Podcasts about poucos

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Noticiário Nacional
15h Incêndios: Torre de Moncorvo com poucos meios, diz autarca

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Aug 17, 2026 14:00


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Expresso - Eixo do Mal
Sugestão de Verão: Daniel Oliveira conversa com Ricardo Dias Felner. E se a cozinha portuguesa não for assim tão boa? [dezembro de 2024]

Expresso - Eixo do Mal

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 81:33


Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio publicado originalmente em dezembro de 2024, do “Perguntar Não Ofende”. podcast de Daniel Oliveira. Os portugueses até podem suportar que se diga que os seus descobrimentos foram, em grande parte, uma história de crimes que deixou como grande legado a maior transferência populacional forçada intercontinental. Até podem suportar que insultem Vasco da Gama ou Cristiano Ronaldo. Haverá sempre alguns, mesmo que sejam uma minoria, que acompanharão estas críticas. O que os portugueses não aceitam, e aqui o consenso aproxima-se da unanimidade, é que ponham em causa a sua gastronomia. Em julho de 2015, houve quem dissesse pior do que isso. Alguém se atreveu a escrever que a nossa cozinha era mesmo a pior do mundo. O conhecido crítico britânico de restaurantes Giles Coren escrevia, no “The Times”, a maior ofensa que um português pode ouvir. A reação dos leitores portugueses foi semelhante a um tsunami de ódio, deixando insultos e até ameaças de morte. No Twitter, Coren até perguntou se havia algum dispositivo para silenciar, naquela rede, um país inteiro, tal a dimensão viral da indignação. Cinco anos depois, quando o jornalista Ricardo Dias Felner escreveu, aqui no Expresso, um texto com um título provocatório: “E se a cozinha portuguesa não foi a campeã do mundo?”. De forma racional, desapaixonada e rigorosa, ajudava a desmontar alguns mitos sobre o que comemos. E, acima de tudo, sobre o que os estrangeiros acham do que comemos. Sim, é verdade, não adoram. A maioria acha a nossa gastronomia apenas moderada ou razoável. Poucos veem a Portugal por causa dela. Muito acham pouco variada, sensaborona, pouco atrativa. Ela está ausente de quase todos os rankings internacionais. Porque a vendemos mal. E provavelmente vendemo-la mal porque, com a boca cheia de orgulho, achamos que se chega a si mesma. See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Homem Que Comia Tudo
Sugestão de Verão: Daniel Oliveira conversa com Ricardo Dias Felner. E se a cozinha portuguesa não for assim tão boa? [dezembro de 2024]

O Homem Que Comia Tudo

Play Episode Listen Later Aug 14, 2026 81:33


Reedição do arquivo de podcasts do Expresso. Episódio publicado originalmente em dezembro de 2024, do “Perguntar Não Ofende”. podcast de Daniel Oliveira. Os portugueses até podem suportar que se diga que os seus descobrimentos foram, em grande parte, uma história de crimes que deixou como grande legado a maior transferência populacional forçada intercontinental. Até podem suportar que insultem Vasco da Gama ou Cristiano Ronaldo. Haverá sempre alguns, mesmo que sejam uma minoria, que acompanharão estas críticas. O que os portugueses não aceitam, e aqui o consenso aproxima-se da unanimidade, é que ponham em causa a sua gastronomia. Em julho de 2015, houve quem dissesse pior do que isso. Alguém se atreveu a escrever que a nossa cozinha era mesmo a pior do mundo. O conhecido crítico britânico de restaurantes Giles Coren escrevia, no “The Times”, a maior ofensa que um português pode ouvir. A reação dos leitores portugueses foi semelhante a um tsunami de ódio, deixando insultos e até ameaças de morte. No Twitter, Coren até perguntou se havia algum dispositivo para silenciar, naquela rede, um país inteiro, tal a dimensão viral da indignação. Cinco anos depois, quando o jornalista Ricardo Dias Felner escreveu, aqui no Expresso, um texto com um título provocatório: “E se a cozinha portuguesa não foi a campeã do mundo?”. De forma racional, desapaixonada e rigorosa, ajudava a desmontar alguns mitos sobre o que comemos. E, acima de tudo, sobre o que os estrangeiros acham do que comemos. Sim, é verdade, não adoram. A maioria acha a nossa gastronomia apenas moderada ou razoável. Poucos veem a Portugal por causa dela. Muito acham pouco variada, sensaborona, pouco atrativa. Ela está ausente de quase todos os rankings internacionais. Porque a vendemos mal. E provavelmente vendemo-la mal porque, com a boca cheia de orgulho, achamos que se chega a si mesma. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Presente Diário
Uns poucos

Presente Diário

Play Episode Listen Later Aug 12, 2026 4:03


Devocional do dia 12/08/2026 com o tema: Uns poucos Gostamos de participar de movimentos onde há muita gente, pois isso mostra a força do grupo reunido. Olhando para a vida de Jesus, vemos que ele vivia cercado por multidões, e o povo o considerava a sensação do momento: um profeta que realizava milagres e resolvia o problema de muita gente. Era muito bacana seguir o Mestre. Mas nem sempre. Quando seus ensinos contradiziam as expectativas, a multidão ia embora e o deixava com uns poucos discípulos. A igreja em Sardes também tinha muita gente e a fama de ser uma igreja viva. Havia pessoas empolgadas que agitavam o local com muito movimento. Realizavam muitas obras, sendo exemplo para outras igrejas. Mas Jesus não via dessa forma. Ele não se impressionou com a agitação daquela comunidade. LEITURA BÍBLICA: Apocalipse 3.1-6 Aquele que vencer será igualmente vestido de branco. Jamais apagarei o nome dele do livro da vida, mas confessarei o seu nome diante do meu Pai e dos seus anjos (Ap 3.5).See omnystudio.com/listener for privacy information.

Isabela Matte Podcast
#201 - a era do conteúdo em volume chegou. mas poucos vão aguentar!

Isabela Matte Podcast

Play Episode Listen Later Aug 10, 2026 51:18


Estamos entrando na era do conteúdo em volume, e isso muda mais do que a quantidade de vezes que você posta.Nesse episódio, eu falo sobre por que essa mudança está acontecendo, o que ela exige de quem cria e por que muita gente provavelmente não vai conseguir sustentar essa nova fase.Preencha aqui seu formulário de aplicação para o sparkz (mentoria empresarial focada em conteúdo e vendas): ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://sparkzclub.com/podcast⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Faça o diagnóstico do seu negócio aqui (pra gente te ajudar da melhor forma): ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://form.imatize.com.br/diagnostico⁠⁠⁠⁠⁠

Podcast 45 Minutos
SÉRIE B: UM MÊS DE JANELA ABERTA E POUCOS CLUBES INVESTIRAM O SUFICIENTE PARA MUDAR DE PATAMAR

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Aug 6, 2026 165:15


Mais um conteúdo no ar! Análise completa, clube por clube, dos reforços e investimentos feitos até agora pelos clubes da Série B na janela de contratações do futebol brasileiro. Um mês se completou e as esperadas transformações de elencos não aconteceram… O que esperar a partir de agora para a competição? Estão neste programa Fred […]

Momento Agrícola
2026.08.01-4 A MP da Prorrogação das Dívidas é para poucos, com Antônio da Luz, da FARSUL

Momento Agrícola

Play Episode Listen Later Jul 31, 2026 12:37


A FARSUL analisou as condições que a MP 1376 exige para a prorrogação das dívidas dos agricultores. E concluiu que 88% dos produtores não vão conseguir prorrogar, se não houver mudanças.

Brasil Paralelo | Podcast
ENTENDA MARTIN LUTHER KING JR EM POUCOS MINUTOS

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026


Na década de 1950, enquanto os Estados Unidos projetavam ao mundo uma imagem de prosperidade e expansão, o Sul do país ainda era assombrado pelas leis de segregação racial conhecidas como "Jim Crow". Este cenário de profunda divisão institucional motivou um jovem pastor batista, Martin Luther King Jr., a liderar o maior movimento pelos direitos civis da história moderna. Longe de ser um revolucionário pautado na desordem, King fundamentou sua argumentação na tradição cristã, defendendo que os direitos humanos são inalienáveis, concedidos por Deus, e precedem qualquer intervenção do Estado. Neste vídeo, exploramos a base intelectual e teológica de Martin Luther King Jr., destacando a histórica "Carta da Prisão de Birmingham". Escrito em 1963, o documento justifica a desobediência civil pacífica contra leis segregacionistas utilizando como alicerce o pensamento de Santo Agostinho e de São Tomás de Aquino. Para King, uma lei injusta, que degrada a dignidade da pessoa humana, não é uma lei moralmente válida. Compreenda como o célebre discurso proferido na Marcha sobre Washington ressoou muito além de sua época e por que a esperança de uma sociedade julgada pelo caráter, e não pela cor da pele, continua atual frente aos desafios contemporâneos.

Convidado
São Tomé e Príncipe entra numa nova fase política com reeleição de Carlos Vila Nova

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 9:41


A reeleição de Carlos Vila Nova à primeira volta, com 55,94%, representa mais do que a continuidade na Presidência de São Tomé e Príncipe. Para o analista Olívio Diogo, o resultado traduz uma derrota política de Patrício Trovoada, fragiliza a liderança do ADI e abre caminho para uma reconfiguração do panorama partidário, num contexto marcado pela elevada abstenção e pelo desafio de restaurar a confiança nas instituições. RFI: Que leitura faz desta vitória de Carlos Vila Nova e do significado político deste resultado? Olívio Diogo: É preciso dizer que a primeira coisa de que se fala, quando se comenta esta eleição presidencial, é dar um grande parabéns ao povo são-tomense. O povo são-tomense mostrou, mais uma vez, de forma inequívoca, que é uma população que, apesar das dificuldades que enfrenta, é muito pacífica na forma como encara os resultados eleitorais. Foi, como disse e como manifestou a comunidade internacional, uma eleição que decorreu de forma transparente, livre e completamente pacífica. Este é o primeiro aspecto que devemos retirar destes resultados eleitorais. Este resultado revela claramente que o Presidente Carlos Vila Nova não foi avaliado eleitoralmente pelo seu mandato. O que aconteceu foi, sim, uma manifestação clara contra o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada, que indicou Nito d'Abreu como o seu candidato. A população disse claramente não a esse candidato. Disse claramente não à atitude e à posição de Patrício Trovoada em relação ao partido e ao país, nomeadamente ao seu constante afastamento do país e ao discurso que tem vindo a fazer. A população aproveitou esta eleição para manifestar o seu descontentamento relativamente a essa situação. Esta é uma derrota para o antigo primeiro-ministro Patrício Trovoada? Exactamente. Esta é uma derrota clara e inequívoca para Patrício Trovoada. A população que foi às urnas foi dizer-lhe claramente que esta é uma derrota política para ele. Nito d'Abreu é um candidato que não é do ADI, mas sim um candidato pessoal de Patrício Trovoada. Foi ele quem o indicou, sem consultar o partido, sem ouvir os órgãos competentes e sem permitir que o partido pudesse avaliar essa candidatura. Foi uma aposta exclusivamente sua e essa aposta saiu derrotada. Consequentemente, esta foi também uma derrota clara para Patrício Trovoada nestas eleições. O apoio de Patrício Trovoada a Nito d'Abreu pesou na derrota do candidato da ADI, o partido sai politicamente fragilizado? O partido sai muito fragilizado destas eleições. E a actual direcção do partido sai completamente fragilizada. É preciso dizer que este resultado vem reforçar a posição de Américo Ramos, que tem vindo a desenvolver todas as acções necessárias para assumir a direcção do partido. Ele sai bastante reforçado. Com este resultado eleitoral, Américo Ramos passa a ter todas as condições para assumir a liderança do partido, porque não acredito que o ADI continue a aceitar uma governação feita a partir do exterior, como Patrício Trovoada tem feito até agora. Ele encontra-se fora do país e continua a dirigir o partido. Isto não pode continuar. O partido não tem sustentabilidade nestas condições. É assim que estas eleições ficam marcadas: Carlos Vila Nova conquista um novo mandato e, simultaneamente, o ADI, sob a liderança de Patrício Trovoada, sai mais fragilizado. Penso que chegou o momento de as pessoas dizerem claramente que o ADI precisa de uma nova direcção, de uma nova liderança, de uma nova perspectiva e de uma nova metodologia de trabalho para o futuro. Será que, até Setembro, às próximas eleições, o ADI tem tempo para repensar e até mesmo reestruturar o partido? Não, essa reestruturação já tem vindo a ser desencadeada. É preciso perceber uma coisa: o Patrício Trovoada continua a ser presidente do partido, mas não está no país. Ele não foi obrigado a sair nem pediu asilo político; saiu por sua livre vontade. Ainda assim, pretende continuar a conduzir o partido para as eleições a partir do exterior. Neste momento, o presidente do partido praticamente abandonou a sua presença no país, continuando, no entanto, a dirigir o ADI a partir de fora. Esta forma de governação do partido, que considero uma situação de ingovernabilidade, leva naturalmente a um reajuste da estrutura partidária e da própria liderança. É preciso dizer também que muitos militantes do ADI que apoiavam Patrício Trovoada sentiram-se lesados pelo facto de ele ter escolhido Nito d'Abreu, uma personalidade sem trajectória política relevante e sem experiência significativa na administração pública, para candidato à Presidência da República. Esse factor também contribuiu para que este resultado eleitoral se verificasse.  É preciso também falar da questão da abstenção. Temos de ser muito claros relativamente a esse aspecto. Há dois ou três fatores que podem explicar a elevada abstenção nestas eleições; O primeiro tem naturalmente a ver com a imigração. Muitas pessoas que emigraram continuam inscritas nos cadernos eleitorais. Como sabe, esta foi a primeira eleição em que não houve um processo tradicional de inscrição eleitoral. A actualização foi feita automaticamente com base nos dados do registo civil. Assim, todos os cidadãos que já tinham completado 18 anos passaram automaticamente a integrar os cadernos eleitorais e a poder exercer o seu direito de voto. Este aspeto é importante porque muitas das pessoas emigradas ainda não actualizaram os seus dados, permanecendo inscritas, embora já não residam no país. Outro factor importante é o facto de muitas pessoas, neste momento, não se identificarem com os políticos do país. Cada vez mais se verifica um afastamento entre os cidadãos e a classe política. Isso ficou também evidente nestas eleições. As pessoas deixaram de acreditar na forma como os políticos actuam e encontraram na abstenção uma forma de manifestar esse descontentamento. Foi isso que também aconteceu. Esta reduzida afluência às urnas pode retirar força política à vitória de Carlos Vila Nova? Não creio que isso não lhe retire força política. Não lhe retira força política por uma razão muito simples: a partir do momento em que é eleito Presidente da República, passa a exercer todas as funções que a Constituição lhe atribui. Foi eleito Presidente da República e, independentemente da taxa de abstenção, exercerá plenamente essas funções. Portanto, a abstenção não lhe retira legitimidade nem força política. Contudo, deve levá-lo a reflectir sobre aquilo que foi a sua actuação durante os últimos cinco anos. A sua governação pode, efectivamente, ter contribuído para que uma parte significativa do eleitorado optasse pela abstenção. Que desafios mais urgentes esperam agora Carlos Vila Nova neste segundo mandato, tanto no plano interno como nas relações internacionais? O primeiro desafio que Carlos Vila Nova tem, no meu entender, é perceber rapidamente que a sua eleição aconteceu ontem. Todas as alianças políticas que fez com os outros partidos para efeitos da sua candidatura terminaram com o acto eleitoral. A partir do momento em que tomar posse, vai ser o Presidente de todos os são-tomenses. Todos os cidadãos devem ser tratados da mesma forma, independentemente da sua opção política. Esse é o primeiro grande desafio. O segundo desafio prende-se com as relações bilaterais do país. As nossas relações internacionais têm estado bastante fragilizadas ao longo dos últimos tempos, sobretudo com países como Angola, Portugal e outros parceiros estratégicos. É importante que Carlos Vila Nova encontre mecanismos para reforçar essas relações, porque, como sabemos, São Tomé e Príncipe é um país insular, sem ligações terrestres a qualquer outro Estado. Por isso, é fundamental fortalecer as relações bilaterais com os nossos parceiros internacionais, para que delas resultem benefícios concretos para o desenvolvimento do país e para a melhoria das condições de vida da população. Outro grande desafio para Carlos Vila Nova vai ser transmitir uma imagem de tranquilidade e de unidade nacional. Durante esta campanha eleitoral assistiu-se à divulgação de mensagens marcadas pelo ódio, pela raiva e até por intenções de vingança. Tudo isso deve agora ser ultrapassado. Somos todos são-tomenses e aquilo que todos desejamos é que o nosso país continue a melhorar, para que todos possam viver felizes nesta terra, que é um verdadeiro paraíso. Falava da campanha, marcada por crispação política, por boicotes e também por desinformação. Que sinais considera importantes observar nos próximos dias para avaliar a estabilidade política e institucional de São Tomé e Príncipe? É verdade que houve boicotes e, como referi, esses boicotes podem estar relacionados com os níveis de abstenção. Trata-se de manifestações de descontentamento por parte da população, que não devem ser ignoradas. O Presidente da República terá de encontrar um espaço de diálogo apropriado para transmitir uma mensagem clara aos cidadãos, restaurando a confiança nas instituições políticas, nos partidos e na própria Presidência da República. Esse será também um passo importante para reforçar a estabilidade política e institucional do país. Esta eleição pode representar o fim de um ciclo político e dar início a uma nova configuração do poder em São Tomé e Príncipe? Sim, naturalmente. Aquilo que aconteceu nestas eleições aponta para uma nova configuração do mosaico político e eleitoral em São Tomé e Príncipe. Neste momento, temos o MCI, partido liderado por Delfim Neves, que, na minha perspectiva, saiu politicamente reforçado. O candidato apoiado por este partido obteve um desempenho superior ao que muitos esperavam. É importante recordar que a candidatura de Carlos Vila Nova contou com o apoio de várias forças políticas e que, no próprio ADI, muitos dirigentes e militantes não apoiaram de forma clara a candidatura de Nito d'Abreu. Poucos foram os que manifestaram um apoio efectivo ao candidato, o que também é reflexo do trabalho político desenvolvido pelo MCI e pelos restantes partidos que apoiaram Carlos Vila Nova. Por outro lado, partidos como o MLSTP/PSD, o MDFM e outras forças políticas terão agora de fazer uma avaliação profunda da sua situação política. O MLSTP/PSD, como sabemos, atravessa também um momento de fragilidade, muito por causa da indefinição demonstrada ao longo deste processo eleitoral. Espera-se que consiga redefinir a sua posição e preparar-se para os próximos desafios políticos. Quanto ao ADI, a grande questão passa por saber que caminho vai seguir. Não sei se conseguirá renovar a sua liderança com Américo Ramos ou se continuará sob a direcção de Patrício Trovoada, que sofreu uma derrota política muito significativa nestas eleições. Se Patrício Trovoada continuar a liderar o partido, considero que será muito difícil evitar uma nova derrota nas próximas eleições legislativas.

Estação 337
Um Segredo Que Aprendemos Aos Poucos - Djou Garcia

Estação 337

Play Episode Listen Later Jul 16, 2026 43:10


12.07.2026 | SP (AM) | Filipenses 4.12-13

Jornal das comunidades
Portugueses nos Países Baixos criam Fundação Luso-holandesa

Jornal das comunidades

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 10:48


Está a começar a aparecer e quer aproximar portugueses e holandeses, por exemplo, através da cultura. Poucos avanços no diálogo entre governo e sindicatos sobre Ensino de Português no Estrangeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Morning Show
Políticos de outros estados em SP / Imparáveis MB / Esquema de Vorcaro

Morning Show

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 119:53


Confira no Morning Show desta sexta-feira (10): A Polícia Federal divulgou que o ex-banqueiro e dono do Banco Master operou um esquema para difamar o Banco Central. Segundo a PF, o publicitário Thiago Miranda operava o esquema, intitulado “Projeto DV", que pagava influenciadores para falar mal do BC. Ao todo, 40 perfis foram cooptados, mas a PF ainda não divulgou quais. Poucos dias após deixar a presidência do PL Mulher, a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) cria o grupo “Imparáveis MB” voltado para pessoas que defendam valores conservadores e a ampliação da presença feminina na política. A estratégia preserva o papel de Michelle como liderança feminina na direita mesmo após a briga com Flávio Bolsonaro (PL). O Goodwood Festival of Speed, voltado para o público automotivo ocorre neste final de semana nos jardins do palácio Goodwood House. O evento reúne o mais alto luxo sobre quatro rodas e celebra as grandes rivalidades das corridas. De acordo com reportagem do Poder 360, o presidente Lula (PT) teria repreendido o chanceler Mauro Vieira por um posicionamento público do ministro sobre o risco de intervenções americanas em solo brasileiro após a classificação de facções criminosas como grupos terroristas. O Itamaraty negou a informação. Câmeras com inteligência artificial passam a funcionar 24 horas no Rodoanel Norte. Os equipamentos contam com infravermelho e conseguem identificar motoristas sem cinto de segurança ou que estão mexendo no celular ao volante dentro do carro, gerando multa aos condutores. Uma nova regra da Agência Nacional de Aviação Civil determina que companhias aéreas garantam assentos sem custo adicional para menores de 16 anos ao lado dos responsáveis. A comunicadora Vivan Castanheda avalia que viver em um lugar com maior qualidade de vida tem impacto na saúde mental, inclusive por fatores econômicos, em cidades mais baratas e com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), como Guaratinguetá e outras cidades no interior de São Paulo. Um morador de Divinópolis (MG) ganhou R$ 43 milhões em uma aposta simples na Mega-Sena. Segundo a Caixa Econômica Federal, organizadora da loteria, a chance de vencer é de um em 50 milhões. O médico Renato Gaya entrou no Guinness Book ao dar 195 beijos na bochecha de sua esposa em apenas um minuto. O casal registrou o feito em um vídeo, com o objetivo de provar que mesmo pessoas com déficit de atenção, como no caso de Renato, conseguem focar em um objetivo e realizá-lo. A vereadora Janaína Paschoal (PP) classifica a liderança de Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) na corrida para o Senado por São Paulo como “grave” e afirma que o fato de ambas não serem paulistas é um problema maior do que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ser carioca, pois “os senadores representam o estado em Brasília”. Parte da classe dos caminhoneiros ameaça iniciar uma greve se o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União), não pautar a medida provisória que suspende multas aos caminhoneiros que bloquearam estradas após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) em 2022. A classe também pede melhorias fiscais para realização de fretes e passagem por pedágios. O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o pedido de habeas corpus feito pela defesa de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder do Primeiro Comando da Capital. O pedido foi feito no âmbito da Operação Vernix, que apura organização criminosa e lavagem de dinheiro, a mesma que prendeu a influenciadora Deolane Bezerra. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.

ONU News
Investimento global volta a crescer e se concentra em poucos megaprojetos

ONU News

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 1:43


Relatório da Unctad mostra Brasil em quinto lugar entre os maiores destinos mundiais de Investimentos Estrangeiros Diretos, IED; para países em desenvolvimento, novo cenário traz oportunidades e riscos.

Frei Gilson Podcast - Oficial
Os operários são poucos | (Mateus 9, 32-38) #2764 | Meditação da Palavra

Frei Gilson Podcast - Oficial

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 7:00


Passagens Complementares:Jeremias 23,1-2I Timóteo 3,2-3

Homilias - IVE
”A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.”

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 7:35


Homilia Padre Victor Hugo, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,32-38Naquele tempo,apresentaram a Jesus um homem mudo,que estava possuído pelo demônio.Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam:"Nunca se viu coisa igual em Israel".Os fariseus, porém, diziam: "É pelo chefe dos demôniosque ele expulsa os demônios".Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade.Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos:"A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!"Palavra da Salvação.

Editorial - Gazeta do Povo
Editorial: Gilmar Mendes vai abrindo aos poucos as portas para o uso livre de drogas

Editorial - Gazeta do Povo

Play Episode Listen Later Jun 24, 2026 5:00


Editorial: Gilmar Mendes vai abrindo aos poucos as portas para o uso livre de drogas Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.

RdMCast
RdMCast #557 – Backrooms: um não-filme

RdMCast

Play Episode Listen Later Jun 18, 2026 72:53


Em abril de 2018 um usuário do 4chan postou uma foto enigmática em resposta a uma thread sobre lugares desconcertantes. Sem legenda nem descrição, a foto mostrava apenas um ambiente vazio, com um carpete e papel de parede amarelados. Poucos anos depois, os Backrooms tornaram-se um dos maiores fenômenos recentes da internet. Tendo sua lore construída por milhares de usuários ao longo dos últimos anos, as salas infinitas encontraram em Kane Parsons um de seus criadores mais inspirados. Com apenas 16 anos de idade na época, “Kane Pixels” postou seu primeiro curta found footage sobre Backrooms em janeiro de 2022. Mais de 80 milhões de visualizações depois, Parsons se tornou responsável pela maior bilheteria da história da A24, levando o gigantesco fenômeno da internet para as telonas. Mas será que Backrooms: Um Não-Lugar cumpre seu papel como filme independente? Tome cuidado para não escorregar para fora da realidade e dê play neste RdMCast que tenta cobrir todos os 600 milhões de “milhas quadradas” de Backrooms.O RdMCast é produzido e apresentado por: Thiago Natário, Gabriel Braga e Gabi Larocca.Apoie o RdM e receba recompensas exclusivas: https://apoia.se/rdmCITADOS NO PROGRAMA:Backrooms: Um Não-Lugar (2026)@kanepixelsThe Mythology of the Backrooms ExplainedKane Parsons on the psychology of liminal spaces and BackroomsBackrooms Director Kane Parsons Breaks Down His InspirationsHow 14 Year-Old Kane Parsons' Blender Hobby Turned into a Hollywood Movie | BACKROOMS | TIFFCitações off topic:Portal (Videogame, 2007)Portal 2 (Videogame, 2011)Control (Videogame, 2019)The Exit 8 (Videogame, 2023)The Amazing Digital Circus: O Último Ato (2026)Mr. Robot (2015 – 2019)Retratos de uma Obsessão (2002)Valor Sentimental (2025)Creep (2014)Channel Zero (2016 – 2018)Alien: Romulus (2024)Aniquilação (2018)EPISÓDIOS CITADOS:RdMCast #352 – Ruptura: humanos do capitalismo tardioRdMCast #451 – Guerra Civil: violência política nos EUA e o jornalismo de guerraRdMCast #554 – ObsessãoRdMCast #467 – Alien: RomulusRdMCast #355 – Embate Sci-Fi: Ex Machina X AniquilaçãoSiga o RdMYoutube: https://www.youtube.com/c/Rep%C3%BAblicadoMedoInstagram: @republicadomedoTwitter: @RdmcastEntre em contato através do: contato@republicadomedo.com.brLoja do RdMConheça nossos produtos: https://lojaflutuante.com.br/?produto=RdmPODCAST EDITADO PORFelipe LourençoESTÚDIO GRIM – Design para conteúdo digitalPortfólio: https://estudiogrim.com.br/Instagram: @estudiogrimContato: contato@estudiogrim.com.br

Reportagem Observador
Chuva em Houston. Portugal em maioria com poucos portugueses

Reportagem Observador

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 3:43


Há muita chuva junto ao NRG Stadium, mas não tanta como a quantidade de camisolas de Portugal. Quase todos os adeptos são norte-americanos e mexicanos. Longas filas avançam rapidamente para o estádio.See omnystudio.com/listener for privacy information.

EngajaCast - O seu Podcast de Marketing Digital
Modelagem de Conteúdo: O Atalho Que Poucos Criadores Usam de Verdade

EngajaCast - O seu Podcast de Marketing Digital

Play Episode Listen Later Jun 9, 2026 22:33


Já crescemos canais em saúde, beleza, marketing, games e vários outros nichos. E depois de tudo isso, ficou claro o que realmente funciona — independente do tema. Nesse episódio eu compartilho 5 insights práticos sobre criação de conteúdo: criar o que as pessoas querem assistir, modelagem de conteúdo, buscar referências fora do Brasil, repetir o que já deu certo e volume com constância. Se você produz conteúdo para um negócio, esse episódio é um atalho real.

MASTERMIND CRIMINAL
Cultura, Arte e Música: Um Escritório que Coleciona História | Demóstenes Torres

MASTERMIND CRIMINAL

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 44:25


Demóstenes Torres tem uma das trajetórias mais peculiares da história jurídica e política brasileira. Ex-senador, ex-promotor e Procurador-Geral de Justiça de Goiás. Um nome que o país inteiro já debateu.Mas não foi sobre isso que conversamos.Fomos muito bem recebidos em seu escritório para falar sobre "o lado B do disco". Arte, música e a influência de tudo isso na formação de um jurista, na construção do raciocínio, na sensibilidade que o Direito exige e raramente reconhece.Tem muito advogado técnico. Poucos com esse tipo de repertório.

Semana em África
Epidemia do Ébola na RDC continua no centro das preocupações

Semana em África

Play Episode Listen Later May 29, 2026 8:11


Neste programa Semana em África, voltamos à situação na RDC, a braços com a epidemia do ébola, e olhamos para as medidas que Angola começou a adoptar. Também olhamos para Cabo Delgado, onde a retoma do projecto da francesa Total gera críticas. Ainda em Moçambique, destacamos o estudo do CIP sobre o fecho de 500 empresas nos últimos dois anos. Quanto a Cabo Verde, o destaque vai para a Cimeira das Nações Crioulas. Começamos com a República Democrática do Congo, onde chegou, esta sexta-feira, o director da Organização Mundial de Saúde para tentar encontrar mais respostas para conter a epidemia de ébola. Recordo que, até ao final da semana, tinham sido registadas 246 mortes em mais de mil casos suspeitos, de acordo com um relatório do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças, a agência de saúde da União Africana. Também esta sexta-feira,foi confirmada uma recuperação, a primeira desde o início da epidemia. Entretanto, em Angola, as autoridades sanitárias intensificam as medidas de vigilância e prevenção contra o Ébola, sobretudo nas regiões fronteiriças com a República Democrática do Congo, devido ao índice de mortes provocado pela epidemia. A 23 de Maio, a agência de saúde Africa CDC alertou que Angola está entre os dez países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da RDC, epicentro da epidemia, e do Uganda. Um trabalho  de Francisco Paulo. Poucos meses depois de ter retomado o projecto moçambicano de gas natural liquefeito em Cabo Delgado, esta sexta-feira, a TotalEnergies reuniu-se em Paris para a sua assembleia-geral para apresentar lucros recorde. Daniel Ribeiro, da ong moçambicana Justiça Ambiental, denuncia que a situação em Cabo Delgado “continua perigosa e a insurgência activa”. Em Moçambique, um grupo de membros da Renamo submeteu à Procuradoria-Geral da República um documento com 18 mil assinaturas para impugnar a liderança de Ossufo Momade. O coordenador nacional da comissão de gestão do partido, Edgar Silva, pediu a Ossufo Momade que apresente contas. Em Moçambique, desde 2024, mais de 500 empresas fecharam e deixaram mais de 15 mil trabalhadores desempregados devido à escassez de divisas no país. A conclusão é do Centro de Integridade Pública que divulgou em Maputo um estudo sobre esta problemática, como explica a investigadora do CIP, Teresa Boene. Em Cabo Verde, arranca esta quinta-feira a Cimeira das Nações Crioulas, que decorre até ao dia 30 de Maio. Num contexto internacional marcado por guerras, intolerância e profundas desigualdades, o Presidente José Maria Neves defende que esta iniciativa pretende criar uma nova dinâmica de diálogo, assente na cooperação e na valorização das identidades crioulas. Em Cabo Verde, as mulheres representam menos de dois por cento da população prisional, mas a Comissão Nacional para os Direitos Humanos e a Cidadania alerta que esta realidade não pode esconder os desafios enfrentados pelas reclusas. A instituição defende medidas mais equitativas e condições mais dignas para o cumprimento das penas, sobretudo no contacto com os filhos menores. Odair Santos. Em São Tomé e Príncipe, a vice-presidente da ADI - Acção Democrática Independente -, Celmira Sacramento, anunciou na quarta-feira, em conferência de imprensa, que o partido apresentou uma queixa-crime no Ministério Público contra, nomeadamente, o primeiro-ministro Américo Ramos.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Soja & Milho: Brasil tem semana de preços, mais uma vez, lateralizados e poucos negócios

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later May 29, 2026 22:21


Mercado nacional seguiu com valores que pouco estimulam venda de ambos. Chicago recuou nesta 6ª feira (29), mas dólar subiu e relação manteve os preços equilibrados e espaço é limitado para uma reversão expressiva.

Café com Crime
195 | CASO JOANA GABRIELA: desaparecida na Serra da Miaba

Café com Crime

Play Episode Listen Later May 27, 2026 101:20


Em setembro de 2020, a universitária Joana Gabriela Coutinho, de 21 anos, partiu para uma trilha na Serra da Miaba, interior de Sergipe, acompanhada de um rapaz que conheceu nas redes sociais. Poucos dias depois, Joana desapareceu sem deixar rastros. Enquanto a família enfrentava informações contraditórias e buscas desesperadas pela serra, Joana vivia um verdadeiro pesadelo dentro da mata. E hoje ela vem contar sua própria história no Café Com Crime.-Conheça a lojinha de produtos do Café Com Crime: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://umapenca.com/cafecomcrime/ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠-Apoie o Café Com Crime e ganhe acesso a conteúdos exclusivos: https://apoia.se/cafecomcrime ou https://orelo.cc/cafecomcrime.-Ative as notificações do Spotify para não perder o próximo episódio no dia 10 de junho de 2026.-Acompanhe novidades e fotos no Instagram @CafeComCrime, Twitter @CafeCCrime, BlueSky @cafecomcrime.bsky.social e Facebook!-Entre em contato cafecomcrime@tagcreator.space-Créditos:Produção, apresentação e roteiro por Stefanie ZorubEdição e desenho de som por Luigi CalistratoPesquisa for Ana Paula AlmeidaRoteiro por Mariana Bento

Expresso - Expresso da Manhã
Dava um filme: a história do cunhado do ministro, que em poucos anos acumulou fortuna e problemas com a justiça

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 16, 2026 27:46


Ricardo Filomeno Duarte Leitão Machado, casado com a irmã do ministro da Presidência, António Leitão Amaro, fez, em poucos anos, fortuna em Angola de onde trouxe também um grande conflito com o governo do país. É um dos 16 arguidos da Operação Torre de Controlo, que ganhou novo fôlego esta semana com novas buscas por suspeitas de corrupção em concursos públicos para o aluguer de helicópteros de combate a incêndios. Recorde aqui o episódio do Expresso da Manhã, de Paulo Baldaia, de dezembro de 2025, dedicado ao “novo dono de um bocado disto tudo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Inteligência para a sua vida
#1522: ACHE O CERTO, SIGA FAZENDO — E VAI DAR CERTO

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later May 12, 2026 13:27


É fácil fazer o certo quando tudo vai bem.Difícil é continuar depois da frustração, da queda ou da demora. A Bíblia diz: “Não nos cansemos de fazer o bem.” Porque continuar firme exige mais do que emoção. Exige decisão. Muita gente começa. Poucos permanecem. Não pare no meio do processo.Assista ao vídeo e descubra o segredo para perseverar até o fim.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

MAP Curitiba
Seara Grande, Poucos Ceifeiros - Pr Adeildo Nascimento | MAP Curitiba

MAP Curitiba

Play Episode Listen Later May 11, 2026 47:21


No culto de celebração do MAP Curitiba, o Pr. Adeildo Nascimento ministrou uma mensagem profunda e confrontadora baseada em Mateus 9:35-38, trazendo uma reflexão sobre o chamado cristão para deixar de ser apenas “seara” e se tornar “ceifeiro” no Reino de Deus.Ao olhar para a multidão, Jesus teve íntima compaixão pelas pessoas aflitas, cansadas e desorientadas, como ovelhas sem pastor. A partir disso, surge o chamado para que mais trabalhadores sejam enviados à seara.Essa mensagem confronta a igreja atual sobre:A diferença entre consumir o evangelho e viver o evangelho;O discipulado na prática;A responsabilidade de ensinar, pregar e testemunhar;O perigo de permanecer espiritualmente imaturo;A necessidade de uma fé ativa, servidora e comprometida com o Reino.Pr. Adeildo também destaca que o verdadeiro trabalho cristão acontece fora das quatro paredes da igreja: na rotina, no trabalho, na família, nos relacionamentos e no testemunho diário. Uma palavra forte sobre maturidade espiritual, serviço, discipulado e legado cristão.

Entendendo a Notícia
#1113 - CONVERSA DE LULA E TRUMP FOI SOSSEGADA E LIMITADA A POUCOS TEMAS

Entendendo a Notícia

Play Episode Listen Later May 8, 2026 29:28


Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece

Expresso - Expresso da Manhã
“O hantavírus tem mortalidade elevada, mas com poucos casos no global. Não há razões para alarme”

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later May 7, 2026 15:59


A bordo do cruzeiro MV Hondius, um surto de hantavírus alterou todas as expectativas de passageiros e tripulantes para uma viagem no Atlântico Sul. A viagem chegou ao fim, mas a vida daquelas pessoas é como se estivesse suspensa. Ninguém os quer receber. Há razões para alarme? Para pôr os pontos nos “is” de uma conversa que se quer explicada pela ciência, neste episódio, falamos com Miguel Castanho, investigador da Fundação GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular e professor na FMUL.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Notícias Agrícolas - Podcasts
Sudeste terá poucos volumes de chuva e leve queda de temperatura nos próximos dias

Notícias Agrícolas - Podcasts

Play Episode Listen Later May 6, 2026 9:56


Estael Sias destaca predomínio de tempo seco e mudanças pontuais com chegada de frente fria

Rádiofobia Podcast Network
RÁDIOFOBIA 427 - Ignore o Barulho, com Mau Faccio

Rádiofobia Podcast Network

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 153:18


Saudações horripilantes, ouvinte do RÁDIOFOBIA! Poucos temas dividem tanto opiniões quanto o terror! Filmes, séries, quadrinhos, músicas, games com temática de horror são repugnantes para uns e fascinantes para outros. Neste episódio Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Thais Boccia, Júlio Macoggi e Vitor Estácio vão mostrar se tem coragem ou não batendo um papo sobre creepypastas e horror visceral com o amigo Mau Faccio, diretamente do seu novo canal de terror Ignore o Barulho! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados nas Cartinhas do Totô:- Curso de Podcast #020 - CESINCAST e o poder no podcast na EDUCAÇÃO!- O RÁDIO AM acabou, mas segue vivo no PODCAST! | Mixórdias com Leo Lopes- matricule-se já no Curso de Podcast- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira- Instituto Amargen- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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RÁDIOFOBIA 427 - Ignore o Barulho, com Mau Faccio

Rádiofobia Podcast

Play Episode Listen Later Apr 27, 2026 153:18


Saudações horripilantes, ouvinte do RÁDIOFOBIA! Poucos temas dividem tanto opiniões quanto o terror! Filmes, séries, quadrinhos, músicas, games com temática de horror são repugnantes para uns e fascinantes para outros. Neste episódio Leo Lopes, Jéssica Dalcin, Thais Boccia, Júlio Macoggi e Vitor Estácio vão mostrar se tem coragem ou não batendo um papo sobre creepypastas e horror visceral com o amigo Mau Faccio, diretamente do seu novo canal de terror Ignore o Barulho! Não deixe de interagir com a gente nas redes sociais, dar seu feedback sobre o papo e sugerir temas e convidados para as próximas edições do nosso podcast, além de deixar seu comentário no post, ok? Você também pode agora mandar sua cartinha para a Caixa Postal 279 - CEP 13930-970 - Serra Negra - SP, e seu e-mail para podcast@radiofobia.com.br! Arte do episódio: Sandro Hojo Links citados nas Cartinhas do Totô:- Curso de Podcast #020 - CESINCAST e o poder no podcast na EDUCAÇÃO!- O RÁDIO AM acabou, mas segue vivo no PODCAST! | Mixórdias com Leo Lopes- matricule-se já no Curso de Podcast- garanta o livro Curso de Podcast - Guia Básico em PDF e na Amazon para o seu Kindle- Podcast Store - a loja de produtos exclusivos da podosfera brasileira- Instituto Amargen- clique para assinar e ouvir o podcast Acepipes e Birinaites Links que indicamos sempre:- ouça o Ineditados Podcast- Acesse o novo site e ouça a RÁDIO 24h NO AR do Rádiofobia Classics!- assine o canal do Curso de Podcast no YouTube- siga @ocursodepodcast no Instagram- participe do grupo de produtores, apresentadores e ouvintes dos podcasts da Rádiofobia Podcast Network no Telegram Ouça o Rádiofobia Podcast nos principais agregadores:- Spotify- Apple Podcasts- Amazon Music- Deezer- PocketCasts Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dev Sem Fronteiras
CEO e Professor Universitário em Dublin, Irlanda - Carreira Sem Fronteiras #238

Dev Sem Fronteiras

Play Episode Listen Later Apr 9, 2026 50:24


O goiano de nascença, mas matogrossense de coração Anderson teve o primeiro contato com o computador pelos idos de 1989, e foi o suficiente para lhe colocar na rota de se graduar em Ciência da Computação.Mais tarde, já com uma pós-graduação em gestão, e um doutorado em sistemas distribuídos, a dinâmica do mercado o incentivou cada vez mais a tentar mudar-se para São Paulo. Ao invés disso, Anderson mudou-se para Dublin, com a intenção de estudar inglês.Poucos dias depois, a intenção mudou: aprender inglês na convivência com nativos, fora da escola e, até mesmo, fora da cidade. Aos poucos dominou o idioma aponto de garantir-se em um emprego. Anderson, porém voltou ao Brasil, casou-se e, depois de ser pai, voltou com a família para a Irlanda, onde ele equilibra o trabalho de CEO com a tarefa de ser professor universitário.Neste episódio, ele detalha melhor essas idas e vindas, que também incluiu passagens por Florianópolis e Porto Alegre, antes da mudança definitiva (até o momento) para a terra onde os motoristas de ônibus são bastante gentis.Neste episódio, o Álvaro detalha melhor essa jornada, detalha o seu dia a dia, e também topa um convite inesperado.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaAnderson Carvalho, CEO e Professor Universitário em Dublin, IrlandaLinks:LinkedIn do AndersonO mercado não espera você estar pronto. Garanta seu lugar na Skills & Go Experience, o lugar em que você aprende, ao vivo e na prática, as habilidades que vão definir a próxima era do desenvolvimento.TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts

Oxigênio
#214 – Paisagens sonoras revelam mudanças climáticas

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 26, 2026 34:22


  Neste episódio, Mayra Trinca fala sobre duas pesquisas que, ao seu modo, usam o som para estudar maneiras de enfrentamento à crise climática. Na conversa, Susana Dias, pesquisadora do Labjor e Natália Aranha, doutoranda em Ecologia pela Unicamp contam como os sons dos sapos fizeram parte das mesas de trabalho desenvolvidas pelo grupo de pesquisa para divulgação sobre esses anfíbios. Participa também Lucas Forti, professor na Universidade Federal Rural do Semi-Árido do Rio Grande do Norte. Ele conta como tem sido a experiência do projeto Escutadô, que estuda a qualidade do ambiente da caatinga através da paisagem sonora. ____________________________________________________________ ROTEIRO [música] Lucas: É incrível a capacidade que o som tem de despertar a memória afetiva. Mayra: Você aí, que é ouvinte de podcast, provavelmente vai concordar com isso. O som consegue meio que transportar a gente de volta pros lugares que a gente associa a ele. Se você já foi pra praia, com certeza tem essa sensação quando ouve um bom take do barulho das ondas quebrando na areia. [som de ondas] Mayra: O som pra mim tem um característica curiosa, na maior parte do tempo, ele passa…  despercebido. Ou pelo menos a gente acha isso, né? Porque o silêncio de verdade pode ser bem desconfortável. Quem aí nunca colocou um barulhinho de fundo pra estudar ou trabalhar? Mayra: Mas quando a gente bota reparo, ele tem um força muito grande. De nos engajar, de nos emocionar. [música de violino] Mayra: Também tem a capacidade de incomodar bastante… [sons de construção] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e você provavelmente já me conhece aqui do Oxigênio. Mayra: No episódio de hoje, a gente vai falar sobre som. Mais especificamente, sobre projetos de pesquisa e comunicação que usam o som pra entender e pra falar sobre mudanças climáticas e seus impactos no meio ambiente. [música de fundo] Natália: E as paisagens sonoras não são apenas um conjunto de sons bonitos. Elas são a própria expressão da vida de um lugar. Então, quando a gente preserva uma paisagem sonora, estamos preservando a diversidade das espécies que vocalizam naquele lugar, os modos de vida e as relações que estão interagindo. E muitas vezes essas relações dependem desses sons, que só existem porque esses sons existem. Então, a bioacústica acaba mostrando como os sons, os sapos também os mostram, como que esses cantos carregam histórias, ritmos, horários, temperaturas, interações que não aparecem ali somente olhando o ambiente. [Vinheta] João Bovolon: Seria triste se músicos só tocassem para músicos. Pintores só expusessem para pintores. E a filosofia só se destinasse a filósofos. Por sorte, a capacidade de ser afetado por um som, uma imagem, uma ideia, não é exclusividade de especialistas. MAYRA: Essa frase é de Silvio Ferraz, autor do Livro das Sonoridades. O trecho abre o texto do artigo “A bioacústica dos sapos e os estudos multiespécies: experimentos comunicacionais em mesas de trabalho” da Natália. Natália: Olá, meu nome é Natália Aranha. Eu sou bióloga e mestra pelo Labjor, em Divulgação Científica e Cultural. Durante o meu mestrado, eu trabalhei com os anfíbios, realizando movimentos com mesas de trabalhos e com o público de diferentes faixas etárias. Atualmente, eu sou doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ecologia pelo Instituto de Biologia da Unicamp. MAYRA: A Natália fez o mestrado aqui no Labjor na mesma época que eu. Enquanto eu estudava podcasts, ela tava pesquisando sobre divulgação científica de um grupo de animais muitas vezes menosprezado. [coaxares] Susana: Os sapos, por exemplo, não participam da vida da maioria de nós. Eles estão desaparecidos dos ecossistemas.  Eles estão em poucos lugares que restaram para eles. Os brejos são ecossistemas muito frágeis. São os lugares onde eles vivem. Poucos de nós se dedicam a pensar, a se relacionar, a apreciar, a cuidar dessa relação com os sapos. Mayra: Essa que você ouviu agora foi a Susana, orientadora do trabalho da Natália. Susana: Meu nome é Susana Dias, eu sou pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo, o Labjor, professora da pós-graduação em Divulgação Científica e Cultural, do Labjor/IEL/Unicamp. E trabalho com comunicação, artes, ciências, desenvolvendo várias metodologias de experimentação coletiva com as pessoas. Mayra: Mas, o interesse da Natália pelos sapos não começou no mestrado. Ela já era apaixonada pela herpetologia antes disso. [som de ícone] Mayra: Herpetologia é a área da biologia que estuda répteis e anfíbios. E eu posso dizer que entendo a Natália. Pra quem não sabe, eu também sou bióloga. E durante a faculdade cheguei a fazer um estágio na mesma área, porque também era um tema que me interessava muito. Mayra: Só que eu trabalhei mais com répteis, que são as cobras e os lagartos. E eu acabei desistindo da área em pouco tempo, apesar de ainda achar esses bichinhos muito legais. Já a Natália descobriu o amor pelos sapos num congresso de herpetologia que foi durante a graduação e, diferente de mim, ela segue trabalhando com eles até hoje. Natália: E eu me apaixonei. Eu digo que me apaixonei a partir da abertura do congresso, porque foi uma experiência muito legal que fizeram a partir dos sons, a partir de fotos e vídeos de vários pesquisadores realizando trabalhos de campo com esses animais. E, a partir desse momento, eu falei que era isso que eu queria fazer na minha vida. Mayra: Ah, e é importante dizer, que antes mesmo disso tudo, a Natália já tinha um interesse artístico por esses animais. Natália: E, como eu amo desenvolver pinturas realistas, esses animais são maravilhosos, quando você pensa nas cores, nos detalhes, nas texturas que eles trazem. Mayra: Porque foi dessa experiência que surgiu a ideia de trabalhar com divulgação científica, que acabou levando a Natália  até a Susana. Mas como ela também tinha interesse de pesquisa com esses animais, ela acabou participando dos dois grupos ao longo do mestrado: o de divulgação e o de herpetologia, com o pessoal da biologia. Susana: Foi muito legal justamente pela possibilidade da Natália habitar esse laboratório durante um tempo, acompanhar o trabalho desses herpetólogos e a gente poder conversar junto com o grupo de pesquisa, que é o Multitão, aqui do Labjor da Unicamp, que é o nosso grupo, sobre possibilidades de conexão com as artes, e também com a antropologia, com a filosofia. A gente começou a tecer esses emaranhados lentamente, devagarzinho. Mayra: Quando a Natália chegou no mestrado, ela tinha uma visão muito comum da divulgação científica, que é a ideia de que os divulgadores ou os cientistas vão ensinar coisas que as pessoas não sabem. Mayra: É uma visão muito parecida com a que a gente ainda tem de escola mesmo, de que tem um grupo de pessoas que sabem mais e que vão passar esse conhecimento pra quem sabe menos. Natália: E daí a Susana nos mostrou que não era somente fazer uma divulgação sobre esses animais, mas mostrar a importância das atividades que acabam gerando afeto. Tentar desenvolver, fazer com que as pessoas criem movimentos afetivos com esses seres. Mayra: Se você tá no grupo de pessoas que tem uma certa aversão a esses animais, pode achar isso bem esquisito. Mas criar essas relações com espécies diferentes da nossa não significa necessariamente achar todas lindas e fofinhas. É aprender a reconhecer a importância que todas elas têm nesse emaranhado de relações que forma a vida na Terra. Mayra: Pra isso, a Natália e a Susana se apoiaram em uma série de conceitos. Um deles, que tem sido bem importante nas pesquisas do grupo da Susana, é o de espécies companheiras, da filósofa Donna Haraway. Natália: Descreve esses seres com os quais vivemos, com os quais aprendemos e com os quais transformam como seres em que a gente não habita ou fala sobre, mas a gente habita e escreve com eles. Eles nos mostram que todos nós fazemos parte de uma rede de interações e que nenhum ser nesse mundo faz algo ou vive só. Então, os sapos, para mim, são essas espécies companheiras. Mas não porque eles falam na nossa língua, mas porque nós escutamos seus cantos e somos levados a repensar a nossa própria forma de estar no mundo. Mayra: Uma coisa interessante que elas me explicaram sobre esse conceito, é que ele é muito mais amplo do que parece. Então, por exemplo, bactérias e vírus, com quem a gente divide nosso corpo e nosso mundo sem nem perceber são espécies companheiras. Ou, as plantas e os animais, que a gente usa pra se alimentar, também são espécies companheiras Susana: E uma das características do modo de viver dos últimos anos, dos últimos 50 anos dos humanos, são modos de vida pouco ricos de relações, com poucas relações com os outros seres mais que humanos. E a gente precisa ampliar isso. Trazer os sapos é muito rico porque justamente abre uma perspectiva para seres que estão esquecidos, que pertencem a um conjunto de relações de muito poucas pessoas. Mayra: Parte do problema tem a ver com o fato de que as espécies estão sumindo mesmo. As mudanças climáticas, o desmatamento e a urbanização vão afastando as espécies nativas das cidades, por exemplo, que passam a ser povoadas por muitos indivíduos de algumas poucas espécies. Pensa como as cidades estão cheias de cães e gatos, mas também de pombas, pardais, baratas. Ou em áreas de agropecuária, dominadas pelo gado, a soja e o capim onde antes tinha uma floresta super diversa. Susana: Eu acho que um aspecto fundamental para a gente entender esse processo das mudanças climáticas é olhar para as homogeneizações. Então, como o planeta está ficando mais homogêneo em termos de sons, de imagens, de cores, de modos de vida, de texturas. Uma das coisas que a gente está perdendo é a multiplicidade. A gente está perdendo a diversidade. Mayra: Pensa bem, quando foi a última vez que você interagiu com um sapo? (Herpetólogos de plantão, vocês não valem). Provavelmente, suas memórias com esses animais envolvem pouco contato direto e você deve lembrar mais deles justamente pelo… som que eles fazem. [coaxares, música] Lucas: Eu comecei a pensar na acústica como uma ferramenta de entender a saúde do ambiente, e queria aplicar isso para recifes de coral, enfim, a costa brasileira é super rica. Mayra: Calma, a gente já volta pra eu te explicar como a Natália e a Susana relacionaram ciências e artes na divulgação sobre os sapos. Antes, eu quero te contar um pouco sobre outro projeto que tem tudo a ver com o tema. Deixa o Lucas se apresentar. Lucas: Pronto, eu me chamo Lucas, eu sou biólogo de formação, mas tive uma vertente acadêmica na minha profissão, em que eu me dediquei sempre a questões relacionadas à ecologia, então fiz um mestrado, doutorado na área de ecologia. Mayra: Sim, o Lucas, assim como eu, a Natália e mesmo a Susana, também fez biologia. Lucas: Os biólogos sempre se encontram em algum lugar. Mayra: A gente ainda vai dominar o mundo…[risadas] Mayra: Tá, mas voltando aqui. O Lucas esteve nos últimos anos trabalhando no Nordeste. Eu conversei com ele durante um estágio de professor visitante aqui na Unicamp. Lucas: Então estou passando um estágio de volta aqui às minhas raízes, que eu sou daqui do interior de São Paulo, então vim passar frio um pouquinho de volta aqui em  Campinas. Mayra: Essa entrevista rolou já tem um tempinho, em agosto de 2025. E realmente tava fazendo um friozinho naquela semana. Mayra: Eu fui conversar com o Lucas sobre um projeto que ele faz parte junto com o Observatório do Semiárido, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, no Rio Grande do Norte. Mayra: A ideia dessa pesquisa é criar um banco de dados sonoros e construir um algoritmo. Lucas: testar algoritmos, né, conseguir ter uma ferramenta na mão que possa ajudar a gente a detectar níveis de degradação no Semiárido com base em informação acústica. Mayra: Esse projeto é o Escutadô. Lucas: O projeto Escutadô, ele nasceu… assim, tem a história longa e a história curta. Mayra: Óbvio que eu escolhi a longa. E ela começa escuta só, com os anfíbios. Mayra: Coincidência? Lucas: Não, não tem coincidência nenhuma. Lucas: Mas eu comecei sim estudando o comportamento de anfíbios, e uma característica muito peculiar dos anfíbios é a vocalização, né? Então, os anfíbios me levaram para a acústica, e aí a acústica entrou na minha vida também para tornar as abordagens da minha carreira, de como eu vou entender os fenômenos através desse ponto de vista sonoro, né? Mayra: Isso é uma coisa muito comum na biologia. Tem muitos animais que são complicados de enxergar, porque são noturnos, muito pequenos ou vivem em lugares de difícil acesso. Então uma estratégia muito usada é registrar os sons desses animais. Vale pra anfíbios, pra pássaros, pra baleias e por aí vai. [sons de fundo de mar] Mayra: Inclusive, lembra, a ideia original do projeto do Lucas era usar a bioacústica, essa área da biologia que estuda os sons, pra investigar recifes de corais. Ele tava contando que elaborou essa primeira proposta de pesquisa pra um edital. Lucas: Aí a gente não venceu essa chamada, mas a gente reuniu uma galera com colaboração, escrevemos um projeto super lindo, e aí por alguma razão lá não foi contemplado o financiamento. Mayra: Isso também é algo muito comum na biologia. E em várias outras áreas de pesquisa. Mas, vida que segue, novas oportunidades apareceram. Lucas: O projeto Escutadô começou no mar, mas a gente conseguiu ter sucesso com a ideia mesmo, a hora que eu cheguei em Mossoró, como professor visitante na Universidade Federal Rural do Semiárido, abriu um edital da FINEP, voltado para a cadeias produtivas, bioeconomia, e a gente identificou que a gente poderia utilizar essa ideia, né, e aplicar essa ideia, mas aí eu já propus que a gente fosse atuar no ecossistema terrestre. Mayra: FINEP é a Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O Lucas quis alterar a proposta inicial, primeiro, porque fazia mais sentido dentro do contexto que ele tava trabalhando. E, depois, porque a região tem uma forte dependência do ecossistema da caatinga pro sustento da população e pra preservação do seu modo de vida, a tal bioeconomia que ele citou. Mayra: Além disso, Lucas: a caatinga é o bioma que certamente tá sentindo mais os extremos, né, das mudanças climáticas, então isso trouxe uma contextualização muito interessante para o projeto, especialmente porque casava com a questão da bioeconomia, né, então a gente tentou embarcar nessa linha e transformamos essa tecnologia para pensar como ela poderia detectar níveis de degradação para a região do Semiárido, né, e aí deu certo. Mayra: Funciona mais ou menos assim, a equipe de pesquisa instalou uma série de gravadores espalhados, mais de 60 pontos no estado do Rio Grande do Norte e alguns pontos na Paraíba e no Ceará. Lucas: Então, quando a gente instala o gravador no ambiente, ele grava três minutos, dorme sete, grava três minutos, dorme sete e fica assim rodando, a gente tem duas rodadas de amostragem, uma que é feita durante a estação seca e outra que é feita durante a estação chuvosa, então o gravador fica em cada ponto por 20 dias e nesses 20 dias ele fica continuamente gravando três minutos e dormindo sete. Mayra: Essas gravações viram uma grande biblioteca sonora. O próximo passo é reconhecer quais sons representam áreas mais conservadas… [captação de área preservada] Mayra: E quais gravações foram feitas em áreas mais degradadas, principalmente com mais alterações antrópicas no ambiente. [captação de área antropizada] Mayra: Pra gente, até que é fácil reconhecer a diferença entre os sons. Agora, como a gente transforma isso, por exemplo, num aplicativo, capaz de identificar o nível de degradação do ambiente usando só o som daquele lugar? Lucas: Pois é, agora você tocou no ponto que eu acho que é o maior desafio do projeto e também o que torna o projeto, assim, inovador. A gente já tem hoje mais ou menos 16 mil horas de gravação, então a gente não tem como não usar uma ferramenta de aprendizado de máquina para ajudar no processamento desses dados. Mayra: A essa altura, você já deve saber o básico de como funcionam as inteligências artificiais. Elas comparam bases de dados gigantescas pra achar padrões. Mas, isso funciona bem pra texto ou pra imagens. Lucas: E a gente introduziu um conceito de aprendizado de escuta de máquina, ou seja, a gente não vai trabalhar sobre o ponto de vista da imagem, vai trabalhar sobre o ponto de vista da escuta, opa, pera aí, mas como é que a gente faz isso? Mayra: O Lucas explicou que o que eles tiveram que fazer foi, de certa forma, realmente transformar esses sons em imagens. Pra isso, eles usam os espectrogramas, que são aquelas representações visuais do som, eu vou deixar um exemplo lá no site e no nosso Instagram, depois você pode procurar pra ver. Mayra: Essa etapa do projeto, o treinamento da IA, tá sendo feita em parceria com o BIOS, o Centro de Pesquisa em Inteligência Artificial aqui da Unicamp. A gente já falou um pouco desse projeto no episódio 201 – Um bate-papo sobre café. Se você ainda não ouviu, tem mais essa lição de casa pra quando acabar esse episódio, vale a pena, porque tá bem legal. [divulgação podcast SabIA!] [música] Mayra: Os sons captados pelo Escutadô, projeto que o Lucas faz parte, ou as gravações dos anfíbios que a gente tava falando com a Natália, nunca são sons isolados. Mayra: Esse conjunto de sons de um ambiente forma o que a gente chama de paisagem sonora. Lucas: Esses sons podem ter origens geofísicas, então o som do vento, o som da chuva, o som dos fluxos de corrente, riachos, cachoeiras, você tem os sons da própria biodiversidade, né, que é baseado nos sistemas de comunicação acústica da fauna, por exemplo, quando as aves produzem as vocalizações, os anfíbios, os insetos, os mamíferos, você tem todo ali um contexto de produção de sinais acústicos que representam assinaturas da presença da biodiversidade no ambiente. E você ainda tem a assinatura da presença das tecnofonias ou antropofonias, né, que são os sons que são produzidos pelos seres humanos, né, seja os sons das rodovias, das construções, das obras, das edificações, ou seja, que tem toda uma contextualização. Mayra: A ideia de usar o som, ou a paisagem sonora, pra entender a saúde de um ambiente, não é nada nova. Um dos livros mais importantes, praticamente fundador do movimento ambientalista nos Estados Unidos, é o Primavera Silenciosa, da Rachel Carson, e ele foi publicado em 1962. Lucas: Então ela já estava alertando para a sociedade acadêmica, especialmente, que o uso de pesticidas, né, as mudanças que o ser humano está promovendo na paisagem estão causando extinções sonoras, né, porque está alterando a composição das espécies na natureza, então a gente está embarcando um pouco nessa ideia que influenciou o que hoje a gente chama de soundscape ecology, que é a ecologia da paisagem sonora, ou ecologia da paisagem acústica. Natália: As pessoas automaticamente imaginam que o silêncio seja algo bom. Mas, esse silêncio é um sinal de alerta, porque ele mostra que as espécies estão desaparecendo e como os seus ciclos e modos de interação estão mudando. E que o habitat, o lugar, já não está dando mais condições impostas pelo clima. Eu acredito que os sons funcionam como uma espécie de termômetro da vida. Quando eles diminuem, é porque a diversidade está ali diminuindo. Mayra: A gente vai ver que a Natália usou noções de paisagem sonora pra criar atividades imersivas de divulgação, onde as pessoas puderam experimentar com diferentes sons e ver como era possível criar novas relações com os sapos a partir deles. Mayra: No caso do Lucas, a paisagem sonora funciona bem como a Natália descreveu, é um termômetro que mede a qualidade de um ambiente da Caatinga. Talvez você imagine esse bioma como um lugar silencioso, um tanto desértico, mas isso tem mais a ver com a imagem comumente divulgada de que é uma região de escassez. Lucas: Do ponto de vista das pessoas interpretarem ela como um ambiente pobre, enquanto ela é muito rica, em termos de biodiversidade, em termos de recursos naturais, em termos de recursos culturais, ou seja, a cultura das populações que vivem lá é extremamente rica. Mayra: Pra complicar ainda mais a situação, a Caatinga está na área mais seca do nosso país. Lucas: Ou seja, a questão da escassez hídrica é extremamente importante. E torna ela, do ponto de vista das mudanças climáticas, ainda mais importante. Mayra: A importância de se falar de grupos menosprezados também aparece na pesquisa da Natália com os sapos. Vamos concordar que eles não tão exatamente dentro do que a gente chama de fofofauna, dos animais queridinhos pela maioria das pessoas, mas não por isso projetos de conservação são menos importantes. Pelo contrário. Mayra: Pra dar uma ideia, na semana que eu escrevia esse roteiro, estava circulando nas redes sociais um estudo que mostrou que, em cinquenta anos, as mudanças climáticas podem ser responsáveis pelo desaparecimento completo dos anfíbios na Mata Atlântica. Mayra: Daí a importância de envolver cada vez mais pessoas em ações de preservação e enfrentamento às mudanças climáticas. Susana: Que a gente pudesse trazer uma paisagem sonora da qual os humanos fazem parte e fazem parte não apenas produzindo problemas, produzindo destruição, mas produzindo interações, interações ecológicas. [música] Mayra: Voltamos então à pesquisa da Natália. Mayra: Ela usou uma metodologia de trabalho que tem sido muito utilizada pela Susana e seu grupo de pesquisa, que são as mesas de trabalho. Susana: E elas foram surgindo como uma maneira de fazer com que a revista ClimaCom, que é uma revista que está tentando ensaiar modos de pensar, de criar, de existir diante das catástrofes, a revista pudesse ter uma existência que não fosse só online, que fosse também nas ruas, nas praças, nas salas de aula, nos outros espaços, que ela tivesse uma existência fora das telas. E que, com isso, a gente se desafiasse não apenas a levar para fora das telas e para as outras pessoas algo que foi produzido na universidade, mas que a gente pudesse aprender com as outras pessoas. Mayra: A ideia das mesas é reunir pessoas diversas, de dentro e de fora da universidade, pra criarem juntas a partir de um tema. Susana: Então, quando chegou a proposta dos anfíbios, a gente resolveu criar uma mesa de trabalho com os sapos. E essa mesa de trabalho envolvia diversas atividades que aconteciam simultaneamente. Essas atividades envolviam desde fotografia, pintura, desenho, colagem, grafismo indígena, até estudo dos sons. Mayra: A Susana estava explicando que durante essas mesas, elas conseguem fazer com que as pessoas interajam com os sapos de uma forma diferente, mais criativa. Criativa aqui tanto no sentido de imaginar, quanto de criar e experimentar mesmo. Susana: A gente propôs a criação de um caderno de estudo dos sons junto com as pessoas. A gente disponibilizou vários materiais diferentes para que as pessoas pudessem experimentar as sonoridades. Disponibilizamos um conjunto de cantos da fonoteca aqui da Unicamp, de cantos dos sapos, para as pessoas escutarem. E pedimos que elas experimentassem com aqueles objetos, aqueles materiais, recriar esses sons dos sapos. E que elas pudessem depois transpor para um caderno essa experiência de estudo desses sons, de como esses sons se expressavam. Mayra: Esse é um exemplo de como a gente pode aproximar as pessoas do trabalho dos cientistas sem que isso coloque a pesquisa feita nas universidades como algo superior ou mais importante do que outros conhecimentos. Escuta só a experiência da Natália: Natália: Através de diferentes materiais, de diferentes meios, é possível criar um movimento afetivo que vai além daquele movimento do emissor-receptor que traz uma ideia mais generalista, mais direta, de que você só fala e não escuta. Então, uma das coisas que mais marcou o meu trabalho nessa trajetória foi a escuta. Onde a gente não apenas falava com os anfíbios, mas também a gente escutava as histórias que as pessoas traziam, os ensinamentos de outros povos, de outras culturas. Então, essa relação entre arte e ciências possibilitou todo esse movimento que foi muito enriquecedor (6:14) Susana: As mesas de trabalho foram um lugar também onde as pessoas acessaram um pouco do trabalho dos herpetólogos. Entraram em relação com a maneira como os herpetólogos estudam os sapos. Interessa para eles se o som do sapo é mais amadeirado, é mais vítreo, é mais metálico. O tipo de som, se ele tem uma pulsação diferente da outra, um ritmo diferente do outro. Eles fazem várias análises desses sons, estudam esses sons em muitos detalhes. Mayra: Trazer essa possibilidade de experimentação é um dos principais objetivos das ações e das pesquisas realizadas pelo grupo da Susana aqui no Labjor. E o encontro com as práticas artísticas tem sido um meio de trabalhar essas experimentações. [música de fundo] Susana: Eu acho que a gente tem pensado muito ciências e artes no plural, com minúsculas, justamente para trazer uma potência de multiplicidade, de possibilidades não só de pesquisa e produção artística, mas de pensamento, modos diferentes de viver no mundo e de praticar a possibilidade de pensar, de criar, de se relacionar com os outros seres. Mayra: Mas, segundo a Susana, tem um desafio grande nesse tipo de trabalho… Susana: Porque é muito comum as pessoas, sobretudo os cientistas, acharem que as artes são uma embalagem bonita para as ciências. Então, o que as artes vão fazer vai ser criar uma maneira das pessoas se seduzirem por um conteúdo científico, de se tornar mais belo, mais bonito. A gente não pensa que esse encontro entre artes e ciências pode tornar as ciências mais perturbadoras, pode questionar o que é ciência, pode gerar coisas que não são nem arte nem ciência, que a gente ainda não conhece, que são inesperadas, que são produções novas. Mayra: Quando a Natália fala da possibilidade de criar relações afetivas com os sapos, ela não quer dizer apenas relações carinhosas, mas também de sensibilidade, de se deixar afetar, no sentido de se permitir viver aquela experiência.  De entrar em contato com essas espécies companheiras e, realmente, sair desses encontros diferente do que a gente entrou. Susana: Então, a gente está tentando pensar atividades de divulgação científica e cultural que são modos de criar alianças com esses seres. São modos de prestar atenção nesses seres, de levar a sério suas possibilidades de existir, suas maneiras de comunicar, suas maneiras de produzir conhecimento. É uma ideia de que esses seres também produzem modos de ser e pensar. Também produzem ontopistemologias que a gente precisa aprender a se tornar digno de entrar em relação. Mayra: Em tempos de crise climática, isso se torna especialmente importante. Quando a gente fala de comunicação de risco, sempre existe a preocupação de falar com as pessoas de uma forma que a informação não seja paralisante, mas que crie mobilizações. Mayra: Eu aposto que você, assim como eu, de vez em quando se sente bem impotente quando pensa na catástrofe ambiental em curso. A gente se sente pequeno diante do problema. Só que é necessário fazer alguma coisa diferente do que a gente tem feito ou veremos cada vez mais eventos naturais extremos que têm destruído tantas formas de vida. [encerra música] Susana: Acho que a gente tem pensado nesses encontros justamente como aquilo que pode tirar a gente da zona do conforto e pode gerar uma divulgação científica e cultural nesses encontros entre artes e ciências, que experimentem algo que não seja massificado, algo que escape às abordagens mais capitalizadas da comunicação e mais massificadas, e que possam gerar outras sensibilidades nas pessoas, possam engajá-las na criação de alguma coisa que a gente ainda não sabe o que é, que está por vir. Mayra: A única forma de fazer isso é efetivamente trazendo as pessoas para participar dos projetos, aliando conhecimentos locais e tradicionais com as pesquisas acadêmicas. Isso cria um senso de pertencimento que fortalece os resultados dessas pesquisas. Mayra: O projeto Escutadô, que o Lucas faz parte, também trabalha com essa perspectiva de engajamento. Lucas: A gente usa uma abordagem chamada ciência cidadã, onde a gente se conecta com o público, e os locais onde a gente vai fazer as amostragens são propriedades rurais de colaboradores ou de voluntários do projeto. Então, a gente tem toda essa troca de experiências, de informação com esse público que vive o dia a dia ali no semiárido, ali na Caatinga. Tudo isso enriquece muito a nossa visão sobre o projeto, inclusive as decisões que a gente pode ter em relação a como que essa tecnologia vai ser empregada ou como que ela deveria ser empregada. Mayra: Lembra que o projeto foi financiado a partir de um edital que considerava a bioeconomia? Então, pro Lucas, a pesquisa só se torna inovadora e significativa de verdade se tiver efeitos práticos pra população que ajudou a construir esse conhecimento. Lucas: Senão é só uma ideia bacana, né? Ela precisa se transformar em inovação. Então, a gente tem toda essa preocupação de criar essa ferramenta e de que essa ferramenta seja realmente interessante para mudar a forma com que a gente vai entender ou tomar as decisões de forma mais eficiente, né? E que isso se torne um recurso que seja possível, né? Para que as pessoas utilizem. Mayra: A ideia do projeto é que, a partir de um aplicativo com aquele algoritmo treinado, as pessoas consigam por exemplo avaliar as condições ambientais da região em que vivem. Ou que esses dados possam ser usados pra ajudar a identificar áreas prioritárias de conservação e com isso, contribua diretamente pra qualidade do cuidado com a Caatinga. [música] Mayra: As mudanças climáticas estão aí faz tempo, infelizmente. Mas seus efeitos têm se tornado mais perceptíveis a cada ano. É urgente pensarmos em outras formas de estarmos no mundo, diminuindo os impactos ambientais, antes que esse planeta se torne inabitável, porque, como a gente também tem falado aqui no Oxigênio, não é tão simples assim achar outro planeta pra morar. Susana: Então, acho que isso tem sido fundamental para a gente criar uma comunicação científica em tempos de mudanças climáticas, que não apenas fica na denúncia dos problemas, mas que apresenta possibilidades de invenção de outros modos de habitar essa terra ferida, essa terra em ruínas. [encerra música] Mayra: Eu sou a Mayra Trinca e produzi e editei esse episódio. A revisão é da Lívia Mendes. A trilha sonora tem inserções do Freesound e de captações do projeto Escutadô e do João Bovolon, que também leu o trecho do Livro das Sonoridades. Mayra: Esse episódio é parte de uma bolsa Mídia Ciência e também conta com o apoio da FAPESP. Mayra: O Oxigênio é coordenado pela Simone Pallone e tem apoio da Secretaria Executiva de Comunicação da Unicamp. Estamos nas suas plataformas de áudio preferidas e nas redes sociais como Oxigênio Podcast. Te espero no próximo episódio! [Vinheta encerramento]

WGospel.com
A tristeza do coração

WGospel.com

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 5:23


TEMPO DE REFLETIR 01674 – 13 de fevereiro de 2026 Neemias 2:2 – Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração. Não é agradável conviver com alguém que está a maior parte do tempo com a testa franzida e a expressão carregada, denotando tristeza, preocupação ou mau humor. As pessoas percebem, é claro, que algo não vai bem e ficam se perguntando: “Será que é comigo? Fiz alguma coisa errada?” Em alguns casos é melhor perguntar à pessoa, para tirar a dúvida. Foi o que fez o rei Artaxerxes, ao observar o rosto de Neemias. Ele lhe perguntou: “Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração”. Bom observador, esse rei. Num relance, ele percebeu que Neemias não estava bem e que seu problema não era físico, mas emocional. Neemias ficou com medo, pois como copeiro real ele não podia se dar ao luxo de se apresentar diante do rei com a expressão facial abatida ou mal-humorada. “Um servo que mostrasse mau humor perante o rei poderia ser considerado um conspirador, ou um mau empregado. Uma fisionomia triste nunca era tolerada na presença do rei” (Champlin). Por um momento Neemias pensou que perderia a cabeça, pois cabeças de servos não tinham muito valor na corte real, naquele tempo. Por isso, apressou-se a responder: “Viva o rei para sempre!” Ele queria que o rei soubesse que por trás de seu semblante triste não havia nenhum plano para envenená-lo. “Como não me estaria triste o rosto se a cidade, onde estão os sepulcros de meus pais, está assolada e tem as portas consumidas pelo fogo?” (Ne 2:3) Poucos monarcas se incomodariam com os problemas pessoais de seus servidores, e menos ainda em solucioná-los. Mas Artaxerxes era um homem sensível e bondoso, e perguntou a Neemias: “Que me pedes agora?” (v. 4). Neemias então fez uma breve oração, pois temia a reação do rei à solicitação que iria fazer, o que implicaria uma mudança na política do império persa para com os judeus de Jerusalém. Ele pediu permissão para ir a Jerusalém, a fim de restaurar as muralhas da cidade. O rei concordou. Foi a tristeza do rosto de Neemias que deu início a todo esse processo. Mas certamente foi a interferência divina na disposição do rei, como resposta à oração de Neemias, que resultou no sucesso da missão do servo do rei, pois tristeza e mau humor geralmente não resolvem dificuldades. Seja qual for o problema que você está enfrentando, peça ajuda a Deus para colocar-lhe no rosto um sorriso. O resultado é que a vida também irá sorrir para você. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, em meio aos nossos problemas do dia a dia, ajuda-nos a enfrentá-los com segurança, otimismo e um sorriso no rosto. Toma conta de nossa vida! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Brasil Paralelo | Podcast
O FILME QUE PREVIU O CASO EPSTEIN? A ÚLTIMA OBRA DE KUBRICK

Brasil Paralelo | Podcast

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 11:07


Em 1999, Stanley Kubrick entregou sua obra final: "De Olhos Bem Fechados". Poucos dias depois, o lendário diretor faleceu. O que parecia ser apenas um drama psicológico sobre infidelidade, décadas depois, tornou-se o centro de uma das maiores discussões sobre o submundo do poder global. Neste vídeo, analisamos os paralelos perturbadores entre o universo retratado por Kubrick e os documentos revelados no caso Jeffrey Epstein. Investigamos as denúncias de rituais em mansões isoladas, a presença de máscaras idênticas às encontradas na ilha Little St. James e a polêmica em torno dos 23 minutos removidos da versão final do filme após a morte do diretor.

Stock Pickers
#BÔNUS - O S&P 500 VIROU UM FUNDO DE IA? A CONCENTRAÇÃO QUE POUCOS ESTÃO ENXERGANDO

Stock Pickers

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 14:46


Você compra o S&P 500 achando que está investindo na economia americana. Mas será que ainda é isso mesmo?Neste episódio bônus do Stock Pickers, Lucas Collazo desmonta o S&P 500 e mostra como inteligência artificial, chips, data centers e algoritmos passaram a dominar o índice. Nvidia, Microsoft, Apple, Amazon, Meta e Alphabet concentram uma fatia cada vez maior do mercado e ditam o ritmo da Bolsa americana.Um episódio que explica o quanto a sua carteira já depende de IA - sem você nem perceber.

Podcast : Escola do Amor Responde
3248# Escola do Amor Responde (no ar 15.01.2026)

Podcast : Escola do Amor Responde

Play Episode Listen Later Jan 15, 2026 24:25


No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a dúvida de uma aluna.Casar sem testar antesAluna escreveu relatando que concorda que o sexo deva acontecer só depois do casamento. No entanto, antes ela questionou: e se depois do casamento, no momento do sexo, o homem não se garantir?Os professores esclareceram diversos pontos sobre este assunto e aconselharam a aluna.Casada, mas muito insegura com o maridoEm seguida, eles responderam uma pergunta da aluna Kenia, de 37 anos, casada e com 2 filhos pequenos.Ela contou que, há 2 anos e meio, o marido quis a separação. Retirou a aliança e começou a ter um comportamento inapropriado para um homem casado. Apesar disso, não ficou comprovado o adultério. Poucos meses depois, eles conversaram e ela o aceitou de volta. Porém, agora, ela vive em um relacionamento com muita insegurança. Não tem acesso ao celular dele, nem redes sociais ou conta bancária. Além disso, eles quase não se relacionam mais intimamente. Ela ainda relatou que o marido desde a adolescência faz tratamento para depressão e síndrome do pânico. A aluna está muito angustiada, sofrendo e perguntou o que deve fazer nessa situação.Bem-vindos à ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escola do Amor Responde⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Renato e Cristiane Cardoso⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, apresentadores da ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escolado Amor, na Record TV,⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ e autores de ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Casamento Blindado e Namoro Blindado⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir
Inoperância espiritual - por que tantos crentes na igreja e poucos servos de Deus? [Disrupção #3]

biblecast.net.br - A Fé vem pelo Ouvir

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 60:04


Por Pr. Wander Gomes. Mensagem 3 da série "Disrupção". | Marcos 10:35-45 | https://bbcst.net/R9507M

Igreja do Recreio
Inoperância espiritual - por que tantos crentes na igreja e poucos servos de Deus? [Disrupção #3]

Igreja do Recreio

Play Episode Listen Later Jan 11, 2026 60:04


Por Pr. Wander Gomes. Mensagem 3 da série "Disrupção". | Marcos 10:35-45 | https://bbcst.net/R9507M

Bibotalk - Todos os podcasts
Mulheres, escravos e a Bíblia – BTCast 629

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 61:04


Muito bem (3x), começa mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Cynthia Muniz, encaram de frente passagens desafiadoras de Gálatas, 1 Timóteo e Coríntios, além dos textos paulinos sobre senhores e escravos, a partir do livro Igualitarismo Bíblico, publicado pela editora Thomas Nelson Brasil. Poucos temas geram tanta tensão dentro da igreja quanto os textos difíceis do […] O conteúdo de Mulheres, escravos e a Bíblia – BTCast 629 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

BTCast | Bibotalk
Mulheres, escravos e a Bíblia – BTCast 629

BTCast | Bibotalk

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 61:04


Muito bem (3x), começa mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Cynthia Muniz, encaram de frente passagens desafiadoras de Gálatas, 1 Timóteo e Coríntios, além dos textos paulinos sobre senhores e escravos, a partir do livro Igualitarismo Bíblico, publicado pela editora Thomas Nelson Brasil. Poucos temas geram tanta tensão dentro da igreja quanto os textos difíceis do […] O conteúdo de Mulheres, escravos e a Bíblia – BTCast 629 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

Café com Investidor
#125 - Cesar Paiva, fundador e CEO da Real Investor

Café com Investidor

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 46:56


Poucos gestores seguem tão de perto os passos de Warren Buffett como Cesar Paiva, da Real Investor. No Café com Investidor, ele explica o seu value investing à brasileira e sua estratégia de ser “seletivamente contrário”

Catalisadores
Ep 64 - Leon Trótski – Revolução Permanente, Vanguarda e a Igreja como Resistência Profética

Catalisadores

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 13:40


Poucos personagens simbolizam com tanta intensidade o espírito da ruptura como Leon Trótski. Teórico carismático, estrategista da revolução russa, arquiteto do Exército Vermelho e mártir ideológico, sua figura ultrapassa o marxismo tradicional para representar algo mais profundo: a substituição escatológica da esperança cristã por uma utopia sem transcendência. Trótski não propôs apenas uma revolução contra um regime, mas contra qualquer estabilidade. Sua tese de “revolução permanente” desafia o conceito de ordem duradoura, e isso torna seu pensamento extremamente relevante para se analisar, inclusive, os perigos que rondam a estrutura e a missão da Igreja. Este episódio examina Trótski como símbolo de uma escatologia invertida — que substitui o Reino de Deus por um paraíso socialista — e propõe que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, com seu sistema representativo, sua vocação profética e sua fidelidade à Palavra, é chamada a resistir não com armas ideológicas, mas com firmeza bíblica, missão apostólica e esperança escatológica.

Conversas à quinta - Observador
Contra-Corrente. O que fez de Sá Carneiro um político diferente? — Debate

Conversas à quinta - Observador

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 95:09


Poucos políticos foram tão controversos e marcantes como Francisco Sá Carneiro. Se não tivesse morrido, teria conseguido as ruturas pelas quais se batia ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.

RapaduraCast
RapaduraCast 889 - De Volta para o Futuro: 40 anos do filme perfeito!

RapaduraCast

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 110:40


Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre "De Volta para o Futuro". O filme acabou de completar 40 anos em 2025,  quatro décadas desde que Marty McFly acelerou um DeLorean a 88 milhas por hora e entrou definitivamente para o imaginário coletivo. Poucos filmes conseguem atravessar gerações com tanta força, mantendo relevância, frescor e um senso de magia que parece impossível de replicar. Mas "Back to the Future" não apenas se mantém vivo: ele moldou a cultura pop de maneiras profundas. Como ele virou um ícone cultural? O DeLorean é o carro mais famoso da história do cinema?A influência do filme é sentida em obras modernas como "Stranger Things" e "Rick and Morty". Celebrar seus 40 anos é celebrar também uma ideia poderosa: a de que o passado pode ser revisitado, mas são as nossas escolhas no presente que moldam o futuro. Quarenta anos depois, Marty e Doc Brown ainda viajam com a gente. E continuarão viajando por muito tempo.- BLACK FRIDAY!!! ASSINE O SALA VIP ATÉ O DIA 7 DE DEZEMBRO!- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast

RESUMIDO
RESUMIDO #339 — Ter poucos seguidores virou cool / Japonesa casou com ChatGPT / Anthropic ajudou hackers chineses

RESUMIDO

Play Episode Listen Later Nov 18, 2025 38:09


Aproveite o Black November da Insider Store com o cupom de desconto RESUMIDO: ⁠https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOBF⁠Grupo oficial da Insider no WhatsApp com  Flash Promos: https://creators.insiderstore.com.br/RESUMIDOWPPBF--Faça sua assinatura! www.resumido.cc/assinatura--Na era das "redes antissociais", ter poucos seguidores virou cool, artistas falsos de IA tomam o lugar dos reais no Spotify, uma mulher japonesa se casa com ChatGPT, criminosos usam IA para golpes em delivery e hackers chineses usam chatbot da Anthropic para ataques cibernéticos.As coisas inverteram de lugar?No RESUMIDO #339: ter poucos seguidores virou cool, plataforma paga em cripto por desafios absurdos, artistas falsos criados por IA ocupam Spotify, japonesa casa com ChatGPT, criminosos usam IA para fraudar delivery, Anthropic revela que hackers chineses usaram seu agentes para dar golpe e muito mais!--Ouça e confira todos os links comentados no episódio: https://resumido.cc/podcasts/ter-poucos-seguidores-virou-cool-japonesa-casou-com-chatgpt-anthropic-ajudou-hackers-chineses

Bibotalk - Todos os podcasts
Sexo só no casamento? – BTPapo 097

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 55:27


Poucos assuntos geram tanta tensão entre fé e cultura quanto o sexo. A Bíblia é clara sobre isso — ou será que não tanto assim? Neste episódio, Bibo e Cacau encaram sem rodeios o tema do sexo antes do casamento, explorando o que a Escritura realmente diz (e o que ela não diz) sobre o assunto. […] O conteúdo de Sexo só no casamento? – BTPapo 097 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.

O Assunto
O fôlego de Lula nas pesquisas

O Assunto

Play Episode Listen Later Oct 9, 2025 29:54


Convidado: Felipe Nunes, cientista político, professor da FGV-SP e diretor da Quaest. A partir de janeiro, as pesquisas de opinião apontaram rota de queda na aprovação do presidente. Na linha do tempo das amostras coletadas pela Quaest, o percentual da população que desaprova a gestão de Lula chegou a superar o índice de aprovação em 17 pontos percentuais, em maio. Poucos meses depois, o cenário mudou completamente. Na pesquisa Quaest publicada nesta quarta-feira (8), pela primeira vez em dez meses a avaliação de Lula está em empate técnico. É a continuidade de um movimento que tomou tração com o discurso da soberania nacional, diante das ameaças e do tarifaço imposto por Donald Trump, e que se fortaleceu com as recentes vitórias do governo no Congresso, a exemplo da aprovação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Neste episódio, quem analisa os dados da pesquisa e as movimentações nas placas tectônicas de Brasília é o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest e professor da FGV-SP. Em conversa com Natuza Nery, ele explica a recuperação de Lula entre grupos específicos – quem ganha mais de 5 salários-mínimos, mulheres e eleitores do Nordeste – e aponta os maiores desafios que o petista deve enfrentar para se reeleger.

Bibotalk - Todos os podcasts
Profecia é pregação? – BTCast 619

Bibotalk - Todos os podcasts

Play Episode Listen Later Oct 7, 2025 63:18


Muito bem, muito bem, muito bem, começa mais um BTCast! Neste episódio, Bibo, Luiz Henrique, Guilherme Nunes e Gutierres Siqueira mergulham nas Escrituras para entender o papel da profecia, sua continuidade (ou não), seus limites e sua relação com a pregação. Poucos temas dividem tanto os cristãos quanto o dom de profecia. Em muitas igrejas, […] O conteúdo de Profecia é pregação? – BTCast 619 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.