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Mais de 18 milhões de famílias brasileiras ainda convivem com algum nível de insegurança alimentar, segundo o IBGE. Graças à atuação conjunta de organizações públicas, privadas e da sociedade civil, esses números estão diminuindo ano após ano. Mas o desafio ainda é enorme e a meta é erradicar a fome no Brasil até 2030. Para falar sobre essa missão, recebemos Geyze Diniz, presidente do Conselho do Pacto Contra a Fome, iniciativa que mobiliza diferentes setores em torno dessa causa. Também participa deste episódio Alexandre Imanishi, responsável pelas Relações Corporativas do Pacto. A apresentação é da Daniela Fasolari, diretora do Bradesco. Acompanhe! Saiba como você pode participar https://pactocontrafome.org/ WhatsApp TIA F: (11) 5283-5820, interação para receitas saudáveis #pactocontraafome #insegurançaalimentar #uniao #solidariedade #força O conteúdo a seguir exposto pela empresa convidada não representa, necessariamente, a opinião e as práticas utilizadas pelo Bradesco. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Empresas afetadas pelo tarifaço de Trump e setores impactados pelos conflitos no Oriente Médio terão acesso a R$ 18,5 bilhões em crédito. Nos Estados Unidos, um novo processo pode reduzir em cerca de 76% o potencial de exportação de etanol do país até 2027. Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal reúne pesquisadores e produtores no Vale do São Francisco. Tempo: sol e baixa umidade predominam no Centro-Oeste e em grande parte da Região Norte.
O governo federal divulgou a nova etapa do Plano Brasil Soberano, com R$ 18,5 bilhões previstos para linhas de financiamento destinadas a apoiar empresas brasileiras que atuam em setores estratégicos para a balança comercial.Sonoras:
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (23/07/2026): O governo reembalou o plano Brasil Soberano para ajudar empresas e setores afetados pelas novas tarifas americanas a produtos brasileiros. A terceira fase do programa foi anunciada ontem em cerimônia no Palácio do Planalto, após dois dias de audiências com o setor privado. O plano contará com recursos remanescentes da primeira edição do Brasil Soberano e da renegociação de dívidas rurais. O Brasil Soberano 3 terá R$ 18,5 bilhões em linhas de crédito, que serão oferecidas a empresas afetadas pelas tarifas com base na Seção 232 dos Estados Unidos. Internacional: Trump aprova acordo nuclear com Arábia Saudita Política: PT entra com ação contra Flávio, que recua e diz confiar no sistema eleitoral Metrópole: Famílias de vítimas da queda do avião da Voepass vão propor ação coletiva Cultura: Cinema perde seu grande guardiãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Falhas paralisam 3 linhas de trens e provocam caos em São Paulo .Feminicídios batem recorde no Brasil, na contramão do menor número de assassinatos em 13 anos, indica Anuário da Segurança. Bebê que morreu em creche ficou preso em grade por seis minutos antes de ser socorrido em SP, aponta investigação. Mais de mil pessoas estão fora de casa após chuvas no Rio Grande do Sul. Setores atingidos pelo tarifaço e governo divergem sobre possibilidade de aplicar reciprocidade aos EUA.
FGTS prepara distribuição de R$ 13 bilhões de lucro aos trabalhadores. E PF intima Jaques Wagner a depor sobre suspeitas de pagamentos ligados ao Master.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Governo anuncia nova linha de crédito para setores afetados pelo tarifaço dos EUA. Destroços de avião que estava desaparecido há 74 anos são encontrados por exploradores no mar. Mensagens mostram como grupo ligado ao PCC resolvia disputas e pagava policiais. Tio da capitã Michele Leão diz que o sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, preso e investigado pela morte da esposa em Belo Horizonte, era uma "pessoa ciumenta e manipuladora". França aprova proibição de redes sociais para menores de 15 anos; medida é inédita na União Europeia. Luiz Carlos Barreto, expoente do cinema brasileiro, morre aos 98 anos.
Ouça o que movimentou o mercado nesta quarta-feira.
As reuniões com os setores afetados continuam enquanto a nova tarifa americana começa a valer nesta quarta-feira.
