Eu, Filipe Villegas, analista de investimentos comento todos os dias pela manhã os principais fatos e acontecimentos do mercado financeiro.

Um plano de 15 pontos dos EUA para encerrar a guerra com o Irã.

Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos tomaram medidas para entrar no conflito.

Emirados Árabes Unidos relataram ataques iranianos com drones e mísseis durante a madrugada.

Netanyahu prometeu evitar a infraestrutura energética do Irã e Trump descartou envio de tropas.

Gás natural europeu saltou até 35% com danos à maior planta de GNL do mundo.

A recuperação dos mercados tem como motor as sinalizações de diálogo sobre o Estreito de Ormuz.

O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, prometeu manter o Estreito de Ormuz efetivamente fechado e descartou trégua.

O conflito já afeta 7,5% da oferta global de petróleo, segundo a AIE, com o Irã mantendo controle quase total sobre o Estreito de Ormuz.

O conflito EUA-Irã não dá sinais de recuo: Trump alertou Teerã contra a instalação de minas no Estreito, e a ofensiva americana mostra desgaste diante do arsenal iraniano.

O Brent recua mais de 8%, na faixa de US$ 90 o barril, ainda que acumule alta superior a 50% no ano.

Irã nomeou Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, como novo líder supremo aos 56 anos, com laços profundos na Guarda Revolucionária Islâmica.

Treasuries operam em alta antes do payroll de fevereiro, cuja estimativa caiu para 55 mil vagas (ante 130 mil em janeiro).

O conflito entre EUA e Israel contra o Irã entrou no sexto dia sem sinais de arrefecimento.

Brent subiu para perto de US$ 84 e o WTI para US$ 77, acumulando alta de cerca de 12% em dois dias, o maior ganho desde 2020.

O Brent avança acima de US$ 80 e o WTI opera perto de US$ 75; o gás europeu sobe até 34%.

Os EUA iniciaram bombardeios contra o Irã, derrubando bolsas globais e moedas emergentes enquanto investidores corriam para ativos de proteção.

S&P 500 caminha para fechar o mês em queda com temor sobre IA e rotação de ações

Futuros de índices operam de lado após projeção da Nvidia ser considerada pouco convincente.

Futuros em NY sobem enquanto investidores aguardam o balanço da Nvidia, com continuidade da recuperação em empresas de software.

Sete Magníficas perdem tração conjunta em Wall Street, com Microsoft, Meta e Amazon entre os maiores pesos negativos do S&P 500, enquanto Alphabet e Apple avançam e superam Nvidia.

China e Brasil aparecendo entre os maiores vencedores e o Reino Unido entre os principais perdedores.

EUA mobilizam forças no Oriente Médio e Trump dá prazo de duas semanas para Teerã fechar acordo nuclear.

Ata do Fed revelou vários membros vendo cenário de alta de juros se a inflação permanecer acima da meta.

CPI dos EUA deve mostrar desaceleração em relação ao padrão típico de janeiro.

Yields dos Treasuries de 10 anos recuam após a alta da véspera com dados fortes de emprego, que reduziram apostas em corte de juros.

Payroll de janeiro sai às 10:30 com estimativa de +65.000 vagas e taxa de desemprego de 4,4%.

Futuros em Nova York operam estáveis com leve viés positivo, enquanto operadores se posicionam antes de dados como ADP e vendas no varejo.

Reguladores chineses aconselharem bancos a limitar exposição a títulos do Tesouro dos EUA, citando risco de concentração e volatilidade.

Futuros em Nova York se recuperam após maior queda em meses

Queda global em tecnologia perde força, com futuros do Nasdaq em leve alta após maior recuo em dois dias desde outubro.

Ouro ultrapassa US$ 5.000 a onça após queda histórica, com entrada de compradores em busca de oportunidade.

Ouro e prata sobem após três sessões de queda, enquanto cobre se recupera com sinais de compra na China.

Bolsas globais recuam com realização de lucros em tecnologia e redução de exposição a risco.

Kevin Warsh ser indicado por Donald Trump para comandar o Fed, escolha vista como mais hawkish.

Fed manteve os juros e sinalizou postura cautelosa, mas decisão teve dissidência de dois diretores.

Investidores ampliam apostas em guinada mais branda da política monetária do Fed.

Agenda dos EUA traz ADP semanal e índice de confiança do consumidor da Conference Board

Ouro superou US$ 5.000 pela primeira vez e prata atingiu recorde com retomada da estratégia de proteção contra desvalorização cambial.

Mercado precifica ao menos dois cortes de 0,25pp pelo Fed em 2026.

Rali global dos bonds perde fôlego com yields dos Treasuries em alta modesta e índice dólar operando em leve alta.

Donald Trump afirmou que país enviaria até 50 milhões de barris aos Estados Unidos, avaliados em cerca de US$ 2,8 bilhões no preço atual.

Cobre dispara e renova recorde acima de US$ 13.000 por tonelada em Londres.

Ouro e dólar se valorizam enquanto rendimento do treasury de 10 anos recua em movimento de busca por proteção diante de eventos na Venezuela.

Shanghai Biren Technology dispara em estreia na bolsa de Hong Kong, Baidu sobe após unidade de chips de IA protocolar pedido de IPO confidencialmente, e DeepSeek publica artigo descrevendo abordagem mais eficiente para desenvolvimento de IA.

Bolsas internacionais seguem sem tendência definida na reta final de 2025.

Petróleo sobe com impasse nas negociações sobre o conflito na Ucrânia e promessa da China de apoiar o crescimento.

Rendimentos globais sobem após o BOJ elevar juros para 0,75%, maior nível em mais de 30 anos, e indicar continuidade do aperto se o cenário permitir.

Investidores aguardam o CPI dos EUA, que será parcial devido ao fechamento do governo americano, com CPI anual de novembro.

EUA também preparam nova rodada de sanções ao setor de energia da Rússia.

Relatório de empregos será divulgado às 10h30 e deve mostrar criação de 50.000 vagas enquanto taxa de desemprego deve ficar em 4,5%.

Futuros das bolsas em Nova York sobem em recuperação da queda recente do setor de tecnologia