Eu, Filipe Villegas, analista de investimentos comento todos os dias pela manhã os principais fatos e acontecimentos do mercado financeiro.

Cautela antecede o relatório de empregos porque uma criação de vagas abaixo do ritmo normal pode reduzir a pressão por juros mais altos nos Estados Unidos.

A fraqueza do mercado acionário é menos um movimento de pânico e mais uma pausa após a abertura difícil de setembro.

A escalada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã voltou a pressionar os mercados.

Renda fixa e câmbio com Treasury de 30 anos em pior sequência desde 2006.

Washington deve impor sanções esta semana a um segundo banco que mantém negócios com o Irã, segundo Scott Bessent.

Investidores buscam um sinal claro de que o combate à inflação é prioridade para Warsh, diante da expectativa de tom mais duro.

O rali da IA ganha fôlego com a leitura de que a demanda por aceleradores só aumenta.

O resultado da fabricante de chips coloca à prova a sustentabilidade das apostas em inteligência artificial.

O plano dos EUA de ampliar a pressão econômica sobre o Irã poupou parceiros comerciais e os grandes bancos chineses das sanções.

A cautela reflete uma semana carregada: na quarta saem o PCE, inflação preferida do Fed, e os resultados da Nvidia; na sexta, o presidente do Fed, Kevin Warsh, fala em Jackson Hole.

Os yields dos Treasuries recuam levemente após a disparada da semana, alimentada por preocupações com inflação e fiscal, que levou o Tesouro dos EUA a intervir.

O petróleo avança após Donald Trump anunciar uma "guerra econômica sem precedências".

A ata do FOMC de julho, divulgada às 15:00, pode revelar apoio adicional ao aperto monetário.

A escalada do conflito entre EUA e Irã no Estreito de Ormuz mantém o Brent acima de US$ 90 o barril.

O conflito entre EUA e Irã ganha nova tensão com ataques israelenses no Líbano que reduzem as perspectivas de negociação.

Fitch manteve a nota AA+ dos EUA, mas alertou para a vulnerabilidade do país a choques econômicos.

O dado moderado de inflação nos EUA reforçou as apostas de que o Federal Reserve não precisará elevar os juros no próximo mês.

O CPI de julho deve mostrar arrefecimento nas pressões de energia, com estimativa de 3,4% a/a ante 3,5% anterior.

As novas exigências de Donald Trump ao Irã, incluindo pedido de indenização, complicaram as perspectivas de acordo para reabrir o Estreito de Ormuz.

A queda inesperada do payroll nos EUA reduziu as apostas em novas altas de juros pelo Fed.

Bloomberg espera leve alta da taxa de desemprego com a reversão das contratações temporárias ligadas à Copa do Mundo

Jamie Dimon, CEO do JPMorgan, alertou que a alavancagem do mercado continua bastante elevada.

Acordo de 60 dias para o estreito de Ormuz pode ser anunciado ainda hoje.

Palantir salta 16% no pré-mercado após elevar projeções, movimento que alivia o receio com avaliações esticadas do setor de tecnologia.

Trump cancelou ataques contra o Irã e afirmou que negociações sobre um acordo começariam hoje.

O índice Kospi (Coreia do Sul) liderou os ganhos na Ásia com alta de 17%, após a gigante de chips SK Hynix subir quase 30%.

Rendimentos dos Treasuries avançam e o índice dólar fica de lado, enquanto o Fed inicia sua segunda reunião sob Kevin Warsh.

O selloff em semicondutores dominou o humor global, com sinais do avanço da China na fabricação de chips e receios sobre o ciclo de investimentos em inteligência artificial.

A pausa nas hostilidades entre EUA e Irã derrubou o Brent em 8% para US$ 88 o barril.

Os prêmios dos títulos globais atingiram níveis mais elevados em anos com a escalada do petróleo reacendendo temores de inflação.

Os houthis, apoiados pelo Irã, atacaram dois petroleiros sauditas com mísseis e drones no Mar Vermelho.

EUA e Irã informaram que não pretendem retomar as negociações, e militantes houthis estão prontos para atacar navios.

Semicondutores foram as maiores beneficiárias da expansão da inteligência artificial, mas enfrentavam volatilidade por múltiplos elevados.

O conflito EUA-Irã entra no nono dia com contatos de mediação via Qatar e Paquistão.

No centro da liquidação está o escrutínio sobre se as centenas de bilhões de dólares investidos em infraestrutura de inteligência artificial gerarão retornos sustentáveis.

O conflito entre EUA e Irã entrou no quarto dia de ataques consecutivos.

A trégua entre EUA e Irã praticamente entrou em colapso após nova onda de bombardeios americanos.

Durante o fim de semana, Irã e Estados Unidos trocaram ataques aéreos.

As negociações entre EUA e Irã por um acordo de paz permanente continuam apesar de dois dias de confrontos que ameaçaram o cessar-fogo.

EUA concluíram segundo dia de ataques a cerca de 90 alvos militares no Irã para reduzir capacidade de ameaçar navios no Estreito de Ormuz.

Brent dispara mais de 5% a US$ 77,9 o barril após os EUA atingirem mais de 80 alvos no Irã e revogarem a isenção sobre vendas de petróleo iraniano.

A Samsung divulgou resultados fortes, mas aquém do que o mercado precificava.

A semana testa o rali de IA com balanço da Samsung na terça e a listagem de US$ 29 bi da SK Hynix nos EUA dias depois.

Os ganhos desta sexta representam a mais recente mudança de direção em um período volátil.

A volatilidade em tecnologia entrou no segundo dia com SK Hynix e Samsung perdendo US$ 290 bilhões em valor de mercado.

O foco se volta para Sintra, onde Warsh e Lagarde falam às 10h.

O cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu o risco imediato para o mercado de energia.

A nova onda de vendas em semicondutores prejudicou o sentimento, com SoftBank despencando 13% e liquidações em Samsung e SK Hynix provocando a segunda interrupção de negociações em Seul.

Yields dos Treasuries sobem e o ouro aprofunda perdas antes do PCE, que deve acelerar a 3,4% em 12 meses, reforçando a postura dura do Fed

A cautela reflete as dúvidas sobre os valuations da inteligência artificial, com o mercado à espera dos resultados da Micron.

Investidores questionam se as hyperscalers como a Alphabet conseguem justificar gastos bilionários em inteligência artificial.