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O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Começando mais um Ulrich Responde 00:08 – Atualizações Caso Master e Dias Toffoli 04:55 – A liquidez global e o ciclo econômico atual são sustentáveis até o fim do ano? 08:25 – Ativos dolarizados protegem contra a perda de poder de compra da moeda? 11:12 – Existe juro real positivo no Brasil ao descontar a expansão da base monetária? 15:19 – As regras de Basileia III no Brasil e a alocação de Bitcoin por bancos 18:12 – IPOs de empresas como SpaceX e OpenAI poderiam marcar o topo do mercado? 20:59 – O Clarity Act e a proibição de rendimentos em stablecoins nos EUA 21:59 – A China e a suposta descoberta de princípios para a formação de ouro artificial 23:50 – Por que o alarmismo e a demonização do Bitcoin aumentam durante as quedas? 26:04 – A "espiral da morte": o orçamento de segurança do Bitcoin está fadado a encolher? 30:43 – Faz sentido comparar o gráfico histórico do Bitcoin com a mania das tulipas? 33:24 – Como o Bitcoin se comporta em um cenário de dólar fraco e expansão de M2? 34:59 – Por que bancos chineses estão reduzindo a exposição aos títulos do Tesouro dos EUA? 36:46 – Você investe em ações brasileiras? ETF ou Stock pick?37:07 – O governo pretende taxar stablecoins e criptoativos com IOF? 38:06 – Warren Buffett está fazendo "market timing" ao acumular recorde de caixa? 39:32 – Previsão para a Selic no fim de 2026 e o cenário de caos no governo 40:39 – Qual o momento de sair da bolsa brasileira?41:25 – Como a China segura o câmbio contra o dólar, mas desvaloriza contra o ouro? 42:56 – A OranjeBTC (OBTC3) pode criar mecanismos de rendimento para o acionista? 43:45 – Inteligência Artificial: a nova internet ou uma evolução com limitações? 44:56 – Teremos mais dias tenebrosos no escândalo do Banco Master? 45:32 – Stablecoins são uma inovação real ou apenas hype com dias contados? 46:00 – Existe solução jurídica para o Brasil diante de tanta corrupção? 46:07 – Por que pessoas de esquerda tendem a odiar ou desconfiar do "mercado"? 47:28 – Cursos sobre ciclos de mercado e economia real 47:47 – Recomendações de canais e autores estrangeiros de macroeconomia 48:32 – A reforma trabalhista da Argentina50:16 – Como não se desanimar com a impunidade e os escândalos da República?
16 DE FEVEREIRO DE 2026 - SEGUNDARef.: Jeremias 5.22-31, Hebreus 11.15-19, Gênesis 22.12, Gênesis 49.22-26
Culto da Família acontece no segundo domingo do mês às 09 e 18h. Igreja Batista do Amor - Uberlândia/MG ----------------------------------------------------------------- //Contato: 99867-7775 (WhatsApp) 34 3087-4810 //LinkTree (principais informações consolidadas): https://linktr.ee/batistadoamor //Ficha de visitantes Você que nos visita, pedimos que preencha a ficha no link abaixo para que possamos entrar em contato contigo e te enviar um presente https://forms.gle/XgASw5gpKp4FPWCj9 //Ficha de decisão Você que aceitou o Senhor Jesus como Senhor e Salvador ou se reconciliou com Cristo, pedimos que preencha a ficha no link abaixo para que possamos entrar em contato contigo e te enviar um presente https://forms.gle/aXiMSJdps2V9qdHo6 //Contas para depósitos CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (104): Agência 3152 op 003 Conta Corrente 886-9 BANCO BRASIL (001): AG 4165-3 Conta Corrente 26415-6 CNPJ 11.482.378.0001/95 (PIX) //Inscreva-se no canal: https://www.youtube.com/user/IgrejaBatistaAmor // Site https://batistadoamor.com
Neste podcast: Clóvis de Barros comenta como o texto bíblico revela o valor do Reino de Deus e a disposição de renunciar a tudo para alcançá-lo.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira (10/02/2026): O dólar fechou o dia ontem com queda de 0,62%, cotado a R$ 5,18, menor valor desde 28 de maio de 2024. Uma ordem do governo chinês para que os bancos do país comprem menos títulos da dívida americana derrubou a moeda. A orientação não se aplicaria às participações estatais chinesas em títulos do Tesouro dos EUA. O movimento reflete a preocupação de que participações substanciais na dívida pública americana possam expor bancos a oscilações bruscas. Beneficiada pelo fluxo de recursos externos, a Bolsa brasileira fechou aos 186.241 pontos, alta de 1,80% e 10.º recorde em menos de um mês. O bom desempenho foi puxado pela Vale e por bancos. E mais: Política: Câmara envia à Comissão de Constituição e Justiça proposta para acabar com a escala de trabalho seis por um Economia: Argentina abre economia, a inflação cai e o PIB sobe, mas a indústria paga caro Internacional: Chavismo prende opositor ligado a María Corina 12 horas após libertá-lo Metrópole: Prefeitura contrariou o próprio regulamento ao liberar bloco que registrou superlotação Esportes: Chegou a hora de o Brasil cair no gelo nos Jogos de Inverno Cultura: Jorge Aragão, Alcione e Zeca Pagodinho anunciam turnê juntosSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A China reduziu investimento no Tesouro dos Estados Unidos e derrubou o dólar nos mercados globais. No Brasil, a moeda americana atingiu o menor valor em 21 meses. Sem petróleo da Venezuela, a economia de Cuba entrou em colapso. A Anvisa emitiu um alerta contra o uso de canetas emagrecedoras sem acompanhamento médico. Quatro pessoas foram internadas depois de passar mal na mesma piscina em que uma professora morreu em São Paulo. Um piloto foi preso dentro do avião no aeroporto de Congonhas. O Conselho Nacional de Justiça recebeu nova denúncia de importunação sexual contra o ministro do STJ Marco Buzzi; ele está em licença médica e negou as acusações. O escândalo Jeffrey Epstein ameaça o alto escalão do governo britânico. Bad Bunny exaltou a América Latina e fez história no Super Bowl. Ele ganhou apoio de artistas no palco e fora dele, enquanto Donald Trump chamou a apresentação de “afronta à grandeza dos Estados Unidos”.
[Patrocinado] Com mais de 70 anos de história, a JBS garante qualidade à mesa e alimenta um futuro melhor. Saiba mais em: https://www.jbs.com.br/Os esforços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para interromper o envio de combustível de outros países para Cuba estão começando a afetar negócios do setor de turismo, que é crucial a economia para o país.
Reguladores chineses aconselharem bancos a limitar exposição a títulos do Tesouro dos EUA, citando risco de concentração e volatilidade.
Reguladores chineses aconselharem bancos a limitar exposição a títulos do Tesouro dos EUA, citando risco de concentração e volatilidade.
Culto realizado domingo, 08 de fevereiro de 2026. Acompanhe as minhas redes:
00:00 CDB é seguro? A falsa tranquilidade00:42 Erro #1 – Indexador errado (Pré, Pós e IPCA+)03:05 Erro #2 – Banco emissor (o risco que ninguém olha)04:08 Carteira D-H (Classificação de Risco de Crédito)05:10 Índice Basileia (Mínimo de 10,5%)06:05 Lucratividade do Banco07:51 Erro #3 – FGC não é colete à prova de bala09:56 Erro #4 – Prazo longo demais (dinheiro preso no CDB)11:52 Erro #5 – Taxa injusta (risco privado x Tesouro)13:23 Conclusão: Como pensar como investidor de verdade 13:53 RC Club e RC Wealth: próximos passos
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr02/02 - DIRR +5%, CXSE +3%. RAIZ -10% e BRAVA -4Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado, comigo Flávio Conde e Ricardo Afonso, hoje é 2a. feira, 2 de fevereiro, com mercados brasileiro e internacional subindo levemente depois das fortes quedas de sexta-feira com a indicação do Kevin Harsh para o Fed e prata despencando -27% (hoje sobe 2%). Agora, 17h18, o Ibovespa à vista está a 182,1 mil pontos, +0,40%, depois de ter caído de 186,450 mil pontos, na quinta-feira, para 181,3 mil no fechamento da sexta. Hoje, até voltou a bater 182,9 mil, às 11h, mas não aguentou, recuou e fechou nos 182,1. Após acumular baixa de 4,4% em janeiro, o dólar fechou a segunda-feira próximo da estabilidade no Brasil, mas novamente acima dos R$5,25, com alguns investidores realizando os lucros recentes, enquanto no exterior a moeda norte-americana teve perdas firmes ante pares do real como o peso chileno e o peso mexicano, mas subiu +0,71% frente moeda fortes do DXY. Os juros da Treasury americana subiram bem de 4,255% para 4,28% a.a., no maior nível desde setembro de 2025, depois que O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) reportou uma atividade industrial de 52,6 em janeiro, superando em muito os 48,4 esperados pelos economistas. Isso representou a primeira expansão clara (acima de 50) após 26 meses consecutivos de contração, sinalizando que a economia está crescendo mais rápido do que o previsto. Investidores entenderam que a economia americana pode estar mais aquecida que o esperado e que o Fed pode demorar mais para cortar os juros novamente. Já os juros dos títulos Tesouro direto subiram com o Tesouro Prefixado 2037 a 13,60% x 13,52% a.a., sexta, e o IPCA+ 2035 a 7,45% x 7,41% a.a.. Assista no vídeo as análises do Conde e Ricardo.
Confira na edição do Jornal da Record desta quinta-feira (29): Toffoli diz que caso Master pode voltar à primeira instância depois das investigações. Contas do Tesouro fecham o ano com rombo de mais de R$ 61 bilhões. Brasil cria mais de 1,2 milhão de empregos com carteira assinada em 2025. Donald Trump anuncia reabertura do espaço aéreo da Venezuela. Cientistas revelam descoberta de planeta do tamanho da Terra. Brasileirão começa com muitos gols, derrota do atual campeão e polêmica de arbitragem. Lucas Paquetá desembarca no Rio de Janeiro com festa da torcida do Flamengo.
O que o esporte e o mercado financeiro têm em comum?Está no ar mais um episódio do Mapa do Tesouro.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Ative seu cupom Flavio Conde pra a consultoria personalizada https://lvnt.app/61t6dr26/01 - WEG +3,4%, COPASA +2,7% e VALE -2,5%Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado, comigo Flávio Conde e Ricardo Afonso, hoje é 2a. feira, dia 26 de janeiro, e estamos de volta com mercado a 178,7 mil pontos.Após abrir em alta, o Ibovespa hoje perdeu força e passou a cair no início da tarde desta segunda-feira (26). Às 17h40, o índice cedia 0,14%, aos 178.608 pontos. O mercado aguarda a Super Quarta, com as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e do Comitê de Política Monetária (Copom), além do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). Hoje, o que repercutiu da agenda foi a divulgação do Boletim Focus.O Ibovespa acentuou o ritmo de queda e renovou mínimas, após quatros recordes seguidos e diante do ambiente parcimonioso no exterior. Por ora, segundo Igor Monteiro, CEO da EqSeed, a semana promete ser de realização de lucros no principal indicador da B3. “Considero pouco provável uma euforia semelhante à da semana passada”, diz. “A não ser que o quadro geopolítico [piore], o que atrairia mais dinheiro para o Brasil”, completa.No pregão de sexta-feira, o Ibovespa bateu novo recorde, aos 180 mil pontos, e teve a maior alta semanal desde 2020. O dólar, por sua vez, fechou perto da estabilidade, a R$ 5,28. Já nesta segunda-feira, a moeda americana recua 0,26%, a R$ 5,273 na venda.Os juros do Tesouro direto ficaram estáveis com o Tesouro Prefixado 2025 a 13,61% e o IPCA+ 2029 A 7,83%. Nos EUA, a Treasury de 10 anos recuou quase nada para 4,22% de 4,23%. Nesta semana, estão no radar a decisão de juros nos Estados Unidos e a divulgação de balanços de empresas americanas, como Microsoft, Meta, Amazon, Apple e Tesla.A agenda doméstica também é relevante. Hoje, foram divulgados dados do setor externo piores do que o esperado. Amanhã, será divulgado o IPCA-15 de janeiro. No dia seguinte, espera-se que o Copom mantenha a taxa Selic em 15% ao ano.
Thiago Salomão recebe Mansueto Almeida (economista-chefe do BTG Pactual) e Samuel Pessôa (pesquisador macro do BTG Pactual) para encarar a pergunta que ninguém quer responder em ano eleitoral: por que o Brasil convive com juros tão altos e um fiscal tão frágil?No papo, eles conectam a Selic alta, o juro longo do Tesouro, a dívida pública crescendo, e o peso do déficit nominal no preço do dinheiro. Mansueto mostra como o Brasil sai de um cenário de dívida perto de 50% do PIB para uma trajetória bem mais pesada, e explica por que a conta não fecha com despesa obrigatória dominando o orçamento.Samuel vai no ponto mais “careta” e mais incômodo: o juro sobe porque a economia roda com excesso de demanda sobre oferta, com produtividade fraca e regras que empurram gasto e consumo para cima. Eles debatem salário mínimo, indexações, arcabouço fiscal, o que pode acontecer em 2026 e por que o verdadeiro teste chega em 2027 (com o plano fiscal do próximo governo).No final, o episódio também passeia por temas globais que mexem com Brasil: Estados Unidos, dólar, tarifas, institucionalidade e IA, além de um olhar mais longo sobre produtividade, educação, demografia e crescimento.Você acha que o Brasil consegue encarar o ajuste fiscal em 2027 — ou vai empurrar com a barriga e pagar com juros ainda mais altos?
Ao escalar a crise em torno da Groenlândia, Donald Trump volta a aplicar seu método favorito: o caos. Desta vez, porém, o alvo são aliados históricos dos Estados Unidos. A reação europeia revela tanto o custo de anos de dependência estratégica quanto o início tardio de um despertar. Thomás Zicman de Barros, analista político Donald Trump tem método. Um método que vale tanto para a política interna quanto para a política externa. As duas coisas, aliás, se comunicam o tempo todo. O método de Trump é o caos. Um caos calculado. Ele rompe deliberadamente com regras de conduta, choca, provoca e abre múltiplas frentes simultaneamente para deixar seus adversários atordoados, reativos, sempre um passo atrás. Na última semana, esse método voltou a se manifestar de forma clara, agora contra aliados históricos dos Estados Unidos: a Europa. O objeto da disputa é a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca que Trump afirma querer controlar, seja por meio da compra, seja, se necessário, pela força. Não é preciso dizer que os habitantes da Groenlândia não querem se tornar súditos dos Estados Unidos. Para além de um evidente fetiche expansionista, o interesse de Trump é estratégico. A Groenlândia tende a se tornar uma região-chave num mundo em aquecimento, num Ártico que em breve será navegável sem quebra-gelos e cada vez mais central nas disputas geopolíticas do século XXI. A escalada em torno da Groenlândia parece ter finalmente acordado os europeus. Eles começaram a sentir na própria pele as consequências da nova Estratégia de Segurança Nacional de Trump, já mencionada nesta coluna no final de 2025. A situação não deixa de ser curiosa. Duas semanas atrás, eu comentava aqui sobre como as chancelarias europeias haviam avalizado o bombardeio da Venezuela e o rapto de Nicolás Maduro. Macron, Starmer e outros líderes relativizavam a violação do direito internacional diante de um regime do qual desgostavam. O problema é que, quando Trump percebe que pode avançar impunemente, ele avança mais. Reclamar agora de “neocolonialismo” e “imperialismo”, como fez Macron, soa como uma indignação tardia. A dependência como armadilha histórica Se a América Latina continua sendo tratada como quintal, à Europa Trump reserva algo talvez ainda pior: o desprezo. Na sua visão, trata-se de um continente decadente, dependente dos Estados Unidos no quadro da OTAN, incapaz de se defender sozinho e, portanto, destinado a ser deixado à própria sorte. Até aqui, Trump parece ter tido razão sobre a Europa. Apesar de reunir países ricos, potências militares e até nucleares, com França e Reino Unido ocupando assentos permanentes no Conselho de Segurança da ONU, o continente parece à deriva. Falta liderança, falta coordenação. Nesse vazio, Trump circula com facilidade. Foi assim quando impôs tarifas no meio de 2025, diante das quais a Europa, em grande medida, se curvou. Ursula von der Leyen preferiu acariciar o ego do presidente americano a confrontá-lo. Tudo em nome de uma estabilidade que nunca veio. Ainda assim, alguns sinais indicam que os europeus começam a ensaiar uma saída desse relacionamento abusivo, uma tentativa de se libertar da dependência, para não dizer da vassalagem, em relação aos Estados Unidos. Diante das afirmações de Trump de que os EUA “precisam” da Groenlândia por razões de “segurança nacional”, países europeus enviaram forças militares à ilha na operação Arctic Endurance, com o objetivo de reforçar a soberania dinamarquesa e dissuadir qualquer ação direta americana. O envio de tropas é um gesto importante, mas insuficiente. A resposta europeia precisa ir além. É urgente estabelecer regras claras para aquisições militares, rompendo com compras historicamente favoráveis à indústria americana e fortalecendo uma base industrial e estratégica própria. Hoje, vários países europeus dependem do apoio logístico dos Estados Unidos até mesmo para operar seus próprios equipamentos militares, justamente porque esses sistemas são produzidos por empresas americanas. Reino Unido e França também precisam repensar suas estratégias de dissuasão nuclear – sobretudo os britânicos, que não dispõem de plena autonomia para operar suas próprias ogivas. Para que a Europa ganhe autonomia estratégica real, será necessário avançar, finalmente, para um acordo entre Ucrânia e Rússia, normalizando a questão fronteiriça a leste. Tal passo certamente encontrará resistências em Bruxelas, mas constitui uma condição preliminar para qualquer projeto de segurança europeia fora da tutela americana. De toda forma, se Washington está implodindo a OTAN por dentro ao ameaçar parceiros históricos, não faz sentido tentar convencê-lo do contrário por meio de novas concessões. Isso apenas reforça a posição de Trump. A batalha econômica que se aproxima Além da dimensão militar, há ainda uma frente raramente mencionada, mas decisiva: a financeira. Uma frente na qual Trump gosta de ameaçar, até agora sem réplica. No último sábado, diante do envio de tropas europeias à Groenlândia, Trump anunciou tarifas contra países europeus que mantêm presença militar no território ou se opõem à sua aquisição. Dinamarca, Reino Unido, França, Alemanha, Noruega, Holanda, Suécia e Finlândia estariam sujeitos a tarifas de 10 por cento já em fevereiro, chegando a 25 por cento em junho, caso não haja um acordo para a venda da Groenlândia aos Estados Unidos. Se os Estados Unidos apelam para ameaças comerciais e financeiras, a Europa deve responder com a mesma moeda. Ou melhor, com moedas mais sofisticadas. No último domingo, Macron e outros líderes europeus afirmaram que retaliarão caso novas tarifas sejam impostas. Mas o continente pode ir além. Por meio do Banco Central Europeu e de autoridades regulatórias, a Europa dispõe de mecanismos capazes de impor custos reais aos Estados Unidos. A venda estratégica de títulos do Tesouro americano e exigências prudenciais mais duras sobre papéis de longo prazo afetariam os juros e o dólar, sinalizando que o jogo mudou. Ceder diante de um bully é sempre o pior dos caminhos. A alternativa é manter-se firme e diversificar alianças. Alguns passos nessa direção já foram dados. A assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia após 25 anos de impasses, por exemplo, foi claramente impulsionada pela crescente desconfiança europeia quanto à previsibilidade do comércio com os Estados Unidos. Alguns líderes parecem ter entendido a gravidade do momento. Resta saber até que ponto estão dispostos a levar essa compreensão às últimas consequências, construindo uma estratégia europeia própria, ancorada em princípios, em instrumentos financeiros e militares independentes, e numa liderança que não tema isolar os Estados Unidos quando forem os próprios Estados Unidos a se isolar de seus parceiros históricos.
#3em1Agro - confira os destaques desta sexta-feira (16/01/26):➡️ Dólar a R$ 6 ou a R$ 4? O que projetam bancos e consultorias para 2026!➡️ Ovos: o que fez o preço subir 60% em uma semana?➡️ Milei fecha 2º ano com contas no positivo. No Brasil, Tesouro projeta rombo até 2027. Qual a diferença para o agro dos dois países?
A edição deste ano do Fórum Econômico Mundial é decisiva para o futuro do evento, que reúne há 55 anos algumas das maiores empresas e líderes mundiais na pequena cidade suíça de Davos. Não apenas a instituição enfrenta uma crise interna, como o multilateralismo vive o momento de maior instabilidade desde a Segunda Guerra Mundial. O encontro começa na próxima segunda-feira (19), com foco no diálogo “em um mundo cada vez mais contestado”. Durante cinco dias, empresários, chefes de Estado e de Governo, além da sociedade civil, debaterão temas como novas fontes de crescimento econômico, o aumento da cooperação e a “busca da prosperidade respeitando os limites do planeta” – um contorcionismo de linguagem para não ferir os melindres do convidado mais aguardado este ano, Donald Trump. A última vez que o presidente dos Estados Unidos se deslocou para o evento foi em 2020, no último ano de seu primeiro mandato. Em 2025, de volta ao poder, ele fez um discurso por teleconferência, no qual prometeu o “maior corte de impostos da história dos EUA”, anunciou o fim do Green New Deal implementado por seu antecessor, Joe Biden, e sinalizou o início da guerra comercial que encamparia com o resto do mundo. Desta vez, a presença de Trump em Davos, acompanhado de nomes como o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, o secretário de Estado, Marco Rubio, e os enviados de Washington para as guerras na Ucrânia, sugerem que o presidente aposta alto no fórum de 2026. “Ele vai lá para falar verdades, que é o que ele sabe fazer. E isso é bom, porque o fórum se tornou um grande berço da hipocrisia internacional”, afirma Alberto Pfeifer, coordenador do grupo de Análise de Estratégia Internacional da USP. “Ele deve repetir que este modelo de mundo, que fez sentido em um determinado momento da história, acabou e não é mais o que organiza o mundo”, complementa. Ao mesmo tempo, o presidente americano estará entre seus pares empresários e não deve desperdiçar a oportunidade de fazer negócios. “Ele sabe que são esses caras que movem o mundo, porque ele é um deles. Ele poderá restabelecer uma coalizão com os grandes empresários europeus e de outros países, que vão afluir lá, dizendo que ‘os Estados Unidos são o melhor país do mundo para investir, venham para os Estados Unidos'”, diz Pfeifer. Investigação e saída do fundador O encontro, que sempre foi uma ocasião para reunir a elite econômica do planeta, está cada vez mais marcado pela influência americana. Em agosto, Larry Fink, CEO da líder mundial de gestão de ativos BlackRock, assumiu a copresidência do fórum, ao lado do vice-presidente do laboratório suíço Roche. Os dois substituíram o fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que deixou a presidência em meio a uma investigação interna sobre a governança da instituição, incluindo uso indevido de recursos. Schwab foi absolvido das suspeitas de “irregularidades materiais”, mas não retomou o posto. O escândalo ocorre em um momento em que o evento já vinha perdendo eficácia como instrumento de regulação internacional, na avaliação do professor da USP. “O fórum cumpriu um papel relevante e de projeção em particular nos anos 1990 e 2000, quando ele poderia ser considerado uma ONU alternativa, paralela. Ele juntava o que a governança multilateral não conseguia e, assim, desenvolvia agendas comuns para toda a humanidade. Ele fez sentido naquele período, mas hoje não faz mais tanto”, explica. “Hoje, essa agenda perdeu tração e esse espaço de interlocução perdeu relevância, assim como o que acontece na ONU e na OMC, para definir os rumos dos investimentos privados e das políticas externas dos países.” Presença brasileira esvaziada Até o momento, o Brasil não informou sobre a presença de autoridades em Davos. Em 2025, o ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira, representou o governo. O presidente Lula participou de todas as edições durante os seus primeiros dois mandatos, à exceção de 2009. Mas, desde que voltou ao poder, não retornou à cidade suíça. “Pela presença do Trump, seria importante o Brasil estar lá, por ser um espaço em que há certa informalidade, em que você pode ter conversas de corredor e de bastidores. Tendo a alta cúpula do governo americano lá, seria interessante ter algum representante do alto escalão do governo brasileiro”, observa Pfeifer. Pelo segundo ano consecutivo, um espaço de conferências e reuniões focadas no país será montado na Promenade, a principal avenida da cidade, que dá acesso ao evento oficial. A Brazil House é uma iniciativa de um grupo de grandes empresas – Gerdau, Vale, BTG Pactual, Randoncorp e BE8 – e dará ênfase à sustentabilidade.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (07/01/2026): O Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuou em uma alegação duvidosa sobre o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que o governo Trump promoveu no ano passado ao preparar o terreno para removê-lo do poder: acusá-lo de liderar um cartel de drogas chamado Cartel de los Soles. Isso remonta a uma acusação do grande júri de 2020 contra o líder chavista, redigida pelo próprio Departamento de Justiça. Em julho de 2025, copiando a linguagem da acusação, o Departamento do Tesouro designou o Cartel de los Soles como uma organização terrorista. E mais: Política: PF diz que vai apurar se filho de Lula foi ‘sócio oculto’ do Careca do INSS em negócios no governo Economia: BC é alvo de ataques coordenados nas redes sociais por atuação no caso Master, aponta levantamento Internacional: Porta-voz da UE diz que acordo com Mercosul pode sair ‘em breve’ Metrópole: Praias apertam regras de cobrança por cadeiras após agressão a turistasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuou de uma acusação sobre o ditador Nicolás Maduro que o governo de Donald Trump usou ao preparar o terreno para removê-lo do poder na Venezuela: a acusação de que ele liderava o cartel de drogas chamado Cartel de los Soles. Essa acusação foi redigida pelo Departamento de Justiça em 2020. Em julho de 2025, copiando a linguagem dela, o Departamento do Tesouro classificou o Cartel de los Soles de organização terrorista. Em novembro, Marco Rubio, o secretário de Estado e conselheiro de segurança nacional do presidente Trump, ordenou que o Departamento de Estado fizesse o mesmo. Luiz Raatz, subeditor de Internacional do Estadão, analisa o assunto em conversa com Leandro Cacossi e Luiz Raatz.See omnystudio.com/listener for privacy information.
leitura e meditação de Mateus 13:44-50, por Missionária Andréa Rodrigues
Confira no Morning Show desta segunda-feira (29): Jair Bolsonaro segue internado em Brasília e passa, nesta segunda-feira (29), por uma nova cirurgia no nervo frênico para tratar soluços persistentes que dificultam a sua fala e respiração. O procedimento ocorre após autorização do ministro Alexandre de Moraes para que ele deixasse a carceragem da Polícia Federal. A bancada do Morning Show debate o estado de saúde do ex-presidente e os desdobramentos de sua detenção em meio ao tratamento médico. A Polícia Militar de São Paulo prendeu em flagrante 17 detentos durante a "saidinha" de Natal. Entre os casos, um sequestro de idoso cometido por um criminoso com tornozeleira eletrônica choca a bancada. O Morning Show debate se a ressocialização é uma farsa. A saída temporária é um risco real à segurança pública? O governador em exercício de SP, Felício Ramuth, fala com exclusividade ao Morning Show sobre o fim da Cracolândia e o combate ao crime organizado. Ramuth analisa a queda nos indicadores de homicídios no estado e critica a falta de investimento federal em agências reguladoras como a Enel. Confira o debate da bancada sobre as ações de segurança e os planos políticos para 2026. A gestão de Tarcísio de Freitas está no caminho certo? A violência assusta São Paulo: um homem foi executado a tiros em um bar em Taboão da Serra e o apartamento da ex-mulher de Roberto Justus, Sasha Cryzman, foi invadido e saqueado na cidade. O Morning Show debate a crescente sensação de insegurança, as falhas no sistema e se o crime organizado está vencendo o Estado. O que está por trás dessa escalada? A influenciadora digital Romagaga foi solta após passar 24 horas detida em São Paulo sob acusações de desacato, ato obsceno e ameaça. A confusão, que começou em um hotel, levanta o debate: os influenciadores estão perdendo a mão na busca por visualizações? A bancada do Morning Show analisa a conduta da servidora e os limites da busca pela publicidade a qualquer custo. Os Correios anunciaram um plano de reestruturação urgente após projeções apontarem um déficit de R$23 bilhões para 2026. Com um empréstimo de R$12 bilhões autorizado pelo Tesouro, a estatal tenta focar em modernização e eficiência para conter a crise financeira. A bancada do Morning Show debate: o socorro bilionário é a solução ou a empresa caminha para o colapso? Entenda os detalhes e os riscos. Um passeio em Porto de Galinhas (PE) terminou em violência brutal após um casal questionar o valor abusivo do aluguel de cadeiras. As vítimas relatam extorsão e uma agressão covarde envolvendo cerca de 15 pessoas, levantando um alerta grave sobre a segurança em um dos destinos mais famosos do Brasil. A bancada do Morning Show debate a falta de fiscalização e o risco da "associação criminosa" que domina as praias. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
"Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração." Mateus 6:21"Porque, quanto ao Senhor, Seus olhos passam por toda a Terra, para mostrar-Se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com Ele…" II Crônicas 16:9
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, e sua esposa Viviane Barci, foram retirados da lista de sanções aplicadas pelo governo de Donald Trump com base na Lei Magnitsky.O Departamento do Tesouro divulgou uma nota nesta sexta-feira, 12, sobre a decisão, mas não explicou os motivos.Duda Teixeira, Rodolfo Borges e Magno Karl comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Madeleine Lacsko, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Em Moçambique, Centro para Democracia e Desenvolvimento (CDD) pede foco no "peixe graúdo" no caso de corrupção que envolve funcionários do Tesouro. Medicamentos para o HIV podem estar a ser usados em frangos na província de Tete, denuncia ONG. Ruanda e República Democrática do Congo assinam hoje acordo de paz nos Estados Unidos.
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta terça-feira (02):O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), cancelou a sabatina de Jorge Messias para o STF, alegando que o governo Lula (PT) não enviou os documentos oficiais da indicação. Apesar das críticas ao Planalto, o gesto é visto como um aceno de reaproximação, especialmente diante do risco de derrota do indicado no Senado.O PL suspendeu as negociações com Ciro Gomes para o governo do Ceará após críticas de Michelle Bolsonaro. Segundo André Fernandes, o ruído interno e a restrição de comunicação de Jair Bolsonaro, preso na PF, dificultaram o acordo. Flávio Bolsonaro chegou a pedir que o pai interviesse para conter a ex-primeira-dama.O presidente Lula (PT) ligou para Donald Trump e pediu o fim das tarifas e sanções que ainda afetam produtos brasileiros. Segundo o Planalto, a conversa durou 40 minutos e foi considerada “muito boa”. Lula tratou de segurança e buscou cooperação com os EUA diante da crise envolvendo a Venezuela e o crime organizado.A oposição articula incluir a prisão perpétua na PEC da Segurança Pública. A proposta tem apoio de parlamentares de direita e de governadores como Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado. O governo resiste, mas a ideia ganha força como resposta ao avanço do crime organizado.Às vésperas da apresentação do relatório da PEC da Segurança, Tarcísio de Freitas e Ronaldo Caiado criticaram a proposta enviada pelo governo Lula. Eles afirmam que o texto tira autonomia dos estados e, segundo Caiado, representa um “presente para facções criminosas”.Os Correios suspenderam a contratação do empréstimo de R$ 20 bilhões após o Tesouro recusar ser fiador devido aos juros elevados. A estatal deve retomar negociações com bancos, enquanto o senador Jorge Seif pede que o TCU investigue possível favorecimento a instituições financeiras.Douglas Alves da Silva, preso por atropelar e arrastar Tainara Souza Santos na Marginal Tietê, afirmou à polícia que atingiu a jovem “por engano”. Ele diz que queria atropelar outra mulher que o teria ameaçado. Testemunhas relatam que o crime foi motivado por ciúmes e que Douglas aumentou o atrito do carro sobre o corpo da vítima. Tainara teve as pernas amputadas e segue internada em estado grave.Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em evento em Camberra, Albanese justifica para adolescentes a proibição de redes sociais para menores de 16 anos. Especialistas criticam a reforma da lei ambiental da Austrália promovida pelo governo. Após cortes no CSIRO, Chefe do Tesouro nega haver meta de redução de funcionários públicos. O desenho Bluey é premiado com um Emmy Internacional em Nova York.
BILHETES ARRAIAL:https://ticketline.sapo.pt/evento/-arraial-vitor-sa-99200?fromTopList=1BILHETES DOUBLES: https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-doubles-97629BILHETES LABS:https://ticketline.sapo.pt/evento/freakshow-labs-97913CUBINHO, o podcast do colectivo CUBO. António Azevedo Coutinho, Ricardo Maria e Vítor Sá arrancam com a segunda parte deste projecto a três frentes. CUBINHO, um podcast em que se garante boa disposição e alguém a embirrar com o Ricardo.António Azevedo Coutinho https://www.instagram.com/antonioacoutinho/https://twitter.com/antonioacoutinhRicardo Mariahttps://www.instagram.com/ricardotaomaria/https://twitter.com/ricardotaomariaVítor Sáhttps://www.instagram.com/savitorsa/https://twitter.com/savitorsa
Um tesouro em vaso de ouro! - Pr. Patrick Wiemer by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Caxias Para conhecer mais sobre a Maranata: Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Em Moçambique, André Mulungo, pesquisador do CDD, fala à DW sobre o esquema de corrupção "paga para pagar". Oleiros revoltados com mineradoras em Moatize reivindicam indemnizações com atraso de mais de sete anos. Neste jornal, fique a saber como as perspetivas renovadas para o petróleo no Delta do Níger causam preocupação entre os locais.
O "Ulrich Responde" é uma série de vídeos onde respondo perguntas enviadas por membros do canal e seguidores, abordando temas de economia, finanças e investimentos. Oferecemos uma análise profunda, trazendo informações para quem quer entender melhor a economia e tomar decisões financeiras mais informadas.00:00 – Nesse episódio…02:16 - A alta da bolsa brasileira é sustentável ou só “voo de galinha”?05:29 - Ouro virou bolha com a oferta crescendo e preços nas máximas?08:20 - Renan Santos é o nosso Milei? O Partido Missão tem chance?09:21 - Tesla aprova bônus trilionário para Musk, as metas são factíveis?12:47 - Energia no Brasil pode surfar o boom de datacenters?14:01 - Quais ativos o Fed compra quando faz QE?14:39 - Tesouro americano e Fed em disputa? Qual o impacto nos juros?16:55 - A “bolha de IA” lembra 2008? Vale comprar puts como seguro?18:44 - Se a tese de IA estourar, como afeta a bolsa BR e o Bitcoin?19:29 - O que governos deveriam (não) fazer numa crise da IA?22:14 - Bitcoin teve duas quedas fortes: qual a tendência nos próximos meses?23:01 - Por que empresas de tesouraria de Bitcoin tendem a subir mais que o BTC nos ciclos?24:31 - Existem falhas de mercado?25:41 - O que achou da SatsConf deste ano?26:48 - OBTC3: qual estratégia da empresa? Depende só do BTC?28:14 - Você é entusiasta em outras criptos/tokens além de Bitcoin?28:54 - O Drex acabou? O que muda na nova fase do projeto?29:49 - Black Friday do Follow the Money?
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (29/10/2025): Na operação mais letal da história do Rio de Janeiro, pelo menos 64 pessoas – entre elas quatro agentes de segurança – morreram nos complexos do Alemão e da Penha em ação policial contra o Comando Vermelho (CV). A operação ocorreu porque a Delegacia de Repressão a Entorpecentes obteve mandados de busca e apreensão e de prisão contra traficantes e mobilizou cerca de 2,5 mil policiais, civis e militares, para a missão. Em reação, o CV usou drones para lançar bombas em policiais. Importantes vias da cidade, como a Avenida Brasil e a Linha Amarela, foram bloqueadas por barricadas. O transporte coletivo ficou comprometido. De acordo com o último balanço da noite de ontem, 81 suspeitos foram presos e 75 fuzis, apreendidos. O governo estadual alegou que a iniciativa foi desencadeada depois de mais de um ano de investigações. A ação, porém, teve tanto a logística como os resultados criticados por especialistas. E mais: Economia: Crédito aos Correios é maior do que qualquer aval da União em 15 anos Política: No STF, Messias poderá manter ganhos da AGU que lhe renderam R$ 660 mil Internacional: EUA matam 14 em ataques contra mais quatro embarcações no Pacífico Esportes: Fonseca estreia no Masters de Paris com vitória de viradaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Receba no mínimo 3 recomendações de opções por semana no seu celular:Clique aqui e veja como participar gratuitamente: https://lvnt.app/fo3mw228/10 - Ibov Recorde e Marfrig +16%Olá, sejam bem-vindo a mais um Fechamento de Mercado, comigo Flávio e Ricardo, hoje é 3a. feira, dia 28 de outubro, e o programa de hoje é dedicado aos 2 mil investidores que já assistiram o Mata-Mata “Qual Ação Comprar: Sabesp (SBSP3), Copasa (CSMG3) ou Sanepar (SAPR4/SAPR11)?”. Assista, dê o like e recomende. O Ibovespa subiu mais hoje, +0,31%, e fechou no recorde 147.428 e volume de razoável de R$ 20,4 bi, R$ 3 bi acima de ontem, e R$ 4,6 bi abaixo da média das terças do 1º. semestre. Foi também a quinta alta seguida do índice, algo que não acontecia desde abril.O real se valorizou de novo, como ontem, fazendo o dólar comercial cair -0,19%, a R$ 5,360. Os juros do Tesouro ficaram perto da estabilidade com Prefixado 2032 13,59% a.a. x 13,56% ontem e IPCA+ 2029 em 7,88% igual a ontem
O governo de Donald Trump aplicou sanções ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro, à primeira-dama, Verónica Garcia, ao filho mais velho, Nicolas Petro e ao ministro do Interior, Armando Benedetti.Os Estados Unidos alegaram que eles foram punidos por envolvimento no “comércio global de drogas ilícitas”.O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que Petro permitiu que os cartéis “prosperassem” na Colômbia.Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam:Papo Antagonista é o programa que explica e debate os principais acontecimentos do dia com análises críticas e aprofundadas sobre a política brasileira e seus bastidores. Apresentado por Felipe Moura Brasil, o programa traz contexto e opinião sobre os temas mais quentes da atualidade. Com foco em jornalismo, eleições e debate, é um espaço essencial para quem busca informação de qualidade. Ao vivo de segunda a sexta-feira às 18h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Papo Antagonista https://bit.ly/papoantagonista Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Após o anúncio de um empréstimo bilionário de R$ 20 bilhões para salvar os Correios, a oposição ao governo Lula iniciou a coleta de assinaturas para abrir uma CPI. O presidente da estatal, Emanoel Rondon, confirmou que o valor será captado com garantias do Tesouro, e que a empresa só deve voltar a ter lucro em 2027. A bancada de oposição vê o movimento como tentativa de maquiar um rombo financeiro e quer investigar possíveis falhas na gestão da estatal.Meio-Dia em Brasília traz as principais notícias e análises da política nacional direto de Brasília. Com apresentação de José Inácio Pilar e Wilson Lima, o programa aborda os temas mais quentes do cenário político e econômico do Brasil. Com um olhar atento sobre política, notícias e economia, mantém o público bem informado. Transmissão ao vivo de segunda a sexta-feira às 12h. Apoie o jornalismo Vigilante: 10% de desconto para audiência do Meio-Dia em Brasília https://bit.ly/meiodiaoa Siga O Antagonista no X: https://x.com/o_antagonista Acompanhe O Antagonista no canal do WhatsApp. Boletins diários, conteúdos exclusivos em vídeo e muito mais. https://whatsapp.com/channel/0029Va2SurQHLHQbI5yJN344 Leia mais em www.oantagonista.com.br | www.crusoe.com.br
Confira na edição de Os Pingos nos Is desta quarta-feira (15):O governo brasileiro adotou uma postura otimista em relação à negociação com os Estados Unidos sobre o tarifaço. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não “pintou química” entre ele e Donald Trump, mas sim “uma indústria petroquímica”, em referência à boa conversa entre os dois e à liberdade para chamar o líder americano de “você”. O chefe do Executivo confirmou que ocorrerá uma reunião entre o chanceler Mauro Vieira e o secretário de Estado Marco Rubio nesta quinta-feira (16), para discutir o tarifaço e as sanções contra autoridades brasileiras. Apesar da empolgação por parte do Brasil, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o representante comercial, Jamieson Greer, reforçaram nesta quarta-feira (15) que as tarifas foram impostas devido a medidas brasileiras consideradas ilegais contra empresas e cidadãos americanos, principalmente na área comercial.O governo de Donald Trump autorizou a CIA a conduzir ações secretas na Venezuela, incluindo possíveis ataques dentro do país. A liberação é o passo mais recente na intensificação da campanha de pressão da gestão americana contra o regime de Nicolás Maduro. A nova autorização permite que a agência realize operações letais na Venezuela e no Caribe. Atualmente, há cerca de 10 mil militares norte-americanos na região, além de oito navios de guerra e um submarino. Na manhã desta quarta-feira, dois bombardeiros pesados B-52, que partiram dos Estados Unidos, se aproximaram a menos de 200 quilômetros de Caracas — ação considerada uma ameaça real a Maduro.Integrantes do governo afirmaram nesta terça-feira (14) que o ex-presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (PP), integra a base aliada e quer ajudar o Planalto. O parlamentar, uma das principais lideranças do Centrão no Congresso, possui aliados em cargos estratégicos de estatais, como na Presidência da Caixa Econômica Federal, e procurou reforçar sua fidelidade em meio à decisão do Executivo de demitir indicados políticos considerados infiéis. Segundo ministros, a orientação é clara: permanecer no governo apenas quem tiver compromisso com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta quinta-feira (16): O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou duramente o Congresso Nacional, afirmando que o Legislativo “nunca teve a qualidade de baixo nível que tem agora”. A declaração, direcionada à extrema-direita eleita em 2022, gerou forte reação da oposição e aumentou o desgaste na relação entre os Poderes. Enquanto aliados tentam conter a crise, o presidente da Câmara preferiu evitar polêmicas, mas saiu em defesa dos parlamentares. Reportagem: Paulo Édson Fiore. O Tribunal de Contas da União aceitou o recurso da Advocacia-Geral da União e suspendeu a exigência de que o governo federal busque o déficit zero em 2025. A decisão monocrática do ministro Benjamin Zymler representa alívio para o Executivo, evitando, ao menos temporariamente, o risco de bloqueio adicional de até R$ 31 bilhões no Orçamento deste ano. Reportagem: Igor Damasceno. O deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou a senadora Tereza Cristina em suas redes sociais, afirmando que ela atua em prol dos “interesses dos grandes capitais”. As declarações foram feitas em resposta a comentários da congressista sobre a disputa presidencial de 2026. Reportagem: Beatriz Manfredini. O presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou os Estados Unidos de promoverem “golpes de Estado da CIA” após Donald Trump confirmar que autorizou operações secretas da agência na Venezuela. Segundo o New York Times, as missões incluíam ações letais contra o governo venezuelano. Trump confirmou que havia dado autorizações para missões na Venezuela, mas se recusou a responder a uma pergunta sobre se os agentes de inteligência receberam permissão para eliminar Maduro. Reportagem: Pedro Tritto. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, sugeriu uma pausa mais longa nas altas tarifas sobre produtos chineses, em troca de Pequim adiar seu plano recentemente anunciado de impor limites mais rígidos às terras-raras. Reportagem: Eliseu Caetano. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Os Correios reportaram prejuízo de R$ 4,4 bi só no 1º semestre de 2025, mais do que 2024 inteiro. Queda de receita, custos inchados, passivos trabalhistas e endividamento recente compõem um quadro crítico. Neste vídeo, eu destrincho as demonstrações financeiras desde 2001, comparo eficiência com FedEx/DHL/USPS e explico por que um aporte do Tesouro transformaria a estatal em “dependente”, levando ~R$ 20 bi/ano para dentro do orçamento e pressionando as metas fiscais. O que realmente precisaria mudar para evitar um resgate?
Nesta semana, debatemos as perspectivas para as relações entre Brasil e Estados Unidos após a ligação entre Lula e Trump, analisamos os resultados da nova pesquisa Quaest, que aponta uma melhora na aprovação do governo, comentamos a rebeldia de Fufuca e Sabino, a derrota da taxação BBB na Câmara e ainda tivemos muitos títulos no nosso momento de leitura de títulos.APOIE financeiramente a continuidade do MIDCast:------------------- Apoia.se : https://apoia.se/midcast- Chave PIX : podcastmid@gmail.com------------------# COMPRE produtos na lojinha do MIDCast: colab55.com/@midcast# CANAL do MIDCast Política no WhatsApp: bit.ly/midcast-zap# GRUPO dos ouvintes no Telegram: bit.ly/midcastgrupo# LISTA de paródias do MIDCast: bit.ly/parodiasmidcastPARTICIPANTES:------------------Anna Raissa - https://bsky.app/profile/annarraissa.bsky.socialDiego Squinello - https://bsky.app/profile/diegosquinello.bsky.socialRodrigo Hipólito - https://bsky.app/profile/rodrigohipolito.bsky.socialThais Kisuki - https://bsky.app/profile/thaiskisuki.bsky.socialVictor Sousa - https://bsky.app/profile/vgsousa.bsky.socialCOMENTADO NO EPISÓDIO------------------A LIGAÇÃO ENTRE LULA E TRUMPLula conversa com Donald Trump por telefone em meio a tarifaço sobre produtos brasileirosEm conversa de 30 minutos, Lula e Trump 'relembraram boa química' e petista pediu retirada de tarifaço, diz PlanaltoTrump diz que conversa com Lula foi 'muito boa' e fala que viajará para o Brasil 'em algum momento'Trump foi afável e até carinhoso, dizem fontes do governo que acompanharam a conversa entre os presidentesTrump diz a Lula que EUA 'estão sentindo falta' do café brasileiro: o efeito do tarifaço no bolso americanoExportações para os EUA caem 20,3% em setembro, indica MdicA NOVA PESQUISA QUAESTAprovação ao governo Lula volta a empatar com desaprovação pela 1ª vez desde janeiroQuaest: maioria é a favor da isenção do IR até R$ 5 mil; percepção de melhora importante nas finanças cresce puxada por bolsonaristasDiferença entre desaprovação e aprovação de Lula cai 16 pontos em cinco meses, aponta Genial/QuaestREBELDES E DERROTAApós anunciar permanência no governo Lula, ministro dos Esportes é afastado do ProgressistasMinistro do Esporte decide permanecer no governo Lula e é punidoSabino resiste à pressão do União e diz que ficará no governo: 'Tenho a confiança do presidente Lula'União Brasil decide afastar Celso Sabino de funções partidáriasCENTRÃO TIRA R$ 35 BI DO POVOCâmara impõe derrota ao governo e deixa MP que aumenta tributos perder a validadeDerrubada de MP é derrota não do governo, mas do povo brasileiro, diz LulaMOMENTO LEITURA DE TÍTULOSIsrael e Hamas assinam acordo de paz para primeira fase de cessar-fogo na Faixa de GazaIsrael deporta Greta Thunberg e outros 170 ativistas de flotilha'Sem fake news aqui': secretário do Tesouro dos EUA diz que plano para moeda de US$ 1 com o rosto de Trump é realCarlos Bolsonaro planeja renunciar à Câmara do RJ e mudar para Santa Catarina por mandato no SenadoReforma administrativa: coordenador de grupo de trabalho apresenta pacote de propostas na Câmara; veja principais pontosTarifa zero no transporte público: Rui Costa diz que Lula pediu 'estudos' e que não há 'nada programado'Alckmin pilota moto e anuncia investimento de R$ 1,6 bi da Honda na Zona Franca de ManausAlexandre Frota perde mandato na Câmara de Cotia por falas que associaram Jean Wyllys à pedofiliaConselho de Ética abre processos contra três deputados envolvidos em motim na Câmara'É impossível exercer o mandato de outro país', diz Hugo Motta sobre Eduardo BolsonaroAlcolumbre escolhe Renan Calheiros para relatar projeto que amplia isenção do IR no Senado'No dia em que começarem a falsificar Coca-Cola, vou me preocupar', diz Tarcísio sobre intoxicações por metanol em SPTarcísio se desculpa por brincadeira com Coca-Cola durante coletiva sobre casos de intoxicação por metanol: 'Errei'
Confira os destaques do Jornal da Manhã desta terça-feira (07): O estado de São Paulo registrou a 3ª morte por intoxicação por metanol. Bruna Araújo, de 30 anos, não resistiu após ficar internada em estado grave. Ela havia consumido vodca com suco. Segundo o Ministério da Saúde, outros 11 óbitos seguem em investigação. Reportagem: Misael Mainetti. A crise de envenenamento por metanol afetou diretamente o mercado de bebidas alcoólicas e comprometeu a lucratividade de bares e restaurantes. Além disso, consumidores têm optado por bebidas enlatadas enquanto não há uma solução definitiva para a crise. Reportagem: Daniel Lian. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), se reuniu com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), para discutir a medida provisória que altera o IOF. A proposta faz parte dos esforços do governo para manter as contas públicas dentro da meta fiscal. Reportagem: Rany Veloso. A Justiça do Rio de Janeiro condenou os ex-governadores Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, além do ex-secretário Hudson Braga, por atos de improbidade administrativa que resultaram em enriquecimento ilícito e danos ao Tesouro público. Reportagem: Rodrigo Viga. Autoridades de Israel e do Hamas se reuniram no Egito nesta segunda-feira (06) para debater um possível cessar-fogo em Gaza. A expectativa é que, nos próximos dias, sejam cumpridos os dois primeiros pontos do plano de paz apresentado pelo presidente dos EUA, Donald Trump: a repatriação dos corpos de reféns mortos e a libertação dos que seguem vivos. Reportagem: Luca Bassani. Essas e outras notícias você acompanha no Jornal da Manhã. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O governo dos EUA enfrenta novamente o risco de paralisia por causa do teto da dívida. Mas, em meio à crise fiscal, surgiu uma proposta nada convencional: reprecificar as reservas de ouro americanas. Essa manobra poderia liberar US$ 1 trilhão para o Tesouro, mas com um custo altíssimo — inflação e perda de confiança no dólar.Neste vídeo, explico como essa “alquimia financeira” funcionaria na prática, os precedentes históricos e o que poderia acontecer com os mercados globais caso essa medida realmente saia do papel.
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No 3 em 1 desta segunda-feira (22), o destaque foi o governo dos Estados Unidos sancionou Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky. A decisão, publicada pelo Tesouro americano, impõe o congelamento de contas e bens dela no exterior. Reportagem: Eliseu Caetano. Milhares de pessoas foram às ruas em diversas cidades do Brasil para protestar contra a PEC da Blindagem, aprovada na Câmara, neste domingo (21). Com bandeiras do Brasil, o público defendeu a soberania nacional e criticou o que considera um excesso de privilégios para a classe política. Reportagem: Lucas Martins. Tudo isso e muito mais no 3 em 1. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira no Morning Show desta segunda-feira (22): O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sanções diretas a Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A medida foi oficializada em um aviso publicado no site do Departamento do Tesouro norte-americano nesta segunda-feira (22). A sanção é o passo mais agressivo até agora na escalada de pressão da Casa Branca sobre o judiciário brasileiro e ocorre em meio às tensões geradas pelo julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado de Trump. A ação cumpre ameaças anteriores feitas por autoridades americanas. O final de semana foi marcado por manifestações em diversas capitais do país contra a chamada "PEC da Blindagem", que visa ampliar a imunidade parlamentar. A pressão popular, no entanto, começou antes mesmo dos atos. Ao longo da semana, uma onda de deputados que haviam votado a favor da proposta em votações anteriores vieram a público pedir desculpas. O recuo dos parlamentares é visto como uma tentativa de conter o desgaste político diante da repercussão negativa da pauta. Comentaristas: Mano Ferreira, Anna Beatriz Hirsh, David de Tarso e Jesualdo Jr. Veja essas e outras notícias nessa edição do Morning Show.
No Templo de Jerusalém, entre colunas imponentes e multidões fazendo ofertas, Jesus observou algo extraordinário: uma viúva pobre colocou duas moedinhas de cobre no Tesouro do Templo. Enquanto os ricos davam do que sobrava, ela deu tudo o que tinha para viver naquele dia. Esse gesto simples, quase invisível, foi exaltado por Jesus como o maior de todos. Ouça essa história no Podcast Café com Leite – para crianças inteligentes e pais que se importam!