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Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (01): A festa da virada na Avenida Paulista contou com a presença de milhares de famílias de todo o Brasil. O evento de Réveillon também teve a maior queima de fogos sem som da história. A chegada de 2026 foi celebrada ao redor do mundo, com espetáculos dignos de drones, queima de fogos e atrações especiais. Confira os principais shows dos países em comemoração ao Réveillon. Segundo um estudo, a renda real dos norte-americanos caiu cerca de 12% nos últimos anos, no contexto em que o presidente Donald Trump negou a ciência do clima e retirou incentivos da energia limpa. Acompanhe a repercussão do tema com a comentarista Patrícia Costa. A economia do Brasil cresceu mais de 3% nos últimos anos. No entanto, a inflação, que estava dentro da meta no início de 2025, acelerou nos meses seguintes e forçou o Banco Central a manter a taxa Selic no maior patamar em quase 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. A China encerrou uma série de manobras militares com munição real aos arredores de Taiwan. O anúncio coincide com o discurso de fim de ano do mandatário Xi Jinping, que reafirmou o compromisso com a “reunificação da pátria”. Na sua mensagem de fim de ano, o presidente Lula comemora os resultados do mercado de trabalho em 2025. O mandatário ressaltou a diminuição da taxa de desemprego para o nível mais baixo da série histórica, além de exaltar o aumento da renda da população. Reportagem: Igor Damasceno. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, usou o seu discurso anual de Ano Novo para motivar as tropas que atuam na Ucrânia. Já o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirma que está a 10% de entrar em um acordo para pôr fim à guerra no Leste Europeu. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Edson Fachin deseja implementar um código de ética no STF em 2026, mas a medida divide as opiniões no Supremo. Na sessão de encerramento, o magistrado defendeu o diálogo sobre o tema com os colegas em busca de transparência e rigor técnico. Reportagem: Misael Mainetti. O Congresso Nacional tem o PL da Dosimetria e a derrubada de vetos como pautas prioritárias para 2026. O presidente Lula vai precisar fortalecer a base com o Parlamento, a fim de buscar mais governabilidade no Brasil. Reportagem: José Maria Trindade. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, começa 2026 incerto se irá de fato concorrer à Presidência da República. Por enquanto, Tarcísio decide adotar cautela e afirma estar focado na reeleição ao governo do estado. Reportagem: Beatriz Manfredini. O ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e autorizou apenas a cirurgia eletiva indicada pela perícia da Polícia Federal. Reportagem: Igor Damasceno. A cientista política Luana Tavares conversou com o programa Jornal da Manhã desta quinta-feira (01) para falar sobre as expectativas para as eleições de 2026. O presidente Lula deve apostar em pautas de apelo social no primeiro semestre para tentar a reeleição. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira nesta edição do Jornal da Record: laudo confirma que sete pessoas internadas na Bahia foram contaminadas por metanol após consumo de bebidas. A Anatel passa a exigir que operadoras impeçam ligações e mensagens de fraude. Em meio a negociações de paz, Rússia lança ataque de drones contra a Ucrânia. E o dólar termina o ano em queda no Brasil e acumula desvalorização de 11% em 2025
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quarta-feira (31): A festa da virada de ano no Rio de Janeiro recebeu o prêmio de maior réveillon do mundo. A expectativa é de que 2,5 milhões de pessoas passem o dia 31 de dezembro na Praia de Copacabana. Reportagem: Taís Brito. Prestes a celebrar o réveillon, a Prefeitura do Rio de Janeiro montou um esquema de segurança que conta com a presença de 3.500 policiais. O Coronel Marcelo de Menezes conversou com a Jovem Pan para detalhar os preparativos para a festa da virada de ano de Copacabana. Reportagem: Rodrigo Viga. Confira a programação completa da festa da virada de ano na Avenida Paulista, que terá a corrida de São Silvestre, além de apresentações musicais e queima de fogos. O evento terá uma operação especial no transporte e na segurança. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O Partido Progressistas está marcando reuniões em São Paulo com políticos em potencial que possam disputar o Palácio dos Bandeirantes em 2026. A sigla demonstra insatisfação com a gestão de Tarcísio de Freitas. Reportagem: Beatriz Manfredini. Segundo um estudo da FGV, o réveillon na Avenida Paulista vai movimentar mais de R$1,1 bilhão e uma ação da Polícia Militar em conjunto com a Guarda Civil Metropolitana vai mobilizar um grande número de agentes para garantir a segurança. A Jovem Pan conversou com o secretário municipal de Segurança Urbana Orlando Morando para analisar a virada de ano. Os produtores rurais da Polônia bloquearam importantes rodovias em protesto com a assinatura do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O tratado entre os blocos está em negociação há mais de 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. Por conta dos problemas de saúde, a Polícia Federal decidiu adiar o depoimento do ex-presidente Jair Bolsonaro sobre os itens encontrados no cofre do Palácio do Alvorada. Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro, vai ter que explicar ao STF a suposta violação da proibição do uso das redes sociais. Um editorial da revista britânica The Economist defende que o presidente Lula não deveria correr à reeleição em 2026. Segundo a publicação, apesar do Brasil demonstrar resiliência das instituições democráticas, o país “merece escolhas melhores”. O Tribunal Superior do Trabalho acatou a situação dos Correios e postergou o pagamento de R$702 milhões em débitos trabalhistas. Apesar do TST considerar legal e não abusiva a greve da estatal, os funcionários devem retornar imediatamente aos serviços. Reportagem: Igor Damasceno. O ministro do STF Alexandre de Moraes não autorizou Vicente de Paulo Reinaldo, pai de Michelle e sogro de Jair Bolsonaro, a visitar o ex-presidente durante o período de internação. O magistrado citou as regras do ambiente hospitalar e a falta de segurança no local. Reportagem: Igor Damasceno. A guerra no Leste Europeu passa por um momento de recrudescimento, após a Ucrânia ter atacado com drones um porto e um gasoduto na região do Mar Negro, pertencente à Rússia, região de Tuapse. Reportagem: Luca Bassani. Os EUA anunciaram novas sanções contra o Irã e a Venezuela pelo comércio de drones entre os dois países. O departamento do tesouro norte-americano sancionou dez indivíduos e organizações. Reportagem: Fabrizio Neitzke O programa Jornal da Manhã desta quarta-feira (31) conversou com o professor de direito internacional Manuel Furriela sobre as expectativas do cenário global em 2026, em meio ao conflito entre os EUA e Irã, além da escalada de tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Assembleia Geral aprova orçamento de US$ 3,45 bilhões para ONU em 2026*Haiti encerra ano com 3,3 milhões de crianças precisando de ajuda*Ataques continuam a afetar civis e serviços essenciais na Ucrânia*FMI conclui nova etapa de acordo de crédito com São Tomé e Príncipe
Para Bernardo Valente, Zelensky conseguiu chegar ao fim do primeiro ano da presidência Trump garantindo que a "Ucrânia não vai ser uma nova Bielorrússia". Ainda, o balanço de 2025 no Médio Oriente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (30): O Rio de Janeiro deve receber entre dois e três milhões de visitantes na virada do ano. A Jovem Pan conversou com o comandante do Corpo de Bombeiros, Tarciso Salles, para explicar o planejamento da cidade para a festa de réveillon na Praia de Copacabana. Reportagem: Rodrigo Viga. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não vai hesitar em ordenar um ataque militar para erradicar qualquer tentativa do Irã de reconstruir o seu arsenal nuclear. O mandatário afirma que os EUA reagirão se houver sinais de enriquecimento de urânio. O governo do estado de São Paulo alertou para fortes chuvas nos próximos dias, instalando um gabinete de crise para lidar com os temporais. O sistema meteorológico pode provocar tempestades em todo o estado. Reportagem: Fabrizio Neitzke. O programa Jornal da Manhã desta terça-feira (30) conversou com o diretor da Defesa Civil de São Paulo, Coronel Adriano Baruffaldi, para detalhar a instalação de um gabinete de crise para lidar com as tempestades na cidade nos próximos dias. O combate ao crime organizado foi uma das pautas mais discutidas no ano, o que dividiu a política brasileira em 2025. Em meio a isto, o Senado criou a CPI do Crime e os parlamentares projetam um ano de investigações intensas, pressões políticas e depoimentos decisivos na comissão. Reportagem: Igor Damasceno. Após o senador Flávio Bolsonaro anunciar a pré-candidatura à Presidência da República, nos bastidores, a situação pode mudar e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ainda segue cotado para participar da corrida eleitoral. Reportagem: Beatriz Manfredini. A Receita Federal se manifestou a respeito do vídeo que circula nas redes sociais com desinformação sobre a cobrança de taxa em transações financeiras a partir de R$5 mil. Reportagem: Daniel Lian. O tenente-coronel do exército Guilherme Almeida Marques, condenado por participação na trama golpista, se apresentou à Polícia Federal para o cumprimento da prisão domiciliar. O militar foi sentenciado a 13 anos e 6 meses. Reportagem: Rany Veloso. O Partido Progressistas (PP) avalia lançar uma candidatura própria às eleições ao governo de São Paulo em 2026. A sigla alega um descontentamento dos prefeitos sobre a atual gestão, com falta de atenção dos congressistas, dificuldade de comunicação e distanciamento da direção partidária da legenda. O deputado federal Fausto Pinto (PP-SP) concedeu uma entrevista ao Jornal da Manhã desta terça-feira (30) para repercutir o assunto. Aldo Rebelo, ex-ministro dos governos Lula e Dilma, deixa o MDB e confirma que lançará a sua candidatura à Presidência da República nas eleições de 2026 pelo partido Democracia Cristã. Reportagem: Rany Veloso. A Rússia acusou a Ucrânia de tentar atacar com drones uma das residências do presidente Vladimir Putin. O mandatário dos EUA, Donald Trump, reagiu ao suposto ataque, demonstrando irritação e indignação. Reportagem: Luca Bassani. Segundo as autoridades da Austrália, os dois homens acusados no ataque que matou 15 pessoas na praia de Bondi teriam agido sozinhos e não integram uma célula terrorista mais ampla. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tornozeleira eletrônica de Silvinei estava em banheiro de rodoviária no Paraguai. E Rússia acusa Ucrânia de atacar residência de Putin.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pedro Nascimento, investigador de História Militar, considera que as guerras não acabam por detalhes territoriais. Aponta que se a Ucrânia acabar por ceder no leste do país vai ser por exaustão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Banco Central apresentou ao Tribunal de Contas da União um histórico da crise financeira do Banco Master. O Supremo disse que é a Polícia Federal que vai decidir se haverá ou não acareação amanhã. As contas do governo acumularam rombo de R$ 83 bilhões, e os Correios anunciaram que vão precisarde mais oito bilhões ano que vem. A ameaça da guerra marcou a última semana de 2025. A China fez exercícios militares ao redor de Taiwan e simulou um cerco com navios, caças e foguetes de longo alcance. A Rússia acusou a Ucrânia de atacar uma residência de Vladimir Putin; Kiev negou e acusou Moscou de mentir para adiar o acordo de paz. Donald Trump anunciou o primeiro ataque terrestre contra a Venezuela e disse que o alvo foi uma zona portuária usada por traficantes de drogas. Os reservatórios em São Paulo atingiram o menor nível desde a crise hídrica de 2015, e a onda de calor extremo avança para Minas e Espírito Santo.
Desemprego cai a 5,2% em novembro, menor taxa da série histórica do IBGE. Mesmo com constantes prejuízos, Correios registram aumento de receitas com encomendas e mensagens. Seis pessoas da mesma família morrem em acidente enquanto voltavam da praia, no PR. Rússia ativa sistema de mísseis hipersônicos Oreshnik, com capacidade nuclear, em meio a impasse com Ucrânia. Contra a ressaca: Engov, Epocler, Sal de Fruta e mais 'remédios' funcionam? Entenda como agem e o que esperar.
No 3 em 1 desta segunda-feira (29), o destaque foi o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que passou por mais uma cirurgia para conter crises de soluço, com a realização de um bloqueio do nervo frênico. Em coletiva de imprensa, a equipe médica informou que o procedimento foi tranquilo e que Bolsonaro ficará em observação. A expectativa é que ele passe o Réveillon no hospital e receba alta no dia 1º de janeiro. A Polícia Militar de São Paulo prendeu 17 detentos que descumpriram as regras do benefício da saidinha de Natal. Cerca de 30 mil presos foram beneficiados pela medida em todo o estado neste fim de ano. Reportagem: Misael Mainetti. Os Correios preveem economizar até R$ 4,2 bilhões com um novo plano de reestruturação, que inclui corte de despesas, a proposta de demissão de 15 mil funcionários e o fechamento de cerca de mil agências em todo o país. Levantamento do instituto Paraná Pesquisas aponta que o governo Lula (PT) é desaprovado por 50,9% dos brasileiros, enquanto 45,6% aprovam a gestão. Para 42,8%, o governo é ruim ou péssimo; já 32,7% avaliam a administração como ótima ou boa. O valor da passagem de ônibus em São Paulo vai subir de R$ 5,00 para R$ 5,30, enquanto as tarifas do metrô e dos trens passam de R$ 5,20 para R$ 5,40. Os novos valores entram em vigor a partir de 6 de janeiro de 2026. As apostas para a Mega da Virada seguem abertas até quarta-feira (31). O concurso deste ano oferece o maior prêmio da história, estimado em R$ 1 bilhão. Reportagem: Misael Mainetti. Em entrevista à BBC News, o ex-embaixador dos Estados Unidos e especialista em América Latina, John Feeley, avaliou a relação entre Donald Trump e Jair Bolsonaro (PL). Segundo ele, Trump teria abandonado o aliado brasileiro após Bolsonaro deixar de ser politicamente útil. Feeley também afirmou que o recente corte de tarifas não deve ser interpretado como uma vitória do governo Lula (PT). O presidente Donald Trump ofereceu à Ucrânia uma garantia de segurança por 15 anos como parte das negociações para encerrar o conflito com a Rússia. Trump também se reuniu com Benjamin Netanyahu para tratar da situação em Israel. Reportagem: Luca Bassani. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta segunda-feira (29): O Irã afirmou que está dedicado a uma guerra declarada contra os EUA, a Europa e Israel. O líder iraniano diz que responderá a qualquer tipo de agressão contra o seu país. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A Polícia Militar de São Paulo prendeu ao menos 17 detentos que voltaram a cometer crimes durante a saidinha de Natal. O levantamento foi feito entre os dias 23 e 29 de dezembro. Reportagem: Fabrizio Neitzke. A onda de calor, com máximas de 40ºC, impacta a rotina dos paulistas e pode afetar o bem-estar das pessoas. Em meio às altas temperaturas, especialistas recomendam hidratação e uma alimentação regrada. Reportagem: Matheus Dias. A acareação marcada pelo ministro do STF Dias Toffoli no caso da compra do Banco Master está marcada para a próxima terça-feira (30). Serão ouvidos o dono do banco, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o atual diretor de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Reportagem: Janaína Camelo. Com a chegada do Ano Novo, os paulistas podem ter que desembolsar mais dinheiro para o transporte de ônibus. O prefeito Ricardo Nunes afirmou que um reajuste no valor da tarifa do transporte público é praticamente inevitável. O sorteio da Mega da Virada paga R$1 bilhão e os brasileiros já fazem as contas e os planejamentos do que fazer com o montante. É melhor ter sorte ou estratégia? O repórter Misael Mainetti pergunta à população. Reportagem: Misael Mainetti. Em entrevista exclusiva à Jovem Pan, Marina Lacerda, uma das vítimas de abuso do empresário Jeffrey Epstein, afirmou que a divulgação parcial dos arquivos é uma “ofensa a quem lutou por Justiça”. Reportagem: Talita Souza. O debate em torno do combate à criminalidade e da segurança pública ganhou destaque em 2025. O Distrito Federal é considerado um exemplo no setor, com o monitoramento dos presídios sendo uma das principais ações do estado. Reportagem: Janaína Camelo. A audiência de custódia completa 10 anos no Brasil e a medida representa um marco na defesa dos direitos humanos, além da luta contra a violência institucional. Em 2025, foram realizadas 1.206 sessões em seis estados. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a criação de um grupo de trabalho informal visando estreitar as negociações de paz entre a Rússia e a Ucrânia. O time norte-americano será liderado por Jared Kushner e Steve Witkoff. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Os presidentes da Ucrânia e dos Estados Unidos reuniram-se ontem e, desta vez, houve sinais de se estar mais perto de um acordo com a Rússia de Putin. Mas ainda ninguém prometeu o fim rápido da guerraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A reunião entre o presidente da Ucrânia e dos Estados Unidos deu sinais de que se pode estar mais perto de um acordo com a Rússia. No entanto, não está prometido o fim rápido da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Petróleo sobe com impasse nas negociações sobre o conflito na Ucrânia e promessa da China de apoiar o crescimento.
Daniela Nunes defende que a Ucrânia precisa de fazer parte das negociações de paz apesar da hipótese da Rússia interromper as conversas com Kiev. Destaca ainda as "frágeis" garantias de paz dos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Francisco Proença Garcia, militar, professor universitário e investigador, admite que só os EUA poderão dar garantias de segurança à Ucrânia, mas questiona sobre a confiança que se deve ter em Trump. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os presidentes da Ucrânia e dos Estados Unidos reuniram-se ontem e, desta vez, houve sinais de se estar mais perto de um acordo com a Rússia de Putin. Mas ainda ninguém prometeu o fim rápido da guerraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A reunião entre o presidente da Ucrânia e dos Estados Unidos deu sinais de que se pode estar mais perto de um acordo com a Rússia. No entanto, não está prometido o fim rápido da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Presidente dos Correios diz que a estatal precisa captar mais R$ 8 bilhões para fechar as contas. Polícia do Paraguai diz ter encontrado a tornozeleira eletrônica de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Rússia acusa Ucrânia de ter atacado com dezenas de drones uma das residências oficiais do presidente Vladimir Putin. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ano de 2025 ficou marcado por um agravamento das tensões globais e por tentativas ainda inconclusivas de estabilização da ordem internacional. Neste balanço internacional, ouvimos o especialista em política internacional, Germano Almeida, para analisar os principais acontecimentos que moldaram a agenda mundial. As guerras na Ucrânia e em Gaza continuaram a dominar o debate internacional, acompanhadas por acusações de genocídio contra dirigentes israelitas e de crimes contra a humanidade imputados ao Hamas. Um ano atravessado por sucessivas tentativas de cessar-fogo que expuseram as fragilidades da arquitectura de segurança europeia e a dificuldade da comunidade internacional em impor soluções duradouras. 2025 ficou também assinalado pela eleição de um novo Papa. Leão XIV, o primeiro pontífice norte-americano, tem sido descrito pela imprensa como uma figura discreta, mas com sinais de continuidade em relação a temas centrais do pontificado anterior. No plano geopolítico, a escalada de tensão no Indo-Pacífico - envolvendo a China, Taiwan e o Japão - reforçou os receios de um alargamento dos focos de instabilidade global. A cimeira do clima no Brasil voltou a colocar no centro do debate a urgência da resposta às alterações climáticas, num contexto internacional cada vez mais polarizado. O ano começou ainda com o regresso de Donald Trump à Casa Branca. Uma presidência descrita como mais organizada e simultaneamente mais disruptiva, marcada por uma postura de crescente hostilidade em relação à Europa e por uma redefinição das alianças tradicionais dos Estados Unidos. O ano de 2025 fica marcado pelo regresso de Donald Trump à Casa Branca. Que impacto teve a reeleição de Trump nos Estados Unidos e no resto do mundo? Um impacto enorme, ainda maior do que se imaginava, tendo em conta o que representa o Presidente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos continuam a contar muito, talvez menos do que nos últimos anos, mas passaram a contar de outra maneira. Ou seja, esta segunda presidência de Trump é diferente da primeira. Tem alguns traços idênticos aos do seu estilo pessoal, mas distingue-se da anterior porque chega com uma agenda mais organizada e mais disruptiva. Donald Trump surgiu com ideias de interferir na soberania do Canadá e do México, através de tarifas que pareciam enormes, mas que depois afinal já não eram -e que, mais tarde, voltaram a sê-lo. Tudo isto transformou-se numa negociação permanente entre o caótico e o imprevisível, com impacto na tentativa de alterar a economia mundial e o papel dos Estados Unidos nessa economia. E, sobretudo, pelo que Trump foi demonstrando em termos de hostilidade em relação à Europa, de uma relativa e perigosa proximidade com a Rússia, e de oposição ao actual quadro internacional baseado numa ordem assente em regras e no multilateralismo. Fica a expectativa de que as grandes potências passem a resolver os assuntos com base em interesses de negócio, e não na segurança e na estabilidade internacionais. Quais é que são as consequências desta política para a economia e também no plano diplomático? São gigantescas, porque o quadro, embora em crise, da sociedade internacional que conhecemos nas últimas décadas mudou completamente. Era baseado no poder norte-americano, que, embora com muitos defeitos, dava garantias relativamente a alguns valores: a relação transatlântica, a estabilidade multilateral, a importância da NATO e da União Europeia. Tudo isto está em causa, porque Trump encara como negativo o poder dessas instituições. E depois porque, internamente, também ataca os direitos humanos de cidadãos americanos, com uma governação errática e absolutamente incompetente. O primeiro ano de Trump tem péssimos resultados do ponto de vista dos seus objectivos: prometeu baixar a inflacção e a inflacção está a aumentar; tem um nível de aprovação muito baixo, mesmo dentro daquilo que eram os seus apoios há um ano. Portanto, está a ser uma presidência caótica. A primeira também o foi, mas com a diferença de ter um foco e um interesse na agenda internacional que não correspondia ao habitual posicionamento americano. E quando uma ordem perde o seu principal pilar e ainda não tem uma alternativa consolidada, entra-se numa era e num período de um certo caos. É o momento em que estamos. Nesta agenda internacional, têm sido apresentados vários planos para tentar solucionar os conflitos no mundo. Em 2025, a população da Faixa de Gaza viveu, até ao cessar-fogo em vigor no enclave desde Outubro, um cenário de fome extrema, com as autoridades israelitas a serem acusadas de genocídio e o Hamas de crimes contra a humanidade. Perante este contexto, a solução de dois Estados ainda é possível? No papel, sim. Mas quando um dos lados - o lado israelita - tem um Governo que diz que isso não vai acontecer, essa solução torna-se muito difícil. E quando o outro lado tem como objectivo principal apagar do mapa o outro, como é o caso do Hamas em relação a Israel, também se torna difícil. O Hamas aceitou aparentemente um acordo por estar numa posição de grande fragilidade. Mas a verdade é que o próprio acordo para Gaza parou momentaneamente a guerra, mas de forma muito frágil, com ataques constantes, longe de uma verdadeira paz ou de um verdadeiro cessar-fogo. Há também um outro ponto que contribui para um momento de grande instabilidade naquela região. O impasse nas negociações na guerra na Ucrânia e os desentendimentos entre os Estados Unidos e a Europa na concepção de um plano de paz marcaram 2025. Que opções restam à Ucrânia? A Ucrânia está numa situação absolutamente dramática, porque aquilo que ajudou a aguentar quatro anos de invasão russa está a ser posto em causa. Os Estados Unidos são o principal financiador e contribuinte da NATO, que foi fundamental para a resistência ucraniana. E os Estados Unidos passaram de principal aliado a uma das ameaças à Ucrânia, porque, no plano negocial, quem manda na política americana escolheu um lado: a Rússia. Donald Trump diz que quer a paz, mas quer uma paz a qualquer custo, que até agora beneficiaria quase exclusivamente a Rússia. À Ucrânia resta continuar a resistir, passando a depender apenas da ajuda europeia e canadiana, sem a ajuda americana, que é fundamental. Oficialmente mantém-se alguma ajuda, mas de forma muito "interesseira", vendendo armas em vez de as fornecer. Resta saber até quando os Estados Unidos manterão a partilha de inteligência, que é crucial. A Ucrânia vai ter de resistir. Com a Europa poderá conseguir, mas isso custa dinheiro e tempo. Não sei se a Europa terá capacidade suficiente no momento actual, sendo obrigada a tomar decisões difíceis mais rapidamente do que imaginava. Isso gera outra consequência da posição americana: sectores europeus que ideologicamente concordam com Washington e outros que ainda não perceberam totalmente a dimensão do problema. Este conflito às portas da Europa levou o velho continente a apostar no sector da defesa. As ameaças da Rússia colocam em risco a paz europeia? A situação é diferente. A Europa não está a sofrer uma guerra como a Ucrânia, com ataques diários às cidades, mas está a sofrer um outro tipo de ameaça que não enfrentava nas últimas décadas: uma ameaça híbrida. Está a passa por situações como as que referiu e poderá evoluir para outros patamares de agressão. Se não conseguir travar a Rússia, a Europa passa a enfrentar um desafio e uma ameaça inédita. Terá de mostrar força e dissuasão suficiente para travar Moscovo, e terá de o fazer sem os Estados Unidos, pelo menos enquanto esta administração durar. São dois elementos novos para a Europa. Mas a liderança europeia será capaz de responder a esse desafio? Está a fazê-lo mais rapidamente do que muitos imaginam. O cliché de que a Europa não fez nada é falso. A Europa foi o principal pilar de reacção à agressão russa, embora não estivesse preparada, porque durante décadas viveu sob o guarda-chuva americano, que acabou. Estamos numa fase de transição. Há líderes europeus a fazer o possível, mas é preciso muito mais. Como somos democracias, não sabemos quem continuará no poder: quem sucede a Emmanuel Macron, quanto tempo terão os actuais líderes para modernizar as Forças Armadas. É uma fase de grande indefinição e risco. A Rússia é o principal inimigo da Europa? Vladimir Putin é a principal ameaça. Há um inimigo declarado e isso ainda nos causa perplexidade. Basta ler a estratégia de segurança americana: quem manda em Washington não gosta da Europa e quer destruir o projecto europeu. Não é uma guerra directa, mas é uma guerra ideológica. A Rússia é um potencial inimigo, embora, no papel, a Europa tenha muito mais força. Mas força que não é accionada é apenas potencial. A Rússia é um agressor com capacidade real e comprovada. Quais são os principais riscos da escalada de tensão entre China, Taiwan e Japão? Creio que os Estados Unidos continuarão a apoiar Taiwan e o Japão, mas com reacções mais imprevisíveis. A China vai explorar isso, e já o está a fazer. A Primeira-Ministra japonesa pode mudar a política do país? Já o está a fazer. [Sanae Takaichi] percebeu que a China é uma ameaça real e que a aproximação a Donald Trump não trouxe garantias suficientes. O Japão está a tirar conclusões sobre aquilo que os Estados Unidos podem não fazer. Uma das consequências poderá ser a militarização, até a nuclearização, do Japão. O ano de 2025 ficou marcado pela eleição do Papa Leão XIV. Que balanço faz dos primeiros meses do sumo pontífice? É difícil igualar o carisma do Papa Francisco, mas, de forma discreta, Leão XIV tem mostrado continuidade em vários temas. A viagem à Turquia e ao Líbano concretizou desejos antigos de Francisco. Na questão da Ucrânia, parece-me mais claro na definição das responsabilidades e do que é preciso fazer para travar a Rússia. Tenho, para já, muito boas impressões, sobretudo quanto ao papel do Vaticano como mediador discreto. A COP 30 terminou com um acordo modesto. O mundo continua a ignorar as alterações climáticas? Não é o mundo, são os principais poluidores. Muitos países estão preocupados, mas quando Estados Unidos, Índia e China não lideram, nada avança. Esta nova ordem é ditada por interesses de grandes potências, e isso tem consequências graves no combate ao risco climático. Que mensagem enviou o Brasil com a condenação do antigo Presidente Jair Bolsonaro? O Brasil tem problemas, mas o seu sistema judicial respondeu mais rapidamente do que em países supostamente mais desenvolvidos. É um bom sinal, apesar das contradições da democracia brasileira. No caso de Bolsonaro, é uma boa notícia para a democracia. O grupo das 20 potências económicas reuniu-se na África do Sul, mas sem a presença dos Estados Unidos. Ainda assim, os países presentes assinaram uma declaração. Isto revela que o continente africano passa a ter outro peso na economia mundial? A África tem um potencial enorme e é a zona do mundo que, proporcionalmente, mais vai crescer nas próximas décadas. Basta olhar para a relação entre a China e África ou para países como a Nigéria, tendo em conta o crescimento demográfico e as riquezas naturais. No entanto, para ter um peso efectivo, África teria de contar muito mais com instituições fortes. Existe ainda uma certa imaturidade institucional, apesar de algumas excepções positivas, e uma dependência excessiva de grandes potências globais -como a China, a Rússia ou, nalguns casos, a França- que nem sempre tem sido benéfica para o desenvolvimento do continente como um todo. As taxas americanas podem afectar África? Claro que sim. São mais um travão ao desenvolvimento. Em Portugal, 2025 fica marcado pelas eleições legislativas que colocaram um partido de extrema-direita como a segunda força de oposição no país, 51 anos depois do 25 de Abril. A democracia do país está ameaçada? Não, claro que não. A subida rápida do Chega tem a ver com um voto de protesto. Sobretudo, tem a ver com a culpa dos dois principais partidos por terem provocado três eleições legislativas em três anos. Um absurdo completo, uma loucura, uma irresponsabilidade. Mas eu acho que Portugal tem noção das contradições. Tem indicadores económicos muito bons, como não tinha há muitos anos. Tem problemas grandes, como o acesso à habitação e alguns problemas pontuais ao nível da saúde. E depois tem uma subida artificial da percepção de risco relativamente a questões como a criminalidade e a imigração. Bom, eu vivo em Portugal e não vejo nada disso. Vejo um país muito seguro, vejo um país com um potencial bastante grande e com um dado novo, que é ter muito mais imigrantes. Eu não concordo com a ideia de que isso gere mais insegurança. Não vejo isso, sinceramente. Mas há, sim, um novo ecossistema, também mediático, que levou à subida de um partido que explora alguns medos. Há algum grau de irresponsabilidade em explorar essa questão de uma forma primária e, nalguns casos, injusta. Mas sabemos que em política não há justiça nem injustiça: não é abster-se, é a capacidade de explorar. Ainda assim, o Governo aprovou um novo diploma relativamente aos imigrantes que vêm, que de certa forma os penaliza... Este é um desafio para os partidos que dominaram a democracia portuguesa nos últimos 50 anos. Houve algumas capacidades perdidas, mas também grandes conquistas. Este país é muito melhor do que era há 51 anos. Falta saber se teremos partidos e líderes mais moderados que tenham a capacidade de explicar isso às pessoas e de encontrar respostas. Porque, volto a dizer, há um problema grave de habituação dos mais jovens, há outros problemas pontuais, como a questão da saúde, mas que também não está no caos de que muitas vezes se fala. Estamos numa situação global muitíssimo melhor do que a apreciação que as pessoas fazem dela, e agora é preciso tentar resolver esta discrepância. A subida de partidos chamados populistas é uma tendência global, ou pelo menos europeia e americana. Como tudo, terá fases. Os partidos que estão a subir hão-de parar de subir. Falta saber se só vão parar quando chegarem ao governo ou se é possível evitar que cheguem ao poder. Eu acho que em Portugal isso ainda não é uma inevitabilidade assim tão grande. Pode acontecer, mas não é inevitável. E, se acontecer, será uma fase que depois acabará por recuar. Quais são os grandes desafios para 2026? O risco de erosão das democracias e a polarização das sociedades. Paradoxalmente, o momento económico global é melhor do que as pessoas pensam.
Petróleo sobe com impasse nas negociações sobre o conflito na Ucrânia e promessa da China de apoiar o crescimento.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas analisou o que pode significar a reunião entre Trump e Zelensky para o futuro da Ucrânia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Aproxima-se um possível acordo de paz entre a Ucrânia e a Rússia? Zelensky e Trump encontram-se na Flórida para tentar um acordo, enquanto que no terreno houve um cessar-fogo na zona da central nuclear de Zaporijia. O balanço de poder mundial parece desequilibrado, com Putin, Xi Jinping e Trump mais próximos do que seria de esperar. Zelensky acusa a China de utilizar satélites para ajudar a Rússia na guerra, mas os chineses rejeitam a ideia. Neste momento, o país oriental está preocupado com a situação de Taiwan, com receio de que se separe oficialmente da República da China. Em Itália, Giorgia Meloni teve palavras muito duras sobre os EUA e a subserviência da Europa aos americanos a nível de defesa. A Europa tenta reagir e reforçar a sua defesa. Ainda o reconhecimento da Somalilândia por Israel e o possível ataque dos EUA à Venezuela. Estes e outros temas da atualidade internacional são analisados neste episódio do Leste/Oeste em podcast. O programa foi emitido na SIC Notícias a 28 de dezembro. Para ver a versão vídeo deste episódio clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Orlando Samões considera que a criação de uma zona desmilitarizada será a "chave" num eventual cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia. Ainda acrescenta que pode funcionar como um território "tampão".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quem terá saudades de 2025? Elegemos, na última emissão do ano, o melhor, o pior e o nem por isso. Trump, o sintomático, dominou o mundo e deu gás aos neo-iliberalismos. Luís Montenegro, num inédito número de equilibrismo político, foi a figueira nacional do ano, agora que o sistema se tornou triangular. O Papa Francisco morreu e subiu ao trono de São Pedro Leão XIV. A chamada diplomacia pela força conseguiu gerar uma ténue esperança no Médio Oriente, calando as armas depois da destruição de Gaza, mas foi incapaz de acabar com a guerra na Ucrânia. Houve deslumbramento e receios de apocalipse perante a revolução tecnológica da inteligência artificial. E ainda não foi este ano que acabaram os jornais em papel, mas já faltou mais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira na edição do Jornal da Record desta sexta (26): Ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal rompe tornozeleira e é preso no Paraguai. Condenado pela trama golpista, Silvinei Vasques será levado para prisão aqui no Brasil. Presidente russo, Vladimir Putin, admite que pode devolver territórios ocupados na Ucrânia. Rio Grande do Sul tem novo alerta para inundações e deslizamentos de terra por causa da chuva. O JR explica os direitos do consumidor na hora de trocar presentes. E o cardume gigante que mudou a cor do mar na Praia do Leme, no Rio de Janeiro.
No 3 em 1 desta sexta-feira (26), o destaque foi a derrota significativa imposta pelo Congresso Nacional ao Palácio do Planalto, com a derrubada de cerca de 50% dos vetos presidenciais assinados por Lula (PT-SP) ao longo dos últimos anos. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso na madrugada desta sexta-feira (26), no Aeroporto Internacional de Assunção, no Paraguai. Condenado recentemente pelo STF a 24 anos e 6 meses de prisão por participação na trama golpista, Vasques rompeu a tornozeleira eletrônica em Santa Catarina e tentava embarcar para El Salvador utilizando um passaporte paraguaio falso. O quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) inspira novos cuidados após a cirurgia para correção de uma hérnia inguinal bilateral. Boletins médicos indicam que a equipe avalia a necessidade de um novo procedimento cirúrgico, problema recorrente desde o atentado sofrido em 2018. Um levantamento detalhado revelou que a Câmara dos Deputados desembolsou ao menos R$ 280 milhões para custear o aluguel de veículos, embarcações e aeronaves utilizados por parlamentares. Pesquisa do Paraná Pesquisas acendeu o alerta na oposição ao mostrar o presidente Lula (PT-SP) na liderança em todos os cenários da corrida presidencial. O petista mantém vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL-RJ), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP). A partir de 1º de janeiro de 2026, entra em vigor a nova tabela do Imposto de Renda, uma das principais promessas de campanha do presidente Lula. No cenário internacional, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou que se reunirá com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicanos), neste domingo (28), na Flórida, para tentar avançar em um acordo de paz com a Rússia. Ainda nos EUA, o governo Trump escalou a tensão com a Europa ao proibir a entrada de cinco figuras importantes no país. A Casa Branca afirma que os sancionados integram um suposto “complexo industrial de censura” que persegue empresas de tecnologia americanas e restringe a liberdade de expressão. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta sexta-feira (26): A cidade de São Paulo registrou nesta quinta-feira (25), dia de Natal, a maior temperatura já observada no mês de dezembro desde o início das medições oficiais. Os termômetros marcaram 35,9°C, superando o recorde anterior de 35,6 °C registrado em 1998. Reportagem: Danúbia Braga. Levantamento divulgado pela Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (26) indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto no primeiro turno contra todos os nomes da direita testados. Lula aparece com 37,6%, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que soma 27,8%. Em um cenário com o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso, o petista também lidera, com 36,9% contra 31,3%. A maior vantagem ocorre diante de Michelle Bolsonaro, com 37,2% para Lula e 24,4% para a ex-primeira-dama. Já nos cenários de segundo turno, o estudo aponta empate técnico entre Lula e os principais adversários da direita, como Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) derrubou o veto do governador Cláudio Castro à chamada “gratificação faroeste”, criada em 1990, que prevê bonificações de 10% a até 150% do salário para policiais envolvidos em apreensões de armamentos e ações letais durante operações. O veto havia sido justificado pelo Executivo com base em restrições do Regime de Recuperação Fiscal. Reportagem: Rodrigo Viga. O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Vieira de Mello Filho, convocou uma sessão extraordinária para a próxima terça-feira, dia 30, às 13h30, para analisar o dissídio coletivo envolvendo a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e seus empregados. Antes do julgamento, o Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Cejusc) do TST promoverá, na segunda-feira (29), uma nova rodada de negociações entre a estatal e os representantes dos trabalhadores, com o objetivo de tentar um acordo e evitar que o caso seja decidido pela Seção de Dissídios Coletivos. Reportagem: Janaína Camelo. O Banco Central deve apresentar até as 12h desta sexta-feira (26) sua defesa sobre a liquidação extrajudicial do Banco Master. A manifestação atende a uma determinação do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Jhonatan de Jesus, que concedeu prazo de 72 horas para que o BC detalhe os fundamentos técnico-jurídicos do processo conduzido pelo órgão. Reportagem: Janaína Camelo. Quatro homens que haviam sido beneficiados pela saída temporária do sistema prisional foram presos em flagrante por violência doméstica em cidades do interior de São Paulo, entre a terça-feira (23) e a quarta-feira (24). De acordo com boletins de ocorrência da Polícia Civil. Reportagem: Camila Yunes. Os Estados Unidos realizaram ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico no noroeste da Nigéria, segundo anunciou o presidente Donald Trump nesta quinta-feira (25), dia de Natal. De acordo com Trump, o grupo vinha promovendo ataques contra comunidades cristãs na região. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, anunciou nesta quinta-feira (25) que discutiu “detalhes importantes” de um possível plano de cessar-fogo com a Rússia durante conversas com os enviados do governo dos Estados Unidos, Steve Witkoff e Jared Kushner. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a divulgação do PIB americano do terceiro trimestre, mais forte que o esperado e com aceleração do consumo frente ao anterior. Já os dados de mercado de trabalho (ADP) seguem indicando contratações em ritmo mais fraco. Por fim, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, anunciou encontro com Trump para discutir cessar-fogo com a Rússia. No Brasil, foi divulgado o IPCA-15 de dezembro, em linha com a mediana de mercado, mas com leitura qualitativa um pouco pior que a esperada, mostrando pressão em componentes importantes, como serviços subjacentes. No âmbito político, o ex-presidente Jair Bolsonaro cancelou a entrevista que daria e publicou carta endossando a candidatura de seu filho Flávio na próxima eleição presidencial. Foi divulgada nova pesquisa sinalizando praticamente um empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno. Nos EUA e no Brasil, os juros fecharam a semana quase no mesmo nível da semana anterior. Já as bolsas tiveram bom desempenho: S&P 500 +1,40%, Nasdaq +1,18%, Russell 2000 +0,19% e Ibovespa +1,53%. As commodities também fecharam em alta. Na próxima semana, destaque para a minuta da reunião do Fed, dados de atividade na China e dados de mercado de trabalho no Brasil. Não deixe de conferir!
[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 14 de fevereiro de 2025.] Trump e Putin falaram 90 minutos e logo anunciaram negociações de paz, o que parece indiciar uma facada nas costas de Zelensky. Mas a verdade é que nunca até agora ajudámos a Ucrânia como devíamos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trump anunciou uma nova classe de navios para a marinha, com os quais pretende superar a marinha chinesa. Os novos encouraçados da classe Trump serão armados com uma ampla gama de armamentos, incluindo mísseis nucleares e hipersônicos , além de canhões eletromagnéticos e armas de energia dirigida (laser).Além deste assunto, vamos conversar na live sobre a guerra na Ucrânia, sobre a crise entre Venezuela e EUA, sobre as novas ameaças de Trump de retomar a Groenlândia, e muito mais!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
Confira na edição do Jornal da Record desta terça (23): Jair Bolsonaro recebe autorização e vai ser internado nesta quarta-feira (24) para passar por nova cirurgia. Presidente Lula assina indulto de fim de ano que exclui condenados por atos golpistas. Prévia de dezembro aponta inflação dentro do teto da meta estipulada para 2025. Novo ataque russo deixa mortos na Ucrânia, incluindo uma criança. No Reino Unido, homens são condenados por planejar ataques em massa contra judeus. Rio de Janeiro amplia o uso de drones com alto falantes para alertar banhistas nas praias. E o JR mostra o trabalho de policiais rodoviários para combater crimes e evitar acidentes nas estradas pelo Brasil.
Miguel Baumgartner vê muitas parecenças entre o plano de 20 pontos apresentado na Ucrânia e em Gaza. O especialista em Relações Internacionais considera ainda que a Ucrânia não está a perder a guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Francisco Pereira Coutinho afirma que o Kremlin quer ditar os termos da paz e que os EUA estão do lado anti Ucrânia. Considera pouco provável que o Irão se esteja a preparar para atacar Israel.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rússia e China reforçaram o apoio a Maduro contra o bloqueio americano a navios que transportam petróleo da Venezuela. Novo representante de Trump para a Groenlândia disse que vai servir o país para tornar a ilha parte dos Estados Unidos. O assassinato de um dos mais importantes generais russos colocou em risco as negociações de paz com a Ucrânia. A Câmara cancelou os passaportes diplomáticos dos deputados cassados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. O ministro Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar ao general Augusto Heleno, condenado na trama golpista. Ponte que liga o Tocantins ao Maranhão foi inaugurada um ano depois do colapso que matou 14 pessoas. Torcida do Corinthians fez festa ao receber os campeões da Copa do Brasil.
Orlando Samões afirma que a Ucrânia poderá ter de aceitar um acordo de paz "injusto" e "condicionado". Ainda acrescenta que a Rússia vai "aguentar" a guerra até quando conseguir.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais 90 mil milhões de euros da UE para "necessidades urgentes" da Ucrânia. O garrote americano ao petróleo da Venezuela. Os bloqueios jihadistas aos combustíveis no Mali. Edição de Mário Rui Cardoso.
O reforço do apoio à Ucrânia, o adiamento do acordo UE-Mercosul e a importância do encontro entre Luís Montenegro e Zelensky. Ainda a nova estratégia da China na América Latina e a resposta dos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Drones, militares portugueses e Ucrânia na UE. O encontro de Montenegro com Zelensky em 2 minutos
Foi mais uma semana decisiva para a União Europeia e para a Ucrânia. O Conselho Europeu reuniu em Bruxelas os Chefes de Estado ou de Governo para reforçar o apoio da União Europeia à Ucrânia face à agressão russa, tendo aprovado um empréstimo de 90 mil milhões de euros financiado por dívida comum e mantido o trabalho para a utilização de ativos russos imobilizados, ao mesmo tempo que definiu orientações para o futuro quadro financeiro plurianual, no qual Portugal defendeu a proteção da política de coesão, da agricultura, das regiões ultraperiféricas e um Fundo de Competitividade com distribuição equitativa, e promoveu avanços no acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, considerado estratégico para reduzir dependências externas, ficando o processo próximo de conclusão e com perspetiva de assinatura no início do próximo ano. Responsabilidade, fraturas expostas no conflito, a pressão de Trump e de Putin. Neste Expresso da Meia-Noite em podcast, com moderação de Ricardo Costa e Ângela Silva, o debate faz-se com o historiador e deputado Rui Tavares, o especialista em Estudos Europeus, Henrique Burnay, o embaixador Martins da Cruz, e o general Pinto Ramalho.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Quase um mês depois do golpe de Estado na Guiné-Bissau, diversas figuras políticas da oposição e ativistas continuam detidos. Apesar das promessas, dívidas do Estado moçambicano a profissionais da saúde e educação continuam por liquidar. União Europeia vai conceder apoio de 90 mil milhões de euros à Ucrânia para os próximos dois anos.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: O Conselho Monetário Nacional, órgão que reúne os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, além do Banco Central, aprovou uma série de medidas que pode ajudar financeiramente os produtores rurais que foram atingidos por eventos climáticos. Uma das medidas aprovadas é a ampliação da oferta de crédito para o pagamento de dívidas adquiridas entre 2024 e junho de 2025. O Conselho também adiou, de janeiro para abril de 2026, o início das regras de restrições ambientais para a concessão de crédito rural. Para os agricultores familiares, as exigências de boas práticas passam a valer apenas em janeiro de 2027. E ainda: União Europeia aprova ajuda financeira de quase R$ 600 bilhões para a Ucrânia.
O derradeiro episódio deste ano do podcast Diplomatas teve como tema principal o Conselho Europeu, que arranca esta quinta-feira, em Bruxelas. Teresa de Sousa e Carlos Gaspar analisaram as negociações dos últimos dias entre ucranianos, norte-americanos e europeus, tendo em vista um acordo de paz para a Ucrânia, e anteciparam os desafios que vão estar à mesa dos 27 Estados-membros da União Europeia numa cimeira que pode arrastar-se até sábado. Respondendo a uma pergunta enviada por uma ouvinte do programa, a jornalista do PÚBLICO e o investigador do IPRI-NOVA também reflectiram sobre o papel e a postura do actual Governo de Portugal face às profundas alterações que estão a decorrer no sistema de alianças, nas relações internacionais e na ordem mundial. No final do podcast, os analistas olharam para o ataque terrorista que teve lugar em Sydney, na Austrália, no passado domingo, e identificaram uma onda crescente de anti-semitismo desde o 7 de Outubro de 2023 e durante a guerra de Israel na Faixa de Gaza. O Diplomatas faz uma interrupção de três semanas e regressa no dia 8 de Janeiro, com um episódio dedicado ao lançamento das datas que vão marcar o ano político de 2026. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Situação na Ucrânia deteriorou-se ainda mais em 2025, afirmou o alto-comissário para os Direitos Humanos, com aumento significativo de civis mortos e feridos, destruição de infraestruturas e violações do direito internacional.
Nos últimos dias, estão ocorrendo negociações intensas entre americanos, europeus e ucranianos em torno da proposta de paz de Donald Trump para o fim da guerra na Ucrânia. O presidente americano exerce enorme pressão. Os russos, entretanto, parecem não querer ceder em suas posições. Será que finalmente haverá paz?Este é o principal - mas não o único - assunto de hoje. Falaremos sobre a crise EUA x Venezuela, sobre o acordo Mercosul x UE, eleições no Chile, e muito mais!Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGKSe você acha nosso trabalho relevante e reconhece as horas dedicadas à pesquisa e formulação de todo o conteúdo, você pode se tornar apoiador do blog. Veja como em https://paulofilho.net.br/apoieoblog/Não deixe acompanhar o Blog do Paulo Filho, em http://www.paulofilho.net.br e de nos seguir nas redes sociais:Receba notificações diárias sobre assuntos estratégicos e geopolíticos no Telegram - https://t.me/+IXY-lux3x3A1ZGNhSiga-nos no Twitter - / paulofilho_90 Siga-nos no Linkedin - / paulo-filho-a5122218 Siga-nos no Instagram - / blogdopaulofilho Inscreva-se no canal do Youtube - / paulofil Conheça os livros que indico na minha lista de desejos da Amazon - https://amzn.to/351TTGK
Numa altura em que decorrem negociações entre Rússia e Ucrânia, o que fará Trump se Moscovo recusar um cessar fogo? Bruno Cardoso Reis analisa ainda o que muda na nova estratégia de segurança dos EUA.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dois golpes de Estado e uma tentativa frustrada em apenas oito semanas – mesmo para a história recente de África, isso representa uma nova dimensão. A organização Internacional para as Migrações lançou em Lisboa o projeto MOVER para promover a mobilidade laboral segura com os PALOP. Donald Trump acredita que um acordo de paz na Ucrânia está "mais próximo do que nunca".
An scéala is déanaí ón na cainteanna atá i mBerlin le iarracht a theacht ar shocrú ó thaobh Ucráin agus Rúis.
Será que há mesmo o risco de uma nova guerra em larga escala na Europa? Será que a Ucrânia terá mesmo de entregar o Donbass para parar a guerra? Os próximos dias podem ser decisivos para o sabermos.See omnystudio.com/listener for privacy information.