POPULARITY
Categories
Tudo o que existe depende de causas e condições para surgir e permanecer. Neste episódio, exploramos um dos ensinamentos mais profundos do Buda: a compreensão de que nada possui uma existência independente por si só. A partir de exemplos simples do cotidiano, refletimos sobre relacionamentos, emoções, identidade e sofrimento, descobrindo como a interdependência está presente em todos os fenômenos. Uma reflexão sobre a realidade, a impermanência e a liberdade que surge quando abandonamos nossas fixações.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Números, capítulo 27, versículos 1 ao 8, nos traz uma reflexão sobre a fé.Em Números 27 encontramos uma das histórias mais marcantes sobre fé, coragem e justiça. As filhas de Zelofeade — Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza — enfrentaram uma situação que parecia definitiva. Seu pai havia morrido no deserto sem deixar filhos homens e, pela tradição da época, a herança da família seria perdida. Mas elas decidiram não aceitar o silêncio como resposta. Em vez de desistirem, foram até Moisés, o sacerdote Eleazar, os líderes e toda a congregação para apresentar sua causa.Elas não estavam movidas por rebeldia, mas por fé. Creram que o Deus que havia prometido uma terra ao Seu povo também era um Deus de justiça e não permitiria que o nome de seu pai desaparecesse de Israel.A resposta de Deus foi surpreendente. O Senhor disse a Moisés:"As filhas de Zelofeade falam o que é justo." (Nm 27:7)Então Deus estabeleceu uma nova lei para Israel. A fé de cinco mulheres criou um precedente que beneficiaria muitas outras gerações.1. A fé não se conforma com a perda da promessaAs filhas de Zelofeade poderiam simplesmente aceitar que não receberiam herança. Porém, elas entenderam que a promessa de Deus era maior do que uma tradição humana.Muitas vezes, também enfrentamos situações em que parece que certas portas nunca se abrirão. A fé, porém, nos leva a buscar a vontade de Deus, mesmo quando ninguém antes percorreu aquele caminho.A verdadeira fé não aceita viver aquém daquilo que Deus prometeu.2. A fé tem coragem para se posicionarElas saíram do anonimato e se colocaram diante das maiores autoridades da nação.A fé não é apenas acreditar no coração; ela também nos impulsiona a agir.Há milagres que só acontecem quando damos um passo de coragem.Enquanto muitos esperam que as circunstâncias mudem, a fé nos leva a apresentar nossa causa diante do Senhor.3. A fé pode estabelecer novos precedentesDeus não apenas resolveu o problema delas; Deus mudou uma legislação inteira.Quando alguém anda em fé, sua vitória raramente beneficia apenas a si mesmo.Existem pessoas que serão alcançadas pela sua fidelidade.Seu testemunho poderá abrir portas para filhos, familiares, amigos e até pessoas que você nunca conhecerá.A sua obediência hoje pode se tornar o precedente da bênção de amanhã.4. Deus honra quem busca justiça segundo Sua vontadeÉ interessante notar que Deus não respondeu apenas por compaixão, mas declarou que elas estavam certas.Quando nossa causa está alinhada com os princípios de Deus, podemos nos aproximar dEle com confiança.A fé não exige privilégios; ela busca aquilo que está de acordo com a vontade do Senhor.Talvez exista alguma área da sua vida em que tudo pareça dizer "não". Talvez ninguém da sua família tenha vivido aquilo que Deus colocou em seu coração. Talvez a tradição, as circunstâncias ou até a história pareçam impedir o cumprimento da promessa.Mas Números 27 nos ensina que Deus continua escrevendo novos capítulos para aqueles que confiam nEle.Não permita que o passado determine os limites do seu futuro. A fé abre caminhos onde antes não existiam caminhos.Conclusão: O precedente da fé nasce quando alguém decide confiar em Deus acima das circunstâncias.As filhas de Zelofeade nos ensinam que:A fé não aceita perder a promessa.A fé se posiciona com coragem.A fé muda histórias.A fé abre caminho para outras pessoas.Talvez Deus queira usar sua perseverança para estabelecer um novo precedente em sua casa, em seu ministério e em sua geração. Aquilo que hoje parece impossível pode se tornar, pela ação de Deus, um testemunho de que vale a pena confiar nAquele que faz justiça aos que O buscam."As filhas de Zelofeade falam o que é justo." (Números 27:7)Que também se possa dizer da nossa vida: "Sua fé abriu um caminho que antes não existia."Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em Ageu, capítulo 2, versículos 1 ao 9, nos traz uma reflexão sobre reconstruções em nossa vida, tendo Deus como nosso arquiteto.Todos nós estamos construindo alguma coisa. Uns constroem uma carreira, outros uma família, um ministério ou um legado. Mas a grande pergunta é: quem é o arquiteto daquilo que estamos construindo?No contexto de Ageu, o povo havia retornado do exílio e começado a reconstruir o templo. Porém, muitos dos mais velhos olhavam para aquela obra e choravam, porque ela parecia muito inferior ao magnífico templo de Salomão (Ageu 2:3). Aos olhos humanos, parecia uma construção pequena, simples e sem brilho.É exatamente nesse cenário que Deus se apresenta como o verdadeiro Arquiteto, mostrando que Sua obra nunca deve ser medida apenas pelo que os olhos conseguem enxergar.1. O Arquiteto vê além da aparênciaDeus pergunta: "Quem dentre vós que tenha sobrevivido contemplou esta casa na sua primeira glória?" (Ageu 2:3)Enquanto o povo comparava, Deus projetava.Nós temos a tendência de comparar nossa vida com o passado ou com a vida dos outros. Pensamos que os melhores dias ficaram para trás ou que nossa história nunca será tão bonita quanto a de alguém.Mas o Arquiteto da vida não trabalha com comparações. Ele trabalha com propósito.Aquilo que hoje parece pequeno pode estar sendo preparado para revelar uma glória muito maior amanhã.2. O Arquiteto fortalece aqueles que continuam construindoPor três vezes Deus declara: "Sede fortes..." (Ageu 2:4)Depois acrescenta:"E trabalhai, porque eu sou convosco."O projeto de Deus exige perseverança.Construir cansa.Reconstruir cansa ainda mais.Há momentos em que sentimos vontade de abandonar a obra, desistir da família, do ministério ou dos sonhos.Mas o Arquiteto nunca abandona o canteiro da construção.Quando Deus está presente, a obra continua mesmo em meio às dificuldades.Nossa força não está na capacidade das nossas mãos, mas na presença daquele que dirige toda a construção.3. O Arquiteto controla tudo ao redor da obraNos versículos 6 e 7 Deus declara: "Ainda uma vez farei tremer os céus, a terra, o mar e a terra seca."Quem lê pode imaginar caos.Mas, na verdade, Deus está dizendo que Ele movimenta todas as coisas para cumprir Seu projeto.Às vezes, nossa vida parece estar tremendo.Emprego muda.Planos mudam.Pessoas vão embora.Portas se fecham.Entretanto, quando Deus é o Arquiteto, até os abalos fazem parte da construção.O que parece destruição pode ser apenas Deus removendo aquilo que impediria a obra de continuar.4. O Arquiteto possui todos os recursosQuando Deus inicia um projeto, Ele também provê os recursos necessários para concluí-lo.Ele não está limitado às nossas possibilidades.5. O Arquiteto termina a obra com glória e pazO texto termina com uma das maiores promessas do livro:"A glória desta última casa será maior do que a da primeira... e neste lugar darei a paz." (Ageu 2:9)O povo enxergava apenas pedras.Deus enxergava Sua presença.Quando Deus é o Arquiteto, o final sempre será melhor que o começo.Ele transforma ruínas em testemunhos.Transforma perdas em crescimento.Transforma lágrimas em esperança.Talvez você esteja olhando para uma construção inacabada e pensando que ela nunca ficará bonita.Mas Deus não abandonou a obra.Confie no processo.Permaneça firme.Porque quando Deus é o Arquiteto, nenhuma fase da obra é desperdiçada, e a glória do que Ele está construindo será maior do que tudo aquilo que ficou para trás.Permita que Ele conduza cada etapa da construção, pois o melhor da obra ainda está por vir. Como escreve o apóstolo Paulo: "Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o Dia de Cristo Jesus" (Filipenses 1:6). Que Cristo seja o Arquiteto da sua vida, e você verá que cada pedra colocada por Suas mãos contribuirá para um final cheio de glória, paz e propósito.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Comer é apenas uma necessidade física — ou pode revelar algo mais profundo sobre nossa vida espiritual? Neste episódio, apresentado virtualmente a um Pequeno Grupo da Igreja de Lowell, Massachusetts, em 26 de novembro de 2025, refletimos sobre como hábitos físicos afetam diretamente nossa condição espiritual.A partir da mensagem do Anjo do Senhor a Manoá e sua esposa, em Juízes 13, e de princípios encontrados em Isaías 66:2 e Eclesiastes 10:17, descobrimos que autocontrole, temperança e cuidado com o corpo vão muito além da saúde: revelam nossa lealdade ao Senhor.As instruções divinas sobre hábitos físicos mostram que o preparo espiritual também passa pelas escolhas que fazemos diariamente. Aquilo que consumimos pode fortalecer nossa mente — ou enfraquecer nossa percepção espiritual.Se a mente é o canal pelo qual nos relacionamos com Deus, então nossos hábitos físicos têm impacto direto em nossa comunhão com Ele.Uma reflexão profunda sobre temperança, domínio próprio e fidelidade espiritual — porque até o prato pode revelar a quem pertence o coração.O livro "Temperança", de Ellen G. White, mencionado neste episódio, está disponível aqui (em PDF, html, e áudio): https://m.egwwritings.org/pt/book/1738/infoPara saber mais, leia também o livro "Conselhos Sobre o Regime Alimentar", de Ellen G. White, também disponível aqui (em PDF, html, e áudio): https://m.egwwritings.org/pt/book/11093/info
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusic
Alberto Gonçalves comenta a decisão do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, em abolir as eleições democráticas no país a pretexto da defesa da democraciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Como é que pode?A gente viu o orelhão usar ficha… depois cartão… depois virar ponto de referência.“Sobe ali onde tem o orelhão.”A gente viu gente procurar telefone na lista telefônica… nas páginas amarelas.Hoje tu perde o celular e parece que perdeu um órgão do corpo.Hoje é muito raro quem sabe de cor o número da mãe.A gente viu cartas serem uma operação. Lambia o envelope, ia aos Correios, postava e esperava dias pela resposta.Hoje tu manda um “oi”… e, se a pessoa demora oito minutos pra responder, tu já começa a revisar todos os teus erros desde 2007.A gente viu o telegrama.Tu escrevia uma frase e pagava por palavra.Aquilo era o ChatGPT da época… só que chegava de bicicleta.A gente viu o fax chegar… e pensou:“Agora acabou. Chegamos no futuro.”Tinha uma impressora gritando dentro do telefone.A gente pesquisou trabalho na Barça.Procurou palavra no Aurélio.Sentiu o cheiro da folha de mimeógrafo.A gente não estudava…A gente ficava levemente calibrado com álcool.A gente viu o MSN virar WhatsApp.No MSN, a gente colocava subnick triste pra chamar atenção.Hoje tu posta um story com música… e espera a pessoa entender o processo.A gente viu cheque virar cartão.Tem gente que hoje não faz ideia do que era o motivo 11.Ah… um chequezinho sem fundo.A gente viu fita virar CD.CD virar DVD.DVD virar Blu-ray…E o Blu-ray nascer e morrer no mesmo churrasco.Então, não.A gente não é velha.A gente é testemunha ocular de umas 47 atualizações do mundo.Por isso, às vezes, a gente está cansado.Não é preguiça.É excesso de evento histórico no ombro.
