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Ciencion
CienciON#E7: Especial de Natal 2025 - Arquivos do CienciON

Ciencion

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 13:10


Neste episódio especial de Natal, o Arquivo do CienciON é finalmente aberto. Entre fitas, memórias e reflexões, revisitamos 2025 a partir dos relatos de quem viveu o projeto por dentro. Neste episódio especial, ouvimos os relatos do professor Pedro, do professor Célio e do Igor. A gravação brinca com a ideia do João explorando um arquivo, ouvindo fitas antigas e comentando cada história, como se estivesse revisitando a memória do projeto.Pegue seu fone de ouvido e venha explorar com a genteCienciON#E7: Especial de Natal 2025 - Arquivos do CienciONRoteiro de: João Paulo Mantovan (UFABC) Edição de áudio: João Paulo Mantovan (UFABC) Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Igor Felipe Andrade da Conceição (UFABC), Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC). Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC) Edição de arte (capa): João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC) Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC

Biologia In Situ
218 - Desejos de natal da fauna brasileira

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 6:25


Olá, bio-ouvintes! Sabiam que o papai noel esse ano recebeu cartinhas de animais não humanos também? O que será que alguns animais icônicos da fauna brasileira escreveriam e desejariam para o futuro se pudessem mandar uma cartinha? Entre no clima da magia natalina conosco e confira esse episódio!   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Heloá Caramuru, Leonardo Souza, Renata Santos e Ricardo Gomes. Roteiro e edição: Ricardo Gomes. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 218 - Desejos de natal da fauna brasileira. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Heloá Caramuru Carlos,  Leonardo Vicente Souza, Renata dos Santos Pinto e Ricardo da Silva Gomes. Roteiro e edição: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 25 de dezembro de 2025. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/218-desejos-de-natal-da-fauna-brasileira/.

História Presente
Série Efemérides- Episódio 2- 70 anos da Conferência de Bandung

História Presente

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 80:54


Em 2025, três efemérides nos convidam a revisitar viradas decisivas do século XX. Os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial lembram o impacto global do conflito e suas marcas ainda presentes. Os 70 anos da Conferência de Bandung retomam o momento em que países recém-independentes afirmaram novos caminhos para o Sul Global. E os 50 anos da independência de Angola celebram lutas anticoloniais que redefiniram a história africana e suas diásporas. Juntas, essas datas acionam memórias, disputas e futuros possíveis.Diante disso, o LPPE decidiu produzir uma série sobre essas três efemérides, considerando seus impactos em diferentes aspectos: como o cinema, a literatura etc. No episódio inaugural de Efemérides, exploramos como o cinema representa a guerra: narrativas, estéticas, usos políticos, disputas de memória e impactos duradouros na cultura visual.Uma conversa sobre filmes, história e os modos como olhamos para os conflitos através das telas com o professor Bernardo KocherFicha técnica Coordenação do Podcast História Presente: Prof.ª Angela RobertiCoordenação da série: Prof. Flaviano IsolanRoteiro: Flaviano IsolanEntrevistadores: Bruno Cícero (Bolsista LPPE-Uerj) e Flaviano IsolanEdição de áudio e vídeo: Fernando Ribeiro (Bolsista LPPE-Uerj)Programação visual: Ingrid Ladeira

Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

Biologia In Situ
217 - Inclusão de pessoas com deficiências

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 38:17


Olá, bio-ouvintes! Sabe quando você se depara com calçadas irregulares, degrau muito alto, textos pequenos, falta de legenda, falta de contraste, por exemplo? Imaginem se coisas que pra muita gente passam despercebidas fossem barreiras enormes pra viver o dia a dia? Nesse episódio falamos sobre inclusão de pessoas com deficiências na sociedade moderna, o que é ser pcd e como leis garantem acessibilidade.   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Pesquisa de pauta: Alice Saldanha e Isadora Oliveira. Revisão científica: Nadja Lopes. Roteirização: Cassio de Oliveira. Revisão textual: Sueli Rodrigues. Locução: Heloá Caramuru e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Náthaly Mendonça. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 217 - Inclusão de pessoas com deficiências. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Pesquisa de pauta: Alice da Luz Saldanha e Isadora Oliveira Gondim. Revisão científica: Nadja Francisca Silva Nascimento Lopes. Roteirização: Cassio Eduardo de Oliveira. Revisão textual: Sueli Aparecida Rodrigues. Locução: Heloá Caramuru Carlos e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Náthaly Cintia dos Santos Mendonça. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 18 de dezembro de 2025. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/217-inclusao-de-pessoas-com-deficiencias/.

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep88 | Da Rio92 à COP30

ADunicamp

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 42:26


Da Rio92 à COP30, três décadas separam dois momentos decisivos da luta global contra a emergência climática, mas a distância entre o que foi prometido e o que foi entregue continua enorme.Em 1992, o Rio de Janeiro tornou-se palco de uma mobilização inédita da sociedade civil mundial, que ajudou a moldar convenções internacionais e a pressionar governos a reconhecerem que a devastação ambiental estava ligada ao subdesenvolvimento e às desigualdades.A solidariedade entre povos, ONGs, comunidades tradicionais e movimentos sociais marcou aquele encontro como um divisor de águas na construção de uma ética ambiental planetária.Em 2025, Belém recebeu a COP30 sob o peso de um planeta que já vive não apenas uma crise, mas uma mutação climática. Para falar sobre esse assunto, o Conexão ADunicamp entrevistou a professora Emília Wanda Rutkowski, docente da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp (FecFau), que esteve presente tanto no Fórum Global da Rio-92 quanto agora na Cúpula dos Povos da COP30.Entre retrocessos, capturas corporativas e metas insuficientes, a sociedade civil novamente assumiu o papel de resistência, pavimentando caminhos próprios em defesa da justiça climática.Neste episódio, revisitamos as memórias e análises de quem atravessou essas duas eras para entender o que avançou, o que ficou pelo caminho e quais forças populares sustentam a luta por um futuro possível.CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479, Cidade Universitária, Campinas/SP - Telefones: (19) 35212470/(19) 35212471 / E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
O Algoritmo como Chefe: Influenciadores Digitais e o Neoliberalismo

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 24:24


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor(a) do podcast: Maria Luiza de Paiva Cruz, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo "Influenciadores Digitais: uma nova forma de trabalho no neoliberalismo" de autoria de Luana Matos do Nascimento e Patrícia Maurício. Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep87 | REFORMA ADMINISTRATIVA

ADunicamp

Play Episode Listen Later Dec 17, 2025 38:02


A autonomia universitária, uma das maiores conquistas das Universidades Públicas Paulistas, completa 37 anos de existência. Essa conquista vive uma ameaça sem precedentes em sua história.A PEC 38/2025 enfraquece carreiras, reduz salários e abre espaço para a privatização indireta de políticas públicas, sob o discurso de eficiência e austeridade fiscal.A resistência, contudo, tem crescido. No dia 29 de outubro, mais de 20 mil servidoras e servidores públicos tomaram as ruas de Brasília (DF) durante a Marcha Nacional Unificada dos Serviços Públicos contra a Reforma Administrativa, construída pelo ANDES-SN em articulação com diversas entidades sindicais.A LBS Advogadas e Advogados publicou análise preliminar sobre a proposta de Reforma Administrativa apresentada pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ). O estudo aponta que o texto não prioriza eficiência, mas sim a redução de direitos e a reconfiguração do modelo de gestão pública com base em metas, resultados e restrições fiscais. O documento destaca quatro eixos centrais de impacto para o funcionalismo: remuneração e meritocracia radical; estabilidade e concursos; retirada de direitos e fim de privilégios; e regulamentação do teletrabalho. Leia a análise completa no site: www.adunicamp.org.brPara compreender o que está em jogo, conversamos com Camilla Louise Galdino Cândido, advogada da LBS Advogadas e Advogados, especialista em direito sindical e trabalhista, que analisa os riscos e contradições desse projeto.Assista! Compartilhe!CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 35212470 / (19) 35212471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Governo do Estado de São Paulo
Dra .Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde - Situação dos estoques de sangue

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 4:40


Dra. Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde

Governo do Estado de São Paulo
Dra. Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde - Informações através do Poupatempo

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 2:00


Dra. Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde

Governo do Estado de São Paulo
Dra .Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde - Quem pretende doar sangue pela primeira vez

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 1:59


Dra. Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde

Governo do Estado de São Paulo
Dra. Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde - Mitos e dúvidas

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 2:42


Dra. Selma Soriano - Coordenação da Hemorrede da Secretaria da Saúde

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
Os impactos da inteligência artificial no jornalismo e no interesse público

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Dec 14, 2025 10:08


Sobre Economia Politica da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa. Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB. No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o artigo sobre os impactos do uso da IA no jornalismo do mundo contemporâneo. Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral. Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral. Entre em contato conosco: Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com Siga o podcast e acompanhe os próximos episódios!

Rádio Ponto UFSC
Boas Festas

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 1:04


Olá, queridos ouvintes! A equipe da Rádio Ponto deseja um ótimo final de ano para todos os nossos ouvintes que nos acompanharam nesse segundo semestre de 2025. Agora, a Rádio Ponto UFSC entra em recesso até o início do primeiro semestre de 2026. Enquanto isso, você pode continuar com a gente ouvindo nossos temáticos, tematiquinhos e todo o acervo disponível nas plataformas de áudio.Apresentação por Fernanda Rossi e William Fabiano.Roteiro e Edição por Fernanda Rossi.Coordenação técnica por Roque Bezerra e Peter Lobo.Coordenação Geral da professora Valci Zuculoto.Rádio Ponto UFSC, rádio, é jornalismo, é feliz natal, é próspero ano novo e ponto.

Rádio Ponto UFSC
Chamada de Férias

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 1:06


Olá, queridos ouvintes!

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos
T5Ep03_Quem ganha, quem perde? Eólica Offshore e Comunidades Tradicionais

Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 13:19


No terceiro episódio da quinta temporada do Podcast Ideias: Sustentabilidade em todos os recantos, adentramos em um debate urgente e necessário: “Quem ganha, quem perde? Eólica offshore e comunidades tradicionais.”Apresentado por Heloísa, pesquisadora do LISAT, o episódio recebe Loren Souza, gestora de políticas públicas e pesquisadora do LISAT, que estuda os impactos da expansão eólica sobre cidades, comunidades e territórios.A conversa aborda o avanço da energia eólica offshore no Brasil, especialmente no Rio Grande do Norte, e discute questões fundamentais acerca de como esses megaprojetos chegam aos territórios e quem são os principais afetados. Se você quer entender as tensões, disputas e desafios entre energia renovável e comunidades tradicionais, este episódio é para você!Vem conferir!Ficha TécnicaAna Célia Baía Araújo (Vinheta)Diágoras Gabriel de Lacerda Silva (Roteiro)Geová Marcelino da Rocha (Edição)Heloísa (Apresentação)Loren Cassiane Souza Silva (Entrevistada)Zoraide Souza Pessoa (Roteiro e Coordenação)Yonara Claudia dos Santos (Roteiro, Supervisão e Mídia)

#RhemaCast
TDC: Transtorno de Desenvolvimento da Coordenação

#RhemaCast

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 12:32


O Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC) é mais comum do que parece e impacta diretamente a aprendizagem, a autonomia e a autoestima das crianças.Neste episódio do RhemaCast, você vai entender como identificar sinais do TDC na escola, quais são os principais desafios enfrentados por esses alunos e como o professor pode intervir de forma prática, acolhedora e eficaz.Um conteúdo indispensável para quem atua na educação e no desenvolvimento infantil.

Ministério Verbo da Vida
VerbOnline #69 – Lucas Oliveira

Ministério Verbo da Vida

Play Episode Listen Later Dec 12, 2025 28:29


No episódio 69 do VerbOnline, Gê Monteiro vai deixar você por dentro de todas as novidades que acontecem no Ministério Verbo da Vida. O convidado da vez é Lucas Oliveira, secretário da Coordenação da Comunicação do nosso Ministério, jornalista e professor das Escolas Verbo da Vida. Na conversa de hoje, Lucas fala sobre o devocional "Entre Colunas e Cartas", sua jornada até a finalização do projeto, e tudo o que as pessoas podem esperar dessa nova produção.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Coisas de Mulher: ciência, inovação e teoria - EP.1

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 12:23


O programa “Coisas de Mulher: ciência, inovação e teoria” é um mergulho na inteligência, na história e na potência das mulheres que moldam as ciências e reinventam o mundo. Vamos explorar os porquês e as narrativas que extrapolam o óbvio, cada episódio expõe o que sempre esteve aqui, só faltava ouvir.Produção, edição e locução geral por Isadora Pinheiro e Karina Malamud. Participação na locução por Ediane França, Isabella da Rosa, Letícia Barros e Luiza Zanotti.Trilha por Carol Jung, Rey Vercosa, Vic Wendler e Zak Beatz. Artes por Beatriz Virgínio.Orientação da professora Raphaela Ferro.Monitoria de Rafael Viegas.Coordenação técnica de Roque Bezerra e Peter Lobo.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - A rua tem voz

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 25:29


Todos os dias, milhares de pessoas cruzam as ruas de Florianópolis sem perceber quem está sentado nas calçadas. No programa “A Rua Tem Voz”, duas pessoas em situação de rua contam, pela própria voz, como suas vidas chegaram até ali.No primeiro bloco: uma mulher que deseja contar sua história às filhas.No segundo bloco: um homem que prefere a marquise a viver sob o controle da mãe.Um episódio documental, direto e íntimo, porque ninguém deveria ser só uma estatística.Este programa foi produzido para a disciplina de Laboratório de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Ibrahim Khan e Julia Luciana.Vinheta por Áureo Mafra de Moraes.Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra.Monitoria de Rafael Viegas.Orientação da professora Raphaela Ferro.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Águas Turvas da Lagoa da Conceição

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 20:47


Mergulhamos nas Águas Turvas da Lagoa da Conceição para revelar como, por trás de um cartão-postal de Florianópolis, um ecossistema agoniza. Em 2021, 130 milhões de litros de esgoto invadiram suas águas. Hoje, a Lagoa que era símbolo da natureza da ilha acumula espuma marrom, zonas mortas e água contaminada por metais pesados e cocaína.Nesta investigação, ouvimos a comunidade, o alerta dos cientistas e a cobrança da Justiça. Vem descobrir o que realmente aconteceu e o que ainda pode ser feito!Este programa foi produzido pelas alunas da Turma A da disciplina de Laboratório de Áudio e Radiojornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, entrevistas, edição, locução e apresentação por Duda Duarte, Leticia Laura e Lorayne Carvalho;Na coordenação técnica Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas; Orientação da professora Raphaela Ferro;Coordenação geral da professora Valci Zuculoto

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Bota-abaixo: o projeto de desativação da penitenciária de Florianópolis

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 29:14


O que acontece quando uma instituição quase centenária se torna um incômodo para parte da sociedade? E se a sua existência afeta diretamente a vida de milhares de pessoas?Em 2025, o governo de Santa Catarina anunciou a desativação do complexo que abriga a Penitenciária de Florianópolis, capital do estado. Esta reportagem busca entender as motivações e as consequências deste processo que pode afetar a vida de milhares de detentos e de seus familiares.A edição deste programa foi produzida pelos alunos das turmas A e B da disciplina de Laboratório de Áudio e Radiojornalismo no segundo semestre de 2025;Roteiro, edição e locução por Bibi Giehl, Guilherme Kuhnen e Niko Medeiros;Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas;Orientação da professora Raphaela Ferro;Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Centrou: a diversidade no Centro-Leste - EP.1

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 14:21


As ruas e vielas do Centro Histórico de Florianópolis se transformaram em um dos pontos mais movimentados da vida noturna na cidade. A arte, shows, festas, bares e rolês de rua trazem centenas de pessoas para o espaço que ficou conhecido como Centro-Leste. No podcast Centrou: a diversidade do Centro Leste te levamos para conhecer as diferentes cenas que acontecem por lá, e não são poucas! Nesse primeiro episódio, você conhece as cenas de samba e rap, a história do Centro como local de lazer e também como é possível se divertir e aproveitar a arte local nas ruas!Este programa foi produzido como trabalho final para a disciplina de Áudio e Rádiojornalismo no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina no segundo semestre de 2025;Roteiro, edição e locução por Eduarda Fernandes e Julia Wust;Vinheta com participação de Ana Gueiros, Matheus Locks, Olivia Scheel, Rafael Viegas e Carol Gabilan;Coordenação técnica de Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas;Orientação da professora Raphaela Ferro.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Centrou: a diversidade no Centro-Leste - EP.2

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 13:10


A mistura de culturas e personalidades é o que desenha o Centro-Leste, que virou um ponto de encontro para a comunidade alternativa. Desde os shows de drag queens, até os shows de rock. No segundo e último episódio do Centrou: a diversidade no Centro-Leste, te levamos para conhecer as cenas LGBTQIA+ e de rock no Centro de Florianópolis, e te mostramos como elas vêm criando um espaço de crescimento para esses artistas.Este programa foi produzido como trabalho final para a disciplina de Áudio e Rádiojornalismo no curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina no segundo semestre de 2025;Roteiro, edição e locução por Eduarda Fernandes e Julia Wust;Vinheta com participação de Ana Gueiros, Matheus Locks, Olivia Scheel, Rafael Viegas e Carol Gabilan;Coordenação técnica de Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas;Orientação da professora Raphaela Ferro.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Coisas de mulher: ciência, inovação e teoria - EP.2

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 13:53


O programa “Coisas de Mulher: ciência, inovação e teoria” é um mergulho na inteligência, na história e na potência das mulheres que moldam as ciências e reinventam o mundo. Vamos explorar os porquês e as narrativas que extrapolam o óbvio, cada episódio expõe o que sempre esteve aqui, só faltava ouvir.Produção, edição e locução geral por Isadora Pinheiro e Karina Malamud. Participação na locução por Ediane França, Isabella da Rosa, Letícia Barros e Luiza Zanotti.Trilha por Carol Jung, Rey Vercosa, Vic Wendler e Zak Beatz. Artes por Beatriz Virgínio.Orientação da professora Raphaela Ferro.Monitoria de Rafael Viegas.Coordenação técnica de Roque Bezerra e Peter Lobo.Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Ecos da Identidade: Música e Juventude