No 3 em 1 desta terça-feira (21), o destaque foi que o vice-presidente da República Geraldo Alckmin (PSB), acompanhado pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, iniciou nesta terça-feira (21) as reuniões com os representantes dos setores atingidos pelo novo tarifaço americano. A intenção é buscar alternativas e entender como o governo poderá ajudar os setores. Na primeira reunião com representantes da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a associação se posicionou contrária à aplicação da Lei de Reciprocidade. Reportagem: Beatriz Souza. Apesar das manifestações oficiais do governo brasileiro sobre o tarifaço, nos bastidores a avaliação é de que as negociações com os Estados Unidos seguem travadas. A estratégia brasileira tem sido conversar com empresas americanas para que essas façam pressão no governo de Donald Trump. Reportagem: Eliseu Caetano. Um levantamento da Real Time Big Data sobre as intenções de voto nas eleições de 2026 mostra o atual presidente Lula (PT) liderando com 40%, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 33%. Outro levantamento interessante mostra um cenário de segundo turno entre o presidente Lula e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), onde o petista aparece com 43% das intenções e Caiado na frente com 44%. O deputado federal Lindbergh Farias (PT) criticou a concessão do ‘green card' ao ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Lindbergh classificou a medida como uma recompensa por Eduardo ter articulado com aliados do presidente norte-americano Donald Trump contra o Brasil. O ex-deputado foi condenado por sua atuação de coerção contra autoridades brasileiras e teve seu mandato cassado. Durante a convenção da federação União-Progressista, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) realizou diversos acenos ao presidente do PP, Ciro Nogueira. O gesto foi visto como uma tentativa de distensionar a relação com Ciro, e também de dar força ao nome da deputada federal Simone Marquetto (PP) para compor a chapa como vice. Na convenção estadual que aconteceu na última segunda-feira (20), a federação União-PP consolidou o apoio à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. No evento, Flávio realizou acenos ao diretório nacional do partido, em busca de apoios mais fortes à sua campanha. Reportagem: Misael Mainetti. Um interlocutor ligado ao presidente Lula (PT) revelou à reportagem da Jovem Pan que ainda não existe nenhuma decisão tomada com relação à ida do presidente em qualquer tipo de debate. A especulação é de que o presidente deve repetir a estratégia de 2022 e não comparecer a todos. Reportagem: André Anelli. A Polícia Federal realizou nesta terça-feira (21) a apreensão de carros de luxo atribuídos à Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como ‘Careca do INSS'. A apreensão ocorreu no Distrito Federal e faz parte de uma nova fase da Operação Sem Desconto. O plano de governo do ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de São Paulo,Fernando Haddad (PT), deve ser divulgado no mês de agosto. Interlocutores revelaram à reportagem da Jovem Pan que ainda devem haver reuniões para definir pontos nas áreas da saúde e da educação para tentar rebater o plano de governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Reportagem: João Vitor Revedilho. O presidente americano Donald Trump afirmou nesta terça-feira (21) que os Estados Unidos devem atacar a montanha de Pickaxe, que fica na região central do Irã. O local abriga o coração do programa nuclear do país. A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) e recomendou a demissão do cargo de escrivão por abandono. Reportagem: Julia Fermino. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tarifaço de Trump: governo deve iniciar nesta terça reuniões com setores afetados pela nova taxa. Câmara responde STF sobre emendas e diz que indicações seguiram regras e são transparentes. Número de brasileiros que votam no exterior cresce 32% e chega a 919 mil; veja principais cidades. Presidente da Nicarágua anuncia fim das eleições no país. Área queimada no Brasil cai 31% em 2025; Cerrado concentra 69% do total.
EUA fazem ataques a pontes e aeroporto do Irã, que retalia contra bases americanas. E incêndios florestais no Canadá ligam alerta em Nova York e podem afetar final da Copa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No Pé do Ouvido, hoje com Luiza Silvestrini, você escuta essa e outras notícias: Custo da alimentação saudável aumentou 25% em cinco anos no mundo;União Europeia ordena que Google remova restrições a empresas rivais de inteligência artificial nos smartphones Android;Dicas culturais da Ladrilho Hidráulico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Setores do café e do arroz brasileiros pediram aos Estados Unidos a isenção das novas tarifas de importação, que podem atingir milhares de produtos nacionais. No algodão, as exportações brasileiras tiveram forte avanço em junho, com crescimento de mais de 60% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o setor de suco de laranja registrou queda nas receitas com exportações na safra 2025/2026. No tempo, a geada continua presente na Região Sul, enquanto o ar seco aumenta o risco de queimadas no Centro-Oeste e no Sudeste.
Setores dos EUA e do Brasil pedem exceções à tarifa de 25% durante audiências. E Trump chama árbitro brasileiro de 'suspeito' e admite ter pedido revisão de cartão vermelho a Infantino.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a participação de Leonardo Silvestre, consultor do setor sucroenergético da IMG
Confira no Morning Show desta quarta-feira (03): O secretário de estado americano, Marco Rubio, afirmou que a maioria dos países da américa latina são amigáveis aos Estados Unidos, com exceção de Brasil, Cuba, Nicarágua e do presidente da Colômbia, Gustavo Petro. A fala veio logo após a taxação de 25% de produtos brasileiros. Após a taxação de 25% dos produtos brasileiros, os dois pólos da política se movimentam a pouco tempo do início da campanha eleitoral. O presidente Lula (PT) realiza a segunda reunião ministerial do ano, onde deve traçar estratégias de reação aos atos americanos e de entrega de obras antes da campanha. Já Flávio Bolsonaro (PL) divulgou o envio de uma carta à Donald Trump pedindo que não taxe empresas brasileiras, fato que pode prejudicar sua tentativa de chegar ao Planalto. Durante agenda do governo federal, o presidente Lula (PT) insinuou que a nova rodada de taxações de produtos brasileiros pelos EUA aconteceram por conta da visita de Flávio Bolsonaro (PL) à Donald Trump. Segundo o presidente, os filhos de Jair Bolsonaro (PL) “foram pedir para que um país estrangeiro se intrometer nas decisões brasileiras. São traidores”. A pesquisa PoderData divulgada nesta quarta-feira (03) avaliou a percepção dos brasileiros sobre a medida dos EUA de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. Segundo o levantamento, 53% dos entrevistados aprovam a iniciativa do governo americano. O Ministério Público de São Paulo pediu a condenação de sete policiais civis e outros quatro investigados no âmbito da Operação Tacitus, que apura um esquema de lavagem de dinheiro, extorsão e cobrança de propina milionária envolvendo o empresário Antônio Vinícius Gritzbach. Matéria da Revista Piauí revela investigação da Polícia Federal em empresa de maquiagem “We Pink” da influênciadora Virgínia Fonseca. Segundo a revista, não há denúncia formal, apenas a investigação sobre movimentações financeiras milionárias entre a marca e investidores. O presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre (União) afirmou que não será um “carimbador” da aprovação da PEC do fim da escala 6x1. Para Alcolumbre é necessário que o Senado leve o tempo que for preciso para avaliar o projeto e sugerir mudanças no texto. Setores contra a PEC já manifestaram que conversariam com senadores para travar a pauta e obter concessões para entidades patronais. Em entrevista ao jornal espanhol El País, o cantor Caetano Veloso afirmou que “parece que o Brasil é irrecuperável” e criticou o exagero do identitarismo na esquerda dizendo que a forma como esses temas estão sendo tratados são “contraproducentes”. Um Influenciador paranaense registrou um suposto ovni no céu da zona rural de Curitiba. Nas redes sociais Mayk Leão afirmou que viu luzes que “não são daqui (terra)”. A Força Aérea Brasileira emitiu uma nota negando que o vídeo se tratasse de uma nave espacial e que nada anormal foi registrado na região. A cantora mineira Roberta Campos lançou o disco “Coisas de Viver a Dois”, com participações de Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Mariana Froes e outras participações em todas as faixas. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
O petróleo segue no centro das atenções com o conflito entre EUA, Irã e Israel. O que podemos esperar da commodity nos próximos meses? E os efeitos nas empresas brasileiras?Neste episódio do Itaú Views, Laura Pitta, economista do Itaú Unibanco, e Eric Mello, analista de Petróleo & Gás do Itaú BBA, conversam sobre os impactos da guerra nos preços do petróleo, os riscos para o mercado global e os reflexos para empresas brasileiras como Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3), Vibra (VBBR3) e Ultrapar (UGPA3).O episódio também aborda perspectivas para o Brent e os principais riscos geopolíticos para os próximos meses.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA.EmailInstagramTelegramYoutube00:00 - Ibovespa ainda tem espaço para subir?00:53 - O que revelou a pesquisa com investidores institucionais02:08 - O que movimentou a Bolsa brasileira em 202604:38 - Otimismo cauteloso do mercado e cenário econômico06:10 - Lucros das empresas e impacto nos investimentos08:15 - Petróleo, inflação e reflexos na Bolsa10:20 - Expectativas para a CEO Conference do Itaú BBA12:05 - Setores mais promissores da Bolsa brasileira15:10 - Empresas que podem se destacar em 202617:20 - O comportamento do investidor institucional19:35 - Juros, economia global e perspectivas para o mercado21:40 - Construção civil, varejo e consumo em pauta24:00 - Riscos econômicos e pontos de atenção do mercado26:00 - Fluxo estrangeiro e oportunidades na Bolsa28:05 - O que pode impulsionar o Ibovespa nos próximos meses30:05 - Cenário final: cautela ou oportunidade para investir?
