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Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.
Convidado: Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal Na manhã deste sábado (28), os iranianos foram surpreendidos com bombardeios na capital Teerã e em diversas cidades do país – pelo menos 200 pessoas morreram, de acordo com informações da rede humanitária Crescente Vermelho, que atua em nações muçulmanas. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto na ação. Trata-se da operação “Fúria Épica”, um ataque de grandes proporções promovido pelos Estados Unidos e Israel contra o regime dos aiatolás. Imediatamente, as forças militares do Irã reagiram. Mísseis e drones foram lançados ao território israelense e houve também ataques a países que mantêm bases americanas, caso de Catar, Bahrein, Kuwait, Iraque, Jordânia e Emirados Árabes. Os ataques ocorreram mesmo com negociações em curso entre Estados Unidos e Irã para que o regime interrompesse seu programa nuclear. Donald Trump defendeu a ofensiva dizendo que os iranianos nunca quiseram um acordo de verdade. E, num vídeo publicado nas redes sociais, instou a população a derrubar o regime para tomar o poder. Neste episódio especial, Natuza Nery entrevista Tanguy Baghdadi, professor de política internacional e criador do podcast Petit Journal, para explicar o tamanho da crise no Oriente Médio e o risco de uma guerra generalizada na região. Tanguy também analisa por que o governo americano decidiu atacar agora e avalia o que pode acontecer com o regime dos aiatolás a partir dos acontecimentos deste sábado.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (28): A escalada de tensão no Oriente Médio atinge um nível crítico. Fabrizio Neitzke, relata que a pressão norte-americana se intensificou após a estagnação das negociações sobre o acordo nuclear iraniano. O cenário de alerta máximo foi disparado quando o governo dos EUA emitiu um comunicado urgente recomendando que seus diplomatas deixassem Israel o quanto antes, temendo retaliações. Milhares de soldados americanos estão em perigo. Após o ataque direto ao Irã, as bases militares dos EUA espalhadas pelo Oriente Médio, como a de Al Udeid no Catar, tornaram-se alvos em potencial para o regime iraniano.Entenda as consequências geopolíticas da "Operação Fúria Épica" e como o Irã está respondendo militarmente a Israel e aos Estados Unidos. O jornalismo da Jovem Pan News traz o relato de Michelle Goldenfeld, uma brasileira que mora a apenas 20 minutos de Tel Aviv, em Israel, sobre o momento exato em que os ataques iranianos começaram a atingir o país. Em entrevista, Michelle conta que o clima de tensão já vinha escalando nos últimos dias, mas a situação atingiu o ápice quando as sirenes de alerta soaram pela manhã. Ela descreve a urgência de se abrigar no quarto antibombas (bunker) da residência e o som contínuo dos alarmes que ecoaram. Em declaração direta, Trump confirmou que as Forças Armadas americanas iniciaram grandes operações de combate dentro do território do Irã. O presidente justificou a ofensiva militar afirmando que o objetivo principal é defender o povo americano e eliminar as "ameaças iminentes do regime iraniano", classificando os líderes do país como um "grupo perverso de pessoas cruéis e terríveis". Na madrugada deste sábado (28), Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com mísseis. Para entender o peso geopolítico dos recentes ataques, a bancada recebe o professor de Relações Internacionais, José Niemeyer. Logo de início, o especialista classifica a atual escalada como uma "guerra conflagrada e real" ocorrendo no sistema internacional. Ele alerta que o cenário já se configura como uma guerra convencional, onde dois Estados soberanos uniram forças contra um terceiro Estado soberano, o Irã. A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, classificou a situação no Irã como "muito perigosa" e confirmou que as autoridades já monitoram cenários para eventuais repatriações de cidadãos europeus que estão em zonas de risco. Como primeira medida de segurança, gigantes da aviação europeia, como Lufthansa e Air France, suspenderam seus voos para a região. O jornalismo da Jovem Pan News recebe o professor de relações internacionais, Danilo Porfírio, para analisar a estratégia militar dos Estados Unidos na escalada do conflito contra o Irã. O especialista afasta o temor de que o mundo presencie um desgaste semelhante ao ocorrido na Guerra do Iraque. O presidente da França, Emmanuel Macron, utilizou as redes sociais para fazer um duro alerta, afirmando que a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã traz "consequências graves para a paz e a segurança internacional". O editor de internacional, Fabrizio Neitzke, detalha os pontos centrais do comunicado de Macron. O presidente francês garantiu que a França está preparada para proteger seus cidadãos, interesses e países parceiros na região. O jornalismo da Jovem Pan News repercute o posicionamento oficial do Brasil diante do agravamento do conflito no Oriente Médio. O governo brasileiro expressou "grave preocupação" com os ataques coordenados pelos Estados Unidos e por Israel contra o território iraniano. No comunicado, o Brasil apela para que todas as partes envolvidas respeitem o direito internacional e exerçam "máxima contenção" para evitar uma escalada ainda maior das hostilidades. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Na edição 181 do Outliers InfoMoney, Clara Sodré e Fabiano Cintra seguem falando sobre mercado global. Agora, focando na geopolítica internacional. O convidado da vez é o diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, Christopher Garman. A conversa franca, técnica e de qualidade aborda qual o peso da geopolítica internacional no mercado financeiro, se os EUA ainda são o porto seguro do mundo e se a China quer substituir os EUA como nova líder global, com uma espécie de Guerra Fria no caminho. Ao longo do episódio, eles discutem também a guerra entre Ucrânia e Rússia, Europa, Oriente Médio e a relevância do petróleo no meio de tudo isso. Além, claro, do momento do Brasil neste cenário, apontando os cuidados e os pontos de atenção que você, investidor, deve ter, especialmente em período eleitoral. Acompanhe o bate-papo e entenda como investir melhor e com mais retorno.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (22): O presidente Donald Trump elevou a tarifa global para 15% como resposta após a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar o seu plano anterior do tarifaço dos EUA. A nova medida amplia as incertezas econômicas sobre a inflação, o valor do dólar e o ritmo das exportações internacionais. Reportagem: Matheus Dias. O presidente Lula (PT) rebateu as críticas sobre o desfile polêmico da Acadêmicos de Niterói no Rio de Janeiro, afirmando que não é "carnavalesco". Apesar do rebaixamento da agremiação, o petista declarou que aceitou a homenagem, agradeceu o carinho e confirmou que visitará a escola para agradecer pessoalmente aos integrantes. Reportagem: André Anelli. A estrutura de poder no Irã e o crescimento do país sob o comando de Ali Khamenei são pontos centrais na compreensão da atual dinâmica do Oriente Médio. Considerado um nome crucial da geopolítica mundial, o líder supremo exerce influência direta sobre as decisões estratégicas e o desenvolvimento nacional iraniano. Fabrízio Neitzke comentou mais sobre o assunto. O professor de relações internacionais Gunther Rudzit analisa se a presença militar dos Estados Unidos é capaz de intimidar o Irã diante da atual escalada de tensão. O especialista avalia o impacto do envio de tropas intensificado por Donald Trump e os riscos de um conflito aberto no Oriente Médio. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) analisam nesta semana a decisão de Flávio Dino sobre o pagamento de penduricalhos no serviço público. O julgamento ocorre após o presidente Lula (PT) vetar medidas que ultrapassam o teto constitucional. Reportagem: André Anelli. O especialista em finanças e negócios internacionais Beny Fard avalia como o embate entre Donald Trump e a Suprema Corte dos Estados Unidos afeta as políticas globais. Fard destaca que os cidadãos americanos já estão "sentindo no bolso". O presidente Lula (PT) disse ao governo de Donald Trump que o Brasil não deseja uma nova "guerra fria" em meio às tensões sobre o tarifaço global. O petista defendeu que o governo brasileiro agiu corretamente ao adotar uma postura de cautela frente às recentes medidas econômicas americanas. Reportagem: André Anelli. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado votará nesta quarta-feira (25) o convite para ouvir os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli sobre o caso do Banco Master. Por se tratar de um convite, e não de convocação, os citados não possuem a obrigação legal de comparecer. O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça convocou uma nova reunião com a Polícia Federal para realizar um balanço detalhado das investigações sobre o caso do Banco Master. Jesualdo Almeida e Nelson Kobayashi analisaram o assunto. O ex-ministro do Trabalho Ronaldo Nogueira analisa as divergências entre governo e oposição sobre a proposta de fim da escala 6x1 no Brasil. O especialista destaca a necessidade de um consenso equilibrado entre trabalhadores e empregadores para garantir a viabilidade econômica e o bem-estar social. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Duas autoridades norte-americanas confirmaram a agência Reuters que os Estados Unidos está considerando opções militares contra o Irã, incluindo ataques direcionados a líderes iranianos e até uma possível tentativa de mudança de regime em Teerã, capital do país. A pressão americana se relaciona, em grande parte, ao programa nuclear iraniano e a preocupações de segurança regional. Ainda segundo a Agência, o Irã alertou que, se atacado, revidará decisivamente, inclusive contra bases americanas no Oriente Médio.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
Confira no Morning Show desta sexta-feira (20): O presidente da Unafisco Nacional, Kléber Cabral, foi intimado a depor à Polícia Federal nesta sexta-feira (20). A oitiva foi determinada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. A repórter Beatriz Manfredini traz ao Morning Show uma apuração exclusiva: policiais militares de São Paulo estão indo aos gabinetes da Alesp pedir dinheiro de emendas parlamentares para comprar equipamentos básicos. A Secretaria de Segurança Pública negou a falta de insumos, afirmando que destinou R$ 12 bilhões à corporação, e o governo de Tarcísio de Freitas enxerga o movimento como pressão política. Doutrinação ideológica ou liberdade de ensino? O STF derrubou uma lei que proibia professores de abordarem conteúdos que contrariassem as convicções religiosas e morais das famílias. A repórter Anne Beckhauser explica no Morning Show os argumentos dos ministros, que consideraram a norma inconstitucional por ferir a liberdade de ensinar e aprender, além de configurar censura prévia aos professores. Uma pesquisa exclusiva do Instituto Real Time Big Data mostrou a percepção do público sobre a homenagem ao presidente Lula feita pela escola de samba Acadêmicos de Niterói. O repórter Rodrigo Viga traz os dados no Morning Show: a maioria (62%) considerou o ato como propaganda eleitoral antecipada. Veja os detalhes e os sentimentos que o desfile despertou na população O ministro Alexandre de Moraes é o relator da ação penal que acaba de tornar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro réu no STF. A acusação afirma que existem provas suficientes de que o filho do ex-presidente atuou nos Estados Unidos para influenciar a aplicação de sanções contra autoridades brasileiras. Acompanhe os detalhes. "Eu sei cozinhar, então vou abrir um restaurante". Você já pensou assim? Cuidado! O diretor do Sebrae, Marcos Vinholi, participou do Morning Show para alertar sobre as armadilhas de abrir um negócio apenas por paixão ou hobby.Descubra como o uso de técnicas e ferramentas de gestão pode impedir que a sua empresa faça parte das estatísticas de falência no Brasil. O clima esquentou no Oriente Médio. O correspondente Eliseu Caetano informa direto dos EUA que forças militares americanas, incluindo porta-aviões e artilharia pesada, estão de prontidão no Canal de Ormuz para um possível ataque. Para evitar uma guerra e aliviar sanções econômicas, o Irã corre contra o tempo. O país anunciou a elaboração de um texto preliminar para um novo acordo nuclear com os Estados Unidos. A grande atriz e humorista Nany People participou do Morning Show para comemorar um marco histórico: 100 apresentações do seu espetáculo de sucesso "Como Salvar um Casamento". Ela bateu um papo divertido com Fernando sobre como a peça aborda as várias camadas de um relacionamento, desde o momento em que o casal se conhece até as inevitáveis diferenças do dia a dia. Parece roteiro de filme, mas aconteceu na vida real. Uma americana se apaixonou perdidamente por um "namorado virtual" criado no ChatGPT. O problema? A versão do aplicativo foi atualizada, o "namorado" deixou de existir e agora ela vive um verdadeiro luto. No Morning Show, a bancada discute o surgimento do "luto digital" e os limites da interação humana com a Inteligência Artificial. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
PIB e PCE dos EUA encerram a semana. Tensão no Oriente Médio segue no foco.
EUA mobilizam forças no Oriente Médio e Trump dá prazo de duas semanas para Teerã fechar acordo nuclear.
Nesta quinta-feira (19), a F1 realizou o penúltimo dia de testes pré-temporada no Bahrein, com oito horas dedicadas à ação de pista no circuito do Oriente Médio. E o Motorsport.com chega com uma análise completa de tudo que rolou no Sakhir. Guilherme Longo (@gglongo) comanda a ação ao lado dos comentaristas Erick Gabriel (@erickjornalista) e Isa Fernandes (@isamfer_).
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
No programa de hoje, recebemos o analista internacional e especialista em geopolítica, Marcelo Bamonte, para destrinchar um dos temas mais tensos e complexos da atualidade: o impasse entre os Estados Unidos e o Irã.As tensões no Oriente Médio estão em um ponto de ebulição. Com ataques a navios, instabilidade nuclear, atritos por procuração e discursos cada vez mais acirrados, uma pergunta paira no ar e assombra mercados e governos globais: um conflito direto entre EUA e Irã é inevitável?Nesta entrevista especial do "20 Minutos", vamos além das manchetes. Com a profundidade e clareza de sempre, Bamonte vai analisar:O cenário atual: Qual é o ponto real das relações entre Washington e Teerã hoje?Interesses por trás do jogo: Quais são os objetivos estratégicos de cada lado? E de potências regionais como Israel e Arábia Saudita?O fator nuclear: O que aconteceu com o acordo (JCPOA)? Qual o estágio do programa iraniano?Guerra por procuração: Como o conflito já é travado através de grupos em Gaza, Líbano, Iêmen e Síria?Cenários futuros: Quais são os possíveis desdobramentos? Há caminhos para a desescalada ou estamos à beira de um conflito aberto?Impacto global: Como uma guerra afetaria a economia mundial, o preço do petróleo e a segurança internacional?Este é um debate essencial para quem quer compreender as forças que moldam o nosso futuro. Traga suas perguntas nos comentários! As mais relevantes serão respondidas ao final da entrevista.Não perca esta análise estratégica!MarceloBamonte #Geopolítica #EUA #Irã #OrienteMédio #Conflito #Guerra #Nuclear #AnáliseInternacional #20Minutos #AoVivo
Repercutimos as principais controvérsias políticas dos XXV Jogos Olímpicos de Inverno, sediados no norte da Itália, além de outras notícias do Atlântico Norte, incluindo mais atualizações dos arquivos Epstein. Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, fazendo a prévia do encontro dos ministros de relações exteriores de Irã e Turquia neste sábado (14/02) em Ancara.No mais, demos uma volta pela bacia do Pacífico, com uma surra eleitoral a favor dos conservadores no Japão.Use nosso desconto na Alura, começar agora faz a diferença: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
No resumo de notícias de hoje, vamos falar sobre a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso Banco Master após revelações sobre mensagens e participação em resort ligado ao universo investigado, além da nota do STF que reacendeu o debate sobre corporativismo; a operação da PF que apura aplicações bilionárias do Rioprevidência e a mala com quase meio milhão de reais arremessada pela janela em Balneário Camboriú; os novos capítulos do caso Epstein, com CPF ativo no Brasil, chave Pix no agreste, investigação do MPF e a recusa de Ghislaine Maxwell em falar ao Congresso sem indulto de Trump, além da repercussão envolvendo Luciana Gimenez; a guerra cultural nos EUA após o show de Bad Bunny no Super Bowl, críticas de Trump, polêmica com Serena Williams e remédios GLP-1, a retirada do ICE de Minneapolis e o envio de porta-aviões ao Oriente Médio; o avanço do tratamento experimental com polilaminina; a disputa eleitoral de 2026 com Lula em tom de confronto, pesquisas apertadas, samba-enredo em ano pré-eleitoral e Congresso em modo campanha com recorde de emendas e CPI do Master travada; além das investigações na Justiça, casos de feminicídio, atualização do caso Orelha e outros destaques da semana.E claro, não poderiam faltar os nossos quadros: Realidade Distorcida, Two Dots, Keeping Up With the Fofoca, Como Vota Deputado, Rapidinhas, Rivo de Ouro e Cancelamento da Semana — sempre com a sua participação aqui com a gente.Vem no chat ao vivo!___Apoie o Rivo! Pix: 54.538.001/0001-13___A Insider Store tem descontos exclusivos do Rivo! Veja: https://creators.insiderstore.com.br/RIVONEWS
Nesta quinta-feira (12), a F1 realizou o segundo dia de testes pré-temporada no Bahrein, com oito horas dedicadas à ação de pista no circuito do Oriente Médio. E o Motorsport.com chega com uma análise completa de tudo que rolou no Sakhir. Guilherme Longo (@gglongo) comanda a ação ao lado dos comentaristas Isa Fernandes (@isamfer_) e Lívia Veiga (@liiv.andrade).
Convidada: Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista da GloboNews e da rádio CBN. Em dezembro, o filho mais velho do clã Bolsonaro anunciou que seria pré-candidato à Presidência da República. Depois de uma visita ao pai, que estava preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Flávio disse que ele era o escolhido de Jair para a missão. Na largada, a pré-candidatura recebeu críticas de alguns aliados e foi vista com desconfiança geral – o próprio Flávio admitiu que poderia desistir em troca de uma contrapartida política. Mas o projeto foi ganhando tração e as pesquisas de intenção de voto mostraram que o senador estava conseguindo se consolidar como a força eleitoral do bolsonarismo. Diante do mundo político, do empresariado e do mercado financeiro, Flávio tenta se vender como uma versão mais moderada do pai. E em janeiro embarcou em uma agenda internacional, com passagens por Estados Unidos, Oriente Médio e Europa. O discurso para todos os públicos é o mesmo: ele é o candidato anti-Lula. Para analisar a pré-candidatura de Flávio, Natuza Nery conversa com Maria Cristina Fernandes, colunista do jornal Valor Econômico e comentarista da GloboNews e da rádio CBN. Maria Cristina explica a escolha de Jair Bolsonaro pelo filho, em detrimento a Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo. E avalia as principais virtudes e vulnerabilidades de Flávio como pré-candidato do bolsonarismo.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (11): Um ataque a tiros em uma escola de ensino médio em Tumbler Ridge, na província da Colúmbia Britânica, no Canadá, deixou pelo menos dez pessoas mortas, segundo a Polícia Montada Real Canadense (RCMP). Seis vítimas foram encontradas dentro da unidade escolar e outras duas em uma residência ligada ao caso. Uma pessoa morreu a caminho do hospital, enquanto a suspeita foi localizada sem vida dentro da escola. Duas vítimas em estado grave foram transportadas de helicóptero para hospitais, e outras 25 com ferimentos leves recebem atendimento médico. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu a decisão do ministro do STF Flávio Dino que determinou a revisão dos chamados penduricalhos do funcionalismo público. Durante participação na CEO Conference Brasil 2026, promovida pelo BTG Pactual, Motta afirmou que o magistrado “foi feliz” e ajudou a trazer visibilidade para um tema sensível envolvendo supersalários e benefícios adicionais no setor público. O ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega defendeu a atuação do Banco Central no caso envolvendo o Banco Master durante o lançamento de seu novo livro, “O Brasil ainda pode ser um país rico?”. Levantamento divulgado por Futura/Apex nesta terça-feira (10) apresenta projeções para a eleição presidencial de 2026 e indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece atrás do senador Flávio Bolsonaro e do governador Tarcísio de Freitas em simulações de 2º turno. O estudo também avaliou cenários de 1º turno, nos quais Lula empata tecnicamente com Flávio Bolsonaro. As forças dos Estados Unidos posicionaram mísseis em lançadores montados em caminhões na base aérea de Al-Udeid, no Catar, a maior instalação militar americana no Oriente Médio. A movimentação ocorre em meio ao aumento das tensões com o Irã desde janeiro e levanta preocupações sobre uma possível escalada militar na região. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu no Palácio do Planalto com o presidente nacional do PSB, João Campos, e ouviu um pedido para que o vice-presidente Geraldo Alckmin permaneça na chapa que disputará a reeleição. O encontro ocorre após Lula admitir pela primeira vez a possibilidade de mudanças na composição eleitoral para o próximo pleito. O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, afirmou não ver problemas na realização de uma consulta popular sobre a redução da maioridade penal para todos os crimes, sinalizando uma mudança de discurso dentro do governo. Segundo ele, a possibilidade está prevista no substitutivo da PEC da Segurança Pública que ainda está em discussão no Congresso e não representa uma medida imediata. Um estudo do Ipea aponta que a eventual adoção da jornada de 40 horas semanais, com o fim da escala 6x1, pode elevar o custo médio do trabalho celetista em 7,84%. Apesar disso, a nota técnica indica que o impacto total para as empresas tende a ser parcialmente compensado em vários setores da economia. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Pedro Facchini, diretor da Abrasel SP. A Polícia Federal deflagrou a terceira fase da Operação Barco de Papel para investigar crimes contra o sistema financeiro e possíveis tentativas de obstrução de investigações. Durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão em Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina, um dos ocupantes de um apartamento jogou uma mala com dinheiro em espécie pela janela no momento da chegada dos agentes. Além do montante recuperado, a PF apreendeu veículos de luxo e celulares. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Por que o islamismo é odiado pelo Ocidente? - Arlene Clemesha - Programa 20 Minutos
Evento é a porta de entrada para o crescente mercado da região e do Norte da África
A exposição “Global Warning”, em exibição no Jeu de Paume, em Paris, até maio de 2026, oferece uma perspectiva analítica e satírica ao mesmo tempo sobre a obra de Martin Parr, que morreu em 5 de dezembro do ano passado, aos 73 anos. O título da mostra faz alusão ao termo aquecimento global (global warming, em inglês), para sinalizar um alerta sobre o estado do mundo contemporâneo. Patrícia Moribe, da RFI em Paris O curador da mostra e diretor da instituição parisiense, Quentin Bajac, explicou à RFI que o foco da mostra recai sobre os "disfuncionamentos de nossas sociedades", que estão na origem de muitos desequilíbrios climáticos. “Propus o tema a Martin Parr há uns dois anos e ele aceitou na hora”, conta Quentin Bajac. “Ele estava bastante empolgado com a ideia de fazer uma exposição talvez um pouco mais séria sobre o trabalho dele do que o habitual. E então, trabalhamos juntos, fizemos a seleção das obras juntos. Depois, ele me deixou cuidar de toda a parte de cenografia da exposição, pesquisa de autores para o catálogo etc. Mas durante um ano e meio, a gente se comunicou regularmente sobre o projeto.” “Martin trabalhou sobre temas sérios e, em particular, sobre os disfuncionamentos, eu diria, de nossas sociedades ocidentais, Europa e Estados Unidos e, em seguida, ocidentalizadas, como China, Oriente Médio etc. São disfuncionamentos que estão na origem de muitos dos desequilíbrios climáticos, como o consumo excessivo, o turismo planetário, nossa relação com os animais, que também é um eixo da exposição, nossa relação com a tecnologia, o smartphone, o carro, telas de todos os tipos, a maneira como modificamos as paisagens”, acrescenta Bajac. Martin Parr em São Paulo Essa visão crítica e irônica sobre a sociedade de consumo também foi o pilar da exposição "Parrtifícial", realizada no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, em 2016 sob a curadoria de Iatã Cannabrava. “Foi uma doideira”, relembra o fotógrafo e curador brasileiro. “Logo na entrada de um salão grande com um pé direito triplo, tinha lá ele, em vídeo, falando assim: 'Venha para este mundo de consumo, lembrando que você também é um produto'”. Para o curador, a genialidade de Parr residia na sua capacidade de inclusão, observa que o fotógrafo e sua esposa chegaram a posar para o livro Bored Couples (Casais Entediados), dizendo que "mais importante do que ser irônico com o mundo é nos incluir nessa ironia também". Além de sua contribuição visual, Parr é celebrado por seu papel na democratização da fotografia e na valorização do fotolivro. Iatã Cannabrava descreve o fotógrafo como o "workaholic mais alucinado" que já conheceu, alguém capaz de manter controle absoluto sobre sua produção, mas que sempre demonstrou enorme generosidade." "Democrata da fotografia" Cannabrava afirma que Parr não apenas revolucionou, mas somou ao conceito de fotografia pública, ajudando a difundir narrativas visuais para todos os públicos e colaborando ativamente na história do fotolivro latino-americano. Por esse esforço em tornar a fotografia acessível e por sua influência global, o curador brasileiro define Martin Parr como o "maior democrata da fotografia mundial". Em 2014, foi inaugurada a Fundação Martin Parr, em Bristol, sudoeste da Inglaterra, para abrigar o acervo do artista, coleção de impressões e dummies (projetos de livros) feito por outros fotógrafos, principalmente britânicos e irlandeses. A trajetória incluiu a superação de resistências internas para ingressar na prestigiosa agência Magnum, em 1994, da parte de uma parte dos integrantes, partidários de uma representação mais humanista. Mas o estilo de Parr o consolidou como um artista de muitas camadas, cujo trabalho lúdico esconde uma leitura mordaz e documental sobre a banalidade da vida cotidiana e seus desdobramentos. “Global Warning” fica em cartaz no Jeu de Paume até 25 de maio de 2026.
Sem grandes alardes, um setor industrial brasileiro tem tido um desempenho excepcional desde 2024: o de defesa e segurança. Nos dois últimos anos, as exportações brasileiras de armamentos e equipamentos de guerra dispararam, com recorde de crescimento de 110%. A performance inédita ocorre na esteira das guerras em curso na Ucrânia e em Gaza e, de forma geral, do aumento das preocupações globais com o tema. O país se posiciona como uma potência emergente no setor – apesar de, na diplomacia, pregar o diálogo para a resolução de conflitos e a paz. A indústria começa a colher os frutos da Estratégia Nacional de Defesa, lançada em 2008, que levou à consolidação de produtos de alta tecnologia, à expansão de mercados e a ofertas competitivas, num contexto de aumento da demanda internacional. “O Brasil reduziu a dependência de poucos mercados. Países europeus integrantes da Otan ampliaram a sua presença como clientes, ao mesmo tempo em que avançamos no Oriente Médio e na Ásia, abrindo espaços antes dominados por grandes potências mundiais”, salienta Luiz Carlos Paiva Teixeira, presidente do Conselho de Administração da ABIMDE (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança). Uma gama variada de clientes, distribuídos pelos cinco continentes, hoje importa produtos brasileiros presentes em 140 países, segundo dados do Ministério da Defesa. Os maiores compradores são Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal. Expansão em contexto de queda dos investimentos O volume de comercialização de produtos e serviços atingiu US$ 3,1 bilhões em 2025, em alta de 74% em relação ao ano anterior e mais do que o dobro de 2023. Por trás das vendas, estão cerca de 80 empresas brasileiras, estatais ou privadas, reunidas na Base Industrial de Defesa do país. A expansão ocorreu apesar da queda progressiva dos gastos do governo federal nas aquisições nacionais, depois da crise econômica de 2014, chegando a um patamar próximo de apenas 1% do PIB. Entretanto, o cancelamento de encomendas acabou compensado por um esforço diplomático para ampliar parcerias fora do país, salienta Marcos Barbieri, especialista em Economia da Defesa e professor da Unicamp. “Nós temos produtos novos e sofisticados sendo lançados, mas as próprias Forças Armadas Brasileiras que os encomendaram estão reduzindo ou postergando as encomendas. Como manter esses projetos e as empresas? Através das exportações”, afirma. “Já que o governo estava sem condições de comprar, ele incentivou, com uma preocupação muito grande principalmente do Ministério da Defesa, mas outros também, em dar um suporte para essas empresas exportarem, com apoio diplomático, participação de feiras internacionais, visitas técnicas.” A fabricante Embraer representa o principal cartão de visitas da pauta exportadora: teve a maior carteira de pedidos da sua história em 2025, com um total de US$ 4,6 bilhões na área de defesa, com destaque para as vendas do avião de transporte militar C-390 Millennium. Diversificação e projeção de crescimento Já faz tempo que o Brasil está entre os maiores exportadores de armas leves e munições, mas nos últimos anos, o país conseguiu se diversificar para uma vasta gama de equipamentos militares, com embarcações, blindados, soluções de proteção de dados, radares e sistemas de comunicação. O setor hoje emprega quase 3 milhões de trabalhadores e representa 3,49% do PIB brasileiro. “A Base Industrial de Defesa consolidou-se como um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira. Ele caminha para deixar de ser apenas um fornecedor de equipamentos para se tornar um pilar estratégico da alta tecnologia do Brasil”, ressalta frisa Luiz Carlos Paiva. “As metas estabelecidas buscam ampliar o domínio nacional sobre componentes críticos, como sensores, sistemas eletrônicos e softwares, reduzindo a dependência externa nas áreas mais sensíveis. E a estabilidade orçamentária cria um ambiente favorável ao planejamento industrial de longo prazo”, afirma. No mundo, o ano de 2024 teve o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, conforme levantamento do Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri), referência em estudos sobre essa indústria. A instituição não menciona o Brasil como um dos atores mais relevantes nesta indústria, na comparação com as maiores potências: Estados Unidos, França, Rússia, China e Alemanha. No ranking publicado em março de 2025, o Brasil aparece na 24ª colocação dos maiores exportadores, e é o único país da América Latina na lista. A tendência é subir mais posições nos próximos anos, aposta Marcos Barbieri. “Muitos dos nossos produtos estratégicos estão começando a entrar no mercado agora: os submarinos que nós desenvolvemos junto com os franceses, da classe Scorpène, as fragatas da classe Tamandaré, que são uma Meko 100 Plus do Thyssenkrupp, desenvolvido com a Embraer, também estão entrando em operação agora. Os caças Gripen vão começar a ser produzidos no Brasil e já tem uma sinalização de que a Colômbia vai comprar”, exemplifica.
Índia e União Europeia assinaram o maior tratado de livre comércio do mundo e nós vamos explicar os possíveis impactos disso pra você.Também osbervamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com potencial ataque dos EUA ao Irã.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com a prisão de uma ex-ministra da Suprema Corte do Chile e os encontros bilaterais do presidente Lula no Panamá.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (30): O governo dos Estados Unidos está recebendo em Washington autoridades dos setores de defesa e inteligência de Israel e da Arábia Saudita para reuniões separadas sobre o Irã, segundo fontes ouvidas pela Reuters. Os encontros ocorrem em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, com o envio de mais navios de guerra americanos para a região e declarações do presidente Donald Trump pressionando Teerã a negociar um acordo nuclear. O governo do Irã acusou a União Europeia de hipocrisia e prometeu reagir após o bloco incluir a Guarda Revolucionária na lista de organizações terroristas. Em comunicado, a chancelaria iraniana classificou a medida como um “movimento perigoso”. O anúncio foi feito pela chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, em meio às críticas internacionais à repressão de protestos no país. O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou, em entrevista ao Jornal Jovem Pan, que o partido terá candidatura própria à Presidência da República em 2026 e descartou a realização de prévias internas para definir o nome. Segundo ele, a escolha será construída politicamente conforme o cenário evoluir. Com a entrada do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, a legenda passa a ter três possíveis candidatos: além dele, Ratinho Júnior e Eduardo Leite. Kassab destacou que o objetivo é garantir protagonismo independente e oferecer uma alternativa ao eleitorado. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que a secretária-executiva da pasta, Miriam Belchior, será indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o comando do ministério a partir de abril. Costa pretende deixar o cargo em março para concorrer a uma vaga no Senado pela Bahia. José Maria Trindade comentou. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretende conversar com o Irã e disse esperar não precisar usar “navios grandes e poderosos” contra o país. A declaração ocorre em meio à escalada de tensão no Oriente Médio, com movimentações militares e pressões diplomáticas sobre o programa nuclear iraniano. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que Gabriel Galípolo percebeu o “tamanho do problema” envolvendo o caso Master e declarou que não houve diálogo entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda sobre o tema durante a gestão de Roberto Campos Neto. Segundo Haddad, a falta de comunicação entre as instituições marcou o período anterior e diferenciou a condução atual. A decisão do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de permanecer no estado para disputar a reeleição intensificou as articulações e a disputa pela vaga de vice na chapa. Três nomes estão no páreo: o atual vice Felício Ramuth, o secretário Gilberto Kassab e o presidente da Alesp, André do Prado. Aliados indicam que a tendência é manter o posto com o PSD, conforme acordo firmado em 2022, mas o PL pressiona para ocupar o espaço, alegando força de bancada e ligação direta com o bolsonarismo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve aproveitar o período de Carnaval para participar de eventos em Recife, Salvador e Rio de Janeiro. A movimentação é vista por aliados como parte de uma estratégia de presença pública e articulação política. A definição do candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo presidente Lula ainda é incerta entre aliados do Planalto. Apesar da preferência do presidente pelo nome do senador Rodrigo Pacheco, o cenário político no estado segue indefinido. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Direto da Gulfood em Dubai, presidente da ABPA também fala sobre os negócios durante a feira e as expectativas para a exportação de frango em 2026
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (28): O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou sua filiação ao PSD, oficializando a saída do União Brasil. O comunicado foi feito em vídeo ao lado dos governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Júnior (PR). Presidido por Gilberto Kassab, o PSD vem se consolidando como uma das principais forças políticas do país. O Bulletin of the Atomic Scientists informou que o Relógio do Juízo Final foi ajustado para 85 segundos da meia-noite, o pior nível desde 1947. A mudança reflete o agravamento de ameaças globais, como riscos nucleares, conflitos internacionais e mudanças climáticas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que autorizou o envio de mais navios de guerra americanos para áreas próximas ao Irã, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, conversaram por telefone e condenaram a ação militar dos EUA que resultou na captura de Nicolás Maduro, classificando o uso da força como incompatível com o direito internacional. Os dois líderes também defenderam o fortalecimento da ONU e a busca por estabilidade regional e global. A Polícia Federal cancelou os depoimentos de três investigados no caso que apura irregularidades envolvendo o Banco Master e o BRB. As oitivas foram suspensas após as defesas alegarem falta de acesso integral às investigações. A Câmara dos Deputados gastou mais de R$ 7 milhões em 2025 com auxílio-moradia pago a parlamentares sem apartamentos funcionais. Desde 2023, o desembolso com o benefício já soma R$ 21,7 milhões, além da possibilidade de uso da cota parlamentar para complementar despesas com aluguel. Um movimento de boicote europeu à Copa do Mundo de 2026 começa a ganhar força em reação ao governo Trump. A insatisfação envolve declarações sobre a Groenlândia, além de críticas às políticas migratórias e ações contra estrangeiros nos Estados Unidos. Um documento oficial sobre a morte do enfermeiro Alex Pretti, em Minneapolis, aponta que ele não sacou nem empunhou arma antes de ser baleado por agentes federais, contrariando a versão inicial divulgada por autoridades do governo Trump. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que a comissão que investiga o caso Banco Master prepara pedidos de quebra de sigilos bancário e fiscal de empresas e pessoas físicas ligadas à instituição, incluindo familiares de ministros do STF e escritórios de advocacia. O prejuízo do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB) pode superar os R$ 2,6 bilhões inicialmente estimados pelo Banco Central. Parte do ressarcimento ocorreu por meio de ativos de baixa liquidez. Embora o BRB afirme ter recuperado cerca de R$ 10 bilhões, o impacto financeiro real ainda está em análise. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Reunião no Conselho de Segurança debateu implementação da segunda fase do plano de 20 pontos liderado pelos Estados Unidos; representante da ONU no Oriente Médio disse que nova etapa é “crucial” para a consolidação do cessar-fogo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou no Panamá para cumprir uma agenda estratégica voltada à economia e à diplomacia regional. Na chegada, Lula destacou a intenção de normalizar as relações com os Estados Unidos após uma conversa telefônica de 50 minutos com o ex-presidente Donald Trump.Segundo Lula, a expectativa é visitar Washington no início de março para uma reunião presencial. O presidente afirmou que Brasil e Estados Unidos, como duas das maiores democracias do Ocidente, precisam dialogar “olho no olho” para fortalecer o multilateralismo e estimular o crescimento econômico.Em janeiro de 2026, Lula já manteve contato com 14 líderes mundiais, buscando equilibrar o protagonismo do Brasil em um cenário global marcado por conflitos e tensões comerciais. A agenda diplomática inclui diálogos com líderes da América Latina, Europa, Ásia e Oriente Médio, reforçando a defesa da soberania das nações frente à chamada “lei do mais forte”.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (27): O Irã advertiu os Estados Unidos de que responderá “com força” e de maneira “enérgica” a qualquer agressão, após a chegada de um porta-aviões americano ao Oriente Médio. Em comunicado oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano afirmou que o país confia em suas próprias capacidades militares e que a presença do navio de guerra não afetará sua determinação. Autoridades iranianas instalaram um painel mostrando um porta-aviões destruído com a mensagem de que “quem semeia vento, colhe tempestade”. A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União deflagraram uma operação para desarticular um esquema criminoso suspeito de desvio de recursos públicos e fraudes em licitações na área da saúde. Ao todo, são cumpridos 35 mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Norte, além de medidas cautelares e patrimoniais. As investigações apontam irregularidades em contratos de fornecimento de insumos para a rede pública, com indícios de não entrega de materiais, fornecimento inadequado e sobrepreço, envolvendo empresas que atuavam junto a administrações municipais de diversos estados. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, em dezembro de 2024, de uma reunião fora da agenda oficial com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e com Gabriel Galípolo, então indicado à presidência do Banco Central. O encontro teria sido articulado pelo ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que levou Vorcaro e o ex-CEO do banco, Augusto Lima, ao Palácio. Em um telefonema classificado como "altamente produtivo", o presidente Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceram as bases para uma nova parceria de segurança. O foco central é o asfixiamento financeiro de facções criminosas, com ênfase na repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas. O INSS decidiu prorrogar até 20 de março o prazo para beneficiários contestarem descontos indevidos em seus benefícios. A medida foi tomada após problemas técnicos no portal Meu INSS, registrados desde a última segunda-feira (19), que dificultaram o acesso dos usuários. Segundo o instituto, a Dataprev foi cobrada para prestar esclarecimentos, especialmente porque uma manutenção programada deixará os sistemas fora do ar entre 27 de janeiro e 1º de fevereiro. A OAB-SP enviou nesta segunda-feira (26) ao ministro Edson Fachin uma proposta de código de conduta para o STF. O texto proíbe manifestações político-partidárias de ministros e exige quarentena de três anos para advocacia após o mandato. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Leonardo Sica, presidente da OAB-SP. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o 19º Batalhão da Polícia Militar apresente, em até cinco dias, um relatório completo sobre a rotina do ex-presidente Jair Bolsonaro desde sua transferência para uma Sala de Estado-Maior no Núcleo de Custódia da PMDF, conhecido como “Papudinha”, no Complexo Penitenciário da Papuda. Bolsonaro havia sido mantido anteriormente na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e foi transferido em 15 de janeiro. O deputado estadual Paulo Fiorilo (PT-SP) enviou ofícios ao Ministério Público de São Paulo (MPSP) e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) solicitando informações sobre possíveis prejuízos em fundos de Previdência municipais que aplicaram recursos no Banco Master. Segundo o parlamentar, cidades paulistas teriam investido cerca de R$ 218 milhões em títulos que ficaram indisponíveis após a liquidação extrajudicial da instituição pelo Banco Central. Fiorilo alerta que a situação pode comprometer o pagamento de aposentadorias e pensões e pressionar as finanças das prefeituras, responsáveis por cobrir eventuais déficits dos regimes próprios de Previdência. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
As tensões crescem no Oriente Médio, com os EUA concentrando poder militar na região, notícias de que Israel se prepara para um ataque e companhias aéreas restringindo voos para a região. Nesse programa especial, conversarei sobre a situação no Irã e seus reflexos para o Oriente Médio com a Professora Monique Sochaczewski, cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM), Senior Fellow no CEBRI e autora dos livros "Trópicos Orientais/Orientes Tropicais: Reflexões sobre o Brasil e o Oriente Médio" (Rio de Janeiro: Talu Cultural, 2019) e "Do Rio de Janeiro a Istambul: Contrastes e Conexões entre o Brasil e o Império Otomano (1850-1919)" (Brasília: FUNAG, 2017). Atualmente, é professora do corpo permanente dos Mestrados Profissionais em Ciência Política e Relações Internacionais (Brasília) e em Gestão e Políticas Públicas (São Paulo) do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa - IDP.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - https://twitter.com/PauloFilho_90Siga-nos no Linkedin - https://www.linkedin.com/in/paulo-filho-a5122218/Siga-nos no Instagram - https://www.instagram.com/blogdopaulofilhoInscreva-se no canal do Youtube - https://www.youtube.com/paulofilConheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
No Irão, o regime do ayatollah Ali Khamenei tentou calar a maior vaga de protestos dos últimos anos com uma repressão que teria feito milhares de mortos. As manifestações começaram a 28 de Dezembro na capital e alastraram a todo o país. Os Estados Unidos intensificaram a presença militar no Médio Oriente com a mobilização do porta-aviões USS Abraham Lincoln, depois de Donald Trump ter afirmado que deverá receber “em breve” um relatório sobre a situação no Irão para decidir se avança com uma intervenção militar. Será a pressão interna e externa suficiente para uma eventual mudança de regime? E quem poderia assegurar uma transição? Para conversarmos sobre este tema convidámos Maria Ferreira, professora de Relações Internacionais, que nos fala sobre “a pior repressão de sempre” no Irão, sobre a “diplomacia coerciva” dos Estados Unidos e sobre dificuldade de antever, para já, uma mudança de regime. RFI: Perante a mobilização de um porta-aviões para o Médio Oriente, até que ponto um ataque dos Estados Unidos é uma possibilidade? Maria Ferreira, Professora de Relações Internacionais do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa: “É preciso ter consciência de que o Irão é a segunda maior nação do Oriente Médio e é a 18.ª maior nação do mundo. Vivem no Irão mais de 92 milhões de habitantes, portanto, é um país com uma matriz civilizacional fortíssima e que não se compara a outros Estados, nomeadamente a Venezuela, onde os Estados Unidos têm vindo a desenvolver acções exteriores. É claro que o Irão, neste momento, está a passar pela pior repressão de sempre que visa as manifestações pró-democracia, mas mesmo a resposta do regime a estas manifestações demonstra a dificuldade que seria, mesmo para uma potência militar como os Estados Unidos, intervir num palco de conflito que é extremamente complexo.” Então, não há essa possibilidade de um ataque iminente dos Estados Unidos? “De um ataque clássico dos Estados Unidos não. Seria muito difícil aos Estados Unidos conseguirem controlar um território com uma complexidade doméstica como se afigura no Irão. Segundo a Amnistia Internacional, no Irão, existem três braços armados que suportam fortemente o regime e que estão sob a alçada do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei.” Nesse caso, para que serve esta mobilização de navios de guerra americanos, nomeadamente, do porta-aviões, para o Médio Oriente? “Repare que Donald Trump está a replicar os mesmos passos da Venezuela no Irão porque antes da extracção do Presidente Maduro, os Estados Unidos enviaram para a Venezuela e para a região também um conjunto de forças militares com o objectivo de escalarem a tensão contra o país, aplicarem uma espécie de diplomacia coerciva para atingirem os seus objectivos, nomeadamente no que toca à questão do petróleo. No Irão, o que está a acontecer é também a utilização de diplomacia coerciva para obrigar o Irão a uma eventual mudança de regime. Repare-se que essa mudança de regime não aconteceu na Venezuela. Essa mudança de regime no Irão está a ser associada às revoltas populares nas ruas e é preciso dizer que a repressão das revoltas já terá provocado entre 17.000 a 25.000 mortos. Simplesmente, tal como na Venezuela não houve mudança de regime, também no Irão essa mudança de regime afigura-se muito difícil pelas circunstâncias internas, políticas e militares, que conseguem sustentar o regime de Ali Khamenei.” Que resultados é que pode ter essa “diplomacia coerciva”? Na segunda-feira houve um responsável americano que disse que a porta está aberta se o Irão quiser entrar em contacto com Washington. Há uma porta aberta a uma eventual mudança de regime? “O ayatollah Khamenei é uma figura odiada por grande parte dos iranianos. A economia iraniana está numa situação insustentável e há uma grande repressão interna. Aquilo que os especialistas no Irão discutem é quais são internamente as hipóteses para eventualmente substituir o ayatollah Khamenei. Mas essas hipóteses são muito ténues e eu penso que foi isto que levou - a par do reconhecimento de que uma intervenção militar no Irão seria absolutamente complexa por causa dos três braços armados que sustentam o regime - foi essa consciência que levou a que Donald Trump, há duas semanas, com a desculpa de que o Irão já não estava a executar protestantes, tivesse claramente recuado na sua retórica agressiva, militarista, coerciva contra o Irão. É que, segundo vários autores que são especialistas na questão do Irão, não existe grande vontade de reforma do regime e os moderados são vistos como figuras marginais dentro do próprio regime e nem sequer têm o peso para vir a substituir o líder supremo e, eventualmente, poder conduzir a uma reforma do regime iraniano. Portanto, não se afigura como muito claro quem é que poderia preencher o vazio de poder que iria instalar-se depois da eventual morte ou extracção ou retirada do líder supremo. O que se sabe, com certeza, é que a Guarda Revolucionária iria sempre tentar preencher esse vazio de poder através da imposição de um autoritarismo militarista. No Irão existem os que mandam e aqueles que são mandados e, portanto, é muito difícil pensar numa eventual mudança do regime porque mesmo as figuras mais moderadas como Mohammad Bagher Ghalibaf , o antigo presidente Hassan Rohani, mesmo o actual Presidente Massoud Pezechkian que é também visto como um moderado, mesmo esses reformistas são considerados como irrelevantes, ou seja, não existem. Na prática, na sociedade iraniana, são uma espécie de cosmética, como diz Ali Ansari, que é professor na Universidade St Andrews, eles estão completamente marginalizados. Ou seja, no Irão não há um movimento de reforma política que possa, no fundo, apoiar o movimento na rua.” Os protestos não se podem tornar numa revolução? Não há nenhum líder da oposição que possa unir os iranianos e derrubar o regime dos ayatollahs? “Bem, neste momento, nós sabemos que o antigo filho do Xá, Reza Pahlavi, que está no exílio, se está a movimentar no sentido de poder ser uma eventual alternativa à mudança de regime no Irão, mas aquilo que se questiona em relação à Reza Pahlavi é que, apesar de ele argumentar que tem uma missão inacabada que o seu pai deixou quando saiu do Irão, que o seu objectivo não é de todo restaurar o passado autoritário associado ao Xá e que o seu objectivo é assegurar uma futura democracia no Irão, apesar disso, há grandes dúvidas em relação à legitimidade de uma figura cuja única base de autoridade é ser filho do Xá deposto. Portanto, também não me parece que possa vir a ser uma figura consensual para poder alicerçar a mudança do regime até porque há um legado muito divisivo do próprio Xá no Irão. Ou seja, o Xá não é consensual no Irão. Todo o reinado, o legado de autoritarismo associado ao Xá ainda tem uma memória muito forte no Irão e, apesar de Reza Pahlavi ter apelado a uma transição pacífica até um referendo nacional para decidir o futuro sistema político do Irão, continua a ser um símbolo de um passado autoritário. Se os iranianos não querem Ali Khamenei, dificilmente vão querer voltar a um passado de uma monarquia imperial associada ao Xá. Portanto, mesmo com esta retórica de modernização, de democratização, de solidificação das alianças com o Ocidente, a verdade é que há ainda uma memória muito marcada da censura, da polícia secreta, da supressão da dissidência, dos abusos aos direitos humanos ligados ao período do Xá e esse legado divisivo projecta-se em Reza Pahlavi e prejudica a sua capacidade de poder vir a liderar um período de transição no Irão.” Como disse, há milhares de pessoas que morreram nas manifestações, não se sabe bem quantas porque há diferentes números a circularem e o país está sem internet há 18 dias. Estes são os maiores protestos desde 2022. Como é que vê os próximos tempos no Irão? “É muito interessante perceber que realmente estes não são os únicos protestos que marcaram a história recente do Irão. Já em 2009, em 2022, a Revolução Verde... Tivemos outras vagas de protestos contra o Irão. O que especifica historicamente esta vaga é a onda de repressão que lhe está associada e que, de alguma forma, mostra a crescente fragilização do regime que terá já matado entre 17.000 a 25.000 pessoas. É claro que nós não sabemos exactamente o que é que se está a passar porque há um bloqueio cibernético. O que é interessante de ver é que as pessoas no Irão estão a usar formas alternativas para ter acesso à internet, nomeadamente o SpaceX, o Starlink, redes virtuais de internet privadas e estão a tentar suplantar aquilo que é uma marca fundamental do regime iraniano que é uma infraestrutura muito forte de vigilância cibernética e de vigilância nomeadamente através de câmaras CCTV. E, portanto, vai ser interessante ver como é que a população vai, nos próximos dias e nos próximos meses, reagir e continuar a ter um ímpeto reformista no país, utilizando as chamadas tecnologias da libertação, que são os mecanismos digitais, para tentar afirmar a sua vontade. Mas, como há um vazio ao nível das figuras reformistas que poderiam liderar o regime e perante o recuo dos próprios Estados Unidos, cuja acção de diplomacia coerciva estava claramente a empoderar estes movimentos civis de resistência, não me parece que nos próximos meses possamos ver alguma mudança essencial no Irão, tal como não vimos uma grande mudança na Venezuela. Os regimes persistem apesar da diplomacia coerciva de Donald Trump. Uma mudança no Irão estará associada eventualmente à morte do líder supremo e a quem, após essa morte, eventualmente o poderá substituir, e com a cumplicidade dos braços armados que existem no país, nomeadamente da Guarda Revolucionária, poder fazer algumas reformas. Pensar que os Estados Unidos vão, através de meios coercivos, provocar uma mudança de regime num país em que não existe a própria noção de reformismo político parece-me uma ideia sem grande sustentação empírica.”
A primeira edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal deste ano tenta explicar toda a loucura das últimas semanas!Observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, com protestos no Irã, ofensivas no Iêmen e Síria, além da formação de novos blocos de poder na região.Também passamos pela Crise da Groenlândia e sua repercussão no Fórum Econômico Mundial, em Davos, a partir das falas dos representantes europeus.No mais, demos aquele tradicional pela nossa quebrada latino-americana, com atualizações sobre a Venezuela e a assinatura do acordo MERCOSUL-União Europeia, que também foi o tema da coluna da professora Vivian Almeida.Aprenda tecnologia com a Alura com nosso desconto: https://alura.tv/xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
ANDRÉ LAJST é cientista político e MANSUR PEIXOTO é pesquisador histórico do islamismo. Eles vão debater a crescente tensão no Oriente Médio. O Vilela disse que ainda não entendeu o Oriente Pequeno, quando menos o Médio.
Trump continua dando as cartas no Oriente Médio. Israelenses e palestinos se autodeterminam ou o novo dono do mundo faz isso por eles?Bloco 1- Gaza: Fase 2 do cessar-fogo e o Conselho da Paz de Donald Trump- Cisjordânia: dados da cooperação entre exército e Autoridade PalestinaBloco 2- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #337 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
No final de 2025, o Irã voltou ao centro do noticiário internacional, mas não por uma guerra externa ou por negociações nucleares. O que vemos agora são protestos internos de grande escala, espalhados por diversas cidades, impulsionados por uma combinação explosiva de crise econômica, repressão política e desgaste profundo do regime. Com relatos de milhares de mortos, prisões em massa e apagões de internet, as manifestações levantam uma pergunta central: estamos diante de mais um ciclo de repressão brutal ou de uma fissura estrutural no sistema político iraniano?O Irã de hoje expõe um dilema conhecido em outros contextos autoritários: um Estado que se sustenta pela repressão, mas que enfrenta uma sociedade cada vez mais fragmentada, cansada e sem ilusões. Ao mesmo tempo, a oposição, dentro e fora do país, aparece dividida, disputando legitimidade, narrativas e até símbolos do passado. Enquanto o regime acusa interferência estrangeira e tenta controlar a informação, manifestantes arriscam a vida em um ambiente de violência extrema e isolamento digital. Para discutir o que está por trás dessas manifestações, os limites da oposição iraniana, o papel da comunidade internacional e os cenários possíveis para o futuro do país, a gente conversa hoje com Monique Sochaczewski, doutora em História, Política e Bens Culturais, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM)
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste domingo (18): O presidente Donald Trump convidou oficialmente o presidente Lula para integrar o "Conselho da Paz", novo órgão internacional liderado por Washington para supervisionar a reconstrução e a transição política na Faixa de Gaza. Enquanto líderes como Javier Milei e Santiago Peña aceitaram prontamente, o governo brasileiro adotou uma postura cautelosa. O Itamaraty solicitou detalhes sobre a função real do Brasil no comitê, já que o órgão opera fora da estrutura da ONU e sob comando direto de Trump. Interlocutores do Planalto avaliam se a adesão daria o aval de Lula à política externa americana para a região ou se garantiria ao país uma cadeira estratégica na pacificação do Oriente Médio. A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) divulgou uma nota pública de forte teor crítico às recentes decisões do ministro Dias Toffoli no caso do Banco Master. A entidade classifica como "perplexidade institucional" as ordens de Toffoli que estabeleceram prazos exíguos para oitivas e determinaram que materiais apreendidos fossem enviados lacrados diretamente ao STF, impedindo a perícia imediata da corporação. A economia brasileira registrou alta de 0,7% em novembro de 2024, segundo dados do IBC-Br divulgados pelo Banco Central. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o economista Roberto Troster analisa que, embora o número supere as expectativas iniciais, o crescimento ocorre sob a pressão de juros elevados. O Ministério da Saúde iniciou neste fim de semana a vacinação-piloto com o imunizante Butantan-DV, a primeira vacina de dose única contra a dengue no mundo. A campanha começou no sábado (17) em Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), e chega a Botucatu (SP) neste domingo (18). O público-alvo compreende pessoas de 15 a 59 anos, com o objetivo de avaliar a eficácia do imunizante 100% nacional na redução de casos graves e hospitalizações. Em um pronunciamento oficial neste sábado (17), o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, admitiu pela primeira vez que as recentes manifestações no país deixaram "milhares de mortos". O aiatolá, no entanto, eximiu as forças de segurança de culpa e classificou as vítimas como resultado de uma "conspiração americana". Khamenei chamou o presidente Donald Trump de "criminoso" por incentivar o caos e oferecer apoio militar aos manifestantes, que chamou de "soldados a pé" dos EUA. A admissão ocorre sob forte pressão de Washington, após Trump ameaçar uma intervenção direta caso a matança de civis não fosse interrompida, mantendo o Oriente Médio em alerta máximo. A União Europeia convocou uma reunião extraordinária para discutir as novas diretrizes comerciais anunciadas pelo governo de Donald Trump. O presidente americano sinalizou a imposição de tarifas caso não haja avanços nas negociações estratégicas sobre a Groenlândia. Em Bruxelas, líderes europeus analisam o impacto económico das taxas e buscam uma posição unificada para o diálogo com Washington. O impasse ocorre num momento de redefinição de prioridades no Ártico, com os Estados Unidos a reforçarem o interesse na região por questões de segurança. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos oficializou uma acusação grave contra a Test Flying Academy da África do Sul (TFASA) por exportação ilegal de tecnologia militar. Segundo Washington, a academia teria camuflado operações para enviar simuladores de voo de última geração e dados de guerra antissubmarino para o exército chinês. Containers com os equipamentos foram apreendidos em Durban após um alerta da inteligência americana. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (17): O Mercosul e a União Europeia assinam o acordo comercial em evento realizado no Paraguai neste sábado (17). No entanto, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, realizou a transferência do acordo do presidente Lula (PT) para o líder paraguaio Santiago Peña. Reportagem: Janaína Camelo e Eliseu Caetano. O especialista em investimentos Beny Fard avalia a atual situação do Irã, onde os protestos começam a perder força, mas a tensão segue elevada. Relatórios recentes indicam que o número de mortos durante os confrontos com as forças do regime já passa de 2,6 mil pessoas. A Alemanha iniciou o envio de soldados para a Groenlândia após as recentes ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A movimentação militar ocorre em um cenário de crescente tensão diplomática na região do Ártico. O INSS bloqueou o repasse de R$ 2 bilhões destinados ao Banco Master após identificar indícios de irregularidades. A medida atinge cerca de 254 mil contratos de empréstimo consignado sob suspeita de fraude. Reportagem: Matheus Dias. O governo de Donald Trump anunciou a criação do Conselho da Paz em Gaza para atuar no conflito do Oriente Médio. O grupo contará com o secretário de Estado Marco Rubio e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair entre os integrantes. O presidente americano espera anunciar novos nomes para compor a equipe diplomática nos próximos dias. Reportagem: Carlos Eduardo Martins. Segundo informações dos bastidores de Brasília, o Palácio do Planalto ainda enxerga o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) como ameaça eleitoral. A presença do governador na corrida pela Presidência da República ainda não foi descartada completamente. No entanto, Tarcísio também começou a manifestar apoio público ao pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Igor Damasceno. A Fifa anunciou que recebeu 500 milhões de solicitações para ingressos da Copa do Mundo 2026. O confronto entre as seleções de Portugal e da Colômbia desponta como a partida mais procurada pelos torcedores até o momento. A alta demanda reflete a expectativa global para o torneio que será realizado em 2026 na América do Norte. Reportagem: Taís Brito. O governo de São Paulo intensificou a campanha de imunização contra o sarampo e a febre amarela. As ações ocorrem em shoppings, estações de metrô e terminais rodoviários. Reportagem: Julia Fermino. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o especialista em direito tributário Angelo Paschoini analisa as ações do Banco Master que motivaram as recentes investigações. De acordo com o especialista, já havia uma certa suspeita sobre as operações da instituição. Os Estados Unidos emitiram um aviso oficial sobre atividade militar no espaço aéreo do México. A medida ocorre após o presidente Donald Trump declarar a intenção de realizar ataques contra o narcotráfico. Reportagem: Eliseu Caetano. A União Europeia e o Brasil iniciaram negociações voltadas para a exploração de minerais críticos. O bloco europeu entra oficialmente na disputa global para atrair investimentos em insumos estratégicos. Reportagem: Janaína Camelo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O Irã que domina as manchetes hoje, com drones, mísseis e tensões geopolíticas, não surgiu do nada. O estopim de muito do que vemos no Oriente Médio aconteceu em 1979. Mas como um país que era o farol da modernidade ocidental na região sofreu uma transformação tão radical? Neste diagnóstico completo, mergulhamos nos bastidores da Revolução Iraniana. Entenda o papel das grandes potências, a exploração do petróleo e como a queda do Xá Reza Pahlavi abriu caminho para o regime dos Aiatolás. Se você quer entender por que o Irã se tornou o centro dos maiores conflitos contemporâneos e como a Crise dos Reféns mudou a diplomacia mundial, este vídeo resume a história em poucos minutos.
O Irã passa por uma grave crise, com protestos espalhados por várias cidades e centenas de vítimas fatais. O presidente Trump conclamou os iranianos a derrubar o regime e prometeu ajuda. Os EUA atacarão o Irã? Mesmo sem a presença de meios militares relevantes no Oriente Médio?Esse é o principal assunto da live de hoje, mas também abordaremos os principais assuntos estratégicos e geopolíticos da semana.Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
Quaest, 2º turno: Lula está à frente em todos os cenários, e menor diferença é contra Tarcísio. Caso Master: PF bloqueou R$ 5,7 bilhões e apreendeu R$ 97 mil em espécie em operação; veja imagens. Irã avisou vizinhos que vai bombardear bases dos EUA no Oriente Médio se for atacado por Trump; mortes em protestos passam das 2.500. Overdose é principal suspeita para morte de recém-casados em MT, diz polícia. Premiê do Japão e presidente da Coreia do Sul tocam bateria juntos durante encontro oficial.
A Polícia Federal deflagrou uma nova operação sobre o Banco Master e bloqueou R$ 5,7 bilhões. Os agentes fizeram buscas em endereços da família Vorcaro e apreenderam o celular do empresário Nelson Tanure. O ministro Dias Toffoli determinou que o material apreendido fique na Procuradoria-Geral da República. Os Estados Unidos fizeram manobras militares no Oriente Médio. O Irã ameaçou reagir e bombardear bases americanas na região. Alemanha, Suécia e Noruega decidiram enviar soldados para a Groenlândia. O governo americano suspendeu vistos de imigrantes de 75 países, incluindo o Brasil.
O Irã vive hoje uma das crises mais profundas de sua história moderna. Quase 50 anos após a Revolução de 1979, a população volta às ruas de 25 províncias em um movimento massivo motivado pela desvalorização recorde da moeda, crises hídricas severas e uma ditadura que sufoca a liberdade. Com a economia em colapso e o poder de compra derretendo, os iranianos enfrentam a violência estatal e o apagão da internet para exigir mudanças no tabuleiro geopolítico. Neste vídeo, analisamos como a corrupção e a má gestão interna pesam mais que as sanções internacionais, e qual o papel estratégico dos Estados Unidos e de Israel neste cenário explosivo que pode mudar o Oriente Médio para sempre. _____________ Protestos no Irã 2026, Geopolítica do Oriente Médio, Revolução Islâmica 1979, Crise econômica Irã, Donald Trump Irã, Aiatolá Ali Khamenei, Moeda do Irã Rial, Guerra Israel e Irã, Brasil Paralelo geopolítica, Liberdade de expressão Irã, Pahlavi Irã, Documentário From the River to the Sea
Convidado: Filipe Figueiredo, historiador pela USP, colunista do jornal O Estado de São Paulo e criador do podcast Xadrez Verbal. Com a maior estrutura militar do planeta, há décadas os Estados Unidos transformaram seu poder bélico em instrumento de política externa. Em nome da segurança nacional e de interesses estratégicos, Washington atuou – direta ou indiretamente – para intervir na política de outros países ao redor do globo. Os resultados deixaram rastros de instabilidade e crises duradouras. A exemplo do que aconteceu no Iraque, no Irã e no Afeganistão, onde a ocupação americana durou duas décadas. Agora, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirma que a intervenção na Venezuela não tem data para terminar – e vai durar até um processo de transição de poder. Neste episódio, Victor Boyadjian conversa com o historiador Filipe Figueiredo. Colunista do jornal O Estado de São Paulo e criador e apresentador do podcast Xadrez Verbal, Filipe relembra o que levou às invasões de países na América Latina e no Oriente Médio – e responde como o movimento MAGA dá uma nova roupagem ao processo de intervencionismo americano. Ele explica o que deu errado em uma série de processos de intervenção e, por fim, traça um paralelo entre as invasões do Iraque e da Venezuela.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: GÊNESIS 39:19-23 PLANO DE LEITURA ANUAL: GÊNESIS 29–30; MATEUS 9:1-17 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Em um campo de refugiados no Oriente Médio, Reza ganhou uma Bíblia e lendo-a, conheceu e creu em Jesus. Sua primeira oração em nome de Cristo foi: “Usa-me como Teu obreiro”. Mais tarde, após deixar esse local, Deus respondeu a oração dele e Reza conseguiu emprego numa agência humanitária, voltando ao acampamento para servir as pessoas que conhecia e amava. Iniciou clubes esportivos, aulas de idiomas e assessoria jurídica: “qualquer coisa que pudesse trazer esperança”. Reza vê esses programas como oportunidades de servir aos outros e compartilhar a sabedoria e o amor de Deus. Ao ler sua Bíblia, Reza sentiu-se ligado à história de José em Gênesis. Ele percebeu como Deus usou José para promover Sua obra enquanto ele estava na prisão. Por estar com José, Deus mostrou-lhe bondade e concedeu-lhe favor. O carcereiro colocou José no comando, delegou suas responsabilidades ao jovem e não mais se preocupou, porque Deus abençoava José “em tudo que ele fazia” (GÊNESIS 39:23). Deus promete estar conosco também. Quer estejamos enfrentando uma prisão literal ou simbólica, dificuldades, distância, mágoa ou tristeza, podemos confiar que o Senhor nunca nos deixará. Assim como capacitou Reza para servir os que estavam no acampamento e José para administrar a prisão, Deus sempre estará perto de nós. Por: AMY BOUCHER PYE
Convidado: Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International University. No início de dezembro de 2025, os Estados Unidos anunciaram sua nova Estratégia de Segurança Nacional — um documento que redefine as prioridades da política externa americana. O texto foca menos em Oriente Médio e Europa e aponta maior atenção à América Latina, à Ásia e à disputa com a China. Um mês depois da divulgação, os EUA invadiram a Venezuela e capturaram Nicolás Maduro. Na sequência, Donald Trump voltou a reivindicar o controle sobre a Groenlândia. E, no início desta semana, o Departamento de Estado publicou uma imagem do presidente americano com os dizeres: “Este é o nosso hemisfério”. Em destaque, a palavra “nosso”. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Guilherme Casarões para explicar como a política externa americana é a peça-chave no redesenho de um novo mapa-múndi, no qual as zonas de influência importam mais do que as fronteiras nacionais – e onde as grandes potências, de acordo com a visão da Casa Branca, seriam EUA, China e Rússia. Cientista político e professor da Florida Internacional Univeristy, Casarões responde como ficam as influências de China e Rússia (na Ásia, Europa e América Latina) e o status da Europa e do Oriente Médio. Ele também analisa a situação das potências regionais, caso do Japão, da Índia e do Brasil.
Marcos Troyjo, ex‑presidente do Banco dos BRICS, fundador do BRICLab na Columbia e professor em Oxford, analisa o cenário geopolítico global e o lugar do Brasil na nova Guerra Fria entre China e Estados Unidos. Ele discute o conceito de “Sul Global”, explica a desglobalização e comenta como o país pode se tornar um ator “geopoliticamente pendular”.Neste episódio de “Hello, Brasil! – o país no divã”, Troyjo fala sobre BRICS, disputa por terras raras e minerais críticos, o papel do agronegócio e da matriz energética brasileira e os bastidores de sua saída do Novo Banco de Desenvolvimento. Ele também aborda as escolhas diplomáticas do Brasil em temas como Venezuela, Oriente Médio, eleições americanas e a volta de Trump com uma nova leitura da Doutrina Monroe.Na parte final, a conversa entra em 2026: “PT‑fadiga”, anti‑incumbência, o papel das elites brasileiras e o que o país precisa fazer para crescer 4% ao ano e fechar a distância em relação a economias como Portugal. Um diálogo franco, denso e técnico sobre como o Brasil é visto no mundo – e quais decisões podem destravar seu potencial nas próximas décadas.Capítulos:00:00 – APRESENTAÇÃO E TRAJETÓRIA DE MARCOS TROYJO05:22 – BRASIL: O GIGANTE QUE VAI MAL NA ESCOLA13:04 – DESGLOBALIZAÇÃO: DO FIM DA HIPERGLOBALIZAÇÃO À GUERRA FRIA 2.018:40 – TERRAS RARAS E MINERAIS CRÍTICOS: A NOVA JOIA DA COROA BRASILEIRA24:45 – POR QUE MARCOS TROYJO SAIU DO BANCO DOS BRICS31:31 – SUL GLOBAL: POR QUE TROYJO DIZ QUE É UMA FICÇÃO35:08 – “PAZ QUENTE”: COMO O BRASIL NAVEGA ENTRE CHINA E EUA39:36 – DIPLOMACIA BRASILEIRA E O RISCO DE PENDER PARA UM LADO43:51 – “PT‑FADIGA” E OS CENÁRIOS POLÍTICOS PARA 202659:24 – ELITES BRASILEIRAS E O “KPI” DO BRASILSobre Marcos Troyjo:Ex‑presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco dos BRICS, 2020‑2023), fundador do BRICLab na Columbia University, professor visitante na Blavatnik School of Government (University of Oxford) e ex‑Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (2019‑2020).
Coordenador especial para Processo de Paz no Oriente Médio citou agravamento da situação na Cisjordânia, marcado por violência crescente, expansão de moradias para israelenses e deslocação de palestinos, num contexto regional ainda fragilizado por cessar-fogo instável em Gaza.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (29): O suspeito pelo ataque a dois membros da Guarda Nacional em uma área próxima à Casa Branca, Rahmanullah Lakanwal, será acusado de homicídio. Além disso, Trump também está envolvido em uma tensão com a Venezuela e nas negociações entre Rússia e Ucrânia. Para falar sobre esses eventos recentes, a Jovem Pan News recebe o professor e coordenador de Relações Internacionais, Frederico Seixas. Com a chegada das chuvas nos próximos meses, aos poucos a conta de luz deve ficar mais barata. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, a bandeira vermelha patamar 1, será trocada pela amarela já no próximo mês. Dessa maneira, os consumidores vão passar a pagar R$1,88 para cada 100 kWh. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e o ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD), voltaram a conversar após rumores de ruptura e aproveitaram para articular a aprovação de Jorge Messias na sabatina, indicado por Lula para ocupar o cargo de ministro do STF. A Corregedoria da Polícia Militar prendeu, na última sexta-feira (28), cinco policiais do Batalhão de Choque. Eles são acusados de crimes cometidos durante a megaoperação realizada há cerca de um mês nos Complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro. As investigações apontam que os agentes teriam desviado dois fuzis apreendidos durante a ação policial com o objetivo de revendê-los, configurando crime militar e corrupção. Reportagem: Rodrigo Viga. O Papa Leão XIV condenou veementemente o uso da religião para justificar guerras e violência durante sua primeira viagem internacional como pontífice, realizada na Turquia, onde celebrou os 1.700 anos do Concílio de Niceia. Diante de líderes cristãos do Oriente Médio e representantes de outras tradições religiosas, o Papa classificou como “escândalo” que a fé cristã ainda seja utilizada como instrumento para legitimar perseguições e conflitos. A Comissão do Congresso Nacional pode votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na próxima terça-feira (2). A movimentação ocorre em um cenário de acirramento e desavenças entre o Legislativo e o Palácio do Planalto. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), agendou a sessão na tentativa de destravar a pauta e garantir a votação da diretriz orçamentária, essencial para o planejamento das contas públicas. Reportagem: Victoria Abel. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), confirmou que o relator da PEC da Segurança, Mendonça Filho (União Brasil), vai apresentar os principais pontos na reunião do Colegiado de Líderes na semana que vem. Reportagem: André Anelli. A inquietude no Congresso Nacional diante da indicação de Jorge Messias como ministro do STF parece estar longe de acabar. O senador Izalci Lucas (PL-DF) conversa com a Jovem Pan News sobre a sabatina de Messias e o embate entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), e o presidente Lula. A próxima semana pode ser movimentada dentro do Congresso Nacional, uma vez que o PL Antifacção pode ser votado no Senado, em meio à tensão com o governo. É importante lembrar que a gestão Lula (PT) encaminhou 58 sugestões de alteração para o texto, que será analisado no Senado Federal. Reportagem: Victoria Abel. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que todas as ordens executivas, memorandos e documentos oficiais assinados pelo seu antecessor, Joe Biden, com o uso de "caneta automática" (autopen), não têm mais validade. Segundo Trump, cerca de 92% dos documentos firmados durante a gestão Biden passaram por esse procedimento mecânico de assinatura Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Repercutimos as eleições presidencias no Chile - que será decidida no 2º Turno - além dos últimas dias da COP30 em Belém, referendos no Equador, tensão no Caribe e protestos no México!Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio e repercutimos as últimas notícias dos EUA, como os emails de Jeffrey Epstein, incluindo aquele que você está pensando.Aproveite a Black November da Alura: https://alura.tv/xadrezverbalUse o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
(00:00:00) Xadrez Verbal #439 Happy Birthday, Senhor Presidente (00:03:40) Giro de Notícias #01 (00:22:00) Coluna Aberta: Oriente Médio (00:42:15) Efemérides: A Semana na História (00:50:50) Match: América Latina (02:14:35) Giro de Notícias #02 (02:25:05) Xeque: Bacia do Pacífico (03:02:35) Gambito da Dama: Juros, inflação e câmbio (03:10:30) Giro de Notícias #03 (03:17:45) Peões da Semana (03:19:15) Sétimo Selo (03:27:55) Música de Encerramento Lula se encontrou com Trump na Malásia e repercutiremos este e outros encontros bilaterais durante a 47ª Cúpula da ASEAN, além de outras notícias da bacia do Pacífico.Também observamos o movimento das peças no sempre complicado tabuleiro do Oriente Médio, destacando as reações aos planos israelenses em relação à Cisjordânia.No mais, demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com novo presidente na Bolívia e a vitória governista nas eleições legislativas argentinas.Participe da Imersão IA Alura com Google Gemini: https://alura.tv/xadrezverbal-imersao-dev-2025Use o cupom XADREZVERBAL na Academia Guhan de Mandarim: https://academiaguhan.com.br/Use o cupom XADREZVERBAL50 para ter 50% de desconto no plano de saúde do seu pet na Petlove: https://saude.petlove.com.br/?promocao=influencer&utm_source=spotify&utm_medium=influencer&utm_campaign=xadrezverbalCampanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/
(00:00:00) Xadrez Verbal #438 Protestos em Madagascar (00:04:40) Giro de Notícias #01 (00:24:05) Coluna Aberta #01: entrevista com o embaixador Alessandro Candeas (01:35:40) Coluna Aberta #02: Oriente Médio (02:19:55) Efemérides: A Semana na História (02:24:50) Match: América Latina (03:38:30) Xeque: África (04:14:05) Gambito da Dama: Nobel de Economia (04:23:50) Giro de Notícias #02 (04:42:45) Peões da Semana (04:43:50) Sétimo Selo (04:54:05) Música de Encerramento Realizamos uma entrevista exclusiva com o embaixador Alessandro Candeas, embaixador brasileiro na Palestina de 2020 a 2024.No mais, a bandeira do pirata que estica de One Piece continua presente em protestos pelo Mundo, dessa vez em Madagascar e trataremos da conjuntura política da ilha africana, além da queda do presidente Andry Rajoelina.Também demos aquele tradicional pião pela nossa quebrada latino-americana, com destaque para o pedido de demissão do chefe militar nos EUA na região e os protestos no Equador e Peru.Por fim, a professora Vivian Almeida repercute os laureados com o Nobel de Economia!Aproveite o Guia do Mochileiro Tech da Alura: https://alura.tv/xadrezverbal-guia-2025Campanha e comunicado sobre nosso amigo Pirulla: https://www.pirulla.com.br/