POPULARITY
Categories
Os espiões não foram punidos por falta de inteligência, mas por uma visão equivocada da missão judaica. Segundo a Cabalá, eles preferiam permanecer no deserto, cercados por milagres e espiritualidade, em vez de entrar na Terra de Israel e enfrentar os desafios do mundo material. Nesta aula, vamos explorar o verdadeiro significado do pecado dos espiões, o medo da responsabilidade espiritual e por que a missão divina é transformar a realidade física em uma morada para D'us.Curtiu a aula?Faça um pix RABINOELIPIX@GMAIL.COM e nos ajude a darmos sequência neste projeto!#ParashaShelach #Espiões #Cabalá #TerraDeIsrael #Torá #Judaísmo #Chassidut #MissãoDivina #RabinoEliahu #EstudoDaTorá #VidaEspiritual #Israel #ParashatHashavua #Chabad #Moshiach #shelach #espião #torah #kabala
A CHAVE PARA VENCER O MEDO | PAULO BORGES JR
Paciência e o Medo - Ap Rubens de Mattos Antônio 31/05/2026 by Ministrações CCP
você ficar calada nesta hora, socorro e livramento surgirão de outra parte para os judeus, mas você e a família de seu pai morrerão. Quem sabe se não foi para um momento como este que você chegou à posição de rainha? "Ester 4:14
Palavra do Dia Hoje - O Medo Não Tem Lugar para as Promessas de Deus!
Penalty kicks are among the most psychologically intense moments in the World Cup, where matches can hinge on a single shot. Queensland University of Technology researchers Benno Torgler and David Savage examine how fear of failure, pressure and decision-making can shape performance. - Estudo feito por Benno Torgler, co-autor de 'Nervos de Aço? Estresse, Desempenho e Atletas de Elite', sugere que jogadores mais jovens podem lidar melhor com a pressão. A entrevista foi feita em inglês.
Você está deixando o medo decidir o tamanho da sua vida? Neste episódio do Entra Pra Rachar, Caio Carneiro dá o choque de realidade sobre por que o medo é mentiroso, por que o conforto virou uma prisão disfarçada e como diferenciar coragem de imprudência.
Neste episódio profundo, @Juanribe Pagliarin usa a metáfora “O Medo que o Rio tem do Mar” para revelar o confronto humano com o desconhecido.
Por que tanta gente trava na hora de vender?Neste episódio do Podcast de Vendas do Diego Maia, você vai entender como vencer o medo de vender e por que esse bloqueio emocional impede milhares de profissionais, empreendedores e empresas de crescerem. Se você sente insegurança para oferecer produtos, apresentar propostas, negociar preços ou abordar clientes, este conteúdo pode mudar completamente sua visão sobre vendas.A verdade é que muita gente associa vendas com pressão, rejeição ou insistência. E por causa disso, acaba criando uma relação negativa com o ato de vender. O problema é que vendas fazem parte da vida. Todo mundo vende alguma coisa o tempo inteiro, ideias, opiniões, projetos, serviços, produtos e até a própria imagem profissional.Neste episódio, Diego Maia, considerado um dos palestrantes de vendas mais contratados do Brasil, autor de 8 livros, especialista em vendas e CEO da CDPV Companhia de Palestras, explica de forma clara, prática e direta como o medo de vender nasce e quais atitudes ajudam a superar esse bloqueio.Você vai entender que o medo da venda normalmente está ligado ao medo da rejeição. Muitas pessoas têm receio de ouvir um “não”, serem julgadas, parecerem inconvenientes ou não se sentirem boas o suficiente para convencer alguém.Este episódio é ideal para:vendedores iniciantes;profissionais comerciais;empresários;gestores de equipes de vendas;representantes comerciais;autônomos;empreendedores;pessoas que desejam entender funil de vendas;quem busca vender mais com estratégia.Se você procura conteúdos sobre:funil de vendas explicado;como funciona funil de vendas;etapas do funil de vendas;processo comercial;gestão de vendas;técnicas de vendas;vendas consultivas;conversão de clientes;pipeline comercial;prospecção de clientes;fechamento de vendas;vendas B2B;vendas B2C;marketing e vendas;previsibilidade comercial;como vender mais;…este episódio foi feito para você.Diego Maia é referência nacional em vendas, liderança comercial e desenvolvimento de equipes de alta performance. Há anos impacta empresas, vendedores e empreendedores em todo o Brasil através de palestras, treinamentos, conteúdos digitais e do tradicional
Você realmente escolheu sua vida?Ou apenas herdou medos, culpas e prioridades que nunca foram suas?Neste episódio do Ecotrimcast, Marcello Cotrim revela como a maioria das pessoas organiza a própria vida baseada no medo — e não no amor, no propósito ou na verdadeira essência.Você vai entender:• Por que você se anula pelos outros• Como a culpa se tornou um mecanismo de controle• O impacto das prioridades herdadas da família• O perigo de viver apenas para agradar• Como o medo cria autossabotagem• A relação entre excesso de doação e vazio emocional• O motivo de você não conseguir se priorizar• Como começar a reconstruir sua identidade verdadeiraA maior parte das pessoas não vive pelos próprios sonhos.Vive tentando evitar perdas, rejeições e culpas.E talvez essa seja a raiz do seu esgotamento emocional.
LIVE LIDERANÇA EM AÇÃO (MEDO) by Eric Pereira
10/05/2026 | Êxodo 2.1-10 | Daniel Guanaes | Culto Manhã
De toda a parte nos chegam avisos quanto a uma crise de autores teatrais, ou do conto, do romance, géneros que déramos como adquiridos, elementos constantes de uma plena função cultural, mas se se perdeu o entusiasmo das formas, aquela audácia com que se partia da realidade como de um mote para depois se tratar certos temas com um cuidado obstinado em animar de um sopro vital algo que pode, sem ele, tornar-se débil, apenas arrastando uma convenção oficial e cansada, há alturas em que tudo o que resta são pequenos salteadores da tradição, que a única coisa que lhe trazem é aquele gesto insolente, cabriolante, blasfemo, trabalhando verdades cada vez mais somíticas, tão parciais que acabam por só dispor de turvos factos e figuras que se desfazem em pó mal as examinamos de perto. Agustina notava que em certas alturas tendem a proliferar as melancolias dos pequenos talentos, sendo que estas chegam a assemelhar-se a infâmias calculadas. Adivinhou há três décadas que aquilo que nos esperava era um crescendo da ganância e uma cultura pedante que se imitaria para não ter que se inventar a si mesma. Não estamos já na companhia desses perdulários encantadores, mas dos associais das superestruturas, e não há já aquela capacidade de se defenderem do mundo alimentando-se da canção perdida que é o passado. No máximo temos nalguns a erudição malabarista, uma instrução que fede as mais das vezes a desembaraçados preconceitos, a banalidade aristocratizada do que passa por sabedoria, mas nada daquela inteligência convulsa, monstruosa, como essa criatura estupenda que se fixou entre nós, e que, entre só umas poucas mais, gozavam desse prestígio dos que punham na boca de cada um dos que com elas se cruzavam as únicas palavras que alguma vez pronunciaram. Impor-se com toda a relevância é um talento assombroso, mas hoje, tenham mais ou menos recursos, é difícil reconhecer nesses frágeis actores, que representam numa teatralidade tosca e excessiva o tal privilégio dos que movem o poder da criação, uma verdadeira intensidade. Não vemos que, nas coisas de que se ocupam com essa luz repartida e triste, consiga nascer seja o que for. Até as mentiras são cada vez mais inábeis… “Não mentem como dantes, não há qualquer contrato de persuasão, de conquista, na mentira”, diz-nos Agustina. “Hoje mente-se por manifesta insolência, quer-se dizer apenas ‘vê que a tua opinião me é indiferente e o que podes pensar não me causa nenhuma perturbação'. Eu vi diante dos meus olhos essa mentira desesperada e fútil”… Surgia, assim, uma geração que mente friamente, assim como se avilta friamente, e nisso escoa todo o seu drama. Não quer contratos com a sabedoria e com a experiência, e depois só resta uma espécie de leviandade carismática. Se em tempos esta escritora podia notar que “a alma de um homem é feita de muitas tentativas doutras almas”, hoje parece até um excesso romântico servir-se desses termos, quando o que prevalece é “o canibalismo moral”, a sede irreprimível de possuir súbditos, seguidores, de subjugar a vontade dos demais, sendo certo que, “quanto mais débil é uma sociedade, mais activa parece ser”, e damos por uns seres que não conseguem seguir nenhum argumento, nenhuma intriga arrojada, nada senão um rastilho boateiro, ficando-se longe daquela indiscrição da inteligência, ficando por dizer o que antes o nevoeiro consertava, esse pigmento de alma que nos era introduzido e que não era nem mero sentimento nem outra coisa que pudesse facilmente ser descrita, mas aquilo a que Agustina chamou “um sabor hamletiano que os portugueses regelam na pele, como se um povo inteiro nele se contivesse, na clausura da sua hereditariedade na fermentação do destino”. Podem até ser exageros de quem sempre nos foi dizendo que não lutava por pessoas ou coisas, mas por sínteses, e que vinha para o romance como para um piano velho, deixando a meninice dedilhar e cantar, com aquele gozo que a música desperta