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JORNAL DA RECORD
20/07/2026 | 3ª Edição: Brasil tem mais de 158 milhões de pessoas aptas a votar em outubro - quase um milhão só no exterior

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 11:24


Confira nesta edição do JR 24 Horas: Em SP, Flávio Bolsonaro fala que vai fazer o maior programa de mobilidade social da história. Em Brasília, Lula diz que aos 80 anos de idade está mais motivado a concorrer do que aos 57, quando foi eleito pela primeira vez. Nos EUA, governo aplica tarifaço de 50% para produtos importados do Canadá, que diz estar disposto a negociar. 

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

Resumão Diário
Trump volta a citar fraude eleitoral nas eleições de 2020; Fumaça de incêndios pode atrapalhar final da Copa nos EUA; Aluno de escola de aviação morre após ritual de 'banho de óleo' no PR e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 5:09


Donald Trump retoma alegações já desmentidas sobre fraude e interferência estrangeira nas eleições de 2020. Fumaça de incêndios florestais no Canadá encobre estádio da final da Copa, nos EUA. Mesmo sem assassinatos há um ano, ex-moradores resistem em voltar a vilarejo no interior no Ceará que teve saída em massa por conta de facções criminosas. Aluno de escola de aviação morre após ritual de 'banho de óleo' no Paraná, e suspeito é preso. Relíquia da Seleção Brasileira: Camisa de Pelé da final da Copa de 1958 é vendida por R$ 25 milhões em leilão.

Consciência Cristã
O papel do Brasil na revitalização da fé nos EUA e Europa - Samuel Vitalino no CC Podcast

Consciência Cristã

Play Episode Listen Later Jul 17, 2026 40:45


Neste episódio imperdível do Consciência Cristã Podcast, gravado diretamente na conferência de 2026 sob a temática "A Igreja de Cristo", o host Lázaro conversa com o Pastor Samuel Vitalino.Juntos, eles debatem o visível esfriamento da fé no Ocidente e revelam como Deus tem usado a igreja brasileira para liderar um movimento extraordinário de revitalização espiritual em solo americano e europeu. Missões com Inteligência: A transição do modelo tradicional para estratégias focadas em treinar teologicamente os líderes locais, multiplicando o alcance do Evangelho de forma muito mais rápida e orgânica. Babel foi a confusão das línguas. Pentecostes foi quando as pessoas ouviram a Palavra de Deus na sua própria língua para entenderem as Suas grandezas. É exatamente esse efeito que estamos vivendo hoje.Este episódio é um chamado urgente para colocarmos os joelhos no chão e as mãos no trabalho em favor do Reino! Faça parte deste movimento:

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Genial Podcast

O conflito entre EUA e Irã entrou no quarto dia de ataques consecutivos.

Filipe Villegas
#15/7 - Semicondutores impulsionam futuros nos EUA; conflito com Irã no quarto dia

Filipe Villegas

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 4:52


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Análise do Dia - Um Podcast do Sicredi
Análise do Dia - 14/7/2026 - Inflação ao consumidor nos EUA surpreende o mercado e ativos brasileiros reagem bem ao dado, mesmo com o avanço do petróleo.

Análise do Dia - Um Podcast do Sicredi

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 4:47


Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Continuidade das compras de soja da China nos EUA traz novas altas a Chicago nesta 2a feira

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 28:37


Preços sobem também no Brasil, apesar de leve pressão sobre os prêmios. Negócios continuam acontecendo.

Resumão Diário
Grupo de Vorcaro oferecia até R$ 2 milhões a influenciadores por posts contra o BC; Trump desmonta comissão eleitoral a 4 meses das eleições parlamentares nos EUA; Copa define 1ª semifinal nesta sexta

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 4:53


Grupo de Vorcaro oferecia até R$ 2 milhões a influenciadores por postagens contra o Banco Central, diz PF. Trump desmonta comissão eleitoral dos EUA a 4 meses das eleições parlamentares. Em meio à crise sobre eleições na Colômbia, Petro telefona para Lula e diz que fará 'transição pacífica'. Espanha enfrenta a Bélgica nas quartas da Copa do Mundo. Surto de ebola na República Democrática do Congo se propaga em velocidade inédita, diz agência de saúde. Inscrições do Prouni do 2º semestre terminam nesta sexta.

Empreendendo no Reino
Abrir Empresa Nos EUA Sem Ouvir Deus?

Empreendendo no Reino

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 47:20


Abrir empresa nos Estados Unidos é mais fácil do que você imagina. A maior parte da dificuldade não está na burocracia. Está na sua cabeça.DEVOCIONAL PROFÉTICO PARA EMPREENDEDORES:https://empreendendonoreino.com/devocionalprofetico/

BBCast Agro
Soja: demanda chinesa e clima nos EUA elevam indicador Cepea | BBcast Agro - 10/07/2026

BBCast Agro

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 3:13


No episódio de hoje do BBcast Agro, Italvaci, assessor de agronegócios do Banco do Brasil, analisa os impactos do último relatório do USDA, a reação do mercado ao acordo geopolítico e o andamento da comercialização no Brasil.Destaques do episódio:

Os Pingos nos Is
Flávio dispara contra PT nos EUA, e governo Lula rebate

Os Pingos nos Is

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 119:26


Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (07):O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro classificou o Partido dos Trabalhadores (PT) como o “partido das taxas”. Flávio está nos Estados Unidos, segundo ele, para defender os brasileiros de uma possível taxação do governo americano. O Ministério das Relações Exteriores, sob o comando de Mauro Vieira, evitou detalhar a tese enviada à Câmara dos Deputados sobre o risco de os Estados Unidos realizarem ações militares na América do Sul contra facções do crime organizado. A hipótese foi levantada após o governo brasileiro alegar que não foi comunicado sobre a classificação do PCC e do CV como terroristas. O Departamento de Estados dos EUA negou a possibilidade. O pré-candidato do União Brasil ao Senado pelo Rio de Janeiro, Márcio Canella, foi preso nesta terça-feira (07) após a Polícia Federal (PF) encontrar um fuzil em seu carro, durante cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido na 6ª fase da Operação Unha e Carne. Canella era investigado pela corporação por participar de um esquema de lavagem de dinheiro. As ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) aparecem na frente em uma pesquisa de intenção de votos do Datafolha para o Senado por São Paulo, divulgada nesta terça-feira (07). Marina lidera com 18%, enquanto Tebet aparece em segundo, com 16%. Ricardo Salles (Novo), com 13%, e André do Prado (PL), com (11%), aparecem na sequência. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a participação de Flávio Bolsonaro (PL), senador e pré-candidato à Presidência da República, em audiência nos Estados Unidos, nesta terça-feira (07). De acordo com o governo federal, o senador teve objetivo eleitoreiro. Flávio criticou Lula e chamou o PT de “partido das taxas” em sua fala.O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, acusou o atual líder colombiano Gustavo Petro de tentar articular um golpe de Estado para se manter no poder. A transição de governo foi suspensa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a guerra entre Rússia e Ucrânia, que já se arrasta por mais de quatro anos, será resolvida “em breve”. Após manter conversações diretas por telefone com Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, o líder americano afirmou na cúpula da Otan que os dois lados demonstram real interesse em selar um acordo de paz. O líder do PT na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai (PT-SC), ameaçou rotular o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), como "inimigo dos trabalhadores" caso a tramitação da PEC do fim da escala 6x1 não avance na Casa. Por outro lado, Alcolumbre afirmou que não irá tolerar ameaças. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.

O Antagonista
Flávio Bolsonaro x Lula: a guerra do tarifaço nos EUA

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 14:00


Flávio Bolsonaro participou de audiência da USTR em Washington pedindo o adiamento do tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, e o Planalto reagiu chamando o senador de traidor da pátria.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto   de Brasília.     Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil.     Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado.    Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h no nosso canal do Youtube.  https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/   Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #bolsonaro #lula #tarifaco #eua #politicagem #internet #youtube #podcast #audio #politica #economia #imposto #audiencia #debate #algoritmo #engajamento #midia #critica #conteudo #plataformas

Boletim Folha
Flávio Bolsonaro diz nos EUA que tarifas ajudariam Lula

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 4:51


Presidente eleito da Colômbia diz suspender transição e acusa Petro de tramar golpe. E Morre Benedito Ruy Barbosa, autor icônico de novelas, aos 95 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícia no Seu Tempo
Campanha eleitoral contamina negociação sobre tarifaço

Notícia no Seu Tempo

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 8:13


No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (08/07/2026): O palco das discussões sobre o tarifaço que o governo de Donald Trump pretende impor ao Brasil virou ringue da disputa pela Presidência da República. Nos EUA para audiência a respeito do caso, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em tom eleitoral, usou os cinco minutos a que tinha direito para criticar o governo Lula, falar de corrupção, do caso Master e criticar o STF. Flávio acusou a gestão petista de usar as tarifas para obter vantagem política. O Planalto reagiu dizendo que o senador “esqueceu” de mencionar a conversa com o banqueiro Daniel Vorcaro para tratar de recursos para o filme Dark Horse. A audiência pública ocorreu no âmbito da investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) sobre supostas práticas desleais do Brasil. Economia: Participação dos EUA no comércio exterior do Brasil cai ao menor nível Metrópole: Ataque hacker a empresa de saúde ‘sequestra’ dados de 500 mil pacientes Internacional: Com pena reduzida e ainda usando tornozeleira, Le Pen buscará presidência Esportes: Messi lidera virada épica da Argentina sobre o Egito e leva seleção às quartas Cultura: Autor de novelas como “Renascer”, “Pantanal” e “Terra Nostra”, Benedito Ruy Barbosa morreu aos 95 anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Clima preocupante no Corn Belt, demanda da China nos EUA e geopolítica no foco da soja em Chicago, apesar de leves baixas desta 4ª feira

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 59:49


Mercado é oportuno ao produtor brasileiro, mas analista reforça necessidade de cautela na efetivação de negócios. Atenção a novas altas que Chicago pode apresentar.

Direto da Redação
Flávio Bolsonaro faz discurso político em audiência nos EUA e diz que tarifas contra o Brasil só beneficiariam o governo Lula

Direto da Redação

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 7:42


Análise do Dia - Um Podcast do Sicredi
Análise do Dia - 8/7/2026 - Em mais um dia de aversão a risco, petróleo e juros globais avançam, e bolsas caem. Nos EUA, ata do FOMC revela temor inflacionário do Fed.

Análise do Dia - Um Podcast do Sicredi

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 4:20


Fim do Dia
Mário Kertész anuncia mudanças na Metropole e Janio debate crise democrática nos EUA #1269

Fim do Dia

Play Episode Listen Later Jul 8, 2026 5:26


O Aos Fatos desta quarta-feira (8) destaca as mudanças na programação da Rádio Metropole anunciadas por Mário Kertész e a análise de Janio de Freitas sobre o cenário político nos Estados Unidos. A nova grade da emissora entra em vigor nesta quinta-feira (9) e traz alterações nos horários da manhã e da tarde, com mudanças em programas já conhecidos pelos ouvintes.

O Antagonista
Cortes do Papo - Em audiência nos EUA, Flávio Bolsonaro acusa governo Lula e pede suspensão de tarifas

O Antagonista

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 15:33


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) participou de uma audiência pública oficial em Washington para contestar o tarifaço de 25% contra produtos brasileiros.No depoimento, o parlamentar acusou a gestão Lula de prejudicar empresas americanas e propôs contrapartidas econômicas.Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores.       O programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade.       Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade.       Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h no nosso canal no Youtube.   https://www.youtube.com/@OAntagonista  Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay:  https://assine.oantagonista.com.br/  Siga O Antagonista no X:  https://x.com/o_antagonista   Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais.  https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344  Inscreva-se no canal, ative as notificações e deixe sua opinião nos comentários!  Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br #flavio #bolsonaro #audiencia #eua #lula #governo #tarifas #politica #economia #podcast #noticias #diplomacia #congresso #suspensao #debate #brasil #washington #tributos #analise #audiopast

No pé do ouvido
Flávio muda discurso e pedirá fim do tarifaço em audiência nos EUA

No pé do ouvido

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 22:45


Hoje, 'No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essa e outras notícias: Aliados avaliam que documento que pedia suspensão do tarifaço repercutiu mal e senador precisa se posicionar contrário à taxação. Entidades brasileiras e americanas se manifestaram no primeiro dia de audiência defendendo fim das tarifas. Espanha vence Portugal e Bélgica goleia EUA na Copa. iPhone dobrável pode esgotar antes do lançamento. E Festival de Veneza vai homenagear George Clooney com Leão de Ouro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 45:33


Produtor brasileiro precisa agora refinar as estratégias de comercialização para capturar os momentos. Orientação é para a compra de um seguro de baixa em Chicago e um travamento do prêmio para o ano que vem.

Resumão Diário
Brasil dá adeus ao sonho do hexa e Copa tem duelo Portugal x Espanha hoje; Fifa tira cartão vermelho de jogador dos EUA na Copa após pedido de Trump; Brasil discute tarifaço em audiências públicas nos EUA; Bilhete danificado da Mega-Sena vai parar n

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 6:12


Brasil dá adeus ao sonho do hexa e Copa tem duelo Portugal x Espanha hoje. Trump conversou com presidente da Fifa para contestar expulsão de atacante dos EUA; cartão vermelho foi revogado. Brasil vai aos EUA tentar barrar tarifaço de Trump; veja os argumentos da indústria e do agro. Criança de 9 anos sofreu acidente com mesma equipe 3 meses antes de queda fatal de jovem sem corda em SP. Habeas corpus de Deolane Bezerra será julgado hoje; MP se posiciona contra. Ex-mulher do goleiro Bruno é internada em hospital após três dias desaparecida em MG. Bilhete danificado da Mega-Sena gera disputa por prêmio de R$ 29 milhões e vira caso de polícia em MT.

Momento Investidor
Feriado nos EUA reduzem liquidez nos mercados, Brasil tem pregão positivo

Momento Investidor

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 2:56


Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.

JORNAL DA RECORD
03/07/2026 | 2ª Edição: Polícia Federal prende suspeita de lavar dinheiro do PCC nos EUA

JORNAL DA RECORD

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 3:47


A Polícia Federal prendeu a secretária Stella Nunes nesta sexta-feira (3). Ela é suspeita de atuar junto com o empresário Victor Shimada em um esquema de lavagem do PCC nos Estados Unidos que pode ter movimentado mais de  R$ 10 bilhões. Os dois estão entre os sancionados pelo presidente norte-americano Donald Trump. Em Peruíbe (SP), um suspeito de participar do ataque ao tenente da Rota Ronickson Pimentel foi morto em troca de tiros com a polícia. E no Rio de Janeiro, traficantes promoveram um dia de caos em retaliação a uma operação policial na Cidade de Deus.

Momento Investidor
Juros futuros globais sobem, mesmo após criação de vagas abaixo do esperado nos EUA

Momento Investidor

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 4:15


Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Genial Podcast

Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!

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Itaú Views
T8 #23 | Decisões de juros no Brasil e nos EUA e cenário para Renda Fixa

Itaú Views

Play Episode Listen Later Jun 22, 2026 24:22


A Super Quarta trouxe decisões importantes de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano, enquanto o Fed manteve os juros americanos estáveis. Mas o que essas decisões revelam sobre os próximos passos dos bancos centrais? Ainda existe espaço para novos cortes de juros no Brasil? E como o cenário global influencia as oportunidades na renda fixa? Neste episódio do Itaú Views, Julia Gottlieb, economista do Itaú, e Sebastien Maculan, head da mesa de Renda Fixa da tesouraria do Itaú, se reúnem para analisar os comunicados, discutir as perspectivas para inflação, câmbio e atividade econômica, além de explorar como os investidores podem navegar em um ambiente de maior cautela e volatilidade.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA.Email⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Telegram⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Youtube⁠⁠

Novus Capital
NovusCast - 19 de Junho 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Jun 19, 2026 18:08


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelas decisões de política monetária. O Banco Central da Inglaterra manteve os juros inalterados, enquanto o Banco Central do Japão elevou a taxa para 1%, ambos em linha com as expectativas. O principal destaque ficou para o Fed, que manteve os juros, mas cuja primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh trouxe mudanças relevantes na comunicação, com o fim do forward guidance e a criação de grupos de trabalho para revisar temas como balanço, produtividade, mercado de trabalho na era da IA e fontes de dados. O Fed também revisou para cima suas projeções de inflação e reforçou o compromisso com a meta de 2%. Nos EUA, o varejo de maio surpreendeu positivamente, reforçando a leitura de atividade resiliente. No campo geopolítico, o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã trouxe perspectiva de redução das tensões e de normalização gradual do fluxo no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 25 bps, decisão interpretada como dovish diante da revisão altista das projeções de inflação e da manutenção de um cenário de atividade forte. A comunicação foi confusa, utilizando a extensão do horizonte relevante para justificar o corte. No campo fiscal, a semana foi marcada por novas preocupações com propostas de aumento de gastos no Congresso e por declarações de Flávio Bolsonaro descartando medidas estruturais de ajuste fiscal. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,93%, Nasdaq +2,60% e Russell 2000 +1,22%. No Brasil, a curva de juros inclinou (jan/27 fechou 10 bps; jan/31 abriu 57 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,64% e o real 1,82%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15, a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. No exterior, atenção aos PMIs e ao PCE.

Diplomatas
“Aqueles que pensam estratégia de manhã, à tarde e à noite nos EUA pensam na China”

Diplomatas

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 37:59


O episódio desta semana do podcast Diplomatas teve como tema principal o memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irão, tendo em vista a reabertura do estreito de Ormuz e um acordo de paz duradouro no Médio Oriente, que deverá ser formalmente assinado na sexta-feira. Carlos Gaspar e Luís Tomé, professor e director do Departamento de Relações Internacionais da Universidade Autónoma de Lisboa, analisaram os principais pontos de um documento que ainda não foi tornado público oficialmente e reflectiram sobre o impacto do mesmo nos objectivos estratégicos e políticos da Administração Trump e do Governo de Benjamin Netanyahu. Os investigadores do IPRI-Nova discutiram ainda o que saiu (e não saiu) da cimeira do G7 em Évian-les-Bain (França), nomeadamente sobre a guerra na Ucrânia e a estratégia dos países ocidentais e seus aliados para lidarem com a competição económica e geopolítica da China. No final do episódio deram nota da eleição suplementar desta quinta-feira em Makerfield (Inglaterra), onde participa Andy Burnham, presidente da Câmara de Manchester e aspirante à liderança do Partido Trabalhista britânico e do Governo do Reino Unido. Se tiver alguma pergunta para Teresa de Sousa e Carlos Gaspar ou sugestão de tema para debate no Diplomatas, envie um email para antonio.lima@publico.pt ou podcasts@publico.pt. Texto de António Saraiva LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
JN: Acordo de paz com os EUA prevê ajuda bilionária ao Irã; Motta admite viagem em jato de Vorcaro; Neymar treina com a Seleção pela 1ª vez nos EUA

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 6:07


O acordo de paz com os Estados Unidos prevê uma ajuda bilionária ao Irã e a renúncia a armas nucleares. As principais economias do mundo cobraram das empresas de tecnologia mais controle nas redes sociais. O presidente da Câmara admitiu que viajou em jatinho de Daniel Vorcaro, a convite de Ciro Nogueira. O Banco Central reduziu a taxa de juros pela terceira vez seguida. A Copa do Mundo ferveu com a estreia dos astros do futebol. Harry Kane marcou duas vezes na vitória da Inglaterra sobre a Croácia. Cristiano Ronaldo decepcionou no empate entre Portugal e a República Democrática do Congo. A Argentina enlouqueceu com a atuação inesquecível do craque Messi. Enquanto isso, em Nova Jersey, Neymar treinou com a Seleção.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja fecha mais uma sessão em alta na Bolsa de Chicago com estímulo dos rumores de compras da China nos EUA

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 42:53


No Brasil, porém, preços seguem sem força para subir, ainda sinalizando patamares de R$ 132/sc nos portos, tanto no disponível, quanto para safra nova. Estratégias de comercialização precisam ser diferentes para as temporadas.

Resumão Diário
Lula e Trump juntos no G7 em meio a tensão por tarifas; preso nos EUA não é chefe de facção, dizem autoridades; Moraes cobra Bolsonaro sobre arma apreendida; brigas entre torcedores em NY e mais

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 4:44


Lula e Trump posam juntos na foto oficial do G7 em meio a tensão por tarifas. Autoridades de SP e Rio não reconhecem homem preso nos EUA como chefe de PCC ou CV; mandado de prisão contra ele é de extorsão. Polícia Civil deflagra operação contra facção Tren de Aragua em Roraima e mais 5 estados. Moraes manda Bolsonaro explicar arma de fogo apreendida com militar. Torcedores da Argentina e da Argélia brigam na Times Square antes de jogo da Copa do Mundo.

História FM
238 Mito da Causa Perdida: negacionismo e falsificação histórica nos EUA

História FM

Play Episode Listen Later Jun 15, 2026 86:09


Após o fim da Guerra Civil Americana, setores da antiga Confederação passaram a construir uma narrativa que buscava reinterpretar as causas, os objetivos e os resultados do conflito. Conhecida como “Causa Perdida”, essa visão apresentava os líderes confederados como figuras honradas, minimizava o papel central da escravidão na eclosão da guerra e retratava o Sul como vítima de uma agressão injusta por parte do Norte. Ao longo das décadas, o mito da Causa Perdida influenciou livros, monumentos, organizações memorialistas, produções culturais e o ensino de história, desempenhando papel importante na legitimação da segregação racial e na construção de memórias públicas sobre o passado estadunidense. Seus efeitos ultrapassaram o século XIX, permanecendo presentes em debates políticos, disputas historiográficas e controvérsias sobre símbolos e monumentos ligados à Confederação. Convidamos Vitor Izecksohn para analisar as origens e a difusão do mito da Causa Perdida, os interesses políticos e sociais envolvidos em sua construção, sua relação com a memória da escravidão e da Guerra Civil e os debates contemporâneos sobre o legado dessa narrativa na sociedade estadunidense.Roteiro: Icles RodriguesEdição: Samuel GambiniInstagram: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@iclesrodrigues⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠PIX: leituraobrigahistoria@gmail.comAdquira o curso História: da pesquisa à escrita por apenas R$ 49,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso A Operação Historiográfica para Michel de Certeau por apenas R$ 24,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Adquira o curso O ofício do historiador para Marc Bloch por apenas R$ 29,90 ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠CLICANDO AQUI⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Colabore com nosso trabalho em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠apoia.se/obrigahistoria⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Dias 15 e 16 de junho, 5% de desconto pagando no PIX e frete grátis! Compras acima de 399 têm frete grátis. Use meu cupom HISTORIAFM ou acesse o site pelo link ⁠⁠⁠⁠⁠https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAFM⁠⁠⁠⁠⁠ e aproveite! #insiderstore

Noticiário Nacional
02h Mundial de Futebol. Seleção nacional já está nos EUA

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 8:11


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Noticiário Nacional
07h Mundial de Futebol. Seleção treina este sábado já nos EUA

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 8:32


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Noticiário Nacional
08h Jogadores portugueses recebidos por muitos adeptos nos EUA

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 9:37


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Noticiário Nacional
06h Mundial. Portugal faz hoje primeiro treino nos EUA para 200 adeptos

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 7:42


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Noticiário Nacional
05h Mundial de Futebol. Seleção treina este sábado já nos EUA

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 6:53


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Noticiário Nacional
04h Mundial de Futebol. Seleção já nos EUA com mentalidade de equipa grande

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 7:06


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Novus Capital
NovusCast - 12 de Junho 2026

Novus Capital

Play Episode Listen Later Jun 12, 2026 15:55


Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação. No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária. Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%. Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.

Genial Podcast

Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!

Agro Connection Podcast
Ep #70 - Canola em Expansão nos EUA - Com Dra Ana Carcedo

Agro Connection Podcast

Play Episode Listen Later Jun 10, 2026 48:00


Neste episódio do Agro Connection Podcast, recebemos a Dra. Ana Carcedo, professora assistente e extensionista em Agronomia na Universidade Estadual da Dakota do Norte (EUA). Natural de Rosário, na Argentina, Ana é engenheira agrônoma e doutora em Ciências Agrárias pela Universidade de Rosário, com foco em sorgo. Ao longo da sua trajetória, também atuou como pesquisadora de pós-doutorado na Universidade Estadual do Kansas e hoje trabalha diretamente com sistemas produtivos envolvendo soja, feijão, ervilha, girassol e, especialmente, canola — cultura central desta conversa. Neste episódio, exploramos o papel da canola no sistema agrícola da Dakota do Norte, o maior produtor da cultura nos Estados Unidos. Discutimos por que essa região se destaca, como a canola se encaixa na rotação de culturas e quais são seus principais benefícios agronômicos e econômicos para os produtores. Também abordamos temas como:A importância econômica da canola na regiãoSua competitividade em relação a soja, milho e trigoCustos de produção e tomada de decisão no campoAvanços tecnológicos e pesquisas recentes na culturaTendências de expansão da canola nos próximos anosE lições que o Brasil pode aprender com o modelo americano de produção Uma conversa rica em ciência, prática agrícola e visão de futuro sobre uma das culturas mais estratégicas dos sistemas de produção atuais. Fique com a gente e mergulhe nesse bate-papo cheio de conhecimento! Agro Connection Podcast – conectando você ao mundo agro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Genial Podcast

Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.

UOL Investiga
UOL Prime #125: Os bastidores de encontros de empresários e políticos brasileiros nos EUA

UOL Investiga

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 25:07


Todo ano, em maio, empresários brasileiros viajam aos Estados Unidos para falar sobre o Brasil e gastar em dólar. É a chamada Brazil Week, série de eventos públicos, painéis e jantares que reúne políticos, investidores e banqueiros durante uma semana em Nova York. A ideia é juntar política e dinheiro para vender o país aos estrangeiros, embora os eventos hoje sejam majoritariamente frequentados por brasileiros e realizados em português. É sobre os bastidores da Brazil Week que o apresentador do podcast UOL Prime José Roberto de Toledo conversa com a colunista do UOL Carla Araújo. A jornalista esteve no evento este ano a convite do Grupo Lide, com a também colunista Thais Bilenky.

História de Imigrante
179. Ela Surtou nos EUA

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Jun 4, 2026 26:38


➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aquihttps://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui:https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio179Instagram da Andressa - @dearandressa77Uma brasileira se apaixonou por um americano, viveu um casamento feliz nos Estados Unidos, realizou o sonho de ser mãe… até que um surto psicológico destruiu completamente a vida dela. Uma história real sobre imigração, saúde mental, isolamento, maternidade e os perigos do algoritmo nas redes sociais.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Romance de Cinema?

Esporte em Discussão
Vai ter mudança? Ancelotti prepara novidade na Seleção; primeiro treino nos EUA

Esporte em Discussão

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 117:28


No Bate-Pronto de hoje, a Seleção Brasileira realiza seu primeiro treino nos Estados Unidos e inicia os ajustes finais para a Copa do Mundo. O programa também debate as possíveis novidades preparadas por Carlo Ancelotti, que pode promover mudanças na equipe para a estreia no torneio. A equipe analisa os bastidores da preparação, as opções do treinador e as expectativas para a campanha brasileira no Mundial.

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo
O tempo está acabando para Alexandre de Moraes se defender nos EUA

Alexandre Garcia - Vozes - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later May 28, 2026 5:11


Alexandre Garcia comenta prazo para a defesa de Alexandre de Moraes em processo nos EUA, encontro de Flávio Bolsonaro com Trump, e caso de dentista goiana que fazia cirurgia plástica.