcionário público no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Ganhava bem, tinha estabilidade e mesmo assim saiu, porque, nas palavras dele, era uma estabilidade que o deixava preso. Abriu a própria agência e passou seis meses pagando contador e hospedagem sem conseguir um único cliente. Quando tentou resolver com anúncio, descobriu que R$ 50 decrédito sumiam em dez cliques.A virada foi uma observação simples: ele olhou logo abaixo dos anúncios do Google e viu que havia sites recebendo muito mais visita sem ter pago nada. Aquilo se chamavaSEO. Ele aplicou primeiro no próprio negócio, colocou a agência desconhecida no topo da busca, e passou a vender mostrando o próprio resultado para gráficas e pizzarias do bairro. Hoje ensina o mesmo método para empresas, para alunos de MBA e nos produtos digitais dele, e já aplica a mesma lógica às citações em inteligência artificial.Flávio defende que o mercado brasileiro está viciado em anúncio e bate cabeça todo dia para ver se a conta fecha, enquanto ignora o Google e as IAs. Para ele, dá para vender sem gastar um centavo em mídia, aparecendo ou não, e autoridade não depende do tamanho da empresa.No Kiwicast, ele falou sobre:· Por que ele largou dez anos de estabilidade no serviço público· O que ele fez nos seis meses em que não apareceunenhum cliente· Como colocar um negócio desconhecido no topo doGoogle sem pagar anúncio· O que muda agora que as pessoas perguntam para aIA em vez de buscar no Google· Por que ele diz que o mercado brasileiro estáviciado no Facebook· Quanto tempo o tráfego orgânico realmente levapara dar retornoE muito mais!Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify
A autora guineense Lizidória Mendes vai lançar uma edição francesa do seu primeiro romance “Sentimentos e Razão”, este sábado, na Maison du Portugal - André de Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O livro fala sobre a emancipação da mulher, mas também sobre o peso da ‘matchundadi' [masculinidade] e imagina “uma nova mulher guineense” numa “Guiné-Bissau em construção”. Neste programa conversamos com a guineense Lizidória Mendes, de 28 anos, que vai lançar uma edição francesa do seu primeiro romance “Sentimentos e Razão”, este sábado, na Maison du Portugal - André de Gouveia, na Cidade Universitária de Paris. O evento vai ser acompanhado por uma exposição de pinturas da artista plástica guineense Cálida Erinaide, inspiradas nas personagens do livro. “Sentimentos e Razão” conta a história da jovem Malia que sonha com uma carreira académica, que luta contra o peso das construções sociais no seu país e que recusa o feminismo nos moldes ocidentais. Esta é uma história sobre a emancipação da mulher guineense e sobre o peso da ‘matchundadi' [masculinidade] na Guiné-Bissau, mas também sobre uma outra forma de olhar para a mulher “não a partir do corpo, mas do que ela pensa”. O livro também fala sobre o que Lizidória Mendes resume como “uma Guiné-Bissau em construção”, onde se imagina “a nova mulher guineense” que respeita as suas raízes, mas também as questiona e reajusta. A autora quer acreditar no poder simbólico e até sagrado da literatura e deseja que “daqui a algum tempo tenhamos muitas Malias na Guiné”. RFI: Poderia fazer-nos uma curta apresentação deste livro? Lizidória Mendes, Autora de “Sentimentos e Razão”: “O livro ‘Sentimentos e Razão' é um romance que falou basicamente da masculinidade na perspectiva guineense, sobretudo na sua fase mais embrionária, e também falou, através da personagem principal que é a Malia, da emancipação da mulher. De uma forma geral, para o enredo do livro, nós conseguimos ver que a Malia não é uma extracção da verdadeira mulher guineense, mas sim uma reescrita do que a mulher guineense deve-se tornar, tirando todas as construções sociais que ela é imposta de seguir, como ter a sua vida cronometrada, ter os seus desejos, entre aspas, controlados pelas expectativas sociais. Ao olhar para a Malia, as pessoas não conseguem ver uma mulher guineense com base nas tradições e culturas, mas se nós formos ver, hoje em dia, as possibilidades que as mulheres podem ter daqui a cinco anos, dez anos, nós podemos ter uma mulher guineense com expressão da Malia ou mais ainda.” O que é que a Malia tem da Lisidória? “Bom, essa é uma pergunta que eu posso dizer que as pessoas me têm feito. E aqui também não vou ser, entre aspas, mentirosa, porque nós não podemos dissociar a arte do artista. Para mim, a arte sempre tem um ponto de partida. Para mim, para reescrever a nova mulher guineense, se o ponto de partida deve ser a partir de mim, que seja, e a Malia pode ter alguma coisa da Lisidória porque a Lisidória é a autora. Além disso, nada mais.” O livro conta a história de Malia, uma jovem guineense que quer estudar e chegar até ao mestrado em França, que luta pela sua emancipação, mas que recusa o feminismo nos moldes ocidentais. Quer explicar-nos porquê este feminismo nos moldes ocidentais não se pode adaptar à cultura guineense? Lemos, por exemplo, que há tradições na Guiné-Bissau que “para muitas mulheres são redes de apoio, onde o Estado não é capaz de garantir a segurança”. Certas tradições não são contraditórias com o feminismo? “Ao dizer que isto é contraditório, leva-nos mais para um debate epistemológico porque o feminismo é o que é dentro de uma realidade em que nasceu. Outras coisas também podem ser dentro das suas próprias realidades. Eu não nego que o feminismo é um projecto sustentável e bom para as mulheres, é muito bom, mas o facto de nós não querermos importar um feminismo, não quer dizer que nós não o podemos reinventar dentro das nossas comunidades para resolver os nossos problemas. O debate que eu trouxe no livro, como algumas pessoas estão, entre aspas, a falar que eu sou antifeminista e tal, o facto de não ser feminista não quer dizer que a pessoa é antifeminista. Eu acho que amanhã [16 de Setembro] já serei socióloga e daqui a alguns dias serei especialista em estudos de género, portanto, é a minha área de estudo. O meu projecto de mestrado repousa basicamente nisto da participação política das mulheres, mas o meu problema epistemológico é: será que o feminismo é universal? Respondo que não. Em todas as comunidades, as mulheres têm as suas próprias realidades. Entretanto, pensar que a cultura é sinónimo de repreensão, não é verdade. Também o Ocidente tem algumas práticas que deixam as mulheres nos segundos planos. O que é que eu nego? É importante nós vermos a realidade das mulheres com base nas suas realidades, criarmos mecanismos de protecção, não trazer modelos que não têm nada a ver com as suas realidades. É essa visão que eu tento trazer no livro. Eu nego a universalidade das coisas, é por isso que a Malia não é universal. Para mim, a vida é feita do específico para o colectivo, nós não podemos pensar a vida do colectivo para o específico. É basicamente essa interpretação e não tem nada a ver com antifeminismo. E eu, enquanto especialista de género, eu respeito muito as lutas feministas, são as lutas que eu estudo, mas eu defendo lutas locais. Por exemplo, na Guiné-Bissau, trabalhei sobre outras formas de organização, no caso, as ‘mandjuandades', que são organizações associativas na Guiné-Bissau que repousam mais nas questões de solidariedade económica e também nas questões geracionais, mas são organizações que surgiram antes das lutas feministas. E nós temos isso na Guiné-Bissau, são ‘mandjuandades', e o feminismo guineense poderia ser chamado de ‘mandjuandade'. Não é necessariamente o que nós vamos fazer que obrigatoriamente deve ser chamado de feminismo porque o feminismo é uma denominação, é nome, é epistemológico. Dentro das outras comunidades também pode existir uma outra coisa e aqui quero ressaltar: eu não sou antifeminista, pelo contrário.” Também aborda os constrangimentos sociais e o que se espera da mulher na Guiné-Bissau. Ficamos a questionar se a mulher tem espaço para ser livre na Guiné-Bissau. Isso também transparece no livro? “Sim, transparece no livro. O meu problema aqui é quando as pessoas vão pensar a opressão da mulher. Por exemplo, os colegas que vão fazer trabalhos em África, sobretudo nos países da África Ocidental, muitas das vezes vêem a opressão das mulheres nessas regiões como se a opressão nasceu basicamente em África, mas a questão da opressão, a questão da desigualdade, não tem cor, é universal. Agora, tentar atribuir a identidade de opressão, de desigualdade, para uma determinada comunidade, é errado. Sobretudo, por exemplo, quando alguns antropólogos vão fazer os trabalhos em zonas de África e tal, e as categorias que eles utilizam muitas das vezes não têm nada a ver. Por exemplo, tratam certas categorias como se fossem homogéneas, mas na Guiné-Bissau não existe homogeneidade. Mesmo ao falar, por exemplo, do patriarcado, há sociedades que são matrilineares, em que os filhos pertencem às mulheres e não aos homens. Então, para mim, eu acho que é importante nós fazermos trabalho epistemológico baseado nos contextos porque nós temos realidades muito bem construídas, mas muitas das vezes ao irmos ao terreno, nós utilizamos categorias ocidentais, conceitos ocidentais para denominar estas realidades. Entretanto, o que é que acontece? Os conceitos acabam por sobrepor a realidade. O que nós devemos fazer é reverter a situação. Fazer um trabalho de terreno e com base nesse trabalho de terreno, construirmos os problemas. Mas as pessoas já saem daqui com hipóteses e chegam lá só para confirmar, o que eu acho errado.” Há outro conceito que me parece central no livro, que é a constatação de uma masculinidade rígida, a “matchundadi”, que impossibilita os homens de viverem e de aceitarem a sua vulnerabilidade. Por que é que é algo tão central no livro e até que ponto também é uma questão política e mostra como é a própria sociedade bissau-guineense? “Eu diria até que ponto isto é epistemológico porque é muito intencional a repetição da palavra ‘matchundadi' no livro. Como eu disse, os assuntos tratados neste livro são embrionários. De uma forma geral, o conceito de ‘matchundadi' no livro não é desenvolvido. Os personagens vão dizendo: ‘Ah, tu estás a fazer à tua matchundadi e não sei o quê.' Mas aqui entra a questão e aqui centra-se o debate: até que ponto a