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Aos 32 anos, uma ouvinte questiona a forma distante como vive as suas amizades de longa data. Sem sentir saudades ou iniciativa, pergunta se o problema é seu ou se apenas procura conexões mais vivasSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A maior prioridade de um líder é criar ambiente. Neste episódio do Entra Pra Rachar, Caio Carneiro separa o que é ser dono do que é ser líder: estar no contrato social te habilita como sócio, mas não como líder. Líder é quem forma, desenvolve, aponta a direção e dá feedback, porque ninguém segue alguém que não admira. Ele cobra o feedback de cultura e comportamento, não só o técnico, e alerta que quem perde o ambiente de vista deixa o solo estéril, e nada nasce ali.O que você vai aprender neste episódio:Por que criar ambiente é a maior prioridade de um líderPor que ser dono do CNPJ não te habilita como líderPor que ninguém segue alguém que não admiraPor que feedback de comportamento é tão necessário quanto o técnicoComo o ambiente define quem fica e quem sai da sua equipe
En este episodio de SADA Mujer, Gaby Calvo y Brenda Ruiz se sumergen en una conversación que puede hacerte cuestionar muchas de las razones por las que has sufrido, repetido historias o sentido que no puedes avanzar.
En este episodio hablamos de cómo llevar la crianza consciente a la vida cotidiana y transformar la manera en que acompañamos a nuestros hijos. Descubrirás por qué este nuevo paradigma no se trata de criar sin límites o evitarles cualquier dificultad, sino de educar con mayor presencia, conexión y conciencia, ayudándolos a desarrollar seguridad, autonomía y criterio propio. Una conversación para cuestionar patrones heredados, entender mejor las necesidades de tus hijos y construir una relación familiar basada en el respeto, el acompañamiento y el ejemplo. Escucha este episodio y descubre cómo empezar a aplicar una forma de educar más consciente, humana y conectada dentro de tu propia familia. Escucha este episodio y descubre cómo empezar a educar desde una mirada más humana, profunda y conectada. Si tienes más de 10 colaboradores en tu empresa...¡Aprovecha esta extraordinaria oportunidad! AGENDA AQUÍ Descarga GRATIS en nuestra página web el libro "Estimado Emprendedor", una guía empresarial y espiritual / alta consciencia para lograr ser un emprendedor dueño de pequeña y mediana empresa exitoso y pleno: https://helpimentoring.com/ Si te está gustando el podcast te pido tu apoyo para suscribirte y dejar un buen review de (5 estrellitas), servirían mucho para que más emprendedores dueños de pequeñas/medianas empresas como tú puedan tener acceso. Sígueme en redes sociales para que me hagas tus comentarios sobre los episodios ¿qué te gustó?, ¿qué no te gustó?, ¿qué te llamó la atención?, para seguir ayudándote y seguir mejorando el podcast. INSTAGRAM: https://www.instagram.com/helpimentoring.com FACEBOOK: https://www.facebook.com/helpimentoring Aprovecha toda la ayuda que podemos darte en helpi Mentoring: 1. Con nuestros Master Class virtuales gratis. Por este medio y en Facebook podrás enterarte de los temas, días y horas. Hacemos 4 Master Class al mes. 2. Con nuestros Facebook Live gratis de Lunes a Jueves. https://www.facebook.com/helpimentoring 3. Con nuestro blog que publicamos en nuestra página de Internet: https://helpimentoring.com/blog/ En todos los formatos mencionados anteriormente compartimos herramientas exclusivas de nuestro programa que incluye muchas de las mejores herramientas y metodologías especializadas en pequeñas/medianas empresas a nivel mundial como EMyth (de Michael E. Gerber), Pumpkin Plan (de Mike Michalowicz), Profit First de Mike Michalowicz), Duct Tape Marketing (de Jhon Hantsch), etc. de diferentes áreas (operaciones, finanzas, Capital Humano, Marketing, Ventas, etc.). Mantente positivo y busca ayuda.
Em São Tomé e Príncipe, estão praticamente a terminar as duas semanas de campanha para as legislativas, autárquicas e regional de 27 de Setembro. Um processo eleitoral durante o qual, à semelhança de outros anos, se discute dos moldes de uma eventual reforma da justiça. Na óptica de muitos, este sector padece de todos os males: poucos meios, morosidade, opacidade e inclusivamente falta de independência, no caso do Tribunal Constitucional que recentemente foi acusado de ter afastado determinadas candidaturas às legislativas por motivos políticos. Também continua presente o caso do 25 de Novembro de 2022, a morte de quatro pessoas no quartel militar de São Tomé em circunstâncias ainda por ser esclarecidas pela justiça. Herman Costa, bastonário da ordem dos advogados de São Tomé e Príncipe, diz não alimentar muitas expectativas quanto às eleições que se avizinham e considera que a justiça do seu país não está bem. RFI: Como está a justiça em São Tomé e Príncipe? Herman Costa: Temos que dizer a verdade. E a verdade é esta: que a situação da nossa justiça não é boa. Porque nós estamos nas vésperas das eleições legislativas e muitos têm falado do nosso Estado de Direito democrático, desde a implementação da democracia no nosso país, nós temos sido vistos como um exemplo de democracia ao nível da nossa sub-região em África. É uma realidade porque, efectivamente, há alternância do poder, sempre que termina uma legislatura, as eleições são convocadas e os cidadãos são sempre chamados para exercer o seu direito. Mas passados mais de 50 anos da nossa independência, a grande questão que nós colocamos é o conteúdo da democracia. Porque a democracia não pode se resumir no simples acto de realização das eleições. E qual é o conteúdo para além da alternância do poder? E para além do convite legal constitucional da chamada dos cidadãos para poderem exercer o seu direito de voto, há que haver um conteúdo subjacente, aquilo que deve nortear verdadeiramente uma democracia, que é o trabalho em prol dos cidadãos. E isso não se tem verificado ao nível do nosso país. Estamos diante de uma democracia vazia, coxa, na medida em que apenas se verifica o mero acto de realização das eleições. E claro, isto reflecte-se em todos os sectores, nomeadamente no sector da justiça. As instituições democráticas não funcionam como manda a Constituição da República. Um exemplo prático é o clima tenso que vivemos no país entre os partidos políticos, no que toca, por exemplo, à questão da instrução dos processos de candidatura, em que nós vemos aqui uma forte contestação dos partidos políticos relativamente à actuação do Tribunal Constitucional. RFI: E precisamente, relativamente à actuação do Tribunal Constitucional, tem sido frequentemente acusado de ser, no fundo, uma espécie de arma de arremesso para os partidos ou dirigentes políticos em várias ocasiões. O último destes casos foi precisamente a questão das candidaturas às legislativas que, segundo certas correntes de opinião, terão sido condicionadas à sua proximidade com o actual Presidente. Herman Costa: Nós não vamos entrar nestas querelas políticas, como é óbvio. Como dizemos sempre, os assuntos políticos resolvem-se de forma política e os assuntos jurídicos de forma jurídica. Mas não podemos deixar de frisar que a actuação do Tribunal Constitucional ao longo dos anos, desde que foi criado, tem gerado uma grande instabilidade no funcionamento das instituições democráticas, porque não é aceitável que o Tribunal Constitucional, e como referiu e bem, tenha sido usado como uma arma de arremesso em função de interesses instalados, interesses claros, isto é de todo inaceitável. E se em tempos, nós defendemos que era necessário a criação de um Tribunal Constitucional de raiz, separado do Supremo Tribunal de Justiça, como funcionava, hoje já começamos a questionar se efectivamente se justifica ou não termos este Tribunal Constitucional a funcionar nos termos em que funciona, sobretudo no que toca ao modo de eleição dos juízes, que tem gerado uma grande insegurança jurídica no nosso ordenamento jurídico, no funcionamento da nossa Justiça. Porque a imagem negativa que se tem da Justiça ao nível de São Tomé e Príncipe, é verdade que os tribunais judiciais típicos, enfim, na primeira instância, e o Supremo Tribunal de Justiça, funcionam da forma como funcionam. Carecem de recursos para efectivamente cumprir com as suas funções e competências. Mas a maioria das críticas que se ouve, a mancha, a mácula que temos carregado nos últimos tempos ao nível do sector da justiça, deve-se sobretudo à actuação do Tribunal Constitucional ao longo dos anos, desde que foi criado. RFI: Tem-se o sentimento que há uma espécie de concorrência entre o Supremo e o Tribunal Constitucional e que não se chega a perceber muito bem quais são as prerrogativas de ambos os órgãos. Herman Costa: É uma falsa questão, na medida em que a lei é muito clara em relação àquilo que são as competências de cada um dos tribunais. O Supremo Tribunal sabe quais são as suas competências legais e constitucionais, tal como o Tribunal Constitucional também conhece as suas competências legais e constitucionais. Infelizmente, os interesses políticos instalados levam a que os intervenientes, sobretudo, e estamos aqui a falar do Tribunal Constitucional, levam a que, infelizmente, extravasem aquilo que são as suas competências. Agem à margem da lei e da Constituição da República, o que é de todo lamentável. Razão pela qual nós voltámos a questionar se a esta altura e nós vamos levantar esse debate sobre aquilo que tem sido, sobre aquilo que é efectivamente a utilidade do Tribunal Constitucional para o nosso Estado de Direito democrático. RFI: Outro caso que também chocou bastante a opinião pública são-tomense é o caso 25 de Novembro e o seu tratamento a nível judicial. Tribunal Militar, Tribunal Civil. Não se percebe muito bem como é que fica. O que é que se pode dizer exactamente sobre este caso, que acaba por ser muito confuso? Herman Costa: Em primeiro lugar, é preciso que se diga que aquilo que aconteceu no quartel das Forças Armadas no dia 25 de Novembro é absolutamente reprovável. Merece toda e qualquer censura da parte de todos nós. A questão que se prende com o tratamento que foi dado ao processo, já é uma outra questão. O que nós assistimos, foi um empurrar da situação, uma falta de assunção de responsabilidade do próprio Estado no tratamento devido ao caso, porque nós não estamos diante de uma situação de dúvidas ou falta de provas. Houve uma competente investigação, houve uma competente acusação feita pelo Ministério Público de São Tomé e Príncipe, coadjuvado pela Polícia Judiciária Portuguesa. Um trabalho devidamente aturado. O que aconteceu é que, ao nível judicial, faltou coragem ao Poder Judiciário de decidir o caso nos termos da lei. O que se assistiu em relação à transmissão do processo de uma jurisdição para outra e vice-versa, portanto, da Jurisdição Civil para jurisdição militar, da jurisdição militar para jurisdição civil, nada mais é do que a falta de responsabilidade, de coragem de decidir uma causa. Embora sendo ela delicada, o processo tinha que ser decidido nos termos da lei, ao invés da conduta e do comportamento que se assistiu ao nível do Poder Judiciário de empurrar com a barriga, ao invés de responsabilizarem os infractores mediante o justo processo. E nós já o dissemos e voltamos a dizer que uma coisa é a responsabilização criminal dos infractores e outra coisa é a responsabilização do próprio Estado no que toca ao pagamento da indemnização aos familiares das vítimas. Por que carga de água até hoje o Estado não se posicionou no sentido de indemnizar os familiares das vítimas? Isto é uma questão objectiva. Houve mortes, houve familiares que ficaram sem os seus parentes. Isto não carece propriamente da realização do julgamento do processo criminal para indemnizar os familiares da vítima, porque os militares que actuaram da forma como actuaram, actuaram nas vestes de agentes do Estado. E aqui o Estado tem uma responsabilidade. Pode perfeitamente indemnizar os familiares da vítima enquanto se aguarda pela realização do processo-crime que ainda aguardamos. E essa audiência de julgamento tem que ser realizada, porque a culpa não pode morrer solitária. RFI: Durante a campanha eleitoral falou-se muito da reforma da Justiça, que é um chavão habitual há já várias eleições. Uma das reformas que é proposta é, por exemplo, para esses casos um pouco mais delicados, mandar vir juízes de fora, numa espécie de sistema de cooperação durante dois ou três anos, para evitar precisamente a contaminação, por exemplo, do político no terreno da Justiça. O que acha desta ideia? Herman Costa: É preciso que se diga que, em tempos, a própria Ordem já assumiu um posicionamento em relação a este assunto em concreto no âmbito da reforma da Justiça. A vinda de magistrados estrangeiros para cooperar no nosso sistema judiciário. Mas hoje, qual é a apreciação que temos? Não podemos dizer que não dispomos de magistrados com capacidade para dizer direito em São Tomé e Príncipe. Nós temos magistrados com capacidade para dizer direito em São Tomé e Príncipe. Qual é a grande questão a esta altura? Um. Criar condições para que efectivamente os tribunais funcionem de forma plena. O que é que queremos dizer? Não é aceitável que o Estado realize um conjunto de despesas fúteis em aquisição de materiais, bens, serviços, veículos e tal, quando há instituições, sobretudo, estamos a falar do poder judicial, que carecem de meios para dizer direito, porque a Justiça é o pilar de um Estado de Direito democrático. Então é preciso que efectivamente haja investimento na Justiça. Dois. No âmbito da reforma, a esta altura, talvez seja necessário, e nós haveremos de desenvolver este tópico, apostar numa inspecção judicial forte. E nessa perspectiva, sim, a Ordem defende uma cooperação com os nossos parceiros para que nós possamos ter uma inspecção judicial forte. Temos magistrados que podem dizer direito, mas se estiverem sob um processo de inspecção judicial credível, acreditamos piamente que poderão fazer o seu trabalho de forma mais profícua. Mas é preciso também que haja uma responsabilização efectiva dos outros membros dos órgãos de soberania, dos fazedores da política que tentam interferir no funcionamento, a ingerência no Poder Judiciário. RFI: Nós falamos muito dos lugares cimeiros da Justiça. Abordando aquela justiça quotidiana, a justiça que é feita no dia-a-dia dos cidadãos. Que meios é que temos? Quanto tempo demora para se fazer justiça para o cidadão comum? Herman Costa: Como se costuma dizer da justiça, ela é morosa, não só em São Tomé e Príncipe, na medida em que tem que se desencadear um conjunto de diligências até que se descubra a verdade material dos factos. Mas em São Tomé e Príncipe, apesar de alguns esforços feitos, por exemplo, ao nível do Ministério Público, que de forma notória, melhorou significativamente a sua ‘performance' no que toca, por exemplo, à redução da dependência do volume processual que tinham na sua esfera pendente, melhoraram imenso neste capítulo ao nível dos tribunais. A situação ainda continua preocupante. A Justiça é feita por três pilares o Ministério Público, os tribunais e os advogados. E há que haver uma articulação. Se o Ministério Público investiga e acusa, se o Tribunal não dá o devido procedimento para que tudo seja feito em tempo oportuno, é um trabalho inglório, não é? E temos esta sensação, pelo menos ao nível da justiça criminal. O Ministério Público até tem melhorado. Ainda há muito por melhorar, mas o grande entrave está nos tribunais, que, ou por falta de recursos, por falta de magistrados, por causa de ‘N' situações que condicionam o normal funcionamento dos tribunais. Isso tudo tem gerado muita morosidade. Mas porque falou na justiça do quotidiano, do dia-a-dia dos cidadãos, a apreciação que os cidadãos têm. Há um aspecto que é muito importante, que nós não podemos deixar de tocar. Tem a ver com o acesso à Justiça. A nossa Constituição da República define no seu artigo vigésimo, que a ninguém deve ser negado o acesso à justiça sob pretexto de ausência ou falta ou insuficiência económica. É dever do próprio Estado assegurar que os cidadãos tenham acesso à Justiça. E o que nós temos verificado é que, infelizmente, muitos cidadãos não têm este acesso à Justiça. O Estado, para além de denegar este acesso dos cidadãos à Justiça pouco tem feito, porque anualmente há uma contribuição que o Estado dá para a defesa destes cidadãos. Por incrível que pareça, o Estado ficou sem contribuir para os cidadãos vulneráveis para ter uma defesa competente durante quatro anos. Mas, apesar desta ausência de contribuição do Estado, nós, a Ordem dos Advogados asseguramos sempre, ‘pro bono', a defesa dos mais necessitados e, portanto, é preciso haver mais do que reforço. É preciso haver uma assunção efectiva de responsabilidade da parte do Estado para garantir o acesso dos cidadãos à justiça. RFI: Tem alguma expectativa relativamente a estas eleições? Herman Costa: A única coisa que nós podemos esperar é que o processo electivo possa decorrer de forma mais pacífica possível. Que não haja incidentes. Começámos mal porque logo no primeiro dia tivemos aí uma situação pouco abonatória para o clima pacífico que se deseja. Mas em relação à expectativa como tal, ela é praticamente inexistente, no sentido em que, ao ouvirmos os pronunciamentos dos representantes dos partidos políticos, não vemos um projecto concreto para a governação na próxima legislatura, ainda estamos em campanha. Quem sabe eles possam, ainda vão a tempo de poder nos apresentar um projecto que nos convença, porque a campanha serve exactamente para isso.
Você sabe qual é o seu propósito? E mesmo sabendo, está cumprindo? Nesta mensagem ministrada no culto dominical do MAP Curitiba, Edimar Pontes parte de Filipenses 3.12-14 para nos desafiar com uma verdade incômoda: a pessoa fora do propósito dá prejuízo, e as justificativas estão acabando.Com humor, histórias reais e exemplos bíblicos de Elias, Salomão e Jonas, a mensagem convoca cada crente a sair do sofá do conforto, largar o barco da fuga e cumprir o chamado que Deus colocou na sua vida, mesmo quando o propósito não é o que você escolheria.Nesta mensagem você vai aprender:· A diferença entre propósito e objetivo: um é bússola para a vida, o outro é meta de curto prazo· Como a Bíblia é inteiramente orientada ao propósito: de Abraão a Jesus· Por que Jonas não era covarde: o que Nínive realmente representava para ele· Os três impactos de quem está fora do propósito: prejuízo, raio de destruição e paralisia coletiva· Por que ouvir a palavra sem agir piora sua situação espiritual· Como o coração voltado ao Senhor transforma qualquer culto em encontro com Deus· O que Deus vai cobrar de cada um de nós no fimTexto base: Filipenses 3.12-14
Você já notou que tem conversas que fluem super bem, enquanto outras são mais complicadas? Isso acontece porque cada pessoa tem um estilo de comunicação único. E uma pessoa argumentadora ama defender ideias e debater e nem sempre escuta o outro. Então, como se comunicar com esse perfil de pessoa?A sócia e educadora, Mirieli Colombo, explica o que é rapport e como ajustar a sua comunicação para conseguir criar rapport com qualquer pessoa. Acompanhe a NortusLinkedIn: https://www.linkedin.com/company/nortusInstagram: https://www.instagram.com/nortus.oficialFacebook: https://www.facebook.com/Nortus/Visite: https://www.nortus.com.br/
Com a proposta de incentivar encontros presenciais e promover experiências além do trabalho e dos estudos, a comunidade Go Outside cresceu organicamente e hoje reúne cerca de 2 mil participantes em Sydney. O idealizador do projeto, Renzo Brito, conta como a ideia surgiu e o que o motivou a reunir e conectar pessoas.Com a proposta de incentivar encontros presenciais e promover experiências além do trabalho e dos estudos, a comunidade Go Outside cresceu organicamente e hoje reúne cerca de 2 mil participantes em Sydney. O idealizador do projeto, Renzo Brito, conta como a ideia surgiu e o que o motivou a reunir e conectar pessoas.#SBSPortuguese #sbsaudiopodcast
¿Qué cambia cuando dejamos de ver el parto como algo que simplemente nos sucede y empezamos a reconocernos como protagonistas de nuestra propia experiencia?En este episodio, Katia conversa con Paloma del Mar Hernández Quiñones, partera profesional certificada, doula, educadora perinatal, líder en salud comunitaria y fundadora de Partería AfroBoricua, sobre maternidad, partería, autonomía corporal y justicia reproductiva en Puerto Rico.Paloma comparte cómo su propia experiencia como madre la llevó de la lactancia al acompañamiento de otras familias y, eventualmente, a la partería. Juntas exploran por qué el parto es mucho más que un evento fisiológico: es también una experiencia profundamente personal, cultural y atravesada por el acceso a recursos, las condiciones sociales y las decisiones que podemos —o no podemos— tomar sobre nuestros propios cuerpos.Desde el consentimiento informado y el derecho a decidir cómo y dónde parir hasta la salud materna, el posparto y la justicia reproductiva, esta conversación nos invita a preguntarnos qué sucede cuando volvemos a colocar a la persona en el centro de su propio cuidado.Una conversación sobre parto, partería, maternidad, autonomía corporal, consentimiento informado, salud materna y justicia reproductiva en Puerto Rico.ANUNCIO: Criamos Aquí (Evento co-coordinado por Paloma)
A dependência de subsídios estatais e a falta de fiscalização na habitação reduzem os incentivos à poupança. Ainda, a CPI vai desprestigiar a imagem da PJ?See omnystudio.com/listener for privacy information.
A dependência de subsídios estatais e a falta de fiscalização na habitação reduzem os incentivos à poupança. Ainda, a CPI vai desprestigiar a imagem da PJ?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Existe uma corrida acontecendo no mundo. Ela não está nas pistas. Está nos laboratórios. E quem chegar primeiro pode ajudar a definir como vamos produzir alimentos nas próximas décadas. Estamos falando de editar genes com precisão. Desenvolver plantas mais preparadas para enfrentar doenças e estresses. Aumentar a vida útil dos alimentos. Criar novas soluções para controlar pragas. E fazer em semanas aquilo que, em determinados processos, poderia consumir anos de melhoramento. Esse avanço abre um leque ainda maior: durante muito tempo, colocar uma inovação biotecnológica no mercado exigiu investimentos tão altos que poucas empresas tinham condições de participar desse jogo. Agora, esse cenário começa a mudar. É a “democratização da biotecnologia”, segundo o nosso convidado deste episódio. Pesquisador da Embrapa há 36 anos e membro da CTNBio por dez mandatos, Alexandre Nepomuceno viu a transgenia chegar, acompanhou suas polêmicas e hoje presencia uma nova geração de tecnologias abrir possibilidades que pareciam improváveis. Inclusive para pequenos grupos de pesquisadores e startups brasileiras. Enquanto o mundo discute inteligência artificial e revolução digital, ele chama atenção para outra transformação que avança quase silenciosamente (para a maioria das pessoas): a revolução genética, impulsionada por tecnologias como edição gênica, CRISPR, RNA interferente, capazes de acelerar caminhos que o melhoramento convencional poderia levar muitos anos para percorrer. É uma corrida na qual o Brasil tem agricultura, conhecimento e gente preparada para competir. Mas será que estamos investindo o suficiente? Afinal, formar cientistas brilhantes e não criar espaço para transformar conhecimento em inovação também pode significar ver esse futuro sendo construído em outros países. Neste episódio, ciência de ponta vira conversa de porteira aberta. Sem complicação. Com exemplos que impressionam. E com uma provocação que interessa a todo o agro brasileiro: quem vai desenvolver as tecnologias que vão produzir o alimento do futuro?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Você está tentando fabricar o fruto na força do ódio? Nesta série, o Pr. Tico Martiniuk percorre os nove frutos do Espírito de Gálatas 5.22-23 para mostrar que amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio não são conquistas do esforço humano: são produzidos pelo Espírito Santo em quem se expõe ao sol de Deus.A série percorre as três dimensões do fruto do espírito: a dimensão da alma, a dimensão do caráter e a dimensão das relações, mostrando como o Espírito Santo transforma de dentro para fora quem se deixa encher por ele.====
Hugo, el Cojo Feliz, llega a Podcast Auténtico con Pedro Prieto y Titi Jaques a hablar de lo que casi nadie se anima: qué pasa cuando tu mamá rehace su vida y tú, ya siendo adulto, no lo puedes aceptar. Sus papás se separaron hace cuatro años, su mamá tiene novio, su papá tiene novia, y esa es exactamente la conversación de fondo de su película A Toda Madre. De ahí la charla se va a donde no esperábamos: cómo le explica a su hija de cuatro años que su papá usa bastón, qué le contesta a quien le dice que no fue planeado, por qué dice que el Cojo Feliz es mentira, y la única vez que lloró con su hija. Al final, Pedro y él chocan fuerte con la dinámica de De acuerdo / Desacuerdo. Lo que vas a escuchar Paternidad y crianza con discapacidad · Bullying en la escuela y cómo preparar a una hija · Posparto y cómo acompaña un hombre · Vasectomía y métodos anticonceptivos · Ser mandilón por decisión · Límites con suegros, abuelos y con el novio de tu mamá · Nuevas familias y padrastros · Amistad entre hombres y por qué solo saben quererse insultándose · Criar sin nalgadas
Criar con respeto no significa ceder siempre: también implica aprender a ser firmes sin gritar.#joya
Criar también implica enfrentarnos a nuestros propios miedos, inseguridades y experiencias del pasado. Y a veces, sin darnos cuenta, podemos proyectarlos en la forma en la que educamos, protegemos o nos relacionamos con nuestr@s hij@s.Bienvenid@s a Territorio Mental, la sección del podcast de MundoPsicologos
Un top 3 de las prédicas más vistas de Danilo Montero sobre uno de los llamados más importantes de la vida: criar a nuestros hijos. En "Una fe viva para mis hijos" descubrirás cómo transmitir una fe sincera que pase de generación en generación. En "Estar presente: la herida del rechazo" Danilo aborda cómo sanar las heridas del rechazo y el abandono, y el poder de estar verdaderamente presentes para los nuestros. Y en "Un pastor para tus hijos", desde el ejemplo de Jesús como el buen pastor, aprenderás a ser guía, protección y referente para tus hijos. Tres mensajes que fortalecen a los padres y bendicen a las familias.
Mudar de país não é brincadeira e viver no exterior não é tarefa simples. E a aventura de partir se torna ainda mais intensa quando deixamos a nossa zona de conforto com nossos filhos. Hoje falamos de como é desafiador criar filhos no exterior, das vantagens e desvantagens e esperamos que você goste!
JK Cast #272 - É Possível Criar a Terrabrás? Escala 6x1 é a Escravidão Moderna? A Riqueza das Nações
Devocional para hoy:Criar hijos es un proceso en el que se siembra pacientemente instrucción, cuidados, amor, etc., y al final los frutos se obtienen, aunque muchas veces se ven años después.Instruye a tus hijos en los caminos de Dios, acorde con la Biblia.Busca, Proverbios 22:6Puedes ver el video aquí, https://vidawc.short.gy/De371VLee el articulo completo aquí, https://vidawc.short.gy/De371Escucha el audio aquí, https://vidawc.short.gy/De371ABuen DiaPr Juan C Quintero#FE, #CONFIAR, #ADORAR, #DIOS, #JESUS, #ESPIRITUSANTO, #DEVOCIONAL, #PASTOR, #IGLESIA, #VIDA, #BIBLIA, #PALABRADEDIOS, #BUENDIA, #TEMORES, #VIDAWORSHIPCENTER, #JUANCQUINTERO, #JCQPastor, #VidaWC, #BuenDiaTodosLosDiasConviértete en un supporter de este podcast: https://www.spreaker.com/podcast/buen-dia-todos-los-dias--3612971/support.
Um ouvinte está preocupado com o regresso às aulas. Tem três crianças pequenas que enfrentam a escola e as atividades extracurriculares e tem receio do stress do dia a diaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Veja também em youtube.com/@45_graus Miguel Castanho é professor catedrático de Bioquímica na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e investigador na área da bioquímica física de fármacos, sendo group leader no GIMM - Instituto Gulbenkian de Medicina Molecular. _______________ Índice (2ª Parte): Investigação do autor Importância da investigação fundamental "navegar é preciso, viver não é preciso" Papel da barreira hematoencefálica Maiores desafios ao desenhar um fármaco Limites dos testes em animaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Rui Teixeira Santos (Chega) vê nas medidas uma "resposta tática e limitada". Mário Amorim Lopes (IL) fala em "cortina de fumo" para desviar as atenções sobre Luís Neves e critica uma "rifa eleitoral".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sabe quando o sistema que demanda a criação constante de obstáculos e tu já não tem mais de onde tirar problema porque a deusa da Caquita sorriu pros jogadores e é um sucesso atrás do outro? Pois o Caquitas de hoje é sobre isso.Quer que a sua pergunta apareça no Caquitas? Manda pra gente anonimamente por aqui!Quem quiser anunciar com a gente, pode entrar em contato com caquitaspodcast@gmail.comPara entrar em contato direto conosco para assuntos não-comerciais, use as redes sociais ou o email caquitaspodcast@gmail.comNo mais, sigam o Caquitas nas redes sociais, e se quiserem virar nossos padrinhos, dá pra assinar pelo Apoia-se ou pelo Catarse!Lista de presentes do Caquitas
Pregação AP Wissam Criar nosso Ambiente de Milagres
En este mensaje, el pastor Taylor nos anima a criar hijos con intención, disciplina y mucha confianza en Dios. No se trata de controlar cada paso, sino de formar, acompañar y aprender a soltar. Dios ama a nuestros hijos más de lo que nosotros podemos amarlos, y mientras los guiamos, también usa la paternidad para formar nuestro propio corazón. Mensaje del 06 de septiembre del 2026 en el campus Surco de la iglesia Caminodevida - Lima, Perú por el pastor Taylor Barriger.
Não tem corpo, mas tem sangue. E o sangue fala. Nesta segunda mensagem da série Casos de Polícia, Melqui Moreira parte da história de José em Gênesis 37 para revelar a dimensão mais profunda do evangelho: o sangue de Cristo não é símbolo de morte, é a fonte de toda a vida.Com uma jornada pela teologia bíblica do sangue, desde os rituais dos povos antigos até o sistema levítico e o novo pacto em Cristo, a mensagem responde a uma das perguntas mais urgentes da vida: de onde vem a vida plena? E a resposta está nas manchas de sangue que estão nas nossas vestes e que não são nossas.Nesta mensagem você vai aprender:Por que o sangue sempre foi o símbolo máximo da vida em todas as culturas antigasAs duas verdades que o sistema levítico revelou sobre o sangue e o sacrifícioPor que você não poderia estar na cruz: nós estávamos mortos em delitos e pecadosO padrão bíblico que se repete de Abraão a José: um animal morre para que você vivaO que significa ter vida abundante segundo o evangelho, além da vida biológicaPor que José pôde cumprir o seu propósito graças ao sangue que não era deleA diferença entre lei e evangelho: da proibição de beber sangue ao convite de beber a vidaTextos base: Gênesis 37.31-34 | Hebreus 13 | 1 Coríntios 11 | João 1.29
Neste episódio o Miguel traz uma framework prática de 6 passos para criar uma oferta para qualquer produto ou serviço.
Existem três formas de sabotar a venda do próprio plano de acompanhamento, e nenhuma delas parece sabotagem. Criar o plano e nunca oferecer. Oferecer com culpa. Desistir no primeiro não. Neste episódio, Dr. Lorenzo Tomé mostra por que esses três comportamentos são sintomas, e não causa. O médico tenta resolver comprando mais ferramenta, mais técnica de venda, mais estudo. E o negócio segue parado, porque script resolve o que falar, mas não resolve o que o médico sente quando fala. A tese central é direta: antes da estrutura, vem a identidade. Anos operando como peça de uma engrenagem podem ter sufocado a memória do porquê aquela pessoa escolheu a medicina. A competência segue intacta. O que arrefeceu foi o propósito. E não há técnica de marketing ou de vendas que resolva isso no lugar do médico. O episódio também trata da diferença estrutural entre os dois modelos. A consulta avulsa resolve e acaba. O plano de acompanhamento pede afirmação de valor semana a semana, expõe a autoimagem e alimenta o medo de virar vendedor. Só que é exatamente essa entrega contínua que diferencia, justifica o preço e afasta o médico da condição de commodity. A frase que resume o episódio: não é o paciente que resiste ao plano de acompanhamento. Na esmagadora maioria das vezes, é o médico. O background do Dr. Lorenzo Tomé Lorenzo Tomé é médico, fundador e CEO da SD Escola de Negócios Médicos, escola especializada em estruturação de modelos de negócio para médicos com ética, método e previsibilidade. Com mais de 500 médicos capacitados, desenvolveu uma metodologia própria baseada em receita recorrente por acompanhamento longitudinal, que combina gestão, marketing, vendas, finanças e tecnologia aplicados à prática clínica. Atua como mentor direto de médicos em diferentes especialidades, ajudando-os a construir negócios sustentáveis, escaláveis e alinhados com o propósito de cuidar. Entre na Comunidade SD no WhatsApp e tenha conteúdo gratuito todos os dias sobre negócios médicos. Assista esse episódio também em vídeo no Youtube no nosso canal Saúde Digital Podcast! Acesse os episódios anteriores! SD373 - 7 motivos para o médico ir além do jaleco SD372 - Sua secretária não é custo: estruture a porta de entrada do faturamento SD371 - Os cinco pilares que a faculdade não te ensinou a estruturar Música: Declan DP - Echo Music © Copyright Declan DP 2018 - Present. https://license.declandp.info | License ID: DDP1590665
Ao participar de cúpula da Organização de Cooperação de Xangai, António Guterres pediu reforço da colaboração em segurança global, reforma da arquitetura financeira, combate à crise climática e governança da Inteligência Artificial.
En este episodio hablamos de una realidad que muchas mamás conocemos demasiado bien: ser mamá y trabajar… o ser mamá y hacer un trabajo que nadie paga. Porque quedarte en casa también es trabajar. Criar, organizar, cocinar, limpiar, anticipar necesidades, acompañar emociones, coordinar citas y sostener una familia requiere tiempo, energía y una carga mental enorme, aunque no llegue un cheque a final de mes. Hablamos de la culpa que puede aparecer cuando trabajamos fuera de casa, de lo poco que se reconoce el trabajo de quien decide quedarse y de esa presión constante de sentir que, hagamos lo que hagamos, deberíamos estar haciendo más. Una conversación entre mamás sobre trabajo, maternidad, dinero, identidad y algo que necesitamos recordar más: no hay una sola manera correcta de ser mamá. Si terminaste este episodio pensando "necesito un poquito más de apoyo en esta etapa", queremos que sepas que no tienes que seguir resolviéndolo todo sola. En The Circle creamos diferentes formas de acompañarte según lo que tú y tu bebé necesitan hoy:
nesse episódio eu uso a imagem da figueira da Sylvia Plath pra pensar em como querer tudo ao mesmo tempo pode te deixar paralisada. falo sobre como tentar fazer tudo te leva a não fazer nada e sobre o que acontece quando tudo aquilo que a gente sonha, inspira e idealiza nunca se materializa: isso não some, isso se volta contra a gente.
Quando Deus encontra um corpo, ele não arquiva o processo. Nesta mensagem poderosa ministrada no culto dominical do MAP Curitiba, Melqui Moreira parte de uma lei esquecida em Deuteronômio 21 para revelar que vidas inocentes sempre importaram para Deus e que o ápice de toda essa história começa com um corpo: o corpo de Cristo.Com um olhar profundo sobre justiça, dignidade humana e o evangelho, a mensagem conecta o ritual bíblico dos anciãos diante do morto desconhecido com a realidade dos 32.000 homicídios anuais no Brasil e com o convite urgente de Cristo: não faça vista grossa para o meu corpo.Nesta mensagem você vai aprender:O que Deuteronômio 21 tem a ver com os 32.000 homicídios por ano no BrasilPor que o pecado não é particular: ele tem impacto social, familiar e econômicoA função pedagógica da lei: elevar a consciência de que vidas inocentes importamPor que o ápice do evangelho começa com um corpoAs 3 coisas que o corpo de Cristo fala: dignidade, pertencimento e vida eternaPor que a lei falhou onde o corpo de Cristo transforma a essência das pessoasO que significa não arquivar o processo do corpo de CristoTextos base: Deuteronômio 21.1-9 | Hebreus | 1 Coríntios 11
Se puede criar a los hijos sin mentiras… y sin religión? Odín Dupeyrón, creador de ¡A vivir! y de En Busca de la Razón, responde lo que ningún papá se atreve a preguntar: qué decirle a tu hijo cuando pregunta por Dios, qué hacer cuando descubre la verdad de Santa Claus, y por qué decirle "puedes ser lo que quieras en la vida" es una mentira. En este episodio de Podcast Auténtico, Pedro Prieto y Titi Jaques hablan con Odín sobre crianza, educación sin religión, pensamiento crítico y criterio: por qué cree que "la religión es abuso infantil", cómo poner límites con amor, quién daña realmente a los niños (no es un extraño), masculinidad, y por qué una infancia realista termina siendo una infancia feliz. Además, Pedro cuenta la historia más personal que ha contado en este podcast: lo que le pasó con su hijo en el hospital… y la respuesta de Odín que no se esperaba. Si eres mamá o papá y quieres educar a tus hijos para la vida real sin miedos, sin fantasmas y sin mentiras, este episodio es para ti. Síguenos y déjanos tu opinión: ¿tú le dirías a tu hijo que Dios no existe?
Criar uma empresa em Portugal tornou-se uma "corrida de obstáculos". Entre nomes, legalização e burocracias é uma verdadeira dor de cabeça prolongada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conseguir um nome para a empresa que seja aceite e encontrar um balcão que funcione para a registar são alguns dos obstáculos a ultrapassar por quem constitui uma empresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Conseguir um nome para a empresa que seja aceite e encontrar um balcão que funcione para a registar são alguns dos obstáculos a ultrapassar por quem constitui uma empresa.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Criar uma empresa em Portugal tornou-se uma "corrida de obstáculos". Entre nomes, legalização e burocracias é uma verdadeira dor de cabeça prolongada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
¿Cómo podemos ayudar a nuestros hijos a crecer con responsabilidad, autonomía y buenos valores? Lupita Venegas comparte consejos prácticos para educar hijos capaces de asumir las consecuencias de sus decisiones y afrontar la vida con madurez.
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Fachin lança cartilha sobre remuneração de magistrados e defende Judiciário. CNJ confirma afastamento de juiz que bebeu vinho e fumou durante sessão em MG. Dino e Moraes defendem reabertura de debate sobre diploma para jornalistas. Brasil se despede de duas lendas da dramaturgia: Laura Cardoso e Glória Menezes.
¿Y si el sueño americano también significa tener la libertad de irte?Jessica Cuevas nació y creció en Estados Unidos como hija de inmigrantes mexicanos. Sus padres hicieron el sacrificio de emigrar buscando una vida mejor… pero años después, cuando Jessica tuvo sus propios hijos, tomó junto a su esposo una decisión que nadie esperaba: dejar Estados Unidos y mudarse a México para criar a su familia. ¿La razón? Querían algo que sentían que estaban perdiendo: más tiempo en familia, más conexión con sus raíces, una crianza más cercana a la comunidad y una infancia diferente para sus hijos.En esta conversación hablamos sin romantizar la decisión de volver a México: qué los llevó a hacerlo, cómo reaccionaron sus familias, qué fue lo más difícil de adaptarse, qué descubrieron de México que nunca habían imaginado y por qué Jessica dice que hoy se siente mucho más feliz con la decisión.También hablamos de:• El sueño americano visto desde la segunda generación de inmigrantes.• ¿Por qué algunos hijos de inmigrantes están considerando regresar a sus países de origen?• Criar hijos bilingües y mantener el sentido de pertenencia.• La diferencia entre el México que conocieron sus padres y el México actual.• El choque de descubrir que México también ha cambiado.• Familia, abuelos y bisabuelos: lo que significa tenerlos cerca mientras tus hijos crecen.• Seguridad, educación y calidad de vida.• Los retos de mudarse de Estados Unidos a México.• Lo que nadie te cuenta cuando haces el camino contrario.• Y la pregunta incómoda: ¿volver a tu país después de una generación es un fracaso… o también puede ser parte del sueño de tus padres?Jessica reconoce que su experiencia parte de una posición privilegiada: ella y su esposo pueden trabajar de manera remota, tienen doble nacionalidad y sus hijos son pequeños. Pero su historia abre una conversación mucho más grande sobre las opciones que tenemos como hijos de inmigrantes.Porque quizás nuestros padres emigraron para que nosotros tuviéramos una vida mejor.Y quizás parte de esa “vida mejor” también sea tener la libertad de elegir dónde queremos criar a nuestros hijos.
¿Cómo criamos desde nuestras experiencias sin hacer que nuestros hijos carguen con heridas que no les pertenecen?En este episodio, Katia conversa con la periodista, emprendedora y madre de tres Astrid Rivera sobre las muchas transformaciones que llegan con la maternidad. Astrid habla de su reciente decisión de alejarse de un trabajo que alguna vez representó un sueño para hacer espacio para una nueva etapa, estar más presente con sus hijos y reencontrarse consigo misma fuera de los títulos profesionales.Como sobreviviente de abuso sexual infantil, Astrid también comparte cómo ha aprendido a criar sin convertir su propio trauma en el miedo de sus hijos. Juntas, hablan sobre consentimiento, autonomía corporal, conversaciones difíciles, pedirles perdón a nuestros hijos y la responsabilidad de romper patrones generacionales mientras seguimos sanando nuestras propias heridas.Y mientras su hijo mayor se prepara para dejar el hogar, Astrid reflexiona sobre otro duelo silencioso de la maternidad: criar a nuestros hijos para el mundo y, eventualmente, tener el valor de dejarlos ir.Una conversación profundamente vulnerable sobre maternidad, trauma, sanación, crianza consciente, consentimiento, ciclos generacionales y el amor que permanece incluso mientras todo cambia.Puedes encontrar a Astrid y seguir sus proyectos/causas en @astridriveratv , @feel.organization , @reposheshopDon't forget to FOLLOW the podcast on Instagram and TikTok. SUBSCRIBE to our YouTube channel for all the unapparent content you never knew you needed.
En este episodio hablamos de cómo criar hijos seguros de sí mismos a partir de las 7 fuentes que nutren su desarrollo emocional, su autoestima y su forma de relacionarse con el mundo. Descubrirás por qué la seguridad de un hijo no se construye desde la exigencia, la perfección o el control, sino desde la presencia, la aceptación, el amor, los límites y el ejemplo diario de sus padres. Una conversación para llevar las 7 fuentes a la práctica y entender cómo cada gesto, palabra y decisión puede ayudar a formar hijos más plenos, auténticos y confiados en quienes son. Si tienes más de 10 colaboradores en tu empresa...¡Aprovecha esta extraordinaria oportunidad! AGENDA AQUÍ Descarga GRATIS en nuestra página web el libro "Estimado Emprendedor", una guía empresarial y espiritual / alta consciencia para lograr ser un emprendedor dueño de pequeña y mediana empresa exitoso y pleno: https://helpimentoring.com/ Si te está gustando el podcast te pido tu apoyo para suscribirte y dejar un buen review de (5 estrellitas), servirían mucho para que más emprendedores dueños de pequeñas/medianas empresas como tú puedan tener acceso. Sígueme en redes sociales para que me hagas tus comentarios sobre los episodios ¿qué te gustó?, ¿qué no te gustó?, ¿qué te llamó la atención?, para seguir ayudándote y seguir mejorando el podcast. INSTAGRAM: https://www.instagram.com/helpimentoring.com FACEBOOK: https://www.facebook.com/helpimentoring Aprovecha toda la ayuda que podemos darte en helpi Mentoring: 1. Con nuestros Master Class virtuales gratis. Por este medio y en Facebook podrás enterarte de los temas, días y horas. Hacemos 4 Master Class al mes. 2. Con nuestros Facebook Live gratis de Lunes a Jueves. https://www.facebook.com/helpimentoring 3. Con nuestro blog que publicamos en nuestra página de Internet: https://helpimentoring.com/blog/ En todos los formatos mencionados anteriormente compartimos herramientas exclusivas de nuestro programa que incluye muchas de las mejores herramientas y metodologías especializadas en pequeñas/medianas empresas a nivel mundial como EMyth (de Michael E. Gerber), Pumpkin Plan (de Mike Michalowicz), Profit First de Mike Michalowicz), Duct Tape Marketing (de Jhon Hantsch), etc. de diferentes áreas (operaciones, finanzas, Capital Humano, Marketing, Ventas, etc.). Mantente positivo y busca ayuda.
¿Estás haciendo todo bien como padre o madre… y aun así sientes que algo falla? La psicóloga Yugle Rivas, especialista en familia y crianza, llega a "Elijo Ser Feliz" con una verdad que incomoda y libera al mismo tiempo: no existe el padre perfecto, y pretender serlo le hace más daño a tus hijos que tus propios errores. En esta conversación con Mariale, Yugle nos lleva en un viaje desde nuestra propia infancia hasta nuestra adultez, porque el padre o la madre que eres hoy fue primero un niño que también fue marcado. Y entender eso lo cambia todo. Hablamos de: ▸ Por qué hagas lo que hagas, de alguna manera vas a marcar a tus hijos, y eso está bien ▸ Cómo tu propia crianza afecta la forma en que educas hoy ▸ Qué significa realmente ser un padre o madre consciente ▸ Cómo criar hijos felices y exitosos sin caer en la trampa de la perfección ▸ La presión de las redes sociales y las "familias perfectas" que nos paraliza El éxito como padre no es no equivocarte. Es ser consciente.
Vivimos en una época donde los hombres parecen estar atrapados entre dos extremos infértiles: por un lado, el machismo tradicional que busca controlar y someter; por el otro, una masculinidad hiperdudosa, llena de miedos y paralizada sin saber cómo proteger o servir. En este revelador episodio de Historias hechas Canciones, Nayo Escobar platica con el psicoanalista Jorge Cantero para desarmar, sin filtros ni adornos, la verdadera psicología masculina. Analizan por qué el machista busca relacionarse con mujeres fuertes solo para "hacerlas pedazos", desmitifican las modas de redes sociales sobre "energías masculinas y femeninas", y revelan cómo se forma a un hombre de verdad con un balance sano, con autoridad pero con empatía. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Jonata Rocha é 1º tenente da reserva do Exército Brasileiro, empresário e fundador da A Divisão.AS MELHORES PARTES DOS PODCASTS: Cortes do Lutz: https://www.youtube.com/@CortesdoLutzOFICIAL/LINKS DO EPISÓDIO:Insta do Jonata: https://www.instagram.com/jon.divisaoA Divisão: https://acheumveterano.divisao.app/PUBLICIDADE:Entre em contato: comercial@lutzpodcast.comREDES SOCIAIS:Instagram do Lutz: https://instagram.com/lutzloboInstagram do Podcast: https://instagram.com/lutzpodcast
En este episodio de Sandra Sin Filtro, Sandra conversa, sin filtros, con Silvia Todorov, coach de vida, hipnoterapeuta certificada y practicante de PNL y mindfulness, quien llegó a Estados Unidos desde Colombia a los dieciocho años, sin hablar inglés, sin una red de apoyo y sin un plan perfecto.Silvia comparte la historia que lo cambió todo: una humillación mientras limpiaba baños que se convirtió en el detonante para dejar de sobrevivir y construir Zilergy, la marca que nació de unir su nombre con su esencia de energía. Hablamos de las creencias limitantes que muchas inmigrantes latinas cargamos, de cómo salir de la "programación" heredada de nuestros padres, de la depresión que llegó cuando alcanzó el éxito material y de por qué pedir ayuda no es una debilidad, sino una fortaleza.También tocamos temas que mueven el corazón de toda mujer migrante y mamá: la energía femenina y la relación con el dinero, la culpa materna al perseguir tus sueños, cómo criar hijos con reglas, amor y tiempo de calidad, cómo elegir un buen coach sin caer en estafas y por qué invertir en ti misma es el primer paso para atraer prosperidad.Un episodio profundo, real y lleno de humor para toda latina que siente que vino a este país a hacer algo grande. Cree en ti: tú eres el plan.
CRIATIVIDADE parece significar algo muito além do que se costuma acreditar. A Professora e voluntária de Nova Acrópole, Lúcia Helena Galvão, apresenta uma visão mais profunda sobre o que é verdadeiramente CRIAR, à luz da Filosofia atemporal. E detalha sete dos principais elementos para sermos mais criativos: 1. Combater o automatismo e medo de errar2. Treinar concentração e observação3. Aprender a relacionar ideias4. Perguntar o porquê das coisas5. Ser eclético, evitar dogmatismo6. Humildade, saber sobre sua própria ignorância7. Querer crescer como Ser Humano