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Israel atinge líderes iranianos, enquanto Teerão continua a bloquear o estreito de Ormuz e a bloquear a economia mundial. Após três semanas de conflito, o desfecho é incerto. Quem pode ganhar?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Kaitlyn Teer joins us again! This time, she's here to talk about her new book, Little Apocalypses; Essays on Motherhood, Climate Change, and Hope at the End of the World. The book is kaleidoscopic and specific all at once, and we both loved it, even though it's full of heavy stuff about climate grief and how much we've already lost. In this episode, there are so many moments of discovery, including a long chat about the powerful, fantastic phrases that Teer built the book of essays around. As a teaser, here are some of the ideas we explore: * Muscular hope* Maternal ecodistress* Green third shift* Maternal time* Ecological compassion * Apocalyptic mindfulnessAnd much more in this inspiring conversation about care, climate, activism and how we can show up for our children as we face a changed planet, together. Links:* Sarah on Jodeci's Feenin' * Your Local Epidemiologist * Maternal Ecodistress* Pre-order Kaitlyn's book, Little Apocalypses * Sunaura Taylor's Disabled Ecologies * Parents Guide to Climate RevolutionIf you love the work we do, please consider becoming a ✨paid subscriber✨ on substack. Paid subscribers get access to everything behind the paywall, like subscriber-only episodes, book reviews and more. Or, support us by following, sharing or reviewing our show here and everywhere else you listen to podcasts you love. Thank you!Visit our Bookshop storefront to find all the books we've mentioned here and in previous episodes. When you shop there, we get a small affiliate fee (thank you!).You can follow the podcast on Instagram (@themotherofitall). This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit motherofitall.substack.com/subscribe
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (12): O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu a proposta de classificar facções criminosas como organizações terroristas. Segundo ele, a medida seria fundamental para ampliar a cooperação internacional no combate ao crime organizado. A proposta é do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O avanço das investigações sobre o Banco Master aumentou o desgaste dentro do União Brasil, após revelações sobre a relação entre dirigentes da legenda e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono da instituição. O presidente do partido, Antonio Rueda, apareceu em diálogos extraídos do celular do empresário, enquanto uma empresa ligada ao vice-presidente nacional da sigla e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, recebeu cerca de R$ 3,6 milhões do Banco Master e da gestora de recursos Reag. Integrantes do partido temem que o caso seja explorado por adversários nas eleições. O presidente Lula (PT) reuniu-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, cotado para assumir o ministério. O encontro acontece em meio à transição da pasta. Apesar de ainda não oficializado, Haddad deve disputar o governo de São Paulo. Autoridades do Brasil e dos Estados Unidos realizam discussões para avaliar se facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) devem ser enquadradas como grupos terroristas. O objetivo é entender a estrutura, métodos e alcance dessas organizações criminosas, possibilitando medidas de cooperação internacional mais efetivas no combate ao crime organizado. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que o fim da guerra no Oriente Médio depende do cumprimento de três condições impostas por Teerã. Em declaração feita na noite de quarta-feira (12), o líder iraniano citou o reconhecimento dos “direitos legítimos” do país, o pagamento de reparações pelos danos causados por ataques dos Estados Unidos e de Israel e a criação de garantias internacionais para impedir novas agressões. Um assessor militar do líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em entrevista à TV estatal iraniana. Yahya Safavi afirmou que Trump seria o “presidente americano mais corrupto e estúpido” e o chamou de “Satanás em pessoa”. As declarações ocorrem em meio ao conflito entre os dois países, que ampliou a tensão no Oriente Médio. O assessor também reiterou ameaças do Irã contra Israel, aliado dos Estados Unidos na guerra. Levantamentos recentes indicam uma disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro no cenário da eleição presidencial de 2026. As pesquisas mostram um quadro competitivo, com margens apertadas entre os dois nomes. A crise de apagões envolvendo a Enel em São Paulo provocou troca de acusações entre autoridades. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o prefeito Ricardo Nunes faz “politicagem” com o problema e defendeu que a solução depende também de maior colaboração da prefeitura na gestão da arborização urbana. Nunes rebateu as críticas durante audiência na Câmara dos Deputados e disse que o ministro estaria defendendo os interesses da distribuidora de energia. Pesquisa do Datafolha mostra que 46% dos brasileiros avaliam que a situação econômica do país piorou nos últimos meses. Outros 24% afirmam que houve melhora no cenário econômico, enquanto 28% dizem que a situação permaneceu igual. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES:
O conflito EUA-Irã não dá sinais de recuo: Trump alertou Teerã contra a instalação de minas no Estreito, e a ofensiva americana mostra desgaste diante do arsenal iraniano.
TUTAMÉIA entrevista Zohreh Kharazmi, professora do Departamento de Estudos Americanos da Universidade de Teerã.Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
O conflito EUA-Irã não dá sinais de recuo: Trump alertou Teerã contra a instalação de minas no Estreito, e a ofensiva americana mostra desgaste diante do arsenal iraniano.
Convidado: Daniel Sousa, comentarista da GloboNews, professor do Ibmec e criador do podcast Petit Journal. A escolha de Mojtaba Khamenei como líder supremo do Irã sinaliza a continuidade da linha dura do regime em meio à guerra e frustra as expectativas dos Estados Unidos de uma mudança política em Teerã. Filho do aiatolá Ali Khamenei, morto no primeiro dia dos ataques americanos e israelenses, Mojtaba foi escolhido pela Assembleia dos Especialistas, o conselho de 88 clérigos responsável por definir a autoridade máxima do país e é conhecido pela proximidade com a Guarda Revolucionária. Antes mesmo do anúncio, Donald Trump havia dito que seria inaceitável que Mojtaba fosse eleito como novo líder supremo – e, depois, afirmou que não estava feliz com a escolha. Agora, a expectativa de que possa haver diálogo entre as partes para uma resolução rápida da guerra praticamente acabou. Diante das incertezas, o preço do barril de petróleo disparou 25% da noite para o dia e o mundo inteiro entrou em estado de alerta com o risco de pressão inflacionária generalizada. Depois do susto, o valor voltou a cair, principalmente depois que o presidente americano disse em uma entrevista que a guerra está “praticamente concluída” e pode acabar em breve. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Daniel Sousa, comentarista da GloboNews, professor do IBMEC e criador do podcast Petit Journal, para explicar o perfil de Mojtaba Khamenei e a reação do mercado ao nome dele. Daniel comenta as perspectivas militares e diplomáticas do Irã e analisa o risco de o preço do petróleo romper sua máxima histórica – e de que modo isso bate no bolso do consumidor brasileiro.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (10): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que seu país bombardeará o Irã com intensidade “vinte vezes mais forte” caso Teerã tente bloquear o transporte de petróleo pelo estratégico Estreito de Ormuz. A ameaça foi publicada na rede social Truth Social e ocorre em meio à escalada da guerra no Oriente Médio. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a crise envolvendo o Banco Master deve entrar no debate das próximas eleições, embora não seja o único tema da disputa política. Na semana passada, dados obtidos pela Polícia Federal do Brasil em um celular do banqueiro Daniel Vorcaro indicaram possíveis relações com autoridades do meio político e do Judiciário. O senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, confirmou que terá uma audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça na próxima quarta-feira (11). O objetivo é recorrer de decisões recentes do STF que desobrigaram investigados a comparecer à comissão, incluindo o banqueiro Daniel Vorcaro. Israel confirmou a morte de Abu Hussein Ragheb, chefe da Unidade Nasr do Hezbollah, durante um ataque noturno no sul do Líbano. A informação foi divulgada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, que afirmou ter recebido a confirmação da operação. Segundo autoridades israelenses, Ragheb comandava a unidade responsável por operações na região ao sul do rio Litani e teria participado da coordenação de ataques transfronteiriços contra Israel após a ofensiva do Hamas em outubro de 2023. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, propôs uma possível solução diplomática para o conflito envolvendo o Irã durante uma ligação telefônica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A conversa entre os dois líderes, que durou cerca de uma hora nesta segunda-feira (09), teve como foco a escalada das tensões no Oriente Médio e os desdobramentos do confronto na região. O ministro do STF, André Mendonça, autorizou que o banqueiro Daniel Vorcaro se reúna com seus advogados sem registro audiovisual das conversas na Penitenciária Federal de Brasília. A decisão atende a um pedido da defesa, que argumentou que a gravação dos encontros poderia comprometer a confidencialidade da comunicação entre cliente e advogados. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou para esta terça-feira (10) uma reunião com ministros do governo Lula e parlamentares para tentar avançar em um acordo sobre a proposta de regulamentação do trabalho por aplicativos. O projeto busca estabelecer regras para a atuação de motoristas e entregadores que trabalham em plataformas digitais. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, anunciou nesta segunda-feira (09) a antecipação do prazo para a escolha do candidato do partido à Presidência da República. Inicialmente prevista para abril, a definição agora deve ocorrer até o dia 31 de março. A decisão ocorre em meio à divulgação de novas pesquisas de intenção de voto (Datafolha e Quaest) que mostram os nomes da legenda ainda distantes dos líderes Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Kassab ressaltou que a legenda está “madura” e que o lançamento de um nome próprio é vital para consolidar o PSD como a principal força de centro do país. A Polícia Federal deflagrou a Operação Costeau na manhã desta terça-feira (10), com ações no Porto de Santos, em São Paulo, para desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico transnacional de drogas e lavagem de dinheiro. A investigação começou em 2022, após a polícia francesa apreender 124 quilos de cocaína dentro de um navio que havia passado pelo porto santista. Na ocasião, as autoridades identificaram o envolvimento de brasileiros no esquema. Desde 2025, a PF conduz um inquérito para apurar a atuação da rede criminosa e identificar os responsáveis pelo envio da droga para o exterior. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (09): A Assembleia de Especialistas do Irã nomeou Mojtaba Khamenei, de 56 anos, como novo líder supremo do país, segundo informou a mídia estatal neste domingo (08). Em comunicado, o órgão convocou o povo iraniano a manter a unidade e jurar lealdade ao novo líder. Um incêndio de grandes proporções atingiu um depósito de combustível em Teerã neste domingo (08), deixando quatro mortos e provocando danos na rede de abastecimento da capital iraniana. As Forças de Defesa de Israel afirmaram ter realizado o ataque ao local e disseram que outras ofensivas também foram feitas contra depósitos de combustível na cidade. As ações foram relatadas por agências estatais do Irã. Brasileiros que vivem ou estavam viajando pelo Oriente Médio relatam dificuldades para deixar a região em meio à escalada de tensões e ataques envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. O aumento dos bombardeios e das restrições no espaço aéreo tem provocado cancelamentos de voos e complicações logísticas, afetando estrangeiros que tentam retornar aos seus países. Os advogados de defesa do banqueiro Daniel Vorcaro pediram ao Supremo Tribunal Federal para conversar com o banqueiro, e que essa conversa seja reservada, sem gravações. O pedido será analisado pelo relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal, o ministro André Mendonça. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nas redes sociais que a alta do petróleo no curto prazo é um preço “muito pequeno” a pagar em nome da segurança global. Segundo ele, a elevação nos preços da commodity está ligada às tensões envolvendo o programa nuclear do Irã. Trump também declarou que os valores devem cair rapidamente após o fim da ameaça nuclear iraniana, acrescentando que apenas “tolos pensariam diferente”. A CPMI do INSS tem três depoimentos previstos para a tarde desta segunda-feira (09). O colegiado pretende ouvir o presidente da Dataprev, Rodrigo Ortiz D'Avila Assumpção; a presidente do Banco Crefisa, Leila Pereira; e o CEO do Banco C6 Consignado, Artur Ildefonso Brotto Azevedo. Antes do clássico entre Fluminense e Flamengo, neste domingo (08), pela final do Campeonato Carioca, 37 torcedores foram detidos em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Torcedores das duas equipes foram conduzidos à delegacia após ação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o próximo líder supremo do Irã “não vai durar muito” se não tiver a aprovação de Washington. A declaração foi feita pouco antes de o regime iraniano anunciar Mojtaba Khamenei, filho do ex-líder Ali Khamenei, como sucessor. Um ônibus que fazia a rota entre São Paulo e Pernambuco tombou às margens da BR-251, no município de Grão Mogol, no norte de Minas Gerais, na manhã deste domingo (08). O acidente deixou duas pessoas mortas e dez feridas, segundo informações do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Num momento de grande tensão no Médio Oriente, Nuno Rogeiro analisa no Leste Oeste o que pode estar a mudar no Irão e no equilíbrio estratégico da região. Depois de rumores sobre a sucessão do Líder Supremo, com o nome de Mojtaba Khamenei a surgir como possível herdeiro, multiplicam-se sinais de instabilidade política e militar dentro do regime, enquanto ataques israelitas e operações militares fragilizam estruturas da Guarda Revolucionária. Rogeiro acompanha também a evolução da guerra no ar e no mar: ataques a bases iranianas, perdas aeronavais, destruição de navios e a crescente presença militar norte-americana na região. Em paralelo, discute-se a hipótese de forças insurgentes e minorias, como os curdos, poderem ter um papel num eventual cenário de mudança de regime. A crise estende-se aos países árabes do Golfo, alguns deles atingidos por mísseis ou drones iranianos, apesar das declarações conciliatórias de Teerão. Analistas e testemunhos no terreno ajudam a perceber o impacto político e psicológico desses ataques. Nesta emissão de 08 de março na SIC Notícias, o comentador observa ainda a posição ambígua da Turquia, a resposta militar europeia e as implicações para Portugal e Espanha no contexto da cooperação com os Estados Unidos. Com as atenções do mundo voltadas para a “Guerra na Pérsia”, a Ucrânia tenta aproveitar o desvio estratégico, enquanto a China realiza importantes conferências políticas que podem influenciar o tabuleiro global.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Guerra Fria desta semana, analisa-se o papel das grandes potências no agravamento da crise no Médio Oriente e as suas ligações ao conflito na Ucrânia. Uma das perguntas centrais é até que ponto Rússia e China estão a ajudar o Irão. Ao mesmo tempo, os países árabes parecem entrar numa nova fase de confronto com Teerão. Os Emirados Árabes Unidos assumem publicamente estar em guerra com o Irão, enquanto a Arábia Saudita discute com o Paquistão novas respostas militares para a ameaça iraniana. A desconfiança em relação às promessas de cessar-fogo cresce na região. Este Guerra Fria em podcast de 08 de março acompanha as últimas evoluções da guerra na Ucrânia: ataques ucranianos a infraestruturas energéticas russas, sanções e apreensão de navios da chamada “frota fantasma”, novas instalações militares em território ucraniano e tensões políticas dentro da União Europeia, com a Hungria a aumentar a pressão sobre Kyiv.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O pivô do escândalo do Banco Master atrás das grades: Daniel Vorcaro foi transferido para um presídio de segurança máxima em Brasília. Teve a barba e o cabelo cortados. Ele vai ficar preso numa cela de seis metros quadrados. O ministro Alexandre de Moraes se manifestou sobre o caso e negou ter recebido mensagens de Vorcaro no dia da primeira prisão do banqueiro. A guerra no Oriente Médio completou uma semana. Israel voltou a atacar o bunker dos aiatolás, em Teerã. Donald Trump exigiu rendição incondicional. A China defendeu um cessar-fogo imediato. O preço do petróleo ultrapassou os US$ 90. E o Catar disse que a cotação pode chegar US$ 150, o barril.
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EUA e Israel atacaram conjuntamente o Irão, enquanto decorriam negociações entre Teerão e Washington. O Irão retaliou e atacou vários países vizinhos, espalhando o caos ao Médio Oriente. Trump não se compromete com um prazo para o fim da guerra. Será que há sequer um plano do presidente americano? José Eduardo Martins e Pedro Delgado Alves analisam os mais recentes desenvolvimentos no conflito no Médio Oriente, no Antes Pelo Contrário em podcast. Emitido na SIC Notícias a 5 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
O Irã ainda não elegeu oficialmente o sucessor do líder supremo Ali Khamenei, morto no último sábado, no primeiro dia de ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país. A informação foi dada nesta sexta-feira pelo embaixador do Brasil em Teerã, André Veras Guimarães, durante entrevista à Rádio Eldorado. Segundo ele, apesar de notícias não confirmadas da escolha de Motjaba Khamenei, filho do líder morto, a definição ainda não ocorreu, mas a estrutura de governo continua a funcionar. “Não há vácuo de poder”, afirmou. Sobre os brasileiros que vivem no Irã, o embaixador disse que são cerca de 200 pessoas e que não há planos para uma repatriação até porque muitos pretendem ficar e, em relação aos homens, há uma proibição de saírem do país em razão da possibilidade de convocação para o serviço militar durante a guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ataque dos Estados Unidos e Israel ao Irão desencadeou um conflito regional com múltiplos ataques de Teerão. Para analisar os últimos acontecimentos Durão Barroso vem à Grande Entrevista com Vítor Gonçalves
O escândalo do Banco Master teve novas revelações e personagens. Daniel Vorcaro voltou para a cadeia, em São Paulo. O ministro André Mendonça bloqueou 22 bilhões de reais dos investigados. A Polícia Federal afirmou que Vorcaro criou uma milícia privada para cometer crimes, como invasão dos sistemas da Polícia Federal, do Ministério Público, da Interpol e da Polícia Federal americana, pagamento de propina a servidores do Banco Central e pagamento de um milhão de reais por mês para intimidar autoridades e jornalistas. Vorcaro chegou a planejar um ato violento contra o colunista do Globo, Lauro Jardim. A polícia disse que quem coordenava as ações ilegais era Luiz Philipi Mourão, o “Sicário”. Ele tentou se matar na cadeia, e morreu horas depois no hospital. Os Estados Unidos expandiram a guerra e afundaram um navio iraniano no Sri Lanka. O Pentágono enviou mais caças para controlar o espaço aéreo do Irã. Teerã atacou centros econômicos de países árabes no Oriente Médio e autoridades do Irã falaram em derramar o sangue de Donald Trump.
O que levou o dono do Banco Master de novo à cadeia é considerado apenas a ponta do iceberg, mas não há, no momento, maiores detalhes; mesmo assim, o veneno já é bem forte. Agora já há uma morte no escândalo. Suicidou-se, ao entrar na cadeia, o homem que, segundo a Polícia Federal, executava alguns tipos de serviços sujos para o banqueiro Vorcaro. O âncora da CNN William Waack, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, Sergio Florêncio, diplomata e ex-secretário em Teerã, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, Caio Junqueira, analista de política, e Daniel Rittner, diretor editorial de Brasília, debatem o tema.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Representações diplomáticas dos EUA em países do Golfo Pérsico foram alvo de ataques iranianos, enquanto Israel intensifica bombardeios em Teerã e operação militar no Líbano. Alcolumbre mantém quebra dos sigilos de filho de Lula determinada pela CPMI do INSS. SUS passa a oferecer teleatendimento a pessoas com vício em jogos e apostas. E a Apple anuncia sua nova linha de MacBooks Air e Pro, voltados para uso intenso de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (04/03/2026): Israel invadiu o sul do Líbano para conter o Hezbollah. No Irã, Mojtaba Khamenei assumiu como líder supremo após a morte de Ali Khamenei. Ataques a Teerã elevaram o total de mortos a 787 e atingiram prédios do governo. Nos EUA, Donald Trump apresentou versões diferentes para o início da guerra. Binyamin Netanyahu negou que Israel tenha pressionado Washington a entrar no conflito. A escalada ampliou a crise humanitária no Líbano e a tensão em torno do programa nuclear iraniano. E mais: Economia: Guerra põe barril do petróleo acima de US$ 80; no Brasil, dólar vai a R$ 5,26 Política: Alcolumbre impõe derrota ao governo e mantém quebra de sigilos de Lulinha Metrópole: Dois são presos por estupro coletivo; filho de subsecretário está foragidoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Após o ataque americano, Donald Trump afirmou que o Irão quer conversar, mas que é tarde demais. Na manhã de sábado, juntamente com Israel, os EUA lançaram uma ofensiva sobre o país do Médio Oriente, enquanto decorriam negociações entre Washington e Teerão. Ainda assim, não são claras as razões que levaram os EUA a atacar o Irão. Daniel Oliveira questiona se alguém acredita que “se muda um regime de avião”, com ataques aéreos; Francisco Mendes da Silva sublinha que ainda não foi explicado qual era o perigo iminente. A análise dos comentadores, no Antes Pelo Contrário em podcast, emitido na SIC Notícias a 3 de março. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro dias de guerra e Teerã não caiu. O presidente Donald Trump anunciou uma terceira onda de ataques e determinou que empresas americanas acelerem com urgência a produção de novos armamentos. No campo de batalha, Estados Unidos e Israel intensificaram os bombardeios contra o Irã, atingiram um centro secreto do programa nuclear iraniano e a sede do conselho que deve eleger o novo líder supremo. No sul do Líbano, o exército israelense ampliou a invasão por terra. O Hezbollah lançou drones contra bases nas Colinas de Golã. Para evitar uma crise de petróleo, Trump anunciou que a Marinha americana vai escoltar navios no Estreito de Ormuz. No front diplomático, o presidente americano acusou o Reino Unido e a Espanha de não apoiarem a guerra. Dois acusados pelo estupro coletivo no Rio de Janeiro estão presos. A economia brasileira cresceu 2,3% ano passado. Uma série especial marca a volta da Fórmula 1 para a Globo, e repórteres do JN entrevistaram as estrelas da temporada: os pilotos.
Israel e o seu aliado americano desencadearam no sábado uma guerra contra o Irão. Desde então o território israelita é alvo, também, de ataques tanto por parte do Irão como da milícia xiita libanesa do Hezbollah. Uma instabilidade que leva à fuga de populações a partir do Estado hebreu. É o caso do clérigo cabo-verdiano Ricardo Monteiro que equaciona deixar Israel e Jerusalém quanto antes. O padre Ricardo Monteiro, da diocese cabo-verdiana do Mindelo chegou a Jerusalém há quatro meses para prosseguir os seus estudos. Com o desencadear da guerra israelo-americana contra o Irão e consequentes retaliações de Teerão, mas também da milícia xiita libanesa Hezbollah este clérigo católico admite que desde o fim de semana passado tudo mudou no terreno e, por ora, tenta deixar quanto antes esta região do mundo. Até aqui tudo mudou, realmente. Estávamos numa rotina. Não obstante o ambiente que já sabemos que é próprio desta zona de tensão. Mas sabíamos que qualquer hora e momento poderia começar uma guerra entre esses países. Porém, tudo mudou porque com as sirenes das 08h15 do sábado, tivemos que suspender todos as actividades ordinárias. No meu caso as aulas, e nos manter em casa vigilantes por causa do início da guerra. Porque de imediato se lançou as informações necessárias e se decretou o tempo de emergência e portanto se disse que a guerra tinha começado. Portanto, temos que tomar as devidas precauções. Pessoalmente, fiquei apreensivo e não sabia bem o que fazer, se tinha que me ausentar do país, se tinha que ficar. E assim as pessoas não sabiam o que fazer no momento. Entretanto, agora, com o andar do tempo, vemos que a guerra continua. Os ataques continuam quase a toda a hora. E realmente o aconselhável é que quem puder também sair dessa região que saia. E é, portanto, suspender as coisas porque não se sabe até quando. Gostaria de fazer. Gostaria de sair, pelo menos por uma fase. Daí, de Jerusalém, para ficar em porto seguro ? Sim, sim. Normalmente estou a tratar de tudo para que eu possa realmente ausentar e normalmente já está tudo tratado com a embaixada. Espero somente do dia e da hora para podermos sair do país. Porque o espaço aéreo continua encerrado. Portanto, se tiver de sair de Israel terá de ir, imagino, por via terrestre até o Egipto, até um território vizinho, não é? Exactamente. As duas possibilidades são Egipto ou Jordânia, que estão abertas ainda As fronteiras terrestres que se pode ser não se podem entrar, mas se pode sair para poder apanhar o voo, a partir desses países. Mas o mais provável neste momento é o Egipto. Vamos ver se tudo se orienta por este lado. Ouve-se falar muito de alertas devido a mísseis que podem vir a ser interceptados. As pessoas é suposto irem para abrigos. Como é que é o dia a dia então do refúgio? No caso destes muitos ataques e de estarem a tocar as sirenes? Exacto. Normalmente, quando há a aproximação de um míssil justamente aqui em Jerusalém, as sirenes tocam. Tu recebes de imediato uma mensagem de alerta no teu telemóvel para quem tem o número de Israel. E de imediato tens que estar atento. Normalmente na aplicação também de alerta, podes ver mais ou menos onde irá cair os restos do míssil interceptado. Portanto, algumas regiões, algumas casas mais oficiais se presume que têm bunkers já previstos. Ou também para a população também está dividida em zonas. Os bunkers estão já preparados. Eu até agora não tive nenhuma necessidade de recorrer a esta alternativa porque em nenhum momento restos de mísseis ou mesmo mísseis caíram perto ou na zona onde estou por causa da prevenção. Eu estou numa zona muito segura e, portanto, não tenho tido essa necessidade. Mas isto é tudo disponível, está tudo muito organizado. As autoridades municipais e temos todas as informações em caso de perigo; o que fazer? Os israelitas ou as pessoas que moram em Israel assistiram ao desencadear desta guerra? O que é que eles lhe dizem. Acha que as pessoas estão a apoiar de facto, as autoridades que decretaram a guerra contra o vizinho Irão ? Sendo que, por o terem feito a milícia xiita do Hezbollah a partir do Líbano, está atacar também Israel. Portanto, ao fim e ao cabo, Israel está a ser avisado por dois actores simultâneos. Sim, normalmente aqui em Israel temos essas duas partes, pessoas que apoiam e que são a favor destes ataques e pessoas também que não aceitam ou que são contra esses ataques. Vamos encontrar isso mesmo entre os hebreus mais ortodoxos. Existe sempre essa divisão. Aqueles que apoiam esta guerra, que apoiam, que acham justa esta intervenção, outros que nem por isso. Que acham que isso é um exagero, que estamos a criar conflito com outros países. Mas nesta região sempre é uma característica. Ao longo dos séculos, sempre. Esta zona foi uma zona de conflito e Israel já está habituado. E as pessoas aqui estão, vêm isso de forma natural. Como eles enfrentam essa crise, enquanto nós, que somos estrangeiros. Estamos um pouco espantados e procurando meios e estar sempre alerta. Eles não levam uma vida normal. Você tem que ir na rua. Você tem que fazer alguma coisa. Fazem porque já estão habituados. E estas fronteiras já desde o ano passado sabíamos desde aquele conflito de fronteira com o Líbano. Eu tive a oportunidade, no mês de dezembro, de visitar estas zonas perto do Líbano e da Síria. São zonas mesmo perigosas porque mesmo antes de esta guerra já existiam conflitos. O conflito nestas zonas é permanente e, portanto, são zonas que às vezes nós não damos conta. Mas está lá o conflito. E agora sim, com o contexto assim favorável, aproveitam sempre para intensificar e poder também atingir um ao outro. Porque esses dois países fazem fronteiras, não são amigos, não têm relações. Acha que a mesma perceção para muitos israelitas, que o inimigo, mesmo existencial, é o Irão e que, portanto, seria necessário de facto visar o Irão por o Irão pretender mesmo acabar com o Estado de Israel ? Na minha humilde opinião, é aquilo que eu fui ouvindo essa inimizade existir. Este perigo é algo que sempre é patente. Existe porque não são amigos, porém acreditamos. Muitos aqui já são mais esclarecidos. Sabem que por detrás desta razão, existem muitas outras razões a nível político, social, económico mesmo. E também agora nesta situação, porque sabemos que neste momento, daqui a pouco vamos entrar no tempo das eleições aqui em Israel. Tudo isso serve um pouco para apresentar um novo panorama e, portanto, acredito que há muita coisa por detrás. Só vindo aqui e conhecendo as realidades é que se pode compreender parcialmente essa história, porque é muita coisa complicada e sabemos que o Irão. Sim, é um perigo para Israel. E sabemos também que Israel não ama o Irão porque sempre Irão se posicionou contra o estado hebraico. Porém, as formas e os contornos que isso vai tomando é que reflecte mais a intenção do indivíduo que guia o país do que a intenção do povo que representa este país. Porque muitos sectores receiam de facto uma invasão terrestre do Líbano por parte de Israel, já que as autoridades do Líbano não conseguem de facto impedir que o Hezbollah continue a disparar mísseis contra Haifa, nomeadamente. Acho que aí em Israel as pessoas acham que enviar tropas para o Líbano poderá vir a acontecer ? Eu acredito que com o andar do tempo isso poderá acontecer, porque tem uma razão que eles alegam. Os hebreus alegam que é uma razão de base, que acho que é muito frágil, mas eles assumem essa posição porque biblicamente, a Terra prometida aos hebreus realmente vai para além da fronteira que Israel tem. Vai para além, vai até ao Líbano. Portanto, acreditam que esse território é deles, que foi usurpado e, portanto, vão usar sempre esse critério para o realizar. Mas é um critério frágil, porque, mesmo biblicamente estudando, vêmos que esse território nunca foi uniforme. Sempre houve conflitos aqui. Às vezes ia até um certo sítio, outras vezes não, dependendo dos líderes e, portanto, não é de todo sustentável. Porém, é o que eles querem mesmo alargar cada vez mais esse território. Entramos na lógica de "a galinha, o ovo. Quem é que chegou primeiro" ? Foram os palestinianos, foram os judeus ? Exactamente. É toda uma dinâmica bastante perigosa. Esteve aí quando havia ainda a questão do conflito, também na Faixa de Gaza. Nessa altura já era complicado aí a situação ? Sim, eu cheguei, já isto tinha acontecido, já tinha Faixa de Gaza. Eu cheguei em outubro do ano passado. Ainda estava quente porque nunca cessou os problemas na Faixa de Gaza até agora. Encontrámos militares naquela fronteira. Nós não podíamos acessar aquela terra aqui, por exemplo, o Patriarca de Jerusalém já lá foi, com todas as tratativas diplomáticas necessárias e sempre que ele traz notícias, um pouco devastadoras, porque realmente aquela zona quase que já não existe, está totalmente destruída. Continua a lançar aquilo que podemos dizer ofensivas aquele território. E eu quando cheguei, ainda encontrei isso. E ainda existe. Ainda é patente essa história, infelizmente. E o que tem? Porque enquanto existir o Hamas, enquanto existir esse poder, eles estarão sempre lá a defender aquelas fronteiras. E contra o Estado de Israel. Dizia que vai tentar de facto sair. Como é que equaciona o seu futuro? O senhor estava de facto a estudar. Precisaria de concluir os seus estudos, portanto imagino que precise prazo de voltar para aí, não é? Exactamente. Normalmente as aulas estão suspensas. A minha missão aqui é o estudo e também o contacto com as zonas bíblicas. Portanto, estando tudo suspendido por um tempo indeterminado e dado o risco que existe... Nós vivemos aqui normalmente, mas acredito que a iminência do perigo sempre está. Não sabemos onde é que esta guerra vai parar, Então eu pretendo ausentar me e reavaliar se no futuro próximo devo regressar para continuar; se num futuro mais longínquo, regressar quando estiver mais controladas e ver ? Porque aqui nessa zona, quem vem para aqui também tem que estar preparado para tudo isto. A instabilidade é permanente e eu acredito que terei que reavaliar e ver o que é mais importante neste momento, até para a minha caminhada como presbítero. Saber onde é que Deus quer que eu esteja para realizar a sua vontade. Está ligado a alguma diocese cabo verdiana ? Sou diocesano da Diocese de Mindelo, em Cabo Verde. É quarta feira, vai tentar sair nas próximas horas ? Talvez hoje já não dá, mas amanhã de certeza. Entre a tarde e depois de amanhã vamos ver. Eu farei de tudo. E também o pessoal diplomático aqui das embaixadas são muito susceptíveis de nos ajudar e de certeza terão já uma solução. Há embaixada cabo-verdiana aí ? Há consulado cabo-verdiano. Temos o consulado, mas sempre eu tento também através da Embaixada de Portugal, também.
O conflito no Oriente Médio se agravou nesta terça-feira (3). Estados Unidos e Israel atingiram prédios históricos e locais associados à liderança dos aiatolás em Teerã, capital do Irã. Israel avançou sobre o Hezbollah no sul do Líbano. O Irã, por sua vez, segue resistindo e busca compensar a desvantagem militar com uma arma menos visível, porém potencialmente devastadora: o impacto do conflito sobre a economia global. O âncora da CNN Caio Junqueira, Monique Sochaczewski, professora de Relações Internacionais do IDP, Paulo Filho, mestre em ciências militares, Lourival Sant'Anna, analista de Internacional da CNN, e Roberto Dumas, professor de Economia do Insper, debatem o tema.
O Médio Oriente está a ferro e fogo. Há uma tensão crescente nesta região do mundo depois dos Estados Unidos da América e Israel terem lançado uma operação conjunta contra o Irão. Teerão está a visar visando vários países da região. O Presidente francês, Emmanuel Macron anunciou, esta terça-feira, que iria enviar para o Mediterrâneo o porta-aviões Charles de Gaulle, o maior navio de guerra francês. França está a reforçar os meios militares na região para defender os seus interesses e também os interesses de países aliados, caso dos países do golfo. No magazine Vida em França desta semana, falámos sobre a posição francesa neste conflito. Em entrevista à RFI, Vítor Ramon Fernandes, professor de Relações Internacionais na Universidade Lusíada de Lisboa e também professor adjunto da Sciences Po Aix en Provence, começa por analisar o discurso de Emmanuel Macron, um discurso "muito pragmático", em que o chefe de estado francês "começa por responsabilizar o Irão". Neste discurso, Emmanuel Macron fez uma dupla crítica: por um lado, contra intervenção israelo-americana, feita ao arrepio do direito internacional e sem consultar previamente as Nações Unidas. Por outro, uma acérrima condenação quanto à possível intervenção terrestre israelita no Líbano, que o chefe de Estado francês diz que, se vier a acontecer, "seria um erro estratégico". Vítor Ramon Fernandes reconhece que a "situação está a escalar muito mais rápido do que imaginava", defendendo que já estamos perante a "regionalização do conflito", depois de vários países do golfo, como o Catar ou os Emirados Árabes Unidos terem sido atingidos.por ataques iranianos. Neste programa, analisámos todas estas questões, numa altura em que o xadrez internacional é cada vez mais imprevisível e está em constante mudança.
Hoje é o quinto dia da guerra no Médio Oriente, desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o Irão no sábado. Desde então, morreram mais de mil pessoas nos ataques americanos e israelitas no Irão, de acordo com os media iranianos. Teerão continua a retaliar com ataques sobre alvos americanos nos países do Golfo e em Israel, mas o especialista em Defesa, Rui Vilar, considera que o país está a perder fôlego no contra-ataque, o que poderá levar a “esfriar o conflito”. O analista louvou, ainda, a postura do Presidente francês, Emmanuel Macron, com o anúncio do aumento do arsenal nuclear e descreveu a posição de Espanha como “isolacionista do ponto de vista europeu”. Ao quinto dia da guerra no Médio Oriente, desencadeada pela ofensiva israelo-americana contra o Irão, um conselheiro do antigo líder supremo avisou que o Irão está preparado para continuar a guerra o tempo que for preciso. Porém, o especialista em Defesa Rui Vilar considera que o Irão está a perder força. “Estamos a entrar numa fase crucial para percebermos até que ponto é que a escalada pode ir. O Irão tem reduzido gradualmente, de dia para dia, o envio de mísseis, o que pode significar que está a ficar com pouca disponibilidade e isso vai certamente esfriar o conflito”, analisou Rui Vilar, em entrevista à RFI. Esta quarta-feira, deveria começar - mas foi adiado - o funeral de Ali Khamenei, que liderou o Irão durante 36 anos antes de ser morto no sábado pelos ataques israelitas e norte-americanos. Hoje, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou quem quer que o Irão escolha para ser o próximo líder supremo do país, será "alvo de eliminação". A ameaça não é uma surpresa, sublinha Rui Vilar, acrescentando que “a ausência de lideranças vai também enfraquecer a resposta militar”. “Quem é que quer ser hoje, no Irão, designado como líder, sabendo que ao ser designado fica com um alvo na testa imediatamente e muito provavelmente será bombardeado pelos Estados Unidos? Quem é que, hoje em dia, mesmo no plano militar e de segurança e de informações, quer arriscar no Irão a fazer uma reunião para alinhar estratégias quando sabem que quer os americanos, quer os israelitas têm informações e acompanham dentro do Irão esses encontros?”, questionou Rui Vilar. Interrogado sobre a legitimidade moral e jurídica para “eliminar” o líder de um outro país e onde fica o direito internacional, Rui Vilar lembrou que “o direito internacional infelizmente há muito que tem ficado na gaveta”, pelo que o melhor escudo, nomeadamente para a Europa, neste momento, é a força. Nesse sentido, o especialista louva a postura e as medidas do Presidente francês, Emmanuel Macron. “A Europa tem que perceber que o tabuleiro mudou, o jogo mudou, as regras não são respeitadas como eram até há pouco tempo e, portanto, nós vivemos num mundo em que a lei da força está, de facto, a assumir a regra e é sobre esse tabuleiro que nós temos que jogar. Por isso saúdo, de certa forma, o Presidente Macron, que - apesar de todas as fragilidades internas que tem tido e que nós sabemos que tem tido, mesmo a nível económico - é o único líder europeu que me parece que quer assumir uma posição de força e quer liderar a Europa nesse equilíbrio de forças”, acrescentou Rui Vilar. O chefe de Estado francês fez um discurso de dissuasão nuclear em que anunciou o aumento do arsenal nuclear. Por outro lado, Emmanuel Macron anunciou que França vai enviar reforços militares para o Médio Oriente, incluindo o porta-aviões “Charles de Gaulle”, a sua escolta naval e caças Rafale. Foram também destacados equipamentos de defesa antiaérea adicionais para o Chipre. Posição diametralmente oposta é a de Espanha. O primeiro-ministro Pedro Sánchez disse não à guerra e rejeitou a utilização das suas bases militares, por parte dos EUA, para as operações relacionadas com os ataques ao Irão. Algo que enfureceu Donald Trump que já disse que vai cortar relações comerciais com a Espanha. Por causa das consequências, Rui Vilar olha para a posição espanhola como “um desastre em termos estratégicos” e “isolacionista do ponto de vista europeu”. Questionado se Portugal pode ser considerado cúmplice na agressão ao direito internacional por ter deixado a Base das Lajes, nos Açores, ser usada pelos Estados Unidos na ofensiva no Irão, o especialista em Defesa diz que Portugal o faz ao abrigo de um acordo e que em termos geestratégicos “nem podia fazer outra coisa” para “proteger as nossas alianças, a nossa Defesa e o nosso interesse estratégico”.
Four years after its founding, St. Louis' Office of Violence Prevention is still working to address the causes of violence — and trying to stop it before it happens. In November, the city named the office's new director, Marvin Teer, Jr. A former judge and prosecutor, Teer shares some of his experiences from three decades in the criminal justice system. He also addresses the likely impact of losing access to millions of dollars in federal funding when the American Rescue Plan Act expires at the end of the year. Teer says the change will affect more than 40 programs: “Our mission will go on,” he says, “but just in a very limited, or, at least in a reduced manner.” Joining Teer is James Watson, director of the nonprofit Show Me Peace, who discusses examples of how violence can be interrupted and how OVP creates an “ecosystem” of programs addressing its root causes.
Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (03/03/2026): No terceiro dia de guerra no Oriente Médio, o conflito já envolve 12 países. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a maior onda de ataques ainda está por vir, previu duração de até cinco semanas e não descartou o envio de tropas ao Irã, dizendo que o objetivo é destruir mísseis, aniquilar a marinha iraniana e impedir armas nucleares. Teerã rejeitou negociações, enquanto bombardeios americanos e israelenses continuaram, com centenas de mortos no Irã, incluindo civis, segundo o Crescente Vermelho. Os EUA afirmam ter afundado navios iranianos e reforçado presença militar na região. O Irã lançou mísseis contra bases americanas no Kuwait, Bahrein, Iraque e Emirados Árabes Unidos, além de atingir instalações na Arábia Saudita e no Catar. Em Israel, ataques deixaram mortos, e o Hezbollah entrou na guerra, ampliando a escalada regional. E mais: Economia: Acirramento da guerra faz barril de petróleo avançar até 6,68% Política: Ministros do STJ têm 29 parentes que advogam em ações na Corte Metrópole: MEC propõe carga horária presencial menor na formação de professores Cultura: ‘ Gal, o musical’ será uma das estreias de março em SPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.
A crise diplomática no Oriente Médio evoluiu para um conflito armado de grandes proporções. No fim de semana, Estados Unidos e Israel iniciaram uma ofensiva militar contra o Irã, alegando a necessidade de conter o avanço do programa nuclear iraniano. Poucas horas depois, Teerã confirmou a morte do líder supremo Ali Khamenei, alvo de um ataque direto na capital iraniana. O balanço inicial aponta mais de 550 mortos, incluindo membros do alto comando militar. Em resposta, o Irã lançou ataques contra países da região e contra bases militares dos Estados Unidos no Oriente Médio. Os cenários e os desdobramentos do confronto são analisados por Leonardo Paz Neves, cientista político e analista da Fundação Getulio Vargas.
No quarto dia do conflito no Médio Oriente, o exército israelita anunciou, esta terça-feira, o envio de forças terrestres para o sul do Líbano, depois de ter confirmado ataques aéreos simultâneos sobre Teerão e Beirute. Face à retaliação iraniana, o Departamento de Estado dos Estados Unidos recomendou a saída do pessoal diplomático não essencial e das respectivas famílias do Iraque, da Jordânia e do Bahrein, como medida de precaução perante o agravamento da situação na região. Em entrevista à RFI, João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, analisa os objectivos estratégicos em jogo e sustenta que “não há uma única razão para estes ataques ao Irão”. Qual é o objectivo desta guerra? O objectivo desta guerra tem sido dúbio no discurso de Donald Trump. Tem havido diferentes cenários. Poderíamos dizer que o objectivo da guerra foi, até, mais por imposição de Israel: a queda do regime e, naturalmente, no seguimento disso, a criação de condições para que a liderança passasse para uma figura - não vou dizer imposta por Israel ou pelos Estados Unidos - mas para uma figura mais consensual e que alinhasse naturalmente nos propósitos de Israel e dos Estados Unidos. A outra ideia era decapitar completamente o regime, o que não aconteceu, embora ele tenha sido em parte já removido. Estou a falar da liderança iraniana. Mas não há, objectivamente, uma única razão para que estes ataques à República Islâmica do Irão estejam a acontecer. Vimos agora Ali Larijani [secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional] a dizer que não vai ceder a qualquer tipo de reforma. Ali Larijani é o homem com quem Donald Trump poderia negociar, o que leva a pensar que toda esta ofensiva não será capaz de derrubar este regime estruturado e autoritário… Não, não vai acontecer. Porque, se nós verificarmos o perfil dos nomes que são apontados como principais candidatos, o regime teocrático vai manter-se. E nenhum deles vai alinhar com cedências a Israel e aos Estados Unidos. Poderá haver, e há, elementos de uma linha mais branda, mas há determinados pontos que são comuns. Portanto, não há nenhuma cedência aos interesses do Ocidente. São essencialmente interesses de natureza económica e, naturalmente, a preservação de alguma influência política e até securitária na região, que tem estado a ser protagonizada por Israel. Vários Estados, como a Finlândia, a Noruega e a Colômbia, denunciaram um “ataque ilegal”. A Rússia fala em “agressão”. O Senegal condena o uso da força e países como a Suíça, a Irlanda e a Espanha pedem o respeito pelo direito internacional. Os Estados Unidos e Israel falam em “ataques preventivos”. Um ataque destes deveria ter sido lançado com a luz verde do Conselho de Segurança das Nações Unidas? Absolutamente. Este ataque, desde logo, deveria ter sido discutido, votado e eventualmente aprovado no Congresso norte-americano. Isso não aconteceu. A nível macro, as Nações Unidas deveriam ter uma voz activa nesta decisão bilateral, incluindo também Israel. Isto vai, de facto, contra aquilo que são as normas do direito internacional, que não contempla este tipo de intervenção. Trata-se, objectivamente, de uma agressão a um Estado soberano. E a Europa no meio disto tudo? A classe política europeia está dividida. De um lado, há aqueles que afirmam peremptoriamente que esta iniciativa - norte-americana e israelita - faz todo o sentido, porque estão a tentar decapitar as intervenções de um país que é considerado atentatório das liberdades e da paz. E há outros que defendem que tudo isto vai contra aquilo que é o direito internacional instituído e que já deixou de haver regras, porque há um protagonista chamado Donald Trump que decide de sua livre iniciativa, desrespeitando as instituições. O Irão retaliou, atacando não só cidades israelitas e bases norte-americanas, mas também alvos noutros Estados do Golfo, nomeadamente na Arábia Saudita, invocando a legítima defesa. Estes ataques são legais? Aqui volta a haver uma divisão, porque se trata de uma violação da soberania. Mas há o outro lado, que defende a tese iraniana: trata-se de um acto de legítima defesa, porque não estão a atacar a soberania desses países; estão a atacar território - entre aspas - norte-americano que se encontra nesses países. Estou a falar de bases militares que estão nesses países, incluindo Omã, que se disponibilizou para mediar o conflito. E as pessoas perguntam: se Omã está a querer mediar o conflito, porque é atacado? É atacado exactamente porque as forças ocidentais se encontram instaladas nesses territórios. E vai acontecer o mesmo no futuro. Eles vão continuar - estou a falar do Irão e, eventualmente, dos seus aliados, o Hezbollah e, mais a nível regional, os Houthis no Iémen - a atacar as bases norte-americanas. Mas é também uma forma de fazer pressão sobre os Estados Unidos para pararem com a ofensiva? Essa pressão, julgo, não vai ter grande sucesso junto de Donald Trump e, mais ainda, de Benjamin Netanyahu. Os Estados do Golfo poderão também invocar legítima defesa para responder aos ataques iranianos? Não acredito nessa possibilidade. Haverá manifestações públicas de ataque, manifestações de descontentamento e declarações relativas a uma agressão que não deveria ter acontecido, de qualquer maneira. A reacção dos Estados do Golfo perante os ataques iranianos é uma reacção perfeitamente legítima e constitui um motivo de discussão ao nível do direito internacional. O alastramento desta ofensiva já é visível entre Israel e o Líbano. De acordo com o último balanço, os ataques israelitas causaram 52 mortos e mais de 150 feridos. É real o risco de um conflito global? O conflito regional já existe. O risco global não é desejável. E eu, pessoalmente - e muitos analistas - não acreditamos que este conflito se globalize. Até porque, vejamos: o Hezbollah, a partir do Líbano, enviou mísseis para o norte de Israel. A reacção de Telavive é considerada normal e legítima. E isso provocou, de imediato, por parte do Presidente libanês, uma reacção dirigida naturalmente ao Hezbollah, para terminarem com essas agressões. E para entregarem as armas… Exactamente. O Hezbollah vai continuar a ser um apoio para o Irão. Não é crível que estes ataques sejam interrompidos. O Hezbollah vai continuar a atacar território israelita. Ainda sobre o Irão, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira, 2 de Março, que não hesitaria em enviar tropas norte-americanas para o Irão. Donald Trump, que sempre se opôs às guerras, poderá enviar homens para o terreno? Homens para o terreno - como se diz, botas no terreno - é improvável. Até porque os Estados Unidos não estão a confrontar-se com um Estado como a Venezuela. A questão do Irão é bem diversa, muito arriscada e muito perigosa. Para já, porque estão mais preocupados - os Estados Unidos e Israel - em eliminar fisicamente determinadas figuras do que em trazê-las para o seu território para depois serem julgadas. Quais são os impactos desta guerra no Médio Oriente? Impactos económicos? Fala-se já do preço do petróleo, que disparou, e do encerramento do Estreito de Ormuz. A China é o principal país impactado? A China está preocupada, embora ainda não se tenha manifestado de forma contundente, e a Rússia também condenou os ataques. O preço do petróleo já vai na casa dos 100 dólares por barril. O Estreito de Ormuz foi fechado. Todavia, há a possibilidade de haver, por parte dos Estados Unidos, uma acção para eliminar esta intervenção iraniana no Estreito de Ormuz. De qualquer maneira, a China vai contribuir decisivamente para que haja um abrandamento e para que o Estreito de Ormuz seja reaberto. Mas a troco de contrapartidas; terá de ser negociado. A China vai continuar a resolver o problema com a importação de petróleo e gás, mas, naturalmente, vai sofrer as consequências também ao nível dos preços. Esta situação, dentro de dias, começará a fazer-se sentir, com os efeitos do encerramento do Estreito de Ormuz, e estou naturalmente a falar da economia a nível mundial.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (02): O governo brasileiro prestou solidariedade a países impactados por ataques retaliatórios do Irã e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo. Em nota divulgada na noite deste sábado (28), o Ministério das Relações Exteriores afirmou que a escalada representa uma grave ameaça à paz. Um ataque a tiros na madrugada deste domingo (1º) em Austin, capital do estado do Texas, deixou três mortos e 14 feridos. Entre as vítimas fatais está o próprio atirador, que foi confrontado e baleado por policiais. O Federal Bureau of Investigation (FBI) informou que investiga o caso como um “potencial ato de terrorismo”. Manifestação realizada na Avenida Paulista, em São Paulo, reuniu 20.400 pessoas, segundo o Monitor do Debate Político da Universidade de São Paulo (USP), o Cebrap e a ONG More in Common. O ato criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, além de defender anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em declaração neste domingo (1º), o Papa Leão XIV fez um apelo por paz e diálogo diante da nova escalada de violência no Oriente Médio. O conflito teve início após ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã no último sábado (28). O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo (1º) que os ataques contra Teerã devem se intensificar nos próximos dias. Segundo ele, o exército israelense mobilizou “toda a sua força” na campanha militar contra o Irã. O Tribunal Superior Eleitoral retoma nesta segunda-feira (02) o julgamento das propostas de regras que serão aplicadas nas eleições deste ano. As medidas não alteram a legislação eleitoral vigente, mas detalham e regulamentam pontos já previstos em lei para garantir maior clareza na aplicação das normas. Apenas 27% dos norte-americanos declaram aprovar os ataques realizados pelos Estados Unidos em conjunto com Israel contra o Irã, iniciados no sábado (28). Segundo levantamento da Reuters em parceria com o Ipsos, 43% desaprovam a ofensiva, enquanto 30% preferiram não responder. O governo iraniano afirmou nesta segunda-feira (2) ter atacado o gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, segundo afirmou a agência de notícias AFP. A escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã pode provocar mudanças profundas na geopolítica internacional. O ex-embaixador do Brasil em Washington, Rubens Barbosa opinou. As Forças de Defesa de Israel iniciaram nesta segunda-feira (02) uma operação aérea em larga escala com ataques simultâneos no Irã e no Líbano. O general Effie Defrin confirmou que centenas de aviões foram mobilizados para neutralizar alvos considerados estratégicos. A gigante estatal de petróleo Saudi Aramco interrompeu temporariamente as operações de sua refinaria em Ras Tanura, uma das maiores do mundo, após um ataque com drone na madrugada desta segunda-feira (2), no contexto da escalada de violência no Oriente Médio. O Partido Democrata nos Estados Unidos enfrenta um impasse diante dos ataques contra o Irã. Parte das lideranças defende uma postura firme em política externa ao lado de aliados tradicionais, enquanto outra ala teme os impactos eleitorais. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (02): O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, detalhou a ofensiva militar conjunta com Israel contra o Irã, chamada de operação Fúria Épica. Em pronunciamento no Pentágono, afirmou que o regime iraniano construiu, ao longo de décadas, um escudo de mísseis e drones. Segundo ele, a estratégia visava uma chantagem nuclear contra o Ocidente. Donald Trump, segundo Hegseth, não tolerará mais esse tipo de ameaça. A crise no Oriente Médio chegou a um nível que inviabiliza, no curto prazo, qualquer solução diplomática. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. A fala ocorre após o assassinato do líder supremo iraniano. De acordo com o correspondente Luca Bassani, Donald Trump e o premiê israelense Benjamin Netanyahu indicam que a ofensiva seguirá até o cumprimento total dos objetivos militares. O Pentágono apresentou novos detalhes da Operação Fúria Épica. Pete Hegseth afirmou que a ofensiva não tem como objetivo implantar uma democracia no Irã. O foco, segundo ele, é a destruição definitiva da capacidade bélica do regime. A missão prioriza mísseis, drones e instalações nucleares construídas por Teerã. O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, general Dan Caine, atualizou o cenário operacional da ofensiva. Segundo ele, a ação envolve forças cibernéticas, espaciais e navais. Caças F-15 e bombardeiros B-2 realizam missões de até 70 horas. O alvo são instalações subterrâneas, frotas navais e centros de comando da Guarda Revolucionária. Pete Hegseth voltou a reforçar o caráter implacável da operação contra o Irã. Questionado sobre prazos, afirmou que os Estados Unidos não divulgarão seus próximos passos. Garantiu, porém, que a missão é destrutiva e letal. O objetivo é aniquilar fábricas de mísseis e drones, além da capacidade naval e antiaérea iraniana. Em nova entrevista no Pentágono, Pete Hegseth comentou a morte do aiatolá Ali Khamenei. O secretário disse ter ficado orgulhoso da precisão da ação militar. Ele evitou confirmar a presença de tropas em solo iraniano. Também não indicou prazos para o fim do conflito, citando razões estratégicas. A crise no Oriente Médio segue em escalada e fecha as portas para a diplomacia. O chefe de segurança da Guarda Revolucionária do Irã reiterou que o país não negociará com os Estados Unidos. A declaração ocorreu após o início dos bombardeios. O Irã afirma que manterá postura bélica diante da ofensiva. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, major Rafael Rozenszajn, confirmou a convocação de 100 mil reservistas. Eles atuarão diretamente na linha de frente do conflito. O militar classificou o momento como histórico. Segundo ele, Israel enfrenta uma ameaça existencial. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou a cidade de Beit Shemesh, atingida por bombardeios iranianos. Imagens ao vivo mostraram destruição causada por drones. Áreas residenciais e civis também foram afetadas. A visita ocorreu em meio à intensificação do conflito. O Morning Show recebeu o especialista em carreira Marcos Tonin para discutir a importância de um “plano B” profissional. Ele destacou a instabilidade global provocada por guerras e pelos efeitos da pandemia. Segundo Tonin, o modelo tradicional de carreira deixou de existir. A adaptação rápida tornou-se essencial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Em entrevista, Trump declara que 48 líderes iranianos foram mortos como parte dos ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que os ataques contra Teerã serão mais intensos nos próximos dias com a ajuda dos Estados Unidos. No Brasil, o Itamaraty alerta os brasileiros a redobrarem a atenção em viagens ao Oriente Médio.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A guerra entre os Estados Unidos, Israel e Irã entra no terceiro dia. Durante a madrugada, Israel fez novos ataques ao Líbano, depois que o grupo terrorista Hezbollah disparou mísseis contra o território israelense. Novas explosões foram ouvidas em Teerã. Durante a manhã, o Irã realizou ataques e Israel voltou a registrar explosões e sirenes de alerta em diversas regiões. E ainda: Defesa Civil intensifica vistoria nas áreas de risco das cidades atingidas pelas chuvas em MG.
Convidado: Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal Na manhã deste sábado (28), os iranianos foram surpreendidos com bombardeios na capital Teerã e em diversas cidades do país – pelo menos 200 pessoas morreram, de acordo com informações da rede humanitária Crescente Vermelho, que atua em nações muçulmanas. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto na ação. Trata-se da operação “Fúria Épica”, um ataque de grandes proporções promovido pelos Estados Unidos e Israel contra o regime dos aiatolás. Imediatamente, as forças militares do Irã reagiram. Mísseis e drones foram lançados ao território israelense e houve também ataques a países que mantêm bases americanas, caso de Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes. Os ataques ocorreram mesmo com negociações em curso entre Estados Unidos e Irã para que o regime interrompesse seu programa nuclear. Donald Trump defendeu a ofensiva dizendo que os iranianos nunca quiseram um acordo de verdade. E, num vídeo publicado nas redes sociais, instou a população a derrubar o regime para tomar o poder. Neste episódio especial, Natuza Nery entrevista Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal, para explicar o tamanho da crise no Oriente Médio e o risco de uma guerra generalizada na região. Tanguy também analisa por que o governo americano decidiu atacar agora e avalia o que pode acontecer com o regime dos aiatolás a partir dos acontecimentos deste sábado.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (01): O governo do Irã confirmou a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei. A morte ocorreu durante ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, celebrou a notícia em suas redes sociais, destacando que o aiatolá não conseguiu escapar da inteligência norte-americana e israelense. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em suas redes sociais que o Irã sofrerá uma retaliação com força nunca antes vista caso decida atacar alvos americanos ou israelenses. A ameaça ocorre após múltiplos ataques iranianos atingirem nações aliadas no Golfo Pérsico, como Emirados Árabes Unidos, Catar e Bahrein, além de cidades em Israel, incluindo Tel Aviv. A crise no Oriente Médio deve se arrastar por mais tempo após as recentes ofensivas, segundo a análise do professor de relações internacionais Vinícius Rodrigues Vieira. Ele avalia que a morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei não derruba automaticamente a República Islâmica, pois o regime possui uma estrutura de poder complexa e não é baseado no personalismo de uma única figura O governo do Irã nomeou o aiatolá Alireza Arafi para integrar o conselho de liderança interino do país após a morte do líder supremo Ali Khamenei. A rápida movimentação do regime busca evitar um vácuo de poder e demonstrar estabilidade institucional enquanto não há a escolha de um sucessor definitivo. O conselho responsável pela escolha do novo aiatolá, a Assembleia dos Peritos, é formado por 88 clérigos xiitas. O exército do Irã anunciou uma nova onda de bombardeios contra bases militares dos Estados Unidos localizadas no Oriente Médio. A ofensiva militar é uma resposta direta do país após o assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. De acordo com o correspondente Luca Bassani, mísseis lançados pelo regime de Teerã foram interceptados próximos à base militar de Erbil, situada no norte do Iraque. Os principais membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), incluindo nações aliadas como Rússia e Arábia Saudita, realizam uma reunião de emergência para discutir os reflexos econômicos dos recentes ataques ao Irã. A grande preocupação do mercado internacional é a ameaça de fechamento do Estreito de Ormuz, rota marítima estratégica responsável pelo escoamento de cerca de 25% de todo o petróleo mundial. O conflito armado no Oriente Médio ganha novos contornos com a retaliação do Irã contra bases militares. O mestre em segurança pública e especialista em ciência política, Rodolfo Laterza, avalia que a operação conjunta entre Estados Unidos e Israel teve um caráter cirúrgico e de choque, mas esbarrou na rápida resposta balística iraniana. O exército de Israel realizou uma nova onda de bombardeios no Oriente Médio, destruindo caças da Força Aérea do Irã em uma ofensiva para diminuir a capacidade militar do país. Após os ataques, o governo iraniano confirmou a morte de quatro oficiais de alto escalão da segurança nacional, incluindo o chefe da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa. O ex-embaixador do Brasil no Irã, Eduardo Gradilone, analisou o histórico das relações diplomáticas e comerciais entre os dois países. Segundo o diplomata, a parceria, que recentemente completou 120 anos, é considerada correta e sem grandes problemas. Gradilone destacou que as exportações do agronegócio brasileiro para o mercado iraniano rendem bilhões em divisas para o Brasil todos os anos. Por outro lado, a balança comercial é bastante desigual, já que o volume de importações de produtos do Irã é pequeno, concentrando-se basicamente em itens como ureia e pistache. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (26): O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), o texto do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A votação, realizada de forma simbólica, ocorreu após a representação brasileira no Parlasul dar parecer favorável à proposta. O tratado, assinado formalmente em janeiro de 2026, prevê a eliminação gradual de tarifas para cerca de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos em um prazo de até 15 anos. A chuva voltou a atingir Juiz de Fora na noite de quarta-feira (25), provocando novos alagamentos, segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais. De acordo com a Climatempo, há alerta para mais precipitações na Zona da Mata nesta quinta-feira (26). Até o momento, o município registra 42 mortes, cerca de 3 mil desabrigados, 400 desalojados e ao menos 17 pessoas desaparecidas. O Vaticano anunciou que o papa Leão XIV visitará quatro países da África entre 13 e 23 de abril, em sua primeira grande viagem internacional de 2026 ao continente onde a Igreja Católica mais cresce. O pontífice também fará uma visita de um dia a Mônaco em 28 de março e estará na Espanha de 6 a 12 de junho. O senador Alessandro Vieira (MDB), relator do PL Antifacção no Senado Federal, criticou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados. Segundo ele, foram retirados trechos como a taxação das bets para financiar ações de combate ao crime organizado. Vieira afirmou que as mudanças enfraquecem o enfrentamento a crimes como lavagem de dinheiro, desvios de emendas e fraudes, além de reduzirem penas e instrumentos de investigação previstos na proposta original. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que há uma “boa perspectiva” para a terceira rodada de negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear de Teerã. A declaração foi feita enquanto uma delegação iraniana seguia para Genebra, onde ocorrerão as conversas diplomáticas. Pesquisa AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, divulgada nesta quarta-feira (25), mostra que 47,5% dos entrevistados dizem ter mais receio da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 44,9% afirmam temer mais a eleição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Outros 7,1% se preocupam igualmente com ambos os cenários e 0,5% não souberam responder. O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, conversaram por telefone para articular uma nova rodada de negociações. O diálogo antecede uma reunião voltada à busca de um possível acordo de paz. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou que a PEC da Segurança Pública será votada pela Câmara dos Deputados na próxima semana. O anúncio ocorreu em plenário, após aprovação do PL Antifacção. Segundo o presidente da Casa, o texto será apreciado na Comissão Especial na próxima terça-feira (03) e vai a plenário na quarta-feira (04). O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais entrou nesta quinta-feira (26) no terceiro dia de buscas por desaparecidos nos escombros em Juiz de Fora e Ubá. Até as 7h30, eram 43 mortos e 16 desaparecidos em Juiz de Fora, além de 6 mortes e 2 desaparecidos em Ubá. As operações chegaram a ser interrompidas durante a madrugada por causa do volume de chuva e do risco de novos deslizamentos. O secretário nacional da Defesa Civil, Wolnei Wolff, falou sobre o cenário em entrevista ao Jornal da Manhã. A ex-secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton deve depor a portas fechadas nesta quinta-feira (26) perante uma comissão do Congresso que investiga as atividades do empresário Jeffrey Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual. Hillary e o ex-presidente Bill Clinton inicialmente se recusaram a comparecer, mas concordaram após parlamentares avaliarem a possibilidade de declará-los em desacato. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ana Cavalieri analisa as exigências que os EUA fazem ao Irão e afirma que Trump considera que Teerão está a desafiar a sua autoridade. Na Ucrânia, está à vista a incompetência das forças russas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Será "uma operação muito mais complexa" do que a do ano passado, levada a cabo pelos EUA a Teerão, explica Orlando Samões. "Esperemos que seja apenas um ataque cirúrgico".See omnystudio.com/listener for privacy information.
No programa de hoje, recebemos o analista internacional e especialista em geopolítica, Marcelo Bamonte, para destrinchar um dos temas mais tensos e complexos da atualidade: o impasse entre os Estados Unidos e o Irã.As tensões no Oriente Médio estão em um ponto de ebulição. Com ataques a navios, instabilidade nuclear, atritos por procuração e discursos cada vez mais acirrados, uma pergunta paira no ar e assombra mercados e governos globais: um conflito direto entre EUA e Irã é inevitável?Nesta entrevista especial do "20 Minutos", vamos além das manchetes. Com a profundidade e clareza de sempre, Bamonte vai analisar:O cenário atual: Qual é o ponto real das relações entre Washington e Teerã hoje?Interesses por trás do jogo: Quais são os objetivos estratégicos de cada lado? E de potências regionais como Israel e Arábia Saudita?O fator nuclear: O que aconteceu com o acordo (JCPOA)? Qual o estágio do programa iraniano?Guerra por procuração: Como o conflito já é travado através de grupos em Gaza, Líbano, Iêmen e Síria?Cenários futuros: Quais são os possíveis desdobramentos? Há caminhos para a desescalada ou estamos à beira de um conflito aberto?Impacto global: Como uma guerra afetaria a economia mundial, o preço do petróleo e a segurança internacional?Este é um debate essencial para quem quer compreender as forças que moldam o nosso futuro. Traga suas perguntas nos comentários! As mais relevantes serão respondidas ao final da entrevista.Não perca esta análise estratégica!MarceloBamonte #Geopolítica #EUA #Irã #OrienteMédio #Conflito #Guerra #Nuclear #AnáliseInternacional #20Minutos #AoVivo
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (31): O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Irã demonstra interesse em fechar um acordo e que já estabeleceu um prazo para que o governo de Teerã apresente uma resposta. Ao comentar a recente escalada de tensões, Trump disse que apenas os iranianos sabem exatamente qual é a data limite definida. O governo do Irã afirmou que está pronto para retomar negociações com os Estados Unidos, desde que as conversas sejam consideradas “justas” e não incluam as capacidades de defesa do país. A declaração foi feita pelo chefe da diplomacia iraniana em meio à escalada de tensão e pressão internacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou por uma cirurgia de catarata na manhã desta sexta-feira (30), em Brasília. O procedimento durou cerca de 50 minutos, e o presidente recebeu alta hospitalar ainda pela manhã para se recuperar em casa. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o eventual apoio do partido a nomes como Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro não impede o lançamento de uma candidatura própria à Presidência em 2026. Segundo ele, uma chapa pura do PSD não está descartada e a decisão dependerá de fatores como desempenho na pré-campanha, pesquisas eleitorais, capacidade de alianças e força para chegar ao segundo turno. A declaração foi dada durante evento da Amcham. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou Kevin Warsh, ex-membro do Conselho de Governadores do Federal Reserve, para assumir a presidência do banco central americano. Warsh já teve passagem de destaque na autoridade monetária e é visto como um nome experiente em política financeira e regulação. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva planeja realizar um churrasco com líderes do Congresso Nacional como gesto de aproximação na retomada dos trabalhos legislativos, prevista para a próxima semana. A ideia é promover uma confraternização entre representantes do Executivo e parlamentares da base aliada. A morte do cão comunitário Orelha ocorre em meio a um forte aumento nos processos por maus-tratos a animais no Brasil. Segundo dados do CNJ, em 2025 a média chegou a 13 novas ações por dia. O total de processos saltou de 328 em 2021 para 4.919 em 2025, alta de cerca de 1.400% em quatro anos, já considerando o período após mudanças na legislação. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o deputado estadual Rafael Saraiva (União Brasil-SP). A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta sexta-feira (30) a apresentação de um projeto de lei de anistia geral que poderá levar à libertação de centenas de presos políticos, incluindo líderes de oposição, jornalistas e ativistas de direitos humanos, detidos por motivos políticos desde 1999 até hoje. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta sexta-feira (30) que o risco de propagação do vírus Nipah é considerado baixo. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista o Dr. Guilherme Henrique Campos Furtado, infectologista. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (30): O governo dos Estados Unidos está recebendo em Washington autoridades dos setores de defesa e inteligência de Israel e da Arábia Saudita para reuniões separadas sobre o Irã, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Os encontros ocorrem em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, com o envio de mais navios de guerra americanos para a região e declarações do presidente Donald Trump pressionando Teerã a negociar um acordo nuclear. O governo do Irã acusou a União Europeia de hipocrisia e prometeu reagir após o bloco incluir a Guarda Revolucionária na lista de organizações terroristas. Em comunicado, a chancelaria iraniana classificou a medida como um “movimento perigoso”. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, em meio às críticas internacionais à repressão de protestos no país. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Jornal Jovem Pan, que o partido terá candidatura própria à Presidência da República em 2026 e descartou a realização de prévias internas para definir o nome. Segundo ele, a escolha será construída politicamente conforme o cenário evoluir. Com a entrada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a legenda passa a ter três possíveis candidatos: além dele, Ratinho Júnior e Eduardo Leite. Kassab destacou que o objetivo é garantir protagonismo independente e oferecer uma alternativa ao eleitorado. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que a secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, será indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o comando do ministério a partir de abril. Costa pretende deixar o cargo em março para concorrer a uma vaga no Senado pela Bahia. José Maria Trindade comentou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende conversar com o Irã e disse esperar não precisar usar “navios grandes e poderosos” contra o país. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, com movimentações militares e pressões diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que Gabriel Galípolo percebeu o “tamanho do problema” envolvendo o caso Master e declarou que não houve diálogo entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda sobre o tema durante a gestão de Roberto Campos Neto. Segundo Haddad, a falta de comunicação entre as instituições marcou o período anterior e diferenciou a condução atual. A decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de permanecer no estado para disputar a reeleição intensificou as articulações e a disputa pela vaga de vice na chapa. Três nomes estão no páreo: o atual vice Felício Ramuth, o secretário Gilberto Kassab e o presidente da Alesp, André do Prado. Aliados indicam que a tendência é manter o posto com o PSD, conforme acordo firmado em 2022, mas o PL pressiona para ocupar o espaço, alegando força de bancada e ligação direta com o bolsonarismo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar o período de Carnaval para participar de eventos em Recife, Salvador e Rio de Janeiro. A movimentação é vista por aliados como parte de uma estratégia de presença pública e articulação política. A definição do candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo presidente Lula ainda é incerta entre aliados do Planalto. Apesar da preferência do presidente pelo nome do senador Rodrigo Pacheco, o cenário político no estado segue indefinido. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Convidado: Demétrio Magnoli, comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S.Paulo. Os relatos são de execuções, disparos contra adolescentes, necrotérios lotados. Resultado de uma repressão do regime iraniano contra os protestos que tomaram o país nas últimas semanas. Organizações internacionais estimam entre 2 mil e 12 mil mortos. Os números oficiais, no entanto, são desconhecidos, já que o regime cortou o acesso à internet em todo o território iraniano. O tamanho das manifestações é inédito no país, como relembra Demétrio Magnoli em conversa com Natuza Nery neste episódio. Comentarista da GloboNews e colunista dos jornais O Globo e Folha de S. Paulo, Demétrio fala o que há de diferente nos protestos de agora em comparação aos de 2022, quando uma jovem foi morta por não usar o véu islâmico como manda o regime dos aiatolás, e de 2009, quando o resultado da eleição presidencial foi questionado. Apesar de o estopim das manifestações ter sido econômico, Demétrio aponta como os atos passaram a ter caráter político: manifestantes passaram a exigir a queda do regime dos aiatolás, no poder desde a Revolução Islâmica de 1979. Ele fala também como os EUA têm incentivado as manifestações, dado sinais de que está em negociação com o governo de Teerã, e quais as chances de ação de Donald Trump contra o Irã.