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Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%. Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil. Entenda, ainda: Um novo discurso do banco central americano; Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; EUA e Irã assinam acordo de paz.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelas decisões de política monetária. O Banco Central da Inglaterra manteve os juros inalterados, enquanto o Banco Central do Japão elevou a taxa para 1%, ambos em linha com as expectativas. O principal destaque ficou para o Fed, que manteve os juros, mas cuja primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh trouxe mudanças relevantes na comunicação, com o fim do forward guidance e a criação de grupos de trabalho para revisar temas como balanço, produtividade, mercado de trabalho na era da IA e fontes de dados. O Fed também revisou para cima suas projeções de inflação e reforçou o compromisso com a meta de 2%. Nos EUA, o varejo de maio surpreendeu positivamente, reforçando a leitura de atividade resiliente. No campo geopolítico, o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã trouxe perspectiva de redução das tensões e de normalização gradual do fluxo no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 25 bps, decisão interpretada como dovish diante da revisão altista das projeções de inflação e da manutenção de um cenário de atividade forte. A comunicação foi confusa, utilizando a extensão do horizonte relevante para justificar o corte. No campo fiscal, a semana foi marcada por novas preocupações com propostas de aumento de gastos no Congresso e por declarações de Flávio Bolsonaro descartando medidas estruturais de ajuste fiscal. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,93%, Nasdaq +2,60% e Russell 2000 +1,22%. No Brasil, a curva de juros inclinou (jan/27 fechou 10 bps; jan/31 abriu 57 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,64% e o real 1,82%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15, a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. No exterior, atenção aos PMIs e ao PCE.
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Após a Superquarta, investidores acompanham os próximos sinais da política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, enquanto o avanço da inteligência artificial continua movimentando os mercados globais. Neste episódio de Radar do Investidor, Luiza Paparounis, economista do BTG Pactual, e Vitor Melo, CFA e analista de ações internacionais do BTG Pactual, analisam as primeiras impressões sobre o novo Fed, as tendências para o dólar e os impactos da decisão de corte de juros do Copom. Assuntos abordados: 00:00 Introdução 00:49 Primeiras impressões do novo Fed 07:57 IA: bolha ou oportunidade? 15:52 Tendências do dólar 20:17 Como dividir um portfólio de US$ 100 mil? 26:01 Decisão de corte de juros do Copom 31:10 Pontos de atenção no mercado global 32:30 Expectativas para as próximas semanas 33:23 Encerramento
Ouça o que movimentou o mercado nesta sexta-feira.
O estrategista de investimentos do BB Private, Jonathan Pedroso, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: " Nos mercados globais, a semana foi marcada pelo contraste entre o alívio geopolítico trazido pelo acordo provisório entre Estados Unidos e Irã e o tom mais duro adotado pelo Federal Reserve, que reforçou a percepção de juros elevados por mais tempo. Nos EUA, a produção industrial subiu 0,1% em maio e as vendas no varejo avançaram 0,9%, reforçando a leitura de uma economia ainda resiliente. No Brasil, as vendas do varejo caíram 1,5% em abril, mas o IBC-Br avançou 0,51%, indicando atividade ainda relativamente firme. Além disso, o Copom reduziu a Selic para 14,25%, mas manteve cautela diante da piora das expectativas de inflação e do cenário externo mais pressionado." Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
MESMO COM A SELIC ALTA, O MERCADO DE CRÉDITO SEGUE COM OPORTUNIDADESNeste episódio do Stock Pickers, Marcelo Urbano Dias, gestor de crédito privado multiestratégia da XP Asset Management, analisa o momento atual do mercado de crédito e explica como investidores estão navegando um ambiente de Selic elevada, spreads atrativos e maior seletividade na concessão de crédito.Em um cenário de juros altos e incertezas econômicas, entender o futuro do mercado de crédito pode ser uma das chaves para encontrar as melhores oportunidades dos próximos anos.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (17):O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tentou acionar o diretor-geral da Polícia Federal (pf) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de sua prisão. Um relatório da PF expõe que o investigado usava de forte influência política, jurídica e econômica. O embate entre os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira (16), ainda repercute. Durante o julgamento de Henrique Vorcaro e Felipe Vorcaro, pai e primo do ex-banqueiro e dono do Banco Master Daniel Vorcaro, o ministro Gilmar Mendes fez críticas à Operação Lava Jato, como é comum em suas manifestações. Logo depois, foi rebatido por Mendonça, que afirmou que o julgamento não tratava da operação de Curitiba e se referiu ao caso do Banco Master como “máfia”. A discussão expõe uma divisão na Suprema Corte em relação ao caso. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, em conversa vazada no G7, que nunca foi esquerdista. O chefe do Executivo afirmou que o “mundo anda no caminho do meio”. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu a taxa de juros, para 14,25% ao ano nesta quarta-feira (17), uma queda de 0,25 ponto percentual em relação ao patamar anterior de 14,50%. A relação entre Donald Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), inicialmente descrita por ambos como uma "química excelente", enfrenta forte desgaste. Durante a fala na cúpula do G7, nesta quarta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos classificou a relação com o Brasil desagradável. Lula, por sua vez, rebateu Trump pedindo para ele “não se meter nas eleições do Brasil”. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, saiu em defesa da Suprema Corte brasileira e criticou a interferência de tribunais internacionais em decisões nacionais. A declaração ocorreu logo após a Justiça da Itália negar a extradição da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Dino disse que as cortes dos outros países não cumprem reciprocidade. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
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Acompanhe o fechamento de mercado com as principais notícias sobre a Bolsa de Valores, Ibovespa e o cenário econômico global. Veja a análise macro sobre os juros nos Estados Unidos e Japão, além do impacto das commodities e do petróleo nos ativos brasileiros.
CENÁRIO MACRO E EQUITIES: O QUE ESPERAR DOS JUROS, DA BOLSA E DO FISCAL?O mês de junho trouxe movimentações intensas tanto para a macroeconomia quanto para o mercado de ações. Com a última decisão do Copom, o cenário fiscal no radar e a volatilidade global, investidores buscam respostas claras sobre os rumos dos seus investimentos.Neste podcast do Genial Analisa, reunimos o nosso time de especialistas para destrinchar tudo o que movimentou o mercado e projetar o que vem pela frente.Participantes:José Márcio Camargo – Economista-Chefe da Genial InvestimentosEduardo Nishio – Head de Research da Genial InvestimentosThainá Rambaldo – Analista de Macroeconomia da Genial Investimentos
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Presidente dos EUA disse que Brasil estava “politicamente difícil” e criticou a prisão — na verdade, apenas condenação — de “Bolsonaro Jr.”, confundindo os irmãos Flávio e Eduardo. Em resposta, Lula afirmou que o processo eleitoral brasileiro é assunto interno. Copom reduz a Selic a 14,25% ao ano, mas manifesta preocupação com a inflação. STF define regras para responsabilizar plataformas por conteúdo ilícito online. E Portugal decepciona no encerramento da primeira rodada da Copa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (18/06/2026): Em diálogos encontrados pela PF no celular de Daniel Vorcaro, o hoje presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu diretamente ao banqueiro, em março de 2024, a liberação de um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa da cunhada Bianca Medeiros, informa Aguirre Talento. Motta assumiu a presidência da Câmara em fevereiro de 2025. Questionado pelo Estadão, o parlamentar recusou-se a responder se atuou para a liberação do dinheiro e disse apenas que a operação “está dentro da legalidade”. As informações sobre as conversas com Motta são apuradas em conjunto com outras menções a ele no celular de Vorcaro, como o pagamento de uma viagem do deputado a Lisboa. Economia: BC corta Selic para 14,25% e deixa próximos passos sem definição Política: Trump diz que Brasil é ‘perigoso’ e Lula chama colega de ‘imperador’ Internacional: Acordo com EUA prevê US$ 300 bi ao Irã e promessa sobre urânio Metrópole: Big tech não será punida se houver ‘dúvida razoável’ sobre conteúdo Esportes: Carlo Ancelotti ensaia alterações na equipe para jogo contra o HaitiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ouçao que movimentou o mercado nesta quinta-feira.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual. Em comunicado, o Copom destacou que a inflação segue acima da meta e apontou que as incertezas no cenário internacional, especialmente em relação ao Oriente Médio, continuam exigindo atenção. Para o economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo, o comunicado trouxe sinais mistos ao mercado.
A SUPER-QUARTA PASSOU. E AGORA?Com Fed e Copom definindo os rumos dos juros, o mercado tenta entender o que vem pela frente para inflação, crescimento e ativos de risco. Enquanto isso, os investidores acompanham os desdobramentos da guerra no Oriente Médio, a possível reabertura do Estreito de Ormuz e o impacto dos preços do petróleo sobre a economia global. E ainda: Elon Musk, o mais novo trilionário do mundo, volta ao centro das atenções com o maior IPO da história com a SpaceX. Andrew Reider (WHG), Christian Keleti (Alpha Key), Bruno Garcia (Truxt) e Lucas Collazo analisam os temas que podem definir os próximos meses dos mercados. Acompanhe! AfterMarket é o novo programa do Stock Pickers, que traz, todo mês e ao vivo no YouTube os principais bastidores de mercado, visões de longo prazo, histórias curiosas e aquelas conversas que normalmente não cabem dentro do pregão!
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Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
O Copom confirmou as expectativas do mercado e reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano. Como esse corte de 0,25 ponto percentual mexe com os seus investimentos e com a economia brasileira? Assista à nossa live e acompanhe a análise completa da decisão! Denise Barbosa conversa com o economista-chefe José Márcio Camargo e o estrategista macro Roberto Motta sobre o cenário doméstico, a desaceleração da inflação e o impacto do recente acordo de paz no Oriente Médio sobre os combustíveis.
O Copom iniciou mais uma reunião para definir o futuro da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. A expectativa é de manutenção dos juros, que está em 14,5%.
Ouça o que movimentou o mercado nesta quarta-feira.
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Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade das negociações envolvendo EUA, Irã e Israel. Após novos ataques e ameaças ao longo dos últimos dias, surgiram notícias sobre a possibilidade de um memorando de entendimento mais amplo envolvendo os países da região, incluindo uma trégua imediata e discussões sobre temas como o programa nuclear iraniano, recursos financeiros e o funcionamento do estreito de Ormuz. Apesar do tom mais construtivo, o mercado segue cauteloso diante das sucessivas idas e vindas das negociações. Nos dados econômicos, o CPI e o PPI vieram em linha com a expectativa de inflação elevada, enquanto as projeções para o PCE foram revisadas para cima. Na Europa, o Banco Central Europeu elevou os juros em 25 bps e reforçou a preocupação com os efeitos persistentes do choque de energia sobre a inflação. No Brasil, os dados de atividade seguiram surpreendendo positivamente. A PMS veio mais forte que o esperado, reforçando a leitura de crescimento robusto no segundo trimestre e aumentando a percepção de que as projeções de crescimento do Banco Central estão defasadas. Já o IPCA trouxe surpresa altista no índice cheio, mas os núcleos e os serviços subjacentes vieram melhores do que o esperado, contribuindo para uma leitura mais favorável da dinâmica inflacionária. Nos EUA, a curva de juros fechou (vértice de 2 anos – 6 bps), e as bolsas subiram – S&P 500 +0,65%, Nasdaq +2,34% e Russell 2000 +3,9%. No Brasil, os juros também fecharam (jan/35 – 42 bps), o Ibovespa valorizou 1,25% e o real 2,15%. Na próxima semana, destaque para as decisões de política monetária do Fed e do Copom.
Editorial: Copom sob pressão
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por forte reavaliação das perspectivas de política monetária global. Nos Estados Unidos, indicadores de atividade e mercado de trabalho seguiram apontando economia resiliente, com melhora do sentimento empresarial refletida nos ISMs e reaceleração da média móvel de criação de empregos no payroll. O mercado passou a discutir um cenário de juros mais altos por mais tempo, com parte dos investidores começando a precificar altas de juros nos EUA, em linha com o movimento já observado na Europa e no Reino Unido. No campo geopolítico, as negociações envolvendo EUA e Irã continuam, mas sem resolução. Houve tentativa de cessar-fogo envolvendo Israel e Líbano, rejeitada pelo Hezbollah, mantendo a incerteza elevada e o petróleo pressionado. No Brasil, os dados seguem apontando atividade forte. A produção industrial reforçou a leitura de crescimento elevado no início do segundo trimestre, enquanto as projeções de inflação continuaram piorando, com revisões altistas tanto para este ano quanto para 2027. O mercado passou a reavaliar de forma relevante as expectativas para o Copom, diante da combinação entre atividade resiliente, inflação elevada, piora do cenário externo e desvalorização cambial. A expectativa segue sendo de corte na próxima reunião, mas com percepção crescente de que o ciclo estaria próximo do fim. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 16 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P 500 -2,59%, Nasdaq -4,53% e Russell 2000 -2,94%. No Brasil, o jan/29 abriu 95 bps, o Ibovespa caiu 2,62% e o real 2,37%. O petróleo subiu mais 3,34%. Na próxima semana, destaque para o CPI nos EUA e, no Brasil, atenção ao IPCA e PMS.
¿Qué elementos estuvieron detrás de la decisión del Banco Central de mantener estable nuevamente esta Tasa? ¿Cómo está incidiendo el contexto externo? ¿Cuáles son las perspectivas para los próximos meses? Análisis del economista Luciano Magnífico.
Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã. No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real. Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%. Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:25 - A rejeição de Messias e desdobramentos na eleição06:07 - Decisão do Copom sobre a queda da Selic09:15 - Conflitos no Oriente Médio e bloqueio de Ormuz12:55 - Saída dos Emirados Árabes da OPEP15:57 - Resiliência da Rússia frente às sanções17:42 - Possível interferência dos EUA na política brasileira20:12 - Financiamento de IPOs e sinais de topo de mercado22:21 - Intervenção do Japão para defender o Iene25:50 - Recomendação e diversificação em fundos imobiliários FII27:07 - Concentração de portfólio por fator (Bitcoin)28:33 - Riscos subestimados pelo mercado30:50 - O que fazer com a queda do dólar32:10 - Próxima indicação ao STF32:42 - Impacto da guerra no preço dos alimentos33:38 - Novidades sobre a OranjeBTC (OBTC3)35:19 - Como é criada a moeda bancária (M1)36:23 - Economics dos tokens e futuro da IA39:15 - Existe inflação cultural de preços?41:22 - Inflação do Milei não caiu por que?43:07 - Imigração para China vs. Estados Unidos43:54 - O ouro perderá valor para o Bitcoin no futuro?45:22 - Opinião sobre o livro "A Revolta de Atlas"47:13 - Principais teóricos sobre ciclos de mercado
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (29):A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) por 16 votos a 11. O nome agora segue para votação no plenário, onde parlamentares devem decidir sobre a nomeação. O placar apertado na comissão aumentou a expectativa para a decisão final dos parlamentares. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic de 14,75% para 14,5% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A decisão ocorre em meio à chamada “superquarta”, quando também há definição de juros nos Estados Unidos, e marca mais um movimento no ciclo de queda da taxa básica no Brasil. A aprovação de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a expectativa de votação no plenário do Senado levantam questionamentos sobre o processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista, o doutor em Direito Constitucional Fernando Capano analisa o cenário político, afirma que essas indicações costumam ser previamente articuladas e discute a necessidade de repensar os critérios para escolha de ministros da Corte. O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), revertendo a aprovação anterior na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A decisão marca um desdobramento importante no cenário político e evidencia a divisão entre os parlamentares na votação em plenário.Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Carlos Portinho classificou o resultado como um “dia histórico”. Em entrevista, ele detalha a articulação da oposição, fala sobre o clima no Senado e afirma que a decisão envia um recado tanto ao governo quanto ao STF diante do cenário de tensão entre os Poderes. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira no Morning Show desta quinta-feira (30): Brasília segue agitada nesta quinta-feira (30). Um dia após a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional analisa o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao PL da Dosimetria. A oposição acredita na derrubada do veto, o que pode impor uma nova derrota a Lula. O senador Sergio Moro (PL) foi entrevistado na manhã desta quinta-feira (30) no Morning Show, da Jovem Pan, e comentou sobre a reprovação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, mais que uma derrota do governo federal, a não aprovação de Messias é uma vitória da sociedade e que o Senado deu a resposta que o país precisava. Além disso, Moro classifica o veto da dosimetria como cruel e que por “questão de Justiça” ele será derrubado. A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda repercute nos bastidores. Segundo informações de bastidores, a derrota gerou um clima de desconfiança e fez com que o governo federal voltasse a cobrar explicações sobre a rejeição. A tendência é que o novo nome seja indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após as eleições. Repórter: David Diogo. O senador Davi Alcolumbre (União), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antecipou com precisão o destino de Jorge Messias (PT) no Senado. Antes mesmo do anúncio oficial da reprovação, Alcolumbre sussurrou no ouvido de Jaques Wagner (PT) e antecipou o resultado. O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (30), que a PL da Dosimetria que o benefício não chegará para alguém que cometeu um crime hediondo. “Esse cuidado será tomado”, disse o senador. O líder do Partido Liberal (PL), o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), se justificou após um abraço dado a Jorge Messias durante a sabatina do advogado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O ato gerou repercussão nas redes sociais, uma vez que ambos estão em lados opostos na política. O parlamentar alegou que o abraço foi por educação. O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia em 14,5% ao ano. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro. No entanto, a indústria considera a redução insuficiente. Entidades do setor criticaram a decisão do Banco Central (BC). Repórter David Diogo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
#3em1Agro - confira os destaques desta quinta-feira (30/04/26):➡️ Soja atinge máxima desde março. Vai subir mais?➡️ Copom corta Selic para 14,50% ao ano. Haverá efeito no crédito rural? ➡️ Petróleo sobe e atinge o maior valor em quatro anos➡️ Carne bovina: cota chinesa está perto do teto. Como fica o mercado do boi gordo?
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar. No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto. Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (30/04/2026): O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, em derrota histórica para o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Messias recebeu 34 votos favoráveis e 42 contrários, abaixo dos 41 necessários para aprovação. A decisão marca a primeira rejeição de um indicado ao STF pelo Senado em mais de 130 anos. A sabatina havia sido aprovada antes na CCJ, mas o plenário barrou o nome em votação secreta. A derrota expôs dificuldades de articulação política do governo com o Senado. A oposição comemorou o resultado, enquanto aliados classificaram a votação como duro revés político. Economia: Copom corta Selic para 14,5% e sinaliza cautela diante de guerra e inflação alta Internacional: Suprema Corte dos EUA reduz chances de eleição de negros e latinos Política: Tarcísio lidera contra Haddad; no Senado, França e Tebet têm vantagem Metrópole: 1ª mulher a assumir a PM de SP promete combate à violência doméstica Cultura: ‘Zico, o Samurai de Quintino’ estreia hoje e celebra o craqueSee omnystudio.com/listener for privacy information.
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O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,50% ao ano. Para analisar em detalhes essa decisão e seus desdobramentos, acompanhe nossa live exclusiva. Reunimos um time de peso para decifrar o cenário: a jornalista Denise Barbosa conduz o debate ao lado de José Marcio Camargo, economista-chefe, e do trader macro Luan Aral. Vamos discutir o conteúdo do comunicado, os próximos passos da política monetária e como o mercado financeiro deve reagir a esse novo patamar de juros. Fique por dentro dos impactos para a economia e para o seu bolso.
O Senado impôs uma derrota inédita ao Palácio do Planalto e rejeitou a indicação do presidente Lula para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Jorge Messias foi o primeiro nome reprovado em 132 anos de história. O ministro Alexandre de Moraes divulgou relatório sobre os atos golpistas de 8 de janeiro, falou em ataque à independência dos juízes e defendeu manter as investigações no inquérito das fake news. O Banco Central reduziu os juros em 0,25 ponto percentual. O Banco Central americano não mexeu na taxa.
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Confira nesta edição do JR 24 Horas: A Defensoria Pública da União fez um alerta sobre um novo golpe aplicado por meio de aplicativo de mensagens. O criminoso se passa por defensor público, usando nomes e fotos reais e induz a vítima, que tem ou já teve atendimento da Defensoria Pública da União, a fazer pagamentos indevidos. E ainda: Copom começa definir nova taxa de juros nesta terça-feira (28).
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¿Qué fundamentos estuvieron detrás de la decisión y qué puede esperarse para los próximos meses? Análisis del economista Luciano Magnífico.
Renata Pedini, editora do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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No vídeo de hoje, analisamos o fechamento do Estreito de Ormuz e como o Irã desafia o petrodólar. Discutimos a volatilidade causada por tweets de Trump, que fizeram o petróleo desabar 12% em minutos , e a crise nos fundos de crédito dos EUA. No Brasil, a defasagem nos preços da Petrobras gera risco real de desabastecimento de diesel e alta na inflação dos alimentos. Entenda os reflexos dessa guerra na sua economia.00:00 - O fechamento do Estreito de Ormuz e a ameaça ao petrodólar 01:42 - Minas navais e os riscos logísticos no transporte marítimo 03:26 - Sanções dos EUA e a exportação de petróleo iraniano 04:29 - A estratégia do Irã para enfraquecer o dólar com a China 05:33 - Tweets de Trump, crimes de guerra e volatilidade do mercado 07:46 - Manipulação de mercado? A reação do S&P 500 e do petróleo 10:03 - Crise nos fundos de crédito privado americanos (Apollo, Blackstone) 13:51 - Ata do Copom e a incerteza sobre a taxa Selic no Brasil 14:59 - Risco de desabastecimento de diesel e gasolina no Brasil 16:16 - Defasagem da Petrobras e o impacto na inflação de alimentos 20:21 - Considerações finais: O Brasil como vítima da conjuntura mundial #Geopolitica #Petroleo #Economia #EstreitoDeOrmuz #Investimentos
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A decisão do Copom mexeu com o mercado: a Selic começou a cair, mas a inflação ainda preocupa. E agora, o que fazer com seus investimentos? Neste episódio do Empiricus Podca$t, analisamos o cenário atual da economia brasileira, os impactos da guerra no Oriente Médio nos preços do petróleo e como isso pode afetar a inflação, os juros e a Bolsa brasileira nos próximos meses. A jornalista e apresentadora dos portais Money Times e Seu Dinheiro, Paula Comassetto, conduz uma análise completa do cenário econômico atual. Ao lado de Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, e Bruno Henriques, head de research do BTG Pactual, o episódio aborda:O que está por trás da decisão do CopomSe o ciclo de corte de juros está em riscoOs impactos da inflação nos investimentosO cenário da Bolsa brasileira em 2026Onde investir agora: renda fixa, ações ou outros ativos?Além disso, você confere recomendações práticas no quadro “Trade em 1 minuto” e respostas às dúvidas reais dos investidores.
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (21): O outono chegou ao Brasil na última sexta-feira (20) e o calor predomina nas regiões Sul e Sudeste neste fim de semana. No entanto, a passagem de uma frente fria no Rio Grande do Sul deve trazer chuvas volumosas para a região. Em São Paulo, não há previsão de chuva, mas o Rio de Janeiro e Minas Gerais podem apresentar pancadas ao longo da semana. O tenente-coronel da PM, Geraldo Neto, voltou a defender que a policial Gisele Alves, sua esposa, cometeu suícidio, durante a audiência de custódia na última sexta-feira (20). Vale lembrar que o tenente está preso preventivamente por ser o principal suspeito de ter matado a esposa. A guerra no Oriente Médio entre Estados Unidos e Irã provocam impactos em todo o mundo. De acordo com a economista Denise Campos de Toledo, o conflito eleva riscos econômicos, pressões sobre juros no mercado brasileiro. O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT) confirmou saída do Ministério para concorrer ao Senado pela Bahia e Wellington Dias (PT), Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do BrasiL, também deve deixar o governo Lula (PT), para coordenar a campanha do presidente, com foco na reeleição. O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas), lançou a pré-candidatura ao Senado por Alagoas. Em seu discurso, Lira destacou o período em que esteve à frente da Câmara. O principal concorrente dele será Renan Calheiros, que já é senador e vai disputar a reeleição. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou que está avaliando oito processos para o registro de medicamentos que contém a semaglutida, o princípio ativo do Ozempic, a famosa caneta emagrecedora. A expectativa é que o órgão autorize a quebra de patente e a comercialização seja ampliada. O conflito no Oriente Médio segue em escalada e os impactos globais deixam os países e o mercado financeiro mundial em alerta. Para entender melhor a situação, a Jovem Pan News entrevista o professor de Relações Internacionais, Lier Ferreira. O Comitê de Política Monetária, o Copom, decidiu cortar a taxa Selic, em 0,25 pontos percentuais. Esse é o primeiro corte na taxa básica de juros do Brasil desde maio de 2024. Para entender melhor os impactos dessa decisão e o combate à inflação, a Jovem Pan News entrevista o ex-diretor executivo do FMI, Paulo Nogueira Batista Jr. O cenário político nacional tem enfrentado diversos desafios neste início de ano. Com as eleições marcadas para outubro e a escala de conflito entre Estados Unidos e Irã, o Brasil pode sentir o impacto da incerteza global. Para falar sobre a situação, a Jovem Pan News conversa com o Dr. em Ciência Política, Marcelo Pimentel. O ator e diretor Juca de Oliveira faleceu nesta madrugada (21), aos 91 anos. A notícia foi confirmada por sua família em nota enviada à imprensa. O veterano estava internado desde a última sexta-feira (20) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de um quadro de pneumonia associado a complicações cardiológicas. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices