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A guerra no Irã reacendeu o risco geopolítico, mexeu com o petróleo, pressionou o dólar e trouxe uma dúvida imediata para o Brasil: o conflito ameaça a queda da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central? Convidado do programa, Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset Management e ex-Secretário do Tesouro Nacional, conta como o choque externo chega na inflação, nos juros, na bolsa e no seu bolso. Assista para entender: Como o conflito no Irã afeta o preço do petróleo e a inflação no Brasil O que esperar da próxima decisão do Banco Central sobre a taxa Selic O impacto da alta do petróleo no preço da gasolina e na meta de inflação de 2026 O papel do Brasil como grande produtor de petróleo diante da crise internacional Perspectivas para bolsa, dólar e juros em um cenário econômico instável.Entre os touros e ursos do programa, a nova prisão de Daniel Vorcaro, as ações da Prio, o avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais e o recorde de Abel Ferreira como técnico do Palmeiras.
De acordo com uma decisão do Supremo Tribunal Federal, os municípios não podem cobrar juros de mora e correção acima da taxa Selic para tributos atrasados. Luciana Nini Manente, advogada tributária, explica a decisão e o que muda para o contribuinte. Na entrevista, Luciana dá orientações de como proceder se a taxa estiver sendo cobrada acima da Selic e o que fazer se já foram feitos pagamentos atrasados com esses juros.
Este é o Espresso Outliers InfoMoney, a sua pausa estratégica na correria do dia para pegar um café, respirar fundo e entender de forma objetiva e descomplicada os principais movimentos do universo de investimentos. Nesta edição, Clara Sodré destrincha o universo dos ciclos monetários. Como os diferentes momentos da taxa básica de juros, a Selic, podem impactar diretamente o seu bolso. E, além disso, como os juros futuros têm efeito nos seus investimentos. Para entender tudo isso, a analista de fundos da XP também aborda a importância da diversificação, CDI e, claro, apetite de risco. Para enriquecer o papo, convidados apresentam estratégias práticas para ignorar ruídos e aproveitar movimentos benéficos ao investidor: Marx Gonçalves, head de fundos listados no Research da XPFernando Ferreira, estrategista-chefe do Research da XP Prepare seu café e acompanhe um episódio cheio de insights práticos! Portal de Conteúdos da XP: https://conteudos.xpi.com.br/
00:00 O lugar mais perigoso do mundo hoje00:12 O impacto da guerra no seu bolso01:40 O Estreito de Ormuz e os 20% do petróleo global02:18 Petróleo a US$ 100: O que esperar?04:18 Como isso afeta gasolina e inflação no Brasil05:23 Selic pode parar de cair?05:54 O paradoxo da Petrobras e a arrecadação do governo06:39 O risco silencioso no Agronegócio brasileiro07:42 A crise da ureia e dos fertilizantes iranianos08:19 Exportações de carne Halal sob ameaça08:31 Oportunidades para se beneficiar na crise (Onde investir?)10:25 Conclusão10:53 RC Club e RC Wealth
O ataque de EUA e Israel ao Irã e a escalada do conflito no Oriente Médio aumentaram a tensão nos mercados. Convidado desta edição, Frederico Sampaio, CIO da Franklin Templeton, analisa os impactos da crise geopolítica para a bolsa brasileira e o dólar. O executivo da gestora com atuação em 30 países e mais de US$ 1,5 trilhão sob gestão também comenta sobre o apetite do investidor estrangeiro pelo país. Apenas neste ano, a entrada de recursos externos na B3 atingiu R$ 40 bilhões. Neste episódio você vai entender: Como o conflito no Irã pode mexer com bolsa, dólar, juros e commodities;Quais ativos tendem a sofrer mais e como proteger a carteira em momentos de aversão a risco; Por que a bolsa brasileira voltou ao radar do investidor estrangeiro; O que esperar para a renda fixa com a perspectiva de queda da Selic; Como o estrangeiro enxerga o risco fiscal e as eleições presidenciais; As principais teses e posições da Franklin Templeton no Brasil, incluindo as ações favoritas da gestora. No quadro Touros e Ursos, a crise financeira do Pão de Açúcar, a surpresa com o IPCA-15 de fevereiro, a disparada do petróleo e brilho da Axia e Bradesco — além do Touro especial: Marty Supreme. #Irã #EUA #BolsaDeValores #MercadoFinanceiro #Geopolítica
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde00:28 – Lula em crise: Queda nas pesquisas de popularidade e o avanço de Flávio Bolsonaro12:30 – A fixação da taxa Selic não poderia ser considerada um tabelamento de preço do dinheiro no tempo?14:08 – Qual a diferença na perspectiva do investidor quando vê Palantir e Tesla, que trocam de narrativa o tempo todo?15:46 - Qual a diferença entre put e short?18:42 – Uma crise de confiança no dólar não seria uma crise de confiança em todas as moedas Fiat?19:09 – Qual é a vantagem para os Estados Unidos ou qualquer país ao forçar a desvalorização da sua moeda?21:07 – Modelagem financeira e preço justo: Como avaliar o potencial da empresa Borr?22:22 – Poderia comentar sobre a taxação de 36% aprovada na Holanda, incluindo imposto sobre lucro não realizado?23:40 – Por que não tentar avaliar uma terceira via no primeiro turno das eleições ao invés dos Bolsonaros?24:48 – Segue comprado em Argentina?24:53 – IA e desemprego: O impacto do corte de 40% da força de trabalho na Block.28:28 – Investimento em OBTC3: "Comprei duas unidades de OBTC3, já posso me considerar investidor da holding?"28:44 – A influência econômica e política da China no Brasil e a dependência estratégica.29:22 – Pode indicar um livro para aprender os fundamentos do Bitcoin? O seu livro envelheceu bem?30:11 – Tarifaço do Lula: Por que não está na mídia e qual o impacto na industrialização?31:29 – O apoio ao Bitcoin poderia dar vitória à direita brasileira, assim como aconteceu com Trump nos EUA?32:20 – Livro para entender o momento atual do Bitcoin e as polêmicas de governança do software34:58 – A maior utilização de stablecoins aumentaria a utilidade do Bitcoin?35:33 – Curiosidade: Por onde anda o seu irmão gêmeo da Coreia do Norte o Ulpoor?35:55 – Qual a janela mínima de tempo razoável para avaliar se o Bitcoin vale como reserva de valor?40:06 – Como seria o mundo se o dólar ainda fosse lastreado em ouro?40:58 – O impasse do Pentágono com a Anthropic: O uso de IA em armas autônomas e vigilância.44:20 – Como Haddad pode afirmar que o aumento do imposto de importação não causa aumento de preço?44:34 – Perspectiva para o câmbio em caso de vitória da oposição: Dólar abaixo de R$ 5,00?45:30 – Warren Buffett com 60% em caixa: Ele está prevendo uma crise próxima?48:18 – Dica sobre mercados preditivos e o canal da Paradigma Education.49:15 – Por que para a OranjeBTC recomprar ações faz mais sentido do que comprar BTC direto em certos níveis?50:32 – Em qual nível de queda do preço do Bitcoin a empresa OBTC3 começaria a se preocupar?52:38 – Internacionalizar a empresa ou encarar a reforma tributária no Brasil?53:05 – Somente um candidato tem propostas concretas. O que acha?53:46 – Existe alguma chance do Bitcoin ser um grande golpe? Como investigar a fundo.55:30 – Morar no Paraguai, Uruguai ou Argentina: Opções fiscais e mudanças de vida.56:53 – Por que ter filhos é o melhor investimento do mundo?
Neste episódio, trazemos os insights do Itaú BBA Strategy Day, evento que reuniu alguns dos principais gestores do país para discutir o cenário econômico global, os desafios da Bolsa e as oportunidades de investimento. Falamos sobre se a Bolsa ainda está barata, se o fluxo estrangeiro deve continuar, os impactos do ciclo de cortes da Selic, os setores em destaque e muito mais. Para isso, convidamos Wlad Ribeiro, gestor da TRUXT Investimentos, e Daniel Gewehr, estrategista-chefe do Itaú BBA.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA.InstagramTelegramYoutube
A estrategista-chefe de investimentos do BB Private, Julia Baulé, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "No cenário internacional, os mercados enfrentaram forte volatilidade, especialmente nas ações ligadas à inteligência artificial, em meio a dados de inflação mais fortes nos Estados Unidos, à comunicação divergente dos dirigentes do Federal Reserve e ao aumento das tensões geopolíticas entre EUA e Irã, que impulsionaram o petróleo. No Brasil, o destaque ficou para a deflação do IGP‑M em fevereiro (‑0,73%) e para o IPCA‑15 acima do esperado (0,84%), que reacendeu o debate sobre o ritmo dos cortes da Selic. A agenda da próxima semana traz dados relevantes de atividade no Brasil e, nos EUA, o Payroll de fevereiro, fundamental para calibrar as expectativas de política monetária."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
O episódio do Dedo No Pulso desta semana traz uma análise abrangente sobre os principais fatores que afetam a economia brasileira e o agronegócio. Antônio da Luz destaca a decisão do governo de aumentar impostos de importação, medida que, segundo ele, reduz a produtividade e a competitividade nacional. Além disso, aborda os entraves logísticos como a paralisação da Ferrogrão e o recuo na concessão de hidrovias, reforçando como infraestrutura deficiente compromete o escoamento de grãos e a eficiência do setor. O cenário internacional também entra em pauta, com os possíveis impactos econômicos do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que podem afetar preços de petróleo e comércio global.No campo dos indicadores, o episódio analisa a desaceleração do PIB no quarto trimestre de 2025, a queda da confiança do consumidor para 86,1 pontos, e os dados fiscais que revelam aumento da dívida bruta para 78,66% do PIB. A inflação surpreendeu com alta de 0,84% no IPC-15, puxada pelo setor de educação, evidenciando a inércia inflacionária brasileira. No crédito rural, a inadimplência subiu para 7,33%, enquanto o mercado de capitais se fortalece como alternativa de financiamento ao agro. Por fim, Antônio ressalta que problemas complexos exigem soluções estruturais, e não medidas simplistas que apenas agravam os desafios da economia e do agronegócio. ➡
E o STF limitou que os Municípios apliquem a SELIC como teto na correção monetária para cobrança de débitos tributários. Ou seja, os Municípios não podem aplicar índices de correção monetária e juros de mora sobre créditos fiscais que superem a taxa adotada pela União.
CONHEÇA O CURSO DO PROTOCOLO ANTI-RISCO: https://lp.mmakers.com.br/protocolo-anti-risco-economia-para-investidores-lista-de-interesse?xpromo=MI-TRPT-YT-DESCRICAO-X-20260226-DESCRICAOSOBREPODCAST-MM-XNo episódio 327 do Market Makers, José Faria Junior destrincha, de forma estratégica e direta, os 10 principais fatores que vão definir os mercados em 2026 — da Selic ao dólar, das eleições ao risco fiscal, da inflação real ao possível debasement global das moedas.A conversa começa pela política monetária brasileira, analisando o rumo da Selic e, principalmente, a comunicação do Banco Central. O episódio mostra como pequenas mudanças no discurso podem mexer fortemente com bolsa, juros futuros e dólar.Em seguida, o foco vai para o fiscal brasileiro: a evolução da dívida pública, os riscos no Congresso e projetos que podem pressionar as contas públicas — como o SUS do Transporte, a regulamentação dos aplicativos e o debate sobre o fim da escala 6x1. A pergunta central é clara: o Brasil consegue manter credibilidade fiscal em 2026?O debate aprofunda a divergência entre a inflação atual e a inflação esperada, destacando o contraste entre o Boletim Focus e o Relatório de Política Monetária. O mercado está otimista demais? Ou o Banco Central está sendo conservador?No cenário internacional, o episódio entra no CPI americano e levanta a questão: o Truflation vai acertar novamente? Se a inflação surpreender, o FED pode manter juros altos por mais tempo — e isso muda completamente o jogo para emergentes.As eleições no Brasil e as midterms nos Estados Unidos entram como catalisadores de volatilidade. Decisões políticas podem alterar expectativa de gastos, impostos, regulação e fluxo de capital.Ainda vamos analisar:-A trajetória do FED, dos juros americanos e do dólar-O risco de desaceleração da atividade econômica global-O impacto do fluxo estrangeiro no valuation da bolsa brasileira-E o conceito de debasement, a desvalorização estrutural das moedas via expansão monetáriaAo conectar política monetária, fiscal, inflação, crescimento, eleições e fluxo de capital, José Faria -Junior mostra como o investidor pode se posicionar melhor em ações, renda fixa, dólar e ativos reais em 2026.Se você investe ou quer investir melhor, este episódio é essencial para entender o cenário macroeconômico que pode definir seus resultados.
Fevereiro trouxe novos sinais sobre o rumo da economia global, com os mercados atentos às políticas monetárias, à dinâmica da inflação e aos desdobramentos do cenário internacional. Em um ambiente ainda marcado por incertezas, investidores seguem avaliando como esses fatores podem influenciar o mercado nos próximos meses. No Brasil, o foco permanece no fiscal, nas expectativas para a taxa Selic e na leitura dos indicadores econômicos ao longo de 2026, sobretudo da atividade. Como esse cenário pode impactar seus investimentos? Confira na nossa conversa mensal com Thomas Wu, economista-chefe da Itaú Asset, e Luiz Ribeiro, gestor do Itaú Asgard, com moderação de Vanessa Daraya, da Comunicação do Itaú.Obs: áudio da live realizada em 24/02/26.
Todo o carnaval tem seu fim, mas nos mercados a folia tem tudo para continuar. A visão é de Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital, convidado desta edição do podcast Touros e Ursos. A gestora com R$ 16 bilhões em recursos aposta na continuidade da queda do dólar e vê espaço para a moeda norte-americana voltar a ficar abaixo dos R$ 5. Jobim também acredita que a taxa básica de juros (Selic) pode cair além do que o mercado espera no ciclo de cortes que deve começar em março. Por outro lado, ele vê a bolsa brasileira cara após a alta recente do Ibovespa, o principal índice de ações da B3. Assista para entender:- O cenário externo após a derrota de Donald Trump na Suprema Corte dos EUA; - O cenário para a economia brasileira e como o aumento da isenção do IR e dos programas sociais influenciam a atividade e a inflação; - A expectativa para o corte da Selic e a trajetória do dólar;- O impacto do cenário eleitoral nos mercados; - As principais posições da carteira da Legacy.Entre os Touros e Ursos do programa, a quebra do Banco Pleno, mais uma instituição ligada ao Master, a homenagem polêmica ao presidente Lula no desfile da Acadêmicos de Niterói e a medalha histórica de Lucas Pinheiro Braathen para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno. #Ibovespa #Dólar #Selic #Inflação #Brasil #MercadoFinanceiro #BolsaDeValores #TourosEUrsos
Suprema Corte dos EUA invalida tarifas impostas por Trump. Focus mostra queda das expectativas de inflação, Selic e câmbio.
O estrategista de investimentos do BB Private, Richardi Ferreira, CGA, CNPI, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "No cenário internacional, os mercados reagiram à forte desaceleração do PIB dos Estados Unidos no quarto trimestre de 2025, à inflação ainda resistente e a uma comunicação mais dura do Federal Reserve, que sinalizou pouca disposição para cortes de juros no curto prazo. O aumento das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã também impulsionou o preço do petróleo. No Brasil, o destaque foi o IBC‑Br, que confirmou uma atividade econômica moderada em 2025, reforçando a expectativa de início do ciclo de cortes da Selic nos próximos meses. Para a semana, o foco recai sobre os dados de inflação e mercado de trabalho no Brasil e indicadores de atividade e inflação nos Estados Unidos."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
00:00 A última chance da Selic em 15%01:07 Por que o Banco Central ainda não cortou os juros04:35 O mercado não espera o corte (histórico dos ciclos)06:55 O que aconteceu em 2015/201608:43 A matemática dos FIIs (exemplo simples)10:20 Como juros afetam ações12:15 Renda Fixa: Como travar as melhores taxas de 202614:12 O que pode dar errado? (Gestão de Risco)15:59 Conclusão
Contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic
Neste episódio, Tatyana Katalan, gestora da Itaú Asset Management, e Larissa Nappo, analista de Fundos Imobiliários do Itaú BBA, analisam a forte alta do IFIX em 2025 e discutem onde estão as oportunidades para investir em FIIs em 2026, em um contexto de Selic em 15% e expectativa de cortes à frente.Falamos sobre os diferentes segmentos de FIIs ,o impacto do cenário macro sobre o setor e como construir um portfólio em um ano que promete volatilidade.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde 00:08 – Atualizações Caso Master e Dias Toffoli 04:55 – A liquidez global e o ciclo econômico atual são sustentáveis até o fim do ano? 08:25 – Ativos dolarizados protegem contra a perda de poder de compra da moeda? 11:12 – Existe juro real positivo no Brasil ao descontar a expansão da base monetária? 15:19 – As regras de Basileia III no Brasil e a alocação de Bitcoin por bancos 18:12 – IPOs de empresas como SpaceX e OpenAI poderiam marcar o topo do mercado? 20:59 – O Clarity Act e a proibição de rendimentos em stablecoins nos EUA 21:59 – A China e a suposta descoberta de princípios para a formação de ouro artificial 23:50 – Por que o alarmismo e a demonização do Bitcoin aumentam durante as quedas? 26:04 – A "espiral da morte": o orçamento de segurança do Bitcoin está fadado a encolher? 30:43 – Faz sentido comparar o gráfico histórico do Bitcoin com a mania das tulipas? 33:24 – Como o Bitcoin se comporta em um cenário de dólar fraco e expansão de M2? 34:59 – Por que bancos chineses estão reduzindo a exposição aos títulos do Tesouro dos EUA? 36:46 – Você investe em ações brasileiras? ETF ou Stock pick?37:07 – O governo pretende taxar stablecoins e criptoativos com IOF? 38:06 – Warren Buffett está fazendo "market timing" ao acumular recorde de caixa? 39:32 – Previsão para a Selic no fim de 2026 e o cenário de caos no governo 40:39 – Qual o momento de sair da bolsa brasileira?41:25 – Como a China segura o câmbio contra o dólar, mas desvaloriza contra o ouro? 42:56 – A OranjeBTC (OBTC3) pode criar mecanismos de rendimento para o acionista? 43:45 – Inteligência Artificial: a nova internet ou uma evolução com limitações? 44:56 – Teremos mais dias tenebrosos no escândalo do Banco Master? 45:32 – Stablecoins são uma inovação real ou apenas hype com dias contados? 46:00 – Existe solução jurídica para o Brasil diante de tanta corrupção? 46:07 – Por que pessoas de esquerda tendem a odiar ou desconfiar do "mercado"? 47:28 – Cursos sobre ciclos de mercado e economia real 47:47 – Recomendações de canais e autores estrangeiros de macroeconomia 48:32 – A reforma trabalhista da Argentina50:16 – Como não se desanimar com a impunidade e os escândalos da República?
Renata Pedini, editora do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Quando a Selic cai, alguém comemora…00:31 Por que a Selic está caindo? (Crescimento ou Problema?)01:56 Quem ganha primeiro com a queda dos juros04:14 Quem paga a conta em silêncio05:50 Onde está o risco que ninguém está vendo08:07 Conclusão08:55 RC Club e RC Wealth
Contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic
A estrategista-chefe de investimentos do BB Private, Julia Baulé, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "Nos EUA, o impasse para encerrar o shutdown, a alta dos PMIs e os indicadores mistos do mercado de trabalho influenciaram os juros dos Treasuries, o dólar e o humor das bolsas. No Brasil, os dados industriais do IBGE e o PMI reforçam a fraqueza do setor, enquanto a ata do Copom reforça a possibilidade de início do ciclo de cortes da Selic em março, dependendo dos próximos indicadores."
00:00 Como o Ibovespa sobe com a Selic a 15%?00:23 A esquizofrenia da bolsa brasileira00:37 O que você vai entender nesse vídeo01:11 O verdadeiro motor da alta: o dinheiro dos gringos03:53 Valuation: bolha ou volta à média histórica?06:35 O problema dos Juros Reais: Por que o brasileiro prefere a Renda Fixa09:43 Então… é bolha ou não?11:27 RC Club x RC Wealth: qual é para você?
Este é o Espresso Outliers InfoMoney, a sua pausa estratégica na correria do dia para pegar um café, respirar fundo e entender de forma objetiva e descomplicada os principais movimentos do universo de investimentos.Nesta edição, Clara Sodré destrincha fluxos, tendências e teses para o ano de 2026, para que você consiga tomar as melhores decisões para além das meras previsões. O que é tático, estrutural e de longo prazo? E como os gestores e economistas pensam? Para enriquecer o papo, convidados apresentam estratégias práticas: Fernando Genta, economista-chefe da XP Asset ManagementAlessandro Vedrossi, sócio-diretor da área imobiliária da ValoraPrepare seu café e acompanhe um episódio cheio de insights práticos!Quer aprofundar mais os seus conhecimentos? Leia a pesquisa pré COPOM da XP:https://conteudos.xpi.com.br/fundos-de-investimento/relatorios/pre-copom-queda-da-selic-em-2026-e-bolsa-brasil-em-foco/
Neste episódio, convidamos Fernando Gonçalves, superintendente de Pesquisa Econômica do Itaú Unibanco, e Lucas Queiroz, Chefe de pesquisa em renda fixa do Itaú BBA, para analisar os desdobramentos da Super Quarta e o que o cenário de juros sinaliza para 2026.Falamos sobre o comunicado do Copom após a manutenção da Selic em 15% a.a., a expectativa de início do ciclo de cortes, a dinâmica da inflação e a leitura dos juros futuros. No cenário internacional, discutimos a decisão do Fed, o tom de Jerome Powell, os impactos sobre o dólar e o fluxo para mercados emergentes.Exploramos onde estão as oportunidades em renda fixa nesse contexto e quais riscos e pontos de atenção devem permanecer no radar do investidor ao longo de um ano marcado por volatilidade e incertezas fiscais e eleitorais.Link do relatório: https://www.itau.com.br/itaubba-pt/portal/viewer/credit/05fc39f1-f09c-45e6-8d4c-e37e2bd9542c/260118_Perspectivas2026.pdfModeração: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA.Instagram:https://www.instagram.com/itauviews/Telegram: https://t.me/itauviewsYoutube: https://www.youtube.com/itauviews
CONHEÇA A EMPIRICUS + E APROVEITE ALTA DO IBOVESPA: No novo episódio do Empiricus Podcast, analisamos em profundidade a queda do dólar, a decisão do Fed de manter os juros e os resultados das Big Techs, temas que dominam o mercado financeiro e influenciam diretamente os investimentos em 2026.O dólar em queda chama a atenção em um momento em que a bolsa americana segue em máximas históricas. Isso é um movimento típico de risk-on, uma reação à política monetária ou uma mudança de regime no mercado global? O que um dólar fraco significa para ações americanas, mercados emergentes, commodities, ouro e prata?Falamos também sobre a semana decisiva dos Bancos Centrais. O Fed manteve os juros nos Estados Unidos, enquanto o Copom sinalizou a possibilidade de corte da Selic em março. Como essas decisões impactam o câmbio, a Bolsa brasileira, a bolsa americana e a alocação entre Brasil e exterior?Na temporada de resultados das Big Techs, analisamos os números de Microsoft, Meta, Apple e Tesla, a reação do mercado às ações de tecnologia e o que esperar das Big Techs nos próximos trimestres.No quadro Compra ou Vende, debatemos ouro, prata e Amazon, além da dica cultural da semana.
Neste episódio do Conversa com Zé Márcio, o economista Alexandre Schwarsman discute com o anfitrião e economista-chefe da Genial, José Márcio Camargo, o início do ciclo de queda da Selic e o impacto da desvalorização global do dólar no Brasil. Schwarsman critica as tarifas de Trump, prevendo que a volatilidade institucional prejudicará a eficiência mundial e não reindustrializará os EUA.Para 2026, ele projeta um PIB de apenas 1% devido a gargalos de oferta e alerta para o risco fiscal insustentável. O especialista conclui que a corrida eleitoral e a definição de candidaturas na centro-direita serão os grandes gatilhos de estresse para o mercado e para o câmbio.DIRETO AO PONTO00:00 – Introdução: O papel da assessoria de excelência na Genial.00:29 – Apresentação: Zé Márcio recebe o economista Alexandre Schwarsman.01:05 – Copom e a queda da Selic: Análise do início do ciclo de cortes.02:30 – Estratégia de comunicação do Banco Central e o papel do Fed.03:40 – Impacto da desvalorização global do dólar (DXY) na inflação brasileira.05:25 – Política comercial de Trump: Críticas às tarifas e volatilidade institucional.07:40 – Riscos de desindustrialização e o desafio da manufatura nos EUA.09:15 – Geopolítica e a disputa EUA vs. China: Alianças e protecionismo.11:10 – Visão de mercado: Déficits comerciais e a "promessa de pagamento" americana.13:05 – Projeções para a economia brasileira em 2026: PIB e gargalos de oferta.15:15 – Cenário Fiscal: Desafios da dívida pública e a gestão atual.16:40 – Cenário Eleitoral 2026: O impacto político no câmbio e a sucessão.18:30 – Considerações finais e encerramento.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, o destaque foi a decisão do Fed, que manteve os juros inalterados, reconhecendo a melhora no cenário de crescimento. Ao longo da semana, Donald Trump anunciou Kevin Warsh como sucessor de Powell na presidência do Fed. Na Zona do Euro, o PIB do quarto trimestre veio levemente acima do esperado, e a taxa de desemprego um pouco abaixo da expectativa. No campo geopolítico, Trump elevou o tom em relação ao Irã, ao mesmo tempo em que sinalizou abertura para um acordo nuclear, o que contribuiu para a alta do petróleo. No Brasil, o IPCA-15 de janeiro veio ligeiramente abaixo da expectativa, puxado por alimentação. A composição foi marginalmente pior, mas insuficiente para alterar a leitura de melhora recente da inflação. No mercado de trabalho, Caged e PNAD mostraram um mercado ainda apertado em 2025, com taxa de desemprego em mínima histórica, apesar do Caged apontar para forte recuo de vagas em dezembro. O Copom manteve a Selic em 15% e sinalizou o início do ciclo de flexibilização na próxima reunião, destacando a necessidade de serenidade no ritmo dos cortes. Nos EUA, o juro de 10 anos abriu 2 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,34%, Nasdaq -0,21% e Russell 2000 -2,08%. No Brasil, o jan/29 fechou 31 bps, o Ibovespa subiu 1,40% e o real valorizou 0,42%. A prata caiu 17,80% e o petróleo subiu 7,66%. Na próxima semana, destaque para os dados de mercado de trabalho nos EUA, decisões dos bancos centrais da Zona do Euro e da Inglaterra e, no Brasil, produção industrial e ata do Copom.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (28):Apesar da tentativa do governo de se afastar do caso, a pressão pela CPI do Banco Master ganhou apoio de parlamentares da base e da oposição. O movimento no Congresso indica consenso para investigar o escândalo em meio ao avanço na coleta de assinaturas. A ministra Gleisi Hoffmann (PT) intensificou a pressão para que Fernando Haddad dispute as eleições em São Paulo em 2026. O ministro da Fazenda resiste à candidatura e avalia deixar o cargo para atuar apenas na coordenação da campanha do PT. Após a mudança para o PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, participou do primeiro evento representando a sigla em São Paulo. No encontro, ele confirmou ter conversado com Flávio Bolsonaro sobre o cenário eleitoral de 2026. O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, defendeu a união da centro-direita e da direita já no primeiro turno das eleições presidenciais para enfrentar Lula. Segundo ele, a estratégia mais viável é concentrar apoio em Flávio Bolsonaro desde o início da disputa. O Comitê de Política Monetária (COPOM) decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, maior patamar em quase duas décadas. Apesar disso, o Copom sinalizou a possibilidade de iniciar cortes a partir da próxima reunião, diante da expectativa de controle da inflação. Durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina, no Panamá, o presidente Lula (PT) criticou o que chamou de “intervenções militares ilegais” na região. Sem citar nomes, o discurso foi interpretado como um recado direto aos Estados Unidos, em meio às tensões geopolíticas no continente. O governo estuda enviar ao Congresso um projeto único para unificar propostas sobre o fim da escala 6x1. Comentaristas alertam para riscos de desemprego, aumento da informalidade e impacto negativo na economia, enquanto defendem um debate baseado em dados. Após ser criticado por integrantes da própria direita, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) minimizou as cobranças e afirmou que se trata de uma “parcelinha” do campo político. O parlamentar também reiterou apoio a Flávio Bolsonaro em 2026. A morte do cachorro Orelha, atribuída a adolescentes, gerou forte comoção e levantou questionamentos sobre responsabilização penal no Brasil. O caso reacendeu o debate após a Suécia anunciar planos para reduzir a maioridade penal em crimes graves. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
PF abre inquérito para investigar atuação de influenciadores contra BC. E Anvisa expande uso da Cannabis medicinal e aprova cultivo no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Na primeira reunião do ano, o Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros em 15% ao ano. Foi a quinta vez seguida que a taxa ficou no mesmo patamar. A reunião gerou expectativa no mercado financeiro. Todos queriam saber o que aconteceria com a taxa básica de juros, a Selic. E ainda: CNI se diz preocupada com decisão do Copom de manter Selic em 15% ao ano.
O cenário econômico de 2026 começou com uma reviravolta impressionante. Se o final de 2024 foi marcado por um dólar a R$ 6,30 e juros em 15%, o início deste ano traz uma lufada de otimismo inesperada. Mas o que mudou?Neste episódio do Podcast Genial Analisa, o analista Ygor Bastos e o head de Research Eduardo Nishio recebem o economista-chefe da Genial, José Márcio Camargo, para desvendar o "fator Trump" e seu impacto direto no seu bolso e nos seus investimentos.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (29/01/2026): O Comitê de Política Monetária do Banco Central manteve a taxa básica de juros da economia em 15%, mas indicou que deve iniciar a cortar os juros na próxima reunião, em março. “O comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou o BC no comunicado. A decisão de manter a Selic em 15% foi unânime. Além das questões externas, o comitê também repetiu que acompanha o impacto de “desenvolvimentos da política fiscal doméstica” sobre a inflação. O Copom citou a resiliência da atividade econômica e as pressões do mercado de trabalho. E mais: Economia: BC autorizou sócio a entrar no Master, apesar de investigação Política: Filiação de Caiado ao PSD fortalece plano presidencial de Kassab e aproxima MDB Internacional: Trump diz que ‘tempo está se esgotando’ para acordo com Irã Metrópole: Anvisa aprova novas regras para cultivo e uso de cannabis medicinal Esportes: Corinthians vence e está na final do MundialSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (28): Pela primeira vez na história, o Nordeste registrou o maior número de mortes no trânsito no Brasil, superando as demais regiões. O dado alarmante revela que os acidentes com motocicletas já respondem por mais da metade dos óbitos na região. O governo federal estuda novas diretrizes para tentar frear a violência nas estradas nordestinas. O governador Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou nesta terça-feira (27) sua saída do União Brasil e a filiação ao PSD para disputar a Presidência em 2026. Ao lado de Eduardo Leite (PSDB-RS) e Ratinho Júnior (PSD-PR), ele selou um pacto de união, garantindo que o nome da direita que avançar terá o apoio total dos demais. O objetivo é evitar a divisão no primeiro turno para derrotar o presidente Lula (PT). Em agenda oficial em Jerusalém nesta terça-feira (27), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou duramente a política externa do presidente Lula (PT), classificando-a como antissemita. O parlamentar defendeu um alinhamento maior com Israel, enquanto o Planalto reagiu rapidamente por meio de nota. O governo rebateu as acusações, defendendo a tradição diplomática brasileira e lamentando a utilização de temas sensíveis para disputas políticas internas. O forte temporal que atingiu São Paulo nesta terça-feira (27) deixou cerca de 80 mil imóveis sem energia elétrica, segundo balanço das concessionárias. O Corpo de Bombeiros confirmou 33 chamadas para quedas de árvores que bloquearam vias e atingiram a rede elétrica em diversas regiões da capital. A Defesa Civil mantém o estado de atenção devido ao risco de novos alagamentos e deslizamentos, enquanto o trânsito registrou lentidão recorde em pontos críticos. O mercado financeiro aguarda com cautela as decisões da "Super Quarta" nesta semana. A tendência é que o Banco Central, sob o comando de Gabriel Galípolo, mantenha a taxa Selic em 15% ao ano para conter a inflação. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve também deve manter os juros no intervalo entre 3,5% e 3,75%. O cenário exige atenção do presidente Lula (PT), que busca fomento ao consumo, enquanto Donald Trump observa os reflexos no dólar global. O governo do Equador enviou uma nota oficial de protesto à Casa Branca após denunciar que um agente do ICE tentou invadir seu consulado em solo americano. O incidente ocorre em meio à política de tolerância zero do presidente Donald Trump contra a imigração ilegal. O Equador exige que o episódio não se repita, alegando violação das normas diplomáticas internacionais. O presidente Lula (PT) acompanha o caso, que acende um alerta sobre a soberania das representações estrangeiras nos Estados Unidos. Agentes penitenciários interceptaram nesta terça-feira (27) uma entrega inusitada em um presídio: ampolas da substância Mounjaro, conhecida como "caneta emagrecedora". O material foi descoberto porque o destinatário estava incorreto, levantando suspeitas sobre o comércio ilegal de medicamentos de alto custo dentro do sistema prisional. O caso agora é investigado pela Polícia Civil para identificar a origem das ampolas e como elas driblaram a segurança inicial. O mundo do fisiculturismo está em luto após a confirmação da morte de um premiado atleta, aos 60 anos, vítima de um infarto fulminante. Conhecido pelo rigor nos treinos e longevidade no esporte, o campeão passou mal nesta terça-feira (27) e não resistiu. O caso levanta discussões sobre os limites do corpo e a saúde cardiovascular em atletas de alta performance na maturidade. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
As primeiras semanas de 2026 foram marcadas por movimentos relevantes no cenário econômico global. Política monetária, tensões geopolíticas e a dinâmica da inflação seguem no radar dos mercados. No Brasil, o Banco Central volta a se reunir para decidir o nível da taxa Selic, com investidores atentos a possíveis sinais sobre o início de um ciclo de cortes. Como esses e outros fatores podem impactar seus investimentos? Confira em nossa primeira live de Cenário Macro do ano, com a presença do economista-chefe Thomas Wu e moderação de Vanessa Daraya. Obs: áudio da live realizada em 27/01/26.
O Copom manteve a Selic em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos, em decisão unânime já esperada pelo mercado. A novidade foi a sinalização de que os cortes podem começar em março, caso a inflação continue no rumo esperado. Assista à nossa live sobre a decisão em que vamos explicar por que o Banco Central segurou os juros, como isso afeta crédito, investimentos e atividade econômica, e o que muda com a possibilidade de flexibilização na próxima reunião.Nesta live especial, a jornalista Denise Barbosa recebe:Roberto Motta, estrategista macroJosé Márcio Camargo, economista-chefe
Na primeira Super Quarta de Juros de 2026, o compasso foi de espera. O que será que vem por aí?FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIOFederal Reserve Press Release - https://www.federalreserve.gov/monetarypolicy/files/monetary20260128a1.pdfBanco Central do Brasil mantém a taxa Selic em 15% a. a. - https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21008/notaSaiba o que é canetar juro e quais as taxas de juros que realmente importam - Curadoria #017 - https://open.spotify.com/episode/764DaNO1qUyrjDOBJpIht0?si=BBo4ipO4SfultTR17_F9tA&nd=1&dlsi=c08ccf03f1c74389
Este é o Espresso Outliers InfoMoney, a sua pausa estratégica na correria do dia para pegar um café, respirar fundo e entender de forma objetiva e descomplicada os principais movimentos do universo de investimentos.Nesta edição, Clara Sodré mergulha na indústria de fundos do Brasil, que ultrapassou o patamar de R$ 10 trilhões. Afinal, o que isso significa para os seus investimentos? Como os juros altos, com a Selic insistentemente a 15%, vêm moldando este mercado? E, claro, saiba onde estão as boas oportunidades. Para enriquecer o papo, convidados apresentam estratégias práticas para ignorar ruídos e aproveitar movimentos benéficos ao investidor:Luiz Felippo, analista de fundos da XPRafaella Reale, parcerias de fundos da XPConfira o portal de fundos da XP - https://conteudos.xpi.com.br/fundos-de-investimento/ Prepare seu café e acompanhe um episódio cheio de insights práticos!
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr26/01 - WEG +3,4%, COPASA +2,7% e VALE -2,5%Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado, comigo Flávio Conde e Ricardo Afonso, hoje é 2a. feira, dia 26 de janeiro, e estamos de volta com mercado a 178,7 mil pontos.Após abrir em alta, o Ibovespa hoje perdeu força e passou a cair no início da tarde desta segunda-feira (26). Às 17h40, o índice cedia 0,14%, aos 178.608 pontos. O mercado aguarda a Super Quarta, com as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e do Comitê de Política Monetária (Copom), além do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). Hoje, o que repercutiu da agenda foi a divulgação do Boletim Focus.O Ibovespa acentuou o ritmo de queda e renovou mínimas, após quatros recordes seguidos e diante do ambiente parcimonioso no exterior. Por ora, segundo Igor Monteiro, CEO da EqSeed, a semana promete ser de realização de lucros no principal indicador da B3. “Considero pouco provável uma euforia semelhante à da semana passada”, diz. “A não ser que o quadro geopolítico [piore], o que atrairia mais dinheiro para o Brasil”, completa.No pregão de sexta-feira, o Ibovespa bateu novo recorde, aos 180 mil pontos, e teve a maior alta semanal desde 2020. O dólar, por sua vez, fechou perto da estabilidade, a R$ 5,28. Já nesta segunda-feira, a moeda americana recua 0,26%, a R$ 5,273 na venda.Os juros do Tesouro direto ficaram estáveis com o Tesouro Prefixado 2025 a 13,61% e o IPCA+ 2029 A 7,83%. Nos EUA, a Treasury de 10 anos recuou quase nada para 4,22% de 4,23%. Nesta semana, estão no radar a decisão de juros nos Estados Unidos e a divulgação de balanços de empresas americanas, como Microsoft, Meta, Amazon, Apple e Tesla.A agenda doméstica também é relevante. Hoje, foram divulgados dados do setor externo piores do que o esperado. Amanhã, será divulgado o IPCA-15 de janeiro. No dia seguinte, espera-se que o Copom mantenha a taxa Selic em 15% ao ano.
#3em1Agro - confira os destaques desta sexta-feira (23/01/26):➡️ Xi Jinping estreita laço com Lula e quer maior alinhamento com o Brasil.➡️ Itaú Unibanco adia expectativa de corte da Selic. Saiba quando os juros devem começar a cair segundo o banco!➡️ Mais soja ou milho? Agro começa a olhar para a safra 26/27 dos EUA.
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr19/01 – Feriado americano reduz liquidez e mantém Ibovespa estável
Maria Regina Silva, editora-assistente do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20, durante as férias de Renata Pedini.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Lula discute crise na Venezuela com líderes e defende solução pacífica e respeito ao direito internacional. Exportações de Minas Gerais para os EUA caem com tarifaço de Trump. União Europeia vota acordo de livre comércio com Mercosul e enfrenta resistência. Especialistas indicam que Banco Central pode reduzir Selic em 2026 após alta histórica.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (01): A festa da virada na Avenida Paulista contou com a presença de milhares de famílias de todo o Brasil. O evento de Réveillon também teve a maior queima de fogos sem som da história. A chegada de 2026 foi celebrada ao redor do mundo, com espetáculos dignos de drones, queima de fogos e atrações especiais. Confira os principais shows dos países em comemoração ao Réveillon. Segundo um estudo, a renda real dos norte-americanos caiu cerca de 12% nos últimos anos, no contexto em que o presidente Donald Trump negou a ciência do clima e retirou incentivos da energia limpa. Acompanhe a repercussão do tema com a comentarista Patrícia Costa. A economia do Brasil cresceu mais de 3% nos últimos anos. No entanto, a inflação, que estava dentro da meta no início de 2025, acelerou nos meses seguintes e forçou o Banco Central a manter a taxa Selic no maior patamar em quase 20 anos. Reportagem: Soraya Lauand. A China encerrou uma série de manobras militares com munição real aos arredores de Taiwan. O anúncio coincide com o discurso de fim de ano do mandatário Xi Jinping, que reafirmou o compromisso com a “reunificação da pátria”. Na sua mensagem de fim de ano, o presidente Lula comemora os resultados do mercado de trabalho em 2025. O mandatário ressaltou a diminuição da taxa de desemprego para o nível mais baixo da série histórica, além de exaltar o aumento da renda da população. Reportagem: Igor Damasceno. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, usou o seu discurso anual de Ano Novo para motivar as tropas que atuam na Ucrânia. Já o chefe de Estado ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirma que está a 10% de entrar em um acordo para pôr fim à guerra no Leste Europeu. Reportagem: Luca Bassani. O ministro Edson Fachin deseja implementar um código de ética no STF em 2026, mas a medida divide as opiniões no Supremo. Na sessão de encerramento, o magistrado defendeu o diálogo sobre o tema com os colegas em busca de transparência e rigor técnico. Reportagem: Misael Mainetti. O Congresso Nacional tem o PL da Dosimetria e a derrubada de vetos como pautas prioritárias para 2026. O presidente Lula vai precisar fortalecer a base com o Parlamento, a fim de buscar mais governabilidade no Brasil. Reportagem: José Maria Trindade. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, começa 2026 incerto se irá de fato concorrer à Presidência da República. Por enquanto, Tarcísio decide adotar cautela e afirma estar focado na reeleição ao governo do estado. Reportagem: Beatriz Manfredini. O ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro e autorizou apenas a cirurgia eletiva indicada pela perícia da Polícia Federal. Reportagem: Igor Damasceno. A cientista política Luana Tavares conversou com o programa Jornal da Manhã desta quinta-feira (01) para falar sobre as expectativas para as eleições de 2026. O presidente Lula deve apostar em pautas de apelo social no primeiro semestre para tentar a reeleição. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr16/12 - Lula na frente de Flávio e Tarcísio derruba -2% a Bolsa Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado, comigo Flávio Conde e Ricardo Afonso não participará por problema de internet, hoje é 3a. feira, dia 16 de dezembro, e sugiro assistirem o Mata-Mata: “VALE (VALE3) Ações Podem Subir a R$ 85 em Dez/26” que está muito bom. O Ibovespa fechou com forte baixa de -2,1% a 159 mil pontos, com volume alto de R$ 28 bi, R$ 3 bi acima da média das terças de outubro e novembro. O principal motivo da queda de hoje foi a pesquisa da Quaest para presidente da república em 2026: a. no 1º. turno, Lula aparecendo com 41% das intenções de voto, à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que soma 23%, e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 10%. O levantamento reforça a dianteira do presidente também nos cenários de 2º. turno. Em uma eventual disputa direta contra Flávio Bolsonaro, Lula venceria por 46% a 36%. Já no confronto com Tarcísio de Freitas, o placar seria de 45% a 35%, segundo os dados da pesquisa. Secundariamente, a ata conservadora do COPOM/BC praticamente zerou aa chance de cortes de juros da Selic em janeiro e, assim, a expectativa fica mais distante podendo ocorrer apenas em 18 de março. A combinação dos eventos citados fizeram o dólar e juros subirem.As bolsas dos EUA apresentaram comportamento misto com Nasdaq 0,36% e Dow -0,51% - com ações da Tesla liderando as 7 big techs com o potencial lançamento do robotaxi pela cia. e a preparação do IPO de SpaceX. Porém, as ações da velha economia do Dow Jones recuaram os dados do payroll de outubro (mês do shutdown) cortando 105 mil empregos e novembro recuperando 64 mil. O saldo negativo de 41 mil empregos cortados em dois meses bem acima do esperado e a taxa de desemprego subiu para 4,6%, no maior nível desde setembro de 2021, sugerindo que a economia americana está realmente enfraquecendo. O dólar comercial em alta 0,78%, aos R$ 5,465 de R$ 5,42 ontem, na contramão do dólar norte-americano recuou -0,17% frente a moedas fortes do DXY depois dos dados mais fracos do emprego nos EUA. A pesquisa da Quaest com Lula liderando e sendo reeleito fez o dólar subir.Os juros no Brasil subiram com o Tesouro Prefixado 2032 a 13,58% x 13,48% a.a., ontem, e o IPCA+ 2029 em 7,83% de 7,77% a.a. A pesquisa da Quaest com Lula liderando e sendo reeleito fez os juros subirem porque Lula 4 aumentaria mais ainda a dívida pública/PIB com déficits fiscais bilionários em cada ano de mandato. Assista no vídeo as recomendações de Conde e Ricardo.
VAGAS LIMITADAS PARA O MEMEBOT: https://emprc.us/J3z9Rs PARTICIPE DA SÉRIE DE DIVIDENDOS: https://emprc.us/0Q8tZB VEJA OS MELHORES FIIs DO MERCADO: https://emprc.us/kLWaHW O Fed finalmente cortou os juros, mas o Copom manteve a Selic em 15%, e o tom segue duro. O que essa combinação significa para os mercados, a bolsa americana e as decisões de investimento para 2026?No Empiricus PodCa$t #119, os analistas da Empiricus Larissa Quaresma, Matheus Spiess e Enzo Pacheco analisam a Super Quarta, os sinais do Federal Reserve, a postura conservadora do Banco Central brasileiro e discutem onde estão as melhores oportunidades para o investidor nos próximos anos.
O Ibovespa DISPAROU para uma nova máxima histórica — e a grande pergunta agora é: ainda vale comprar ou o rali está chegando no limite? No episódio #117 do Empiricus PodCa$t, Larissa Quaresma, Matheus Spiess e Marlon Scatolin analisam o que realmente está por trás dessa alta impressionante: fluxo estrangeiro, queda da Selic, múltiplos da bolsa, expectativas para 2026 e o impacto dos últimos dados de inflação e atividade econômica.Também discutimos a recuperação das bolsas americanas, a chance real de corte de juros pelo Fed, o comportamento do consumo nos EUA, e a corrida bilionária das big techs por Inteligência Artificial — incluindo rumores de compras massivas de chips.No quadro Compra ou Vende?, avaliamos:- Multiplan- Cosan (CSAN3)- OuroFechamos com a Dica Cultural da Semana, para acompanhar sua jornada como investidor.Além disso, comemoramos 1 milhão de inscritos no YouTube da Empiricus — muito obrigado!