14th episode of the third season of ''Lost''
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Obrigado por acessar o meu Canal!Aqui você encontrará podcasts com informações sobre exegese bíblica que mudarão sua vida cristã.# Não clique aqui: https://bit.ly/383Dr57Ouça novos podcasts Exegese & Exposição, exegese on-demand para você, em seu agregador preferido ou no YouTube.Grupo EXCLUSIVO do Telegram, com muitos materiais para seus estudos exegéticos: Exegese & Exposição - Materiais## Quer publicar o seu livro evangélico?Conheça a incrível proposta da Editora Contextualizar: http://www.contextualizar.com.br/PARTICIPE! Faça comentários relevantes ao tema ou sugira outras passagens bíblicas para exegese e exposição.
A Feira e Exposição Agropecuária do Vale de Braço do Norte (Feagro) já tem data marcada para sua edição de 2026. Considerada um dos principais eventos do agronegócio do Sul de Santa Catarina, a feira será realizada entre os dias 9 e 12 de julho, no Parque de Exposições Huberto Oenning, localizado às margens da rodovia entre Braço do Norte e Rio Fortuna. Em entrevista ao programa Cruz de Malta Notícias, o integrante da comissão organizadora, Adir Engel, destacou que a feira chega com novidades e melhorias na estrutura, mantendo o foco principal nos negócios, na tecnologia e no fortalecimento do setor agropecuário. “Nosso evento realmente é voltado para o agro. São mais de 150 expositores. Não é um evento show. O objetivo principal é o homem do campo, os negócios, as tecnologias e tudo mais”, afirmou. Entre as novidades deste ano está a reformulação do layout da feira, visando melhorar a circulação dos visitantes e a exposição dos estandes. A praça de alimentação também foi ampliada em cerca de 100 metros quadrados. Outra atração inédita será a presença de um robô humanoide desenvolvido pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), que irá interagir com o público durante o evento. Além disso, retorna à programação a tradicional corrida dos suínos, marcada para o domingo (12), às 15h, com expectativa de reunir até 16 animais na disputa. A programação contará ainda com exposições de gado leiteiro, bovinos, coelhos, cães, além de uma ampla mostra de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas. Segundo Engel, a geração de negócios continua sendo um dos pilares da Feagro. Muitas empresas aproveitam o evento para lançar promoções e apresentar novidades ao mercado. “A Feagro optou pela feira porque o objetivo de quem monta um estande é vender. As empresas já preparam promoções para serem lançadas durante o evento”, destacou. Na edição passada, foram movimentados mais de R$ 200 milhões em negócios. Apesar dos desafios enfrentados atualmente pela suinocultura independente, o organizador acredita em um cenário positivo para os demais segmentos do agronegócio. Concurso estadual de cachaça Entre os destaques da programação está a realização do primeiro Concurso da Cachaça de Santa Catarina, promovido em parceria com a Epagri. A iniciativa reuniu 25 empresas participantes e recebeu 68 amostras. Atualmente, os produtos passam por análises químicas e, no final de junho, serão avaliados por um grupo de especialistas durante a etapa de degustação. Os resultados serão divulgados durante a Feagro, com a entrega dos selos Super Ouro, Ouro e Prata para as melhores cachaças do estado. A organização projeta superar a marca de 80 mil visitantes registrada em 2025. Para isso, aposta em uma programação diversificada, melhorias na infraestrutura e reforço na divulgação do evento. Além do acesso principal já asfaltado, os corredores internos do parque estão recebendo melhorias com aplicação de brita, proporcionando mais conforto e segurança para o público. “Estamos trabalhando na divulgação e em novidades para superar esse número novamente”, concluiu Engel. A Feagro 2026 acontece de 9 a 12 de julho e promete reunir produtores rurais, empresas, entidades e visitantes de toda a região Sul catarinense em mais uma edição voltada ao fortalecimento do agronegócio.
Exposição em Gênesis 14:17-24. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
Em Lisboa, no Teatro Aberto sentamo-nos na plateia de “Caravana”, a peça escrita pelo poeta João Luís Barreto Guimarães, e vamos ver a nova exposição no Museu do Chiado. No Porto, no Teatro Nacional São João, outra peça mas com sotaque brasileiro – “O Beijo no Asfalto”, do escritor Nelson Rodrigues. Há mais literatura no cartaz do Festival Babell, que traz nomes de peso da escrita ao Porto. Em Serralves, duas exposições a não perder, uma delas sobre o arquiteto Frank Gehry. Guilherme d'Oliveira Martins, colaborador do Ensaio Geral, revela as suas sugestões semanais.
Em Lisboa, no Teatro Aberto sentamo-nos na plateia de “Caravana”, a peça escrita pelo poeta João Luís Barreto Guimarães, e vamos ver a nova exposição no Museu do Chiado. No Porto, no Teatro Nacional São João, outra peça mas com sotaque brasileiro – “O Beijo no Asfalto”, do escritor Nelson Rodrigues. Há mais literatura no cartaz do Festival Babell, que traz nomes de peso da escrita ao Porto. Em Serralves, duas exposições a não perder, uma delas sobre o arquiteto Frank Gehry. Guilherme d'Oliveira Martins, colaborador do Ensaio Geral, revela as suas sugestões semanais.