Como é que pode?A gente viu o orelhão usar ficha… depois cartão… depois virar ponto de referência.“Sobe ali onde tem o orelhão.”A gente viu gente procurar telefone na lista telefônica… nas páginas amarelas.Hoje tu perde o celular e parece que perdeu um órgão do corpo.Hoje é muito raro quem sabe de cor o número da mãe.A gente viu cartas serem uma operação. Lambia o envelope, ia aos Correios, postava e esperava dias pela resposta.Hoje tu manda um “oi”… e, se a pessoa demora oito minutos pra responder, tu já começa a revisar todos os teus erros desde 2007.A gente viu o telegrama.Tu escrevia uma frase e pagava por palavra.Aquilo era o ChatGPT da época… só que chegava de bicicleta.A gente viu o fax chegar… e pensou:“Agora acabou. Chegamos no futuro.”Tinha uma impressora gritando dentro do telefone.A gente pesquisou trabalho na Barça.Procurou palavra no Aurélio.Sentiu o cheiro da folha de mimeógrafo.A gente não estudava…A gente ficava levemente calibrado com álcool.A gente viu o MSN virar WhatsApp.No MSN, a gente colocava subnick triste pra chamar atenção.Hoje tu posta um story com música… e espera a pessoa entender o processo.A gente viu cheque virar cartão.Tem gente que hoje não faz ideia do que era o motivo 11.Ah… um chequezinho sem fundo.A gente viu fita virar CD.CD virar DVD.DVD virar Blu-ray…E o Blu-ray nascer e morrer no mesmo churrasco.Então, não.A gente não é velha.A gente é testemunha ocular de umas 47 atualizações do mundo.Por isso, às vezes, a gente está cansado.Não é preguiça.É excesso de evento histórico no ombro.
O comunicado final da cimeira da CEDEAO de 19 de Julho apela timidamente à libertação "do líder do PAIGC", como um "gesto de boa vontade". Na mesma cimeira, o Senegal foi nomeado "facilitador para a Guiné-Bissau", colocando Bassiro Diomaye Faye no centro do processo. Na véspera, o mesmo Bassiro Diomaye Faye recebeu Macky Sall, acompanhado por Umaro Sissoco Embaló. Os chefes de Estado da CEDEAO estiveram reunidos este domingo na Serra Leoa. No comunicado final, cinco parágrafos referem-se à situação da Guiné-Bissau. Um deles apela à libertação do líder do PAIGC, sem que conste o nome de Domingos Simões Pereira: "A Conferência exortou as autoridades de transição a assegurarem o estrito respeito pelos direitos humanos, pelas liberdades fundamentais e pelas garantias judiciais de todos os cidadãos da Guiné-Bissau (...). Instou ainda as autoridades a procederem à libertação incondicional de todas as figuras políticas que permanecem detidas, incluindo o líder do PAIGC na oposição, como gesto de boa vontade destinado a criar um ambiente mais favorável ao diálogo inclusivo, a reforçar a confiança da oposição e a consolidar a credibilidade do processo de transição." A conferência nomeou ainda o Senegal como facilitador para a Guiné-Bissau, com a missão "apoiar os esforços de diálogo com vista a uma transição para a ordem constitucional". A 20 de Julho, o presidente senegalês Bassiro Diomaye Faye efectuou uma reviravolta, oficializou o apoio do Senegal à candidatura de Macky Sall ao cargo de secretário geral da ONU. Posição assumida dois dias depois de ter recebido, em Dacar, o ex-presidente senegalês Macky Sall, acompanhado pelo seu amigo e aliado Umaro Sissoco Embaló. Na sua página oficial do Facebook, Embaló tem publicado fotografias dele juntamente com Macky Sall em Dacar, na Gâmbia, no Paquistão, entre outros. O jurista guineense Fodé Mané, que, como tantos outros, nunca acreditou na versão do golpe de Estado de Novembro em Bissau, analisa esta situação como uma prova de que Embaló continua a ter uma influência estratégica na região. Fodé Mané: Umaro [Sissoco Embaló] (USE) continua a ter grandes influências. A cimeira da Cedeao de 14 de Dezembro de 2025 tomou resoluções que não lhe eram muito favoráveis, então ele teve que calar e gerir a situação. Mas com os recentes eventos no Senegal - o conflito entre Diomaye Faye e Ousmane Sonko - isso veio dar mais esperança a USE e ao próprio Macky Sall. Os dois sempre caminhando juntos. Então têm que começar a dar sinais de que estão presentes. Esta vitrina que foi aproveitada no Senegal e na Gâmbia, serve para medir a temperatura, testar a visibilidade, as reacções. RFI: Como é que avalia esta reviravolta de Bassirou Diomaye Faye e o apoio que agora atribui oficialmente à candidatura de Macky Sall ao cargo de secretário geral da ONU? Diomaye Faye está a ser politicamente ingénuo. Está a pensar que a pretensão de Macky Sall se encaixa na sua pretensão política, de derrotar Sonko e manter-se no poder. RFI: Diomaye Faye que acedeu ao poder construindo um discurso anti-Macky Sall, agora apoia oficialmente o seu antecessor, arriscando-se a perder muito do seu eleitorado. O que fica a ganhar Diomaye Faye com o apoio a Macky Sall? Aquilo que pensa que pode receber é o apoio dos apoiantes de Macky Sall. Diomaye Faye acedeu ao poder através do Pastef, uma espécie de uma coligação dos pan-africanistas senegaleses. E qual é a linha oficial ideológica deste partido? É a independência total, as liberdades democráticas, a igualdade de tratamento.é o contrário da posição de Macky Sall. Qual é a posição de Macky Sall? A de manter a França como principal aliado, manter as aspirações da France Afrique, mantendo uma hegemonia francesa na condução das políticas africanas, essencialmente das políticas económicas. A aliança de Diomaye faye agora com Macky Sall acontece porque se afastou do Pastef. RFI: Pensa que Diomaye Faye precisa agora do eleitorado de Macky Sall? Sim, porque a base eleitoral do Pastef ele já perdeu. Então tem que arranjar um aliado de peso. Apercebeu-se de que não tem adesão popular.... RFI: Macky Sall ainda tem apoio partidário forte no Senegal, que poderia interessar a Bassiro Diomaye Faye? Macky Sall tem o APR, a Aliança para a República, que lhe continua fiel. Nós sabemos que a campanha para ser secretário geral das Nações Unidas é apenas um argumento. O que está realmente em jogo é a possibilidade de voltar a controlar o poder no Senegal. RFI: O que recebe Embaló em troca do seu apoio a Macky Sall? Ele, para exercer aqui na Guiné-Bissau, contou sempre com o apoio do Macky Sall. Apoiando o Macky Sall e acompanhando-o ao Senegal, quiçá vai lhe permitir conseguir uma base no Senegal, que é o local mais próximo para poder controlar a situação política na Guiné-Bissau. RFI: Mais um sinal do possível regresso de Sissoco Embaló a Bissau? Toda a arquitectura foi neste sentido, todo o procedimento foi feito com o propósito de USE regressar. RFI: Supondo que Embaló esteve por trás deste falso golpe de Estado, como saber se ele continua a beneficiar do apoio dos militares que estão no poder e que talvez queiram ficar no poder? Não, eu não vejo esses militares querendo ficar. Estou a ver que estão acomodados, confortáveis com o cumprimento das ordens. Não vejo um sinal a mostrar que querem mais do que aquilo que têm. RFI: Não haverá então resistência ao regresso político de Sissoco Embaló para as próximas eleições? Não posso garantir mas não vejo sinais disso. Não vejo sinais porque, ora vejamos: a criação daquele Conselho Nacional de Transição, quem são as pessoas que estão lá? Quais foram as atitudes que tomaram? Aprovaram tudo o que USE não tinha conseguido aprovar com a Assembleia Nacional Popular. RFI: A revisão da Constituição.. A revisão da Constituição, a Lei Eleitoral, a restrição dos partidos políticos, inclusive com a possibilidade de fazer desaparecer o PAIGC. Recordemo-nos daquele prazo dado ao PAIGC para mudar os seus símbolos, sob pena de não poder participar ou de ser ilegalizado. Tudo o que é feito agora segue a mesma lógica. Então os militares e alguns políticos estão apenas a cumprir uma agenda que não era possível cumprir antes. Costumamos comparar com uma imagem: temos mais dificuldade em gerir a água que temos na cabaça em cima da própria cabeça do que a água carregada por uma outra pessoa. É o que está a acontecer. USE passou a cabaça para esta gente. RFI: Em relação à cimeira da CEDEAO, no domingo, na Serra Leoa, a CEDEAO apela à libertação de Domingos Simões Pereira. é melhor do que se esperava? Os guineenses há muito tempo deixaram de acreditar nessa instituição. Deve-se ler muito bem o comunicado da CEDEAO. Eles apelaram à libertação de todos os que foram detidos como "um gesto de boa vontade". Porquê? Porque no artigo anterior, a CEDEAO reconhece uma legitimidade ao sistema judicial, e portanto está a passar a mensagem de que as pessoas foram detidas de acordo com o sistema judicial. Para a CEDEAO, Domingos Simões Pereira é o problema. Porque ele defende o modelo democrático que não é aplicável no continente africano. Um modelo de liberdade sindical, de liberdade de expressão, de direito à greve, de alternância no poder, de eleição justas e transparentes. Para eles, esse sistema não se aplica. Então, Domingos Simões Pereira não é problema só para a Guiné-Bissau. É problema para a maioria dos chefes de Estado da região. Ele deve então ser silenciado, deve ser eliminado da cena política. RFI: Até onde é que esse silenciamento poderá ir? Não sei o que pode acontecer com a sua vida. Mas há uma tentativa de o isolar, de o afastar. Porque Domingos Simões Pereira representa muitos guineenses. RFI: As autoridades militares já terão proposto a Domingos Simões Pereira exilar-se e nunca mais voltar? Foi revelado num jornal senegalês de que, em Fevereiro, Diomaye Faye ofereceu a Domingos Simões Pereira a possibilidade de se exilar e sair para fora, com a condição de se afastar da vida política. Domingos Simões Pereira recusou. Esta proposta apresentada por Bassiro Diomaye Faye resultou de um encontro com as autoridades. Só depois é que Diomaye Faye foi autorizado a ir para a Segunda Esquadra no Ministério do Interior, encontrar-se com Domingos. Foi nesse encontro que Diomaye Faye, enquanto mediador da CEDEAO, sugeriu o exílio a Domingos Simões Pereira. E isso foi recusado, segundo aquilo que ouvimos na imprensa senegalesa.