Com o Bitcoin voltando a ganhar força e a Bolsa brasileira passando por ajustes após uma forte valorização, investidores acompanham os próximos sinais para entender onde ainda há oportunidades. Neste episódio de Radar do Investidor, Lucas Josa, especialista em Criptoativos do BTG Pactual, e Bruno Henriques, diretor-executivo do Research do BTG Pactual, analisam o momento do mercado cripto e a temporada de balanços no Brasil. Assuntos abordados: 00:00 – Introdução 00:44 – Cenário de Bitcoin 05:00 – Cenário da Bolsa brasileira 09:00 – Questões regulatórias dos criptoativos 12:25 – Setores em destaque na temporada de balanços 16:13 – Hyperliquid (HYPE) 22:50 – IA nas empresas brasileiras 25:21 – Perspectivas para a classe de criptoativos 28:47 – Perspectivas para a Bolsa brasileira 29:43 – Encerramento
NESTA EDIÇÃO. Alta do petróleo já está causando destruição de demanda, diz IEA Governo anuncia decreto que vai obrigar distribuidoras a publicarem margens brutas para acesso à subvenção. Itaipu mira tarifa menor e unificada para Brasil e Paraguai a partir de 2027. Aneel notifica Enel SP a prestar esclarecimentos em processo que pode levar à recomendação de caducidade da concessão. ***Locução gerada por IA
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) disponibiliza aos seus setores suporte técnico para produção e registro de publicações institucionais por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). A iniciativa busca ampliar a difusão de conteúdos técnicos e científicos e padronizar os materiais produzidos no âmbito da instituição.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Quando a Selic começa a cair00:58 O que realmente acontece quando os juros caem01:28 A Selic como “freio de mão” da economia02:14 O primeiro impacto: crédito e economia real03:13 Por que construção civil e varejo reagem primeiro04:10 Como a queda dos juros aumenta o lucro das empresas05:47 Setores da Bolsa mais sensíveis aos juros06:22 A migração do dinheiro da renda fixa para a Bolsa06:45 Por que investidores mudam de comportamento08:08 A oportunidade escondida na renda fixa08:55 Como funciona a marcação a mercado10:25 Os três grandes efeitos da queda dos juros11:22 Conclusão
No episódio de hoje do Genial Analisa, recebemos Antônio Barreto, head de análise da Verde Asset, uma das gestoras mais respeitadas do país. Vamos mergulhar na estratégia de quem observa o mercado com cautela e precisão para entender: com a alta recente, ainda faz sentido falar em "Bolsa barata"?Barreto revela onde a equipe da Verde está encontrando valor real no Brasil, quais setores oferecem a melhor relação risco-retorno e como o cenário macroeconômico molda as próximas grandes apostas da gestora.
Neste Kinea em Ação, Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP, apresenta o cenário da bolsa brasileira em 2026, o fluxo recorde de capital estrangeiro e o potencial de crescimento do mercado mesmo em um conturbado cenário eleitoral.Por Rafael Oliveira, gestor dos fundos de ações da Kinea.
Sonora: Raquel Carneiro, Diretora da Artesp - Setores Beneficiados by Governo do Estado de São Paulo
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Donald Trump diz que se dá 'muito bem' com Lula e 'adoraria' recebê-lo na Casa Branca. Senado da Argentina aprova redução da maioridade penal para 14 anos. Gilmar Mendes suspende quebra de sigilos de empresa ligada a Dias Toffoli. Setores econômicos defendem PEC do emprego para gerar mais postos formais. José Antônio Encinas Manfré assume presidência do TRE-SP em ano eleitoral.
Referências do EpisódioNew Dohdoor malware campaign targets education and health careMeta Takes Legal Action Against Scam AdvertisersAPT37 Adds New Capabilities for Air-Gapped NetworksRoteiro e apresentação: Carlos CabralEdição de áudio: Paulo Arruzzo Narração de encerramento: Bianca Garcia
Neste episódio do Vamos de Vendas, Gustavo Pagotto recebe Daniela Fantinati, Diretora de CX, Parcerias e Soluções de Novos Negócios do Aeroporto Internacional Dr. António Agostinho Neto (Angola) e ex-líder de Experiência do Cliente no Aeroporto de Viracopos, para uma conversa profunda sobre CRM e Customer Experience como vantagens competitivas em setores complexos.Gravado durante o evento Suporte 360º by Zoho Desk, Daniela compartilha aprendizados práticos sobre como estruturar estratégias de experiência do cliente em ambientes altamente regulados, com múltiplos stakeholders e operações críticas — como aeroportos. A conversa mostra como transformar CX de “área do encantamento” em estratégia de negócio orientada a métricas, indicadores operacionais e retorno financeiro.
O governo do Brasil é recebido em visita de Estado à Índia nesta semana, após uma cúpula internacional sobre inteligência artificial realizada pelo país asiático. No cenário das barreiras comerciais impostas pelos Estados Unidos ao resto do mundo e de alta dependência global da China, as duas potências emergentes buscam ampliar a cooperação e as parcerias comerciais bilaterais e no âmbito do Mercosul – mas têm pela frente obstáculos importantes a superar. Brasília e Nova Délhi são concorrentes em vários setores, principalmente no agronegócio (açúcar, arroz, carne bovina, derivados de soja, algodão), mas também na energia – ambos são grandes produtores de biocombustíveis –, além das indústrias química e farmacêutica. Em paralelo, os dois países buscam inserção nos mercados emergentes e em desenvolvimento na África e na Ásia. É neste contexto que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro Narendra Modi tentarão encontrar pontos de convergência, na sequência da aproximação acelerada em 2025, quando o premiê indiano foi recebido em Brasília para uma visita de Estado. “Precisa fazer a ponte. A Índia está descobrindo o Brasil e eu acho que já sabe o potencial da América Latina. E o Brasil começou a explorar Índia”, nota Umesh Mukhi, professor-associado de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Quando eu converso com pessoas, percebo que há uma lacuna de conhecimento. Acho que o papel da academia para favorecer intercâmbio, promover conhecimento atualizado, é fundamental para moldar opiniões.” Hoje, os países são parceiros comerciais ainda pouco relevantes: a Índia é o 10° destino das exportações brasileiras, num total de US$ 6,9 bilhões em 2025. O Brasil é deficitário na balança comercial com o país asiático, mas estes números estão em ascensão. "Tivemos um crescimento significativo de 30% no fluxo de comércio de 2024 para 2025, mas isso é pouco, considerando o potencial", salienta o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. Para impulsionar as trocas, a entidade inaugura um escritório no país, um mercado potencial de 1,4 bilhão de consumidores. A comitiva presidencial ilustra o novo peso que Brasília quer dar ao país: Lula chega a Nova Délhi acompanhado de cerca de 10 ministros e mais de 300 empresários. "A Apex entende que essa nova fase na relação Brasil-Índia começa com muita força a partir da viagem do presidente Lula. Com o primeiro-ministro Modi, eles vão construir uma história que vai gerar muitos recursos e possibilidades de cooperação e negócios", frisa Viana. Oportunidade para o desenvolvimento de tecnologias As oportunidades vão muito além do comércio de commodities e petróleo, salienta o especialista indiano: os serviços tecnológicos, financeiros e as áreas de defesa e aviação civil representam a possibilidade de impulso para o desenvolvimento e a inovação no Brasil. “A Índia já é uma potência tecnológica. Todas as empresas de tecnologia que fornecem serviços em outros países desenvolvidos estão aqui no Brasil, e a situação global está favorecendo esse investimento no Brasil”, explica. “Quando eu converso com empresários e executivos desses setores, brasileiros que trabalham dentro de empresas indianas, eles têm muita demanda por talento e não estão encontrando esses profissionais aqui no Brasil. Eles sempre procuram saber como o Brasil vai facilitar o intercâmbio de talentos – e, quanto mais talentos vierem, mais investimentos haverá no setor tecnológico”, diz Primeiro memorando sobre minerais críticos Por outro lado, é esperada a assinatura de um memorando de entendimento sobre minerais críticos, dos quais o Brasil detém as segundas maiores reservas do mundo. Será a primeira vez que o país estabelecerá com outra nação um acordo sobre esses minérios, estratégicos para a transição energética. “Foi uma iniciativa do Ministério de Minas e Energia, que segue a política brasileira de priorizar o tema e de manter o país aberto à cooperação internacional neste sentido, para trazer valor agregado à produção nacional”, detalhou Susan Kleebank, secretária do Itamaraty para a Ásia e o Pacífico, em briefing à imprensa. “Para que não apenas tenhamos o minério, mas possamos produzir e processar esse minério aqui, chegando a resultados para a nossa indústria e a nossa segurança nacional”, completou. Acordo Índia-Mercosul A viagem também será uma ocasião para o presidente discutir as oportunidades de expansão do comércio com os países do Mercosul. Desde 2009, está em vigor um Acordo de Preferências Tarifárias que reduz as taxas de importação entre a Índia e o bloco sul-americano para uma lista limitada de produtos, contemplando apenas 14% da pauta exportadora brasileira. “Com as mudanças no cenário geopolítico, eu acho que existe uma possibilidade de acelerar, da mesma maneira que a Índia conseguiu acelerar o processo com a Europa”, aponta Mukhi. Em janeiro, Nova Délhi firmou um amplo pacto de livre comércio com a União Europeia, que vai eliminar 97% das tarifas em vigor no comércio bilateral. A ofensiva comercial de Donald Trump contra indianos e brasileiros leva as duas potências a tentarem aumentar o escopo do tratado atual, aposta o professor-associado da FGV. “Eu acho que isso é questão interna, de como o Mercosul se disponibiliza para facilitar esse processo. Vai exigir que a gente saia de nossa zona de conforto e tome algumas decisões duras. Alguns setores vão ser afetados, mas cada setor tem que se adaptar”, indica, referindo-se à agricultura. “Apesar de ser a quarta economia do mundo, a Índia ainda tem grande parte da população de pequenos produtores dependendo da agricultura familiar. Quando você tem um acordo que prejudica essa fatia da população, é um pouco arriscado”, complementa. Leia tambémMacron vai à Índia debater IA, de olho na ampliação do comércio bilateral com o país
Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista. A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.
Rali global dos bonds perde fôlego com yields dos Treasuries em alta modesta e índice dólar operando em leve alta.
Saúde, Educação e Transportes devem sofrer as maiores perturbações. Ainda há espaço para o diálogo? CIP, CGTP, Fectrans, Fenprof e Administradores Hospitalares antecipam impacto do protesto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (08/12/2025): Há quase uma década, predominavam nos investimentos chineses no Brasil as grandes fusões e aquisições, sobretudo em energia. Esse perfil mudou radicalmente. Hoje, as transações são menores, mas elas acontecem em maior número e em mais setores, conforme estudo realizado pela butique de investimentos Araújo Fontes. As fusões e aquisições caíram, enquanto o investimento em novos projetos aumentou. Em 2021, praticamente metade dos recursos investidos no País ia para empreendimentos que se iniciam do zero. Em 2023, o total chegava a 90%. A instalação dos grandes conglomerados da nação asiática no Brasil tem atraído empresas chinesas de menor porte. Na prática, são outras companhias que se estabelecem aqui para trabalhar principalmente para as grandes corporações da China. E mais: Política: Flávio admite desistir de candidatura, mas diz ter ‘um preço para isso’ Economia: Ceia de Natal deve ficar 3,5% mais cara neste ano Internacional: Opositor de Maduro morre na prisão em Caracas; EUA falam em ‘regime criminoso’ Metrópole: 80% das delegacias da mulher do País descumprem a lei e não funcionam 24h Esporte: Tetracampeonato faz de Rayssa a maior vencedora de sua geraçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (21): O deputado federal Guilherme Derrite (Progressistas) conversou com exclusividade com a Jovem Pan News sobre o Projeto Antifacção e fez duras críticas ao governo federal. Para o secretário de Segurança Pública de São Paulo, o projeto marca o início de uma virada no setor de segurança. Reportagem de Misael Mainetti. O Banco de Brasília (BRB) definiu Nelson Antônio de Souza como novo presidente da instituição, em meio à crise provocada pela Operação Compliance Zero. O escolhido pelo Conselho de Administração tem 45 anos de experiência no setor financeiro. Reportagem de Igor Damasceno. Setores do agronegócio celebraram a decisão dos Estados Unidos de reduzir as tarifas de 40% sobre produtos brasileiros, como manufaturados, têxteis e itens agrícolas. A retirada do tarifaço resulta das negociações iniciadas após o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump, além da atuação da equipe econômica e do Itamaraty. Reportagem de Matheus Dias. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), comentou a decisão de Donald Trump de retirar as tarifas sobre produtos brasileiros e afirmou que os ruídos entre os dois países foram superados. Reportagem de Igor Damasceno. Os Estados Unidos confirmaram a retirada das tarifas de 40% que incidiam sobre 269 produtos brasileiros. Entre os itens beneficiados estão café, carne, açaí e cacau. A Jovem Pan News ouviu sobre o tema o diretor do Conselho Geral dos Exportadores de Café do Brasil, Marcos Antonio Matos. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, pediu a prisão e extradição do deputado Alexandre Ramagem (PL), visto nos Estados Unidos após ser condenado por tentativa de golpe de Estado. O PSOL também pediu a prisão imediata do parlamentar. Reportagem de Rany Veloso. Após o incêndio que atingiu o pavilhão dos países na área exclusiva da COP30, o evento seguirá normalmente, mas o encerramento foi adiado para sábado (22). O presidente Lula (PT) não participará, pois está na África do Sul para a Cúpula do G20. Reportagem de Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu às falas de seis congressistas democratas que orientaram militares americanos a desobedecer o comando presidencial. Trump classificou o movimento como ‘traição' e sugeriu pena de morte aos parlamentares. Reportagem de Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O governo brasileiro comemorou o anúncio do presidente Donald Trump sobre o fim das tarifas impostas aos produtos agrícolas do Brasil. No entanto, as negociações continuam para remover sobretaxas que ainda afetam outros setores. O Ministério das Relações Exteriores destacou a importância da medida e reafirmou seu compromisso com o diálogo contínuo para beneficiar mais áreas econômicas. Veja também: falta de consenso pode ampliar duração da COP30, em Belém (PA).
