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Estamos ON! com mais um CienciON. Neste episódio do CienciON, recebemos o professor Anselmo Nogueira, pesquisador da Universidade Federal do ABC, para uma conversa fascinante sobre as relações entre plantas e animais. As plantas realmente precisam dos animais? E os animais precisam das plantas? Neste episódio do CienciON Podcast, exploramos as relações surpreendentes entre plantas, formigas, abelhas e muitos outros organismos. Nem toda formiga é uma inimiga. E as plantas estão longe de ser seres passivos.Ouça agora no Spotify e descubra como a natureza é feita de alianças, conflitos e negociações invisíveis.Referências:● https://serrapilheira.org/pesquisadores/anselmo-nogueira/● https://www.ufabc.edu.br/ensino/docentes/anselmo-nogueira● https://agencia.fapesp.br/formigas-defendem-plantas-de-herbivoros-mas-podem-atrapalhar-polinizacao/55497CienciON#116: Plantas vs Animais - Ficha CatalográficaRoteiro de: Prof. Dr. Célio Angolini (UFABC).Convidados: Prof. Dr. Alselmo Nogueira (UFABC)Edição de áudio/vídeo: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Dr. Célio Angolini (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Dr. Alselmo Nogueira (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João PauloMantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC). com suporte de IA generativa (Gemini) para renderização a partir deesboço original.Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.
Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, ouvintes do Fronteiras no Tempo! Estamos de volta com mais um episódio do Historicidade. Neste episódio temos a honra de receber o Jeferson Fernando Celos, doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia. Durante a entrevista, a discussão aprofunda-se na forma como o Direito se manifesta na prática, na realidade concreta, e como a luta social, especialmente a luta pela terra e a dos quilombos, serve para atualizar, questionar e confrontar o Direito, alargando seu foco e suas possibilidades. Jefferson aborda a importância de uma consciência crítica da realidade social, um aspecto ético que não nega o ser humano e a técnica jurídica orientada por esses princípios. Este episódio é um convite à reflexão sobre a historicidade do Direito e a persistente luta pela ressignificação dos quilombos, um tema de extrema relevância para compreendermos as dinâmicas sociais e jurídicas do Brasil. Artes do Episódio: C. A. Financiamento Coletivo Existem duas formas de nos apoiar Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo INSCREVA-SE PARA PARTICIPAR DO HISTORICIDADE O Historicidade é o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história. O objetivo principal é realizar divulgação científica na área de ciências humanas, sociais e de estudos interdisciplinares com qualidade. Será um prazer poder compartilhar o seu trabalho com nosso público. Preencha o formulário se tem interesse em participar. Link para inscrição: https://forms.gle/4KMQXTmVLFiTp4iC8 Saiba mais do nosso convidado Jeferson Fernando Celos Jefferson Selos é doutor em Estado e Sociedade pela Universidade Federal do Sul da Bahia, mestre em Direito pela Unesp Franca e bacharel em Direito pela mesma instituição. Atualmente, ele atua como advogado no Sindicato dos Professores de São Paulo (APOESP) e é um renomado pesquisador nas áreas de teorias críticas do direito, direitos humanos, movimentos sociais e quilombos. Currículo Lattes e-mail: celos.jeferson@gmail.com Instagram: jefersoncelos Instagram: jfcelos.consultor.juridico Facebook: Jeferson Fernando Celos Produção do Convidado Jefferson Selos nos apresenta seu mais recente trabalho, o livro "Luta pela Ressignificação dos Quilombos: dos primórdios à resistência quilombola, julgamento da ADI 3239". A obra, fruto de sua tese de doutorado, explora a complexa relação entre o Direito e a luta social, com foco na trajetória dos quilombos no Brasil. Indicações de referências sobre o tema abordado Site da Coordenação Nacional das Comunidades Quilombolas (Conaq): https://conaq.org.br GOMES, Rodrigo Portela. Constitucionalismo e quilombos: famílias negras no enfrentamento ao racismo de Estado. 2.ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2020. GALLARDO, Helio. Teoria crítica: matriz e possibilidade de direitos humanos. Tradução de Patrícia Fernandes. São Paulo: Editora Unesp, 2014. MACHADO, Antônio Alberto. Teoria do direito, hoje. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2024. MOURA, Clóvis. Os quilombos e a rebelião negra. 5.ed. São Paulo: Brasiliense, 1986. NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo: documentos de uma militância pan-africanista. 2.ed. Brasília: Fundação Palmares; Rio de Janeiro: Or Editor Produtor, 2002. NASCIMENTO, Beatriz. O conceito de quilombo e a resistência cultural negra. In: RATTS, Alex. Eu sou atlântica: sobre a trajetória de vida de Beatriz Nascimento. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; Instituto Kuanza, p. 117-125, 2007. SÁNCHEZ RUBIO, David. Miradas críticas en torno al derecho y la lucha social: confluências com América Latina. Madrid: Dykinson S.L.: 2023. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo: Historicidade #61 A luta pela ressignificação dos Quilombos. Locução: Marcelo de Souza Silva, Jeferson Fernando Celos e Cesar Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 19/05/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=66984&preview=true Expediente Produção Geral: C. A. e Beraba; Artes do episódio: C. A.; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Marcelo Beraba Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Por que sua cidade cresce de forma desordenada? Por que algumas áreas sofrem com deslizamentos recorrentes? Por que investimentos em infraestrutura dão errado?A resposta está no subsolo.Ouça o Podcast Hora da Geotecnia agora e descubra mais. A Rádio UFOP em parceria com a LAGEM (@lagem.ufop), a Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas, produz o PODCAST - HORA DA GEOTECNIA.Hora da Geotecnia é um projeto de extensão que tem como objetivo principal, difundir conhecimento científico acerca de assuntos relacionados à Geotecnia para toda a comunidade. Em cada episódio temas que geram debates ou dúvidas, serão esclarecidos e informados à sociedade.Aperte o play! Ouça e compartilhe.Ficha Técnica:Coordenação do projeto e Revisão Técnica: Prof. Felipe LochEdição de Texto: Elis CristinaEdição de Áudio: Danilo NonatoProdução: Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas (LAGEM) em parceria com a Rádio UFOP.Realização: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Fundação de Educação Artes e Cultura (FUNDAC)SIGA A RÁDIO UFOP EM NOSSAS REDES SOCIAIS E SINTONIZE 97.7 E 106.3
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "O desafio da democratização da TV aberta diante das estratégias de regionalização, internacionalização e digitalização da mídia brasileira", de Eula Dantas Taveira Cabral, refletindo sobre como os cinco principais conglomerados privados de radiodifusão do Brasil — Globo, Record, SBT, Bandeirantes e RedeTV! — orientam suas estratégias primordialmente pelo lucro, em detrimento do interesse público. A discussão aborda as três estratégias empresariais — regionalização, que libera apenas 10% da grade para conteúdo local; internacionalização, que expande mercados sem promover diversidade cultural; e digitalização, via streaming, que reforça o domínio dos mesmos grupos na era digital — e como essas práticas ferem o artigo 220 da Constituição Federal de 1988, que proíbe o monopólio e o oligopólio midiático. A conversa considera diferentes perspectivas teóricas da economia política da comunicação e analisa o cenário histórico da implantação da televisão no Brasil desde os anos 1950, demonstrando que a democratização real da mídia exige ação conjunta do Estado e da sociedade civil, e passa por cinco eixos: reformulação das políticas públicas, apropriação das novas tecnologias pela sociedade, diversidade de produtores, implementação de meios locais e comunitários, e reconhecimento da comunicação como direito de todos.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Iniciativa da Coordenação do Ensino de Português nos países do Benelux, quer que alunos entendam as caracteristicas do português nos países onde vivem. Governo admite teste ao voto digital.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, bio-ouvintes! Dessa vez discutimos um dos maiores triunfos da ciência moderna e, ao mesmo tempo, uma das maiores vítimas do esquecimento coletivo... Estamos falando das vacinas! Vamos voltar no tempo para destrinchar os bastidores da vacinação e tentar entender como é que doenças erradicadas estão, em pleno ano 2026, batendo à nossa porta. Episódios mencionados: 022 – Bio na Área 003 – Parasitas(os): o que são? Por onde andam? Onde vivem? 069 – Bionews – Vacinas nasais e estradas ilegais 124 – Uma nova zoonose 126 – A zoonose contra-ataca 128 – O retorno da zoonose 121 – Bionews – A nova pandemia de vírus ancestrais CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Pesquisa de pauta: Valtenisa Andrade. Revisão científica: Nadja Lopes. Roteirização: Cassio de Oliveira. Revisão textual: Sueli Rodrigues. Locução: Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Edição e Mixagem de Áudio: Felipe Castro. Arte de capa: Larissa Castro. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 230 - Importância da vacinação. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Pesquisa de pauta: Valtenisa de Andrade Lima. Revisão científica: Nadja Francisca Silva Nascimento Lopes. Roteirização: Cassio Eduardo de Oliveira. Revisão textual: Sueli Aparecida Rodrigues. Locução: Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Edição e mixagem de áudio: Felipe Gonçalves de Castro. Arte de capa: Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 14 de maio de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/230-importancia-da-vacinacao/.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC da FCRB e integrante do grupo de pesquisa EPCC.Podcast sobre o capítulo "Indústria Cultural sob controle transnacional: análise do caso brasileiro”. O texto, de autoria de Helena Martins e João Paulo Guimarães, integra os anaisdo 48º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, publicado em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
Grupo de trabalho lançou bases para criação de um Comité Nacional de Segurança Marítima; projeto visa reforçar parceria entre instituições.
Entrevista: Noel Carvalho (IA/Unicamp) e Ranulfo Alfredo Manevy (UFSC)A regulação das plataformas de vídeo sob demanda, os chamados serviços de streaming, entrou em uma fase decisiva no Brasil. Após tramitar na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2331/2022 (substitutivo ao PL 8.889/2017), que visa regulamentar serviços de streaming no Brasil, foi aprovado pela Câmara está em análise no Senado. A proposta é estabelecer regras para o setor, incluindo a cobrança de uma contribuição que pode fortalecer o Fundo Setorial do Audiovisual, principal mecanismo de financiamento do cinema e do audiovisual independente no país.Embora represente um avanço diante da ausência de regulação, o texto ainda é alvo de críticas por parte de especialistas e do setor cultural. Um dos pontos mais controversos é a previsão de destinar parte significativa dos recursos arrecadados às próprias plataformas, o que pode enfraquecer políticas públicas e aprofundar desigualdades regionais. Em meio a esse cenário, cresce a pressão para que o Senado aperfeiçoe a proposta e garanta que a regulação contribua, de fato, para o desenvolvimento do audiovisual brasileiro.Para falar sobre esse assunto convidamos os professores Noel Carvalho, docente no Departamento de Multimeios, Mídia e Comunicação do Instituto de Artes da Unicamp, onde leciona disciplinas de cinema e audiovisual no curso de Bacharelado em Comunicação Social-Midialogia e no Programa de Pós-graduação em Multimeios e Ranulfo Alfredo Manevy Mendes, docente na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), cineasta e gestor público.Confira esse episódio acessando o link abaixo:Acompanhe o videocast ConexãoADunicamp pelo Spotify ou pelo canal oficial da ADunicamp no Youtube. CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampAcesse nosso sitewww.adunicamp.org.brSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 35212470 / (19) 35212471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br
Machado de Assis, treinador de e-sports e mouthwashing? Se não fez sentido é porque você ainda não ouviu a última edição do Insira a Ficha!Você ainda confere: celebração de 10 anos do Pokémon GO; a má fase da FURIA após o anúncio da aposentadoria do FalleN; o uso a IA no Roblox; e muito mais!Coloca o fone e vem com a gente explorar o mundo dos games!Apresentação e roteiro: Bela Nowalls e Vinicius Mendes.Reportagem: Gustavo Wendler, Guilherme Kuhnen, Gio Tavares e Luiza Cardoso.Produção e Edição Geral: Niko Medeiros e Guilherme Kuhnen.Coordenação técnica: Peter Lobo.Coordenação geral: professora Valci Zuculoto.
Originalmente exibido em 28.07.2025. O Bate Papo na Saúde desta edição é sobre Alimentos Ultraprocessados nas Escolas. São produtos alimentícios que passaram por múltiplas etapas de processamento industrial e que contêm ingredientes artificiais. Normalmente, eles têm longos prazos de validade e são projetados para serem práticos e atraentes. Para esclarecer dúvidas e debater o assunto, o apresentador Renato Farias conversa com a nutricionista, doutora em Saúde da Criança e Adolescente e assessora técnica da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Lúcia Gratão e com a presidente do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio), Aline Borges. // CRÉDITOS APRESENTAÇÃO E ROTEIRO RENATO FARIAS//PRODUÇÃO CHRISTÓVÃO PAIVA//EDIÇÃO PABLO FRENCH//DIREÇÃO DE TV BEM-HUR MACHADO//DIRETOR DE FOTOGRAFIA DANIEL NEVES// CINEGRAFISTAS DANIEL NEVES E TOTA PAIVA//TÉCNICO DE SOM LUIZ BRANDÃO//COLORISTA DANIEL NEVES// CONTROLE MESTRE ALEX SANDRO// CARLOS NASCIMENTO//GABRIEL RIOS// RONALD FARIA//SUPERVISÃO DE IMAGEM MARCOS RIBEIRO//GERENCIA DE PROGRAMAÇÃO KLEIBER CRUZ//GERENCIA DE MÍDIAS IANE FILGUEIAS//AQSS DE PROGRAMÇÃO GABRIEL RIOS//GERENCIA DE ARTE E FINALIZAÇÃO BRUNO RIBEIRO//NUCLEO DE MÍDIAS COORDENAÇÃO NALDO DIAS ALVES//DIREÇÃO GERAL RODRIGO PONICHI//DIREÇÃO ARTÍSTICA CINTIA ALBUQUERQUE// COORDENAÇÃO DE CONTEÚDO YASMINE SABOYA//COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO LUCIANA SOUZA//COORENAÇÃO DE PRODUÇÃO PLANO GERAL FILMES PAULO LONTRA// CONTROLLER LUIZ HENRIQUE RIBEIRO//COORDENAÇÃO TÉCNICA BEM-HUR MACHADO//COORDENAÇÃO DE FINALIZAÇÃO PABLO FRENCH//PRODUÇÃO PALNO GERAL FILMES//REALIZAÇÃO CANAL SAÚDE***E-mail: canalsaude.podcasts@fiocruz.brNão deixe de acompanhar as redes sociais do Canal Saúde.Twitter: twitter.com/canalsaudeInstagram: instagram.com/canalsaudeoficialFacebook: facebook.com/canalsaudeoficialYouTube: youtube.com/canalsaudeoficialO Canal Saúde Podcasts reúne alguns programas do Canal Saúde produzidos para televisão, que ganharam sua versão apenas em áudio. Equipe: Gustavo Audi / Valéria Mauro / Marcelo Louro
Tomaram posse há cerca de 2 meses. Hoje conversamos com Ribau Esteves, Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "Representação e representatividade no ecossistema midiático contemporâneo: problemas conceituais e políticos", de Luanda Dias Schramm e Eduardo Kohl, refletindo sobre como a crescente demanda por representatividade identitária na mídia corporativa tem sido apropriada por lógicas de mercado sem que haja transformação estrutural das desigualdades que motivam tais demandas. A discussão aborda a história do conceito de representação política desde Hobbes, Pitkin, Burke e Hamilton, articulando-o às teorias contemporâneas de reconhecimento e redistribuição de Fraser, Honneth, Brown, Hall e Haider, e analisa as implicações da midiatização da política para os sistemas representativos. A conversa considera diferentes perspectivas teóricas que problematizam a mera visibilidade midiática de sujeitos subalternizados como forma de despolitização das lutas sociais, examinando mecanismos como tokenização, pinkwashing e queerbaiting, e defendendo que a representatividade só é progressista quando vinculada a projetos de transformação social que una reconhecimento, redistribuição e democratização dos meios de comunicação.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Num país onde o direito à habitação está consagrado na Constituição, encontrar casa tornou-se, para muitos, um desafio cada vez mais difícil de ultrapassar. Entre rendas cada vez mais altas, falta de oferta e salários que não acompanham o aumento dos preços, jovens, estudantes e famílias enfrentam diversas dificuldades. Neste episódio produzido pela ESCS FM (rádio da Escola Superior de Comunicação Social) em parceria com o PÚBLICO, as estudantes Ana Bárbara Duarte, Beatriz Silva, Inês Valente, Margarida Correia e Mafalda Gonçalves, procuram perceber de que forma a crise da habitação está a transformar o quotidiano dos portugueses e que soluções poderão estar no horizonte.Ana Bárbara Duarte, Beatriz Silva, Inês Valente, Margarida Correia e Mafalda Gonçalves.Coordenação de Margarida Velez Dias.Podcast elaborado com a supervisão de Ruben Martins.
Olá, bio-ouvintes! Olá bio-ouvintes! Voltamos ao mundo dos animes com mais um episódio da nossa série do Diários Bio In Situ e iremos comentar sobre os episódios 9 - Su1cíd10 ou 4ss4ss1n4t0?" e 10 - "Mel", da primeira temporada do anime Diários de uma Apotecária. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Cristianne Santos, Kawany Vitoria e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Eduarda Brum. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 229 - Diários de uma apotecária 5. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Cristianne Santana Santos, Kawany Vitoria Silva Alves e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Eduarda Brum Gonçalves. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 30 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/229-diarios-de-uma-apotecaria-5/.
O Entre Nós, podcast original do Núcleo de Podcast da TVUnifor, oferece uma nova maneira de explorar o universo da cultura pop, misturando leveza e bate-papo envolvente.Com a marca registrada da descontração, os apresentadores mergulhamem conversas sobre filmes, séries, música e arte, criando um ambiente de diálogoíntimo e divertido com os ouvintes. Neste episódio, os apresentadores dialogam sobre as personalidades brilhantes datelevisão brasileira, que nos fizeram rir e marcaram várias gerações com suas presenças em programas do dia a dia.Ficha Técnica:Produção: Caio Nuto, Isabela Fortaleza, Luana Gonzaga, Lucas Moreira e Rafaela Barbosa.Coordenação Técnica: Hélio VianaProfessora Orientadora: Ana Paula FariasSecretária Executiva: Tamires AndradeDireção TVU: Max EluardDireção de Comunicação, Marketing e Comercial: AnaQuezadoReitor: Randal Martins PompeuEmissora: TV Unifor - Universidade de FortalezaTransmissão: Canal UniforCast - Spotify, Deezer, entre outros.
Os últimos anos têm tornado mais visíveis alguns processos sensíveis no campo da cultura, da universidade e, sobretudo, das ciências humanas. A emergência de variadas modalidades de negacionismo, anti-intelectualismos de distintas vertentes e críticas públicas ao discurso professoral, contudo, não são fenômenos recentes, apesar de que tenham se combinado de maneira específica na atualidade. Afirmar que eles não são recentes significa assumir que essas dinâmicas têm sua própria história e, menos e mais do que serem apenas epifenômenos de uma “hostilidade ao conhecimento” ou manifestações de ignorância em sentido estrito, essas tendências comportam e se articulam com projetos políticos específicos. Não surgem espontaneamente, portanto, e demandam uma atenção histórica que contemple não apenas sua gênese mas também seu funcionamento social e as posições que ajuda a consolidar no campo das ciências. Por isso, reconhecemos que é importante entender de que maneira a crítica da universidade, por exemplo, se articula historicamente com o próprio processo de institucionalização do conhecimento que lhe dá origem. Da mesma forma, consideramos fundamental compreender de que maneira os anti-intelectualismos contemporâneos se articulam a uma visão específica do sentido da atuação intelectual, definida e redefinida constantemente ao longo do século XX.Tendo em mente questões como essas, nós, do LPPE, articulamos o projeto da Série Contrafogos. A ideia passa por entrevistar alguns pesquisadores e pesquisadoras que se dedicam a entender aspectos específicos desse tema mais amplo, tais como a relação entre algoritmos e radicalização política, a construção simbólica do discurso outsider, o conceito de fake news interpretado à luz do debate sobre o conceito de verdade e os desdobramentos climáticos e ambientais que o negacionismo engendra. A série, ainda, dialoga com a pesquisa de Origens Intelectuais do Anti-Intelectualismo, coordenada pela professora Alexandra Tedesco, que procura rastrear alguns desses debates a partir do campo intelectual liberal do pós-guerra. Esperamos, ao fim, compor uma série de entrevistas em formato de vídeo (disponibilizado no canal do Youtube do LPPE-UERJ) e áudio (Podcast História Presente – LPPE) que contribua para o amadurecimento da discussão pública sobre essas temáticas tão importantes em um momento de mudança política como o que vivemos, somando aos esforços de vários colegas uma perspectiva multidisciplinar.Entrevistadores: Alexandra Tedesco; João Paulo KleinleinEntrevistado: Arthur de Lima ÁvilaCréditos:Coordenação da série: Alexandra TedescoBolsistas do Projeto de Pesquisa "A Universidade e seus críticos: a construção intelectual do anti intelectualismo (1950-1990)". Igor de Carvalho Leocádio (Bolsista IC-UERJ) e Daniel Teixeira (EIC-UERJ)Roteiro: Alexandra Tedesco (Uerj) e João Paulo Kleinlein (Uerj)Edição de áudio e vídeo: Daniel Teixeira (Bolsista LPPE)Acompanhe o LPPE nas redes sociais:Instagram: @lppeuerj Facebook: @lppe.uerjTwitter: @LPPE_UERJVisite o nosso site: https://lppe.uerj.br/
Mariângela Santana Guimarães Santos é uma das vozes mais proeminentes da historiografia maranhense contemporânea. Sua trajetória é marcada pela intersecção entre a educação e a investigação histórica, dedicando décadas ao resgate da memória e da identidade da cidade de Caxias.Formação e Percurso AcadêmicoMariângela consolidou sua base intelectual na região Nordeste, mas expandiu seus horizontes de pesquisa para o sul do país para aprofundar sua análise teórica:Graduação: Formou-se em Pedagogia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI).Mestrado: Concluiu o Mestrado em Educação na UFPI, onde começou a delinear suas preocupações com o ensino e a formação docente.Doutorado: Doutorou-se em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS/RS). Sua tese, defendida em 2018, tornou-se um marco para o estudo da memória urbana maranhense.Contribuições para a História de CaxiasSua produção acadêmica é fundamental para compreender Caxias não apenas como um ponto geográfico, mas como um centro de tensões culturais e políticas.1. Memória e Identidade UrbanaEm sua tese, "Fragmentos da memória: contribuições à história da cidade de Caxias do Maranhão", Mariângela utiliza fontes diversificadas — de jornais antigos a relatos orais — para reconstruir a "Caxias do passado". Ela evidencia:A organização social no século XIX e início do XX.Como as elites locais construíram narrativas de progresso e "civilização".O papel das festividades e da religiosidade na coesão da sociedade caxiense.2. Historiografia e CríticaA professora é uma das principais críticas da historiografia tradicional que muitas vezes silenciou grupos subalternos. Seus artigos destacam:A Balaiada: Releituras sobre o movimento rebelde sob a ótica local.Patrimônio Histórico: Análises sobre a conservação do casario e dos monumentos de Caxias, tratando-os como documentos vivos.3. Educação e DocênciaComo Professora Assistente da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), no Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC), sua contribuição vai além dos livros:Formação de Professores: Atua diretamente na capacitação de novos docentes de História e Pedagogia.Pesquisa Acadêmica: Coordena grupos que estudam a relação entre Memória, Educação e Práticas Culturais no interior do Maranhão.Principais Obras e PublicaçõesSua produção está espalhada em capítulos de livros e periódicos especializados, sendo referências obrigatórias em concursos públicos e graduações na região:Livros e Coletâneas: Participa de diversas obras coletivas sobre a história maranhense, focando na transição do Império para a República.Artigos Científicos: Publicações que discutem a "Educação em Caxias" e as "Práticas de Leitura na Caxias Oitocentista".Atuação Institucional: Membro ativo de comitês científicos, ajudando a validar pesquisas sobre o patrimônio imaterial maranhense.
O tênis brasileiro teve cerca de 40 jogadores que atingiram o top 100 de simples, mas poucos seguiram em quadra depois da aposentadoria. Thiago Alves é uma das importantes exceções. Há uma década, ele comanda o centro Alves Oliveira em São José do Rio Preto e agora encabeça um projeto de tênis competitivo que será lançado na academia Next Level, em São Paulo.Na entrevista ao editor José Nilton Dalcim, o ex-número 88 do mundo relembra sua carreira e mostra como sua experiência tem sido válida no desenvolvimento de jovens tenistas. Ele acha que as oportunidades melhoraram para a difícil fase de transição do juvenil para o profissional, porém a competitividade aumentou. "O tênis vive um novo 'boom' no Brasil, estamos mais estruturados, mas precisamos aproveitar o momento com união e metas", destaca.
O que os microrganismos que vivem no nosso corpo podem revelar sobre a nossa saúde?Neste episódio do CienciON, conversamos com a Profa. Luciana Campos Paulino (UFABC) sobre pesquisas que investigam a microbiota humana a partir do estudo do povo Yanomami. Ao comparar diferentes modos de vida, a ciência busca entender como fatores como alimentação, ambiente e uso de medicamentos influenciam a diversidade microbiana e quais são os impactos disso para a saúde.Populações com menor exposição à industrialização tendem a apresentar microbiotas mais diversas e complexas, enquanto estilos de vida urbanos podem reduzir essa diversidade. O que isso significa para o aumento de doenças crônicas nas sociedades contemporâneas?Dê o play e descubra como o nosso estilo de vida molda, por dentro, o ecossistema que nos habita.Referências:● Desvendando a Microbiota Yanomami: O Que Microrganismos de Povos Indígenas Revelam sobre a Nossa Saúde - Universidade Federal do ABC. Disponível em: https://www.ufabc.edu.br/divulgacaocientifica/pesquisabc/edicao-n-40-janeiro-de-2026/desvendando-a-microbiota-yanomami-o-que-microrganismos-de-povos-indigenas-revelam-sobre-a-nossa-saude.● FAPESP (2024). Auxílio à Pesquisa 24/08541-5 – Microbiota Yanomami e câncer colorretal.● The Yanomami. Yanomami Foundation https://www.yanomamifoundation.org/yanomamiObservação ética: As ilustrações foram desenvolvidas com inspiração e referência artística em Joseca Yanomami, sem reprodução direta de grafismos culturais. CIENCION #115: Desvendando a microbiota YanomamiRoteiro de: João Paulo Mantovan (UFABC) e Prof. Luciana Campos Paulino (UFABC). Convidados: Prof. Luciana Campos Paulino (UFABC)Edição de áudio: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Profa. Luciana Campos Paulino (UFABC)Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Luciana Campos Paulino (UFABC), Ivan Sakata (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC). com suporte de IA generativa (ChatGPT) para renderização a partir de esboço original.Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.
Olá, bio-ouvintes! Chegamos ao último episódio da nossa estadia em Angola, mas não nosso intercâmbio fora do Brasil. Neste episódio teremos uma conversa com Estevão Fontes, graduado em Relações Internacionais e membro do Bio In Situ, ele nos conta como é divulgar ciência conectando Brasil e outros países com o mundo. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidado: Estêvão Fontes. Locução e edição: Ricardo Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 228 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 3 - O divulgador. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidado: Estêvão Fontes. Edição e locução: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 23 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/228-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-3-o-divulgador/.