matchundadi guineense é masculinidade e não virilidade? Porque muitas das vezes as pessoas acham que tudo o que é matchundadi guineense é virilidade. O que é que as pessoas denominam como matchundadi na Guiné-Bissau? É virilidade: mostrar a força, fazer abuso de poder. Aquilo é virilidade. Matchundadi é mais baseada nos valores de proteger, de prover, de ser uma pessoa com carácter. É o que ensinam em diferentes etnias, sobretudo através dos rituais, como o fanado.” O que é o "fanado"? “O fanado é uma espécie de ritual de iniciação tanto para mulheres, em certas etnias, como para homens também. Vou ressaltar aqui: excisão e fanado são duas coisas diferentes. Fanado é mais assente na questão da transmissão dos valores e tal. Entretanto, como eu tinha dito, todos os conceitos e debates vieram neste livro de uma forma embrionária. No segundo volume terá mais desenvolvimento. Mas, como eu disse, ‘matchundadi' aparece neste primeiro livro, mas até que ponto é político, mas sobretudo, epistemológico? O que é que as pessoas percebem como 'matchundadi'? É esse debate que eu quero trazer, apesar de o romance não dever ter este objectivo de trazer ao debate as coisas, mas, para mim, no contexto em que nós vivemos, é necessário.” Vai haver um segundo volume? Quando será lançado? “Sim, porque o meu livro original, ‘Sentimentos e Razão', tinha cerca de 500 e tal páginas, só que, na revisão, algumas pessoas me perguntaram: ‘Publicar um livro de 500 páginas na realidade guineense, quem vai ler?' Foi nisto que surgiu a ideia de diminuir, de recompor os cenários e saiu este primeiro volume. Agora vai ter o segundo volume e o terceiro volume em que eu vou trazer todas as histórias. Eu estabeleci uma meta de até final de Novembro estar disponível porque eu tenho que fazer ajustes, fazer a edição, fazer a impressão. Não sei, mas eu acho que até final de Dezembro vai estar disponível só o segundo, porque depois eu tenho que me concentrar no projecto do meu segundo livro.” Vai haver um outro livro? “Sim, o meu segundo intitulado ‘M'pili'. Inclusive já fiz o trabalho etnográfico, entrevistas, observações, procura de arquivos.” E é sobre o quê? “É mais um tema baseado na nossa memória colectiva porque o tema ‘m'pili' é muito patente na nossa sociedade, inclusive foi cantado pelo José Carlos Schwarz. Retrata mais as dinâmicas pós-independência, sobretudo a relação de poder e, sobretudo, também a relação de género.” O que quer dizer “m'pili”? “A m'pili', por exemplo, na língua pepel, m'pili' significa mulher - se não me engano, não tenho certeza - mas é um nome mais derivado da etnia manjaco e pepel.” Regressando ao livro “Sentimentos e Razão”, o amor é um tema também central, mas é um amor romântico, idealizado, que ocupa um enorme espaço na vida da personagem principal. Este tipo de amor não colide com a noção de desejo, de corpo e de liberdade? “É verdade. Tudo que a Malia pensa é idealizado porque a sua realidade é outra, mas também há um facto muito importante. No enredo, de uma forma geral, nós não conseguimos caracterizar a Malia. Praticamente a Malia aparece no livro sem corpo. Nós conseguimos só caracterizar a Malia através do que ela pensa e através do que ela faz, mas ninguém consegue saber se a Malia é branca, se é preta, se tem um corpo muito bem definido ou não. E aqui levanta-se um debate: será que as relações que nós mantemos com mulheres devem ser a partir do corpo ou a partir da mente? Porque durante muito tempo a mulher sempre foi resumida ao corpo. Por isso é que no meu livro ninguém consegue caracterizar a Malia. A Malia sempre construiu as suas relações a partir do que ela pensa, a partir do que ela prega, a partir do que ela sente. A Malia não aparece como uma personagem física dentro do livro e há alguns críticos que ja criticaram isto: ‘Como é que as pessoas vão ler o livro sem saber as características físicas da personagem?' Não é obrigatório a mulher ser conhecida a partir do seu corpo. É possível a mulher ser conhecida a partir da sua voz, a partir do que ela pensa, a partir da sua ideologia. Basicamente é isto. Por isso é que o centro da Malia é o desejo. Nós devemos normalizar também essa questão dos homens, ou melhor, a sociedade admirar a mulher a partir dos seus desejos, sem, no entanto, tocar.” O que é que este livro também conta sobre a Guiné-Bissau? “Eu resumiria isso numa única palavra. Uma Guiné-Bissau em construção porque daqui a cinco anos precisamos de mulheres como a Malia, que vai respeitar as suas raízes, o seu fulcro cultural, mas também questionando as coisas que não estão bem dentro desse fulcro cultural porque para mudarmos nós não precisamos de desfazer-nos da nossa cultura. O que é que nós precisamos? É reajustar porque todas as culturas têm partes nefastas e são estas partes nefastas que a Malia pede para serem reajustadas porque ela só cabe dentro da sua cultura. Sair da Guiné-Bissau, escolher viver em Portugal ou em França ou em outra parte do mundo, ela nunca vai pertencer àquele espaço. O seu verdadeiro espaço é o seu país. Então, para que ele viva no seu país de uma forma tranquila, precisa do reajuste.” Para viver no seu país é preciso condições e a Guiné-Bissau não tem estabilidade política, social e económica. Como é que olha para a Guiné-Bissau actualmente? “Eu, enquanto autora, digo que nenhum artista deve ser neutro, por mais que sejamos neutros enquanto artistas, a nossa arte deve falar sobretudo ao lado do povo. E eu reafirmo isto que a Guiné-Bissau não está bem, está longe de estar bem. Ao olhar só pelo cenário político, o que é que nós devemos fazer? É cada um contribuir da sua forma, mas contribuir da nossa forma não quer dizer que sejamos neutros. Para mim, é deixando de ser neutro que nós podemos contribuir para sair desta situação porque eu acho que sair da Guiné-Bissau e estar a viver num outro país não é o caminho porque nós saímos com a expectativa de que um dia o cenário mude, mas se nós temos essa expectativa, quem é que vai mudar o cenário? Devemos ser nós.” Quanto ao livro “Sentimentos e Razão - Korson ku roson”, porquê este título e o que é que ele significa? “O título “Korson ku roson” é em crioulo e eu quis mantê-lo assim. Para mim, é algo que me lembra quem eu sou e de onde eu saí. Não importa em que línguas o meu livro seja traduzido, sempre vou pedir que mantenham “Korson ku roson”, a língua guineense que agora chamam de crioulo. ‘Sentimentos e razão' porque eu sempre tive a crença que o mundo existe, mas tendo uma linha ténue que divide duas dimensões: o que nós sentimos e o que nós pensamos. Ou fazemos as nossas escolhas através do que o nosso coração manda ou através do que a nossa cabeça manda. Eu resumo o mundo, a vida, nestas duas dimensões.” Este é o seu primeiro livro. Primeiro tinha feito uma versão em língua portuguesa e agora sai em francês. É um passo importante para si? “Sim, sim. Este é o meu primeiro livro, digamos assim, oficial, mas, desde os meus 14 anos, eu já vinha escrevendo muitas coisas. Antes de publicar este livro, eu já tinha participado em outras produções literárias, sobretudo antologias. Eu participei na Antologia de Poetas da CPLP ‘Rotas de Camões'. Participei também na equipa que escreveu a primeira telenovela guineense. Outros poemas que eu fiz foram publicados por jornais como Nô Pintcha, sobretudo ‘Simplesmente Menina Africana', ‘Labareda de Queda' e alguns que já não me lembro porque, hoje em dia, eu escrevo mais crónicas e romances do que poemas. Mas este, em especial, é o meu primeiro livro, ‘Sentimentos e Razão'. A primeira versão eu publiquei em 2025, tornou-se logo ‘best seller' na Guiné-Bissau e depois fizemos a publicação em Portugal e em Paris também lançámos a versão portuguesa num evento da comunidade brasileira na Maison du Brésil. Depois foi traduzido.” Traduzir para francês e chegar a um outro público que, se calhar, não está tão familiarizado com a Guiné-Bissau, que se calhar mal conhece a Guiné-Bissau, também é importante? “Para mim é muito importante. Eu soube desta importância, sobretudo, no processo da revisão do livro, em que eu recebi muitas sugestões, por exemplo, de traduzir algumas expressões crioulas para o francês. Eu não traduzi porque, para mim, para o livro ser traduzido deve poder manter a sua essência, porque a tradução, só em si, já é um problema, na minha concepção, porque a tradução é interpretar e, muitas das vezes, algumas nuances numa certa língua dificilmente encontram uma tradução certa numa outra língua. Então, para mim, enquanto guineense e, entre aspas, escritora, eu não queria ver o meu livro neste ângulo de ver traduzidas as expressões crioulas. Para mim, é um caminho, quando um francês ler o meu livro e encontrar a expressão ‘matchu' e ‘kuma', ele que procure saber o que é que aquilo significa. No livro, nós vamos encontrar um mapa da Guiné-Bissau. Então, para mim, a literatura serve para isso, para fazer o nosso país viajar sem, no entanto, deslocar-se, mas assim fazer as pessoas que vão ler deslocarem-se para conhecerem a realidade. Foi o que aconteceu com muitos dos meus colegas da universidade que já leram o livro e estão com curiosidade e alguns já conseguem pronunciar algumas palavras em crioulo. Então, é isto que me deixa orgulhosa, além de ser importante a tradução do meu livro.” Esta quarta-feira é o dia da defesa do seu mestrado em Sociologia em Paris, algo que a personagem Malia, no início do livro, quando é adolescente, apresenta como um sonho. Tem um peso especial conjugar a defesa do mestrado com o lançamento deste livro? É simbólico? “Talvez seja simbólico de uma forma indirecta. Alguém me chamou a atenção, um artista muito renomado, que me disse: ‘Olha, eu li o teu livro, eu gostei muito, mas eu vejo muito a Malia em ti. Tens que tomar muito cuidado porque as palavras têm poder, sobretudo a arte é sagrada. O que tu escreves, amanhã acontece. Será que este livro levou-te a Paris ou foi Paris que te levou ao livro?' Eu acredito que foi o livro que me trouxe a Paris porque eu escrevi isto antes de sonhar que eu conseguiria a bolsa para vir estudar cá. Mas, se a arte é sagrada e as palavras também são sagradas e tudo o que nós escrevemos há-de acontecer, eu desejo que daqui a algum tempo tenhamos muitas Malias na Guiné.”
Nesta mensagem, o Bp. Carlos Damasceno mergulha em Gênesis 28 para mostrar uma verdade que pode transformar a forma como você enxerga o momento que está vivendo agora: o que parece fim de estrada pode ser a porta do céu.Você vai entender por quê:✅ Deus não precisa que tudo esteja em ordem para começar a trabalhar ✅ Aquilo que você chama de "pedra" pode ser o travesseiro que Deus está usando para lhe mostrar o futuro ✅ Existe movimentação invisível sobre situações que parecem paradas ✅ A promessa de Deus não muda quando o cenário muda ✅ Deus está presente — o problema é que muita gente está dormindo para issoSe você sente que está numa fase de deserto, de silêncio, de espera... esta palavra é para você. A escada ainda está aqui.
Neste episódio, mergulhamos no livro de Ageu: um povo que voltou do exílio, começou a reconstruir o templo... e parou por 16 anos. Não por rebelião, mas por um vilão sutil que nunca pede para você desistir, só pede para adiar.Exploramos o que significa viver "ocupado demais" e "funcionando bem" enquanto está desconectado do propósito para o qual Deus te formou. E trazemos decisões práticas para reordenar os afetos e voltar àquilo que você nasceu para ser.Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
Nesta mensagem, o Pr. Caleb Loureiro, com o texto em Atos, capítulo 27, versículos 10 ao 15, nos traz uma reflexão sobre as tempestades que enfrentamos em nossa vida.Paulo estava em um navio rumo a Roma quando percebeu que aquela viagem poderia terminar em grande perigo. Ele advertiu os responsáveis pela embarcação, mas sua voz não foi ouvida. Preferiram confiar nas circunstâncias favoráveis e seguir viagem. Porém, pouco depois, surgiu um vento violento, e o navio foi arrastado pela tempestade.Nem toda calmaria significa que estamos no caminho certo, e nem toda tempestade significa que Deus nos abandonou.Às vezes, tomamos decisões baseados naquilo que parece mais conveniente. As condições parecem favoráveis, as portas se abrem, tudo parece indicar que é hora de avançar. Mas existem momentos em que precisamos discernir não apenas o que parece bom, mas aquilo que Deus está dizendo.A tempestade de Atos 27 nos ensina algumas verdades:1. TEMPESTADES PODEM SURGIR MESMO QUANDO ESTAMOS FAZENDO A VONTADE DE DEUS.Paulo não estava fugindo de Deus. Ele estava a caminho de Roma, cumprindo uma missão. Mesmo assim, enfrentou uma tempestade.Isso nos lembra que obedecer a Deus não significa viver sem dificuldades. Há momentos em que a tempestade faz parte do caminho.Não interprete toda dificuldade como sinal de que Deus mandou você parar. Às vezes, Deus não está tirando você da tempestade; está ensinando você a atravessá-la.2. NEM TODA DECISÃO POPULAR É UMA DECISÃO SÁBIA.Paulo advertiu sobre o perigo, mas os responsáveis pelo navio preferiram seguir a opinião da maioria.Quantas vezes fazemos isso?Ouvimos mais as pessoas do que a direção de Deus. Escolhemos pelo que parece mais lógico, mais fácil ou mais conveniente.A fé também exige coragem para dizer: “Todos podem pensar assim, mas eu preciso ouvir o que Deus está dizendo.”3. QUANDO A TEMPESTADE CHEGA, NÃO É HORA DE ABANDONAR A FÉ.O texto diz que o vento começou a soprar com força e o navio perdeu o controle. Aquilo que parecia estar sob domínio dos homens passou a ser dominado pela tempestade.Existem momentos assim em nossa vida: situações que fogem das nossas mãos, planos que não saem como esperávamos e circunstâncias que parecem nos levar para uma direção que não escolhemos.Mas aquilo que está fora do nosso controle nunca estará fora do controle de Deus.A tempestade pode tirar o controle das nossas mãos, mas jamais tira Deus do controle.CONCLUSÃO: Talvez hoje você esteja vivendo uma tempestade.Não sabe quanto tempo ela vai durar. Não consegue enxergar uma saída. Talvez até esteja perguntando: “Deus, onde o Senhor está?”Lembre-se: a presença da tempestade não é a ausência de Deus.Paulo ainda tinha um destino: Roma. A tempestade poderia balançar o navio, mas não poderia cancelar o propósito de Deus.Há momentos em que Deus não acalma o vento imediatamente porque deseja fortalecer nossa fé enquanto atravessamos as ondas.A tempestade pode ser grande, mas o propósito de Deus é maior.Não desista no meio da tempestade.Não tome decisões dominado pelo medo.Não confunda vento contrário com abandono de Deus.Continue confiando.Porque quando Deus determina o destino, nenhuma tempestade tem autoridade para impedir aquilo que Ele decidiu realizar.“A tempestade pode mudar o rumo do navio, mas não pode mudar o destino que Deus estabeleceu.”Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas,Deus te abençoe!
Chegamos à metade da temporada de Lanternas e finalmente algumas cartas começaram a virar. No Reflix 185, Brunão e Baconzitos mergulham no quarto episódio da série da HBO Max, um capítulo que retoma com força a investigação de Rushville, coloca Hal Jordan e John Stewart efetivamente trabalhando juntos e entrega uma das principais respostas que a temporada vinha guardando desde a estreia. Quem é o Caçador Cósmico? A resposta finalmente aparece. Só que descobrir a identidade da criatura talvez seja o menor dos problemas. Sinestro entra na cabeça de Hal Jordan O episódio começa exatamente onde a história havia parado antes do flashback do capítulo anterior: Hal Jordan diante de Sinestro. E Sinestro não precisa de anel amarelo nenhum para usar sua arma favorita. O medo. A conversa entre os dois deixa evidente o quanto o antigo mentor ainda conhece Hal. Sinestro sabe quais perguntas fazer, quais inseguranças explorar e, principalmente, como transformar John Stewart em uma ameaça aos olhos do veterano Lanterna Verde. Se Hal já estava desconfortável com a possibilidade de John ser seu substituto, ele deixa a conversa ainda mais desconfiado. E isso contamina todo o restante do episódio. John também recebe uma proposta perigosa Enquanto Hal escuta Sinestro, John Stewart recebe seu próprio empurrão. A Guardiã Lianna revela que Hal violou um juramento ao procurar seu antigo mentor e orienta John a tomar definitivamente o anel na próxima oportunidade. Ou seja: os dois protagonistas passam o episódio cercados por pessoas tentando convencê-los de que não podem confiar um no outro. É justamente esse jogo de manipulação que Brunão e Baconzitos destrincham no Reflix 185. Porque, enquanto Hal e John tentam encontrar o inimigo escondido em Rushville, existe uma batalha muito mais íntima acontecendo entre eles. Afinal, quem é o Caçador Cósmico? Depois de semanas de suspeitas, teorias e pistas falsas, Lanternas finalmente entrega a resposta. Tudo aponta primeiro para William Macon. Mas a verdade está muito mais perto de John Stewart do que ele gostaria. Zoe Macon é o Caçador Cósmico. A personagem interpretada por Poorna Jagannathan revela sua verdadeira natureza e muda completamente a leitura de vários momentos dos episódios anteriores. Até mesmo sua aproximação com John passa a ganhar novos significados. E o mais interessante é que a série não transforma a revelação imediatamente em uma simples equação de herói contra vilão. Zoe parece carregar sentimentos, escolhas e conflitos que vão muito além de sua programação original. Rushville inteira está escondendo alguma coisa? A descoberta também levanta uma questão ainda maior. Se Zoe é realmente o Caçador Cósmico que Hal e John procuram, quanto os outros moradores de Rushville sabem sobre isso? William Macon certamente sabe mais do que dizia. A própria história de sua recuperação de uma doença terminal parece estar diretamente ligada à tecnologia extraterrestre. E o comportamento dos moradores começa a sugerir que Zoe talvez não esteja escondida apenas em Rushville. Talvez ela esteja sendo escondida por Rushville. A investigação que começou como um mistério envolvendo um ser extraterrestre passa, então, a se transformar em algo muito maior. Hal e John chegam ao ponto de ruptura Só que a principal explosão do episódio não envolve o Caçador Cósmico. Envolve os dois Lanternas. Hal percebe que John sabia — ou pelo menos suspeitava — que Zoe continuava viva e poderia estar diretamente ligada ao caso. John escondeu a informação. E, depois de ter sua insegurança cuidadosamente alimentada por Sinestro, Hal interpreta a mentira como confirmação de que não pode confiar em seu possível sucessor. O resultado é um dos momentos mais tensos da temporada até agora. Aquilo que começou como uma relação desconfortável entre mentor e aprendiz se transforma de vez em confronto. E Lanternas chega à metade da temporada com seus dois protagonistas talvez mais distantes do que nunca. O melhor episódio até agora? No Reflix 185, Brunão e Baconzitos discutem se o quarto capítulo finalmente entrega aquilo que a série vinha prometendo desde sua estreia. Tem investigação. Tem ficção científica. Tem construções feitas com os anéis. Tem Sinestro manipulando Hal. Tem Guardiões manipulando John. Tem revelação. E tem uma vaca atravessando um portal em uma das sequências mais absurdamente Lanterna Verde da temporada. Mas, por trás de tudo isso, continua existindo a questão que parece realmente mover a série: Hal Jordan e John Stewart conseguem confiar um no outro? Porque talvez o maior perigo para os dois não seja o Caçador Cósmico. Talvez sejam as pessoas dizendo aos dois exatamente aquilo que eles mais têm medo de ouvir.
Chegamos à metade da temporada de Lanternas e finalmente algumas cartas começaram a virar. No Reflix 185, Brunão e Baconzitos mergulham no quarto episódio da série da HBO Max, um capítulo que retoma com força a investigação de Rushville, coloca Hal Jordan e John Stewart efetivamente trabalhando juntos e entrega uma das principais respostas que a temporada vinha guardando desde a estreia. Quem é o Caçador Cósmico? A resposta finalmente aparece. Só que descobrir a identidade da criatura talvez seja o menor dos problemas. Sinestro entra na cabeça de Hal Jordan O episódio começa exatamente onde a história havia parado antes do flashback do capítulo anterior: Hal Jordan diante de Sinestro. E Sinestro não precisa de anel amarelo nenhum para usar sua arma favorita. O medo. A conversa entre os dois deixa evidente o quanto o antigo mentor ainda conhece Hal. Sinestro sabe quais perguntas fazer, quais inseguranças explorar e, principalmente, como transformar John Stewart em uma ameaça aos olhos do veterano Lanterna Verde. Se Hal já estava desconfortável com a possibilidade de John ser seu substituto, ele deixa a conversa ainda mais desconfiado. E isso contamina todo o restante do episódio. John também recebe uma proposta perigosa Enquanto Hal escuta Sinestro, John Stewart recebe seu próprio empurrão. A Guardiã Lianna revela que Hal violou um juramento ao procurar seu antigo mentor e orienta John a tomar definitivamente o anel na próxima oportunidade. Ou seja: os dois protagonistas passam o episódio cercados por pessoas tentando convencê-los de que não podem confiar um no outro. É justamente esse jogo de manipulação que Brunão e Baconzitos destrincham no Reflix 185. Porque, enquanto Hal e John tentam encontrar o inimigo escondido em Rushville, existe uma batalha muito mais íntima acontecendo entre eles. Afinal, quem é o Caçador Cósmico? Depois de semanas de suspeitas, teorias e pistas falsas, Lanternas finalmente entrega a resposta. Tudo aponta primeiro para William Macon. Mas a verdade está muito mais perto de John Stewart do que ele gostaria. Zoe Macon é o Caçador Cósmico. A personagem interpretada por Poorna Jagannathan revela sua verdadeira natureza e muda completamente a leitura de vários momentos dos episódios anteriores. Até mesmo sua aproximação com John passa a ganhar novos significados. E o mais interessante é que a série não transforma a revelação imediatamente em uma simples equação de herói contra vilão. Zoe parece carregar sentimentos, escolhas e conflitos que vão muito além de sua programação original. Rushville inteira está escondendo alguma coisa? A descoberta também levanta uma questão ainda maior. Se Zoe é realmente o Caçador Cósmico que Hal e John procuram, quanto os outros moradores de Rushville sabem sobre isso? William Macon certamente sabe mais do que dizia. A própria história de sua recuperação de uma doença terminal parece estar diretamente ligada à tecnologia extraterrestre. E o comportamento dos moradores começa a sugerir que Zoe talvez não esteja escondida apenas em Rushville. Talvez ela esteja sendo escondida por Rushville. A investigação que começou como um mistério envolvendo um ser extraterrestre passa, então, a se transformar em algo muito maior. Hal e John chegam ao ponto de ruptura Só que a principal explosão do episódio não envolve o Caçador Cósmico. Envolve os dois Lanternas. Hal percebe que John sabia — ou pelo menos suspeitava — que Zoe continuava viva e poderia estar diretamente ligada ao caso. John escondeu a informação. E, depois de ter sua insegurança cuidadosamente alimentada por Sinestro, Hal interpreta a mentira como confirmação de que não pode confiar em seu possível sucessor. O resultado é um dos momentos mais tensos da temporada até agora. Aquilo que começou como uma relação desconfortável entre mentor e aprendiz se transforma de vez em confronto. E Lanternas chega à metade da temporada com seus dois protagonistas talvez mais distantes do que nunca. O melhor episódio até agora? No Reflix 185, Brunão e Baconzitos discutem se o quarto capítulo finalmente entrega aquilo que a série vinha prometendo desde sua estreia. Tem investigação. Tem ficção científica. Tem construções feitas com os anéis. Tem Sinestro manipulando Hal. Tem Guardiões manipulando John. Tem revelação. E tem uma vaca atravessando um portal em uma das sequências mais absurdamente Lanterna Verde da temporada. Mas, por trás de tudo isso, continua existindo a questão que parece realmente mover a série: Hal Jordan e John Stewart conseguem confiar um no outro? Porque talvez o maior perigo para os dois não seja o Caçador Cósmico. Talvez sejam as pessoas dizendo aos dois exatamente aquilo que eles mais têm medo de ouvir.
Transportado de Queens para Manhattan num carro da polícia, Luís Mendes sentiu que fim do mundo chegara. Apoiou no salvamento e na complexa remoção de escombros junto de uma equipa de três mil pessoasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Lucas, capítulo 24, versículos 13 ao 35, nos traz uma reflexão sobre a presença de Jesus conosco em todo tempo.Os discípulos que caminhavam para Emaús estavam convencidos de que tudo havia terminado. Jesus havia morrido, seus sonhos pareciam destruídos e a esperança que tinham depositado Nele parecia ter chegado ao fim.O interessante é que Jesus estava caminhando ao lado deles, mas eles não conseguiam reconhecê-lo.1. O que vemos nem sempre revela toda a realidadePara aqueles discípulos, a cruz significava derrota. O sepulcro parecia confirmar o fim. Mas, enquanto eles enxergavam apenas uma tragédia, Deus estava realizando a maior vitória da história.Quantas vezes fazemos o mesmo?Olhamos para uma situação e concluímos: "acabou", "não tem mais jeito", "Deus me abandonou". Porém, nem tudo é o que parece.Aquilo que parece ser o fim pode ser apenas o começo de algo que Deus ainda está realizando.2. Jesus pode estar presente mesmo quando não conseguimos percebê-loLucas diz que Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles, mas seus olhos estavam impedidos de reconhecê-lo.Isso nos ensina algo poderoso: a ausência da nossa percepção não significa a ausência de Deus.Talvez você não esteja conseguindo enxergar uma saída. Talvez não consiga entender o que está acontecendo. Mas Deus não deixou de caminhar com você simplesmente porque você não consegue vê-lo.A presença de Deus não depende da nossa capacidade de percebê-la.3. Deus transforma a nossa perspectiva através da Sua PalavraEnquanto caminhavam, Jesus explicou as Escrituras e mostrou que o sofrimento e a morte do Messias faziam parte do plano de Deus.Depois, eles disseram: "Porventura não nos ardia o coração, quando ele pelo caminho nos falava e quando nos abria as Escrituras?"A Palavra começou a mudar aquilo que os olhos deles estavam vendo.Quando conhecemos apenas as circunstâncias, podemos perder a esperança. Mas quando enxergamos as circunstâncias à luz da Palavra de Deus, nossa perspectiva muda.A situação pode continuar difícil, mas o nosso coração já não é o mesmo.4. O que parecia uma caminhada de derrota tornou-se uma experiência de encontroEles saíram de Jerusalém caminhando para Emaús com o coração pesado. Depois do encontro com Jesus, fizeram o caminho de volta.Antes, estavam indo embora. Agora, estavam retornando.Antes, carregavam tristeza. Agora, carregavam uma notícia.Antes, pensavam que tudo havia acabado. Agora, sabiam que Jesus estava vivo!Um encontro verdadeiro com Cristo muda a direção da nossa caminhada.Talvez hoje você esteja olhando para alguma área da sua vida e pensando que tudo terminou.Mas lembre-se de Emaús: Nem tudo é o que parece.A cruz parecia derrota, mas era vitória.O sepulcro parecia o fim, mas era o começo.A caminhada parecia solitária, mas Jesus estava presente.A esperança parecia perdida, mas Cristo estava vivo.Por isso, não tire conclusões definitivas sobre uma história que Deus ainda está escrevendo.Continue caminhando. Continue crendo. Continue ouvindo a Palavra.Pode ser que, quando você menos esperar, seus olhos se abram e você perceba:Jesus esteve comigo o tempo todo.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
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“Por isso, celebremos a festa, não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, e sim com os pães sem fermento, os pães da sinceridade e da verdade.”¹A vida com Cristo deve ser marcada por celebração. Não uma celebração superficial ou apenas exterior, mas uma resposta consciente e transbordante ao que Jesus fez por nós. Podemos celebrar porque Cristo, nosso Cordeiro Pascal, foi sacrificado em nosso lugar.¹ Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo² e fomos resgatados pelo Seu precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula.³A Ceia do Senhor nos faz lembrar dessa realidade. Assim como a Páscoa foi estabelecida como memorial para Israel,⁴ Jesus nos deu o pão e o cálice para fazermos em memória dEle.⁵ Não lembramos de alguém simplesmente ausente, mas daquele que está vivo, presente e operando entre nós. A base da nossa comunhão com Deus não está em nossos méritos ou desempenho, mas na obra perfeita de Cristo. Por isso, podemos contemplar o Cordeiro e nos unir à proclamação celestial: “Digno é o Cordeiro que foi morto”.⁶Mas a mesma Palavra que nos chama para a festa também nos chama para lançar fora o velho fermento. Um pouco de fermento leveda toda a massa.¹ Aquilo que parece pequeno e tolerável pode alcançar outras áreas da nossa vida. Por isso, diante do Senhor, precisamos permitir que o Espírito Santo sonde o nosso coração, revele qualquer caminho mau e nos conduza pelo caminho eterno.⁷Esse fermento pode aparecer de maneiras evidentes, mas também de formas sutis: ira, irritação, palavras ásperas, amargura, ressentimento, falta de perdão, impureza, avareza, hipocrisia, ansiedade ou um coração dividido. A Palavra nos chama a levantar mãos santas, sem ira e sem animosidade;⁸ a seguir a paz e a santificação, cuidando para que nenhuma raiz de amargura brote em nós;⁹ e a cultivar um espírito manso e tranquilo, que é de grande valor diante de Deus.¹⁰Essa limpeza precisa alcançar especialmente a vida dentro de casa. O Senhor deseja sinceridade e verdade nos relacionamentos mais próximos: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos e discípulos. Aos maridos, a Palavra ordena que vivam a vida comum do lar com discernimento, consideração e honra, lembrando que são juntamente herdeiros da graça da vida.¹¹ Não podemos querer celebrar ao Senhor enquanto permitimos que dureza, desonra, falta de perdão ou impureza permaneçam escondidas em nosso coração ou em nossa casa.Também precisamos vigiar aquilo que permitimos entrar pelos nossos olhos e ocupar nossos pensamentos. Não devemos ser condescendentes com o pecado, tratando como inofensivo aquilo que pode, pouco a pouco, contaminar toda a massa. O chamado é para abandonarmos a velha vida e celebrarmos com os pães sem fermento da sinceridade e da verdade.¹Quando Deus tirou Seu povo do Egito, Faraó tentou impor concessões: que eles adorassem sem sair do Egito; que não fossem muito longe; que deixassem parte da família; e, por fim, que deixassem seus bens.¹² Mas Moisés não aceitou uma libertação parcial. Jovens, velhos, filhos, filhas, rebanhos e tudo o que possuíam deveria sair, porque eles tinham uma festa para celebrar ao Senhor.¹³O mesmo princípio nos alcança hoje. Deus não nos chama para uma vida parcialmente separada para Ele. Não podemos deixar áreas da nossa vida no “Egito”. Nossa casa, relacionamentos, trabalho, recursos, pensamentos, olhos, palavras e decisões pertencem ao Senhor. Somos chamados para celebrar com tudo o que somos e tudo o que temos.Por isso, celebremos a festa! Contemplemos o Cordeiro Santo de Deus, reconhecendo que somente por Seu sangue temos acesso ao Pai. E, diante dessa graça, examinemos a nós mesmos,¹⁴ lançando fora todo velho fermento. Que não haja concessões com aquilo que pertence à velha vida, mas sinceridade, verdade, santidade e alegria transbordante na presença do Senhor.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, como texto em Filipenses, capítulo 4, versículos 4 ao 9, nos traz uma reflexão sobre algo que afeta quase todos nós, a ansiedade.Vivemos em um tempo em que a ansiedade parece ter se tornado parte da rotina. Preocupamo-nos com o amanhã, com aquilo que pode acontecer, com aquilo que não podemos controlar e, muitas vezes, até com problemas que ainda nem existem.Paulo, porém, nos apresenta um caminho diferente. Ele escreve Filipenses 4 não de um lugar de conforto, mas em meio a circunstâncias difíceis. E sua orientação é poderosa: “Não andem ansiosos por coisa alguma.”Isso não significa que nunca teremos problemas, medo ou momentos de preocupação. Significa que não precisamos carregar sozinhos aquilo que podemos colocar nas mãos de Deus.1. A ansiedade olha para o que pode acontecer; a fé olha para quem Deus éA ansiedade pergunta: “E se der errado?”“E se eu não conseguir?”“E se amanhã for pior?”A fé responde: “Mesmo que eu não saiba o que acontecerá amanhã, eu sei quem estará comigo amanhã.”Paulo não promete ausência de problemas. Ele apresenta a presença de Deus no meio deles.Por isso, ele começa dizendo: “Alegrem-se sempre no Senhor.”Nossa alegria não depende das circunstâncias. Ela depende de quem está conosco dentro delas.2. A oração transforma preocupação em entregaPaulo continua: “Não andem ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as suas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.”Observe a mudança:Preocupação → Oração.Medo → Entrega.Angústia → Confiança.Aquilo que ocupa a nossa mente precisa encontrar um lugar diante de Deus.Às vezes, queremos controlar aquilo que Deus está nos pedindo para entregar.A oração não muda apenas as circunstâncias; muitas vezes, a oração muda primeiro o nosso coração diante das circunstâncias.3. A paz de Deus não depende da explicação E então vem uma das maiores promessas do texto: “E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.”Paulo não diz que entenderemos tudo.Ele diz que teremos paz mesmo sem entender tudo.Essa é a diferença entre a paz do mundo e a paz de Deus.A paz do mundo diz: “Fique em paz quando tudo estiver resolvido.”A paz de Deus diz: “Fique em paz porque Deus continua no controle, mesmo quando nada parece resolvido.”4. Cuidado com aquilo que alimenta a sua mentePaulo também fala sobre os pensamentos: “Tudo o que é verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável e de boa fama... seja isso o que ocupe o pensamento de vocês.”Se alimentarmos constantemente o medo, a dúvida, as notícias ruins, as possibilidades negativas e aquilo que ainda nem aconteceu, a ansiedade encontrará espaço para crescer.Por isso, precisamos aprender a perguntar: “O que estou permitindo ocupar minha mente?”Nem todo pensamento merece permanecer.Nem todo medo merece ser alimentado.Nem toda possibilidade precisa ser antecipada.Há coisas que precisam ser entregues a Deus e não repetidas dentro da nossa cabeça.Filipenses 4 nos ensina que a ansiedade não precisa ser o destino da nossa mente.Quando a preocupação chegar, ore.Quando o medo aparecer, confie.Quando não entender o caminho, continue caminhando com Deus.Quando sua mente estiver acelerada, volte seus pensamentos para aquilo que é verdadeiro.E quando você não conseguir controlar as circunstâncias, lembre-se:Você pode não controlar o que acontece ao seu redor, mas pode colocar tudo nas mãos daquele que controla todas as coisas.A ansiedade diz: “Você precisa resolver tudo.”A fé diz: “Você precisa confiar em Deus.”E quando colocamos nossas preocupações diante do Senhor, Ele não promete necessariamente nos explicar tudo.Ele promete guardar nosso coração.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Sandra Turchi está certa de uma coisa: por mais que a tecnologia mude, no fim das contas, ainda estamos falando de pessoas. Certa de que nenhuma transformação acontece de verdade apenas porque uma nova ferramenta apareceu, ela dedicou boa parte da vida a observar como as pessoas mudam, como os negócios mudam e como nós mesmos precisamos mudar quando o mundo ao nosso redor já não é mais o mesmo. E talvez seja justamente essa a parte mais interessante da sua história. Ela começou sua carreira quando o mundo era analógico, viu nascer a internet, acompanhou a transformação do consumidor, ajudou empresas a entrar no comércio eletrônico, atravessou a revolução das redes sociais e agora está diante de uma nova mudança de proporções enormes: a inteligência artificial. Mas existe uma pergunta que atravessa tudo isso: o que muda em nós quando o mundo muda tão rapidamente? Ela tem algumas respostas. E muitas outras perguntas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a professora, palestrante, empreendedora, autora e uma das pioneiras do marketing digital no Brasil contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “A gente passa a vida aprendendo a lidar com aquilo que não controla”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Conversas com as Entidades sobre temas diversos
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Jogo da memória com figurinos da Laura Dern, a magia do deslumbramento, primeiro contato do bebê com o terror jurássico, enquadramentos heroicos, Diane Ladd parindo dinossauros, cocôs gigantes, répteis simpáticos, a grande performance da Anne Hathaway do ano, dinossauros de stop motion do Leste Europeu e dicas de como o senso de comunidade pode salvar a sua vida.Hoje, os Esqueletos investigam o que há no Fim da Rua em uma dobradinha jurássica mais que especial: Jurassic Park + O Fim da Rua.Apresentado por:Luiz Machado, João Neto e Alvaro de Souza.Com a participação especial de Yuri Célico.Leia o texto de Yuri Célico, "Aquilo que devora seus pais", no nosso site:Confira o nosso site: esqueletosnoarmario.com/@esqueletosgays no Twitter e InstagramAcesse o apoia.se/esqueletosgaysE o orelo.cc/esqueletosgays
Palavras têm força. Cuide do que você fala sobre a sua própria vida. Fale de coisas boas. Diga que vai dar certo. Que caminhos vão aparecer. Que você vai encontrar paz, amor, prosperidade e motivos para agradecer. E agradeça também pelo que ainda está chegando. Acredite antes de ver. Aquilo que a gente alimenta com pensamento, palavra e fé começa a mudar a maneira como a gente enxerga a vida. Então, hoje, amanhã, sempre, fale bem da sua história. Fale com fé sobre o seu futuro. E siga fazendo a sua parte. O que é seu também encontra o caminho até você.
