Eu, Filipe Villegas, analista de investimentos comento todos os dias pela manhã os principais fatos e acontecimentos do mercado financeiro.

A cautela prevalece porque o mercado aguarda a inflação preferida do Fed, em busca de pistas para a próxima decisão de juros.

O desmonte de operações de carry trade com o iene pode ampliar a liquidação global de títulos.

Donald Trump rejeitou uma proposta iraniana de trégua de sete dias e reabertura do Estreito de Ormuz.

O mercado reage à possibilidade de uma trégua no Oriente Médio, que reduziria o risco de interrupções no Estreito de Ormuz.

Investidores aguardam os pedidos semanais de auxílio-desemprego para avaliar o mercado de trabalho.

A agenda geopolítica domina o exterior: negociações preliminares entre Estados Unidos e Irã alimentam expectativa de alívio no petróleo.

A possibilidade de o Irã reabrir o Estreito de Ormuz em até sete dias, caso os EUA suspendam o bloqueio aos portos iranianos, trouxe expectativa de diplomacia.

O apetite por risco melhora depois de Scott Bessent classificar como muito bem-sucedidas as negociações entre EUA e China sobre inteligência artificial, comércio e investimentos.

Os juros dos Treasuries sobem, com o rendimento de dez anos avançando 2,7 pontos-base, para 4,9571%.

Risco geopolítico e tecnologia seguem no radar.

Operadores precificando mais de 90% de chance de alta, a primeira desde 2023.

A alta dos juros dos Treasuries combina petróleo mais caro, receios fiscais e inflação persistente, criando uma onda global de venda de títulos.

A pressão sobre as ações de tecnologia aumenta depois que líderes de inteligência artificial defenderam desacelerar o desenvolvimento dos modelos mais avançados.

Cautela antecede o relatório de empregos porque uma criação de vagas abaixo do ritmo normal pode reduzir a pressão por juros mais altos nos Estados Unidos.

A fraqueza do mercado acionário é menos um movimento de pânico e mais uma pausa após a abertura difícil de setembro.

A escalada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã voltou a pressionar os mercados.

Renda fixa e câmbio com Treasury de 30 anos em pior sequência desde 2006.

Washington deve impor sanções esta semana a um segundo banco que mantém negócios com o Irã, segundo Scott Bessent.

Investidores buscam um sinal claro de que o combate à inflação é prioridade para Warsh, diante da expectativa de tom mais duro.

O rali da IA ganha fôlego com a leitura de que a demanda por aceleradores só aumenta.

O resultado da fabricante de chips coloca à prova a sustentabilidade das apostas em inteligência artificial.

O plano dos EUA de ampliar a pressão econômica sobre o Irã poupou parceiros comerciais e os grandes bancos chineses das sanções.

A cautela reflete uma semana carregada: na quarta saem o PCE, inflação preferida do Fed, e os resultados da Nvidia; na sexta, o presidente do Fed, Kevin Warsh, fala em Jackson Hole.

Os yields dos Treasuries recuam levemente após a disparada da semana, alimentada por preocupações com inflação e fiscal, que levou o Tesouro dos EUA a intervir.

O petróleo avança após Donald Trump anunciar uma "guerra econômica sem precedências".

A ata do FOMC de julho, divulgada às 15:00, pode revelar apoio adicional ao aperto monetário.

A escalada do conflito entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz mantém o Brent acima de US$ 90 o barril.

O conflito entre EUA e Irã ganha nova tensão com ataques israelenses no Líbano que reduzem as perspectivas de negociação.

Fitch manteve a nota AA+ dos EUA, mas alertou para a vulnerabilidade do país a choques econômicos.

O dado moderado de inflação nos EUA reforçou as apostas de que o Federal Reserve não precisará elevar os juros no próximo mês.

O CPI de julho deve mostrar arrefecimento nas pressões de energia, com estimativa de 3,4% a/a ante 3,5% anterior.

As novas exigências de Donald Trump ao Irã, incluindo pedido de indenização, complicaram as perspectivas de acordo para reabrir o Estreito de Ormuz.

A queda inesperada do payroll nos EUA reduziu as apostas em novas altas de juros pelo Fed.

Bloomberg espera leve alta da taxa de desemprego com a reversão das contratações temporárias ligadas à Copa do Mundo

Jamie Dimon, CEO do JPMorgan, alertou que a alavancagem do mercado continua bastante elevada.

Acordo de 60 dias para o estreito de Ormuz pode ser anunciado ainda hoje.

Palantir salta 16% no pré-mercado após elevar projeções, movimento que alivia o receio com avaliações esticadas do setor de tecnologia.

Trump cancelou ataques contra o Irã e afirmou que negociações sobre um acordo começariam hoje.

O índice Kospi (Coreia do Sul) liderou os ganhos na Ásia com alta de 17%, após a gigante de chips SK Hynix subir quase 30%.

Rendimentos dos Treasuries avançam e o índice dólar fica de lado, enquanto o Fed inicia sua segunda reunião sob Kevin Warsh.

O selloff em semicondutores dominou o humor global, com sinais do avanço da China na fabricação de chips e receios sobre o ciclo de investimentos em inteligência artificial.

A pausa nas hostilidades entre EUA e Irã derrubou o Brent em 8% para US$ 88 o barril.

Os prêmios dos títulos globais atingiram níveis mais elevados em anos com a escalada do petróleo reacendendo temores de inflação.

Os houthis, apoiados pelo Irã, atacaram dois petroleiros sauditas com mísseis e drones no Mar Vermelho.

EUA e Irã informaram que não pretendem retomar as negociações, e militantes houthis estão prontos para atacar navios.

Semicondutores foram as maiores beneficiárias da expansão da inteligência artificial, mas enfrentavam volatilidade por múltiplos elevados.

O conflito EUA-Irã entra no nono dia com contatos de mediação via Qatar e Paquistão.

No centro da liquidação está o escrutínio sobre se as centenas de bilhões de dólares investidos em infraestrutura de inteligência artificial gerarão retornos sustentáveis.

O conflito entre EUA e Irã entrou no quarto dia de ataques consecutivos.

A trégua entre EUA e Irã praticamente entrou em colapso após nova onda de bombardeios americanos.

Durante o fim de semana, Irã e Estados Unidos trocaram ataques aéreos.