A trajetória de Plínio Marcos segue pulsando no Brasil de hoje. Escritor, ator, diretor de teatro e jornalista brasileiro, Plinio escreveu inúmeras peças de teatro, especialmente durante o regime militar. Conhecido como o “repórter de um tempo mau”, o dramaturgo construiu uma obra profundamente ligada às quebradas, aos invisibilizados e à resistência cultural. Essa história é revisitada pelo ator, diretor e escritor Oswaldo Mendes, que em 2009 lançou a biografia de Plínio Marcos "Bendito Maldito" (Editora Leya) trabalho premiado com o Prêmio Jabuti e o Prêmio APCA, e que recoloca Plínio no centro do debate sobre arte e compromisso social. Agora, Mendes leva essa reflexão para o palco com a peça “Eu Fiz Por Merecer”, que propõe um encontro entre gerações para pensar o passado e o presente do teatro e do país. A peça será apresentada no auditório da ADunicamp no dia 23 de abril, as 20h com entrada gratuita. Nesta entrevista, ao lado professor Wanderley Martins, docente no Departamento de Artes Cênicas (IA/Unicamp) e diretor de Cultura da ADunicamp, Oswaldo Mendes fala sobre o legado de Plínio Marcos, a atualidade de sua obra e o papel do teatro diante das tensões do nosso tempo. Acompanhe o videocast ConexãoADunicamp pelo Spotify ou pelo canal oficial da ADunicamp no Youtube. CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicamp Acesse nosso sitewww.adunicamp.org.br Siga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo “Da Economia Política da Comunicação à Economia Política do Jornalismo:precursores, escolas e pesquisas do subcampo no Brasil”. O texto, de autoria de Pedro Aguiar, integra a obra “Economia Política da Comunicação, da Cultura e da Informação”, organizada por Eula Dantas Taveira Cabral e publicada pela Meus Ritmos Editora em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
Olá, bio-ouvintes! No episódio de hoje iremos conversar com um dos professores, a professora Danisa de Assis que Heloá Caramuru, desenvolvedora do projeto, trabalhou enquanto desenvolvia o podcast nas escolas de Luanda. Danisa irá nos contar como é lecionar em Angola e como são as metodologias e o ensino pedagógicos nas escolas da região. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidada: Danisa de Assis. Locução: Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Tales Barretto. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 227 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 2 - A professora. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidada: Danisa de Assis. Locução: Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Tales Ramos Barretto. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 17 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/227-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-2-a-professora/.
A coordenação visomotora é uma habilidade essencial para o desenvolvimento da criança, pois integra visão e movimento em atividades fundamentais como escrita, leitura e manipulação de objetos.Neste episódio, você vai entender como essa habilidade funciona e conhecer estratégias práticas para estimulá-la no ambiente escolar.Um conteúdo essencial para educadores que desejam fortalecer a base do desenvolvimento e da aprendizagem infantil.
Os últimos anos têm tornado mais visíveis alguns processos sensíveis no campo da cultura, da universidade e, sobretudo, das ciências humanas. A emergência de variadas modalidades de negacionismo, anti-intelectualismos de distintas vertentes e críticas públicas ao discurso professoral, contudo, não são fenômenos recentes, apesar de que tenham se combinado de maneira específica na atualidade. Afirmar que eles não são recentes significa assumir que essas dinâmicas têm sua própria história e, menos e mais do que serem apenas epifenômenos de uma “hostilidade ao conhecimento” ou manifestações de ignorância em sentido estrito, essas tendências comportam e se articulam com projetos políticos específicos. Não surgem espontaneamente, portanto, e demandam uma atenção histórica que contemple não apenas sua gênese mas também seu funcionamento social e as posições que ajuda a consolidar no campo das ciências. Por isso, reconhecemos que é importante entender de que maneira a crítica da universidade, por exemplo, se articula historicamente com o próprio processo de institucionalização do conhecimento que lhe dá origem. Da mesma forma, consideramos fundamental compreender de que maneira os anti-intelectualismos contemporâneos se articulam a uma visão específica do sentido da atuação intelectual, definida e redefinida constantemente ao longo do século XX.Tendo em mente questões como essas, nós, do LPPE, articulamos o projeto da Série Contrafogos. A ideia passa por entrevistar alguns pesquisadores e pesquisadoras que se dedicam a entender aspectos específicos desse tema mais amplo, tais como a relação entre algoritmos e radicalização política, a construção simbólica do discurso outsider, o conceito de fake news interpretado à luz do debate sobre o conceito de verdade e os desdobramentos climáticos e ambientais que o negacionismo engendra. A série, ainda, dialoga com a pesquisa de Origens Intelectuais do Anti-Intelectualismo, coordenada pela professora Alexandra Tedesco, que procura rastrear alguns desses debates a partir do campo intelectual liberal do pós-guerra. Esperamos, ao fim, compor uma série de entrevistas em formato de vídeo (disponibilizado no canal do Youtube do LPPE-UERJ) e áudio (Podcast História Presente – LPPE) que contribua para o amadurecimento da discussão pública sobre essas temáticas tão importantes em um momento de mudança política como o que vivemos, somando aos esforços de vários colegas uma perspectiva multidisciplinar.Entrevistadores: Alexandra Tedesco; João Paulo KleinleinEntrevistado: Arthur de Lima ÁvilaCréditos:Coordenação da série: Alexandra TedescoBolsistas do Projeto de Pesquisa "A Universidade e seus críticos: a construção intelectual do anti intelectualismo (1950-1990)". Igor de Carvalho Leocádio (Bolsista IC-UERJ) e Daniel Teixeira (EIC-UERJ)Roteiro: Alexandra TedescoEdição de áudio e vídeo: João Paulo Kleinlein (Bolsista LPPE)Acompanhe o LPPE nas redes sociais:Instagram: @lppeuerj Facebook: @lppe.uerjTwitter: @LPPE_UERJVisite o nosso site: https://lppe.uerj.br/
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo "Mais que um eletrodoméstico, um centro de poder: apontamentos metodológicos para a análise do papel político da televisão aberta no Brasil", de Janaine Aires, refletindo sobre como a televisão aberta constitui um espaço estratégico de produção de sentidos, circulação de ideologias e mediação social no cenário brasileiro. A discussão aborda a consubstancialidade entre comunicação e política, o conceito de coronelismo eletrônico, as fragilidades metodológicas que dificultam o estudo da televisão — como a falta de transparência de dados e a concentração regional da produção acadêmica — e as dicotomias conceituais que precisam ser superadas. A conversa considera diferentes perspectivas teóricas que articulam economia política da comunicação, análise de conteúdo e observação das práticas sociais, demonstrando como a televisão brasileira opera como determinante mediadora na rede de resolução de problemas sociais e como centro de poder político e simbólico, exigindo abordagens metodológicas integradas que contemplem o fluxo televisivo em sua totalidade.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!
Você já conhece o SPT mecanizado? Essa tecnologia está revolucionando os ensaios de campo, trazendo mais precisão, eficiência e segurança para a investigação geotécnica!
Estamos ON, com mais um CienciON. Este episódio aborda, o campo do imunometabolismo, explorando as interações entre o sistema imunológico e o metabolismo em processos de saúde e doença. A discussão introduz o conceito de inflamação, diferenciando seus papéis fisiológicos e patológicos, com destaque para sua relação com doenças metabólicas, como o diabetes.O professor Dr. José Marcos Sanches Junior apresenta também o papel dos microrganismos na saúde humana, com ênfase na microbiota vaginal e sua influência em condições como candidíase e vaginose bacteriana, evidenciando sua relevância para a saúde feminina. São discutidos, ainda, mecanismos moleculares envolvidos na regulação da inflamação, como a atuação da proteína Anexina A1.Pegue o seu fone e vem explorar com a gente!CIENCION #114: ImunometabolismoRoteiro de: Prof. Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC).Convidados: Dr. José Marcos Sanches JuniorEdição de áudio: Ivan Sakata (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Prof. Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC) e Prof. Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC).Edição de arte: João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC).Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC.
As Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional ganharam novas responsabilidades em Saúde, Educação, Habitação e Fundos Europeus. Estarão, agora, preparadas para menos burocracia nos procedimentos e mais decisões no terreno? É o que vamos descobrirSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Olá, bio-ouvintes! Está semana iremos atravessar o oceano até o continente Africano, em Luanda, capital de Angola! O episódio de hoje iremos falar sobre as experiências vividas pela mestre e doutora Heloá Caramuru, enquanto desenvolvia sua pesquisa de doutorado em Luanda. Episódios produzidos com as turmas de Luanda: 173 – Bio In Situ em Angola 185 – Preconceito, bullying, internet e imagologia 186 – Planta imortal e antílope em extinção 187 – Autismo e reprodução das abelhas 188 – Escoliose, varíola e racismo CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Heloá Caramuru e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Bruno Nappo. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 226 - Essa é a mistura do Brasil com Angola 1 - A pesquisadora. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Heloá Caramuru Carlos e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Bruno Nappo Fernandes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 09 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/226-essa-e-a-mistura-do-brasil-com-angola-1-a-pesquisadora/.
A escalada do conflito EUA/Israel e Irã, iniciada em 28 de fevereiro de 2026 com ataques a instalações iranianas, recoloca uma verdade brutal no centro do debate: nas guerras contemporâneas, quem paga o preço mais alto é a população civil.Mulheres e crianças estão entre os grupos mais vulneráveis, expostas à violência direta, ao deslocamento forçado e à perda de acesso a direitos básicos como educação, saúde e condições mínimas de vida. Um dos episódios mais chocantes ocorreu em Minab, no sul do Irã, onde uma escola feminina foi atingida, resultando na morte de cerca de 150 crianças.O caso gerou reação internacional e reacendeu discussões sobre a proteção de civis, especialmente mulheres e meninas, em cenários de guerra.Para aprofundar esse debate, conversamos com a antropóloga Francirosy Campos Barbosa, antropóloga, docente e pesquisadora no Depto Psicologia Social na USP. Sua voz é presença ativa no debate público, especialmente sobre o conflito no Oriente Médio, a situação das mulheres muçulmanas e o combate à islamofobia e nesta entrevista analisa como guerras e disputas geopolíticas atingem primeiro os corpos e a vida de mulheres, meninas e crianças.A entrevista também conta com a participação do professor e cientista político André Kaysel, docente no Departamento de Ciência Política do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.Uma conversa necessária sobre guerra, poder e os corpos que primeiro sentem seus efeitos.Confira esse episódio acessando o link abaixo:Acompanhe o videocast ConexãoADunicamp pelo Spotify ou pelo canal oficial da ADunicamp no Youtube. CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampAcesse nosso sitewww.adunicamp.org.brSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br
O novo episódio do videocast Conexão ADunicamp já está no ar e traz um debate essencial sobre o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia.Negociado há mais de duas décadas, o tratado pode dar origem a uma das maiores áreas de comércio do mundo, envolvendo um mercado de cerca de 700 milhões de pessoas. A proposta prevê a redução gradual de tarifas e a ampliação das trocas comerciais entre os dois blocos, mas também levanta questões importantes sobre seus impactos na indústria brasileira, no emprego, na agricultura e no meio ambiente.Para analisar esse cenário complexo, o episódio conta com a participação do professor e economista Roberto Borghi, docente do Instituto de Economia da Unicamp. Doutor pela Universidade de Cambridge e atual coordenador do CERI (Centro de Estudos de Relações Econômicas Internacionais). Borghi possui ampla produção acadêmica, com artigos publicados no Brasil e no exterior, além de participação frequente em conferências nacionais e internacionais.Não perca essa conversa fundamental para entender os desafios e as implicações desse acordo para o Brasil.CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula Vianna e Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampAcesse nosso sitewww.adunicamp.org.brSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br
As Estacas Ômega são um tipo de fundação profunda executada sem remoção de solo, o que reduz vibrações e minimiza impactos ambientais. Diferente de outros métodos, esse sistema compacta lateralmente o solo, criando uma estaca de alta resistência sem causar grandes perturbações ao terreno.Ouça o Podcast Hora da Geotecnia agora e descubra mais. A Rádio UFOP em parceria com a LAGEM (@lagem.ufop), a Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas, produz o PODCAST - HORA DA GEOTECNIA.Hora da Geotecnia é um projeto de extensão que tem como objetivo principal, difundir conhecimento científico acerca de assuntos relacionados à Geotecnia para toda a comunidade. Em cada episódio temas que geram debates ou dúvidas, serão esclarecidos e informados à sociedade.Aperte o play! Ouça e compartilhe.Ficha Técnica:Coordenação do projeto e Revisão Técnica: Prof. Felipe LochEdição de Texto: Elis CristinaEdição de Áudio: Danilo NonatoProdução: Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas (LAGEM) em parceria com a Rádio UFOP.Realização: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Fundação de Educação Artes e Cultura (FUNDAC)SIGA A RÁDIO UFOP EM NOSSAS REDES SOCIAIS E SINTONIZE 103,5
Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor(a) do podcast: Maria Luiza de Paiva Cruz, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo "Sentidos da democratização da comunicação na atualidade: desafios regulatórios do ecossistema digital.”, de autoria de Chalini Torquato. O texto integra a obra “Economia Política da Comunicação, da Cultura e da Informação”, organizada por Eula Dantas Taveira Cabral e publicada pela Meus Ritmos Editora em 2025. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com
Olá, bio-ouvintes... Cof, cof... Todo mundo já sofreu com alguma tossida, seja seca, de gripe e até alérgica. Mas, você sabe como e por que nós tossimos? Será que outros seres vivos são capazes de tossir? Por isso convidamos você, bio-ouvinte, para ouvir mais um episódio do podcast. Iremos falar sobre a tosse, como ela funciona, a sua importância e como ela acontece no nosso corpo e de outros animais. CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook, LinkedIn, Twitter e Tiktok: @bioinsitu APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Roteiro e locução: Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Tales Barretto. Arte de capa: Larissa Menezes. CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 225 - Nem que a vaca tussa. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Roteiro e locução: Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Tales Ramos Barretto. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 02 de abril de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/225-nem-que-a-vaca-tussa/.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez do Professor, Psiquiatra, Bacharel em Ciências Moleculares e Doutor em Radiologia, Claudinei Biazoli. Só vem! >> OUÇA (80min 53s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Claudinei Eduardo Biazoli Junior é Professor, Psiquiatra, Bacharel em Ciências Moleculares e Doutor em Radiologia pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é professor adjunto do Centro de Matemática, Computação e Cognição da Universidade Federal do ABC (UFABC). Coordena o Laboratório Interdisciplinar de Neurociência do Desenvolvimento Afetivo e Social (LINDAS-UFABC). Tem experiência em neuroimagem funcional e genética do desenvolvimento, saúde mental de crianças refugiadas e neurociência afetiva e social. Lattes: http://lattes.cnpq.br/1530049503337087 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
AMAZÔNIA, GEOPOLÍTICA E MUITO MAIS: o cara já foi ministro de tudo (Defesa, Esporte, Ciência e Tecnologia, Coordenação Política) e agora decidiu que quer a cadeira principal: Aldo Rebelo é pré-candidato à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC) e é o convidado do programa desta quarta (11). Ele vem pra falar grosso sobre a defesa da Amazônia contra as ONGs gringas, debater o cenário político e ver se o curso online “como fazer sabatina fácil e rápido” deu resultado pra nossa bancada!
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora Psicóloga, Mestra e Doutora em Psicologia, coordenadora do Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais da UEL, Verônica Bender Haydu. Só vem! >> OUÇA (80min 28s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Verônica Bender Haydu é graduada em Psicologia pela Universidade Estadual de Londrina, mestre e doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP-SP). Realizou estágio pós-doutoral na UFSCar, junto ao programa de Psicologia. Professora do Departamento de Psicologia Geral e Análise do Comportamento e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Análise do Comportamento da Universidade Estadual de Londrina. Coordena o Laboratório de Análises e Tecnologias Comportamentais. Acreditada pela ABPMC e é membro do Think Tank sobre cultura e análise do comportamento e do grupo Matemática e Análise do Comportamento (MATEMAC). Lidera o Grupo de Pesquisa "Análise do Comportamento: Implicações Clínicas e Educacionais" cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, desenvolvendo pesquisas em cooperação com docentes e discentes da UEL, da UFES e da UFSCar. Desenvolve pesquisas ligadas às seguintes linhas: 1) Análise Experimental do Comportamento e Psicobiologia, 2) avaliação, desenvolvimento e aplicação de tecnologias comportamentais, 3) realidade e ambientes virtuais: aplicações clínicas e educacionais, 4) análise de comportamento verbal e de práticas culturais, com ênfase em questões ambientais. Suas atividades estão voltadas para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mais especificamente o ODS 3 (Saúde e bem-estar) e o ODS 11 (Cidades e comunidades sustentáveis). Lattes: https://lattes.cnpq.br/1726041421275880 * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Foco das equipes no terreno é garantir que assistência chegue para as pessoas mais afetadas; chefe de Avaliação e Coordenação de Desastres destaca importancia do apoio internacional; dados indicam mais de 171 mil casas inundadas, 229 unidades de saúde danificadas e 355 escolas afetadas.
Ouro superou US$ 5.000 pela primeira vez e prata atingiu recorde com retomada da estratégia de proteção contra desvalorização cambial.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334 *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 1: Como nascem (alguns) influenciadores Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão. No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann [Léo Nói-man] e Luiza Miguez [Luiza Mí-guêiz]Produção Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre Potascheff Gravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo Neumann [Léo Nói-man]Gerente - Luiza Miguez [Luiza Mí-guêiz]Desenvolvimento e Aquisição - Claudia Esteves [Claudia Es-TE-ves]Aquisição - Camila Leme [Camila LE-me]Coordenação - Giovana Garcez [Giovana Gar-CÊZ]Produção - Fernando Schaer [Fernando Xér] e Tim Warner [Tim UÓR-ner]Estagiária de conteúdo - Ingrid Felix [Ingridi FÉ-lix] Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber [Paulo Lem-GRÚ-ber]Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike Charzuk [TCHAR-zãk]Líder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics [SÚ-zan diu-re-VÍX] Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals