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Es war nur ein Wimpernschlag in der Zeit. Unseren Jungs kam es jedoch vor wie eine halbe Ewigkeit. So viele Eindrücke, so viele Begegnungen und so viele Geschichten.Der Basta-Roadtrip 2026 ist beendet.Zum ersten Mal haben Wumms 1 und Wumms 2 gleich drei Länder in drei Tagen bereist. Los ging es in Bern, weiter führte die Reise ins phänomenale Weimar und schließlich folgte der große Abschluss mit einem Quicky in Würzburg.Marcel und Benjamin berichten aus Deutschland, Österreich und der Schweiz des Jahres 2026.
Hay días que leemos los titulares tecnológicos y nos preguntamos: ¿en qué planeta viven los que inventan estas campañas de marketing? Hoy en el capítulo 24 venimos con ganas de hablar muy claro y desmontar una de las modas más absurdas de la industria: la absurda carrera por ver quién saca pecho con más decenas de miles de 'nits' en la pantalla. ¿De verdad necesitamos un móvil que te broncee la cara cuando miras un WhatsApp a las tres de la mañana? Rascamos la pintura del marketing brillante para contarte qué es lo que de verdad importa cuando sacas el teléfono del bolsillo a plena luz del día.Pero el plato fuerte viene con culebrón fotográfico: Sony se ha guardado su mejor carta en sensores y parece que a los usuarios de iPhone les va a tocar mirarlo todo desde la barrera. Además, reaccionamos en directo al nuevo y esperadísimo teléfono de la compañía japonesa, un dispositivo con muchísimo de lo que hablar.¡Ponte cómodo, dale al play y acompáñanos en este debate sin filtros! Bienvenidos al podcast de Topes de Gama.Usa el código: RHINO para tener un 10% de descuento en toda la webEnlace a RHINOSHIELD: https://url.rhinoshield.es/RHINO-tdg
Liturgia della Settimana - Il Commento e il Vangelo del giorno
Oggi è sabato, giorno della memoria della Beata Vergine Maria. L’esempio di Maria, Madre di Dio, che dedica tutta la sua vita al servizio del Signore, è in pieno contrasto con la prima lettura, dove il popolo ebreo viene ripreso dal profeta Zaccaria (circa otto secoli prima di Cristo), perché trascura il culto del vero Dio per prostrarsi dinanzi a divinità create dalla fantasia dell’uomo. Il profeta viene fatto morire, ma non si fa attendere la punizione del Signore, che mette Gerusalemme e i suoi abitanti nelle mani degli Aramei e, in una congiura, anche il re Ioas, che ne aveva decretato la morte, viene ucciso. Infatti, anche il Vangelo ci ricorda che il nostro spirito non può essere diviso: non possiamo servire sia Dio sia gli idoli. I santi ci sono d’esempio. Spesso leggiamo nelle loro vite la preferenza della forza spirituale alle ricchezze del mondo e alle mollezze dell’anima. Quanti di loro hanno preferito la povertà e il pieno abbandono alla divina Provvidenza, tanto oggi dimenticata. Tanti, attratti dall’amore del Signore Gesù, si sono preoccupati di vivere nel distacco dai beni di questa terra, in attesa di quelli eterni. Voglia il Signore suscitare nell’animo dei giovani il desiderio di coltivare nel proprio cuore i veri valori dello spirito e invogliare anche alla vita di consacrazione quanti avvertono nel loro cuore il soffio della chiamata del Signore. Il richiamo alla realtà della nostra precarietà, della nostra insicurezza e instabilità, ci doni un abbandono filiale alla divina Provvidenza, che ci assicura la sua amorevole assistenza, adducendo come esempio i gigli, l’erba del campo, che da Lui ricevono bellezza e splendore. L’esortazione a cercare il regno di Dio e la sua giustizia ci trovi più disponibili, spronati nel servizio a Dio e ai fratelli.
A ilha de Santo Antão destaca-se pela beleza natural e crescente relevância turística, sendo considerada uma das ilhas mais preservadas e autênticas de Cabo Verde. O desenvolvimento do turismo tem trazido impactos positivos para a economia local, reconhece o presidente da câmara da Ribeira Grande, Armindo Luz, que defende a necessidade de reforçar essas condições com a construção de um aeroporto, infra-estrutura essencial para o futuro da ilha. A Ponta do Sol é um dos principais cartões-de-visita de Santo Antão. O que torna esta localidade tão especial para quem visita a ilha? A Ponta do Sol é, na verdade, a localidade mais a norte de Cabo Verde. É uma cidade voltada para o mar, com uma forte tradição piscatória. Foi também a primeira porta de entrada e saída da ilha de Santo Antão, o que lhe confere uma enorme importância histórica. Há aqui uma particularidade muito apreciada por quem nos visita: é possível contemplar tanto o nascer como o pôr-do-sol. Muitas pessoas passam o dia a percorrer os trilhos da ilha e regressam à Ponta do Sol ao final da tarde para pernoitar. É uma cidade histórica, com uma beleza própria e um património muito interessante. O próprio edifício dos Paços do Concelho tem uma história curiosa. Inicialmente, estava destinado a ser construído na cidade da Ribeira Grande, mas, devido à interpretação de um despacho régio da época, acabou por ser edificado na Ponta do Sol. Com ele foi também transferida a sede administrativa, numa altura em que esta localidade assumia um papel central na administração de Santo Antão. As infra-estruturas actuais - hotéis, transportes e rede viária - conseguem responder ao aumento da procura turística? Estamos a crescer, e isso é positivo. Ano após ano, temos registado um aumento do número de turistas. Ainda estamos longe da situação ideal, mas já se sente uma pressão significativa ao nível do alojamento. Há uma necessidade clara de diversificar a oferta turística e de aumentar a capacidade de resposta. Temos ainda um longo caminho a percorrer, mas estamos conscientes desse desafio e a trabalhar para lhe dar resposta. Tem-se falado da possibilidade de construir um aeroporto em Santo Antão. A ilha precisa dessa infra-estrutura ou as ligações marítimas são suficientes? Sem um aeroporto, Santo Antão terá muitas dificuldades em alcançar o desenvolvimento que ambiciona. Acredito que esta é a infra-estrutura capaz de devolver novas perspectivas de crescimento à ilha. Santo Antão é uma ilha ainda muito preservada. É a segunda maior ilha de Cabo Verde em área e a terceira em população. Nunca teremos turismo de massas, nem esse é o nosso objectivo. Falo particularmente do concelho da Ribeira Grande: não temos condições nem interesse em apostar nesse modelo. O que vemos surgir são pequenas unidades de alojamento espalhadas por toda a ilha. Mesmo na cidade da Ponta do Sol, a maior unidade turística tem uma dimensão relativamente reduzida. Encontramos sobretudo alojamentos com dois, três, quatro, dez ou doze quartos. É raro encontrar estabelecimentos com mais de vinte quartos. Este modelo permite oferecer uma experiência mais personalizada e, ao mesmo tempo, impulsionar outros sectores da economia. O turismo é hoje o principal motor do desenvolvimento de Santo Antão e um dos mais importantes de Cabo Verde. É através dele que valorizamos os produtos agrícolas e os recursos do mar. Há quem tema que um aeroporto possa afectar a paisagem natural e o equilíbrio ambiental da ilha. Como responde a essas preocupações? O desenvolvimento traz sempre desafios. A nossa responsabilidade é garantir que esses desafios sejam enfrentados de forma sustentável. Estamos numa fase em que ainda é possível planear bem e integrar todas as preocupações ambientais desde o início. Temos procurado fazer esse trabalho e consideramos que isso é fundamental. Ao mesmo tempo, um aeroporto criaria novas oportunidades para os jovens. Seriam necessários gestores, engenheiros, técnicos especializados, economistas, informáticos e profissionais de várias áreas. Se permanecermos exactamente como estamos, muitos jovens continuarão a abandonar a ilha por falta de perspectivas de emprego. De que forma o turismo tem contribuído para a criação de emprego e para o desenvolvimento económico local? O impacto é visível em vários sectores. Na pesca, por exemplo, a procura aumentou significativamente. Isso valorizou o produto e incentivou novos investimentos. Na agricultura, temos assistido a melhorias