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 9:39


Você já desligou seus fones por um instante e percebeu como quase todos os jovens ao redor também estavam imersos na própria trilha sonora? Já se perguntou como, e por que, a música exerce esse papel tão importante na construção da juventude contemporânea? É justamente essa relação que o programa "Ecos da Identidade: Música e Juventude" investiga. Aqui, o som se transforma em espelho: investigamos como a música atravessa nossas vivências e ajuda a compor quem somos.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Elis Virgílio e Paula de Milano. Locução da Vinheta por Luiza Cardoso. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de Docência da doutoranda Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - Memória em Disputa

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 23:29


“Memória em Disputa” revisita a decisão que marcou a UFSC em 2025: a retirada do nome do reitor João David Ferreira Lima do campus-sede da universidade. O que começou como parte das recomendações da Comissão Memória e Verdade se transformou em um debate público intenso, envolvendo representantes da comunidade universitária e externa. O programa reúne vozes, argumentos e tensões que disputam não apenas posições, mas o próprio sentido da memória. Ao reconstruir esse percurso, dos anos 1960 à votação final no Conselho Universitário, o episódio mostra por que a mudança gerou tanta repercussão e o que ela revela sobre a forma como a UFSC decide lidar com sua própria memória.Este programa foi produzido como trabalho final da disciplina de Laboratório de Áudio e Radiojornalismo no segundo semestre de 2025.Locução, produção e edição: Anne Correa e Júlia Sarmento.Contribuições na locução: Conrado Favaro e Isadora Pinheiro.Coordenação técnica: Peter Lobo e Roque Bezerra.Monitoria: Rafael Viegas.Orientação: Profª Raphaela Ferro.Coordenação geral: Profª Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Floripa tá frita: a cena clubber Underground de Florianópolis

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 10:04


O programa “Floripa tá frita: A cena clubber Underground de Florianópolis” te leva pra descobrir o que é ser clubber na Ilha da Magia. A partir de entrevistas com quem entende e frequenta a cena, a reportagem aborda a história da cultura clubber, sua relação com movimentos queer e as transformações que moldaram as festas eletrônicas na ilha.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Nico Vieira.Participação na dramatização por Luisa Paz. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de docência por Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - A Era digital e suas mudanças na criação de conteúdo de cultura pop

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 5:23


“A Era digital e suas mudanças na criação de conteúdo de cultura pop”, desenvolvido para as disciplinas de Áudio e Radiojornalismo e Iniciação ao Trabalho Acadêmico. O estudo discute como a digitalização ampliou a criação de conteúdo de cultura pop, destacando a profissionalização dos criadores, a convergência midiática e os desafios enfrentados por produtores independentes. O relatório articula aspectos de pauta, apuração, linguagem sonora e edição, relacionando-os às referências teóricas estudadas.Esta reportagem foi produzida como trabalho final para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo, do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição: Rafael Silva.Vinheta: Ellen RamosEstagiária docente: Luiza ZanottiMonitoria: Danielly Alves.Coordenação técnica: Roque Bezerra e Peter LoboOrientação: Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Avanço das Marés: mudanças climáticas no litoral da ilha

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:57


"Avanço das Marés: mudanças climáticas no litoral da ilha" trata dos impactos do aquecimento global nas praias da capital catarinense, Florianópolis, baseado nas invasões do mar na costa ocorridas nos últimos meses, destacando a praia do Pântano do Sul como exemplo.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Manuela Melo. Locução das vinhetas por Marcelo Martins e Gilsânia Cruz. Entrevistas com os oceanógrafos Marinez Scherer e Pedro Pereira, a jornalista Juliana Magalhães e um dos moradores do Pântano do Sul, o Dário. Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da Professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - O Silêncio do Luto: Por que não sabemos falar sobre a morte?

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:24


A morte segue sendo um dos grandes tabus da nossa sociedade, e esse silêncio pode agravar a dor de quem vive o luto. O programa “O Silêncio do Luto: Por que não sabemos falar sobre a morte?” explora como evitamos falar sobre a finitude da vida e como esse não-dito afeta a forma como lidamos com a perda, trazendo relatos, reflexões e vozes que revelam a urgência de romper com esse silêncio.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Isa Rocha. Locução da Vinheta por Gustavo Wendler. Estágio docência de Luiza Zanotti. Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Quando o Campus vira obstáculo: a mobilidade na UFSC

