Recurring international multi-sport event, organized for university athletes by the International University Sports Federation (FISU)
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Em 19 de Fevereiro de 1942, a distante e pacata Winnipeg foi invadida e conquistada pelo exército nazista. Foi a segunda vez em poucas décadas que a cidade canadense descobriu que fingir pode ser a melhor estratégia para persuadir sua população.Este é mais um episódio do Escuta Essa, podcast quinzenal em que Denis e Danilo trocam histórias de cair o queixo e de explodir os miolos. Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, no seu agregador de podcasts favorito!Ajude o Escuta Essa a voltar a ser semanal! Faça parte do Clube dos Escuteiros agora mesmo em apoia.se/escutaessaMande seus comentários e perguntas no Spotify, nas redes sociais, ou no e-mail escutaessa@aded.studio. A gente sempre lê mensagens no final de cada episódio!...NESTE EPISÓDIO-Os detalhes do caso da notícia sobre judeus no jornal de Winnipeg foi investigada por Avery Monette, da Universidade de Montreal.-É possível ver algumas poucas imagens do If Day de Winnipeg nessa matéria da TV britânica.-Este vídeo de 2024 mostra as 40.000 tulipas enviadas pela Holanda ao Canadá em agradecimento pela luta dos soldados canadenses para libertar o país da ocupação nazista.-Esta matéria da Legion Magazine tem algumas fotos do If Day, incluindo a captura dos líderes da cidade.-Algumas das falas de Nellie McClung na sua apresentação no Mock Parliament foram tiradas do seu livro “The Stream Runs Fast”, de 1945.-É possível ler mais detalhes dos Mock Parliaments que impulsionaram a campanha sufragista canadense na Canadian Encyclopedia....AD&D STUDIOA AD&D produz podcasts e vídeos que divertem e respeitam sua inteligência! Acompanhe todos os episódios em aded.studio para não perder nenhuma novidade.
Descripción del episodio: En este episodio conversamos con Andreu Seguí sobre su artículo ‘Propiedad de la tierra, deuda y desigualdad en la Mallorca rural (siglo XVI)', publicado en el número 98 de la revista Historia Agraria. Sobre el artículo: El artículo analiza la influencia de la transferencia del dominio útil inmobiliario, del mercado de la tierra y de la deuda censal sobre la desigualdad económica en la Mallorca rural durante el siglo xvi, a partir del estudio de la parroquia de Montuïri. La investigación combina fuentes fiscales municipales y registros de propiedad en realengo para estudiar la composición y la distribución de la riqueza, mediante el uso del coeficiente de Gini, la ratio de Palma y análisis de regresión. Los resultados muestran una tendencia estable, pero alcista a largo plazo y estructurada en tres ciclos, asociados al ascenso y la consolidación de una élite rural. El mercado de la tierra y la liquidación de censos tuvieron un efecto limitado y unas características supeditadas al contexto. El estudio amplía así el conocimiento de los mecanismos de acumulación y, en especial, de su influencia sobre la desigualdad en las comunidades rurales mediterráneas durante la época preindustrial. Andreu Seguí [orcid.org/0000-0002-3914-4269] es profesor titular laboral de Historia e Instituciones Económicas en la Universitat de les Illes Balears, España. Modera Noelia Parajuá, profesora en el área de Historia e Instituciones Económicas de la Universidade de A Coruña e investigadora del CISPAC-Centro de Investigación Interuniversitario das Paisaxes Atlánticas Culturais, España. Link al artículo: https://www.historiaagraria.com/es/numeros/andreu_segui-propiedad_de_la_tierra_deuda_y_desigualdad_en_la_mallorca_rural_siglo_xvi
TUTAMÉIA entrevista a educadora gaúcha Esther Pillar Grossi, 90, pesquisadora sobre o aprender, com formação e mestrado em matemática e doutorado em psicologia cognitiva pela Universidade de Paris. Pesquisadora do Geempa (Grupo de Estudos sobre Educação, Metodologia da Pesquisa e Ação). Inscreva-se no TUTAMÉIA TV e visite o site TUTAMÉIA, https://tutameia.jor.br, serviço jornalístico criado por Eleonora de Lucena e Rodolfo Lucena.Acesse este link para entrar no grupo AMIG@S DO TUTAMÉIA, exclusivo para divulgação e distribuição de nossa produção jornalística: https://chat.whatsapp.com/Dn10GmZP6fV...
Turma, o Miolo de Pote, podcast da TV Unifor, recebe Gerson Lima!Apresentado pelo advogado Armando Costa Jr., o Miolo de Pote é aquele espaço para uma boa conversa. Por aqui, os convidados compartilham histórias, vivências, trajetórias profissionais, experiências pessoais e muito do que existe por trás de suas áreas de atuação.Em um papo descontraído e sem muita formalidade, a conversa vai acontecendo do jeito que a gente gosta: conhecendo melhor quem senta à mesa e tudo aquilo que faz parte da sua caminhada.Então, turma, dê o play, confira esse episódio e fortalece aí compartilhando com quem também vai gostar desse papo leve, de gente fina, elegante e sincera!
Investigadores da Universidade de Évora estão a estudar as tradições alimentares ligadas às plantas arbustivas do montado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mensagens com conteúdos antisemitas atribuídas a Jordan Bardella, actual presidente do Rassemblement National, voltam a colocar o partido francês de extrema-direita sob pressão. A sete meses das eleições presidenciais, analisamos o impacto destas revelações e o desafio que representam para a estratégia de normalização do partido. Falamos das recentes revelações do jornal de investigação Mediapart, que publicou mensagens com conteúdos antissemitas, escritas em 2013 por Jordan Bardella, actual presidente do partido francês de extrema-direita Rassemblement National (RN). Recorde-se que o Rassemblement National, antigo Front National, foi criado por um antigo membro da Waffen-SS, o braço militar da organização nazi alemã, e contou também, entre os seus primeiros membros, com antigos elementos das milícias colaboracionistas de Pétain, conhecidas, nomeadamente, pelos actos de tortura cometidos na Argélia, então colónia francesa. Nos últimos anos, no entanto, o partido tem trabalhado na transformação da sua imagem, procurando normalizar as suas propostas, sobretudo desde que Marine Le Pen sucedeu ao pai, Jean-Marie Le Pen. Esta estratégia permitiu ao partido consolidar a sua presença no cenário político francês e tornar-se uma das principais forças de oposição. Agora, com estas revelações, o RN vê-se novamente confrontado com o seu passado. As recentes revelações colocam Jordan Bardella no centro da polémica. O actual presidente do partido, que poderá ser primeiro-ministro caso Marine Le Pen seja eleita em 2027, rejeita as acusações de racismo e antissemitismo. Falamos com Eric Monteiro, especialista em relações internacionais na Universidade de La Rochelle, em França. Serão estas revelações suficientes para ter um impacto no Rassemblement National, a sete meses das eleições? Até que ponto poderão pesar na campanha eleitoral? Se analisarmos a questão, apercebemo-nos de que, a sete meses das eleicções presidenciais, as sondagens dão Marine Le Pen sempre na liderança do primeiro turno. Em caso de segundo turno entre ela e a maior parte dos candidatos, ela é completamente vencedora, e de maneira incontestável, apesar de ter sido condenada pela Justiça. Portanto, ainda é muito cedo para se saber se estas revelações podem impactar a campanha do rassemblement National. Bardella contesta as afirmações segundo as quais teve estas conversas anti-semitas quando ele tinha 17 ou 18 anos, já era membro do partido. É cedo de mais, pelo menos para saber que impacto verdadeiro isso vai ter nas sondagens. E a sete meses das eleições muita coisa pode acontecer. Não se esqueça que a própria Marine Le Pen ainda está à espera de uma decisão da última instância sobre a sua condenação definitiva ou não. Ou seja, se ela for definitivamente confirmada como condenada por desvio de fundos públicos do Parlamento Europeu da ordem de 4 milhões de euros... Isso quer dizer que teremos potencialmente uma candidata a usar pulseira electrónica. Dá impressão que, efectivamente, a situação geopolítica mundial, os problemas que tocam os franceses no quotidiano, como o preço da gasolina, são as preocupações principais e que o resto pouco importa. Mas aqui são revelações graves. A lei francesa é muito clara quanto a isso. Há liberdade de expressão, mas nos limites da lei. Recordamos que racismo e antisemitismo não são opiniões, são crime. A seu ver, o que é mais preocupante nestas revelações? O que é grave é a tentativa de normalizar a imagem do partido, desde a sua mudança de nome. Como referiu, o partido foi fundado por antigos colaboracionistas do regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial. O fundador do partido, Jean-Marie Le Pen sempre foi acusado de ter exercido tortura durante a Guerra da Independência da Argélia. A sua filha, Marine Le Pen, fez tudo para justamente fazer esquecer todas as frases ditas pelo pai e que eram claramente antisemitas. Mudou o nome do partido e inclusive excluiu o pai do partido. Portanto, teoricamente, era uma página que estava virada na história do novo partido de extrema direita. Para eles, na direcção do partido, deve estar a ser muito difícil ver que afinal, foram anos e anos de preparação para dar uma credibilidade ao partido. E agora, temos o jovem líder do partido, Jordan Bardella, que nasceu depois disto tudo, que representa uma nova geração, e finalmente, estas revelações vêm mostrar que mesmo ele compartilha os mesmos conteúdos antisemitas e racistas. Como explicar que um ministro israelita - o ministro israelita responsável pela luta contra o antisemitismo - tenha manifestado o seu apoio a Jordan Bardella, depois destas acusações? Não nos esqueçamos que o governo actual no poder em Israel é uma coligação de partidos de direita com membros da extrema direita de Israel que têm atitudes nas zonas ocupadas na Cisjordânia e em Gaza, que são muito contestadas pela comunidade internacional, inclusive pela ONU. Portanto, acaba por ser um partido de extrema direita em Israel, que vem defender a extrema direita na França. O Presidente francês Emmanuel Macron, pediu ao Rassemblement National que "clarifique" a sua posição e alegou que as acusações são "muito graves". Qual deve ser o papel de um chefe de Estado cessante nesta situação? O Chefe de Estado é garante das instituições e da constituição da lei suprema, e é o chefe das Forças Armadas. O papel do chefe de Estado é de garantir que as leis sejam aplicadas. Portanto, o facto que ele lembre que esta situação deve ser clarificada parece-me saudável. Independentemente das escolhas políticas que ele possa ter tido durante os dois mandatos, é normal que peça esclarecimentos sobre a situação. As acusações são suficientemente graves. Se forem verdadeiras, elas caem mesmo no âmbito do Código Penal. Portanto, tem que haver uma clarificação. Que impacto real isto vai ter? Passam 80 anos desde a Segunda Guerra Mundial e [o holocausto] e, com tudo que a França sofreu, parece-me impossível que não tenha impacto no eleitorado. Realmente, a memória política é curta.
As vidas de Paulinho, Dri e André deram um grande giro nos últimos meses e, neste episódio, eles contam sobre as diversas aventuras vividas nesse período, que incluem um retorno à universidade, uma visita a um set de cinema de verdade e experiências incríveis vividas do outro lado do mundo.
O que é preciso para transformar cannabis em ciência dentro da universidade? Na Unila (Universidade Federal da Integração Latinoamericana), em Foz do Iguaçu, um professor decidiu montar um dos núcleos mais ativos do Brasil na pesquisa com cannabis e psicodélicos. Hoje, o LCP, laboratório coordenado por Ney Nascimento, reúne cerca de quarenta profissionais e conduz estudos que vão de doenças neurodegenerativas a novas formas de controle do apetite com psicodélicos.No episódio 128 do Cannabis Hoje Pod, eu converso com o professor Ney sobre o que acontece por trás das pesquisas: como elas começam, de onde vêm as perguntas, quais são as dificuldades para conseguir material e autorização e como um laboratório universitário consegue colocar essa engrenagem em andamento. Falamos também sobre os estudos com Alzheimer e Parkinson, as pesquisas com ayahuasca e psilocibina e sobre o que ainda falta descobrir para que a ciência brasileira avance nesse campo.Aperta o play para entrar em um dos mais importantes centros de pesquisa com cannabis e psicodélicos do Brasil.***Ney indicaDráulio Araújo - pesquisador e professor de psicodélicos na UFRN***Encontre o Neyhttps://www.instagram.com/neypnascimento/Encontre o LCP da Unilahttps://www.instagram.com/lcp.unila/***MARCAS APOIADORAS DA 6ª TEMPORADAEssas são marcas que valorizam a comunicação responsável e o jornalismo de excelência como pilares para orientar o desenvolvimento do setor.Farmácia Ephiciência: https://farmaciaephiciencia.com.br/Blis: https://appblis.com.br/Farma USA: https://farmausa.com/USA Hemp: https://www.usahempbrasil.com/AbecMed: https://abecmed.com.br/Tristar Express: https://tristarexpress.com/***Para seguir por dentro dos avanços da cannabis e dos psicodélicos:Assine a news: https://cannabishoje.substack.com/Siga no Insta: https://www.instagram.com/cannabishoje/Inscreva-se no Youtube: https://www.youtube.com/@cannabishojeAcesse: https://linktr.ee/anitakrepp
O tratamento de doenças inflamatórias e degenerativas crônicas nos olhos representa um desafio constante para a medicina ocular. Atualmente, muitos pacientes dependem de medicamentos como os corticoides, que embora eficazes, podem causar efeitos colaterais graves, incluindo o desenvolvimento de catarata e o aumento da pressão arterial e ocular. Para solucionar essa lacuna, pesquisadores da USP de Ribeirão Preto desenvolveram uma nova nanoemulsão que utiliza o canabidiol (CBD) como princípio ativo para o alívio de dores e inflamações. A iniciativa é uma colaboração entre a Faculdade de Medicina e a Faculdade de Ciências Farmacêuticas, ambas de Ribeirão Preto. O diferencial da inovação reside na capacidade de entregar a substância de forma profunda e gradual nos tecidos oculares, superando as limitações dos colírios comuns. Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link https://jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.
É isso que uma equipa da Universidade do Minho está a testar no Vale da Vilariça. O sistema cruza dados do solo, do tempo e de satélite para ajudar a regar apenas quando é preciso. Edição Cláudia CostaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em 2022, um engenheiro da Google afirmou que o chatbot em que trabalhava tinha sentimentos. A empresa dispensou-o por violação das regras de confidencialidade e o assunto pareceu arrumado. Não estava. O neurocientista Anil Seth, da Universidade de Sussex, venceu o Prémio de Ensaio Berggruen de 2025 com um texto que põe em causa a ideia de que basta uma máquina tornar-se suficientemente esperta para acordar por dentro. Fica aqui o que retive da leitura, com as dúvidas que ela deixa.
Eleição a governador e a Senadores do RJ e a deputados federal e estadual da região Entre Bets, crise no STF e pesquisas, eleição a presidente da República
Neste episódio, Vicente Mateus e Luísa Saraiva conversam sobre o processo criativo de Agora baixou o sol, o terceiro espetáculo de uma trilogia de coreografias sonoras, que exploram o corpo como um instrumento musical ressonante e os processos físicos e viscerais através dos quais o som é produzido, sustentado e transformado. Bocarra e Tirana completam este conjunto de espetáculos, tendo este último já sido apresentado no TBA em 2023. O que significa explorar os limites da voz feminina em português? Por que razão em Portugal se canta de determinada maneira? É a partir destas perguntas que Luísa se tem dedicado à música do nordeste português e à música das beiras, trabalhando sobre a polifonia e sobre a forma como o canto quer ir além da respiração. Luísa interessa-se pelo corpo que canta e como a paisagem, o afeto, o trabalho ou as vivências afetam na forma de cantar. Com o músico Vicente Mateus, olham para o corpo e o movimento como matéria de trabalho, explorando como pode a dança ajudar a compreender o corpo que canta. Para este episódio, Luísa traz o Cancioneiro Tradicional e Danças Populares Mirandesas de António Maria Mourinho (1984), Les Chants du Pain Trás-os-Montes de Anne Caufriez (1997) e Portugal de Rodney Gallop (1936) como exemplo de referência para a sua trilogia. Vicente Mateus vive e trabalha entre o Porto e Den Haag, desenvolvendo um percurso situado entre as artes plásticas, o som e o desenho, com especial foco na percussão, enquanto espaços de construção performativa e exploração sensorial. O seu trabalho cruza práticas colaborativas e processos de partilha, utilizando a repetição e o erro como ferramentas para a criação de objetos, sons e imagens. Desde 2022, integra a equipa da Sonoscopia, estrutura dedicada à criação, experimentação e reflexão a partir do som. Luísa Saraiva é coreógrafa e vive entre o Porto e Berlim. Estudou Psicologia na Universidade do Porto e Dança na Universidade de Artes Folkwang, em Essen. Na sua prática coreográfica, utiliza uma abordagem transdisciplinar na investigação do movimento, da linguagem e do som. Em 2019 fez parte do programa danceWEB, e na temporada 2019/2020 foi coreógrafa residente no K3 | Tanzplan Hamburg. Em 2022/2023 recebeu a bolsa Tanzpraxis da cidade de Berlim. No mesmo ano, apresentou o espetáculo Tirana no TBA e em 2025 desenvolveu o workshop de saúde mental nas artes performativas Burning on and on and on. Gravado na Sonoscopia no Porto Edição: Joana Linda Produção: Teatro do Bairro Alto
Alexandre Abicht, gestor do TecnoUnisc, e Marcos Ferreira, assistente da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo da Unisc, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre o Conecta TecnoUnisc, que aborda a interação entre Universidade e empresas no lançamento do Programa MAI/DAI.
Alexandre Abicht, gestor do TecnoUnisc, e Marcos Ferreira, assistente da Diretoria de Inovação e Empreendedorismo da Unisc, participaram do programa Direto ao Ponto para falar sobre o Conecta TecnoUnisc, que aborda a interação entre Universidade e empresas no lançamento do Programa MAI/DAI.
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Medicina, com Doutorado em Pneumologia, Irma de Godoy.Só vem!>> OUÇA (98min 30s)*Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza.Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino)Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart)http://naruhodo.b9.com.br*Irma de Godoy concluiu o doutorado em Medicina (Pneumologia) pela Universidade Federal de São Paulo em 1982 na área de reabilitação pulmonar. Realizou pós-doutorado na University of Pittsburgh no período de 1992-1994, na área de DPOC, Nutrição e Inflamação e estágio no Instituto Catalão de Oncologia, Unidade de Controle do Tabaco, Universidade de Barcelona, em junho e julho de 2023.Atualmente é Professora Titular da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.Atua na área de Pneumologia com ênfase em DPOC, Nutrição, Tabagismo, Oxigenoterapia Domiciliar Prolongada e Reabilitação Pulmonar.Atua em parceria com profissionais das áreas de Enfermagem e Fisioterapia. Presidente da Comissão de Tabagismo da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para o biênio-2008-2010.Revisora do Jornal Brasileiro de Pneumologia desde 2014 e revisora de publicações nacionais e internacionais.Presta assessoria científica para agências de fomento em pesquisa e a ANVISA. Diretora de Ensino da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, gestão 2017-2018. Presidente eleita gestão 2019-2020 e Presidente gestão 2021-2022.Membro da coordenação de Tabagismo da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, gestão 2024-2025.Lattes: http://lattes.cnpq.br/5079454858778041*APOIE O NARUHODO!O Altay e eu temos duas mensagens pra você.A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos.A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano.Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar.A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar.A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREONÉ isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder.bit.ly/naruhodo-no-orelo
La Asociación de Alumnos y Exalumnos de la Universidade Senior de Ferrol inicia una nueva etapa, con una renovada junta directiva presidida por Antonio Polo y nuevos proyectos para impulsar la participación y la convivencia entre sus integrantes. Uno de los primeros objetivos es ampliar el coro de la asociación, para lo que se ha puesto en marcha una campaña de captación de nuevas voces, especialmente masculinas. El llamamiento llegará también al Campus Industrial de Ferrol mediante carteles informativos, con el propósito de animar a las personas con inquietudes musicales a incorporarse a la formación. La iniciativa busca no solo sumar cantantes, sino reforzar el coro como espacio de encuentro, participación y actividad compartida entre alumnos y exalumnos. La asociación estrena además su página web, aausf.org, un nuevo canal para informar de sus actividades y mantener el contacto con la comunidad de la Universidade Senior. De esta nueva etapa, del coro y de la búsqueda de nuevas voces hablamos con Antonio Polo en Voces de Ferrol.
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Eu e minha Universidade do Consumidor palestramos no maravilhoso evento @iima_info em Curitiba na @fiepr sobre Automação, Dados e Inteligência Artificial sobre O PROFISSIONAL DE DADOS E OS SEUS DEMÔNIOS, e aproveitei e questionei a outros ilustres palestrantes: Qual é o seu demonio?Neste episódio temos: Emerson Cabrera Paraiso, Professor Pesquisador na PUCPR. Responsável pela frente de Inteligência Artificial da PUC-PR. @emerson.cabrera.paraiso@pucproficial@hevertonsa@universidadedoconsumidorAdquira o livro em:Em ingles, compre em https://amzn.to/4nl6dowEm portugues, compre em https://amzn.to/4aS181oou contrate-me para palestras e consultorias em www.heverton.com.br#atendimentoaocliente #experienciadocliente #atendimento #customerexperience #cienciadedados #consumo #inovacao #marketing #inteligenciaartificial
O LibriCast é o Podcast da Biblioteca Central da Unifor com temas variados e convidados com conhecimento no tema proposto. Dinheiro faz parte da nossa rotina, mas será que sabemos realmente lidar com ele?
Neste episódio da série Memórias do Cárcere: presos e presas políticos da ditadura brasileira, do podcast História Presente, conhecemos a trajetória de Mário Miranda de Albuquerque, que participou da militância política durante as décadas de 1960 e 1970 e viveu a experiência da prisão e da repressão durante a ditadura civil-militar brasileira.A partir de suas memórias, a entrevista percorre diferentes dimensões da experiência política e pessoal daquele período: a militância nas organizações de esquerda, a repressão e o cárcere, as formas de resistência e solidariedade, além das relações de gênero, amizades, amores e afetos construídos em tempos de perseguição política.A série é uma realização do História Presente, projeto de extensão do Laboratório de Pesquisa e Práticas de Ensino em História (LPPE), vinculado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).Ficha técnica:Coordenação da série: Izabel Pimentel (Uerj) e Andréa Queiroz (UFRJ)Entrevistadoras: Ana Clara Passos e Lívia Bittencourt (Uerj)Roteiro: Ana Clara Passos, Lívia Bittencourt e Vinícius Pereira (Uerj)- sob supervisão da profa. Izabel PimentelEdição de áudio e vídeo: Fernando Martins (Bolsista de Extensão LPPE/Uerj)Divulgação: Daniel Teixeira (Bolsista de Extensão LPPE/Uerj)Programação visual: Patrick Dansa (LPPE/Uerj)
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Veja nesta edição que a polícia investiga a morte de uma oficial da Marinha em uma base militar dentro da Universidade de São Paulo, na capital paulista. No Rio de Janeiro, ao menos 64 escolas suspenderam as aulas durante operações contra o crime organizado.E ainda: Conselho do Ministério Público Federal decide manter Paulo Gonet no caso Master.
Os muros já praticamente não nos falam. E nem de limite servem, como barreiras, cortando as frases, interrompendo a tagarelice deste mundo tão jactante precisamente porque nada tem para dizer. Vende-nos constantemente o seu vazio por incapacidade de afirmar seja o que for. «Nada está próximo para quem está à deriva»... Eis a última frase que li num muro e que me pareceu que falava para mim. Já vão uns anos. Desencontrados de tudo, e desde logo desencontrados face à época, incapazes de corresponder à sintonia que esta exige, se quisermos afectar ou perturbar o seu curso temos de começar pela afinação de uma estética, expurgando-a quer do senso comum quer de valores morais. Não sei que raio de sugestão terão feito a Ballard quando se lembrou de listar as suas crenças num breve artigo publicado originalmente numa pequena revista francesa, o certo é que, em vez de nos vir com o habitual recital de sensaborias patéticas, nos deu uma perfeita destilação do seu universo, dessa estética que iria infectar e estimular a imaginação de todos nas décadas que se seguiram. Eis o principal: «Deter a noite, transcender a morte, encantar as auto-estradas, granjear a simpatia dos pássaros, conquistar as confidências dos loucos.» Ora aí estava uma forma de ganhar a confiança a um imaginário licencioso, capaz de gerar algum transtorno, refazer o mundo, mesmo que apenas para uns quantos inadaptados. «Acredito nas minhas próprias obsessões», adiantava ele, «na beleza do acidente de automóvel, na paz da floresta submersa, nas emoções da praia de férias deserta, na elegância dos cemitérios de automóveis, no mistério dos parques de estacionamento de vários andares, na poesia dos hotéis abandonados. (…) Acredito na impossibilidade da existência, no humor das montanhas, no absurdo do electromagnetismo, na farsa da geometria, na crueldade da aritmética, na intenção assassina da lógica. Acredito nas adolescentes, na sua corrupção pelas próprias posturas das pernas, na pureza dos seus corpos desgrenhados, nos vestígios dos seus genitais deixados nas casas de banho de motéis miseráveis. (…) Acredito na delicadeza do bisturi do cirurgião, na geometria ilimitada do ecrã de cinema, no universo oculto dentro dos supermercados, na solidão do Sol, na loquacidade dos planetas, na repetitividade de nós próprios, na inexistência do universo e no tédio do átomo. (…) Acredito nos próximos cinco minutos. (…) Acredito na ansiedade, na psicose e no desespero. (…) Acredito no alcoolismo, nas doenças venéreas, na febre e no esgotamento. Acredito na dor. Acredito no desespero. (…) Acredito em todas as alucinações. Acredito em toda a raiva. Acredito em todas as mitologias, memórias, mentiras, fantasias, evasões.» Talvez não seja o suficiente para fundar uma comunidade, um culto ou uma seita proselitista de qualquer ordem. Não parecem ser as notas de alguém minimamente empenhado em transmitir-nos algum tipo de esperança. Mas é, sobretudo, uma convicção de ordem estética, uma margem para se desligar de todo esse desastre de quem nos promete as melhores soluções, os que vivem das medíocres fantasias subordinadas à razão, à lógica, ao bem-comum podem bem ser o pior tipo de canalhas, num momento em que é uma forma de devastação inesperada a única possibilidade de ser feita alguma espécie de justiça neste mundo. Na sua obra ficcional, Ballard não fez outra coisa senão demonstrar como o mundo nos encurralou a tal ponto que só ambicionamos verdadeiramente o colapso, a derrocada das maravilhas deste regime em que nos forçam a viver encerrados como num vedado Jardim das Delícias. «Os últimos relatórios enviados de Las Vegas descreviam uma capital do jogo abandonada parcialmente submersa num gigantesco lago fustigado pelas chuvas. As roletas estavam paradas e as luzes moribundas dos hotéis reflectiam-se nos prados do deserto alagado, ou o fracasso e a humilhação da América vistos no mais feroz dos espelhos.» Seria quase impossível aceitar um paraíso que não vingue enquanto a deglutição das ruínas de todo este resplandecente cenário de progresso que temos diante de nós. «E por toda a parte, carros (…) rodeados de areia, enfileirados a ganhar pó, as suas carroçarias enferrujadas transformadas em caramanchões de flores silvestres que irrompiam de pára-brisas desfeitos e os compartimentos dos motores a darem guarida a toda a espécie de roedores do deserto.» Fechamos os olhos, e não é difícil pressentir essa desolação que está inscrita nas coisas, e como em algumas décadas o mundo se verá convertido numa imensa paisagem imemorial e melancólica, com essas cidades defuntas que estão já presentes nas ficções em que nos pomos a contemplar o futuro. Por agora, a publicidade tenta pintar por cima de tudo, mas essa mesma publicidade diz-nos que não pertencemos ao mundo por ela idealizado, e diz-nos também que «quando a vida se submete ao consumo, a morte torna-se uma obra de arte» (Müller). É evidente que o nosso destino é o subterrâneo, e, como se lê nos «cadernos» desse ser que ali tomou morada, se, nos últimos dois séculos, o ópio da religião foi substituído pelo dos sumptuosos anúncios publicitários e o progresso se tornou a grande vertigem e doutrina, e se enfatizou sempre que vinha aí outra coisa, que «a própria ciência ensinaria ao homem que, na realidade ele não tem vontade nem capricho, nem os teve nunca, e mais não é do que uma tecla de piano ou pistão do órgão; e que, além disso, há no mundo leis da natureza, logo, tudo o que o homem faz não é feito por sua vontade, mas espontaneamente, pelas leis da natureza»… «Por conseguinte, basta descobrir essas leis da natureza, e o homem nem responsável será pelos seus procedimentos e ser-lhe-á muito fácil viver. Todos os procedimentos humanos serão então estimados de acordo com essas leis, matematicamente, como uma tábua de logaritmos, até 108 000, e incluídos num almanaque; ou, ainda melhor, aparecerão umas benevolentes edições, à maneira dos nossos actuais dicionários enciclopédicos, em que tudo será tão bem calculado e enunciado que deixará de haver mais procedimentos e mais aventuras no mundo.» Isto apareceu escrito por Dostoiévski numa revista em 1864, antecipando como toda esta marcha do progresso e da razão serviria para nos infectar de um ânimo absurdamente truculento, colocando um sulfúrico desprezo no lugar do desejo… «Não me admiraria nada, por exemplo, se, sem mais nem menos, no meio do bom senso geral futuro, surgisse um gentil-homem qualquer de fisionomia ignóbil, ou, melhor dizendo, retrógrada e irónica, que, pondo as mãos nos quadris, dissesse para todos nós: o que acham, meus senhores, e se déssemos um valente pontapé em todo este bom senso de uma vez por todas, unicamente para que todos estes logaritmos fossem para o raio que os parta e para voltarmos a viver segundo a nossa estúpida vontade?» Como é óbvio, nem preciso sugerir qualquer errata, qualquer actualização, para que a própria força das circunstâncias nos obrigue nos dias de hoje a substituir «logaritmos» por «algoritmos», ou por qualquer outra dessas funções que nos esmagam quotidianamente. Contra todas as promessas, todos os ganhos e vantagens desse futuro tecnológico, contra os avanços sucessivos, contra as mais salivantes fantasias para as quais somos industriados, ainda assim, persiste este desejo subterrâneo no homem de agir pela sua vontade e não como lhe mandavam a razão e a vantagem. «A nossa própria, livre e independente vontade, o nosso próprio capricho, por mais absurdo e selvagem que seja, a nossa própria fantasia, desenfreada por vezes até à loucura – eis a mais vantajosa das vantagens, a que foi omitida, a que não se encaixa em nenhuma classificação e que permanentemente faz desmoronarem-se todos os sistemas e teorias. Onde foram todos esses sábios buscar a ideia de que o homem precisa de uma qualquer vontade normal e virtuosa? Por que razão fantasiaram eles que é indispensável ao homem uma vontade sensatamente vantajosa? O que o homem precisa é só de uma vontade independente, custe o que custar e leve aonde levar esta independência. E sabe-se lá que diabo de vontade é essa…» Neste episódio, juntou-se a nós João Camargo, que tem já um longo percurso enquanto militante e activista, batendo-se pelas profundas transformações políticas e sociais que se mostram urgentes para contrabalançar a emergência climática, sendo um dos elementos fundadores do Climáximo. Tem também desenvolvido pesquisas consistentes no que respeita à Inteligência Artificial e à devastação que esta acarreta, exponenciando mecanismos de vigilância e opressão e o complexo das indústrias militares. Mestre em Engenharia do Ambiente e Produção Animal, é investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, no doutoramento em Alterações Climáticas e Políticas de Desenvolvimento Sustentável, e autor dos livros Que Se Lixe a Troika (2013) e Manual de Combate às Alterações Climáticas (2018) e co-autor de Portugal em Chamas – Como resgatar as florestas (2018).
Turma, o Miolo de Pote, podcast da TV Unifor, recebe o João Batista!Apresentado pelo advogado Armando Costa Jr., o Miolo de Pote é aquele espaço para uma boa conversa. Por aqui, os convidados compartilham histórias, vivências, trajetórias profissionais, experiências pessoais e muito do que existe por trás de suas áreas de atuação.Em um papo descontraído e sem muita formalidade, a conversa vai acontecendo do jeito que a gente gosta: conhecendo melhor quem senta à mesa e tudo aquilo que faz parte da sua caminhada.Então, turma, dê o play, confira esse episódio e fortalece aí compartilhando com quem também vai gostar desse papo leve, de gente fina, elegante e sincera.
O que provoca os atrasos nas grandes obras públicas? Investigadores da Universidade de Lisboa estão a tentar responder a esta questão.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Para comemorar o aniversário de 12 anos do Caos Planejado, entrevistamos nesta edição especial o seu fundador e editor-chefe, Anthony Ling. Conversamos sobre os temas que mais repercutiram nos conteúdos do Caos Planejado no último ano, dentre eles: Brasília, verticalização, studios, tarifa zero, pedágio urbano e segurança pública.De Porto Alegre, Anthony Ling é arquiteto e urbanista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Fez MBA na Universidade de Stanford, é professor no MBA Cidades Responsivas e palestra sobre planejamento urbano há mais de uma década. Em 2014, fundou o Caos Planejado, com a intenção de ampliar o debate sobre urbanismo no Brasil.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
A Secretaria de Estado do Rio de Janeiro confirmou um caso de raiva em um cão que teve contato com um morcego. O animal precisou ser sacrificado. No mês passado, uma cidade do interior de São Paulo registrou a primeira morte de um cachorro por raiva em 30 anos. Os dois episódios servem de alerta para uma doença grave, mas que pode ser prevenida, principalmente por meio da vacinação de cães e gatos. Para falar sobre essa zoonose, o JR 15 Minutos recebe Paulo Eduardo Brandão, professor do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da Universidade de São Paulo.
O Design Maldito, podcast parceiro da TV Unifor, está de volta para a sua segunda temporada com um novo olhar sobre as possibilidades de atuação do design.Nesta temporada, o programa busca compreender como o design pode atuar (muitas vezes, já atua) nos serviços públicos, mesmo quando essa presença não é reconhecida ou nomeada como design. A partir de diferentes experiências, perspectivas e áreas de atuação, o podcast propõe reflexões sobre como o pensamento e as práticas do design podem contribuir para transformar serviços e impactar a vida das pessoas.O próprio nome do programa reflete as diferentes formas como o design pode ser compreendido. Ele pode ser maldito, quando é mal interpretado; predito, quando já chega acompanhado de uma interpretação prévia; ou até bendito, quando sua intenção é perfeitamente compreendida. E essas são apenas algumas das possibilidades.No episódio de hoje, Leandro Maciel se junta a Jorge Godoy e Bruno Ribeiro para uma conversa sobrecomo o design entrou no orçamento da cultura, explorando os caminhos e as possibilidades do design para além dos espaços em que ele é tradicionalmente reconhecido.Dê o play e vem descobrir com a gente como o design também pode estar presente onde, muitas vezes, a gente nem percebe!
O Podcast Ciência UPE é um espaço de divulgação científica da Universidade de Pernambuco, com debates com estudantes, técnicos-administrativos e docentes, com reflexões sobre a produção científica e suas entregas a sociedade.
Em 2006, a Lei nº 11.343 instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD) e estabeleceu uma política que combinava prevenção, atenção e reinserção social com repressão à produção e ao tráfico de drogas. 20 anos depois, a pergunta é inevitável:O que a Lei de Drogas produziu no Brasil — e o que precisamos mudar daqui para frente?Neste episódio, Monique Prado recebe 3 grandes juristas antiproibicionistas para debater o marco dos 20 anos da atual lei de drogas brasileira, uma legislação que tinha a proposta de estabelecer uma nova política para o país.De um lado, prevenção, atenção e reinserção social para pessoas que fazem uso de drogas. Do outro, repressão à produção e ao tráfico.A lei também eliminou a pena de prisão para quem porta drogas para consumo pessoal. Mas criou uma distinção que se tornaria um dos pontos mais controversos da política brasileira: afinal, quem é usuário e quem é traficante?Duas décadas depois, o Brasil teve um crescimento vertiginoso da população carcerária e novas interpretações do STF sobre o porte, apenas, de maconha, mudanças importantes nas políticas de Redução de Danos, que perdem espaço para as Comunidades Terapêuticas , e a ampliação dos problemas do modelo proibicionista e seu enfrentamento.Neste episódio, propomos um balanço dessas duas décadas, por uma perspectiva jurídica antiproibicionista.A Lei de Drogas funciona? Quem ganha e quem perde com ela? O que mudou na política brasileira de drogas? Como imaginamos e como queremos uma política de drogas para os próximos 20 anos?Para discutir essas questões, recebemos três grandes parceiros do Maconhômetro e que acompanham de muito perto esse debate nessas últimas décadas.:Emilio Figueiredo, advogado, mestre em Justiça e Segurança (UFF) e doutor em Sociologia e Direito (UFF), sócio da FNS Advocacia Insurgente, CoFundador da Rede Reforma e Pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Psicoativos e Cultura - PsicoCult/UFF e Membro do Conselho Consultivo da PBPD.Luciana Boiteux, que é advogada, graduada em Direito (UERJ), mestre em Direito da Cidade (UERJ) e doutora em Direito Penal e Criminologia (USP). Pesquisadora e Professora de Direito Penal e Criminologia da FND/UFRJ e do PPGDH/UFRJ. Ex-vereadora e atual candidata à Deputada Estadual no RJ. É ativista feminista e antiproibicionista e representante da PBPD no CONAD.E Cristiano Maronna, advogado, mestre e doutor em Direito Penal (USP), pós-graduado em Direito Penal pela Universidade de Salamanca/ESP e em Direito Penal Econômico Europeu pela Universidade de Coimbra/POR. Foi presidente do IBCCrim e secretário da PBPD. Atualmente é membro do Conselho de Prerrogativas da OAB-SP e diretor da Plataforma Justa.Confira e fique por dentro!---O ep. Debate #49 | 20 anos da Lei de Drogas no Brasil: um balanço crítico e antiproibicionista, com Luciana Boiteux (PBPD), Emílio Figueiredo (Reforma) e Cristiano Maronna (JUSTA), contou com apresentação de Monique Prado (CM), direção, roteiro e produção de Gustavo Maia (CM) e edição e finalização de Antonio Said (Pinzeiro).
Investigadores da Universidade de Aveiro estudaram a qualidade da legendagem na comunicação de ciência.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Versión estendida. Asistimos ao 42 Congreso da SEIO (Sociedade de Estatística, Investigación de Operacións e Ciencia de Datos) celebrado en Santiago. (3:13) Lola Martínez Miranda, presidenta da SEIO e catedrática da Universidade de Granada, e Mercedes Conde, investigadora do CITMAga e coordinadora do Grupo de Bioestatística e Ciencia de Datos Biomédicos da USC, explican como estas disciplinas axudan a decidir nun contexto de incerteza. (15:51) Julio González Díaz, catedrático da USC, e Alberto Torrejón Valenzuela, investigador do IMUS da Universidade de Sevilla, explican como a optimización pode equilibrar eficiencia e equidade en rutas, redes enerxéticas ou distribución de recursos. (41:11) Efeméride do 6 de setembro do Calendario da Historia da Ciencia de Moncho Núñez. (46:23) Anabel Forte @bayesana.bsky.social (Universidade de Valencia) explica como a estatística bayesiana estivo relegada durante dous séculos, pero agora é unha ferramenta fundamental. Carmen Minuesa (Universidade de Estremadura) estuda procesos de ramificación para modelizar poboacións, epidemias ou células.
Debate da Super Manhã: Ter um carro próprio representa, para muitos brasileiros, conforto, autonomia e praticidade. Mas, antes de girar a chave, é preciso fazer as contas. O valor da compra é apenas o começo de uma lista que inclui combustível, impostos, seguro, manutenção, estacionamento e até a desvalorização do veículo. Ao mesmo tempo, o avanço dos aplicativos de transporte e a busca por melhorias no transporte público ampliam as possibilidades de mobilidade e colocam uma nova questão na ponta do lápis: vale mais a pena possuir um carro ou pagar apenas pelos deslocamentos quando necessário? No debate desta quinta-feira (17), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre os altos valores para a compra de carros e os impostos vinculados à aquisição, os custos necessários para manter um automóvel, as vantagens e desvantagens de ter um carro próprio e se, diante de outras formas de mobilidade, compensa abrir mão do veículo em prol de alternativas de transporte. Participam o consultor do setor automotivo, palestrante e diretor da ALPHA Consultoria, Alexandre Costa; o doutor em Economia, professor da Faculdade de Administração e Direito de Pernambuco, da Universidade de Pernambuco (FCAP-UPE) e Auditor da UFPE, Joebson Maurilio; e o jornalista especialista em veículos e apresentador do programa Carro Arretado da TV Jornal, Silvio Menezes.
No 3 em 1 desta quarta-feira (16), o destaque foi que o pedido de vista do ministro Flávio Dino colocou em xeque a data dos julgamentos dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. O STF analisava uma investigação conjunta de ambos os magistrados. A primeira sessão após julgamento foi marcada por tensão. A bancada do programa 3 em 1 analisou os bastidores do Supremo Tribunal Federal (STF) após a suspensão da sessão extraordinária desta terça-feira (15). O presidente Edson Fachin tem sofrido forte pressão da ala alinhada a Alexandre de Moraes para definir os rumos das apurações da Polícia Federal (PF) sobre as mensagens vazadas com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. Jornais e veículos da imprensa internacional repercutiram os desdobramentos da sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF). A mídia estrangeira destacou o clima de tensão e classificou a situação como uma crise sem precedentes na Corte. Reportagem: Eliseu Caetano. Em entrevista ao programa 3 em 1, o jurista e professor de Direito Processual Penal da Universidade de São Paulo (USP), Gustavo Badaró, criticou o pedido de vista do ministro Flávio Dino (PSB). O STF analisa se a Polícia Federal (PF) deve apurar as mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, bem como a unificação do processo ao de André Mendonça. O ministro Nunes Marques bloquear Gilmar Mendes no Whatsapp após um desentendimento com o decano. O atrito ocorreu na terça-feira (08), antes da sessão extraordinária que analisou se a Polícia Federal (PF) deve investigar mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, além da unificação do processo ao de André Mendonça. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou um posicionamento firme do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, diante da crise institucional na Corte. A declaração ocorre após o plenário paralisar a votação sobre autorizar a Polícia Federal (PF) a investigar mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O presidente Lula saiu em defesa do ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado prestou grandes serviços à democracia. Em sua fala para um podcast, Lula cutucou Flávio Bolsonaro (PL). O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) criticou a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF) desta terça-feira (15). Flávio classificou a sessão como um “triste espetáculo” e afirmou que “ninguém aguenta mais os ministros do Lula”. A ministra Cármen Lúcia lamentou a crescente descrença da população nas administrações públicas e enfatizou que a democracia depende da confiança nas instituições. A fala ocorre um dia após a sessão extraordinária que julgava se a Polícia Federal (PF) deve investigar mensagens vazadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, além da unificação com o caso de André Mendonça. Tudo isso e muito mais você acompanha no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No mês em que o Roda Viva comemora 40 anos, os rumos da democracia brasileira voltam ao centro da roda. O programa recebe, nesta segunda-feira (14/9), o professor de Direito Constitucional da Universidade de São Paulo (USP) Conrado Hübner Mendes.Com ampla atuação no debate público sobre o Poder Judiciário, Hübner Mendes analisa as recentes dinâmicas internas do Supremo Tribunal Federal (STF), a conduta dos ministros e os impactos de decisões monocráticas sobre a transparência, a integridade institucional e o processo eleitoral.Apresentado por Ernesto Paglia, o Roda Viva vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, no canal da TV Cultura e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #ConradoHübnerMend
De acordo com pesquisadores da Universidade de Cambridge, o cérebro humano atinge seu “auge” por volta dos 30 anos, quando enfim, para a ciência somos adultos de verdade. Para além da maioridade penal, de poder tirar a CNH e de outros marcadores sociais, o que significa isso? Pagar contas é ser adulto? Tomar suas próprias decisões? Um dia a maturidade vem ou vamos pra sempre ter vontade de chamar um adulto premium?Nosso papo de amigas de hoje é sobre uma sensação de nos acompanha há tempos e que está ganhando as nossas rodas de convesa: quando vamos sentir que somos adultas. Quer dizer, vamos?------------------PITAYA: O CLUBE DE CALCINHAS QUE AMAMOS AMARassinepitaya.com.brCupom: DONAS15------------------UM AIRBNB EM GRAMADO PRA CHAMAR DE NOSSOhttps://www.airbnb.com.br/rooms/33580406?unique_share_id=891d6240-97dc-4f1f-ad72-5138ea8cf351&viralityEntryPoint=1&s=76* Chama a Dâmaris no chat e conta que é nossa apoiadora, tá? Tem condição especial! :)------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST!www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra (@larissavguerra) e Marina Melz (@marinamelz)Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf (@brunostolf)Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.
Neste episódio do Fronteiras no Tempo, Marcelo Beraba, C. A., Willian Spengler e o ex-estagiário Rodolfo recebem Bruno Smolarek Dias e Andre Trapani Costa Possignolo para discutir a História do Direito Internacional, com especial atenção às transformações ocorridas no cenário internacional após a Segunda Guerra Mundial. A conversa parte do debate sobre soberania dos Estados e os limites do poder estatal, passando pela criação de uma nova ordem internacional, pela consolidação dos Direitos Humanos, pelo papel das organizações e tribunais internacionais e pelas mudanças ocorridas no Direito Internacional contemporâneo. O episódio também aproxima essas questões do cenário atual e da realidade brasileira, refletindo sobre os conflitos entre soberania nacional, compromissos internacionais e proteção dos direitos fundamentais. Financiamento Coletivo Se você é apaixonado por história e quer nos ajudar a continuar produzindo conteúdo de qualidade, apoie o Fronteiras no Tempo: Pix recorrente – chave: fronteirasnotempo@gmail.com Apoia-se – https://apoia.se/fronteirasnotempo Saiba mais dos nossos convidados Bruno Smolarek Dias Bruno Smolarek Dias é graduado em Direito pelo Centro Universitário Positivo, mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná e doutor em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí. Realizou doutorado-sanduíche na Universidade do Minho, em Portugal, e doutorado em regime de cotutela com a Università degli Studi di Perugia, na Itália. É professor titular da Universidade Paranaense (UNIPAR), onde atua na graduação, pós-graduação e no Mestrado em Direito Processual e Cidadania. Foi coordenador do Curso de Direito da UNIPAR, Campus Francisco Beltrão. Sua atuação acadêmica concentra-se principalmente em Direitos Humanos e Fundamentais, Direito Internacional Público, Direito Constitucional e Direito Processual, além de temas relacionados ao Direito Ambiental, Direito Público, Sociologia Política e Ciência Política. Andre Trapani Costa Possignolo Andre Trapani Costa Possignolo é graduado em Direito pela Universidade Federal de Ouro Preto e mestre em Direito pela Universidade Federal de Mato Grosso. É pesquisador do grupo “Direito Constitucional – Novas perspectivas à luz da efetividade dos direitos fundamentais” (GConst) e professor de Direito na Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Campus Barra do Bugres. Atua principalmente nas áreas de Teoria do Direito, Ciência Política, Direitos Fundamentais e Hermenêutica Jurídica, tendo também interesse em Filosofia Política, Filosofia do Direito, História, Direito Constitucional, Metodologia e Epistemologia. Como citar esse episódio Fronteiras no Tempo #99 História do Direito Internacional. Locução Marcelo de Souza Silva, Rodolfo Grande Neto, Bruno Smolarek Dias, Andre Trapani Costa Possignolo e Willian Spengler. [S.l.] Portal Deviante, 15/09/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/?p=67589&preview=true Material Complementar DIAS, Bruno Smolarek. Novo Direito Internacional: revendo a teoria do Direito Internacional Público a partir das teorias do jus cogens, Direitos Humanos e Processo Legal Transnacional. São Paulo: Dialética, 2021. Disponível em: https://www.amazon.com.br/Novo-Direito-Internacional-revendo-direito/dp/6525205077 DIAS, Bruno Smolarek; THAMAY, Rennan; PAGANI, Lucas Augusto Gaioski. Precedentes dos Tribunais Internacionais de Direitos Humanos no Brasil. 1. ed. Tirant Lo Blanch Brasil, 2025. Disponível em: https://editorial.tirant.com/br/libro/precedentes-dos-tribunais-internacionais-de-direitos-humanos-no-brasil-bruno-smolarek-dias-9788594776259 Jorge Ben. “W/Brasil (Chama o Síndico)”. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=fY1HviUjWdY KELSEN, Hans; CAMPAGNOLO, Umberto. Direito Internacional e Estado Soberano. Organização de Mario G. Losano. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2021. Onde encontrar: https://www.amazon.com.br/Direito-internacional-estado-soberano-Kelsen/dp/6586016843 MAIA, Paulo Sávio Peixoto. “A contraposição ao conceito de soberania de Hans Kelsen como elemento constitutivo do decisionismo jurídico de Carl Schmitt”. Direito, Estado e Sociedade, n. 37, p. 113–131, 2010. Disponível em: https://www.lexml.gov.br/urn/urn:lex:br:rede.virtual.bibliotecas:artigo.revista:2010;1000916119 Spectreman e as Origens do Doutor Gori. YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=FNwpdDczU4g Expediente Produção Geral e Hosts: C. A. e Beraba. Recordar é viver: Willian Spengler. Artes do Episódio: C. A. Edição: Talk’nCast Redes Sociais Facebook, Youtube, Instagram Madrinhas e Padrinhos Apoios a partir de 12 de junho de 2024 Alexsandro de Souza Junior, Aline Silva Lima, André Santos, André Trapani, Andréa Gomes da Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Augusto Carvalho, Carolina Pereira Lyon, Charles Calisto Souza, Edimilson Borges, Elisnei Menezes de Oliveira, Erick Marlon Fernandes da Silva, Fabio Ricardo de Assis, Flávio Henrique Dias Saldanha, Gislaine Colman, Iara Grisi, João Ariedi, Klaus Henrique de Oliveira, Manuel Macias, Marlon Fernandes da Silva, Pedro Júnior Coelho da Silva Nunes, Rafael Henrique Silva, Raul Sousa Silva Junior, Renata de Souza Silva, Ricardo Orosco, Rodrigo Mello Campos, Rubens Lima e Willian SpenglerSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A íntegra do programa em português que foi ao ar em rede nacional pela rádio SBS 2 na Austrália. Principais assuntos: Universidade de Queensland organizou o maior estudo já feito sobre saúde mental perinatal no mundo. Conversamos com a psicóloga Camila Albuquerque, de Sydney, que reflete sobre os resultados da pesquisa do ponto de vista da mulher imigrante. Mais: simpósio entre Brasil e Austrália em São Paulo para discutir as oportunidades na mineração entre os dois países. Nova Gales do Sul terá testes de drogas em festivais de música. Em Portugal, oito meses depois da tempestade Kristin, concelhos mais afetados ainda contabilizam alunos a ter aulas em contendores.A íntegra do programa em português que foi ao ar em rede nacional pela rádio SBS 2 na Austrália. Principais assuntos: Universidade de Queensland organizou o maior estudo já feito sobre saúde mental perinatal no mundo. Conversamos com a psicóloga Camila Albuquerque, de Sydney, que reflete sobre os resultados da pesquisa do ponto de vista da mulher imigrante. Mais: simpósio entre Brasil e Austrália em São Paulo para discutir as oportunidades na mineração entre os dois países. Nova Gales do Sul terá testes de drogas em festivais de música. Em Portugal, oito meses depois da tempestade Kristin, concelhos mais afetados ainda contabilizam alunos a ter aulas em contendores.—-Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Siga a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.#sbsaudiopodcast
Levantamentos da Quaest têm apontado que a violência é a principal preocupação dos brasileiros nos meses que antecedem a eleição. O medo está em alta mesmo com a tendência de queda dos homicídios no país em anos recentes. O quinto Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 destrincha o quadro da violência no Brasil e traz análises sobre a relação entre o sentimento de insegurança e o crime organizado. Também entra no papel que a violência contra as mulheres e aquela cometida por forças policiais têm nesse cenário. O episódio conta com a participação de Camila Nunes Dias, professora da UFABC (Universidade Federal do ABC) e pesquisadora do NEV-USP (Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo); e de Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz. Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Mariana Vick Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Veja também em youtube.com/@45_graus Miguel Castanho é professor catedrático de Bioquímica na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigador na área da bioquímica física de fármacos, sendo group leader no GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular. _______________ Índice (2ª Parte): Investigação do autor Importância da investigação fundamental "navegar é preciso, viver não é preciso" Papel da barreira hematoencefálica Maiores desafios ao desenhar um fármaco Limites dos testes em animaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Miguel Castanho é professor catedrático de Bioquímica na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigador na área da bioquímica física de fármacos, sendo group leader no GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular. _______________ Índice (1ª parte): O que muda entre gerações de alunos Como adaptar o ensino à IA? Um bom investigador é um bom professor? Manual de bioquímica do convidado (Integrative Human Biochemistry) Como ensinar diferentes perfis de alunos Quando aprendemos a distinguir o essencial do acessórioSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Universidades, representantes da indústria, pesquisadores e autoridades do Brasil e da Austrália vão se reunir neste mês em São Paulo para discutir o futuro dos minerais críticos e o papel dos dois países no desenvolvimento de cadeias produtivas mais sustentáveis e inovadoras. Idealizado pelo pesquisador brasileiro Marc Picavet, da Universidade de Tecnologia de Queensland (QUT), o Fórum Austrália-Brasil sobre Minerais Críticos busca fortalecer a cooperação bilateral em áreas como pesquisa, processamento mineral e desenvolvimento tecnológico, em um momento de crescente demanda global por esses recursos.Universidades, representantes da indústria, pesquisadores e autoridades do Brasil e da Austrália vão se reunir neste mês em São Paulo para discutir o futuro dos minerais críticos e o papel dos dois países no desenvolvimento de cadeias produtivas mais sustentáveis e inovadoras. Idealizado pelo pesquisador brasileiro Marc Picavet, da Universidade de Tecnologia de Queensland (QUT), o Fórum Austrália-Brasil sobre Minerais Críticos busca fortalecer a cooperação bilateral em áreas como pesquisa, processamento mineral e desenvolvimento tecnológico, em um momento de crescente demanda global por esses recursos.#sbsaudiopodcast
Excluídos de Medicina entraram na Universidade do Gustavo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como o monitoramento de quase metade dos brasileiros por câmeras de vigilância tem impactado os índices de criminalidade? Por que tanta gente apoia sistemas como o Smart Sampa, mas pouca gente se sente mais segura? Quais os impactos de ter o rosto confundido com o rosto de um assassino?Ouça essas e outras respostas no episódio 168 de Escafandro.Episódios relacionados30: Polícia para quem?36: Duas vezes cadeia112: Sorria, você está sendo executadoMergulhe mais fundoCidade vigiada, sociedade vigilanteSmart Sampa vigia, mas não protegeEntrevistados do episódioAlcides PeronDoutor em política científica e tecnológica. Professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FAC-Unicamp), pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e do Laboratório de Estudos do Setor Público (LESP).Pablo NunesPesquisador em segurança pública, tecnologia e dados abertos. Doutor em ciência Ppolítica pelo IESP/UERJ. Diretor do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), criador do Panóptico e coordenador da Rede de Observatórios da Segurança.Vinicius LopacinskiMestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastChega de colocar a culpa no outro. Chega de terceirizar responsabilidade pelo governo, pelo pai ausente, pela falta de tempo, pela sorte dos outros. Nesse episódio do BrunetCast, Tiago Brunet recebe Guto Galamba, educador físico com formação em psicologia positiva e ciência do bem-estar pela Universidade de Yale, para uma conversa sem filtro sobre autorresponsabilidade.Você vai entender:Por que a autossabotagem é o maior inimigo do ser humano, não o mundo lá foraA diferença entre prisão de identidade, de capacidade e de merecimentoComo o ambiente e os grupos sociais moldam (ou travam) seu comportamentoA história real de como Guto transformou o próprio corpo após confrontar sua própria negaçãoO poder da autoconversação e da técnica dos "três filtros de Sócrates"Disciplina como motor da motivação (e não o contrário)Comparação como "ladra da felicidade" e destruidora de sonhos em câmera lentaPor que "falta de tempo" é desculpa, não motivoFamília como propósito, biologia e segurança emocionalOs quatro níveis de honra com Deus e o que realmente significa espiritualidadeSe você ainda está esperando as circunstâncias mudarem para você mudar, esse episódio é o seu ponto de virada.
Convidado: José Roberto Afonso, economista, professor do IDP e da Universidade de Lisboa e sócio fundador da consultoria Finance. Na largada da corrida eleitoral, os candidatos à Presidência colocam o Orçamento no topo da lista de pautas em debate até a chegada das urnas, em outubro. No centro desta questão está o endividamento do Estado brasileiro: a dívida pública do país disparou na última década, saltando de 66% do PIB em 2016 para 82% do PIB neste ano – e o Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta o risco de que em breve o passivo brasileiro ultrapasse os 100% do Produto Interno Bruto. O quadro de juros altos agrava a preocupação com as contas brasileiras para o futuro. Neste episódio, Natuza Nery entrevista José Roberto Afonso, economista que coordenou a equipe que criou a Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000. José Roberto realizou um levantamento sobre o quadro fiscal brasileiro dos últimos 25 anos e mapeou como a composição do Orçamento foi modificada ao longo deste período. Ele também analisa o quadro atual da economia brasileira e sugere quais caminhos podemos seguir.
A economia brasileira vem crescendo desde 2023, com o emprego em nível alto e a inflação em patamares baixos. Mas os resultados não têm se convertido em aprovação para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O terceiro Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 investiga o quadro para entender os possíveis fatores por trás do fenômeno – entre os quais aparecem o endividamento, as bets e a insatisfação com o trabalho. O episódio conta com a participação de Laura Carvalho, professora de economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e diretora de Prosperidade Econômica e Climática da Open Society Foundations, e de Kauê Lopes dos Santos, geógrafo, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor do livro “Parcelado: Dinâmicas de consumo na periferia”. Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
A antropomorfização já foi muitas vezes utilizada sob o pretexto de facilitar a compreensão de coisas. Mas, na IA, ela acaba facilitando mesmo é o entendimento equivocado de diversos conceitos. Por exemplo: a IA pensa? Se sim, como? O que IA e cérebro tem em comum? Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (59min 16s) CONVIDADO ESPECIAL: André Cravo André Cravo possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (2005) e doutorado em Neurofisiologia pela Universidade de São Paulo (2011) com um estágio na Universidade de Oxford. Atualmente é professor associado da Universidade Federal do ABC e coordenador do programa em Pós-Graduação em Neurociência e Cognição. * SOBRE O NARUHODO Naruhodo! (@naruhodopodcast) é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka (@kenfujioka), e o cientista PhD, Altay de Souza (@altayals). Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * REFERÊNCIAS Conscious Processing and the Global Neuronal Workspace Hypothesis https://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273(20)30052-0?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0896627320300520%3Fshowall%3Dtrue Conscious artificial intelligence and biological naturalism https://www.cambridge.org/core/journals/behavioral-and-brain-sciences/article/conscious-artificial-intelligence-and-biological-naturalism/C9912A5BE9D806012E3C8B3AF612E39A LINEARITY OF RELATION DECODING IN TRANSFORMER LANGUAGE MODELS https://arxiv.org/pdf/2308.09124 A neuronal model of a global workspace in effortful cognitive tasks https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.95.24.14529 Is artificial consciousness achievable? Lessons from the human brain https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0893608024006385 Verbalizable Representations Form a Global Workspace in Language Models https://transformer-circuits.pub/2026/workspace/index.html#methods Subliminal Learning: Language models transmit behavioral traits via hidden signals in data https://arxiv.org/abs/2507.14805 On the Biology of a Large Language Model https://transformer-circuits.pub/2025/attribution-graphs/biology.html Towards Monosemanticity: Decomposing Language Models With Dictionary Learning https://transformer-circuits.pub/2023/monosemantic-features/index.html The Severe Electrician Shortage in America: Is There an End in Sight? https://qmerit.com/blog/electrician-shortage-what-it-means-for-electrical-contractors/ The full-length interview with Elon Musk | The Economist https://www.youtube.com/watch?v=XuoqKYxDHVc&t=2s TikTok inicia obra de mega data center no Ceará https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/01/16/obras-do-mega-data-center-do-tiktok-comecam-no-ceara.ghtml Entre sistemas e discursos https://www.youtube.com/watch?v=kW21iEryZvY Jacobian Conjecture is False https://x.com/__alpoge__/status/2079028340955197566 Terence Tao – How the world's top mathematician uses AI https://www.youtube.com/watch?v=Q8Fkpi18QXU Naruhodo #443 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=tCUsvZ9hQ60 Naruhodo #444 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=yLVhdONlrug Naruhodo #450 - A inteligência artificial afeta nossa capacidade cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=YjMTEGrgHDw Naruhodo #377 - Aprendemos melhor fazendo pausas? https://www.youtube.com/watch?v=PZVVN9lHeno Naruhodo #109 - O cérebro humano é um computador? https://www.youtube.com/watch?v=s3RCSFfV-OQ Naruhodo #461 - O que é a teoria da Incompletude de Godel? https://www.youtube.com/watch?v=XQRu2ogFvMQ Naruhodo #222 - Existe cognição quântica? https://www.youtube.com/watch?v=J3jjmo7ly18 Naruhodo #379 - Como nós nos tornamos nós? https://www.youtube.com/watch?v=fI9rqAJfcUU Naruhodo #469 - Temos livre arbítrio? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=nwPwrLeZrRA Naruhodo #470 - Temos livre arbítrio? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=rPnl-FJrVbs Naruhodo #435 - Jogar videogame pode ajudar a curar doenças? https://www.youtube.com/watch?v=7Ob___Y97d4 Naruhodo #263 - O que é transumanismo? https://www.youtube.com/watch?v=Ni9JH0IzxBY Naruhodo #277 - O que é singularidade? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=7-5xGhHrpKs Naruhodo #278 - O que é singularidade? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=euBpSfbX3lk Naruhodo #267 - O que é dissonância cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=1xJwqmir5Uw Naruhodo #268 - O que é dissonância cognitiva? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=--OHlHmOQTM Naruhodo Entrevista #33: André Cravo https://www.youtube.com/watch?v=8qbsSI-uECQ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. 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