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No episódio desta semana, analisamos os principais acontecimentos que podem impactar a economia, o agronegócio e os mercados nos próximos meses.
No episódio de julho de 2026 do BB Private Talks, Fabiano Corrêa e Allan Fukumoto, da área de Estratégia de Investimentos, recebem Ronaldo Trogo, gerente da área de Pesquisas Macroeconômicas do Banco do Brasil, para conversar sobre o atual momento da política monetária.O programa aborda os impactos da decisão do COPOM de reduzir a Taxa Selic para 14,25% ao ano sobre os investimentos, além da interpretação das sinalizações transmitidas pelo Comitê em sua ata, que ajudam a compreender o cenário econômico e as oportunidades para o investidor. Principais temas desta edição: Decisão de manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos pelo FED (FOMC)Decisão do COPOM de reduzir a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,25% a.a.Sinais enviados pelo COPOM por meio da ata de sua 279ª reuniãoProjeções da Tesouraria do Banco do Brasil para os principais indicadores financeirosRiscos para a economia em cenários alternativos ao considerado pelo COPOMOportunidades oferecidas pelos ativos prefixados e indexados à inflação no cenário atualNíveis historicamente elevados das taxas prefixadasConceito de taxa real de juros e as características protetivas dos títulos indexados à inflaçãoEstratégias para a construção de portfólios de renda fixa e os riscos inerentes a cada modalidadePerspectivas de rentabilidade derivadas da análise do comportamento histórico dos ativos prefixados e indexados à inflaçãoExpectativas para a Taxa Selic nas próximas reuniões do COPOMPara se aprofundar nas informações contidas neste vídeo, veja nosso relatório Estratégia de Investimentos: bb.com.br/docs/pub/voce/private/dwn/Relatestratinvest.pdfConheça também outros materiais dos nossos premiados especialistas em bb.com.br/lounge
Convidados: André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, professor e coordenador universitário do curso de Ciências Econômicas e autor do livro ‘O Salto do Sapo: a difícil corrida brasileira rumo ao desenvolvimento econômico'; e Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, professor do IDP, ex-secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo e ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente. Em meados de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu por um corte tímido na Selic, que é a taxa básica de juros: uma redução de 0,25 ponto percentual. A decisão unânime do Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano e a ata da reunião sinalizou que os cortes podem parar por aí. A definição da taxa de juros é a ferramenta que o BC tem para cumprir uma de suas atribuições, que é perseguir a meta de inflação, atualmente em 3% ao ano – essa meta é definida por um conselho formado pelos ministérios da Fazenda, do Planejamento e pelo próprio BC. Atualmente, o Brasil tem o maior juro real do mundo – que é a diferença entre a taxa básica e a inflação, que está em 4,72% no acumulado dos últimos 12 meses). Neste episódio, Natuza Nery promove um debate com os economistas André Galhardo e Felipe Salto para responder a duas questões principais: a meta de inflação 3% ao ano é viável para o Brasil hoje? E o que o país precisa fazer para ter condições de conviver com juros menores?
Análise semanal de mercado e os impactos no mundo RPPS, com destaques:EXTERNO: Geopolítica EUA–Irã, PCE benigno e Fed cauteloso ditaram o tom da semana.INTERNO: Ata do Copom, RPM e IPCA-15 de junho ganharam destaque na semana.
Nesse episódio do podcast Dedo no Pulso, com a apresentação de Antônio Da Luz, você acompanha uma análise crítica dos acontecimentos que estão moldando a economia brasileira. A partir da ata do COPOM e do Relatório de Política Monetária do Banco Central, são discutidos os desafios para o controle da inflação, a credibilidade da política monetária, os efeitos da deterioração fiscal e as razões que levaram parte do mercado a questionar o recente corte da Selic. A análise vai além das manchetes e explica, de forma didática, como decisões técnicas influenciam diretamente investimentos, crédito, consumo e o ambiente de negócios. Além do cenário brasileiro, o episódio amplia o olhar para o mercado internacional ao abordar a elevação dos juros no Japão e o risco de uma reversão do carry trade, fenômeno que pode provocar impactos significativos nas bolsas, no câmbio e na renda fixa mundial. Com dados, comparações históricas e interpretações fundamentadas, Antônio Da Luz apresenta uma visão estratégica para investidores, empresários, produtores rurais e profissionais do agronegócio que desejam compreender os fatores que poderão definir os próximos movimentos da economia nos meses seguintes. ➡
A Selic caiu, mas o juro pode ficar mais caro para empresas, famílias e investidores?No Market Makers, Adolfo Sachsida explica por que a redução da Selic não elimina a pressão sobre os juros futuros — e por que o Brasil pode entrar em uma nova fase de risco fiscal, crédito caro e menor potência da política monetária.Mas o debate vai muito além do Copom.Para Sachsida, o maior desafio do próximo governo não será apenas equilibrar as contas públicas. Será preparar o Brasil para a revolução da inteligência artificial: profissões qualificadas sob pressão, automação, produtividade, educação, renda mínima e um novo mercado de trabalho.Neste episódio, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa conversam com Adolfo Sachsida sobre:-Selic, inflação, juros futuros e dominância fiscal;-Banco Central, credibilidade e política monetária;-O impacto da inteligência artificial em médicos, advogados, programadores e mercado financeiro;-Renda mínima universal e qualificação profissional;-Escala 6x1, produtividade e custo do trabalho;-Projeto Brasil: crédito, energia, burocracia, agro e mineração;-Lula, Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, eleições de 2026 e Argentina de Milei;-STF, segurança jurídica, empreendedorismo e o futuro dos investimentos no Brasil.Na sua visão, qual é o maior risco para o Brasil hoje: juros, dívida pública, produtividade ou inteligência artificial?Abra sua Conta Internacional na Nomad e ganhe até U$50 de cashback com o código de convidado MMAKERS50: https://link.nomadglobal.com/wIQT/MMAKERS50 (Leia os avisos legais: nomadglobal.com/legal)
O estrategista de investimentos do BB Private, Allan Fukumoto, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "Nos mercados globais, a semana foi marcada pela combinação entre o alívio parcial das tensões no Oriente Médio e a resiliência da economia americana. O avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã e a manutenção do fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz ajudaram a reduzir o prêmio de risco sobre a commodity e trouxeram algum alívio aos mercados internacionais. Nos Estados Unidos, os PMIs vieram acima do esperado, o PIB do primeiro trimestre foi revisado para cima e os pedidos de auxílio-desemprego recuaram, reforçando a leitura de uma atividade ainda sólida. Ao mesmo tempo, o PCE seguiu mostrando inflação pressionada, o que sustenta a percepção de juros elevados por mais tempo por parte do Federal Reserve. No Brasil, a semana foi marcada pela piora das expectativas de inflação e por uma comunicação mais dura do Banco Central. O Relatório Focus mostrou novas altas nas projeções para o IPCA e para a Selic, enquanto a ata do Copom reforçou a percepção de desancoragem das expectativas e de riscos assimétricos para cima. Embora o Banco Central tenha reduzido a Selic para 14,25% ao ano, o tom foi de cautela, indicando que os próximos passos dependerão da evolução dos dados. Na inflação corrente, o IPCA-15 de junho veio ligeiramente abaixo do esperado, mas o acumulado em 12 meses avançou para 4,80%, mantendo-se acima do teto da meta."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Editorial: Ata do Copom não dissipa dúvidas sobre futuro da Selic Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Junho chega ao fim com os mercados recalibrando expectativas após as decisões recentes do Fed e do Copom. Embora os juros tenham permanecido no centro das atenções, os investidores seguem avaliando os próximos passos das autoridades monetárias em um ambiente marcado por incertezas sobre crescimento, inflação e política comercial. Nos Estados Unidos, os dados de atividade, emprego e inflação continuam sendo determinantes para a trajetória dos juros, enquanto as discussões sobre tarifas e seus impactos na economia global seguem no radar dos mercados. No Brasil, além das perspectivas para a inflação e para a política monetária, a atenção permanece voltada para o cenário fiscal e seus reflexos sobre os ativos locais. Na edição de junho da Live Cenário Macro, nossos especialistas analisam os principais temas que vêm movimentando os mercados e o que observar nos próximos meses para a construção dos portfólios. 23/06 | 18h30 Participam desta edição: Thomas Wu, Estrategista-chefe de Investimentos do Itaú Bruno Bak, Gestor líder da família de fundos Itaú Artax Com moderação de Vanessa Daraya, da Comunicação Itaú Ative o lembrete e acompanhe ao vivo.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (24/06/2026): Operação da PF para investigar supostas fraudes contábeis e de gestão no Banco Digimais cumpriu mandados de busca e apreensão contra dirigentes da instituição financeira. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 670 milhões em bens de investigados, entre eles Edir Macedo, líder da Igreja Universal e controlador do banco. Macedo não foi alvo de buscas por morar no exterior. Segundo a PF, o Digimais teria utilizado fundos de investimento para maquiar rombo bilionário e inflar o patrimônio. A PF sustenta que o banco reproduziu prática adotada pelo Banco Master, atraindo investidores por meio da confiança na cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Economia: BC evitou dar choque nos juros e esticou prazo por meta de inflação Política: Críticas de Gilmar a colegas ferem Lei da Magistratura, dizem juristas Metrópole: Tiroteio deixa turistas presos em mirante no Rio Esportes: Contra Escócia, Brasil define sua rotaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No programa desta semana, analisamos a polêmica decisão do Copom em reduzir os juros para 14,25% e as mudanças no comunicado que trouxeram forte volatilidade ao DI futuro. Entenda por que o Banco Central busca justificativas para os cortes diante do endividamento recorde das famílias brasileiras.Na geopolítica global, os destaques são o memorando de entendimento entre EUA e Irã, a reabertura do Estreito de Ormuz, o cessar-fogo com o Hezbollah e os novos ataques com drones na guerra da Ucrânia. Acompanhe também os bastidores do mercado financeiro e de tecnologia com os números impressionantes do IPO bilionário da SpaceX, a disputa de mercado entre ChatGPT e Google Gemini, as perdas financeiras da OpenAI e o debate sobre o banimento de redes sociais para menores na Inglaterra.00:00 - No programa de hoje00:33 - Análise da decisão do Copom e Selic01:29 - Mudança no comunicado do Banco Central04:08 - Impacto dos juros na economia e famílias05:37 - Credibilidade do BC e o DI futuro08:20 - Gráficos do endividamento das famílias brasileiras10:40 - Acordo geopolítico entre Estados Unidos e Irã13:43 - Análise e críticas ao memorando internacional21:53 - Atualizações sobre a guerra na Ucrânia23:13 - Novo presidente do Fed e comunicação monetária24:33 - Recordes do IPO bilionário da SpaceX27:03 - Mercado de IA: ChatGPT, Gemini e Cloud28:03 - Finanças da OpenAI e abertura de capital29:58 - Proibição de redes sociais para menores31:59 - Dados sobre a frequência escolar no Brasil32:33 - Esporte: Vitória do New York Knicks33:08 - Pergunta: Corte de juros com inflação alta?33:58 - Pergunta: Quais reformas o Brasil precisa fazer?34:48 - Pergunta: Como mudar de residência fiscal?36:09 - Pergunta: Mudanças no Fed e inflação americana37:15 - Pergunta: Análise da MicroStrategy e Michael Saylor38:04 - Pergunta: Visão sobre o MBL e Mises39:21 - Pergunta: Bitcoin a 300 mil dólares?39:50 - Pergunta: Qual a expectativa do peso argentino?40:18 - Pergunta: Livros para entender a crise de 2940:44 - Pergunta: Criadores de conteúdo recomendados42:07 - Pergunta: Análise tática da Seleção Brasileira42:30 - Pergunta: Transição de carreira aos 57 anos?
Nesta edição, Antônio da Luz analisa os principais acontecimentos da semana, com destaque para a decisão do Copom, os impactos na curva de juros, a reação do mercado, o cenário internacional e os desdobramentos para a economia brasileira. Uma leitura clara e aprofundada dos fatos que influenciam investimentos, crédito e o ambiente de negócios. No bloco do agronegócio, confira as atualizações sobre soja, milho, café, açúcar e o andamento das lavouras nos Estados Unidos, além das tendências que podem impactar preços e oportunidades para o produtor rural. Acompanhe mais uma edição do Dedo no Pulso e fique por dentro dos assuntos que movem a economia e o agro. ➡
Ouça o que movimentou o mercado nesta segunda-feira.
O Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%. Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil. Entenda, ainda: Um novo discurso do banco central americano; Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; EUA e Irã assinam acordo de paz.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelas decisões de política monetária. O Banco Central da Inglaterra manteve os juros inalterados, enquanto o Banco Central do Japão elevou a taxa para 1%, ambos em linha com as expectativas. O principal destaque ficou para o Fed, que manteve os juros, mas cuja primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh trouxe mudanças relevantes na comunicação, com o fim do forward guidance e a criação de grupos de trabalho para revisar temas como balanço, produtividade, mercado de trabalho na era da IA e fontes de dados. O Fed também revisou para cima suas projeções de inflação e reforçou o compromisso com a meta de 2%. Nos EUA, o varejo de maio surpreendeu positivamente, reforçando a leitura de atividade resiliente. No campo geopolítico, o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã trouxe perspectiva de redução das tensões e de normalização gradual do fluxo no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 25 bps, decisão interpretada como dovish diante da revisão altista das projeções de inflação e da manutenção de um cenário de atividade forte. A comunicação foi confusa, utilizando a extensão do horizonte relevante para justificar o corte. No campo fiscal, a semana foi marcada por novas preocupações com propostas de aumento de gastos no Congresso e por declarações de Flávio Bolsonaro descartando medidas estruturais de ajuste fiscal. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,93%, Nasdaq +2,60% e Russell 2000 +1,22%. No Brasil, a curva de juros inclinou (jan/27 fechou 10 bps; jan/31 abriu 57 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,64% e o real 1,82%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15, a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. No exterior, atenção aos PMIs e ao PCE.
O estrategista de investimentos do BB Private, Jonathan Pedroso, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: " Nos mercados globais, a semana foi marcada pelo contraste entre o alívio geopolítico trazido pelo acordo provisório entre Estados Unidos e Irã e o tom mais duro adotado pelo Federal Reserve, que reforçou a percepção de juros elevados por mais tempo. Nos EUA, a produção industrial subiu 0,1% em maio e as vendas no varejo avançaram 0,9%, reforçando a leitura de uma economia ainda resiliente. No Brasil, as vendas do varejo caíram 1,5% em abril, mas o IBC-Br avançou 0,51%, indicando atividade ainda relativamente firme. Além disso, o Copom reduziu a Selic para 14,25%, mas manteve cautela diante da piora das expectativas de inflação e do cenário externo mais pressionado." Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Após a Superquarta, investidores acompanham os próximos sinais da política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, enquanto o avanço da inteligência artificial continua movimentando os mercados globais. Neste episódio de Radar do Investidor, Luiza Paparounis, economista do BTG Pactual, e Vitor Melo, CFA e analista de ações internacionais do BTG Pactual, analisam as primeiras impressões sobre o novo Fed, as tendências para o dólar e os impactos da decisão de corte de juros do Copom. Assuntos abordados: 00:00 Introdução 00:49 Primeiras impressões do novo Fed 07:57 IA: bolha ou oportunidade? 15:52 Tendências do dólar 20:17 Como dividir um portfólio de US$ 100 mil? 26:01 Decisão de corte de juros do Copom 31:10 Pontos de atenção no mercado global 32:30 Expectativas para as próximas semanas 33:23 Encerramento
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
MESMO COM A SELIC ALTA, O MERCADO DE CRÉDITO SEGUE COM OPORTUNIDADESNeste episódio do Stock Pickers, Marcelo Urbano Dias, gestor de crédito privado multiestratégia da XP Asset Management, analisa o momento atual do mercado de crédito e explica como investidores estão navegando um ambiente de Selic elevada, spreads atrativos e maior seletividade na concessão de crédito.Em um cenário de juros altos e incertezas econômicas, entender o futuro do mercado de crédito pode ser uma das chaves para encontrar as melhores oportunidades dos próximos anos.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (17):O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tentou acionar o diretor-geral da Polícia Federal (pf) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de sua prisão. Um relatório da PF expõe que o investigado usava de forte influência política, jurídica e econômica. O embate entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (16), ainda repercute. Durante o julgamento de Henrique Vorcaro e Felipe Vorcaro, pai e primo do ex-banqueiro e dono do Banco Master Daniel Vorcaro, o ministro Gilmar Mendes fez críticas à Operação Lava Jato, como é comum em suas manifestações. Logo depois, foi rebatido por Mendonça, que afirmou que o julgamento não tratava da operação de Curitiba e se referiu ao caso do Banco Master como “máfia”. A discussão expõe uma divisão na Suprema Corte em relação ao caso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em conversa vazada no G7, que nunca foi esquerdista. O chefe do Executivo afirmou que o “mundo anda no caminho do meio”. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa de juros, para 14,25% ao ano nesta quarta-feira (17), uma queda de 0,25 ponto percentual em relação ao patamar anterior de 14,50%. A relação entre Donald Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), inicialmente descrita por ambos como uma "química excelente", enfrenta forte desgaste. Durante a fala na cúpula do G7, nesta quarta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos classificou a relação com o Brasil desagradável. Lula, por sua vez, rebateu Trump pedindo para ele “não se meter nas eleições do Brasil”. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, saiu em defesa da Suprema Corte brasileira e criticou a interferência de tribunais internacionais em decisões nacionais. A declaração ocorreu logo após a Justiça da Itália negar a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Dino disse que as cortes dos outros países não cumprem reciprocidade. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Presidente dos EUA disse que Brasil estava “politicamente difícil” e criticou a prisão — na verdade, apenas condenação — de “Bolsonaro Jr.”, confundindo os irmãos Flávio e Eduardo. Em resposta, Lula afirmou que o processo eleitoral brasileiro é assunto interno. Copom reduz a Selic a 14,25% ao ano, mas manifesta preocupação com a inflação. STF define regras para responsabilizar plataformas por conteúdo ilícito online. E Portugal decepciona no encerramento da primeira rodada da Copa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
CENÁRIO MACRO E EQUITIES: O QUE ESPERAR DOS JUROS, DA BOLSA E DO FISCAL?O mês de junho trouxe movimentações intensas tanto para a macroeconomia quanto para o mercado de ações. Com a última decisão do Copom, o cenário fiscal no radar e a volatilidade global, investidores buscam respostas claras sobre os rumos dos seus investimentos.Neste podcast do Genial Analisa, reunimos o nosso time de especialistas para destrinchar tudo o que movimentou o mercado e projetar o que vem pela frente.Participantes:José Márcio Camargo – Economista-Chefe da Genial InvestimentosEduardo Nishio – Head de Research da Genial InvestimentosThainá Rambaldo – Analista de Macroeconomia da Genial Investimentos
Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (18/06/2026): Em diálogos encontrados pela PF no celular de Daniel Vorcaro, o hoje presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu diretamente ao banqueiro, em março de 2024, a liberação de um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa da cunhada Bianca Medeiros, informa Aguirre Talento. Motta assumiu a presidência da Câmara em fevereiro de 2025. Questionado pelo Estadão, o parlamentar recusou-se a responder se atuou para a liberação do dinheiro e disse apenas que a operação “está dentro da legalidade”. As informações sobre as conversas com Motta são apuradas em conjunto com outras menções a ele no celular de Vorcaro, como o pagamento de uma viagem do deputado a Lisboa. Economia: BC corta Selic para 14,25% e deixa próximos passos sem definição Política: Trump diz que Brasil é ‘perigoso’ e Lula chama colega de ‘imperador’ Internacional: Acordo com EUA prevê US$ 300 bi ao Irã e promessa sobre urânio Metrópole: Big tech não será punida se houver ‘dúvida razoável’ sobre conteúdo Esportes: Carlo Ancelotti ensaia alterações na equipe para jogo contra o HaitiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A SUPER-QUARTA PASSOU. E AGORA?Com Fed e Copom definindo os rumos dos juros, o mercado tenta entender o que vem pela frente para inflação, crescimento e ativos de risco. Enquanto isso, os investidores acompanham os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, a possível reabertura do Estreito de Ormuz e o impacto dos preços do petróleo sobre a economia global. E ainda: Elon Musk, o mais novo trilionário do mundo, volta ao centro das atenções com o maior IPO da história com a SpaceX. Andrew Reider (WHG), Christian Keleti (Alpha Key), Bruno Garcia (Truxt) e Lucas Collazo analisam os temas que podem definir os próximos meses dos mercados. Acompanhe! AfterMarket é o novo programa do Stock Pickers, que traz, todo mês e ao vivo no YouTube os principais bastidores de mercado, visões de longo prazo, histórias curiosas e aquelas conversas que normalmente não cabem dentro do pregão!
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Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
O Copom confirmou as expectativas do mercado e reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano. Como esse corte de 0,25 ponto percentual mexe com os seus investimentos e com a economia brasileira? Assista à nossa live e acompanhe a análise completa da decisão! Denise Barbosa conversa com o economista-chefe José Márcio Camargo e o estrategista macro Roberto Motta sobre o cenário doméstico, a desaceleração da inflação e o impacto do recente acordo de paz no Oriente Médio sobre os combustíveis.
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação. No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária. Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%. Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.
Editorial: Copom sob pressão
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por forte reavaliação das perspectivas de política monetária global. Nos Estados Unidos, indicadores de atividade e mercado de trabalho seguiram apontando economia resiliente, com melhora do sentimento empresarial refletida nos ISMs e reaceleração da média móvel de criação de empregos no payroll. O mercado passou a discutir um cenário de juros mais altos por mais tempo, com parte dos investidores começando a precificar altas de juros nos EUA, em linha com o movimento já observado na Europa e no Reino Unido. No campo geopolítico, as negociações envolvendo EUA e Irã continuam, mas sem resolução. Houve tentativa de cessar-fogo envolvendo Israel e Líbano, rejeitada pelo Hezbollah, mantendo a incerteza elevada e o petróleo pressionado. No Brasil, os dados seguem apontando atividade forte. A produção industrial reforçou a leitura de crescimento elevado no início do segundo trimestre, enquanto as projeções de inflação continuaram piorando, com revisões altistas tanto para este ano quanto para 2027. O mercado passou a reavaliar de forma relevante as expectativas para o Copom, diante da combinação entre atividade resiliente, inflação elevada, piora do cenário externo e desvalorização cambial. A expectativa segue sendo de corte na próxima reunião, mas com percepção crescente de que o ciclo estaria próximo do fim. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,59%, Nasdaq -4,53% e Russell 2000 -2,94%. No Brasil, o jan/29 abriu 95 bps, o Ibovespa caiu 2,62% e o real 2,37%. O petróleo subiu mais 3,34%. Na próxima semana, destaque para o CPI nos EUA e, no Brasil, atenção ao IPCA e PMS.
¿Qué elementos estuvieron detrás de la decisión del Banco Central de mantener estable nuevamente esta Tasa? ¿Cómo está incidiendo el contexto externo? ¿Cuáles son las perspectivas para los próximos meses? Análisis del economista Luciano Magnífico.
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã. No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real. Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%. Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (29):A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) por 16 votos a 11. O nome agora segue para votação no plenário, onde parlamentares devem decidir sobre a nomeação. O placar apertado na comissão aumentou a expectativa para a decisão final dos parlamentares. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic de 14,75% para 14,5% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A decisão ocorre em meio à chamada “superquarta”, quando também há definição de juros nos Estados Unidos, e marca mais um movimento no ciclo de queda da taxa básica no Brasil. A aprovação de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a expectativa de votação no plenário do Senado levantam questionamentos sobre o processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista, o doutor em Direito Constitucional Fernando Capano analisa o cenário político, afirma que essas indicações costumam ser previamente articuladas e discute a necessidade de repensar os critérios para escolha de ministros da Corte. O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), revertendo a aprovação anterior na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A decisão marca um desdobramento importante no cenário político e evidencia a divisão entre os parlamentares na votação em plenário.Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Carlos Portinho classificou o resultado como um “dia histórico”. Em entrevista, ele detalha a articulação da oposição, fala sobre o clima no Senado e afirma que a decisão envia um recado tanto ao governo quanto ao STF diante do cenário de tensão entre os Poderes. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (30): Brasília segue agitada nesta quinta-feira (30). Um dia após a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional analisa o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria. A oposição acredita na derrubada do veto, o que pode impor uma nova derrota a Lula. O senador Sergio Moro (PL) foi entrevistado na manhã desta quinta-feira (30) no Morning Show, da Jovem Pan, e comentou sobre a reprovação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, mais que uma derrota do governo federal, a não aprovação de Messias é uma vitória da sociedade e que o Senado deu a resposta que o país precisava. Além disso, Moro classifica o veto da dosimetria como cruel e que por “questão de Justiça” ele será derrubado. A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda repercute nos bastidores. Segundo informações de bastidores, a derrota gerou um clima de desconfiança e fez com que o governo federal voltasse a cobrar explicações sobre a rejeição. A tendência é que o novo nome seja indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições. Repórter: David Diogo. O senador Davi Alcolumbre (União), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antecipou com precisão o destino de Jorge Messias (PT) no Senado. Antes mesmo do anúncio oficial da reprovação, Alcolumbre sussurrou no ouvido de Jaques Wagner (PT) e antecipou o resultado. O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (30), que a PL da Dosimetria que o benefício não chegará para alguém que cometeu um crime hediondo. “Esse cuidado será tomado”, disse o senador. O líder do Partido Liberal (PL), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), se justificou após um abraço dado a Jorge Messias durante a sabatina do advogado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O ato gerou repercussão nas redes sociais, uma vez que ambos estão em lados opostos na política. O parlamentar alegou que o abraço foi por educação. O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro. No entanto, a indústria considera a redução insuficiente. Entidades do setor criticaram a decisão do Banco Central (BC). Repórter David Diogo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
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¿Qué fundamentos estuvieron detrás de la decisión y qué puede esperarse para los próximos meses? Análisis del economista Luciano Magnífico.
Renata Pedini, editora do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.