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¡Pilla la cita y gana la guita por fin ha entregado su bote histórico! Gustavo ha acertado las tres citas y se ha llevado nada más y nada menos que... ¡18.000 EUROS! Les ha prometido a Eva Soriano y Nacho García que se rapará el pelo, y estaremos muy pendientes de que lo cumpla.¡Gana dinero con 'Cuerpos especiales'! Harry Styles se une al bote con 'Kiss All The Time. Disco, Occasionally'
Um presidente romeno e sua esposa foram executados durante uma revolução que aconteceu no país em 1989.Nicolae Ceaușescu foi uma figura extremamente controversa da história romena. Ele começou como um herói nacionalista que enfrentou Moscou, mas logo se tornou um ditador. E quando os protestos começaram a se espalhar pelo país, ele tentou fugir - mas sem sucesso.Nesse episódio então eu vou te contar tudo sobre Nicolae Ceaușescu. Vou falar sobre a sua história, sua ascensão, a Revolução Romena de 89 e seu fim.E no final, também vou te falar o que visitar em Bucareste pra se aprofundar nesse contexto.Locais mencionados no episódio:Praça da Revolução, ou Praça do PalácioPalácio do Parlamento de BucaresteMemorial das Vítimas do Comunismo e da Resistência - SighetuPara contato, parcerias e sugestão de episódios, envie um e-mail para: passaporteprocrime@tagcreator.spaceSe você gosta do Passaporte pro Crime, considere apoiar o projeto via:Orelo: orelo.cc/passaporteprocrimeApoia.se: https://apoia.se/passaporteprocrimePatreon: patreon.com/PassaporteproCrimePara ficar por dentro de novidades e fofocas da vida da apresentadora, é só seguir:Instagram: @andressaisferTikTok: @andressa.isfer
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam os títulos nos estaduais pelo Brasil. O que aconteceu, como aconteceu, quem ganhou quem perdeu. Antes de tudo fazemos um passeio histórico e nostálgico pela história de alguns estaduais e seus campeões. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
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Subscreve o canal para não perderes um episódio todas as terças.Instagram - https://www.instagram.com/solverde.pt/X - https://x.com/solverdeptTikTok - https://www.tiktok.com/@solverde.ptVasco Elvas - https://www.instagram.com/vascoelvasTomás da Cunha - https://x.com/tomasrdacunhaTiago Almeida - https://www.instagram.com/tiago.aalmeida/Produção - Setlist:Nuno PiresVasco Assis TeixeiraRealização:Pedro BessaDiogo RodriguesPós-Produção:Who Cried Wolf00:00 - Quem vai ser campeão?09:58 - José Mourinho, Lucho e conferências de imprensa13:20 - Gesto de Luis Suarez15:00 - Benfica x Porto19:25 - Braga x Sporting30:40 - Código JPJ35 na Solverde.pt33:52 - A rivalidade Porto x Sporting41:00 - Fase do SL Benfica42:52 - Competições europeias48:28 - Apostas do episódio#jogopelojogo #podcast #futebol
Neste episódio falo sobre pegar constipações, músicas sobre o Alentejo, mudar de objetivos, fazer privados, fazer personagens, putos com amantes e acne de adulto.
Irã nomeia Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como novo líder supremo. Quem é Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã. Entenda como explosões transformaram 'dia em noite' no Irã e colocaram cidade sob alerta de chuva ácida. Blog da Andréia Sadi: Ex-namorada de Vorcaro classifica exposição de mensagens nas redes como violência e estuda ir à Justiça. PM morta em SP: imagens e áudios inéditos mostram chegada de desembargador ao prédio e troca de roupa após o disparo. Estupro coletivo em Copacabana: relatos revelam padrão de violência e novas vítimas aparecem após denúncia. Gols do Fantástico: veja os campeões estaduais deste domingo.
| 08/03/2026 | 2 Coríntios 5.7 | Série ELE AINDA AGE | Pr. Roberto Barbosa | @igrejaplenario
Dos primeiros passos no humor às histórias de bastidores da televisão, João Paulo Rodrigues revisita momentos marcantes da carreira, fala das piadas que correram mal e da pressão de fazer rir. Pelo caminho, reflete sobre os limites do humor, a liberdade para brincar com tudo e a dificuldade crescente das pessoas se rirem de si próprias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Entrevista Antena 1 / Jornal de Negócios - Uma Conversa Capital
Paulo Fernandes, Presidente da Estrutura de Missão Reconstrução da Região Centro do País, revela que 10 mil trabalhadores estão já a beneficiar da medida do IEFP que prevê o pagamento dos salários.
Episódio 139 - A dúvida é pecado? Essa é uma questão que toca na essência da experiência humana e espiritual, e a resposta costuma ser mais profunda do que um simples "sim" ou "não". Muitas tradições teológicas e filosóficas diferenciam a dúvida honesta da incredulidade deliberada. Aqui estão alguns pontos para refletir sobre essa distinção: 1. A Dúvida como Parte da Jornada Ter dúvidas não é necessariamente o oposto da fé; muitas vezes, é um sinal de que você está processando algo profundo. Na Bíblia, por exemplo, figuras consideradas pilares da fé expressaram questionamentos: - Abraão e Sara: Riram diante da promessa de um filho na velhice. - João Batista: Mesmo tendo batizado Jesus, enviou mensageiros para perguntar: "És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro?" - Tomé: Precisou ver para crer nas feridas da ressurreição. Em nenhum desses casos eles foram "descartados". Pelo contrário, receberam respostas e provas que fortaleceram sua caminhada. ESSE PODCAST É UM PROJETO DA IPB RIO PRETO: INSTAGRAM: https://www.instagram.com/ipriopreto/ SOUNDCLOUD: https://soundcloud.com/ipriopreto/sets/calvinamente MESA COMPOSTA POR: 🎙️Reverendo Robson Odirlei Ferreira https://www.instagram.com/robson.odirlei.ferreira/ 🎙️Felipe Carvalho https://www.instagram.com/felipedocarvalhoo/ 🎙️Eduardo Roberto Conceição https://www.instagram.com/edusemisul/ CÂMERAS - ÁUDIO - MÍDIAS SOCIAIS 🎬 Fábio Vizintim https://www.instagram.com/diaconofabiovizintim/ 🎬 Gustavo Fávero https://www.instagram.com/dr.gustavofavero/ LOCALIZAÇÃO DA NOSSA IGREJA Rua Prudente de Moraes 2664, Boa Vista. Caminho para chegar à igreja: https://bit.ly/49C3SPC Secretaria: +55 (17) 32141410 WhatsApp: https://wa.me/5517996127769 Contatos: https://bit.ly/3QWf9TJ CULTOS: AOS DOMINGOS Culto da manhã: 9h Escola Bíblica Dominical: 10h Culto da noite: 19h ÀS QUARTAS Culto de Oração: 20h
Num momento de grande tensão no Médio Oriente, Nuno Rogeiro analisa no Leste Oeste o que pode estar a mudar no Irão e no equilíbrio estratégico da região. Depois de rumores sobre a sucessão do Líder Supremo, com o nome de Mojtaba Khamenei a surgir como possível herdeiro, multiplicam-se sinais de instabilidade política e militar dentro do regime, enquanto ataques israelitas e operações militares fragilizam estruturas da Guarda Revolucionária. Rogeiro acompanha também a evolução da guerra no ar e no mar: ataques a bases iranianas, perdas aeronavais, destruição de navios e a crescente presença militar norte-americana na região. Em paralelo, discute-se a hipótese de forças insurgentes e minorias, como os curdos, poderem ter um papel num eventual cenário de mudança de regime. A crise estende-se aos países árabes do Golfo, alguns deles atingidos por mísseis ou drones iranianos, apesar das declarações conciliatórias de Teerão. Analistas e testemunhos no terreno ajudam a perceber o impacto político e psicológico desses ataques. Nesta emissão de 08 de março na SIC Notícias, o comentador observa ainda a posição ambígua da Turquia, a resposta militar europeia e as implicações para Portugal e Espanha no contexto da cooperação com os Estados Unidos. Com as atenções do mundo voltadas para a “Guerra na Pérsia”, a Ucrânia tenta aproveitar o desvio estratégico, enquanto a China realiza importantes conferências políticas que podem influenciar o tabuleiro global.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Uma mulher telefona desesperada para um programa ao vivo. Seu marido levou outra mulher para morar na própria casa. Ela não sabe o que fazer. Do outro lado da linha, Madre Angélica responde sem rodeios: expulse os dois. A mulher hesita. Diz que não pode julgar ninguém. A madre reage com espanto. Uma injustiça está acontecendo diante dos seus olhos e ela ainda acredita que o problema é julgar. Essa cena revela algo que muitas vezes esquecemos: existe uma falsa bondade que, na verdade, é apenas fraqueza. Jesus realmente ensinou a não julgar com dureza. Mas também ensinou algo igualmente claro: se o teu irmão pecar, corrige o. O próprio Cristo foi firme quando a verdade precisava ser defendida. Ele chegou a dizer que os violentos conquistam o Reino dos Céus. Não se trata de violência desordenada, mas da coragem interior que não foge do confronto quando o bem está em jogo.