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O panorama macroeconômico da semana trouxe pontos importantes: indicadores como o IBC-BR e o IPCA no Brasil, além da produção industrial nos EUA e dados da China e da Zona do Euro. O destaque ficou para a inflação brasileira, que voltou a acelerar, pressionada pelo petróleo e pela retomada de preços, enquanto o setor de alimentos ajudou a conter temporariamente os números. Outro tema central foi o câmbio, com forte oscilação do fluxo de capital estrangeiro na B3. Após entradas recordes no início de 2026, o movimento se inverteu com saídas bilionárias, influenciadas por fatores como o diferencial de juros, risco fiscal e recomendações de bancos internacionais. Esse cenário reforça a volatilidade e a necessidade de atenção às transições rápidas do mercado. ➡
Editorial: Copom reduz juros, mas segue alertando para risco fiscal
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (12/08/2026): Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegará à eleição com candidatos petistas ao governo em 12 unidades federativas, o menor número em todos os ciclos presidenciais com ele à frente desde 1994. Em 2022, foram 13 candidaturas. Em 2002, 25. Neste ano, o PT abriu mão da presença ampla de nomes próprios e montou mais palanques em torno de candidatos aliados, incluindo de siglas do Centrão, como PSD e União Brasil. Aliados de Lula dizem que a estratégia permite atrair alas regionais e esvaziar o apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Para especialistas, a atual configuração reflete cálculo eleitoral reforçado pela polarização: onde o PT não dispõe de nome competitivo, abre espaço a aliados capazes de fortalecer o palanque presidencial. Política: PT vai com menor força própria em eleições estaduais desde 1994 Economia: Inflação desacelera em julho, mas preço de serviços ainda preocupa Internacional: EUA dizem que seu domínio sobre as Américas não será mais questionado Metrópole: Anac ignorou problemas com a Voepass desde 2020 e puniu inspetor Cultura: Após 34 anos na Alemanha, Alex Flemming volta ao Brasil com exposição sobre guerras e destruiçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça o que movimentou o mercado nesta terça-feira.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No vídeo de hoje, discutimos o esgotamento do atual modelo econômico do Brasil. Com o varejo em queda, famílias endividadas e juros estressados, analisamos as recentes falas da equipe econômica que tentam minimizar o grave déficit primário e o prejuízo das estatais. Além do cenário interno, abordamos o panorama global: a forte intervenção do Tesouro americano no iene japonês, a disparada do ouro e os dados fracos de emprego do payroll nos EUA. Para fechar, avaliamos os gastos bilionários das Big Techs com inteligência artificial e respondemos dúvidas sobre eleições, carteiras de Bitcoin e até sobre a calvície no mercado financeiro.00:00 - O fim do modelo econômico do Brasil01:26 - A queda no varejo e nas Lojas Renner03:59 - A decisão do Copom e a taxa Selic06:01 - A narrativa fiscal do Ministério da Fazenda12:21 - O rombo bilionário nas empresas estatais federais14:37 - Dólar comportado e o risco cambial brasileiro16:52 - Intervenção americana e a disparada do ouro19:34 - Dados fracos do payroll e desemprego americano22:08 - O alto custo e as margens da IA26:03 - Venda de ações da SpaceX por insiders27:36 - Quais são as atualizações relacionadas à computação quântica?28:47 - Como o Japão ultra endividado consegue diminuir impostos de consumo?29:56 - A queda da Selic pode aliviar as contas públicas e o déficit no país?30:22 - Existe risco de disparada do dólar se o Copom baixar os juros?31:24 - Vale a pena trocar Bitcoins por ETFs por segurança e para zerar ganho de capital?32:45 - Flávio ou Renan contra o atual governo nas eleições?33:11 - Como se proteger do crescimento da calvície no mercado financeiro?
A estrategista de investimentos do BB Private, Erica Santana, CEA, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "Os mercados encerraram a semana acompanhando uma divergência cada vez mais clara entre Estados Unidos e Brasil. Lá fora, o Federal Reserve manteve os juros inalterados, mas sinalizou cautela diante de uma inflação ainda resistente, enquanto a escalada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o petróleo e aumentou a percepção de risco global. Já no Brasil, a surpresa positiva do IPCA-15 reforçou as expectativas de continuidade do ciclo de cortes da Selic, beneficiando os ativos domésticos. Na próxima semana, o foco estará nos dados de atividade e emprego nos Estados Unidos e, principalmente, na decisão do Copom, que deverá trazer novos sinais sobre os próximos passos da política monetária brasileira."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
O Brasil está mesmo entrando em um ciclo de queda dos juros? A Selic caiu novamente, mas isso significa crédito mais barato? Ou ainda estamos diante de um dos maiores juros reais do mundo? Neste episódio do Dedo no Pulso, Antônio da Luz analisa os impactos da decisão do COPOM, explica por que o problema pode estar muito além do Banco Central e mostra como política fiscal, crédito direcionado e expectativas de inflação influenciam diretamente o agronegócio e toda a economia brasileira. Além da análise sobre a Selic, o episódio aborda as perspectivas para os próximos cortes de juros, o desempenho da balança comercial do agronegócio, os destaques de soja, café, carne bovina, açúcar e celulose, além do cenário internacional envolvendo dólar, petróleo e commodities. Se você produz, investe ou acompanha o agronegócio, este episódio oferece uma análise aprofundada para entender o que realmente está acontecendo na economia. ➡
Os juros brasileiros caíram novamente. Na última quarta-feira (5), o Banco Central decidiu cortar a taxa Selic pela quarta vez no ano, para 14%, conforme era esperado. As atenções do mercado estavam mais voltadas ao comunicado que acompanhou a decisão, em busca de pistas sobre os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom). Afinal, ainda há espaço para continuar reduzindo a Selic ou é hora de uma pausa? Qual caminho permitirá ao BC trazer a inflação de volta à meta? No minuto 06:04, a economista Claudia Moreno também explica, por que, apesar dos últimos cortes de juros, a Selic continua muito elevada, trazendo custos importantes para a economia e para a própria sociedade brasileira. Entenda, ainda: Criação de vagas diminui nos EUA, mas Fed deve elevar os juros; Um possível acordo para ajudar a remediar a crise no Oriente Médio; Por que Japão e EUA estão tentando frear a desvalorização do iene.
Análise semanal de mercado e os impactos no mundo RPPS, com destaques:EXTERNO: Sinais perda de fôlego mercado de trabalho americano geopolítica estiveram no foco semana.INTERNO: Ambiente global e decisão do Copom ganharam destaque na semana.
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Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana ligadas ao Agro. A inadimplência dos agricultores está subindo. A nova Lei do piso mínimo do frete, SIM. Anistia aos motoristas, NÃO. A Armadilha dos juros altos: COPOM corta juros da SELIC, mas não adianta muito.
O Banco Central cortou a Selic pela quarta vez seguida, para 14% ao ano, e se recusou a sinalizar o próximo passo. Explicamos, sem economês, o que é "expectativa desancorada", por que o Copom mira 2028 numa decisão tomada hoje, e o que quatro cortes seguidos significam de verdade para o seu financiamento e o seu cartão. Spoiler: o dinheiro segue caro, só que um pouquinho menos.No segundo bloco, uma história que abalou o mundo cripto: um defeito no software de um dos aparelhos mais confiáveis do mercado permitiu que hackers adivinhassem senhas e levassem cerca de US$ 130 milhões de carteiras que estavam desconectadas da internet. Um investidor tinha o código gravado em placa de metal, escondida num dicionário falso, e perdeu tudo assim mesmo. A empresa disse que tinha usado IA para revisar o código. A IA não achou o bug.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (06): Rajadas de vento podem atingir a capital paulista, a Grande São Paulo, o litoral e o Vale do Paraíba a partir desta quinta-feira (06). A previsão também indica chuva moderada entre sexta-feira (07) e sábado (08). Diante da expectativa de mudanças nas condições do tempo, a Defesa Civil de São Paulo instalou um gabinete de crise para monitorar os impactos do fenômeno em todo o estado. Reportagem: Matheus Dias. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) para 14% ao ano, confirmando a expectativa do mercado financeiro e levando a taxa ao menor nível desde março do ano anterior. A comentarista de economia Denise Campos de Toledo analisa os impactos da decisão. Reportagem: Rodrigo Viga. O senador Flávio Bolsonaro (PL) oficializou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL) como pré-candidato a vice-presidente em sua chapa à Presidência da República. A definição por uma chapa "puro-sangue" ocorreu após partidos do Centrão anunciarem neutralidade no primeiro turno das eleições. Relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar ganhou projeção na oposição ao governo federal. O anúncio acontece no mesmo momento em que uma nova pesquisa Genial/Quaest aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários analisados para a disputa presidencial. Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, teve a candidatura ao governo de Minas Gerais confirmada durante a convenção conjunta de PT, PCdoB e PV, realizada na manhã da sexta-feira (31), em Belo Horizonte. O encontro oficializou o nome de Patrus para disputar o governo estadual pela coligação formada pelos três partidos. Reportagem: Rodrigo Costa. O governo da Argentina afirmou que não adotará medidas em resposta à decisão do Brasil de rebaixar o nível das relações diplomáticas entre os dois países. Nesta quarta-feira (05), o ministro das Relações Exteriores argentino, Pablo Quirno, classificou a medida como uma decisão unilateral do governo brasileiro, motivada por diferenças políticas e ideológicas. Apesar das divergências, o chanceler ressaltou que a Argentina não pretende levar o caso para o campo diplomático e reconheceu o direito do Brasil de tomar essa decisão. Reportagem: Pedro Tritto. O ex-chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como “Marcola”, pediu afastamento da coordenação da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão ocorreu após a divulgação de informações sobre um empréstimo de R$ 249 mil concedido pela empresária Roberta Luchsinger, investigada na Operação Sem Desconto por suspeitas de fraudes em descontos aplicados sobre benefícios do INSS e apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Reportagem: Marco Viana. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quarta-feira (05) que a relação diplomática entre Brasil e Argentina atravessa um dos momentos mais delicados da história recente. Em entrevista ao jornalista argentino Jorge Fontevecchia, da revista Perfil, o chanceler declarou que as críticas feitas pelo presidente Javier Milei ao Brasil e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram agressivas e sem precedentes no histórico das relações entre os dois países. O Paraná alcançou as maiores notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025 entre as redes públicas nas três etapas de ensino avaliadas. O estado registrou nota 6,9 nos anos iniciais do ensino fundamental, 5,8 nos anos finais e 5,1 no ensino médio. O resultado nacional também apontou avanço do Brasil em todas as etapas analisadas, mas o país ainda não conseguiu atingir as metas estabelecidas para 2021 em duas delas e, no ensino médio, ficou abaixo até da previsão definida para 2017. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (06/08/2026): Duas definições ocorridas ontem dão pistas do que pode ser um dos temas de campanha envolvendo os dois principais candidatos à Presidência. O deputado Alberto Gaspar (PL-AL), relator da CPI do INSS, será o vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) após partidos do Centrão (PP, Republicanos, Podemos e União Brasil) optarem pela neutralidade. A estratégia do PL foi apostar eleitoralmente no escândalo dos descontos ilegais de aposentados do INSS e nas suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. Também ontem, o cientista político Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, se desligou do núcleo de comando da campanha petista. Ele saiu após a PF descobrir transferência financeira feita a ele pela empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e apontada como lobista em negócios do “Careca do INSS”. Economia: BC reduz Selic em 0,25 ponto e decisão sobre novo corte fica em aberto Internacional: Para Lula, revogação de visto pelos EUA foi irresponsável Metrópole: País avança no Ideb, mas sem bater metas de 2021See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Polícia Federal concluiu a investigação sobre a tragédia da Voepass. O laudo final afirmou que a tripulação conhecia as falhas no sistema de degelo do avião e decolou apesar da previsão de formação de gelo. Taiwan fez manobras militares para simular a reação a uma eventual invasão da China. A queda de um pedaço do foguete da SpaceX na Lua provocou alerta sobre o lixo espacial. Depois de o Brasil retirar o embaixador de Buenos Aires, a Argentina disse que não vai rebaixar as relações diplomáticas com o país. O presidente Lula classificou de irresponsável a revogação do visto da embaixadora brasileira nos Estados Unidos. O MEC divulgou os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. E o Comitê de Política Monetária do Banco Central cortou pela quarta vez seguida a taxa de juros.
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Na decisão, o Copom cita incertezas no cenário internacional, inflação ainda acima da meta e expectativas elevadas para os próximos anos. O Banco Central também destaca que a atividade econômica segue com mercado de trabalho aquecido. Antônio Carlos Alves economista e professor da PUC São Paulo explica que o resultado era esperado.
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr05/08 - Bolsa -0,11%. BRAVA +2,6% e POMO4 -3%O Ibovespa, pelo terceiro dia seguido, fechou próximo do zero, aos 177.726 com -0,10%, mas dessa vez subiu bem no começo dia quase encostando nos 180 mil, às 11h, mas não aguentou e foi cedendo até zerar. O volume continuou fraco ao redor dos R$ 20 bilhões. a sustentação do índice veio principalmente do Itaú (ITUB4), após a divulgação de resultados considerados sólidos, além de empresas mais sensíveis à curva de juros, como Raia Drogasil (RADL3), Localiza (RENT3), Cyrela (CYRE3), Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3).O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1282, quase estável em -0,05%. Os juros cederam pelo terceiro dia consecutivo e antes da decisão do COPOM de cortar em 0,25% os juros da Selic de 14,25% para 14,00%. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,37% x 14,50% a.a., ontem. O IPCA+ 2037 caiu para 7,82% de 7,86%, ontem. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos fecharam estáveis em 4,62% a.a., e o 30 anos recuou para 5,16% a.a. x 5,18%, ontem.Nos EUA, O S&P 500 fechou em leve baixa de -0,20% na quarta-feira, recuando das máximas históricas atingidas no início do dia, pressionado por quedas em algumas das principais ações de tecnologia. O Dow Jones Industrial Average quebrou a tendência e subiu 0,50% , impulsionado por fortes resultados corporativos e pela valorização das ações da Nvidia.As ações da Nvidia, integrante do Dow Jones, subiram 4% depois que Elon Musk afirmou que a SpaceX usará exclusivamente processadores da Nvidia na construção de sua infraestrutura de computação de inteligência artificial no futuro. Na teleconferência de resultados da SpaceX, ele disse que a Nvidia tem "o melhor computador de IA", antes de acrescentar: "Somos exclusivos da Nvidia".As ações da SpaceX caíram 13%, a US$ 108 x US$ 135 no IPO de julho, após a empresa de foguetes divulgar seu primeiro relatório trimestral desde que abriu seu capital em junho. A empresa afirmou que seus investimentos de capital aumentaram seis vezes, para US$ 18,4 bilhões no segundo trimestre. Esse valor superou as expectativas dos analistas, com a maior parte dos gastos destinada à inteligência artificial.Veja no vídeo as análises e recomendações de ações com o Conde e FIIs com o Marcelo
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O Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 14% ao ano, promovendo o quarto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual. Mas o que essa decisão significa para os investimentos, a bolsa, o dólar, a renda fixa e a economia brasileira?Neste vídeo, analisamos os principais destaques da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), os sinais enviados pelo Banco Central para as próximas reuniões e os impactos para investidores e consumidores. Também explicamos por que o BC manteve um discurso cauteloso, mesmo com a continuidade do ciclo de queda dos juros.Você vai entender:• Por que o Copom reduziu a Selic para 14% ao ano.• O que o comunicado revela sobre os próximos passos do Banco Central.• Como a decisão pode afetar renda fixa, ações, dólar e inflação.• O que esperar da economia brasileira nos próximos meses.• Como posicionar sua carteira diante do novo cenário de juros.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (05/08/2026): As investigações da Polícia Federal sobre a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), ampliaram o desgaste da campanha à reeleição do presidente Lula. A PF apura se um empréstimo de Roberta ao ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola), estaria ligado a tráfico de influência, hipótese negada por ele, que afirma ter quitado a dívida. Lula pediu explicações ao ex-auxiliar, enquanto a oposição intensificou as críticas. Marcola afirma que o empréstimo foi pago e nega irregularidades, enquanto a defesa de Lulinha atribui o caso a vazamentos seletivos de investigações para prejudicar o presidente. Internacional: Governo Trump revoga visto de embaixadora do Brasil nos EUA Economia: Mercado espera corte da Selic em ciclo ainda marcado por incertezas Metrópole: Número de guardas municipais no Brasil já supera o de policiais civis Política: PF mira advogado por suspeita de lavagem para vice-líder do governo Cultura: Filme utiliza IA para cenários e até na criação de personagensSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouça o que movimentou o mercado nesta quarta-feira.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central decide hoje a nova taxa básica de juros vigente no país. A expectativa dos analistas é de que a Selic continue tendo cortes. A projeção é de recuo de 0,25 ponto percentual na taxa na reunião desta quarta.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
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Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr03/08 - Bolsa 0%. DIRR +3% e PRIO -4% Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado da Levante, com Flávio Conde, hoje é 2a. feira, dia 3 de agosto, e bolsas subindo nos EUA com petróleo -5% porque Trump parou de atacar o Irã e dólar R$ 5,08O Ibovespa (IBOV) oscilou bem hoje, ficando a maior parte do tempo no campo negativo perto de -0,50%, e fechando na estabilidade dos 178 mil pontos com volume não divulgado ainda. Nos EUA, as bolsas subiram com Dow Jones: +1,32%, e Nasdaq: +2,13% com investidores animados com o fato do presidente Trump ter desistido de atacar o Irã no fim de semana e ter indicado a possibilidade negociações com a Guarda Revolucionária do Irã (GRI) ter levado o petróleo cair -5%. Os setores de serviços de comunicação e tecnologia foram os principais impulsionadores da alta do mercado. A Meta Platforms teve um aumento de 6% no dia. A Amazon também subiu mais de 4%, atingindo um recorde de US$ 3 trilhões em valor de mercado e fechando em uma nova máxima. A Nvidia por sua vez, teve um aumento de quase 3%, enquanto a Alphabet e a Microsoft subiram cerca de 5% cada.Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,087, com alta de 0,33% em dia de queda de mais de 4% do petróleo e baixa liquidez. Nos EUA, o dólar subiu levemente, 0,05%, frente as moedas fortes do DXY.Os juros finalmente caíram no Brasil influenciados pela projeção de Selic a 13,75%, pela pesquisa Focus do Banco Central, e queda dos juros das Treasuries americanas. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,54% x 14,80% a.a., sexta. O IPCA+ 2037 fechou em 7,86% x 8,01% a.a., sexta. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos caíram para 4,68% a.a. x 4,74% a.a., sexta, e o 30 anos recuou para 5,22% a.a. x 5,28%, sexta.Por aqui, o mercado consolidou a aposta de corte de 25 pontos-base na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A curva a termo precifica praticamente 100% de probabilidade de redução na Selic próxima quarta-feira (5).Veja no vídeo as análises e recomendações do analista CNPI Flávio
Mais uma vez, o comunicado publicado após a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi sucinto. Essa tem sido a marca de Kevin Warsh, nomeado presidente do Fed há dois meses. Foram dois recados principais passados pela autoridade na semana passada: sim, a inflação americana está alta e, sim, o Fedpromete levar os preços para a meta de 2%. Mas não está claro, ainda, qual será o caminho percorrido para solucionar o problema. Nesse contexto, o que esperar dos juros e inflação nos EUA? No minuto 05:32, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também compartilha as perspectivas dela sobre a economia americana, além de atualizar os principais temas que têm movimentado os mercados globais. Entenda, ainda: Juros em pausa no Reino Unido; PIB europeu cresce, mas inflação ainda preocupa; O que esperar da decisão do Copom sobre a Selic.
Os principais indicadores econômicos da semana revelam um cenário de desafios e oportunidades, com reflexos para investidores, empresários e o agronegócio. Entre os temas abordados estão o comportamento da economia brasileira, o cenário internacional e os movimentos da economia chinesa, destacando como esses fatores podem influenciar os mercados e os negócios nos próximos anos. O episódio também apresenta uma visão geral sobre juros, inflação, comércio exterior e tendências que merecem atenção.A análise reforça a importância de acompanhar os indicadores econômicos para compreender os impactos sobre investimentos, agronegócio e a economia como um todo. E você, como acredita que esse cenário pode influenciar os próximos meses? Compartilhe sua opinião e participe da conversa! ➡
Análise semanal de mercado e os impactos no mundo RPPS, com destaques:EXTERNO: Payroll e falas de dirigentes do Fed concentram as atenções.INTERNO: Ambiente global e decisão do Copom devem ditar o ritmo dos negócios domésticos na semana.
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Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr31/07 - Bolsa +0,47%%. SANB11 +13% e BRAV -3% Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado da Levante, com Flávio Conde, hoje é 6a. feira, graças a Deus, dia 31 de julho, e temos duas recomendações de streaming para o fim de semana com a mesma, atriz principal, Claire Danes: 1ª. O Monstro em Mim, de 2025, onde escritora famosa se envolve em um estranho jogo mental com seu novo vizinho, um homem rico e poderoso que pode ser um assassino. São 8 capítulos e passa rapidinho. A 2ª. é a famosa Homeland, de 2019, com 8 temporadas e 12 capítulos cada. Onde a Um soldado americano desaparecido é recebido como herói quando regressa após passar oito anos em cativeiro no Iraque. Mas, uma analista da CIA suspeita da história e acredita que ele possa ser um enviado pelos terroristas para atacar os EUA. OS Eu assisto pulando as partes de enrolação, mas a série é muito boa O Ibovespa (IBOV) engatou o segundo dia de ganhos consecutivos, em pregão reduzido por atraso na abertura. As negociações na bolsa brasileira começaram com quase três horas de atraso, reduzindo o fluxo no último pregão do mês – que, em operações normais, tende a ser maior por ajustes em posições.Nesta sexta-feira (31), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,47%, aos 177.999,00 pontos. Com o avanço, o IBOV acumulou valorização de 2,27% na semana. Em julho, o Ibovespa também teve saldo positivo em 3,47% com os estrangeiros voltando às compras em 72% dos dias de bolsa.Os índices de Wall Street encerraram o pregão em alta, após um dia de ativos voláteis. O tom positivo foi puxado pelo salto de 15,32% das ações da Amazon em reação ao balanço do segundo trimestre (2T26). Dow Jones: +0,53%, S&P 500: +0,70% e Nasdaq: +1,00%. Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,0704, com alta de 0,18%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,21% sobre o real. Em julho, a divisa teve desvalorização de 1,79%.Os juros subiram acompanhando os americanos. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,80% x 14,77%, ontem. O IPCA+ 2037 fechou em 8,01% x 7,96%, ontem. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos subiram mais para 4,74% a.a. x 4,68%, ontem e o 30 anos subiu mais para o recorde recente de 5,28% a.a. x 5,21% ontem.Por aqui, o mercado consolidou a aposta de corte de 25 pontos-base na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A curva a termo precifica praticamente 100% de probabilidade de redução na Selic próxima quarta-feira (5).No Brasil, o Banco Central divulgou que o setor público consolidado (governo central, estados, municípios e estatais, à exceção de Petrobras) teve déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, após déficit de R$ 56,131 bilhões em maio. Em junho de 2025, o resultado foi deficitário em R$ 47,091 bilhões.Veja no vídeo as análises e recomendações do analista CNPI Flávio
O estrategista de investimentos do BB Private, Richardi Ferreira, CNPI, CGA®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento:"Os mercados encerraram a semana acompanhando uma divergência cada vez mais clara entre Estados Unidos e Brasil. Lá fora, o Federal Reserve manteve os juros inalterados, mas sinalizou cautela diante de uma inflação ainda resistente, enquanto a escalada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o petróleo e aumentou a percepção de risco global. Já no Brasil, a surpresa positiva do IPCA-15 reforçou as expectativas de continuidade do ciclo de cortes da Selic, beneficiando os ativos domésticos. Na próxima semana, o foco estará nos dados de atividade e emprego nos Estados Unidos e, principalmente, na decisão do Copom, que deverá trazer novos sinais sobre os próximos passos da política monetária brasileira."Confira agora o BB Private Highlights.Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Debate da Super Manhã: A semana começa com a expectativa de importantes anúncios na economia brasileira. Temas como inflação, emprego e mercado devem receber a atenção dos brasileiros nos próximos dias. Entender os rumos da economia pode ajudar a compreender o futuro da nação. No Debate desta segunda-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o que esperar do próximo Copom, da Selic, do dólar, dos combustíveis e dos preços dos alimentos. Como funciona a rotina da economia e quais devem ser os impactos dos anúncios a serem feitos nos próximos dias. Participam os economistas Edgard Leonardo, Werson Kaval e Victor Borba.
Convidados: André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, professor e coordenador universitário do curso de Ciências Econômicas e autor do livro ‘O Salto do Sapo: a difícil corrida brasileira rumo ao desenvolvimento econômico'; e Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, professor do IDP, ex-secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo e ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente. Em meados de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu por um corte tímido na Selic, que é a taxa básica de juros: uma redução de 0,25 ponto percentual. A decisão unânime do Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano e a ata da reunião sinalizou que os cortes podem parar por aí. A definição da taxa de juros é a ferramenta que o BC tem para cumprir uma de suas atribuições, que é perseguir a meta de inflação, atualmente em 3% ao ano – essa meta é definida por um conselho formado pelos ministérios da Fazenda, do Planejamento e pelo próprio BC. Atualmente, o Brasil tem o maior juro real do mundo – que é a diferença entre a taxa básica e a inflação, que está em 4,72% no acumulado dos últimos 12 meses). Neste episódio, Natuza Nery promove um debate com os economistas André Galhardo e Felipe Salto para responder a duas questões principais: a meta de inflação 3% ao ano é viável para o Brasil hoje? E o que o país precisa fazer para ter condições de conviver com juros menores?
Editorial: Ata do Copom não dissipa dúvidas sobre futuro da Selic Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Junho chega ao fim com os mercados recalibrando expectativas após as decisões recentes do Fed e do Copom. Embora os juros tenham permanecido no centro das atenções, os investidores seguem avaliando os próximos passos das autoridades monetárias em um ambiente marcado por incertezas sobre crescimento, inflação e política comercial. Nos Estados Unidos, os dados de atividade, emprego e inflação continuam sendo determinantes para a trajetória dos juros, enquanto as discussões sobre tarifas e seus impactos na economia global seguem no radar dos mercados. No Brasil, além das perspectivas para a inflação e para a política monetária, a atenção permanece voltada para o cenário fiscal e seus reflexos sobre os ativos locais. Na edição de junho da Live Cenário Macro, nossos especialistas analisam os principais temas que vêm movimentando os mercados e o que observar nos próximos meses para a construção dos portfólios. 23/06 | 18h30 Participam desta edição: Thomas Wu, Estrategista-chefe de Investimentos do Itaú Bruno Bak, Gestor líder da família de fundos Itaú Artax Com moderação de Vanessa Daraya, da Comunicação Itaú Ative o lembrete e acompanhe ao vivo.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (24/06/2026): Operação da PF para investigar supostas fraudes contábeis e de gestão no Banco Digimais cumpriu mandados de busca e apreensão contra dirigentes da instituição financeira. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 670 milhões em bens de investigados, entre eles Edir Macedo, líder da Igreja Universal e controlador do banco. Macedo não foi alvo de buscas por morar no exterior. Segundo a PF, o Digimais teria utilizado fundos de investimento para maquiar rombo bilionário e inflar o patrimônio. A PF sustenta que o banco reproduziu prática adotada pelo Banco Master, atraindo investidores por meio da confiança na cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Economia: BC evitou dar choque nos juros e esticou prazo por meta de inflação Política: Críticas de Gilmar a colegas ferem Lei da Magistratura, dizem juristas Metrópole: Tiroteio deixa turistas presos em mirante no Rio Esportes: Contra Escócia, Brasil define sua rotaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No programa desta semana, analisamos a polêmica decisão do Copom em reduzir os juros para 14,25% e as mudanças no comunicado que trouxeram forte volatilidade ao DI futuro. Entenda por que o Banco Central busca justificativas para os cortes diante do endividamento recorde das famílias brasileiras.Na geopolítica global, os destaques são o memorando de entendimento entre EUA e Irã, a reabertura do Estreito de Ormuz, o cessar-fogo com o Hezbollah e os novos ataques com drones na guerra da Ucrânia. Acompanhe também os bastidores do mercado financeiro e de tecnologia com os números impressionantes do IPO bilionário da SpaceX, a disputa de mercado entre ChatGPT e Google Gemini, as perdas financeiras da OpenAI e o debate sobre o banimento de redes sociais para menores na Inglaterra.00:00 - No programa de hoje00:33 - Análise da decisão do Copom e Selic01:29 - Mudança no comunicado do Banco Central04:08 - Impacto dos juros na economia e famílias05:37 - Credibilidade do BC e o DI futuro08:20 - Gráficos do endividamento das famílias brasileiras10:40 - Acordo geopolítico entre Estados Unidos e Irã13:43 - Análise e críticas ao memorando internacional21:53 - Atualizações sobre a guerra na Ucrânia23:13 - Novo presidente do Fed e comunicação monetária24:33 - Recordes do IPO bilionário da SpaceX27:03 - Mercado de IA: ChatGPT, Gemini e Cloud28:03 - Finanças da OpenAI e abertura de capital29:58 - Proibição de redes sociais para menores31:59 - Dados sobre a frequência escolar no Brasil32:33 - Esporte: Vitória do New York Knicks33:08 - Pergunta: Corte de juros com inflação alta?33:58 - Pergunta: Quais reformas o Brasil precisa fazer?34:48 - Pergunta: Como mudar de residência fiscal?36:09 - Pergunta: Mudanças no Fed e inflação americana37:15 - Pergunta: Análise da MicroStrategy e Michael Saylor38:04 - Pergunta: Visão sobre o MBL e Mises39:21 - Pergunta: Bitcoin a 300 mil dólares?39:50 - Pergunta: Qual a expectativa do peso argentino?40:18 - Pergunta: Livros para entender a crise de 2940:44 - Pergunta: Criadores de conteúdo recomendados42:07 - Pergunta: Análise tática da Seleção Brasileira42:30 - Pergunta: Transição de carreira aos 57 anos?
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelas decisões de política monetária. O Banco Central da Inglaterra manteve os juros inalterados, enquanto o Banco Central do Japão elevou a taxa para 1%, ambos em linha com as expectativas. O principal destaque ficou para o Fed, que manteve os juros, mas cuja primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh trouxe mudanças relevantes na comunicação, com o fim do forward guidance e a criação de grupos de trabalho para revisar temas como balanço, produtividade, mercado de trabalho na era da IA e fontes de dados. O Fed também revisou para cima suas projeções de inflação e reforçou o compromisso com a meta de 2%. Nos EUA, o varejo de maio surpreendeu positivamente, reforçando a leitura de atividade resiliente. No campo geopolítico, o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã trouxe perspectiva de redução das tensões e de normalização gradual do fluxo no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 25 bps, decisão interpretada como dovish diante da revisão altista das projeções de inflação e da manutenção de um cenário de atividade forte. A comunicação foi confusa, utilizando a extensão do horizonte relevante para justificar o corte. No campo fiscal, a semana foi marcada por novas preocupações com propostas de aumento de gastos no Congresso e por declarações de Flávio Bolsonaro descartando medidas estruturais de ajuste fiscal. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,93%, Nasdaq +2,60% e Russell 2000 +1,22%. No Brasil, a curva de juros inclinou (jan/27 fechou 10 bps; jan/31 abriu 57 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,64% e o real 1,82%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15, a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. No exterior, atenção aos PMIs e ao PCE.
MESMO COM A SELIC ALTA, O MERCADO DE CRÉDITO SEGUE COM OPORTUNIDADESNeste episódio do Stock Pickers, Marcelo Urbano Dias, gestor de crédito privado multiestratégia da XP Asset Management, analisa o momento atual do mercado de crédito e explica como investidores estão navegando um ambiente de Selic elevada, spreads atrativos e maior seletividade na concessão de crédito.Em um cenário de juros altos e incertezas econômicas, entender o futuro do mercado de crédito pode ser uma das chaves para encontrar as melhores oportunidades dos próximos anos.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (17):O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tentou acionar o diretor-geral da Polícia Federal (pf) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de sua prisão. Um relatório da PF expõe que o investigado usava de forte influência política, jurídica e econômica. O embate entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (16), ainda repercute. Durante o julgamento de Henrique Vorcaro e Felipe Vorcaro, pai e primo do ex-banqueiro e dono do Banco Master Daniel Vorcaro, o ministro Gilmar Mendes fez críticas à Operação Lava Jato, como é comum em suas manifestações. Logo depois, foi rebatido por Mendonça, que afirmou que o julgamento não tratava da operação de Curitiba e se referiu ao caso do Banco Master como “máfia”. A discussão expõe uma divisão na Suprema Corte em relação ao caso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em conversa vazada no G7, que nunca foi esquerdista. O chefe do Executivo afirmou que o “mundo anda no caminho do meio”. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa de juros, para 14,25% ao ano nesta quarta-feira (17), uma queda de 0,25 ponto percentual em relação ao patamar anterior de 14,50%. A relação entre Donald Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), inicialmente descrita por ambos como uma "química excelente", enfrenta forte desgaste. Durante a fala na cúpula do G7, nesta quarta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos classificou a relação com o Brasil desagradável. Lula, por sua vez, rebateu Trump pedindo para ele “não se meter nas eleições do Brasil”. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, saiu em defesa da Suprema Corte brasileira e criticou a interferência de tribunais internacionais em decisões nacionais. A declaração ocorreu logo após a Justiça da Itália negar a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Dino disse que as cortes dos outros países não cumprem reciprocidade. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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A SUPER-QUARTA PASSOU. E AGORA?Com Fed e Copom definindo os rumos dos juros, o mercado tenta entender o que vem pela frente para inflação, crescimento e ativos de risco. Enquanto isso, os investidores acompanham os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, a possível reabertura do Estreito de Ormuz e o impacto dos preços do petróleo sobre a economia global. E ainda: Elon Musk, o mais novo trilionário do mundo, volta ao centro das atenções com o maior IPO da história com a SpaceX. Andrew Reider (WHG), Christian Keleti (Alpha Key), Bruno Garcia (Truxt) e Lucas Collazo analisam os temas que podem definir os próximos meses dos mercados. Acompanhe! AfterMarket é o novo programa do Stock Pickers, que traz, todo mês e ao vivo no YouTube os principais bastidores de mercado, visões de longo prazo, histórias curiosas e aquelas conversas que normalmente não cabem dentro do pregão!
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