Municipality in Astara, Azerbaijan
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Neste episódio, o jornalista e escritor Carlos Marcelo fala sobre o jogo entre realidade e ficção na literatura e em seu romance O Escutador (Impressões de Minas), que acompanha um jovem autor recém-chegado à Belo Horizonte dos anos 50 — mas coloca a própria narrativa em dúvida com relatos de personagens históricos e elementos gráficos que revelam um livro dentro de outro. Na conversa, realizada durante A Feira do Livro 2025, ele ainda passeia por sua produção literária eclética, que vai da biografia de Renato Russo ao thriller policial, e conta bastidores do trabalho como editor do caderno Pensar, suplemento cultural do jornal Estado de Minas. Apoio: Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais Assine a Quatro Cinco Um por R$ 10/mês: https://bit.ly/Assine451 Seja um Ouvinte Entusiasta e apoie o 451 MHz: https://bit.ly/Assine451
Sejam muito bem-vindos ao Podcast da Zion Lisboa! Aqui encontrarão as mensagens compartilhadas na nossa igreja! Descubram mais em https://linktr.ee/zionlisboa . segue a nossas paginas instagram : https://www.instagram.com/zionlisboa/ YouTube: https://www.youtube.com/@ZionLisboa
A inteligência artificial escreve bem, responde rápido e parece entender tudo. Mas será que entende mesmo? Neste episódio, partimos de HAL 9000, de 2001:Uma Odisseia no Espaço, para explorar um fenômeno curioso do nosso tempo: máquinas que soam inteligentes… e pessoas cada vez mais dispostas a acreditar. Com Asimov, Bradbury e Arthur C. Clarke como guias, refletimos sobre um risco silencioso da era da IA: quando a aparência de inteligência começa a substituir o pensamento humano.
María Torres Moros El Amor de tus Sueños (Los Sueños se Cumplen)
PENSARÁ EN TI AUNQUE NO LO ADMITAÚnete a mi ❤️ ENTRENAMIENTO GRUPAL“RECUPERA TU PODER”
Pensar en primer orden es reaccionar a lo evidente.Pensar en segundo orden es mirar qué viene después.Hoy hablamos de esa capa extra de análisis que cambia decisiones.
1. ¡Celebra Puerto Rico! El ‘TeamRubio' avanza a la segunda ronda del Clásico Mundial. Van a Houston2. Secretaria de la Vivienda se aferraa su silla3. El escrutinio del IRS sobre la Ley60 enfrenta incertidumbre por recortes federales4. PPD busca presidentes en 4municipios: Añasco, Guayanilla, San Germán y Yauco5. Eliezer Molina hace llamado a queimpidamos que extranjeros imbéciles vengan a faltarnos el respeto a lospuertorriqueños6. El Proyecto del Senado 530: laexpansión del castigo y el desvío del mandato rehabilitador en el DerechoPenal. Escribe Alondra Belaval Seda para el PIP7. Limpia tu feed: esquiva el poderosoalgoritmo de TikTok8. Donald Trump sugiere FIN de laguerra en Irán tras una misteriosa llamada con Putin para "llegar a unacuerdo9. Pero…La Guardia Revolucionaria deIrán le respondió a Donald Trump: “Nosotros determinaremos el fin de la guerra”10. Un medio iraní, EL TeheránTimes, publica más de 100 fotos de losmenores muertos en la escuela: “Trump, mírales a los ojos”Este es un programa independiente y sindicalizado. Esto significa que este programa se produce de manera independiente, pero se transmite de manera sindicalizada, o sea, por las emisoras y cadenas de radio que son más fuertes en sus respectivas regiones. También se transmite por sus plataformas digitales, aplicaciones para dispositivos móviles y redes sociales. Estas emisoras de radio son:1. Cadena WIAC - WYAC 930 AM Cabo Rojo- Mayagüez2. Cadena WIAC – WISA 1390 AM Isabela3. Cadena WIAC – WIAC 740 AM Área norte y zona metropolitana4. WLRP 1460 AM Radio Raíces La voz del Pepino en San Sebastián5. X61 – 610 AM en Patillas6. X61 – 94.3 FM Patillas y todo el sureste7. WPAB 550 AM - Ponce8. ECO 93.1 FM – En todo Puerto Rico9. WOQI 1020 AM – Radio Casa Pueblo desde Adjuntas 10. Mundo Latino PR.com, la emisora web de música tropical y comentario Una vez sale del aire, el programa queda grabado y está disponible en las plataformas de podcasts tales como Spotify, Soundcloud, Apple Podcasts, Google Podcasts y otras plataformas https://anchor.fm/sandrarodriguezcotto También nos pueden seguir en:REDES SOCIALES: Facebook, X (Twitter), Instagram, Threads, LinkedIn, Tumblr, TikTok BLOG: En Blanco y Negro con Sandra http://enblancoynegromedia.blogspot.com SUSCRIPCIÓN: Substack, plataforma de suscripción de prensa independientehttps://substack.com/@sandrarodriguezcotto OTROS MEDIOS DIGITALES: ¡Ey! Boricua, Revista Seguros. Revista Crónicas y otrosEstas son algunas de las noticias que tenemos hoy En Blanco y Negro con Sandra.
Gracias por ver mis episodios, me gustaría que me puedas dejar tu comentario sobre que te ha parecido este episodio de espiritualidad. Además quiero contarte que yo soy tarotista y si te gustaria tener una lectura de tarot conmigo personalizada, puedes ingresar a www.chofitv.com o en www.chofitv.com.ec Mis redes sociales de Chofitv Youtube: https://www.youtube.com/@ChofiTVInstagram : https://www.instagram.com/chofitvoficial/Tiktok: chofitvoficial
ha ocurrido un cambio drástico en la mente del que ha nacidode nuevo. La mente de enemistad, cegada por el pecado, ha llegado a ser una mente redimida. Como tal se ha convertido en un depósito de la verdad. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Oro Por Você 03089 – 09 de março de 2026 Senhor, ajude-me a pensar em coisas boas e verdadeiras, de modo a não dar lugar à mentira e ao pessimismo. Ajude-me a pensar no que é justo e puro para não ceder lugar à maldade e a impureza. Ajude-me a ter pensamentos de amor, e não de inveja, raiva ou ódio. Ajude-me a pensar em coisas boas e dignas de louvor e não permita que pensamentos negativos saturem minha mente e me causem confusão. Controle, por favor, minha mente em todo o tempo. Dirija minha vida e o meu futuro de acordo com a Tua vontade. Tu sabes o que é melhor e sempre farás o melhor. Confio em Ti. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as orações diárias do Oro Por Você: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99797 2727 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Conheça nosso novo portal de oração: www.oroporvoce.com.br -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: https://t.me/tempoderefletir . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9r7v8G8l5NcIiafZ2V . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
"Eu já sei o que devo comer, mas não consigo." Esta é a frase que mais ouvimos em consulta. No episódio de hoje, desmistificamos porque é que o conhecimento nutricional está a subir, mas os níveis de obesidade continuam a crescer. A resposta? Falta olhar para dentro.Se sentes que a comida é o teu único mecanismo de regulação emocional ou se te sentes infantilizada por "não poderes ter chocolates em casa", vamos explicar-te a mentalidade da dieta e o perigo de tentar "afogar a bola" (a metáfora perfeita para o controle que gera compulsão).Descarrega a App da Hiwell: https://hiwell.app/antidiettalks-Coloca o código Anti27 e realiza a tua 1ª Consulta por apenas 16€Sobre nós:Clara Magalhães Dias: https://www.instagram.com/@claramagalhaesdias Tiago Sabino: https://www.instagram.com/@tiagomsabino Contactos:geral@nutrencia.pt
Congelamento de óvulos e reprodução assistida: quando começar, custos, riscos e o que realmente sabemosAos 20 e poucos, poucas mulheres se preocupam com fertilidade; aos 38, muitas acham que já perderam a chance de ter filhos. Neste episódio, Isabela recebe o Dr. Marcio Coslowskiy, especialista em ginecologia, obstetrícia e reprodução humana, para falar sobre opções reais, limitações, custos e segurança do congelamento de óvulos.Discutimos questões importantes que impactam a decisão de quando considerar o congelamento e tudo o que envolve esse processo: existe idade ideal para ter filhos ou para congelar óvulos? Como funciona a perda de fertilidade por décadas?Quando faz sentido congelar (e quando deixa de valer o custo-benefício), se é “seguro” ou “garantia” de sucesso; o passo a passo do processo; riscos e segurança (reserva ovariana, endometriose, SOP e a questão da consanguinidade em doações); além de custos e manutenção, planos de saúde, legislação (doar/descartar) e produção independente.Falaremos do óbvio e também de curiosidades menos discutidas: se o mesmo doador fecunda duas amigas que acabam tendo filhos que, no futuro, se casam — existe esse risco?Abordamos ainda diferenças entre a biologia feminina e masculina: óvulos finitos vs. espermatozoides, idade do esperma e a conexão com síndrome de Down e autismo, envelhecimento do útero, limites práticos/éticos, abortos de repetição/IVF, diagnóstico e causas de infertilidade, papel masculino, impacto do estilo de vida e o caminho da implantação após o congelamento.Sobre o Dr. Marcio Coslowsky: Especialista em ginecologia, obstetrícia e reprodução humana. Sócio fundador da Clínica Primordia , hoje Primordia Fertigroup maior grupo brasileiro de reprodução. Médico há 45 anos com ênfase em reprodução nos últimos 30 anos. Instagram IsabelaInstagram Dr. Marcio Neste episódio, você vai aprender:Relógio biológico e por que esperar traz riscosIdade ideal para ter filhos e para congelar óvulosPerda de fertilidade por décadaSeguro vs. garantia: como enxergar o congelamentoQuando vale o custo‑benefício (e quando não)Passo a passo: decisão, injeções, coleta, anestesia, recuperaçãoRiscos e segurança: reserva ovariana, endometriose, SOPConsanguinidade em doações: o que considerarCustos, manutenção e planos de saúdeLegislação: doar ou descartar óvulosProdução independente e bancos de espermaPrimeiros passos e examesCuriosidades: óvulos finitos, idade do esperma, Down e autismoÚtero, limites práticos/éticos e IVFDiagnóstico e causas de infertilidade; papel masculinoPatrocinadores do episódio de hoje MAHTA URL https://www.mahta.bio/isabelafortes . cupom: ISABELAFORTESVITALATTE url https://www.nuviofoods.com.br/ cupom ISABELAFORTES
Entrevistamos a Nico Chiari que trabaja en experiencias de aprendizaje en gamificación con el que vamos a hablar del proyecto "Arte en la nube: Explorando Goya en Minecraft”. Los papeles de Feliciano nos recuerdan el famoso baño de Manuel Fraga Ilibarne en Palomares. Leonardo Daimiel Pérez de Madrid presenta un texto de Rocío López, poniendo en valor la inteligencia humana ante la llamada inteligencia artificial, en la sección Pensar y sentir. R^2 Rut Ramírez nos explica el funcionamiento de los airbags y un poco de su historia en la sección Cómo entender eso que no entiendo. El profesor Luis Felipe Verdeja presenta una nueva entrega de los metales en la Biblia en la sección de ea sociedad de Científicos Católicos de España . Luis Antequera nos explica porque hoy no es un día cualquiera en la sección de historia de Diálogos con la ciencia. El profesor José Manuel Amaya presenta la sección de curiosidades científicas.
"Y entonces allí, frente al cielo estrellado, en dos ocasiones distintas, sentí verdaderamente la cruda esencia de mi existencia. Al mismo tiempo, sentí mi pertenencia al mundo, mi inmersión en la totalidad del mundo, desde la más pequeña brizna de hierba, hasta las estrellas". Estas palabras fueron pronunciadas por PIERRE HADOT, el pensador que hoy nos ocupa, cuando describió en una entrevista a la Revista Philosophie, cómo, siendo adolescente, descubrió el sentimiento de la existencia. Y fue en ese justo momento cuándo dató su vocación filosófica. Por otro lado nuestro pensador también afirmó que fue la figura de Pascal quien le preparó para la Filosofía: "En sus "Pensamientos" - obra del referido autor- , Pascal da voz al incrédulo -dice Hadot- , al que se siente angustiado ante el silencio eterno de los espacios infinitos: " No sé quién me trajo al mundo ni qué es el mundo ni qué soy yo mismo". "Veo estos aterradores espacios del universo que me rodean y me encuentro apegado a un rincón de esta vasta extensión, sin saber por qué estoy situado en un lugar y no en otro, y por qué este breve tiempo que se me ha dado para vivir se asigna a este punto y no a otro en toda la eternidad que me precedió y en todo lo que me sigue. Sólo veo infinitos por todas partes que me encierran como un átomo y como una sombra que dura apenas un instantey sin retorno". Éstas son sólo algunas pinceladas que describen la experiencia y la lectura que marcó a nuestro autor y determinó su camino hacia la Filosofía. Pero en realidad será LUIS ROCA JUSMET, brillante ensayista y escritor, el encargado de profundizar en las ideas y en la obra de este gran pensador muy desconocido para la gran mayoría de nosotros:PIERRE HADOT, quien recuperó una concepción ya alumbrada en los inicios de la historia del pensamiento pero muy difuminada y olvidada con el transcurrir de los años: que la FILOSOFÍA es sobre todo un CONJUNTO DE EJERCICIOS O PRÁCTICAS orientadas a HACERNOS MEJORES y a HACERNOS MÁS SABIOS. Ahora bien ¿qué figura histórica marcó el inicio de esta concepción práctica? ¿Qué es lo que caracteriza a un filósofo en realidad? ¿Cuál es el significado originario de la expresión "Ejercicio espiritual" del que después se apropiaría la Religión? ¿Cuál es la verdadera función práctica de la Filosofía? ¿Qué problema surgió con la aparición del Cristianismo? ¿A qué se reduce la Filosofía después de la Edad Media? ¿En qué consistió el diálogo que Pierre Hadot mantuvo con Michel Foucauld?... De todas esto y mucho más nuestro profesor hoy nos hablará. Por otro lado y en la primera parte del programa, continuamos leyendo quienes fueron las personas más importantes en la vida de MARCO AURELIO, y qué admiraba de cada uno de ellos. Lo haremos navegando por párrafos del capítulo primero de sus "MEDITACIONES"; narraremos también curiosidades sobre otras expresiones o palabras que se utilizaron a lo largo de la historia para titular dicha obra. Igualmente recorreremos fragmentos del Prefacio del libro "AMOR LÍQUIDO", de ZYGMUNT BAUMAN, donde nos anticipa y resume la temática a tratar, en definitiva, el libro nos hablará de los RIESGOS y ANSIEDADES que las personas tienen tanto al VIVIR JUNTOS como al VIVIR SEPARADOS en éste, nuestro MODERNO y CAMBIANTE MUNDO LÍQUIDO. Y en nuestro afán de aunar melodía y filosofía, la canción que sonará en el programa de hoy es "Le métèque" (Georges Moustaki).
Hoy quiero hablar contigo de algo que probablemente estás viviendo ahora mismo, aunque quizás nunca le hayas puesto nombre: la obesidad informativa. Vivimos en la época con más acceso a información de toda la historia. Noticias, Instagram, podcasts, artículos, opiniones… todo el tiempo, en todas partes. Y, sin embargo, muchas personas se sienten más confundidas, más ansiosas y más paralizadas que nunca. ¿Por qué? Porque no es lo mismo consumir información que integrarla. Cuando tu mente recibe más información de la que puede procesar, no se vuelve más inteligente… se bloquea. Empiezas a buscar más opiniones, más datos, más referencias… cuando en realidad lo que estás evitando es tomar una decisión. En este episodio te cuento: – Qué es realmente la obesidad informativa – Cuáles son sus síntomas (seguro que te reconoces en más de uno) – Cómo afecta a tu liderazgo, tu claridad y tu marca personal – Y cuál es el antídoto práctico para volver a pensar con criterio propio. Porque la verdadera riqueza hoy no es tener más información, es tener criterio soberano. Y quizás la pregunta más importante de esta semana sea esta: ¿Estoy buscando más información… o estoy evitando decidir? Si este episodio resuena contigo, compártelo con alguien que también esté saturado de información. Y recuerda algo que siempre te digo: consume un poco menos… y escúchate un poco más. Ese puede ser el primer paso hacia tu mejor versión.
Puesto que la mente humana ha sido cegada y corrompida a casa del pecado, para el individuo nace de nuevo, su mente tiene que ser iluminada por el Espíritu para comprender la Palabra de Dios. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Durante mucho tiempo creí que si no estaba cansada… era porque no había trabajado lo suficiente.Estar ocupada todo el día.Terminar después de las 7pm.Sentir que hice mil cosas… pero nada realmente importante.Pensar en pendientes antes de dormir.Y ver cómo la calidad empezaba a bajar.En este episodio hablo de algo que me tomó tiempo entender: estar ocupada no es lo mismo que ser productiva.Aquí te comparto el cambio de mentalidad que transformó mi forma de trabajar y los 3 pilares que me ayudaron a ser más eficiente sin quemarme:
En estos tiempos de radicalismos ideológicos, parece que se le exige al arte gritar o evidenciar posturas políticas, pero, ¿Ese es el papel del arte?. Por otro lado ¿Puede el arte existir fuera de lo político?. A partir de ideas de Hanna Arendt y Wim Wenders reflexionamos sobre lo político en el arte. ¿Quieres una asesoría para tu proyecto? https://www.pensarlaimagen.com/asesoria-para-artistas-visuales Únete a la COMUNIDAD de Pensar la imagen https://www.patreon.com/pensarlaimagen/membership Curso de PROFESIONALIZACIÓN PARA ARTISTAS PRO https://www.pensarlaimagen.com/curso-de-artista-profesional-integral También estamos en Instagram.com/podcastpensarlaimagen twitter.com/pensarlaimagen Tiktok.com/podcastpensarlaimagen #artecontemporáneo #arte #autor #Contemporaryart #podcastpensarlaimagen #artistas
Durante la presente jornada, la tensión política creció aún más entre el Presidente Gabriel Boric y José Antonio Kast producto del cable submarino. Sobre el hecho político que marcará el cambio de mando, conversamos con Rodrigo Arellano, Vicedecano de la Facultad de Gobierno de la UDD y Camila Miranda, irectora Fundación Nodo XXI.
Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. Sin embargo, siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército como es el caso de la mayoría de las fuerzas armadas del mundo. Pensar a la mujer como una actriz de la violencia sigue siendo un gran tabú. En tiempos bélicos, ‘Escala en París' pone el foco en las mujeres en la guerra. Primero, una evidencia: las mujeres siempre han estado presentes en contextos de guerra, ya sea acompañando a sus maridos en el campo de batalla o unos pasos atrás en la logística necesaria para sostener el combate o como soldados irregulares. Pero, sin importar la latitud o la naturaleza del conflicto, hasta hace poco el denominador común era la invisibilización de su papel. En ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra', la socióloga Camille Boutron explora todas las facetas de su participación desde hace siglos como reproductoras, claro, pero también “en un uso estratégico contra el adversario para atemorizar, en tareas de inteligencia, como trabajadoras sexuales. No siempre hubo esa frontera tan clara entre el mundo militar y el mundo civil”. Hace un siglo aproximadamente cuando los ejércitos occidentales comienzan a “profecionalizarse” las mujeres se van borrando hasta en las lavanderías donde compartían el día a día de los soldados. Pero no desaparecen, solo son apartadas del relato. “Porque pone en cuestión muchas de las luchas feministas, por ejemplo, que reivindican el reconocimiento de los tipos de abusos que tienen que enfrentar las mujeres en situación de guerra y que son enormes. Hay otro debate en el feminismo que se pregunta si las mujeres que hacen la guerra pueden ser realmente feministas porque cuando tú miras las trayectorias de las mujeres que contribuyen al esfuerzo de guerra es una manera de reforzar lo contrario de la perspectiva feminista”, analiza Boutron La primera etapa de la visibilización se hace, entonces, en el debate científico y luego entra en el debate público: “Una cosa es pensar las mujeres en la guerra y otra cosa es pensar el vínculo de las mujeres con la violencia. Me di cuenta trabajando sobre el ejército francés, por ejemplo, que pensar las mujeres en las fuerzas armadas francesas, para la mayoría de la gente no era pensar su relación con la violencia, con su capacidad de contribuir al homicidio colectivo, que es la guerra. El mayor tabú es la violencia, no tanto la guerra”. Camille Boutron, que ha asesorado numerosos organismos como el Instituto por la Paz e inclusive la OTAN en cuestiones de defensa y género, conoce como la palma de su mano dos conflictos armados, el de Colombia y Perú. Para Boutron, la participación de las mujeres en la guerrilla de las FARC y su papel durante las negociaciones de los acuerdos de paz ya hace diez años es algo “único” con la creación de la subcomisión de género. Esa proyección efectivamente rompió barreras, pero reprodujo esquemas. “Lo que fue nuevo es que las mujeres de las FARC que se encontraron dentro de la delegación y en esa subcomisión de género entendieron muy rápido y fueron estratégicas porque sabían que iban a sufrir al momento de regresar a la vida civil y que tenían que construirse una identidad no solamente como excombatientes sino como mujeres”, explica. Fue como forjaron un “feminismo insurgente” para no enterrar su pasado, revolucionarse y proyectarse hacia una vida en el espacio público. Pero en la paz como en la guerra nada es blanco o negro. Las mujeres en la guerra no son solo víctimas o verdugos, pueden ser ambas. Y en este proceso de salir de las sombras de los cuarteles se ha vertido en una visibilización estratégica como en Ucrania. Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. En uno de los conflictos actuales más visibilizados y discutidos en la arena internacional donde las mujeres siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército. Sin embargo, Kiev no duda en promocionar la feminización de su fuerza militar, que se inscribe en una estrategia de feminización de los ejércitos. Lo que no quiere decir que puedan acceder a los máximos puestos de combate. Si bien Francia forma parte de los países que han levantado todas las barreras para combatir, los obstáculos siguen vigentes: “las mujeres pueden combatir, ir al frente, en teoría. Pero cuando ves los mandos, no los intermediarios o los altos mandos de los que están con el presidente en el sótano durante una operación especial ahí están los obstáculos. Sigue siendo un mundo de puros hombres”. Para la socióloga francesa es indispensable mirar de cerca el poder político de las mujeres que integran los ejércitos. “Lo que observamos es que está directamente vinculado al hecho de experimentar el combate y al hecho de quién decide cuándo empieza y cuando acaba una guerra”. Y esto sigue siendo un atributo masculino en una guerra regular o en un conflicto armado. ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra' editorial Les Pérégrines #EscalaenParís también está en redes sociales
Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. Sin embargo, siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército como es el caso de la mayoría de las fuerzas armadas del mundo. Pensar a la mujer como una actriz de la violencia sigue siendo un gran tabú. En tiempos bélicos, ‘Escala en París' pone el foco en las mujeres en la guerra. Primero, una evidencia: las mujeres siempre han estado presentes en contextos de guerra, ya sea acompañando a sus maridos en el campo de batalla o unos pasos atrás en la logística necesaria para sostener el combate o como soldados irregulares. Pero, sin importar la latitud o la naturaleza del conflicto, hasta hace poco el denominador común era la invisibilización de su papel. En ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra', la socióloga Camille Boutron explora todas las facetas de su participación desde hace siglos como reproductoras, claro, pero también “en un uso estratégico contra el adversario para atemorizar, en tareas de inteligencia, como trabajadoras sexuales. No siempre hubo esa frontera tan clara entre el mundo militar y el mundo civil”. Hace un siglo aproximadamente cuando los ejércitos occidentales comienzan a “profecionalizarse” las mujeres se van borrando hasta en las lavanderías donde compartían el día a día de los soldados. Pero no desaparecen, solo son apartadas del relato. “Porque pone en cuestión muchas de las luchas feministas, por ejemplo, que reivindican el reconocimiento de los tipos de abusos que tienen que enfrentar las mujeres en situación de guerra y que son enormes. Hay otro debate en el feminismo que se pregunta si las mujeres que hacen la guerra pueden ser realmente feministas porque cuando tú miras las trayectorias de las mujeres que contribuyen al esfuerzo de guerra es una manera de reforzar lo contrario de la perspectiva feminista”, analiza Boutron La primera etapa de la visibilización se hace, entonces, en el debate científico y luego entra en el debate público: “Una cosa es pensar las mujeres en la guerra y otra cosa es pensar el vínculo de las mujeres con la violencia. Me di cuenta trabajando sobre el ejército francés, por ejemplo, que pensar las mujeres en las fuerzas armadas francesas, para la mayoría de la gente no era pensar su relación con la violencia, con su capacidad de contribuir al homicidio colectivo, que es la guerra. El mayor tabú es la violencia, no tanto la guerra”. Camille Boutron, que ha asesorado numerosos organismos como el Instituto por la Paz e inclusive la OTAN en cuestiones de defensa y género, conoce como la palma de su mano dos conflictos armados, el de Colombia y Perú. Para Boutron, la participación de las mujeres en la guerrilla de las FARC y su papel durante las negociaciones de los acuerdos de paz ya hace diez años es algo “único” con la creación de la subcomisión de género. Esa proyección efectivamente rompió barreras, pero reprodujo esquemas. “Lo que fue nuevo es que las mujeres de las FARC que se encontraron dentro de la delegación y en esa subcomisión de género entendieron muy rápido y fueron estratégicas porque sabían que iban a sufrir al momento de regresar a la vida civil y que tenían que construirse una identidad no solamente como excombatientes sino como mujeres”, explica. Fue como forjaron un “feminismo insurgente” para no enterrar su pasado, revolucionarse y proyectarse hacia una vida en el espacio público. Pero en la paz como en la guerra nada es blanco o negro. Las mujeres en la guerra no son solo víctimas o verdugos, pueden ser ambas. Y en este proceso de salir de las sombras de los cuarteles se ha vertido en una visibilización estratégica como en Ucrania. Más de 40 000 mujeres sirven actualmente en las Fuerzas Armadas ucranianas: un 7% del efectivo total, según cifras oficiales. Y unas 5000 están en el frente en puestos de combate. En uno de los conflictos actuales más visibilizados y discutidos en la arena internacional donde las mujeres siguen luchando por ocupar el espacio que les corresponde en el ejército. Sin embargo, Kiev no duda en promocionar la feminización de su fuerza militar, que se inscribe en una estrategia de feminización de los ejércitos. Lo que no quiere decir que puedan acceder a los máximos puestos de combate. Si bien Francia forma parte de los países que han levantado todas las barreras para combatir, los obstáculos siguen vigentes: “las mujeres pueden combatir, ir al frente, en teoría. Pero cuando ves los mandos, no los intermediarios o los altos mandos de los que están con el presidente en el sótano durante una operación especial ahí están los obstáculos. Sigue siendo un mundo de puros hombres”. Para la socióloga francesa es indispensable mirar de cerca el poder político de las mujeres que integran los ejércitos. “Lo que observamos es que está directamente vinculado al hecho de experimentar el combate y al hecho de quién decide cuándo empieza y cuando acaba una guerra”. Y esto sigue siendo un atributo masculino en una guerra regular o en un conflicto armado. ‘Combatientes, cuando las mujeres van a la guerra' editorial Les Pérégrines #EscalaenParís también está en redes sociales
Lo personal es político. Es una frase popularizada en las segunda ola del feminismo, entre los años 60 y 80 del siglo pasado y que hoy en día sigue teniendo sentido. Nos anima a mirar a los engranajes de la intimidad para extraer de ahí los conclusiones que se puedan extrapolar a lo social. ¿Significa eso que se puede hacer de la experiencia individual algo universal? Este punto de encuentro en esa complejidad y parte de una pregunta: ¿Se puede pensar el deseo? Reflexionamos con la escritora Sara Torres a propósito de su ensayo 'El pensamiento erótico' y con la productora, directora y performer de pornos Paulita Pappel, autora del libro 'Sin sexo no hay feminismo'.Escuchar audio
¿Qué tienen en comun los therians, el clon de Jim Carrey, el monito Punch y la Nasa? Pues nada ¿Qué van a tener en común? Dadnos un respiro, malditos devoradores de contenido.
Hoy conversamos sobre algo que todos necesitamos en algún momento: el poder para cambiar, ese que solo Dios concede a quienes se lo piden. A través de llamadas sinceras y profundas, hablamos de conflictos familiares, soledad emocional, dudas sobre la gracia y la ley, el diezmo, el ayuno, los celos, y las decisiones difíciles que enfrentan tantos hijos de Dios cada día.Reflexionamos sobre cómo Cristo sigue siendo nuestra fuerza, nuestra paz y nuestro amor inquebrantable, aun cuando sentimos que no tenemos respuestas. Escucha estas historias reales y descubre cómo Dios puede romper patrones destructivos, sanar corazones heridos, y traer claridad donde hay confusión.Si tú también estás buscando paz, dirección o un cambio que solo Dios puede hacer, escucha a Poder para Cambiar.
¿Pensarías que la costa norte de Australia, tan cerca de Asia y de las rutas comerciales mundiales, estaría llena de ciudades, verdad? Pues no. En este video, profundizaremos en por qué esta vasta región permanece casi intacta. Desde el clima extremo y el suelo pobre hasta la historia antigua y la infraestructura complicada, las razones son más fascinantes de lo que podrías imaginar. Aprenderás por qué las ciudades en Australia prosperaron en el sur y por qué el norte nunca alcanzó a desarrollarse. Si te interesa la geografía, la planificación urbana, o simplemente te encantan los datos inesperados, esto es para ti. ¡Vamos al Top End y descubramos el misterio! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Por que Deus demora tanto para responder? Descubra o que Ele está fazendo enquanto você espera e como transformar a espera em maturidade, não em ansiedade.─────────────────────────────────⏰ POR QUE DEUS DEMORA TANTO?─────────────────────────────────"Ainda não chegou a minha hora." — Jesus em João 2:4A espera é um dos sentimentos mais desconfortáveis da vida. Mas existe uma espera AINDA MAIS DIFÍCIL: esperar em Deus.Você já orou. Já jejuou. Já fez tudo que podia. E Deus parece... em silêncio.Nesta mensagem transformadora com base científica e bíblica, descubra o que Deus está fazendo AGORA enquanto você espera.
Mudar de país é muito mais do que trocar de endereço: é mudar de língua, de rotina, de referências e, muitas vezes, de identidade. No episódio de hoje do podcast, conversamos com o psicólogo Vitor Luz (@psicologovitorluz) sobre o que acontece emocionalmente quando chegamos ao exterior e como construir uma relação mais saudável com o novo país.Podcast: Partiu Morar ForaApresentação: Cláudio Abdo e Amanda CorrêaNos siga no: Instagram | YouTube | vagaspelomundo.com.br Este episódio tem o patrocínio de:TFA IMMIGRATION: Se você quer mudar de país, planeje! Conte com a expertise de profissionais especializados em imigração. A TFA está agora também em Portugal sendo um apoio para quem deseja morar, trabalhar, investir ou estudar na Europa. Acesse o site da TFA e siga no Instagram (@tfaeurope) e converse com eles!
Puesto que la mente ha sido corrompida por el pecado, Dios,a través de Su espíritu redime la mente para que por medio de ella podamos agradar a Dios. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Ora viva mês cantadêres, tudo bêm? Mais uma semana de cantigas ao desafio e de copos cheios que é o que se quer. Pelo meio ainda falei de algumas inseguranças que tenho na vida em geral, mas nada que levante preocupações!!"Festivais de Verão" - https://www.youtube.com/watch?v=D7GAcTsSgk0 Links homeopáticos -https://linktr.ee/joaonunogoncaloSem preciosas perguntas
La mayoría de las empresas cree que tiene un problema de cultura, pero no, tiene un problema de incentivos. En el primer episodio de Incentivos para movilizar al negocio y al talento, desmontamos uno de los errores más comunes en liderazgo y gestión: Pensar que los incentivos son solo un tema de compensación. La realidad es otra, los incentivos son el sistema operativo invisible que define cómo piensa, decide y se comporta una organización. Lo que descubrirás en este episodio + Qué son realmente los incentivos (más allá del dinero) + Cómo los incentivos moldean decisiones, prioridades y comportamientos + Por qué tu equipo no hace lo que dices sino lo que recompensas + El error de diseñar incentivos como algo “técnico” + Cómo alinear incentivos con estrategia real Puedes tener valores bien escritos, workshops de cultura y discursos inspiradores, pero si tus incentivos están mal diseñados, tu organización va a comportarse en dirección contraria. __________________________________________________________________________ ⚡ Descubre cómo alcanzar tu máximo potencial sin sacrificar tu bienestar en el nuevo programa MAX HUMAN, aquí te puedes inscribir: www.hackersdeltalento.com/max-human
U.M.E.- ¿te has parado a pensar en ese tema? (28-02-2026) Más contenido inédito en: https://www.es-tv.es Aportaciones a Raúl: https://www.patreon.com/user?u=40527138 Nº de cuenta: ES75 3018 5746 3520 3462 2213 Bizum: 696339508 o 650325992 Aportaciones a David: https://www.patreon.com/davidsantosvlog Nº de Cuenta: ES78 0073 0100 5306 7538 9734 Bizum: +34 644919278 Aportaciones a Equipo-F: TITULAR: EQUIPO F CUENTA: ES34 1465 0100 9417 5070 9106 C ÓDIGO SWIFT: INGDESMM Conviértete en miembro de este canal para disfrutar de ventajas: https://www.ivoox.com/podcast-un-murciano-encabronao-david-santos-los-audios_sq_f11099064_1.html Canales de U.M.E.: El Cid
Buscábamos información; hoy sólo consumimos respuestas. ¿Estamos entregando nuestra curiosidad y el poder del conocimiento a unas cuantas plataformas? Para leer el artículo del estudio que menciono en este episodio, haz clic aquí. Hosted by Simplecast, an AdsWizz company. See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for advertising.
El mañana suele generar inquietud porque se escapa de nuestro control. Pensar en lo que viene puede llenar la cabeza de preguntas y el corazón de ansiedad. Sin embargo, confiar el mañana a Dios libera al alma de cargas que nunca fuimos llamados a llevar. Confiar no elimina la responsabilidad, pero sí desarma el temor. El Señor Jesús habló con claridad sobre la preocupación por el futuro. Sabía que el afán roba la paz del presente y debilita la confianza. De modo que, confiar el mañana no es ignorar la realidad, sino reconocer quién sostiene cada día. La fe verdadera descansa en la fidelidad de Dios, no en la previsión humana. Tal vez te inquietan decisiones pendientes, cambios próximos o escenarios inciertos. Llévalos a Dios con sinceridad. Cuando el mañana se entrega en Sus manos, el presente se vive con mayor libertad y enfoque. Dios ya está en el día que aún no ves. Por eso, confía tu futuro a Dios y camina hoy con obediencia y paz. La Biblia dice en Mateo 6:34: “Así que, no os afanéis por el día de mañana…”. (RV1960).
Vivemos um momento inédito: pela primeira vez, criamos máquinas capazes de "pensar", e isso parece uma vitória. Mas existe um risco silencioso embutido nessa conquista: nos tornarmos dependentes demais delas. Neste episódio, partindo do filme Idiocracy e passando por Pink Floyd e Elon Musk, vamos explorar uma pergunta incômoda: o que acontece com uma sociedade quando o esforço de pensar deixa de ser necessário? Porque talvez o maior perigo não seja a IA pensar. Seja nós pararmos de pensar.See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Cuántas veces me están tentando para que no haga lo que tengo que hacer? El Padre Willie nos invita a que reflexionemos en este tiempo de Cuaresma que comienza. Nos recuerda que somos frágiles, que no somos dueños de nuestras vidas y que llegará el día en que nos pedirán cuenta de nuestros actos.
https://psicologoemocionalonline.com/como-evitar-el-automaltrato/ https://psicologoemocionalonline.com/terapia-online/ ️ Episodio 1143 – No todo lo que piensas es verdad ✨ Muchas veces la mente genera historias que no siempre son reales… pensamientos que nos juzgan, nos anticipan escenarios negativos o nos hacen sentir insuficientes. Pero no todo lo que piensas es una verdad absoluta. A veces tu mente está repitiendo viejas creencias, miedos aprendidos o suposiciones que te limitan. En este episodio exploramos cómo: Identificar cuáles pensamientos te ayudan y cuáles te frenan Entender que no todos los pensamientos merecen ser creídos Aprender estrategias para cuestionar y transformar tu diálogo interno Porque reconocer que un pensamiento no es la verdad… es dar un paso importante hacia tu bienestar emocional. Cómo evitar el automaltrato emocional https://psicologoemocionalonline.com/como-evitar-el-automaltrato/ Terapia online – acompañamiento profesional https://psicologoemocionalonline.com/terapia-online/ Pensar no siempre es creer. Escucha con amabilidad y elige lo que te hace bien. #podcast #pensamientos #saludmental #bienestaremocional #autocuidado #diálogointerno #psicología #psicologoemocionalonline
En esta edición de La Hora Arquine, conversamos con Javier Dueñas sobre su investigación “Un baño para la ciudad”, un proyecto que pone sobre la mesa una pregunta urgente y profundamente urbana: ¿qué dice la infraestructura sanitaria sobre nuestras ciudades y sobre quiénes pueden habitarlas dignamente?Más allá de lo funcional, los baños públicos revelan tensiones sociales, desigualdades y oportunidades de diseño. En este diálogo exploramos cómo una tipología aparentemente menor puede convertirse en un detonador de reflexión sobre espacio público, justicia urbana y arquitectura al servicio de lo colectivo.Una conversación que invita a repensar la ciudad desde sus necesidades más básicas —y más humanas.#LaHoraArquine
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Félix Martín plantea un último dilema para ayudar a entender las decisiones judiciales
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Las Águilas buscan el título de Concacaf por primera vez desde 2016, además de ser protagonista en el Clausura 2026; ¿Hay argumentos para defender a Efraín Juárez tras fracaso de Pumas? ¿Retomará Nico Ibáñez su forma goleadora con Cruz Azul? Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices
Todo ser humano tiene una cosmovisión. Esta esta compuestade presuposiciones, creencias que influencian todos nuestros pensamientos y acciones. Necesitamos desarrollar una mente que piensa conformea la palabra de Dios. Contáctanos: Lamparaatuspies3@gmail.com
Werner Herzog dirigió Encuentros en el fin del mundo. Se fue en un avión militar a la Antártida y encendió su cámara. Herzog busca la verdad en todas sus obras y en esa ocasión no la encontró en una persona, sino en un pingüino. En un poético fragmento que se viralizó recientemente se observa al animal dirigiéndose solo hacia las montañas. La decisión, que abraza el nihilismo afirmativo de Nietzsche, crea un sentido. Ese pingüino es ya el símbolo de una generación, en busca de grandes retos. Kapital es posible gracias a sus colaboradores:Thenomba. La escuela que te hará encontrar tu propósito.Thenomba es la escuela que te prepara para encontrar un propósito, no un trabajo.Me han hecho embajador del proyecto y puedo ofrecerte un descuento especial en el precio. Si quieres matricularte, utiliza el código KAPITAL20 para llevarte una rebaja del 20%. 42 oyentes de este podcast ya utilizaron el código en la exitosa edición de diciembre. Si te preguntas si esto encaja contigo, te recomiendo simplemente escuchar los episodios de hace unas semanas con Higinio Marín y Ricardo Piñero. Higinio y Ricardo son dos de los profesores del máster y esas dos entrevistas reflejan la vocación humanista de su programa. Si resuenan en tu cabeza algunas de las ideas en esas conversaciones, entonces Thenomba es para ti.Patrocina Kapital. Toda la información en este link.Índice:0:32 Una marca secreta que llevamos algunos.10:41 Maxi tiene un propósito.14:02 Kapital no necesita IA.21:37 El inevitable éxito de Alcaraz.30:34 «Hablo con la autoridad del fracaso».33:43 Ídolos globales inesperados.41:52 Nietzsche abraza, nunca rehúye, el sufrimiento.54:05 Eterno retorno.1:00:32 La salsa de soja honesta de Kikkoman.1:10:26 Silksong se folla el Assassin's Creed.1:23:51 No estás preparado para matar a Dios.1:34:38 Algo más grande que tu vida.1:44:15 Estrenando paternidad.Apuntes:Encuentros en el fin del mundo. Werner Herzog.Grizzly man. Werner Herzog.Así habló Zarathustra. Friedrich Nietzsche.La gaya ciencia. Friedrich Nietzsche.El superhombre y la voluntad de poder. Toni Llàcer.Pensar desde el abismo. Toni Llàcer.Open. Andre Agassi.Buena estrategia, mala estrategia. Richard Rumelt.Las guerras de Lucas. Laurent Hopman & Renaud Roche.
Félix Martín plantea un nuevo dilema para ayudar a entender las decisiones judiciales
Félix Martín reflexiona y desmiente algunas creencias jurídicas aceptadas popularmente
Manuel Tamayo (Perú)Dios nos habla constantemente. Algunos lo escuchan con atención, otros a medias y una gran mayoría viven distraídos y apenas se dan cuenta. Debemos esforzarnos en mejorar nuestras entendederas. Lo que Dios nos dice es lo más importante y lo que más nos debe interesar. El amor a Dios es la mejor motivación para estar atentos. Para amarlo más debemos conocerlo mejor y estar atentos para escuchar los consejos y orientaciones que nos llegan a través de la Iglesia. También cuando leemos las Sagradas Escrituras con fe encontramos allí lo que el Señor quiere decirnos de un modo personal, que luego lo confrontaremos en el acompañamiento espiritual. Dios siempre nos habla. Hay que estar atentos.[Ver Meditación Escrita] https://www.hablarconjesus.com/meditaciones-escritas/
Hay un cansancio que no se ve. Un cansancio mental. El de pensar en todo, todo el tiempo. En este episodio hablamos de la carga mental en las mujeres: por qué la cabeza no para, por qué cuesta tanto desconectar y por qué muchas viven agotadas sin saber cómo explicarlo. Una conversación honesta, sin juicios y sin discursos, para poner palabras a eso que tantas sienten pero pocas dicen. Si alguna vez has pensado “nunca dejo de pensar”, este episodio es para ti.
Pensar demasiado puede parecer inofensivo, pero muchas veces es la raíz de tu autosabotaje. En este episodio descubrirás cómo romper ese ciclo antes de que detenga tu crecimiento personal y emocional. Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.