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Todas as vidas têm uma banda sonora. Músicas que nos dizem quem somos, que nos põe os pés na terra ou a cabeça no ar. A cada semana um convidado estende-se na nossa chaise longue. Com Miguel Ribeiro
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China e Brasil aparecendo entre os maiores vencedores e o Reino Unido entre os principais perdedores.
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Alta das tarifas globais para 15% reacende incertezas no comércio exterior, enquanto governo brasileiro avalia que alíquota uniforme pode manter a competitividade nacional. Apex abre escritório na Índia e reforça estratégia para exportação do agro. Produção de mandioca cresce em Goiás e impulsiona o setor. Valorização do Real e recuo externo intensificam queda dos preços ao produtor rural. Tempo: baixa pressão reforça temporais no Sul e Centro-Oeste nesta segunda.
China e Brasil aparecendo entre os maiores vencedores e o Reino Unido entre os principais perdedores.
En febrero de 2026 el World Uncertainty Index alcanzó el nivel más alto jamás registrado: 106.862 puntos. Más que en 2008. Más que en 2020. Más que tras el 11-S. Sin embargo, los mercados financieros marcan máximos históricos. El NASDAQ y el S&P 500 celebran, el oro se dispara y la narrativa oficial insiste en que “no hay problema”. ¿Qué está pasando realmente? En este episodio analizamos: Qué mide realmente el índice global de incertidumbre Por qué los Estados han optado por un modelo de erosión gradual en lugar de colapsos visibles Cómo cinco tensiones simultáneas están reconfigurando el orden global Por qué los activos financieros pueden subir mientras el poder adquisitivo de la mayoría se deteriora No estamos ante un evento aislado, sino ante una acumulación estructural de riesgos que no tiene un epicentro claro. No hay una imagen icónica que simbolice el momento actual. Lo que hay es un proceso: lento, documentable y ya en marcha. La pregunta no es cuándo volverá la “normalidad”, sino qué significa adaptarse a un entorno donde la incertidumbre es permanente. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A Transparência Internacional divulgou recentemente o Índice de Percepção da Corrupção 2025, que coloca a Dinamarca no topo da tabela, com 89 pontos, e o Sudão do Sul na última posição, com apenas nove. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. A descida ocorre após três casos de corrupção de grande impacto mediático que marcaram a actualidade francesa. Para Adriano do Vale, professor de Economia na universidade Poitiers e autor da obra "A Independência dos Bancos Centrais à luz da história, do pensamento e das práticas", o resultado reflecte a percepção que os próprios franceses têm do estado do país. A França surge com 66 pontos, numa escala de 0 a 100, o valor mais baixo de sempre desde a criação do índice, em 1995. Como é que se explica esta tendência? O índice produzido pela Transparência Internacional é, antes de mais, um índice de percepção, que tem como base sondagens, inquéritos de certa forma semelhantes a outros inquéritos e sondagens de opinião. Ou seja, aqui reúnem-se dados sobre a maneira como as populações percepcionam e compreendem estes fenómenos. Daí que a evolução que se regista para a França se deva à maneira como os franceses percepcionam a corrupção no seu país. E isso deve-se apenas a uma questão de percepção, o que tem muito a ver, claro, com a opinião pública, com a opinião publicada e com os acontecimentos recentes em França. A Transparência Internacional cita os escândalos políticos ligados ao ex-Presidente Nicolas Sarkozy, que foi preso 20 dias em Outubro, depois de ter sido considerado culpado de solicitar ilegalmente fundos ao ex-líder líbio Muammar Kadhafi. E um outro caso ainda em julgamento: a líder da extrema-direita, Marine Le Pen, e outros membros do Partido Nacional, que foram considerados culpados, em Março, por desvio de fundos do Parlamento Europeu. De que forma é que estes casos mancham a imagem da França no Índice de Percepção da Corrupção? Em ambos os casos, trata-se de aspectos financeiros, mas que dizem respeito, antes de mais, à vontade dos políticos de acumular poder, de se manterem no poder e de reforçarem as suas posições. Ou seja, uma dinâmica bem interna à política que, apesar de tudo, envolve aspectos que podem ser conotados como sendo de corrupção. No caso do ex-Presidente Sarkozy, neste dossiê líbio, prende-se com a campanha eleitoral, com a vontade de ser eleito e com a necessidade, pelo menos do ponto de vista do candidato, de ter o maior número de recursos, sabendo, claro, que os recursos empregues numa campanha estão relacionados com os resultados eleitorais a obter. E, na altura, ao que se pôde averiguar, houve dinheiro da parte de Kadhafi, da Líbia, que veio para a campanha de Sarkozy. E aqui o que se passa é que estamos a falar de um país e de um líder que eram considerados persona non grata e que estiveram envolvidos, segundo o que foi averiguado, em actividades terroristas. Depois há ainda o caso de Marine Le Pen… No caso de Marine Le Pen, estamos a falar de um outro tipo de benefício: não o de ser eleita, mas, claro, o de acumular poder, de ter vantagem para o partido. Estamos a falar de fundos europeus desviados. Vamos esperar pela decisão final, mas, por enquanto, é essa a leitura da Justiça francesa. Fundos europeus que vêm das contribuições do Estado -porque, sublinhamos, o orçamento europeu é essencialmente composto por contribuições dos Estados -e, neste caso, o partido terá organizado um sistema em que o dinheiro que era dado para os assistentes parlamentares estava a ser, quase na íntegra, canalizado unicamente para a actividade da Frente Nacional em França, segundo a leitura da Justiça. Ou seja, há aqui uma zona algo cinzenta. Nem sempre é fácil definir o que é a actividade francesa de um partido e o que é a actividade europeia de um partido. Mas, neste caso, segundo o ponto de vista da Justiça, não há dúvidas de que essa linha foi transposta, porque esses assistentes parlamentares não trabalhavam para causas europeias. Em Maio, o Senado francês publicou um relatório onde revelou que o Governo encobriu fraudes contra consumidores perpetradas pela gigante alimentar Nestlé, permitindo à empresa utilizar tratamentos proibidos para produzir águas minerais naturais, incluindo a Perrier. Aqui estamos perante um caso que é mais de captura de interesses? Sem dúvida. Aqui, contrariamente aos dois casos anteriores, em que, por mais que haja uma potencialidade de corrupção no caso de Sarkozy e uma dinâmica bem política no outro caso, estamos perante uma interface entre o político e os interesses privados, nomeadamente empresariais. E aqui a análise muda de perspectiva e torna-se claramente uma análise do âmbito da corrupção ou do conflito de interesses. A corrupção é definida, nomeadamente no direito francês, como um processo ou comportamento pelo qual são solicitadas, aceites ou recebidas ofertas, promessas, donativos ou presentes com vista a uma contrapartida, consistente na obtenção de um acto, favor ou vantagem. Ou seja, a corrupção pressupõe uma relação. Neste caso, sendo ainda necessário esclarecer certos aspectos, com ou sem contrapartidas directas, verifica-se a capacidade de interesses privados fazerem valer os seus objectivos, muitas vezes influenciando a não aplicação de normas ou a aprovação de determinadas regulações. O conflito de interesses é uma noção um pouco mais subtil, mas a fronteira aqui também não é fácil de estabelecer. O conflito de interesses é aquele caso em que se pode suspeitar que alguém que tenha um cargo público não esteja a servir o interesse geral, mas sim o seu próprio interesse ou o interesse de um terceiro. E aqui entramos numa zona em que, à partida, não é necessariamente uma mala de dinheiro. A contrapartida pode ser, por exemplo, uma nomeação futura para o sector privado, depois do exercício do cargo público, uma reconversão no sector que foi regulado. Uma facilitação para que determinada pessoa obtenha um cargo? Com certeza. Ou, por exemplo, o facto de Durão Barroso, após ter sido presidente da Comissão Europeia, ter ido para a Goldman Sachs Europa gerou uma grande controvérsia nesse sentido, quanto à reconversão do detentor de cargo público após esse mesmo período de mandato. Pode-se questionar até que ponto esse detentor de cargo público foi íntegro, foi independente. Pode ter havido um pacto de corrupção implícito que tenha estado na base de uma promessa de emprego futuro. E depois o que é que se passa? Há uma troca de favores, de endereços, de contactos, do conhecimento da máquina legislativa, da máquina política, de acesso, etc. E é esse tipo de troca de favores que está em causa. Além disso, chega-se ainda à conclusão de que há falta de recursos e de liderança na luta contra a corrupção. De que forma é que a transparência da vida pública e a regulação económica podem ser importantes na luta contra a corrupção? Estamos a falar aqui da qualidade das políticas públicas. E estamos a falar não só da qualidade no sentido de elas serem eficazes, de atingirem os objectivos que se propõem, sejam eles o desenvolvimento económico, a coesão social e territorial, a luta contra as desigualdades ou a preservação do ambiente. Estamos a falar de atingir os objectivos, ou seja, trata-se da questão da eficácia. Estamos a falar também da questão da eficiência: atingir esses objectivos com o menor custo, com boa gestão dos dinheiros públicos, dos fundos públicos, com qualidade das instituições. Mas eu diria mais: a questão da legitimidade. É aí que a questão se torna mesmo difícil e complicada neste momento para a Europa. Ou seja, quando falta legitimidade à política e às instituições, a democracia está enfraquecida. E aqui combinam-se vários aspectos. Um é o sentimento de impotência, que vem muitas vezes da ideia de que há muita supranacionalidade. No caso europeu, por exemplo, há certos aspectos que não estão na mão dos políticos, nomeadamente em termos de política económica. Faltam ferramentas, mas, no entanto, esses políticos são responsabilizados pelos resultados económicos perante as suas populações. Noutros casos, temos agências independentes, como, por exemplo, o Banco Central Europeu, que é ao mesmo tempo supranacional e independente, mas também uma série de agências a nível nacional que levam à diluição das responsabilidades e dos poderes, o que também não favorece a eficácia da acção pública. Estes comportamentos podem justificar esta estagnação na Europa relativamente à queda dos índices de corrupção? Eu falava da percepção que os franceses têm da política. Vimos há dias um instituto de sondagens a mostrar que só 22% dos franceses têm confiança na política. E estabelecemos a questão do sentimento de impotência: por um lado, as forças da mundialização, a integração económica, as agências independentes, uma democracia que é esvaziada, no fundo, do seu poder e da sua capacidade de transformar a vida real. E depois este sentimento de que a política está ao serviço de certos interesses pessoais, de que os políticos não só governam para si mesmos, em certos casos, mas também governa para servir interesses particulares. E a questão dessa captura pelos interesses privados.
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: En este episodio continuamos con la segunda parte dedicada al pensamiento de Henri Bergson, profundizando en dos núcleos decisivos de su filosofía. En primer lugar, veremos cómo la duración del tiempo —ese tiempo vivido, continuo y creador— se convierte en el fundamento mismo de la libertad, pues solo en un devenir real, no mecánico ni predeterminado, puede surgir la acción verdaderamente libre. A continuación, nos adentraremos en su obra Materia y memoria, donde Bergson examina la relación entre cuerpo y conciencia para sostener que el espíritu no puede reducirse a la materia: la memoria y la vida interior desbordan cualquier explicación puramente física, mostrando que la conciencia tiene una dimensión irreductible. Gracias por acompañarme una vez más en este recorrido filosófico y por el apoyo constante que hace posible seguir pensando juntos. 📗ÍNDICE 1. EL ORIGINAL ESPIRITUALISMO DE BERGSON. 2. TIEMPO ESPACIALIZADO Y COMO DURACIÓN. 3. LA DURACIÓN FUNDAMENTAL LA LIBERTAD. 4. MATERIA Y MEMORIA. 🎼Música de la época: Sinfonía "El año 1941" de Prokofiev. 🎨Imagen: Henri-Louis Bergson (París, 18 de octubre de 1859-París, 4 de enero de 1941), conocido como Henri Bergson, fue un filósofo y escritor francés, ganador del Premio Nobel de Literatura en 1927. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!
Roberto Moro, Analista de Apta Negocios, comenta su visión sobre los mercados. Según Roberto Moro, la fotografía del mercado continúa siendo un calco de las semanas anteriores. En el corto plazo, el Dow Jones se mantiene como el índice que mejor comportamiento ha mostrado. Moro señala además una relación llamativa entre volatilidad y caídas ya que “cada vez que el mercado retrocede un 1,5 %, el VIX sube entre 18 y 20 %”. Sobre acciones concretas, el analista ha valorado el comportamiento de Enagás, que según indica, “me parece que es para aguantar y además con alegría”, dejando claro que, según su análisis, la acción sigue ofreciendo fundamentos sólidos para mantenerla en cartera. Sobre Louis Vuitton, el experto destaca que actualmente se encuentra en un soporte interesante. “Si no aguanta, el siguiente nivel se sitúa en la zona de 480. Yo vigilaría si es capaz de situarse por encima de 529”, apunta Moro, marcando así los niveles clave a seguir para tomar decisiones de inversión.
Conocé cuál fue la variación de los sectores público y privado, tanto a nivel mensual como en comparación con diciembre del año anterior.
Libertópolis al medio día, miércoles 11-02-2026
Em 2025, o Brasil repetiu sua pior nota no Índice de Percepção da Corrupção, elaborado pela Transparência Internacional. O país ficou na centésima sétima colocação entre 182 nações avaliadas.O diretor-executivo da TI Brasil, Bruno Brandão, analisou o novo relatório.Madeleine Lacsko e Duda Teixeira comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Los Originales: 1.De 182 naciones, Colombia quedó en el puesto 99 del IPC. 2.La investigadora Michelle Wilkins afirmó que el artista fue drogado y luego asesinado. Los asesinos dejaron una nota falsa del suicidio.
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O Brasil repetiu em 2025 a segunda pior nota da série histórica no Índice de Percepção da Corrupção. A informação consta em relatório divulgado hoje pela Transparência Internacional. Com isso, o País permanece na posição 107 entre os 182 países e territórios avaliados, com 35 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: Con este episodio iniciamos la primera parte dedicada al pensamiento de Henri Bergson, una de las figuras más originales de la filosofía contemporánea. Nos detendremos, en primer lugar, en la originalidad de su propuesta, que rompe con el intelectualismo dominante y con la reducción mecanicista de la realidad, devolviendo a la filosofía la atención a la experiencia viva. A continuación, abordaremos el espiritualismo bergsoniano, entendido no como oposición a la ciencia, sino como una crítica a sus límites cuando pretende agotar el sentido de lo real. Finalmente, analizaremos su célebre distinción entre el tiempo espacializado, propio del pensamiento científico y cuantitativo, y el tiempo como duración, el tiempo vivido, continuo e irreductible, que constituye el núcleo de la conciencia y de la vida. Como curiosidad diremos que su hermana Moina se casó con el célebre ocultista inglés Samuel Liddell MacGregor Mathers. Gracias por acompañarme en este nuevo recorrido filosófico y por el apoyo constante que hace posible seguir profundizando juntos en estos grandes pensadores. 📗ÍNDICE 1. EL ORIGINAL ESPIRITUALISMO DE BERGSON. 2. TIEMPO ESPACIALIZADO Y COMO DURACIÓN. 🎼Música de la época: Sinfonía "El año 1941" de Prokofiev. 🎨Imagen: Henri-Louis Bergson (París, 18 de octubre de 1859-París, 4 de enero de 1941), conocido como Henri Bergson, fue un filósofo y escritor francés, ganador del Premio Nobel de Literatura en 1927. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!
En este episodio exploramos la paternidad consciente a través del curioso caso de Dinamarca, uno de los países con mayor índice de felicidad en el mundo. Analizamos qué hacen diferente en la crianza y cómo su enfoque impacta en la seguridad emocional, la confianza y el bienestar de las personas desde la infancia. Un capítulo que invita a cuestionar los modelos tradicionales de educación y a reflexionar sobre cómo una crianza más consciente no solo forma mejores hijos, sino sociedades más equilibradas y felices. Agenda ahora mismo y toma acción inmediata en el crecimiento de tu empresa! Esta evaluación te hará saber si eres candidato para nuestra membresía, la cual te ayudara a implementar todas nuestras herramientas probadas en tiempo record de la mano de un coach certificado. Si tienes más de 10 colaboradores en tu empresa...¡Aprovecha esta extraordinaria oportunidad! AGENDA AQUÍ Descarga GRATIS en nuestra página web el libro "Estimado Emprendedor", una guía empresarial y espiritual / alta consciencia para lograr ser un emprendedor dueño de pequeña y mediana empresa exitoso y pleno: https://helpimentoring.com/ Si te está gustando el podcast te pido tu apoyo para suscribirte y dejar un buen review de (5 estrellitas), servirían mucho para que más emprendedores dueños de pequeñas/medianas empresas como tú puedan tener acceso. Sígueme en redes sociales para que me hagas tus comentarios sobre los episodios ¿qué te gustó?, ¿qué no te gustó?, ¿qué te llamó la atención?, para seguir ayudándote y seguir mejorando el podcast. INSTAGRAM: https://www.instagram.com/helpimentoring.com FACEBOOK: https://www.facebook.com/helpimentoring Aprovecha toda la ayuda que podemos darte en helpi Mentoring: 1. Con nuestros Master Class virtuales gratis. Por este medio y en Facebook podrás enterarte de los temas, días y horas. Hacemos 4 Master Class al mes. 2. Con nuestros Facebook Live gratis de Lunes a Jueves. https://www.facebook.com/helpimentoring 3. Con nuestro blog que publicamos en nuestra página de Internet: https://helpimentoring.com/blog/ En todos los formatos mencionados anteriormente compartimos herramientas exclusivas de nuestro programa que incluye muchas de las mejores herramientas y metodologías especializadas en pequeñas/medianas empresas a nivel mundial como EMyth (de Michael E. Gerber), Pumpkin Plan (de Mike Michalowicz), Profit First de Mike Michalowicz), Duct Tape Marketing (de Jhon Hantsch), etc. de diferentes áreas (operaciones, finanzas, Capital Humano, Marketing, Ventas, etc.). Mantente positivo y busca ayuda.
Esta mañana en #Noticias7AM entrevistamos a Ivana Cortés, Coordinadora de Desarrollo Económico en el Instituto Mexicano para la Competitividad (IMCO) Tema: Índice de Competitividad Regional 2026 #Uniradioinforma
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Luis Caputo habló sobre la suspensión de la actualización del índice del INDEC: "Renunció el director del INDEC, Marco Lavagna: La primera pregunta es qué pasó, por qué renunció, por qué se fue, qué nos podés contar, ¿no? Renunció porque se ha estado trabajando en la nueva metodología del INDEC y Marco tenía como fecha implementarlo ahora. Y con el presidente siempre tuvimos la visión que había que implementar un cambio una vez que el proceso de desinflación ya estaba consolidado. Entonces vamos a mantenerlo hasta que el proceso de desinflación esté consolidado".El ministro de Economía Caputo comparó los sueldos del sector público con el sector privado: "Los sueldos quedaron muy bajos, porque pensá que ellos, tanto ellos como nosotros, no nos aumentábamos los sueldos ahora sí, pero no los aumentábamos desde el inicio de la gestión. (...) Y ganábamos más o menos algo así como 2.800.000. Bruto neto. Eso ganábamos. ¿Y ahora va a subir? Y ahora, no vi, creo que va a subir a 5 millones y algo. Son cuatro palos en mano más o menos. Más o menos, sí. Pero bueno, se arrancó con ese sueldo en el 2023 y no se actualizó nunca".Luis Caputo habló sobre la industria textil en el país y sus precios: "Yo no compré nunca en mi vida ropa en Argentina, porque era un robo. Entonces, lo que teníamos posibilidad de viajar o algo, comprábamos afuera. ¿A quién perjudicaba? Al que menos tiene. O sea, los que se beneficiaron eran los dueños. Le ha ido bárbaro a a a los propios dueños, producto de que hace cuarenta años los argentinos subsidiamos pagando la ropa, no un poco más cara, no un diez por ciento o un veinte, cinco, seis, diez veces más cara".Una delegada de ATE INDEC, Marcela Almeida, afirmó: “Me parece un momento bastante, no sé si inoportuno por él, por su decisión, pero un momento complicado porque el viernes de febrero es cuando se publica el nuevo IPC y todo lo que tiñe de manejos políticos y demás a la salida de un índice que tiene que ser una cuestión absolutamente técnica”.El embajador de Argentina en Estados Unidos, Alec Oxenford, se refirió a las versiones que indican que EEUU enviará deportados a la Argentina: “Yo no puedo hablar de estos temas por temas de confidencialidad”.Noticias del martes 3 de febrero por María O'Donnell y equipo de De Acá en Más por Urbana Play 104.3 FMSeguí a De Acá en Más en Instagram y XUrbana Play 104.3 FM. Somos la radio que ves.Suscribite a #Youtube. Seguí a la radio en Instagram y en XMandanos un whatsapp ➯ Acá¡Descargá nuestra #APP oficial! ➯ https://scnv.io/m8Gr
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: En este episodio continuamos con la segunda parte dedicada al pensamiento de Maurice Blondel, centrada en el apartado titulado “La filosofía de la acción y sus relaciones con el modernismo”. Analizaremos cómo Blondel dialoga críticamente con el modernismo de su tiempo, compartiendo su sensibilidad por la experiencia vivida, pero rechazando cualquier reducción inmanentista que cierre el acceso a la verdad y a la trascendencia. A continuación, cerraremos el episodio con la lectura de un fragmento de La filosofía de la acción, que podemos presentar bajo el título: “El hombre: un ser finito que tiende naturalmente al Absoluto”. En este texto se expresa con especial claridad la intuición central de Blondel: la vida humana, en su obrar concreto, desborda siempre lo que el hombre puede darse a sí mismo y apunta, desde dentro, hacia un cumplimiento que no controla ni produce. Gracias por acompañarme una vez más en este camino de reflexión filosófica y por el apoyo constante que hace posible seguir profundizando juntos. 📗ÍNDICE 1. LOS PRECEDENTES. 2. UNA DIALÉCTICA DE LA VOLUNTAD. 3. EL MÉTODO DE LA INMANENCIA. >>> https://go.ivoox.com/rf/166919695 4. SU RELACIÓN CON EL MODERNISMO (audio de hoy) 🎼Música de la época: Cuarteto para cuerda nº 4 en Re mayor de Dmitri Shostakovich compuesto en 1949 año del fallecimiento de nuestro Pensador. 🎨Imagen: Maurice Blondel (Dijon; 2 de noviembre de 1861 - Aix-en-Provence; 4 de junio de 1949) fue un filósofo francés. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: En el episodio de hoy nos acercamos a la figura de Maurice Blondel, pensador decisivo para comprender la filosofía de la acción en el cambio de siglo (XIX/XX). Comenzaremos situando los precedentes de esta corriente, deteniéndonos en su célebre Ensayo sobre la acción, donde Blondel plantea que la filosofía no puede limitarse a la contemplación teórica, sino que debe partir de la experiencia viva del obrar humano. A continuación, analizaremos la dialéctica de la voluntad, núcleo de su pensamiento: la tensión entre lo que el hombre quiere, lo que puede y lo que de hecho realiza, que conduce a la tesis de que toda auténtica filosofía es, en el fondo, filosofía de la acción. Finalmente, abordaremos el método de la inmanencia, con el que Blondel critica los límites de la ciencia y muestra sus errores cuando pretende clausurar el sentido último de la experiencia humana sin abrirse a la trascendencia. Gracias por acompañarme una vez más en este recorrido filosófico y por el apoyo constante que sostiene este espacio de reflexión compartida. 📗ÍNDICE 1. LOS PRECEDENTES. 2. UNA DIALÉCTICA DE LA VOLUNTAD. 3. EL MÉTODO DE LA INMANENCIA. 🎼Música de la época: Cuarteto para cuerda nº 4 en Re mayor de Dmitri Shostakovich compuesto en 1949 año del fallecimiento de nuestro Pensador. 🎨Imagen: Maurice Blondel (Dijon; 2 de noviembre de 1861 - Aix-en-Provence; 4 de junio de 1949) fue un filósofo francés. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!
En una nueva edición de Página 13, Iván Valenzuela conversó con las columnistas Andrea Vial y Paula Comandari sobre la situación de los venezolanos en Chile a partir del primer Índice de Tensión Migratoria y el concepto de belleza en Corea del Sur, a propósito de la película “The Ugly”.
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Segundo o IBGE, o IPCA fechou o ano passado em 4,26%, 0,57 ponto percentual abaixo do IPCA de 2024 (4,83%) e abaixo do teto da meta, de 4,5%, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Nas redes sociais, o presidente Lula afirmou que o dado confirma que os “pessimistas estavam errados”. Sonora:
⚠️ IMPORTANTE: Guía con algunas claves de la comunicación no verbal: https://pildorasdelconocimiento.com/descargar-guia-comunicacion-no-verbal/ *** En este episodio me siento con Juanma “Pincho” —conocido en redes como Ciencias del Comportamiento— para hablar de comunicación no verbal sin mitos ni atajos. Hablamos de rapport, mirada, pupilas, tono de voz, atracción, cómo ganar tiempo al responder y por qué muchas señales que funcionan en laboratorio fallan en la vida real. Comunicación aplicada, con rigor científico y mucha experiencia de calle. Si te interesa entender mejor a las personas, comunicar con más precisión y evitar interpretaciones simplistas, este episodio creo que te puede gustar. ÍNDICE del episodio: 00:00 Introducción y objetivo del episodio 00:58 Freestyle, paráfrasis y ganar tiempo 03:07 Qué es el rapport y cómo se genera 04:30 Quién es Pincho y su trayectoria 06:12 Salir de la zona de confort y aprender 08:04 Pupilas, interés y carga cognitiva 10:56 Señales reales de atracción 11:24 El triángulo del deseo 13:47 Gestos corporales y proximidad 16:13 Pies, postura y señales de permanencia 17:38 Mirada, atención y distracción 19:46 Ruptura de patrón y retención 22:07 Voz, tono y autoridad 24:24 Acento, calma y percepción social 27:45 Ventana del entusiasmo 29:40 Efecto Zeigarnik y curiosidad 31:00 Relatos al revés y detección de inconsistencias 34:20 Obtener información sin preguntar 37:43 Confianza, tribu e influencia 43:22 Hábitos, refuerzo y cambio conductual 46:18 Ciencia vs calle: límites del laboratorio 53:17 Postura corporal y hormonas 01:02:24 Cómo formarse en comunicación 01:08:31 Intuición, experiencia y cerebro 01:16:39 Influencia ética y cierre final **** Enlaces de interés: https://pildorasdelconocimiento.com/enlaces/ Invitado: https://www.instagram.com/cienciasdelcomportamiento/
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: En el episodio de hoy nos adentramos en el Círculo de Viena, uno de los focos decisivos del siglo XX para entender por qué la filosofía del lenguaje y la filosofía de la ciencia cambiaron de rumbo. Veremos sus orígenes y desarrollo: el grupo se formó en Viena y se consolidó en los años 20 y 30 en torno a reuniones periódicas bajo el liderazgo nominal de Moritz Schlick, con una intensa actividad pública (manifiesto de 1929, revista Erkenntnis, congresos y proyectos internacionales). A partir de ahí, presentaremos sus precedentes y rasgos distintivos: el impulso de la “concepción científica del mundo” y la renovación del empirismo apoyada en avances de las ciencias físicas y formales, con una fuerte inspiración en el logicismo de Frege y Russell y en el giro hacia el análisis del lenguaje como tarea filosófica. El núcleo ideológico lo articula su criterio de significación (verificacionismo): una afirmación es cognitivamente significativa en la medida en que sea, de algún modo, empíricamente contrastable, lo que conduce a una crítica radical de la metafísica como “pseudo-problemas”. También veremos su uso de la lógica simbólica para aclarar teorías científicas y su rechazo de verdades “sintéticas a priori” (en especial, contra la herencia kantiana). Finalmente, cerraremos con su ambicioso programa de “unidad de la ciencia”: el ideal de un lenguaje común e integración inter-científica, visible en sus congresos y en la International Encyclopedia of Unified Science. 📗ÍNDICE 1. ORÍGENES Y DESARROLLO. 2. PRECEDENTES Y CARACTERÍSTICAS. 3. NÚCLEO IDEOLÓGICO. 🎼Música de la época: Symphony No. 5, Op. 50 de Nielsen estrenada en 1922. 🎨Imagen: Representación del círculo de Viena. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: Con este episodio entramos en un momento clave del “giro lingüístico”: el descubrimiento de que muchos problemas filosóficos dependen, en gran medida, del sentido y del uso del lenguaje filosófico. Veremos, primero, cuáles fueron los grandes problemas que la tradición analítica quiso despejar —desde la claridad lógica del significado hasta la forma de nuestras afirmaciones sobre el mundo— y cómo eso condujo a una nueva actitud ante la metafísica: ya no como un edificio de tesis grandiosas, sino como un terreno que exige justificación de sentido y criterios de inteligibilidad. A partir de ahí, recogeremos algunos resultados decisivos de esa reflexión: la identificación de pseudo-problemas nacidos de confusiones conceptuales, el replanteamiento de lo que puede considerarse “decible” con sentido y, en consecuencia, una reformulación de la tarea filosófica como aclaración. Finalmente, nos detendremos en Friedrich Waismann, quien insiste en que la filosofía no puede reducirse a pura “terapia”: además de disolver enredos, también debe abrir perspectivas, explorar posibilidades y ganar visión. Cerraremos con la lectura de un fragmento de Mi visión de la filosofía. Gracias por haberme acompañado en esta aventura del sabor a lo largo de 2025 y más allá. Os deseo unas felices fiestas y un mejor año 2026. 📗ÍNDICE 1. LOS GRANDES PROBLEMAS 2. LA NUEVA ACTITUD 3. RESULTADOS. 4. F. WAISMANN. lectura de texto 🎼Música de la época: Concierto en Sol menor op. 67 de Mieczysław Weinberg que fue compuesto en 1959 año del fallecimiento de Waismann. 🎨Imagen: Friedrich Waisman (Viena, 21 de marzo de 1896 - Oxford, 4 de noviembre de 1959), fue un matemático, físico y filósofo austriaco, miembro del Círculo de Viena y uno de los teóricos clave del empirismo lógico. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!
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Debe haber formas más simples de entender la economía... ¿no crees? Yo te cuento. El índice Big Mac
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🎙️ Estimados oyentes y mecenas: En el episodio de hoy nos trasladamos a la Escuela de filosofía del lenguaje de Oxford, cuna de la llamada filosofía del lenguaje ordinario. Nos centraremos en dos de sus figuras más representativas: Gilbert Ryle, conocido por su crítica al “fantasma en la máquina” y por su defensa del análisis conceptual del lenguaje cotidiano, y John L. Austin, pionero de la teoría de los actos de habla y autor de How to Do Things with Words, donde muestra cómo al hablar no solo describimos, sino que hacemos cosas con palabras. A lo largo del episodio veremos cómo, desde Oxford, esta corriente propuso una filosofía entendida como clarificación de nuestros usos lingüísticos, una especie de “cartografía” de nuestro hablar cotidiano para disolver confusiones y falsos problemas. Gracias por acompañarme una vez más en este recorrido filosófico y por el apoyo constante que sostiene este proyecto. 📗ÍNDICE 1. PENSAMIENTO DE GILBERT RYLE. 2. PENSAMIENTOI DE JOHN AUSTIN. 🎼Música de la época: Pompa y circunstancia op. 39 de Elgar 🎨Imagen: Portada de la escuela de Oxford. 👍Pulsen un Me Gusta y colaboren a partir de 2,99 €/mes si se lo pueden permitir para asegurar la permanencia del programa ¡Muchas gracias a todos!