Podcasts about EUA

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    JORNAL DA RECORD
    JORNAL DA RECORD | 20/07/2026

    JORNAL DA RECORD

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 48:05


    Confira na edição do Jornal da Record desta segunda-feira (20): Justiça manda prender advogado que atropelou duas vezes motociclista em SP. Quase 170 milhões de brasileiros estão aptos a votar nas eleições de outubro. Sobe para 43 o número de cidades atingidas pelos temporais no RS. Rebeldes houthis, apoiados pelo Irã, anunciam bloqueio a navios da Arábia Saudita, no Mar Vermelho. EUA confirmam novas tarifas de 50% sobre produtos do Canadá. Dispara o número de bebês internados por problemas respiratórios no Brasil.

    Gabinete de Guerra
    Ainda há esperança para um acordo entre EUA e Irão?

    Gabinete de Guerra

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 7:53


    O tenente-general Marco Serronha sublinha que via negocial entre EUA e Irão pode ser reaberta a curto prazo. Ainda destaca que uma derrota no Golfo é um risco maior para Trump do que baixas militares.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Gabinete de Guerra
    "Memorando foi grande vitória e uma maldição para o Irão"

    Gabinete de Guerra

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 9:47


    Azeredo Lopes defende que EUA se sentiram derrotados pelo memorando de entendimento com Irão e isso levou ao retomar dos ataques. Sublinha que o Irão pretende "estrangular" comércio à volta de Ormuz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Brazil UFO
    STARLINK ou UFO? 4º lote de Documentos dos EUA - ANÁLISE DA SEMANA

    Brazil UFO

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 115:17


    Muitos avistamentos registrados por pilotos de aviões, e também por várias testemunhas de solo em todo o Brasil. São luzes que cruzam em várias direções em uma pequena parte do céu, e podem ser vistas durante muito tempo. Apesar do Fenômeno OVNI ser real, em muitos casos é apenas erro de identificação.Neste episódio vamos mostrar como identificar um trem de Starlink ou Flares/reflexos de satélites Starlink. E também vamos comentar sobre as imagens mais interessantes do 4º lote dos arquivos de UFOs dos EUA.ANÁLISE DA SEMANAAnálise de imagens e informações sobre registros de objetos e fenômenos não identificados registrados pelo mundo.Últimas notíciasNotícias sobre avistamentos e fenômenos anômalos ocorridos no Brasil e no mundo.TORNE-SE MEMBRO DO CANALhttps://www.youtube.com/channel/UCwMxydYVs-AujXvxpjwgC9Q/join___________________Envie seu áudio, fotos e vídeos para:WhatsApp Brazil UFO+55 11 98436-3637_________________Doação ao canal Brazil UFOhttps://streamelements.com/brazilufo/tipANÁLISE DA SEMANACom Clayton Feltran e Jorge Uesu.::: LOJA BRAZIL UFO - PRODUTOS ORIGINAIS BRAZIL UFO::: https://lojabrazilufo.com.brFaça parte do Eu apoio o Brazil UFOSeja um apoiador do Brazil UFO e nos ajude a trazer conteúdos de qualidade a todos os amigos do canal. Sua ajuda fará toda a diferença.Acesse o site:https://apoia.se/brazilufo e seja um apoiador do canal.Se preferir você pode ajudar via PIX, seja um patrocinador do canal.pix@brazilufo.comhttps://brazilufo.com#analisedasemana #brazilufo #omg @BrazilUFO @ovnisemisteriosemgeral-omg3015 ​#cortesdobrazilufo

    Ouvi na Bloomberg Línea
    Dinheiro muda de setor em Wall Street | A febre dos peptídeos e o bitcoin

    Ouvi na Bloomberg Línea

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 13:56


    Da análise de dados à experiência dos fãs, a Lenovo Hybrid AI transforma a Copa do Mundo em uma das mais inovadoras da história, conectando e redefinindo a experiência das pessoas ao redor do mundo. Visite:[Patrocinado] Infraestrutura de IA da Lenovo | IA mais inteligente para TODOS Hedge funds reduziram suas posições em ações do setor de tecnologia dos EUA em um ritmo recorde nos últimos dois meses, de acordo com a equipe Prime Services do Goldman Sachs Group.O grupo atuou como vendedor líquido do setor em seis das últimas oito semanas, de acordo com a equipe liderada por Vincent Lin. A redução acumulada no valor de mercado totalizou cerca de 10%, marcando a maior retração desse tipo no setor desde o início da série de dados, há mais de uma década.

    Economia dia a dia
    Vem aí uma nova ofensiva tarifária dos Estados Unidos?

    Economia dia a dia

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 4:22


    Donald Trump prepara-se para lançar uma nova vaga de tarifas sobre dezenas de países, depois de o Supremo Tribunal dos Estados Unidos ter travado as taxas recíprocas anunciadas em 2025. Segundo o Financial Times, as novas tarifas podem variar entre 10% e 12,5% e ser apresentadas ainda esta semanaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    the news ☕️
    A aliança de Milei com Flávio, fusão Paramount-Warner travada, novo primeiro-ministro do RU e mais

    the news ☕️

    Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 14:54


    Bom dia! ☕Para descobrir como contar com atendimento Santander Empresas clique aqui.As roupas com tecido tecnológico da Insider estão aqui.Garanta seus ingressos para o seis&seis aqui.No episódio de hoje:

    Las 3 R's
    Hackea tu edad biológica: El mapa de la longevidad celular by Nathaly Marcus en Las 3R´s

    Las 3 R's

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 22:20


    EPISODIO COMPLETO: https://youtu.be/rvlfoybtIpQUn diagnóstico "normal" en tus estudios de sangre no es garantía de salud; es solo la prueba de que tu cuerpo se está adaptando en silencio antes de colapsar.

    Economía Pesada
    El liderazgo de Kevin Warsh en la FED le conviene a México

    Economía Pesada

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 37:15


    En mayo Kevin Warsh asumió el control del Sistema de Reserva Federal (FED) de EUA y en apenas dos meses ya anunció que habrá cambios en la estructura interna y se mostró en contra del marco de la política monetaria seguida desde el 2020.Además, a pesar de ser parte del grupo político de Trump, ya dijo que si el presidente no lo deja operar con la libertad y autonomía que se requiere lo va a enfrentar. Una conversación con Mario Alavez, columnista y reportero de El Cronista México.Visita la sección de Finanzas de El Sol de México para estar al día del contexto económico. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

    No pé do ouvido
    Espanha domina Argentina e é bicampeã da Copa

    No pé do ouvido

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 21:52


    Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essa e outras notícias: Espanha domina Argentina, é bicampeã da Copa e Brasil se mantém isolado no alto do ranking de títulos. Michelle Bolsonaro diz que não será vice de Zema. E os chineses encostam nos EUA em poder de IA.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Hoje no TecMundo Podcast
    O QUE TÁ ROLANDO NA SAMSUNG?! JETSKI DE MADEIRA! EA FC ACERTA CAMPEÃO DA COPA! HONOR, VINGADORES E +

    Hoje no TecMundo Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 9:49


    Netflix paga US$ 587 milhões por startup do ator Ben Affleck. EA FC acerta campeão da Copa do Mundo pela quinta vez após vitória da Espanha. Depois de ganhar a Copa do Mundo, zagueiro espanhol filma a festa com celular protótipo da Honor. Carpinteiro do Pará cria jetski de madeira, viraliza na web e recebe visita da Marinha. Samsung demite mais de 800 funcionários nos EUA. Cyberpunk 2077 de graça no Game Pass, Red Dead 2 baratinho e mais! Veja indicações de games da semana. No Minha Série, Vingadores Doutor Destino ganha trailer com retorno de Steve Rogers e Robert Downey Jr como vilão.

    Gabinete de Guerra
    Conseguirá Trump recuperar a centralidade global dos EUA?

    Gabinete de Guerra

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 7:02


    Miguel Baumgartner explica o risco de guerra no Estreito de Ormuz. Também acrescenta que Trump procura o apoio da NATO e usa o Mundial para afirmar a centralidade dos EUA na política global.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Gabinete de Guerra
    "Irão abrir a porta a negociações é determinante para a paz"

    Gabinete de Guerra

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 6:44


    Major General João Vieira Borges diz que Irão e EUA têm noção de que guerra não leva a lado nenhum. Fala em dois países que querem paz, mas em termos diferentes. E esse é o desafio dos mediadores.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Resumão Diário
    EUA atacam usina nuclear do Irã em construção; Começa prazo para pedir voto em trânsito nas eleições; Alerta nos cuidados com o câncer de intestino

    Resumão Diário

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 3:55


    EUA atacam usina nuclear do Irã em construção e Teerã pede que ONU condene ação. Adolescente morre na Espanha durante as comemorações de título da Copa. Câmeras corporais mostram PMs fazendo 'roleta-russa' com adolescentes; militares são condenados por tortura. Eleições 2026: começa nesta segunda prazo para pedir voto em trânsito; saiba como fazer. Câncer de intestino: brasileiros reconhecem sinais de alerta, mas não buscam atendimento.

    Café Europa
    Gabinete de Guerra. "Irão abrir a porta a negociações é determinante para a paz"

    Café Europa

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 6:44


    Major General João Vieira Borges diz que Irão e EUA têm noção de que guerra não leva a lado nenhum. Fala em dois países que querem paz, mas em termos diferentes. E esse é o desafio dos mediadores.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    PodCer?!
    Agro 4x4 #13 | Nova tarifa dos EUA, crédito rural e safra recorde no Brasil

    PodCer?!

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 4:53


    Agro 4x4 #13 | Nova tarifa dos EUA, crédito rural e safra recorde no BrasilNesta semana, o Agro 4x4 analisa os principais acontecimentos que movimentaram o mercado agrícola.O destaque é a confirmação da tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. Entenda quais cadeias do agronegócio podem ser impactadas e por que o mercado reagiu de forma diferente da esperada.Também falamos sobre as medidas aprovadas em Brasília para renegociação das dívidas rurais e mudanças na legislação do frete, além da nova estimativa da Conab para a safra brasileira de grãos, que alcançou um novo recorde.Neste episódio:00:00 – Abertura00:18 – Indicadores de mercado01:26 – Tarifa dos EUA: impactos para o agro brasileiro02:28 – Senado avança em medidas sobre crédito rural e frete03:47 – Número da semana: safra recorde no BrasilO Agro 4x4 é o resumo semanal da Castrolanda com os principais movimentos do mercado agrícola, traduzindo notícias e indicadores em informações práticas para apoiar a tomada de decisão do produtor rural.Se você gostou deste conteúdo, deixe seu like, inscreva-se no canal e compartilhe este episódio com outros produtores e profissionais do agro.

    RW notícias - fique sempre bem informado
    Inicia nesta segunda o prazo para pedir o voto em trânsito

    RW notícias - fique sempre bem informado

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 2:22


    Modalidade do voto em trânsito permite que eleitores que estiverem fora do seu domicílio eleitoral consigam votar em outubro. Prazo para pedido encerra no dia 20 de agosto.

    RW notícias - fique sempre bem informado
    Governo Trump concede Green Card a Eduardo Bolsonaro

    RW notícias - fique sempre bem informado

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 2:52


    A concessão ocorre em meio à crise diplomática entre Brasil e EUA e após a condenação de Eduardo pelo STF por coação no curso do processo. Com a residência permanente, a possibilidade de extradição para cumprimento da pena no Brasil fica ainda mais remota.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.

    Café Europa
    Gabinete de Guerra. Conseguirá Trump recuperar a centralidade global dos EUA?

    Café Europa

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 7:02


    Miguel Baumgartner explica o risco de guerra no Estreito de Ormuz. Também acrescenta que Trump procura o apoio da NATO e usa o Mundial para afirmar a centralidade dos EUA na política global.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Podcast Internacional - Agência Radioweb
    Giro Internacional: EUA intensificam ataques ao Irã por nona noite consecutiva

    Podcast Internacional - Agência Radioweb

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 3:09


    Confira o que é notícia no mundo nesta segunda-feira.Esse conteúdo é uma parceria entre RW Cast e RFI.

    Zoom
    Gabinete de Guerra. Conseguirá Trump recuperar a centralidade global dos EUA?

    Zoom

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 7:02


    Miguel Baumgartner explica o risco de guerra no Estreito de Ormuz. Também acrescenta que Trump procura o apoio da NATO e usa o Mundial para afirmar a centralidade dos EUA na política global.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Zoom
    Gabinete de Guerra. "Irão abrir a porta a negociações é determinante para a paz"

    Zoom

    Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 6:44


    Major General João Vieira Borges diz que Irão e EUA têm noção de que guerra não leva a lado nenhum. Fala em dois países que querem paz, mas em termos diferentes. E esse é o desafio dos mediadores.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Boa Noite Internet
    O Império da IA — com Karen Hao

    Boa Noite Internet

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


    O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

    Gabinete de Guerra
    Irão x EUA. "O conflito está a regionalizar-se"

    Gabinete de Guerra

    Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 13:47


    Liliana Reis alerta que a guerra no Médio Oriente se está a espalhar. A especialista em relações internacionais admite que o embate entre Irão e EUA entrou agora numa fase de escalada muito perigosa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Canaltech Podcast
    Dreame quer conquistar o Brasil: os planos da marca além dos robôs aspiradores

    Canaltech Podcast

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 12:02


    A Dreame ganhou destaque global com seus robôs aspiradores, mas a empresa quer ser reconhecida por muito mais do que isso. No novo episódio do Podcast Canaltech, conversamos com Sophia Li, Head de Marketing da Dreame para a América Latina, sobre os planos da marca para expandir sua presença no Brasil e conquistar espaço em um mercado cada vez mais competitivo. Durante a entrevista, a executiva explica como a empresa pretende crescer no país, fala sobre a chegada de novas categorias de produtos e detalha os investimentos que a Dreame vem fazendo para fortalecer sua atuação na região. A conversa também aborda temas importantes para os consumidores, como privacidade, segurança dos dados captados pelos dispositivos inteligentes e a importância do suporte pós-venda para construir confiança em uma marca que ainda está ampliando sua presença no mercado brasileiro. Você também vai conferir:tarifaço dos EUA não deve encarecer celulares e notebooks no Brasi, GPS do Google pode começar a sugerir até o caminho mais bonito da viagem, e Netflix já usou IA generativa em cerca de 300 filmes e séries em 2026. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer, Bruno de Blasi e A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Jornal da Manhã
    Jornal da Manhã - 18/07/2026 | Moraes marca depoimento de Flávio Bolsonaro no STF

    Jornal da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 240:15


    Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (18): O presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional , Nelsinho Trad (PSD) pede respostas ao governo Lula sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade como resposta ao tarifaço de 25% imposto pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A iniciativa busca entender como o governo federal está colocando a lei em prática e se os mecanismos do Congresso são suficientes para proteger os interesses comerciais do Brasil. Por outro lado, o governo brasileiro adota cautela e descarta retaliação aos EUA neste momento. Reportagem: Beatriz Souza. A carne brasileira está fora do tarifaço de 25% imposto pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros. O alívio, no entanto, é parcial. A China segue como principal preocupação do setor. O país mantém salvaguardas sobre a carne bovina brasileira com validade de três anos. Reportagem: Bruno Pinheiro. O conselho do governo federal aprovou o aumento na mistura de etanol na gasolina vendida nos postos do país. A medida tem validade de 180 dias, mas pode ser prorrogada. Reportagem: Marco Vianna. O Congresso Nacional iniciou o recesso com projetos importantes travados. Devido ao período eleitoral, pautas como o fim da escala 6x1 e “pautas-bombas” podem ser adiadas. Reportagem: Marco Viana. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou a concessão de novos penduricalhos financeiros para integrantes do Congresso Nacional. A decisão do tribunal desafia o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e abre caminho para um reajuste salarial indireto de até 15%. Reportagem: Marco Viana. Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre parte das exportações do país, afetando principalmente os produtos industrializados brasileiros. O economista Ricardo Balistiero analisa neste sábado (18) os impactos reais da medida do governo Donald Trump na inflação e na balança comercial nacional. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, pediu o adiamento da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que cria novos benefícios para agentes comunitários. O tema é considerado uma “pauta-bomba” uma vez que o impacto fiscal estimado é de até R$ 30 bilhões. Reportagem: Marco Viana. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou o depoimento do senador Flávio Bolsonaro (PL) para o dia 28 de julho. A decisão do magistrado atende a uma investigação em andamento na corte sobre suspeita de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem: André Anelli. A pauta climática e as eleições foram os temas centrais da entrevista de Sônia Guajajara ao Jornal da Manhã deste sábado (18). As pautas indígenas e as eleições de 2026 foram um dos temas abordados na conversa, A parlamentar criticou o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e o classificou como “aprendiz”. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) prevê um plano de R$ 130 milhões para diversificar o mercado de exportação do Brasil. A medida estratégica do órgão visa mitigar as perdas causadas pelo novo tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos. Reportagem: André Anelli. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    JORNAL DA RECORD
    17/07/2026 | 3ª Edição: Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro e proíbe visitas e manifestações políticas e eleitorais

    JORNAL DA RECORD

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 26:18


    Confira nesta edição do JR 24 Horas: Alcolumbre prorroga validade de quatro medidas provisórias por 60 dias. Durigan afirma que governo manterá negociação com EUA para tentar reverter tarifa de 25%. Educação política e cidadania passam a ser obrigatórias na educação básica.

    JORNAL DA RECORD
    JORNAL DA RECORD | 17/07/2026

    JORNAL DA RECORD

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 53:19


    Confira na edição do Jornal da Record desta sexta-feira (17): SP e SC devem sentir o maior impacto do tarifaço dos EUA. Aluno de aviação morre em comemoração com "banho de óleo" no PR. Empresa é multada de novo por vazamento de gás que causou intoxicação e fechamento de escolas. México e países da América Central são atingidos por terremoto. Presidente americano Donald Trump diz que pode taxar o Canadá pela fumaça dos incêndios florestais. Aos 83 anos, cantor Milton Nascimento é internado no RJ para tratar pneumonia. E você vai entender porque um pub na Inglaterra proibiu a entrada de homens com mais de 1,80m de altura.

    JKCast
    JK Cast #267 - Fui Conhecer Acampamentos do MST, Tarifaço dos EUA, Day Trade Novamente

    JKCast

    Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 33:10


    JK Cast #267 - Fui Conhecer Acampamentos do MST, Tarifaço dos EUA, Day Trade Novamente

    O Assunto
    O tarifaço de Trump: a negociação e as taxas contra o Brasil

    O Assunto

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 40:29


    Convidados: Embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC) e Presidente da 9G Consultoria; Bruna Santos, diretora do Programa Brasil do Inter-American Dialogue, em Washington (EUA). O governo dos Estados Unidos oficializou que irá impor a sobretaxa de 25% sobre uma ampla gama de produtos brasileiros a partir do dia 22 de julho. A decisão é resultado de uma investigação do Escritório do Representante de Comércio americano sobre supostas "práticas desleais" da economia brasileira – o relatório final cita desmatamento, proteção de propriedade intelectual, tratamento às big techs e até o PIX. Em uma manifestação pública, o secretário de Estado Marco Rubio criticou o presidente Lula e disse que faltou "boa-fé" ao governo brasileiro. O Palácio do Planalto classificou a medida como um marco "lastimável" na relação entre os países e ameaça acionar a Lei de Reciprocidade. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas em geopolítica e relações internacionais. Primeiro, a conversa é com o embaixador Roberto Azevêdo: ele conta os bastidores das negociações entre agentes brasileiros e americanos e analisa as regras de um comércio internacional baseado na força. Depois, Natuza fala com Bruna Santos, que comenta a deterioração das relações diplomáticas entre Brasil e EUA.

    O Antagonista
    Por que o tarifaço de Trump pode explodir no colo de Lula em 2026

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 14:32


    O tarifaço de 25% de Donald Trump contra produtos brasileiros entra em vigor na próxima quarta-feira (22) e o governo Lula responde com o pedido do BNDES de mais R$ 7,25 bilhões para socorrer empresas afetadas.No Meio-Dia em Brasília, Wilson Lima e Rodolfo Borges analisam por que empréstimo não resolve um problema diplomático e como o efeito econômico das tarifas pode alcançar Lula em plena campanha eleitoral de 2026, ainda que hoje o desgaste recaia sobre Flávio Bolsonaro.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Tarifaco #Trump #Lula #Economia2026 #Politica #Brasil #EUA #CriseEconomica #Dolar #Inflacao #MercadoFinanceiro #Noticias #Geopolitica #PodcastBrasil #YoutubeBrasil #DebatePolitico

    O Antagonista
    Tarifaço de Trump: filho feio não tem pai, nem pensão | Meio-Dia em Brasília - 17/07/2026

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 58:20


    O programa Meio-Dia em Brasília desta sexta-feira, 17, fala sobre a repercussão do tarifaço de Donald Trump na economia brasileira e a respeito das primeiras medidas anunciadas pelo governo Lula para tentar minimizar os impactos da taxação de 25% sobre os produtos brasileiros.Além disso, o jornal também fala sobre a nova justificativa dada por Flávio Bolsonaro para a sua foto ao lado do “Sicário” do banqueiro Daniel Vorcaro, aborda a investigação sobre emendas parlamentares em curso no Supremo Tribunal Federal e fala sobre os piores, os melhores da semana e as principais reportagens da Revista Crusoé.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Tarifaco #Trump #Economia #Podcast #Youtube #Politica #Impostos #Comercio Exterior #CriseEconomica #Inflacao #MercadoFinanceiro #Noticias #DebatePolitico #Tendencias #PodcastsBr #AudioCast

    3 em 1
    Lula adota cautela sobre tarifaço e avalia impacto da reciprocidade

    3 em 1

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 120:36


    No 3 em 1 desta sexta-feira (17), o destaque foi que o presidente Lula (PT) pediu cautela com a aplicação da lei de reciprocidade em relação à sobretaxa de 25% imposta pelos Estados Unidos. O governo ainda avalia a melhor forma de aplicar a medida sem causar impactos na economia nacional. Lula afirmou que vai aguardar alguma declaração direta de Donald Trump para se manifestar sobre o tarifaço. Reportagem: André Anelli. O pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) se posicionou sobre a decisão dos Estados Unidos de impor o novo tarifaço ao Brasil. Caiado afirmou que a declaração de Marco Rúbio para justificar o tarifaço foi “infeliz” e que ele age como cabo eleitoral de Lula. O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes) pediu ao ministério da Fazenda a liberação de R$ 7,25 bilhões para reforçar os recursos do programa Brasil Soberano que tem como objetivo prestar socorro às empresas impactadas pelo tarifaço. Reportagem: André Anelli. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal ouça o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) sobre a suspeita de calúnia contra o presidente Lula (PT). Após diversas tentativas de contato com os advogados de Flávio Bolsonaro, que não obtiveram resposta, Moraes agendou a audiência para a próxima terça-feira (28). Reportagem: Bruno Pinheiro. A guerra entre Estados Unidos e Irã passou por um processo de intensificação após novos ataques dos EUA contra alvos iranianos estratégicos. O principal aliado dos norte-americanos no Oriente Médio, Israel, não participou dos ataques. O vice-presidente americano, J. D. Vance, criticou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o que levanta rumores sobre uma fragilidade na aliança. Reportagem: Luca Bassani. Segundo informações de bastidores, o deputado federal e ex-ministro do Combate à Fome, Patrus Ananias (PT), aceitou o convite do presidente Lula (PT) para concorrer ao governo do estado de Minas Gerais. A decisão foi selada em uma conversa entre ambos, colocando fim à indefinição no segundo maior colégio eleitoral do país e considerado crucial para a estratégia do PT. Reportagem: Rodrigo Costa. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), prorrogou nesta sexta-feira (17) a medida provisória da subvenção do diesel por mais 60 dias. A MP publicada pelo governo federal prevê o subsídio de R$ 1,12 por litro de diesel para os produtores e importadores do combustível. Reportagem: Beatriz Sousa. O governo norte-americano sinalizou que qualquer medida adotada pelo Brasil, seja de retaliação ao tarifaço ou não, como a lei de reciprocidade, pode acarretar em novas medidas econômicas contra o governo brasileiro. Além do tarifaço que entra em vigor em 22 de julho, outra investigação paralela do governo americano pode adicionar mais 12,5% a mais nas tarifas de 25% ao Brasil. Reportagem: Eliseu Caetano. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), repudiou a aplicação da sobretaxa americana de 25% aos produtos importados do Brasil. O Supremo Tribunal Federal também afirmou em nota que a Corte não irá ceder às pressões do governo americano, e que respeita a soberania de todas as nações. Reportagem: Beatriz Souza. Após atritos com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) escalou um trio de mulheres composto por sua esposa, Fernanda Bolsonaro, pela deputada federal Simone Marquetto (PP) e pela ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniela Marques. A ideia é que o trio percorra o Brasil divulgando as propostas de governo de Flávio. Reportagem: Juliana Firmino. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Expresso - Eixo do Mal
    Dois ministros sob pressão e um Estreito de Ormuz ora aberto, ora fechado

    Expresso - Eixo do Mal

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 50:19


    Esta semana, Luís Pedro Nunes, Pedro Marques Lopes, Clara Ferreira Alves e Daniel Oliveira analisam as polémicas que têm marcado o Governo e deixaram fragilizados os ministros da Educação e da Administração Interna. No plano internacional, debatem os novos ataques entre os EUA e o Irão, a disputa pelo Estreito de Ormuz, novamente bloqueado, e uma guerra que se arrasta sem solução à vista. Ouça o Eixo do Mal em podcast, emitido na SIC Notícias a 16 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Morning Show
    Flávio e Sicário / Culpa do tarifaço / Trump acusa China de fraude

    Morning Show

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 119:29


    Confira no Morning Show desta sexta-feira (17): O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) comentou em uma live nas redes sociais, nesta quinta-feira (16), sobre a foto com o mercenário conhecido como “Sicário”, que trabalharia para Daniel Vorcaro. Segundo Flávio, a foto teria sido manipulada por inteligência artificial. Sicário teria se suicidado em uma cela na sede Polícia Federal após prisão no âmbito da operação Compliance Zero. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes marcou o depoimento do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) para o dia 28 de julho. A convocação é para prestar esclarecimentos sobre uma postagem do parlamentar que associa o presidente Lula (PT) ao ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusado de operar um esquema de tráfico de drogas pelo Departamento de Estado dos EUA. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) divulgou um projeto de combate à violência contra a mulher durante uma live nas redes sociais nesta quinta-feira (16). Dentre as medidas que compõem o projeto estão a criação de uma inteligência artificial, a distribuição de celulares e planos de internet para mulheres terem acesso facilitado a meios de denúncia de agressões. Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest avaliou a percepção popular sobre a causa do tarifaço imposto pelos EUA ao mercado brasileiro. Segundo o levantamento, 51% dos entrevistados acreditam que a culpa da taxação é do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), que teria apoiado a medida para prejudicar o presidente Lula (PT). O presidente americano, Donald Trump, fez um pronunciamento por televisão na noite desta quinta-feira (16), acusando a China de interferir nas eleições de 2020, em que o republicano foi derrotado por Joe Biden. Segundo Trump, que prometeu divulgar documentos comprovando a fragilidade no sistema eleitoral, o país asiático teria utilizado dados de eleitores para manipular o resultado do pleito. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) classificou a imposição de tarifas pelos EUA ao mercado brasileiro como uma medida injusta e descabida, mas afirmou que a lei de reciprocidade, já aprovada pelo congresso, só deve ser usada em um momento oportuno. O Congresso Nacional entra em recesso nesta sexta-feira (17) sem votar a Proposta de Emenda à Constituição n° 8/2025, que prevê o fim da escala 6x1. O texto havia sido aprovado na Câmara dos Deputados, mas está há 50 dias travado no Senado Federal. Mesmo com o retorno dos trabalhos em agosto, pautas polêmicas e com potencial eleitoral não devem ser votadas antes das eleições, em outubro. No Brasil o voto é obrigatório para pessoas entre 18 e 70 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70, desde 1988. Com a obrigatoriedade, é convencionada a aplicação de uma multa de R$ 3,51 para eleitores que não comparecerem à votação. O valor é o mesmo desde 1993 e se fosse corrigido pela inflação estaria em R$ 27. O empresário Thiago Brennand, que já está preso, foi condenado pela Justiça de São Paulo a 31 anos de prisão em regime fechado por estupro, agressão, coação no curso do processo, registro não autorizado de ato sexual e divulgação de imagens de abuso sexual. Brennand ainda terá de pagar R$ 100 mil para a ex-namorada, vítima dos crimes. Dentre os vários motivos apresentados pelo Departamento de Estado americano para a nova rodada tarifária contra produtos brasileiros, supostas “práticas desleais” como a utilização do sistema Pix se destacaram em pronunciamentos de autoridades do governo dos EUA. Mas fica a questão, o que incomoda tanto os americanos no nosso sistema de pagamento? Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

    SBS Portuguese - SBS em Português
    Hanson associa problemas com imigrantes ao fim da política da Austráia Branca | Notícias 17 de julho

    SBS Portuguese - SBS em Português

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:23


    Alguns destaques entre as notícias do dia: em entrevista a podcaster de extrema-direita britânico, líder do One Nation diz que problemas começaram quando antigo PM "abriu e eliminou a política da Austrália Branca". Pais de australianas mortas por intoxicação por metanol em bebida no Laos se revoltam com possível pena branda a acusados. EUA impõem novo tarifaço de 25% ao Brasil, e exportadores brasileiros dizem que as vendas vão cair.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.

    Boletim Folha
    BNDES pede R$ 7 bilhões para reforçar socorro a setores afetados por tarifas 

    Boletim Folha

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 4:21


    EUA fazem ataques a pontes e aeroporto do Irã, que retalia contra bases americanas. E incêndios florestais no Canadá ligam alerta em Nova York e podem afetar final da Copa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Rádio PT
    BOLETIM | Governo e PT apontam falta de fundamento para novo tarifaço dos EUA

    Rádio PT

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 4:59


    Equipe de governo e presidente Nacional do PT esclarecem porque as alegações das autoridades norte-americanas não se sustentam, diante da relação comercial favorável aos EUA e crescimento de 150% do mercado de cartão de crédito no país, mesmo com a operação do pix. Empresas afetadas receberão apoio. Sonoras:

    JORNAL DA RECORD
    16/07/2026 | 3ª Edição: Trump volta a acusar China de interferência nas eleições de 2020

    JORNAL DA RECORD

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 11:45


    Confira nesta edição do JR 24 Horas: Tarifaço dos EUA preocupa setor sucroalcooleiro brasileiro. Tarifaço pressiona Bolsa e dólar fecha em alta. Flávio Bolsonaro lança plano de governo voltado às mulheres. TSE discute com big techs medidas para combater fake news nas eleições. 

    Podcasts epbr
    Petróleo volta a se firmar na casa dos US$ 80 | comece seu dia

    Podcasts epbr

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 2:10


    NESTA EDIÇÃO. Preço do barril volta a pressionar a inflação em julho, depois de um alívio em junho. Governo dos EUA formaliza taxa de 25% para produtos brasileiros, incluindo etanol. Presidente da Petrobras, Magda Chambriard, escreve sobre o gas release. Resposta da Demanda contrata 344 MW para redução de consumo em horário de pico. *Locução gerada por IA

    Notícia no Seu Tempo
    Novo tarifaço atinge 18% das vendas do Brasil aos EUA

    Notícia no Seu Tempo

    Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 9:10


    No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (17/07/2026): A taxa de 25% imposta pela gestão Trump às exportações do Brasil deve atingir cerca de 18% das vendas do País ao mercado americano, segundo o governo brasileiro. Com base em dados de 2024, o impacto estimado é de US$ 7,4 bilhões. Se considerada a pauta exportadora de 2025, o número cai para 15% das vendas (US$ 5,8 bilhões). O governo prevê ajuda aos setores mais afetados, entre eles os de madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis, produtos cerâmicos, calçados e açúcar. O vice-presidente Geraldo Alckmin qualificou o tarifaço como medida “injusta e descabida” e disse que, “no momento adequado”, o Brasil poderá aplicar a Lei da Reciprocidade Econômica. A lista de produtos isentos de taxa tem 2.126 itens, entre os quais carne bovina, café e laranja. Política: Taxação deflagra ações digitais de campanhas de Lula e Flávio Metrópole: Redução de 37% na proteção de floresta na Amazônia é aprovada no Senado Internacional: Irã ameaça fechar Mar Vermelho se EUA atacarem usinas de eletricidade Esportes: Foto de Messi com bebê Yamal ganha novo capítulo na final da CopaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Os Pingos nos Is
    EUA afirmam que retaliação ao tarifaço pode piorar a situação

    Os Pingos nos Is

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 119:27


    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quinta-feira (16):Nesta quarta-feira (15), o governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, confirmou o novo tarifaço de 25% a produtos brasileiros. A medida foi tema do editorial do apresentador André Marsiglia no Os Pingos Nos I, nesta quinta-feira (16). De acordo com Marsiglia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “joga mais gasolina nesse incêndio” ao cogitar a lei da reciprocidade, que em sua visão puniria mais uma vez o Brasil. “Como diz o ditado: em uma guerra comercial não há vencedores, apenas perdedores. A questão é saber quem perde mais? Adivinha neste caso quem será”, completou. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, culpou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pelo tarifaço de 25% aplicado pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros. Segundo ele, “Lula e seu governo não negociaram de boa-fé com os EUA” e que o petista colocou “seu ego à frente de um acordo”. Reportagem: Eliseu Caetano. Adotar a Lei da Reciprocidade pode custar ainda mais caro ao governo brasileiro. O governo dos Estados Unidos pretende piorar ainda mais a tarifa caso o governo brasileiro adote a medida. Lula estuda uma reação sobre o tarifaço que entrará em vigor no dia 22 de julho. Reportagem: Eliseu Caetano. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, rebateu as declarações do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, classificando-as como "inaceitáveis" e "ofensivas ao povo brasileiro". Rubio havia afirmado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou seu ego à frente de um acordo comercial com a gestão de Donald Trump. O economista Marcos Troyjo criticou a postura do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação a aplicação de uma tarifa de 25% sobre os produtos brasileiros imposta pelos Estados Unidos. Segundo ele, Lula deu uma “aula magna de como não fazer as coisas” e que o Brasil não fez sua lição de casa. A fala ocorreu durante entrevista ao programa Os Pingos Nos Is desta quinta-feira (16). A decisão de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender as visitas de Flávio Bolsonaro (PL) ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, aumentou a desconfiança da família em relação à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). A avaliação dentro do grupo é que o despacho do ministro poderia favorecer Michelle a limitar a interlocução de Flávio. O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) solicitou à Polícia Federal um novo prazo para prestar depoimento no inquérito que apura suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP). A investigação foca em declarações públicas do parlamentar que incomodaram o atual governo petista. O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou o pagamento de gratificação fora do teto para servidores do próprio órgão e do Legislativo. A Corte de Contas atende pedido de líderes do Congresso Nacional. A votação terminou em oito votos a um. Reportagem: André Anelli. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

    O Antagonista
    Por que Trump isentou carne e café — mas taxou etanol e calçados

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 11:01


    Os Estados Unidos confirmaram a aplicação de um novo tarifaço de 25% sobre uma série de produtos brasileiros, medida assinada por Donald Trump após recomendação do USTR.A lista atinge etanol, máquinas agrícolas, calçados, papel e celulose e bens de capital, mas isenta carne bovina, café, suco de laranja e peças aeronáuticas.O analista de economia Jason Vieira explica a lógica por trás das exceções — voltadas a evitar inflação nos EUA — e por que a via da reciprocidade dificilmente traria bons resultados para o Brasil. Assine o canal e ative o sininho para não perder nada.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #TarifasTrump #Economia #Exportação #ComércioExterior #Etanol #Calçados #Agronegócio #Café #Carne #RelaçõesInternacionais #MercadoFinanceiro #BrasilEUA #PodcastBrasil #NotíciasGeopolíticas

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Governo Trump confirma tarifa de 25% e Brasil anuncia reciprocidade comercial

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 18:01


    O governo dos Estados Unidos confirmou a imposição de tarifas de 25% sobre as importações de setores estratégicos, atingindo diretamente o Brasil.O governo brasileiro reagiu e confirmou que aplicará o princípio de reciprocidade fiscal.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #TarifaçoTrump #ReciprocidadeComercial #GuerraComercial #EconomiaBrasil #EUAeBrasil #Tarifa25 #ComércioExterior #Lula #Trump2026 #PodcastBrasil #NotíciasEconômicas #MercadoInternacional #Exportações #IndústriaBrasileira #Geopolítica

    Jornal da Manhã
    Jornal da Manhã - 16/07/2026 | 1ª e 2ª EDIÇÃO: EUA e Irã seguem com ofensivas / EUA desvinculam família Bolsonaro das tarifas

    Jornal da Manhã

    Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 302:11


    Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (16): O Irã informou ter atacado infraestrutura militar dos Estados Unidos na região do Golfo em resposta aos bombardeios americanos e ao restabelecimento do bloqueio naval aos portos iranianos. A medida dos EUA entrou em vigor na terça-feira (14). No Kuwait, autoridades confirmaram o controle de um incêndio provocado por uma ofensiva aérea atribuída ao Irã, sem informar o local exato. Reportagem: Luca Bassani. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu oficialmente ao anúncio dos Estados Unidos de impor uma sobretaxa de 25% sobre as importações provenientes do Brasil. Em nota, o Palácio do Planalto classificou a medida como um "marco lastimável" e responsabilizou a família Bolsonaro pelo desfecho da investigação americana que resultou na decisão. Alan Ghani e Lucas Mehero analisaram. Reportagem: Bruno Pinheiro. Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (16) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno da eleição presidencial contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43%. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Entidades representativas da indústria brasileira manifestaram forte preocupação com a decisão dos Estados Unidos de impor uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio americana. As taxas foram anunciadas em julho de 2026 e têm previsão para entrar em vigor no dia 22 de julho. O setor avalia que a medida pode afetar a competitividade dos produtos brasileiros e gerar impactos nas exportações para o mercado americano. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Lucas Ferraz, coordenador da FGV. Reportagem: Danúbia Braga. Os Estados Unidos desvincularam formalmente a família Bolsonaro das negociações comerciais envolvendo a proposta de aplicação de tarifas de 25% sobre milhares de produtos brasileiros. O governo norte-americano informou que a medida é baseada em interesses comerciais concretos, e não em preferências ideológicas. Segundo o Gabinete do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), a recomendação final sobre o tema já foi encaminhada ao presidente Donald Trump. Reportagem: Eliseu Caetano. O relatório final da Polícia Federal sobre as fraudes envolvendo a Conafer aponta que pagamentos feitos à deputada estadual Chiara Biondini (PL-MG) teriam sido usados como instrumento de chantagem contra seu pai, o deputado federal Eros Biondini (PL-MG). A investigação registra repasses de R$ 60 mil à parlamentar entre 2021 e 2022, mas destaca que nenhum dos dois foi indiciado. Reportagem: Bruno Pinheiro. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o governo Lula não negociou de "boa-fé" com os norte-americanos sobre as tarifas aplicadas aos produtos brasileiros. Segundo ele, a decisão do presidente Donald Trump de impor uma taxa de 25% às importações do Brasil foi motivada pela condução das negociações e pelas políticas econômicas do governo brasileiro. Reportagem: Eliseu Caetano. O governo dos Estados Unidos oficializou nesta quarta-feira (15) a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre uma série de produtos brasileiros. A medida foi adotada pelo presidente Donald Trump após recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) e confirmada por um alto funcionário do governo norte-americano. Para comentar os impactos da decisão e a reação do governo brasileiro, a Jovem Pan entrevista o deputado federal Zé Neto (PT-BA). Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    Os Pingos nos Is
    Tarifaço dos EUA / Lula venceria Flávio no 2º turno

    Os Pingos nos Is

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 119:47


    Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (15):No editorial desta quarta-feira (15), André Marsiglia criticou a postura do governo brasileiro por tentar responsabilizar adversários pelo novo tarifaço dos Estados Unidos. O apresentador também citou as recentes indiretas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Donald Trump, ao dizer que o líder americano tem inveja da China e ao classificar a ação dos EUA no Irã como Pirataria. Apesar disso, Marsiglia ainda vê tempo para a situação ser revertida. Em sua visão, Lula precisa esquecer sua campanha visando as eleições e negociar seriamente com os Estados Unidos. “Mesmo que as tarifas venham, ainda haverá tempo”, opinou. O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, prometeu proteger os setores prejudicados por um eventual tarifaço do governo de Donald Trump a produtos brasileiros. O chefe de pasta classificou a medida como injusta. “Se for confirmado o tarifaço, mais uma vez injusto, vai ser preciso avaliar quais setores foram afetados e, na mesma linha do princípio do que a gente já fez, o governo brasileiro não vai deixar os agricultores, o empresário e as famílias brasileiras na mão”, afirmou o ministro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu 8 pontos de vantagem no 2º turno sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pelo Palácio do Planalto, segundo a pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15).O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) falou sobre a polarização entre os eleitores brasileiros. Nesta quarta-feira (15), Caiado afirmou que uma eleição não é decidida pelos rejeitados e sim por aquele que mostrar algo para o Brasil. Lula e Flávio lideram as pesquisas de intenção de voto e criticou os dois adversários, afirmando que ambos estão preocupados apenas com a eleição e não com o Brasil. Os deputados federais têm apenas 72 horas para votar o PL da Misoginia. O projeto prevê a equiparação da misoginia, que é o ódio, desprezo ou a aversão direcionada às mulheres, ao racismo. O governo federal espera que o tema seja aprovado ainda esta semana. Há risco do assunto ser engavetado por conta do recesso parlamentar. Reportagem: Julia Fermino. A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados acionou oficialmente a Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, após sua ausência injustificada em uma audiência pública de esclarecimento. Parlamentares da oposição acusam o chanceler de cometer crime de responsabilidade ao ignorar a convocação formal do colegiado. O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, nesta quarta-feira (15), que presidentes de todos os partidos com representação no Congresso Nacional deem informações sobre como funciona o direcionamento de emendas parlamentares. O prazo para o envio das informações é de até dez dias. O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou sobre a polêmica imagem em que aparece ao lado de um homem apontado como "sicário" ligado ao empresário Daniel Vorcaro. A imagem foi divulgada por um site nesta quarta-feira (15). Diante da repercussão, o parlamentar minimizou o episódio e declarou que, devido à sua atuação pública, costuma tirar fotos com todas as pessoas que o abordam e fazem essa solicitação no dia a dia. A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (15), um projeto de lei que altera o Código Penal para acabar com o tempo de prescrição da pena nos casos em que o condenado fugir da prisão. Pelo texto, o Estado poderá retomar o cumprimento da pena a qualquer momento após a captura do foragido. Os comentaristas Roberto Motta e Bruno Musa comentaram o fim da prescrição. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

    Morning Show
    Conexão PCC-Al-Qaeda / Flávio advogado / Careca do INSS

    Morning Show

    Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 119:43


    Confira no Morning Show desta quarta-feira (15): A Polícia Federal indiciou o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, e outros 47 investigados no esquema de fraudes, incluindo parlamentares, no âmbito da Operação Sem Desconto. Stefanutto receberia uma mesada de R$ 200 mil por mês para fazer vista grossa com os desvios de dinheiro. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou com um pedido no Supremo Tribunal Federal para que o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) possa visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não como filho, mas como advogado. O ministro do Supremo Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira (13) que Flávio não pode visitar o pai por um período de 90 dias, após violação de normas cautelares com a divulgação de uma carta de Bolsonaro. O chanceler Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores, adiou a presença em uma audiência da Comissão de Relações Exteriores do Congresso Nacional em que prestaria esclarecimentos sobre a afirmação de que haveria risco de invasão americana ao Brasil após a classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Termina nesta quarta-feira (15) o prazo para o escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) emitir um parecer sobre a aplicação de sobretaxas de 25% a produtos do mercado brasileiro. Após a entrega do documento, o projeto do novo tarifaço segue para sanção do presidente Donald Trump. O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino emitiu uma decisão para que os partidos políticos expliquem em até dez dias a utilização de emendas parlamentares por dirigentes partidários ou outros agentes que não deputados e senadores, as chamadas “emendas de terceiros”. O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (14) uma pauta-bomba sobre a aposentadoria especial para agentes de saúde que atuam em pandemias. O texto é tido como uma armadilha orçamentária para o governo federal, uma vez que custarão R$ 27 bilhões nas contas públicas. As Polícias Civis do Rio de Janeiro e de São Paulo deflagraram a Operação Hawala, que investiga lavagem de dinheiro do Comando Vermelho e do Primeiro Comando da Capital por uma organização criminosa. Um dos 47 alvos da operação é investigado nos EUA por conexão com o grupo terrorista Al-Qaeda. A repórter da Jovem Pan Danúbia Braga sofreu uma tentativa de assalto durante uma participação no Jornal da Manhã nesta quarta-feira (15). A jornalista gravava uma reportagem na região central de São Paulo, quando um homem em uma bicicleta tentou roubar o celular em que ela lia as informações. O criminoso não conseguiu levar o aparelho, preso por uma corda no pulso de Danúbia, que não sofreu ferimentos. Mais de 100 entidades protocolaram ofícios pressionando pela aprovação do Projeto de Lei da misoginia, de autoria da deputada federal Tábata Amaral (PSB). A jornalista Júlia Leite comenta sobre o projeto. No plenário da Câmara, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) criticou o PL da misoginia, de autoria de Tabata Amaral (PSB). Segundo o deputado, o projeto transforma qualquer crítica em misoginia, banalizando o termo. A jornalista Juliana Leite, entrevistada desta quarta-feira (15), foi uma das primeiras profissionais da imprensa a denunciar o esquema do Banco Master. Segundo Juliana, em dezembro de 2025 o publicitário Thiago Miranda, ligado a Daniel Vorcaro, teria tentado contratá-la por R$ 2 milhões para atacar o Banco Central e defender o Master. Um vídeo super fofo viralizou ao mostrar a cachorrinha Polly de Balneário Camboriú (SC) que tem um hábito incomum: todos os dias entre 7h30 e 8h e também entre 4h e 4h30 busca um pastel de carne com o dono de uma pastelaria e sua filha. E mais, isso já ocorre há cinco anos! Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

    Angu de Grilo
    PF mira Valdemar, reta final da copa #340

    Angu de Grilo

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 82:44


    Boa terça, angulers! Abrimos o #340 comentando a operação da PF que mirou Valdemar da Costa Neto e Eduardo Cunha. Os dois são suspeitos de terem interferido na destinação de verba para emendas parlamentares. No segundo bloco, a reta final da copa do mundo e nossas impressões sobre a semana que passou. Tá acabando! Por fim, os pop-ups da semana: EUA baterá o martelo sobre novo tarifaço nesta quarta-feira; bombardeios entre EUA e Irã voltam, apesar do acordo de paz; prefeitura do Rio proíbe propaganda de bets em espaços públicos. Sirva-se! Apoie o Angu de Grilo no apoia.se: apoia.se/angudegrilo ou na Orelo: orelo.cc/angudegriloCortes do episódio em vídeo no @angudegrilo no Instagram e Tiktok! Siga, curta e compartilhe! Edição e mixagem: Tico Pro @ticopro_Redes sociais: Claudio Thorne @claudiothorneCortes em vídeo: Nathália Dias Souza @natdiassouza

    O Antagonista
    EUA combatiam pirataria — agora Trump vira pirata em Ormuz

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 8:47


    Donald Trump anunciou que os Estados Unidos vão cobrar 20% sobre toda carga que passar pelo Estreito de Ormuz, um dia antes de iniciar o bloqueio naval contra embarcações ligadas ao Irã.O chanceler iraniano respondeu de forma astuta, dizendo que o próprio Trump legitima a cobrança de pedágio na rota. No Meio-Dia em Brasília, José Inácio Pilar, Duda Teixeira e a bancada analisam a escalada geopolítica, o salto no preço do barril de petróleo e a comparação de Lula com a "pirataria".Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #Trump #EstreitoDeOrmuz #EUA #Geopolitica #PiratariaModerna #Irã #GolfoPersico #Petroleo #ConflitoMundial #SegurancaMaritima #OrienteMedio #NoticiasInternacionais #CriseGeopolitica #MarinhaEUA #PoliticaExterna #ComercioGlobal #TensãoMilitar #EconomiaMundial #RotasComerciais #DebateGlobal