Filhos, amor, escolas e tribunais. De tudo isto fala o psicólogo Eduardo Sá de segunda a sexta ao fim da tarde, a seguir às 17h00, na Rádio Observador.

Já não se fala de esgotamento, mas de burnout. Será que nasce do trabalho? Hoje discutimos porque é que o burnout tem menos a ver com a azáfama laboral e mais com tudo aquilo que fugimos de pensar.See omnystudio.com/listener for privacy information.

"Acalma-te" juntou-se à lista negra ao lado do "não" e de outras palavras proibidas. Por isso, quando escapa, os pais modernos não ficam só frustrados com a criança, ficam zangados consigo próprios.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há uma ideia que assalta muitos casais: a de que numa relação há sempre um que ama mais do que o outro. Será assim, ou é só uma forma de explicar os desequilíbrios que todos sentimos em algum momento? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Separar e voltar a juntar é mais comum do que se pensa. Mas o que muda de facto na segunda tentativa? Repetem-se os mesmos erros ou há realmente uma segunda oportunidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma imagem violenta, um medo absurdo, uma ideia que nos horroriza. Aparecem sem aviso e vão-se embora... ou não. Porque é que a mente insiste em pensar aquilo que menos queremos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Adiamos o que nos causa desconforto, mas quanto mais adiamos, mais ansiedade se acumula. Porque é que fugimos das tarefas que mais precisamos de fazer? E como se quebra este ciclo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Passamos mais horas com colegas do que com a família. Amor e paixão, o trabalho é também um laboratório afectivo. Quando é que essas relações nos fazem bem e quando é que nos adoecem?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Separar é perder: a vida que se tinha, a rotina, o projeto em comum. Mas e depois? Como se reconstrói quem se é e como se volta a confiar?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O primeiro coração partido pode parecer o fim do mundo. Para um adolescente, é mesmo. Como se atravessa e como ajudam os pais sem desvalorizar?See omnystudio.com/listener for privacy information.

De um dia para o outro, sem explicação, um adolescente deixa de existir para os amigos. Como é que um grupo expulsa um dos seus e o que acontece a quem fica de fora?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Perder alguém muda tudo: a rotina, a identidade, até a forma de estar com os outros. Mas a sociedade tem pressa que se volte ao normal. Como é que se vive o luto sem fingir que a vida continua igual?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dizer "só quero que sejas feliz" esconde, por vezes, uma exigência de perfeição. Eduardo Sá explica que a pressão para ser "muito bom" em tudo pode resultar numa quebra da autoestima.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Projetamos imagens ideais para o exterior e para nós próprios. Eduardo Sá defende que a felicidade exige transparência e que o "Photoshop" emocional nas relações impede a verdadeira paz.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Eduardo Sá alerta que muitas crianças têm hoje menos tempo livre que reclusos. O psicólogo defende que o contacto com a natureza é vital para que os mais novos sintam a vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Em Portugal, a saúde mental parece ser um luxo mas é uma necessidade premente. O psicólogo Eduardo Sá reconhece que a forma como o trabalho está organizado veio acentuar alguns quadros clínicos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

A educação é sexista em alguns aspetos, nomeadamente no que diz respeito à gestão das emoções. Criou-se a ideia de que "um homem não chora" mas o psicólogo Eduardo Sá esclarece: não é verdade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Um elogio inocente fez cair a ficha: o filho de 18 anos pode estar a viver, em silêncio, dúvidas sobre a sua orientação sexual. Como ajudar sem forçar a falar antes do tempo?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Os Países Baixos confirmaram o primeiro caso de eutanásia numa criança entre 1 e 12 anos desde que a lei foi alterada, para permitir o procedimento nessa faixa etária em situações excecionaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Já não se discute tanto sobre obediência, discute-se sobre ecrãs. Sem conflito não há autonomia e o atrito entre gerações pode estar a desaparecer. Os pais hoje têm medo do conflito com os filhosSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Jérémy Doku ponderou deixar o Mundial para assistir ao nascimento do primeiro filho. Acabou por conseguir as duas coisas, mas a hesitação expõe um conflito que muitos pais conhecemSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Em Santarém, um pai atirou-se do 8.º andar com a filha de quatro anos. Em Valpaços, uma madrasta matou a enteada de oito. Dois crimes, o mesmo móbil: a vingançaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Passamos a vida à procura da felicidade nas relações. Mas raramente paramos para perguntar o essencial: o que é que uma relação tem mesmo de nos dar para nos sentirmos felizes?See omnystudio.com/listener for privacy information.

A diferença entre as duas coisas não é pequena. Numa, o motor é o medo de ficar sem o outro; na outra, o desejo de estar à altura. E há ainda um terceiro lugar, o pior de todos: lutar para conquistarSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Há escolas a expulsar a bola do recreio. A de futebol, a de basquetebol, a de râguebi. Começou em Espanha, com o argumento que não é o do vidro partido. É que a bola seria tóxica porque é dos rapazesSee omnystudio.com/listener for privacy information.

As crianças descobrem o corpo muito antes de terem palavras para isso. Tocam-se, fazem perguntas que deixam os adultos desconfortáveis. Onde acaba a curiosidade normal e começa o sinal de alarme?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma ouvinte escreve-nos com uma dúvida que muitas famílias conhecem Tem dois filhos, de 3 e 5 anos, que dormem na sua cama… E quer saber se há uma idade certa para cada um ir para a sua camaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O pai de um menino de 8 anos, alvo de alguma violência na escola, ficou alarmado com uma frase do filho: "Eu também provoquei, eu mereci". A escola desvalorizou, disse que faz parte do desenvolvimentoSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Num mundo de guerras e pressas, basta uma saqueta de cromos para tudo parar. Porquê? E o que é que isso diz sobre a infância que vamos perdendo pelo caminho? See omnystudio.com/listener for privacy information.

Chegam os exames do secundário e, com eles, os miúdos que deixam de dormir, deixam de comer e choram por tudo e por nada. A palavra de ordem é "estuda mais!”. Raramente "aprende melhor"See omnystudio.com/listener for privacy information.

Reagem a quente, gritam, castigam e depois fica a dúvida e a culpa. O que está por trás da impulsividade dos pais no dia a dia?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há um momento em que todos os pais passam por isto: a boca pintada de chocolate e a criança jura que não comeu nada. A primeira reação é quase sempre de susto: será que estou a criar um mentiroso?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Saíram esta semana os dados da Pordata, com base no Eurostat: as crianças portuguesas entre os 6 e 11 anos passam, em média, 38 horas por semana na escola, o valor mais alto de toda a União Europeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Duas casas, dois horários, duas regras de ecrãs, dois critérios para os TPC, e a criança no meio entre dois mundos. Haverá guarda conjunta sem co-parentalidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.

De norte a sul do país, projeto Escola Amiga da Criança reúne listas de reclamações e sugestões. De ideias para a escola a desabafos sobre o receio do futuro, as crianças conseguem sempre surpreenderSee omnystudio.com/listener for privacy information.

O bebé chegou há semanas e de repente a mãe sente-se completamente sozinha, mesmo que o marido esteja ali ao lado. A solidão pós-parto não é falta de companhia: é falta de reconhecimento.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dia Internacional do Brincar, uma data celebrada em mais de 40 países que recorda que brincar não é uma pausa da vida das crianças. É a vida das crianças. E um direito consagrado pela ONUSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Todas as manhãs, a mesma cena: choro, súplicas, braços que não largam. Para muitos pais, deixar os filhos na escola é uma das situações mais angustiantes do dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma mãe escreve ao Eduardo Sá sobre a filha de 6 anos no 1.º ano: chegada a casa, não quer saber de TPC, banho nem jantar. Como é que os pais equilibram a compreensão com os mínimos inegociáveis?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há pessoas que vivem permanentemente em alerta, como se o perigo estivesse sempre a um passo. Não é paranóia, é o sistema nervoso preso num modo de sobrevivência que nunca encontrou a saídaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Ouvinte tem uma filha de 6 anos e está saturada das festas de aniversário. A questão é: estas festas fazem bem às crianças ou são, sobretudo, uma performance para adultos?See omnystudio.com/listener for privacy information.

O caso dos irmãos franceses abandonados numa estrada entre Alcácer do Sal e a Comporta chocou o país. O que é uma situação destas provoca numa criança? Que implicações terá na vida adulta?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Há um diferença entre fazer mal e ser mau. Todos os pais fazem mal aos filhos - por cansaço, distração ou fragilidade. Mas há um ponto em que fazer mal, sem correção, transforma filhos em más pessoasSee omnystudio.com/listener for privacy information.