Eu, Filipe Villegas, analista de investimentos comento todos os dias pela manhã os principais fatos e acontecimentos do mercado financeiro.

China e Brasil aparecendo entre os maiores vencedores e o Reino Unido entre os principais perdedores.

EUA mobilizam forças no Oriente Médio e Trump dá prazo de duas semanas para Teerã fechar acordo nuclear.

Ata do Fed revelou vários membros vendo cenário de alta de juros se a inflação permanecer acima da meta.

CPI dos EUA deve mostrar desaceleração em relação ao padrão típico de janeiro.

Yields dos Treasuries de 10 anos recuam após a alta da véspera com dados fortes de emprego, que reduziram apostas em corte de juros.

Payroll de janeiro sai às 10:30 com estimativa de +65.000 vagas e taxa de desemprego de 4,4%.

Futuros em Nova York operam estáveis com leve viés positivo, enquanto operadores se posicionam antes de dados como ADP e vendas no varejo.

Reguladores chineses aconselharem bancos a limitar exposição a títulos do Tesouro dos EUA, citando risco de concentração e volatilidade.

Futuros em Nova York se recuperam após maior queda em meses

Queda global em tecnologia perde força, com futuros do Nasdaq em leve alta após maior recuo em dois dias desde outubro.

Ouro ultrapassa US$ 5.000 a onça após queda histórica, com entrada de compradores em busca de oportunidade.

Ouro e prata sobem após três sessões de queda, enquanto cobre se recupera com sinais de compra na China.

Bolsas globais recuam com realização de lucros em tecnologia e redução de exposição a risco.

Kevin Warsh ser indicado por Donald Trump para comandar o Fed, escolha vista como mais hawkish.

Fed manteve os juros e sinalizou postura cautelosa, mas decisão teve dissidência de dois diretores.

Investidores ampliam apostas em guinada mais branda da política monetária do Fed.

Agenda dos EUA traz ADP semanal e índice de confiança do consumidor da Conference Board

Ouro superou US$ 5.000 pela primeira vez e prata atingiu recorde com retomada da estratégia de proteção contra desvalorização cambial.

Mercado precifica ao menos dois cortes de 0,25pp pelo Fed em 2026.

Rali global dos bonds perde fôlego com yields dos Treasuries em alta modesta e índice dólar operando em leve alta.

Donald Trump afirmou que país enviaria até 50 milhões de barris aos Estados Unidos, avaliados em cerca de US$ 2,8 bilhões no preço atual.

Cobre dispara e renova recorde acima de US$ 13.000 por tonelada em Londres.

Ouro e dólar se valorizam enquanto rendimento do treasury de 10 anos recua em movimento de busca por proteção diante de eventos na Venezuela.

Shanghai Biren Technology dispara em estreia na bolsa de Hong Kong, Baidu sobe após unidade de chips de IA protocolar pedido de IPO confidencialmente, e DeepSeek publica artigo descrevendo abordagem mais eficiente para desenvolvimento de IA.

Bolsas internacionais seguem sem tendência definida na reta final de 2025.

Petróleo sobe com impasse nas negociações sobre o conflito na Ucrânia e promessa da China de apoiar o crescimento.

Rendimentos globais sobem após o BOJ elevar juros para 0,75%, maior nível em mais de 30 anos, e indicar continuidade do aperto se o cenário permitir.

Investidores aguardam o CPI dos EUA, que será parcial devido ao fechamento do governo americano, com CPI anual de novembro.

EUA também preparam nova rodada de sanções ao setor de energia da Rússia.

Relatório de empregos será divulgado às 10h30 e deve mostrar criação de 50.000 vagas enquanto taxa de desemprego deve ficar em 4,5%.

Futuros das bolsas em Nova York sobem em recuperação da queda recente do setor de tecnologia

Bolsas globais avançam em direção a novas máximas, sustentadas pela leitura de que o ciclo de cortes do Fed segue intacto.

Mercados precificam corte de 25 pb pelo Fed na quarta-feira, mas dúvidas sobre o ritmo de afrouxamento em 2026.

EUA divulgam às 12h00 o PCE, índice de preços preferido do BC americano, além de números de renda e gastos pessoais e sentimento da Universidade de Michigan.

Rendimentos dos Treasuries e outros títulos globais avançam após sinalização de possível alta da taxa do Banco do Japão.

EUA divulgam nesta quarta-feira dado do ADP, que deve mostrar deterioração do emprego no setor privado, além de números da produção industrial e ISM de serviços.

Futuros das bolsas ensaiam alta, com investidores ainda digerindo o movimento de aversão ao risco.

Banco do Japão, que reforçou a possibilidade de alta de juros, fortalecendo o iene.

Futuros seguem de lado no retorno do feriado, após falha técnica na CME paralisar negociações de futuros e opções, com a equipe ainda atuando na normalização.

Mercado de juros nos EUA reflete cerca de 80% de probabilidade de corte de 0,25pp no próximo mês e apostas de mais três reduções até o fim de 2026.

Nome de Kevin Hassett como favorito ao Fed reforça leitura dovish.

Investidores aguardam indicadores que possam confirmar o otimismo sobre o corte de juros do Fed, com operadores precificando 75% de chance de redução em dezembro.

John Williams, do Fed de Nova York, de que há espaço para o BC dos EUA reduzir suas taxas.

Payroll de outubro mostrou criação de 119.000 vagas ante estimativa de 51.000.

Bolsas globais pausam sequência de quedas recentes, com investidores evitando novas posições antes do balanço da Nvidia e da divulgação da ata do Fed às 16h

Agenda nos EUA traz ADP, bens duráveis e encomendas às fábricas, enquanto o payroll de setembro, adiado para quinta, é visto como chave para a trajetória do Fed.

Futuros em Nova York sobem, com mercado de olho em Nvidia e nos balanços de Home Depot e Walmart.

Investidores reduzem apostas em corte de juros em dezembro para menos de 50%

Trump sancionou uma lei de financiamento temporário, encerrando o mais longo shutdown da história dos EUA (43 dias)

Deputados da Câmara dos EUA devem votar hoje pelo fim do fechamento do governo, que já dura 43 dias.

Setor de tecnologia realiza lucros, com venda bilionária do SoftBank na Nvidia.