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 9:53


A mobilidade na UFSC revela caminhos que muitos não conseguem percorrer. Calçadas, elevadores e escadas mostram como barreiras físicas ainda limitam o direito de estudar e circular pelo campus. No programa “Quando o Campus vira obstáculo: a mobilidade na UFSC” percorre vamos percorrer os desafios que moldam a rotina de quem vive essas dificuldades no dia a dia.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Apuração, redação, locução e edição por Camila Hasckel. Locução da Vinheta por Conrado Favaro e Lilian Carlotto. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de docência de Luiza Zanotti. Coordenação técnica de Roque Bezerra e Peter Lobo. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Música como expressão: o que o DJ entrega, o mercado filtra

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 7:34


Ao longo dos últimos tempos, o mercado de DJs em Florianópolis passou por transformações marcantes. Enquanto cresce o número de artistas iniciando sua carreira, diminuem os espaços e oportunidades em casas noturnas, festivais e eventos. No programa “Música como expressão: o que o DJ entrega, o mercado filtra”, você acompanha como esses profissionais constroem sua carreira e tentam se manter nela.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Joaquim Schil.Monitoria de Danielly Alves, estágio de docência de Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra.Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Memória Pré-Histórica: Dinossauros e Estereótipos Cinematográficos

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 7:57


O programa “Memória Pré-Histórica: Dinossauros e Estereótipos Cinematográficos” aborda as boas e más representações de dinossauros no cinema. O objetivo é analisar suas origens e desmistificar características atribuídas a estes animais.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Bela Nowalls. Monitoria de Danielly Alves. Estágio docência por Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Ocupando Espaços: A política LGBT+ que move Floripa

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 10:52


A comunidade LGBT+ possui uma forte presença na capital catarinense, Florianópolis. Devido a isso, espera-se uma postura de acolhimento pela parte política da cidade. O programa “Ocupando Espaços: A política LGBT+ que move Floripa” te explica mais o porquê desse rótulo e responde se as políticas públicas realmente acolhem o grupo.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Luisa Paz. Participação de Nicolas Vieira e Maria Moran. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de Docência de Luiza Zanotti. Coordenação Técnica por Roque Bezerra e Peter Lobo. Orientação da Professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Na Batida da Ilha: A cultura viva do Centro-Leste de Florianópolis

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 6:02


O programa “Na Batida da Ilha: A cultura viva do Centro-Leste de Florianópolis” te leva para dentro do coração urbano da Ilha da Magia. A partir de entrevistas com quem produz, vive e frequenta essa cena, a reportagem explora as dinâmicas culturais da região, dos espaços de convivência às festas, movimentos artísticos e histórias que moldam o cotidiano do centro expandido.A rádio-reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Karla Monare.Participações especiais dos entrevistados do centro-leste.Monitoria de Danielly Alves.Estágio de docência por Luiza Zanotti.Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra.Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - O Futuro dos Traços: Mercado de Ilustração após IA generativa

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:46


O programa "O Futuro dos Traços: Mercado de Ilustração após IA generativa" te conta mais sobre às problemáticas do uso de Inteligência Artificial generativa para a criação de ilustrações prontas. E explora o modo em que o mercado ilustrativo está sendo afetado pela ferramenta.Como a IA generativa é treinada? O artista humano pode ser substituído pela máquina? O ilustrador pode trabalhar lado a lado com a IA? A gente te conta aqui!A rádio reportagem foi produzida como trabalho final da Disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Lillian Carlotto. Locução da Vinheta por Willian Carlotto. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Monitoria de Danielly Alves. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - À margem da Ilha da Magia: a precariedade social na capital mais segura do Brasil

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 11:14


Florianópolis é amplamente conhecida como a capital mais segura do país, mas os problemas da cidade vem ganhando destaque nos últimos tempos após as redes sociais do prefeito se tornarem virais. “ À Margem da Ilha da Magia : a precariedade social na capital mais segura do Brasil” explora a precariedade em que pessoas em vulnerabilidade vivem na capital e explica as últimas polêmicas envolvendo o assunto na cidade.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no primeiro semestre de 2025.Pauta, produção, roteirização e edição por Graziela Pasinatto e Helena Espezim.Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Roque Bezerra e Peter Lobo. Estágio de docência de Luiza Zanotti. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Carnaval: A resistência em ritmo de samba

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 14:24


Mais do que festa, brilho e alegria, o carnaval é resistência, identidade e a voz do povo. A proposta é compreender o carnaval como espaço de luta, arte e pertencimento, em que o brilho e o samba também carregam histórias de desigualdade, superação e identidade coletiva.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Wendlly Barbosa. Locução da Vinheta por Áureo Moraes. Locução da Introdução por Lillian Carlotto. Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Bibliotecas Escolares: Vivências Além das Páginas

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 10:02


Quantas histórias uma biblioteca escolar pode guardar? Esse espaço educacional pode mudar a vida de alguém? No programa “Bibliotecas Escolares: Vivências Além das Páginas” você conhece bibliotecas escolares de tudo quanto é canto, através das vivências dos alunos, professores e toda a comunidade escolar. No primeiro episódio, o destino é a biblioteca da Escola de Educação Básica Luiz Carlos Luiz, localizada em Garopaba, Santa Catarina. Fique ligado: a sua história pode ser a próxima!A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Rillary Souza. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de Docência da doutoranda Luiza Zanotti, do Programa de Pós Graduação em Jornalismo na UFSC. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Ocupar e Resistir: a Luta por Moradia na Grande Florianópolis

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 10:05


As ocupações fazem parte da história da Grande Florianópolis. Mas você sabe como as principais ocupações aconteceram e o que leva as pessoas a se organizar e a ocupar um terreno sem uso? No programa "Ocupar e Resistir: a Luta por Moradia na Grande Florianópolis" você vai entender mais sobre o contexto histórico, geográfico e político das ocupações e ouvir o relato de quem vive na Ocupação Carlos Marighella, em Palhoça - SC. A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, Locução e Edição por Amanda Melo, Ana Gueiros e Dora Bringhenti. Locução da vinheta por Ibrahim Khan. Monitoria de Danielly Alves e Estágio de Docência de Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - O Futuro do Cinema Nacional Está em Risco

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 15:00


O cinema brasileiro vive momentos de êxtase no exterior, recebendo prêmios no Festival de Cannes, de Berlim, e em 2025, seu primeiro Oscar. Porém, ainda existem muitas dificuldades em produzir filmes no território. Para tentar contornar esse cenário, o cinema brasileiro possui várias políticas públicas de desenvolvimento como a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), que estabelece uma economia circular e sustentável. Todos os filmes pagam uma contribuição para licenciamento, distribuição e veiculação das obras para o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que ajuda em novas produções.“O Futuro do Cinema Nacional Está em Risco” faz uma análise do cenário atual do cinema nacional com foco na problemática das plataformas de Streaming. Atualmente, as plataformas de streaming estão no mercado audiovisual nacional sem contribuir para essa economia, aproveitando apenas o lucro. Nessa perspectiva, os profissionais da indústria começaram a exigir a regularização dessas plataformas. Contudo, o Projeto de Lei 8.889/2017, sobre regulação dos streamings, atualmente em discussão no plenário, é duramente criticado pelos profissionais da área.O grande problema não é o consumo dos streamings, mas a falta de contribuição destes com a indústria nacional do cinema. Regular os Streamings, é prezar pela cultura, arte, expressão e principalmente, pela soberania nacional.Essa reportagem foi produzida como trabalho de conclusão da disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e locução por Luiza Cardoso e Lully Salvador, edição por Gio Tavares. Locução das vinhetas por Gio Tavares. Entrevistas com profissionais da indústria audiovisual brasileiros Juliana Sakae, Mauro D'Addio, Gustavo Spolidoro e Luciana Damasceno. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Monitoria de Danielly Alves. Estágio de Docência da doutoranda Luiza Zanotti, do Programa de Pós Graduação em Jornalismo na UFSC. Orientação da Professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Por Eles e Para Eles: o Croco de Volta aos Gramados

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 8:42


No dia 21 de Setembro de 2024, o ônibus da equipe de Futebol Americano, Coritiba Crocodiles, sofreu um acidente na estrada onde três jogadores do time morreram. O programa "Por Eles e Para Eles: o Croco de Volta aos Gramados" acompanha o time nos anos de 2024 e 2025 e te explica como uma equipe de esporte amador consegue se reerguer após uma tragédia como essa.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro, locução e edição por Gustavo Wendler. Participação na locução por Bela Nowalls, Guilherme Kuhnen e Lillian Carlotto. Monitoria de Danielly Alves. Estagio de docência de Luiza Zanotti. Coordenação técnica por Roque Bezerra e Peter Lobo. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Tematiquinho 25.2 - Mulheres Criminosas: O julgamento social

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 11:55


Com o sucesso da série Tremembé, estreada em 2025, muitos crimes que tiveram grande visibilidade no país voltaram a ser o centro das atenções. Em especial, os crimes cometidos por mulheres foram destacados na produção. Com essa repercussão, a sociedade passou a expor o que achava sobre esses casos.Por isso, apresentamos “Mulheres Criminosas: O julgamento social”. Nesse podcast, você vai entender um pouco mais sobre por que a sociedade se interessa tanto por esses casos e como gênero e mídia influenciam essa percepção.A rádio reportagem foi produzida para a disciplina de Áudio e Radiojornalismo do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, no segundo semestre de 2025.Roteiro e Locução e Edição por Heitor Augusto e Verônica Caroline. Locução da Vinheta por Maria Elis, Locução especial por Ana Gueiros e Monitoria de Danielly Alves. Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra. Orientação da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Temático 25.2 - A performance do Wellness

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 31:10


O que realmente significa “bem-estar”? Neste programa, voltamos no tempo para entender como a cultura fitness e o termo wellness surgiram, se transformaram e acabaram moldando a forma como pensamos corpo, saúde e desempenho hoje. Do aeróbico dos anos 80 às redes sociais dos anos 2010, investigamos como essa ideia saiu do campo da saúde e virou estilo de vida, mercado e até exigência moral.Este episódio foi produzido pelos alunos da Turma A da disciplina de Laboratório de Áudio e Radiojornalismo no segundo semestre de 2025.Roteiro, edição e locução por Matheus Locks e Olivia Scheel;Coordenação técnica por Peter Lobo e Roque Bezerra;Monitoria de Rafael Viegas;Orientação da professora Raphaela Ferro;Coordenação geral da professora Valci Zuculoto.

Rádio Ponto UFSC
Radioteatro 2025.2 - Radionovela - O fantasma da rádio

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 11:08


Radionovela : O fantasma da rádioUm grupo de estudantes de radioteatro decide produzir umareportagem sonora sobre um suposto fantasma que assombra há décadas o estúdio da Rádio Ponto UFSC: Horácio Raposo, um locutor veterano que teria morrido ali por causas naturais – pelo menos, é o que diz a lenda dos corredores. Durante a gravação da reportagem, estranhas interferências começam a surgir nos microfones, e a equipe se vê diante de uma presença que parece querer participar da matéria. Essa radionovela foi produzida para a disciplina de Radioteatro no segundo semestre de 2025 e é uma história original de ficção, qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência. Roteiro, locução e edição por Alaíde Gonçalves, Ellen Ramos, Letícia Barros, Mabel Santos, Raissa Hübner e Sophia Grin. Convidados: Áureo Morais e Roque Bezerra.Coordenação técnica e estética por Roque Bezerra.Estágio de docência da mestranda Stefanie Machado, do PPGJOR/UFSC. Orientação geral da professora Valci Zuculoto.   

Rádio Ponto UFSC
Radioteatro 2025.2 - Radionovela - Os Quasares

Rádio Ponto UFSC

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 15:58


Radionovela - Os QuasaresOs Quasares é uma radionovela produzida como trabalho de conclusão da disciplina de Radioteatro do curso de Jornalismo da UFSC. A narrativa acompanha uma banda juvenil que, ao participar de um acampamento musical, descobre que o brilho das estrelas pode ter um preço alto demais quando a indústria tenta controlar seus sonhos, relacionamentos e identidade. Entre rivalidades, pressões contratuais e até o roubo de composições autorais, os personagens enfrentam conflitos que revelam injustiças presentes nos bastidores da indústria musical. Misturando humor, drama e romance, a obra reflete sobre amizade, liberdade artística e a coragem de existir em um mundo que insiste em nos transformar em “quase estrelas”.Este trabalho foi desenvolvido para a disciplina de Radioteatro do curso de jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Roteiro por Ariéll Cristóvão. Locução e edição por Isadora Cristina, Larissa Faria e Ariéll Cristóvão. Participação especial por Lully Salvador, Nico Vieira, Heitor Augusto e João Hasse. Estágio de docência da mestranda Stefanie Machado do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC. Coordenação técnica e estética por Roque Bezerra. Orientação geral da professora Valci Zuculoto.

Naruhodo
Naruhodo Entrevista #54: Patrícia Izar

Naruhodo

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 116:06


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334  *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Braincast
[Método Exposto] 1. Como nascem (alguns) influenciadores

Braincast

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 31:16


O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 1: Como nascem (alguns) influenciadores Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão. No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann [Léo Nói-man] e Luiza Miguez [Luiza Mí-guêiz]Produção Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre Potascheff Gravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo Neumann [Léo Nói-man]Gerente - Luiza Miguez [Luiza Mí-guêiz]Desenvolvimento e Aquisição - Claudia Esteves [Claudia Es-TE-ves]Aquisição - Camila Leme [Camila LE-me]Coordenação - Giovana Garcez [Giovana Gar-CÊZ]Produção - Fernando Schaer [Fernando Xér] e Tim Warner [Tim UÓR-ner]Estagiária de conteúdo - Ingrid Felix [Ingridi FÉ-lix] Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber [Paulo Lem-GRÚ-ber]Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike Charzuk [TCHAR-zãk]Líder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics [SÚ-zan diu-re-VÍX] Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals