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Veja também em youtube.com/@45_graus Pedro Conceição é diretor do Gabinete do Relatório de Desenvolvimento Humano na ONU, a publicação anual onde é publicado o Índice de Desenvolvimento Humano, juntamente com outros indicadores de desenvolvimento. O convidado é licenciado em Física pelo Instituto Superior Técnico e em Economia pelo Iseg e doutorado em Políticas Públicas pela Lyndon B. Johnson School of Public Affairs da Universidade do Texas em Austin, onde estudou com uma Bolsa Fulbright. _______________ Índice: De que falamos quando falamos de desenvolvimento humano? | Índice de Desenvolvimento Humano da ONU (IDH) Que países surpreendem no ranking de IDH face ao PIB? Governos levam o ranking muito a sério; às vezes demasiado. Que outros indicadores de desenvolvimento poderíamos acrescentar ao o índice? Desigualdade | Ambiente | Democracia e direitos humanos | Indicadores de saúde e educação mais precisos Paper Luís Bettencourt: Community Human Development Index Paper que usa IA e imagens de satélite para estimar IDH. Novo indicador do Banco Mundial, com métrica única de qualidade da educação Quais foram os países com melhor e pior evolução nas últimas décadas? Porque abrandou o crescimento do IDH no Mundo nos últimos anos? Os países começaram a divergir É possível aos governos “game” os indicadores de IDH, ou seja, passarem a gerir para o IDH sem gerar as melhorias de desenvolvimento subjacente?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Relatório do Banco Mundial revela que leis destinadas a garantir igualdade de oportunidades econômicas para as mulheres são, em média, aplicadas apenas em 50% da sua totalidade; apenas 4% das mulheres vivem em economias com igualdade legal quase plena.
Do hype à prática: o que realmente engaja quando o assunto é dinheiro nas redes? O mercado de influencers foi alçado a um novo patamar no primeiro semestre de 2025: as conversas sobre dinheiro nas redes cresceram, mas o público ficou mais seletivo. Foram mais de 1,18 bilhão de interações totais nas redes sociais, com queda no engajamento médio, indicando que o público está mais seletivo e em busca de conteúdo aplicável ao seu dia a dia. Parar falar sobre os achados do 9° Relatório Finfluence, recebemos Amanda Brum, CMO e gerente executiva da ANBIMA, que traz um panorama desse ecossistema: o que as pessoas desejam consumir, temas e produtos que mais tracionam e, especialmente, sobre Governança, credenciais e transparência. Confira o 9° Relatório Finfluence em https://anbi.ma/finfluence9.
A situação do ministro Dias Toffoli no Caso Master tornou-se crítica após a Polícia Federal encaminhar um relatório detalhado ao Supremo Tribunal Federal.O documento desmente a versão apresentada pelo magistrado aos seus pares, revelando que ele e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tiveram pelo menos dez encontros presenciais entre 2023 e 2024.As provas, extraídas de mensagens de WhatsApp, incluem desde jantares em Brasília até convites para festas de aniversário, evidenciando uma relação de amizade que Toffoli alegava ser inexistente.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo independente. Assine O Antagonista e Crusoé com 10% via Pix ou Google Pay https://assine.oantagonista.com.br/ Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Jornal da ONU com Monica Grayley. Esses são os destaques desta quinta-feira, 19 de fevereiro:Relatório de Missão Independente alerta para evidências de genocídio no SudãoOMS soa alerta sobre ensaio clínico de vacina na Guiné-Bissau
Relatório do observatório Copernicus, ligado à União Europeia, mostra que o Mundo teve o 5º mês de janeiro mais quente já registrado, apesar do frio nos EUA e na Europa. O Copernicus indica que o Ártico registrou os maiores aumentos dos termômetros em janeiro, em especial a Groenlândia, pertencente à Dinamarca e cobiçada por Donald Trump, presidente dos EUA. Paulo Artaxo, climatologista e professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP), falou sobre o assunto em entrevista à Rádio Eldorado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
PF entrega relatório sobre celular de Vorcaro ao STF; arquivos têm menções a Toffoli. PF cita lei sobre indícios de crimes cometidos por magistrados ao entregar ao STF relatório sobre celular de Vorcaro. 7 pontos sobre a nova pesquisa Quaest, que projeta disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro. Reforma trabalhista de Milei avança com a aprovação do Senado e segue para Câmara. Vídeo mostra agente atirando contra professora durante operação de imigração nos EUA. Decreto muda regras do vale-alimentação e do vale-refeição; entenda como ficou.
UIP revela que deputados enfrentam aumento preocupante de intimidação e assédio por parte do público; violência online surge como a forma mais comum; nas eleições brasileiras de 2022, três em cada 100 tweets recebidos por candidatas eram de natureza misógina.
Neste episódio, o economista José Paulo analisa a dualidade do cenário econômico brasileiro nesta semana. Enquanto o mercado financeiro reduziu a projeção do IPCA para 2026 para 3,97% no último Relatório Focus, os dados oficiais do IBGE trazem um alerta importante: a inflação de janeiro fechou em 0,33%, empurrando o acumulado de 12 meses para 4,44% — perigosamente próximo do teto da meta de 4,50%.
O Brasil marcou 35 pontos no Índice de Percepção da Corrupção e ocupa a 107ª posição entre 182 países, mantendo desempenho abaixo da média global.Relatório aponta infiltração do crime organizado, recorde de R$ 60 bilhões em emendas parlamentares e recomenda código de conduta para ministros do STF.Apesar de elogiar operações de fiscalização e a rejeição da “PEC da Blindagem”, o documento alerta que sem reformas estruturais o país continuará estagnado no combate à corrupção.
Ao contribuírem para a perda da biodiversidade do planeta, empresas mundo afora estão cavando a própria cova – e não fazem nada, ou muito pouco, para reverter os riscos que pesam sobre elas mesmas. Um relatório publicado nesta segunda-feira (9) apresenta as conclusões de três anos de pesquisas sobre uma relação que é, ao mesmo tempo, de dependência e de destruição. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O estudo da respeitada Plataforma Intergovernamental de Ciência e Política para Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), conhecido como “o IPCC da biodiversidade”, alerta que todos os negócios dependem da natureza. Entretanto, as atividades econômicas resultaram na redução de 40% dos estoques do capital natural a partir de 1992, aponta o texto. “O crescimento da economia global ocorreu à custa de uma imensa perda de biodiversidade, que agora representa um risco sistêmico crítico e generalizado para a economia, a estabilidade financeira e o bem-estar humano”, afirma o documento, elaborado por especialistas de 75 países, incluindo consultas a comunidades indígenas e tradicionais. O texto adverte empresas, corporações e o setor financeiro que o modo sobre o qual estruturam as suas atividades – majoritariamente predatórias – impulsiona o declínio da natureza e “nem sempre é compatível com um futuro sustentável”. “O fundamental é que os especialistas detalharam a exposição das empresas à perda de biodiversidade, como elas podem medir o seu impacto e as suas dependências, e assim entender os riscos. É a primeira vez que atingimos esse nível de detalhamento, com esta quantidade de especialistas e com a presença de 150 governos”, resumiu Matt Jones, um dos três copresidentes do trabalho, apresentado na conclusão da 12ª sessão plenária do IPBES, em Manchester (Inglaterra). “Com uma clareza inédita, o relatório ajuda as empresas a entenderem o que elas precisam fazer agora.” Dependência direta ou indireta – mas todas dependem Essa dependência pode ser óbvia, como na agricultura ou na mineração, ou nem tão clara à primeira vista, como nas tecnologias digitais. “Pode ser de uma maneira muito direta, como no caso do agronegócio, que depende diretamente dos solos, de polinização, de água etc., mas também cadeias indiretas. Uma empresa que está desenvolvendo inteligência artificial depende de recursos que estão na nuvem e necessariamente precisa de uma série de componentes primários que vêm da natureza, depende de água para resfriar os seus servidores” explicou à RFI Rafael Loyola, coordenador de um dos capítulos do relatório e diretor da Fundação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável. “Quando as empresas começarem a entender que o risco de perda de biodiversidade e de degradação da natureza é um risco material, a mentalidade começa a mudar e as empresas vão começar a internalizar esses custos.” Conforme o estudo, em 2023, os fluxos globais de financiamento público e privado com impactos negativos diretos sobre a natureza chegaram a US$ 7,3 trilhões. Desse valor, um terço foram gastos públicos em subsídios que são prejudiciais ao meio ambiente. No caso do Brasil, Loyola ressalta que os incentivos à agricultura de baixo carbono representam uma minoria do pacote total de recursos disponibilizados para o setor. “A gente está falando em cortar subsídios que geram impacto ou pelo menos reorientá-los, para que não sejam, em sua maioria, atividades impactantes. Estamos falando eventualmente de taxas e benefícios fiscais para as atividades positivas”, exemplificou. “O governo tem um papel estruturante, que é importante para o mercado.” Desconhecimento afeta a proteção A mensuração dos danos é insuficiente, contribuindo para que os danos à natureza sejam minimizados tanto em termos políticas públicas, quanto na alocação de investimentos por bancos e o setor financeiro. Menos de 1% das empresas reporta seus impactos sobre a biodiversidade, nota o estudo. “Elas vão ter que avaliar isso na cadeia de valor que têm e comparar opções entre os seus fornecedores, por exemplo. E obviamente, em um nível mais alto das empresas, olhar para a sua estratégia e ver se ela gera valor porque está alinhada à natureza, e não porque está degradando a natureza. Assim eles poderão redirecionar os seus investimentos”, complementa o especialista brasileiro. Em 2023, apenas US$ 220 bilhões foram direcionados para atividades que contribuem para a conservação e restauração da biodiversidade – ou seja, 3% do valor mobilizado em atividades prejudiciais à natureza. Muitas dos negócios que apostam na conservação de espécies não têm conseguido gerar receitas suficientes para prosperarem, indica o texto. Recomendações O estudo traz uma lista de 100 recomendações para agentes públicos, privados e da sociedade civil promoverem uma “mudança transformadora”, ressaltando que um dos problemas é a falta de informação sobre as oportunidades que o caminho da preservação representa. Medidas como aumentar a eficiência, reduzir o desperdício e as emissões de CO2 beneficiam a biodiversidade. Um maior engajamento junto às comunidades locais, detentoras de conhecimentos tradicionais sobre a natureza, também está entre as recomendações. “Com uma relação respeitosa e apropriada com povos indígenas e comunidades locais, as empresas podem tomar decisões melhores. Existem muitos conhecimentos e dados existentes e as empresas não utilizam como poderiam”, apontou Matt Jones. Para Rafael Loyola, o Brasil é um modelo de como é possível adaptar planos de negócios para torná-los sustentáveis e positivos para a natureza, com as cadeias do açaí e da castanha, na Amazônia. Falta, entretanto, dar escala a essas iniciativas. “No centro do problema, existe a necessidade de mudança de mentalidade, de se entender que a natureza é um ativo para as empresas e a sociedade, e não um problema. Só que hoje temos um conjunto de condições que fazem com que seja mais lucrativo e mais fácil desenvolver um negócio que tem impacto sobre a natureza do que um que a restaure, a recupere”, disse Loyola. “Tem um papel central do Banco Central e dos bancos de desenvolvimento de, na hora de alocar o investimento, fazer uma diligência muito bem feita e fazer um monitoramento do que está sendo reportado, para que seja possível verificar que o que está sendo dito de fato acontece.”
No Brasil, dólar enfraquecido e prêmios pressionados ainda "jogam contra" e comercialização segue desafiadora. Novos negócios são escassos.
Seja bem-vindo ao primeiro episódio do Prosa da Semana!
Relatório da WGSN mostra como sentimentos como a alegria estratégica e o otimismo cético vão guiar as decisões de compra nos próximos anosO Prof. Dr. Fernando Coelho, autor do Livro Gestão de Vendas e Experiência do cliente, e diretor do Instituto Experiência do Cliente, fala mais sobre este tema!Dá o play e confere! Leve a Palestras Gestão de Vendas e Experiência do Cliente, do Professor Fernando Coelho, para sua empesa:https://www.institutoexperienciadocliente.com/Livro Gestão de Vendas e Experiência do Cliente:https://www.amazon.com.br/Gest%C3%A3o-vendas-experi%C3%AAncia-cliente-Encante-ebook/dp/B0FJYF325Z Siga o Professor Fernando Coelho, no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/fernando-coelho-experi%C3%AAncia-do-cliente-%F0%9F%8F%B3%EF%B8%8F%E2%80%8D%F0%9F%8C%88%F0%9F%92%9B-bab71425/
Relatório da ONG internacional Human Rights Watch, divulgado nesta quarta, 4, indica que 72% da população mundial vive sob regimes autoritários e que o mundo enfrenta um “avanço autoritário” impulsionado pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump. A análise faz parte do relatório mundial de 2026 no qual a ONG analisa a situação dos direitos humanos em mais de cem países. Em entrevista ‘Jornal Eldorado’, o professor de Relações internacionais da Faap e FGV, Vinicius Rodrigues Vieira, fala sobre as causas do crescimento das autocracias, a influência do trumpismo no cenário atual e a solidez da democracia brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O relatório da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos a nível mundial, em 2025, aponta uma série de abusos em Angola e Moçambique. Sheila Nhancale, investigadora no departamento africano da Human Rights Watch, alerta que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola, com, por exemplo, abusos policiais e limitações à liberdade de reunião e de imprensa. Por outro lado, “a situação continua preocupante em Moçambique” devido à insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, feminicídios e repressão dos protestos pós-eleitorais. Foi publicado, esta quarta-feira, o relatório anual da Human Rights Watch sobre a situação dos direitos humanos em mais de 100 países e regiões, incluindo Estados africanos, americanos, asiáticos, europeus e do Médio Oriente, bem como organizações regionais como a União Africana e a União Europeia. Neste programa, olhamos apenas para Angola e Moçambique, os dois países que estuda Sheila Nhancale, investigadora na Human Rights Watch. “Os direitos humanos têm sido maioritariamente violados” em Angola No capítulo dedicado a Angola, a Human Rights Watch aponta que a polícia recorreu, em 2025, ao uso excessivo da força, em alguns casos letal, para dispersar protestos, bem como a detenções arbitrárias de manifestantes, activistas e jornalistas. Em entrevista à RFI, Sheila Nhancale confirmou que “os direitos humanos têm sido maioritariamente violados nesse país”. “Nós constatámos que as forças de segurança angolanas continuaram a não respeitar os direitos dos cidadãos, limitando o direito à liberdade de reunião e à liberdade de imprensa. Mantiveram cidadãos presos por longos períodos sem julgamentos justos, sem acusações claras e específicas. Nós reportámos e verificámos que os direitos das crianças em Angola também são um problema que deve ser abordado, para além da insegurança alimentar”, declarou a investigadora. Sheila Nhancale lembra, também, o que aconteceu em Julho de 2025, quando a polícia usou força excessiva e ilegal contra manifestantes, na sequência da greve dos taxistas e do aumento do preço dos combustíveis. “Em Julho de 2025, o Estado angolano decidiu cortar os subsídios aos combustíveis. Como consequência, teve aumentos de cerca de 300% em termos de compra de combustível em Angola, o que gerou protestos ao nível nacional, em que os taxistas decidiram fazer greves de protestos contra esta subida de preços. Aquilo que inicialmente era um protesto pacífico passou a ser marcado por violência, principalmente da polícia, contra os grevistas. Cerca de 30 pessoas foram mortas, durante esse período, a tiro maioritariamente pela polícia. Então, notamos que houve uso desnecessário e excessivo da força e também de armas contra cidadãos angolanos para limitar um direito - que é consagrado na Constituição da República de Angola e também em instrumentos internacionais - que é o direito à reunião e manifestação”, explica. Por outro lado, é referido que, em Fevereiro, a polícia deteve um correspondente da Deutsche Welle, bem como outras pessoas, incluindo dois deputados da oposição, durante uma marcha contra o assassínio de idosas na província do Kwanza Norte. Em Março, foram detidas dez mulheres durante uma manifestação contra a violência de género, em Luanda. No que toca à liberdade de imprensa, o relatório assinala que, em Setembro, um tribunal de Luanda suspendeu uma greve nos órgãos de comunicação social estatais e que, em Agosto, o Serviço de Investigação Criminal deteve dois jornalistas no âmbito de um processo relacionado com terrorismo que envolvia dois cidadãos russos, acusando-os de crimes como a partilha de “informação falsa” nas redes sociais, sem fornecer detalhes. Outro caso ocorreu em Maio quando a RTP denunciou a expulsão da sua equipa que se preparava para cobrir um evento na Presidência da República, em Luanda. A HRW aponta ainda o não cumprimento do direito a um julgamento justo, referindo que 198 pessoas condenadas em 2024 por alegada participação em protestos a favor da autonomia regional continuavam, em Setembro de 2025, detidas à espera de decisões sobre os seus recursos. Outro aspecto mencionado é o recrudescimento das tensões no enclave de Cabinda, onde confrontos entre as Forças Armadas Angolanas e a Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC), em Maio, provocaram a morte de, pelo menos, seis civis. “A situação continua preocupante em Moçambique” Em Moçambique, a ONG afirma que os direitos humanos foram, em 2025, afectados pela insegurança alimentar, intensificação de ataques terroristas e sequestro de menores em Cabo Delgado, pelos feminicídios, repressão dos protestos pós-eleitorais, sequestros e tentativas de assassínio a jornalistas e activistas sociais. No fundo, “a situação continua preocupante” em Moçambique, resume a investigadora Sheila Nhancale. “A situação continua preocupante, com conflitos armados no norte do país a serem efectuados simultaneamente em Cabo Delgado e Nampula, com mais de 100.000 pessoas deslocadas nesse período e que foram colocadas numa situação completamente desumana em centros de acolhimento, sem produtos suficientes para toda a gente que lá estava. A maioria da população que se encontrava nestes centros de deslocamento são crianças, colocando-as em uma situação também de risco de violação sexual durante o período em que estiveram ou estão nestes centros de reassentamento”, explica. Por outro lado, acrescenta a investigadora, “várias crianças continuaram a ser usadas pelos terroristas para carregarem cargas” e “algumas foram obrigadas a fazer parte dos grupos que atacam as comunidades”, considerando que “a resposta do Estado tem sido insuficiente para travar essa violência contra crianças e mulheres em contexto do conflito em Cabo Delgado”. A pesquisadora moçambicana acrescenta que se notaram “vários ataques contra defensores de direitos humanos” e exemplifica com a morte de Arlindo Chissale, lembrando que “há relatos de que as pessoas que o obrigaram a se deslocar da sua comunidade eram homens fardados com roupas militares”. Outra denúncia de peso é a da violência pós-eleitoral, acrescenta a investigadora, notando que “cerca de 400 pessoas foram mortas pela polícia durante esse período de protestos pós-eleitorais” e referindo que “vários relatórios nacionais e internacionais dão conta de que estas eleições não foram, de facto, justas e transparentes e que as pessoas saíram de suas casas para protestar contra eleições fraudulentas”. “Como resposta, a polícia reagiu com muita violência, causando a morte de cerca de 400 pessoas no país”, recorda. Também alarmante é a situação dos feminicídios em Moçambique porque, diz a investigadora, “há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”. “A situação do feminicídio é muito preocupante porque, a cada dia que passa, há relatos de mulheres encontradas mortas e não há nenhum tipo de resposta para o que aconteceu. Todos os dias, praticamente, acordamos com uma notícia de que uma mulher foi morta na zona Centro e Sul, que é onde nós mais verificamos esse tipo de casos. As mulheres morrem e nada é explicado sobre as circunstâncias da morte. Ninguém é responsabilizado por esses casos, então, isso é algo que deve mudar porque se as coisas continuarem assim, sem qualquer tipo de investigação eficaz, tende a piorar, porque há uma sensação de que não acontece nada se se matar uma mulher em Moçambique”, afirma. HRW denuncia “desfasamento entre discurso e acção da União Africana” A Human Rights Watch também considerou que, apesar do compromisso com os direitos humanos, o balanço do ano revela “um desfasamento entre discurso e acção da União Africana”. “Nós estamos numa situação em que a Comissão Africana tem estado a emitir ‘statements', mas nós precisamos de uma União Africana que seja mais eficaz em termos de acção em relação aos Estados, para que estes sejam responsabilizados pela falta de proteção dos direitos humanos da população. Então, é importante que estes organismos internacionais sejam, de facto, organismos ou instituições ou instrumentos de pressão para que os países-membros cumpram com as suas obrigações em relação aos direitos humanos”, explica Sheila Nhancale. No relatório da ONU, pode ler-se que o Conselho de Paz e Segurança e a Comissão Africana dos Direitos da União Africana enfrentaram novos testes à sua credibilidade na resposta a abusos cometidos em conflitos no Sudão (que enfrenta a crise humanitária mais grave no mundo devido à guerra civil dos últimos três anos), no leste da República Democrática do Congo e no Sahel.
O programa Pautas Femininas destaca novas leis e projetos aprovados pelo Congresso Nacional que ampliam a proteção, os direitos e as oportunidades para as mulheres brasileiras. Entre os destaques está a sanção da lei que institui a divulgação bienal do Relatório Nacional do Registro Unificado de Violência contra as Mulheres, instrumento essencial para qualificar políticas públicas de enfrentamento à violência de gênero. A edição também aborda a criação do Dia de Luto e Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, celebrado em 17 de outubro, reforçando a importância da conscientização e do combate contínuo a esse crime. Outro tema em pauta é a nova estratégia do SUS voltada ao atendimento de mulheres usuárias e dependentes de álcool, com atenção especial a gestantes e puérperas. O programa traz ainda informações sobre o Prêmio Carmen Portinho, que reconhece mulheres empreendedoras, e sobre projeto que prevê a divulgação de canais de atendimento à mulher vítima de violência no programa A Voz do Brasil.
[Episódio com vídeo]
Relatório fiscal aponta para ano sem reformas e com muito esforço para fechar as contas. Com meta de prorrogar prazo, CPMI do INSS retoma trabalho com depoimento do presidente do INSS na próxima quinta-feira (05/02).
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Ataques continuam forçando a evacuação de milhares de pessoas na Ucrânia*Aiea lista cinco razões pelas quais a transição energética precisa da energia nuclear*Confrontos e tempestades agravam crise humanitária no nordeste da Síria*Relatório aponta que IA está se tornando mais autônoma e estratégica
Países passam a encarar tecnologia como ativo estratégico, comparável aos sistemas energéticos; usos positivos reforçam acesso a educação, diagnóstico precoce de doenças e alertas de eventos climáticos extremos; preocupações incluem impactos ambientais e reformulação do mercado de trabalho.
Falo sobre Relatórios recém publicados da Rede Trans Br e da ANTRA que colocam Minas como o Estado mais violento contra pessoas trans e travestis no país. Discuto os dados e as razões.
Neste episódio, Ricardo analisa a 21ª edição do Relatório de Riscos Globais 2026, do Fórum Econômico Mundial, destacando o fim da previsibilidade e o início da chamada “era da competição”. O relatório aponta um cenário global mais turbulento, com 50% dos líderes prevendo instabilidade nos próximos dois anos, impulsionada pela confrontação geoeconômica, que ameaça cadeias globais de suprimentos. Ricardo explica que no campo econômico, o elevado endividamento global e o aumento dos gastos com defesa, transição energética e inteligência artificial tornam o capital mais caro e escasso, exigindo rigor financeiro extremo nos projetos. A desinformação intensifica a polarização social. Como resposta estratégica, o relatório propõe a “coalizão dos dispostos”: avançar com grupos realmente comprometidos, sem esperar consenso total. Escute o podcast para aprender mais!
上学的时候要写课程报告,上班了更是难免作报告、写报告。二十多年前的《清华夜话》里英明的指出,「PPT是第一生产力」——小的时候我还不懂,现在才领悟其中的无奈辛酸。类似的,最近偶尔在B站上刷到古早网络剧《报告老板》,以前也觉得是搞笑,初闻不知曲中意,再闻已是曲中人。 本期节目,我们就与大家聊聊那些,和「报告」有关的歌曲。 本期嘉宾 半袖选送的是莫西子诗的《关于彝族火把节和天地演变史的一些词语》:「这首歌名就很像一个报告的题目
NESTA EDIÇÃO. Relatório mensal da IEA mantém projeção de sobreoferta de petróleo, mas barril tem alta com tensões entre EUA e Europa. EUA precisam dobrar produção de energia para abastecer data centers e fábricas ligadas à IA, diz Trump. Ibama nega pedido de licenciamento da UTE São Paulo e encerra processo. Iconic adota corredor a biometano entre Rio e São Paulo para descarbonizar a logística rodoviária. ***Locução gerada por IA
Confira os destaques do Jornal da Manhã deste sábado (17): O Mercosul e a União Europeia assinam o acordo comercial em evento realizado no Paraguai neste sábado (17). No entanto, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, realizou a transferência do acordo do presidente Lula (PT) para o líder paraguaio Santiago Peña. Reportagem: Janaína Camelo e Eliseu Caetano. O especialista em investimentos Beny Fard avalia a atual situação do Irã, onde os protestos começam a perder força, mas a tensão segue elevada. Relatórios recentes indicam que o número de mortos durante os confrontos com as forças do regime já passa de 2,6 mil pessoas. A Alemanha iniciou o envio de soldados para a Groenlândia após as recentes ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A movimentação militar ocorre em um cenário de crescente tensão diplomática na região do Ártico. O INSS bloqueou o repasse de R$ 2 bilhões destinados ao Banco Master após identificar indícios de irregularidades. A medida atinge cerca de 254 mil contratos de empréstimo consignado sob suspeita de fraude. Reportagem: Matheus Dias. O governo de Donald Trump anunciou a criação do Conselho da Paz em Gaza para atuar no conflito do Oriente Médio. O grupo contará com o secretário de Estado Marco Rubio e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair entre os integrantes. O presidente americano espera anunciar novos nomes para compor a equipe diplomática nos próximos dias. Reportagem: Carlos Eduardo Martins. Segundo informações dos bastidores de Brasília, o Palácio do Planalto ainda enxerga o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) como ameaça eleitoral. A presença do governador na corrida pela Presidência da República ainda não foi descartada completamente. No entanto, Tarcísio também começou a manifestar apoio público ao pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL). Reportagem: Igor Damasceno. A Fifa anunciou que recebeu 500 milhões de solicitações para ingressos da Copa do Mundo 2026. O confronto entre as seleções de Portugal e da Colômbia desponta como a partida mais procurada pelos torcedores até o momento. A alta demanda reflete a expectativa global para o torneio que será realizado em 2026 na América do Norte. Reportagem: Taís Brito. O governo de São Paulo intensificou a campanha de imunização contra o sarampo e a febre amarela. As ações ocorrem em shoppings, estações de metrô e terminais rodoviários. Reportagem: Julia Fermino. Em entrevista ao Jornal da Manhã, o especialista em direito tributário Angelo Paschoini analisa as ações do Banco Master que motivaram as recentes investigações. De acordo com o especialista, já havia uma certa suspeita sobre as operações da instituição. Os Estados Unidos emitiram um aviso oficial sobre atividade militar no espaço aéreo do México. A medida ocorre após o presidente Donald Trump declarar a intenção de realizar ataques contra o narcotráfico. Reportagem: Eliseu Caetano. A União Europeia e o Brasil iniciaram negociações voltadas para a exploração de minerais críticos. O bloco europeu entra oficialmente na disputa global para atrair investimentos em insumos estratégicos. Reportagem: Janaína Camelo. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
El testimonio detalla las atroces condiciones físicas de las celdas en el Rodeo I, las cuales miden apenas 2 por 4 metros. Relató que el espacio para las necesidades fisiológicas es una letrina que permanece contaminada con bacterias las 24 horas del día, generando un olor tan fétido que provocaba vómitos constantes e impedía comer.See omnystudio.com/listener for privacy information.
*) Este episódio do Podcast 15 Minutos discute um relatório detalhado da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre o estado da liberdade de expressão no Brasil.
Veja também em youtube.com/@45_graus Catarina Santos Botelho é Professora na Faculdade de Direito do Porto da Universidade Católica, onde é titular da Cátedra de Direito Constitucional. É investigadora no Católica Research Centre for the Future of Law. É Diretora Executiva de programas de mestrado e Diretora Científica do Mestrado em Constitucionalismo, Democracia e Direitos Humanos. Integra o Conselho de Administração da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA) e é membro eleita da Comissão Editorial do Relatório Anual (AREDIT) da FRA. _______________ Índice: (0:00) Introdução (2:20) Relação entre PR e PM (10:34) Diferentes presidentes, diferentes interpretações sobre os poderes (16:52) Um presidente pode mesmo ser “suprapartidário”? | Ideias: mandato único de 6 ou 7 anos; moção construtiva (25:46) A Constituição pressupõe que o PR cumpre as regras… mas e se ele decidir testar os limites? | veto de gaveta (33:35) Papel do Tribunal Constitucional (39:17) A Constituição permite “governos de iniciativa presidencial”?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Catarina Santos Botelho é Professora na Faculdade de Direito do Porto da Universidade Católica, onde é titular da Cátedra de Direito Constitucional. É investigadora no Católica Research Centre for the Future of Law. É Diretora Executiva de programas de mestrado e Diretora Científica do Mestrado em Constitucionalismo, Democracia e Direitos Humanos. Integra o Conselho de Administração da Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA) e é membro eleita da Comissão Editorial do Relatório Anual (AREDIT) da FRA. _______________ Índice: (0:00) Introdução (3:59) O Semi-Presidencialismo à portuguesa | Maurice Duverger (11:44) Revisão constitucional de 1982 | Livro de Vital Moreira: Que Presidente da República para Portugal? (26:34) Principais poderes do Presidente: dissolução da AR, demissão do governo, veto político e veto “jurídico” (enviar leis para fiscalização preventiva e sucessiva pelo T. Constitucional) (43:27) As 10 dissoluções da AR desde 1976 e as mais controversas (2004, 2024).See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Confira o Fechamento de Mercado desta segunda- feira (12)
La entrevista a la Dra. María Arqué se desarrolló en un ambiente profesional, cercano y profundamente humano, reflejando su compromiso con la medicina reproductiva desde una perspectiva integradora y centrada en las personas. Como ginecóloga especialista en Medicina Reproductiva y Doctora en Medicina Reproductiva con más de 10 años de experiencia internacional, María Arqué abordó la conversación con claridad y empatía, compartiendo tanto su trayectoria como su enfoque clínico y vital. Se profundizó en su vocación medica, motivada por la búsqueda de respuestas y su deseo de ayudar a personas y parejas que desean tener hijos pero se enfrentan a dificultades para conseguirlo. Relató cómo su tesis doctoral se centró en el impacto del estilo de vida y la dieta en la fertilidad y en los resultados de los tratamientos de reproducción asistida, un tema que sigue siendo fundamental en su práctica clínica actual.Durante la entrevista, María destacó su enfoque distintivo: una evaluación integral del paciente que no solo considera los aspectos médicos tradicionales, sino también factores como nutrición, suplementación y hábitos de vida, con el fin de diseñar planes de acción personalizados y holísticos capaces de maximizar las probabilidades de éxito tanto en concepción natural como en tratamientos asistidos. También habló de su postura como profesional en constante evolución: una persona curiosa, entusiasta y comprometida con el aprendizaje continuo, que asiste a congresos, realiza formaciones especializadas y mantiene una actualización permanente para ofrecer tratamientos basados en los avances más recientes. A lo largo de la entrevista, María Arqué mostró una visión empática y centrada en la experiencia de las personas, enfatizando la importancia de un trato cálido y de confianza con quienes la consultan. Su narrativa no solo exploró aspectos clínicos, sino también la dimensión emocional del camino hacia la maternidad y la paternidad, resaltando la necesidad de acompañamiento en todo el proceso —desde la planificación hasta la realización del sueño de ser padres— con sensibilidad, respeto y dedicación.El resultado fue una entrevista rica en detalles profesionales y personales, que ofreció al público una comprensión más profunda de su labor como especialista en fertilidad y de la filosofía detrás de su trabajo diario.Conviértete en un seguidor de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/comiendo-con-maria-nutricion--2497272/support.
Assista a essa produção urgente e reveladora sobre uma ameaça à democracia nunca antes mostrada, e provada, desta forma. Com Documentos. E-mails internos. Relatórios secretos. Pela primeira vez, a engrenagem será exposta. Você não vai apenas entender como a base da democracia americana está sendo abalada, mas como esse movimento impacta o mundo inteiro, inclusive o Brasil. Porque se a liberdade cair nos Estados Unidos…ela cai no mundo inteiro. __________ Precisa de ajuda para assinar? Fale com nossa equipe comercial: https://sitebp.la/yt-equipe-de-vendas Já é assinante e gostaria de fazer o upgrade? Aperte aqui: https://sitebp.la/yt-equipe-upgrade
Enio Augusto e Marcos Buosi trazem as notícias do mundo da corrida com os comentários, informações, opiniões e análises mais pertinentes, peculiares e inesperadas no Redação PFC. Escute, informe-se e divirta-se.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!
A terceira edição da nossa retrospectiva chegou! Escolhemos os eventos do ano que, na nossa humilde opinião, marcarão a história do Brasil e do mundo. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre os eventos que vão para os livros de história de 2025.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresConheça meu outro canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/@canalhistoriaecinemaOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:DEUTSCHE WELLE (DW). O mês em imagens: janeiro–dezembro de 2025. Bonn: DW, 2025. Disponível em: https://www.dw.com. Acesso em: 2025.THE GUARDIAN. International, climate and conflict coverage – 2025. Londres: Guardian News & Media, 2025. Disponível em: https://www.theguardian.com. Acesso em: 2025.BBC NEWS. World News and Global Analysis – 2025. Londres: BBC, 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/news. Acesso em: 2025.THE NEW YORK TIMES. International News and Analysis – 2025. Nova York: The New York Times Company, 2025. Disponível em: https://www.nytimes.com. Acesso em: 2025.ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Relatórios e comunicados oficiais – 2025. Nova York: ONU, 2025. Disponível em: https://www.un.org. Acesso em: 2025.ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). World Health Updates and Global Reports – 2025. Genebra: OMS, 2025. Disponível em: https://www.who.int. Acesso em: 2025.PAINEL INTERGOVERNAMENTAL SOBRE MUDANÇAS CLIMÁTICAS (IPCC). Climate Change Reports and Updates – 2025. Genebra: IPCC, 2025. Disponível em: https://www.ipcc.ch. Acesso em: 2025.BANCO MUNDIAL. Global Economic Prospects 2025. Washington, DC: World Bank, 2025. Disponível em: https://www.worldbank.org. Acesso em: 2025.
Dados alarmantes incluem crescimento de 63% da autocensura entre jornalistas e diminuição de 37% na liberdade acadêmica e artística; Unesco alerta para impunidade em assassinatos de profissionais da imprensa; tendências positivas abrangem ampliação do acesso a redes sociais e fortalecimento do jornalismo investigativo.
Jornal da ONU, com Felipe de Carvalho:*Guiné-Bissau solta 6 membros da oposição de detenção arbitrária pós-eleição*Relatório aponta queda histórica da liberdade de expressão no mundo*Álcool ligado a uma em cada 3 mortes por lesões e violência na Europa*Agência da ONU vê resiliência e ação em ano marcado por crises globais
Send us a textEpisode 202: Don't Wait Until They're Gone: Seeing the Sacred in the People Right in Front of YouWe save our kindest words for funerals. We use the good dishes for guests. We wait until life feels “special enough” to start really living. But what if every moment and every person were already sacred?In this final episode of 2025, I share a deeply personal reflection on losing a close family member and what that experience taught me about honoring the people in our lives while they are still here. From the quiet halls of a hospital to the untouched purse on my shelf, I explore the everyday ways we delay love, gratitude, and appreciation.This episode will challenge you to stop waiting. Stop waiting for people to change. Stop waiting for relationships to improve. Stop waiting for a better time. And start seeing the beauty in the ordinary. Because this is the moment. This is your life. And it's worth living and loving right now.You'll hear about:The sacredness of ordinary moments in family relationshipsHow grief wakes us up to what we've overlookedWhy we hold back appreciation and how that blocks connectionA story about a beautiful purse and how it became a metaphor for lifeThought reversals that will shift how you see your adult childrenThe power of reflecting on 2025 with grace, gratitude, and growthTwo powerful quotes from Albert Einstein and Thomas Merton that tie it all togetherThis episode is especially for you if:You feel like you're walking on eggshells around your adult childYou've been holding back love, waiting for your child to changeYou want to reconnect with an estranged or emotionally distant adult childYou're ready to stop waiting and start appreciating your family even if it's messyDownload the Free Guide: “The 3-Step Solution to Keeping Your Cool Around Family Holiday Drama” Holidays can stir up old patterns and emotions—this guide will help you stay grounded and respond with grace.Grab your copy here: DOWNLOAD THE GUIDE Ready to learn how to manage your emotional reactions? Calm Core is your guide:Being able to manage your emotional reactions to others is a vital step in repairing family relationshipsCLICK HERE TO SEE CALM CORE Tina Gosney is the Family Conflict Coach. She works with parents who have families in conflict to help them become the grounded, confident leaders their family needs. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Connect with us: Instagram:https://www.instagram.com/tinagosneycoaching/ Facebook: https://www.facebook.com/tinagosneycoaching ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Tina is certified in family relationships and a trauma informed coach. Visit tinagosney.com for more information on coaching services.
Entre 11 e 13 de abril, pelo menos 1 mil civis foram mortos pelos combatentes do RSF; publicação revela detalhes de violência sexual, tortura e bloqueio a suprimentos essenciais; chefe de Direitos Humanos da ONU apela ao impedimento da prática destes crimes e à responsabilização.