Em Lisboa, no Teatro Aberto sentamo-nos na plateia de “Caravana”, a peça escrita pelo poeta João Luís Barreto Guimarães, e vamos ver a nova exposição no Museu do Chiado. No Porto, no Teatro Nacional São João, outra peça mas com sotaque brasileiro – “O Beijo no Asfalto”, do escritor Nelson Rodrigues. Há mais literatura no cartaz do Festival Babell, que traz nomes de peso da escrita ao Porto. Em Serralves, duas exposições a não perder, uma delas sobre o arquiteto Frank Gehry. Guilherme dOliveira Martins, colaborador do Ensaio Geral, revela as suas sugestões semanais.
Com cerca de 450 peças entre roupas, acessórios, desenhos, fotografias, vídeos e documentos, o Museu Maillol, em Paris, apresenta uma retrospectiva dedicada ao estilista italiano Gianni Versace. A mostra reúne criações produzidas entre as décadas de 1970 e 1990 e traça um panorama da trajetória de um dos estilistas que ajudaram a definir a moda das décadas de 1980 e 1990. Patrícia Moribe, da RFI em Paris Nascido na Calábria, no sul da Itália, em 1946, Versace incorporou referências da cultura greco-romana à sua obra. A Medusa, transformada em símbolo da marca, é um dos exemplos mais conhecidos. Suas coleções também dialogaram com o barroco, a arte clássica e a cultura pop. Ao longo da carreira, o estilista manteve relações próximas com artistas como Elton John, Prince, Madonna e Sting, além de vestir personalidades como a princesa Diana. A mostra em Paris tem um significado particular. Foi na capital francesa que Versace passou a exibir regularmente suas coleções de alta-costura, fazendo da cidade um dos principais palcos de seu trabalho. A mostra também recupera a relação do estilista com a cena cultural parisiense, reunindo fotografias, documentos e peças associadas aos desfiles e eventos que marcaram sua passagem pela cidade. Pensada como uma grande passarela, a exposição percorre duas décadas da produção de Versace por meio de um acervo reunido por colecionadores privados. Distribuída em 11 núcleos temáticos, a mostra aborda temas como a influência da cultura greco-romana, o barroco, a cultura das celebridades, o fenômeno das supermodelos, as estampas de seda que se tornaram uma de suas marcas registradas e suas incursões pelo teatro e pela dança. A retrospectiva foi concebida pelos curadores Saskia Lubnow e Karl von der Ahé, que desenvolvem o projeto desde 2017. Segundo Von der Ahé, a importância de Versace está na combinação entre a criatividade do estilista e as condições oferecidas pela indústria italiana naquele período. "Ele tinha acesso a um conhecimento extraordinário em áreas como tecelagem, estamparia, joalheria e produção têxtil. Conseguiu reunir esses recursos com uma compreensão muito clara das transformações sociais e culturais de seu tempo", afirmou à RFI. "Foi a era de ouro da moda italiana. Havia designers ambiciosos e uma infraestrutura muito forte, especialmente no norte da Itália." Para o curador, Versace soube traduzir mudanças sociais em linguagem visual. "Ele combinou as vantagens tecnológicas que existiam na Itália com sua capacidade de compreender a sociedade e as transformações no design." Mostra independente Diferentemente de mostras institucionais ligadas a grandes marcas, com o objetivo de autopromoção, a mostra em Paris foi construída sem participação da empresa Versace ou da família do estilista. Von der Ahé conta que procurou a companhia ainda em 2016, quando o projeto começou a ser desenvolvido. "A resposta foi que eles não interfeririam em atividades privadas envolvendo peças de coleções particulares", afirma. Para o curador, a independência é um elemento central da proposta. "Não temos nada a ver com o mercado da moda e não dependemos de estratégias de marketing ou da imagem da empresa", explica. "Falamos de Gianni Versace como uma figura histórica. Nunca tratamos do período posterior à sua morte, em 1997." O acervo foi reunido a partir de uma rede internacional de colecionadores, ex-clientes e antigos colaboradores do estilista. "Temos centenas de peças completamente independentes do arquivo Versace", diz Von der Ahé. "Isso nos permite construir cada exposição com novos recortes, novas peças e narrativas atualizadas." Entre os empréstimos estão roupas adquiridas por antigos clientes, peças compradas diretamente dos desfiles e arquivos preservados por profissionais que trabalharam com o estilista em Milão. Nos últimos anos, os próprios organizadores também passaram a adquirir peças para ampliar o acervo. "Há um ou dois anos começamos a comprar peças importantes em diferentes partes do mundo", acrescenta o curador. O estilista calabrês morreu assassinado diante de sua mansão em Miami, em 1997. A retrospectiva Gianni Versace está em cartaz no Museu Maillol, em Paris, durante todo o verão europeu.
