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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (18/08/2026): Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander reforçaram provisões para enfrentar um cenário mais adverso no mercado de crédito. Os quatro bancos registraram R$ 91,082 bilhões em custo de crédito no primeiro semestre, alta de 23% ante 2025. O indicador considera despesas com perdas esperadas, descontos concedidos e receitas com recuperação de créditos baixados. A cautela reflete o aumento da inadimplência. Parte relevante do cenário ruim está concentrada no agronegócio. Embora o BC tenha iniciado o ciclo de corte de juros, a Selic permanece em nível restritivo, o que pressiona o endividamento e compromete a renda das famílias. Os efeitos inflacionários da guerra no Oriente Médio e o desequilíbrio das contas públicas limitam o ritmo do alívio monetário. Economia: Juros altos, bets e concorrência da China põem varejistas na berlinda Política: Presidente do TSE diz a diplomatas que País é ‘referência mundial’ em eleições Metrópole: Discord suspende lives; especialistas veem risco de migração dos crimes Internacional: Trump ameaça atacar Omã; expira prazo para acordo entre EUA e Irã Cultura: Cultura Artística retoma relação com as artes plásticas See omnystudio.com/listener for privacy information.
O panorama macroeconômico da semana trouxe pontos importantes: indicadores como o IBC-BR e o IPCA no Brasil, além da produção industrial nos EUA e dados da China e da Zona do Euro. O destaque ficou para a inflação brasileira, que voltou a acelerar, pressionada pelo petróleo e pela retomada de preços, enquanto o setor de alimentos ajudou a conter temporariamente os números. Outro tema central foi o câmbio, com forte oscilação do fluxo de capital estrangeiro na B3. Após entradas recordes no início de 2026, o movimento se inverteu com saídas bilionárias, influenciadas por fatores como o diferencial de juros, risco fiscal e recomendações de bancos internacionais. Esse cenário reforça a volatilidade e a necessidade de atenção às transições rápidas do mercado. ➡
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (12/08/2026): Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegará à eleição com candidatos petistas ao governo em 12 unidades federativas, o menor número em todos os ciclos presidenciais com ele à frente desde 1994. Em 2022, foram 13 candidaturas. Em 2002, 25. Neste ano, o PT abriu mão da presença ampla de nomes próprios e montou mais palanques em torno de candidatos aliados, incluindo de siglas do Centrão, como PSD e União Brasil. Aliados de Lula dizem que a estratégia permite atrair alas regionais e esvaziar o apoio a Flávio Bolsonaro (PL). Para especialistas, a atual configuração reflete cálculo eleitoral reforçado pela polarização: onde o PT não dispõe de nome competitivo, abre espaço a aliados capazes de fortalecer o palanque presidencial. Política: PT vai com menor força própria em eleições estaduais desde 1994 Economia: Inflação desacelera em julho, mas preço de serviços ainda preocupa Internacional: EUA dizem que seu domínio sobre as Américas não será mais questionado Metrópole: Anac ignorou problemas com a Voepass desde 2020 e puniu inspetor Cultura: Após 34 anos na Alemanha, Alex Flemming volta ao Brasil com exposição sobre guerras e destruiçãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Debate da Super Manhã: A queda da taxa básica de juros começou a aparecer de forma mais consistente no cenário econômico brasileiro. Depois de permanecer em 15% ao ano por meses, a Selic entrou em trajetória de redução e chegou a 14% ao ano em agosto. O movimento tende a reduzir o custo do crédito na economia, mas não significa que empréstimos, financiamentos e preços do dia a dia ficarão mais baratos imediatamente. No debate desta terça-feira (11), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre as sucessivas quedas da taxa Selic, os reflexos nas contas públicas e privadas, os impactos na economia e, principalmente, o que muda no bolso do brasileiro. Participam o economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomercio-PE), Rafael Lima; o economista e mestre em Administração, Edgard Leonardo; e o economista, especialista em Finanças e Gestão Empresarial, e mestrando em Ciências Políticas, Victor Borba.
CONHEÇA O CURSO DO PROTOCOLO ANTI-RISCO: https://store.mmakers.com.br/protocolo-anti-risco-macd05?xpromo=MI-TRPT-YT-DESCRICAO-X-20260811-DESCRICAOSOBREPODCAST-MM-XComo proteger sua carteira antes que o mercado mude?Neste episódio do Market Makers, Thiago Salomão e Leopoldo Rosa recebem José Faria Júnior, sócio da Wagner Investimentos e professor do Market Makers Academy, para entender como um investidor pode interpretar juros, inflação, dólar, bolsa e os principais indicadores econômicos para tomar melhores decisões.O objetivo não é tentar prever o futuro.É entender quais sinais acompanhar para reconhecer mudanças de cenário, identificar riscos e encontrar oportunidades antes de tomar decisões sobre sua carteira.Ao longo da conversa, falamos sobre economia brasileira, Selic, inflação, renda fixa, bolsa, dólar, cenário internacional, política monetária, Fed e os riscos que podem mexer com os mercados.Neste episódio:• Como interpretar o cenário econômico• Juros e inflação• Selic e renda fixa• Dólar e câmbio• Bolsa brasileira• Economia americana e Fed• Indicadores antecedentes• Riscos para o investidor• Como proteger a carteira• Como identificar mudanças de cenárioAbra sua conta na Binance: https://binance.onelink.me/y874/MMAkers
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.No vídeo de hoje, discutimos o esgotamento do atual modelo econômico do Brasil. Com o varejo em queda, famílias endividadas e juros estressados, analisamos as recentes falas da equipe econômica que tentam minimizar o grave déficit primário e o prejuízo das estatais. Além do cenário interno, abordamos o panorama global: a forte intervenção do Tesouro americano no iene japonês, a disparada do ouro e os dados fracos de emprego do payroll nos EUA. Para fechar, avaliamos os gastos bilionários das Big Techs com inteligência artificial e respondemos dúvidas sobre eleições, carteiras de Bitcoin e até sobre a calvície no mercado financeiro.00:00 - O fim do modelo econômico do Brasil01:26 - A queda no varejo e nas Lojas Renner03:59 - A decisão do Copom e a taxa Selic06:01 - A narrativa fiscal do Ministério da Fazenda12:21 - O rombo bilionário nas empresas estatais federais14:37 - Dólar comportado e o risco cambial brasileiro16:52 - Intervenção americana e a disparada do ouro19:34 - Dados fracos do payroll e desemprego americano22:08 - O alto custo e as margens da IA26:03 - Venda de ações da SpaceX por insiders27:36 - Quais são as atualizações relacionadas à computação quântica?28:47 - Como o Japão ultra endividado consegue diminuir impostos de consumo?29:56 - A queda da Selic pode aliviar as contas públicas e o déficit no país?30:22 - Existe risco de disparada do dólar se o Copom baixar os juros?31:24 - Vale a pena trocar Bitcoins por ETFs por segurança e para zerar ganho de capital?32:45 - Flávio ou Renan contra o atual governo nas eleições?33:11 - Como se proteger do crescimento da calvície no mercado financeiro?
O Brasil está mesmo entrando em um ciclo de queda dos juros? A Selic caiu novamente, mas isso significa crédito mais barato? Ou ainda estamos diante de um dos maiores juros reais do mundo? Neste episódio do Dedo no Pulso, Antônio da Luz analisa os impactos da decisão do COPOM, explica por que o problema pode estar muito além do Banco Central e mostra como política fiscal, crédito direcionado e expectativas de inflação influenciam diretamente o agronegócio e toda a economia brasileira. Além da análise sobre a Selic, o episódio aborda as perspectivas para os próximos cortes de juros, o desempenho da balança comercial do agronegócio, os destaques de soja, café, carne bovina, açúcar e celulose, além do cenário internacional envolvendo dólar, petróleo e commodities. Se você produz, investe ou acompanha o agronegócio, este episódio oferece uma análise aprofundada para entender o que realmente está acontecendo na economia. ➡
Os juros brasileiros caíram novamente. Na última quarta-feira (5), o Banco Central decidiu cortar a taxa Selic pela quarta vez no ano, para 14%, conforme era esperado. As atenções do mercado estavam mais voltadas ao comunicado que acompanhou a decisão, em busca de pistas sobre os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom). Afinal, ainda há espaço para continuar reduzindo a Selic ou é hora de uma pausa? Qual caminho permitirá ao BC trazer a inflação de volta à meta? No minuto 06:04, a economista Claudia Moreno também explica, por que, apesar dos últimos cortes de juros, a Selic continua muito elevada, trazendo custos importantes para a economia e para a própria sociedade brasileira. Entenda, ainda: Criação de vagas diminui nos EUA, mas Fed deve elevar os juros; Um possível acordo para ajudar a remediar a crise no Oriente Médio; Por que Japão e EUA estão tentando frear a desvalorização do iene.
A estrategista de investimentos do BB Private, Erica Santana, CEA, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "Os mercados encerraram a semana acompanhando uma divergência cada vez mais clara entre Estados Unidos e Brasil. Lá fora, o Federal Reserve manteve os juros inalterados, mas sinalizou cautela diante de uma inflação ainda resistente, enquanto a escalada das tensões no Oriente Médio voltou a pressionar o petróleo e aumentou a percepção de risco global. Já no Brasil, a surpresa positiva do IPCA-15 reforçou as expectativas de continuidade do ciclo de cortes da Selic, beneficiando os ativos domésticos. Na próxima semana, o foco estará nos dados de atividade e emprego nos Estados Unidos e, principalmente, na decisão do Copom, que deverá trazer novos sinais sobre os próximos passos da política monetária brasileira."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Ricardo Arioli comenta algumas das principais notícias da semana ligadas ao Agro. A inadimplência dos agricultores está subindo. A nova Lei do piso mínimo do frete, SIM. Anistia aos motoristas, NÃO. A Armadilha dos juros altos: COPOM corta juros da SELIC, mas não adianta muito.
O Banco Central cortou a Selic pela quarta vez seguida, para 14% ao ano, e se recusou a sinalizar o próximo passo. Explicamos, sem economês, o que é "expectativa desancorada", por que o Copom mira 2028 numa decisão tomada hoje, e o que quatro cortes seguidos significam de verdade para o seu financiamento e o seu cartão. Spoiler: o dinheiro segue caro, só que um pouquinho menos.No segundo bloco, uma história que abalou o mundo cripto: um defeito no software de um dos aparelhos mais confiáveis do mercado permitiu que hackers adivinhassem senhas e levassem cerca de US$ 130 milhões de carteiras que estavam desconectadas da internet. Um investidor tinha o código gravado em placa de metal, escondida num dicionário falso, e perdeu tudo assim mesmo. A empresa disse que tinha usado IA para revisar o código. A IA não achou o bug.
Ouça agora as principais notícias que movimentaram os mercados nesta sexta-feira.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (06): Rajadas de vento podem atingir a capital paulista, a Grande São Paulo, o litoral e o Vale do Paraíba a partir desta quinta-feira (06). A previsão também indica chuva moderada entre sexta-feira (07) e sábado (08). Diante da expectativa de mudanças nas condições do tempo, a Defesa Civil de São Paulo instalou um gabinete de crise para monitorar os impactos do fenômeno em todo o estado. Reportagem: Matheus Dias. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) para 14% ao ano, confirmando a expectativa do mercado financeiro e levando a taxa ao menor nível desde março do ano anterior. A comentarista de economia Denise Campos de Toledo analisa os impactos da decisão. Reportagem: Rodrigo Viga. O senador Flávio Bolsonaro (PL) oficializou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL) como pré-candidato a vice-presidente em sua chapa à Presidência da República. A definição por uma chapa "puro-sangue" ocorreu após partidos do Centrão anunciarem neutralidade no primeiro turno das eleições. Relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar ganhou projeção na oposição ao governo federal. O anúncio acontece no mesmo momento em que uma nova pesquisa Genial/Quaest aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança em todos os cenários analisados para a disputa presidencial. Reportagem: Bruno Pinheiro. O ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro do Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, teve a candidatura ao governo de Minas Gerais confirmada durante a convenção conjunta de PT, PCdoB e PV, realizada na manhã da sexta-feira (31), em Belo Horizonte. O encontro oficializou o nome de Patrus para disputar o governo estadual pela coligação formada pelos três partidos. Reportagem: Rodrigo Costa. O governo da Argentina afirmou que não adotará medidas em resposta à decisão do Brasil de rebaixar o nível das relações diplomáticas entre os dois países. Nesta quarta-feira (05), o ministro das Relações Exteriores argentino, Pablo Quirno, classificou a medida como uma decisão unilateral do governo brasileiro, motivada por diferenças políticas e ideológicas. Apesar das divergências, o chanceler ressaltou que a Argentina não pretende levar o caso para o campo diplomático e reconheceu o direito do Brasil de tomar essa decisão. Reportagem: Pedro Tritto. O ex-chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como “Marcola”, pediu afastamento da coordenação da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A decisão ocorreu após a divulgação de informações sobre um empréstimo de R$ 249 mil concedido pela empresária Roberta Luchsinger, investigada na Operação Sem Desconto por suspeitas de fraudes em descontos aplicados sobre benefícios do INSS e apontada como amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Reportagem: Marco Viana. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quarta-feira (05) que a relação diplomática entre Brasil e Argentina atravessa um dos momentos mais delicados da história recente. Em entrevista ao jornalista argentino Jorge Fontevecchia, da revista Perfil, o chanceler declarou que as críticas feitas pelo presidente Javier Milei ao Brasil e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram agressivas e sem precedentes no histórico das relações entre os dois países. O Paraná alcançou as maiores notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2025 entre as redes públicas nas três etapas de ensino avaliadas. O estado registrou nota 6,9 nos anos iniciais do ensino fundamental, 5,8 nos anos finais e 5,1 no ensino médio. O resultado nacional também apontou avanço do Brasil em todas as etapas analisadas, mas o país ainda não conseguiu atingir as metas estabelecidas para 2021 em duas delas e, no ensino médio, ficou abaixo até da previsão definida para 2017. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ex-chefe de gabinete de Lula deixa campanha após ter contas pagas por empresária alvo da PF. Presidente diz que EUA foram irresponsáveis ao revogar visto de embaixadora do Brasil. E Banco Central diminuiu taxa Selic para 14% ao ano.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (06/08/2026): Duas definições ocorridas ontem dão pistas do que pode ser um dos temas de campanha envolvendo os dois principais candidatos à Presidência. O deputado Alberto Gaspar (PL-AL), relator da CPI do INSS, será o vice na chapa de Flávio Bolsonaro (PL) após partidos do Centrão (PP, Republicanos, Podemos e União Brasil) optarem pela neutralidade. A estratégia do PL foi apostar eleitoralmente no escândalo dos descontos ilegais de aposentados do INSS e nas suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. Também ontem, o cientista político Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, se desligou do núcleo de comando da campanha petista. Ele saiu após a PF descobrir transferência financeira feita a ele pela empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha e apontada como lobista em negócios do “Careca do INSS”. Economia: BC reduz Selic em 0,25 ponto e decisão sobre novo corte fica em aberto Internacional: Para Lula, revogação de visto pelos EUA foi irresponsável Metrópole: País avança no Ideb, mas sem bater metas de 2021See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na decisão, o Copom cita incertezas no cenário internacional, inflação ainda acima da meta e expectativas elevadas para os próximos anos. O Banco Central também destaca que a atividade econômica segue com mercado de trabalho aquecido. Antônio Carlos Alves economista e professor da PUC São Paulo explica que o resultado era esperado.
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr05/08 - Bolsa -0,11%. BRAVA +2,6% e POMO4 -3%O Ibovespa, pelo terceiro dia seguido, fechou próximo do zero, aos 177.726 com -0,10%, mas dessa vez subiu bem no começo dia quase encostando nos 180 mil, às 11h, mas não aguentou e foi cedendo até zerar. O volume continuou fraco ao redor dos R$ 20 bilhões. a sustentação do índice veio principalmente do Itaú (ITUB4), após a divulgação de resultados considerados sólidos, além de empresas mais sensíveis à curva de juros, como Raia Drogasil (RADL3), Localiza (RENT3), Cyrela (CYRE3), Cury (CURY3) e Direcional (DIRR3).O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1282, quase estável em -0,05%. Os juros cederam pelo terceiro dia consecutivo e antes da decisão do COPOM de cortar em 0,25% os juros da Selic de 14,25% para 14,00%. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,37% x 14,50% a.a., ontem. O IPCA+ 2037 caiu para 7,82% de 7,86%, ontem. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos fecharam estáveis em 4,62% a.a., e o 30 anos recuou para 5,16% a.a. x 5,18%, ontem.Nos EUA, O S&P 500 fechou em leve baixa de -0,20% na quarta-feira, recuando das máximas históricas atingidas no início do dia, pressionado por quedas em algumas das principais ações de tecnologia. O Dow Jones Industrial Average quebrou a tendência e subiu 0,50% , impulsionado por fortes resultados corporativos e pela valorização das ações da Nvidia.As ações da Nvidia, integrante do Dow Jones, subiram 4% depois que Elon Musk afirmou que a SpaceX usará exclusivamente processadores da Nvidia na construção de sua infraestrutura de computação de inteligência artificial no futuro. Na teleconferência de resultados da SpaceX, ele disse que a Nvidia tem "o melhor computador de IA", antes de acrescentar: "Somos exclusivos da Nvidia".As ações da SpaceX caíram 13%, a US$ 108 x US$ 135 no IPO de julho, após a empresa de foguetes divulgar seu primeiro relatório trimestral desde que abriu seu capital em junho. A empresa afirmou que seus investimentos de capital aumentaram seis vezes, para US$ 18,4 bilhões no segundo trimestre. Esse valor superou as expectativas dos analistas, com a maior parte dos gastos destinada à inteligência artificial.Veja no vídeo as análises e recomendações de ações com o Conde e FIIs com o Marcelo
O Copom decidiu reduzir a taxa Selic para 14% ao ano, promovendo o quarto corte consecutivo de 0,25 ponto percentual. Mas o que essa decisão significa para os investimentos, a bolsa, o dólar, a renda fixa e a economia brasileira?Neste vídeo, analisamos os principais destaques da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), os sinais enviados pelo Banco Central para as próximas reuniões e os impactos para investidores e consumidores. Também explicamos por que o BC manteve um discurso cauteloso, mesmo com a continuidade do ciclo de queda dos juros.Você vai entender:• Por que o Copom reduziu a Selic para 14% ao ano.• O que o comunicado revela sobre os próximos passos do Banco Central.• Como a decisão pode afetar renda fixa, ações, dólar e inflação.• O que esperar da economia brasileira nos próximos meses.• Como posicionar sua carteira diante do novo cenário de juros.
Confira os destaques desta quarta-feira (05/08/26):➡️ Após PR e GO, MG proíbe importação de leite em pó➡️ A guerra comercial entre EUA e China recomeçou? Entenda➡️ Mercado projeta corte na Selic. O que muda no crédito rural?➡️ Eleições 2026: Flávio e Zema oficializam seus vices. Confira os nomes!
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (05/08/2026): As investigações da Polícia Federal sobre a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), ampliaram o desgaste da campanha à reeleição do presidente Lula. A PF apura se um empréstimo de Roberta ao ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro (Marcola), estaria ligado a tráfico de influência, hipótese negada por ele, que afirma ter quitado a dívida. Lula pediu explicações ao ex-auxiliar, enquanto a oposição intensificou as críticas. Marcola afirma que o empréstimo foi pago e nega irregularidades, enquanto a defesa de Lulinha atribui o caso a vazamentos seletivos de investigações para prejudicar o presidente. Internacional: Governo Trump revoga visto de embaixadora do Brasil nos EUA Economia: Mercado espera corte da Selic em ciclo ainda marcado por incertezas Metrópole: Número de guardas municipais no Brasil já supera o de policiais civis Política: PF mira advogado por suspeita de lavagem para vice-líder do governo Cultura: Filme utiliza IA para cenários e até na criação de personagensSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central decide hoje a nova taxa básica de juros vigente no país. A expectativa dos analistas é de que a Selic continue tendo cortes. A projeção é de recuo de 0,25 ponto percentual na taxa na reunião desta quarta.O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
A produção da indústria brasileira caiu 1,8% em junho, segundo o IBGE. É o pior resultado do ano e pior do que o mercado previa. A colunista de economia das BandNews FM Juliana Rosa, destacou que a indústria tem sido sustentada principalmente pela indústria extrativa, com o petróleo.Juliana Rosa explica que o cenário aumenta a expectativa por um corte na Selic. Ela também destaca que, além dos desafios conjunturais, a recuperação do setor depende de avanços no equilíbrio fiscal e de condições mais favoráveis para investimentos.O Copom se reúne nesta terça-feira (04) para definir se corta ou não a taxa básica de juros, hoje fixada em 14,25% ao ano. Se houver corte, Juliana aponta que será pequeno, de 0,25%.
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr03/08 - Bolsa 0%. DIRR +3% e PRIO -4% Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado da Levante, com Flávio Conde, hoje é 2a. feira, dia 3 de agosto, e bolsas subindo nos EUA com petróleo -5% porque Trump parou de atacar o Irã e dólar R$ 5,08O Ibovespa (IBOV) oscilou bem hoje, ficando a maior parte do tempo no campo negativo perto de -0,50%, e fechando na estabilidade dos 178 mil pontos com volume não divulgado ainda. Nos EUA, as bolsas subiram com Dow Jones: +1,32%, e Nasdaq: +2,13% com investidores animados com o fato do presidente Trump ter desistido de atacar o Irã no fim de semana e ter indicado a possibilidade negociações com a Guarda Revolucionária do Irã (GRI) ter levado o petróleo cair -5%. Os setores de serviços de comunicação e tecnologia foram os principais impulsionadores da alta do mercado. A Meta Platforms teve um aumento de 6% no dia. A Amazon também subiu mais de 4%, atingindo um recorde de US$ 3 trilhões em valor de mercado e fechando em uma nova máxima. A Nvidia por sua vez, teve um aumento de quase 3%, enquanto a Alphabet e a Microsoft subiram cerca de 5% cada.Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,087, com alta de 0,33% em dia de queda de mais de 4% do petróleo e baixa liquidez. Nos EUA, o dólar subiu levemente, 0,05%, frente as moedas fortes do DXY.Os juros finalmente caíram no Brasil influenciados pela projeção de Selic a 13,75%, pela pesquisa Focus do Banco Central, e queda dos juros das Treasuries americanas. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,54% x 14,80% a.a., sexta. O IPCA+ 2037 fechou em 7,86% x 8,01% a.a., sexta. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos caíram para 4,68% a.a. x 4,74% a.a., sexta, e o 30 anos recuou para 5,22% a.a. x 5,28%, sexta.Por aqui, o mercado consolidou a aposta de corte de 25 pontos-base na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A curva a termo precifica praticamente 100% de probabilidade de redução na Selic próxima quarta-feira (5).Veja no vídeo as análises e recomendações do analista CNPI Flávio
Mais uma vez, o comunicado publicado após a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) foi sucinto. Essa tem sido a marca de Kevin Warsh, nomeado presidente do Fed há dois meses. Foram dois recados principais passados pela autoridade na semana passada: sim, a inflação americana está alta e, sim, o Fedpromete levar os preços para a meta de 2%. Mas não está claro, ainda, qual será o caminho percorrido para solucionar o problema. Nesse contexto, o que esperar dos juros e inflação nos EUA? No minuto 05:32, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também compartilha as perspectivas dela sobre a economia americana, além de atualizar os principais temas que têm movimentado os mercados globais. Entenda, ainda: Juros em pausa no Reino Unido; PIB europeu cresce, mas inflação ainda preocupa; O que esperar da decisão do Copom sobre a Selic.
Levantamento aponta para uma taxa de 13,75% ao final de 2026. Estudo também prevê um crescimento de 1,99% no PIB.
Os principais indicadores econômicos da semana revelam um cenário de desafios e oportunidades, com reflexos para investidores, empresários e o agronegócio. Entre os temas abordados estão o comportamento da economia brasileira, o cenário internacional e os movimentos da economia chinesa, destacando como esses fatores podem influenciar os mercados e os negócios nos próximos anos. O episódio também apresenta uma visão geral sobre juros, inflação, comércio exterior e tendências que merecem atenção.A análise reforça a importância de acompanhar os indicadores econômicos para compreender os impactos sobre investimentos, agronegócio e a economia como um todo. E você, como acredita que esse cenário pode influenciar os próximos meses? Compartilhe sua opinião e participe da conversa! ➡
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr31/07 - Bolsa +0,47%%. SANB11 +13% e BRAV -3% Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado da Levante, com Flávio Conde, hoje é 6a. feira, graças a Deus, dia 31 de julho, e temos duas recomendações de streaming para o fim de semana com a mesma, atriz principal, Claire Danes: 1ª. O Monstro em Mim, de 2025, onde escritora famosa se envolve em um estranho jogo mental com seu novo vizinho, um homem rico e poderoso que pode ser um assassino. São 8 capítulos e passa rapidinho. A 2ª. é a famosa Homeland, de 2019, com 8 temporadas e 12 capítulos cada. Onde a Um soldado americano desaparecido é recebido como herói quando regressa após passar oito anos em cativeiro no Iraque. Mas, uma analista da CIA suspeita da história e acredita que ele possa ser um enviado pelos terroristas para atacar os EUA. OS Eu assisto pulando as partes de enrolação, mas a série é muito boa O Ibovespa (IBOV) engatou o segundo dia de ganhos consecutivos, em pregão reduzido por atraso na abertura. As negociações na bolsa brasileira começaram com quase três horas de atraso, reduzindo o fluxo no último pregão do mês – que, em operações normais, tende a ser maior por ajustes em posições.Nesta sexta-feira (31), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,47%, aos 177.999,00 pontos. Com o avanço, o IBOV acumulou valorização de 2,27% na semana. Em julho, o Ibovespa também teve saldo positivo em 3,47% com os estrangeiros voltando às compras em 72% dos dias de bolsa.Os índices de Wall Street encerraram o pregão em alta, após um dia de ativos voláteis. O tom positivo foi puxado pelo salto de 15,32% das ações da Amazon em reação ao balanço do segundo trimestre (2T26). Dow Jones: +0,53%, S&P 500: +0,70% e Nasdaq: +1,00%. Já o dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,0704, com alta de 0,18%. Na semana, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,21% sobre o real. Em julho, a divisa teve desvalorização de 1,79%.Os juros subiram acompanhando os americanos. Os prefixados de 2037 fecharam a 14,80% x 14,77%, ontem. O IPCA+ 2037 fechou em 8,01% x 7,96%, ontem. Nos EUA, as taxas de juros das Treasuries de 10 anos subiram mais para 4,74% a.a. x 4,68%, ontem e o 30 anos subiu mais para o recorde recente de 5,28% a.a. x 5,21% ontem.Por aqui, o mercado consolidou a aposta de corte de 25 pontos-base na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A curva a termo precifica praticamente 100% de probabilidade de redução na Selic próxima quarta-feira (5).No Brasil, o Banco Central divulgou que o setor público consolidado (governo central, estados, municípios e estatais, à exceção de Petrobras) teve déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, após déficit de R$ 56,131 bilhões em maio. Em junho de 2025, o resultado foi deficitário em R$ 47,091 bilhões.Veja no vídeo as análises e recomendações do analista CNPI Flávio
TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/2ec0c3e62f O Brasil acabou de criar o maior sistema de arrecadação de impostos do mundo e a maioria das empresas ainda nem sabe o que vem por aí. Nesse episódio dos Economistas a gente destrincha o Split Payment, mostra onde o Brasil está na Curva de Laffer e explica por que a carga tributária pode estar matando o pequeno empresário antes mesmo de ele crescer.Você vai entender:O que é o Split Payment e por que ele acaba com o "empréstimo grátis" que toda empresa tinha sem saber que tinhaOnde exatamente o Brasil está na Curva de Laffer, e se aumentar imposto ainda significa arrecadar maisPor que Itália, Polônia e Romênia tentaram versões desse sistema antes da gente, e o que deu certo e o que deu erradoComo esse cenário muda a tese de investir em ações, renda fixa e negócios menores com a Selic no patamar atualO caminho real pra quem quer construir carreira no mercado financeiro nos próximos anosSe inscreva no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios.#impostos #lula #selic #splitpayment
Escute agora o que movimentou os mercados nesta sexta-feira.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (29/07/2026): Bancos e analistas passaram a revisar para baixo as previsões para a inflação no ano e reforçaram o indicativo de corte de juros pelo BC, em agosto, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15. O IPCA-15 subiu 0,06% em julho, após avançar 0,41% em junho. Foi a terceira desaceleração do indicador, prévia da inflação “cheia” no mês. O índice acumula alta de 3,51% no ano e, em 12 meses, 4,52%. O resultado ainda está acima do teto da meta perseguida pelo BC, de 4,5%. Analistas dizem que o resultado da inflação pode dar suporte a novo corte da Selic, hoje em 14,25% Dos nove grupos pesquisados, habitação teve a maior variação e o maior impacto, de 0,97% e 0,15 ponto porcentual, respectivamente. Na outra ponta, o grupo alimentação e bebidas registrou a menor variação e o menor impacto, com queda de 0,66%. Política: PSD associa Caiado a Tarcísio e pressiona campanha de Flávio em São Paulo Economia: Trump vai prorrogar decreto de tarifas e sanções ao Brasil Internacional: Terremoto no Japão causa desabamento de shopping, casas e pontes Metrópole: Justiça veta corte de árvores em praça destinada a centro para autistas Cultura: Aos 50 anos de carreira, Djavan é biografado See omnystudio.com/listener for privacy information.
Com a Selic sem perspectiva de grandes quedas, eleições à vista e problema fiscal, seria o caso de o investidor em ações “desistir” da B3 e focar nas bolsas gringas? No Touros e Ursos desta semana, Bruno Leite, sócio e chefe de equities da Legacy Capital, traz as oportunidades no mercado de ações agora. Durante o programa, Leite comenta sobre o risco Brasil e fala se ainda vale a pena posicionar o portfólio de investimentos na Bolsa.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
FLÁVIO E CAIADO FORAM CONFIRMADOS CANDIDATOS - E AGORA?Lucas Collazo e os gurus Andrew Reider (WHG) e Christian Keleti (Alphakey) se reúnem para um bate-papo ao vivo sobre inteligência artificial, eleições, impacto na economia real, histórias pessoais e as principais reflexões depois da Expert XP 2026, que reuniu grandes nomes do mercado e da sociedade em um dos maiores eventos de investimentos do Brasil. O episódio conta com a presença especial de Rafael Sales, diretor-presidente da ALLOS, que trará as perspectivas sobre o cenário macro e também conversará um pouco sobre histórias de vida e experiências dentro do mercado.A conversa passa pelo que ficou da Expert XP, pelas visões sobre IA e tecnologia aplicada ao mundo real, pela leitura do cenário político e eleitoral e pelos impactos concretos sobre empresas, setores e decisões de investimento.Um papo direto, com visões diferentes, sobre mercado, tendências, gestão, risco e oportunidades.Se você acompanha Aftermarket, Expert XP, Stock Pickers, InfoMoney, investimentos, macroeconomia, IA, eleições e economia real, essa live é para você.Acompanhe ao vivo!AfterMarket é o novo programa do Stock Pickers, que traz, todo mês, os principais bastidores de mercado, visões de longo prazo, histórias curiosas e aquelas conversas que normalmente não cabem dentro do pregão!
Debate da Super Manhã: A semana começa com a expectativa de importantes anúncios na economia brasileira. Temas como inflação, emprego e mercado devem receber a atenção dos brasileiros nos próximos dias. Entender os rumos da economia pode ajudar a compreender o futuro da nação. No Debate desta segunda-feira (27), a comunicadora Natalia Ribeiro conversa com os convidados sobre o que esperar do próximo Copom, da Selic, do dólar, dos combustíveis e dos preços dos alimentos. Como funciona a rotina da economia e quais devem ser os impactos dos anúncios a serem feitos nos próximos dias. Participam os economistas Edgard Leonardo, Werson Kaval e Victor Borba.
Todo mundo repete que “o governo tem que se comportar como uma família”. Mas essa frase esconde uma hipocrisia enorme — do próprio mercado que mais a repete.Neste vídeo, eu mostro por que o orçamento público funciona diferente do seu, por que o mesmo mercado que critica o déficit precisa da dívida como ativo livre de risco, e por que o vilão da conta brasileira não é o gasto: é o juro.
O bicho pegou no Encontro de Notáveis nesta segunda-feira (13)! O analista de geopolítica Danuzio Neto e a campeã mundial de debate Jess Peixoto invadem o Pânico para passar o mundo a limpo em 2026. Das refinarias da Rússia destruídas até o Irã ameaçando o petróleo global, passando pelo racha da Selic e do IPCA que está quebrando o brasileiro. Assista à íntegra desse papo de alto nível ou continue leigo!
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.Neste vídeo completo do "Ulrich Responde", mergulhamos nas principais notícias que impactam o seu bolso, os seus investimentos e o cenário global, com foco afiado em economia, tecnologia e geopolítica.Na primeira parte, destrinchamos a Reforma Tributária e o novo sistema de split payment, explicando detalhadamente como a retenção de impostos direto na fonte pode asfixiar o capital de giro das empresas. Abordamos também a recente queda do IPCA e o que isso sinaliza para o futuro da taxa Selic e as decisões do Banco Central, mantendo o alerta ligado para a grave questão do déficit fiscal brasileiro.No cenário internacional, discutimos o fim do memorando de paz entre EUA e Irã e seus reflexos imediatos no preço do petróleo. Em tecnologia, o grande destaque vai para o lançamento do ChatGPT 5.6, a escalada nos custos de processamento de Inteligência Artificial e como os modelos chineses estão dominando o mercado. Analisamos ainda a renovação e as novas forças-tarefa do Federal Reserve, a preocupante aprovação da lei de vigilância Chat Control pelo Parlamento Europeu e os motivos reais da venda massiva de Bitcoins pela MicroStrategy.00:00 - Novo sistema split payment na reforma tributária03:52 - Queda do IPCA e redução de juros06:51 - Fim do memorando entre EUA e Irã08:48 - Lançamento do ChatGPT 5.6 e custos16:05 - Crescimento dos modelos chineses de IA19:11 - Novas forças-tarefa do Federal Reserve23:07 - Parlamento Europeu aprova lei Chat Control24:36 - MicroStrategy anuncia grande venda de bitcoins25:54 - O Brasil aguenta mais quatro anos de PT?26:52 - Teremos nova crise econômica como em 2015?28:21 - País sem Banco Central: inflação ou deflação?32:26 - Juros altos vieram para ficar e como proteger-se36:10 - Impacto da guerra entre Irã e EUA38:08 - Venda de bitcoin é sinal de fundo?39:22 - Como lidar com o Chat Control europeu?41:40 - A guerra acabará com o modelo de Dubai?42:56 - Vale a pena sair do Brasil financeiramente estável?
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
POR QUE WALL STREET ESTÁ OSCILANDO TANTO: E O QUE ISSO TEM A VER COM IA, BIG TECHS E A POLÍTICA DE DONALD TRUMP Nesta edição do Stock Pickers, Murilo e José Rocha, da Dahlia, analisam os resultados do primeiro semestre em Wall Street, os movimentos mais recentes do mercado americano e as transformações que já chegaram — e ainda devem chegar — com a inteligência artificial. A conversa passa pelas oscilações das big techs, pelos impactos de energia, semicondutores, data centers e infraestrutura na corrida da IA, além de discutir quem pode sair vencedor nessa nova fase do mercado global. O episódio também mergulha na política econômica de Donald Trump, na tese de uma nova ordem mundial baseada em dólar fraco e nos eventos recentes que reforçam essa visão. No bloco macro, entram ainda temas como Selic, projeções de inflação, política monetária, eleições e sinais vindos do Polymarket e dos bastidores do mercado financeiro.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Selic 14,25%: ruim pra quem deve, ótimo pra quem investe00:51 A Regra dos 72 explicada03:18 Calculando com a Selic de hoje (com Imposto de Renda)04:53 Onde investir: Tesouro Selic e CDB/CDI07:10 Juros simples vs. juros compostos09:34 A Importância do Aporte Mensal10:44 Conclusão11:23 RC Club e RC Wealth: como aprender ou ter ajuda especializada
ENTRE ELEIÇÃO, JUROS E RISCO FISCAL, O MERCADO TENTA SEGUIR REMANDO Gustavo Salomão, sócio-fundador e CIO da Norte Asset Management, é o convidado desta edição do Stock Pickers. Ao lado de Lucas Collazo, ele fala sobre o cenário macro, a disputa eleitoral, a percepção do mercado sobre uma eventual mudança de governo e o papel do fiscal na precificação dos ativos. O episódio também explora a fase atual da B3, as expectativas para a Selic, as opções da Norte em Bolsa e por que está cada vez mais difícil operar short no ambiente atual. Com 32 anos de experiência no mercado financeiro, Salomão faz paralelos com outros momentos críticos da economia brasileira e traz reflexões sobre como navegar em um mercado mais sensível a política, juros e confiança.
Convidados: André Galhardo, economista-chefe da Análise Econômica, professor e coordenador universitário do curso de Ciências Econômicas e autor do livro ‘O Salto do Sapo: a difícil corrida brasileira rumo ao desenvolvimento econômico'; e Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, professor do IDP, ex-secretário da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo e ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente. Em meados de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu por um corte tímido na Selic, que é a taxa básica de juros: uma redução de 0,25 ponto percentual. A decisão unânime do Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano e a ata da reunião sinalizou que os cortes podem parar por aí. A definição da taxa de juros é a ferramenta que o BC tem para cumprir uma de suas atribuições, que é perseguir a meta de inflação, atualmente em 3% ao ano – essa meta é definida por um conselho formado pelos ministérios da Fazenda, do Planejamento e pelo próprio BC. Atualmente, o Brasil tem o maior juro real do mundo – que é a diferença entre a taxa básica e a inflação, que está em 4,72% no acumulado dos últimos 12 meses). Neste episódio, Natuza Nery promove um debate com os economistas André Galhardo e Felipe Salto para responder a duas questões principais: a meta de inflação 3% ao ano é viável para o Brasil hoje? E o que o país precisa fazer para ter condições de conviver com juros menores?
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/7af770a05eSEJA UM PLANEJADOR FINANCEIRO: https://finc.ly/2dcac3aa7dCONTABILIZEI: USE O CUPOM ECONOMISTAS E GANHE A 2ª MENSALIDADE! https://bit.ly/economistas-ctbz-05062026A Selic caiu pra 14,25%, mas o juro real ainda tá perto de 10%, a dívida passou de 78% do PIB e a eleição de 2026 já começou a mexer no mercado. A pergunta que ninguém quer fazer em voz alta é simples: o Brasil virou refém dos próprios juros? E mais importante, o que isso significa pro seu dinheiro?Nesse episódio a gente abre a conversa pelo cenário macro, Selic, juros e o risco fiscal do Brasil, passa pelos investimentos que fazem sentido num ano eleitoral e termina falando sobre uma das profissões que mais cresce no mercado financeiro: a carreira de consultor de investimento.Se você quer entender pra onde o Brasil tá caminhando e como proteger e fazer seu patrimônio crescer no meio de tanta incerteza, esse episódio é pra você.#consultordeinvestimentos #investimentos #finanças #selic #juros
TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/191e7a900aCONTABILIZEI: USE O CUPOM ECONOMISTAS E GANHE A 2ª MENSALIDADE! https://bit.ly/economistas-ctbz-05062026O brasileiro tá ganhando quase 9% acima da inflação numa das aplicações mais seguras do planeta. E a maioria deixa esse dinheiro parado na poupança perdendo pra inflação.O Copom acabou de cortar a Selic e a janela mais generosa da renda fixa em anos começou a se fechar. Quem entende isso agora trava taxa lá em cima e dorme tranquilo pelos próximos anos. Quem fica esperando "a hora certa" vê o juro escorrer pelos dedos.Nesse episódio eu sento com o Guilherme Cadonhotto, da Grão, pra abrir o jogo sobre o que fazer com a renda fixa nesse cenário. A gente fala desde o feijão com arroz que ninguém explica direito até o lançamento do GPCA11, o novo ETF de renda fixa da Grão com uma das menores taxas do mercado.
MESMO COM A SELIC ALTA, O MERCADO DE CRÉDITO SEGUE COM OPORTUNIDADESNeste episódio do Stock Pickers, Marcelo Urbano Dias, gestor de crédito privado multiestratégia da XP Asset Management, analisa o momento atual do mercado de crédito e explica como investidores estão navegando um ambiente de Selic elevada, spreads atrativos e maior seletividade na concessão de crédito.Em um cenário de juros altos e incertezas econômicas, entender o futuro do mercado de crédito pode ser uma das chaves para encontrar as melhores oportunidades dos próximos anos.
O MERCADO MUDOU RADICALMENTE EM 2026 - O QUE MAIS PODE VIR POR AÍ?Stock Pickers segue explorando o mercado de crédito privado, nesta edição com Eduardo Alhadeff, sócio e gestor da Ibiúna, que analisa a reviravolta do cenário macro até agora e seus impactos sobre crédito, juros, spreads, empresas e investidores.Ao longo da conversa, ele discute como a percepção sobre política e eleições passou a influenciar os preços dos ativos, os efeitos dos juros elevados sobre companhias endividadas, o aumento dos pedidos de recuperação judicial e os desafios enfrentados por nomes conhecidos do mercado, como Raízen e Braskem.Também falamos sobre o avanço das bets na economia brasileira, o comportamento do consumo das famílias e por que alguns dos "credissauros" mais experientes do mercado enxergam oportunidades justamente em um ambiente de maior incerteza.
O CICLO DE CRÉDITO ESTÁ MELHORANDO - MAS O BRASIL CONTINUA FICANDO PARA TRÁS! Em mais um episódio dedicado ao mercado de crédito, da série "Credit Pickers", o Stock Pickers traz Jean-Pierre Cote Gil, sócio e gestor da Vinland Capital, que analisa onde estamos no ciclo econômico e quais oportunidades ainda existem para investidores. Ao longo da conversa, o gestor explica por que o Brasil ficou para trás em relação a outros mercados emergentes, avalia os impactos do endividamento das famílias e dos juros elevados e mostra quais setores estão mais vulneráveis ao atual ambiente macroeconômico.
O cenário global tem trazido muita volatilidade, seja em relação a guerra no Irã, choque no petróleo e preocupações inflacionárias, ou então em relação à revolução da inteligência artificial.Neste episódio, o Carteiros do Condado convida Felipe Relvas, CIO do MMZR Family Office, para discutir sobre as principais tendências entre os gestores globais e como os principais investidores têm se posicionado no ambiente atual.