Discipulado começa com Adoração
A reeleição de Carlos Vila Nova à primeira volta, com 55,94%, representa mais do que a continuidade na Presidência de São Tomé e Príncipe. Para o analista Olívio Diogo, o resultado traduz uma derrota política de Patrício Trovoada, fragiliza a liderança do ADI e abre caminho para uma reconfiguração do panorama partidário, num contexto marcado pela elevada abstenção e pelo desafio de restaurar a confiança nas instituições. RFI: Que leitura faz desta vitória de Carlos Vila Nova e do significado político deste resultado? Olívio Diogo: É preciso dizer que a primeira coisa de que se fala, quando se comenta esta eleição presidencial, é dar um grande parabéns ao povo são-tomense. O povo são-tomense mostrou, mais uma vez, de forma inequívoca, que é uma população que, apesar das dificuldades que enfrenta, é muito pacífica na forma como encara os resultados eleitorais. Foi, como disse e como manifestou a comunidade internacional, uma eleição que decorreu de forma transparente, livre e completamente pacífica. Este é o primeiro aspecto que devemos retirar destes resultados eleitorais. Este resultado revela claramente que o Presidente Carlos Vila Nova não foi avaliado eleitoralmente pelo seu mandato. O que aconteceu foi, sim, uma manifestação clara contra o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada, que indicou Nito d'Abreu como o seu candidato. A população disse claramente não a esse candidato. Disse claramente não à atitude e à posição de Patrício Trovoada em relação ao partido e ao país, nomeadamente ao seu constante afastamento do país e ao discurso que tem vindo a fazer. A população aproveitou esta eleição para manifestar o seu descontentamento relativamente a essa situação. Esta é uma derrota para o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada? Exactamente. Esta é uma derrota clara e inequívoca para Patrício Trovoada. A população que foi às urnas foi dizer-lhe claramente que esta é uma derrota política para ele. Nito d'Abreu é um candidato que não é do ADI, mas sim um candidato pessoal de Patrício Trovoada. Foi ele quem o indicou, sem consultar o partido, sem ouvir os órgãos competentes e sem permitir que o partido pudesse avaliar essa candidatura. Foi uma aposta exclusivamente sua e essa aposta saiu derrotada. Consequentemente, esta foi também uma derrota clara para Patrício Trovoada nestas eleições. O apoio de Patrício Trovoada a Nito d'Abreu pesou na derrota do candidato da ADI, o partido sai politicamente fragilizado? O partido sai muito fragilizado destas eleições. E a actual direcção do partido sai completamente fragilizada. É preciso dizer que este resultado vem reforçar a posição de Américo Ramos, que tem vindo a desenvolver todas as acções necessárias para assumir a direcção do partido. Ele sai bastante reforçado. Com este resultado eleitoral, Américo Ramos passa a ter todas as condições para assumir a liderança do partido, porque não acredito que o ADI continue a aceitar uma governação feita a partir do exterior, como Patrício Trovoada tem feito até agora. Ele encontra-se fora do país e continua a dirigir o partido. Isto não pode continuar. O partido não tem sustentabilidade nestas condições. É assim que estas eleições ficam marcadas: Carlos Vila Nova conquista um novo mandato e, simultaneamente, o ADI, sob a liderança de Patrício Trovoada, sai mais fragilizado. Penso que chegou o momento de as pessoas dizerem claramente que o ADI precisa de uma nova direcção, de uma nova liderança, de uma nova perspectiva e de uma nova metodologia de trabalho para o futuro. Será que, até Setembro, às próximas eleições, o ADI tem tempo para repensar e até mesmo reestruturar o partido? Não, essa reestruturação já tem vindo a ser desencadeada. É preciso perceber uma coisa: o Patrício Trovoada continua a ser presidente do partido, mas não está no país. Ele não foi obrigado a sair nem pediu asilo político; saiu por sua livre vontade. Ainda assim, pretende continuar a conduzir o partido para as eleições a partir do exterior. Neste momento, o presidente do partido praticamente abandonou a sua presença no país, continuando, no entanto, a dirigir o ADI a partir de fora. Esta forma de governação do partido, que considero uma situação de ingovernabilidade, leva naturalmente a um reajuste da estrutura partidária e da própria liderança. É preciso dizer também que muitos militantes do ADI que apoiavam Patrício Trovoada sentiram-se lesados pelo facto de ele ter escolhido Nito d'Abreu, uma personalidade sem trajectória política relevante e sem experiência significativa na administração pública, para candidato à Presidência da República. Esse factor também contribuiu para que este resultado eleitoral se verificasse. É preciso também falar da questão da abstenção. Temos de ser muito claros relativamente a esse aspecto. Há dois ou três fatores que podem explicar a elevada abstenção nestas eleições; O primeiro tem naturalmente a ver com a imigração. Muitas pessoas que emigraram continuam inscritas nos cadernos eleitorais. Como sabe, esta foi a primeira eleição em que não houve um processo tradicional de inscrição eleitoral. A actualização foi feita automaticamente com base nos dados do registo civil. Assim, todos os cidadãos que já tinham completado 18 anos passaram automaticamente a integrar os cadernos eleitorais e a poder exercer o seu direito de voto. Este aspeto é importante porque muitas das pessoas emigradas ainda não actualizaram os seus dados, permanecendo inscritas, embora já não residam no país. Outro factor importante é o facto de muitas pessoas, neste momento, não se identificarem com os políticos do país. Cada vez mais se verifica um afastamento entre os cidadãos e a classe política. Isso ficou também evidente nestas eleições. As pessoas deixaram de acreditar na forma como os políticos actuam e encontraram na abstenção uma forma de manifestar esse descontentamento. Foi isso que também aconteceu. Esta reduzida afluência às urnas pode retirar força política à vitória de Carlos Vila Nova? Não creio que isso não lhe retire força política. Não lhe retira força política por uma razão muito simples: a partir do momento em que é eleito Presidente da República, passa a exercer todas as funções que a Constituição lhe atribui. Foi eleito Presidente da República e, independentemente da taxa de abstenção, exercerá plenamente essas funções. Portanto, a abstenção não lhe retira legitimidade nem força política. Contudo, deve levá-lo a reflectir sobre aquilo que foi a sua actuação durante os últimos cinco anos. A sua governação pode, efectivamente, ter contribuído para que uma parte significativa do eleitorado optasse pela abstenção. Que desafios mais urgentes esperam agora Carlos Vila Nova neste segundo mandato, tanto no plano interno como nas relações internacionais? O primeiro desafio que Carlos Vila Nova tem, no meu entender, é perceber rapidamente que a sua eleição aconteceu ontem. Todas as alianças políticas que fez com os outros partidos para efeitos da sua candidatura terminaram com o acto eleitoral. A partir do momento em que tomar posse, vai ser o Presidente de todos os são-tomenses. Todos os cidadãos devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua opção política. Esse é o primeiro grande desafio. O segundo desafio prende-se com as relações bilaterais do país. As nossas relações internacionais têm estado bastante fragilizadas ao longo dos últimos tempos, sobretudo com países como Angola, Portugal e outros parceiros estratégicos. É importante que Carlos Vila Nova encontre mecanismos para reforçar essas relações, porque, como sabemos, São Tomé e Príncipe é um país insular, sem ligações terrestres a qualquer outro Estado. Por isso, é fundamental fortalecer as relações bilaterais com os nossos parceiros internacionais, para que delas resultem benefícios concretos para o desenvolvimento do país e para a melhoria das condições de vida da população. Outro grande desafio para Carlos Vila Nova vai ser transmitir uma imagem de tranquilidade e de unidade nacional. Durante esta campanha eleitoral assistiu-se à divulgação de mensagens marcadas pelo ódio, pela raiva e até por intenções de vingança. Tudo isso deve agora ser ultrapassado. Somos todos são-tomenses e aquilo que todos desejamos é que o nosso país continue a melhorar, para que todos possam viver felizes nesta terra, que é um verdadeiro paraíso. Falava da campanha, marcada por crispação política, por boicotes e também por desinformação. Que sinais considera importantes observar nos próximos dias para avaliar a estabilidade política e institucional de São Tomé e Príncipe? É verdade que houve boicotes e, como referi, esses boicotes podem estar relacionados com os níveis de abstenção. Trata-se de manifestações de descontentamento por parte da população, que não devem ser ignoradas. O Presidente da República terá de encontrar um espaço de diálogo apropriado para transmitir uma mensagem clara aos cidadãos, restaurando a confiança nas instituições políticas, nos partidos e na própria Presidência da República. Esse será também um passo importante para reforçar a estabilidade política e institucional do país. Esta eleição pode representar o fim de um ciclo político e dar início a uma nova configuração do poder em São Tomé e Príncipe? Sim, naturalmente. Aquilo que aconteceu nestas eleições aponta para uma nova configuração do mosaico político e eleitoral em São Tomé e Príncipe. Neste momento, temos o MCI, partido liderado por Delfim Neves, que, na minha perspectiva, saiu politicamente reforçado. O candidato apoiado por este partido obteve um desempenho superior ao que muitos esperavam. É importante recordar que a candidatura de Carlos Vila Nova contou com o apoio de várias forças políticas e que, no próprio ADI, muitos dirigentes e militantes não apoiaram de forma clara a candidatura de Nito d'Abreu. Poucos foram os que manifestaram um apoio efectivo ao candidato, o que também é reflexo do trabalho político desenvolvido pelo MCI e pelos restantes partidos que apoiaram Carlos Vila Nova. Por outro lado, partidos como o MLSTP/PSD, o MDFM e outras forças políticas terão agora de fazer uma avaliação profunda da sua situação política. O MLSTP/PSD, como sabemos, atravessa também um momento de fragilidade, muito por causa da indefinição demonstrada ao longo deste processo eleitoral. Espera-se que consiga redefinir a sua posição e preparar-se para os próximos desafios políticos. Quanto ao ADI, a grande questão passa por saber que caminho vai seguir. Não sei se conseguirá renovar a sua liderança com Américo Ramos ou se continuará sob a direcção de Patrício Trovoada, que sofreu uma derrota política muito significativa nestas eleições. Se Patrício Trovoada continuar a liderar o partido, considero que será muito difícil evitar uma nova derrota nas próximas eleições legislativas.
Na semana passada, refletimos sobre o valor e o significado que a palavra «Deus» tem na nossa vida. Hoje, essa mesma palavra convida-nos a pensar no Reino de Deus e a compreender que a conversão a Jesus consiste, precisamente, em acolher em nós a dinâmica do seu reinado.Converter-se não é apenas mudar alguns comportamentos exteriores. É aprender a viver segundo a lógica de Deus, deixando que a sua graça transforme os nossos critérios, os nossos afetos e as nossas escolhas. Mas, para que isso aconteça, é necessário desejar a conversão, querê-la verdadeiramente e deixar que esse desejo se inscreva no coração.Podem impressionar-nos os grandes monumentos, as manifestações religiosas, os templos, os rituais ou as obras grandiosas realizadas ao longo da história por homens e mulheres de fé. Tudo isso pode despertar em nós o desejo de Deus. Contudo, se ficarmos apenas pela aparência, permaneceremos muito longe do essencial.A fé bíblica ensina-nos que Deus está presente no mundo e se dá a conhecer através da sua Palavra. Sem olhos e coração educados pela escuta, pela meditação e pela graça, podemos não reconhecer os sinais de Deus e até interpretar de modo errado as próprias manifestações religiosas.O povo de Israel conheceu, no Egito, uma religião imponente: templos grandiosos, rituais organizados e sinais visíveis de poder. Ainda hoje permanecem monumentos dessa civilização, como as pirâmides. Mas uma religião que se limita ao esplendor exterior corre o risco de permanecer epidérmica: impressiona os sentidos, mas não converte o coração.Para entrar verdadeiramente em nós, Deus dá-nos a sua Palavra. A semente lançada no coração é a Palavra que desperta o desejo de uma vida nova, segundo a beleza, a verdade e a bondade que Deus nos revela. O Senhor, porém, não pode mostrar-nos essa beleza se não nos demorarmos a escutá-lo.Escutar a Palavra exige que convoquemos tudo aquilo que somos: a inteligência, a memória, a experiência e a vontade. O conhecimento começa muitas vezes por uma pergunta: o que significa isto? Porque acontece assim? Onde está Deus nesta situação? Depois procuramos compreender, reunimos informação, escutamos, refletimos e formamos uma convicção.Mas o conhecimento autêntico não pode ficar reduzido a uma mera opinião. Aquilo que reconhecemos como verdadeiro deve gerar uma decisão, uma prática e uma mudança de vida. No campo da fé, essa aprendizagem chama-se conversão. Não basta saber; é preciso escolher e agir em conformidade.Por isso, o cristão não deve ter medo das perguntas. A fé não elimina a inquietação; orienta-a. Podemos interrogar Deus diante da morte, da doença, da injustiça ou da catástrofe. Podemos até reclamar com Ele, como fazemos com os amigos. A Sagrada Escritura está cheia dessas perguntas. O importante é não fechar o coração, mas continuar a escutar, a discernir e a procurar o que o Senhor nos ensina.Quando acolhemos a dinâmica do Reino, tornamo-nos mais comprometidos, mais compassivos e mais pacientes. Compreendemos que a realidade não é simplesmente branca ou preta. O trigo e o joio crescem juntos no mundo e também dentro de nós. Nem tudo o que é imperfeito deve ser arrancado imediatamente, porque, na ânsia de eliminar o joio, podemos destruir também o trigo.Esta consciência torna-nos misericordiosos connosco próprios e com os outros. Aprendemos a respeitar os tempos de crescimento, a confiar na ação de Deus e a colaborar com a sua graça. O Reino de Deus já está entre nós, não porque tudo seja perfeito, mas porque a verdade, a beleza e a bondade já começam a acontecer.Alimentados pela Palavra e fortalecidos pela graça, recebemos a coragem para nos comprometermos, com esperança, na construção de um mundo mais humano, mais justo e mais fraterno.
“A pessoa boa tira o bem do bom tesouro do coração, e a pessoa má tira o mal do seu mau tesouro; pois a boca fala do que está cheio o coração.” — Lucas 6.45 (VLC)Nossas palavras não surgem do nada. Elas revelam conteúdos que foram sendo acumulados no interior. Jesus ensina que o coração funciona como um depósito. Aquilo que guardamos nele, mais cedo ou mais tarde, aparece em nossas conversas e atitudes.É possível controlar a aparência por algum tempo, mas situações de pressão costumam revelar o que realmente está dentro de nós. Ressentimentos não tratados, comparações, medos e orgulho podem se manifestar em palavras duras. Da mesma forma, gratidão, graça e verdade também encontram expressão.Cuidar do coração significa prestar atenção ao que permitimos crescer. Algumas sementes precisam ser arrancadas antes que criem raízes. Outras precisam ser regadas por meio da Palavra, da oração, do perdão e da convivência com pessoas maduras.Para colocar em práticaEscute suas próprias palavras hoje. Elas podem servir como um diagnóstico. Em vez de apenas tentar falar melhor, peça a Deus que trate a fonte. Quando o coração é transformado, a fala também começa a mudar.OraçãoSenhor, examina meu coração. Remove o que produz palavras e atitudes prejudiciais e enche meu interior com tua graça, tua verdade e teu amor. Amém.
“Tudo o que é verdadeiro, respeitável, justo, puro, amável, de boa fama, virtuoso e digno de louvor seja o que ocupe o pensamento de vocês.” — Filipenses 4.8 (VLC)A mente é um terreno onde pensamentos são repetidos, alimentados e transformados em convicções. Aquilo que ocupa nossa atenção por muito tempo influencia emoções, palavras e decisões. Por isso, Paulo orienta os cristãos a escolherem cuidadosamente o conteúdo de seus pensamentos.Pensar no que é verdadeiro não significa negar problemas. Significa não permitir que o medo, a mentira e a suspeita sejam as únicas vozes dentro de nós. A verdade de Deus oferece uma perspectiva mais ampla do que a ansiedade consegue enxergar.Em um mundo de excesso de informações, precisamos estabelecer filtros. Nem tudo o que chama nossa atenção merece permanecer em nossa mente. Conteúdos que alimentam indignação constante, comparação ou desesperança podem enfraquecer nossa vida interior.Para colocar em práticaObserve o que você tem consumido e repetido mentalmente. Substitua uma fonte de ansiedade por algo que fortaleça sua fé: uma passagem bíblica, uma conversa saudável, um tempo de silêncio ou uma atividade que desperte gratidão. Cuidar dos pensamentos é parte da construção de uma vida sólida.OraçãoDeus, purifica meus pensamentos e ajuda-me a concentrar a mente no que é verdadeiro e bom. Que minhas escolhas interiores produzam uma vida que te honre. Amém.
Algo dá errado no seu dia, você tem uma pequena discussão. Aquilo te chateia e de repente você se vê pensando em como poderia ter falado diferente, nas coisas que a outra pessoa falou, na tensão toda em si. E isso fica se repetindo, de novo e de novo, por horas, dias, a ponto de parecer que a sua cabeça entrou em parafuso.Não é à toa que essa repetição exagerada de pensamentos em torno de um mesmo tema tem o nome de ruminação. Assim como animais ruminantes engolem o alimento, depois o trazem de volta à boca para mastigá-lo novamente de forma lenta e exaustiva, a mente "ruminante" pega uma ideia, erro ou medo do passado e a mastiga psicologicamente repetidas vezes, sem chegar a uma conclusão ou alívio.E foi ruminando muito nossos pensamentos que a gente decidiu fazer essa conversa com a Dra. Maria Fernanda Calliani, que é Psiquiatra especialista em Transtornos do Impulso & Ansiedade, sobre ruminação. ------------------PITAYA: O CLUBE DE CALCINHAS QUE AMAMOS AMARassinepitaya.com.brCupom: DONAS15------------------UM AIRBNB EM GRAMADO PRA CHAMAR DE NOSSO https://www.airbnb.com.br/rooms/33580406?unique_share_id=891d6240-97dc-4f1f-ad72-5138ea8cf351&viralityEntryPoint=1&s=76Chama a Dâmaris no chat e conta que é nossa apoiadora, tá? Tem condição especial! :)------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST!www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra (@larissavguerra) e Marina Melz (@marinamelz). Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf (@brunostolf) Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (07/07/2026): O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou ter interferido diretamente na decisão da Fifa que permitiu a escalação ontem contra a Bélgica do goleador dos EUA, Folarin Balogun. O atacante deveria ter cumprido suspensão automática após ter sido expulso por entrada violenta no jogo anterior, contra a Bósnia. A Fifa não anulou a punição, “apenas” a adiou por um ano – um reconhecimento indireto de que a expulsão foi correta, mas a sanção contra a dona da casa, governada por um aliado político e econômico, não lhe era conveniente. Balogun foi expulso na quarta-feira pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, contra o qual a Casa Branca produziu um dossiê. Ao confirmar ter feito o pedido em telefonema ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, Trump se referiu a Claus como um árbitro de “passado duvidoso” e admitiu nem saber o que significava um cartão vermelho. “Aquilo não foi uma falta”, sentenciou. Política: Governo paga recorde de R$ 34 bi em emendas antes das eleições Economia: Empresas veem ‘clima técnico’ em audiência sobre tarifaço dos EUA Internacional: Trump se reúne com líderes europeus em cúpula da Otan na Turquia Esportes: Novo ciclo da seleção deve marcar o fim da ‘Geração Neymar’See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dez anos depois do golo que valeu o título de campeão europeu a Portugal, no Euro 2016, Eder regressa ao Alta Definição para conversar com Daniel Oliveira sobre o momento que o imortalizou no futebol nacional. O avançado, que entrou como suplente na final disputada em Paris frente à França, recordou com emoção palpável os instantes que antecederam o remate decisivo, revelando a complexidade técnica e emocional de um lance que durou apenas uma fração de segundos. "Desde o momento em que o Moutinho passa a bola e eu tomei a decisão de aguentar e virar-me em direção à baliza, é tudo muito rápido", confessou, acrescentando que a memória que guarda do momento é quase transcendental: "É como se a minha alma tivesse sido o corpo, como se eu estivesse a ver um filme com um final feliz." Além do futebol, Eder revela-se um homem profundamente moldado por uma infância difícil, passada em instituições de acolhimento, e pelas oito cirurgias que pontuaram uma carreira marcada pela adversidade. O Alta Definição foi emitido na SIC a 04 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No início dos seus manuscritos, de 1844, Marx escreve qualquer coisa como «o meu próximo é o dinheiro», e o poeta francês Christophe Hanna admite que esta declaração pode ser entendida como uma indiciação de que o dinheiro determina as nossas vidas num tal grau que não nos livramos de qualificar os outros e a relação que com eles estabelecemos a partir da fortuna que lhes atribuímos. No fundo o dinheiro actua como um «capcioso parasita» (António Vieira) capaz de conduzir o hospedeiro a seu bel-prazer. Este parasita que se apropriou inteiramente dos destinos das sociedades pós-históricas, alcançou esse efeito prodigioso, diz-nos Vieira, ao infiltrar-se em todas as esferas do espaço humano, desenvolvendo um parasitismo de alta virulência: «fazendo-se desejar sem limite, inverte os papéis e põe a sociedade ao seu serviço até fazer perigar a sobrevivência do hospedeiro.» A narcose que este gera é tão profunda, que tudo se submete às suas leis, e ele deforma a própria realidade física através do homem, que se torna o agente dessa força viral. Como um astro negro, este irradia subtilmente a sua promessa que acaba por dominar o curso do mundo. Borges notou que «nada há de menos material do que o dinheiro, pois qualquer moeda (uma moeda de vinte cêntimos, digamos) é, em rigor, um repertório de futuros possíveis». Mas esse tempo futuro não nos pertence, na verdade os homens não são ricos, tanto como se tornam seres possuídos pelo dinheiro. O dinheiro é uma função que transtorna inteiramente a razão moral de um ser ao ver-se capturado pela sua influência, por essa excepção que nos desintegra sucessivamente até levar a um desinvestimento de todos os afectos e ligações, e desse desejo de autonomia, de liberdade, a qual não existe a não ser enquanto luta com o seu contrário. A adesão significa uma perda de si, uma diluição, enquanto o homem se cinge aos fins do próprio dinheiro, que visa a multiplicação, e que determina que toda a coisa, todo o bem, todos os seres, no esforço de se realizarem no mercado, passem a definir-se apenas segundo essa necessidade de competir com todas as outras mercadorias. Como nos diz Huysmans, «o dinheiro atrai-se a si próprio, procura aglomerar-se nos mesmos locais, vai de preferência parar aos celerados e aos medíocres; e depois, quando uma inescrutável excepção o leva a acumular-se num rico de alma não criminosa nem abjecta, permanece estéril, incapaz de se converter num bem inteligente, e entre mãos caridosas nem mesmo é apto a alcançar um fim elevado. Dir-se-ia que vinga assim o seu destino falso, se paralisa voluntariamente quando não pertence ao último dos trapaceiros nem ao mais repelente dos malandros.» A forma como o dinheiro se impõe passa desde logo por submeter a si o tempo e todas as funções cronológicas, de modo a neutralizar o Kairós, essa capacidade de ler no inesperado, de se aproveitar do acaso na forma como este procura corroer os enredos coercivos que visam tornar-nos meros espectadores passivos das nossas próprias vidas, existências paralisadas. O triunfo do capital significa essa redundância absoluta, num encadeamento que conduz ao fenómeno do presentismo, esse tempo que se define pela eterna hipnose do presente. Isto faz de nós seres dominados por uma compulsão para refazer o mundo segundo a lógica carcerária que exponencia as dinâmicas preditivas. A nossa época define-se, assim, como um nó temporal, uma sobreposição de tempos assombrados, em que o passado se dissolve nesses ecos ou reflexos comprometidos com o efémero e a contingência, dificultando a capacidade de recuperar as referências e, mergulhando na tradição, reactivar as sobrevivências de outras eras. Nem o futuro aquilo que nos ocupa, mas uma sua projecção que acaba por gerar a impotência, vivendo-se por antecipação apenas na correspondência com um desejo mórbido que se devasta a si mesmo, sendo que as promessas se concatenam e se tornam imediatamente perecíveis. O dinheiro não é, por isso, tão-só um equivalente absoluto, mas ele actua no espírito dos homens produzindo uma metamorfose que os tranca fora dessas cogitações inebriadas pelo tempo longo da história, sendo que em todos os domínios da vida, as obsessões presentistas levam ao colapso temporal, um tempo liso que não permite que nada se sedimente. Daí a tendência desde há algumas décadas para o deperecimento das formas artísticas, uma vez que esta lógica carcerária, mais do que nos confinar no espaço, vulnera-nos ao estarmos mergulhados num ritmo em constante aceleração que impede aquela maturação lenta que sempre esteve na base das principais realizações do espírito, e especificamente na arte que se fez até à modernidade. Hoje, devemos reconhecer como a arte contemporânea mais do que definir um conjunto de práticas que já não correspondem a critérios ou formas estáveis, numa relação tensa com a tradição, mas ao cooptar e misturar processos e linguagens com uma crescente indiferença pelas suas funções originárias, coloca-se como uma estação situada no ponto extremo da aceleração. Como nos diz o filósofo francês Yves Michaud, esta «indiferenciação dos géneros artísticos e coexistência de critérios estéticos provindos de tradições artísticas diferentes – uma paisagem chinesa, um rosto de manga japonês, um graffiti urbano, uma abstracção geométrica cientista, uma pintura abstracta expressionista ou monocromática, etc. – neutralizaram todos os critérios em favor daquilo que pode chamar-se ‘pluralismo indiferentista'». No fundo, o paradigma da arte contemporânea que infectou e contagiou tantas outras esferas da realização artística determinou que fosse o próprio conceito de arte que se dissolveu. Hoje, tudo é arte, porque a própria arte foi dominada pelo dinheiro, e está hoje inteiramente capturado pelos enredos da valorização e especulação das mercadorias, conferindo glamour, aura, brilho, confundindo-se nos seus fins com a própria ideia de luxo, de definição das tendências, sendo que ao artista não restou outra escolha senão tornar-se produtor, fabricando em série a partir de um modelo genérico, oferecendo ao mercado objectos produzidos que dizem