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Ouça o que movimentou o mercado nesta quarta-feira.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
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Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Se o dólar está enfraquecido e a Selic apresenta sinais de seguir em queda, o Brasil ganha tração. Neste cenário, é preciso que o investidor fique atento a vários sinais. No episódio extra do Insights, esta semana, vamos conversar com um ícone do mercado financeiro, José Rocha, fundador, CIO e gestor da Dahlia Capital. Conversamos sobre cenário macro, tomadas de risco e o que realmente importa nas decisões de portfólio. Vamos discutir também como os investimentos em previdência estão mudando e se aprimorando como ativos de longo prazo. Quem também participa é o diretor da Bradesco Vida e Previdência, Estevão Scripilliti. A apresentação é de Adilson Ferrarezi, head de Soluções de Investimento da Bradesco Asset. Dê o play e confira! Acompanhe! O conteúdo a seguir exposto pela empresa convidada não representa, necessariamente, a opinião e as práticas utilizadas pelo Bradesco. #juros #dolar #Trump #previdencia #fundosdeprevidenciaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça o que movimentou o mercado nesta quinta-feira.
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Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
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Send us Fan MailQuem cuida do seu dinheiro? Gestão de patrimônio, proteção de riqueza e estratégia de bilhões com Cleidson Rangel. Neste episódio, converso com um dos gestores de capitais mais influentes da América Latina. Cleidson saiu do interior do Ceará em 2001 sem rede, construiu um império que protege bilhões em 6+ países.Nesta conversa profunda, Cleidson revela:✅ Quem deveria cuidar do seu dinheiro (e por que a maioria erra)✅ Como proteger patrimônio em um mundo de risco✅ A psicologia de relacionamento que funciona em gestão de capitais✅ Como conseguir seu primeiro sim após 30 rejeitamentos✅ O papel da educação (Boston College + Harvard) no sucesso✅ Como expandir para 6+ países com estratégia global✅ A importância de transformar saudade em propósito✅ Como gerenciar bilhões em ativos reais✅ O legado que está criando para outras famílias de imigrantesPOR QUE ISTO IMPORTA:A maioria das pessoas não sabe quem cuida do seu dinheiro. Ainda pior: não sabem que patrimônio mal protegido é um risco existencial. Cleidson prova que a proteção do patrimônio é uma ciência, não um acaso.NÚMEROS-CHAVE:• 2001: Ano que Cleidson chegou nos EUA• 0: Conexões que ele tinha• $Bilhões: Ativos que protege hoje• 6+: Países onde trabalha• SEC + CVM: Aprovações regulatórias que possui• Boston College + Harvard: Sua formação educacional• 30: Rejeitamentos antes do primeiro simSOBRE CLEIDSON RANGEL:Cleidson Rangel é gestor de capitais, SEC-approved, e trabalha com ativos reais em múltiplos países. Começou do zero, sem rede, e hoje protege bilhões em investimentos. É um exemplo vivo de como transformar desvantagem em vantagem e construir um legado que impacta gerações.CAPÍTULOS:0:00 - Introdução: Quem Cuida Do Seu Dinheiro?3:45 - A Jornada de um Imigrante Sem Rede12:30 - Saudade Sem Alívio: Transformando Dor em Propósito22:15 - Como Conseguiu o Primeiro Sim (30 Rejeitamentos)31:00 - Educação: Boston College e Harvard39:45 - Gestão de Patrimônio: SEC + CVM48:30 - Expandindo Para 6 Países: A Estratégia Global57:00 - O Legado: Transformando Vidas de ImigrantesSiga o Cleidson Rangel:Instagram: https://www.instagram.com/cleidsonrangeljr
Você já se perguntou como o Sensoriamento Remoto pode revolucionar nossa compreensão do carbono e da biomassa?
Impactos dos conflitos também seguirão pressionando a inflação, poder de compra e decisões de consumo no Brasil e no mundo.
Já está no ar o novo episódio do STJ No Seu Dia, que analisa uma decisão recente do Superior Tribunal de Justiça sobre os efeitos do depósito de valores obtidos com a venda de ativos durante a recuperação judicial. Em conversa com o jornalista Thiago Gomide, o especialista convidado explica os fundamentos do entendimento firmado pela Terceira Turma do STJ, que definiu que o simples depósito judicial desses valores não configura pagamento aos credores concursais e que, se a falência for decretada antes do levantamento do dinheiro, os recursos devem integrar a massa falida.No episódio, o advogado especialista em direito tributário Asafe Gonçalves destaca como o STJ tem interpretado a Lei 11.101/2005 ao diferenciar a alienação de ativos na recuperação judicial do pagamento em consignação, esclarecendo que a quitação dos créditos depende da definição individualizada dos valores e do cumprimento do rito legal. Além disso, a conversa aborda os impactos práticos dessa jurisprudência para credores, empresas em crise, administradores judiciais e para a estruturação de planos de recuperação judicial.STJ No Seu Dia Com entrevistas em linguagem acessível sobre questões institucionais ou jurisprudenciais do Tribunal da Cidadania, o podcast é veiculado às sextas-feiras, às 21h30, na Rádio Justiça (104,7 FM – Brasília), e também está disponível no canal do STJ no Spotify e em outras plataformas de áudio.
Confira no Jornal da Record News desta terça-feira (21): Banco de Brasília anuncia acordo para vender ativos ligados ao Master. ONU estima custo de US$ 71,4 bilhões para reconstrução de Gaza na próxima década. E mais: Lula critica Trump e defende mudanças nas Nações Unidas.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (21): O novo sistema de reembolso das tarifas impostas por Donald Trump começou a operar para empresários americanos, com expectativa de devoluções de até US$ 166 bilhões. A Alfândega dos EUA concluiu a fase inicial da ferramenta, chamada CAPE. O sistema permite consolidar os valores em um único pagamento eletrônico. Além disso, os reembolsos podem incluir juros quando aplicável. MC Ryan SP cobrava até R$ 400 mil por dia para divulgar jogos ilegais, segundo investigação da Polícia Federal que levou à sua prisão e à de MC Poze do Rodo. Os artistas teriam atuado em esquema de lavagem de dinheiro, misturando receitas ilícitas com cachês. As apurações também apontam uso de rifas clandestinas e redes sociais para movimentação financeira. Áudios e mensagens revelam negociações de alto valor com plataformas de apostas. O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, destacou a importância da viagem de Luiz Inácio Lula da Silva à Europa antes da entrada em vigor do acordo Mercosul-União Europeia. Cerca de 500 produtos brasileiros terão tarifas zeradas imediatamente. Outros itens terão redução gradual de impostos, ampliando o comércio com o bloco. Alckmin classificou o acordo como “ganha-ganha” e ressaltou oportunidades em um mercado de US$ 22 trilhões. O governo dos Estados Unidos pediu a saída de um delegado brasileiro envolvido na detenção de Alexandre Ramagem. A informação foi divulgada pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental. Segundo o órgão, estrangeiros não podem manipular o sistema de imigração para evitar extradições. O caso envolve um policial federal que atuava junto ao ICE. O Banco de Brasília anunciou acordo com a Quadra Capital para vender R$ 15 bilhões em ativos ligados ao Banco Master. A operação foi aprovada pelo Conselho de Administração e comunicada ao mercado. O negócio prevê a criação de um fundo de investimento específico. Esse fundo ficará responsável por gerir os ativos transferidos. Geraldo Alckmin defendeu o fim da escala 6x1, mas afirmou que a mudança deve respeitar as particularidades de cada setor. A declaração ocorreu durante visita a uma fábrica em Cubatão. Ele destacou que a redução da jornada é uma tendência global. No entanto, reforçou a necessidade de debate e adaptação às diferentes realidades do mercado. Representantes de Israel e Líbano devem se reunir em Washington para retomar o diálogo diplomático. Israel será representado por seu embaixador nos Estados Unidos, Yechiel Leiter. O encontro será o primeiro após um cessar-fogo de 10 dias e marca uma tentativa de avanço nas negociações. A rejeição a Donald Trump chegou a 62%, segundo pesquisa Reuters/Ipsos. O levantamento foi feito em meio à guerra com o Irã e a tensões com o Papa Leão. A aprovação do presidente permaneceu em 36%. Esse é o nível mais baixo de seu mandato, mantendo estabilidade em relação ao mês anterior. Donald Trump afirmou que o cessar-fogo com o Irã deve terminar nos próximos dias. Ele considera improvável a extensão da trégua sem avanços nas negociações. O acordo expira na noite de quarta-feira (22), no horário de Washington. Para analisar o tema, a Jovem Pan entrevista o cientista político Christopher Garman. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Donald Trump voltou à Casa Branca prometendo destravar o mercado de criptomoedas nos EUA. Isso ajudou a impulsionar um rali histórico em 2025, no qual o bitcoin (BTC) chegou a US$ 126 mil.Hoje, o cenário virou: preços caíram, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam proteção, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar” nesse novo mundo.Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro cripto em dúvida.A pergunta que fica é direta: o pior já passou, ou o mercado cripto perdeu o chão?Nesse episódio do Empiricus PodCa$t, Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado: - Qual a leitura a ser feita da queda do Bitcoin pós-rali de 2025 - Quais os verdadeiros impactos da guerra no Oriente Médio nas criptomoedas - Como o investidor pode se proteger em um cenário de conflitos geopolíticos e pressão inflacionária - Até que ponto a computação quântica pode decretar “o fim” dos criptoativos como conhecemos hojeAssista até o final para conferir o quadro “Trade em 1 minuto”, que traz os criptoativos “preferidos” dos especialistas no momento.
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Investidores internacionais estão cada vez mais de olho no Brasil e, em função disso, temos um fluxo financeiro vindo de fora bastante positivo. Mas, se o mundo está mais instável, o investimento não deveria seguir para locais mais seguros? Brasil virou esse lugar?Existem alguns motivos que ajudam a montar um cenário do que é que está sendo visto agora pelo gringo. E é exatamente desses motivos que iremos falar neste episódio!FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:X, Thiago Picanço CFA: JPMorgan informa que o fluxo externo para o Brasil é o segundo maior já registrado - https://x.com/tgpicanco/status/2036776185623884217 X, Jérémie: Brazil equities outperform - https://x.com/jeremie0117/status/2036545515660181748/photo/1
Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 362 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/cUPnUNDVdsU
O Brent recua mais de 8%, na faixa de US$ 90 o barril, ainda que acumule alta superior a 50% no ano.
Ativos estendem recuperação com falas de Trump e petróleo cede. Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Brent subiu para perto de US$ 84 e o WTI para US$ 77, acumulando alta de cerca de 12% em dois dias, o maior ganho desde 2020.
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Na edição 181 do Outliers InfoMoney, Clara Sodré e Fabiano Cintra seguem falando sobre mercado global. Agora, focando na geopolítica internacional. O convidado da vez é o diretor-executivo para as Américas da Eurasia Group, Christopher Garman. A conversa franca, técnica e de qualidade aborda qual o peso da geopolítica internacional no mercado financeiro, se os EUA ainda são o porto seguro do mundo e se a China quer substituir os EUA como nova líder global, com uma espécie de Guerra Fria no caminho. Ao longo do episódio, eles discutem também a guerra entre Ucrânia e Rússia, Europa, Oriente Médio e a relevância do petróleo no meio de tudo isso. Além, claro, do momento do Brasil neste cenário, apontando os cuidados e os pontos de atenção que você, investidor, deve ter, especialmente em período eleitoral. Acompanhe o bate-papo e entenda como investir melhor e com mais retorno.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde 00:08 – Atualizações Caso Master e Dias Toffoli 04:55 – A liquidez global e o ciclo econômico atual são sustentáveis até o fim do ano? 08:25 – Ativos dolarizados protegem contra a perda de poder de compra da moeda? 11:12 – Existe juro real positivo no Brasil ao descontar a expansão da base monetária? 15:19 – As regras de Basileia III no Brasil e a alocação de Bitcoin por bancos 18:12 – IPOs de empresas como SpaceX e OpenAI poderiam marcar o topo do mercado? 20:59 – O Clarity Act e a proibição de rendimentos em stablecoins nos EUA 21:59 – A China e a suposta descoberta de princípios para a formação de ouro artificial 23:50 – Por que o alarmismo e a demonização do Bitcoin aumentam durante as quedas? 26:04 – A "espiral da morte": o orçamento de segurança do Bitcoin está fadado a encolher? 30:43 – Faz sentido comparar o gráfico histórico do Bitcoin com a mania das tulipas? 33:24 – Como o Bitcoin se comporta em um cenário de dólar fraco e expansão de M2? 34:59 – Por que bancos chineses estão reduzindo a exposição aos títulos do Tesouro dos EUA? 36:46 – Você investe em ações brasileiras? ETF ou Stock pick?37:07 – O governo pretende taxar stablecoins e criptoativos com IOF? 38:06 – Warren Buffett está fazendo "market timing" ao acumular recorde de caixa? 39:32 – Previsão para a Selic no fim de 2026 e o cenário de caos no governo 40:39 – Qual o momento de sair da bolsa brasileira?41:25 – Como a China segura o câmbio contra o dólar, mas desvaloriza contra o ouro? 42:56 – A OranjeBTC (OBTC3) pode criar mecanismos de rendimento para o acionista? 43:45 – Inteligência Artificial: a nova internet ou uma evolução com limitações? 44:56 – Teremos mais dias tenebrosos no escândalo do Banco Master? 45:32 – Stablecoins são uma inovação real ou apenas hype com dias contados? 46:00 – Existe solução jurídica para o Brasil diante de tanta corrupção? 46:07 – Por que pessoas de esquerda tendem a odiar ou desconfiar do "mercado"? 47:28 – Cursos sobre ciclos de mercado e economia real 47:47 – Recomendações de canais e autores estrangeiros de macroeconomia 48:32 – A reforma trabalhista da Argentina50:16 – Como não se desanimar com a impunidade e os escândalos da República?
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (10/02/2026): O dólar fechou o dia ontem com queda de 0,62%, cotado a R$ 5,18, menor valor desde 28 de maio de 2024. Uma ordem do governo chinês para que os bancos do país comprem menos títulos da dívida americana derrubou a moeda. A orientação não se aplicaria às participações estatais chinesas em títulos do Tesouro dos EUA. O movimento reflete a preocupação de que participações substanciais na dívida pública americana possam expor bancos a oscilações bruscas. Beneficiada pelo fluxo de recursos externos, a Bolsa brasileira fechou aos 186.241 pontos, alta de 1,80% e 10.º recorde em menos de um mês. O bom desempenho foi puxado pela Vale e por bancos. E mais: Política: Câmara envia à Comissão de Constituição e Justiça proposta para acabar com a escala de trabalho seis por um Economia: Argentina abre economia, a inflação cai e o PIB sobe, mas a indústria paga caro Internacional: Chavismo prende opositor ligado a María Corina 12 horas após libertá-lo Metrópole: Prefeitura contrariou o próprio regulamento ao liberar bloco que registrou superlotação Esportes: Chegou a hora de o Brasil cair no gelo nos Jogos de Inverno Cultura: Jorge Aragão, Alcione e Zeca Pagodinho anunciam turnê juntosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante décadas, o Japão foi sinônimo de estagnação. Mas nem sempre foi assim. Nos anos 80, o país chegou a representar quase metade do mercado acionário global, virou o centro do capital mundial e parecia ter encontrado o modelo econômico definitivo. Depois, veio o estouro da bolha, os juros zero, as “décadas perdidas” e o desaparecimento do radar dos investidores.Neste episódio bônus do Stock Pickers, Lucas Collazo conta a história completa do Japão: da industrialização acelerada à maior bolha de ativos da história, da estagnação prolongada às mudanças silenciosas que estão recolocando o país no centro das discussões globais. Governança corporativa, fim dos juros negativos, iene fraco, valuation descontado e a volta do fluxo estrangeiro entram na conta.Entenda mais em um episódio sobre ciclos longos e como o mercado volta a olhar para ativos que ficaram baratos por tempo demais.
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Durante mais de uma década, investir nos Estados Unidos foi quase automático. Inovação, crescimento, dólar forte e retornos consistentes transformaram o S&P 500 no destino natural do capital global. Mas esse ciclo pode estar chegando a um ponto de inflexão.Neste episódio especial de Stock Pickers, Lucas Collazo explica por que o debate sobre o fim do excepcionalismo americano ganhou força no mercado e como a possível rotação de capital pode abrir uma janela de oportunidade para mercados emergentes: especialmente o Brasil.A conversa passa por fluxo global, dólar, valuation, juros, eleições, commodities e pelo enorme impacto que mudanças marginais na alocação internacional podem gerar em um país que hoje representa apenas 4% dos índices emergentes. Um episódio sobre ciclos, assimetrias e oportunidades que surgem quando o consenso começa a mudar.
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Ouro e dólar se valorizam enquanto rendimento do treasury de 10 anos recua em movimento de busca por proteção diante de eventos na Venezuela.
Na edição 178 do Outliers InfoMoney, Clara Sodré e Fabiano Cintra continuam a série que explica tudo o que você precisa saber sobre como investir fora do Brasil. O convidado da vez é Luis Oliveira, vice-presidente para América Latina e Caribe da PIMCO, uma das maiores gestoras de renda fixa do mundo e que acumula mais de US$ 2,20 trilhões em ativos sob gestão. Com mais de 50 anos de história, Oliveira revela onde estão as melhores oportunidades offshore, o que esperar dos juros lá fora (e aqui) e como investidores brasileiros podem começar, mesmo com pouco dinheiro.Acompanhe o bate papo e entenda como investir mais - e com mais retorno!
Ativos brasileiros aguardam IPCA e entrevista de Bolsonaro. Comece seu dia com todas as informações essenciais para a abertura da bolsa com o Morning Call da Genial! O time da Genial comenta sobre as bolsas asiáticas, europeias e o futuro do mercado americano, além da expectativa para os mercados de ações, câmbio e juros. O Morning Call da Genial é transmitido, de segunda a sexta, às 8h45. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Bolsonaro cancela entrevista e embala os ativos. Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
O ano de 2025 trouxe volatilidade elevada para o cenário macroeconômico global e local. Desde tarifas de Trump, guerras, até mudanças de regime tributário no Brasil e reviravoltas políticas, os eventos tiveram impacto relevante nos fundos de crédito, multimercados e ações.Neste episódio, o Carteiros do Condado traz uma retrospectiva dos principais destaques do ano, assim como as perspectivas dos principais investidores para o ano de 2026.
No episódio especial 312 de Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Ruy Alves, sócio e gestor da Kinea, para uma conversa que é praticamente uma ópera macroeconômica: com direito a Guerra de Tróia, Grande Gatsby, China imperial e até os palcos da Broadway e do West End.Conhecido por analogias afiadas e uma leitura do cenário macro “fora da caixinha”, Ruy faz um diagnóstico contundente: 2026 será marcado por uma grande Guerra de Tróia. Entre FED, inflação global, reprecificação de juros e disputas políticas (especialmente no Brasil), ele explica por que o investidor precisará combinar estratégia, disciplina e a mesma capacidade de reinvenção que tornou Warren Buffett uma lenda.Este episódio é especial e faz parte da programação do Onde Investir 2026, evento especial do InfoMoney que ensina, prepara e atualiza quem deseja começar o ano novo tomando melhores e mais lucrativas decisões de investimentos.Acesse e confira todas as oportunidades: https://lps.infomoney.com.br/onde-investir-2026-inscricao/?utm_source=infomoney&utm_medium=banner&utm_campaign=oi26&utm_term=billboard-premium&utm_content=subhome
Neste episódio especial de Stock Pickers, Lucas Collazo explica por que o ouro voltou a disparar em 2025, superando US$ 4.000 por onça e retomando o papel de ativo de proteção em um mundo de dívidas recordes, inflação resistente e instabilidade geopolítica.Escassez histórica, compras agressivas de bancos centrais, dólar forte, juros reais baixos e perda de confiança nas moedas explicam a nova corrida pelo metal. Collazo também analisa como o ciclo de IA, energia e data centers influencia o fluxo para ativos defensivos - e por que o ouro segue sendo o porto seguro clássico em momentos de incerteza através dos séculos.Um episódio essencial para entender não só por que o ouro disparou, mas o que isso revela sobre a economia global e o que pode estar por vir.
Nesta edição ao vivo de Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Ivan Barboza, sócio e gestor Ártica Capital, para uma conversa sobre o novo bull market da bolsa brasileira. Depois de anos de instabilidade, o mercado começa a dar sinais de força. Após um rali de 12 recordes seguidos, ontem (12) o Ibovespa fechou em queda após 15 pregões consecutivos de alta. Essa foi a maior sequência de valorização do índice desde dezembro de 1993 e janeiro de 1994, quando o Ibovespa subiu por 19 sessões.Entre projeções macroeconômicas, fluxo estrangeiro e oportunidades setoriais, Barboza analisa o que está por trás da recuperação do Ibovespa, quais empresas devem se destacar nesse ciclo e o que diferencia o momento atual de outros movimentos de alta do passado.Um episódio especial, em clima de live, para entender se o bull market veio para ficar, e onde estão as melhores oportunidades na bolsa.
No episódio 306 do Stock Pickers, Lucas Collazo recebe Paolo Di Sora, CIO da RPS Capital, para uma análise afiada das eleições legislativas da Argentina, realizadas em 26 de outubro. As urnas portenhas surpreenderam: o partido A Liberdade Avança, de Javier Milei, conquistou mais de 40% dos votos e consolidou uma vitória política que, segundo Di Sora, mostra que a população argentina endossa a atual política fiscal do governo.Na conversa, o gestor explica como esse novo cenário afeta a dívida argentina, o fluxo de investimentos e a confiança do mercado, especialmente diante dos investidores que apostaram contra Milei, vendendo ativos e dólares antes da votação. Para Di Sora, esse movimento traz riscos, mas também revela oportunidades de longo prazo para quem acredita na recuperação da economia do país. O episódio ainda aborda o impacto das eleições nos ativos argentinos, nas relações econômicas com o Brasil e no mercado latino-americano como um todo.Uma conversa essencial para entender como o resultado eleitoral na Argentina pode redefinir o humor dos investidores e o futuro da região, até no Brasil.