nas feras. Depois dessas ousadias que mais temos senão a tal febre de fatalismo que tomou conta de tudo?, a azeda turbulência e os motivos a que cada um se agarra entre enganos e tristezas remoídas, para de si mesmas transmitirem uma impressão forte, cercadas dos milhares de pessoas manejadas pela publicidade, pela nevrose colectiva de corresponder ao século, no que este tem de programa alienatório. Assim, “tudo são prorrogações e leve maceração de consciências", e, independentemente da forma, não se dá por um escrever e pensar com aquela audácia vingativa. “O que devia ser alado precipita-se no chão sujo dum palco; o que devia ser narrativa poética faz-se uma força antiquada da qual se evade sem pena a nossa imaginação. O que devia surpreender aborrece; o que é fruto de glória parece raquítica pretensão.” Deste modo vemos o processo cultural abster-se de um verdadeiro programa, de tudo aquilo que pudesse definir alguma ambição, porque hoje o sim e o não brotam da trivialidade e são incapazes de nos vincular seja ao que for. As criações que nos surgem por diante estão a reclamar algo que não existe. Impressiona-nos o patetismo, e basta deter a atenção nessas fórmulas tão lapidares quanto moribundas para se ficar sem vontade de coisa nenhuma, e se alguns espíritos ainda são capazes daquela prosa canalha e desafectada que nos anima um pouco com o seu vigor de insubordinação, sendo possível imaginar que algum ensejo crítico mais empenhado possa desentranhar deste nosso tempo um manifesto urdido por uns quantos contra a habituação de andar no mundo e obedecer-lhe, por outro lado, os versos parvos têm provado ser hoje uma indústria que prolifera para ajuda das convicções desbotadas, esses versos parvos que, segundo Agustina, têm grande audiência porque não comprometem a solidão, só a resguardam mais. Versos parvos que sobrecarregam uma literatura, encontrando o apoio dessa trama mediática que no medíocre vê afinidades honrosas. “Mas importa analisar o fado desta linhagem que temos. As relações entre os que produzem uma obra e os que a divulgam ou só observam são viciadas pelo método do verso parvo. São muitas vezes hipocrisias sem talento, movidas por sinceridades mal-intencionadas. Um autor escreve mal, um artista representa deploravelmente; e logo se lhes encontram parentescos com uma corrente ou outra, parentescos que, a serem autênticos, fariam deles desgraçados. O estilo não permite sucessores sem obrigar a maiores originalidades. A prova de que esse apoio é inútil é que a simpatia não produz carreira. Muitas vezes os amigos são o pesadelo indiscreto duma obra que podia impor-se. Se amam, pervertem; se aplaudem, embevecem, mais do que estimulam. A solidão não é uma vocação; é um desespero cultivado pela arte da vida breve que se repercute no ilimitado.” Neste episódio, veio conversar connosco Lourença Baldaque, escritora que tem publicado nos mais diversos registos desde 2005, e que criou as edições Fauve&Rouge, persistindo de forma discreta, empenhada, tendo como finalidade assumida a vital procura de um tempo literário. Além de ter traduzido e publicado autores franceses como Jules Renard, Jules Barbey d'Aurevilly e Balzac, tem traduzido de outras línguas, tendo sido responsável pela tradução da correspondência da avó (Agustina) com o escritor argentino Juan Rodolfo Wilcock e foi responsável pela recolha e organização da monumental edição em três volumes dos ensaios e artigos publicados por Agustina na imprensa entre 1951 e 2007. Se hoje a lenta réstia do seu farol ainda actua entre nós e tem alguma coisa de função esquecida, é sempre possível, ainda que arriscado e exigente, trazê-la de volta ao nosso convívio, sobretudo quando, apesar de toda a farra, a cultura recaiu numa espécie de pudor do isolamento, de ancilose, e há um tremendo receio do confronto, uma vez que mesmo as pessoas abdicam da sua constituição e se deixam transformar em miragens, “e como ectoplasmas não têm mistério, assim flutuam indiferenciadamente no grande oceano da informação”.
No encerramento do Bom Dia Londrina, compartilhamos uma mensagem inspiradora, incentivando reflexões e motivação para começar bem o dia.No programa Bom Dia Londrina apresentamos sucessos musicais, curiosidades, sorteios, horóscopo e presentes para aniversariantes todos os dias. De segunda a sábado das 08h às 12h e aos domingos das 08h as 11h. Você também pode participar através do nosso Instagram ou ligando no 3356-5500.
Helena Ferro Gouveia afirma que o regime iraniano está dividido perante o ultimato de Donald Trump. Ainda acrescenta que a parada de Putin será marcada pelo receio de ataques ucranianos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
José Borralho é meu amigo de longa data, mas é também e antes disso marketeer, a mente por trás da Escolha do Consumidor, do Produto do Ano, acredito que já teve conquistas e falhanços como todos nós e talvez por isso escreveu agora este Medo - Como Transformar Ameaças em Forças.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Se desejar aprofundar ainda mais esse processo, ofereço:
O MEDO DESCONHECIDO - Adalberto Braglia
Palavra ministrada em nosso encontro de domingo à noite (05/04/2026) pelo Pr. Angelo Tosta.Leitura: João 20.19-23
Neste sermão impactante, aprendemos que o amor é o verdadeiro fundamento para vencer o medo e viver uma vida plena com Deus. Mais do que um sentimento, o amor é uma decisão diária que precisa ser cultivada através de atitudes, perdão e compromisso. A mensagem revela que, sem amor, até as maiores obras espirituais se tornam vazias. Deus nos ensina a amar primeiro para que possamos amar os outros, restaurar relacionamentos e fortalecer nossos vínculos familiares. Descubra como o amor verdadeiro traz segurança, identidade e transformação espiritual. Uma palavra poderosa para quem deseja vencer o medo, curar o coração e viver o propósito de Deus em todas as áreas da vida. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema – AMOR, O FUNDAMENTO QUE VENCE O MEDO. Quarta – Feira 22/04/2026 Pregador : Bpa. Cristiane Barbosa Aula 32 Módulo – 68 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Se o medo tem travado seus passos, essa meditação foi feita para você.Neste episódio, você será conduzida a despertar a coragem que já existe dentro do seu coração e liberar inseguranças, dúvidas e bloqueios emocionais que impedem sua evolução.Uma experiência profunda para fortalecer sua autoestima, confiar mais em si mesma e seguir em direção aos seus sonhos com leveza e poder.✨ Ideal para ouvir:• Pela manhã• Antes de decisões importantes• Em momentos de ansiedade• Quando sentir medo do futuro• Antes de dormirRespire fundo… solte o peso… e permita que sua força interior desperte agora.Salve este episódio para ouvir sempre que precisar lembrar quem você é.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
“...enxergaram Jesus, andando sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo.”
Neste sermão edificante, a Bispa Cristiane Barbosa ministra uma poderosa palavra sobre como vencer o medo através da fidelidade a Deus. A mensagem revela que o medo é uma emoção natural, mas não pode governar nossa vida. Através de exemplos bíblicos como Davi, Elias e Josué, aprendemos que o medo pode distorcer a realidade, paralisar decisões e nos afastar do propósito. Porém, quando escolhemos confiar em Deus, encontramos força, direção e paz. A palavra também ensina práticas espirituais e emocionais para lidar com momentos difíceis, como acalmar o coração e manter a fé ativa. Uma mensagem transformadora para quem deseja viver com coragem, confiança e firmeza espiritual, mesmo diante das adversidades. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema – O Fruto do Espírito – Vencendo o Medo pela Fidelidade Quarta–Feira 15/04/2026 Pregador : Bpa. Cristiane Barbosa Aula 30 Módulo – 68 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Mensagem ministrada pelo Pr. Marcos Andrade.