Às vezes confundimos ser bom com ser agradável. Preferimos evitar situações desconfortáveis, calar uma verdade difícil, fingir que está tudo bem. Mas essa atitude pode ferir mais do que ajudar. A executiva Kim Scott descobriu isso da forma mais dolorosa. Ela queria ser uma chefe gentil, que nunca criticava ninguém. Um funcionário chamado Bob entregava trabalhos ruins, mas ela sempre sorria e resolvia o problema sozinha para não magoá lo.O tempo passou. Bob continuou errando. A equipe começou a se desmotivar. Quando finalmente ela precisou demiti lo, ele fez uma pergunta devastadora: se o meu trabalho era tão ruim, por que ninguém nunca me disse isso antes? Aquele momento revelou uma verdade desconfortável. A falsa gentileza pode ser uma forma de egoísmo. Às vezes evitamos corrigir não por amor, mas porque queremos que todos gostem de nós.Algo semelhante aparece na história de Steve Jobs. Ele era conhecido por críticas diretas e exigentes. Mas havia um detalhe importante. Ele também aceitava ser corrigido. Para ele, o objetivo não era estar certo, mas agir certo. Essa disposição revela o segredo para que a firmeza não se torne arrogância: a humildade. Quem corrige deve estar pronto também para ser corrigido.A mesma lição aparece na vida espiritual. O padre holandês Adrian van Kaam viveu a fome e o sofrimento durante a ocupação nazista. Depois da guerra, tornou se um grande mestre de espiritualidade. Ele dizia que a verdadeira mansidão não nasce de sufocar a raiva. Quando tentamos eliminar toda indignação, acabamos perdendo também o entusiasmo, a ternura e o amor.A ira, quando bem orientada, pode se tornar energia para o bem. São Paulo já dizia: irai vos, mas não pequeis. Existe uma força no coração humano que nos empurra a defender o que é justo, a proteger quem amamos, a buscar a verdade com coragem.Curiosamente, quando essa firmeza nasce da caridade, ela não destrói os relacionamentos. Pelo contrário. Ela pode torná los mais profundos. Há brigas que separam pessoas. Mas também existem aquelas discussões sinceras que, depois da tempestade, deixam os corações ainda mais próximos.O Evangelho mostra algo parecido nas Bodas de Caná. Jesus parece resistir ao pedido de sua mãe. Nossa Senhora, porém, permanece firme e diz aos servos: fazei tudo o que Ele vos disser. Existe ali uma confiança tão profunda que até o confronto se torna parte do amor.A verdadeira caridade não é fraca. Ela ama tanto a verdade que tem coragem de dizê la. E quando essa verdade nasce de um coração humilde, ela se transforma em caminho de crescimento, de amizade e de santidade.______________________Referências citadasBíblia Sagrada: Mateus 11,12Bíblia Sagrada: Efésios 4,26Bíblia Sagrada: 1 Coríntios 9,27Bíblia Sagrada: João 2,1-11 (Bodas de Caná)Histórias da biografia de Madre AngélicaKim Scott, Radical CandorExemplos de liderança de Steve JobsPe. Adrian van Kaam e seus escritos sobre espiritualidade e psicologia humana
Neste episódio, o filósofo e escritor Maycon de Souza faz uma crítica ao modo superficial como o estoicismo vem sendo tratado na modernidade. Em vez de uma filosofia profunda voltada para a formação do caráter e para o cultivo das virtudes, muita gente reduziu o estoicismo a uma espécie de manual de frieza emocional ou de indiferença diante da vida.A tradição estoica nunca foi sobre virar uma pedra ou simplesmente “aceitar tudo”. Pelo contrário: trata-se de uma filosofia exigente, que exige disciplina moral, lucidez e compromisso com a virtude. O problema é que, no mundo atual, ela virou quase um slogan motivacional para lidar com frustrações sem questionar nada. Neste áudio, Maycon desmonta essa leitura preguiçosa do estoicismo e propõe um retorno à sua essência: uma filosofia que não busca anestesiar o indivíduo, mas torná-lo moralmente mais forte, mais consciente e mais responsável diante da vida.
Olá pessoas do UNITEDcast, no episódio dessa semana nossos casters comentaram o novo anime original da Netflix, Pelo Prisma do Amor. Vem conferir o que achamos! Participantes: Ds, Ana, Kurt, Vitor. Edição: Ana Paula Recrutamento da United: Aqui! – Mande seu Email: Email: podcast@animeunited.com.br Grupo Whatsapp: Aqui! – CANAL TELEGRAM: https://t.me/animeunitedbr – Apoie o UNITEDcast: Apoie pelo PIX: contato@animeunited.com.br Ou pelo Apoia-se: https://apoia.se/unitedcast Compre na AMAZON pelo Nosso Link: https://amzn.to/2WjH5kM – Assine o UNITEDcast: Spotify: Segue a gente por lá! iTunes: Adiciona a gente lá! Google Podcasts: Assine Agora! – Links do Episódio: Twitch do DS: https://twitch.tv/dsunited Canal da Ana: https://www.youtube.com/c/CulturaAnime Grupo do Kurt https://www.facebook.com/groups/actionsecomics2 – Nos Siga: Twitter do DS: https://twitter.com/odaltonsilveira Instagram do DS: https://www.instagram.com/odaltonsilveira/ Fabebook da United: https://www.facebook.com/animeunitedoficial Twitter da United: https://twitter.com/animeunitedBR Instagram da United: https://www.instagram.com/animeunitedbr/
Este ano movimentos sociais, sindicais, lideranças políticas convocam a sociedade para ir às ruas. Em 2026, as mulheres do PT levantam a bandeira pelo fim da escala 6×1. Mais de 30 cidades já confirmaram manifestações e convocam a sociedade.Sonora:
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O podcast de filmes e de séries da Rádio Comercial
Um clássico que só tem duas saídas possíveis: ganhar ou vencer. É ficar entre a ilusão e o tédio. Motivações não faltam.
Movimento foi alimentado, sobretudo, pela disparada desta 6ª feira (6), que levou a oleaginosa a superar os US$ 12 por bushel em Chicago.
A Polícia Federal estima que pouco mais de 3.500 brasileiros foram deportados dos Estados Unidos no segundo mandato de Donald Trump. Embora não existam dados oficiais de quantos deles foram separados de suas famílias, uma pesquisa do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania mostra que quase 70% deixaram ao menos um familiar para trás, o que implicaria mais de 2.000 famílias brasileiras divididas à força pelo governo norte-americano. A repórter e colunista do UOL em Washington Mariana Sanches mapeou seis dessas famílias e entrevistou três delas. Neste episódio do podcast UOL Prime, Mariana conta ao apresentador José Roberto de Toledo sobre as dificuldades vividas pelos brasileiros separados à força. Também detalha o funcionamento da nova versão da política de fragmentação de famílias que marcou a primeira gestão de Donald Trump, entre 2017 e 2021. No primeiro mandato, mais de 5.000 mil crianças foram separadas de seus pais logo após atravessarem a fronteira entre México e EUA.
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam os últimos e decisivos momentos dos estaduais pelo Brasil. Semifinais, finais, final única, tudo isso passa pelo debate de como voltaram a ganhar força estes campeonatos. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
São tantas nuances, que nao sei nem por onde começar
Quatro dias de guerra e Teerã não caiu. O presidente Donald Trump anunciou uma terceira onda de ataques e determinou que empresas americanas acelerem com urgência a produção de novos armamentos. No campo de batalha, Estados Unidos e Israel intensificaram os bombardeios contra o Irã, atingiram um centro secreto do programa nuclear iraniano e a sede do conselho que deve eleger o novo líder supremo. No sul do Líbano, o exército israelense ampliou a invasão por terra. O Hezbollah lançou drones contra bases nas Colinas de Golã. Para evitar uma crise de petróleo, Trump anunciou que a Marinha americana vai escoltar navios no Estreito de Ormuz. No front diplomático, o presidente americano acusou o Reino Unido e a Espanha de não apoiarem a guerra. Dois acusados pelo estupro coletivo no Rio de Janeiro estão presos. A economia brasileira cresceu 2,3% ano passado. Uma série especial marca a volta da Fórmula 1 para a Globo, e repórteres do JN entrevistaram as estrelas da temporada: os pilotos.
Convidado: Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Pelo terceiro dia seguido, Estados Unidos e Israel atacam alvos diversos no Irã – e anunciam que mais tropas e mais caças estão a postos para entrar em ação. A retaliação iraniana também segue seu curso: mísseis e drones atingiram o território israelense e a infraestrutura de países que têm bases militares americanas, como a Arábia Saudita. No Líbano, o grupo extremista Hezbollah, aliado do regime iraniano, abriu um novo front de guerra. E o mapa do Oriente Médio tem cada vez mais alvos de todos os lados. No governo dos Estados Unidos, o secretário da Guerra fala em objetivos de curto prazo, mas Donald Trump já projeta pelo menos cinco semanas de ofensiva e diz que levará “o tempo que for necessário”. Já em Teerã, o regime dos aiatolás ainda lamenta da morte de seu líder supremo, Ali Khamenei, que governou o país por quase quatro décadas, enquanto se reorganiza para definir seu sucessor. Para explicar os arcos de aliança que estão formados no Oriente Médio e o processo de sucessão de Khamenei no Irã, Natuza Nery entrevista Hussein Kalout, cientista político e conselheiro do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais). Kalout avalia os riscos de uma escalada militar ainda mais perigosa na região, inclusive em relação ao uso de armas nucleares. E analisa as consequências da escolha do novo líder supremo do regime: se será mais ou menos aberto ao Ocidente. “Um cenário muito mais obscuro”, resume.
Apresentado por Bruno Natal.--Loja RESUMIDO (camisetas, canecas, casacos, sacolas): https://www.studiogeek.com.br/resumido--Faça sua assinatura!https://resumido.cc/assinatura--Pessoas contratam sósias de celebridades em busca do real e um app detecta óculos da Meta pra tentar evitar ser filmado sem saber. A IA ainda está longe de dominar o planeta e a BMW diminui o nível de automação dos seus carros. Um desenvolvedor brasileiro cruza dados públicos para detectar corrupção e satélites prometem transformar noite em dia.Quem define o que é real?Neste episódio: pessoas contratam sósias de celebridades em busca de contato real, app detecta óculos da Meta pra evitar ser filmado sem saber, Spotify testa playlist gerada por prompt, relatório fictício sobre futuro da IA derruba ações de tech, agentes autônomos cruzam dados públicos contra corrupção, satélites podem transformar noite em dia e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/a-busca-pelo-real-agentes-de-ia-causam-caos-satelites-vao-transformar-noite-em-dia
Organização Meteorológica Mundial revela que regresso do fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal pode intensificar temperatura do planeta; fenômeno oposto, o La Niña, vem perdendo força.
Trump diz que ataques podem durar de quatro a cinco semanas. E Polícia procura quatro jovens suspeitos de estupro coletivo de adolescente no Rio.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: A economia brasileira cresceu 2,3% em 2025 e alcançou 12 trilhões e 700 milhões de reais com o produto interno bruto, que é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país. Mesmo com desaceleração em relação ao ano anterior, o resultado de 2025 ficou dentro do esperado e marca o quinto ano seguido de crescimento. O resultado foi puxado principalmente pela agropecuária, que avançou 11,7%. Os serviços cresceram 1,8%, enquanto a indústria avançou 1,4%. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, destacou que o país tem conseguido superar desafios internos e externos e manter a economia em crescimento. E ainda: General iraniano ameaça aliados dos EUA com ataques no Oriente Médio.
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Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Conflito no Oriente Médio entra em seu quarto dia, com incursão israelense no Líbano e novos bombardeios a alvos dos Estados Unidos em países da região. PGR diz que novo entendimento de Gilmar Mendes sobre delação premiada pode afetar condenações de golpistas e de mandantes do assassinato de Marielle Franco. Número de policiais presos em São Paulo bate recorde em 2025. Paramount+ e HBO Max se juntarão em única plataforma de streaming. E Apple apresenta seus novos modelos de iPhone e iPad.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mauro Cezar, Arnaldo Ribeiro, Eduardo Tironi, José Trajano, Juca Kfouri e Danilo Lavieri analisam a classificação do Palmeiras com polêmica diante do São Paulo para a final do Paulistão, a eliminação do Corinthians para o Novorizontino, o empate que levou o Fluminense a mais uma final de Carioca à espera do Flamengo, as decisões no Gaúcho, Mineiro e Baiano, além das dúvidas para a Copa do Mundo após o ataque dos Estados Unidos ao Irã
O boletim de hoje destaca a nova Resolução CFM nº 2.454/2026, que estabelece as normas para o uso responsável da inteligência artificial na medicina brasileira, reforçando a autonomia e a supervisão humana obrigatória. Apresentamos a aprovação pelo FDA do Bysanti (milsaperidona) como nova opção terapêutica para esquizofrenia e transtorno bipolar, com alertas importantes sobre segurança e uso em idosos. Por fim, abordamos o avanço nas negociações da OMS para o acordo global contra pandemias, focado na partilha equitativa de patógenos e tecnologias. Acompanhe as atualizações que definem os marcos éticos e regulatórios da sua prática no seu podcast diário de atualização, com curadoria médica e produzido por IA.Afya News. Informação médica confiável e atualizada no seu tempo.Fontes do episódio aqui:https://portal.afya.com.br/podcasts/afya-news/02-03-2026
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Bombardeios no sábado mataram, entre outras autoridades, o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo iraniano. Contra-ataque atingiu Israel e bases e embarcações americanas na região. Preço do petróleo tem maior alta de 14 meses devido ao conflito. Lulinha admite a interlocutores ter viajado para Portugal às custas do Careca do INSS. Paramount vence guerra do streaming e compra Warner. Morre ator e diretor Dennis Carvalho, um dos maiores nomes da TV brasileira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os Estaduais entram na reta decisiva! No programa, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli destrincham o cenário nacional com o raio X das 8 finais e 6 semifinais: regulamentos, mandos, favoritos, zebras possíveis e impactos para o restante da temporada.
Será que vai sobrar alguma coisa depois desse governo?Bloco 1- Irâ - Expectativa continua e país se prepara para guerra em duas frente.- Cisjordânia - Limpeza étnica, assentamentos e a destruição do projeto de 2 Estados. - Gaza - Conselho da Paz de Trump se reúne e aponta caminhos para Gaza.Bloco2- Suprema Corte: - Determina que caso da procuradora do exército volte para procuradoria pública. - Volta a ser enfraquecida em velha-nova lei do golpe autocrático. - Determina regras para uso de área sul do Muro da Lamentações.Bloco 3- Personagem da semana- Palavra da semana- Correio dos ouvintesPara quem puder colaborar com o desenvolvimento do nosso projeto para podermos continuar trazendo informação de qualidade, esse é o link para a nossa campanha de financiamento coletivo. No Brasil - apoia.se/doladoesquerdodomuroNo exterior - patreon.com/doladoesquerdodomuroNossa página: ladoesquerdo.comNós nas redes:bluesky - @doladoesquerdo.bsky.social e @joaokm.bsky.socialtwitter - @doladoesquerdo e @joaokminstagram - @doladoesquerdodomuroyoutube - youtube.com/@doladoesquerdodomuroTiktok - @esquerdomuroPlaylist do Spotify - Do Lado Esquerdo do Muro MusicalSite com tradução de letras de músicas - https://shirimemportugues.blogspot.com/Episódio #342 do podcast "Do Lado Esquerdo do Muro", com Marcos Gorinstein e João Miragaya.
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Gustavo Garcia, Marcello Neves, Gustavo Di Sarli e Phill analisam a derrota, as polêmicas de arbitragem e projetam a semifinal contra o Vasco. Dá o play!
No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 26, Carlos Andreazza fala sobre a CPI do Crime Organizado que aprovou o convite para o comparecimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli ao colegiado e a quebra de sigilo fiscal da Maridt Participações no período entre 2022 e 2026. Toffoli é sócio da empresa, que vendeu parte do resort Tayayá a fundo ligado ao Banco Master. A comissão aprovou ainda a convocação dos irmãos do ministro, José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, que são gestores da Maridt. Pelo tipo de requerimento, a presença deles para prestar depoimento à CPI é obrigatória. Já a de Toffoli é facultativa. A CPI também aprovou o convite ao ministro Alexandre de Moraes e a convocação de Daniel Vorcaro, dono do Master. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiFoto: Wilton Junior/EstadãoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Vítimas e famílias tentam escapar de crimes como homicídio, sequestros, tortura, violência sexual e ameaças de morte; apelo feito aos combatentes do M23 é que parem de perseguir defensores dos direitos humanos e civis.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Chuva forte eleva rio Paraibuna e agrava tragédia em Juiz de Fora (MG). Senado aprova fim da relativização do estupro de vulnerável. Inadimplência atinge maior patamar no Brasil desde 2017.
Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa… despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas. Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência. De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]
Life in the Peloton is proudly brought to you by MAAP Here we go, guys, we're just a few sleeps away from Opening Weekend! Just thinking about these races gets me absolutely pumped. I can smell the Belgian chaos already; the embrocation, the frites, the beers! What better way to prepare for the return of proper bike racing than sitting down with my old mates Tom Southam and Luke Durbridge for this month's episode of The Race Communiqué. Before we jump into a quick preview of Omloop and Kuurne, we look back on the early season races that give us a good insight into who's going well, and who's got work to do. Of course Remco Evenepoel won't be racing this weekend, but we discussed what on earth happened to him in the UAE! He had such a strong start to the season, to see him burst like that on the steep desert climbs was pretty surprising! Omloop kicks off the classics season this Saturday, and it is set to be an absolute pearler. The start list is absolutely stacked with talent, but there are two big names still waiting to start their road season; Pogi and Van Der Poel. Without these big five star favourites, the race is actually pretty open. I go through my picks in the preview, so have a listen and send me some praise when one of the twelve or so riders I mentioned probably does OK. My favourite thing about Omloop is the finish; the Muur - Bosberg double that used to be the finale of the Tour of Flanders, but was dropped years ago in favour of the Kwaremont - Paterberg combo we see today. These climbs have everything; double digit gradients, brutal Belgian cobbles, and - most importantly - atmosphere. I can't wait to see throngs of Belgies at the roadside soaking it all in (along with Life In The Peloton's Race Radio p/b SHOKZ's own Harry & Stu recording their first episode of the season!) In this month's Talking Tactics, Southam gives us the lowdown on his opening weekend; Faun-Ardèche Classic and Faun Drome Classic. These are new-school French one day races that are a notch below Omloop, but still absolutely stacked with big name riders looking to start their seasons; Jorgenson, Simmons, Skjelmose, Morgado, Bernal, Healy, and - the best rider in the world - Scaroni. Durbo's Pelochat has some great insight this month. He's been keeping a close eye on some of the new tech nuggets from inside the Pelo, as well as how the new UCI rules on things like aero helmets are going down. Guys, this month I wanted to introduce a fun new segment I've called “Yeah…Nah.”. You know when you hear something, and you think it sounds like a good idea at first…then you give it a bit of thought and - actually - na. “Hey Mitch, you gonna go to Durbo's party on Saturday?” “Yeah…….nah” You get the idea. I give the boys a few ideas to get their take. Breakfast beers? Working the gate in the echelon? Sitting on in the Grupetto? Of course, we wrap things up with the CommuniQuiz. It's Southam's turn to be quiz master this time, and he's written his quiz on his absolute favourite topic - something he's totally, unequivocally obsessed with; UAE Team Emirates. It's a great one and I actually learnt a thing or two about the history of the best team in the bunch right now. Guys get yourself a few Trappist beers out the fridge to come up to temp, make sure you've got plenty of mayo ready for your frites, and get ready for the classics to begin; I know I'll be watching. Until next month, Cheers! Mitch P.S. Don't forget you can also watch The Race Communiqué over on our Life In The Peloton YouTube channel. You won't want to miss the reactions to Luke's Pelo Lingo in this one! The Race Communiqué is brought to you by TrainingPeaks! Track, plan, and train smarter - just like the pros. Get 20% off TrainingPeaks Premium now at trainingpeaks.com/litp Check out our new Substack! It's a new place for us to go a bit deeper — home to Tom Southam's Director's Cuts, my Pelo Journal, and stories from inside the peloton… and a bit beyond it too - https://lifeinthepeloton.substack.com/
Álvaro Gribel, repórter especial e colunista do Estadão, comenta os principais assuntos da Economia e Política nacionais no Jornal Eldorado, às 2ªs, 4ªs e 6ªs, às 8h30.See omnystudio.com/listener for privacy information.
00:00 Existe um valor mínimo para sua idade00:06 A era mais mentirosa da história00:56 Salário não é Riqueza01:29 Anos de vida comprados02:30 A Régua do Patrimônio é Tempo03:46 Exemplo prático: O caso do João05:32 A Régua dos Múltiplos por Idade07:23 O Número da Liberdade Financeira09:48 O Plano de Ação para quem está atrasado11:29 RC Club ou RC Wealth: Qual o seu caminho?
Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (23):O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), classificou o possível envolvimento de autoridades no caso do Banco Master como “farra dos intocáveis”. Em vídeo publicado nas redes sociais, Zema criticou figuras que, segundo ele, “mandam, mas não prestam conta” e convocou manifestação na Avenida Paulista. As declarações ocorrem em meio a investigações e desdobramentos do escândalo financeiro. A Polícia Federal teria deixado de compartilhar com o Judiciário o conteúdo de dezenas de aparelhos eletrônicos apreendidos no caso do Banco Master, incluindo 52 celulares, segundo informações divulgadas pela imprensa. O ministro André Mendonça cobrou detalhes sobre o material analisado, enquanto o episódio abre nova tensão entre governo e Judiciário. Apesar da resistência à criação de uma CPI exclusiva sobre o Banco Master, senadores articulam alternativas para ouvir Daniel Vorcaro em outras comissões da Casa. A expectativa é que o depoimento possa esclarecer pontos sobre o escândalo e possíveis conexões com outros casos, como o INSS. O presidente Lula (PT) comentou as críticas ao desfile da Acadêmicos de Niterói, que o homenageou no Carnaval. Em entrevista, afirmou que “não é carnavalesco” e que apenas aceitou a homenagem. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu nas redes, acusando o presidente de ter anuído com ironias contra conservadores. O episódio segue repercutindo no cenário político. O prefeito de Maricá e vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, criticou a ala “Neoconservadores em conserva” do desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Lula (PT). Para Quaquá, quem deseja governar o país precisa dialogar com o “Brasil real” e não pode deixar de conversar com eleitores conservadores. A fala ocorre após forte repercussão negativa do desfile nas redes sociais. Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltaram a trocar críticas públicas nas redes sociais. O embate envolve o ex-deputado Federal Eduardo Bolsonaro, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A tensão aumentou após divergências sobre manifestações e prioridades políticas, incluindo o caso Banco Master e a pauta da anistia. As declarações reacenderam especulações sobre um racha interno no grupo. Uma onda de violência tomou conta do México após a morte de um dos principais líderes do Cartel Jalisco Nova Geração, conhecido como “El Mencho”. Pelo menos 57 pessoas morreram em confrontos e ataques, incluindo integrantes da Guarda Nacional e agentes públicos. Bloqueios, incêndios e suspensão de aulas foram registrados em diferentes estados do país. Levantamento da Instituição Fiscal Independente do Senado aponta que os gastos do governo com benefícios sociais aumentaram quase 500% desde 2004, atingindo R$ 383 bilhões anuais. O crescimento pressiona as regras fiscais e já provoca debate dentro da própria equipe econômica do Planalto sobre possíveis mudanças na concessão dos programas. Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.
¿Cómo se baila lo que nos duele? ¿Y el miedo? ¿Y la vergüenza? De todo eso puede hablarnos nuestro invitado de hoy: el coreógrafo e intérprete de danza, Fernando Troya. Los días 26,27 y 28 de febrero estará en Madrid, en la sala Nave 73, con su espectáculo “A Pelo”, un dúo en el que viaja a lo más oscuro de su pasado para reflexionar sobre la hipersexualización del cuerpo masculino homosexual y el deseo queer como conflicto.Escuchar audio
DEUS TE CHAMA PELO NOME, BASTA VOCÊ IR AO ENCONTRO DELE! | APÓSTOLO ESTEVAM HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo