Recurring international multi-sport event, organized for university athletes by the International University Sports Federation (FISU)
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Como o monitoramento de quase metade dos brasileiros por câmeras de vigilância tem impactado os índices de criminalidade? Por que tanta gente apoia sistemas como o Smart Sampa, mas pouca gente se sente mais segura? Quais os impactos de ter o rosto confundido com o rosto de um assassino?Ouça essas e outras respostas no episódio 168 de Escafandro.Episódios relacionados30: Polícia para quem?36: Duas vezes cadeia112: Sorria, você está sendo executadoMergulhe mais fundoCidade vigiada, sociedade vigilanteSmart Sampa vigia, mas não protegeEntrevistados do episódioAlcides PeronDoutor em política científica e tecnológica. Professor da Faculdade de Ciências Aplicadas da Universidade Estadual de Campinas (FAC-Unicamp), pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e do Laboratório de Estudos do Setor Público (LESP).Pablo NunesPesquisador em segurança pública, tecnologia e dados abertos. Doutor em ciência Ppolítica pelo IESP/UERJ. Diretor do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), criador do Panóptico e coordenador da Rede de Observatórios da Segurança.Vinicius LopacinskiMestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP).Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/cortes-brunetcastChega de colocar a culpa no outro. Chega de terceirizar responsabilidade pelo governo, pelo pai ausente, pela falta de tempo, pela sorte dos outros. Nesse episódio do BrunetCast, Tiago Brunet recebe Guto Galamba, educador físico com formação em psicologia positiva e ciência do bem-estar pela Universidade de Yale, para uma conversa sem filtro sobre autorresponsabilidade.Você vai entender:Por que a autossabotagem é o maior inimigo do ser humano, não o mundo lá foraA diferença entre prisão de identidade, de capacidade e de merecimentoComo o ambiente e os grupos sociais moldam (ou travam) seu comportamentoA história real de como Guto transformou o próprio corpo após confrontar sua própria negaçãoO poder da autoconversação e da técnica dos "três filtros de Sócrates"Disciplina como motor da motivação (e não o contrário)Comparação como "ladra da felicidade" e destruidora de sonhos em câmera lentaPor que "falta de tempo" é desculpa, não motivoFamília como propósito, biologia e segurança emocionalOs quatro níveis de honra com Deus e o que realmente significa espiritualidadeSe você ainda está esperando as circunstâncias mudarem para você mudar, esse episódio é o seu ponto de virada.
A Dra. Denise de Carvalho é gastroenterologista, fellow pela Universidade de Barcelona e premiada pela Organização Mundial de Gastroenterologia. Com mais de 25 anos de atuação, ela traz uma perspectiva cirúrgica sobre como o sistema digestivo é o verdadeiro regente da alta performance e da imunidade humana. Quando a inflamação intestinal se instala, o corpo abandona a busca pelo ápice e entra em estado puro de sobrevivência. Neste episódio sem filtros, revelamos as armadilhas perigosas da busca por milagres estéticos e atalhos na saúde. Do impacto do uso desenfreado de emagrecedores à ilusão de tomar probióticos após antibióticos, entregamos o conhecimento prático para você recuperar sua clareza mental, combater a sarcopenia e retomar o domínio do seu corpo. Patrocinador:Território da Forja 95% de você quer conforto. 5% quer vencer.Aqui não se motiva. Se molda.Se você escolheu ser forjado, entre.
Convidado: José Roberto Afonso, economista, professor do IDP e da Universidade de Lisboa e sócio fundador da consultoria Finance. Na largada da corrida eleitoral, os candidatos à Presidência colocam o Orçamento no topo da lista de pautas em debate até a chegada das urnas, em outubro. No centro desta questão está o endividamento do Estado brasileiro: a dívida pública do país disparou na última década, saltando de 66% do PIB em 2016 para 82% do PIB neste ano – e o Fundo Monetário Internacional (FMI) aponta o risco de que em breve o passivo brasileiro ultrapasse os 100% do Produto Interno Bruto. O quadro de juros altos agrava a preocupação com as contas brasileiras para o futuro. Neste episódio, Natuza Nery entrevista José Roberto Afonso, economista que coordenou a equipe que criou a Lei de Responsabilidade Fiscal, em 2000. José Roberto realizou um levantamento sobre o quadro fiscal brasileiro dos últimos 25 anos e mapeou como a composição do Orçamento foi modificada ao longo deste período. Ele também analisa o quadro atual da economia brasileira e sugere quais caminhos podemos seguir.
Debate da Super Manhã: A rotina acelerada, o excesso de cobranças e a dificuldade de desconectar têm transformado o cansaço em uma experiência cada vez mais presente na vida cotidiana. Trabalho, estudos, responsabilidades familiares, redes sociais e a necessidade de estar sempre produzindo podem criar uma sensação permanente de esgotamento. No debate desta sexta-feira (28), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o excesso de telas, as cobranças por produtividade, a sensação de estar sempre atrasado e como fazer para desacelerar em meio à atual cultura da exaustão. Participam a psicóloga com foco em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), palestrante e mestre em Ciências da Educação, Adriana Barros; a psicóloga, mestre em Psicologia e assessora de relações institucionais da Reitoria do Centro Universitário Frassinetti do Recife (UniFAFIRE), Ana Cristina Fonseca; e o especialista em Inteligência Artificial, cientista da Computação na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com especialização na Universidade de Harvard e Wharton, sócio e empreendedor de empresas de software, e conselheiro da Câmara Comércio Americana em Pernambuco (Amcham-PE), TECO Sodré.
A economia brasileira vem crescendo desde 2023, com o emprego em nível alto e a inflação em patamares baixos. Mas os resultados não têm se convertido em aprovação para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. O terceiro Durma com Essa da temporada especial sobre as Eleições 2026 investiga o quadro para entender os possíveis fatores por trás do fenômeno – entre os quais aparecem o endividamento, as bets e a insatisfação com o trabalho. O episódio conta com a participação de Laura Carvalho, professora de economia da FEA-USP (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo) e diretora de Prosperidade Econômica e Climática da Open Society Foundations, e de Kauê Lopes dos Santos, geógrafo, professor da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor do livro “Parcelado: Dinâmicas de consumo na periferia”. Apresentação: Marcelo Roubicek e Mariana Vick Roteiro: Marcelo Roubicek Edição de texto: Antonio Mammi Pesquisa: Victoria Rengel Edição de áudio: Brunno Bimbati Produção de arte: Yasmin Menezes Ilustração: Lua Lopes Distribuição: Paulo Cantalice e Pedro Bardini Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Com o frio de Castelo de Vide, Hugo Soares aquece a rentrée: garante que só Montenegro veste o fato de governar, enquanto Ventura e Carneiro tremem na fila dos impreparados. Será que a moda pega?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A antropomorfização já foi muitas vezes utilizada sob o pretexto de facilitar a compreensão de coisas. Mas, na IA, ela acaba facilitando mesmo é o entendimento equivocado de diversos conceitos. Por exemplo: a IA pensa? Se sim, como? O que IA e cérebro tem em comum? Confira o papo entre o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. >> OUÇA (59min 16s) CONVIDADO ESPECIAL: André Cravo André Cravo possui graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (2005) e doutorado em Neurofisiologia pela Universidade de São Paulo (2011) com um estágio na Universidade de Oxford. Atualmente é professor associado da Universidade Federal do ABC e coordenador do programa em Pós-Graduação em Neurociência e Cognição. * SOBRE O NARUHODO Naruhodo! (@naruhodopodcast) é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka (@kenfujioka), e o cientista PhD, Altay de Souza (@altayals). Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * REFERÊNCIAS Conscious Processing and the Global Neuronal Workspace Hypothesis https://www.cell.com/neuron/fulltext/S0896-6273(20)30052-0?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0896627320300520%3Fshowall%3Dtrue Conscious artificial intelligence and biological naturalism https://www.cambridge.org/core/journals/behavioral-and-brain-sciences/article/conscious-artificial-intelligence-and-biological-naturalism/C9912A5BE9D806012E3C8B3AF612E39A LINEARITY OF RELATION DECODING IN TRANSFORMER LANGUAGE MODELS https://arxiv.org/pdf/2308.09124 A neuronal model of a global workspace in effortful cognitive tasks https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.95.24.14529 Is artificial consciousness achievable? Lessons from the human brain https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0893608024006385 Verbalizable Representations Form a Global Workspace in Language Models https://transformer-circuits.pub/2026/workspace/index.html#methods Subliminal Learning: Language models transmit behavioral traits via hidden signals in data https://arxiv.org/abs/2507.14805 On the Biology of a Large Language Model https://transformer-circuits.pub/2025/attribution-graphs/biology.html Towards Monosemanticity: Decomposing Language Models With Dictionary Learning https://transformer-circuits.pub/2023/monosemantic-features/index.html The Severe Electrician Shortage in America: Is There an End in Sight? https://qmerit.com/blog/electrician-shortage-what-it-means-for-electrical-contractors/ The full-length interview with Elon Musk | The Economist https://www.youtube.com/watch?v=XuoqKYxDHVc&t=2s TikTok inicia obra de mega data center no Ceará https://g1.globo.com/ce/ceara/noticia/2026/01/16/obras-do-mega-data-center-do-tiktok-comecam-no-ceara.ghtml Entre sistemas e discursos https://www.youtube.com/watch?v=kW21iEryZvY Jacobian Conjecture is False https://x.com/__alpoge__/status/2079028340955197566 Terence Tao – How the world's top mathematician uses AI https://www.youtube.com/watch?v=Q8Fkpi18QXU Naruhodo #443 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=tCUsvZ9hQ60 Naruhodo #444 - Quais os impactos dos robôs em nossas vidas? Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=yLVhdONlrug Naruhodo #450 - A inteligência artificial afeta nossa capacidade cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=YjMTEGrgHDw Naruhodo #377 - Aprendemos melhor fazendo pausas? https://www.youtube.com/watch?v=PZVVN9lHeno Naruhodo #109 - O cérebro humano é um computador? https://www.youtube.com/watch?v=s3RCSFfV-OQ Naruhodo #461 - O que é a teoria da Incompletude de Godel? https://www.youtube.com/watch?v=XQRu2ogFvMQ Naruhodo #222 - Existe cognição quântica? https://www.youtube.com/watch?v=J3jjmo7ly18 Naruhodo #379 - Como nós nos tornamos nós? https://www.youtube.com/watch?v=fI9rqAJfcUU Naruhodo #469 - Temos livre arbítrio? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=nwPwrLeZrRA Naruhodo #470 - Temos livre arbítrio? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=rPnl-FJrVbs Naruhodo #435 - Jogar videogame pode ajudar a curar doenças? https://www.youtube.com/watch?v=7Ob___Y97d4 Naruhodo #263 - O que é transumanismo? https://www.youtube.com/watch?v=Ni9JH0IzxBY Naruhodo #277 - O que é singularidade? - Parte 1 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=7-5xGhHrpKs Naruhodo #278 - O que é singularidade? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=euBpSfbX3lk Naruhodo #267 - O que é dissonância cognitiva? https://www.youtube.com/watch?v=1xJwqmir5Uw Naruhodo #268 - O que é dissonância cognitiva? - Parte 2 de 2 https://www.youtube.com/watch?v=--OHlHmOQTM Naruhodo Entrevista #33: André Cravo https://www.youtube.com/watch?v=8qbsSI-uECQ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Engenharia Aeroespacial lidera médias de entrada no ensino superior. Albertino Arteiro, coordenador do curso na Universidade do Porto, explica crescente atração e que oportunidades existem no mercado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O presidente da Universidade de Verão do PSD espera que oposição seja responsável para aprovar o OE. Carlos Coelho sai ainda em defesa do Executivo, relativamente ao estudo sobre a segurança social.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Miguel Miranda é geofísico e professor catedrático jubilado da Universidade de Lisboa. Dedicou a carreira ao estudo do planeta — da geofísica marinha à geodinâmica e aos tsunamis — e reúne uma longa experiência na direçcão de instituições científicas: presidiu entre 2012 e 2023 ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o IPMA e é hoje director executivo do AIR Centre, uma rede internacional de investigação sediada nos Açores, dedicada à cooperação científica em torno do Atlântico. Neste episódio, Miguel Miranda conta o que o levou a estudar o mar, os sismos e os tsunamis, e o que aprendeu sobre o clima de Portugal nos anos em que esteve à frente do IPMA. E explica por que razão Portugal e, mais em geral, o Sul da Europa são locais onde o aquecimento global se faz sentir mais intensamente. Falamos dos verões de calor extremo, das secas e dos grandes incêndios, e o que nos leva a relacioná-los, com confiança, às alterações climáticas. Por fim, a conversa é sobre o AIR Centre e o modo como a observação da Terra a partir do espaço ajuda a resolver problemas concretos nas duas margens do Atlântico.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: Recentemente, conhecemos a história de Seu Vital, de 85 anos, que precisou vender pudim na praia para custear exames de saúde, pois acreditava que, pelo SUS, os procedimentos médicos de que necessitava demorariam a ser realizados. A ação do idoso viralizou nas redes sociais e evidenciou a possível violação dos direitos garantidos por lei a essa população. No debate desta sexta-feira (21), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre as políticas públicas voltadas à pessoa idosa, o acesso à saúde e à qualidade de vida, além do respeito à pessoa idosa e do combate ao preconceito. Participam a promotora de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Luciana Dantas; o advogado e presidente da Comissão de Direito da Pessoa Idosa (CDPI) da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB-PE), Paulo Bacelar; e a professora e coordenadora do projeto Universidade de Formação Aberta à Pessoa Idosa, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFPE), além de conselheira representante da UFRPE no Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do Recife (COMDIR), Nayana Pinheiro.
O professor de Relações Internacionais da Universidade de Lisboa, Bernardo Valente considera que a Europa tem de aproveitar a queda económica russa, para fazer mais pressão. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Katerina Lukasova é Psicóloga pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2004), possui mestrado em Distúrbios de Desenvolvimento pela mesma instituição (2007), doutorado em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (2012) e desde 2017 professora adjunta da UFABC.AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: https://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL/LINKS DO EPISÓDIO:Insta da Katerina: https://www.instagram.com/kate.lukasovaInsta da Excello Lab: https://www.instagram.com/excelloorgCanal do Kalulu: https://www.youtube.com/@KaluluChannelSite do Kalulu: https://kalulu.excellolab.org/langue/bresilPUBLICIDADE:Entre em contato: comercial@lutzpodcast.comREDES SOCIAIS:Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzloboInstagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (18):No editorial desta terça-feira (18), André Marsiglia analisou a situação eleitoral do candidato Pablo Marçal (PRTB). O apresentador citou que Marçal obteve uma liminar que o autoriza a disputar o pleito, mas que por estar condenado em segunda instância, a Lei da Ficha Limpa impede que ele tome posse caso vença. Ele apontou o risco de tumulto no eleitorado da direita, destacando que a candidatura pode tirar votos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e favorecer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Um dos vieses da candidatura do Pablo Marçal, com a possibilidade de disputar votos, mas de não ocupar o cargo, é de que isso cria algum tipo de tumulto dentro da direita, tire votos do Flávio e favoreça o Lula, que tá disputando no campo eleitoral da esquerda praticamente sozinho”, analisou. No programa, os comentaristas André Marsiglia e Roberto Motta analisam a candidatura de Pablo Marçal (PRTB), os impactos no cenário eleitoral da direita e os desdobramentos jurídicos de sua situação. Uma liminar autorizou a participação de Marçal nas urnas, em meio à inelegibilidade prevista pela Lei da Ficha Limpa. Roberto Motta também avalia a posição de Marçal no campo conservador e afirma que suas movimentações não indicariam um confronto direto com Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas poderiam contribuir para dividir os ataques direcionados ao senador durante a disputa eleitoral.O candidato do Partido Missão à Presidência da República, Renan Santos, classificou Pablo Marçal (PRTB) de “personagem folclórico da política brasileira”. Na visão de Renan, a candidatura de Marçal na corrida pelo Planalto beneficia Flávio Bolsonaro (PL). “Ele é um personagem folclórico da política brasileira. Era até esperado que ele fosse aparecer agora, fazer algum tipo de bagunça. Eu acho que esse tipo de coisa é para beneficiar o Flávio”, disse.O candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), comentou a entrada de Pablo Marçal (PRTB) na disputa presidencial. Ele não vê problema na candidatura. “Sou um democrata. Se a pessoa está habilitada a concorrer, ela pode concorrer”, afirmou o candidato.O senador Carlos Viana (PSD-MG) pediu nesta terça-feira (18) ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que seja avaliada a oitiva de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. A informação foi dada pelo próprio parlamentar em suas redes sociais. O pedido ocorreu um dia após a Polícia Federal (PF) encontrar mensagens entre a empresária Roberta Luchsinger e Lulinha.O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, por unanimidade, a remoção imediata de uma publicação na rede social X que associava falsamente o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo. A decisão referendou o voto do relator e presidente do TSE, ministro Nunes Marques, que concluiu que o conteúdo extrapolou os limites da liberdade de expressão.O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, participará dará uma palestra sobre democracia na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). O tema discutido será “Voto e Democracia no Brasil”. Debate ocorre após busca e apreensão à fonte de jornalista.A Vara da Infância e Juventude de Blumenau (SC) condenou uma família praticante de homeschooling (educação domiciliar) há 13 anos. A sentença exige a matrícula imediata das crianças na rede regular de ensino e aplicou uma multa de 40 salários mínimos aos pais, alegando o descumprimento do dever de matrícula escolar previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).O conselheiro Marcelo Tavares assumiu a presidência do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA) após o ministro do STF), Flávio Dino, determinar o afastamento cautelar por 180 dias do então presidente da Corte, Daniel Brandão.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Como três traços de personalidade sombrios - narcisismo, maquiavelismo e psicopatia - ajudaram a moldar as nossas civilizações. Por que esses traços são tão comum em líderes, inclusive em líderes políticos. E até que ponto é possível haver política sem o protagonismo de pessoas com traços de tríade sombria?Ouça as repostas para essas e outras perguntas o episódio 167 de Escafandro: A tríade sombria.Mergulhe mais fundoO despertar de tudo: Uma nova história da humanidade (link para compra)Past Present Future: entrevista com Luke Kemp (link para o episódio)Episódios relacionados29: E se a gente fosse índio?46: Bolsonaro sorri na terra da maldade69: Grana acima de tudoEntrevistados do episódioAna Paula NoronhaProfessora de psicologia do programa de pós-graduação na Universidade São Francisco. Doutora em psicologia ciência e profissão pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Especialista em avaliação psicológica pelo Conselho Federal de Psicologia (2020). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em fundamentos e medidas da Psicologia.Carlos FaustoProfessor do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1997), com pós-doutorado no Laboratoire d'Anthropologie Sociale (Collège de France/CNRS) . Realiza pesquisas com povos indígenas na Amazônia desde 1988, focalizando temas como parentesco, história, guerra, ritual, xamanismo, arte e memória.Paulo Henrique CassimiroDoutor em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (- IESP/UERJ). Professor do Departamento de Ciência Política e dos programas de pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS) e em Ciência Política (PPGCP-IESP) da UERJ.Ficha técnicaDesign das capas dos aplicativos e do site: Cláudia Furnari.Trilha sonora tema: Paulo Gama.Mixagem de som: Vitor Coroa.Produção e edição de áudio: Matheus Marcolino.Direção, roteiro e apresentação: Tomás Chiaverini.
Nesta segunda-feira (17), o Roda Viva, da TV Cultura, recebe Paulo Blikstein, professor titular de Educação e afiliado ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Columbia. Professor e pesquisador, ele participa do programa para discutir as transformações provocadas pela inteligência artificial na sociedade e, especialmente, os impactos da tecnologia na educação e no desenvolvimento das crianças.À medida que a inteligência artificial avança, o formato tradicional das salas de aula também passa por mudanças. Quais são os riscos para as crianças? Como utilizar essas ferramentas sem comprometer a aprendizagem? E quais são os limites e os cuidados necessários para que a tecnologia contribua para a educação sem desumanizar o ambiente escolar? Blikstein dirige o Centro Lemann de Estudos Brasileiros, a Iniciativa Paulo Freire e o Laboratório de Tecnologias Transformadoras da Aprendizagem, na Universidade de Columbia. Com passagens pelo MIT Media Lab e pela Universidade Stanford, o pesquisador brasileiro estuda como a tecnologia pode transformar os processos de ensino e aprendizagem.Durante a conversa, Blikstein também apresenta reflexões de sua obra recém-lançada, A Sociedade que Aprende, publicada pela MIT Press, e aborda os desafios de uma sociedade cada vez mais impactada pela inteligência artificial.Apresentado por Ernesto Paglia, o Roda Viva vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, no canal da TV Cultura e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #PauloBlikstein
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Economia, com Mestrado e Doutorado em Sociologia, atual Chefe do Grupo de Demografia da Universidade da Pensilvânia, Leticia Marteleto. Só vem! >> OUÇA (88min 57s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino (@reginaldocursino) Ilustração e Capa: Felipe Cruz (@felipecruzart) http://naruhodo.b9.com.br * Leticia Junqueira Marteleto possui graduação em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1995), mestrado em Sociologia com ênfase em Demografia pela Bowling Green State University (1997), mestrado em Metodologia de Survey pela University of Michigan (2000) e doutorado em Sociologia com ênfase em Demografia pela University of Michigan (2001). Foi pesquisadora associada e professora colaboradora dos Departamentos de Demografia/Cedeplar e Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais (2001-2004). Tem pós-doutorado pela University of Michigan (2004-2008), onde atuou também como pesquisadora do Institute for Social Research (ISR) e do Population Studies Center (PSC) e como professora do Departamento de Estudos Educacionais da Escola de Educação (2008-2009). Foi consultora residente da Divisão de População das Nações Unidas (2007-2008) em Fecundidade, tendo preparado relatórios sobre Adolescência e os Objetivos do Milênio. Foi professora associada (com tenure) do Departamento de Sociologia da University of Texas em Austin e pesquisadora associada do Population Research Center (PRC) e do Lozano Long Institute for Latin American Studies (LLILAS). Atualmente, é Professora Titular de Sociologia da Universidade da Pensilvânia, onde também é Chefe do Graduate Group in Demography (GGD). Atua nas áreas de demografia social, demografia da família, fecundidade, estudos educacionais, métodos quantitativos, desigualdades sociais e raciais com enfoque principalmente no Brasil, América Latina e África do Sul. É InvestigadoraPrincipal do projeto DZC, financiado pela NIH, o primeiro survey longitudinal sobre vida reprodutiva e fecundidade no Brasil. Site: https://web.sas.upenn.edu/leticia-marteleto/ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Tema: Adoração, vida cristã e liderança Apresentação: Kaká Rodrigues Convidado: Massao Suguihara - Pastor da Igreja Relevans. Líder do ministério Adoração e Louvor, conselheiro da Universidade da Família, atua no Ministério Desejo Puro e lidera o Unite (unidade entre igrejas/compaixão). Instagram: @massaosuguiharaSite: adoracaoeadoradores.com.br No dia 25 de agosto tem gravação do álbum Gerações do Ministério Adoração e Adoradores. Nesta entrevista vamos conhecer mais da história e do trabalho do líder desse ministério que tem impactado vidas na capital paulista e a particpação dele como palestrante na Conferência da rede de empreendedores cristãos Tela, nos dias 18 e 19 de agosto em São Paulo. Confira!See omnystudio.com/listener for privacy information.
Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui estão as apresentações da mesa “Unidade produtiva do futebol: jogador/a e relação clube e mídia”, com Prof.ª Dr.ª Fernanda Ribeiro Haag (IFPR), Prof. Dr. Marcelo Resende Teixeira (Avante/UnB) e Prof. Dr. Nadson Santana Reis (Avante/UnB), sob mediação de Marina Barros Ferreira (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/XAQMVUVCR3MA proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesFernanda Haag é doutora em História pela Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre o futebol brasileiro, enfatizando as relações de gênero e trabalho. Atualmente realiza o pós-doutorado em História na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) com o projeto ''Mulheres em cargos de liderança no futebol brasileiro: trajetórias, experiências e gestão esportiva (1971-2026)''.Nadson Santana é Doutor e mestre em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB), professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e professor formador e coordenador de Educação Física da Rede Municipal de Guanambi-BA. Pesquisa esporte educacional, Educação Física escolar e futebol, com enfoque crítico-dialético.Marcelo Resende Teixeira é graduado em Educação Física pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), especialista em Administração e Marketing Esportivo pela Universidade Gama Filho (UGF), mestre e doutor em Educação Física pela Universidade de Brasília (UnB). É membro do Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (AVANTE/UnB) e integra a linha de pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Atua como servidor efetivo da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal desde 2014, tendo exercido atividades no Ministério do Esporte entre 2010 e 2019. Desenvolve pesquisas nas áreas de Educação Física Escolar, políticas públicas de esporte e lazer, administração pública e economia política do futebol, com ênfase na formação de atletas, nas relações entre esporte e trabalho, na mercantilização do futebol e nas transformações contemporâneas do fenômeno esportivo.Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.
Os recentes terremotos de grande intensidade na Venezuela e na Colômbia, que derrubaram prédios e devastaram cidades, reacenderam dúvidas e preocupações sobre os riscos de eventos desse tipo acontecerem no Brasil. Situado no interior de uma placa tectônica, o País tem menor risco de abalos sísmicos de grande magnitude. No entanto, quando tremores fortes ocorrem em países vizinhos, como Colômbia e Venezuela, as ondas provocadas podem ser sentidas e trazer consequências ao território brasileiro.No episódio desta quarta-feira, o apresentador Vítor Figueiró conversa com o sismólogo da Universidade de São Paulo, José Alexandre Araujo Nogueira, e o geofísico do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Marcos Ferreira, para entender as causas das tragédias nos países vizinhos e se o Brasil está mais próximo de presenciar um fenômeno desse tipo.
Dentro da etapa remota do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Intercom), em 12 de agosto de 2026, aconteceu o I Seminário Crítica da Economia Política do Futebol Midiatizado. Aqui está as palestras da mesa “Perspectivas de uma Crítica da Economia Política para o futebol midiatizado”, que contou com as apresentações do Prof. Dr. Anderson Santos (Ufal/Uel) e do Prof. Dr. Fernando Mascarenhas (UnB), sob mediação Vitória Karoline Rocha Martins (CEPCOM/Ufal). O vídeo completo, com o bloco de perguntas e respostas, pode ser visto em: https://youtu.be/pC72dmAS8Qc?si=byj2p9sGt7b51hkg.A proposta parte de uma aproximação que se estabelece nos últimos anos entre os grupos de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/Ufal) com o grupo Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer (Avante/UnB), desde a Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol (Levante). Os grupos dialogam sobre a etapa atual do futebol cuja trajetória profissional passa pela mediação da radiodifusão e das tecnologias digitais, especialmente a transmissão ao vivo. Este futebol midiatizado é estudado a partir da perspectiva da Crítica da Economia Política, aplicada para entender os objetos comunicacionais e culturais da contemporaneidade. Em ano de Copa do Mundo FIFA de futebol masculino e um antes do mundial de futebol de mulheres a ser realizado aqui no Brasil. Assim, pretende-se abrir uma agenda de pesquisas que passa pela Comunicação, em diálogo e construção com outros campos científicos.PalestrantesAnderson Santos é professor da Unidade Educacional Santana do Ipanema e do mestrado em Comunicação da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Mestrado em Comunicação da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Anderson é ainda presidente da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação (Socicom), coordena o GP de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura da Intercom e é editor-geral da Revista Latino-Americana de Ciências da Comunicação. Em 2025, recebeu o Prêmio Luiz Beltrão, da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), na categoria "Liderança Emergente". É um dos líderes do Grupo de Pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (Cepcom/UFAL/CNPq), da Rede Nordestina de Estudos em Mídia e Esporte (ReNEme) e é um dos coordenadores do Observatório das Transmissões de Futebóis.Fernando Mascarenhas é professor da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB). Docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação em Educação Física da UnB Pesquisador do Avante – Grupo de Pesquisa e Formação Sociocrítica em Educação Física, Esporte e Lazer. É pós-Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Valência (Espanha), em Estudos do Lazer pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e em Política Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Fernando é ex-presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE), ex-editor-chefe da Revista Brasileira de Ciências do Esporte (RBCE) e foi membro do Conselho Nacional do Esporte (CNEsp). É Mestre e Doutor em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).Organização do SeminárioO evento é organizado pelo grupo de pesquisa Crítica da Economia Política da Comunicação (CEPCOM/Ufal) em parceria com o Levante (Linha de Pesquisa em Economia Política do Futebol - Avante/UnB) como parte das atividades remotas do Grupo de Pesquisa Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura da Intercom.
Qual a maior lição que ficou consigo ao ter crescido entre duas culturas? Fizeram-me esta pergunta, numa apresentação do meu documentário “Nós Não Viemos do Vazio”, na Universidade de Salamanca, em 2024. De certa forma, o documentário um dos resultados da lição que me ficou por ter crescido entre duas culturas — Há sempre outra forma de fazer, de ser ou de estar, por isso, olha novamente.
Debate da Super Manhã: Conflitos políticos, questões econômicas e divergências ideológicas podem provocar crises nas relações diplomáticas entre os países. Durante uma crise diplomática, os países envolvidos podem adotar algumas medidas, como suspender negociações, impor sanções econômicas ou reduzir a cooperação entre os governos. Em situações mais graves, pode ocorrer o rompimento das relações diplomáticas, representando um significativo enfraquecimento dos vínculos entre os Estados. No debate desta quarta-feira (12), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre a diplomacia mundial, os limites das disputas políticas, comerciais e geopolíticas, além dos possíveis impactos dessas questões nas eleições de 2026 no Brasil. Participam o doutor em Direito, especialista em Neoconstitucionalismo e Políticas Internacionais de Integração, e professor de Direito do Centro Universitário Tiradentes Unit, Álvaro de Oliveira Azevedo Neto; a graduada em Relações Internacionais, mestre e doutoranda em Ciência Política e professora de Relações Internacionais da UNINASSAU Boa Viagem, Maria Gabriela Mazzarella; e o cônsul honorário de Malta e professor da Universidade do Norte da Flórida, Thales Castro.
Convidadas: Beatriz Rey, cientista política, pesquisadora na Universidade de Lisboa e coordenadora do estudo 'O fortalecimento do Legislativo no Brasil', da Fundação FHC; e Synthya Maia, pesquisadora do Legisla Brasil. A Constituição Federal, aprovada em 1988, indica logo em seu segundo artigo: "São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário". O pacto firmado pela sociedade brasileira no período da redemocratização deu à figura do presidente a centralidade do poder político. Acontece que nas últimas quatro décadas, muita coisa mudou: entre alterações regimentais, impeachments de presidentes e crescente ingerência sobre o destino do Orçamento público, o Congresso aumentou a força gravitacional de seu poder – e vem, historicamente, reduzindo sua taxa de renovação. Neste episódio, Victor Boyadjian entrevista duas pesquisadoras. Primeiro, ele fala com Beatriz Rey sobre o contínuo processo de hipertrofia de poder do Parlamento – e sobre quais foram os instrumentos usados para isso nas últimas décadas. Depois, ele conversa com Synthya Maia sobre o funil para a renovação dos quadros no Congresso.
Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio publicado originalmente em junho de 2023, do “Perguntar Não Ofende”, podcast de Daniel Oliveira. As ideias feitas que temos do autismo vêm, quase todas, dos filmes de Hollywood, que refletem e perpetuam simplificações, estabelecendo uma associação automática do autismo com comportamentos violentos de pessoas presas nelas próprias, agarradas aos mesmos gestos mecanicamente repetidos até à exaustão e incapazes de cultivar relações humanas ou viver autonomamente. Uma imagem que afasta as pessoas, legitimando comportamentos violentos contra as pessoas com transtorno do espectro do autismo. O desconhecimento e as ideias formadas sobre o tema agravam os problemas de integração nas escolas e no mercado de trabalho, onde o estigma criado associa o desempenho cerebral das pessoas com autismo a trabalhos ligados às tecnologias de informação. Sara Rocha é licenciada em Análises Clínicas e Saúde Pública, e mestre em Gestão e Economia dos Serviços de Saúde. Vive no Reino Unido, onde trabalha como gestora de dados em investigação médica, na área cardiovascular, para a Universidade de Cambridge. Preside à Associação Portuguesa a Voz do Autista, uma organização composta exclusivamente por pessoas com autismo, numa autorrepresentação de quem se sente excluído do discurso público sobre a realidade que vivem quotidianamente. Com ela, tentamos perceber um pouco mais sobre a forma como vive uma pessoa com autismo. Que dificuldades sente, que apoios tem, como é que escolas, empresas e sociedade respondem à diferença quando a têm ao seu lado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
(1:58) Coñecemos o proxecto educativo Alerta Verde, un videoxogo desenvolvido no CINTECX da Universidade de Vigo para achegar as enerxías renovables e a economía circular ao alumnado (8:37) Como sería Galicia cuberta de xeo hai máis de 40.000 anos? Nesta edición viaxamos ao pasado glaciar e ao futuro da nosa costa da man de Augusto Pérez Alberti, profesor emérito da USC e referente en xeografía física. Descubrimos como se reconstruíu a paisaxe das montañas e do litoral galego, desde glaciares de medio quilómetro de espesor ata a erosión acelerada que hoxe ameaza praias e infraestruturas. Pérez Alberti relata a súa traxectoria, as mudanzas tecnolóxicas na investigación e a súa experiencia na Antártida. (40:35) Víctor Tilve preséntanos o proxecto de ciencia cidadá Eclipse DSM para medir o brillo do ceo durante a eclipse do 12 de agosto.
This episode is the audio from the AIESEP connect in June 2026 – #AIESEPConnect #CoffeeWithColleagues Physical Literacy Across the World: From a Global Framework to Action Featuring: Johannes Carl – Technical University of Munich, Department Health and Sport Sciences, Germany Kasper Salin – University of Jyväskylä, Faculty of Sport & Health Sciences, Finland Emiliano Mazzoli, PhD – Institute for Physical Activity and Nutrition, School of Health and Social Development, Faculty of Health, Deakin University, Australia Dora Carolo & João Martins – Centro de Estudos em Educação, Faculdade de Motricidade Humana and UIDEF, Instituto de Educação, Universidade de Lisboa, Portugal Jean Pierre-Weerts & Alexandre Mouton – University of Liège, Department of Physical Activity and Rehabilitation Sciences, Research Unit for a Life-Course Perspective on Health & Education, BelgiumSession Video Recording: youtube.com/watch?v=zA-5y4FGELw&feature=youtu.be
Na série de conversas descontraídas com cientistas, chegou a vez da Professora, Pesquisadora, graduada em Arquitetura e Urbanismo, com Mestrado em Engenharia e Doutorado em Engenharia Civil e Ambiental, e atual Vice Presidente de Pesquisa da Universidade do Texas em Austin, Fernanda Leite. Só vem! >> OUÇA (79min 32s) * Naruhodo! é o podcast pra quem tem fome de aprender. Ciência, senso comum, curiosidades, desafios e muito mais. Com o leigo curioso, Ken Fujioka, e o cientista PhD, Altay de Souza. Edição: Reginaldo Cursino. http://naruhodo.b9.com.br * Fernanda Leite é Professora, Pesquisadora, graduada em Arquitetura e Urbanismo, com Mestrado em Engenharia e Doutorado em Engenharia Civil e Ambiental, e atual Vice Presidente de Pesquisa da Universidade do Texas em Austin, Estados Unidos. Especialista em modelagem de informação da construção (BIM), engenharia de construção e engenharia de sistemas resilientes, sua pesquisa explora a integração de modelagem 3D e inteligência artificial (IA) para criar infraestruturas sustentáveis e adaptáveis. Como decana associada de pesquisa da Cockrell School of Engineering, Leite ajudou a lançar grandes iniciativas interdisciplinares em semicondutores, ciência quântica, robótica e IA. Também liderou esforços em todo o campus, incluindo o grande desafio Planet Texas 2050. Leite possui doutorado pela Carnegie Mellon University e é engenheira profissional licenciada. Fernanda traz uma abordagem colaborativa e voltada para o futuro à liderança em pesquisa – avançando a missão da UT Austin de se tornar a universidade pública de pesquisa de maior impacto do mundo. Qualificações Acadêmicas Ph.D., Carnegie Mellon University, 2009 M.S., Federal University of Rio Grande do Sul, 2005 B.S., Federal University of Ceara, 2002 Prêmios e Honrarias Selecionados Daniel W. Halpin Award – American Society of Civil Engineers (2019) IAspire Leadership Academy fellow (2019) Ervin S. Perry Student Appreciation Award – Fariborz Maseeh Department of Civil, Architectural and Environmental Engineering (2018) Dean's Award for Outstanding Engineering Teaching by an Assistant Professor – The University of Texas at Austin (2013-14) Outstanding Early Career Researcher Award – FIATECH (2013) Áreas de Pesquisa Construction Engineering and Project Management Sustainable Systems Interesses de Pesquisa Building information modeling (BIM); Scan-to-BIM; Circular economy in the built environment; Sustainable systems engineering; Visualization and collaboration technologies Publicações Selecionadas https://scholar.google.com/citations?user=MGRRt2YAAAAJ * APOIE O NARUHODO! O Altay e eu temos duas mensagens pra você. A primeira é: muito, muito obrigado pela sua audiência. Sem ela, o Naruhodo sequer teria sentido de existir. Você nos ajuda demais não só quando ouve, mas também quando espalha episódios para familiares, amigos - e, por que não?, inimigos. A segunda mensagem é: existe uma outra forma de apoiar o Naruhodo, a ciência e o pensamento científico - apoiando financeiramente o nosso projeto de podcast semanal independente, que só descansa no recesso do fim de ano. Manter o Naruhodo tem custos e despesas: servidores, domínio, pesquisa, produção, edição, atendimento, tempo... Enfim, muitas coisas para cobrir - e, algumas delas, em dólar. A gente sabe que nem todo mundo pode apoiar financeiramente. E tá tudo bem. Tente mandar um episódio para alguém que você conhece e acha que vai gostar. A gente sabe que alguns podem, mas não mensalmente. E tá tudo bem também. Você pode apoiar quando puder e cancelar quando quiser. O apoio mínimo é de 15 reais e pode ser feito pela plataforma ORELO ou pela plataforma APOIA-SE. Para quem está fora do Brasil, temos até a plataforma PATREON. É isso, gente. Estamos enfrentando um momento importante e você pode ajudar a combater o negacionismo e manter a chama da ciência acesa. Então, fica aqui o nosso convite: apóie o Naruhodo como puder. bit.ly/naruhodo-no-orelo
Uma cidade chamada Brazil e outra chamada Americana. No primeiro ato: uma visita a um xará municipal do país. Por Flora Thomson-DeVeaux, com Paula Scarpin. No segundo ato: um lugar onde uma bandeira polêmica é hasteada, muito ao sul do Velho Sul. Por Por Flora Thomson-DeVeaux, com Paula Scarpin. A história "Americana, Brasil" foi produzida em parceria com o Brazil LAB do Instituto de Estudos Internacionais e Regionais da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos – que é uma iniciativa acadêmica que considera o Brasil um nexo planetário vital. Conheça mais em brazillab.princeton.edu No dia 2 de setembro, a experiência imersiva das histórias do podcast Rádio Novelo Apresenta vai ser transportada para o MASP. Branca Vianna e os repórteres da Novelo vão subir no palco num ao evento com histórias inéditas. Os ingressos entram em pré-venda no dia 3 de agosto, exclusivamente para membros do Clube da Novelo, que recebem um desconto de 30% na entrada. A venda geral abre no dia 7 de agosto. Assine o Clube da Novelo em clube.radionovelo.com.br Inscreva-se no canal da Rádio Novelo no YouTube: https://www.youtube.com/@RádioNovelo Siga a Rádio Novelo no Instagram: https://www.instagram.com/radionovelo/ Palavras-chave: Brazil, Indiana, Festa Confederada, Guerra Civil, bandeira confederada, Santa Bárbara d'Oeste, Americana
Veja também em youtube.com/@45_graus Inquérito: melhores episódios de 2026? Pedro Carneiro é professor de Economia na University College London, Research Economist no Centre for Microdata Methods and Practice e Research Fellow no Institute for Fiscal Studies. Doutorou-se em Economia na Universidade de Chicago. Publicou vários artigos científicos acerca dos determinantes e consequências de investimentos públicos e privados em crianças, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Também trabalhou em avaliações de programas de educação, saúde e pobreza em vários países. _______________ Índice (2ª Parte): Paper: Teacher Quality and Learning Outcomes in Kindergarten, 2016 Devemos ter métricas de desempenho dos professores consoante os resultados dos alunos? | Caso Vergara v. California Paper: The Decision-Makers We Become: Early Education and the Decision-Making of Boys and Girls (2026) Qual é a melhor forma de fazer investigação nesta área? Devíamos ter um Infarmed que determinasse as melhores medidas nesta área?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Inquérito: melhores episódios de 2026? Pedro Carneiro é professor de Economia na University College London, Research Economist no Centre for Microdata Methods and Practice e Research Fellow no Institute for Fiscal Studies. Doutorou-se em Economia na Universidade de Chicago. Publicou vários artigos científicos acerca dos determinantes e consequências de investimentos públicos e privados em crianças, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Também trabalhou em avaliações de programas de educação, saúde e pobreza em vários países. _______________ Índice (1ª parte): Como se descobriu que é na 1ª infância que mais compensa investir em políticas públicas? Curva de Heckman Artigo: The short- and medium-term effects of Sure Start on children’s outcomes O que são “experiências naturais” nas ciências sociais Porque a creche é boa para algumas crianças e má para outras? Paper. The Timing of Shocks Across Childhood: Does it Matter? (2025) Paper: A Flying Start? Maternity Leave Benefits and Long-Run Outcomes of ChildrenSee omnystudio.com/listener for privacy information.
As eleições em Israel tem data para acontecer: 27 de outubro. Os israelenses vão às urnas basicamente pra decidir se Benjamin Netanyahu será mantido no poder ou se haverá um novo líder no país. Essa é nossa primeira edição gravada ao vivo e com plateia do nosso podcast e escolhemos esse tema, que é tão relevante pra judeus de todo o mundo. Quem são os candidatos ao cargo mais alto da política israelense? Quais as ideias deles? E quais as chances reais de um novo líder emergir em Israel?Pra conversar com a gente hoje nesse episódio especial, cuja gravação está indo ao ar normalmente pra quem não pode estar conosco, recebemos João Miragaya! Ele que está no Brasil e conseguiu um tempo pra estar conosco. João é mestre em história geral pela Universidade de Tel Aviv, assessor aqui do IBI e apresentador do podcast “Do Lado Esquerdo do Muro”
O Roda Viva recebe, nesta segunda-feira (27), o psiquiatra e professor Hermano Tavares, coordenador do Ambulatório do Jogo Patológico do Hospital das Clínicas da USP. Livre-docente pela Universidade de São Paulo e com pós-doutorado em Jogo Patológico pela Universidade de Calgary, no Canadá, o especialista é uma das maiores autoridades do país no estudo de dependências comportamentais e transtornos do impulso. Diante do avanço avassalador das apostas on-line no Brasil, o programa discute a explosão desse fenômeno, os sérios riscos de dependência e os impactos financeiros que abalam as famílias.Apresentado por Ernesto Paglia, o Roda Viva vai ao ar toda segunda-feira, às 22h, no canal da TV Cultura e no YouTube!#RodaViva #TVCultura #SomosCultura #HermanoTavares
Neste novo episódio da série Termos Ambíguos, o verbete abordado é o “Globalismo”, que ganhou destaque durante o primeiro governo Donald Trump, ao ser contraposto ao patriotismo e à liberdade em seu discurso político. Desde então, passou a integrar o vocabulário de movimentos antiglobalistas, influenciando também o governo Bolsonaro. No entanto, o conceito é complexo e controverso, envolvendo diferentes interpretações, atores políticos e relações com questões contemporâneas, especialmente no contexto brasileiro. Para apresentar um debate sobre o termo, entrevistamos a Sonia Corrêa, o Fernando Brancoli e o Douglas Sanque, que foi também o autor do verbete no Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia, disponível para download gratuito no site do Observatório de Sexualidade e Política. _________________________ Roteiro Ernesto Araújo: “Eu acho que o mais grave do globalismo é na mente, no pensamento. Eu acho que o globalismo é perigoso porque é sobretudo um sistema de pensamento, de anti pensamento. […] Tatiane Amaral: Quem está falando aqui é Ernesto Araújo, ex-ministro de relações internacionais do governo Bolsonaro Sonora Ernesto Araújo: […] Eu vejo o globalismo muito como o processo pelo qual a ideologia marxista, a partir do começo dos anos 90 e sobretudo a partir dos anos 2000, ela penetra na globalização econômica e faz dela o veículo da sua propagação. Então, justamente através da globalização começa a entrar com sua agenda em temas como ideologia de gênero, em temas como o ambientalismo distorcido, e outros. E começa sobretudo a controlar o discurso, a dizer o que você pode dizer e o que você não pode dizer, e cada vez o que você pode dizer é menos, ocupa um menor espaço. Então, eu vejo mais o globalismo assim, aquela ideia de que o marxismo descobriu que ele não precisa controlar os meios de produção econômica, quando ele pode controlar o meio de produção de ideias, que é o que já vinha acontecendo. E é através desse controle de ideias começa a capturar instituições e aí começa a partir dessas instituições tentar agir para diminuir as identidades nacionais, e as identidades pessoais também. A fala pode até soar exagerada, parecer coisa de filme ou de teoria da conspiração… mas ela está se tornando cada vez mais presente em discursos políticos da ultradireita — seja no Brasil ou no mundo. E ela gira em torno de uma palavra: globalismo. Mas afinal, você sabe o que, de fato, é globalismo? Daniel Faria: Eu sou o Daniel Faria Tatiane: E eu sou a Tatiane Amaral. E este é o sétimo episódio da Série Termos Ambíguos, uma parceria entre o Observatório de Sexualidade e Política e o podcast Oxigênio. Daniel: Juntos, vamos conduzir esta viagem pelo termo que tem estado cada vez mais presente nos discursos políticos globais e nacionais. Falei em viagem porque o termo se vincula a globo, a planeta, além de ser usado em muitos países. Mas também não deixa de ser uma viagem no sentido figurado mesmo, pois o termo como é usado pela extrema direita evoca um certo devaneio, ou até mesmo delírio. Tatiane: O termo “Globalismo” é mais uma categoria acusatória fabricada pela extrema direita, assim como muitos outros espantalhos, alguns que a gente até já tratou aqui no Termos Ambíguos, como Ideologia de gênero, marxismo cultural,racismo reverso… Daniel: A extrema direita usa esses e vários outros termos com objetivos específicos: Por um lado, eles querem provocar o medo e, sobretudo, a suspeita. De outro, criar confusão mesmo. No caso de Globalismo as confusões são muitas e muito sobrepostas, mas vamos tentar esclarecer algumas delas neste episódio. Tatiane: Pra começar, precisamos esclarecer que Globalismo não é a mesma coisa que Globalização. Eu sei que é confuso, mas vem comigo: Globalização é a denominação da transnacionalização intensificada de relações econômicas, culturais e sociais, que se registrou a partir do fim da Guerra Fria. Já o Globalismo pode ser descrito como uma desfiguração de globalização, que atribui a essas dinâmicas outros sentidos, em geral associados à dominação, a atores obscuros e à conspiração. Daniel: No dicionário de termos ambíguos, que você pode encontrar aqui na descrição desse episódio o verbete escrito pelo Douglas Sanque, que vai aparecer na nossa conversa daqui a pouco, traça um histórico desse processo desde 1991, quando a União Soviética chegou ao fim e seus ex-membros foram integrados à nova ordem neoliberal global. É aí que se consolida a globalização, que foi uma integração via mercados ao redor do… Globo. Tatiane: Esse movimento promoveu uma ampla abertura de mercados que intensificou a concorrência internacional. Nesse processo foram estimulados os acordos de livre comércio e a formação de blocos econômicos. Em tese, isso deveria favorecer todas as nações, mas vamo lá, né? A gente sabe que não foi bem assim. Claro que os países mais desenvolvidos e industrializados se deram melhor. Daniel: Foi aí, no meio desse processo, que a União Europeia foi criada, a partir do chamado Mercado Comum Europeu. Foi esse mercado que ampliou a integração que era só, econômica para uma integração política e institucional. Após o fim da Guerra Fria, nos anos 90, a União Europeia se expandiu, incorporando países do Leste Europeu, que antes integravam a antiga União Soviética. Tatiane: Depois disso, foram surgindo blocos econômicos pelo mundo todo, como o Mercosul, por exemplo, que é o Mercado Comum do Sul, formado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. Tem também o Nafta, um Tratado entre México, Estados Unidos e Canadá, assinado em 1994 e atualizado em 2020 como Acordo Estados Unidos-México-Canadá. Além disso, as Economias asiáticas também se fortaleceram nesse contexto, com destaque para os Tigres Asiáticos, formado por Taiwan, Coreia do Sul, Hong Kong e Singapura. Sem falar da China, que também ampliou muito suas relações comerciais internacionais nesse período. Daniel: A Sonia Corrêa, coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política e do projeto do Dicionário, já conversou com a gente em outros episódios do Termos Ambíguos, e dessa vez ela destaca um ponto importante desse processo da Globalização:a expansão do neoliberalismo. E ela lembra que o processo nunca foi tranquilo e nem poupado de críticas. Tatiane: A Sonia comenta que o Neoliberalismo estava em expansão desde o final dos anos setenta. Com o fim da guerra fria e o desaparecimento do bloco soviético, todo esse espaço econômico passou a analisar (e sentir) os efeitos negativos da expansão do pensamento neoliberal nas desigualdades econômicas dentro dos países, ENTRE países e, mais especialmente, entre o NORTE e o SUL globais. Daniel: Durante todo o processo, muitos acordos foram sugeridos, mas nem sempre as tentativas deram certo. Um bom exemplo foi a tentativa de implantação da Área de Livre Comércio das Américas, a ALCA, que integraria os mercados de 34 países das Américas, exceto Cuba, eliminando as tarifas e os impostos de importação. A proposta era de George Bush, então presidente dos Estados Unidos, mas não foi pra frente, justamente por causa da grande disparidade de recursos e poder entre os países. Tatiane: Vale a pena a gente dizer que quando os países começaram a entrar nessa chamada “economia global”, muita coisa mudou internamente também. Por exemplo, várias indústrias saíram da Europa e dos Estados Unidos e foram pra lugares como a China ou o México, onde produzir é mais barato, principalmente por causa da mão de obra. Ao mesmo tempo, a globalização também trouxe a privatização de serviços públicos, como saúde e educação, reformas nas leis trabalhistas desfavoráveis a trabalhadoras e trabalhadores, assim como dos sistemas de aposentadoria. Também ativou novas formas ainda mais agressivas de extrativismo. Tudo isso contribuiu para o aumento das desigualdades. E foi nesse clima que a categoria acusatória “globalismo” prosperou e se aproveitou da atmosfera de contestação à globalização para impulsionar seu projeto político que não tem nenhum compromisso com a superação da desigualdade. Daniel: Autores e autoras, como a Wendy Brown, analisaram como a expansão da lógica neoliberal teve efeitos negativos sobre a política e sobre a nossa forma de pensar e sentir, provocando dinâmicas de erosão da democracia, como estamos vivendo agora. O historiador Quinn Slobodian, autor do livro Globalistas: o fim do império e o nascimento do neoliberalismo, entende que o projeto neoliberal tem como objetivo criar instituições para proteger o capitalismo da ameaça que a própria democracia representa. E essas novas instituições serviriam para reorganizar o mundo como um espaço de Estados-competidores. Tatiane: Mas o espantalho do “globalismo” não se aproveitou apenas da crítica progressista e da insatisfação real com a globalização. Ele também acionou suas próprias assombrações. Para entender isso é preciso voltar no tempo, lá pros anos 1940, ao final da II Guerra Mundial. Na verdade, vamos voltar até um pouco mais, com a ajuda da Sonia Correa. Sonia Corrêa: Bom, para compreender essa posição dos globalistas há um aspecto que não pode ser perdido de vista. Para a direita, a ultra direita norte americana desde o começo do século XX, pelo menos, foi avessa a uma ordem institucional transnacional. E essa ultra direita raiz, fez uma enorme oposição à adesão dos Estados Unidos à Primeira Guerra Mundial. Tiveram posições contra a Liga das Nações e certamente fizeram pressão contra a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial. Ou seja, tem um DNA muito profundo aí na ultra direita norte americana, que é contrário a existência de uma ordem internacional de regulação global. É porque eles a veem como um contraponto ou uma possível ameaça à ordem hegemônica dos Estados Unidos como império. Eu acho que um outro aspecto a considerar que, se isso é, são as correntes de ultra direita norte americana e outras correntes, como por exemplo, a posição do Dugin, o intelectual russo sobre isso e talvez de segmentos das correntes européias. E tem a ver com um repúdio. Como essas forças fazem um repúdio à ideia da modernidade, os princípios liberais de democracia e direitos humanos. E há uma conexão também por esse lado, que é, digamos, mais filosófica e menos estratégica política. Tatiane: Além da cooperação multilateral econômica, os países criaram também um sistema para prevenir novos conflitos bélicos e promover a paz. Sim, estou falando da Organização das Nações Unidas, a ONU. Daniel: No contexto dos giros políticos à ultradireita que tem varrido as Américas e a Europa hoje, os discursos anti-globalistas fizeram da ONU um de seus alvos principais. Seus detratores a descrevem como um aparato de dominação que quer impor sua agenda aos estados nacionais. Ao fazer isso ofuscam o que é de fato a ONU. Não sei pra você, mas até aqui essa história de globalismo continua bem confusa pra mim. Então, pra gente continuar destrinchando esse termo, falamos com o Fernando Brancoli. Ele é professor do Instituto de Relações Internacionais e Defesa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro e adicionou elementos que nos ajudam a desarmar qualquer confusão que o termo globalismo possa provocar. Fernando Brancoli: Bom, eu acho que um ponto interessante é a gente imaginar que o discurso antiglobalista, ele não é uma rejeição integral aos princípios da globalização, né? A gente está falando de uma reconfiguração seletiva no que seria uma espécie de dispositivo narrativo, né? Que separa, separaria, uma globalização boa para esses grupos de extrema direita, uma aproximação que permeia dimensões ligadas a interesses morais, econômicos, culturais e o que eles vão chamar muitas vezes de globalismo, né, que seria uma globalização ruim, que seria um conjunto de normas e procedimentos derivados principalmente do pós-guerra fria, que promoveria aí uma agenda ligada a valores liberais, a direitos sexuais, a direitos humanos, políticas ambientais, que de alguma maneira estariam violando então a soberania dos países, e na verdade tentando, dentro de uma teoria da conspiração bastante clássica, implementar uma agenda de uma espécie de camarilha internacional dos Illuminati e coisas parecidas, né? Tatiane: A professora de sociologia na Universidade de Oxford, Rita Abrahamsen, faz uma análise interessante sobre este tema do espaço transnacional. Pra ela a extrema direita é em si mesma global, ao mesmo tempo em que seus idealizadores ocultam de maneira muito hábil essa transnacionalidade. O Fernando também elaborou sobre essa dimensão oculta, o que nos ajuda a esclarecer uma outra confusão de que as vozes que propagam o fantasma do Globalismo reivindicam para si, como sujeitos nacionalistas ou soberanistas: Fernando Brancoli: Muitas vezes a gente fala dessas redes antiglobalistas como se elas fossem necessariamente não transnacionais, o que não é verdade. O que elas estão fazendo é reconfigurando um pouco esse dispositivo narrativo. E acho que quem está acompanhando a gente talvez já tenha escutado essa história: “Ah, o Trump é um isolacionista”. Não necessariamente, né? A gente não está falando de uma antiglobalização de necessariamente fechamento completo das fronteiras. Você tem uma recalibragem dessa dinâmica, de um projeto novo de recentralização de poder. Então, sim, eu posso ter dinâmicas mais isolacionistas em alguma medida, construção de muros, expulsão de migrantes e refugiados, fechamento de trocas comerciais tipicamente liberais, mas ao mesmo tempo eu tenho aproximação para outros lados, né? Em que eu apoio ditaduras amigas, eu argumento que posso criar coletivos transnacionais de apoio a dinâmicas de moralidade. Então acho que esse paradoxo, no final das contas … Eu diria que é a grande força dela, que é criar essa espécie muito peculiar de uma internacional nacionalista. Daniel: Fernando também recorre a uma metáfora de verniz legitimador para explicar essa mistura paradoxal de discursos que juntam nacionalismo ou antiglobalismo para servir a interesses muito específicos: Fernando Brancoli: Esse paradoxo é a grande força dentro desse processo. [03:30] A genealogia dessas dinâmicas já passa por think tanks dos Estados Unidos e a gente tem livros importantes acadêmicos já descrevendo como é que eles se expandiram pelo globo ao longo pelo menos nas últimas duas décadas, né? Então são grupos de pesquisa, são empresas que de alguma maneira promovem esse tipo de ideário. Tatiane: Pra entender melhor como esse paradoxo funciona, pedimos pro Fernando explicar como esses discursos colam, como eles têm aderência a uma massa bastante volumosa, que inclusive elege conscientemente essas figuras. Ao mesmo tempo em que batem no peito e dizem: “EU SOU patriota, EU VOU defender meu país”, entregam de mãos abertas a exploração das riquezas naturais brasileiras — como a Amazônia,os minérios e, agora, as Terras Raras do país — a uma potência imperialista como os Estados Unidos. Além disso, defendem intervenções externas, como a retirada forçada de um presidente, e apoiam movimentos extremistas que ameaçam o próprio país. Fernando Brancoli: Acho que essa aparente contradição, né, de uma internacional nacionalista, a ideia de como é que eu crio alianças entre partidos e grupos que são notadamente, introspectivos diante desse tipo de processo, eh, na verdade, é a maior força desses grupos. É a ideia de mobilizar esse paradoxo. E não se trata necessariamente de, uma dinâmica que vai gerar problemas na frente, eu vou tentar explicar porquê dentro desse processo. Acho que a primeira configuração é que sejam partidos de extrema direita no contexto brasileiro, sejam grupos não partidários, como, por exemplo, grupos evangélicos mais conservadores no contexto brasileiro, sejam grupos mega ortodoxos sionistas em Israel, ou seja, agora, o Partido Republicano nos Estados Unidos. Todos eles olham para o transnacionalismo como uma forma de ganhar poder e ganhar prestígio, então a gente tá falando de recursos que circulam nesse processo. A gente tem por exemplo grupos em Israel, grupos não tradicionais do Brasil como partidos ligados a lideranças religiosas e coisas parecidas que de alguma maneira olham para esse processo e veem a transnacionalização como uma ferramenta de ganhar poder e prestígio, seja simbólico ou material. Exemplo clássico que eu acho bastante interessante, parte importante dos grupos de extrema direita em Israel, dos mais ortodoxos, são financiados por capitalistas norte-americanos. Né? Isso não é uma teoria de conspiração, eles argumentam que essa grana seria interessante. Tem um trabalho interessante da Camille Rocha, né? Menos Marx e mais Mises, um livro fascinante em que ela descreve como é que os norte-americanos financiaram grupos liberais e anarco-capitalistas, sabe-se lá o que que é isso, no contexto brasileiro. Então, lembrar que esse transnacionalismo tem dimensões práticas muito claras, né? Daniel: Aqui, de novo fica claro que o transnacionalismo pode ter dimensões práticas, e que ele serve para alguns interesses. Ou seja, mesmo sendo nacionalista, dá pra ser transnacionalista quando você, ou o país, pode ter dividendos importantes. Brancoli usou o exemplo de Eduardo Bolsonaro para mostrar como contatos estratégicos com a ultra-direita ajudaram a movimentação para as taxações sobre produtos brasileiros e a suspensão de vistos para autoridades envolvidas na condenação do pai. Mas o professor dá outros exemplos, segundo ele mais simbólicos, como contatos pessoais, encontros ou declarações nos quais se aprende essa lógica transnacional. Fernando Brancoli: Você tem encontro do Vox, por exemplo, que é o partido de extrema direita na Espanha, que eles têm uma sessão à tarde do último dia, que é para ensinar técnicas do que eles chamam engajamento digital. Em que você senta com lideranças políticas do globo inteiro numa mesa e te ensinam como é que você faz para, por exemplo, ter acesso mais interessante de pessoas, formar cortes e vídeos bacanas. Eu lembro que nos últimos 3 anos quem esteve lá foi o Nicolas, deputado é, federal de Minas, que é um cara, né, muito especializado em gerar cortes e coisas parecidas. Eu acho que ele já tinha uma capacidade de fazer isso, mas provavelmente ele aprendeu também nesse contexto. Repare como é que o transnacionalismo dentro dessa lógica gera esse tipo de prática. E por fim, o transnacionalismo, ele facilita algo que é muito típico de grupos autoritários que é a possibilidade de criar um mundo binário, né? De você criar um nós contra eles de maneira muito muito clara. Acho que, né, a gente que estuda relações internacionais, quem tem acesso, né, à imprensa, sabe que é muito difícil você criar uma narrativa muito clara de bonzinhos e malvados dentro de um contexto, né? Você vê nuances, você vê pessoas muitas vezes em busca da paz dos dois lados e coisas parecidas, né? Tatiane: E nessa disputa entre nós e eles, surgem dois pólos entre o bem e o mal. E quem é o bem? Quem é o mal? A ultra direita entende que está do lado do bem, de que quem defende a “família” e os valores tradicionais. Mas quem não defende a família, ou as famílias? A sua família? Os seus valores tradicionais, na sua tradição? E para quem está nesse campo da ultra direita, o mal é o socialismo, o comunismo, a esquerda. De novo aqui o Fernando: Fernando Brancoli: Existe aqueles que do outro lado, que é o mal, que é o PT, o MST, o Foro de São Paulo e a Venezuela, que querem acabar com esses valores, querem destruir todos esses dessas menções. Aí repare como é que esses vetores se aproximam, né? Uma dinâmica de moralidade, uma dinâmica econômica, então vira um caldo complexo aqui dentro desse tipo de processo. Nós somos soberanos ainda, no caso brasileiro, estaremos tentando retomar essa soberania agora que foi roubada pelo PT e temos um governo aliado norte-americano que está tentando nos ajudar nesse processo. Mas eu acho que esse paradoxo ele acaba sendo de alguma maneira articulado e promovido de maneira interessante. Ainda tem um paradoxo aqui, que é para você ser essencialmente nacionalista e mobilizar dinâmicas transnacionais. Mas acho que mesmo a tentativa de encontrar um meio-termo já facilita e já gera repercussões interessantes. E aí você tem em todo protesto no Brasil, cartazes em inglês, bandeiras dos Estados Unidos, bandeiras de Israel, você tem a a deputados fugindo para a Itália, onde seria supostamente, né, um lugar mais conservador. Ao que tudo indica a Zambelli não vai conseguir ficar por lá há muito tempo. Mas aí você tem o Eduardo Bolsonaro, né, indo para os Estados Unidos, você tem essas mobilizações, isso vai gerando repercussões e impactos e pelo menos são simbólicos gera mídia, a população fica engajada. Então, de alguma maneira tem algo interessante que a gente tá vendo e os manuais de ciência política e de relações internacionais estão todos passando mal por causa disso, que a esquerda tá se transformando por um lado numa defensora do multilateralismo. Daniel: Tem também a China se apresentando como defensora da OMC e contra tarifas praticadas pelos Estados Unidos. Isso também é uma mudança do contexto da esquerda, como disse nosso entrevistado. A gente tem um deslocamento também, eu diria, do que vai ser o discurso progressista de esquerda ao longo dos próximos anos. A esquerda se apropriou mais de discursos ligados à proteção da indústria nacional, né, contra ALCA e o FMI, contra as empresas estrangeiras, e agora de alguma maneira a gente está vendo uma rearticulação desse tipo de processo. É, a gente está inaugurando uma forma nova de olhar para relações internacionais, em parte porque também está tendo uma rearticulação de como esses grupos de poder estão se configurando. Ninguém tem muita certeza para onde que a gente vai, mas acho que uma das certezas que a gente vai ter que os manuais de relações internacionais e ciência política vão ter que ser reescritos ao longo dos próximos anos, porque as coisas estão mudando de maneira bastante explícita, né? Muito. Tatiane: Sonia Corrêa diz que há duas saídas pra grande confusão que apresentamos aqui entre nacionalismo e globalismo. A primeira é o progressivismo internacionalista que remete para o internacionalismo histórico da esquerda, e a segunda é o que pode ser chamado de constitucionalismo de esquerda. Ela explica melhor do que se trata. Sonia Correa: O que importa é chamar a atenção para essa mélange de posições que requer clarificação, porque, de fato, a crítica do globalismo, ela chove num terreno fértil, que é a crítica do neoliberalismo e da ordem capitalista, não é? Ela ecoa nesse lugar. Ela move afetos, afetos legítimos de crítica. A racionalidade neoliberal e a ordem do capitalismo tardio. A diferença está como diz o Slobodan, em qual a saída? A diferença de visão ideológica é como você sai disso. Se você for para o campo do Dugin, que é a teoria da quarta transformação, é uma ordem. Uma proposição de um retorno a uma ordem de fato quase medieval, quer dizer centrada na terra, no território, numa cultura comum, numa ordem hierárquica. Se você olha para o campo da direita. Num certo sentido, Trump é a manutenção da ordem neoliberal e da racionalidade neoliberal extrema, demolição do Estado. Todo o poder às Big Techs. Aqui são os meus amigos Better Friend Ever, sob um invólucro, uma casca de nacionalismo extremado. Make American big again. Tatiane: Voltando um pouco atrás, no verbete para o Dicionário de Termos Ambíguos, e no tempo, Douglas lembrou da influência de Ernesto Araújo e de Olavo de Carvalho sobre o governo Bolsonaro, no sentido da adoção de uma posição antiglobalista. Vale lembrar que mesmo antes de ser eleito, Bolsonaro afirmava que a ONU não servia para nada e que iria tirar o Brasil do Conselho de Direitos Humanos. Em sua primeira aparição na Assembleia Geral da ONU em 2019, o ex-presidente fez a seguinte afirmação: Sonora Jair Bolsonaro: “Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um interesse global abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global! É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!” Daniel: Douglas também escreveu no verbete que Ernesto Araújo afirmava que o caminho para reverter os efeitos negativos do globalismo seria adotar uma política pautada por deus, pátria e família. Com certeza vocês ouviram isso muitas vezes, né? Só pra lembrar, esse é o slogan da Ação Integralista, movimento fascista brasileiro da década de 1930, copiado do movimento fascista italiano. Tatiane: Ainda segundo o verbete a espiritualidade cristã caracterizaria o ocidente e diferenciaria as nações ocidentais do materialismo asiático e do islamismo. Por outro lado, a família é definida como a célula basilar da nação, o apego à família seria um traço fundamental do povo brasileiro o qual, nas palavras de Araújo, se vê hoje frontalmente atacado por “ideologia de gênero”, “gayzismo” e “abortismo”. Daniel: O “globalismo”, na visão de Ernesto Araújo, seria um projeto de governo totalitário mundial, capitaneado pela China e com o apoio da Rússia. E nessa versão do antiglobalismo, existiria um complô entre as elites financeiras ocidentais e o Partido Comunista da China para a implantação de uma sociedade de controle. O ex-ministro ainda afirmava que a China controlava metade do parlamento brasileiro e toda a nossa agricultura, e queria controlar nossa Internet. Tatiane: Bem, essa tentativa de controle da internet a gente já tá vendo que existe mesmo, mas não por acaso, esse controle não está na China, né? E além desta, qual outra afirmação, entre as muitas feitas aqui, parecem verdadeiras? E quais delas são pura fantasmagoria criada no meio das muitas confusões que esse termo cria? De quais fantasias ele depende para se manter? Bem, responder a tudo isso demandaria uma boa aula de muitas horas… Mas, podemos explicar aqui essa confusão entre os muitos alvos de ataque das vozes “antiglobalistas” Daniel: Mas nem todos os anti globalistas têm o mesmo inimigo. Há diferenças em relação aos alvos dos “antiglobalistas”. Nos Estados Unidos, por exemplo, Trump se utiliza do discurso “antiglobalista” para atacar as “elites liberais”, associadas ao partido democrata estadunidense. Já aqui no Brasil, Bolsonaro denunciava a “conspiração comunista” da qual participaria o PT, assimilando a visão “antiglobalista” ao discurso anticomunista. Douglas Sanque conta um pouco dessas forças globalistas. Tatiane: Douglas é professor na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, a UERJ e é o autor do verbete sobre Globalismo do dicionário que estamos tratando aqui. Ele escreveu o verbete durante a pandemia do Covid-19, em pleno governo Bolsonaro, quando nele discursavam, pra não dizer doutrinavam, antiglobalistas assumidos como Olavo de Carvalho, professor e ideólogo de Bolsonaro, e Ernesto Araújo, que foi ministro de relações exteriores até 2021. Douglas Sanque: Bom, em relação a essa noção de quem seriam as chamadas forças globalistas, primeiro, a ideia aqui é pensar que as forças globalistas teriam o objetivo de estabelecer um controle mundial, um governo global, totalitarista. E isso é, em alguma medida, uma perversão da ideia de aumento de influência que potências econômicas sempre tentaram exercer de maneira mais ou menos ética. Mas não se tenta um governo global totalitário, assim inspirado naquela ideia de 1984 do George Orwell. O principal projeto globalista seria capitaneado pela China. Os chineses teriam essa ideia, teriam esse objetivo de longo prazo de controle mundial. Então, seriam as elites liberais do Ocidente que estariam nesse projeto junto ao Partido Comunista Chinês. Essa é a perspectiva, digamos, principal, que é adotada, por exemplo, pelo Steve Bannon e que guia o assim chamado antiglobalismo, ou o nacionalismo americano, que estaria combatendo essas próprias elites, representando o povo, o blue color, os trabalhadores e a classe média americana que, de fato, viu muita s perdas com o processo de desindustrialização dos Estados Unidos ao longo do século XX, e grande parte dessas plantas industriais foi para a China. Tatiane: Claro que isso causou mudanças significativas na economia americana, que tem levado o país, de forma mais incisiva neste novo governo de Donald Trump, a criar estratégias de proteção econômica. Durante o governo Bolsonaro, quando o Olavo de Carvalho, exercia influência sobre ministros e filho do então presidente, tratou da versão caseira de teoria da conspiração, como nos conta Douglas. Douglas Sanque: O Olavo dizia que havia três projetos globalistas em curso. Em diferentes escalas e com diferentes objetivos. O primeiro seria esse tocado pela China, que tentaria ali uma ideia de governo global, mais ou menos nesses moldes que eu já mencionei. O segundo seria o projeto do Irã. O Irã também teria esse objetivo de governo global, a partir do espraiamento do islamismo, né? Na verdade, a ideia seria um governo global, totalitário islâmico e a principal força por trás desse projeto seria o Irã, que tem ali uma. População muçulmana xiita. Enfim, você tem uma pluralidade importante naturalmente no Irã, mas. Daniel: O terceiro projeto seria tocado pelas elites financeiras ocidentais. Nessa perspectiva, representada por autores como o russo Aleksandr Dugin [DUGAN], a tentativa de estabelecer uma governança global teria origem no Ocidente, especialmente nos Estados Unidos, vistos como a principal expressão da modernidade ocidental. Nessa visão, esse projeto deveria ser combatido por forças tradicionalistas que defendem a preservação de identidades culturais próprias e de modos de vida considerados mais enraizados nas tradições locais e rurais. Douglas Sanque: Então você tem pensadores, como o Olavo de Carvalho, o Steve Bannon e o Dugin, e os líderes daqui que conseguiram ascender, com esse pensamento, ao poder nos seus países. O Putin na Rússia, o Trump nos Estados Unidos e o Jair aqui no Brasil. A questão é que, como esse pensamento tem muito pouca, digamos, base material, ele vai se moldando pra acomodar os interesses políticos dos líderes. Então a gente pode pensar, por exemplo, no Brasil como o Bolsonaro, se se elege em oposição a um projeto que seria de esquerda e que, na opinião deles, é comunista. A ideia de liberalismo econômico é uma ideia que faz sentido e que pode ser defendida. Os russos têm um papel curioso, porque em diversas situações eles são vistos ali como como uma espécie de braço ou de sócio minoritário dos chineses. Mas ao mesmo tempo, estive vendo, um entende que os russos deveriam estar nessa luta por conta de uma certa essência da identidade russa. É como, como sendo da Igreja Ortodoxa nós teríamos a mesma alma cristã. E tudo se opondo então ao materialismo que caracterizaria o projeto chinês De extirpar a religião da da vida em comunidade. Então a gente percebe que há uma certa coerência no pensamento do globalismo, no sentido de criar uma ordem global que separa muito claramente quem são os mocinhos e quem são os bandidos. Que coloca em uma nação específica. E normalmente é a China, a fonte de todo mal. E aí, contra isso, vale tudo. E nós estamos numa batalha aqui para salvar a nossa nação, para salvar as nossas tradições, para manter o nosso povo e por aí vai. Tatiane: Pois é, as mudanças estão bastante evidentes e não sei se são para melhor. Desde que fizemos as entrevistas para este episódio, algumas coisas mudaram. O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, um dos principais líderes da extrema-direita global, perdeu as eleições após 16 anos no poder. Estados Unidos e Israel estão promovendo uma grande guerra na Ásia Ocidental, atacando o Irã e o Líbano, sem contar o genocídio que Israel já vinha praticando na Palestina. Aqui na América Latina, os resultados das eleições presidenciais de 2026 em países como Colômbia, Peru e Chile não foram nem um pouco animadores. E neste ano também teremos eleições no Brasil, já com dois extremistas como candidatos: Ronaldo Caiado, pelo PSD, e Flávio Bolsonaro, herdeiro do legado do pai que foi condenado a 27 anos de prisão, e agora também envolvido em um processo de lavagem de dinheiro ligado ao Banco Master. A extrema direita vem ganhando espaço em muitos países, sempre colocando em risco a democracia e os direitos civis. Daniel: Este foi o sétimo episódio da série Termos Ambíguos, realizada em parceria com o Oxigênio, a partir do material do Termos Ambíguos do debate político atual: Pequeno Dicionário que você não sabia que existia, coordenado pela Sonia Corrêa. Esse é um projeto do Observatório de Sexualidade e Política (SPW) e do Programa Interdisciplinar de Pós-graduação em Linguística Aplicada da UFRJ e contou com vários autores na produção dos verbetes. Tatiane: A apresentação do episódio foi feita pelo Daniel Faria, estudante do curso de Midialogia, na Unicamp, que foi também o editor do áudio desse podcast, e por mim, Tatiane Amaral, doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas e da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, e editora do áudio desse podcast. As entrevistas foram feitas por mim e pela Stella Brucha Simões. O roteiro foi feito pela Simone Pallone, coordenadora do podcast Oxigênio e por mim. Daniel: A revisão do roteiro foi feita pela Nana Soares, da equipe de Comunicação e Pesquisa do SPW, por mim, pela Tatiane, e pela Sonia Corrêa. Tatiane: A principal referência para o episódio foi o verbete produzido por Douglas Sanque para o Termos ambíguos do debate político atual: pequeno dicionário que você não sabia que existia. Usamos também definições da Wikipedia para alguns conceitos. Daniel: O áudio de Ernesto Araújo foi extraído de uma entrevista dada por ele ao Canal Poder Paralelo. A fala de Bolsonaro na Assembleia da ONU é uma reprodução do canal do jornal El País no YouTube. Daniel: Você pode acessar os outros episódios da série Termos Ambíguos pelo site do podcast Oxigênio: www.oxigenio.comciencia.br ou pelas plataformas de áudio de sua preferência. Aproveite para indicar nossa série. Até mais!
Convidados: Lívia Sant'Anna Vaz, promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia e doutora em Ciências Jurídico-Políticas pela Universidade de Lisboa, e Renan Quinalha, professor de Direito da Unifesp e autor de Movimento LGBTI+. A 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apresenta um dado para o país celebrar: a taxa de homicídios em 2025 é a menor dos últimos 14 anos. Mas quando se coloca lupa nestes números, o que se vê é o crescimento da violência para determinadas parcelas da população. Aspectos como raça, gênero, sexualidade e idade podem aumentar a exposição a determinados crimes violentos. Pessoas negras são 80% das vítimas de homicídio no Brasil. O registro de casos de feminicídios bateu recorde em 2025: na média, a cada dia quatro mulheres foram assassinadas no país. A violência contra a população LGBT+ cresceu mais de 35% de um ano para o outro – e isso conta apenas uma parte do problema, pois os crimes contabilizados neste caso são altamente subnotificados. E as crianças e adolescentes são alvos de violências de todo tipo. A cada dez vítimas de estupro no Brasil, seis tinham menos de 14 anos. E os registros de bullying e cyberbullying tiveram um acréscimo de quase 70% em um ano. Neste episódio, Natuza Nery entrevista dois especialistas. Primeiro, a conversa é com a promotora de Justiça Lívia Sant'Anna Vaz, que analisa os aspectos raciais e de gênero da violência. Depois, ela fala com o professor Renan Quinalha sobre os direitos da população LGBT+ e sobre como o Brasil e outros países têm lidado com esta questão.
Doutorando em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília,o professor Vitor dos Santos Bueno, avalia como positiva a atuação proativa do governo brasileiro em abrir novos mercados para o escoamento da produção brasileira e prevê novas sanções do governo norte-americano. Sonora:
No episódio, Ana Frazão conversa com Nuno Palma, Professor de Economia da Universidade de Manchester sobre o artigo Crescimento econômico no Brasil - How a nation was born: Brazilian economic growth: 1574-1920, que o entrevistado escreveu em coautoria com Guilherme Lambais, da Universidade Lusíada de Lisboa. O artigo retrata estudo sobre o PIB per capita do Brasil do período colonial a até à república, mostrando que, mesmo sendo o Brasil um país sempre pobre, houve um breve período, no início da colonização, no qual os brasileiros tinham renda média comparável a de países europeus. Depois, em meados do século XVII, o país empobreceu e somente em meados do século XIX o PIB volta a crescer. No estudo, os autores concluem que o motor dessa história é a escravidão, grande responsável pela armadilha do salário baixo, baixa tecnologia e baixo desenvolvimento, na medida em que empobreceu o escravizado, empobreceu o trabalhador livre e desestimulou a adoção de processos produtivos mais eficientes. Daí por que a abolição da escravidão, longe de ter sido apenas uma questão humanitária, foi também algo economicamente eficiente. O professor Nuno ainda faz paralelos entre seus estudos e os de Celso Furtado e Nathaniel Leff e faz algumas especulações sobre em que medida as instituições extrativas (na terminologia de Acemoglu e Robinson) decorrentes da escravidão não persistem até hoje. Ao final da conversa, são exploradas outras frentes de estudos e análises importantes para entendermos a formação das instituições econômicas no Brasil.
Alex Carozza é graduado em Letras Português e Inglês pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2005), graduação em Direito pela Universidade de São Paulo - USP (2022), graduação em Direito pela Universidade Jean Moulin Lyon 3 - França (2023) e pós-graduado em Direito Tributário pela Universidade do Vale do Itajaí (2021), com especialização em Direito Tributário Municipal. AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: https://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL/LINKS DO EPISÓDIO:Insta do Alex: https://www.instagram.com/filosofiareflexaCanal do Alex: https://www.youtube.com/@filosofiareflexaPUBLICIDADE:Entre em contato: comercial@lutzpodcast.comREDES SOCIAIS:Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzloboInstagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
Veja também em youtube.com/@45_graus Rita de la Feria, Professora Catedrática de Direito Fiscal na Universidade de Leeds, em Inglaterra, professora visitante em Oxford e membro do Advisory Panel do Office for Budget Responsibility do Reino Unido. Conselheira para a reforma fiscal do governo de Timor-Leste. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, doutorou-se, em 2006, em Direito Fiscal Europeu pela Universidade de Dublin, Trinity College. _______________ Índice (1ª parte): Quais foram os primeiros impostos? Quando é que os impostos passaram a servir sobretudo para financiar o Estado Social? A importância de vermos para onde vão os impostos O “paradoxo nórdico” Livro: Taxation and Inequalities O IVA na Dinamarca Porque é o IVA regressivo? O estranho caso da enorme aversão à mudança em Portugal Geert Hofstede e a aversão à incerteza em Portugal Porque estão as pessoas mais descontentes com os serviços públicos? Círculos viciosos vs virtuosos O viés da negatividade Dados OCDE. em Portugal, cash benefits vão sobretudo para quem ganha mais (tabela 6.12) O impacto das redes sociais na nossa satisfação com a vidaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Rita de la Feria, Professora Catedrática de Direito Fiscal na Universidade de Leeds, em Inglaterra, professora visitante em Oxford e membro do Advisory Panel do Office for Budget Responsibility do Reino Unido. Conselheira para a reforma fiscal do governo de Timor-Leste. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, doutorou-se, em 2006, em Direito Fiscal Europeu pela Universidade de Dublin, Trinity College. _______________ Índice (2ª Parte): Porque taxar os mais ricos é tão impopular mesmo com o aumento da desigualdade? Porque ninguém gosta de impostos sobre as heranças? A dificuldade prática em aplicar impostos sobre o património Taxa única do IVA: porque é tao impopular? O caso da Colombia Porque há impostos que toleramos e outros que odiamos? Como definir uma política fiscal óptima para um país? Uma medida para Portugal: um IVA progressivo Imigração e afinidade socialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O programa completo que foi ao ar pela rádio SBS 2 ao vivo em rede nacional nesta quarta-feira. As principais notícias do dia. Uma conversa com a oceanógrafa Ana Paula da Silva, da Universidade de Sydney, sobre a relação da Austrália e a proteção da Grande Barreira de Corais. O programa de energia gratuita que o governo federal vai estimular em algumas regiões durante períodos do dia. As ucranianas que chegaram a Portugal como refugiadas e estão a se adaptar em Lisboa, abrindo negócios.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
A UNESCO decidiu manter a Grande Barreira de Corais fora da lista de patrimônios “em perigo”, mas o recife segue sob séria ameaça. A oceanógrafa Ana Paula da Silva, da Universidade de Sydney, explica por que a Austrália tem uma responsabilidade global na proteção do ecossistema, compara esse papel ao do Brasil com a Amazônia e analisa os riscos do branqueamento dos corais, da dragagem e do aquecimento das águas.A UNESCO decidiu manter a Grande Barreira de Corais fora da lista de patrimônios “em perigo”, mas o recife segue sob séria ameaça. A oceanógrafa Ana Paula da Silva, da Universidade de Sydney, explica por que a Austrália tem uma responsabilidade global na proteção do ecossistema, compara esse papel ao do Brasil com a Amazônia e analisa os riscos do branqueamento dos corais, da dragagem e do aquecimento das águas.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Nos últimos meses, a América Latina viveu uma sequência de eleições presidenciais apertadas que parecem consolidar uma virada à direita no continente. Neste episódio, produzido em parceria com o Observatório Rússia-América Latina (Ruslat), a coordenadora Daniela Vieira Secches (PUC Minas/Ruslat) recebe Marinana Andrade e Barros (PUC Minas), autora do livro Democracia na Agenda Regional da América Latina, e Giovana Dias Branco (USP/Ruslat), que fala diretamente de Moscou, para discutir o que essa onda eleitoral no Peru, na Colômbia e em outros países representa para os interesses russos na região. No segundo bloco, o pesquisador Leonardo Nascimento (PUC Minas/Ruslat) traz o olhar da imprensa russa sobre as eleições latino-americanas e sua conexão com a guerra na Ucrânia e as eleições da Duma Estatal marcadas para setembro, enquanto Giovana Dias Branco detalha o avanço da cooperação agroindustrial entre Brasil e Rússia e a disputa entre a Rosatom e os Estados Unidos pelo mercado latino-americano de pequenos reatores nucleares. No terceiro bloco, o quadro Outros Olhares recebe novamente Marinana Barros, conduzida por Laura Schneider de Lima (PUC Minas/Ruslat), para refletir sobre identidade, cultura política e literatura na América Latina e na Rússia. Quer apoiar o Chutando a Escada? Acesse chutandoaescada.com.br/apoio Mande um café usando nossa chave PIX: perguntas@chutandoaescada.com.br Comentários, críticas, sugestões? Escreva pra gente em perguntas@chutandoaescada.com.br Participaram deste episódio: Daniela Vieira Secches, Marinana Andrade e Barros, Giovana Dias Branco, Leonardo Nascimento e Laura Schneider de Lima. Inserção musical no final: “Garçom”, por João Ventura. Siga o artista no Instagram. Escute também no Spotify, no YouTube ou Apple Podcasts. Citados no episódio GALEANO, Eduardo. Futebol ao Sol e à Sombra. L&PM, 1995. LEÓN-PORTILLA, Miguel. A Conquista da América Latina Vista pelos Indígenas: Relatos Astecas, Maias e Incas. Vozes, 2023. GUERRA, Ciro (dir.). O Abraço da Serpente [El abrazo de la serpiente]. Colômbia/Venezuela/Argentina, 2015. 124 min. CANAL BRASIL. Sangue Latino: Eduardo Galeano. 2013. Documentário. Disponível em: YouTube. BARROS, Marinana Andrade e. Democracia na Agenda Regional da América Latina. Mencionado em entrevista. MEDEIROS, Murilo. Pesquisa sobre segurança como tema central nas eleições latino-americanas. Universidade de Brasília (UnB). Disponível em: Folha de S.Paulo. Capítulos: 00:00 — Introdução: eleições na América Latina e na Rússia em 2026 04:00 — Marinana Barros: a virada à direita nas urnas latino-americanas 10:00 — Giovana Branco: os quatro interesses russos na região 15:00 — Peru e Colômbia: pragmatismo além do alinhamento ideológico 21:00 — Ideologia não basta: o Itamaraty e o pragmatismo da política externa 29:00 — Boletim Ruslat: a imprensa russa e as eleições latino-americanas 38:00 — Agroindústria e energia nuclear na disputa Rússia-EUA 42:00 — Outros Olhares: identidade, literatura e cinema The post América Latina vira à direita, mas a Rússia não vai embora appeared first on Chutando a Escada.
Confira no Morning Show desta segunda-feira (13): O deputado federal Lindbergh Farias (PT) pediu a revogação da prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após a divulgação de uma carta apoiando o filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL), à Presidência da República. Segundo o deputado, a divulgação do documento quebra a decisão do ministro Alexandre de Moraes de que Bolsonaro não conceda entrevistas ou faça aparições públicas, mesmo através de redes sociais. Em nota pública, o partido Republicanos negou apoio irrestrito a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, iniciando uma avaliação interna sobre qual candidato a legenda apoiará. A nota também desmente o boato de que o apoio estaria condicionado à indicação de um nome para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. O presidente do PSD e pré-candidato à Vice-presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), afirmou que o presidente Lula (PT) venceria Flávio Bolsonaro (PL) “com facilidade” em um eventual segundo turno, mas que o petista seria derrotado pelo candidato da legenda, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). O custo de vida na região metropolitana de São Paulo subiu no mês de maio. O aumento afetou principalmente a alimentação, energia elétrica e saúde. A alta foi de 0,57% em vegetais e carne vermelha. Segundo a Fecomércio, a alta é resultado da inflação, impulsionada por gastos públicos. Começa nesta segunda-feira (13) a última semana de trabalho no Congresso Nacional antes do recesso parlamentar do meio do ano. Com a pausa nos trabalhos, uma série de pautas pode ficar apenas para depois das eleições de outubro. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha sobre a privatização de trens, metrôs e do Porto de Santos, revelou que 56% dos entrevistados são contra as desestatizações. Segundo especialistas consultados pelo instituto, a reação contrária às privatizações deve-se a experiências ruins dos usuários em linhas controladas pela iniciativa privada. O governo dos Estados Unidos deve decidir até esta quarta-feira (15) se irá taxar produtos do mercado brasileiro entre 25% e 37%. Durante a semana passada, ocorreu uma audiência promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), que elabora o documento com o parecer sobre o novo tarifaço, a ser assinado pelo presidente Donald Trump. A Comissão de Segurança Pública do Senado Federal pode votar um projeto que prevê autorização de porte de arma de fogo para mulheres que possuem medida protetiva. O objetivo é garantir a segurança das vítimas, que passariam por todas as avaliações comuns para o porte de arma. A Polícia Rodoviária Federal apreendeu um carregamento de 1800 ampolas ilegais de medicamentos para emagrecimento, as famosas “canetas emagrecedoras”. O casal que traficava os produtos vinha do Paraguai em direção ao Rio de Janeiro e foi preso em flagrante na Rodovia Presidente Dutra, na altura de Pindamonhangaba (SP). O pesquisador e professor da Universidade de Birmingham, Kauê Costa, foi eleito pela revista Scientific American como um dos 28 cientistas em ascensão no mundo. A pesquisa de Kauê estuda como a dopamina age no cérebro humano e como isso influência nosso comportamento. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/13-07-2026Nesta segunda-feira, o boletim analisa o desenvolvimento acelerado de soluções biológicas, os impactos das oscilações climáticas no sistema circulatório e o panorama epidemiológico sazonal. Abordamos a autorização no Reino Unido para o início dos ensaios clínicos de um imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford em apenas oito semanas contra uma variante emergente rara na África. Detalhamos o alerta da American Heart Association sobre como a exposição ao estresse térmico extremo sobrecarrega o organismo, exigindo monitoramento preventivo rigoroso em pacientes com insuficiência cardíaca e hipertensão. Por fim, trazemos no Radar o posicionamento da OPAS sobre a simultaneidade de múltiplos patógenos respiratórios sazonais no hemisfério sul e a urgência de impulsionar as coberturas vacinais. Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.
Convidado: Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV, pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment, nos Estados Unidos. "Para mim, acho que acabou. Eu não quero mais lidar com eles", disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã, na cúpula da Otan, na Turquia. A declaração do republicano veio depois de uma nova troca de ataques entre os dois países, menos de um mês após o anúncio de um acordo provisório para interromper os bombardeios e retomar as negociações sobre o programa nuclear iraniano. A escalada de violência acontece durante os cortejos do funeral do aiatolá Ali Khamenei e em meio ao teste de força do regime sob o comando do seu filho, Mojtaba. A retomada dos ataques reacende o temor de um conflito de consequências globais. O preço do petróleo disparou, as bolsas caíram e voltou a crescer a preocupação com o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo. Neste episódio, Natuza Nery conversa com Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da FGV e pesquisador da Universidade de Harvard e do Carnegie Endowment, sobre o colapso da trégua, os interesses por trás da retomada dos ataques e os riscos de uma nova escalada militar.
Entenda como a dengue chegou ao território brasileiro e como ela fez parte da evolução da saúde pública no Brasil. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Crhisllane Vasconcelos, Iara Grisi, Izabelle Viana, Antônio Lucas Citação ABNT: Scicast #691: Dengue. Locução: Gustavo Rebello, Crhisllane Vasconcelos, Iara Grisi, Izabelle Viana, Antônio Lucas. [S.l.] Portal Deviante, 06/07/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-691 Imagem de capa: Agência Santarém Referências e Indicações Sugestões de literatura: FRAIHA NETO, Habib. Oswaldo Cruz e a Febre Amarela no Pará. Belém: Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará, 2011. SOUZA, K. S. C. et al. Perfil Soro Epidemiológico dos casos de dengue notificados no município de Belém, Pará. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v. 2, n. 4, p. 3362-3372, jul./ago. 2019. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/334504244_Perfil_Soro_Epidemiologico_dos_casos_de_dengue_notificados_no_municipio_de_Belem_Para. Acesso em: 6 maio 2026. MAIS de 5 mil armadilhas de combate à dengue são instaladas em Belém; vacinação está disponível. O Liberal, Belém, 22 abr. 2026. Disponível em: https://www.oliberal.com/belem/mais-de-5-mil-armadilhasde-combate-a-dengue-sao-instaladas-em-belem-vacinacao-esta-disponivel-1.1091823. Acesso em: 6 maio 2026. REFERENCIAS: Winegard, T. C. O mosquito: A incrível história do maior predador da humanidade. Editora Intrínseca, 2022. Ujvari, S. C. História das Epidemias. Editora Contexto, 2020. Ministério da Saúde, Departamento Nacional de Epidemias. História da Febre Amarela no Brasil. Rio de Janeiro, 1996. Teixeira, M. G; Barreto, M. L. Porque devemos, de novo, erradicar o Aedes aegypti. ARTIGOS • Ciênc. saúde coletiva 1 (1) • 1996. Silvia, J. S. et. al. DENGUE NO BRASIL E AS POLÍTICAS DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI: DA TENTATIVA DE ERRADICAÇÃO ÀS POLÍTICAS DE CONTROLE. HYGEIA, Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde. 1996. BRAGA, Ima Aparecida; VALLE, Denise. Aedes aegypti: histórico do controle no Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília , v. 16, n. 2, p. 113-118, jun. 2007. NATURE EDUCATION. Dengue Viruses. Disponível em: https://www.nature.com/scitable/topicpage/dengue-viruses-22400925/. Acesso em: 01 fev. 2026. KHAN, M. B, et al. Dengue overview: An updated systemic review. Journal of Infection and Public Health, Volume 16, Issue 10, 2023, Pages 1625-1642, ISSN 1876-0341, https://doi.org/10.1016/j.jiph.2023.08.001. ANDRADE, P. S. Paridade, desenvolvimento ovariano e transmissão vertical do vírus dengue em fêmeas de Aedes aegypti e Aedes albopictus (Diptera: Culicidae), na cidade de São Paulo. 2018. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Bäck A.T., Lundkvist A. Dengue viruses - an overview. Infect Ecol Epidemiol. 2013 Aug 30;3. doi: 10.3402/iee.v3i0.19839. PMID: 24003364; PMCID: PMC3759171. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico – adulto e criança. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/dengue/dengue-diagnostico-e-manejo-clinico-adulto-e-crianca. Acesso em: 01 fev. 2026 SABIN. Diagnóstico da dengue: avaliação clínica e exames laboratoriais. Blog Sabin, 09 maio 2024. Disponível em: https://blog.sabin.com.br/saude/diagnostico-da-dengue/. Acesso em: 01 fev. 2026 JOI, Priya. Why a second dengue infection can be deadlier than the first. Gavi – VaccinesWork, 30 jan. 2024. Disponível em: https://www.gavi.org/vaccineswork/why-second-dengue-infection-can-be-deadlier-first. Acesso em: 01 fev. 2026. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entenda como a dengue chegou ao território brasileiro e como ela fez parte da evolução da saúde pública no Brasil. Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Gustavo Rebello, Crhisllane Vasconcelos, Iara Grisi, Izabelle Viana, Antônio Lucas Citação ABNT: Scicast #691: Dengue. Locução: Gustavo Rebello, Crhisllane Vasconcelos, Iara Grisi, Izabelle Viana, Antônio Lucas. [S.l.] Portal Deviante, 06/07/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-691 Imagem de capa: Agência Santarém Referências e Indicações Sugestões de literatura: FRAIHA NETO, Habib. Oswaldo Cruz e a Febre Amarela no Pará. Belém: Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará, 2011. SOUZA, K. S. C. et al. Perfil Soro Epidemiológico dos casos de dengue notificados no município de Belém, Pará. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v. 2, n. 4, p. 3362-3372, jul./ago. 2019. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/334504244_Perfil_Soro_Epidemiologico_dos_casos_de_dengue_notificados_no_municipio_de_Belem_Para. Acesso em: 6 maio 2026. MAIS de 5 mil armadilhas de combate à dengue são instaladas em Belém; vacinação está disponível. O Liberal, Belém, 22 abr. 2026. Disponível em: https://www.oliberal.com/belem/mais-de-5-mil-armadilhasde-combate-a-dengue-sao-instaladas-em-belem-vacinacao-esta-disponivel-1.1091823. Acesso em: 6 maio 2026. REFERENCIAS: Winegard, T. C. O mosquito: A incrível história do maior predador da humanidade. Editora Intrínseca, 2022. Ujvari, S. C. História das Epidemias. Editora Contexto, 2020. Ministério da Saúde, Departamento Nacional de Epidemias. História da Febre Amarela no Brasil. Rio de Janeiro, 1996. Teixeira, M. G; Barreto, M. L. Porque devemos, de novo, erradicar o Aedes aegypti. ARTIGOS • Ciênc. saúde coletiva 1 (1) • 1996. Silvia, J. S. et. al. DENGUE NO BRASIL E AS POLÍTICAS DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI: DA TENTATIVA DE ERRADICAÇÃO ÀS POLÍTICAS DE CONTROLE. HYGEIA, Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde. 1996. BRAGA, Ima Aparecida; VALLE, Denise. Aedes aegypti: histórico do controle no Brasil. Epidemiol. Serv. Saúde, Brasília , v. 16, n. 2, p. 113-118, jun. 2007. NATURE EDUCATION. Dengue Viruses. Disponível em: https://www.nature.com/scitable/topicpage/dengue-viruses-22400925/. Acesso em: 01 fev. 2026. KHAN, M. B, et al. Dengue overview: An updated systemic review. Journal of Infection and Public Health, Volume 16, Issue 10, 2023, Pages 1625-1642, ISSN 1876-0341, https://doi.org/10.1016/j.jiph.2023.08.001. ANDRADE, P. S. Paridade, desenvolvimento ovariano e transmissão vertical do vírus dengue em fêmeas de Aedes aegypti e Aedes albopictus (Diptera: Culicidae), na cidade de São Paulo. 2018. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Bäck A.T., Lundkvist A. Dengue viruses – an overview. Infect Ecol Epidemiol. 2013 Aug 30;3. doi: 10.3402/iee.v3i0.19839. PMID: 24003364; PMCID: PMC3759171. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Departamento de Doenças Transmissíveis. Dengue: diagnóstico e manejo clínico – adulto e criança. 6. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/dengue/dengue-diagnostico-e-manejo-clinico-adulto-e-crianca. Acesso em: 01 fev. 2026 SABIN. Diagnóstico da dengue: avaliação clínica e exames laboratoriais. Blog Sabin, 09 maio 2024. Disponível em: https://blog.sabin.com.br/saude/diagnostico-da-dengue/. Acesso em: 01 fev. 2026 JOI, Priya. Why a second dengue infection can be deadlier than the first. Gavi – VaccinesWork, 30 jan. 2024. Disponível em: https://www.gavi.org/vaccineswork/why-second-dengue-infection-can-be-deadlier-first. Acesso em: 01 fev. 2026.
Aqui vai um fato que ninguém deve ter te dito antes sobre gordura visceral, principalmente gordura no fígado.. Quando os cientistas da Universidade de Minnesota nos EUA analisaram de perto para ver de onde estava vindo a gordura no fígado, eles descobriram algo que fez muita gente ficar de queixo caído. Eles viram que quase quase 60% da gordura no fígado gordo vem do próprio corpo e não da dieta, que é responsável por míseros 15% desta gordura só. Isso muda o jogo e dá clareza sobre as reais causas deste problema e claro, aponta para reais soluções. Isso basicamente diz que não é a gordura da dieta ou os carboidratos da dieta que são estocados como gordura hepática diretamente e que esta gordura visceral toda é resultado de uma disfunção energética que força o corpo a acumular sua própria gordura onde nao deveria. Agora, pra piorar ainda mais a situação, existem 2 deficiências nutricionais específicas que podem prender a gordura dentro do fígado meio que bloqueando sua saída, fazendo com que o fígado fique cada vez mais gordo e doente, então, vamos ver quais elas são e como podemos resolvê-las na prática com 2 alimentos muito potentes nisso e fáceis de encontrar que podem ajudar o fígado a voltar a dar vazão a esta gordura tão perigosa...