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Às vésperas das eleições municipais, a esquerda francesa já trava a batalha pelas presidenciais de 2027. Dividida entre o radical Mélenchon, o centrista Glucksmann e defensores de uma primária “unitária” que pode aprofundar a fragmentação, o campo progressista corre o risco de, mais uma vez, ficar fora do segundo turno. Thomás Zicman de Barros, analista político Em apenas um mês, as eleições municipais abrirão oficialmente o calendário político francês de 2026. Ninguém no campo progressista ignora, porém, que elas já funcionam como ensaio geral para 2027. A esquerda entra nesse ciclo dividida. A disputa principal parece concentrar-se em dois polos, hoje personificados por Jean-Luc Mélenchon e Raphaël Glucksmann, mas há outras forças que, em nome da unidade, podem acabar fragmentando ainda mais o cenário eleitoral. Mélenchon é o fundador da França Insubmissa e uma das figuras mais experientes da política francesa. Vindo das alas radicais do socialismo, é um orador talentoso, populista, capaz de mobilizar amplos setores populares, mas também amplamente rejeitado por parte do eleitorado centrista e por antigos aliados. Glucksmann é um rosto novo que parece ocupar o extremo oposto desse espectro. Filho de um intelectual simpático à direita, teve uma trajetória internacional controversa, assessorando líderes liberais na Geórgia e na Ucrânia, antes de retornar à França, se converter à esquerda e fundar o micro-partido Praça Pública, na órbita do Partido Socialista (PS). Hoje, encarna uma esquerda mais do que moderada, liberal, europeísta e institucionalista. A candidatura de Glucksmann responde sobretudo a um desejo antigo de setores do PS de se emanciparem de Mélenchon e da proposta de ruptura que ele representa. Desde 2017, e de forma ainda mais clara a partir de 2022, Mélenchon conseguiu se impor como figura central da esquerda francesa. Nas duas eleições presidenciais, reuniu a maior parte do eleitorado progressista e ficou a poucos votos do segundo turno. Caso tivesse conseguido unificar o campo, os votos somados de socialistas, verdes e comunistas teriam sido suficientes para levá-lo ao segundo turno. União frágil Apesar da derrota, Mélenchon saiu fortalecido. Hegemonizou a esquerda e, diante do risco de desaparecimento eleitoral dos demais partidos, impulsionou a criação da Nova União Popular Ecológica e Social, a NUPES. Impôs o programa da França Insubmissa ao conjunto da esquerda e se colocou como candidato natural a primeiro-ministro nas legislativas seguintes. Ocorria algo raro: poucas vezes no mundo a esquerda foi reorganizada a partir de sua ala mais radical. A força desse bloco, somada à fragilidade de Emmanuel Macron, impediu o presidente de obter maioria absoluta. Ao acolher o PS e outras agremiações em crise, Mélenchon também lhes garantiu sobrevivência institucional. A unidade, porém, revelou-se frágil. Tensões antigas ressurgiram, sobretudo no PS, onde nunca houve aceitação plena da centralidade da França Insubmissa. Os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023 foram um catalisador de uma desunião latente. A recusa da LFI em participar de uma marcha de solidariedade a Israel, por considerar inaceitável a presença da extrema direita e por temer a legitimação da resposta militar israelense, foi usada como pretexto para consumar o racha. É nesse contexto que Glucksmann começa a ganhar visibilidade. Candidato apoiado pelo PS nas eleições europeias de 2024, concentrou seus ataques nos mélenchonistas, sobretudo em temas de política externa. Sua lista foi a mais votada à esquerda, mas o triunfo durou pouco. Ao dissolver a Assembleia Nacional na noite das eleições europeias, Macron apostava que as rusgas do campo progressista lhe garantiriam enfim uma maioria parlamentar. O tiro, porém, saiu pela culatra: Macron empurrou a esquerda a reconstruir rapidamente uma coalizão ampla. Constituída, a Nova Frente Popular desmentiu os prognósticos e tornou-se a força mais votada do país. Limites O pós-eleição revelou mais uma vez, porém, os limites dessa recomposição. A estratégia da França Insubmissa era provocar a queda sucessiva dos governos para pressionar Macron, constitucionalmente impedido de convocar novas legislativas. O PS recusou, preferindo ganhar tempo e evitar a imagem de subordinação a Mélenchon, buscando se apresentar como força responsável disposta a governar. Em 2025, essa clivagem se aprofundou. A França Insubmissa intensificou uma estratégia que articula a luta contra o custo de vida e a desigualdade social com o combate ao racismo e a outras opressões. Essa linha permitiu mobilizar eleitores não-brancos das periferias, tradicionalmente afastados das urnas. Ao mesmo tempo, o partido passou a ser acusado de conivência com grupos islamistas, de ataque à República e à laicidade. A rejeição cresceu, alimentada por uma cobertura midiática hostil e por práticas internas autoritárias, como expulsões sucessivas. Ainda assim, Mélenchon manteve forte popularidade no campo progressista, também devido à fragilidade de seu principal adversário. Glucksmann, pouco experiente e protegido por um ambiente midiático favorável, tem tido dificuldades em intervenções públicas. Apesar de ser casado com a apresentadora do maior telejornal francês, lhe faltam carisma, retórica e, sobretudo, um programa de governo. O contraste com Mélenchon é evidente. Camaleônico, ele alterna entre discursos de ruptura e uma postura mais serena quando lhe convém. Isso ficou claro no início de dezembro passado, quando foi convocado por uma comissão parlamentar que acusava dirigentes da França Insubmissa de complacência com o islamismo político. Durante quase duas horas, Mélenchon falou com tranquilidade sobre a história da laicidade na França, expondo a fragilidade das acusações. Desde então, parte da imprensa tem destacado sua mudança de postura. O incendiário indignado dá lugar ao tribuno republicano, numa virada performativa que já mira em 2027. Os riscos da desunião Diante dessa divisão, muitos se perguntam se a esquerda francesa não estaria novamente condenada a ficar fora do segundo turno. Setores minoritários, como os Verdes de Marine Tondelier, e dissidentes do partido de Mélenchon, como Clementine Autain e François Ruffin, defendem uma primária para que a esquerda escolha seu representante – todos, é claro, buscando também emplacar seus próprios nomes na disputa. O problema é que Mélenchon e Glucksmann já disseram que não participarão. O secretário-geral do PS, Olivier Faure, anunciou sua disposição de concorrer, mas as alas à direita do partido já torpedeiam a ideia. Paradoxalmente, aquilo que se apresenta como instrumento de unidade pode terminar produzindo apenas um nome adicional na disputa e aprofundar, em vez de conter, a fragmentação da esquerda. A preocupação com a unidade da esquerda e o medo de ficar fora do segundo turno são legítimos. No entanto, é preciso lembrar que não é apenas a esquerda que está fragmentada. Todo o sistema político francês caminha para uma dispersão sem precedentes. Nesse contexto, torna-se perfeitamente plausível que um candidato com menos de 20 por cento dos votos chegue à segunda volta, seja Mélenchon, seja Glucksmann. O verdadeiro problema começa depois. Se a esquerda enfrentar a extrema direita na segunda volta, a velha frente republicana deixa de ser uma evidência. Durante décadas, esse cordão sanitário funcionou como um mecanismo unindo direita e esquerda no segundo turno para barrar a extrema direita em nome da defesa das instituições democráticas. Hoje, no entanto, o cenário mudou: vemos uma esquerda crescentemente diabolizada e uma extrema direita cada vez mais normalizada, apresentada como palatável. Nesse cenário, o risco de uma vitória de setores reacionários não pode ser descartado.
Empresas brasileiras dos mais diversos setores da economia relatam um “apagão” de mão de obra, especialmente aquela mais qualificada. Um dos segmentos mais preocupados é a indústria. Uma sondagem divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), em 2025, mostrou que 62% das empresas do ramo afirmam ter dificuldade em contratar mão de obra qualificada. Nesse cenário, a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) encomendou uma análise do tema ao Observatório da Indústria. A análise parte de três premissas: novas tendências do mundo do trabalho, economia aquecida (conjuntural) e os problemas estruturais, que estão no cenário há tempos.O assunto foi trazido pela coluna do jornalista Abdo Filho, em A Gazeta, nesta semana. "Temos um problema que é real, multifatorial e atinge a economia como um todo. Não existe solução rápida e simples, mas é possível avançar", afirmou a economista Suiani Febroni, gerente de Inteligência de Dados e Pesquisas do Observatório Findes. Em entrevista à CBN Vitória, ela fala sobre o assunto.
Setores de carnes, tabaco e sucos cítricos projetam crescimento das exportações com a entrada em vigor do novo acordo entre os blocos. Em 2025, agricultura familiar de São Paulo alcança R$ 53,9 milhões em compras públicas, consolidando-se como política de escoamento da produção e geração de renda. Paraná fecha 2025 com 13,5% de participação na safra nacional de grãos, com expectativa de aumento da produção. Feijão tropeiro de Minas Gerais entra no ranking da TasteAtlas e divide espaço com receitas da Itália, Portugal e Índia. Tempo: chuva persiste com volumes extremos em estados do Sudeste.
Rali global dos bonds perde fôlego com yields dos Treasuries em alta modesta e índice dólar operando em leve alta.
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Saúde, Educação e Transportes devem sofrer as maiores perturbações. Ainda há espaço para o diálogo? CIP, CGTP, Fectrans, Fenprof e Administradores Hospitalares antecipam impacto do protesto.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A greve geral conjunta da UGT e da CGTP contra a reforma laboral do Governo arranca às 00:00 de amanhã. E depois da greve? Análise de Clara Teixeira.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (08/12/2025): Há quase uma década, predominavam nos investimentos chineses no Brasil as grandes fusões e aquisições, sobretudo em energia. Esse perfil mudou radicalmente. Hoje, as transações são menores, mas elas acontecem em maior número e em mais setores, conforme estudo realizado pela butique de investimentos Araújo Fontes. As fusões e aquisições caíram, enquanto o investimento em novos projetos aumentou. Em 2021, praticamente metade dos recursos investidos no País ia para empreendimentos que se iniciam do zero. Em 2023, o total chegava a 90%. A instalação dos grandes conglomerados da nação asiática no Brasil tem atraído empresas chinesas de menor porte. Na prática, são outras companhias que se estabelecem aqui para trabalhar principalmente para as grandes corporações da China. E mais: Política: Flávio admite desistir de candidatura, mas diz ter ‘um preço para isso’ Economia: Ceia de Natal deve ficar 3,5% mais cara neste ano Internacional: Opositor de Maduro morre na prisão em Caracas; EUA falam em ‘regime criminoso’ Metrópole: 80% das delegacias da mulher do País descumprem a lei e não funcionam 24h Esporte: Tetracampeonato faz de Rayssa a maior vencedora de sua geraçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (21): O deputado federal Guilherme Derrite (Progressistas) conversou com exclusividade com a Jovem Pan News sobre o Projeto Antifacção e fez duras críticas ao governo federal. Para o secretário de Segurança Pública de São Paulo, o projeto marca o início de uma virada no setor de segurança. Reportagem de Misael Mainetti. O Banco de Brasília (BRB) definiu Nelson Antônio de Souza como novo presidente da instituição, em meio à crise provocada pela Operação Compliance Zero. O escolhido pelo Conselho de Administração tem 45 anos de experiência no setor financeiro. Reportagem de Igor Damasceno. Setores do agronegócio celebraram a decisão dos Estados Unidos de reduzir as tarifas de 40% sobre produtos brasileiros, como manufaturados, têxteis e itens agrícolas. A retirada do tarifaço resulta das negociações iniciadas após o encontro entre os presidentes Lula e Donald Trump, além da atuação da equipe econômica e do Itamaraty. Reportagem de Matheus Dias. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), comentou a decisão de Donald Trump de retirar as tarifas sobre produtos brasileiros e afirmou que os ruídos entre os dois países foram superados. Reportagem de Igor Damasceno. Os Estados Unidos confirmaram a retirada das tarifas de 40% que incidiam sobre 269 produtos brasileiros. Entre os itens beneficiados estão café, carne, açaí e cacau. A Jovem Pan News ouviu sobre o tema o diretor do Conselho Geral dos Exportadores de Café do Brasil, Marcos Antonio Matos. O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, pediu a prisão e extradição do deputado Alexandre Ramagem (PL), visto nos Estados Unidos após ser condenado por tentativa de golpe de Estado. O PSOL também pediu a prisão imediata do parlamentar. Reportagem de Rany Veloso. Após o incêndio que atingiu o pavilhão dos países na área exclusiva da COP30, o evento seguirá normalmente, mas o encerramento foi adiado para sábado (22). O presidente Lula (PT) não participará, pois está na África do Sul para a Cúpula do G20. Reportagem de Bruno Pinheiro. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu às falas de seis congressistas democratas que orientaram militares americanos a desobedecer o comando presidencial. Trump classificou o movimento como ‘traição' e sugeriu pena de morte aos parlamentares. Reportagem de Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O governo brasileiro comemorou o anúncio do presidente Donald Trump sobre o fim das tarifas impostas aos produtos agrícolas do Brasil. No entanto, as negociações continuam para remover sobretaxas que ainda afetam outros setores. O Ministério das Relações Exteriores destacou a importância da medida e reafirmou seu compromisso com o diálogo contínuo para beneficiar mais áreas econômicas. Veja também: falta de consenso pode ampliar duração da COP30, em Belém (PA).
Como funcionam as estratégias Long Only e Long & Short e em quais momentos cada uma se destaca? Este é o terceiro episódio da série Estratégias de Gestão em Bolsa, que explica as principais estratégias em renda variável. Desta vez, o foco está no Long Only e no Long & Short. Recebemos Bruno Savaris, gestor da família de fundos Itaú Hunter, e Rodrigo Araújo, Portfolio Specialist da Itaú Asset, para explicar as diferenças entre as duas estratégias, como se comportam em diferentes ciclos econômicos e quais as expectativas para 2026. Participantes: Bruno Savaris e Rodrigo AraújoSérie: Estratégias de Gestão em BolsaTema: Conheça as estratégias Long Only e Long & Short Saiba mais sobre o Itaú Hunter Total ReturnSaiba mais sobre o Itaú Hunter Long Only Siga o Mind Asset na sua plataforma favorita e acompanhe os próximos episódios. Antes de investir, verifique o seu perfil.00:00 Abertura1:07 Principais diferenças entre Fundos Long Only e Long & Short4:18 Como ter posições compradas e vendidas em ações6:57 A composição do Long & Short 8:53 Os melhores mercados e cenários para o Long & Short11:45 Long Only e os ciclos econômicos 14:05 A mudança no desempenho da bolsa de 2024 para 202516:40 Setores em destaque na bolsa21:40 Equilíbrio entre risco e retorno no Long & Short23:36 O que analisar além das métricas de preço28:16 Estratégias do Itaú Hunter Long Only e do Itaú Hunter Total Return30:38 Expectativas para a Renda Variável em 202633:26 Como investir nos diferentes ciclos de mercado
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (28): Além do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), as defesas de outros seis réus do núcleo principal da trama golpista apresentaram embargos de declaração contra a condenação por tentativa de golpe de Estado em 2022. Assim como Bolsonaro, parte dos réus alegou cerceamento de defesa. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), definiu o cronograma de votações da semana. A prioridade é a aprovação de projetos ligados à agenda econômica, entre eles a proposta que aumenta as penas para adulteração de alimentos e bebidas. O mercado financeiro reduziu a previsão de inflação para 2025, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (27). A estimativa passou para 4,56%, e a de 2026 também caiu, de 4,27% para 4,20%. Brasil e Estados Unidos estabeleceram um cronograma de reuniões para discutir acordos bilaterais. O primeiro encontro ocorreu na Malásia, e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deve viajar aos EUA para dar andamento às conversas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escalou Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e o chanceler Mauro Vieira para destravar as negociações com Donald Trump. Setores mais afetados pelo tarifaço pedem maior celeridade nas tratativas. Após a absolvição de sete acusados pelo incêndio no Ninho do Urubu, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) recorreu da decisão. O episódio, ocorrido em 2019, deixou 10 mortos. A nova pesquisa Paraná Pesquisas mostrou que o presidente Lula tem 49,2% de desaprovação e 47,9% de aprovação. Apesar do saldo negativo, o resultado representa uma melhora em relação à última sondagem, quando a aprovação era de 42,9%. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), retorna nesta terça-feira (28) a Brasília após um mês de agendas no estado. Entre os compromissos, está previsto um encontro com o presidente do STF, Edson Fachin. O shutdown do governo americano já dura mais de um mês e segue afetando o cotidiano da população. Nos últimos dois dias, mais de 13 mil voos foram prejudicados pela falta de controladores de tráfego aéreo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Os 49ers voltaram a mostrar sinais de desorganização e vulnerabilidade em momentos cruciais da partida contra o Houston Texans. Erros de execução, falta de sintonia entre os setores e decisões questionáveis custaram caro — e o resultado reflete um time que ainda busca reencontrar sua identidade. Neste episódio, analisamos tudo o que deu errado: as falhas ofensivas, a inconsistência defensiva e o impacto da ausência de nomes importantes. É hora de entender o que precisa mudar para que a equipe volte aos trilhos antes que seja tarde demais. ➡️ Dá o play e vem debater com a gente sobre o que realmente está acontecendo em San Francisco! ⭐ Deixe sua nota no spotify e compartilhe o episódio com outros torcedores Faithful! ✅ Curte o conteúdo? Se inscreve no podcast e ativa o sininho pra acompanhar tudo sobre os Niners!
O Podcast Genial Analisa recebe Adriano Thiago, gestor da Tenax Capital, para uma conversa sobre os setores que estão se destacando na Bolsa e onde podem estar as melhores oportunidades de investimento agora.Bancos, saneamento, elétricas… quais ainda têm espaço pra subir? E quais já estão no preço?O especialista da Tenax explica como a casa está posicionando seus fundos e o que enxerga para o mercado nos próximos meses.
Setores de carnes e café do Brasil pedem exclusão do programa de socorro criado pelo governo Donald Trump diante do tarifaço. Quatro países retomam importações de carne de frango brasileira após focos de Influenza Aviária. BRDE anuncia R$ 500 milhões em novos financiamentos durante 48ª Expointer. Conab projeta produção de cana-de-açúcar em 668,8 milhões de toneladas na safra 2025/26, queda de 1,2% em relação ao ciclo anterior. Tempo: Centro-Oeste enfrenta risco elevado devido ao ar seco na região.
O senador Fernando Dueire (MDB-PE) aborda a problemática dos fios emaranhados nos postes, que afetam a segurança e a estética urbana, e defende a aprovação do projeto que cria o Programa Nacional de Modernização da Infraestrutura dos Setores de Energia Elétrica e de Telecomunicações ( PL 3.801/2025 ). Em entrevista à jornalista Carla Benevides, da TV Senado, Dueire afirma que a falta de correção do problema causa diversos prejuízos e acrescenta que seu projeto, além de promover a segurança urbana e a organização do espaço público, prevê a preservação da paisagem e do patrimônio das cidades e necessita ter a participação de diversos setores competentes.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Uma semana após o início do tarifaço dos Estados Unidos, o governo federal vai apresentar o plano de ajuda aos setores atingidos. O presidente Lula assina a medida provisória com o pacote nesta quarta (13) no Palácio do Planalto. Além de uma linha de crédito de R$ 30 bilhões, o governo deve criar um programa de compras governamentais de produtos perecíveis afetados pela tarifa de 50% nas exportações para os Estados Unidos. E ainda: Defesa Civil de São Paulo alerta para baixa umidade do ar no interior do estado.
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Nesta edição de Economia do Cotidiano, o comentarista Celso Bissoli traz como destaque a notícia que entram em vigor nesta quarta-feira (6) as tarifas de importação de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre o Brasil. Com isso, parte dos produtos brasileiros vai pagar a mais alta taxa do mundo para entrar nos EUA. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto que impõe uma tarifa adicional de 40% sobre produtos brasileiros, elevando o total para 50%. A medida, no entanto, prevê uma longa lista de exceções como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos e peças, fertilizantes e produtos energéticos. As informações são do "G1". Ouça a conversa completa!
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta (31): Setores não excluídos do tarifaço temem demissões e pedem para governo brasileiro abandonar ideologia e negociar com Donald Trump. Produtores de carne bovina estimam prejuízo acima de R$ 5 bilhões se não houver acordo com governo americano. Governo Lula ainda estuda medidas para tentar reduzir impactos do tarifaço. Advocacia-Geral da União avalia a contratação de um escritório nos Estados Unidos para defender ministro Alexandre de Moraes de sanções econômicas. Na reportagem especial, como funciona o mercado ilegal de peças de motos roubadas em assaltos e o Jornal da Record faz um alerta. Criminosos usam a febre do momento para enganar consumidores. Saiba como não cair no golpe do falso morango do amor.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (31/07/2025): Em um pacote de sanções políticas e econômicas, o governo Trump enquadrou o ministro do STF Alexandre de Moraes na Lei Magnitsky – que aplica penalidades a estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos – e impôs tarifa de 50% a produtos brasileiros, entre eles café, carne bovina e frutas frescas. Na pauta comercial, porém, a lista de exceções tem quase 700 tópicos e inclui aviões da Embraer, celulose e suco de laranja. No primeiro semestre de 2025, o Brasil exportou US$ 20 bilhões para os EUA. Do total, US$ 8,2 bilhões (41%) correspondem a produtos na lista de exceções. O ministro Mauro Vieira (Relações Exteriores) afirmou ter dito ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, que “é inaceitável e descabida a ingerência na soberania nacional no que diz respeito a decisões do Poder Judiciário do Brasil”, referindo-se à tentativa de Trump de beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. E mais: Política: Vieira se reúne com Rubio: ‘Judiciário não se curvará a pressões externas’ Economia: Copom cita tarifaço, interrompe alta dos juros e mantém Selic em 15% ao ano Internacional: França atrai mais 14 países em esforço para reconhecer Estado palestino Metrópole: Obra moderniza o Campo de Marte, que vai operar por instrumentos Esportes: Presidente da CBF é alvo da PF em apuração de crime eleitoralSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tarifaço é menos grave do que o esperado / Setores prejudicados confiam em negociação / Taxa de juros é mantida no Brasil e nos EUA / Esses são assuntos em destaque na edição de hoje do Jornal do Boris
O post Na véspera da entrada em vigor do tarifaço americano possibilidade de demissões preocupa setores apareceu primeiro em Conteúdo Brasil 2025.
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Diante da escalada de tensão na relação institucional entre Brasil e Estados Unidos, analistas e setores exportadores não apostam em um entendimento rápido acerca das novas tarifas sobre os produtos brasileiros, mesmo com prejuízo certo para os dois lados. Com a atuação do clã Bolsonaro para desestabilizar o processo penal contra o ex-presidente a partir da pressão americana, Alexandre de Moraes impõe medidas restritivas a Jair Bolsonaro. E Donald Trump reagiu no mesmo dia. Raquel Miura, correspondente da RFI em Brasília. A semana terminou com Jair Bolsonaro de tornozeleira eletrônica, recolhido em casa, enquanto o governo Donald Trump proibiu a entrada nos Estados Unidos de Alexandre de Moraes e de outros ministros da Suprema Corte brasileira. E a fúria trumpista, após o périplo de Eduardo Bolsonaro nas terras estadunidenses para livrar o pai da cadeia, gera expectativa de um novo pacote anti-Brasil. Porém, a análise política é de que as medidas restritivas a Bolsonaro mostram que a investida da família tem sido um tiro pé do ex-presidente. “Houve a percepção generalizada que o país inteiro está sendo prejudicado por conta da família Bolsonaro", diz o analista político Diogo Cunha, da Universidade Federal de Pernambuco. "Eles deram de bandeja para o PT e para o Lula a bandeira do patriotismo, do nacionalismo, da soberania. E as instituições também reagiram. Então, sem dúvida, isso piorou significativamente a situação do ex-presidente”, acrescenta. “A atuação de Eduardo Bolsonaro é mais um passo no processo de politização e de pressão que eles querem fazer sobre o Judiciário, tentando mostrar força, inclusive com ajuda do presidente da maior potência do mundo, que pode realmente prejudicar o Brasil. Agora, evidentemente, isso não funcionou, pelo contrário”, conclui Cunha. Perdas de U$ 1 bilhão A atual crise tem reflexos gigantes na economia. Dados da AEB, a Associação de Comércio Exterior do Brasil, mostram que já houve recuo de exportações na ordem de U$ 1 bilhão desde que a tarifa de 50% sobre tudo o que o Brasil vende para os Estados Unidos foi anunciada. “Nós começamos a ver nas estatísticas, agora no mês de julho, que está havendo uma queda nas exportações brasileiras em torno de U$ 100 milhões por dia. Isso significa, até aqui, uma queda de pelo menos U$ 1 bilhão. Basicamente, todos aqueles setores que têm acordos de longo prazo vão ser afetados porque há uma mudança brusca. Setores como calçados, carne bovina, aviões”, explica José Augusto de Castro, presidente-executivo da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). “A expectativa era de que essa tarifa de 50% fosse revertida no curto prazo, mas agora o ambiente está mais carregado, com declarações tanto do lado americano quanto do brasileiro. A questão política está pesando mais do que a técnica. Então, essa taxa deve perdurar por mais algum tempo. Pode ser duas ou três semanas. Também pode mudar de uma hora para outra, mas o cenário político aponta que não será no curto prazo”, afirma Castro. Para reduzir prejuízos aos empresários brasileiros, o dirigente da associação defende a negociação e não a reciprocidade. E diz que substituir mercados, no cenário atual, não é tão fácil como muitos pregam. “Todo mundo está buscando mercados alternativos, o Brasil, os Estados Unidos, a China, a Europa. Todos os países. Então é muito difícil, é uma concorrência muito grande. E buscar mercados alternativos pode demandar tempo. Dependendo do produto, pode demorar três meses, seis meses, um ano, e às vezes não vai ter resultado”, ressaltou. Negociações conjuntas e não bilaterais Ao assumir abertamente que o lema do clã bolsonarista hoje é "nossa família acima de tudo", Eduardo Bolsonaro tem gerado muito debate nas redes sociais com suas declarações. Ele chegou a dizer, em entrevista à CNN, que “Trump não vai recuar diante de Alexandre de Moraes. E se houver um cenário de terra arrasada, ao menos terei me vingado desses ditadores de toga”. Para evitar a terra arrasada, o analista internacional Alexandre Ueara, da ESPM, diz que o caminho é a negociação, porém não essa que os Estados Unidos têm forçado boa parte do mundo a fazer. “Negociar bilateralmente é fazer o jogo de acordo com as regras de Donald Trump. Sempre vai ter uma vantagem para os Estados Unidos nessas negociações bilaterais porque eles são a maior potência mundial, apesar da economia chinesa. Então, focar na negociação bilateral com Trump seria o pior dos mundos”, analisa. Como ainda faltam mais de três anos para terminar o mandato do presidente americano, o especialista sugere a convergência de interesses dos demais países para fazer frente à instabilidade comercial gerada por tantos tarifaços. “Se os Estados representam 26 % da economia mundial, podemos olhar pela perspectiva de que os demais países representam cerca de 74 % do PIB mundial. Os Estados Unidos estão ameaçando o Japão, China, Brasil, Europa, entre outros. E esses países juntos têm muito mais força na negociação. Uma atuação coletiva pode ter mais resultado nessa taxa de reciprocidade”, frisou Ueara. Política comercial discriminatória O uso das tarifas comerciais como arma política para defender aliados e empresas americanas, como as Big Techs, alcançou uma escalada que tem gerado críticas mundo afora. “De forma alguma a política externa que vem sendo implementada pelo governo Trump tem convergência com as regras internacionais de comércio. E esse segundo mandato Trump passou a implementar uma política externa absolutamente discriminatória, um descumprimento sério dos Estados Unidos perante o princípio mais importante da Organização Mundial do Comércio (OMC), que é o princípio da não discriminação”, afirmou a advogada Roberta Portella, mestre em Direito Internacional do Comércio e professora da FGV. Portella destaca, no entanto, que essa guinada americana não é de agora. “A primeira administração de Donald Trump já sinalizava essa postura que questiona o multilateralismo. Mas nós juristas e pesquisadores tínhamos a esperança de que numa mudança de governo esse tema seria acomodado. E não foi. O governo Joe Biden não assumiu uma nova postura perante a OMC. Isso trouxe um novo sinal de que, na verdade, é uma política de Estado e não de governo. E o assunto se intensificou agora, ganhou toda essa luz no segundo mandato de Trump.”
Em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai cobrar 50% em tarifas dos Estados Unidos caso o presidente Donald Trump cumpra o anúncio de tarifar os produtos brasileiros. A tarifa de 50% está prevista para vigorar a partir de 1º de agosto. Além da reciprocidade, o presidente disse que avalia recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e propor investigações internacionais. Lula também sinalizou que manterá o diálogo aberto, e disse que o Brasil é um país onde tudo se resolve “na conversa”. "Esta questão de Lula estar chamando setores para discutirem a resposta é uma atuação política. Postura semelhante foi feita no 8 de janeiro, quando ele reuniu todos os Poderes e a Federação para a resistência democrática. O presidente tem a chance de chamar setores refratários a ele e ao PT para agirem juntos, pela soberania brasileira, uma união nacionalista", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Jornal da Record, da TV Record, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai cobrar 50% em tarifas dos Estados Unidos caso o presidente Donald Trump cumpra o anúncio de tarifar os produtos brasileiros. A tarifa de 50% está prevista para vigorar a partir de 1º de agosto. Além da reciprocidade, o presidente disse que avalia recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) e propor investigações internacionais. Lula também sinalizou que manterá o diálogo aberto, e disse que o Brasil é um país onde tudo se resolve “na conversa”. "Esta questão de Lula estar chamando setores para discutirem a resposta é uma atuação política. Postura semelhante foi feita no 8 de janeiro, quando ele reuniu todos os Poderes e a Federação para a resistência democrática. O presidente tem a chance de chamar setores refratários a ele e ao PT para agirem juntos, pela soberania brasileira, uma união nacionalista", diz Eliane.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Trump vai quebrar o Brasil?00:55 Trump taxa em 50% o Brasil02:35 Parceiros comerciais do Brasil e EUA04:52 Setores mais impactados no Brasil05:48 Embraer (EMBR3)06:44 Seja membro do canal!08:03 Balança comercial Brasil e EUA10:45 Impactos para a economia brasileira13:04 O que fazer agora com seus investimentos
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (10/06/2025): Setores do Congresso e representantes da construção civil e do agronegócio reagiram à proposta de medidas alternativas ao aumento do IOF apresentada domingo pelo governo. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou “acordo” para compensar a perda de arrecadação elevando a taxação das bets e tributação de 5% nas Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e nas do Agronegócio (LCAs), hoje isentas. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que não há o compromisso de aprovação do pacote, que pode ser apresentado por MP. O deputado Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), afirmou que “eles (governo) sabem que (o Congresso) não tem como aceitar isso”. Entidades do mercado imobiliário alertaram que a taxação das LCIs vai encarecer o crédito. E mais: Economia: Para economista, ‘ou se faz alguma coisa, ou o País vai parar’ Política: Cid afirma que Bolsonaro agiu em minuta do golpe e implica Braga Netto Internacional: Trump chama fuzileiros para conter atos pró-imigrantes na Califórnia Esportes: Com Raphinha, Brasil pode garantir a vaga no MundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, recebemos Rodrigo Gastim, analista de Varejo do Itaú BBA, e Daniel Gasparetto, analista de Capital Goods & Transportation e Real Estate do Itaú BBA, para uma conversa sobre o maior interesse dos investidores por setores da bolsa ligados à economia doméstica e o que pode se destacar até o fim do ano.Moderação: Marcelo Serrano, Analista de Research para Pessoa Física do Itaú BBA.Instagram:https://www.instagram.com/itauviews/Telegram: https://t.me/itauviewsYoutube: https://www.youtube.com/itauviews
Apesar disso, para o cientista político Christian Lohbauer o Brasil ainda tem muitas barreiras em algumas áreas para conseguir chegar ao mesmo nível de evolução de países desenvolvidos
Levantamento prova que a remuneração dos trabalhadores empregados na indústria é superior à de trabalhadores com as mesmas características em serviços e na agropecuária. Incentivo com programas estratégicos e ampliação do acesso ao crédito têm contribuído para o crescimento do segmento e a geração de emprego de melhor qualidade.Sonora:
Ao longo dos próximos anos, 4 setores vão se destacar e puxar o crescimento econômico do país. Ouça e descubra quais são. #PraCegoVer Ricardo Amorim está em uma sala, vestindo uma camiseta polo azul marinho; ele fala sobre os setores fortes para 2025 #economiabrasileira #tecnologia #energiasrenováveis #agronegócio #desenvolvimento #oportunidades #crescimento #futuro #inovação #ricardoamorim #3m #industria #energia #agro #tecnologia Gostou do episódio? Avalie e mande o seu comentário aqui na plataforma. MINHAS REDES SOCIAIS: - Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta - Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial - Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter - Youtube: http://bit.ly/youtubericam - Facebook: http://bit.ly/ricamnoface - Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: https://bit.ly/consulte-ricam CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br
NESTA EDIÇÃO. Crescem as movimentações para que Lula vete emendas alheias no PL das eólicas offshore. Mercado de biometano se prepara para atender demanda do mandato do Combustível do Futuro. Yamna reserva área para fábrica de amônia verde no Porto do Açu. Justiça determina que RS busque alternativas para a matriz em plano de transição energética.
Neste episódio do Digital de Tudo, Iago Ribeiro conversa com o CEO e presidente da Abcripto - Associação Brasileira de Criptoeconomia, Bernardo Srur, sobre como as criptomoedas estão revolucionando o mercado econômico no Brasil. Srur fala sobre como o investimento em criptomoedas se ampliou a ponto de se fazer necessária a criação de uma associação para cuidar dos criptoativos e regulações do setor. Também fala sobre o processo de maturidade dos investimentos em criptomoedas em vários setores da economia. Nesta conversa, Srur explica como a digitalização de ativos ajudou na inclusão de mais pessoas no mercado financeiro, principalmente, no setor de investimentos. Segundo o CEO da abcripto, a facilidade no entendimento dos processos aumentou o público e resultou na democratização do setor. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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Levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), com dados do IBGE, revela que 68,9% dos setores da indústria de transformação avançaram, de janeiro a agosto deste ano, em relação ao mesmo período de 2023. Medidas adotadas pelo governo federal impulsionam esse crescimento. Sonora:
O Operador Nacional Do Sistema Elétrico recomendou a volta do horário de verão. Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, serão feitas consultas com outros setores para discutir o tema. Só depois o assunto será levado para o presidente Lula, que terá a palavra final. Segundo o vice-diretor do Instituto de Energia e Ambiente da USP, apesar do horário de verão impactar na vida das pessoas, pode ser uma boa saída para a economia. Veja também nesta edição do JR 24 Horas: Ricardo Lewandowski propõe penas mais rígidas a causadores de incêndios criminosos.
00:00 - No episódio de hoje... 01:54 - EUA com problemas, ainda comprar dólar e ativos? 08:54 - Alteração do mandato no BC por Lula: risco? 09:37 - Lula influencia dólar? Setores beneficiados com câmbio alto? 12:56 - Bacen acertou ao não intervir no dólar? 13:25 - Confiança dos investidores nas declarações de Lula e Haddad? 15:37 - Risco de política de empréstimos baixos após saída do RCN? 16:29 - Blocos econômicos são viáveis ou utopia capitalista? 18:19 - Reserva de 350 bi pode cobrir dívida crescente de 200 bi/ano? 19:03 - Chance de taxação de Fiis e Fiagro? 19:50 - Setor resistente à inflação? 21:43 - Governo gasta mais, Bacen aumenta passivo? 23:44 - BTCs em CEX são arriscados em crash mundial? 24:41 - Juros antigos ainda afetam inflação? 27:21 - Trump e impostos: agravamento fiscal dos EUA? 29:47 - Êxodo de milionários no Reino Unido: soluções para crescimento? 31:33 - Próxima temporada do Nas Fronteiras do Dinheiro? O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos em que respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores onde abordo diversos tópicos relacionados à economia, finanças e investimentos Nesse formato de vídeo falamos sobre política econômica, inflação, taxas de juros, até investimentos em criptomoedas e ações, oferecendo uma análise aprofundada e bem fundamentada em cada episódio, trazendo informação para quem busca entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas
Setores paralisaram atividades na Argentina nesta quarta-feira (24), numa greve geral de um dia convocada por centrais sindicais contra decretos econômicos e um pacote de reformas apresentados pelo presidente Javier Milei. Milhares foram às ruas em protestos para pressionar o Congresso a barrar as medidas. O Durma com Essa fala sobre o dia de manifestações e explica os principais pontos das propostas do presidente argentino, que busca desregular a economia e concentrar mais poder no Executivo. O episódio também tem participação de Isadora Rupp, que comenta a adoção da Operação Escudo como protocolo do governo paulista após mortes de policiais. Assine o podcast: Spreaker | Apple Podcasts | Deezer | Google Podcasts | Spotify | Outros apps (RSS)Edição de áudio Pedro Pastoriz