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TRABALHE NO MERCADO FINANCEIRO E DESCUBRA COMO CHEGAR AOS R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS! https://finc.ly/191e7a900aCONTABILIZEI: USE O CUPOM ECONOMISTAS E GANHE A 2ª MENSALIDADE! https://bit.ly/economistas-ctbz-05062026O brasileiro tá ganhando quase 9% acima da inflação numa das aplicações mais seguras do planeta. E a maioria deixa esse dinheiro parado na poupança perdendo pra inflação.O Copom acabou de cortar a Selic e a janela mais generosa da renda fixa em anos começou a se fechar. Quem entende isso agora trava taxa lá em cima e dorme tranquilo pelos próximos anos. Quem fica esperando "a hora certa" vê o juro escorrer pelos dedos.Nesse episódio eu sento com o Guilherme Cadonhotto, da Grão, pra abrir o jogo sobre o que fazer com a renda fixa nesse cenário. A gente fala desde o feijão com arroz que ninguém explica direito até o lançamento do GPCA11, o novo ETF de renda fixa da Grão com uma das menores taxas do mercado.
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
A Super Quarta trouxe decisões importantes de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos. O Copom reduziu a Selic para 14,25% ao ano, enquanto o Fed manteve os juros americanos estáveis. Mas o que essas decisões revelam sobre os próximos passos dos bancos centrais? Ainda existe espaço para novos cortes de juros no Brasil? E como o cenário global influencia as oportunidades na renda fixa? Neste episódio do Itaú Views, Julia Gottlieb, economista do Itaú, e Sebastien Maculan, head da mesa de Renda Fixa da tesouraria do Itaú, se reúnem para analisar os comunicados, discutir as perspectivas para inflação, câmbio e atividade econômica, além de explorar como os investidores podem navegar em um ambiente de maior cautela e volatilidade.Moderação: Marcelle Gutierrez, Research do Itaú BBA.EmailInstagramTelegramYoutube
O Banco Central decidiu reduzir os juros brasileiros pela terceira vez seguida na semana passada. Novamente, o corte foi de 0,25 ponto percentual, levando a taxa Selic para 14,25%. Apesar da flexibilização, o Comitê de Política Monetária (Copom) reconheceu os desafios do cenário econômico atual e se mostrou mais preocupado com os riscos para a inflação. Quais serão os próximos passos do Copom, afinal? Será que o ciclo de cortes da Selic chegou ao fim? No minuto 07:31, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica como o rumo dos juros nos Estados Unidos pode influenciar as decisões do Banco Central do Brasil. Entenda, ainda: Um novo discurso do banco central americano; Japão eleva os juros e o Reino Unido pode estar perto de subir; EUA e Irã assinam acordo de paz.
El Niño influencia o inverno e altera o planejamento do agronegócio. Pecuaristas monitoram os possíveis impactos do fenômeno na produção. Redução da Selic deve favorecer o crédito rural. Safra de algodão pode ser a segunda maior da história do Brasil. Tempo: onda de frio avança pelo Centro-Sul, com temporais no Sul e chuva em SP e MS.
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelas decisões de política monetária. O Banco Central da Inglaterra manteve os juros inalterados, enquanto o Banco Central do Japão elevou a taxa para 1%, ambos em linha com as expectativas. O principal destaque ficou para o Fed, que manteve os juros, mas cuja primeira reunião sob a presidência de Kevin Warsh trouxe mudanças relevantes na comunicação, com o fim do forward guidance e a criação de grupos de trabalho para revisar temas como balanço, produtividade, mercado de trabalho na era da IA e fontes de dados. O Fed também revisou para cima suas projeções de inflação e reforçou o compromisso com a meta de 2%. Nos EUA, o varejo de maio surpreendeu positivamente, reforçando a leitura de atividade resiliente. No campo geopolítico, o memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã trouxe perspectiva de redução das tensões e de normalização gradual do fluxo no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 25 bps, decisão interpretada como dovish diante da revisão altista das projeções de inflação e da manutenção de um cenário de atividade forte. A comunicação foi confusa, utilizando a extensão do horizonte relevante para justificar o corte. No campo fiscal, a semana foi marcada por novas preocupações com propostas de aumento de gastos no Congresso e por declarações de Flávio Bolsonaro descartando medidas estruturais de ajuste fiscal. Nos EUA, o juro de 1 ano abriu 13 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,93%, Nasdaq +2,60% e Russell 2000 +1,22%. No Brasil, a curva de juros inclinou (jan/27 fechou 10 bps; jan/31 abriu 57 bps), o Ibovespa desvalorizou 1,64% e o real 1,82%. Na próxima semana, destaque para o IPCA-15, a ata do Copom e o Relatório de Política Monetária. No exterior, atenção aos PMIs e ao PCE.
