Eu, Filipe Villegas, analista de investimentos comento todos os dias pela manhã os principais fatos e acontecimentos do mercado financeiro.

O conflito EUA-Irã entra no nono dia com contatos de mediação via Qatar e Paquistão.

No centro da liquidação está o escrutínio sobre se as centenas de bilhões de dólares investidos em infraestrutura de inteligência artificial gerarão retornos sustentáveis.

O conflito entre EUA e Irã entrou no quarto dia de ataques consecutivos.

A trégua entre EUA e Irã praticamente entrou em colapso após nova onda de bombardeios americanos.

Durante o fim de semana, Irã e Estados Unidos trocaram ataques aéreos.

As negociações entre EUA e Irã por um acordo de paz permanente continuam apesar de dois dias de confrontos que ameaçaram o cessar-fogo.

EUA concluíram segundo dia de ataques a cerca de 90 alvos militares no Irã para reduzir capacidade de ameaçar navios no Estreito de Ormuz.

Brent dispara mais de 5% a US$ 77,9 o barril após os EUA atingirem mais de 80 alvos no Irã e revogarem a isenção sobre vendas de petróleo iraniano.

A Samsung divulgou resultados fortes, mas aquém do que o mercado precificava.

A semana testa o rali de IA com balanço da Samsung na terça e a listagem de US$ 29 bi da SK Hynix nos EUA dias depois.

Os ganhos desta sexta representam a mais recente mudança de direção em um período volátil.

A volatilidade em tecnologia entrou no segundo dia com SK Hynix e Samsung perdendo US$ 290 bilhões em valor de mercado.

O foco se volta para Sintra, onde Warsh e Lagarde falam às 10h.

O cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu o risco imediato para o mercado de energia.

A nova onda de vendas em semicondutores prejudicou o sentimento, com SoftBank despencando 13% e liquidações em Samsung e SK Hynix provocando a segunda interrupção de negociações em Seul.

Yields dos Treasuries sobem e o ouro aprofunda perdas antes do PCE, que deve acelerar a 3,4% em 12 meses, reforçando a postura dura do Fed

A cautela reflete as dúvidas sobre os valuations da inteligência artificial, com o mercado à espera dos resultados da Micron.

Investidores questionam se as hyperscalers como a Alphabet conseguem justificar gastos bilionários em inteligência artificial.

O Irã reportou "grande progresso" nas negociações noturnas com os EUA em Bürgenstock.

O alívio inicial com a trégua provisória entre EUA e Irã deu lugar à atenção sobre os obstáculos para um acordo duradouro.

O acordo, assinado perto de Paris, prevê suspensão imediata de sanções ao Irã e permitiu que os preços da gasolina nos EUA caíssem.

A expectativa é que o Fed mantenha a taxa em 3,75%, uma vez que a inflação elevada restringe espaço para cortes.

A cúpula do G7 expôs divergências sobre a reabertura do Estreito de Ormuz.

O pacto prevê 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano, com assinatura formal na sexta-feira na Suíça.

A agência Mehr informou que as negociações avançam por memorando de entendimento, com os EUA retirando forças da região ao redor do Irã.

Investidores avaliam a capacidade do mercado de absorver o IPO da SpaceX, com demanda quatro vezes superior às ações disponíveis.

Yields dos Treasuries têm leve alta com o mercado precificando que o Fed poderá elevar juros diante de inflação impulsionada pelo petróleo.

China reduz compras mesmo com manufaturados crescendo 19,4%

O conflito entrou em nova fase ofensiva com Teerã lançando mísseis balísticos.

A escalada geopolítica se intensifica com interceptações de mísseis iranianos pelos EUA e ataques à Ilha de Qeshm.

A tensão geopolítica segue como fator de cautela, com Trump enfrentando dificuldades para retomar negociações de paz.

O conflito no Oriente Médio entrou em nova escalada com Trump afirmando que negociações com o Irã vão terminar bem.

Os EUA atingiram alvos militares iranianos pela segunda vez na semana, e o Irã retaliou contra a base americana de onde partiram os bombardeios.

O otimismo em torno da inteligência artificial sustenta o rali dos papéis de tecnologia.

Investidores ignoram nova escalada nos ataques americanos contra alvos iranianos e mantêm foco na diplomacia.

Washington e Teerã estão perto de fechar entendimento sobre o Estreito de Ormuz.

Ainda assim, o Brent voltou a superar US$ 105 o barril após três dias de queda, diante de declarações do Irã sobre urânio e do Estreito de Ormuz.

Investidores aguardam avanços concretos nas negociações de paz no Oriente Médio.

Tesouro dos EUA faz oferta de títulos de 20 anos e mercado aguarda ata do Fomc.

Futuros do Nasdaq caem com preocupações sobre expansão de IA.

O impasse entre EUA e Irã não dá sinais de trégua, com Trump afirmando que "o tempo está se esgotando".

A ampla liquidação nos mercados de títulos interrompeu o rali das ações impulsionado por inteligência artificial.

Trump e Xi defenderam relações mais estáveis após encontro de mais de duas horas.

O estreito de Ormuz opera praticamente fechado após navio de GLP iraniano atravessar bloqueio declarado pelos EUA.

O cessar-fogo entre EUA e Irã entrou em momento delicado após Trump afirmar que o acordo "sobrevive por aparelhos".

O otimismo com um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz se dissipou depois que Trump classificou as propostas de Teerã como "totalmente inaceitáveis.

Conflito EUA-Irã segue escalando perto do Estreito de Ormuz, com forças americanas atingindo posições militares iranianas após apreensão de petroleiro.

Washington enviou um memorando de uma página ao Irã com proposta para reabrir o Estreito de Ormuz e suspender o bloqueio aos portos iranianos.

O presidente Donald Trump afirmou que decidiu pausar a operação para reabrir o Estreito de Ormuz, apelidada de 'Projeto Liberdade'.

A calmaria relativa voltou ao Golfo Pérsico depois que Teerã lançou mísseis e drones contra os Emirados.

O Irã "redefiniu a zona de controle" no Estreito de Ormuz, estendendo-se do Monte Mobarak até Fujairah nos Emirados.