sempre o mesmo, tornando-se idênticos, porque não servem para outra coisa senão para corresponder a uma marca, não se distinguindo nos fins do da publicidade. Voltando a Huysmans, este vinca como o dinheiro «torna lúbrico o indigente mais casto, actua de uma só pancada no corpo e na alma, e a quem o possui sugere um egoísmo baixo, um orgulho ignóbil, aconselha a gastá-lo apenas consigo próprio, do mais humilde faz um lacaio insolente, do mais generoso um larápio. Num segundo altera todos os hábitos, transtorna todas as ideias, num abrir e fechar de olhos transforma as paixões mais teimosas.» Aquilo que subsiste são apenas as paixões tristes de que falava Espinoza, desde logo a do dinheiro. Por isso mesmo, esta conjunção de todos os destinos, não deixa já margem a esses processos artísticos que se definiam pela resistência, pela «negação contínua daquilo que ameaça suprimir a própria liberdade» (Hegel). Bolaño, que nunca foi outra coisa senão um espírito que se alimentava das formas que, contrariando o monoteísmo do mercado, procuravam resgatar aquele politeísmo da imaginação, lamentava-se da perda da função social da literatura… «Que podem fazer Sergio Pitol, Fernando Vallejo e Ricardo Piglia perante a avalanche de glamour? Pouca coisa. Literatura. Mas a literatura não vale nada se não vier acompanhada de algo mais refulgente do que o mero acto de sobreviver. A literatura, sobretudo na América Latina, e suspeito que também em Espanha, é sucesso, sucesso social, claro, isto é, grandes tiragens, traduções para mais de trinta línguas. Os escritores actuais já não são, como bem fez notar Pere Gimferrer, senhoritos dispostos a fulminar a respeitabilidade social, nem muito menos um bando de inadaptados, mas gente saída da classe média e do proletariado, disposta a escalar o Evereste da respeitabilidade, desejosa de respeitabilidade. São louros e morenos, filhos do povo de Madrid; são gente da pequena burguesia que espera terminar os seus dias na alta burguesia. Não rejeitam a respeitabilidade. Procuram-na desesperadamente. Para a alcançar têm de transpirar muito. Assinar livros, sorrir, viajar para lugares desconhecidos, sorrir, fazer de palhaço nos programas cor-de-rosa, sorrir muito, sobretudo não morder a mão que lhes dá de comer, assistir a feiras do livro e responder com boa disposição às perguntas mais cretinas, sorrir nas piores situações, fazer cara de inteligentes, controlar o crescimento demográfico, agradecer sempre.» Que outra coisa vemos por estes dias tomar conta de todos os programas e «eventos» culturais senão isto? O que se andou a tramar por estes dias ali no Porto? Espécie de assalto sem se mexer muito, procurando excitar um tão bacoco fervor regionalista, propor os valores locais, poetas alinhados como artigos numa feira de produtos de uma cidade que há muito, tal e qual como Lisboa, não está em condições de lutar contra nada, nem contra a erosão de qualquer ordem de valores face à sua conversão em manta de retalhos, de atracções turísticas e activos financeiros, e assim, vimos Arnaldo Saraiva, num artiguelho encomendado, render-se à impostura de um reles promotor de valores regionais, fornecendo uma "selecção" de entre alguns perfis seguros, aspirantes e os habituais basbaques que ajudam a engrossar o lote, e, logo ele que tanto gosta dos brasileiros, parecia esquecer essa sóbria lição de «política literária» que nos deu Drummond de Andrade: «O poeta municipal/ discute com o poeta estadual/ qual deles é capaz de bater o poeta federal.// Enquanto isso o poeta federal/ tira ouro do nariz.» É só mais um entre uma série de promotores que, logo que foi posto algum dinheiro à disposição para a campanha, com o fim de reclamar que a cidade ainda mexe, provando que esta direita não quer fazer como a do último autarca social-democrata, que limpou o cu à cultura, e veja-se como se engendrou logo o patético golpe, como se encheram de presságios estes coronalecos, que luzes, e que maneiras agora, com a entoação favorecida por aquele lance de escadas da pronúncia, mas, desta feita, em vez do vernáculo, da bojarda que nos fazia sentir o gosto às tripas, temos uns assanhados prontos para fazerem da cultura o partido geral, nesse modo prático de ir com quem tiver o maço delas, esbanjando a esmola, multiplicando o pão abstracto, e olhó blazer que ali vem, Couceiro-argonauta-da-volta-à-terra-na-treta, lá vem, e garantem-nos que é tempo do rapaz, este que sofre daquela ternura publicitária pelos livros, vai morrer de letriose, uma cirrose de tanto ir ao fundo do tinteiro, das mil maneiras como se enrola com as sílabas numa tal felação, industrioso chouriceiro, cheio dessa bibliogarrulice, messias que irá salvar os canhenhos da glutonice da bicharia da prata, e aí vem o parque temático para os que tanto gostam de comer a erva das passadeiras em vez de a pisar, e se qualquer palco serve a quem vai partir prò infinito, que imortal salsada, vamos pôr a invicta a ler até desmaiar de inanição, vai fundar-se uma disneylândia das bovarinhas, com lendas que as levem para a cama e as aturem, enquanto põem ovos e os cornos ao pobre Charles, umas com as outras a desfiar delírios pelos festivais em vez de engolirem duma vez a merda do arsénico. Ora, neste episódio, e para pôr alguma ordem nisto, tivemos a companhia de António Pinto Ribeiro, alguém que tem pensado e exercido um papel enquanto programador cultural, buscando construir enredos de ordem excepcional que permitam ainda resistir à moral do lucro, a estas engrenagens submetidas de mil maneiras aos mecanismos do poder, nomeadamente neste quadro que serve para promover os artistas dóceis e inócuos, atrapalhando os potencialmente ameaçadores.
A viúva de Sarepta não recebeu um milagre antes de obedecer.Ela obedeceu... e então viu o milagre acontecer.Muitas vezes esperamos que Deus remova a escassez para só depois confiar. Mas, nessa história, a confiança veio primeiro, e a provisão veio em seguida.Talvez hoje o Senhor esteja convidando você a dar um passo de fé antes de enxergar a resposta.▶️ Assista ao episódio completo no YouTube e descubra como confiar no Senhor mesmo quando os recursos parecem insuficientes.
Aquilo que os filhos de Deus fazem, passível de erros, corresponde as experiências para que possam ter acesso aosrecursos que constituem a sua essência. A essência será sempre a mesma, guarda identidade com o Criador. Por essa condição que somos todos dignos do amor de Deus.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Ricardo Zovaro não tem dúvida em afirmar que a competência mais mportante que uma pessoa pode desenvolver não é a capacidade de liderar uma empresa, construir uma carreira ou alcançar metas. É a capacidade de governar a própria vida. Talvez por isso ele venha dedicando os últimos anos a ajudar pessoas que conquistaram resultados no mundo externo, mas que, em algum momento da jornada, perceberam que as antigas respostas já não sustentavam as novas perguntas. Pessoas que descobriram que a próxima etapa da vida exige menos esforço e mais consciência. Durante mais de três décadas, ele construiu uma sólida trajetória no mundo corporativo, atuando em posições de liderança e acompanhando empresas e equipes em diferentes países. Por muito tempo, sua vida esteve orientada pelos indicadores tradicionais de sucesso, crescimento e realização profissional. Mas uma experiência marcante de saúde, vivida durante uma viagem a Fernando de Noronha, tornou-se um ponto de inflexão em sua história. O que parecia apenas um episódio difícil acabou abrindo espaço para perguntas mais profundas sobre propósito, sentido e direção. A partir dali, iniciou uma longa jornada de busca e transformação que o levou a percorrer diferentes caminhos, países, tradições e experiências ligadas ao desenvolvimento humano, à espiritualidade e à expansão da consciência. Dessa travessia nasceu aquilo que hoje ele chama de GPS Interior: uma metodologia que procura integrar inteligência espiritual, governança pessoal e desenvolvimento humano para ajudar pessoas a reencontrarem sua própria direção. Metodologia que está virando livro e que chega ao mundo agora, em julho. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Ricardo Zovaro relembrou sua trajetória profissional, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: "Aquilo que parece um desvio muitas vezes é o caminho." Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Imaginemos uma aluna do quarto ano, sentada numa sala de aula, com uma página de texto à frente que não consegue decifrar. Sonha ser médica. À sua volta, vários atores do sistema educativo trabalham, cada um à sua maneira, para a ajudar: o professor, com sessenta e cinco alunos na turma e pouca formação em didática da leitura, tenta cumprir o programa antes dos exames; a inspetora regista a falta de água na escola, mas não tem forma de assinalar que as crianças não sabem ler; os serviços centrais distribuem tablets para uma escola sem eletricidade fiável; uma organização não-governamental ensina fonética, mas isoladamente, sem ligação ao sistema de formação de professores. Todos trabalham com boas intenções. Nenhum vê o quadro completo.
Nesta mensagem, o Pr. Rafael Lemos, com o texto em I Samuel, capítulo 17, versículos 24 ao 30, nos traz uma reflexão sobre a vida de Davi, e as pressões que ele viveu.A vida é marcada por pressões. Há momentos em que nos sentimos cercados por desafios, críticas, medos e circunstâncias que parecem maiores do que nós. Em I Samuel 17, encontramos Davi diante de um cenário de extrema pressão. Enquanto todos os homens de Israel tremiam diante de Golias, Davi demonstrou uma postura diferente, ensinando-nos importantes lições sobre como enfrentar as pressões da vida.1. A pressão do medoGolias representava uma ameaça real. Sua aparência, sua força e suas palavras intimidavam todo o exército de Israel. O medo era tão grande que os soldados fugiam quando o viam.Assim também acontece conosco. Muitas vezes enfrentamos situações que parecem gigantes: problemas familiares, enfermidades, crises financeiras ou desafios espirituais. O medo tenta nos paralisar.Mas Davi nos ensina que não devemos olhar apenas para o tamanho do problema, mas para a grandeza de Deus. Quando a fé é maior que o medo, encontramos coragem para continuar.As pressões da vida não são maiores do que o Deus que está conosco.2. A pressão das opiniões dos outrosQuando Davi começou a questionar sobre Golias, ouviu diversas opiniões ao seu redor. Mais adiante, até seu próprio irmão o criticou e tentou desmotivá-lo.Uma das maiores pressões da vida é lidar com aquilo que os outros pensam ou dizem sobre nós. Muitas pessoas desistem dos seus sonhos, do seu chamado e dos seus projetos porque dão mais atenção às críticas do que à voz de Deus.Davi não permitiu que as opiniões negativas definissem seu futuro.Quem conhece o propósito de Deus para sua vida não pode viver refém da opinião das pessoas.3. A pressão da conformidadeTodos estavam aceitando aquela situação como algo normal. Golias aparecia diariamente e ninguém reagia.Davi, porém, recusou-se a aceitar como normal aquilo que afrontava o povo de Deus.Vivemos em uma época em que existe pressão para nos conformarmos com situações erradas, desistirmos dos nossos valores e aceitarmos derrotas como inevitáveis. Porém, Deus procura pessoas que, como Davi, tenham coragem de pensar diferente e agir pela fé.A pressão da maioria não deve ser maior do que a convicção que Deus colocou em nosso coração.4. A pressão que revela o propósitoCuriosamente, foi justamente naquele ambiente de pressão que Davi começou a ser revelado como o homem que Deus havia escolhido.As pressões não chegam apenas para nos destruir; muitas vezes elas chegam para revelar quem somos em Deus. O gigante que assustava todos foi o mesmo gigante que abriu as portas para que Davi fosse conhecido em toda a nação.Aquilo que hoje está pressionando você pode ser o instrumento que Deus usará para manifestar Sua glória e fortalecer sua fé.Conclusão: As pressões da vida são inevitáveis, mas não precisam nos derrotar. Davi enfrentou a pressão do medo, das críticas e da conformidade, mas escolheu confiar em Deus.Quando todos viam um gigante impossível de vencer, Davi viu uma oportunidade para Deus agir.Talvez você esteja enfrentando pressões intensas neste momento. Lembre-se: Deus continua capacitando homens e mulheres para permanecerem firmes quando todos os outros recuam.Não permita que a pressão da vida seja maior do que a presença de Deus em sua caminhada. Quem confia no Senhor descobre que os gigantes podem ser grandes, mas Deus sempre será maior.Frase para reflexão: "A pressão pode revelar nossas fraquezas, mas também pode revelar a grandeza de Deus agindo através de nós."Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas,Deus te abençoe!
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como se esbanja por aí a eternidade, como se sacodem as suas pulgas, condenando os melhores vícios, a desordem sábia, e abrimos mão dos verdadeiros triunfos, da íntima noção dessas alegrias humildes, desse calor das existências comuns, do tempo em que os homens nasciam à beira das paixões e o único imperativo era não se afastarem demasiado. Mas, agora, precisam dar a volta, atravessar a perda de si mesmos, para reencontrarem algum sentido nas coisas que dizem e sentem, descobrindo com grande custo a «bela língua obscura dos condenados à morte», pois nesses renasce o fascínio pelos dias, pela sucessão de instantes que se ganha, se expande, e deles se ouve esse «soluço ilegível na frase humana», desbravando a perda, «a agonia nessa fronha desbotada,/ a vida finalmente vencida, a afonia,/ o tempo finalmente corroído, abolido…» Fomos apressados de tal modo e tão consistentemente que nalgum desvão nos livrámos de nós próprios. «Despacha-te. Eis a alegria e a miséria dos homens», escreve Benjamin Fondane. Porque todos sabemos que «os massacres começam pelo trigo», e que «o pão não brota da árvore do sono», fomos levados a fazer tanto, a sacrificar as melhores horas, tamanha energia apenas para não nos virem com a conversa. Basta pensar no muito que os homens suportam para não recair sobre eles a ênfase moralizadora dos demais. Mas enquanto a Terra segue e se afunda toda ela no não-ser, no vazio, o maior luxo é virar costas, não perder tempo entre esses que se mostram estranhos à sua própria vida, arrastar alheadamente o balão de soro do ócio de um lado para o outro, desfraldado, procurando escutar de tempos a tempos, na linha, nas zonas desumanas da produção, alguma réstia do espírito, alguém que solte «o grito agudo dos índios selvagens». Essa é a única música em que ainda pode confiar-se. Enquanto se multiplicam por toda a parte os deuses da vergonha, a linguagem está submetida a essas figuras de estilo com que se adornam os seres vencidos, dançando mecanicamente ao sabor de uma «música suja e intermitente, / como uma velha dor de dentes fiel e palpitante». E se tantos se queixam, se é a própria pele que soluça no vazio, se tantos lançam um olhar suplicante ao redor, só encontram a mesma expressão, o mesmo desalento: «não consigo sair desta armadilha infinita». «A fonte da vida afasta-se, está tão longe», adianta Fondane, parece que assistimos a uma «invasão-fantasma», e continuamos à procura de um peso, de algum sabor que nos leve noutro sentido… «Vidas gastas à procura de outras vidas gastas/ procuramos os nossos prazeres com órgãos desgastados»… «No cinema os homens estão lado a lado/ com o mesmo coração e as mesmas entranhas,/ desprendidos, estranhos à sua própria vida/ enterraram-na dentro de si como uma afronta que se oculta/ a sua própria vida no entanto que não ousam beijar na boca,/ que arrastam consigo, como um velho guarda-chuva,/ — esses velhos guarda-chuvas que se esquecem nos bancos de um eléctrico —». Por toda a parte a relação desses elementos impiedosos, enquanto um mundo de desejos equívocos nos encurrala aqui e ali, e os profetas dizem o que já sabemos, erguem mundos paralelos de forma a traduzir com um apelo fantástico o mesmo mal, como os homens são levados a trair-se intimamente, e, de tão propalados esses sóis da fome, deixam-se instruir, adaptam-se ao consumo da carne humana. «A formulação tortuosa do juridiquês», diz-nos Frank Herbert, «desenvolveu-se a partir da necessidade de ocultarmos de nós próprios a violência que tencionamos exercer uns sobre os outros. Entre privar um homem de uma hora da sua vida e privá-lo da própria vida existe apenas uma diferença de grau. Exerceste violência sobre ele, consumiste a sua energia. Elaborados eufemismos podem disfarçar a tua intenção de matar, mas, por detrás de qualquer exercício de poder sobre outrem, subsiste sempre a mesma pressuposição última: 'Eu alimento-me da tua energia.'» Por estes dias, vemos desenrolar-se esse argumento insidioso a favor de um aviltante darwinismo, lógicas de selecção social que instalam entre esse elemento de predação constante, criando-se a legitimidade moral para que cada um viva a sua vida como denúncia da fraqueza daqueles que não suportam a naturalidade de todo este enredo pavoroso. Os desempregados e os que se recusam a trabalhar são vistos como a pior corja, há um ódio crescente ao ocioso que, ao contrário dos demais, não dá o litro nem aspira a nenhum título, «antes procura saciar-se com apropria vida, sem os sucedâneos da técnica nem a multiplicidade de mercadorias», como escreve Vivian Abenshushan. «Prefere a despreocupação daquele que nada tem a perder à ansiedade permanente do investidor. A sua forma de vida é excêntrica, uma escolha soberana, marginal, distinta dos valores hegemónicos. Por isso, a sociedade não tolera o ocioso. Um bárbaro. Um inútil. Um desertor hedonista. Um imoral. Entregue ao gozo quotidiano e simples da existência, em que o encontro com os outros e a cooperação voltam a ser possíveis, o ocioso não pode despertar senão intranquilidade e suspeita. E há razões para isso: em toda a desocupação voluntária, prevalece o desprezo pela vida oficial, repleta de formalidades que destroem a saúde mental dos cidadãos. Os que insistem em ver no ocioso o cúmulo da indiferença, um ser apenas vivo, um chulo, e se sentem incómodos na sua companhia, fazem-no porque por detrás dele espreita um perigo: o deslocamento da normalidade, considerada intolerável pelo ocioso, para a esfera do jogo ou do carnaval. Este descarado vira tudo de pernas para o ar. É um provocados (mais insolente do que indolente), pois cometeu o pecado da singularidade, sempre à margem da vida gregária do trabalho, onde as pulsões particulares mal palpitam sob a repetição mecânica.» Alguém sempre nos dirá que por conta desses vícios, todos os outros se vêem obrigados a arcar com o peso, redobrar os seus esforços, trabalhar na sua vez. Mas em que tanto trabalham senão para degradar as próprias condições de vida? Enquanto isso, vemos como o Estado instiga essas formas de cupidez, impõe horas de trabalho obrigatório, institui os subsídios ao salário e o chamado ‘trabalho cívico', sempre num esforço de reduzir e desvalorizar cada vez mais os custos com a mão-de-obra, fomentando e legitimando em grande escala o proliferante sector que apenas vive dos baixos salários e do trabalho de miséria. «O único sentido de toda esta impertinência consiste em levar o maior número possível de pessoas a não apresentar qualquer pretensão ao Estado e em exibir perante os excluídos instrumentos de tortura suficientemente monstruosos para que qualquer trabalho de miséria lhes pareça comparativamente mais aceitável», lê-se no Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis. Podemos dar-lhes todos os argumentos, listar os indicadores em sentido contrário, explicar os efeitos desastrosos de toda a esta actividade imparável, tanta dela contribuindo apenas para o regime geral de sobreprodução, desperdício, dominação, opressão… Preferem sempre lançar-se nos braços dos nossos verdugos. No fundo, estão tão longe das paixões que noutros tempos explicavam a própria multiplicação, que só o trabalho explica as suas existências. Refastelam-se no cadáver de todos os deuses antigos, gostam de sentir a carne ferida pelos galos mecânicos, ouvem como o anúncio do muezzin o som cada vez mais exausto da vida, prestam culto a esses desastres encadeados. Que pode interessar-lhes o que tenham a dizer os filósofos? «E eu disse à minha própria esperança: Que queres de mim?/ Porque me atormentas incessantemente?» A estupidez mais do que uma convicção, tornou-se uma religião. É a ladainha daqueles que de forma inconsciente foram incorporando a máquina, e que têm a fábrica ou o escritório como o último templo, e têm uma fúria absurda contra tudo esses lirismos heréticos dos que pensam. Vão fazer do homem uma coisa tão descartável como todo esse lixo que tantos os orgulha. Horizontes a perder de vista de lixo. Mas como suprema provocação, em qualquer clareira, lá estará um tipo encostado seja ao que for, a ler uns versos, algo que destoe de toda essa canção rançosa que absorve a existência. E, assim, à margem deste tempo de raiva e loucura, algum filósofo-poeta como Cioran será lido por algum provocador-ocioso, que se compensará de toda essa estupidez, deixando-se estar, rindo de quem trabalha por trabalhar, deleitando-se num esforço estéril, imaginando que é possível realizar-se através de um labor assíduo. Lendo, rindo-se… «O trabalho permanente e ininterrupto embrutece, trivializa e despersonaliza. O trabalho desloca o centro de interesse do homem do domínio subjectivo para o domínio objectivo das coisas. Em consequência, o homem deixa de se interessar pelo seu próprio destino e fixa-se nos factos e nos objectos. Aquilo que deveria ser uma actividade de transfiguração permanente torna-se um meio de exteriorização, de abandono de si mesmo. No mundo moderno, o trabalho significa uma actividade puramente exterior; o homem já não se faz a si próprio através dele, faz coisas. O facto de cada um de nós ter de possuir uma carreira, de entrar numa determinada forma de vida que provavelmente não lhe convém, ilustra a tendência do trabalho para entorpecer o espírito. O homem vê o trabalho como algo benéfico para o seu ser, mas o seu fervor revela a sua inclinação para o mal. No trabalho, o homem esquece-se de si; mas esse esquecimento não é simples nem ingénuo, é antes aparentado com a estupidez. Pelo trabalho, o homem passou de sujeito a objecto; por outras palavras, tornou-se um animal diminuído que traiu as suas origens. Em vez de viver para si próprio — não de modo egoísta, mas para crescer espiritualmente — o homem tornou-se o miserável e impotente escravo da realidade exterior. Para onde foram o êxtase, a visão, a exaltação? Onde está a loucura suprema ou o prazer autêntico do mal? O prazer negativo que se encontra no trabalho participa da pobreza e da banalidade da vida quotidiana, da sua mesquinhez. Porque não abandonar este trabalho inútil e recomeçar sem repetir o mesmo erro dispendioso? Não bastará a consciência subjectiva da eternidade? Foi precisamente o sentimento da eternidade que a actividade frenética e a agitação do trabalho destruíram em nós. O trabalho é a negação da eternidade. Quanto mais bens adquirimos no reino temporal, quanto mais intenso é o nosso labor exterior, menos acessível e mais distante se torna a eternidade. Daí a perspectiva limitada das pessoas activas e enérgicas, a banalidade dos seus pensamentos e das suas acções. Não oponho o trabalho nem à contemplação passiva nem a um vago devaneio, mas a uma transfiguração irrealizável; apesar disso, prefiro uma preguiça inteligente e observadora a uma actividade intolerável e tirânica. Para despertar o mundo moderno, seria preciso elogiar a preguiça. O preguiçoso possui uma percepção infinitamente mais aguda da realidade metafísica do que o homem activo.»
Aquilo que não provém da Escritura deve ser rejeitado. A Palavra de Deus é a nossa regra de fé e prática, e tudo o que se levanta fora dela, por mais atraente que pareça, não tem autoridade sobre a vida do cristão.A Bíblia nos ensina que “toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça” (2Tm 3:16). Isso significa que é nela que encontramos o fundamento seguro para viver como filhos e filhas de Deus.#conscienciacrista #CC2026 #vidacrista #aigrejadecristo #somenteaescritura #palavradedeus
Provérbios4:23 (NVT):“Acima de todas as coisas, guarde seu coração, pois ele dirige o rumo de suavida.”Muitaspessoas cuidam da aparência, da rotina, das responsabilidades e das metas, masse esquecem de cuidar do coração. E a Bíblia deixa claro que aquilo queacontece dentro de nós influencia diretamente a direção da nossa vida.O coraçãovai sendo afetado silenciosamente pelas experiências, pelas palavras, pelasfrustrações e pelos ambientes em que vivemos. Mágoa, medo, ansiedade e desânimopodem crescer sem fazer muito barulho no início. Mas, aos poucos, começam acontrolar pensamentos, emoções e decisões.Por issoDeus nos chama a vigiar o interior.Nem todoproblema começa do lado de fora. Muitos começam dentro do coração e depois serefletem na maneira como enxergamos a vida, as pessoas e até a nós mesmos.Guardar ocoração não significa se tornar frio ou distante emocionalmente. Significaproteger sua mente e suas emoções daquilo que pode afastar você da paz e dapresença de Deus.Muitasvezes o desgaste emocional vem justamente do excesso de coisas negativas quepermitimos permanecer dentro de nós. Comparações, ressentimentos, pensamentosdestrutivos e preocupações constantes vão enfraquecendo lentamente a alma.Talvez hojevocê precise parar um pouco e observar o que tem ocupado espaço dentro do seucoração.Aquilo quedomina seu interior começa, cedo ou tarde, a dirigir seus passos.Mas Deuscontinua trazendo restauração. Ele continua curando emoções feridas ereorganizando áreas internas que ficaram desordenadas ao longo da caminhada.Hoje, cuidedo seu coração. Nem tudo merece permanecer ocupando espaço dentro de você.
Romanos8:28 (NVT):“Sabemos que Deus faz todas as coisas cooperarem para o bem daqueles que o amame são chamados segundo seu propósito.”Nem tudoque acontece na vida é bom. Existem dores reais, perdas reais e momentosdifíceis que machucam profundamente. A Bíblia nunca tenta romantizar osofrimento humano. Pelo contrário, ela reconhece que viver também envolveatravessar fases difíceis.Mas esseversículo apresenta uma verdade extremamente poderosa: Deus consegue agir atéem cenários quebrados. Ele possui a capacidade de usar aquilo que parecia semsentido para produzir crescimento, amadurecimento e propósito.O problemaé que, no meio do processo, quase nunca conseguimos enxergar isso claramente.Quando estamos vivendo a dor, tudo parece confuso. O coração faz perguntas, amente tenta encontrar lógica e as emoções oscilam entre esperança e desânimo.Muitasvezes queremos entender imediatamente aquilo que Deus ainda está construindosilenciosamente. Mas nem sempre veremos o quadro completo enquanto atravessamosdeterminadas fases da vida.Isso exigeconfiança. Não uma confiança baseada nas circunstâncias, mas baseada no caráterde Deus. Ele continua sendo bom mesmo quando a vida parece difícil. Continuasendo fiel mesmo quando ainda não entendemos tudo.Talvez hojevocê esteja olhando para sua história e pensando que algumas coisas saíramcompletamente do controle. Mas Deus continua trabalhando nos bastidores. Hácaminhos sendo organizados, processos sendo amadurecidos e situações sendoalinhadas de maneiras que você ainda não consegue perceber.Aquilo quehoje parece desordem pode estar sendo usado por Deus para fortalecer áreas dasua vida que ainda precisavam crescer.A fé nãoelimina todas as perguntas, mas sustenta o coração enquanto as respostas nãochegam.Hoje, mesmosem compreender completamente o cenário, continue confiando: Deus ainda estáagindo.
A Aline cresceu no morro vendo a mãe se dividir em dois empregos para sustentar três filhos sozinha. Desde muito cedo ela aprendeu que sobreviver vinha antes dos sonhos.Ela parou de estudar aos 13 anos para trabalhar no farol. Enquanto vendia coisas nos semáforos, aprendia também a se proteger dos perigos que cercavam meninas pobres e negras desde cedo demais.Mais tarde, já com seu primeiro filho, ela consegue o primeiro emprego como faxineira depois de voltar a estudar pelo EJA, equilibrando os R$410 do salário entre aluguel, fraldas, leite e a vizinha que cuidava do filho pequeno. Mesmo enfrentando preconceito e assédio, ela seguia trabalhando com dignidade nas faxinas. Fazia questão de sorrir enquanto limpava banheiros, como quem tentava provar para si mesma que nenhum trabalho deveria diminuir alguém.Quando começou a trabalhar em uma creche, como auxiliar de limpeza, os traumas da infância voltaram. Via crianças negras e atípicas sendo excluídas das rodas, ignoradas pelas professoras, tratadas como invisíveis. Ela não conseguia fingir que não via.Até que, durante uma reunião de professores, ela sugeriu uma brincadeira para as crianças. A resposta de uma das professoras veio em forma de humilhação: “Cala a boca! Você não tem pedagogia”.Aquilo doeu fundo na Aline, mas foi também o dia em que ela decidiu que voltaria para aquela escola como professora.Sem dinheiro para faculdade, virou passista da Vai-Vai para pagar os estudos. Trabalhava como faxineira durante a semana, fazia shows à noite e vendia produtos em feiras nos finais de semana. Tudo isso enquanto criava o filho sozinha e tentava sobreviver a um relacionamento que repetia diariamente que ela era burra demais para conseguir se formar.Até que ela conseguiu. Entrou na Universidade Zumbi dos Palmares, se formou em pedagogia e voltou para a mesma creche que foi humilhada. Dessa vez, como professora.Ali, a Aline entendeu que podia transformar dor em acolhimento, e foi isso que fez dentro das salas de aula.Mais tarde, após o nascimento do filho com síndrome de Down, precisou deixar a escola novamente, mas não largou a pedagogia e transformou essa nova dor em literatura. Escreveu livros infantis com protagonismo negro e viu suas obras viajarem o mundo, serem reconhecidas em universidade fora do Brasil.A faxineira silenciada dentro de uma escola hoje ensina justamente aquilo que mais faltou para ela durante a vida toda: afeto e pertencimento.
Aí sim! Umbanda não é tudo igual. Aliás, muito pelo contrário, cada casa é uma casa - que é moldada pelos valores e visões dos dirigentes, mas também pelas circunstâncias sociais da comunidade a qual ela serve. É claro que a religião tem fundamentos, e isso se observa em certas práticas e mistérios que se repetem de barracão em barracão, seguindo suas tradições. E o ponto é justamente esse: nenhuma tradição pode ser avaliada pelos olhares de quem não as vivencia e não as compreende. Há, entretanto, uma dificuldade bastante perniciosa - e que não é exclusiva do meio do axé - que é o exercício da alteridade: compreender que as dinâmicas alheias nada devem às nossas preconcepções & ignorância. Entender que a essência de um Mistério está justamente em sua singularidade, e portanto ser sábio para não se questionar o que não se entende. Ou, se ousar questionar, o fazer com respeito e contemplação. Em outras palavras : o pensamento automático é o fácil. Aquilo que se destaca, que está na boca de todo mundo é o lugar-comum, é o que todo mundo sabe, é a referência padrão. Essa é a média. E quem não sai da média é medíocre. Mas há outras formas de se pensar o mundo. Há outros modos de se agir, de se posicionar, de refletir sobre a vida e a espiritualidade. E esse é o tipo de filosofia anti hegemônica, ou seja, que desafia o senso comum para exercer outras possibilidades. E é sobre isso que trataremos no nosso episódio de hoje! Acesse em seu agregador de podcast preferido e venha conosco! --- Próximas Lives (Páginas Abertas): Páginas Abertas #53 – 05/06 às 20:00 [A Arte do Diário Mágicko] --- Envie seu relato!
Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Gabi Picciotto não tem dúvida em afirmar que existe um poder imenso em acreditar — acreditar de verdade, sem garantias, sem controle, sem precisar que o mundo confirme primeiro aquilo que o coração já sente. Talvez por isso ela tenha dedicado sua trajetória a compreender o encontro entre consciência, emoções, espiritualidade e realidade concreta. Porque, para ela, não existe expansão verdadeira quando usamos a espiritualidade apenas para fugir de nós mesmos. Fé, na sua visão, não é negação da realidade — é uma força interna capaz de reorganizar a maneira como pensamos, sentimos e caminhamos pela vida. Doutora em Psicologia, com foco no fenômeno do spiritual bypassing — o uso inconsciente da espiritualidade para evitar dores e processos internos — ela construiu uma caminhada que une profundidade emocional, sensibilidade e uma rara experiência no universo corporativo. Passou por empresas e consultorias como Unilever, Korn Ferry e Walking the Talk, até perceber que sua missão era justamente integrar mundos que durante muito tempo pareciam separados: alma e estratégia, intuição e ação, espírito e matéria. Hoje, ela conduz pessoas e organizações em processos profundos de alinhamento, expansão e desenvolvimento humano, ajudando pessoas a viverem com mais verdade, consciência, leveza e propósito. E talvez uma das mensagens mais bonitas do seu trabalho seja justamente essa: quando alguém acredita verdadeiramente em si, na vida e no próprio caminho, algo dentro começa silenciosamente a mover montanhas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a terapeuta, consultora organizacional e autora do livro A Voz da Alma contou sua história de vida, trouxe seu olhar para este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórica: “Aquilo que pensamos silenciosamente molda a nossa realidade". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Você sabia que o animal com o sistema hormonal mais parecido com o da mulher é o elefante fêmea? E que os hormônios não afetam só o corpo — eles mudam quem você acredita que é?Neste episódio falamos de verdade sobre o que acontece com o seu corpo e o seu humor ao longo do ciclo menstrual, da gravidez, do pós-parto e da menopausa. Sem julgamento. Com ciência.O que você vai aprender:→ As 4 fases do ciclo e como cada uma muda sua personalidade, memória e desejo→ Por que o estrogênio afeta a serotonina — e o que isso tem a ver com a pia suja→ O que é matrescence e por que ninguém fala sobre isso→ Como a névoa mental da menopausa tem base neurológica documentada→ Um exercício de 30 dias para mapear seu próprio ritmo emocionalReferências citadas: Journal of Affective Disorders (2023), JAMA Psychiatry (2023), Developmental Cognitive Neuroscience (2022), pesquisadora Lisa Mosconi (The XX Brain).Esse episódio é para você que cansou de se perguntar "o que há de errado comigo?" — e quer começar a perguntar "o que meu corpo está me dizendo?"Compartilhe com uma amiga que precisa ouvir isso.
Neste episódio, Guilherme Goulart e Vinícius Serafim analisam casos reais e tendências que colocam em xeque a segurança digital e física no Brasil. Você vai descobrir como criminosos burlaram um sistema de reconhecimento facial em condomínios de Porto Alegre usando engenharia social, expondo os riscos do teatro da segurança, do solucionismo tecnológico e da hipossuficiência técnica dos consumidores. Em seguida, você vai entender o que está por trás do lançamento do modelo Mitos da Anthropic — classificado como perigoso demais para uso público —, e por que os resultados práticos com o Firefox e o cURL geraram ceticismo no meio da cibersegurança, levantando questões sobre propaganda de IA, governança, regulação e concorrência no mercado de inteligência artificial. Neste episódio, você também acompanha a análise da lei 15.397, que atualizou crimes digitais no Brasil com penas mais severas para furto qualificado digital, cessão de conta laranja e fraude eletrônica — e por que, sem investimento em capacidade investigativa, isso pode ser apenas populismo penal. Além disso, são discutidas duas vulnerabilidades críticas no Linux (CVE Copyfile e Dirty Frag) com exploits já circulando antes da correção, e como a IA pode acabar com o anonimato na internet ao identificar autores por fingerprint de texto com apenas 125 palavras. Os temas de privacidade, proteção de dados, LGPD, segurança ofensiva, pentest e infraestrutura em nuvem permeiam toda a conversa. Assine o Segurança Legal na sua plataforma favorita, siga o perfil nas redes sociais e avalie o podcast para ajudar a ampliar o alcance deste projeto independente de conteúdo sobre segurança da informação. Você também pode apoiar diretamente pelo Apoia.se (apoia.se/segurancalegal) ou simplesmente indicar o podcast para colegas e amigos — cada compartilhamento faz diferença. Entre em contato pelo e-mail podcast@segurancalegal.com ou pelo Mastodon, Instagram, Bluesky, YouTube e TikTok. Esta descrição foi realizada a partir do áudio do podcast com o uso de IA, com revisão humana. Visite nossa campanha de financiamento coletivo e nos apoie! Conheça o Blog da BrownPipe Consultoria e se inscreva no nosso mailing Shownotes Polícia prende suspeitos de invadir e furtar apartamentos de alto padrão em Porto Alegre; grupo usava fraude em reconhecimento facial Polícia desarticula grupo de criminosos que furtava apartamentos de luxo via redes sociais Atualização do Código Penal para alguns crimes digitais Will AI end anonymity? I tested it I can never talk to an AI anonymously again Anthropic's most dangerous AI model just fell into the wrong hands Unauthorized group has gained access to Anthropic's exclusive cyber tool Mythos, report claims It’s a myth that you need Mythos to find bugs: Open source models can do it just as well Filme: Quebra de Sigilo (Sneakers) BC Protege Livro – Sob a sombra da suástica: a França ocupada Filme – Viagem ao mundo dos sonhos Artigo – Em louvor ao Teatro da Segurança Imagem do episódio: The Ancient Days, Willia, Blanke
"Porque aquilo que TEMIA me sobreveio; e o que RECEAVA me aconteceu. Nunca estive tranquilo, nem sosseguei, nem repousei, mas veio sobre mim a perturbação." Jó 3:25-26"Jesus respondeu, e disse-lhe: Se alguém Me ama, guardará a Minha Palavra, e Meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada.Quem não Me ama não guarda as Minhas Palavras; ora, a Palavra que ouvistes não é Minha, mas do Pai que Me enviou." João 14:23-24
Entre planos de reconstrução com verbas milionárias, debates sobre transparência política e portas giratórias, e uma esquerda à procura de identidade, Portugal enfrenta vários dilemas em simultâneo. O governo de Montenegro apresentou um ambicioso plano de 22 mil milhões de euros para reconstruir o país após as catástrofes recentes, mas será que tem capacidade para o cumprir? A polémica entre Pedro Delgado Alves e Aguiar-Branco reacendeu o debate sobre conflitos de interesse e a transparência dos políticos. E com Pedro Nuno Santos a pairar sobre o PS, conseguirá a esquerda reorganizar-se e encontrar uma nova força política capaz de desafiar a direita? Ouça a análise de Nuno Ramos de Almeida e Francisco Mendes da Silva no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 28 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aqui * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio desta semana do Relatos do Além com Cris Zoucas, ouvimos histórias reais sobrenaturais perturbadoras.Tamires relata uma processão das almas, risadas misteriosas e pedras sendo lançadas sem explicação, além da visão de um possível protetor espiritual. Já Gilvana conta um caso intenso de paralisia do sono, com sensação de ataque e presença desconhecida.E ainda temos um terceiro relato exclusivo para apoiadores.
Relato paranormal real apresentado por Cristiano Zoucas no podcast Relatos do Além. Neste episódio, dois casos perturbadores enviados por ouvintes envolvendo sonhos estranhos, visões assustadoras e experiências sobrenaturais que parecem atravessar o limite entre internet, sonho e realidade.No primeiro relato, uma ouvinte conta que viu na internet um vídeo de uma criatura grotesca, algo entre sereia e animal, um tipo de criptídeo impossível de esquecer. Depois disso, algo estranho começou a acontecer com ela e sua família: episódios de paralisia do sono e a sensação de que aquela mesma criatura aparecia no quarto durante a madrugada, subindo lentamente pela cama enquanto ela tentava acordar.No segundo caso, outra ouvinte relata sonhos recorrentes com uma figura estranha parecida com um lutador de sumô. Durante anos ela associou essa presença ao coelhinho de pelúcia que ficava em seu quarto. Mas tudo mudou quando, andando pela Avenida Paulista, ela entrou em um túnel e viu um grafite perturbador: a mesma figura dos seus sonhos, um homem enorme sentado na cama comendo carne. Um caso paranormal brasileiro que parece uma verdadeira história de fantasma real.Neste episódio do Relatos do Além, Cristiano Zoucas apresenta dois relatos assombrados que levantam uma pergunta inquietante: certas imagens podem abrir portas para algo que não conseguimos explicar? Talvez, depois de ouvir essas histórias, você também comece a questionar até onde vai o limite entre sonho, memória e uma possível experiência sobrenatural.
Neste programa Semana em África, voltamos aos temas que marcaram os nossos noticiários. O destaque vai para os receios manifestados em torno das consequências da guerra no Médio Oriente sobre as economias africanas. A guerra no Médio Oriente está a preocupar também os países africanos. Em Cabo Verde, o Presidente José Maria Neves apelou ao bom senso e ao diálogo entre os países envolvidos, defendendo uma solução pacífica para a crise. “Na verdade, as guerras nunca resolvem os problemas. Destroem, criam problemas humanitários, criam também ressentimentos e geram mais violência. Nós sempre temos apelado ao respeito pela soberania dos países, ao respeito pelo direito internacional e para o diálogo e a solução negociada dos conflitos. E, na linha da nossa Constituição da República, são esses os princípios que nós defendemos. Independentemente dos países ou dos protagonistas, são esses os elementos que Cabo Verde defende na arena internacional. Resta-nos apelar ao bom senso, ao diálogo e à solução negociada deste conflito”, afirmou o chefe de Estado cabo-verdiano. Em termos económicos, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças, Olavo Correia, admitiu que a subida de mais de 10 pontos percentuais no preço do petróleo na última semana vai ter implicações directas na economia do arquipélago. “Ninguém está preparado para situações imprevisíveis. Temos de nos preparar em todo o mundo. Os Estados Unidos, a França, a Alemanha e também Cabo Verde têm de se preparar. Estamos perante um novo contexto e todos nós temos de nos adaptar a esta realidade, que terá implicações a nível económico. Com o aumento do preço do petróleo, que subiu mais de 10 pontos percentuais, apenas na última semana, haverá impactos directos na economia cabo-verdiana", declarou Olavo Correia. Já Angola pode estar entre as economias mais beneficiadas em África devido à guerra dos EUA e Israel contra o Irão, devido à subida dos preços do petróleo e melhores condições financeiras da dívida. A informação foi adiantada à Lusa pela analista da Bloomberg Economics Yvonne Mhango, que disse que Angola, Nigéria e Gana podem tirar benefícios da subida do preço do petróleo, enquanto a República Democrática do Congo, a África do Sul e o Quénia poderão estar entre os mais afectados. Mas de um modo geral, a analista adverte que "para a maioria das economias africanas, preços mais altos do petróleo significam moedas mais fracas e renovada pressão sobre a inflação, o que poderia colocar novamente em discussão uma subida nas taxas de juro". Ainda em Angola, o porta-voz da CEAST - a Conferência Episcopal de Angola e São Tomé - Belmiro Chissengueti, alertou para os efeitos do “fim do multilateralismo”. “Nós estamos numa realidade e num panorama mundial em que os organismos multilaterais parecem que hoje estão bastantes fragilizados, há anos quando falávamos das Nações Unidas pelo menos eram ouvidas, mas hoje sentimos praticamente os efeitos do fim do multilateralismo, daí a opção de uma única potência mundial ditar as regras”, declarou nesta segunda-feira em Luanda o porta-voz da CEAST, Belmiro Chissengueti durante a conferência de imprensa de balanço da I Assembleia Plenária da CEAST. Na Guiné-Bissau, o primeiro-ministro do Governo de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou, esta semana, que o país está preocupado com as consequências da guerra no Médio Oriente e que está a tomar medidas preventivas sobre o aumento do petróleo. Ainda em Cabo Verde, um alerta do FMI para os efeitos na Segurança Social do declínio populacional levou o governo a ponderar aumentar a idade de reforma. O Primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, falou dessa possibilidade e em um estudo em curso. "Este estudo está em curso, um estudo que tem de ter uma boa base de sustentabilidade porque aqui temos de garantir não só aquilo que pode ser qualquer mexida no sistema de reforma, pois temos de ter em conta também as contribuições, particularmente num país que está a mudar a sua pirâmide de idade", começou por dizer o governante. "Hoje temos mais velhos, temos maior esperança de vida, as pessoas vivem mais. A viverem mais, consomem mais da Segurança Social, através da assistência médica, medicamentos e tem uma pressão maior para a Segurança Social", explicou o chefe do governo de Cabo Verde. "Por outro lado, há uma tendência de redução do número de contribuintes. Aquilo que está a acontecer na Europa vai acontecer aqui, em Cabo Verde, num período de aproximadamente uns vinte anos. Muito trabalho já foi feito, tem de ser depois aprovado em sede do Conselho de Concertação Social", rematou. Em Moçambique, a presidente do Instituto Nacional de Gestão de Risco de Desastres, Luísa Meque, indicou estar atenta aos alegados casos de desvios de donativos para as vítimas das cheias e inundações. “Nós, como instituição, a nossa maior preocupação é que todos os bens que são levados para os centros de acomodação sejam entregues aos beneficiários, que são, de facto, as pessoas que têm de receber os bens. Agora, temos que trabalhar com todos aqueles que estão lá, que estão com comportamentos que não são abonatórios, para o sucesso do nosso trabalho”, vincou Luísa Meque. Ainda em Moçambique, arrancaram esta semana as aulas para este ano lectivo, depois de cheias e inundações terem afectado mais de 400 infra-estruturas escolares. Sete escolas continuam a ser utilizadas como centros de acolhimento para as vítimas das intempéries e 15 permanecem sitiadas. O Presidente Daniel Chapo defendeu o investimento na educação. “Investir na educação não é uma despesa, pelo contrário: é uma estratégia e uma opção política do Estado no investimento no futuro”, afirmou Daniel Chapo. Daniel Chapo sublinhou que a actual geração tem a missão de conquistar a independência económica: “Essa conquista começa aqui, na escola, na educação. Não haverá industrialização robusta sem um ensino secundário forte, não haverá economia digital sem ciência nas salas de aula e não haverá soberania plena sem construirmos, e continuarmos a construir, este futuro”, disse. Em São Tomé e Príncipe, decorreu esta semana o Forum de Soluções e Investimento dos Pequenos Estados Insulares Africanos em Desenvolvimento. Na abertura do evento, o chefe do governo são-tomense disse que “este fórum representa um passo estratégico, decisivo na conjugação de esforços para acelerar a transformação dos sistemas agrícolas e alimentares com vista a erradicação da pobreza, eliminação da fome, combate à má nutrição e a redução da desigualdade” nos pequenos países insulares do continente. Américo Ramos reconheceu que o tempo exige celeridade nas acções de luta contra a insegurança alimentar: "Constatamos com preocupação que precisamos acelerar o ritmo das nossas acções, para corresponder às expectativas dos nossos concidadãos, sobretudo os mais vulneráveis no que respeita ao direito de acesso à alimentação adequada.”
"Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.E, sendo Ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que Lhe obedecem…" Hebreus 5:8-9MUTIRÃO DA FÉ PELO BRASIL:"E se o Meu povo, que se chama pelo Meu Nome, se humilhar, e orar, e buscar a Minha Face e se converter dos seus maus caminhos, então Eu ouvirei dos Céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra." II Crônicas 7:14
Contribuindo com Generosidade: O materialismo se relaciona com os compromissos do nosso coração e com a nossa fidelidade. O que direciona as nossas ações no dia a dia? Podemos confessar uma fé cristã com palavras, mas nossas atitudes muitas vezes revelam que não estamos firmados nas coisas da eternidade e na vida com Cristo. Assim como no Éden o homem trocou a perfeita comunhão com Deus para satisfazer um desejo palpável, nós fazemos essa mesma troca com facilidade. A doutrina modela a prática. Aquilo que confessamos com nossos lábios molda a nossa prática de vida e evidencia o que de fato cremos. Somos cegos pela nossa própria idolatria, e apenas a Palavra de Deus pode revelá-la. A lei do Senhor é um espelho por meio do qual vemos que somos completamente incapazes de caminhar sem Cristo. #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEOEVANGELHONAVIDA Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
Bolachas, ataques de riso, colonoscopias e festa no Dejajero.
"O qual, nos dias da Sua Carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas AO QUE O podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu." Hebreus 5:7-8"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" Jeremias 17:9…Vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos Céus, SANTIFICADO seja o Teu Nome; Venha o Teu Reino, SEJA FEITA A TUA VONTADE, assim na Terra como no Céu; Mateus 6:9-10
O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 9: Por que fazer aquilo que não te deixa rico? Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão.No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann e Luiza MiguezProdução Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre PotascheffGravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo NeumannGerente - Luiza Miguez Desenvolvimento e Aquisição - Claudia EstevesAquisição - Camila LemeCoordenação - Giovana GarcezProdução - Fernando Schaer e Tim WarnerEstagiária de conteúdo - Ingrid Felix Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike CharzukLíder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals