Podcasts about universidade

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Recurring international multi-sport event, organized for university athletes by the International University Sports Federation (FISU)

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    Lado B do Rio
    Lado B do Rio Especial JURA/UERJ 2022 - Pedro Monzón

    Lado B do Rio

    Play Episode Listen Later Aug 12, 2022 72:02


    O Lado B retoma a parceria com a Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA) e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e conversa com Pedro Monzón, cônsul-geral de Cuba no Brasil. Papo sobre soberania, agroecologia, relações internacionais, saúde e muito mais sobre o curso revolucionário da ilha socialista.As respostas do convidado foram em espanhol, mas acreditamos que ficou entendível. Se você sentiu dificuldades e tem interesse em aprender espanhol, procure a WeCreate! Com Caio Bellandi, Fagner Torres, Daniel Soares e o panelista especial Eduardo Torres.Considere apoiar o Lado B na Orelo por pix ou cartão de crédito.

    O Antagonista
    Cortes do Papo - Manifestações são contra Bolsonaro e o Centrão, diz Miguel Reale no Papo Antagonista

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Aug 12, 2022 6:50


    As manifestações desta quinta-feira (11) em prol da democracia brasileira e do sistema de votação mandam uma mensagem forte contra retrocessos da nossa democracia —e são, sim, destinadas ao presidente da República e ao Centrão. A avaliação foi feita pelo ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr. ao Papo Antagonista com Claudio Dantas, nesta quinta (11). "[É uma declaração] em torno de um bem comum, que é a defesa da democracia e a defesa da harmonia entre os poderes", disse Reale, um dos autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff. "E é uma declaração forte de impedimento [a] retrocessos da nossa democracia —contra qualquer tipo de aventura autoritária que possa ocorrer e que vem sendo tonitruada pelo nosso presidente da República, que olhou as cartas com desprezo." Miguel Reale afirmou que a manifestação é contra a "união entre este ser irresponsável [Jair Bolsonaro] , praticando atos contra a democracia, com a conivência do Centrão, que usufrui do Orçamento secreto". O jurista avaliou a situação atual como "delicada". "É a pior das coligações que podem existir: é a coligação daqueles que mamam no Orçamento com aqueles que desrespeitam a democracia e a Constituição", disse. Miguel Reale Jr., que foi professor titular de direito penal na mesma Universidade de São Paulo (USP) do ato de hoje, disse que assinou ambos os manifestos lidos hoje no largo de São Francisco; o principal deles deve chegar a 1 milhão de assinaturas ainda nesta quinta. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

    O Antagonista
    Bolsonaro 'entregou o país ao Centrão' para não sofrer impeachment, diz Miguel Reale Jr.

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Aug 12, 2022 38:50


    Miguel Reale Júnior é um jurista, político, professor e advogado brasileiro. Foi professor titular de direito penal da Universidade de São Paulo e ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso. É filho do também jurista Miguel Reale Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

    Abertura de Mercado
    A flexibilização do teto de gastos e seus efeitos sobre a economia

    Abertura de Mercado

    Play Episode Listen Later Aug 11, 2022 16:25


    O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou à CNN que o governo pode trocar o teto de gastos por uma meta flutuante para o tamanho da dívida pública. Economistas se questionam se a prática de controlar a dívida federal pode acabar funcionando só na teoria. Esta marcada para hoje a leitura pública do manifesto em defesa da democracia liderado pelos juristas da Universidade de São Paulo. A dúvida é se o mercado financeiro vai dar bola para isso. Ontem foi dia de euforia total, com bolsa passando dos 110 mil pontos e o dólar se aproximando dos R$ 5, em resposta à inflação nos EUA abaixo do esperado. Hoje, a inflação ao produtor americano pode dar mais pistas sobre esse cenário. Apresentado por Thais Herédia e Priscila Yasbek, o CNN Money apresenta um balanço dos assuntos do noticiário que influenciam os mercados, as finanças e os rumos da sociedade e das dinâmicas de poder no Brasil e no mundo.

    O Antagonista
    "Única força que pode dizer algo sobre eleições é a força do eleitor", diz Campilongo

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Aug 11, 2022 0:56


    O diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), Celso Fernandes Campilongo (foto), foi um dos últimos a discursar no ato de leitura do manifesto pela democracia. Ele afirmou: "A única força que pode dizer algo sobre processo eleitoral brasileiro é a força do eleitor, é a força do brasileiro e de ninguém mais", disse o jurista, durante seu discurso. Antes, ao falar sobre o estado democrático de Direito, Campilongo disse que o controle da legalidade e publicidade só pode ser feito pelas instituições com competência para fazê-lo "no caso das nossas eleições uma, e apenas uma, o Tribunal Superior Eleitoral". "O resto é gente sem competência jurídica e sem competência eleitoral para se meter no processo eleitoral brasileiro", acrescentou. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

    O Antagonista
    Armínio Fraga faz discurso em ato pró-democracia na USP

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Aug 11, 2022 1:28


    Armínio Fraga (foto), ex-presidente do Banco Central, participa do ato de leitura da carta em prol da democracia, na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), nesta quinta-feira (11). Convidado para falar, Fraga fez uma defesa do estado democrático de Direito. “Às vezes nós nos esquecemos que as sociedades mais prósperas do planeta, aquelas onde reinam a liberdade, a solidariedade e a prosperidade, são todas democracias, todas”, disse o economista. “Nós vivemos em um mundo onde ameaças autoritárias e populistas nos assustam – já vivemos isso no passado e isso não é novidade. Mas não temos outro caminho que não o da liberdade, da democracia e da justiça”, continuou. Fraga chamou a necessidade de defender a democracia, em 2022, de uma “situação esdrúxula”, mas afirmou que o momento se faz necessário. “Toda nossa energia e coragem tem que ficar concentrada em salvar o que foi conquistado com todos esses anos e é que a base do nosso futuro”, concluiu. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

    O Antagonista
    "Instituições continuam garantindo avanço civilizatório da República", diz ex-ministro

    O Antagonista

    Play Episode Listen Later Aug 11, 2022 1:24


    José Carlos Dias, que foi ministro da Justiça no governo Fernando Henrique Cardoso, levou uma mensagem própria durante a leitura manifesto em prol da democracia, realizado na manhã desta quinta-feira (11) na Universidade de São Paulo. Formado pela faculdade na mesma turma que Michel Temer, em 1963, Dias reiterou seu entendimento de que "as instituições continuam garantindo avanço civilizatório da República", e fez uma deferência especial às cortes superiores brasileiras. "[O TSE] tem conduzido com plena segurança, eficiência. integridade e transparência, nossas eleições respeitadas internacionalmente", disse José Carlos Dias. O jurista disse que o destino cobra "equilíbrio, tolerância, civilidade e visão de futuro" da sociedade brasileira neste momento. Mais cedo, falaram a presidente da seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil, e também o economista Armínio Fraga, em defesa do sistema democrático brasileiro. Cadastre-se para receber nossa newsletter: https://bit.ly/2Gl9AdL​ Confira mais notícias em nosso site: https://www.oantagonista.com​ Acompanhe nossas redes sociais: https://www.fb.com/oantagonista​ https://www.twitter.com/o_antagonista​ https://www.instagram.com/o_antagonista No Youtube deixe seu like e se inscreva no canal: https://www.youtube.com/c/OAntagonista

    Farofa Crítica
    Mídia ao Ponto #67 Cena de Racismo em Portugal mostra como o pensamento colonizador permanece vivo

    Farofa Crítica

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 32:33


    A Jornalista Eliane Almeida destaca neste Mídia ao Ponto a discriminação contra brasileiros em Portugal e os diversos casos de denúncias de xenofobia, os relatos de assédio e discriminação e denuncia ainda um caso absurdo de racismo na biblioteca Mário de Andrade em São Paulo. O Programa Mídia ao Ponto do Canal Farofa Crítica faz uma análise crítica da cobertura midiática. Aqui, jornalismo, cultura e cidadania, estão entrelaçados nesses conteúdos. Mídia ao Ponto vai ao ar todas às terças-feiras no seu canal do Farofa Crítica no Youtube. Mídia ao Ponto é uma produção do Celacc em parceria com o Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA USP, apoio do IEA-USP Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo e também do Jornal Empoderado. Mídia ao Ponto #67 https://www.youtube.com/watch?v=vxQoUaHb9i4&t=15s Canal Farofa Crítica https://www.youtube.com/farofacritica

    Convidado
    Blinken em África: "O desenvolvimento tem que começar aqui em África" - André Thomashausen

    Convidado

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 10:49


    O chefe da diplomacia americana Antony Blinken encontra-se desde ontem na África do Sul no âmbito de uma digressão que está a efectuar no continente, uma deslocação que o levará amanhã e até quarta-feira para a RDC, antes de viajar para o Ruanda onde permanece entre os dias 10 e 12 de Agosto. Depois de uma primeira digressão efectuada em 2021 pelo Quénia, Nigéria e Senegal, esta segunda deslocação africana de Blinken que tem por objectivo travar a influência russa no continente, abrange o anúncio hoje da nova estratégia americana em África, continente onde segundo dados oficiais, os Estados Unidos investiram através do mecanismo 'Millennium Challenge Account' cerca de 9 biliões de Dólares desde 2004. Esta nova estratégia que pretende insistir mais numa intervenção não-militar está alicerçado num plano detalhando 4 objectivos para os próximos cinco anos, promover sociedades abertas, conseguir dividendos democráticos e de segurança, trabalhar em prol da recuperação pós-pandemia e ainda apoiar a conservação e adaptação do clima bem como uma transição energética justa. Para além desta componente eminentemente diplomático-económica, esta visita não deixará de ter uma dimensão política, quando Antony Blinken se deslocar à RDC e ao Ruanda onde deverá analisar com os seus interlocutores a tensão vigente entre os dois países, numa altura em que a ONU acaba de confirmar o envolvimento das forças ruandesas nas violências cometidas por grupos rebeldes como os M23 no leste da República Democrática do Congo. Estes são alguns dos aspectos abordados em entrevista com André Thomashausen, Professor jubilado de Direito internacional e de Direito constitucional, da Universidade da África do Sul, em Pretória, que começa por evocar o contexto em que Blinken efectua a sua primeira etapa na África do Sul, um dos países do continente que tem mantido uma posição de neutralidade, nomeadamente com a sua abstenção na ONU, aquando da invasão russa da Ucrânia. RFI: Blinken começa a sua digressão pela África do Sul, um dos países que recusou até agora ceder aos ocidentais quanto à sua postura de neutralidade em relação à invasão russa da Ucrânia. André Thomashausen: A África do Sul seguiu o caminho da União Africana porque é essa também a posição oficial da União Africana, de que o continente fica na neutralidade, não se vai identificar nem com uma, nem com outra parte nesse conflito, acredita na mediação e na resolução dos conflitos de maneira pacífica. A África do Sul não vai abandonar essa linha e não vai contrariar a política da União Africana. Mas claro, pelas estatísticas do comércio externo, a África do Sul tem nos Estados Unidos o segundo maior parceiro económico a seguir à China, depois vem a Grã-Bretanha, a Alemanha, depois vêm os outros, a Holanda, a França, etc... Portanto, a economia da África do Sul está bem integrada na economia do Ocidente. RFI: Disse que os Estados Unidos estão entre os principais parceiros económicos da África do Sul, juntamente com a China. África do Sul também faz parte desse bloco que são os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul), e a Rússia recentemente apelou o bloco à solidariedade para com a sua política. André Thomashausen: Absolutamente e estão em vias de negociações para aumentar o número de membros dos BRICS. Há pedidos de adesão por parte da Argentina e do Irão, sendo que agora, muito recentemente, depois da cimeira entre o Presidente russo, Putin, e o Presidente turco, Erdogan, também a Turquia está a considerar juntar-se ao bloco BRICS, tornando esse bloco um novo factor nas relações internacionais muito importante. Isto porque já agora representa mais ou menos 60% da população mundial. Com a adesão de outros países vai juntando mais importância, mais representatividade. RFI: Uma espécie de novo bloco dos não-alinhados? André Thomashausen: É o novo bloco dos não-alinhados. É um novo bloco do sul, o bloco da população global que é pobre. Se considerarmos que na Noruega o Produto Interno Bruto anual é de 90.000 Dólares per capita, enquanto na África do Sul está à volta dos 6.600 Dólares, na Rússia é de 12.000, na Turquia 14.000 e na China está à volta dos 12.000, na Índia está à volta dos 3.000, portanto é aquela camada do baixo vencimento, da pobreza do investimento e do atraso no desenvolvimento humano e no desenvolvimento económico. E isso é significante para o Ocidente porque o Ocidente só representa mais ou menos 10% da população mundial, mas concentra em si 50% do Produto Bruto mundial. Assim, temos uma nova dimensão de norte a sul que agora está a cristalizar-se dentro dos BRICS. RFI: Blinken escolheu a África do Sul para anunciar a nova estratégia americana no continente africano. Isto reveste algum significado particular, tendo nomeadamente em conta que vários países africanos estão a hesitar neste momento entre a Rússia e os Estados Unidos? André Thomashausen: Eu acho que em África, crescentemente, as pessoas perceberam que tem que haver uma autonomia, tem que haver uma auto-suficiência, o desenvolvimento tem que começar aqui em África. A queda das exportações alimentares da Ucrânia e da Rússia que estão a provocar crises alimentares em certos países em África que dependiam muito dessas importações, também trouxeram à consciência dessas pessoas de que é uma anomalia um país não conseguir alimentar a sua população e estar dependente das importações de alimentos básicos. Assim, os Estados Unidos, tal como a Rússia, tal como a China, vão continuar a ser bem-vindos. A África prefere que as assistências ao desenvolvimento e agora à transformação energética venham sem condições políticas. Foi sempre esse o obstáculo à relevância das relações dos Estados Unidos aqui em África porque os Estados Unidos sempre insistiram em ligar condicionalismos políticos à ajuda ao desenvolvimento que tem oferecido. RFI: Precisamente, é neste contexto por exemplo, que a Rússia ainda recentemente propôs a Moçambique que possa adquirir o seu combustível e que pague em Rublos, uma possibilidade Moçambique não descarta completamente. Qual é a leitura que se pode fazer disto nesta altura? André Thomashausen: A situação dos combustíveis russos é complicada pelo facto de que em África praticamente não existem refinarias. Aqui na África do Sul, existia uma capacidade mas ela perdeu-se. Hoje meramente uns 15% do consumo são de refinação nacional. A refinaria que existia na Zâmbia deixou de funcionar. Igual situação em muitos outros países africanos. Deste modo, os países africanos dependem da importação de produtos, da gasolina, do gasóleo e dos combustíveis para aviação, já refinados. Aí, a Rússia tem menos a oferecer, a Rússia tem produtos brutos em excesso que pode oferecer a um preço baixo e a Índia está a aproveitar isso, a China também, ambos países que têm poucos recursos petrolíferos nacionais. Mas em África, não nos ajudará ter fornecimento de produtos brutos porque não temos capacidade de refinação. E depois é o preço que também decide, porque é uma questão de mercado. O Rublo é uma moeda muito cara, está sobrevalorizado e isto vai resultar numa comparação de preços com os produtos que estão no mercado, nomeadamente do Qatar, da Arábia Saudita e de muitos outros países. RFI: Nesta visita de Blinken pelo continente africano, estão também incluídas etapas na RDC e no Ruanda, aliados tradicionais dos Estados Unidos, mas que neste momento se opõem no campo militar, nomeadamente devido ao alegado apoio do Ruanda às forças rebeldes dos M23 no leste da RDC. André Thomashausen: Absolutamente e é uma coisa bastante curiosa. O Ruanda é um aliado bastante íntimo dos Estados Unidos desde o começo do regime de Paul Kagame. A RDC, recentemente, com o Presidente Tshisekedi, também está muito fortemente ligada ao apoio americano. Há especulação de que Tshisekedi só conseguiu subir ao poder através da estratégia tácita dos Estados Unidos de aceitar e de legitimar um processo eleitoral que na altura (em 2018) estava completamente viciado, em desafio ao candidato que era apoiado pela União Europeia. Agora, o Blinken poderá tentar mediar os interesses do Ruanda e os interesses da República Democrática do Congo, mas isso -claro- não se faz com duas ou três conversas. Necessita um processo. Necessita credibilidade na mediação e não é a forçar. Os Estados Unidos estão numa fase da sua política externa em que querem forçar os resultados com muita impaciência, usando mesmo a chantagem e isso em África não vai ter resultado algum. RFI: Isto acontece numa altura em que o próprio governo da RDC acaba de expulsar o porta-voz da missão da ONU no país. Equaciona-se a possibilidade de colocar em questão a própria presença dos capacetes azuis no leste da RDC (que tem sido bastante contestada em manifestações populares na região). Julga que isto pode piorar ainda mais? André Thomashausen: Eu penso que estamos globalmente numa fase de fragmentação e de contestação. Possivelmente tem a ver com a experiência das restrições e da repressão durante o período da covid-19. Em todas as partes do mundo, há um elevado nível de conflitualidade e estamos a ver isso também em África. No Congo, em relação especificamente às Nações Unidas, esta missão fracassou e ficou viciada pelas práticas corruptas, pela má conduta do pessoal das Nações Unidas estacionado no Congo, estacionado demasiado tempo (desde 1999). Quando esses contingentes ficam num país durante anos, evidentemente que aparecem redes de tráfico de menores, de tráfico de droga, tráfico de munições e de armas e -claro- de ouro e de pedras preciosas. O Congo está um pouco cansado dessa presença externa e considerar que já não é necessária porque as suas próprias forças de defesa e segurança foram bastante bem reconstituídas e houve novas formações e um novo profissionalismo. A África do Sul que também mantinha lá dois batalhões, já começou a retirada desses batalhões que aliás foram parcialmente transferidos para o norte de Moçambique. É bom que os estados consigam reforçar as suas próprias capacidades e é bom que as Nações Unidas tomem consciência de que não estão a escapar à vaga de corrupção e de má governação que está a afectar praticamente o mundo inteiro.

    Mamilos
    Como matar a fome?

    Mamilos

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 71:07


    Tá no jornal, tá nas esquinas, não tem como fugir dessa conversa incômoda. Hoje, 33 milhões de pessoas vivem em situação de fome no Brasil. O dado é da Rede Brasileira de Pesquisa em Segurança Alimentar e Nutricional. Estamos com fome e estamos comendo mal. Apenas 44% dos brasileiros se alimentam bem. Essa é a conclusão do Relatório Luz 2021, realizado por 57 organizações não governamentais, entidades e fóruns da sociedade civil. Sabemos o que estão comendo? De onde vem a comida que chega na nossa mesa? Quanto dos nossos gostos e desejos são influenciados pelo marketing? Porque as bolachas e os salgadinhos podem ser mais acessíveis do que nosso clássico arroz e feijão? Como pode em uma potência do agronegócio como o Brasil milhões de pessoas não conseguirem matar a fome? Nessa áudio reportagem do Mamilos, Cris Bartis e Ju Wallauer vão investigar o que é comer bem, como é possível produzir alimentos de qualidade para todos os brasileiros e o que precisa ser feito para que esses alimentos cheguem a quem fome. E para esclarecer todas as dúvidas, elas conversaram com Daniela Canella, professora do Departamento de Nutrição Aplicada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pesquisadora do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens/USP), Patrícia Bustamante, agrônoma e pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Thiago Vinícius, dono do Armazém Organicamente e criador da Agência Popular Solano Trindade e Arnoldo de Campos, ​​economista e especialista em sistemas alimentares, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável. Aperta o play e vem aprender com a gente! _____ FALE CONOSCO . Email: mamilos@b9.com.br _____ ACT PROMOÇÃO DA SAÚDE Esse programa é um oferecimento da ACT. A ACT Promoção da Saúde é uma organização não governamental que acredita que ambientes saudáveis promovem escolhas saudáveis. Criada no Brasil em 2006, a ACT teve como propósito inicial atuar na área do controle do tabaco. Mas, a partir de 2013, ampliou o trabalho para incorporar a defesa de políticas públicas em prol da alimentação adequada e saudável, da atividade física e do controle do álcool. Juntas, essas quatro pautas representam os principais fatores de risco evitáveis para as doenças crônicas não transmissíveis, que são as doenças cardiovasculares e pulmonares, a diabetes e o câncer. Para a ACT, alimentação saudável é muito mais do que uma escolha individual, é um direito coletivo. E os governos têm um papel fundamental em dar acesso ao que faz bem e dificultar o acesso ao que faz mal à saúde dos brasileiros. Para conhecer mais sobre o trabalho da ACT, siga a organização no instagram @insta.act ou acesse o site actbr.org.br _____ CONTRIBUA COM O MAMILOS Quem apoia o Mamilos ajuda a manter o podcast no ar e ainda participa do nosso grupo especial no Telegram. É só R$9,90 por mês! Quem assina não abre mão. https://www.catarse.me/mamilos _____ Equipe Mamilos Mamilos é uma produção do B9 A apresentação é de Cris Bartis e Ju Wallauer. Pra ouvir todos episódios, assine nosso feed ou acesse mamilos.b9.com.br Quem coordenou essa produção foi a Beatriz Souza. Com a estrutura de pauta e roteiro escrito por Eduarda Esteves. A edição foi de Mariana Leão e as trilhas sonoras, de Angie Lopez. A capa é de Helô D'Angelo. A coordenação digital é feita por Agê Barros, Carolina Souza e Thallini Milena. O B9 tem direção executiva de Cris Bartis, Ju Wallauer e Carlos Merigo. O atendimento e negócios é feito por Rachel Casmala, Camila Mazza, Greyce Lidiane e Telma Zenaro.

    Podcast Política - Agência Radioweb
    OAB se une a Febraban e Fiesp em carta de defesa à democracia

    Podcast Política - Agência Radioweb

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 2:43


    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nesta segunda-feira (8/8) manifesto em defesa das urnas eletrônicas, do processo eleitoral e da democracia brasileira. O documento segue a esteira de carta divulgada pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e de manifesto semelhante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que teve adesão da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em evento da própria Febraban nesta segunda em São Paulo, Bolsonaro se recusou a assinar um documento com este teor.

    Intercâmbio
    #54 Colônia, Alemanha

    Intercâmbio

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 25:27


    Paula Haben, aluna do curso de Admnistração Pública da Universidade do Estado de Santa Catarina, fala de seu intercâmbio no início de 2022 na HT Köln, uma excelente faculdade alemã, na cidade de Colônia. E ela fala sobre toda a sua expêriencia. Ela foi para lá por meio do Programa de Mobilidade Internacional Livre da Udesc (que isenta o intercambista do pagamento pelo ensino na instituição de destino). Ouça o episódio e, se ainda quiser saber mais, pode falar com ela no Instagram: @paulahaben. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/intercambiopodcast/message

    Estadão Notícias
    Mundo em perigo? A escalada de tensão entre EUA e China

    Estadão Notícias

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 30:20


    Na última semana, exercícios militares chineses no Estreito de Taiwan preocuparam autoridades mundiais com a possibilidade de mais um conflito armado entre países. Os projéteis caíram a menos de 40 quilômetros da costa sul e leste da ilha, segundo o ministério da Defesa da região. Esta foi a ação mais agressiva da China em décadas.  Com munição real, o governo chinês quis dar um recado para a pequena ilha de Taiwan, mas também para os Estados Unidos. Na semana passada, Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, visitou Taiwan, o que soou como provocação à China. Em meio a já deteriorada relação EUA e China, a ação enfureceu líderes chineses, que alegaram violação dos seus direitos territoriais. Em resposta, as autoridades do país anunciaram exercícios militares em seis áreas ao redor de Taiwan, considerado pelo país o equivalente a um “bloqueio marítimo e aéreo”. A visita de Pelosi também não agradou o próprio presidente americano, Joe Biden, que disse que os militares americanos não recomendavam a ida da parlamentar à ilha.  Analistas americanos deixam claro que as capacidades militares da China cresceram a ponto de deixar de ser garantida uma vitória dos EUA em defesa de Taiwan, já que a China agora tem a maior marinha do mundo. No episódio do podcast desta segunda-feira, vamos falar sobre o contexto histórico deste conflito geopolítico entre China e Taiwan com ajuda do professor convidado de relações internacionais da Universidade da China, Marcus Vinícius de Freitas. Também vamos debater sobre o poderio militar dos chineses, com o repórter especial do Estadão, Roberto Godoy, especialista em defesa. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Emanuel Bomfim Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Gabriela Forte  Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Repórter Unicamp
    Final da Olimpíada de Matemática em setembro será presencial

    Repórter Unicamp

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 5:51


    A etapa final da 38ª edição da Olimpíada de Matemática da Unicamp (OMU), que acontece nos dias 3 e 4 de setembro, no campus sede da Universidade, em Campinas, contará com a participação de 163 equipes de 14 estados brasileiros, reunindo um total de 489 estudantes.Organizada pelo Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (Imecc), a Olimpíada é voltada a estudantes dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e particulares de todo o país. Neste ano, participaram das duas primeiras etapas da competição mais de 2 mil equipes de 24 estados, além do Distrito Federal.O professor Marcelo Firer, coordenador da OMU, destaca neste áudio as principais novidades da 38ª edição da Olimpíada e adianta como será a etapa final.___Reportagem e edição de áudio: Juliana FrancoColaboração: Bruna Mozer

    Podcast ProEpi
    Dose de informação: Produção de informação para comunicar casos de doenças de notificação compulsória

    Podcast ProEpi

    Play Episode Listen Later Aug 8, 2022 80:59


    Mais um ProEpi Cast no ar! Como palestrante do nosso encontro, temos Kellyn Cavalcante, que é médica veterinária, epidemiologista, doutoranda e mestre em saúde pública e como facilitadora, contamos com Tatiana Cisne, farmacêutica, especialista em gestão de desastres e emergências em saúde pública e articuladora do GT CIEVS. Esta é uma iniciativa gratuita com certificado de participação, coordenada pelo Projeto ECHO do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Novo México (EUA), em parceria com a ProEpi. Confira!

    Pérolas de Psicoterapia
    O Mundo dos Psicofármacos

    Pérolas de Psicoterapia

    Play Episode Listen Later Aug 7, 2022 52:23


    Atualmente diante de um mundo onde a medicalização das emoções é recorrente, notamos como consequência profissionais da área de Psicologia alheios ao conhecimento do universo Psicofármaco e por outro lado, profissionais da Medicina prescrevendo protocolos psicofarmacos com o propósito de suspensão dos sintomas e manutenção da doença. Para entendermos esse cenário e discutirmos com clareza essa lacuna, trazemos importantes conhecimentos com a nossa convidada, a Profa Alexandra Nicolau, que ministra aulas na Universidade de medicina e que nos trará percepções e conhecimentos aprofundados sobre o tema. Vem com a gente!!

    UniForCast
    A importância do profissional farmacêutico

    UniForCast

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 26:46


    Cadernos de Saúde Pública
    A cor e o sexo da fome | CSPcast 28#

    Cadernos de Saúde Pública

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 33:15


    Este episódio aborda o artigo “A cor e o sexo da fome: análise da insegurança alimentar sob o olhar da interseccionalidade", que pode ser lido em: https://bit.ly/3SvMFiw Foram entrevistadas as autoras: - Silvana Oliveira – mestre em Nutrição e residente em Saúde Coletiva na Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Sandra Chaves – professora da escola de Nutrição da UFBA e vice-coordenadora da Rede de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional A condução da conversa ficou a cargo da editora associada de CSP e professora do Instituto de Nutrição da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Inês Ruggani. Acompanhe CSP Site: http://cadernos.ensp.fiocruz.br/ Twitter: www.twitter.com/CadernosSP Facebook: www.facebook.com/cadernosdesaudepublica

    Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente
    EP 70 | ECONOMIA | Economia de mercado: à beira da reforma?

    Fundação (FFMS) - [IN] Pertinente

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 52:52


    SINOPSEO que é a economia de mercado?Que vantagens e desvantagens tem?Como, quando e porque foi criada?Será que no estado actual da humanidade e do planeta, este sistema ainda faz sentido? Se estas são questões que já lhe passaram pela cabeça, venha conhecer os factos com a Joana Pais e o Hugo van der Ding. Começando pela História e pelo famoso sistema de trocas, passando pelas razões de criação do sistema económico actual, e chegando à moderna Doughnut Economics (leu bem, Donut), a Joana e o Hugo viram a economia do avesso e fazem-nos pensar se a exclusiva orientação para o lucro já não estará à beira da reforma.REFERÊNCIAS E LINKS ÚTEIS:Referência geral:Jean Tirole (2017). Economics for the Common Good. Princeton University Press.Sobre desigualdade que acompanha a economia de mercadoAutor, David, David Dorn, Lawrence F. Katz, Christina Patterson, and John Van Reenen. 2017."Concentrating on the Fall of the Labor Share." American Economic Review, 107 (5): 180-85.Sobre as consequências da automação:Autor, David H. 2015. "Why Are There Still So Many Jobs? The History and Future of Workplace Automation." Journal of Economic Perspectives, 29 (3): 3-30.Sobre formas alternativas de governança:Ostrom, Elinor, et al. “Covenants With and Without a Sword: Self-Governance Is Possible.” The American Political Science Review, vol. 86, no. 2, 1992, pp. 404–17. Sobre a Doughnut Economy:Kate Raworth (2018). Doughnut Economics Seven Ways to Think Like a 21st-Century Economist. Random House. BIOSJOANA PAISJoana Pais é professora de Economia no ISEG da Universidade de Lisboa. Obteve o seu Ph.D. em Economia na Universitat Autònoma de Barcelona em 2005. Atualmente é coordenadora do programa de Mestrado em Economia e do programa de Doutoramento em Economia, ambos do ISEG, e membro da direção da unidade de investigação REM - Research in Economics and Mathematics. É ainda coordenadora do XLAB – Behavioural Research Lab, um laboratório que explora a tomada de decisão e o comportamento económico, político e social, suportado pelo consórcio PASSDA (Production and Archive of Social Science Data). Os seus interesses de investigação incluem áreas como a teoria de jogos, em particular, a teoria da afetação (matching theory), o desenho de mercados, a economia comportamental e a economia experimental. HUGO VAN DER DING Hugo van der Ding nasceu nos finais dos anos 70 ao largo do Golfo da Biscaia, durante uma viagem entre Amesterdão e Lisboa, e cresceu numa comunidade hippie nos arredores de Montpellier. Estudou História das Artes Decorativas Orientais, especializando-se em gansos de origami. Em 2012, desistiu da carreira académica para fazer desenhos nas redes sociais. Depois do sucesso de A Criada Malcriada deixou de precisar de trabalhar. Ainda assim, escreve regularmente em revistas e jornais, é autor de alguns livros e podcasts, faz ocasionalmente teatro e televisão, e continua a fazer desenhos nas redes sociais. Desde 2019 é um dos apresentadores do programa Manhãs da 3, na Antena 3. 

    Podcast Sonho BemVindo
    #48 - Scientific Update: Highlights do Congresso Europeu de Reprodução Humana Assistida 2022 - Dr. Renato Tomioka e Dr. Oscar Duarte

    Podcast Sonho BemVindo

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 60:58


    O episódio #48 do Podcast Sonho Bem-Vindo, faz parte da nossa edição especial: Scientific update. O Scientific update aborda temas que são retirados das reuniões clínicas que contam com a presença dos nossos médicos, trazendo temas relevantes para a área de reprodução humana assistida. O convidado de hoje é o Dr. Oscar Duarte, formado pela faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), ginecologista e especialista em Reprodução Humana da clínica VidaBemVinda.Juntos, os especialistas abordaram:[02:00] Apresentação do que é o Congresso Europeu.[04:45] O primeiro dia.[10:00] Medicina personalizada.[16:40] Aula sobre modelo matemático: Network meta-analysis.[18:20] Polimorfismo – O que é e como funciona?[24:20] Experiência da paciente.[42:38] Perdas gestacionais e falha de implantação.[49:50] Estimulação ovariana.Você pode ouvir esse Podcast na nossa plataforma do YouTube ou Spotify. Um conteúdo Arte Academy e Clínica VidaBemVinda. #DarVidaASonhosAcesse nosso website: www.arte-academy.com.br/podcast​ www.vidabemvinda.com.brOu siga nossas redes: @arte.academy@vidabemvinda​

    Fim de Tarde Eldorado
    Beatriz Bulla: campanha de Bolsonaro tenta aproximação com empresários

    Fim de Tarde Eldorado

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 10:03


    Beatriz Bulla comenta a notícia de que interlocutores políticos e econômicos da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) passaram a acionar importantes nomes do PIB brasileiro depois da ampla repercussão do manifesto pela democracia, organizado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Um dos contatos realizados foi com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que resultou no agendamento de um almoço entre o presidente e banqueiros, na próxima segunda-feira, 8. A jornalista também analisa o encerramento da temporada de convenções partidárias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Fricção Científica
    A importância de ter amigos ricos na escola

    Fricção Científica

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 1:42


    Estudo feito por investigadores da Universidade de Harvard conclui que ter amigos ricos na escola é importante para ter melhor salário na vida adulta.

    Appleton Podcast
    Episódio 75 - Filipa Correia de Sousa + Natxo Checa

    Appleton Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 5, 2022 36:43


    Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola Filipa Correia de Sousa (Lisboa, 1992) é curadora, investigadora, ensaísta e co-directora do espaço UPPERCUT, em Lisboa. Mestre em Filosofia-Estética pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa, pós-graduada em Filosofia Geral pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa e licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Natxo Checa (Barcelona, 1968) Vive e trabalha em Lisboa. É director da Galeria Zé dos Bois (ZDB) de Lisboa desde 1994 e exerce as actividades de gestão, produção, programação e comissariado deste espaço independente dedicado à criação, produção e difusão artística. Enquanto agente cultural, a sua actividade tem incluído a direcção do Festival Atlântico em 1995, 1997 e 1999 e a viabilização de numerosas intervenções, colaborando com estruturas nas áreas das artes visuais, do multimédia, das novas músicas, da dança e do teatro. No âmbito da pesquisa desenvolvida nos estudos curatoriais, foi-lhe concedida a bolsa Fund for Art Research, em 2007/2008, pelo American Center Fundation. A partir de 2001, iniciou uma relação mais profunda com alguns artistas nacionais e internacionais, envolvendo a curadoria, a produção de obras de raíz e exposições individuais. De entre as mais recentes exposições destacam-se um conjunto de projectos artísticos de João Maria Gusmão e Pedro Paiva: DeParamnésia (2002), Eflú- vio Magnético (2004/2006) e Abissologia (2007/2008) são os projectos mais ambiciosos do percurso expositivo desta dupla de artistas; Swim again / Nada de Novo, de Rigo (2006), em co-curadoria com ManRay Hsu; G (2007), de João Tabarra; Transitioners (2007), de Société Réaliste; Portobello (2008), de Patrícia Almeida; e Ontem (2008), de André Cepeda. No âmbito das actividades da ZDB e com parcerias institucionais, organizou em 2009, um centro de residências internacionais em Lisboa. Links:https://uppercut.pt/https://zedosbois.org/en/ Episódio gravado a 07.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa

    Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil
    #177: Raça e gênero no Brasil, com Flavia Rios

    Guilhotina | Le Monde Diplomatique Brasil

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 66:22


    Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a socióloga Flávia Rios, doutora e mestre em Sociologia pela Universidade de São Paulo, professora adjunta da Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisadora do Afro Cebrap. Ela foi pesquisadora visitante na Universidade de Princeton e é organizadora, junto com Márcia Lima, do livro “Por um feminismo afro-latino-americano”, que reúne escritos de Lélia Gonzalez. Conversamos sobre a contribuição do movimento negro na Constituição de 1988, o processo de adoção das ações afirmativas, os resultados e os próximos desafios das políticas de cotas, a reação da extrema direita, o impacto da atual conjuntura de desdemocratização na produção de desigualdade, a relação da esquerda brasileira com a questão racial, o protagonismo do movimento negro nos protestos contra o governo Bolsonaro, a expectativa para as eleições de outubro e muito mais. Trilha: Clementina de Jesus, Geraldo Filme e Tia Doca, “Canto XIV”; e Gilberto Gil, “A mão da limpeza”.

    Convidado
    Taiwan: “Ninguém está interessado numa intervenção militar”

    Convidado

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 16:29


    A China começou, esta quinta-feira, manobras militares nas imediações de Taiwan, em resposta à visita da presidente da Câmara dos Representantes americana, Nancy Pelosi. Jorge Tavares da Silva, analista de assuntos chineses da Universidade de Aveiro, explica que a reacção de Pequim era expectável e afasta a possibilidade de invasão chinesa a Taiwan, a não ser que o território declare a independência. A crise económica global também é um travão à guerra. RFI: A China começou manobras militares com fogo real nas imediações de Taiwan que são uma resposta directa à visita da da presidente da Câmara dos Representantes norte-americana, Nancy Pelosi, a Taiwan. Como interpreta esta resposta? Jorge Tavares da Silva, Analista de assuntos chineses da Universidade de Aveiro: Estas reacções por parte da China eram expectáveis. Não é nada de novo. Nós sabemos que sempre que temos acontecimentos políticos que incomodam o poder em Pequim, relacionados com Taiwan, Pequim reage sempre de forma negativa. Basta termos umas eleições em Taiwan que são adversas, como aliás a actual líder Tsai Ing-Wen é uma líder adversa aos interesses de Pequim, e sempre que há acontecimentos, visitas, sobretudo neste caso que ainda é mais incomodativo, há reacção militar. Exibição militar, demonstração de força, envio de navios para a região, para as águas circundantes, mandam sempre porta-aviões, mandam fragatas, há voos de aviões no espaço aéreo restrito de Taiwan. Esse é o tipo de reacções esperáveis, que não são novas e que também estão ligadas a uma liderança muito forte de Xi Jinping. O líder chinês, Xi Jinping, avisou o seu homólogo norte-americano, Joe Biden, na conversa que tiveram por telefone na semana passada, que “quem brinca com o fogo queima-se” em relação a Taiwan. Esta ameaça não ficou aquém da resposta que a China está a ter hoje? Sim, mas quem está a brincar com o fogo é a China. Quem está a demonstrar força, quem está a lançar mísseis, quem está a fazer toda esta demonstração militar é a China, não são os Estados Unidos. Aliás, temos que separar Estados Unidos de uma visita que - eu sei que tem evidentemente importância pelo cargo que ocupa a senhora Pelosi e não deixa de estar associado aos Estados Unidos - mas não deixa de ser também uma acção relativamente individual de alguém que não é muito bem vista pela China por todo o seu percurso pessoal, por todas as afrontas ao longo do tempo que a senhora Pelosi fez em relação à China. É alguém que não é bem vista. Isso não ajuda, mas não deixa de ser uma acção individual. Nancy Pelosi é, ainda assim, a terceira figura política dos Estados Unidos... Neste braço-de-ferro, diz que finalmente é a China quem está a brincar com o fogo por estar a fazer a demonstração militar, mas os Estados Unidos e a China podem entrar em guerra por causa de Taiwan? A China poderá invadir Taiwan ou vamos ficar sempre nas exibições militares e na retórica bélica? Ninguém está interessado numa intervenção militar. A China tenderá sempre, com a velha paciência chinesa, em tentar resolver a questão de Taiwan pela via pacífica. Isso faz parte da matriz chinesa e assim o fizeram ao longo dos anos. Só que a liderança chinesa, já por diversas vezes - não só Xi Jinping mas as várias lideranças anteriores, Jiang Zemin, por exemplo, também já o tinha dito - que a questão de Taiwan não pode ficar para sempre neste impasse e um dia admitiu que a questão de Taiwan pudesse - e eles começaram a admitir mais vezes isso - vir a ser resolvida de maneira militar. Mas só se a ilha declarar a independência, não? Sim, aí é flagrante, aí não há dúvidas. Aliás, estão mais de mil mísseis direccionados para a ilha de Taiwan – e estamos a falar da ilha de Taiwan porque é a principal, o território de Taiwan tem a ilha principal e outras ilhas mais pequenas e muitas delas até muito próximas da costa chinesa. Aí sim, teríamos uma guerra, não há dúvidas absolutamente nenhumas, e atenção que a senhora Tsai tem tendências independentistas. Em caso de afirmação de independência por parte de Taiwan, de maneira unilateral, aí não há dúvidas, haveria um conflito armado, a China faria uma intervenção armada imediatamente. Basta ver o arsenal de mísseis que está preparado para um contexto desses. Não é esse o contexto que está agora. O que temos agora é um princípio de uma só China que os próprios Estados Unidos vieram reafirmar. Durante a visita em que se reuniu com a líder Tsai Ing-Wen, Nancy Pelosi repetiu aquilo que Joe Biden tinha dito que a política norte-americana respeita o “princípio de uma só China”. Isto é suficiente para que o episódio Pelosi não passe disso? É muito bom para os ouvidos de Pequim porque o senhor Trump colocou uma vez em causa o princípio de uma só China e a senhora Tsai também não é muito seguro que defenda o princípio de uma só China. Ela, de vez em quando, não sendo muito clara, não tem muita vontade de defender este princípio de uma só China e, sobretudo, tem uma vontade de defender uma identidade taiwanesa. Isto é um desafio a Pequim que também não ajuda nada neste contexto. Joe Biden, apesar de tudo, veio pôr um bocadinho de água na fervura. Mas Joe Biden disse, há tempos, que estava disposto a defender militarmente o território… Sim, mas são duas coisas. Primeiro, temos o princípio de uma só China que é bom de ouvir para Pequim, ou seja, este princípio de uma só China não é alterado. Eu acho que Joe Biden veio pôr um bocadinho de água na fervura já a pensar nesta nova crise em Taiwan. Mas, simultaneamente, veio advertir – e aí acho que é o efeito Ucrânia – veio advertir a China de que se tentar resolver a questão de Taiwan pela via militar, os Estados Unidos poderiam intervir militarmente. Aí sim, é uma questão que me parece importante precisamente para que a China não tenha o ímpeto imediato de resolver a questão pela via da força. Precisamente, na altura em que a Rússia invadiu a Ucrânia, houve muitas vozes que disseram que esta invasão poderia dar ideias a Pequim de invadir Taiwan… Eu, no início, confesso que fiquei um pouco com essa ideia de haver essa relação… Tanto é que a Rússia também se manifestou contra a visita de Nancy Pelosi a Taiwan. Claro, é o conforto que o senhor Putin encontra agora numa crise entre os Estados Unidos e a China que é-lhe muito útil para poder criticar os Estados Unidos –e a própria NATO, mas aqui essencialmente os Estados Unidos. É-lhe muito útil, muito confortável ter agora aqui um problema para poder defender o seu ponto de vista também. Mas o que é também relevante do ponto de vista da Ucrânia em relação a Taiwan é que a China, no início do conflito, estava com toda a força a apoiar a Rússia. Inclusivamente, do ponto de vista interno, é muito interessante que Putin aparece nos primeiros dias de guerra quase como um herói nos meios de comunicação sociais chineses – aqueles que são possíveis, dirigidos evidentemente. Ele apareceu como um herói na opinião pública interna e a China condenou a NATO, os Estados Unidos de uma maneira muito clara, posicionando-se muito próximo da Rússia. Os dois líderes até disseram, logo no início quando se encontraram nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, que a parceria entre a China e a Rússia era sem limites. Temos que nos lembrar que a China não se compromete muito do ponto de vista internacional e aqui comprometeu-se, era quase uma aliança. Ora, o conflito começa e as coisas começam a não correr muito bem, pela reacção internacional, pelas sanções que começam a ser aplicadas. A China começou, por um lado, a tirar lições para a sua própria situação e começou tacticamente a recuar. Ainda que estrategicamente, continue posicionada politicamente próxima de Moscovo, tacticamente a China remeteu-se um bocadinho ao seu espaço. Mantendo a sua ambiguidade, remeteu-se ao seu silêncio estratégico para não prejudicar os seus interesses. Agora, não lhe toquem é na sua joia da coroa que é efectivamente Taiwan porque aí faz parte do ADN político da liderança de Xi Jinping que é ter a unidade nacional e não ser humilhada pelas potências internacionais, estrangeiras. Isto é algo de sagrado. No início da semana, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, disse que a Humanidade está “a um erro de cálculo de aniquilação nuclear” porque "as tensões geopolíticas estão atingindo novos patamares”. Este é um alerta verosímil ou apenas um alerta para tentar refrear os ânimos globais? Eu acho que é um bom alerta no sentido que o mundo nos últimos anos está numa grande transformação. É uma ordem nova que eu, às vezes, até lhe chamo uma ordem emergente, uma ordem vinda daquilo que nós chamamos um Sul global, um Sul político: países como a Rússia e como a China que querem transformar uma ordem internacional dominada pelos Estados Unidos. Isto é uma fractura que está a acontecer claramente agora. Está a acontecer na Europa e está a querer acontecer na Ásia. É preciso também perceber que os Estados Unidos, como grande actor internacional do ponto de vista dessa ordem internacional tradicional, deixaram a Ásia um bocadinho a descoberto porque se foram envolver nas questões do Médio Oriente, no Afeganistão e em todos esses cenários. Deixaram a China a fazer um pouco aquilo que queria e a ocupar ilhas do mar do sul da China, a estabelecer ali perímetros de forma unilateral, afirmando-se militarmente em toda aquela região. Agora, os Estados Unidos estão a querer recuperar – porque estamos aqui numa competição forte – aquele papel que tiveram na Ásia. Aquilo que o Presidente Obama dizia do pivô da Ásia é aquilo que Joe Biden está a tentar recuperar. Ora, a China não aceita isto, não aceita que os Estados Unidos tenham um papel activo na Ásia. No fundo, quer a Ásia para os asiáticos, só que a China não é bem a Ásia para os asiáticos, é a Ásia para a China. É este tipo de poder, este tipo de confrontação, este tipo de competição que temos na Ásia, mas que também temos na Europa com a Rússia afrontando um bocadinho a ordem europeia no seu espaço mais circundante. Portanto, são dois grandes espaços de competição que estão em risco, quer dizer, já nem é risco, é guerra porque estamos com uma guerra na Europa e podemos vir a ter outra na Ásia porque é um espaço de imensa competição. Eu, de facto, olhando novamente para as palavras do Secretário-Geral das Nações Unidas, eu acho que ele tem razão. Nós estamos num momento de transição, num momento de mudança e as mudanças são sempre perigosas do ponto de vista internacional. Eu acho que é bem importante ouvir essas palavras porque ele tem bastante razão. Está a falar na vontade dos Estados Unidos recuperarem influência, mas numa altura em que os Estados Unidos enfrentam um risco de recessão económica, limitar ainda mais as relações com a China não é um tiro no pé? É. Acho que o discurso de Joe Biden com o Xi Jinping já foi um pouco a olhar para isso. Discute-se muito nos Estados Unidos se não deverão ser levantadas as tarifas aduaneiras que há desde a era de Trump. Toda a tensão e “guerra comercial” entre os Estados Unidos e a China estão a ser discutidos precisamente porque os Estados Unidos estão à porta de uma recessão económica. Isso, no meu ponto de vista, notou-se já um bocadinho na forma como Joe Biden lidou com Xi Jinping, olhando também para esta questão interna que não será nada positiva para a administração Biden. Se calhar é por aí que vamos ver o atenuar desta questão, abrindo do ponto de vista económico. Há um fortíssimo lobby das empresas americanas para aumentar e intensificar as relações económicas com a China. É preciso também não esquecer que a China está fechada. A China com a covid-zero também se tornou fechada, o que não ajuda muito. Essa é outra razão para a China não querer um conflito armado com Taiwan neste momento porque também está a passar por dificuldades económicas fruto da pandemia. Apesar de tudo, eu acho que o diálogo e a cooperação económica agora seriam muito bem-vindos para atenuar. Esta tal tensão entre a China e os Estados Unidos beneficia naturalmente a posição de Putin, portanto, até por aí seria uma derrota [para Putin] se houvesse um diálogo mais forte entre a China e os Estados Unidos. Abordou, no início da conversa, o perfil de Nancy Pelosi. Ela é uma das principais vozes críticas contra a China e, por isso, “persona non grata” em Pequim por vários motivos. Queria pedir-lhe para nos recordar os principais episódios que o mostram, desde a condenação a Tiananmen, à recepção de activistas pró-democracia de Hong Kong no Capitólio, às referências à situação dos uigures… O episódio mais marcante do percurso de Nancy Pelosi em relação à China, quando ela era ainda uma congressista muito nova, foi a crise de Tiananmen, em 1989, e aquelas vítimas todas. Ela foi uma fervorosa lutadora para que a China fosse condenada, para que fossem aplicadas sanções. Dois anos depois, numa comitiva do Congresso, com outros dois congressistas, vai à Praça Tiananmen, abre uma faixa no meio da praça onde diz “Por aqueles que morreram, pela democracia na China”. Evidentemente, apareceu logo a polícia por todos os lados, tiraram a faixa, afastaram os congressistas, prenderam alguns jornalistas que, entretanto, registaram o momento. Este é o principal incidente entre Nancy Pelosi e a China mas, depois disso, teve sempre intervenções muito críticas em relação, por exemplo, à questão dos direitos humanos. Por exemplo, é muito curioso porque ela é a representante da Califórnia. Ora, a Califórnia tem imensas empresas da área tecnológica – Silicon Valley e por aí fora - que têm no mercado chinês um excelente mercado para desenvolver actividade económica. Mesmo assim, ela insurgiu-se contra a transferência de tecnologia dessas empresas americanas para a China. Também criticou, por exemplo, o estatuto de Nação mais favorecida, que é um estatuto comercial que dá condições muito favoráveis do ponto de vista comercial à China. Depois, mais tarde, criticou a questão do Tibete, tem criticado a questão dos uigures da região do Xinjiang e também é uma voz activa em relação à democracia em Hong Kong estar a ser aniquilada. Nancy Pelosi foi sempre uma voz activa que incomodou Pequim ao longo dos anos e é evidentemente uma figura que Pequim não olha com muito bons olhos. Não ajuda muito o facto de ter este histórico todo de afrontamento ao poder chinês, daí que a China tenha mais um factor para reagir da maneira que está a reagir.

    Rádio Gaúcha
    Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da UERJ, Alexis Dantas - 04/08/2022

    Rádio Gaúcha

    Play Episode Listen Later Aug 4, 2022 7:44


    Diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Alexis Dantas Copom sobe Selic a 13,75% ao ano

    Debate da Super Manhã
    A modernização do Judiciário

    Debate da Super Manhã

    Play Episode Listen Later Aug 2, 2022 56:34


    Debate da Super Manhã: No debate desta terça-feira, o comunicador Wagner Gomes conversa com especialistas sobre as novas tendências da linguagem jurídica, que visam facilitar a comunicação com o grande público. Participam, o Promotor de Justiça do MPPE, Fabiano Saraiva, o Juiz de Direito do TJPE, Escritor, Doutor em Direito Cibernético, Pós-doutor em processo digital, Professor da Linha de Cidadania Digital do Programa de Pós-Graduação em Direito da UNICAP, Alexandre Pimentel, e o Professor na Faculdade de Direito da Universidade de Syracuse, Professor Colaborador no Programa de Pós-Graduação em Direito da UFBA; Doutor pela Universidade da Pensilvânia; Mestre e Doutor pela PUC-SP, Antonio Gidi.

    Estadão Notícias
    A elite brasileira vai romper com o Bolsonaro?

    Estadão Notícias

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2022 20:45


    Após críticas do presidente Jair Bolsonaro ao sistema eleitoral brasileiro, a Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo divulgou uma carta em favor da democracia. O fato foi ironizado pelo presidente, que chamou o manifesto de “cartinha”, mas o que ele não esperava era que a mobilização atingisse mais de 400 mil pessoas. Além de docentes da USP, entre os adeptos do manifesto estão artistas, intelectuais e empresários de todo o Brasil. Nomes vinculados a todos os grandes bancos do País, exceto Caixa e Banco do Brasil, assinaram a carta. Bolsonaro alega revanchismo na atitude dos banqueiros, dizendo que a assinatura mostra um descontentamento por conta da criação do Pix. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), por sua vez, também organiza um manifesto de encontro à carta divulgada pela USP. O documento está intitulado como “Em Defesa da Democracia e da Justiça”. Além dos ofícios, uma manifestação em apoio aos tribunais superiores e da Justiça Eleitoral está marcada para o próximo dia 11 de agosto em São Paulo. O evento surge em contraponto aos atos que estão sendo organizados por apoiadores de Bolsonaro para o dia 7 de setembro. Agora, a reflexão que fica é se o presidente está perdendo apoiadores da faixa de maior poder econômico. Afinal, as falas antidemocráticas de Bolsonaro podem afastar as elites do seu palanque? O que ele perde sem o apoio desse grupo? Para falar sobre essas medidas, conversamos com Marcela Tanaka , doutoranda em Ciência Política e pesquisadora associada ao centro de estudos de opinião pública da Unicamp. O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Gustavo Lopes Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg, Gabriela Forte e Uesley Durães. Montagem: Moacir BiasiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

    Brasil Paralelo | Podcast
    LUIZ FELIPE D'AVILA | Contraponto

    Brasil Paralelo | Podcast

    Play Episode Listen Later Aug 1, 2022 70:38


    No Contraponto, Bruno Magalhães recebe Luiz Felipe d'Ávila, cientista político, mestre em Administração pela Universidade de Harvard e fundador do Centro de Liderança Pública. Foi também editor das revistas República e Bravo e diretor superintendente da Editora Abril. Na política, foi filiado ao PSDB, onde, em 2018, chegou a lançar seu nome nas disputas internas para o governo de SP; hoje, é pré-candidato à presidência da república pelo NOVO. Contraponto é um programa de entrevistas que recebe toda semana, para o diálogo e questionamento, convidados das mais diversas áreas, ideias e experiências.See omnystudio.com/listener for privacy information.