Como funcionam as estratégias Long Only e Long & Short e em quais momentos cada uma se destaca? Este é o terceiro episódio da série Estratégias de Gestão em Bolsa, que explica as principais estratégias em renda variável. Desta vez, o foco está no Long Only e no Long & Short. Recebemos Bruno Savaris, gestor da família de fundos Itaú Hunter, e Rodrigo Araújo, Portfolio Specialist da Itaú Asset, para explicar as diferenças entre as duas estratégias, como se comportam em diferentes ciclos econômicos e quais as expectativas para 2026. Participantes: Bruno Savaris e Rodrigo AraújoSérie: Estratégias de Gestão em BolsaTema: Conheça as estratégias Long Only e Long & Short Saiba mais sobre o Itaú Hunter Total ReturnSaiba mais sobre o Itaú Hunter Long Only Siga o Mind Asset na sua plataforma favorita e acompanhe os próximos episódios. Antes de investir, verifique o seu perfil.00:00 Abertura1:07 Principais diferenças entre Fundos Long Only e Long & Short4:18 Como ter posições compradas e vendidas em ações6:57 A composição do Long & Short 8:53 Os melhores mercados e cenários para o Long & Short11:45 Long Only e os ciclos econômicos 14:05 A mudança no desempenho da bolsa de 2024 para 202516:40 Setores em destaque na bolsa21:40 Equilíbrio entre risco e retorno no Long & Short23:36 O que analisar além das métricas de preço28:16 Estratégias do Itaú Hunter Long Only e do Itaú Hunter Total Return30:38 Expectativas para a Renda Variável em 202633:26 Como investir nos diferentes ciclos de mercado
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): Além do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), as defesas de outros seis réus do núcleo principal da trama golpista apresentaram embargos de declaração contra a condenação por tentativa de golpe de Estado em 2022. Assim como Bolsonaro, parte dos réus alegou cerceamento de defesa. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), definiu o cronograma de votações da semana. A prioridade é a aprovação de projetos ligados à agenda econômica, entre eles a proposta que aumenta as penas para adulteração de alimentos e bebidas. O mercado financeiro reduziu a previsão de inflação para 2025, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (27). A estimativa passou para 4,56%, e a de 2026 também caiu, de 4,27% para 4,20%. Brasil e Estados Unidos estabeleceram um cronograma de reuniões para discutir acordos bilaterais. O primeiro encontro ocorreu na Malásia, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deve viajar aos EUA para dar andamento às conversas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escalou Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e o chanceler Mauro Vieira para destravar as negociações com Donald Trump. Setores mais afetados pelo tarifaço pedem maior celeridade nas tratativas. Após a absolvição de sete acusados pelo incêndio no Ninho do Urubu, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) recorreu da decisão. O episódio, ocorrido em 2019, deixou 10 mortos. A nova pesquisa Paraná Pesquisas mostrou que o presidente Lula tem 49,2% de desaprovação e 47,9% de aprovação. Apesar do saldo negativo, o resultado representa uma melhora em relação à última sondagem, quando a aprovação era de 42,9%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), retorna nesta terça-feira (28) a Brasília após um mês de agendas no estado. Entre os compromissos, está previsto um encontro com o presidente do STF, Edson Fachin. O shutdown do governo americano já dura mais de um mês e segue afetando o cotidiano da população. Nos últimos dois dias, mais de 13 mil voos foram prejudicados pela falta de controladores de tráfego aéreo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Podcast Genial Analisa recebe Adriano Thiago, gestor da Tenax Capital, para uma conversa sobre os setores que estão se destacando na Bolsa e onde podem estar as melhores oportunidades de investimento agora.Bancos, saneamento, elétricas… quais ainda têm espaço pra subir? E quais já estão no preço?O especialista da Tenax explica como a casa está posicionando seus fundos e o que enxerga para o mercado nos próximos meses.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma semana após o início do tarifaço dos Estados Unidos, o governo federal vai apresentar o plano de ajuda aos setores atingidos. O presidente Lula assina a medida provisória com o pacote nesta quarta (13) no Palácio do Planalto. Além de uma linha de crédito de R$ 30 bilhões, o governo deve criar um programa de compras governamentais de produtos perecíveis afetados pela tarifa de 50% nas exportações para os Estados Unidos. E ainda: Defesa Civil de São Paulo alerta para baixa umidade do ar no interior do estado.
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta (31): Setores não excluídos do tarifaço temem demissões e pedem para governo brasileiro abandonar ideologia e negociar com Donald Trump. Produtores de carne bovina estimam prejuízo acima de R$ 5 bilhões se não houver acordo com governo americano. Governo Lula ainda estuda medidas para tentar reduzir impactos do tarifaço. Advocacia-Geral da União avalia a contratação de um escritório nos Estados Unidos para defender ministro Alexandre de Moraes de sanções econômicas. Na reportagem especial, como funciona o mercado ilegal de peças de motos roubadas em assaltos e o Jornal da Record faz um alerta. Criminosos usam a febre do momento para enganar consumidores. Saiba como não cair no golpe do falso morango do amor.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (31/07/2025): Em um pacote de sanções políticas e econômicas, o governo Trump enquadrou o ministro do STF Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky – que aplica penalidades a estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos – e impôs tarifa de 50% a produtos brasileiros, entre eles café, carne bovina e frutas frescas. Na pauta comercial, porém, a lista de exceções tem quase 700 tópicos e inclui aviões da Embraer, celulose e suco de laranja. No primeiro semestre de 2025, o Brasil exportou US$ 20 bilhões para os EUA. Do total, US$ 8,2 bilhões (41%) correspondem a produtos na lista de exceções. O ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) afirmou ter dito ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que “é inaceitável e descabida a ingerência na soberania nacional no que diz respeito a decisões do Poder Judiciário do Brasil”, referindo-se à tentativa de Trump de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. E mais: Política: Vieira se reúne com Rubio: ‘Judiciário não se curvará a pressões externas’ Economia: Copom cita tarifaço, interrompe alta dos juros e mantém Selic em 15% ao ano Internacional: França atrai mais 14 países em esforço para reconhecer Estado palestino Metrópole: Obra moderniza o Campo de Marte, que vai operar por instrumentos Esportes: Presidente da CBF é alvo da PF em apuração de crime eleitoralSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai cobrar 50% em tarifas dos Estados Unidos caso o presidente Donald Trump cumpra o anúncio de tarifar os produtos brasileiros. A tarifa de 50% está prevista para vigorar a partir de 1º de agosto. Além da reciprocidade, o presidente disse que avalia recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e propor investigações internacionais. Lula também sinalizou que manterá o diálogo aberto, e disse que o Brasil é um país onde tudo se resolve “na conversa”. "Esta questão de Lula estar chamando setores para discutirem a resposta é uma atuação política. Postura semelhante foi feita no 8 de janeiro, quando ele reuniu todos os Poderes e a Federação para a resistência democrática. O presidente tem a chance de chamar setores refratários a ele e ao PT para agirem juntos, pela soberania brasileira, uma união nacionalista", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai cobrar 50% em tarifas dos Estados Unidos caso o presidente Donald Trump cumpra o anúncio de tarifar os produtos brasileiros. A tarifa de 50% está prevista para vigorar a partir de 1º de agosto. Além da reciprocidade, o presidente disse que avalia recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e propor investigações internacionais. Lula também sinalizou que manterá o diálogo aberto, e disse que o Brasil é um país onde tudo se resolve “na conversa”. "Esta questão de Lula estar chamando setores para discutirem a resposta é uma atuação política. Postura semelhante foi feita no 8 de janeiro, quando ele reuniu todos os Poderes e a Federação para a resistência democrática. O presidente tem a chance de chamar setores refratários a ele e ao PT para agirem juntos, pela soberania brasileira, uma união nacionalista", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Trump vai quebrar o Brasil?00:55 Trump taxa em 50% o Brasil02:35 Parceiros comerciais do Brasil e EUA04:52 Setores mais impactados no Brasil05:48 Embraer (EMBR3)06:44 Seja membro do canal!08:03 Balança comercial Brasil e EUA10:45 Impactos para a economia brasileira13:04 O que fazer agora com seus investimentos
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (10/06/2025): Setores do Congresso e representantes da construção civil e do agronegócio reagiram à proposta de medidas alternativas ao aumento do IOF apresentada domingo pelo governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou “acordo” para compensar a perda de arrecadação elevando a taxação das bets e tributação de 5% nas Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e nas do Agronegócio (LCAs), hoje isentas. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que não há o compromisso de aprovação do pacote, que pode ser apresentado por MP. O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), afirmou que “eles (governo) sabem que (o Congresso) não tem como aceitar isso”. Entidades do mercado imobiliário alertaram que a taxação das LCIs vai encarecer o crédito. E mais: Economia: Para economista, ‘ou se faz alguma coisa, ou o País vai parar’ Política: Cid afirma que Bolsonaro agiu em minuta do golpe e implica Braga Netto Internacional: Trump chama fuzileiros para conter atos pró-imigrantes na Califórnia Esportes: Com Raphinha, Brasil pode garantir a vaga no MundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ao longo dos próximos anos, 4 setores vão se destacar e puxar o crescimento econômico do país. Ouça e descubra quais são. #PraCegoVer Ricardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camiseta polo azul marinho; ele fala sobre os setores fortes para 2025 #economiabrasileira #tecnologia #energiasrenováveis #agronegócio #desenvolvimento #oportunidades #crescimento #futuro #inovação #ricardoamorim #3m #industria #energia #agro #tecnologia Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
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