Exposição na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin compara os registros antigos com imagens atuais
Exposição em cartaz na Casa da Cultura da América Latina celebra trajetória de agentes culturais LGBTQIAP+ no DF. A jornalista Nita Queiroz traz as informações.
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Série O FILHO DO HOMEM - UMA EXPOSIÇÃO BÍBLICA NO EVANGELHO DE LUCASMensagem: Texto Bíblico: Pregador: Pr Victor MichelInscreva-se no canal: https://bit.ly/2MLbVB9Acesse mais recursos através do site: https://ibvidanova.com.brMAcompanhe nossas páginas!Facebook: Igreja Batista Vida Nova (https://bit.ly/2tkK7wr)Instagram: @vidanovaindaiatuba (https://bit.ly/2ZJFubC)Spotify: Igreja Batista Vida Nova (https://spoti.fi/2Vq9J5t)
Exposição em Daniel 3:16-18. Mensagem compartilhada pelo Missionário André. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
A mostra no Espaço das Artes integra as comemorações dos 60 anos da Escola de Comunicações e Artes
Em clima de Copa do Mundo, a agenda desta semana conta com mostras inéditas, telão de jogos e oficinas gratuitas nos espaços públicos paulistas.
Exposição em Mateus 25.31-46. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
A coletiva das artistas Ayla de Oliveira, Carla Duncan, Dayane Tropicaos, Elisa Arruda, iahra, Maria Lynch, Marina Quintanilha e Marlene Stamm esteve em cartaz no Museu de Arte Contemporânea de Nitérói. Na reportagem, a curadora Luiza Testa fala sobre o papel social das mulheres na perspectiva de “Um Teto” e a visitante Caroline Vitória comenta sobre o que mais a impressionou na mostra.Reportagem: Julie DrummondEdição: Thiago Kropf
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Galeria Murilo Castro, em Belo Horizonte, recebe a primeira exposição individual da artista argentina Mariana Villafañe.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Série O FILHO DO HOMEM - UMA EXPOSIÇÃO BÍBLICA NO EVANGELHO DE LUCASMensagem: CONTRASTES & VERDADES EM MEIO ÀS IMPROBABILIDADES!Texto Bíblico: Lc 1.5-7Pregador: Pr Roni SantosInscreva-se no canal: https://bit.ly/2MLbVB9Acesse mais recursos através do site: https://ibvidanova.com.brMAcompanhe nossas páginas!Facebook: Igreja Batista Vida Nova (https://bit.ly/2tkK7wr)Instagram: @vidanovaindaiatuba (https://bit.ly/2ZJFubC)Spotify: Igreja Batista Vida Nova (https://spoti.fi/2Vq9J5t)
O Museu da Língua Portuguesa, instituição vinculada à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, decidiu cancelar a realização de uma exposição temporária dedicada à história e ao impacto do funk na cultura nacional.A medida foi tomada após forte pressão de parlamentares de direita.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube. https://www.youtube.com/@OAntagonista Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay: https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #MuseudaLínguaPortuguesa #funk #cancelamento #exposição #cultura #SãoPaulo #política #Alesp #debate #censura #pressão #parlamentares #oposição #patrimônio #música #sociedade #repercussão #podcast #atualidades #notícias
Exposição em Deuteronômio 6:4-9 com Pr Wagner Zanelatto. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
Durante décadas, Armande de Polignac permaneceu praticamente ausente da história da música. O seu nome desapareceu dos programas de concerto e muitas obras sobreviveram apenas em manuscritos dispersos. Agora, os pianistas Bruno Belthoise e João Costa Ferreira recuperam a compositora num disco que inclui primeiras gravações mundiais, revelando uma figura essencial da transição entre o romantismo tardio e a modernidade musical francesa do início do século XX. Esquecida durante mais de um século, Armande de Polignac regressa agora através de um disco de Bruno Belthoise e João Costa Ferreira, dedicado a manuscritos reencontrados e primeiras gravações mundiais. Entre simbolismo, impressionismo e modernismo do início do século XX, o álbum revela uma compositora singular, cuja obra foi apagada da memória musical apesar da originalidade, da estética e da proximidade aos grandes centros artísticos franceses do início do século XX. “A música de Armande de Polignac é realmente uma coisa para descobrir”, começa por contar Bruno Belthoise. Para o pianista francês, a compositora pertence a um momento decisivo da cultura europeia, em que as mulheres começaram lentamente a conquistar espaço no universo da criação musical. “Ela fazia parte de uma família muito dedicada às artes e à música” e iniciou “muito jovem” os seus estudos musicais. Sobretudo, acrescenta Bruno Belthoise, pertenceu a uma geração que beneficiou de mudanças profundas na sociedade francesa: “Nos séculos antigos era quase impossível ser mulher compositora.” Bruno Belthoise recorda que o início do século XX coincidiu com a abertura gradual das grandes instituições musicais às mulheres. “Ela aproveitou uma dinâmica muito importante”, explica, referindo-se ao momento em que compositoras passaram a poder apresentar-se ao Prix de Rome. “Estas mulheres começaram a ser mais conhecidas no início do século XX.” Embora Armande de Polignac nunca tenha concorrido ao prémio, desenvolveu uma carreira intensa e ligada ao meio musical parisiense. “Ela dedicou a vida inteira à composição”, sublinha Bruno Belthoise. Estudou com figuras fundamentais da música francesa, entre elas Vincent d'Indy, Eugène Gigout e Gabriel Fauré. “Deixou uma obra muito importante, quase 200 obras em todos os domínios”, acrescenta. Música para piano, música de câmara, obras orquestrais, ópera e ballet fazem parte de um catálogo hoje ainda pouco conhecido. A compositora dirigiu igualmente as suas próprias obras no Théâtre du Châtelet, em Paris, e estreou a ópera Petite Sirène na Opéra de Nice. Para Bruno Belthoise, Armande de Polignac “simboliza a passagem entre a música romântica e a música moderna francesa”, num território onde convivem o impressionismo, o simbolismo e as novas linguagens do século XX. Ainda assim, a compositora acabou por desaparecer quase totalmente da memória musical europeia. “As suas obras não foram muito divulgadas, não foram muito editadas”, lamenta Bruno Belthoise. Grande parte da produção permaneceu inédita ou acessível apenas através de manuscritos. “Mesmo apesar de poder participar na programação de concertos em Paris, as mulheres não eram muito destacadas.” Ao ouvir o disco, a ausência prolongada na história da música de Armande de Polignac torna-se difícil de compreender. João Costa Ferreira descreve uma música construída sobre timbres delicados e ressonâncias quase suspensas. “Quando ouvimos Nos Jardins do Palácio do Sultão, sentimos esse universo tímbrico muito especial”, explica. O pianista português destaca ainda a importância do instrumento utilizado na gravação: “Havia um Steinway cujas características permitiam certas coisas que outros pianos não permitem.” A estética de Armande de Polignac revela uma forte influência do exotismo francês do início do século XX. João Costa Ferreira fala numa “procura por cores de países longínquos, como o mundo árabe e sobretudo o mundo asiático”. A compositora escreveu obras inspiradas na China, no Japão e nas atmosferas orientais das Mil e Uma Noites. “Ela seguia essa corrente estética modernista da procura por essas sonoridades exóticas”, acrescenta. Segundo João Costa Ferreira, essa linguagem resulta tanto do ambiente artístico parisiense como da influência directa dos mestres com quem Armande de Polignac estudou. “Vê-se claramente a influência dos seus pares e da sua época”, observa. A tradição impressionista francesa, marcada por Debussy e pelas Exposições Universais de Paris, atravessa muitas destas obras. Ainda assim, as referências nunca surgem como mera imitação. Há ecos de Fauré, Debussy ou mesmo de certas escolas russas, mas a escrita mantém sempre uma identidade própria. Bruno Belthoise enquadra essa diversidade no ambiente cultural extremamente aberto do início do século XX. “Era tudo aberto no início do século XX”, afirma. “Tchaikovsky chegou a Paris no fim do século XIX, Gustav Mahler no início do século XX. Essa convergência era importante para desenvolver a imaginação dos compositores.” Na escrita pianística, Bruno Belthoise identifica “uma mistura entre romantismo e modernismo”, associada a um trabalho particularmente sofisticado sobre a ressonância sonora. “Da maneira francesa, havia realmente este desenvolvimento do piano através das ressonâncias do instrumento”, explica. “Mas também a parte russa desenvolveu muito a escrita para piano.” Para João Costa Ferreira, interpretar estas partituras implica uma experiência rara no mundo contemporâneo da música clássica: tocar obras praticamente sem memória auditiva acumulada. “Hoje em dia, quando interpretamos Chopin ou Beethoven, temos todas as referências auditivas dessas obras”, explica. “Aqui criamos uma interpretação a partir do nada.” Esse desafio tornou-se central no percurso artístico dos dois pianistas. “Sentimos que estamos a descobrir algo pela primeira vez”, afirma João Costa Ferreira. “Propor uma primeira escuta, uma primeira interpretação de algo que nunca foi ouvido, pelo menos nos últimos cem anos, é muito estimulante.” Bruno Belthoise partilha a mesma visão. “Procurar repertório diferente é importante para nós”, diz. “Descobrir obras novas é uma coisa muito estimulante.” Esse trabalho de redescoberta já levou os dois pianistas a explorar repertórios esquecidos de compositores como José Vianna da Motta, Fernando Lopes-Graça ou Gabriel Fauré. Mas este disco surge também de uma dimensão pessoal. Bruno Belthoise revela que a ideia do projecto nasceu de “duas influências diferentes”. A primeira foi o pianista francês Laurent Martin, figura central na recuperação de compositoras francesas esquecidas. “O Laurent Martin gravou muitos discos e interpretou muitas vezes compositoras francesas”, recorda Bruno Belthoise. “Ele confiou-me uma quantidade de partituras dela, perguntando-me se eu estaria interessado em trabalhar a obra de Armande de Polignac para a fazer conhecer”. Essa transmissão entre músicos revelou-se decisiva para o projecto. Laurent Martin, conhecido pelo trabalho de investigação em torno do romantismo francês e das compositoras esquecidas, funcionou como verdadeiro impulsionador da redescoberta de Armande de Polignac. A segunda influência surgiu em Lisboa, através de uma descoberta inesperada. Um manuscrito de Cloches, ligado à família Assis de Barros, apareceu nas mãos de Bruno Belthoise graças ao investigador João Pedro Mendes dos Santos. “Foi exactamente como um arqueólogo”, admite o pianista francês. “Esse manuscrito surgiu completamente sem preparação e caiu nas minhas mãos.” A descoberta revelou uma ligação pouco conhecida entre Armande de Polignac e Portugal. “Ela tinha uma ligação particular à família Assis de Barros e visitou Lisboa várias vezes”, explica Bruno Belthoise. O disco inclui ainda várias obras para piano a quatro mãos, formação que exige uma relação muito específica entre intérpretes. “Tocar a quatro mãos é uma coisa de que gosto imenso”, afirma Bruno Belthoise. “É um pequeno exercício de equilibrismo.” A proximidade física obriga a reinventar gestos, movimentos e respirações. “É muito importante ensaiar juntos”, acrescenta. “Não podemos fazer piano a quatro mãos sem esse trabalho comum.” Para João Costa Ferreira, essa construção colectiva faz parte da própria identidade artística do duo. “Este desafio é completamente diferente do que gravar o grande repertório canónico”, afirma. Depois da edição do álbum, seguem-se agora concertos em Lisboa, Tavira, Madeira e França. Bruno Belthoise interpretou igualmente obras para piano solo de Armande de Polignac em Saint-Leu-la-Forêt, no Val-d'Oise, no passado 30 de Maio.
Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.Links: https://sarachangyan.com/ https://www.instagram.com/consonniradziszewski/ https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025 https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/ https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan Episódio gravado a 28.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/02-06-2026Nesta terça-feira, o boletim foca na defesa do ato médico, em novos avanços na profilaxia antiviral e no impacto da tecnologia assistiva nacional. Analisamos o lançamento da plataforma Medicina Segura pelo CFM, criada para que médicos denunciem complicações causadas pelo exercício ilegal da medicina. Detalhamos a aprovação pelo FDA do ensitrelvir (Xocova), o primeiro antiviral oral voltado para a prevenção pós-exposição da COVID-19. Por fim, destacamos no Radar o reconhecimento internacional de estudantes da rede pública do Rio de Janeiro que desenvolveram uma maca hospitalar inteligente controlada por comandos de voz. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
- Leilão de Pepro negocia quase 120 mil toneladas de arroz em casca - Federarroz defende tratamento diferenciado da União para produtores gaúchos - Trigo pode ganhar até 423 kg/ha com manejo fisiológico em ano de El Niño - Contratos agrários demandam checagem jurídica e ambiental antes da assinatura - Centro de inovação em olivicultura busca fortalecer produção de azeite no Rio Grande do Sul - Ampliação de modalidades impulsiona mercado do cavalo Crioulo - Bubalinocultores levarão dinâmica de campo para a Megaleite 2026 - Homologação da raça Berganês amplia opções para produção de carne ovina no país - Fenagen 2026 é lançada em Pelotas com foco em genética e produção animal - Exposição Especial de Outono em Uruguaiana premia genética Hereford e Braford - Fórum de Vitivinicultura encerra com debate sobre precisão e avaliação positiva na Campanha - Organizadores da Abertura da Colheita do Arroz iniciam preparo das áreas para 2027 E mais: previsão do tempo, cotações e agenda: Entrevista: Ana Paula Souza, especialista em frangos da Alianima
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Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
Entre o concreto das cidades e o eco das quadras, o basquete de rua ganha densidade, memória e significado no olhar do fotógrafo brasileiro Dante Prochet. Em sua primeira exposição, no Porto, ele constrói uma narrativa visual que ultrapassa o esporte e se firma como um retrato sensível de identidade, pertencimento e vida urbana. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nas imagens de Dante Prochet a quadra não é apenas um espaço delimitado por linhas, mas também um território simbólico. É ali que corpos se movem, histórias se cruzam e comunidades se formam. É dessa matéria viva que nasce a mostra “Basquete: O Manifesto”. A exposição de estreia do fotógrafo brasileiro em Portugal revela um olhar autoral consistente. Aos 20 anos, vivendo há cinco no país, o fotógrafo apresenta um trabalho que surpreende pela maturidade e pela clareza de intenção. O projeto teve origem em um livro, concebido como trabalho final acadêmico e, que ganha escala e intensidade em novo contexto. As imagens, ampliadas, impressas com cuidado e distribuídas de forma a manter o ritmo narrativo do livro, convidam o espectador a uma experiência mais lenta, quase imersiva. “Manifesto”, aqui, não é metáfora vazia e sim, como define o próprio artista, uma declaração. “Quis mostrar, pelas minhas fotos, a cultura do basquete de rua”, explica. Ele faz isso deslocando o olhar do jogo em si para os elementos que o sustentam e carregam história: os encontros, os códigos, os gestos e os espaços. Lisboa e Nova York O trabalho se organiza a partir de um eixo geográfico e simbólico, entre Lisboa e Nova York. Duas cidades que, à primeira vista, pouco têm em comum, mas que se aproximam na linguagem universal do basquete de rua. “Nova York é o centro desse universo, com quadras icônicas por onde passaram e ainda passam jogadores da NBA e grandes nomes do basquete mundial. São espaços carregados de história, quase míticos dentro da cultura do esporte. O que me interessava era justamente colocar isso em diálogo com a realidade portuguesa, muito mais discreta em termos de projeção, mas que, para mim, tem o mesmo peso em significado. São contextos diferentes, mas que se encontram na forma como o basquete de rua constrói comunidade e identidade”, afirma. Um manifesto entre memória e território Nas imagens feitas na cidade americana, as quadras surgem como espaços carregados de memória, lugares onde passaram jogadores profissionais, onde nasceram lendas e onde o jogo se mistura à própria construção da identidade local. Em Lisboa, por outro lado, o olhar se volta também para as ausências, como a precariedade, a falta de incentivo, a fragilidade de estruturas das quais, muitas vezes, dependem comunidades inteiras. É nesse ponto que o trabalho ganha densidade crítica. Fotografias como Quadra Quebrada condensam essa tensão. A imagem nasceu de uma experiência pessoal, depois que uma quadra próxima à casa do fotógrafo teve a cesta retirada após reclamações de barulho. “Ali existia uma comunidade. Quando tiraram a cesta, aquilo simplesmente acabou”, lembra. O que se vê, então, não é apenas a ausência de um equipamento, mas o esvaziamento de um espaço de convivência. Uma estética que aproxima A força das imagens também reside na linguagem utilizada. Influenciado por nomes como William Klein, nova-iorquino e um dos fotografos mais influentes do século XX, Prochet aposta em uma estética mais crua, menos polida, que aproxima o espectador da ação. Há movimento, ruído, tensão. Ao mesmo tempo, referências como Robert Adams, fotógrafo americano ligado ao movimento New Topographics, ajudam a construir momentos de pausa e composição mais limpa, criando um equilíbrio que sustenta a narrativa visual. Outro contraste entre o basquete de rua e o basquete federado atravessa o trabalho. Enquanto o segundo é marcado por regras, uniformes e controle, o primeiro se afirma como espaço de liberdade. “Na rua, você joga como quer, se veste como quer. Existe uma liberdade total”, diz Prochet. Essa autonomia aparece não apenas nos gestos dos jogadores, mas também na forma como ocupam o espaço e constroem sua identidade. Em um tempo dominado pela circulação acelerada de imagens, o jovem também propõe uma reflexão sobre a materialidade da fotografia. Para ele, há uma diferença decisiva entre ver uma imagem na tela do celular e encontrá-la em uma parede. “Você perde detalhes importantes no digital, como o brilho e a textura do papel. Isso muda completamente a experiência”, afirma. Ainda assim, reconhece a ambivalência das redes sociais que, ao mesmo tempo em que ampliam o alcance do trabalho, também reduzem parte de sua potência sensorial. A estreia em Portugal surge a partir da relação com um coletivo artístico local, e o resultado, segundo o próprio fotógrafo, supera as expectativas iniciais. Mais do que um primeiro passo, Basquete: O Manifesto se apresenta como um gesto inaugural que já carrega identidade. Há, no trabalho de Dante Prochet, uma compreensão clara de que o essencial não está apenas no jogo, mas em tudo o que o cerca. E é nesse entorno, feito de pessoas, histórias e espaços, que sua fotografia encontra força, sentido e permanência. A exposição “Basquete: O Manifesto”, em cartaz na Temporada Social Club, no Porto, segue aberta ao público até 14 de julho
Como construir confiança em um dos setores mais sensíveis e expostos da atualidade? No episódio 181 do Arena de Ideias, gravado durante o São Paulo Innovation Week, a conversa mergulha nos desafios da comunicação, reputação e gestão de confiança no setor da saúde em um ambiente marcado por pressão pública, excesso de informação e alta exposição digital. Ao longo do episódio, Fernanda Schmid, Diretora-executiva em São Paulo da Oficina Consultoria, em conversa com Mariane Novais, Diretora de Comunicação e Marca da Rede Américas, refletem sobre como reputação deixou de ser apenas uma questão institucional e passou a impactar diretamente percepção de cuidado, relação com pacientes e legitimidade das organizações. Também entram em pauta os desafios de traduzir temas técnicos e regulatórios de forma acessível sem perder profundidade, pois comunicar com clareza, responsabilidade e consistência não é apenas uma questão de imagem, é parte da construção de confiança.
Exposição em Gênesis 14:1-17. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
Obrigado por acessar o meu Canal!Aqui você encontrará podcasts com informações sobre exegese bíblica que mudarão sua vida cristã.# Não clique aqui: https://bit.ly/383Dr57Ouça novos podcasts Exegese & Exposição, exegese on-demand para você, em seu agregador preferido ou no YouTube.Grupo EXCLUSIVO do Telegram, com muitos materiais para seus estudos exegéticos: Exegese & Exposição - Materiais## Quer publicar o seu livro evangélico?Conheça a incrível proposta da Editora Contextualizar: http://www.contextualizar.com.br/PARTICIPE! Faça comentários relevantes ao tema ou sugira outras passagens bíblicas para exegese e exposição.
Este salmo é muito conhecido e já inspirou várias canções...A aplicação que ao longo tempo e com insistência se faz dele para o contexto exclusivo da comunhão da Igreja obscurece o seu mais profundo e natural sentido!O texto está, primariamente, falando de irmãos de sangue e não de irmãos de fé, embora os princípios do Salmo sejam aplicáveis à necessidade de unidade do povo de Deus. Recitavam enquanto famílias peregrinavam em direção à cidade de Jerusalém.Sem dúvida, tem sido o anseio de muitos cristãos ter uma família abençoada e observando esse pequeno Salmo pelo prisma da família, ele termina afirmando que Deus ordena a sua benção na família e a vida para sempre.Porém, é dito que o Senhor abençoa ou pronuncia a sua benção QUANDO irmãos vivem em união ou quando a família convive em união. A benção é o resultado divino de um esforço humano exigido!Há algo bom e traz uma sensação agradável quando uma família vive unida!#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão # #pregação #familia
Exposição Bíblica em Gênesis 13.1-13. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
Exposição demorada a telas afeta linguagem e capacidade de atenção; especialistas sublinham necessidade de equilíbrio digital no cotidiano das crianças.
A exposição “Rembrandt – O Mestre da Luz e da Sombra”, no Palácio Anchieta desde fevereiro deste ano foi prorrogada novamente. Após alcançar a marca de 40 mil visitantes, a experiência gratuita seguirá aberta ao público até o dia 7 de junho. Segundo a organização da exposição, "com grande procura do público capixaba e turistas, a exposição já ultrapassou a marca de 40 mil visitantes e vem se consolidando como um dos principais programas culturais em Vitória neste ano". Em exibição desde fevereiro, a mostra reúne 69 gravuras originais de Rembrandt van Rijn (1606–1669), um dos maiores artistas da história da arte e ícone da Era de Ouro holandesa.Entre os destaques presentes estão obras emblemáticas como Autorretrato com Saskia (1636), A Descida da Cruz(1633), A Ressurreição de Lázaro (1632), O Jogador de Cartas (1641), O Manto de José Trazido a Jacó (1633) e Cristo Expulsando os Cambistas do Templo (1635). Executadas em técnicas de gravura como água-forte e ponta-seca, as obras apresentam personagens atravessados por emoções universais como espanto, dor, fé e compaixão.A experiência expositiva também incorporou ações educativas, oficinas e recursos de acessibilidade desenvolvidos para ampliar o diálogo com diferentes públicos. Entre eles, estavam réplicas táteis, busto em 3D, totens com audiodescrição e vídeos com tradução em Libras, proporcionando uma vivência mais acessível e multissensorial. Os visitantes também tiveram a oportunidade de observar os detalhes das gravuras com o auxílio de lupas, revelando nuances técnicas e detalhes minuciosos do trabalho do artista. Em entrevista à CBN Vitória, o diretor da empresa que trouxe a exposição ao Brasil, Álvaro Moura, fala sobre o assunto.
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Exposição Bíblica em Gênesis 12.10 ; 13.4. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
Exposição em Provérbios 31.30. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
EDUARDA GONÇALVES E SUA EXPOSIÇÃO
O que um artista pode expor? O escritor Michel Laub apresenta neste episódio Verão na Névoa (Companhia das Letras), sua estreia na não ficção. O livro é uma mescla de ensaio cultural e memórias em que são discutidos assuntos como drogas e sexualidade. Laub também fala da influência do roqueiro Renato Russo e do Nobel de Literatura sul-africano J.M. Coetzee, figuras presentes no livro por suas ambiguidades. Apoio: Lei Rouanet e Companhia das Letras Recado da Companhia das Letras: celebrando os 40 anos da editora, o Festival Livro é Companhia no Rio acontece em 16 de maio no Museu do Amanhã (RJ). Saiba mais e retire ingressos para o evento gratuito: http://bit.ly/4toNVFs Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Os visitantes podem conferir os trabalhos de Luiz Paulo Baravelli e de mais 16 artistas de rua
No último vídeo do canal sobre a possível ameaça de um computador quântico à criptografia do Bitcoin, vimos como o tema já vem sendo tratado por desenvolvedores e pesquisadores desde o início da rede, e como o risco é limitado. Hoje vamos ver qual é a porcentagem da rede Bitcoin exposta a um eventual risco quântico e o que pode ser feito hoje mesmo para reduzir essa exposição, sem nenhuma mudança no protocolo. Proteção quântica já!Vídeo sobre a Ameaça Quânticahttps://youtu.be/cBJM6kq6FiIWicked Smart Bitcoinhttps://x.com/w_s_bitcoinhttps://wickedsmartbitcoin.com/Painel de Exposição Quântica do Bitcoinhttps://wickedsmartbitcoin.com/quantum_exposurehttps://github.com/w-s-bitcoin/webapps-quantum-exposurePlaylist Privacidade no Bitcoinhttps://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmhS94ynhdPIK6quG_OcprXfGravado no bloco 944868________________APOIE O CANALhttps://bitcoinheiros.com/apoie/⚡ln@pay.bitcoinheiros.comPara agendar uma CONSULTA PRIVADA com o Dov: https://consultorio.bitcoinheiros.com/Consulta pública: https://ask.arata.se/bitdov00:00 Introdução00:27 Guia para autocustódia segura de Bitcoin07:12 A computação quântica pode quebrar o Bitcoin?09:25 Como os bitcoins estão protegidos na rede 15:11 Quantos endereços estão expostos?22:45 O que torna uma carteira vulnerável a ataques quânticos23:42 A origem do problema: Os endereços mais inseguras da rede27:28 O canário na mina para a segurança do Bitcoin30:37 Histórico de vulnerabilidades e exposição de chaves33:45 Quanto tempo levaria para transacionar os Bitcoins em risco?37:40 O perigo nas corretoras e o risco quântico44:37 Baleias anônimas de Bitcoin sob risco quântico50:47 Por que você JAMAIS deve reutilizar endereçosEscute no Fountain Podcasts (https://fountain.fm/join-fountain)para receber e enviar satoshinhos no modelo Value4ValueSIGA OS BITCOINHEIROS:Site: https://www.bitcoinheiros.comTwitter: https://www.x.com/bitcoinheirosAllan - https://www.x.com/allanraicherDov - https://x.com/bitdovBecas - https://x.com/bksbk6Instagram: https://www.instagram.com/bitcoinheirosFacebook: https://www.fb.com/bitcoinheirosPodcast: https://anchor.fm/bitcoinheirosMedium: https://medium.com/@bitcoinheirosCOMO GUARDAR SEUS BITCOINS?Bitcoinheiros recomendam o uso de carteiras Multisig com Hardware Wallets de diferentes fabricantes ou próprias.Para ver as carteiras de hardware que recomendamos, acesse https://www.bitcoinheiros.com/carteirasVeja os descontos e clique nos links de afiliados para ajudar o canalPor exemplo, para a COLDCARD - https://store.coinkite.com/promo/bitcoinheirosCom o código "bitcoinheiros" você ganha 5% de desconto na ColdCardPlaylist "Canivete Suíço Bitcoinheiro"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmg-KH5bwzMU4sdyMbVMPqwbPlaylist "Carteiras Multisig de Bitcoin"https://www.youtube.com/playlist?list=PLgcVYwONyxmi74PiIUSnGieNIPqmtmdjWISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE:Este conteúdo foi preparado para fins meramente informativos.NÃO é uma recomendação financeira nem de investimento.As opiniões apresentadas são apenas opiniões.Faça sua própria pesquisa.Não nos responsabilizamos por qualquer decisão de investimento que você tomar ou ação que você executar inspirada em nossos vídeos.P.S. para os buscadoresSomos bitcoinheiros, não bitconheiros, nem bitconheros, bitcoinheros, biticonheiros, biticonheros ou biticoinheros.O Dov é bitcoinheiro, não bitconheiro, nem bitconhero, bitcoinhero, biticonheiro, biticonhero ou biticoinhero.É Bitcoin, não Bitcon e nem Biticoin :)
Milton Teixeira fala sobre a Exposição Internacional de Artes Decorativas, que contempla a arquitetura e o design moderno, inaugurada em 1925, em Paris.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Paulo Gonet cometeram crimes de responsabilidade na condução do caso do Banco Master, segundo texto que será apresentado hoje. Alexandre Ramagem é preso pela imigração dos EUA. Exposição a microplásticos em casas e carros é 100 vezes maior que o esperado. E mais de mil profissionais de Hollywood lançam manifesto contra fusão Paramount-Warner.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Maria Isabel Gelinski, que vive na Austrália há oito anos, é uma das participantes do reality australiano "Flex" e conta como a experiência a levou a lidar com exposição, identidade cultural e o estilo de vida nos arredores de Bondi, em Sydney.
Queixinha ao Provedor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“Vidas Partilhadas, Futuro Partilhado” pode ser visitada até 12 de abril nas duas cidades; exposição, inaugurada esta semana, tem acesso gratuito e está disponível 24 horas por dia.
Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.
O preço do ouro a atingir recordes. Xi Jinping a afastar generais a um ritmo alucinante. Exposição de Fernão de Magalhães em Paris. Edição de Mário Rui Cardoso.