Podcasts about coordena

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E o vencedor é...
Coordenação governativa? Só faltou avisar os ministros

E o vencedor é...

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 31:36


Nova centralização aproximou Governo do terreno. Ainda assim, entre comunicados e interpretações criativas sobre o layoff, fica a dúvida: houve estratégia ou apenas um episódio de improviso coletivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Caça ao Voto
E o vencedor é... Coordenação governativa? Só faltou avisar os ministros

Caça ao Voto

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 31:36


Nova centralização aproximou Governo do terreno. Ainda assim, entre comunicados e interpretações criativas sobre o layoff, fica a dúvida: houve estratégia ou apenas um episódio de improviso coletivo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Biologia In Situ
221 - Seca extrema na Amazônia

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 29:26


Olá, bio-ouvintes! A nossa estrada de hoje leva a gente até a nossa querida e ameaçada Amazônia. A pesquisador Aretha Guimarães conta sobre seu trabalho e experiência fazendo ciência em território amazônico e se deparando com uma quantidade incomum de animais mortos, aparentemente por consequência inclusive do calor na região. O artigo que serviu de base para essa conversa e que tem as imagens comentadas é esse aqui: Seca extrema e onda de calor levam à alarmante mortalidade da fauna Amazônica.   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidada: Aretha Guimarães. Locução e edição: Ricardo Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 221 - Seca extrema na Amazônia. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidada: Aretha Franklin Guimarães Gomes. Locução e edição: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa: Larissa Menezes de Souza Lopes. [S. l.] Canal Bio In Situ, 12 de fevereiro de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/221-seca-extrema-na-amazonia/.

UFOP CAST
HORA DA GEOTECNIA - #EP84 - Geotecnia em áreas de mineração a céu aberto

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 4:34


⛏️ GEOTECNIA EM ÁREAS DE MINERAÇÃO A CÉU ABERTOA mineração é uma atividade fundamental para a economia global, fornecendo matéria-prima para diversos setores industriais. Mas você já parou para pensar nos desafios geotécnicos envolvidos nesse processo?A estabilidade de taludes, a segurança das operações, o controle de erosão e a gestão de rejeitos são apenas alguns dos aspectos que tornam a engenharia geotécnica essencial na mineração.Ouça o Podcast Hora da Geotecnia e descubra como a geotecnia garante segurança, eficiência e sustentabilidade em um dos setores mais críticos da engenharia!A Rádio UFOP em parceria com a LAGEM (@lagem.ufop), a Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas, produz o PODCAST - HORA DA GEOTECNIA.Hora da Geotecnia é um projeto de extensão que tem como objetivo principal, difundir conhecimento científico acerca de assuntos relacionados à Geotecnia para toda a comunidade. Em cada episódio temas que geram debates ou dúvidas, serão esclarecidos e informados à sociedade.Aperte o play! Ouça e compartilhe.Ficha Técnica:Coordenação do projeto e Revisão Técnica: Prof. Felipe LochEdição de Texto: Elis CristinaEdição de Áudio: Danilo NonatoProdução: Liga Acadêmica de Geotecnia da Escola de Minas (LAGEM) em parceria com a Rádio UFOP.Realização: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) e Fundação de Educação Artes e Cultura (FUNDAC)SIGA A RÁDIO UFOP EM NOSSAS REDES SOCIAIS E SINTONIZE 103,5

Ministério Verbo da Vida
VerbOnline #71 | Coordenação Jurídica

Ministério Verbo da Vida

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 17:17


No episódio 71 do VerbOnline, Gê Monteiro vai deixar você por dentro de todas as novidades que acontecem no Ministério Verbo da Vida. Os entrevistados da semana foram Landsteiner Ventura e Jorge Leal, integrantes da Coordenação Jurídica do Ministério Verbo da Vida Na conversa de hoje, eles explicam o que é o IBDR e compartilham detalhes sobre suas participações no congresso realizado em Brasília (DF), ressaltando a importância do encontro.

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
Cartões Postais da Ditadura: Entre o Paraíso e a Tortura

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 11:46


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o capítulo "Arquivo e Arte contemporânea: a virada mnemônica nos 'Postcards from Brazil' de Gilvan Barreto", de autoria de Denise Trindade. A discussão explora como a arte contemporânea utiliza arquivos históricos — especificamente cartões-postais oficiais da Embratur — para desafiar as narrativas hegemônicas da ditadura militar brasileira. Analisamos o conceito de "virada mnemônica" e a forma como os recortes e lacunas nas imagens turísticas revelam a violência estatal oculta, criando uma "geografia da dor" que contrapõe a memória oficial à memória dos crimes e desaparecimentos documentados pela Comissão Nacional da Verdade. O episódio aborda ainda as teorias de Ariella Azoulay, Michel Foucault e Jacques Derrida sobre arquivo e fotografia, refletindo sobre a economia política da memória e o papel da arte como dispositivo de resistência contra o esquecimento institucional.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: [coloquio.epcc@gmail.com]Siga o podcast e acompanhe os próximos episódios!

ONU News
ONU reforça apoio a milhares de moçambicanos afetados pelas cheias

ONU News

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 2:20


Foco das equipes no terreno é garantir que assistência chegue para as pessoas mais afetadas; chefe de Avaliação e Coordenação de Desastres destaca importancia do apoio internacional; dados indicam mais de 171 mil casas inundadas, 229 unidades de saúde danificadas e 355 escolas afetadas. 

Rádio Cruz de Malta FM 89,9
Rodrigo Minotto assume coordenação da Bancada do Sul na Alesc

Rádio Cruz de Malta FM 89,9

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 9:46


O deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) assumiu a coordenação da Bancada do Sul na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Ele sucede o deputado Tiago Zilli (MDB), que presidia o grupo até então. A bancada reúne parlamentares que representam os interesses dos municípios das regiões da Amesc, Amrec e Amurel, atuando de forma conjunta na defesa de pautas comuns ao Sul do Estado. Além de Minotto, integram a Bancada Regional Sul os deputados Jessé Lopes (PL), José Milton Scheffer (PP), Júlio Garcia (PSD), Pepê Collaço (PP), Tiago Zilli (MDB) e Volnei Weber (MDB). O grupo tem como principal objetivo fortalecer o diálogo com o Governo do Estado e buscar investimentos e políticas públicas que atendam às demandas regionais. Nesta sexta-feira (6), Rodrigo Minotto participou de entrevista no programa Cruz de Malta Notícias, onde falou sobre a expectativa à frente da coordenação e ressaltou a importância da atuação integrada da bancada. Segundo o parlamentar, o trabalho coletivo é fundamental para dar mais força às reivindicações do Sul catarinense e garantir avanços em áreas estratégicas para o desenvolvimento dos municípios. Minotto destacou ainda que a diversidade partidária dos integrantes da bancada não impede a convergência de esforços em prol da região, reforçando o compromisso de manter um diálogo permanente e produtivo em defesa dos interesses da população sul-catarinense.

Ciencion
CienciON#112: Transumanismo - Ainda seremos humanos?

Ciencion

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 44:28


Estamos ON com mais um CienciON. No episódio de hoje, recebemos novamente a Profa. Dra. Ana Paula de Mattos Arêas Dau para uma conversa sobre o transumanismo. Neste segundo capítulo, vamos mergulhar ainda mais fundo nas grandes questões! “O que nos torna humanos?”, “Quais são os limites de uma transformação?” e “quais são os dilemas neuroéticos?” Se essas perguntas te instigam, pega o seu fone e vem explorar com a gente.CienciON#112: Transumanismo - O que nos faz humanos?Roteiro de: João Paulo Mantovan (UFABC), Ana Paula de Mattos Arêas Dau (UFABC).Convidada: Profa. Dra. Ana Paula de Mattos Arêas Dau (UFABC). Edição de áudio: André Luis Penha da Silva (UFABC).Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), João Paulo Mantovan (UFABC) e Ana Paula de Mattos Arêas Dau (UFABC).Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC), João Paulo Mantovan (UFABC), André Luis Penha da Silva (UFABC) e Ana Paula de Mattos Arêas Dau (UFABC).Edição de arte (capa): João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC) Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep 89 | Um ano de governo Trump

ADunicamp

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 48:40


Após um ano de governo Trump, os Estados Unidos aprofundaram uma política externa marcada pela ameaça permanente, pela força bruta e pelo desprezo às normas internacionais.  Da América Latina ao Ártico, passando pela escalada contra a Venezuela, pela disputa em torno da Groenlândia e pela violência institucionalizada contra imigrantes dentro do próprio país, o governo estadunidense expõe, sem disfarces, sua condição histórica de potência opressora, produtora de instabilidade e insegurança no mundo. Para analisar esse primeiro ano de governo Trump e suas consequências na geopolítica global, na democracia e na vida dos povos, conversamos com o economista e cientista político Pedro Paulo Bastos, professor titular no Instituto de Economia da Unicamp. Você pode ouvir o podcast #ConexãoADunicamp nas principais plataformas do gênero: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts etc. e, se preferir, acesse pelo Youtube.  CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicamp Acesse nosso sitewww.adunicamp.org.br Siga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742 Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479 – Cidade Universitária, Campinas/SPTelefones: (19) 3521 2470 / (19) 3521 2471E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
As diferentes prosperidades: fé, discurso e neoliberalismo

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Feb 4, 2026 27:03


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor(a) do podcast: Maria Luiza de Paiva Cruz, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo "As diferentes prosperidades segundo a IURD: sobre afinidades eletivas entre neopentecostalismo e o pensamento neoliberal" de autoria de Vitor Ferreira. Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o capítulo "Democratização da TV aberta brasileira na era digital", de autoria de Eula Dantas Taveira Cabral. A discussão analisa os desafios históricos, estruturais, políticos e tecnológicos para a democratização do sistema de radiodifusão no Brasil, questionando como cinco conglomerados privados mantêm o controle sobre mais de 80% dos lares brasileiros, apesar dos avanços das plataformas digitais e do streaming. O texto aborda a trajetória da TV desde sua implantação elitista em 1949, passando pelo papel estratégico do meio durante a Ditadura Militar (1964-1985) na formação de redes nacionais, até as estratégias contemporâneas de regionalização, internacionalização e digitalização (TV 3.0). A análise critica a concentração midiática e a ambiguidade das estratégias de expansão dos grupos — que ampliam a capilaridade sem promover verdadeira autonomia local —, bem como os riscos da convergência digital para a soberania comunicacional e a disseminação de desinformação. Por fim, reflete sobre a urgência de regulamentação e políticas públicas que fortaleçam meios locais e comunitários, garantindo o cumprimento do Artigo 220 da Constituição Federal de 1988 e reafirmando a comunicação, a cultura e a informação como direitos humanos fundamentais frente à lógica mercantil dos grandes grupos.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
A Economia Política do Tempo: Entre a Modernidade e o Capitalismo Tardio

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Jan 28, 2026 8:44


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor do podcast: Carolina Fioravante, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.No episódio de hoje do Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC), debatemos o capítulo "Apontamentos para uma crítica da economia política do tempo: a percepção e a expropriação dos regimes de temporalidade da modernidade ao capitalismo tardio", de Gustavo Requião Correa de Monlevad, refletindo sobre como a lógica capitalista coloniza o tempo de vida através das tecnologias digitais e da reorganização do trabalho. A discussão aborda a crítica ao determinismo tecnológico, a distinção entre trabalho objetivado e trabalho vivo, e analisa o celular como dispositivo de expropriação temporal que elimina as fronteiras entre trabalho e descanso na era do capitalismo tardio, considerando as implicações dessa aceleração para a autonomia humana e as temporalidades não hegemônicas.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Entre em contato conosco:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7nilPYHyPTpr24THJX-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC-Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.comSiga o podcast e acompanhe os próximos episódios!

Cultura FM Brasília
Educador Social Voluntário está com inscrições abertas

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Jan 27, 2026 1:48


A Secretaria de Educação do DF está com inscrições abertas para Educador Social Voluntário. São oito mil e quinhentas vagas, distribuídas entre as quatorze Coordenações Regionais de Ensino do Distrito Federal.

Genial Podcast

Ouro superou US$ 5.000 pela primeira vez e prata atingiu recorde com retomada da estratégia de proteção contra desvalorização cambial.

Genial Podcast

Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
Mídia, capital e poder: comunicação e jornalismo no capitalismo globalizado e financeirizado

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 21:40


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autora do podcast: Danielle Fernandes Rodrigues Furlani, bolsista PIPC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo “Comunicação e jornalismo no mundo capitalista globalizado e financeirizado: uma visão a partir da Economia Política da Comunicação”, de autoria de Patrícia Maurício. O texto integra a obra “Economia Política da Comunicação, da Cultura e da Informação”, organizada por Eula Dantas Taveira Cabral e publicada pela Meus Ritmos Editora em 2025.  Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.Cabral.Análise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.Cabral.Conheça o nosso grupo de pesquisa!Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilEmail: coloquio.epcc@gmail.com

Filipe Villegas
#26/1 - Dólar recua com especulação de coordenação EUA-Japão

Filipe Villegas

Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 9:16


Ouro superou US$ 5.000 pela primeira vez e prata atingiu recorde com retomada da estratégia de proteção contra desvalorização cambial.

Atualpa - Palestra Pública
Esquecimento do passado - palestra: 25/01/2026

Atualpa - Palestra Pública

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 57:40


KARDEC, Allan. Esquecimento do passado. In: O LIVRO dos espíritos. Coordenação de Allan Kardec; tradução de Guillon Ribeiro. 93. ed. 11. impr. Brasília: Federação Espírita Brasileira, 2022. pt. 2, cap. 7, q. 392-399, p. 209-213. Obras básicas e complementares da Doutrina Espírita. (live no YouTube). Palestrante: Cassius Vantuil

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura
Economia para quem? O mercado e o jornalismo econômico

Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura

Play Episode Listen Later Jan 25, 2026 21:39


Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Autor(a) do podcast: Maria Luiza de Paiva Cruz, bolsista PIC do grupo de pesquisa EPCC da FCRB.Podcast sobre o capítulo "Jornalismo econômico e capital financeiro: uma análise nos jornais O Globo e Valor" de autoria de Larissa Morais e Patrícia Maurício. Sobre Economia Política da Comunicação e da Cultura, canal do grupo de pesquisa Economia Política da Comunicação e da Cultura (EPCC) da Fundação Casa de Rui Barbosa.Coordenação do canal: Dra. Eula D.T.CabralAnálise e correção do roteiro e fichamento do episódio: Dra. Eula D.T.CabralConheça o nosso grupo de pesquisa:Site: https://epccbrasil.wixsite.com/epcc2Canal no Youtube: EPCC Brasil - https://www.youtube.com/channel/UC7niIPYHyPTpr24THJx-hiw/featuredPágina no Facebook: EPCC - Economia Política da Comunicação e da CulturaInstagram: @epcc.brasilE-mail: coloquio.epcc@gmail.com

Biologia In Situ
220 - Tarifa zero no transporte público

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Jan 23, 2026 36:23


Olá, bio-ouvintes! Dessa vez pegamos a estrada para refletir sobre como o alto custo com o deslocamento representa uma barreira social e de mobilidade urbana.  Quem conversa conosco é Glaucia Pereira, doutorada em Desenvolvimento Sustentável e que estuda mobilidade urbana. Falamos sobre o movimento histórico e atual implementação da Tarifa Zero no transporte público, assunto que vem sendo muito discutido em várias perspectivas econômicas e sociais.   Perfil da Glaucia no google acadêmico   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Convidada: Glaucia Pereira. Edição e mixagem de áudio: Tales Barretto. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 220 - Tarifa zero no transporte público. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Convidada: Glaucia Guimarães Pereira. Edição e mixagem de áudio: Tales Ramos Barretto. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 22 de janeiro de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/220-tarifa-zero-no-transporte-publico/.

Cealecast
CEALE DEBATE - ABAlf: diálogos com professoras(es) alfabetizadoras(es) (30/03/2021)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 94:01


O primeiro Ceale Debate de 2021 recebe o professor Lourival Martins e a professora Adelma Mendes, atuais presidente e vice-presidente, respectivamente, da Associação Brasileira de Alfabetização (ABAlf), para dialogar sobre ações da Associação nos embates e debates sobre alfabetização e sobre espaços de participação de professoras(es) alfabetizadoras(es) nessas ações. Fundada em 2012, a ABAlf é uma organização que nasce com o objetivo de articular, acompanhar e fomentar pesquisas e políticas públicas no campo da alfabetização. Em função de seus objetivos traz para si atores e instituições que somam os mesmos ideais no campo da alfabetização. Por esse prisma, a ABAlf tem por princípios fundamentais o diálogo, a troca e o agir. Assim, quais são os diálogos que a Associação vem estabelecendo com as(os) alfabetizadoras(es)? Qual é o lugar das(dos) docentes dos anos iniciais na ABAlf? Essas são algumas das questões que serão levantadas na live de março do Ceale Debate.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG. Francisca é a atual diretora do Ceale e Maria José é pesquisadora do Ceale.

Cealecast
CEALE DEBATE - Ser professora alfabetizadora: percursos, experiências e aprendizados (26-10-21)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 111:03


O Ceale Debate de outubro será uma homenagem às professoras e aos professores. Neste mês em que se comemora o Dia do Professor, receberemos as professoras alfabetizadoras Dulce Constantina, Kely Souto e Simone Pereira para uma conversa sobre vivências e aprendizados a partir de suas trajetórias como docentes: quando decidiram ser professoras e alfabetizadoras (ou quando seus caminhos as levaram a atuar na alfabetização/anos iniciais), quais os principais desafios de suas carreiras e as conquistas experimentadas nesse percurso.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Cealecast
CEALE DEBATE: Alfabetização e letramento na sala de aula - Magda Soares (08/09/2020)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 123:00


Após muitas pesquisas e estudos sobre alfabetização e letramento, Magda Soares, depois de se aposentar na UFMG, envolveu-se há já 12 anos em um trabalho voluntário de desenvolvimento profissional das professoras e professores da pré-escola e dos anos iniciais do ensino fundamental em uma rede municipal de educação (Lagoa Santa, MG). A vivência no cotidiano das salas de aula, em estreita interação com as/os professoras/es e com as crianças permitiu analisar e criar práticas de ensino à luz de teorias de desenvolvimento e aprendizagem, e formular uma ação educativa de alfabetização e letramento que tem revelado muito bons resultados. Neste Ceale Debate de setembro, vamos conversar com Magda sobre seu novo livro "Alfaletrar - Toda criança pode aprender a ler e a escrever", que pretende socializar essa ação educativa que ganhou a denominação de ALFALETRAR.Coordenação Ceale Debate: professora Francisca Maciel (FaE/UFMG)

Cealecast
CEALE DEBATE - Língua, variação e ensino (19/11/21)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 108:54


O Ceale Debate de novembro recebe o professor Marcos Bagno para uma conversa sobre língua, variação e ensino. Em sua trajetória de pesquisador e professor, Marcos Bagno tem defendido que "A variação é da própria natureza das línguas humanas, mas tradicionalmente é vista como um 'problema', como algo que precisa ser 'eliminado' para que se elabore uma 'norma' uniforme e homogênea. Essa visão tem sido contestada há pelo menos 50 anos, e isso tem impactado também o ensino de língua na escola".Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Cealecast
CEALE DEBATE - Desafios na gestão da educação básica na pandemia e perspectivas para 2021 (27/04/21)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 119:27


Quais os principais desafios enfrentados na gestão da educação básica em tempo de pandemia e quais as perspectivas para 2021?Para dialogar sobre essas questões, no Ceale Debate de abril, convidamos a secretária de Educação da prefeitura de Belo Horizonte (MG), Ângela Dalben, e a secretária de Educação da prefeitura de Cascavel (PR), Marcia Aparecida Baldini. Em foco, estão os principais desafios enfrentados na gestão da educação básica nas duas secretarias em 2020, devido à pandemia da covid-19, as soluções implementadas e quais são as perspectivas e os encaminhamentos para 2021.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Cealecast
CEALE DEBATE - Diário de ideias e suas possibilidades no contexto de pandemia

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 69:58


Dia 11/08/2020, às 19h. O contexto atual de nossa sociedade, de pandemia em relação à COVID-19, convida-nos a muitas reflexões no campo da educação. Diante desse desafio, neste Ceale Debate de agosto vamos discutir as possibilidades do Diário de ideias, desenvolvido pela professora Luciana Muniz, como uma experiência metodológica potencializadora para favorecer a efetiva aprendizagem da leitura e da escrita, conectando as experiências da criança com as pessoas que estão próximas a ela, em um processo de leitura de mundo, conhecimento de si mesma, potencializando a qualidade de atuação com a leitura e a escrita no exercício protagonista da criança na sociedade. O eixo central do Diário de ideias consiste em um caderno personalizado no qual cada criança registra suas experiências de forma espontânea utilizando diferentes formas de expressão humana. As crianças escolhem livremente o que, quando e como desejam se expressar, enfatizando no processo de aprendizagem a importância do experienciar, registrar e compartilhar.A leitura e a escrita vão se constituindo como processos de expressão, comunicação e criação, pelo interesse e a disposição das crianças para se expressarem em um espaço próprio, como no Diário de ideias, que possibilita documentar o que vive em seu cotidiano, o que imagina e o que cria. Um resgate profundo do diálogo e das narrativas das crianças, da ampliação dos processos de comunicação e das relações afetivas. Promove, assim, interações dos familiares com os aprendizes e tantos outros com quem convivem, em um processo de aprendizagem compartilhada, e oportuniza a observação e o acompanhamento conjunto dos interesses, gostos, preferências, potencialidades, dificuldades e necessidades dos aprendizes.Coordenação Ceale Debate: professora Francisca Maciel (FaE/UFMG)

Cealecast
CEALE DEBATE - O ensino de Ciências Humanas e da Natureza no Ensino Remoto Emergencial (25/05/21)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 107:31


Neste mês, o Ceale Debate tematiza interdisciplinaridade, autoria docente e aprendizagem da leitura e da escrita. Nossa convidada é a professora Flávia Helena Carneiro, que atua no 1º ciclo do ensino fundamental do Centro Pedagógico da UFMG, para compartilhar um pouco de sua experiência e suas reflexões sobre desafios e possibilidades do Ensino Remoto Emergencial, sobre os processos de criação e transformação de roteiros de estudos elaborados na pandemia e suas interfaces com o processo de alfabetização e letramento, trazendo para a cena os Projetos Didáticos Autorais Docentes.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

La.Con.Quem?
VISIBILIDADE TRANS: Corpo, Ciência e Autoria | LA.CON.QUEM #41

La.Con.Quem?

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 6:10


Visibilidade não é apenas sobreviver às estatísticas; é sobre o direito de produzir vida, conhecimento e memória.Neste episódio especial do Mês da Visibilidade Trans, o LA.CON.QUEM reúne quatro pesquisadores e ativistas — Marcelo Silva (Aquatrans), Maya Alves (Historiadora/UFRJ), Céu Cavalcante (UFRJ) e Nlaisa Luciano (Artista/Fiocruz) — para projetar narrativas que vão além da violência.Eles discutem como a população trans está ocupando a universidade e o esporte, não mais como "objeto de estudo" ou "corpo estranho", mas como autores e protagonistas da própria história.Neste debate sobre cidadania e vanguarda:

Cealecast
CEALE DEBATE - Paulo Freire: alfabetização e letramento (02/07/21)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 117:34


Magda Soares discute o conceito de alfabetização em Paulo Freire e defende a presença, em sua pedagogia, de letramento associado à alfabetização, embora esse termo não tivesse ainda entrado no vocabulário da educação em seu tempo de vida.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Cealecast
CEALE DEBATE - Legado deixado por Paulo Freire em 1963 na cidade de Angicos (31/08/21)

Cealecast

Play Episode Listen Later Jan 21, 2026 119:53


No Ceale Debate de agosto, a professora Marileide Matias irá discutir sobre o processo de alfabetização que ocorreu na cidade de Angicos, no Rio Grande do Norte (RN), em 1963, conhecido como “40 horas de Angicos”, que teve como objetivo concretizar a proposta de alfabetização popular idealizada por Paulo Freire. Em 1962, o município recebeu um grupo de estudantes universitários de várias graduações da UFRN, com a responsabilidade de fazer um levantamento cultural da população angicana, para embasar o trabalho que seria feito em 1963, em parceria com o governo do estado. Segundo dados do IBGE, o cenário de pessoas com 15 anos ou mais não escolarizadas em Angicos superava os 70%. A metodologia desse processo de alfabetização, para aquele momento, era da palavra geradora surgida do universo vocabular dos participantes, o que se caracterizava como metodologia inovadora por se distanciar de processos metodológicos tradicionais de alfabetização escolar. Esse desenho diferenciado despertou curiosidades e impactos sociais e educacionais na sociedade norte-rio-grandense e no mundo, o que levou essa experiência a entrar nas agendas e pautas acadêmicas de instituições de nível superior do mundo inteiro até os dias de hoje.Coordenação Ceale Debate: Francisca Maciel e Maria José Francisco de Souza - professoras da Faculdade de Educação da UFMG e pesquisadoras do Ceale.

Biologia In Situ
219 - Diários de uma apotecária 4

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 51:56


Olá, bio-ouvintes! Mais um episódio da nossa série Diários do Bio In Situ e comentamos os episódios 7 - "Voltando para a casa" e 8 - "Palitos de trigo", da primeira temporada do anime Diários de uma Apotecária!   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Cristianne Santos, Kawany Vitoria e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Eduarda Brum. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 219 - Diários de uma apotecária 4. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Cristianne Santana Santos, Kawany Vitoria Silva Alves e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Eduarda Brum Gonçalves. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 08 de janeiro de 2026. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/219-diarios-de-uma-apotecaria-4/.

UFOP CAST
HORA DA GEOTECNIA - #EP79 - TÉCNICAS DE BIOENGENHARIA PARA ESTABILIZAÇÃO DE TALUDES

UFOP CAST

Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 4:41


Biologia In Situ
218 - Desejos de natal da fauna brasileira

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 6:25


Olá, bio-ouvintes! Sabiam que o papai noel esse ano recebeu cartinhas de animais não humanos também? O que será que alguns animais icônicos da fauna brasileira escreveriam e desejariam para o futuro se pudessem mandar uma cartinha? Entre no clima da magia natalina conosco e confira esse episódio!   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Locução: Heloá Caramuru, Leonardo Souza, Renata Santos e Ricardo Gomes. Roteiro e edição: Ricardo Gomes. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 218 - Desejos de natal da fauna brasileira. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Locução: Heloá Caramuru Carlos,  Leonardo Vicente Souza, Renata dos Santos Pinto e Ricardo da Silva Gomes. Roteiro e edição: Ricardo da Silva Gomes. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 25 de dezembro de 2025. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/218-desejos-de-natal-da-fauna-brasileira/.

Ciencion
CienciON#E7: Especial de Natal 2025 - Arquivos do CienciON

Ciencion

Play Episode Listen Later Dec 25, 2025 13:10


Neste episódio especial de Natal, o Arquivo do CienciON é finalmente aberto. Entre fitas, memórias e reflexões, revisitamos 2025 a partir dos relatos de quem viveu o projeto por dentro. Neste episódio especial, ouvimos os relatos do professor Pedro, do professor Célio e do Igor. A gravação brinca com a ideia do João explorando um arquivo, ouvindo fitas antigas e comentando cada história, como se estivesse revisitando a memória do projeto.Pegue seu fone de ouvido e venha explorar com a genteCienciON#E7: Especial de Natal 2025 - Arquivos do CienciONRoteiro de: João Paulo Mantovan (UFABC) Edição de áudio: João Paulo Mantovan (UFABC) Participantes: Prof. Pedro Autreto (UFABC), Igor Felipe Andrade da Conceição (UFABC), Célio Fernando Figueiredo Angolini (UFABC). Revisão: Prof. Pedro Autreto (UFABC) e João Paulo Mantovan (UFABC) Edição de arte (capa): João Paulo Mantovan (UFABC).Divulgação e mídias: João Paulo Mantovan (UFABC).Coordenação Geral: Prof. Pedro Autreto (UFABC) Agradecimentos: Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEC) da UFABC

História Presente
Série Efemérides- Episódio 2- 70 anos da Conferência de Bandung

História Presente

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 80:54


Em 2025, três efemérides nos convidam a revisitar viradas decisivas do século XX. Os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial lembram o impacto global do conflito e suas marcas ainda presentes. Os 70 anos da Conferência de Bandung retomam o momento em que países recém-independentes afirmaram novos caminhos para o Sul Global. E os 50 anos da independência de Angola celebram lutas anticoloniais que redefiniram a história africana e suas diásporas. Juntas, essas datas acionam memórias, disputas e futuros possíveis.Diante disso, o LPPE decidiu produzir uma série sobre essas três efemérides, considerando seus impactos em diferentes aspectos: como o cinema, a literatura etc. No episódio inaugural de Efemérides, exploramos como o cinema representa a guerra: narrativas, estéticas, usos políticos, disputas de memória e impactos duradouros na cultura visual.Uma conversa sobre filmes, história e os modos como olhamos para os conflitos através das telas com o professor Bernardo KocherFicha técnica Coordenação do Podcast História Presente: Prof.ª Angela RobertiCoordenação da série: Prof. Flaviano IsolanRoteiro: Flaviano IsolanEntrevistadores: Bruno Cícero (Bolsista LPPE-Uerj) e Flaviano IsolanEdição de áudio e vídeo: Fernando Ribeiro (Bolsista LPPE-Uerj)Programação visual: Ingrid Ladeira

Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

ADunicamp
CONEXÃO ADUNICAMP | #Ep88 | Da Rio92 à COP30

ADunicamp

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 42:26


Da Rio92 à COP30, três décadas separam dois momentos decisivos da luta global contra a emergência climática, mas a distância entre o que foi prometido e o que foi entregue continua enorme.Em 1992, o Rio de Janeiro tornou-se palco de uma mobilização inédita da sociedade civil mundial, que ajudou a moldar convenções internacionais e a pressionar governos a reconhecerem que a devastação ambiental estava ligada ao subdesenvolvimento e às desigualdades.A solidariedade entre povos, ONGs, comunidades tradicionais e movimentos sociais marcou aquele encontro como um divisor de águas na construção de uma ética ambiental planetária.Em 2025, Belém recebeu a COP30 sob o peso de um planeta que já vive não apenas uma crise, mas uma mutação climática. Para falar sobre esse assunto, o Conexão ADunicamp entrevistou a professora Emília Wanda Rutkowski, docente da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp (FecFau), que esteve presente tanto no Fórum Global da Rio-92 quanto agora na Cúpula dos Povos da COP30.Entre retrocessos, capturas corporativas e metas insuficientes, a sociedade civil novamente assumiu o papel de resistência, pavimentando caminhos próprios em defesa da justiça climática.Neste episódio, revisitamos as memórias e análises de quem atravessou essas duas eras para entender o que avançou, o que ficou pelo caminho e quais forças populares sustentam a luta por um futuro possível.CRÉDITOSRoteiro e apresentação: Cristina Segatto e Paulo San MartinEdição: Paula ViannaEstagiária: Flávia CatussoVinheta: Magrão PercussionistaProdução e Coordenação: Fernando PivaRealização: ADunicampSiga nossas redes sociais!instagram.com/adunicampfacebook.com/adunicamptwitter.com/adunicampwww.youtube.com/@adunicamp-secaosindical3742Inscreva-se, curta e compartilhe!ADunicamp (Associação de Docentes da Unicamp)Av. Érico Veríssimo, 1479, Cidade Universitária, Campinas/SP - Telefones: (19) 35212470/(19) 35212471 / E-mail: imprensa@adunicamp.org.br

Biologia In Situ
217 - Inclusão de pessoas com deficiências

Biologia In Situ

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 38:17


Olá, bio-ouvintes! Sabe quando você se depara com calçadas irregulares, degrau muito alto, textos pequenos, falta de legenda, falta de contraste, por exemplo? Imaginem se coisas que pra muita gente passam despercebidas fossem barreiras enormes pra viver o dia a dia? Nesse episódio falamos sobre inclusão de pessoas com deficiências na sociedade moderna, o que é ser pcd e como leis garantem acessibilidade.   CONTATOS cartinhas@biologiainsitu.com.br Instagram, Facebook e LinkedIn: @bioinsitu Twitter e TikTok: @bioinsitu   APOIO Apoio recorrente na Orelo ou no Apoia.se Pix: cartinhas@biologiainsitu.com.br Também no PicPay!   CRÉDITOS Coordenação: Cristianne Santos, Heloá Caramuru, Larissa Castro, Larissa Menezes, Ricardo Gomes e Vitor Lopes. Pesquisa de pauta: Alice Saldanha e Isadora Oliveira. Revisão científica: Nadja Lopes. Roteirização: Cassio de Oliveira. Revisão textual: Sueli Rodrigues. Locução: Heloá Caramuru e Ricardo Gomes. Edição e mixagem de áudio: Náthaly Mendonça. Arte de capa: Larissa Castro.   CITAÇÃO DO EPISÓDIO (ABNT) Bio In Situ 217 - Inclusão de pessoas com deficiências. Coordenação: Cristianne Santana Santos, Heloá Caramuru Carlos, Larissa Araguaia Monteiro de Castro, Larissa Menezes de Souza Lopes, Ricardo da Silva Gomes e Vitor Estanislau de Almeida Souza Lopes. Pesquisa de pauta: Alice da Luz Saldanha e Isadora Oliveira Gondim. Revisão científica: Nadja Francisca Silva Nascimento Lopes. Roteirização: Cassio Eduardo de Oliveira. Revisão textual: Sueli Aparecida Rodrigues. Locução: Heloá Caramuru Carlos e Ricardo da Silva Gomes. Edição e mixagem de áudio: Náthaly Cintia dos Santos Mendonça. Arte de capa:  Larissa Araguaia Monteiro de Castro. [S. l.] Canal Bio In Situ, 18 de dezembro de 2025. Podcast. Disponível em: https://biologiainsitu.com.br/217-inclusao-de-pessoas-com-deficiencias/.

Noticiário Nacional
20h José Manuel Pureza é candidato à coordenação do BE

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Nov 2, 2025 5:34


Naruhodo
Naruhodo Entrevista #54: Patrícia Izar

Naruhodo

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 116:06


Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Bióloga, Mestra e Doutora em Psicologia Experimental, Professora Titular da USP, Patrícia Izar.Só vem!>> OUÇA (116min 06s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino.http://naruhodo.b9.com.br*Patrícia Izar graduou-se em Ciências Biológicas pela Universidade de São Paulo e fez mestrado e doutorado em Psicologia Experimental, também pela USP, onde hoje é Professora Titular, atuando na área de Etologia e Comportamento Animal.É co-líder do Laboratório de Etologia, Desenvolvimento e Interações Sociais, com a Dra. Briseida Dogo de Resende, onde desenvolve pesquisa em ecologia comportamental de primatas neotropicais, com ênfase em plasticidade fenotípica, desenvolvimento e cognição.Coordena pesquisas de campo de longo prazo com macacos-prego (gênero Sapajus) em três áreas de conservação: o Parque Estadual Carlos Botelho, SP, a Fazenda Boa Vista, PI e a Reserva Biológica de Una, BA.Atualmente coordena o projeto temático financiado pela FAPESP “Plasticidade fenotípica de macacos-prego (gênero Sapajus) fase 2: investigação sobre efeitos de antropização do ambiente” e projeto INCT CNPq “Uma Só Saúde e Coexistência em habitats antropuizados”, ambos envolvendo redes de pesquisa em colaboração nacional e internacional.Foi Vice-Presidente para Educação da Sociedade Internacional de Primatologia de 2016 a 2025; Presidente da Sociedade Brasileira de Primatologia entre 2023 a 2025, e Vice-Presidente entre 2018 e 2019, Secretária da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia(2020 a 2022), Membro da Diretoria da Cultural Evolution Society de 2019 a 2022 e representante da comunidade acadêmica na Comissão pró-Primatas Paulistas de 2020 a 2024. Assumiu em agosto de 2024 a vice-diretoria do Instituto de Psicologia da USP. É editora associada dos periódicos Proceedings B, Behavioural Processes e Primates.Já publicou mais de cem artigos e capítulos de livros e orientou mais de 60 trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação e graduação, e supervisões de pós-doutorado.É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 1B.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5453327164161334  *APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON.É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo

Braincast
[Método Exposto] 1. Como nascem (alguns) influenciadores

Braincast

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 31:16


O Brasil, que já foi o país do futebol, hoje é o país dos influenciadores. Alguns se chamam até de Coach, ainda que não tenham nenhum tipo de curso ou certificação para isso. Ainda assim, é verdade que eles podem mesmo influenciar o consumo e até o comportamento das pessoas. No Método Exposto vamos examinar, questionar e refletir sobre ideias muito difundidas por eles sobre desenvolvimento profissional, pessoal e financeiro. Conceitos aparentemente simples, que supostamente servem pra todo mundo, mas que podem não funcionar pra você. E o pior… podem até te prejudicar. Episódio 1: Como nascem (alguns) influenciadores Assine Audible grátis por 30 dias e ouça a segunda temporada do Método Exposto: https://www.audible.com.br/pd/Metodo-Exposto-Audiolivro/B0DCD2KG4S -- Este é um Original Audible.Produzido por: Audible Originals e B9 Escrito por: Bruno Bloch, Alexandre Potascheff e Alberto "Startup da Real" Brandão. No elenco:Jorge Lucas e Adassa MartinsAndre DaleAndre PellegrinoAdriano MartinsÉrida Castello BrancoMaíra Sá RibeiroProdução Executiva e Desenvolvimento Criativo Original Audible:Leo Neumann [Léo Nói-man] e Luiza Miguez [Luiza Mí-guêiz]Produção Executiva B9:Carlos Merigo Dirigido por: Alexandre Potascheff Gravado por: Megaphone Studio Edição de Voz, Efeitos sonoros, Sound design, Edição, Mixagem e Masterização: Gabriel Pimentel Identidade Visual:Johnny Brito Time de Conteúdo Audible Brasil: Gerente sênior - Leo Neumann [Léo Nói-man]Gerente - Luiza Miguez [Luiza Mí-guêiz]Desenvolvimento e Aquisição - Claudia Esteves [Claudia Es-TE-ves]Aquisição - Camila Leme [Camila LE-me]Coordenação - Giovana Garcez [Giovana Gar-CÊZ]Produção - Fernando Schaer [Fernando Xér] e Tim Warner [Tim UÓR-ner]Estagiária de conteúdo - Ingrid Felix [Ingridi FÉ-lix] Líder de conteúdo LATAM: Paulo Lemgruber [Paulo Lem-GRÚ-ber]Gerente-geral Brasil: Adriana Alcântara Líder de Produção Audible Studios: Mike Charzuk [TCHAR-zãk]Líder global de marca e conteúdo: Susan Jurevics [SÚ-zan diu-re-VÍX] Consultoria de desenvolvimento de conteúdo: Isadora Dias Vieira Consultoria de finalização: Marianna Romano Copyright 2023 por Audible Originals

Genial Podcast
Rafael Cortez na Conversa com Zé Márcio: "Falta de coordenação da direita impulsiona popularidade de Lula"

Genial Podcast

Play Episode Listen Later Oct 25, 2025 30:04


Explicador
Pedro Costa (PS). "João Ferreira incomparavelmente melhor"

Explicador

Play Episode Listen Later Oct 13, 2025 11:19


Pedro Costa fala sobre as missões que a socialista Alexandra Leitão deixou por cumprir para destronar o "pior presidente" que a cidade de Lisboa conheceu. "Coordenação" é o mote para o futuro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Antagonista
Cortes do Papo - A omissão do INSS na farra dos descontos

O Antagonista

Play Episode Listen Later Aug 28, 2025 29:21


A defensora pública Patrícia Bettin, coordenadora da Câmara de Coordenação e Revisão Previdenciária da Defensoria Pública da União (DPU), disse que o INSS não respondeu a ofícios enviados pela DPU com questionamentos sobre descontos em benefícios.A declaração foi dada nesta quinta-feira, 28, durante depoimento na CPMI do INSS. Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do   dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.     Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.     Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.     Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h.    Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista  https://bit.ly/papoantagonista  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br