A Power Church é uma família feita Com Muitas Mãos, Para muitos Corações.Liderada pelo Bp. Carlos Damasceno, em Belo Horizonte/MG.Celebrações Presenciais:Domingos 8H30, 10H30 e 18H30 | Segundas 20H | Quintas 20H - Campus Sede Domingo 10H30- Campus Vetor NorteRua Cesário Alvim, 398. Padre Eustáquio - BH | MG
Jesus falava do Reino de Deus.Os discípulos, do reino de Israel.Enquanto Ele apontava para o espiritual, eles estavam presos ao terreno.É assim que a distração age: tira seu foco do que é eterno e te prende no que é passageiro.Assista ao vídeo e aprenda a vencer as distrações que estão te afastando do que realmente importa.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
Uma palavra simples, cada vez mais presente no cotidiano, colágeno, virou ponto de partida para que a atriz, escritora e diretora brasileira Fabiana Mattedi construísse uma reflexão sobre envelhecimento, identidade e pressão estética. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Fabiana Mattedi conta que a inspiração veio de uma percepção pessoal ao longo dos últimos anos. A artista relata que passou a notar como o termo “colágeno” começou a aparecer com frequência em seu dia a dia. "Era uma coisa que, antes de vir para Nova York, antes de eu ter 40 anos, não sabia do que se tratava", confessa. O estalo definitivo veio de uma cena aparentemente banal no metrô da cidade. Durante uma viagem no L Train, Mattedi ouviu duas jovens, na casa dos vinte anos, discutindo preocupações com envelhecimento e com a necessidade de “cuidar” do corpo desde cedo. A conversa chamou atenção justamente pela antecipação dessa ansiedade. Para a artista, esse comportamento reflete uma mudança geracional. Ela observa que pessoas mais jovens já estão conectadas a preocupações estéticas e corporais que, para gerações anteriores, sequer eram conhecidas. Segundo Mattedi, muitas vezes há um medo de perder algo que nem se sabe exatamente o que é. A partir dessa experiência, o que começou como uma crônica cotidiana evoluiu para uma investigação mais profunda, quase uma escavação, sobre o corpo, o tempo e as pressões sociais. A atriz afirma que o espetáculo nasce de uma inquietação central: o envelhecimento passou a ser tratado como problema. E, para ela, existe uma cobrança mais intensa e complexa em relação à aparência feminina. "Tem um questionamento dessa ditadura de beleza, de padrão de beleza, principalmente com nós mulheres. Com a gente tudo é mais complicado, mais difícil", analisa. No palco, esse conflito aparece com humor, mas também com densidade reflexiva. Mattedi explica que utiliza a comédia como ferramenta para abordar temas mais profundos. Segundo ela, o riso funciona como um filtro para expressar questões filosóficas e experiências pessoais. Mas a trajetória que levou à criação de "Notes on Collagen" começa muito antes de Nova York. Natural da Bahia, a artista se formou em teatro em Salvador, onde iniciou sua carreira e construiu suas primeiras referências. Ela destaca que participou de um projeto marcante ao lado da companhia baiana Os Argonautas, experiência que considera fundamental em sua formação. Foi nesse ambiente que surgiram encontros importantes com nomes como Vladimir Brichta e Emanuelle Araújo, além de uma rede de contatos que segue presente em sua trajetória. Anos depois, já com o projeto em andamento em Nova York, esses vínculos se transformaram em apoio concreto: Brichta e Araújo participaram da produção com vídeos que ajudaram na arrecadação de recursos para viabilizar a montagem. Para Mattedi, essa continuidade revela como a construção artística também depende de comunidade e colaboração. Ela também destaca a influência de suas origens. Segundo a atriz, a Bahia, que "deu régua e compasso para um monte de gente", teve papel fundamental na formação de sua identidade artística, funcionando como base para sua trajetória. Hoje, essa história ganha uma nova camada com a experiência de viver e atuar em outra língua. Construir identidade em outro idioma Apresentar a peça em inglês, segundo Mattedi, exige precisão técnica na fala, mas também envolve uma dimensão mais profunda: a de construir identidade em outro idioma. Ela afirma que atuar em uma segunda língua é um desafio que vai além da comunicação, e passa pela própria forma de existir em um novo contexto. "Tem o desafio técnico de falar as palavras com cuidado e com atenção para poder ser entendida. Mas, ao mesmo tempo, como eu falo em inglês é quem eu sou. E tem que ser assim, porque senão eu perco a minha autenticidade", explica, defendendo o "desafio de 'ser' em outra língua". Nesse processo, o sotaque também se torna parte central da discussão. A atriz critica a pressão, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, para neutralizar a forma de falar. Segundo ela, há uma “padronização” da linguagem que privilegia determinados sotaques, especialmente os do eixo Rio-São Paulo, em detrimento de outras identidades regionais. A montagem de "Notes on Collagen" também reflete os desafios do teatro independente em Nova York, com equipe reduzida, direção compartilhada e soluções cênicas simples para se adaptar à dinâmica intensa dos festivais. O espetáculo integra o circuito do Fringe Festival, conhecido por abrir espaço para produções autorais e independentes. Nesse contexto, a peça encontra um ambiente propício para dialogar com o público. Mais do que falar sobre estética ou colágeno, o trabalho levanta uma questão mais ampla: em que momento o envelhecimento deixou de ser um processo natural e passou a ser motivo de medo? "Notes on Collagen" terá quatro apresentações em abril, no teatro Under St. Marks, no East Village, em Nova York.
Uma palavra simples, cada vez mais presente no cotidiano, colágeno, virou ponto de partida para que a atriz, escritora e diretora brasileira Fabiana Mattedi construísse uma reflexão sobre envelhecimento, identidade e pressão estética. Luciana Rosa, correspondente da RFI em Nova York Fabiana Mattedi conta que a inspiração veio de uma percepção pessoal ao longo dos últimos anos. A artista relata que passou a notar como o termo “colágeno” começou a aparecer com frequência em seu dia a dia. "Era uma coisa que, antes de vir para Nova York, antes de eu ter 40 anos, não sabia do que se tratava", confessa. O estalo definitivo veio de uma cena aparentemente banal no metrô da cidade. Durante uma viagem no L Train, Mattedi ouviu duas jovens, na casa dos vinte anos, discutindo preocupações com envelhecimento e com a necessidade de “cuidar” do corpo desde cedo. A conversa chamou atenção justamente pela antecipação dessa ansiedade. Para a artista, esse comportamento reflete uma mudança geracional. Ela observa que pessoas mais jovens já estão conectadas a preocupações estéticas e corporais que, para gerações anteriores, sequer eram conhecidas. Segundo Mattedi, muitas vezes há um medo de perder algo que nem se sabe exatamente o que é. A partir dessa experiência, o que começou como uma crônica cotidiana evoluiu para uma investigação mais profunda, quase uma escavação, sobre o corpo, o tempo e as pressões sociais. A atriz afirma que o espetáculo nasce de uma inquietação central: o envelhecimento passou a ser tratado como problema. E, para ela, existe uma cobrança mais intensa e complexa em relação à aparência feminina. "Tem um questionamento dessa ditadura de beleza, de padrão de beleza, principalmente com nós mulheres. Com a gente tudo é mais complicado, mais difícil", analisa. No palco, esse conflito aparece com humor, mas também com densidade reflexiva. Mattedi explica que utiliza a comédia como ferramenta para abordar temas mais profundos. Segundo ela, o riso funciona como um filtro para expressar questões filosóficas e experiências pessoais. Mas a trajetória que levou à criação de "Notes on Collagen" começa muito antes de Nova York. Natural da Bahia, a artista se formou em teatro em Salvador, onde iniciou sua carreira e construiu suas primeiras referências. Ela destaca que participou de um projeto marcante ao lado da companhia baiana Os Argonautas, experiência que considera fundamental em sua formação. Foi nesse ambiente que surgiram encontros importantes com nomes como Vladimir Brichta e Emanuelle Araújo, além de uma rede de contatos que segue presente em sua trajetória. Anos depois, já com o projeto em andamento em Nova York, esses vínculos se transformaram em apoio concreto: Brichta e Araújo participaram da produção com vídeos que ajudaram na arrecadação de recursos para viabilizar a montagem. Para Mattedi, essa continuidade revela como a construção artística também depende de comunidade e colaboração. Ela também destaca a influência de suas origens. Segundo a atriz, a Bahia, que "deu régua e compasso para um monte de gente", teve papel fundamental na formação de sua identidade artística, funcionando como base para sua trajetória. Hoje, essa história ganha uma nova camada com a experiência de viver e atuar em outra língua. Construir identidade em outro idioma Apresentar a peça em inglês, segundo Mattedi, exige precisão técnica na fala, mas também envolve uma dimensão mais profunda: a de construir identidade em outro idioma. Ela afirma que atuar em uma segunda língua é um desafio que vai além da comunicação, e passa pela própria forma de existir em um novo contexto. "Tem o desafio técnico de falar as palavras com cuidado e com atenção para poder ser entendida. Mas, ao mesmo tempo, como eu falo em inglês é quem eu sou. E tem que ser assim, porque senão eu perco a minha autenticidade", explica, defendendo o "desafio de 'ser' em outra língua". Nesse processo, o sotaque também se torna parte central da discussão. A atriz critica a pressão, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, para neutralizar a forma de falar. Segundo ela, há uma “padronização” da linguagem que privilegia determinados sotaques, especialmente os do eixo Rio-São Paulo, em detrimento de outras identidades regionais. A montagem de "Notes on Collagen" também reflete os desafios do teatro independente em Nova York, com equipe reduzida, direção compartilhada e soluções cênicas simples para se adaptar à dinâmica intensa dos festivais. O espetáculo integra o circuito do Fringe Festival, conhecido por abrir espaço para produções autorais e independentes. Nesse contexto, a peça encontra um ambiente propício para dialogar com o público. Mais do que falar sobre estética ou colágeno, o trabalho levanta uma questão mais ampla: em que momento o envelhecimento deixou de ser um processo natural e passou a ser motivo de medo? "Notes on Collagen" terá quatro apresentações em abril, no teatro Under St. Marks, no East Village, em Nova York.
DOIDERA! Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio? Pix recorrente na chave “medoedelirioembrasilia@gmail.com”. *AGENDA* .11 de abril, sábado, 16h SÃO PAULO Lançamento do livro “Juízo Final” Megafauna do Copan .16 de abril, quinta, 19h BRASÍLIA Lançamento do livro “Juízo Final”! Paradeiro Café .18 de abril, sábado, 20h BRASÍLIA Festa do Medo e Delírio na Infinu! https://shotgun.live/pt-br/events/isso-e-jazz-22 .25 de abril, sábado, 16h RIO DE JANEIRO Lançamento do livro “Juízo Final”! Livraria Janela, Laranjeiras .26 de maio, terça, 19h BELO HORIZONTE Lançamento do livro “Juízo Final”! Livraria JenipapoQuer anunciar no Medo e Delírio, escreve pra gente no medoedelirioembrasilia@gmail.com O post II – 2026.24 – (SEM TRADUÇÃO) Medo, Delírio & Donald apareceu primeiro em Central 3.
DOIDERA! Melhor forma de ajudar o Medo e Delírio? Pix recorrente na chave “medoedelirioembrasilia@gmail.com”. *AGENDA* .11 de abril, sábado, 16h SÃO PAULO Lançamento do livro “Juízo Final” Megafauna do Copan .16 de abril, quinta, 19h BRASÍLIA Lançamento do livro “Juízo Final”! Paradeiro Café .18 de abril, sábado, 20h BRASÍLIA Festa do Medo e Delírio na Infinu! https://shotgun.live/pt-br/events/isso-e-jazz-22 INGRESSOS ESGOTADOS .25 de abril, sábado, 16h RIO DE JANEIRO Lançamento do livro “Juízo Final”! Livraria Janela, Laranjeiras .26 de maio, terça, 19h BELO HORIZONTE Lançamento do livro “Juízo Final”! Livraria Jenipapo Quer anunciar no Medo e Delírio, escreve pra gente no medoedelirioembrasilia@gmail.com O post II – 2026.24 – (COM TRADUÇÃO) Medo, Delírio & Donald apareceu primeiro em Central 3.
05/04/2026 | Lucas 24. 36-49 | Daniel Guanaes | Culto Noite
Podcast debate a reavaliação dos riscos da reposição hormonal na menopausa. E mais: picadas; esportes; tetrápode
O medo do silêncio interior
Nesta segunda parte da conversa com a atriz Margarida Vila-Nova ficamos a saber as razões por ter amadurecido demasiado cedo, como as dificuldades pessoais a ajudaram a dar mais densidade às suas personagens e como a curta metragem que realizou a partir de uma carta deixada pelo seu pai, antes de morrer, despertou-lhe a vontade de contar mais histórias atrás das câmeras. Ainda nesta segunda parte, Margarida levanta um pouco o véu sobre o telefilme que irá filmar no último semestre deste ano, e sobre uma certa mudança profissional e pessoal que vai impor a si mesma a partir de agora. A dado momento lê um excerto da carta de despedida deixada pelo seu pai, e que inspirou a curta-metragem “Pê”, lê também dois poemas de Sophia e surpreende ainda com a leitura de uma receita de Sopa de Cação, de Maria de Lourdes Modesto. Depois revela algumas das músicas que a acompanham, deixa várias sugestões culturais e revela o seu último pensamento quando apaga a luz, antes de adormecer. Boas escutas! Músicas: “Waltzing Matilda”, de Tom Waits “Vai Passar”, de Chico Buarque “Lá Vai Lisboa”, por Carminho “Dont let me be misunderstood”, de Nina Simone Leituras: Poemas de Sophia Carta do pai (excerto) Receita de Sopa de Cação, por Maria de Lourdes Modesto Filmes: “Terra Vil”, de Luís Campos (com Lúcia Moniz e Ruben Gomes) “Maria Vitória”, de Mário Patrocínio (com Mariana Cardoso, Miguel Borges Miguel Nunes, Ana Cristina Oliveira, Bárbara Albuquerque) “O Barqueiro”, de Simão Cayatte (com Romeu Runa, Miguel Borges, Jani Zhao, Madalena Aragão, Sandra Faleiro) Teatro: “Veneno - história de um casamento” - de Lot Vekemans, com encenação de João Lourenço, interpretada por Carla Maciel e Gonçalo Waddington. No Teatro Aberto. Livros: “Correu bem, miúdo”, pela Lua de Papel, tradução de Vasco Gato “A Louca da Casa”, de Rosa Montero Série: "A Diplomata", Netflix Espetáculo: Carminho no Coliseu dos Recreios, em Lisboa de 1 e 2 de maio. Coliseu do Porto a 6 de junho. Exposição: Teresa Pavão e Rui Sanches, na Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva See omnystudio.com/listener for privacy information.
Como vencer o medo e deixar de ser controlado pela mente? Neste episódio do "Como Você Fez Isso?", Caio Carneiro recebe Jacob Petry, filósofo e pesquisador especializado em filosofia da mente, para uma conversa profunda sobre consciência, propósito e vida no agora. Você vai entender a diferença entre medo instintivo e medo psicológico, descobrir o que é o falso eu e aprender como o autoconhecimento pode libertar você da ansiedade, da escassez e da insegurança. ☕ *Caffeine Army e Como Você Fez Isso?*- Cupom de desconto: COMOVOCEFEZISSO
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
O amor lança fora o medo - Diác. Vinicius Soares by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Méier Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Às vezes pode parecer uma eternidade quando você está esperando em Deus. Aqui está um encorajamento para ajudá-lo a esperar com expectativas esperançosas.
Já se pegou temendo o futuro? Deixe a Palavra de Deus encorajá-lo de que Ele sempre virá por você!
Deus nos deu o antídoto para o medo, que é a fé. Obtenha dicas práticas para liberar sua fé em Deus quando sentir medo.
Um maluco na saúde! Este episódio é um oferecimento da parceria que o podcast Ciência Suja tem com o NetLab, da UFRJ, para promoção de conteúdos sobre desinformação digital. A parceria é financiada pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasl. Viva a ciência! O post II – 2025.78 – (SEM TRADUÇÃO) Medo, Delírio e RFK apareceu primeiro em Central 3.
Um maluco na saúde! Este episódio é um oferecimento da parceria que o podcast Ciência Suja tem com o NetLab, da UFRJ, para promoção de conteúdos sobre desinformação digital. A parceria é financiada pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasl. Viva a ciência! O post II – 2025.78 – (COM TRADUÇÃO) Medo, Delírio e RFK apareceu primeiro em Central 3.
Um maluco na saúde! Este episódio é um oferecimento da parceria que o podcast Ciência Suja tem com o NetLab, da UFRJ, para promoção de conteúdos sobre desinformação digital. A parceria é financiada pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasl. Viva a ciência! O post II – 2025.78 – (SEM TRADUÇÃO) Medo, Delírio e RFK apareceu primeiro em Central 3.
Um maluco na saúde! Este episódio é um oferecimento da parceria que o podcast Ciência Suja tem com o NetLab, da UFRJ, para promoção de conteúdos sobre desinformação digital. A parceria é financiada pelo Instituto Serrapilheira, que promove a ciência e a divulgação científica no Brasl. Viva a ciência! O post II – 2025.78 – (COM TRADUÇÃO) Medo, Delírio e RFK apareceu primeiro em Central 3.
O medo de errar já te custou quanto tempo? Meses planejando. Ajustando. Refazendo. E nada no ar.Ouça até o final, nesse episódio, eu te mostro por que lançar inseguro é, muitas vezes, a única forma de criar um produto que realmente funciona. E como essa decisão muda completamente o jogo no digital.Aproveite a Black do Ladeira:http://vtsd.com.br/quero-bf-ladeira-ep400 Me siga no Instagram:https://bit.ly/Insta-Leandro-LadeiraConheça o canal principal:https://bit.ly/Canal-Metodo-VTSDOuça nosso podcast:https://bit.ly/Podcast-do-Ladeira-no-Spotify
O MEDO REINA ONDE O ESPÍRITO SANTO FOI DESLIGADO | BISPA SONIA HERNANDES by Igreja Renascer Em Cristo
Lutz veste Insider