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Assinalando o quarto aniversário do início da invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, cumprido na terça-feira, o episódio desta semana do podcast Diplomatas foi exclusivamente dedicado à análise sobre o conflito, nas suas várias dimensões. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar fizeram um balanço destes quatro anos, dedicando especial atenção aos desenvolvimentos dos últimos 12 meses. A jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA comentaram a situação no campo de batalha, o estado das negociações, a resistência ucraniana e a estratégia russa, sem esquecer os papéis desempenhados por Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin. Para além disso, debateram os efeitos da guerra nas relações transatlânticas e nos planos da Europa para reforçar a sua capacidade de defesa e prosseguir uma política de autonomia estratégica. No final do episódio, houve tempo para uma reflexão sobre a forma como a guerra da Ucrânia e os temas da segurança têm sido tratados em Portugal, quer pelas elites políticas quer em contexto de campanha eleitoral e discussão pública. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
No 3 em 1 desta terça-feira (24), o destaque foi a guerra entre Ucrânia e Rússia que completa quatro anos nesta terça-feira (24) sem sinais de uma resolução diplomática próxima. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reafirmou o compromisso de continuar lutando pela soberania do país contra a invasão russa liderada por Vladimir Putin. Reportagem: Luca Bassani. O secretário de Segurança Pública de São Paulo e relator da proposta, Guilherme Derrite, reuniu-se com Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública, para tratar do PL Antifacção. O texto pode ser protocolado nesta terça-feira (24) na Câmara dos Deputados. Reportagem: André Anelli. O Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional articulam a criação de uma regra de transição para regulamentar o pagamento de penduricalhos no serviço público. O objetivo da proposta, discutida entre o presidente do STF, Edson Fachin, e as Presidências da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) e do Senado, Davi Alcolumbre (União), é evitar que complementos remuneratórios ultrapassem o teto constitucional vigente. Reportagem: Janaína Camelo. O empresário Daniel Vorcaro presta depoimento presencial na próxima terça-feira (03) na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado Federal. A oitiva busca esclarecer pontos sobre o caso Banco Master e um dos impasses envolvia o deslocamento do dono da instituição até Brasília. Reportagem: Beatriz Souza. O governo federal atua para evitar que o presidente Lula (PT) sofra desgastes com o Supremo Tribunal Federal devido ao caso do Banco Master. A intenção é manter a figura do Executivo distante da investigação conduzida pela Corte. Reportagem: André Anelli. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) rebateu o CEO da Enel, Flavio Cattaneo, que afirmou que nem "Jesus Cristo" evitaria apagões em São Paulo. Nunes declarou que "nem Jesus salva" a empresa. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) reuniu-se para discutir o contrato da distribuidora, afirmando que a concessionária perdeu a legitimidade para continuar em São Paulo. Reportagem: Julia Fermino. Em entrevista exclusiva para a Jovem Pan, os advogados Marcelo Ferreira e Felipe Dalleprane alegam falta de provas contra Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, no caso Marielle Franco. Ferreira também falou sobre a falta de ligação com os irmãos Brazão, acusados de serem os mandantes do crime contra Marielle e seu motorista, Anderson Gomes. Reportagem: Janaína Camelo. O diretório estadual do PT (Partido dos Trabalhadores) em São Paulo cobra que as definições sobre as chapas para as eleições de 2026 sejam concluídas até março. Lideranças paulistas discutem sobre Geraldo Alckmin (PSB) se manter como vice na chapa encabeçada pelo presidente Lula (PT). Reportagem: Marcelo Mattos. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), definiram a estratégia eleitoral para 2026. Castro deve disputar o Senado Federal, enquanto Douglas Ruas (PL) será o nome apoiado para o governo estadual. Em paralelo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) negou que o PL tenha a prerrogativa de definir o vice em sua chapa de reeleição em São Paulo. Reportagem: Misael Mainetti. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Michelle Bolsonaro e o deputado Nikolas Ferreira (PL) apoiarão Flávio Bolsonaro (PL) como pré-candidato à Presidência. Além disso, Carlos Bolsonaro cobrou alinhamento e engajamento total na campanha do irmão para 2026, e pediu que a sigla observe quem não está apoiando. Reportagem: Matheus Dias. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (25): Ao menos 31 pessoas morreram após as fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira entre segunda-feira (23) e a madrugada desta terça (24). De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, 25 mortes foram registradas em Juiz de Fora e outras seis em Ubá. A Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica, o Projeto de Lei Antifacção, que endurece o combate ao crime organizado e amplia penas, mecanismos de prisão e instrumentos de investigação. O texto, que teve origem no Palácio do Planalto, passou por alterações da oposição e revisões do Senado Federal, mas os deputados deram a palavra final. O relator Guilherme Derrite (PP-SP) conduziu a versão aprovada, que também retirou trecho que previa a criação de um imposto para financiar a segurança pública por meio da taxação de casas de apostas. O texto segue agora para sanção presidencial. O presidente da República em exercício, Geraldo Alckmin, anunciou que o governo federal irá liberar R$ 800 para cada pessoa desabrigada pelas chuvas que atingem a Zona da Mata, em Minas Gerais. Os recursos serão repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Social às prefeituras de oito municípios afetados, que ficarão responsáveis pela distribuição aos moradores. Além do auxílio emergencial, o governo também vai antecipar pagamentos do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) para as famílias atingidas pelas enchentes. Os parlamentares do Reino Unido aprovaram nesta terça-feira (24) a divulgação de documentos confidenciais relacionados à nomeação do Andrew Mountbatton-Windsor como enviado comercial, dias após o ex-príncipe ter sido interrogado pela polícia por seus vínculos com Jeffrey Epstein. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu alerta vermelho, o mais alto nível de severidade, para acumulado de chuva em áreas do Sudeste até a próxima sexta-feira (27). O aviso classifica a situação como de “grande perigo”. Confira as informações da Previsão do Tempo com Camila Yunes. O Senado aprovou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei que estabelece regras mais rígidas para condenados por homicídios de policiais e outros agentes de segurança. O projeto segue agora para análise da Câmara dos Deputados. O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, atualizou o cenário das cidades atingidas pelos temporais durante entrevista ao Jornal da Manhã. A Zona da Mata é uma das áreas mais afetadas, com registros de deslizamentos de terra, ao menos 30 mortos em Juíz de Fora e 6 em Ubá, além de cerca de 3 mil desalojados. O governo estadual decretou estado de calamidade pública e mobiliza equipes de resgate e assistência às vítimas. A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Vassalos para investigar um suposto esquema de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo desvios de emendas parlamentares. Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). A suspeita é que o grupo tenha movimentado bilhões de reais em recursos públicos por meio de contratos irregulares. A Rússia acusou a Ucrânia de tentar obter armas nucleares com ajuda da França e do Reino Unido, segundo relatório divulgado pelo serviço de inteligência externa russo (Serviço de Inteligência Externa da Rússia). Kiev classificou a acusação como “absurda”, enquanto Paris e Londres também rejeitaram as alegações. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro reabriu a investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) e outras 25 pessoas para apurar suspeitas de desvio de dinheiro público por meio de funcionários fantasmas, prática conhecida como “rachadinha”, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Alberto Gonçalves comenta a guerra Rússia-Ucrânia no quarto aniversário da invasão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record desta terça-feira (24): STF começa a julgar acusados de mandar matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes. O JR mostra o trabalho de resgate em busca de sobreviventes e o drama dos desabrigados na Zona da Mata mineira. As consequências da chuva pelo Brasil. Uma pessoa morreu na Baixada Fluminense, e no litoral paulista as cidades estão em alerta. Guerra na Ucrânia completa quatro anos e já é o conflito mais mortal da Europa desde a Segunda Guerra. E o Corinthians apresenta o marroquino Zakaria, indicado pelo amigo Memphis Depay.
O dia em que se assinalaram quatro anos da invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia foi também o dia em que os ucranianos mostraram que a vida não pára. O povo que vive em constante adaptação não se deixa derrotar e, com 20 graus negativos, quando Putin tudo faz para lhes tirar a electricidade, liga o gerador. Como é viver na capital? Iryna Shev e Rui do Ó formaram a equipa de reportagem da SIC enviada à Ucrânia logo após a invasão russa. Hoje a jornalista é correspondente do canal na Ucrânia. É com ela que fazemos o retrato de um dia em Kiev.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Rodrigues analisa o discurso do Estado da Nação de Donald Trump. O coordenador de risco geopolítico explica ainda porque é que a adesão da Ucrânia à UE dificilmente avança no próximo ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Coronel José do Carmo acredita que os EUA devem atacar o Irão brevemente. Considera ainda que a Rússia só acaba com a guerra quando perceber que os países europeus não aceitam abandonar a Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A nova narrativa sugerida ao público é a de que, em fevereiro de 2022, a Ucrânia não estava preparada para a invasão russa. Foi apanhada de surpresa e só tomou nota do que se passava depois de avisada pelo MI6 e pela CIA. Será esta ideia alinhada com a realidade? A verdade é que, no dia 23 de fevereiro de 2022, um dia antes da invasão, a Ucrânia já movimentava tropas específicas para a defesa da cidade de Kharkiv. Uma manobra militar que já se fazia prever? Ouça a análise de José Milhazes e de Nuno Rogeiro na versão podcast de um episódio especial do programa Guerra Fria, emitido na SIC Notícias a 24 de fevereiro. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A invasão da Rússia à Ucrânia completa seu quarto aniversário nesta terça-feira (24). Até o momento, as negociações de paz trilaterais envolvendo ucranianos, russos e os Estados Unidos ainda não levaram a avanços. Para o âncora da CNN Brasil William Waack, a guerra atual expressa a convicção de Putin de que o poder dos países só existe mesmo em função do tamanho da economia, tamanho do território que conquista e ocupa, e tamanho da capacidade militar.
Jorge Rodrigues analisa o discurso do Estado da Nação de Donald Trump. O coordenador de risco geopolítico explica ainda porque é que a adesão da Ucrânia à UE dificilmente avança no próximo ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jorge Rodrigues analisa o discurso do Estado da Nação de Donald Trump. O coordenador de risco geopolítico explica ainda porque é que a adesão da Ucrânia à UE dificilmente avança no próximo ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (24): O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta segunda-feira (23) que o líder da Rússia, Vladimir Putin, já teria iniciado uma “Terceira Guerra Mundial”. Segundo Zelensky, há diferentes interpretações sobre o tema, mas a ofensiva russa representaria um conflito de escala global, com a principal questão sendo até onde Moscou pretende avançar e como impedir essa expansão. A depoente Ingrid Pikinskeni Morais Santos não retornou à sessão da CPMI do INSS após um intervalo na oitiva realizada no Senado Federal. Segundo nota da presidência da comissão, ela apresentou um mal-estar e foi avaliada pela equipe médica da Casa, o que levou à suspensão dos trabalhos. Ingrid é esposa e sócia de Cícero Marcelino de Souza Santos, apontado como operador e assessor do presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares, uma das entidades que estão sob investigação da CPMI. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta segunda-feira (23) que o Instituto Butantan “forneceu esperança” ao Brasil durante a pandemia da Covid-19. A declaração foi feita durante cerimônia em comemoração aos 125 anos da instituição, realizada na Zona Oeste da capital paulista, na qual o governador destacou os avanços científicos e o papel estratégico do Butantan na saúde pública. O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou nesta segunda-feira (23) que o Brasil foi o país mais beneficiado do mundo com as novas tarifas anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A declaração foi feita em São Paulo, durante evento na Fiesp, e se refere à tarifa global de 15% sobre produtos importados pelos EUA, que entra em vigor nesta terça-feira (24). O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez um apelo direto ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao pedir que o líder norte-americano “permaneça ao nosso lado”. A declaração foi dada em entrevista à CNN Internacional, nesta segunda-feira (23), véspera do quarto aniversário da guerra no Leste Europeu. O Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Interpol anunciaram nesta segunda-feira (23) a criação de uma força integrada sul-americana para combater organizações criminosas, com foco especial no tráfico internacional de drogas. O grupo atuará exclusivamente na América do Sul e será coordenado e financiado pelo Brasil, por meio da Polícia Federal e do próprio ministério. O relator da CPMI do INSS, o deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), afirmou que o banqueiro Daniel Vorcaro e representantes de bancos investigados devem prestar contas diretamente à comissão, em Brasília, sem qualquer tratamento diferenciado. Gaspar criticou a possibilidade de depoimentos fora da CPMI e disse ser contrário ao que chamou de “depoimento marmita”, reforçando que não pode haver distinção entre investigados VIPs e não VIPs. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta segunda-feira (23) que verbas indenizatórias, conhecidas como “penduricalhos”, só podem ser pagas a membros do Poder Judiciário e do Ministério Público quando houver previsão expressa em lei aprovada pelo Congresso Nacional. A decisão também restringe a atuação do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, que passam a poder apenas regulamentar benefícios já previstos em lei, com base de cálculo, percentual e teto claramente definidos. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Invasão da Rússia na Ucrânia começou há quatro anos de guerra. Moçambique proíbe participação de nacionais seus no conflito. Em Nampula, Associação Mentes Resilientes denúncia sequestro e maus tratos pela polícia do seu membro Joaquim Pachoneia.
FMI pede a Moçambique reforço das reformas e garantias na gestão do futuro Fundo Soberano. Nomeação da nova presidente da CNE guineense é alvo de críticas. Assinala-se hoje o 4º aniversário da invasão russa à Ucrânia.
Quatro anos desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia, mais de 10,8 milhões de pessoas continuam precisando de assistência humanitária; resolução aprovada esta terça-feira contou com 107 votos a favor, 12 contra e 51 abstenções.
Secretário-geral da ONU deve participar de encontro no Conselho de Segurança em Nova Iorque; OMS alertou para aumento de 20% a entidades de saúde na Ucrânia; desde a invasão da Rússia pelo menos 41 mil civis foram feridos.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Mais de 15 mil pessoas foram mortas em quatro anos de conflito na Ucrânia*Leis de igualdade econômica para mulheres são aplicadas pela metade *Agências da ONU lançam iniciativas contra calor extremo no Sul da Ásia
Na edição 181 do Outliers InfoMoney, Clara Sodré e Fabiano Cintra seguem falando sobre mercado global. Agora, focando na geopolítica internacional. O convidado da vez é o diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, Christopher Garman. A conversa franca, técnica e de qualidade aborda qual o peso da geopolítica internacional no mercado financeiro, se os EUA ainda são o porto seguro do mundo e se a China quer substituir os EUA como nova líder global, com uma espécie de Guerra Fria no caminho. Ao longo do episódio, eles discutem também a guerra entre Ucrânia e Rússia, Europa, Oriente Médio e a relevância do petróleo no meio de tudo isso. Além, claro, do momento do Brasil neste cenário, apontando os cuidados e os pontos de atenção que você, investidor, deve ter, especialmente em período eleitoral. Acompanhe o bate-papo e entenda como investir melhor e com mais retorno.
Ucrânia assinala quatro anos da invasão russa: “Putin não venceu esta guerra”37e081a
Ucrânia e Rússia em guerra. Quatro anos depois da invasão, o impasse66cc821c-9611-f111-a
No último vídeo eu mostrei um lado da história: como os drones que dominam as batalhas na Ucrânia podem não ser úteis contra a China. Hoje eu mostro o outro lado da moeda.No campo de batalha da Ucrânia, uma revolução já aconteceu: drones baratos, fáceis de adaptar e produzidos em escala viraram a ferramenta mais importante para enxergar, atacar e sobreviver. E a pergunta que fica para o Ocidente é direta: o que os Estados Unidos realmente precisam copiar dessa “guerra de drones” — e o que seria um erro fatal copiar do jeito errado?Neste vídeo, eu explico por que os drones ucranianos ficaram tão modernos tão rápido, como eles estão integrando IA, sensores e improviso industrial em ciclos de semanas (não de anos), e quais são as lições práticas que o Pentágono e a indústria de defesa americana deveriam absorver agora para não ficarem presos num modelo caro, lento e ineficiente.
Bruno Cardoso Reis admite que ao fim de 4 anos é de louvar a resistência da Ucrânia. O historiador admite que o país governado por Zelensky está a ter melhores resultados a comparar com a Rússia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Major General João Vieira Borges acredita que o quinto ano de guerra será marcado pela ambição de Putin. Destaca ainda o apoio europeu que deve continuar para o bem da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Kalina Goyan confessa saudades de casa e lamenta morte de "irmãos que já não estão connosco". Associação em Braga que apoia refugiados garante que Ucrânia "não está esquecida". See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro anos após o início da guerra na Ucrânia, o conflito segue sem solução à vista. A ofensiva russa, que prometia ser rápida, deu lugar a uma guerra prolongada, marcada por milhares de mortos, milhões de deslocados e pela ocupação de parte significativa do território ucraniano. Apesar da atuação de potências internacionais, como os Estados Unidos, a diplomacia avança lentamente. Ao mesmo tempo, o uso de novas armas e tecnologias militares pode influenciar os rumos do confronto. O cenário e os possíveis desdobramentos da guerra são analisados pelo professor Gunther Rudzit, da ESPM.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Major General João Vieira Borges acredita que o quinto ano de guerra será marcado pela ambição de Putin. Destaca ainda o apoio europeu que deve continuar para o bem da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A partir de Kiev, Helena Krajewska, da Polish Humanitarian Action descreve uma população "cansada" e com cada vez menos "esperança". Pede que não se esqueça a Ucrânia, no aniversário da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Major-General Arnaut Moreira recorda o fatídico dia 24 de fevereiro de 2022, quando as tropas da federação russa invadiram a Ucrânia, e faz uma linha temporal dos acontecimentos até agora.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Major General João Vieira Borges acredita que o quinto ano de guerra será marcado pela ambição de Putin. Destaca ainda o apoio europeu que deve continuar para o bem da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país. Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais". “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa. O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados. Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento. “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!” Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz. Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia. Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente. “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.” Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui. O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra. Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares. Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia. Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta. “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.” Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência. Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território.
Há precisamente 4 anos, o mundo acordava com a notícia da invasão da Ucrânia por parte da Rússia. A UE não conseguiu chegar ontem a um acordo para impor o 20º pacote de sanções à Rússia. Análise de Pedro Sousa Carvalho.
Guerra na Ucrânia, que balanço faz destes quatro anos de guerra? E o que espera do futuro? Com as negociações praticamente bloqueadas, vê alguma saída diplomática no horizonte?
A invasão russa começou a 24 de fevereiro de 2022, o que significa que, na Ucrânia, a guerra já dura há mais tempo do que durou a II Guerra (1941-45). Morre-se nas trincheiras, sem cessar-fogo à vista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre avanços mínimos no terreno e negociações inconclusivas, a guerra na Ucrânia arrasta-se. Combate-se e morre-se como não acontecia desde a II Guerra Mundial. Há saída para este impasse?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Guiné Bissau: Substituição do presidente da CNE continua a gerar forte contestação. Moçambique: Fundo Monetário Internacional dá má nota a Chapo. Angola: Na província do Cubango a recolha do lixo não funciona minimamente. Ucrânia: 500 mil milhões de euros é quanto deverá custar a reconstrução do país.
A Rússia contava resolver a operação militar na Ucrânia em meia dúzia de dias, mas já passaram quatro anos. Os mortos de um lado e do outro, somados, aproximam-se dos 2 milhões. Uma crónica de Francisco Sena Santos.
Francisco Pereira Coutinho afirma que Putin não consegue vencer conflito no terreno e que estratégia é agora dividir a Ucrânia para ganhar. E as dificuldades da operação que Trump quer fazer no Irão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A invasão russa começou a 24 de fevereiro de 2022, o que significa que, na Ucrânia, a guerra já dura há mais tempo do que durou a II Guerra (1941-45). Morre-se nas trincheiras, sem cessar-fogo à vista.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entre avanços mínimos no terreno e negociações inconclusivas, a guerra na Ucrânia arrasta-se. Combate-se e morre-se como não acontecia desde a II Guerra Mundial. Há saída para este impasse?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Marco Rubio em Munique. A primeira reunião do Conselho de Paz. Irão e Ucrânia discutidos em Genebra. Jesse Jackson. Edição de Mário Rui Cardoso.
10h Várias explosões na Ucrânia
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (21): O planejamento militar dos Estados Unidos para o Irã chegou a um estágio avançado, com opções que incluem ataques a líderes específicos, sob ordens do presidente Donald Trump. Para analisar a escalada de tensão entre os países, a questão nuclear e o impacto global de um possível conflito, o Jornal da Manhã deste sábado (21) recebe o professor de relações internacionais Marcus Vinícius de Freitas. Após laudo de perícia, a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O pedido havia sido reiterado pela defesa no dia 11 de fevereiro. A nova taxa global de 10%, anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em resposta à derrubada do tarifaço pela Suprema Corte estadunidense, entra em vigor na próxima terça-feira (24). Reportagem: Pedro Tritto. Em postagem nas redes sociais, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, reiterou que o candidato do partido ao Planalto vai sair de um trio de governadores do Brasil: Ronaldo Caiado, de Goiás, Ratinho Jr., do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Em entrevista à AFP, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o país do leste europeu é alvo de pressão dos EUA para entregar o território de Donbass à Rússia. Reportagem: Luca Bassani. O presidente Lula afirmou que pretende conversar com o mandatário dos EUA, Donald Trump, sobre a negociação de exploração de minerais críticos e terras raras. Em entrevista à uma TV indiana, o petista mencionou a viagem e disse que “não aceitará imposições” estadunidenses. Reportagem: André Anelli. O Supremo Tribunal Federal (STF) analisou a limitação dos chamados "penduricalhos", verbas indenizatórias que fazem os salários do funcionalismo público ultrapassarem o teto constitucional. O julgamento ocorreu após ações contundentes do ministro Flávio Dino e veto do presidente Lula. Para explicar o impacto dessa decisão, que pode custar até R$30 bilhões aos cofres públicos, o Jornal da Manhã entrevista o especialista em direito administrativo Vitor Barretta. O presidente Lula e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, assinaram um acordo sobre os minerais críticos e terras raras em Nova Delhi. O petista afirmou que a negociação vai “fortalecer o Sul Global”. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou neste sábado (21), sobre a suspensão das tarifas globais para o governo de Donald Trump. Ele ressaltou que as relações entre o Brasil e os EUA “voltaram à normalidade”. Reportagem: André Anelli. O escândalo envolvendo o Banco Master e as recentes liquidações pelo Banco Central acendem um alerta para um possível rombo de R$51 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Para analisar o impacto dessa crise no sistema financeiro, os riscos da falta de regulamentação unificada e os perigos de CDBs com taxas muito altas, o Jornal da Manhã deste sábado (21) entrevistou o especialista em direito bancário Marcelo Godke. O presidente Lula discursou no Fórum Empresarial Brasil-Índia, em Nova Délhi, e defendeu a ampliação imediata das relações comerciais e tecnológicas entre os países. O petista estabeleceu com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, a meta de atingir US$20 bilhões em intercâmbio comercial e anunciou acordos em inteligência artificial e biotecnologia. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A guerra na Ucrânia chega ao quarto ano com um novo alerta sobre o número de vítimas civis. Desde o início da invasão russa, mais de cinco mil mulheres e meninas foram mortas no conflito. Imagens de uma guerra que já deixou quase dois milhões de mortos e feridos dos dois lados. E ainda: Novo ataque dos EUA contra embarcação no Pacífico deixa três mortos.
Depois de quase quatro anos de guerra na Ucrânia, o Ocidente ficou obcecado por uma ideia: “drones baratos mudaram tudo”. E mudaram mesmo — mas aqui vai o ponto central do vídeo: as lições da Ucrânia não se traduzem automaticamente para o grande confronto que realmente assombra Washington hoje… a China.Neste episódio, eu explico por que o campo de batalha ucraniano (guerra terrestre de atrito, sem superioridade aérea, linhas defensivas fixas) criou o ambiente perfeito para milhões de drones pequenos dominarem as baixas — e por que um conflito no Indo-Pacífico seria outra realidade: decidido no ar e no mar, em distâncias brutais, sob uma chuva de mísseis e com logística no limite.A pergunta que guia tudo é simples:Se os EUA correrem para comprar “milhões de drones” como solução mágica, eles podem estar reforçando a parte errada do arsenal — e perdendo a vantagem que ainda têm justamente onde a China mais importa.
Famílias sofrem com vários problemas incluindo as consequências de um rigoroso inverno; 65% da capacidade de geração de energia da Ucrânia foi destruída por ataques deliberados; escuridão prolongada e interrupção dos transportes aumentam exposição ao assédio.
O episódio desta semana do podcast Diplomatas foi dedicado à análise dos discursos dos principais líderes políticos norte-americanos e europeus na 62.ª Conferência de Segurança de Munique, nomeadamente Marco Rubio, Friedrich Merz, Volodymyr Zelensky, Ursula von der Leyen, Emmanuel Macron, Keir Starmer e Mark Rutte. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar tiraram lições do evento na Alemanha para reflectir sobre o actual estado das relações transatlânticas, destacando também a intervenção do subsecretário de Defesa dos EUA, Elbridge Colby, na reunião de ministros da Defesa da NATO, e a visita de Rubio à Hungria, para apoiar a campanha eleitoral de Viktor Orbán. No âmbito das tensões com Moscovo, no contexto da guerra na Ucrânia, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também assinalaram os 80 anos volvidos do “longo telegrama” do antigo embaixador dos EUA George Kennan, que estabeleceu as bases para a estratégia de “contenção” da então União Soviética durante a Guerra Fria. Houve ainda tempo para responder a uma pergunta enviada por um ouvinte do Diplomatas sobre a influência do Projecto 2025, da ultraconservadora Heritage Foundation, na governação de Donald Trump, e sobre os próximos passos até às eleições intercalares norte-americanas, agendadas para Novembro. Por fim, falou-se de Jesse Jackson, figura de proa da luta pelos direitos civis nos EUA, que morreu no domingo, aos 84 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.