Palavras têm força. Cuide do que você fala sobre a sua própria vida. Fale de coisas boas. Diga que vai dar certo. Que caminhos vão aparecer. Que você vai encontrar paz, amor, prosperidade e motivos para agradecer. E agradeça também pelo que ainda está chegando. Acredite antes de ver. Aquilo que a gente alimenta com pensamento, palavra e fé começa a mudar a maneira como a gente enxerga a vida. Então, hoje, amanhã, sempre, fale bem da sua história. Fale com fé sobre o seu futuro. E siga fazendo a sua parte. O que é seu também encontra o caminho até você.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Preparados para aquilo que Deus fará - Pr. Saulo Henriques by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Jardim Primavera Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Como vencer as provações sem perder a fé? Nesta poderosa mensagem, o Bp. Antônio Carlos ensina que as aflições fazem parte da caminhada, mas nunca representam o abandono de Deus. Jesus já nos advertiu que enfrentaríamos dificuldades, porém também declarou: “Tende bom ânimo, eu venci o mundo”. A mensagem mostra que uma das maiores batalhas acontece em nossa mente. Por isso, precisamos enchê-la diariamente com a Palavra de Deus, rejeitando o medo, a incredulidade e toda voz contrária às promessas do Senhor. As provações também podem produzir perseverança, crescimento e maturidade espiritual. Aquilo que hoje parece um atraso pode ser preparação; uma porta fechada pode representar livramento; e uma luta aparentemente inexplicável poderá se transformar em um grande testemunho. Não interprete Deus pelas circunstâncias. Permaneça firme na Palavra. Deus é fiel, suas promessas permanecem e Ele nunca perde o controle da sua vida. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema Deus não perde o Controle da nossa Vida Feira26/08/2026 Pregador : Bp. Antônio Carlos Aula 18 Módulo – 70 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Aquilo que os olhos não conseguem enxergar - Pr. Marcelo Mathias by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Uma mulher estava no aeroporto esperando seu voo. Como ainda faltava bastante tempo, ela resolveu comprar um livro e um pacote de biscoitos. Sentou num banco e começou a ler. Ao lado dela havia um homem e entre os dois estava um pacote de biscoitos. Depois de alguns minutos, ela pegou um biscoito. O homem pegou também. Ela achou estranho, mas não falou nada. Pegou outro e ele também. E aquilo começou a incomodá-la. Mas que homem folgado, está comendo meus biscoitos e nem me pediu um. Mas para não criar confusão, ela continuou lendo. Ela pegava um, ele pegava um. E a cada biscoito ela ficava mais indignada com a falta da educação daquele desconhecido. Até que restou apenas um. Ela parou e ficou esperando. Vamos ver o que ele vai fazer. O homem pegou o último biscoito, sorriu, quebrou no meio. Comeu uma metade e ofereceu a outra pra ela. Aquilo foi o limite. Irritada, ela pegou as coisas dela e saiu correndo. Você também ficaria irritado também, né? Pois muito que bem. Já dentro do avião, ela resolveu abrir a bolsa, procurando alguma coisa e congelou. O pacote de biscoitos estava ali, fechado, lacrado, intacto. Durante todo aquele tempo, ela achou que aquele homem estava comendo os biscoitos dela, quando na verdade era ela quem estava comendo os biscoitos dele. E sabe o que mais me pega nessa história? Ela tinha certeza que ela estava certa. Certeza que aquele homem era um homem folgado, mal-educado, sem noção. E nós, ouvindo essa história, provavelmente pensamos a mesma coisa. Até ela abrir a bolsa. Quantas vezes a gente faz isso na vida? Eu julgo uma atitude, crio uma versão inteira sobre alguém e reage como se conhecesse todos os fatos. Quando na verdade pode existir um pacote de biscoitos dentro da bolsa que a gente ainda não viu. Então, antes de julgar alguém, lembra dessa história. Nem tudo é exatamente como parece. E, às vezes, enquanto tu acredita que alguém tá tirando alguma coisa de ti, essa pessoa pode estar até dividindo algo contigo. Que Deus abençoe o teu dia.
Uma mulher estava no aeroporto esperando seu voo. Como ainda faltava bastante tempo, ela resolveu comprar um livro e um pacote de biscoitos. Sentou num banco e começou a ler. Ao lado dela havia um homem e entre os dois estava um pacote de biscoitos. Depois de alguns minutos, ela pegou um biscoito. O homem pegou também. Ela achou estranho, mas não falou nada. Pegou outro e ele também. E aquilo começou a incomodá-la. Mas que homem folgado, está comendo meus biscoitos e nem me pediu um. Mas para não criar confusão, ela continuou lendo. Ela pegava um, ele pegava um. E a cada biscoito ela ficava mais indignada com a falta da educação daquele desconhecido. Até que restou apenas um. Ela parou e ficou esperando. Vamos ver o que ele vai fazer. O homem pegou o último biscoito, sorriu, quebrou no meio. Comeu uma metade e ofereceu a outra pra ela. Aquilo foi o limite. Irritada, ela pegou as coisas dela e saiu correndo. Você também ficaria irritado também, né? Pois muito que bem. Já dentro do avião, ela resolveu abrir a bolsa, procurando alguma coisa e congelou. O pacote de biscoitos estava ali, fechado, lacrado, intacto. Durante todo aquele tempo, ela achou que aquele homem estava comendo os biscoitos dela, quando na verdade era ela quem estava comendo os biscoitos dele. E sabe o que mais me pega nessa história? Ela tinha certeza que ela estava certa. Certeza que aquele homem era um homem folgado, mal-educado, sem noção. E nós, ouvindo essa história, provavelmente pensamos a mesma coisa. Até ela abrir a bolsa. Quantas vezes a gente faz isso na vida? Eu julgo uma atitude, crio uma versão inteira sobre alguém e reage como se conhecesse todos os fatos. Quando na verdade pode existir um pacote de biscoitos dentro da bolsa que a gente ainda não viu. Então, antes de julgar alguém, lembra dessa história. Nem tudo é exatamente como parece. E, às vezes, enquanto tu acredita que alguém tá tirando alguma coisa de ti, essa pessoa pode estar até dividindo algo contigo. Que Deus abençoe o teu dia.
Aquilo que é hoje óbvio não o foi durante séculos: quando começámos a aprender a ler e escrever; como foram evoluindo os níveis de literacia; e quando teve início o esforço de alfabetização geral?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre João Vitor, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 23,23-26Naquele tempo, disse Jesus:"Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo".Palavra da Salvação.
A realizadora angolana Pocas Pascoal, foi distinguida a 9 de Agosto com o 'The Open Doors - OIF Francophonie Award', no âmbito do Festival de Cinema de Locarno na Suíça que decorreu de 5 a 15 de Agosto. Durante o festival, a cineasta, autora nomeadamente de fitas como 'Memórias de Infância' em 2000, ou ainda 'Alda e Maria' em 2011, projectou a sua curta-metragem 'Time to Change', um filme sob forma de denúncia do colonialismo e apresentou o projecto pelo qual foi premiada, em torno da figura da cineasta francesa Sarah Maldoror, conhecida designadamente por ter acompanhado em imagem a luta de libertação de Angola. Em entrevista à RFI, a realizadora, a viver em Portugal há cerca de nove anos, partilhou a sua alegria por ter sido distinguida, falou da sua experiência como cineasta em Portugal e também evocou o que pretende contar na fita sobre Sarah Maldoror. RFI: Como se sente com o prémio que recebeu em Locarno? Pocas Pascoal: Sinto-me muito bem! Acho que é um grande impulso também para a minha carreira, que já começou há muitos anos, mas continua a crescer. É um prémio que vai valorizar também o projecto que eu estou a escrever sobre a Sarah Maldoror, que vai de certeza permitir-me concluir o projecto que estou a escrever e espero eu que vai ajudar também a ter financiamentos. Portanto, eu acho que é assim uma coisa muito, muito importante, o que me aconteceu. Tive muita gente a contactar-me interessada no projecto depois deste prémio. Isto é um grande impulso. O Festival de Locarno em si, é um grande programa de encontro e que nos permite fazer contactos e relações que ficaram até para o resto da vida, de certeza. Portanto, já isso é muito, muito importante como festival, como plataforma mesmo de formação. Nunca aprendi tanta coisa sobre cinema em tão pouco tempo e nunca fiz tantos encontros em tão pouco tempo também. Portanto, o facto de estar no Festival de Locarno em 'Open Doors' já é um grande presente e um grande prémio, porque permite-nos projectar o meu projecto internacionalmente. Estive lá com o filme e, sim, há já algumas coisas que estão a avançar bem e penso que vamos assinar um contrato de co-produção. RFI: A curta-metragem que lhe deu essa chave para a próxima etapa é 'Time to Change'. O que é 'Time to Change'? Pocas Pascoal: É uma crítica à colonização, à colonização em geral, mas sobretudo à colonização portuguesa, que foi aquela que Angola viveu. Tento denunciar através deste filme aquilo que se passou. E faço uma ponte entre o passado e o presente, hoje, criticando a relação que os portugueses tiveram, que foi uma relação de repressão e de exploração. Em Portugal há uma mentalidade ainda que, infelizmente, continua. Continuam a pensar que a colonização portuguesa foi uma boa colonização, que foi uma colonização 'soft', que misturaram-se muito e que não foi assim tão grave. Mas foi grave, Foi muito grave. Este filme denuncia aquilo que foi a colonização e também denuncia o desequilíbrio dos ecossistemas que começaram naquele momento. Portanto, quando os portugueses chegaram, havia um equilíbrio, uma maneira de viver que os angolanos, o ser humano teve que modificar, teve que se adaptar àquilo que esses colonos quiseram que eles se tornassem. Mesmo a nível de habitação, a nível da arquitectura, tivemos que sair da nossa casa feita de madeira e de palha, que era uma coisa local. Houve várias coisas que se podem aprofundar em relação a isso e mudaram-nos completamente, a nossa maneira de ser, a nossa cultura, a nossa linguagem mesmo. A língua que tivemos que falar foi a portuguesa. E também a natureza, os animais. Para mim, esta alteração climática começou já nesse momento. Portanto, eu faço esta ligação do passado ao presente para denunciar as consequências desta colonização ainda hoje. RFI: Como é que é estruturado este filme? Portanto, é um filme que vai buscar imagens documentais. Por exemplo, uma imagem muito forte, muito simbólica, de caçadores. Pocas Pascoal: Eu utilizei imagens de arquivo no filme e não só. Também tem imagens dos dias de hoje. Essas imagens do caçador são imagens horríveis e acho que apercebemo-nos que naquela altura caçava-se muito de forma recreativa. Caçava-se para o homem se sentir mais forte, o mais forte do universo, mais forte do que os animais, mais forte do que o elefante, que é um animal gigante. Numa das fotografias, tem uns três caçadores com uns cinco ou seis Elefantes. é uma coisa horrível. E são animais que hoje em dia estão a desaparecer por causa disso. Por foram tão caçados às vezes só para poderem pôr um troféu na parede. E às vezes para poder se sentirem fortes. E para poderem utilizar o marfim. É uma coisa absurda, porque é uma mentalidade que infelizmente destruiu. E isto, acho que temos que tomar consciência. E lembrarmo-nos, continuarmos a lembrar o que foi e o que é que está a acontecer hoje. Portanto, é uma maneira para mim também de reavivar a memória. RFI: Falou da forma como Portugal encara o período colonial. Como é que ele é encarado em Angola? Pocas Pascoal: Ai, eu já não estou em Angola há 40 anos! E vou muito raramente a Angola. Seria difícil falar sobre este tema. Sei que em relação aos angolanos que estão na diáspora, é uma luta constante contra o racismo. Eu vivi vários anos em França e nunca vivi tanto racismo como vivo aqui em Portugal, infelizmente. Há coisas maravilhosas, mas há um racismo muito básico. Na verdade, é uma coisa que foi impregnada na mente das pessoas, que as pessoas negras são pessoas inferiores, que são pessoas que não têm instrução, que são pessoas que não têm meios financeiros, que são pobres também. Isto aconteceu-me. O racismo que eu tive aconteceu-me com várias pessoas de vários meios sociais. Por isso é uma coisa que está impregnada na mente das pessoas portuguesas e que não sai. E que eu acho que é um trabalho que se deve fazer. É um trabalho que talvez não tenha sido feito. Eu penso que não foi feito um trabalho que deve começar a nível das escolas, com as crianças, para tentar mudar esta mentalidade e é um trabalho político também. Eu acho que a Europa e Portugal, sobretudo, que é o país onde eu vivo, tem uma grande dívida com esses países que colonizaram. Mas esta dívida devia ser paga através de um trabalho de memória, de um trabalho de formação e de informação. É um trabalho que deve ser começado pelas crianças nas escolas, porque só a partir daí é que as mentalidades das pessoas brancas vão começar a mudar e a reconhecer que nós somos iguais. RFI: Como é que é fazer cinema em Portugal? Aquilo que acaba de me descrever também entra em linha de conta para a sua vivência em termos de trabalho? Pocas Pascoal: Claro, uma grande influência, infelizmente, é terrível. Eu vou contar-lhe uma coisa que eu por acaso falo muito raramente e não estou a falar do lado financeiro, porque o lado financeiro é realmente um problema com as mulheres, porque nós temos estado a lutar contra isso também. Eu faço parte de um grupo de mulheres no cinema que se chama 'Mutim' (Associação de Mulheres Trabalhadoras das Imagens em Movimento em Portugal). A 'Mutim' lutou muito para que haja nos júris do ICA (Instituto de Cinema e do Audiovisual) mulheres, que as mulheres sejam representadas também nos júris. Portanto, isto já muda muito, os financiamentos. E depois? Agora é chegar a mulheres negras, porque também é um problema de imaginar um filme onde só haja pessoas negras. Mesmo se eu não faço filmes só com pessoas negras, mas um filme onde haja uma maioria de pessoas negras, os júris podem ver aquilo muito mal. É um filme que não vai ter público. Um filme que vai ser mal distribuído, se calhar, porque se há uma mentalidade que ainda pensa que as pessoas negras não têm formação, não são instruídas, etc, no cinema também é uma coisa muito às vezes inconsciente. No cinema também, portanto, há uma luta contra isso. Há uma vitória pequenina, é verdade. Já se vê alguns filmes distribuídos nos cinemas com pessoas negras, mas são filmes americanos. É verdade. Negro e americano. Ok, já é melhor aceite. Mas o que eu queria contar há bocado é que aconteceu-me. Há uns anos atrás, fiz um telefilme. Fui convidada porque era uma mulher. E aceitei porque era uma oportunidade para mim de trabalhar na indústria portuguesa. Eu tinha acabado de chegar a Portugal e eu tinha feito um casting com pessoas negras, porque o filme passava-se nos subúrbios de Lisboa e aquilo foi uma luta. Foi horrível. Não consegui ter um casting só com pessoas negras. Foi uma luta terrível. Mas há um público e é um erro enorme, porque há um público, porque quando passa um filme na televisão com pessoas negras, as pessoas vêem os filmes. Há estatísticas, as pessoas vêm e é muito visto. Portanto, há um erro enorme em relação a isso. Isso também faz parte do trabalho para modificar isso. Faz parte deste trabalho, que é muito político e que as pessoas têm que fazer. Como eu disse há bocado, tem que começar nas escolas com as crianças, porque senão as coisas não vão mudar. RFI: Estava a mencionar o facto de ter também a expectativa de que o facto de ganhar esta visibilidade com este prémio também possa dar um impulso ao seu próximo projecto, que tem a ver com a figura da Sarah Maldoror, que faz a ponte entre a francofonia, porque ela era das Antilhas, com o mundo lusófono, uma vez que ela focou o seu olhar sobre a África lusófona, sobre Angola, sobre a Guiné-Bissau. O que é que a levou a interessar se por esta realizadora? Pocas Pascoal: É uma figura muito importante em Angola. Ela até é considerada angolana em Angola. Ela fez os dois primeiros filmes em Angola. A primeira vez que eu vi pessoas negras no cinema, era muito jovem, foi através de filmes da Sarah, o filme 'Sambizanga'. Portanto, eu era muito, muito jovem. Eu devia ter nove ou dez anos e foi a primeira vez que eu também começo a descobrir a história do meu país em relação à colonização. Eu tive a sorte de ter conhecido a Sarah. Eu estive com Sarah duas vezes. A primeira vez que eu ouvi a Sarah foi numa residência em França, na Normandia, onde a Sarah tinha a melhor amiga dela. Era proprietária da residência. Portanto, eu estava lá. Sarah veio visitar a amiga e eu conheci a Sarah. Eu era muito tímida naquela altura, portanto eu quase nem falei com ela. E a segunda vez que estive com Sarah, foi durante uma viagem para Angola. Nós fomos convidadas, várias pessoas foram convidadas, para um festival em Luanda. Acho que foi o segundo ano desse festival e a Sarah foi homenageada nesse festival. E como viajamos juntas, devem ter comprado os nossos bilhetes ao mesmo tempo. Estávamos sentadas uma ao lado da outra e foi muito engraçado. Fizemos sete horas juntas, uma ao lado da outra. Tivemos a oportunidade de conversar. A Sarah contou-me a história deste filme, que deveria ter sido o primeiro filme dela, a primeira longa-metragem ('Armas para Banta', Guiné-Bissau, 1970). E eu me interessei muito naquela altura. Interessei-me muito pela vida dela, porque tinha visto vários filmes feitos por ela. E, sobretudo, interessei-me muito por essa história, que é uma coisa de injustiça. A Sarah, que lutou a vida toda pela justiça social e pela igualdade de direitos. Este filme foi uma grande injustiça para ela. Eu nem sei se já tinha perguntado isso, mas o meu filme é sobre a Sarah nesse momento, quando ela vai à Guiné-Bissau, vai documentar a luta armada dos guineenses contra a colonização portuguesa. E ela, em vez de falar de um herói no filme, ela faz uma heroína. E quando ela volta para a Argélia, o filme não é aceite. Ela é expulsa da Argélia. Bom, estou a resumir, mas ela é expulsa da Argélia. E o filme lhe é retirado e desaparece até hoje. Portanto, eu interessei-me muito por este este momento da vida da Sarah, que também é o início da carreira dela. E também, para mim, é a oportunidade de falar dessas mulheres, porque ela vai filmar aquelas mulheres que foram realmente resistentes e estiveram na guerrilha durante muitos anos a lutar contra a colonização portuguesa. Portanto, para mim também, é a oportunidade de falar dessas mulheres. É claro que o foco é na Sarah e a Sarah interessa-me muito. Eu estudei muito, vi os filmes dela todos e interessam-me porque é uma pessoa que foi íntegra. Ela lutou a vida toda, fez mais de 40 filmes e através do cinema, ela lutou pela igualdade de direitos. Ela foi uma grande resistente. Ela foi uma grande activista e é uma para mim, um exemplo e uma referência de uma pessoa negra que conseguiu e sempre foi honesta com ela mesmo e com aquilo que ela fez. Íntegra. Portanto, para mim, é uma grande referência e um grande exemplo. E eu gosto do cinema dela. E também, eu penso muito no cinema dela, vejo filmes dela, quando faço os meus filmes. É uma grande referência. RFI: Essa história de Sarah Maldoror na Guiné-Bissau a tentar retratar as mulheres que participaram na luta de libertação e que foi um filme rejeitado. Isto, no fundo, também vai tocar na sua fibra feminista. Pocas Pascoal: Não vou generalizar porque a África é muito diferente, mas as mulheres em Angola são mulheres que foram muito valorizadas e que o são até hoje, que têm um grande poder na família e não só, também no trabalho. É claro que estamos a falar também de um sistema patriarcal. É evidente. Eu vivi depois da colonização, esta valorização das mulheres. As mulheres que lutaram contra a colonização portuguesa são mulheres que, muitas vezes, é verdade, pensando bem, são mulheres que ficaram na sombra. São mulheres que não foram muito faladas. Houve uma que se tornou heroína, mas falava-se muito pouco das mulheres. Portanto, a Sarah, ela tem este lado também feminista, mesmo se ela não se dizia feminista. Ela tem esse lado feminista porque ela, os personagens dela, no início da carreira dela, eram mulheres. Ela quis pôr em evidência as mulheres africanas, as mulheres negras, porque essas mulheres nunca eram os personagens principais nos filmes. Eu faço filmes sobre mulheres. É uma coincidência, mas porque são pessoas com quem eu me identifico mais facilmente, mais rapidamente, e são temas que me tocam imenso. RFI: Em que fase está? Pensa que este projecto em torno da Sarah Maldoror vai vingar quando? Pocas Pascoal: Francamente, eu penso que o filme agora e com este prémio também, que está a valorizar o projecto e que estava lá o Instituto de Cinema no Locarno, também eles viram, assistiram a isso, eu espero que não somente o ICA, mas outros fundos se interessem pelo projecto e já se estão a interessar. Espero rodar o filme em 2027 e espero que o filme em início de 2028 esteja acabado. Realmente, acredito que agora vai avançar rapidamente. Eu levei muito tempo a fazer pesquisa, vi e falei muito com as filhas da Sarah. Estive a tentar procurar qual era o melhor momento da vida da Sarah para eu poder pôr no cinema, porque não quis fazer um 'biopic' sobre a vida da Sarah, mas quis fazer sobre uma parte da vida dela que é enorme. O momento em que ela vai fazer este filme é o início da carreira dela também. Por isso passei muitos anos em pesquisa a tentar encontrar como é que eu ia falar sobre esta pessoa, que também não é muito fácil. Se seria documentário, ficção, falar desta pessoa que é uma pessoa que eu admiro muito e não me quero enganar. Portanto, acho que tenho um bom filme, foi aquilo que eu escolhi. Espero que nos próximos dois anos o filme esteja acabado. RFI: Tem outros projectos na forja ou é uma pessoa de um só projecto de cada vez? Pocas Pascoal: Não. Eu sou hiperactiva, portanto tenho vários projectos. Estou a acabar agora um filme, mas é uma curta também. Quando falo de hiperactividade não faço várias longas ao mesmo tempo, infelizmente. É uma questão financeira, mas enquanto estou à espera de financiamento para uma longa, estou a fazer curtas-metragens e tento fazer também instalações. Não faço muitas, mas tento participar em exposições e fazer instalações. E neste momento estou a fazer uma curta-metragem que, espero eu, estará nos festivais. Acho que no fim do ano já vou começar a mostrar o filme e também há uma curta-metragem feita com arquivos. Não vou revelar ainda a história porque ainda estou a montar e as coisas podem evoluir. Gosto de fazer várias coisas ao mesmo tempo.
DEVOCIONAL DA MANHÃ DO DIA 21/08/2026 — PEQUENAS DECISÕES, GRANDES RECOMEÇOSTexto bíblico base: Zacarias 4.10Não despreze o começo pequeno. Toda grande reconstrução começa com algo que parece simples demais. Nós gostamos de grandes viradas, grandes sinais e grandes resultados. Mas Deus frequentemente trabalha por meio de pequenos passos fiéis, quase invisíveis aos olhos dos outros, mas muito importantes diante Dele.Zacarias 4.10 fala sobre não desprezar os começos humildes. O povo estava envolvido na reconstrução, mas o início parecia pequeno. Talvez alguns achassem pouco, frágil ou simples demais. No entanto, Deus valorizava o processo. Aquilo que parecia pequeno fazia parte de uma obra maior.Na vida espiritual, muitos recomeços começam assim: uma oração diária, uma escolha correta, uma conversa honesta, um hábito abandonado, um compromisso retomado, um pedido de perdão, uma página da Bíblia lida com sinceridade. O problema é que muita gente desiste do começo porque ele ainda não parece resultado. Mas sementes não parecem árvores. Alicerces não parecem casas. Primeiros passos não parecem chegada.Hoje, seja fiel no pequeno passo que Deus colocou diante de você. Não despreze o começo. Um pequeno ato de obediência pode ser o início de uma grande reconstrução espiritual.
Na Dica Literária da Gabi, o clássico Ou Isto ou Aquilo, de Cecília Meireles, uma viagem pelo universo infantil através da poesia, das rimas, da imaginação e das escolhas. De Paris, Helga conta a história do Louvre, de fortaleza a palácio e, finalmente, um dos museus mais famosos do mundo — incluindo a curiosa história do roubo da Mona Lisa! De Portugal, Mônica Gill fala dos incêndios e dos recentes sismos sentidos na região do Algarve e até no Marrocos. E tem mais: Jaime está de volta ao Sextou! Informação, cultura e curiosidades, sempre com muita leveza. Sextou — inteligente, irreverente e descontraído! Até a próxima!
Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia
““Ana, por que você chora?”, perguntava Elcana, seu marido. “Por que não come? Por que está tão triste? Será que não sou melhor para você do que dez filhos?”” 1Samuel 1:8 NVT Quem pode suprir aquilo que te faz falta? Para Ana, toda prontidão de seu Marido Eucana, em tentar suprir a sua necessidade de querer ter filhos, não era suficiente, pois o que precisava, somente com o milagre de Deus poderia acontecer.Existem coisas na nossa vida, que mesmo as pessoas mais próximas, não conseguirão suprir, somente o próprio Deus. Para Ana foi necessário buscar a Deus com todo seu coração, sendo o impressionante, que não queria apenas um filho para si, mas sim alguém que seria oferecido para ser usado pelo Senhor.Deus tem prazer em prover milagres em nossa vida, que servirão para abençoar outras vidas. Pensamento do dia: O seu milagre é apenas para abençoar a si mesmo, ou para também ajudar outras pessoas?Senhor, queremos diante da tua presença receber de ti, aquilo que nos preenche e nos fará abençoar outras pessoas, que seu milagre me nossa possa ser o meio de sermos milagres para outras pessoas.Em nome de Jesus, amém!Que você tenha um dia abençoado !Por Ubiratan Paggio#devocionaisdiarios#deusfalacomigo #EuEDeus#OMilagreEmMim#ubiratanpaggio@ubiratanpaggio@ubiratan.paggio
Comer é apenas uma necessidade física — ou pode revelar algo mais profundo sobre nossa vida espiritual? Neste episódio, apresentado virtualmente a um Pequeno Grupo da Igreja de Lowell, Massachusetts, em 26 de novembro de 2025, refletimos sobre como hábitos físicos afetam diretamente nossa condição espiritual.A partir da mensagem do Anjo do Senhor a Manoá e sua esposa, em Juízes 13, e de princípios encontrados em Isaías 66:2 e Eclesiastes 10:17, descobrimos que autocontrole, temperança e cuidado com o corpo vão muito além da saúde: revelam nossa lealdade ao Senhor.As instruções divinas sobre hábitos físicos mostram que o preparo espiritual também passa pelas escolhas que fazemos diariamente. Aquilo que consumimos pode fortalecer nossa mente — ou enfraquecer nossa percepção espiritual.Se a mente é o canal pelo qual nos relacionamos com Deus, então nossos hábitos físicos têm impacto direto em nossa comunhão com Ele.Uma reflexão profunda sobre temperança, domínio próprio e fidelidade espiritual — porque até o prato pode revelar a quem pertence o coração.O livro "Temperança", de Ellen G. White, mencionado neste episódio, está disponível aqui (em PDF, html, e áudio): https://m.egwwritings.org/pt/book/1738/infoPara saber mais, leia também o livro "Conselhos Sobre o Regime Alimentar", de Ellen G. White, também disponível aqui (em PDF, html, e áudio): https://m.egwwritings.org/pt/book/11093/info
Alberto Gonçalves comenta a decisão do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, em abolir as eleições democráticas no país a pretexto da defesa da democraciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Algo dá errado no seu dia, você tem uma pequena discussão. Aquilo te chateia e de repente você se vê pensando em como poderia ter falado diferente, nas coisas que a outra pessoa falou, na tensão toda em si. E isso fica se repetindo, de novo e de novo, por horas, dias, a ponto de parecer que a sua cabeça entrou em parafuso.Não é à toa que essa repetição exagerada de pensamentos em torno de um mesmo tema tem o nome de ruminação. Assim como animais ruminantes engolem o alimento, depois o trazem de volta à boca para mastigá-lo novamente de forma lenta e exaustiva, a mente "ruminante" pega uma ideia, erro ou medo do passado e a mastiga psicologicamente repetidas vezes, sem chegar a uma conclusão ou alívio.E foi ruminando muito nossos pensamentos que a gente decidiu fazer essa conversa com a Dra. Maria Fernanda Calliani, que é Psiquiatra especialista em Transtornos do Impulso & Ansiedade, sobre ruminação. ------------------PITAYA: O CLUBE DE CALCINHAS QUE AMAMOS AMARassinepitaya.com.brCupom: DONAS15------------------UM AIRBNB EM GRAMADO PRA CHAMAR DE NOSSO https://www.airbnb.com.br/rooms/33580406?unique_share_id=891d6240-97dc-4f1f-ad72-5138ea8cf351&viralityEntryPoint=1&s=76Chama a Dâmaris no chat e conta que é nossa apoiadora, tá? Tem condição especial! :)------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST!www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra (@larissavguerra) e Marina Melz (@marinamelz). Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf (@brunostolf) Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (07/07/2026): O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ter interferido diretamente na decisão da Fifa que permitiu a escalação ontem contra a Bélgica do goleador dos EUA, Folarin Balogun. O atacante deveria ter cumprido suspensão automática após ter sido expulso por entrada violenta no jogo anterior, contra a Bósnia. A Fifa não anulou a punição, “apenas” a adiou por um ano – um reconhecimento indireto de que a expulsão foi correta, mas a sanção contra a dona da casa, governada por um aliado político e econômico, não lhe era conveniente. Balogun foi expulso na quarta-feira pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, contra o qual a Casa Branca produziu um dossiê. Ao confirmar ter feito o pedido em telefonema ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, Trump se referiu a Claus como um árbitro de “passado duvidoso” e admitiu nem saber o que significava um cartão vermelho. “Aquilo não foi uma falta”, sentenciou. Política: Governo paga recorde de R$ 34 bi em emendas antes das eleições Economia: Empresas veem ‘clima técnico’ em audiência sobre tarifaço dos EUA Internacional: Trump se reúne com líderes europeus em cúpula da Otan na Turquia Esportes: Novo ciclo da seleção deve marcar o fim da ‘Geração Neymar’See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dez anos depois do golo que valeu o título de campeão europeu a Portugal, no Euro 2016, Eder regressa ao Alta Definição para conversar com Daniel Oliveira sobre o momento que o imortalizou no futebol nacional. O avançado, que entrou como suplente na final disputada em Paris frente à França, recordou com emoção palpável os instantes que antecederam o remate decisivo, revelando a complexidade técnica e emocional de um lance que durou apenas uma fração de segundos. "Desde o momento em que o Moutinho passa a bola e eu tomei a decisão de aguentar e virar-me em direção à baliza, é tudo muito rápido", confessou, acrescentando que a memória que guarda do momento é quase transcendental: "É como se a minha alma tivesse sido o corpo, como se eu estivesse a ver um filme com um final feliz." Além do futebol, Eder revela-se um homem profundamente moldado por uma infância difícil, passada em instituições de acolhimento, e pelas oito cirurgias que pontuaram uma carreira marcada pela adversidade. O Alta Definição foi emitido na SIC a 04 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A viúva de Sarepta não recebeu um milagre antes de obedecer.Ela obedeceu... e então viu o milagre acontecer.Muitas vezes esperamos que Deus remova a escassez para só depois confiar. Mas, nessa história, a confiança veio primeiro, e a provisão veio em seguida.Talvez hoje o Senhor esteja convidando você a dar um passo de fé antes de enxergar a resposta.▶️ Assista ao episódio completo no YouTube e descubra como confiar no Senhor mesmo quando os recursos parecem insuficientes.
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