No episódio de hoje do Genial Analisa, recebemos Luiz Maurício Garcia, CFO da Construtora Tenda, junto aos nossos analistas João Caldas e Alan Friedman. Vamos discutir os fortes resultados do primeiro trimestre, a evolução da margem bruta no pós-pandemia e as perspectivas para o Minha Casa Minha Vida. O bate-papo também aborda o impacto dos juros no setor, a tese de crescimento inovadora da Alea e o papel da industrialização na construção civil. Se você quer entender como a Tenda navega no cenário atual e quais são as projeções para os próximos trimestres, dê o play, deixe seu like e inscreva-se no canal!DIRETO AO PONTO00:00:12 | Introdução e apresentação dos convidados (Luiz Maurício Garcia, João Caldas e Alan Friedman)00:01:17 | Qual é o verdadeiro papel de um CFO dentro de uma construtora?00:02:51 | O tamanho atual da operação, VGV e número de funcionários da Tenda00:04:46 | Resumo e análise do excelente primeiro trimestre de 202600:06:56 | O desequilíbrio entre oferta e demanda na habitação popular no Brasil00:08:38 | Como as taxas de juros altas e a TR afetam o financiamento imobiliário00:11:03 | Margem bruta histórica: O que mudou na governança da Tenda pós-pandemia?00:14:46 | A importância da forte geração de caixa da companhia frente aos juros altos00:16:42 | Industrialização na construção civil: O grande diferencial de execução da Tenda00:19:03 | Resultados acima do esperado e a possibilidade de revisão do guidance anual00:22:28 | Impactos do cenário internacional (guerra, preço do petróleo e câmbio) nos insumos00:25:26 | A sustentabilidade e o impacto fiscal positivo do programa Minha Casa Minha Vida00:27:30 | A estratégia por trás da expansão para as faixas 2, 3 e 4 do programa habitacional00:29:46 | Os prós e contras do Desenrola 2.0 e seu impacto nos recursos do FGTS00:32:01 | Como a empresa se planeja para o cenário eleitoral, feriados e Copa do Mundo00:34:13 | Expectativas sobre a trajetória da Selic e o impacto na dívida da empresa
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira (19/06/2026): O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), foi alvo de busca e apreensão em mais uma fase das investigações do caso Master. A ofensiva da Polícia Federal apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco e o PT da Bahia. A PF suspeita que o senador – apontado como “interlocutor relevante” de interesses do Master – recebeu como propina do banqueiro Daniel Vorcaro um apartamento de R$ 2,5 milhões em Salvador e repasses de R$ 3,5 milhões a uma empresa ligada a um familiar. O senador negou ilícitos. À tarde, em entrevista a uma rádio da Bahia, o senador disse que tinha o apoio do presidente Lula, que não o tiraria do cargo. O Palácio do Planalto desaprovou a estratégia. Para auxiliares diretos de Lula, a situação de Wagner caminha para ficar insustentável. Economia: Mercado vê comunicado ambíguo do BC para justificar Selic menor Internacional: Irã prevê pedágio no Estreito de Ormuz e exige que Israel saia do Líbano Metrópole: Brasil registra maior nº de mortes no trânsito ligadas ao álcool desde 2016 Esportes: Brasil enfrenta o Haiti em jogo decisivo na Copa e Ancelotti prepara mudanças após estreia abaixo do esperado See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Banco Central do Brasil cortou sua taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual pela terceira reunião consecutiva, ao mesmo tempo em que sinalizou uma piora nas perspectivas de inflação — levando muitos economistas a apostar que o ciclo de afrouxamento pode ser interrompido já em agosto.O banco liderado por Gabriel Galípolo reduziu a Selic para 14,25% na noite de quarta-feira, conforme previsto por 31 dos 34 economistas consultados em pesquisa da Bloomberg. Os três restantes esperavam que os juros permanecessem em 14,5%.
Após a Superquarta, investidores acompanham os próximos sinais da política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, enquanto o avanço da inteligência artificial continua movimentando os mercados globais. Neste episódio de Radar do Investidor, Luiza Paparounis, economista do BTG Pactual, e Vitor Melo, CFA e analista de ações internacionais do BTG Pactual, analisam as primeiras impressões sobre o novo Fed, as tendências para o dólar e os impactos da decisão de corte de juros do Copom. Assuntos abordados: 00:00 Introdução 00:49 Primeiras impressões do novo Fed 07:57 IA: bolha ou oportunidade? 15:52 Tendências do dólar 20:17 Como dividir um portfólio de US$ 100 mil? 26:01 Decisão de corte de juros do Copom 31:10 Pontos de atenção no mercado global 32:30 Expectativas para as próximas semanas 33:23 Encerramento
O estrategista de investimentos do BB Private, Jonathan Pedroso, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: " Nos mercados globais, a semana foi marcada pelo contraste entre o alívio geopolítico trazido pelo acordo provisório entre Estados Unidos e Irã e o tom mais duro adotado pelo Federal Reserve, que reforçou a percepção de juros elevados por mais tempo. Nos EUA, a produção industrial subiu 0,1% em maio e as vendas no varejo avançaram 0,9%, reforçando a leitura de uma economia ainda resiliente. No Brasil, as vendas do varejo caíram 1,5% em abril, mas o IBC-Br avançou 0,51%, indicando atividade ainda relativamente firme. Além disso, o Copom reduziu a Selic para 14,25%, mas manteve cautela diante da piora das expectativas de inflação e do cenário externo mais pressionado." Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
MESMO COM A SELIC ALTA, O MERCADO DE CRÉDITO SEGUE COM OPORTUNIDADESNeste episódio do Stock Pickers, Marcelo Urbano Dias, gestor de crédito privado multiestratégia da XP Asset Management, analisa o momento atual do mercado de crédito e explica como investidores estão navegando um ambiente de Selic elevada, spreads atrativos e maior seletividade na concessão de crédito.Em um cenário de juros altos e incertezas econômicas, entender o futuro do mercado de crédito pode ser uma das chaves para encontrar as melhores oportunidades dos próximos anos.
Vorcaro pagou propina de R$ 400 mil ao mês a agente da PF por informações sigilosas. E Banco Central corta Selic para 14,25% em decisão unânime.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Presidente dos EUA disse que Brasil estava “politicamente difícil” e criticou a prisão — na verdade, apenas condenação — de “Bolsonaro Jr.”, confundindo os irmãos Flávio e Eduardo. Em resposta, Lula afirmou que o processo eleitoral brasileiro é assunto interno. Copom reduz a Selic a 14,25% ao ano, mas manifesta preocupação com a inflação. STF define regras para responsabilizar plataformas por conteúdo ilícito online. E Portugal decepciona no encerramento da primeira rodada da Copa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (18/06/2026): Em diálogos encontrados pela PF no celular de Daniel Vorcaro, o hoje presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pediu diretamente ao banqueiro, em março de 2024, a liberação de um empréstimo de ao menos R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa da cunhada Bianca Medeiros, informa Aguirre Talento. Motta assumiu a presidência da Câmara em fevereiro de 2025. Questionado pelo Estadão, o parlamentar recusou-se a responder se atuou para a liberação do dinheiro e disse apenas que a operação “está dentro da legalidade”. As informações sobre as conversas com Motta são apuradas em conjunto com outras menções a ele no celular de Vorcaro, como o pagamento de uma viagem do deputado a Lisboa. Economia: BC corta Selic para 14,25% e deixa próximos passos sem definição Política: Trump diz que Brasil é ‘perigoso’ e Lula chama colega de ‘imperador’ Internacional: Acordo com EUA prevê US$ 300 bi ao Irã e promessa sobre urânio Metrópole: Big tech não será punida se houver ‘dúvida razoável’ sobre conteúdo Esportes: Carlo Ancelotti ensaia alterações na equipe para jogo contra o HaitiSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Super Quarta é quando coincide de os Estados Unidos e o Brasil tomarem decisões sobre juros no mesmo dia. Nem todo dia do tipo tem novidade, mas, dessa vez, temos duas não necessariamente boas. Já aviso desde o princípio que o Efeito Jabulani - a bola que fazia movimentos curiosos e amedrontava goleiros na copa da áfrica do sul, em 2010 - estará muito presente por aqui (e esse é o maior problema).FONTES QUE EMBASAM O EPISÓDIO:YouTube, Associated Press: LIVE: Fed Chair Kevin Warsh speaks after his first interest rate decision meeting - https://www.youtube.com/live/2kI62fC3DXM?si=EHNMiORipcFa_WxhFOMC Statement, Press Release, June 17, 2026 - https://www.federalreserve.gov/newsevents/pressreleases/monetary20260617a.htm Banco Central do Brasil: COPOM reduz a taxa Selic para 14,25% a.a. - https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21165/nota
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual. Em comunicado, o Copom destacou que a inflação segue acima da meta e apontou que as incertezas no cenário internacional, especialmente em relação ao Oriente Médio, continuam exigindo atenção. Para o economista-chefe da Análise Econômica, André Galhardo, o comunicado trouxe sinais mistos ao mercado.
O Copom confirmou as expectativas do mercado e reduziu a taxa Selic para 14,25% ao ano. Como esse corte de 0,25 ponto percentual mexe com os seus investimentos e com a economia brasileira? Assista à nossa live e acompanhe a análise completa da decisão! Denise Barbosa conversa com o economista-chefe José Márcio Camargo e o estrategista macro Roberto Motta sobre o cenário doméstico, a desaceleração da inflação e o impacto do recente acordo de paz no Oriente Médio sobre os combustíveis.
O Giro de Notícias mantém você por dentro das principais informações do Brasil e do mundo. Confira mais atualizações na próxima edição.
O Copom iniciou mais uma reunião para definir o futuro da taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic. A expectativa é de manutenção dos juros, que está em 14,5%.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde analiso os recentes acontecimento da economia no Brasil e no Mundo e respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.Análise sobre o mercado financeiro, a taxa Selic e as falas de Lula sobre o déficit fiscal. Entenda o IPO histórico da SpaceX na Nasdaq que tornou Elon Musk o primeiro trilionário do mundo! Veja também a polêmica regulação de Inteligência Artificial com a suspensão dos modelos da Anthropic nos EUA. Fique por dentro do cenário de economia e investimentos.00:00 - No programa de hoje...01:44 - Análise sobre déficit público e a dívida brasileira06:12 - IPCA em alta e estouro da meta inflacionária07:03 - Críticas à taxa Selic e decisões do BACEN07:56 - Pesquisa eleitoral Genial Quaest e intenções de voto08:57 - Repercussão da fala de Ricardo Lacerda10:53 - Eleições presidenciais e avanço da direita no Peru12:36 - Perspectivas de um acordo de paz geopolítico13:07 - Queda do petróleo, commodities e comportamento do mercado14:42 - Dados de inflação nos Estados Unidos e Argentina16:32 - Emissão recorde de dívida pública no G1017:38 - Sucesso absoluto no IPO da SpaceX na Nasdaq19:40 - Governo americano suspende acesso a modelos da Anthropic27:07 - David Sachs e segurança em inteligência artificial32:24 - Novidades e campanhas da Orderm BTC na Copa33:37 - Perguntas dos inscritos sobre Renan Santos e Bitcoin35:27 - O impacto se a bolha de IA estourar36:01 - Importância de aprender a utilizar ferramentas de IA36:38 - Como manter a sanidade mental diante das notícias37:43 - Riscos e estratégias da empresa MicroStrategy39:47 - SpaceX, Cisne Negro e a euforia do mercado41:49 - Por que as empresas estatais não declaram falência?42:48 - Discussão sobre meta de inflação e taxa Selic45:05 - O fracasso do Metaverso e migração para IA45:38 - Necessidade de ajuste fiscal no atual governo brasileiro47:23 - O que esperar dos mercados após as guerras48:19 - Preferência e torcida na temporada da NBA48:44 - Discurso de Elon Musk na Nasdaq e encerramento
A estrategista de investimentos do BB Private, Erica Santana, CEA, CFP®, analisa os principais fatos da última semana e reflete sobre as expectativas para a semana atual no Brasil e no mundo para te ajudar a tomar as melhores decisões de investimento: "Nos Estados Unidos, a inflação apresentou sinais mistos, o que mantém o Federal Reserve em uma postura cautelosa. Já na Europa, o Banco Central Europeu voltou a subir juros diante da persistência das pressões inflacionárias. No Brasil, as expectativas de inflação seguiram em alta, com reflexos diretos sobre a trajetória da Selic, enquanto a atividade econômica continua resiliente, com destaque para o desempenho do setor de serviços."Confira agora o BB Private Highlights. Conheça também outros conteúdos produzidos por nossos premiados especialistas no hub BB Private Lounge: bb.com.br/lounge
Prepare-se para a segunda metade do dia sabendo de tudo que mexeu com o mercado nas primeiras horas do pregão. Informação e análise com Roberto Motta. O Resumo da Manhã é transmitido de segunda a sexta, às 13h. Ative as notificações do programa e acompanhe ao vivo!
Todas as manhãs, acompanhe o Momento Mercado e comece o dia por dentro do cenário econômico. É um conteúdo rico, com linguagem leve, que traz o fechamento de mercado do dia anterior e os principais destaques do dia atual. Siga nosso canal e acompanhe nossos conteúdos diários! #MercadoFinanceiro #InvestirMelhor #PodcastSpotify #NovoPodcast #Dinheiro #Economia #MomentoInvestidor #Bradesco #MomentoMercado #MorningCall #Investimentos #RendaVariável #Ações #Ibovespa #Câmbio #DólarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O MERCADO MUDOU RADICALMENTE EM 2026 - O QUE MAIS PODE VIR POR AÍ?Stock Pickers segue explorando o mercado de crédito privado, nesta edição com Eduardo Alhadeff, sócio e gestor da Ibiúna, que analisa a reviravolta do cenário macro até agora e seus impactos sobre crédito, juros, spreads, empresas e investidores.Ao longo da conversa, ele discute como a percepção sobre política e eleições passou a influenciar os preços dos ativos, os efeitos dos juros elevados sobre companhias endividadas, o aumento dos pedidos de recuperação judicial e os desafios enfrentados por nomes conhecidos do mercado, como Raízen e Braskem.Também falamos sobre o avanço das bets na economia brasileira, o comportamento do consumo das famílias e por que alguns dos "credissauros" mais experientes do mercado enxergam oportunidades justamente em um ambiente de maior incerteza.
No episódio de hoje do Econocast, Luíza Pinese conversa com Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP, e Caio Megale, economista-chefe da XP para analisar a recente virada do mercado, com foco em Selic, Ibovespa, inflação, dólar, juros futuros e fluxo de investidores estrangeiros. A conversa aborda por que a Bolsa brasileira perdeu força depois de um início de ano positivo, o impacto da inteligência artificial nos mercados globais, a rotação de capital para outros emergentes, a reprecificação da curva de juros no Brasil e os riscos ligados ao cenário eleitoral. No fim, o episódio ainda traz uma análise mais leve sobre a Copa do Mundo, com simulações estatísticas feitas pela XP para estimar as seleções favoritas ao título.----------------------------------------------------------------------------Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/youtube-aqsAcompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xInscreva-se para receber nossa newsletter Expert Drops - https://bit.ly/3uODi6lSiga nosso canal no WhatsApp: https://bit.ly/48njYL6Veja os relatórios também pelo Facebook: http://facebook.com.br/expertxp2Participe do canal do Telegram: https://t.me/xp_investimentosConfira nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/Glossário financeiro: https://conteudos.xpi.com.br/conteudos-gerais/glossario-financeiro/-----------------------------------------------------------------------------
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (08/06/2026): A inflação brasileira enfrenta uma tempestade quase perfeita em 2026. A guerra entre EUA e Irã fez com que as projeções do mercado para o IPCA subissem mais de um ponto porcentual. Na véspera do início do confronto, em 27 de fevereiro, a previsão do mercado para o índice do ano era de 3,91%. Agora, a expectativa é de 5,09%. As cotações do petróleo dispararam, levando junto os combustíveis, os preços de fertilizantes e de alimentos. Também a perspectiva de um “super-El Niño”, fenômeno climático que afeta as safras agrícolas no mundo, coloca mais pressão nos preços da comida. Bancos e consultorias frearam apostas na redução da Selic, hoje em 14,5%. Alguns falam em mais um corte, de 0,25 ponto. Outros, em manutenção da taxa Política: Supremo descumpre própria regra e tem 94 decisões individuais sem julgamento Internacional: Irã dispara mísseis contra Israel pela 1ª vez desde cessar- fogo com EUA Metrópole: Apreensão de canetas emagrecedoras cresce 1.000% em Foz do Iguaçu Esportes: Wesley está fora da Copa e Ancelotti chama meia da Atalanta em seu lugarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Nesta semana, Antônio da Luz coloca o dedo no pulso da economia para analisar os movimentos que estão impactando o Brasil, o agronegócio e os mercados globais. Câmbio, juros, inflação, risco fiscal, fluxo de capital estrangeiro e os reflexos da economia americana entram no radar em uma análise profunda e direta. Além dos indicadores econômicos, o episódio traz os impactos para o agro, preços de commodities, cenário para soja, milho, café e os desafios que podem influenciar as próximas decisões do produtor rural e dos investidores. Informação estratégica para quem quer entender o cenário e se antecipar aos movimentos do mercado. ➡
O CICLO DE CRÉDITO ESTÁ MELHORANDO - MAS O BRASIL CONTINUA FICANDO PARA TRÁS! Em mais um episódio dedicado ao mercado de crédito, da série "Credit Pickers", o Stock Pickers traz Jean-Pierre Cote Gil, sócio e gestor da Vinland Capital, que analisa onde estamos no ciclo econômico e quais oportunidades ainda existem para investidores. Ao longo da conversa, o gestor explica por que o Brasil ficou para trás em relação a outros mercados emergentes, avalia os impactos do endividamento das famílias e dos juros elevados e mostra quais setores estão mais vulneráveis ao atual ambiente macroeconômico.
No episódio de hoje, Luíza Pinese conversa com Basiliki Litvak, economista especialista em inflação da XP, e Caio Megale, economista-chefe da XP, sobre a aceleração da inflação brasileira e a revisão da projeção para 5,5% em 2026. Ao longo do episódio, Basiliki explica como o choque do petróleo, os efeitos do El Niño e as pressões vindas da cadeia global têm impactado os preços, enquanto Caio analisa as implicações desse novo ambiente para a política monetária. Eles discutem o papel do Banco Central diante da pressão inflacionária e as projeções para a trajetória da taxa Selic.----------------------------------------------------------------------------Investir com a XP Investimentos é fácil, basta criar o seu cadastro e em minutos você já pode começar a investir: https://t2m.io/youtube-aqsAcompanhe todos os conteúdos da XP em https://t2m.io/8cxPp6xInscreva-se para receber nossa newsletter Expert Drops - https://bit.ly/3uODi6lSiga nosso canal no WhatsApp: https://bit.ly/48njYL6Veja os relatórios também pelo Facebook: http://facebook.com.br/expertxp2Participe do canal do Telegram: https://t.me/xp_investimentosConfira nosso Instagram: https://www.instagram.com/expertxp/Glossário financeiro: https://conteudos.xpi.com.br/conteudos-gerais/glossario-financeiro/-----------------------------------------------------------------------------
O cenário global tem trazido muita volatilidade, seja em relação a guerra no Irã, choque no petróleo e preocupações inflacionárias, ou então em relação à revolução da inteligência artificial.Neste episódio, o Carteiros do Condado convida Felipe Relvas, CIO do MMZR Family Office, para discutir sobre as principais tendências entre os gestores globais e como os principais investidores têm se posicionado no ambiente atual.
Por que os juros no Brasil continuam tão altos? Neste episódio do Touros e Ursos, Jeferson Bittencourt, head de macroeconomia do ASA e ex-secretário do Tesouro Nacional, comenta um dos temas mais importantes da economia brasileira. De um lado, os analistas de mercado sustentam que a responsabilidade é do governo, que gasta demais e acaba forçando o BC a puxar o freio de mão da economia usando a Selic. Já os economistas mais heterodoxos defendem que os juros altos são provocados pelo próprio mercado. Ao longo da conversa, o economista analisa a condução da política fiscal, explica o que está por trás da Selic elevada e fala sobre os impactos do cenário eleitoral nos ativos brasileiros, incluindo o dólar. Tire suas dúvidas sobre como declarar o Imposto de Renda com a Jul.ia, a assistente de inteligência artificial do Seu Dinheiro - https://www.seudinheiro.com/julia-chat/
Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana seguiu marcada pelas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Trump chegou a sinalizar um possível ataque, posteriormente cancelado após pedidos de países do Golfo. As conversas continuam, mas seguem os impasses envolvendo o enriquecimento de urânio e o controle do fluxo no estreito de Ormuz. A ata do Fed mostrou maioria dos membros considerando apropriada uma alta de juros caso a inflação permaneça persistentemente acima da meta. O Waller, um dos diretores da entidade, que anteriormente defendia cortes, afirmou que discutir redução de juros no curto prazo seria inadequado diante dos dados recentes. Na Zona do Euro, os PMIs mostraram desaceleração adicional da atividade, principalmente em serviços. No Brasil, a semana teve poucos dados econômicos, com destaque maior para os desdobramentos políticos. O diretor do BCB Nilton David teve discurso interpretado como mais dovish, reforçando expectativa de continuidade dos cortes de 25 bps na Selic. Nas pesquisas eleitorais, Flávio Bolsonaro perdeu espaço após os áudios divulgados na semana anterior, enquanto Lula apresentou melhora marginal de aprovação. Apesar disso, a leitura segue de disputa ainda competitiva no segundo turno, com Flávio Bolsonaro permanecendo como candidato viável. Nos EUA, os juros mais curtos tiveram abertura marginal, e os mais longos fechamento marginal, enquanto as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,88%, Nasdaq +1,22% e Russell 2000 +2,72%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 28 bps. No Brasil, o jan/29 fechou 27 bps, o Ibovespa desvalorizou 0,61% e o real valorizou 0,38%. Na próxima semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, atenção para o PIB, IPCA-15, dados de mercado de trabalho e índices de confiança.
A conta dos juros altos chegou para as empresas. Quais os riscos para o investidor de renda fixa? Convidado desta edição, Ulisses Nehmi, CEO da Sparta, fala sobre aumento do risco de crédito no Brasil, o impacto da Selic elevada sobre debêntures e títulos privados, e como o investidor deve montar a carteira neste cenário. Com a recuperação judicial de grandes empresas e a frustração com o alívio esperado nos juros, o programa discute onde estão os riscos — e também as oportunidades — para quem investe em renda fixa. No bloco Touros e Ursos, os destaques vão para a revelação das gravações de Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, o resultado da Petrobras e o recorde do italiano Jannik Sinner no tênis. Curta o vídeo, inscreva-se no canal e compartilhe este episódio. E se você tem dúvidas sobre Imposto de Renda, use a Jul.ia, a assistente de IA do Seu Dinheiro, para entender como fazer a declaração com mais segurança e praticidade. - Julia Chat - Seu Dinheiro.
O cenário do mercado imobiliário mudou — e o investidor precisa entender o que fazer agora. Convidado desta edição do podcast Touros e Ursos, Caio Araujo, analista da Empiricus especializado no setor imobiliário e colunista do Seu Dinheiro, conta como a Selic alta por mais tempo muda o jogo para quem investe em fundos imobiliários (FIIs), ações de incorporadoras e outros segmentos do mercado. Neste episódio, você vai entender: Como os juros altos afetam o mercado imobiliário; Os FIIs de papel estão mais atrativos ou exigem cautela; O risco de uma bolha de no segmento residencial; Como estão os segmentos de shoppings, lajes corporativas e galpões logísticos; As melhores oportunidades para investir. Como sempre, o programa também traz a tradicional seção Touros e Ursos, com os destaques positivos e negativos da semana. Tire suas dúvidas sobre como declarar o Imposto de Renda com a Jul.ia, a assistente de inteligência artificial do Seu Dinheiro: Julia Chat - Seu Dinheiro.
Neste episódio, Denise Barbosa, Bruna Amalcaburio e Cláudia Carvalho explicam por que o dólar deu uma trégua e operou abaixo dos R$ 5,00, analisando desde o impacto de Donald Trump até a força das exportações brasileiras. Mas o grande choque vem dos dados da Anbima: o brasileiro ainda mantém quase R$ 1 trilhão na poupança, perdendo dinheiro para a inflação e deixando de ganhar com a Selic a 14,75%. As especialistas desmistificam o medo de sair da inércia e mostram como o Tesouro Selic e os CDBs de liquidez diária podem render o dobro com a mesma segurança. Se você quer planejar sua viagem com a Conta Global ou fazer seu patrimônio render de verdade, este bate-papo é para você!Destaques do Episódio:A Queda do Dólar: Entenda os motivos técnicos e geopolíticos que levaram a moeda americana a operar abaixo dos R$ 5,00, desde as decisões de Donald Trump até o apetite estrangeiro pelos juros brasileiros.O "Adeus" à Poupança: Com dados recentes da Anbima e do Banco Central, discutimos por que a caderneta de poupança ainda retém quase R$ 1 trilhão, apesar de render metade do que ativos conservadores de Renda Fixa.Onde Investir Agora: Saiba quais são as melhores alternativas para quem busca liquidez e segurança, como o Tesouro Selic e o CDB de liquidez diária da Genial.Dica Extra: Descubra como aproveitar a baixa do dólar com a Conta Global da Genial para garantir sua próxima viagem com economia.DIRETO AO PONTO0:00 - Início: Boas-vindas com Denise Barbosa, Bruna Malcaburio e Cláudia Carvalho.1:22 - Resumo dos temas: Queda do dólar e o fim da paixão pela poupança.1:46 - Por que o dólar está caindo? Donald Trump e juros no Brasil.2:49 - Lei da oferta e demanda: O impacto das exportações no câmbio.4:56 - Geopolítica: Brasil como "fazenda do mundo" e a volatilidade nos EUA.6:56 - O fluxo de capital estrangeiro e a atratividade da Bolsa brasileira.8:25 - Brasil: O país da Renda Fixa e a Selic a 14,75%.8:55 - Proteção de carteira: Hedge cambial e exposição internacional.10:30 - Brasil como porto seguro? Investidores estrangeiros buscando a Genial.11:45 - Movimento global: O enfraquecimento do dólar no cenário mundial.12:24 - Como usar a Conta Global da Genial para viajar e economizar.13:49 - Raio X do Investidor: Por que 40 milhões de brasileiros ainda usam a poupança?.15:28 - A migração para CDB, LCI e LCA: O investidor está mais informado.16:34 - A regra de rendimento da poupança explicada: Por que ela sempre rende menos?.18:40 - O cálculo do prejuízo: Quanto você deixa de ganhar ao não investir em Renda Fixa.20:58 - Melhores alternativas: Tesouro Selic, CDB de liquidez diária e Fundos DI.22:48 - Encerramento: Próximo encontro no mês que vem!
EVENTO PRESENCIAL: O PLANO DE AÇÃO PARA VOCÊ ENTRAR NO MERCADO FINANCEIRO, CONQUISTAR SEUS PRIMEIROS CLIENTES E CHEGAR A R$ 18 MIL OU MAIS POR MÊS!Garanta seu ingresso com desconto: https://finc.ly/4bbc549c11 O Brasil saiu do conflito no Oriente Médio com o cofre cheio.Enquanto o mundo acompanhava em pânico a escalada da guerra no Irã, o petróleo disparando para US$ 150 e o estreito de Ormuz no centro do tabuleiro, o Brasil fazia algo que ninguém esperava: o real se valorizou, o dólar caiu para R$ 4,92 e mais de R$ 63 bilhões em fluxo estrangeiro entraram na bolsa só até abril. Mais que o dobro de todo o ano passado.Coincidência? Longe disso.Neste episódio 220 d'Os Economistas, recebemos Ruy Alves, da Kinea Investimentos, para destrinchar por que o Brasil se tornou o grande beneficiário geopolítico do choque de petróleo, o que muda na sua carteira a partir de agora e quais setores devem capturar a maior parte desse fluxo nos próximos meses.Discutimos:. Por que o Brasil é o emergente que mais ganha com o choque de termos de troca. Onde o petróleo deve se estabilizar no médio prazo (e a tese de US$ 70 estrutural). O efeito segunda ordem em alumínio, fertilizantes e cadeias agrícolas. A nova escassez do mundo: capacidade computacional, energia e data centers. Por que tokens são o novo petróleo digital. O que o ciclo de corte da Selic abre para utilities, distribuição de combustíveis e small caps. O risco do Brent superar US$ 150 e o que isso faria com o BRL. Como o IPCA de 4,56% pode surpreender pra baixo se o real seguir forte. O cenário do Fed com Kevin Warsh e a sucessão de Powell. Onde estão as melhores oportunidades em juros globais (Suécia, Nova Zelândia, yuan)SIGA O PESSOAL: Ricardo Figueiredo: @ricardo.fiisEvandro Medeiros: @oevandromedeirosOtávio Magalhães / Guepardo: @guepardoinvestimentos
Neste episódio do Conversa com Zé Márcio, o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, recebe Tatiana Pinheiro, PhD em economia e colunista da Agência Estado , para uma análise profunda sobre os novos rumos da economia brasileira diante do choque global de oferta no petróleo. A conversa detalha como o conflito no Oriente Médio interrompeu a trajetória de queda da Selic , além de discutir temas estruturais urgentes como a baixa produtividade nacional, o potencial estratégico das terras raras — o "ouro do século XXI" — e os impactos fiscais e sociais de debates recentes, como o fim da escala 6x1 e a pressão por gastos em ano eleitoral.DIRETO AO PONTO00:00 — Introdução e apresentação de Tatiana Pinheiro. 00:49 — Impacto do conflito no Oriente Médio e choque no preço do petróleo. 01:21 — Comparação com o choque do petróleo da década de 70. 02:18 — Por que o cenário de corte de juros e convergência da inflação foi abortado. 04:36 — Os gargalos estruturais e a baixa produtividade da economia brasileira. 05:45 — O sucesso do agronegócio vs. falta de planejamento na indústria e serviços. 06:49 — Crise na educação: o impacto da baixa qualidade da mão de obra no PIB. 07:35 — Descompasso entre política monetária e política fiscal. 09:35 — Análise retrospectiva de 2024: intervenção cambial e taxa Selic. 10:57 — Terras Raras e Minerais Críticos: o "Ouro do Século XXI". 13:17 — Marco Regulatório e a posição do Brasil como 2ª maior reserva mundial. 16:14 — O exemplo do Congo e os riscos socioeconômicos da exploração mineral. 19:05 — Perspectivas para o ano eleitoral e a tendência de aumento de gastos. 21:59 — Avaliação de popularidade do governo e seus reflexos no fiscal. 25:23 — Debate sobre o fim da escala 6x1 e a nova jornada de trabalho. 27:13 — O envelhecimento da população brasileira e a oferta de mão de obra. 29:45 — É possível um ajuste fiscal real no Brasil? Exemplos históricos (Teto de Gastos). 31:54 — O problema do endividamento das grandes empresas e recuperações judiciais.
Entenda por que a situação fiscal do Brasil atingiu um nível insustentável em 2026. Analisamos o recorde de R$ 73,8 bilhões de déficit em março, o crescimento desenfreado dos gastos públicos acima da arrecadação e o impacto dos precatórios. Descubra como o perfil da dívida pública, indexada à Selic, eleva o risco econômico e por que um ajuste fiscal rigoroso será inevitável em 2027. Veja os dados reais sobre o endividamento e o que esperar do cenário macroeconômico nos próximos meses.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Agrishow 2026: os números que assustaram o setor00:36 A percepção do campo: o que os produtores disseram01:11 Balanço Agrishow 202601:42 O que você vai ver hoje02:07 Inadimplência recorde no agro02:55 Recuperação judicial recorde no agro03:52 O ciclo das commodities — a rasteira que ninguém viu06:55 A Selic jogou gasolina na fogueira08:40 A tempestade perfeita: os 3 vilões juntos09:51 Caixa e BB sentiram o baque11:02 Conclusão: o agro pediu socorro11:50 RC Club e RC Wealth
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (29):A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) por 16 votos a 11. O nome agora segue para votação no plenário, onde parlamentares devem decidir sobre a nomeação. O placar apertado na comissão aumentou a expectativa para a decisão final dos parlamentares. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa Selic de 14,75% para 14,5% ao ano, em linha com as expectativas do mercado. A decisão ocorre em meio à chamada “superquarta”, quando também há definição de juros nos Estados Unidos, e marca mais um movimento no ciclo de queda da taxa básica no Brasil. A aprovação de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a expectativa de votação no plenário do Senado levantam questionamentos sobre o processo de indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista, o doutor em Direito Constitucional Fernando Capano analisa o cenário político, afirma que essas indicações costumam ser previamente articuladas e discute a necessidade de repensar os critérios para escolha de ministros da Corte. O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), revertendo a aprovação anterior na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A decisão marca um desdobramento importante no cenário político e evidencia a divisão entre os parlamentares na votação em plenário.Após a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o senador Carlos Portinho classificou o resultado como um “dia histórico”. Em entrevista, ele detalha a articulação da oposição, fala sobre o clima no Senado e afirma que a decisão envia um recado tanto ao governo quanto ao STF diante do cenário de tensão entre os Poderes. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Renata Pedini, editora do Broadcast, participa do Jornal Eldorado às 5ªs, às 8h20.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: https://l.btgpactual.com/morning_call_spotify
BC corta juros em 0,25 ponto percentual e leva Selic para 14,5% ao ano. E ONU afirma que Irã executou 21 pessoas desde o início da guerra.See omnystudio.com/listener for privacy information.
⏱️ Capítulos do vídeo00:00 Cortaram a Selic com a inflação subindo00:21 O cenário que ninguém está explicando01:09 Por que cortaram os juros? O diagnóstico completo02:12 A Selic de 15%: O novo normal do Brasil04:24 Renda Fixa: O semáforo do que fazer e evitar07:46 Bolsa a 200 mil pontos: barata ou armadilha?09:27 O pulo do gato: a oportunidade nas Small Caps11:38 RC Wealth e RC Club: qual é o seu caminho?
#3em1Agro - confira os destaques desta quinta-feira (30/04/26):➡️ Soja atinge máxima desde março. Vai subir mais?➡️ Copom corta Selic para 14,50% ao ano. Haverá efeito no crédito rural? ➡️ Petróleo sobe e atinge o maior valor em quatro anos➡️ Carne bovina: cota chinesa está perto do teto. Como fica o mercado do boi gordo?
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começou00:12 – As últimas notícias da guerra no Irã08:32 – O petróleo ainda tem a mesma dominância sobre a economia que na década de 80?11:42 – Por que o navio da China recuou quando os Estados Unidos barraram o Estreito de Ormuz?12:39 – Bolsas no topo histórico mesmo com riscos: estamos indo para o fim do ciclo?18:58 – Bolsas em recordes sucessivos: é hora de sair do mercado?20:17 – O que você acha das medidas de emergência que a União Europeia está preparando?23:12 – Podemos sonhar com o dólar a R$ 2,40 diante da conjuntura favorável ao Brasil?26:26 – Você acredita em gestão ativa de portfólio ou bater o índice é uma falácia?30:39 – Qual a sustentabilidade dos rendimentos pagos pela Strategy (STRC)?31:47 – Você acredita que o Bitcoin já atingiu o fundo neste ciclo?32:14 – Como o assessor de investimento ganha dinheiro sem conflito de interesse?33:18 – Qual a diferença entre bolha e pirâmide financeira?36:35 – A China se desenvolveu pelo intervencionismo e protecionismo ou pelo mercado?38:38 – O que é o BIP-361 e a proposta de invalidar endereços legados no Bitcoin?39:12 – Em qual número de P/L o Ibovespa é considerado caro ou barato?41:50 – Por quanto tempo o otimismo estrangeiro no mercado brasileiro pode durar?42:13 – O fim da escala 6x1 vai realmente resolver a precariedade do trabalho no Brasil?42:53 – Como anda a OranjeBTC e quais as novidades para os acionistas?43:43 – Como seria a situação econômica se a Selic estivesse abaixo dos 10%?44:15 – Agora quero saber quem foi Satoshi Nakamoto.44:26 – Gilmar Mendes ameaçando Senador, absurdo.44:53 – Você gosta de tênis de mesa?