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Qual é o tempo da Palavra Profética de Deus?Muitos falam sobre profecia.Poucos entendem o que ela realmente é.Profecia não nasce da vontade humana.Não é “falar algo bonito” para alguém.Não é emoção espiritualizada.Como está escrito em 2 Pedro 1 e 1 Coríntios 14, homens santos falaram movidos pelo Espírito Santo para edificação, exortação e consolação.Nesta mensagem, mergulhamos no tempo da profecia.Isaías profetizou 150 anos antes de Ciro nascer.A promessa levou séculos para se cumprir.Neemias esperou, chorou, orou… e agiu.A pergunta não é se Deus falou.A pergunta é: você está disposto a esperar, crer e permanecer?Em Hebreus 3, o nosso tempo é claro:Hoje.“Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o coração.”Esta palavra é um chamado à maturidade espiritual.Um chamado para buscar a face de Deus — não manifestações.Para viver santidade — não aparência.
Salve, salve, confrades. Mais uma quinta-feira; mais um minipod no ar! No programa de hoje, conheça um pouco mais da série clássica de Star Trek e aprenda como ser criativo com poucos recursos — ou em poucas linhas. E ainda: descubra como e quando usar as reviravoltas em suas histórias; entenda a importância dos personagens em uma obra de ficção; veja os cuidados que você deve ter antes de se inscrever em concursos literários; e descubra como inserir uma mensagem subjetiva em sua narrativa — sem parecer artificial ou forçado.
TEMPO DE REFLETIR 01674 – 13 de fevereiro de 2026 Neemias 2:2 – Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração. Não é agradável conviver com alguém que está a maior parte do tempo com a testa franzida e a expressão carregada, denotando tristeza, preocupação ou mau humor. As pessoas percebem, é claro, que algo não vai bem e ficam se perguntando: “Será que é comigo? Fiz alguma coisa errada?” Em alguns casos é melhor perguntar à pessoa, para tirar a dúvida. Foi o que fez o rei Artaxerxes, ao observar o rosto de Neemias. Ele lhe perguntou: “Por que está triste o teu rosto, se não estás doente? Tem de ser tristeza do coração”. Bom observador, esse rei. Num relance, ele percebeu que Neemias não estava bem e que seu problema não era físico, mas emocional. Neemias ficou com medo, pois como copeiro real ele não podia se dar ao luxo de se apresentar diante do rei com a expressão facial abatida ou mal-humorada. “Um servo que mostrasse mau humor perante o rei poderia ser considerado um conspirador, ou um mau empregado. Uma fisionomia triste nunca era tolerada na presença do rei” (Champlin). Por um momento Neemias pensou que perderia a cabeça, pois cabeças de servos não tinham muito valor na corte real, naquele tempo. Por isso, apressou-se a responder: “Viva o rei para sempre!” Ele queria que o rei soubesse que por trás de seu semblante triste não havia nenhum plano para envenená-lo. “Como não me estaria triste o rosto se a cidade, onde estão os sepulcros de meus pais, está assolada e tem as portas consumidas pelo fogo?” (Ne 2:3) Poucos monarcas se incomodariam com os problemas pessoais de seus servidores, e menos ainda em solucioná-los. Mas Artaxerxes era um homem sensível e bondoso, e perguntou a Neemias: “Que me pedes agora?” (v. 4). Neemias então fez uma breve oração, pois temia a reação do rei à solicitação que iria fazer, o que implicaria uma mudança na política do império persa para com os judeus de Jerusalém. Ele pediu permissão para ir a Jerusalém, a fim de restaurar as muralhas da cidade. O rei concordou. Foi a tristeza do rosto de Neemias que deu início a todo esse processo. Mas certamente foi a interferência divina na disposição do rei, como resposta à oração de Neemias, que resultou no sucesso da missão do servo do rei, pois tristeza e mau humor geralmente não resolvem dificuldades. Seja qual for o problema que você está enfrentando, peça ajuda a Deus para colocar-lhe no rosto um sorriso. O resultado é que a vida também irá sorrir para você. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, em meio aos nossos problemas do dia a dia, ajuda-nos a enfrentá-los com segurança, otimismo e um sorriso no rosto. Toma conta de nossa vida! Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Aqui não tem fórmula mágica, motivação vazia nem discurso bonito pra agradar.Tem confronto com a realidade.Esse espaço é pra quem já entendeu que resultado vem de decisão, constância e responsabilidade — não de sorte, atalhos ou desculpas.O conteúdo aqui incomoda, provoca e faz pensar.Porque mudar a vida começa mudando a forma de enxergar as próprias escolhas.Ouça com a mente aberta.Se fizer sentido, você vai saber.Se não fizer, talvez seja exatamente por isso.
Qual é a vontade de Deus: O que poucos entendem sobre a Nova Aliança - Juliana Borba by Verbo da Vida Sede
DISPONÍVEL PARA TODOS, VIVIVDO POR POUCOS. - 08/02/2026 (ENCONTRO DE DOMINGO) - BISPO GERSON CARDOZO.
Em 1999, Stanley Kubrick entregou sua obra final: "De Olhos Bem Fechados". Poucos dias depois, o lendário diretor faleceu. O que parecia ser apenas um drama psicológico sobre infidelidade, décadas depois, tornou-se o centro de uma das maiores discussões sobre o submundo do poder global. Neste vídeo, analisamos os paralelos perturbadores entre o universo retratado por Kubrick e os documentos revelados no caso Jeffrey Epstein. Investigamos as denúncias de rituais em mansões isoladas, a presença de máscaras idênticas às encontradas na ilha Little St. James e a polêmica em torno dos 23 minutos removidos da versão final do filme após a morte do diretor.
Alta do mínimo deve ser sentida aos poucos pelo consumidor.
Homilia Padre João Victor, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 10,1-9Naquele tempo,o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulose os enviou dois a dois, na sua frente,a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir.E dizia-lhes:"A messe é grande,mas os trabalhadores são poucos.Por isso, pedi ao dono da messeque mande trabalhadores para a colheita.Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos.Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias,e não cumprimenteis ninguém pelo caminho!Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro:'A paz esteja nesta casa!'Se ali morar um amigo da paz,a vossa paz repousará sobre ele;se não, ela voltará para vós.Permanecei naquela mesma casa,comei e bebei do que tiverem,porque o trabalhador merece o seu salário.Não passeis de casa em casa.Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos,comei do que vos servirem,curai os doentes que nela houvere dizei ao povo:'O Reino de Deus está próximo de vós'".Palavra da Salvação.
Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 10,1-9Naquele tempo,1o Senhor escolheu outros setenta e dois discípulose os enviou dois a dois, na sua frente,a toda cidade e lugar aonde ele próprio devia ir.2E dizia-lhes:"A messe é grande,mas os trabalhadores são poucos.Por isso, pedi ao dono da messeque mande trabalhadores para a colheita.3Eis que vos envio como cordeiros para o meio de lobos.4Não leveis bolsa, nem sacola, nem sandálias,e não cumprimenteis ninguém pelo caminho!5Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro:'A paz esteja nesta casa!'6Se ali morar um amigo da paz,a vossa paz repousará sobre ele;se não, ela voltará para vós.7Permanecei naquela mesma casa,comei e bebei do que tiverem,porque o trabalhador merece o seu salário.Não passeis de casa em casa.8Quando entrardes numa cidade e fordes bem recebidos,comei do que vos servirem,9curai os doentes que nela houvere dizei ao povo:'O Reino de Deus está próximo de vós'".Palavra da Salvação.
Fala, jovens! Neste episódio do Spoilers da Vida, eu quero falar sobre um erro silencioso que derruba muitos novos líderes de tecnologia sem que eles percebam.Não é falta de conhecimento técnico. É falta de preparo emocional para lidar com pessoas.Eu já vi isso acontecer de perto. Profissionais brilhantes, referências técnicas, promovidos a líderes quase automaticamente. Na primeira semana, achando que estavam indo muito bem. Poucos meses depois, isolados, com o time distante, entregas travando e uma sensação incômoda de que algo saiu do controle, sem saber exatamente o quê.A transição do papel técnico para a liderança é uma das mais traiçoeiras da carreira em tecnologia. Porque muita gente acredita que vai liderar pessoas do mesmo jeito que lidera código: com lógica, controle e correção constante. Só que pessoas não funcionam assim. Não existe debug emocional. Não existe patch de confiança depois que ela se perde.Nesse episódio, eu falo sobre o desafio invisível de assumir uma liderança sem preparo, sobre o medo de perder relevância técnica, a dificuldade de delegar, de ter conversas difíceis e de entender que liderar não é fazer mais é fazer os outros crescerem.Também trago os erros mais comuns que fazem um novo líder de TI perder a equipe sem perceber, e por que esses erros não nascem de má intenção, mas de insegurança, crenças antigas e ausência de desenvolvimento humano.Se você acabou de virar líder, se sente que o time está mais distante, ou se já ouviu aquele feedback de que “tecnicamente você é excelente, mas ainda falta algo”, esse episódio é pra você.No fim das contas, a provocação é simples:
Você compra o S&P 500 achando que está investindo na economia americana. Mas será que ainda é isso mesmo?Neste episódio bônus do Stock Pickers, Lucas Collazo desmonta o S&P 500 e mostra como inteligência artificial, chips, data centers e algoritmos passaram a dominar o índice. Nvidia, Microsoft, Apple, Amazon, Meta e Alphabet concentram uma fatia cada vez maior do mercado e ditam o ritmo da Bolsa americana.Um episódio que explica o quanto a sua carteira já depende de IA - sem você nem perceber.
No programa de hoje, os professores Renato e Cristiane Cardoso responderam a dúvida de uma aluna.Casar sem testar antesAluna escreveu relatando que concorda que o sexo deva acontecer só depois do casamento. No entanto, antes ela questionou: e se depois do casamento, no momento do sexo, o homem não se garantir?Os professores esclareceram diversos pontos sobre este assunto e aconselharam a aluna.Casada, mas muito insegura com o maridoEm seguida, eles responderam uma pergunta da aluna Kenia, de 37 anos, casada e com 2 filhos pequenos.Ela contou que, há 2 anos e meio, o marido quis a separação. Retirou a aliança e começou a ter um comportamento inapropriado para um homem casado. Apesar disso, não ficou comprovado o adultério. Poucos meses depois, eles conversaram e ela o aceitou de volta. Porém, agora, ela vive em um relacionamento com muita insegurança. Não tem acesso ao celular dele, nem redes sociais ou conta bancária. Além disso, eles quase não se relacionam mais intimamente. Ela ainda relatou que o marido desde a adolescência faz tratamento para depressão e síndrome do pânico. A aluna está muito angustiada, sofrendo e perguntou o que deve fazer nessa situação.Bem-vindos à Escola do Amor Responde, confrontando os mitos e a desinformação nos relacionamentos. Onde casais e solteiros aprendem o Amor Inteligente. Renato e Cristiane Cardoso, apresentadores da Escolado Amor, na Record TV, e autores de Casamento Blindado e Namoro Blindado, tiram dúvidas e respondem perguntas dos alunos. Participe pelo siteEscoladoAmorResponde.com. Ouça todos os podcasts no iTunes: rna.to/EdARiTunes
As (tristes) contas de 2025, os Razzies, as estreias de Die My Love e 28 Anos Depois (dois) e os novos de Scarlett Johansson e da dupla Matt Damon/Ben Affleck.
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Abertura dos trabalhos na Amorosidade
Por Pr. Wander Gomes. Mensagem 3 da série "Disrupção". | Marcos 10:35-45 | https://bbcst.net/R9507M
Por Pr. Wander Gomes. Mensagem 3 da série "Disrupção". | Marcos 10:35-45 | https://bbcst.net/R9507M
Os mortos não gostam de estar sós. Alguém tem de lhes encher os comedouros, aplacar minimamente os seus apetites. De outro modo a única coisa que o luto pede é vingança, e o sangue só quer beber mais sangue. Contamos histórias também para consolar os mortos. De resto, história e elegia são modos afins, como assinala Anne Carson. A palavra “história” vem de um verbo do grego antigo, que significa “perguntar”, adianta a poeta norte-americana conhecida pela indisciplinada erudição com que revolve a antiguidade clássica. Assim, aquele que pergunta pelas coisas – pelas suas dimensões, peso, localização, humores, nomes, santidade, cheiro – é um historiador. Mas esse perguntar, vinca Carson, não é ocioso. “É quando perguntas por algo que te apercebes de que tu próprio lhe sobreviveste e que, por isso, tens de o carregar contigo, ou de o moldar numa coisa que se sustente por si mesma.” E se Heródoto é tido como o autor dessa função, este refere como tantos objectos e monumentos foram criados de modo a corporizar uma “memória”. O pior em relação aos mortos talvez seja tentar convencê-los de que há um sentido na sua morte, de que devem resignar-se. De algum modo, toda a consciência, mesmo aquela que está já para lá desta vida, continua inconformada, incapaz de aceitar os termos que lhe foram colocados. Poucos são aqueles que aceitam se lhes dissermos que estavam acabados, pois faz parte do impulso dos homens sentirem-se inacabados, e, tantas vezes, a morte só serve para refrescar certos impulsos, expressos em tantas obras, as quais parecem exigir uma vida sem fim. É claro que os mortos, no seu perpétuo desassossego, são reflexos nossos, e escavam em nós esse gosto pela persistência que nalguns momentos consegue ser mais forte do que qualquer perigo. Empreendemos o diálogo com os mortos de modo a criar uma rede de relações tão apertadamente tecida que nenhum desses momentos em que mais nos esforçamos por nos enraizarmos no tempo possa cair do mundo por completo. Os vivos incomodam os mortos no seu sono porque de algum modo não chegam a acreditar em si mesmos. Em épocas de mesquinha depressão, como alguém notou, proliferam esses ruidosos pregadores que se substituem à consciência dos mais fracos, que assim vão anestesiando os seus receios interiores com esse grasnar dos gansos. Outros, vagueiam buscando esses ecos caídos do ar só respirável pelos mortos, só permitindo exageros de imaginação que encontrem algum tipo de ressonância ou correspondência com o passado, como se temessem acima de tudo serem arrancados ao embalo da história. De um modo ou de outro, o presente parece-nos demasiado incerto, como uma hipótese remota, um sonho ou pesadelo meio imbecil, formulado em termos demasiado precários. Há um efeito de perda da espessura, de incapacidade de se situar face à tradição, num tempo em que ninguém reconhece propriamente uma língua-mãe. Estamos capturados numa espécie de orfandade da linguagem, uma vez que, como assinalava Elias Canetti, “a maioria das pessoas, actualmente, já mal domina a fala. Exprimem-se com as frases dos jornais e dos meios de comunicação social e dizem – sem, realmente, serem o mesmo – cada vez mais o mesmo.” A falta de uma experiência obtida dentro de um universo de referências que nos sejam úteis, manejáveis, essa espécie de exílio face a um ambiente propriamente cultural, a uma consequência do lugar e a uma proximidade justificada com os outros, faz de nós seres incapazes de se situarem numa época, esta ou outra qualquer. Daí essa ansiedade que leva tantos a procurarem vincular-se ao poder, mesmo que só seja possível fazê-lo da forma mais degradante, que é ser arrastado, deixar-se subjugar inteiramente, até nas suas crenças e disposições mais íntimas, nos humores, e, particularmente, na mobilização odiosa que este sempre constrói. É uma questão de todos os tempos, mas que, hoje, nos assola constantemente… “O poder sempre conquistou as massas, precisamente porque era poder. E as massas gritavam ‘hurra!' e ‘viva', cantavam, gritavam, matavam, deixavam-se matar, e afundavam-se no anonimato. Era uma história velha como a morte. Se as massas conquistassem o poder e – finalmente, por uma vez – o mantivessem, o poder perderia a sua essência e o seu nome, as massas o seu anonimato, a sua falta de humanidade” (Jonathan Sperber). O que rareia por estes dias são o género de figuras que, de um modo quase instintual, rejeitam o poder. “É muito curioso que todos os pensadores, na História da humanidade, que entendem alguma coisa do poder efectivo o aprovam”, nota Elias Canetti. “Os pensadores que são contra o poder mal penetram na sua essência. A sua aversão por ele é tão grande que não gostam de se ocupar com ele, pois temem ficar manchados por ele. A sua atitude tem algo de religioso.” Em sentido contrário, e isto é uma evidência num tempo em que os jornais e todos os pontos de articulação onde antes nos era dado a sentir o tempo, onde havia um esforço de ir preparando aquele esboço da história, da crónica desta época, caíram nas mãos de seres embevecidos pelo poder, uma classe ansiosa de sabujos, serviçais, canalhas, falsários, propagandistas, que ocupam todas as posições de evidência e desgastam qualquer possibilidade de escaparmos aos enredos do poder. Querem por todos os meios degradar a realidade, rebaixa-la às suas fixações, aos seus anseios e aspirações. “Uma ciência do poder só foi desenvolvida por aqueles pensadores que o aprovam e se comprazem como seus conselheiros”, diz-nos Canetti. E por isso a história, a crónica que nos servem estes seres apenas responde a este tipo de perguntas: “Qual é a melhor maneira de conquistar e manter o poder? A que se tem de estar atento, para o conservar? Que escrúpulos se tem de pôr de parte por prejudicarem o seu exercício?”. Neste episódio, se não escapámos inteiramente às nossas fragilidades, tivemos a sorte de contar com o embalo de um cronista de outra estirpe, um faz-tudo, que viu muito, ouviu tanto, e que tem sabido rebentar com a moldura, deixando-se desafiar e comover com outros sinais, com essas figuras quase sempre condenadas ao anonimato e, em muitos casos, à invisibilidade. Rui Cardoso Martins veio ajudar-nos a enxotar esse tempo mais imediato, ruidoso, de moscas moles, e a contrariarmos a fuga ao concreto, essa tendência para nos enrodilharmos em leituras abstractas ou em ambições de conquistar o que nos é mais distante, precisamente para evitarmos o confronto com aquilo que está mais próximo, por receio, por sentirmos a sua perigosidade e preferirmos antes apontar a esses outros perigos de consistência desconhecida.
Passagens Complementares:Eclesiático 2,1-3Hebreus 3,14II Timóteo 4,7-8Apocalipse 2,10
Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.
Muito bem (3x), começa mais um BTCast! Neste episódio, Bibo e Cynthia Muniz, encaram de frente passagens desafiadoras de Gálatas, 1 Timóteo e Coríntios, além dos textos paulinos sobre senhores e escravos, a partir do livro Igualitarismo Bíblico, publicado pela editora Thomas Nelson Brasil. Poucos temas geram tanta tensão dentro da igreja quanto os textos difíceis do […] O conteúdo de Mulheres, escravos e a Bíblia – BTCast 629 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
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Poucos gestores seguem tão de perto os passos de Warren Buffett como Cesar Paiva, da Real Investor. No Café com Investidor, ele explica o seu value investing à brasileira e sua estratégia de ser “seletivamente contrário”
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Poucos personagens simbolizam com tanta intensidade o espírito da ruptura como Leon Trótski. Teórico carismático, estrategista da revolução russa, arquiteto do Exército Vermelho e mártir ideológico, sua figura ultrapassa o marxismo tradicional para representar algo mais profundo: a substituição escatológica da esperança cristã por uma utopia sem transcendência. Trótski não propôs apenas uma revolução contra um regime, mas contra qualquer estabilidade. Sua tese de “revolução permanente” desafia o conceito de ordem duradoura, e isso torna seu pensamento extremamente relevante para se analisar, inclusive, os perigos que rondam a estrutura e a missão da Igreja. Este episódio examina Trótski como símbolo de uma escatologia invertida — que substitui o Reino de Deus por um paraíso socialista — e propõe que a Igreja Adventista do Sétimo Dia, com seu sistema representativo, sua vocação profética e sua fidelidade à Palavra, é chamada a resistir não com armas ideológicas, mas com firmeza bíblica, missão apostólica e esperança escatológica.
Poucos políticos foram tão controversos e marcantes como Francisco Sá Carneiro. Se não tivesse morrido, teria conseguido as ruturas pelas quais se batia ou o atavismo de Portugal seria mais forte?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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O dia 6 de agosto de 1945 é possivelmente o mais importante do século XX. Naquela madrugada, no céu da cidade de Hiroshima, a bomba “Little Boy” inaugurou a era atômica da humanidade. Poucos dias depois, a segunda bomba foi detonada em Nagasaki, empurrando o Japão para a capitulação e encerrando a guerra mais sangrenta da história.Não existe dúvida alguma que esses acontecimentos mudaram completamente a realidade do mundo, ao mesmo tempo colocando o fim da humanidade ao alcance de um botão, mas criando as décadas mais pacíficas que a história já conheceu, mesmo que sob o fantasma da destruição total.O que ainda suscita muita dúvida e um grande debate é se o uso das bombas naquele momento era necessário ou não. Essa é uma das maiores polêmicas da história da geopolítica e também o tema do vídeo de hoje.Afinal, o uso das bombas foi uma fútil e cruel demonstração de força dos americanos, ou foi o amargo, mas necessário, custo a se pagar pela paz?Primeiro, vamos expor os argumentos dos dois lados e depois vou dar a minha opinião sobre o assunto!
Jurandir Filho, Thiago Siqueira, Rogério Montanare e Fernanda Schmölz batem um papo sobre "De Volta para o Futuro". O filme acabou de completar 40 anos em 2025, quatro décadas desde que Marty McFly acelerou um DeLorean a 88 milhas por hora e entrou definitivamente para o imaginário coletivo. Poucos filmes conseguem atravessar gerações com tanta força, mantendo relevância, frescor e um senso de magia que parece impossível de replicar. Mas "Back to the Future" não apenas se mantém vivo: ele moldou a cultura pop de maneiras profundas. Como ele virou um ícone cultural? O DeLorean é o carro mais famoso da história do cinema?A influência do filme é sentida em obras modernas como "Stranger Things" e "Rick and Morty". Celebrar seus 40 anos é celebrar também uma ideia poderosa: a de que o passado pode ser revisitado, mas são as nossas escolhas no presente que moldam o futuro. Quarenta anos depois, Marty e Doc Brown ainda viajam com a gente. E continuarão viajando por muito tempo.- BLACK FRIDAY!!! ASSINE O SALA VIP ATÉ O DIA 7 DE DEZEMBRO!- Um podcast EXCLUSIVO do RapaduraCast toda semana! http://patreon.com/rapaduracast
Altas temperaturas estão afetando significativamente a fisiologia das plantas, e podem comprometer a qualidade do grão da safra/26
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Prêmios perderam força com os patamares mais altos na CBOT, tiraram parte do ímpeto das vendas, porém, para a soja disponível ainda são importantes. Na safra nova, indicadores começam a ficar negativos.
Confira o Fechamento de Mercado desta quarta- feira (29)
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Poucos assuntos geram tanta tensão entre fé e cultura quanto o sexo. A Bíblia é clara sobre isso — ou será que não tanto assim? Neste episódio, Bibo e Cacau encaram sem rodeios o tema do sexo antes do casamento, explorando o que a Escritura realmente diz (e o que ela não diz) sobre o assunto. […] O conteúdo de Sexo só no casamento? – BTPapo 097 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Poucos assuntos geram tanta tensão entre fé e cultura quanto o sexo. A Bíblia é clara sobre isso — ou será que não tanto assim? Neste episódio, Bibo e Cacau encaram sem rodeios o tema do sexo antes do casamento, explorando o que a Escritura realmente diz (e o que ela não diz) sobre o assunto. […] O conteúdo de Sexo só no casamento? – BTPapo 097 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
Pedalar 1.000 km em até 120 horas.Dormir o mínimo.Sem apoio.No deserto do Marrocos.Poucos encaram.Menos ainda completam.A paulista Gesibel Rodrigues foi lá — sozinha — e fez.Enfrentou o desafio que impõe o maior risco para mulheres, em meio à cultura muçulmana.Pegue essa roda e ouça a conversa dela com Alvaro Pacheco sobre o BikingMan Marrocos 2025.
Convidado: Felipe Nunes, cientista político, professor da FGV-SP e diretor da Quaest. A partir de janeiro, as pesquisas de opinião apontaram rota de queda na aprovação do presidente. Na linha do tempo das amostras coletadas pela Quaest, o percentual da população que desaprova a gestão de Lula chegou a superar o índice de aprovação em 17 pontos percentuais, em maio. Poucos meses depois, o cenário mudou completamente. Na pesquisa Quaest publicada nesta quarta-feira (8), pela primeira vez em dez meses a avaliação de Lula está em empate técnico. É a continuidade de um movimento que tomou tração com o discurso da soberania nacional, diante das ameaças e do tarifaço imposto por Donald Trump, e que se fortaleceu com as recentes vitórias do governo no Congresso, a exemplo da aprovação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Neste episódio, quem analisa os dados da pesquisa e as movimentações nas placas tectônicas de Brasília é o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest e professor da FGV-SP. Em conversa com Natuza Nery, ele explica a recuperação de Lula entre grupos específicos – quem ganha mais de 5 salários-mínimos, mulheres e eleitores do Nordeste – e aponta os maiores desafios que o petista deve enfrentar para se reeleger.
Muito bem, muito bem, muito bem, começa mais um BTCast! Neste episódio, Bibo, Luiz Henrique, Guilherme Nunes e Gutierres Siqueira mergulham nas Escrituras para entender o papel da profecia, sua continuidade (ou não), seus limites e sua relação com a pregação. Poucos temas dividem tanto os cristãos quanto o dom de profecia. Em muitas igrejas, […] O conteúdo de Profecia é pregação? – BTCast 619 é uma produção do Bibotalk - Teologia é nosso esporte!.
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Você já pensou em importar produtos da China e vender no Mercado Livre ou em outros marketplaces do Brasil? Neste episódio, Rodrigo Giraldelli, diretamente do Mercado Livre Experience 2025, vai te mostrar como a importação e a venda oline evoluíram, ficaram mais acessíveis e hoje podem ser o caminho mais rápido para quem quer empreender e aumentar a margem de lucro. Com a tecnologia é muito mais fácil abrir um negócio online e se diferenciar através da importação de produtos da China, economizando na compra e podendo personalizar os itens com sua marca própria. Essa é a grande oportunidade que você pode e deve aproveitar! A China Gate tem toda assessoria para quem quer importar com segurança e lucratividade para revender no Mercado Livre ou em outro marketplace. Nós cuidamos da logística e burocracia da sua importação, para importar de forma legalizada com nota fiscal e pronto para revenda. LINKS CITADOS NO VÍDEO: CONHEÇA A PINDAU, SEU NOVO SITE DE COMPRAS NA CHINA: https://pindau.com.br/ ACESSE O CURSO GRATUITO ALIBABA SEM SEGREDOS: https://alibabasemsegredos.com.br/inscreva-se-v3/ BAIXE GRATUITAMENTE A PLANILHA DE CUSTOS DE IMPORTAÇÃO: https://chinagate.com.br/planilha FALE COM NOSSO TIME E COMECE HOJE MESMO SEU PROJETO DE IMPORTAÇÃO: https://chinagate.com.br/atendimento/
Se tem duas coisas que Leandro e Caco gostam de fazer é falar de educação financeira e disseminar boas iniciativas. Quando dá pra juntas as duas coisas, então... vixe! Este episódio traz Luís Eduardo Salvatore, fundador e presidente do Instituto Brasil Solidário – IBS. Ele nos contou sobre a história do IBS e como vem fazendo coisas transformadoras Brasil afora, principalmente no tema de educação financeira. Neste caso, de forma lúdica através de jogos de tabuleiros e de cartas, atingindo 2 milhões de pessoas em 7.000 escolas de 10 países da América Latina, com resultados mensurados e comprovados! Pra saber mais e também aprender como levar isso pro seu município ou escola, dá o play! Para saber mais sobre o Luís e o IBS: www.brasilsolidario.org.br www.vamosjogareaprender.com.br www.jogopics.com.br www.filmevirandoojogo.com.br Vídeos e canal temático do IBS: https://www.youtube.com/@BrasilSolidario/videos Canal de Alfabetização Matemática e Financeira do IBS: https://www.youtube.com/@IBSEducacaoFinanceira https://www.instagram.com/brasilsolidario/ https://www.instagram.com/pics_jogo/ https://www.instagram.com/vamosjogareaprender/ Dicas do Luís: - Livro “A Sutil Arte de Ligar o F*da-Se: Uma estratégia inusitada para uma vida melhor” por Mark Manson - Filme “Jogador no. 1” (Amazon Prime e HBO Max) Assine o canal, siga-nos nas redes sociais e interaja conosco: Caco Santos: https://www.instagram.com/cacosantos_cfp/ https://www.linkedin.com/in/cacosantos-cfp/ https://www.cacosantos.com.br/ Leandro Paiva: https://www.instagram.com/planejador_leandro_paiva/ https://www.linkedin.com/in/leandro-leal-paiva-b329b323/
Neste episódio, o Pr. @Juanribe Pagliarin compartilha a emocionante história da Dona Rosa, uma senhora de 85 anos que decidiu ingressar na faculdade de Direito. Com seu jeito alegre, cheio de vida e sempre disposto a aprender, Rosa conquistou toda a turma, professores e até o campus inteiro.Ela se tornou um exemplo de coragem, juventude de espírito e fé. Na sua formatura, já com 90 anos, Dona Rosa emocionou a todos ao deixar de lado o discurso escrito e falar diretamente do coração:✨ Segredos para continuar jovem e feliz:1. Rir e encontrar humor no dia a dia.2. Nunca deixar de sonhar.3. Viver de verdade e não apenas existir.4. Nascer de novo em Jesus Cristo.Poucos dias depois, Dona Rosa partiu deste mundo em paz, deixando uma lição eterna: a verdadeira juventude está em Cristo, e só Ele pode nos dar uma vida nova.
Os convidados do programa Pânico desta sexta-feira (29) são Jane & Herondy.O casal Jane Moraes e José Roberto Bueno de Lima, o Herondy, se conheceram em Curitiba e uniram a vida pessoal com a vida profissional.Em 1974, nascia a dupla Jane & Herondy, a convite de Magno Salerno e Airton Rodrigues, nos programas Almoço com as Estrelas e Clube dos Artistas. Nesse mesmo período, assinaram contrato com a gravadora RCA Victor e gravaram seu primeiro compacto, É um Problema.Em 1975, lançaram seus dois primeiros LPs: um para o público brasileiro e outro, em espanhol, voltado à América Latina.No ano seguinte, em 1976, ficaram conhecidos em todo o país ao gravarem a canção Não Se Vá, pela qual são lembrados até hoje. O maior sucesso da dupla ainda é recordista em vendagens de discos dos anos 1970. A música conquistou discos de Ouro e de Platina e foi considerada um dos grandes símbolos musicais daquela década. Recentemente, Não Se Vá ganhou uma versão no ritmo de forró, mostrando que o casal sempre soube se reinventar no cenário musical. Além disso, a participação em grandes programas de televisão ajudou a consolidar o sucesso da dupla.Famosos por traduzir em belas canções o amor que sentiam um pelo outro, Jane & Herondy conquistaram diversos prêmios, entre eles o de Melhores Intérpretes no Festival Internacional La Voz das Américas, na Venezuela. Ao longo da carreira, gravaram mais de 50 discos, com sucessos como Índia, Fascinação e Dois Num Só Coração.Em 1994, lançaram o livro de autoajuda Assunto de Família – Nosso Jeito de Ser, escrito por Jane e ilustrado por Herondy.Após 33 anos de união, o casal se separou. Porém, em 2010, após cerca de cinco anos afastados, reconciliaram-se e retornaram juntos aos palcos. Poucos dias depois da retomada da carreira, em 21 de maio de 2010, Herondy sofreu um AVC durante uma turnê em Aracaju. Após quatro dias, recebeu alta médica, e isso não impediu a dupla de seguir cantando suas belas músicas.Em 2017, gravaram a canção Nosso Amor é um Sonho, em homenagem aos 43 anos de carreira da dupla e aos 48 anos de casamento.Hoje, continuam em plena atividade, interpretando clássicos da MPB, Bossa Nova e Jazz. A dupla integra o Circuito Cultural de São Paulo, realizando apresentações em teatros e casas culturais da capital paulista.Redes Sociais:Instagram: https://www.instagram.com/janeherondyYoutube - Podcast "Jane & Herondy Contando Histórias" : https://www.youtube.com/@JaneHerondyContato para shows: janeherondy@gmail.com
Uma análise completa das partidas de ida das oitavas de final da Libertadores e Sul-Americana, os confrontos decisivos nos playoffs da Champions League e o lançamento dos nossos guias para a Premier League e La Liga 2025/26.INSCREVA-SE NA NEWSLETTER! Toda sexta-feira aberta a todos inscritos com nossos textos sobre o que rolou na semana e às terças com conteúdo exclusivo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro: https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinConheça o canal do Bruno Bonsanti sobre Football Manager: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Felipe Lobo sobre games: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal do Leandro Iamin sobre a seleção brasileira: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil