Filhos, amor, escolas e tribunais. De tudo isto fala o psicólogo Eduardo Sá de segunda a sexta ao fim da tarde, a seguir às 17h00, na Rádio Observador.

Há dores que não se superam… transformam-se. Mas o enlutado, além de lidar com a dor da ausência, sente por vezes a pressão para “seguir em frente”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há crianças que dizem “não” a tudo. Mas quando o “não” é constante, agressivo e dirigido às figuras de autoridade, talvez não estejamos apenas perante uma fase, mas um Transtorno Opositivo DesafiadorSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ainda é difícil ser mulher e ter tudo: sucesso no trabalho e em casa. Sobretudo, escreve uma ouvinte ao Eduardo Sá, quando a situação no emprego é de “estagnação”. E a sensação é de injustiça.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Trabalhar com pessoas muito ambiciosas pode ser inspirador, mas também cansativo. Quando a ambição deixa de ser motor e passa a ser atropelo, como é que nos protegemos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Parlamento aprovou a subida da idade para acesso às redes sociais dos 13 para os 16 anos, exigindo consentimento parental. Estamos perante a proteção das crianças ou uma ilusão de controlo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Entre corresponder às expectativas de todos e sermos fiéis a nós próprios existe uma pequena palavra: chama-se “não”. Quando nos encolhemos, tornamo-nos obedientes à custa da nossa verdade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há quem diga que o amor é cego. Mas e se não for cegueira e for repetição? E por que nos apaixonamos por quem nos faz sofrer? Será que escolhemos quem confirma as nossas feridas?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Cada vez mais casais escolhem amar... mas não coabitar. Dizem que assim protegem a individualidade, evitam o desgaste e mantêm o desejo vivo. Maturidade emocional? Ou medo de perder liberdade?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Depois de uma traição, há quem não perdoe. Mas muitas vezes a pessoa mais dura e mais implacável… é o próprio. Porque é que a culpa fica a morar cá dentro, mesmo quando ninguém está a apontar o dedo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Raramente levantam a voz, mas deixam rasto. Dizem pouco, prometem menos ainda e quase nunca assumem o que fazem. Vivem na zona cinzenta das intenções, onde tudo é ambíguo e nada é frontalSee omnystudio.com/listener for privacy information.

A fúria da tempestade Kristin deixou um rasto de destruição por onde passou. Mas, como tantas vezes acontece nos momentos de maior fragilidade, trouxe outra coisa: desconhecidos que estendem a mão.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A vaidade vive de espelhos. Quem está demasiado ocupado a confirmar a própria imagem tem pouca disponibilidade para reconhecer o outro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Afinal, como se define traição? Neste caso, marido e mulher não têm o mesmo entendimento sobre o que é traição. E o casamento ficou suspenso num limbo doloroso.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um neto de 4 anos, a viver longe da avó, fala com ela quase todos os dias por videochamada. Mas há dias em que não quer atender. Os pais devem insistir?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma mãe divorciada há quase dez anos inicia uma nova relação pouco aceite pelo filho adolescente. Como pode este namorado aproximar-se sem invadir? Deve esperar que o jovem dê o primeiro passo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Como se distingue de um simples comportamento de risco ou de fuga? As experiências de trauma podem empurrar para comportamentos autodestrutivos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Que diferenças existem entre mandar e liderar e porque é que tantas vezes se confundem? Afinal, o macho-alfa é um modelo de liderança ou um disfarce para inseguranças?See omnystudio.com/listener for privacy information.

À boleia de um email para o Eduardo Sá sobre uma adolescente de 15 anos que se magoa a si própria, de forma repetida e cada vez mais grave, falamos de auto-mutilação.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma ouvinte escreve-nos preocupada com aquilo que observa entre crianças muito pequenas, de 10 ou 11 anos: falam em namoro e, por vezes, definem-se como gays, lésbicas ou bissexuais.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quase trinta professores universitários pedem a suspensão generalizada do uso de inteligência artificial generativa. Acusam o uso acrítico de promover fraude, plágio e empobrecimento cognitivo.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Medicar ou esperar? É uma das perguntas que mais angustia os pais. Quando a medicação entra em cena, é preciso monitorar os resultados. Especialmente quando os efeitos não são os esperados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Numa separação, quando um dos pais surge como o território do prazer e o outro fica associado às rotinas, regras e contrariedades, instala-se medo: o de ser menos amado por fazer o que é necessário.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Existe uma idade “certa” para a criança deixar de dormir no quarto dos pais? E o que é que a criança ganha, emocionalmente, quando passa para o seu próprio quarto?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Antes de apontarmos o dedo ao telemóvel dos adolescentes, talvez valha a pena perceber até que ponto o problema também vive no nosso bolsoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Morre ou muda de forma com o tempo? Confundimos o fim da paixão com o fim do amor? E afinal é a rotina que mata o romance? Ou será que o problema está em só querermos fogo-de-artifício?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Vivem a infância dos filhos em estado de alerta. Sobrevoam tudo: a escola, as amizades, as frustrações. Têm medo que o mundo lhes falhe. E estão sempre lá para os apanhar. Tudo para evitar a dorSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Há perguntas que ninguém devia ter de fazer, mas quase todos já fizeram por dentro: “Quanto é que um professor gosta de mim?”. Como se a escola fosse também um concurso de afectos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Não é preciso nascer assim. A hiperactividade também se fabrica em casa, todos os dias, com boas intenções e maus hábitos. Estamos a medicar crianças quando devíamos estar a desacelerar famílias?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Entramos numa relação acreditando que levamos connosco a nossa personalidade, bem definida. Mas, com o tempo, há quem se sinta diferente e a dúvida instala-se: estou a crescer ou estou a perder-me?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há pais e professores a dizer o mesmo: aos 15 anos, os miúdos parecem estar sempre “noutra”. Distraem-se facilmente, perdem o fio à meada, custam a concentrar-se. Porquê?See omnystudio.com/listener for privacy information.

A relação transformou-se num campo de batalha. A pergunta deixa de ser “aguentar ou sair” e passa a ser: o que magoa menos uma criança? Viver numa casa sem respeito ou crescer longe de um dos pais?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Aos 13 anos, o medo de ficar sozinho pode pesar mais do que a dor de uma relação que magoa. Mas até que ponto devemos tolerar amizades que diminuem?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mãe escreve ao Eduardo Sá a relatar como o filho é ferido e tem medo de entrar na escola. A educadora insiste em desvalorizar e reduz tudo a pequenos “desentendimentos”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há crianças que observam primeiro e só interagem depois. Mas quando a timidez leva-os a rejeitar a presença de outras crianças, os pais devem ficar preocupados?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O que acontece quando a filha do outro não aceita a nossa presença e não há laço afetivo que se construa?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Três filhos já adultos, todos a viver em casa, e uma luta diária em torno das tarefas domésticas. Onde acaba o diálogo e começa a autoridade dos pais?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Passou a festa, acabaram os brindes. Nos dias seguintes à passagem de ano, sobra a pergunta incómoda: quanto tempo aguentam as nossas resoluções?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Na passagem de ano fazemos listas como quem pede licença para recomeçar. Mas entre resoluções e desejos, nem sempre é claro o que queremos mudar ou do que ainda não conseguimos abdicar See omnystudio.com/listener for privacy information.

A solidão está associada a um maior risco de doenças cardiovasculares, diabetes, depressão, ansiedade, demência e morte prematura, alerta a Organização Mundial da SaúdeSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Habituaram-nos a histórias rápidas, emoções imediatas e mensagens explícitas. O cinema, por exemplo, está a simplificar os guiões para não perder espectadoresSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Há dores que não deixam marcas visíveis, mas desgastam por dentro. Não derrubam de uma vez: vão moendo, devagar, como um baú cheio de mágoasSee omnystudio.com/listener for privacy information.

[O Observador está a republicar os três episódios mais ouvidos do ano em cada podcast. Este é de 5 de março de 2025.] Eduardo Sá admite que há uma confusão entre uma pessoa ser formal e ser bem educada. O psicólogo diz que muitas vezes há falta de respeito dentro do sítio mais necessário, as escolas. See omnystudio.com/listener for privacy information.