importantes, nomeadamente através da introdução de sistemas de rega gota-a-gota e de técnicas de irrigação mais eficientes. Também na pesca se nota uma evolução. Cada vez mais pescadores investem em novas embarcações. A Câmara Municipal inaugurou recentemente um posto de abastecimento de combustível destinado exclusivamente aos pescadores e concluiu a primeira fase do complexo de pesca da Ponta do Sol, junto ao cais. Nesse espaço, os profissionais têm acesso a gelo a preços acessíveis, produzido com recurso à energia fotovoltaica. Além disso, temos apostado na motorização das embarcações através de linhas de financiamento em que 50% do investimento é concedido a fundo perdido e os restantes 50% através de microcrédito. Existe um período de carência de seis meses, sem encargos, antes do início da amortização. Estamos igualmente a incentivar a substituição gradual das embarcações mais pequenas por outras de maior dimensão, permitindo aumentar os rendimentos dos pescadores e melhorar o abastecimento da indústria conserveira de São Vicente. Apesar destes progressos, Santo Antão continua a perder população. Como inverter essa tendência e criar oportunidades para os mais jovens? A palavra-chave é conectividade. O aeroporto não é uma obra de luxo; é uma necessidade estratégica. Hoje, o turista que sai de Paris, Frankfurt, Lisboa ou Bruxelas quer chegar ao destino da forma mais rápida e cómoda possível. Nem todos estão disponíveis para efectuar uma travessia marítima. Há muitos visitantes que passam férias no Sal ou na Boa Vista e que gostariam de conhecer Santo Antão, mas não conseguem fazê-lo de forma simples devido à ausência de uma ligação aérea. O aeroporto permitiria ligar Santo Antão aos principais mercados emissores de turistas e reforçar a ligação às ilhas do Sal e da Boa Vista, que concentram mais de 80% das entradas turísticas em Cabo Verde. Acreditar que Santo Antão pode desenvolver-se apenas com as ligações marítimas é um erro. Basta olhar para o exemplo das Canárias, onde todas as ilhas possuem aeroporto e algumas têm mais do que um. Além disso, durante os meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro, quando coincide a época alta do turismo com períodos de mar mais agitado, muitos visitantes sentem dificuldades na travessia marítima. O que defendemos é simples: quem quiser fazer a viagem de barco deve continuar a poder fazê-lo. Mas quem preferir chegar directamente à ilha também deve ter essa possibilidade.
Como se esbanja por aí a eternidade, como se sacodem as suas pulgas, condenando os melhores vícios, a desordem sábia, e abrimos mão dos verdadeiros triunfos, da íntima noção dessas alegrias humildes, desse calor das existências comuns, do tempo em que os homens nasciam à beira das paixões e o único imperativo era não se afastarem demasiado. Mas, agora, precisam dar a volta, atravessar a perda de si mesmos, para reencontrarem algum sentido nas coisas que dizem e sentem, descobrindo com grande custo a «bela língua obscura dos condenados à morte», pois nesses renasce o fascínio pelos dias, pela sucessão de instantes que se ganha, se expande, e deles se ouve esse «soluço ilegível na frase humana», desbravando a perda, «a agonia nessa fronha desbotada,/ a vida finalmente vencida, a afonia,/ o tempo finalmente corroído, abolido…» Fomos apressados de tal modo e tão consistentemente que nalgum desvão nos livrámos de nós próprios. «Despacha-te. Eis a alegria e a miséria dos homens», escreve Benjamin Fondane. Porque todos sabemos que «os massacres começam pelo trigo», e que «o pão não brota da árvore do sono», fomos levados a fazer tanto, a sacrificar as melhores horas, tamanha energia apenas para não nos virem com a conversa. Basta pensar no muito que os homens suportam para não recair sobre eles a ênfase moralizadora dos demais. Mas enquanto a Terra segue e se afunda toda ela no não-ser, no vazio, o maior luxo é virar costas, não perder tempo entre esses que se mostram estranhos à sua própria vida, arrastar alheadamente o balão de soro do ócio de um lado para o outro, desfraldado, procurando escutar de tempos a tempos, na linha, nas zonas desumanas da produção, alguma réstia do espírito, alguém que solte «o grito agudo dos índios selvagens». Essa é a única música em que ainda pode confiar-se. Enquanto se multiplicam por toda a parte os deuses da vergonha, a linguagem está submetida a essas figuras de estilo com que se adornam os seres vencidos, dançando mecanicamente ao sabor de uma «música suja e intermitente, / como uma velha dor de dentes fiel e palpitante». E se tantos se queixam, se é a própria pele que soluça no vazio, se tantos lançam um olhar suplicante ao redor, só encontram a mesma expressão, o mesmo desalento: «não consigo sair desta armadilha infinita». «A fonte da vida afasta-se, está tão longe», adianta Fondane, parece que assistimos a uma «invasão-fantasma», e continuamos à procura de um peso, de algum sabor que nos leve noutro sentido… «Vidas gastas à procura de outras vidas gastas/ procuramos os nossos prazeres com órgãos desgastados»… «No cinema os homens estão lado a lado/ com o mesmo coração e as mesmas entranhas,/ desprendidos, estranhos à sua própria vida/ enterraram-na dentro de si como uma afronta que se oculta/ a sua própria vida no entanto que não ousam beijar na boca,/ que arrastam consigo, como um velho guarda-chuva,/ — esses velhos guarda-chuvas que se esquecem nos bancos de um eléctrico —». Por toda a parte a relação desses elementos impiedosos, enquanto um mundo de desejos equívocos nos encurrala aqui e ali, e os profetas dizem o que já sabemos, erguem mundos paralelos de forma a traduzir com um apelo fantástico o mesmo mal, como os homens são levados a trair-se intimamente, e, de tão propalados esses sóis da fome, deixam-se instruir, adaptam-se ao consumo da carne humana. «A formulação tortuosa do juridiquês», diz-nos Frank Herbert, «desenvolveu-se a partir da necessidade de ocultarmos de nós próprios a violência que tencionamos exercer uns sobre os outros. Entre privar um homem de uma hora da sua vida e privá-lo da própria vida existe apenas uma diferença de grau. Exerceste violência sobre ele, consumiste a sua energia. Elaborados eufemismos podem disfarçar a tua intenção de matar, mas, por detrás de qualquer exercício de poder sobre outrem, subsiste sempre a mesma pressuposição última: 'Eu alimento-me da tua energia.'» Por estes dias, vemos desenrolar-se esse argumento insidioso a favor de um aviltante darwinismo, lógicas de selecção social que instalam entre esse elemento de predação constante, criando-se a legitimidade moral para que cada um viva a sua vida como denúncia da fraqueza daqueles que não suportam a naturalidade de todo este enredo pavoroso. Os desempregados e os que se recusam a trabalhar são vistos como a pior corja, há um ódio crescente ao ocioso que, ao contrário dos demais, não dá o litro nem aspira a nenhum título, «antes procura saciar-se com apropria vida, sem os sucedâneos da técnica nem a multiplicidade de mercadorias», como escreve Vivian Abenshushan. «Prefere a despreocupação daquele que nada tem a perder à ansiedade permanente do investidor. A sua forma de vida é excêntrica, uma escolha soberana, marginal, distinta dos valores hegemónicos. Por isso, a sociedade não tolera o ocioso. Um bárbaro. Um inútil. Um desertor hedonista. Um imoral. Entregue ao gozo quotidiano e simples da existência, em que o encontro com os outros e a cooperação voltam a ser possíveis, o ocioso não pode despertar senão intranquilidade e suspeita. E há razões para isso: em toda a desocupação voluntária, prevalece o desprezo pela vida oficial, repleta de formalidades que destroem a saúde mental dos cidadãos. Os que insistem em ver no ocioso o cúmulo da indiferença, um ser apenas vivo, um chulo, e se sentem incómodos na sua companhia, fazem-no porque por detrás dele espreita um perigo: o deslocamento da normalidade, considerada intolerável pelo ocioso, para a esfera do jogo ou do carnaval. Este descarado vira tudo de pernas para o ar. É um provocados (mais insolente do que indolente), pois cometeu o pecado da singularidade, sempre à margem da vida gregária do trabalho, onde as pulsões particulares mal palpitam sob a repetição mecânica.» Alguém sempre nos dirá que por conta desses vícios, todos os outros se vêem obrigados a arcar com o peso, redobrar os seus esforços, trabalhar na sua vez. Mas em que tanto trabalham senão para degradar as próprias condições de vida? Enquanto isso, vemos como o Estado instiga essas formas de cupidez, impõe horas de trabalho obrigatório, institui os subsídios ao salário e o chamado ‘trabalho cívico', sempre num esforço de reduzir e desvalorizar cada vez mais os custos com a mão-de-obra, fomentando e legitimando em grande escala o proliferante sector que apenas vive dos baixos salários e do trabalho de miséria. «O único sentido de toda esta impertinência consiste em levar o maior número possível de pessoas a não apresentar qualquer pretensão ao Estado e em exibir perante os excluídos instrumentos de tortura suficientemente monstruosos para que qualquer trabalho de miséria lhes pareça comparativamente mais aceitável», lê-se no Manifesto Contra o Trabalho, do Grupo Krisis. Podemos dar-lhes todos os argumentos, listar os indicadores em sentido contrário, explicar os efeitos desastrosos de toda a esta actividade imparável, tanta dela contribuindo apenas para o regime geral de sobreprodução, desperdício, dominação, opressão… Preferem sempre lançar-se nos braços dos nossos verdugos. No fundo, estão tão longe das paixões que noutros tempos explicavam a própria multiplicação, que só o trabalho explica as suas existências. Refastelam-se no cadáver de todos os deuses antigos, gostam de sentir a carne ferida pelos galos mecânicos, ouvem como o anúncio do muezzin o som cada vez mais exausto da vida, prestam culto a esses desastres encadeados. Que pode interessar-lhes o que tenham a dizer os filósofos? «E eu disse à minha própria esperança: Que queres de mim?/ Porque me atormentas incessantemente?» A estupidez mais do que uma convicção, tornou-se uma religião. É a ladainha daqueles que de forma inconsciente foram incorporando a máquina, e que têm a fábrica ou o escritório como o último templo, e têm uma fúria absurda contra tudo esses lirismos heréticos dos que pensam. Vão fazer do homem uma coisa tão descartável como todo esse lixo que tantos os orgulha. Horizontes a perder de vista de lixo. Mas como suprema provocação, em qualquer clareira, lá estará um tipo encostado seja ao que for, a ler uns versos, algo que destoe de toda essa canção rançosa que absorve a existência. E, assim, à margem deste tempo de raiva e loucura, algum filósofo-poeta como Cioran será lido por algum provocador-ocioso, que se compensará de toda essa estupidez, deixando-se estar, rindo de quem trabalha por trabalhar, deleitando-se num esforço estéril, imaginando que é possível realizar-se através de um labor assíduo. Lendo, rindo-se… «O trabalho permanente e ininterrupto embrutece, trivializa e despersonaliza. O trabalho desloca o centro de interesse do homem do domínio subjectivo para o domínio objectivo das coisas. Em consequência, o homem deixa de se interessar pelo seu próprio destino e fixa-se nos factos e nos objectos. Aquilo que deveria ser uma actividade de transfiguração permanente torna-se um meio de exteriorização, de abandono de si mesmo. No mundo moderno, o trabalho significa uma actividade puramente exterior; o homem já não se faz a si próprio através dele, faz coisas. O facto de cada um de nós ter de possuir uma carreira, de entrar numa determinada forma de vida que provavelmente não lhe convém, ilustra a tendência do trabalho para entorpecer o espírito. O homem vê o trabalho como algo benéfico para o seu ser, mas o seu fervor revela a sua inclinação para o mal. No trabalho, o homem esquece-se de si; mas esse esquecimento não é simples nem ingénuo, é antes aparentado com a estupidez. Pelo trabalho, o homem passou de sujeito a objecto; por outras palavras, tornou-se um animal diminuído que traiu as suas origens. Em vez de viver para si próprio — não de modo egoísta, mas para crescer espiritualmente — o homem tornou-se o miserável e impotente escravo da realidade exterior. Para onde foram o êxtase, a visão, a exaltação? Onde está a loucura suprema ou o prazer autêntico do mal? O prazer negativo que se encontra no trabalho participa da pobreza e da banalidade da vida quotidiana, da sua mesquinhez. Porque não abandonar este trabalho inútil e recomeçar sem repetir o mesmo erro dispendioso? Não bastará a consciência subjectiva da eternidade? Foi precisamente o sentimento da eternidade que a actividade frenética e a agitação do trabalho destruíram em nós. O trabalho é a negação da eternidade. Quanto mais bens adquirimos no reino temporal, quanto mais intenso é o nosso labor exterior, menos acessível e mais distante se torna a eternidade. Daí a perspectiva limitada das pessoas activas e enérgicas, a banalidade dos seus pensamentos e das suas acções. Não oponho o trabalho nem à contemplação passiva nem a um vago devaneio, mas a uma transfiguração irrealizável; apesar disso, prefiro uma preguiça inteligente e observadora a uma actividade intolerável e tirânica. Para despertar o mundo moderno, seria preciso elogiar a preguiça. O preguiçoso possui uma percepção infinitamente mais aguda da realidade metafísica do que o homem activo.»
O paulistano Fábio passou a infância achando que seria desenhista, até que uma apresentação na escola despertou seu interesse por engenharia e o levou à Poli-USP. Lá, começou pensando em engenharia ambiental, passou pela elétrica e acabou escolhendo computação, área com a qual já tinha algum contato por meio dos pais e das primeiras experiências com HTML e CSS.Depois de quase dez anos trabalhando no Brasil, uma oportunidade na Amazon abriu as portas para o Japão, onde ele também pôde encurtar a distância de um relacionamento que havia começado em Taiwan. Mais tarde, em busca de projetos com maior impacto, mudou-se para Seattle, nos Estados Unidos, antes de deixar a empresa, tirar um período sabático e se estabelecer em Taiwan.Neste episódio, Fábio detalha essa trajetória, e comenta as diferenças culturais entre todos esses países e o Brasil, além das particularidades de se morar na terra onde mal se tem férias.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaFabio Gusukuma, Engenheiro de Software na Stripe em Taipei, TaiwanLinks:LinkedIn fo FabioTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Es ist WM – Brot und Spiele! Während die Nation auf den Ball blickt, ist die Ablenkung perfekt: Unbemerkt von der Öffentlichkeit schießt unsere Politik das Land weiter ins Aus. Ob Rente, Steuern oder Gesundheit, es wird übel. Und dann auch noch die schlimme Hitze… Darum geht es heute:Benjamin Gollme und Marcel Joppa, die Jungs von Basta Berlin, fragen sich: Was haben Fußball und Politik gemeinsam? Je schlechter es läuft, desto häufiger hört man, dass wir auf dem richtigen Weg sind. Wir schicken unsere Politiker heute ins Basta-Trainingslager, denn ihre Spielbilanz ist verheerend.
QFELV (Tramo de 02:00 a 03:00) Reflexionamos sobre la importancia de demostrar lo que sentimos cada día.
Caporalato, lavoro agricolo all'aperto e rischi legati a picchi di calore. Ogni anno si ripresentano i problemi legati allo sfruttamento e alla tutela della sicurezza dei lavoratori impiegati nella raccolta di prodotti agricoli, in certi casi senza pause, zone d'ombra e un'adeguata organizzazione dei turni. L'approfondimento di Paolo Stern
Tener una visión clara no siempre es suficiente para crear la vida que quieres.Si constantemente dudas de ti, buscas validación, sobrepiensas tus decisiones o sientes que te haces chiquita, probablemente lo que te está haciendo falta es activar tu liderazgo interno.En este episodio hablamos de por qué nos cuesta confiar en nuestro propio saber, cómo recuperar nuestro instinto y qué puedes hacer para construir una confianza que no dependa de resultados, aprobación o certezas externas.Esta es la parte 2 de una serie en donde te comparto los elementos internos para dejar de jugar en chiquito y volverte la mujer que cumple lo que se propone.Proceso de Reprogramación 1-1. AQUÍ TODOS LOS DETALLES.Instagram: @nataliacpriceEpisodio 134: Por qué tus ideas se quedan a medias: la programación interna que te frenaEpisodio 128: Que el miedo a fallar ya NO te frene
Quante volte ci lamentiamo della nostra creatività? Basta con la lagna!Ce lo dice Elizabeth Gilbert nel suo “Big Magic”, edizioni Rizzoli Bur.Basta conla lagna e piuttosto ripetiamoci quanto amiamo la nostra creatività!Ti ricordo che è uscito un nuovo episodio del mio nuovo podcast “SAPORE: arte e creatività in cucina”, in cui gli chef stellati ci raccontano i loro processi creativi, e ti ricordo anche che se ti piace questo podcast, puoi parlarne con qualcuno a cui possa interessare. Ti auguro una buona giornata.A presto!Alessandro#ilmondoinvisibilepodcast #respiropodcast #arte #creatività #ispirazione #podcastitaliani #respiro
Despontando na infância e confirmados na adolescência, os talentos jovens do futebol português nem sempre superaram a transição para o escalão sénior, sobretudo no alto rendimento. Muitas futuras estrelas ficaram aquém do que delas se esperava e afastaram-se da ribalta dos melhores clubes e da seleção nacional. Porque é que estes craques não passaram de grandes promessas? Faltou-lhes sorte, apoio familiar ou empresários certos? Que diferença fazem as lesões e as opções dos treinadores? Os convidados do "Da Capa à Contracapa" desta semana são Rui Passos Rocha, autor de "Promessas do Futebol", o ex-treinador e seleccionador Paulo Bento e o ex-jogador e doutorado em Ciências do Desporto, João Tomás
Despontando na infância e confirmados na adolescência, os talentos jovens do futebol português nem sempre superaram a transição para o escalão sénior e sobretudo no alto rendimento. Muitas futuras estrelas ficaram aquém do que deles se esperava e afastaram-se da ribalta dos melhores clubes e da seleção nacional.Porque é que estes craques não passaram de grandes promessas? Faltou-lhes sorte, apoio familiar ou empresários certos? Que diferença fazem as lesões e as opções dos treinadores em momentos decisivos das curtas carreiras do futebol profissional?Este é o tema do livro «Promessas do Futebol», de Rui Passos Rocha, que o debate numa edição gravada ao vivo na Feira do Livro de Lisboa, com o ex-selecionador nacional Paulo Bento e o antigo jogador João Tomás.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
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Unsere Jungs schießen heute scharf. Muss die Arbeitsministerin ins Gefängnis? Bärbel Bas ist bereit für den Knast. Welche Gefängnisinsel die richtige für die SPD-Frau ist besprechen Marcel Joppa und Benjamin Gollme heute. Außerdem streiten sie sich über Israel und lesen dem religiösen Fundamentalismus die Leviten.Ein Wochenstart für die Geschichtsbücher. Vamos, Jungs!
A che cosa serve inasprire le regole, se non siamo capaci di rispettarle? E cosa serve fare due posti di blocco ogni tanto, se poi nel quotidiano si lascia correre per quieto vivere? E' ora di fermare i monopattini elettrici o drasticamente limitarli, come stanno già facendo in Europa
¡Vuelve La Terracita de Team Barça Podcast! Segunda parada del verano en La Terracita 6x02, ya en abierto para toda la comunidad durante la Copa del Mundo. Arrancamos justo después del España 0-0 Cabo Verde, un debut gris de la selección en el Mundial, con muchos culés sobre el césped y una sensación clara: Lamine Yamal agitó el partido, pero no fue suficiente. Junto a Tony Martínez y Manuel, segundo candidato del Casting TBP 2026, analizamos el atasco de España, el papel de Pedri, Cubarsí, Ferran, Gavi, Dani Olmo y la lectura en clave Barça. Después abrimos carpeta de actualidad azulgrana: el mercado del Real Madrid, la presión externa sobre el Barça, las necesidades reales del equipo de Flick, el debate sobre defensa, laterales, delantero centro y un nombre propio para el centro del campo: Pape Gueye. El bloque central llega con Don Furo, que nos ayuda a entender qué está pasando con el Espai Barça, el posible sobrecoste de las obras del Spotify Camp Nou, la financiación inicial de 1.450 millones, el papel de Limak, la refinanciación, la deuda futura y las preguntas que debería responder el club ante los socios. También seguimos con el Casting TBP 2026, esta vez con Manuel, que pasa por el cuestionario TBP en una prueba con nervios, buen tono y alguna que otra respuesta fallida. ♂ Y cerramos con un relato muy especial desde Colonia, donde Team Barça Podcast vivió su primera cobertura acreditada en una gran cita europea: la Final Four de la Champions de balonmano, con el Barça proclamándose campeón de Europa y conquistando su 50ª Copa de Europa de la historia del club. Un episodio con Mundial, Barça, economía, casting, mercado y emoción europea. ⏰ BLOQUES DEL EPISODIO 00:00 Bienvenida y cambio de plan: La Terracita pasa a abierto 04:54 España 0-0 Cabo Verde: debut gris en el Mundial 10:15 Lamine, Pedri, Cubarsí y lectura culé del partido 17:55 El mercado del Real Madrid y la presión sobre el Barça 25:22 Don Furo explica el sobrecoste del Espai Barça 30:02 Limak, plazos, precio garantizado y responsabilidades 35:58 Más deuda, refinanciación y preguntas para la Asamblea 43:27 Centro del campo del Barça: Frenkie, Pape Gueye y perfiles físicos 51:51 Casting TBP 2026: Manuel y el cuestionario TBP 57:41 Reflexión sobre el casting y la necesidad de reforzar TBP 1:02:49 Final Four de Colonia: TBP acreditado y el Barça campeón de Europa 1:05:08 Voces de Dani Fernández, Antonio Bazán, Dika Mem y Djordje Cikusa 1:11:41 Cierre y próximos contenidos de TBP Mundial y La Terracita Contenido exclusivo y apoyo: • Hazte socio en Patreon: teambarca.com/patreon • Fan en iVoox: Sin publicidad por 1,49 €/mes • Invítanos un café: ☕️ ko-fi.com/teambarcapod Colabora con TBP: • Betbrothers → https://betbrothers.es/?utm_source=page&utm_medium=cta&utm_campaign=n0001&utm_id=0001 Participa: • Fantasy Biwenger: https://biwenger.as.com/go/team-barca-podcast-26 • Encuesta TBP: https://bit.ly/EncuestaTBP Tienda oficial: • https://www.teambarca.com/tienda Conecta: • X: @TeamBarcaPod • Telegram: bit.ly/ChatTBP • Discord: bit.ly/DiscordTBP • Contacto: oyentes@teambarca.com Música: Jamendo.com.
Qualche tempo fa, ho fatto la mia prima exit professionale.Questo, mi ha dato lo spunto per parlarti di come, anche io, ho imparato con il tempo a gestire bene i momenti di chiusura.Buon ascolto,LucaAcquista qui il mio nuovo libro "Basta un'idea": www.mindset.lucamazzucchelli.com ;-) LA MIA PRIMA EXIT (00:00:00)LE TEMPISTICHE CONTANO (00:02:00)LA CHIAREZZA CONTA (00:06:06)ONORA CIÓ CHE È STATO (00:09:09)LASCIA ANDARE (DAVVERO) (00:11:50)IL MIO MANTRA (00:14:52)Alla prossima settimana ;-) Seguimi anche qui sugli altri social: IG: https://www.instagram.com/luca.mazzucchelli/ FB: https://www.facebook.com/lucamazzucchellipsi Substack: https://substack.com/@lucamazzucchelli #aiuto #esperimentipsicologici #psicologia
O recifense Luiz passou por Manaus antes de a família se estabelecer em Brasília. Quando era mais novo, chegou a pensar em fazer medicina, mas a curiosidade por tecnologia falou mais alto. Seguindo um conselho do pai, foi pesquisar possibilidades na engenharia e encontrou na mecatrônica uma área que juntava mecânica, elétrica e computação.Na UnB, o contato maior com software o levou a estágios na Agência Espacial Brasileira e, depois, à Griaule, em Campinas, onde trabalhou com pesquisa e desenvolvimento em biometria. Ainda assim, uma vontade de ter uma experiência internacional seguia em segundo plano, até que um brasileiro na Alemanha apareceu com uma oportunidade envolvendo veículos autônomos, mobilidade conectada, 5G e 6G.Neste episódio, o Luiz detalha melhor essa trajetória, além de comentar sobre as diferenças, para melhor e para pior, de quem sai do Brasil para trabalhar em uma universidade na terra onde o estudo do idioma nem sempre corresponde à prática do dia a dia.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaLuís de Melo, Pesquisador em IA em Lippstadt, AlemanhaLinks:Pesquisador de Imagens do Peru em Campinas, SP – Carreira sem Fronteiras #95TechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Seit Jahren fährt die Politik das Land an die Wand, der Bürger darf die Zeche zahlen. Es fließen Milliarden an Steuergeld in eine Verlängerung des Ukraine-Kriegs, in eine Klima-Agenda und so genannte Demokratieförderung. Doch das Blatt wendet sich… Darum geht es heute:Benjamin Gollme und Marcel Joppa, die Jungs von Basta Berlin, blicken heute auf einen Kanzler, der beim Volk so beliebt ist wie Zahnschmerz. Friedrich Merz manövriert sich selbst ins politische Aus: Durch eine Ausgrenzung der AfD, durch Kriegstreiberei und gebrochene Versprechen. Dafür gibt es nun die Quittung.
Send us a text message and tell us your thoughts.Caribbean culture is one of the most copied, quoted, and consumed forces on the planet and yet the Caribbean is still too often treated like a place to extract value from, not a place to build value with. That tension sits at the heart of my conversation with Alistair Scott, founder of the Diaspora Legacy Collective, as we dig into how Caribbean futures can be shaped through renewed connection with Africa and the global African diaspora for Caribbean American Heritage Month. We get specific about cultural and creative industries (CCIs) and why music, film, fashion, festivals, and digital storytelling should be treated as serious economic development strategy. That leads us into intellectual property rights, licensing, brand protection, and the unglamorous but critical reality that policy only works when governments invest in enforcement capacity.From there, we zoom out to the bigger architecture of Afro-Caribbean cooperation: new business modalities that make cross-diaspora partnerships easier, visa and mobility barriers that slow trade, and why language learning and education can function like infrastructure. Along the way, we challenge misinformation that distorts Pan-Africanism, lift up older cooperative models like partner and susu, and point to modern examples like YouTube creator networks and major cultural moments that prove collaboration already works when we let it. If you care about Caribbean history, Caribbean culture, the creative economy, diaspora development, or people-centered sustainability, you'll leave with both a clearer diagnosis and a more practical vision.Alistair Scott is founder of the nonprofit, Diaspora Legacy Collective. He is also Principal Advisor at Synergy Ecosystems LLC, a coaching and connections service. A lifelong development generalist and Pan African educator, Alistair is passionate about applying a systems and sustainability lens to rethinking how we organize thriving economies and societies. His career over the last two decades has spanned extensive community development, tourism, workforce development, sales and education; and as a civil servant, entrepreneur and non-profit professional across the U.S and the Caribbean. He has built up expertise in fostering developing and deploying social capital, particularly when he led the build out of Basta's Alumni Success workstream and also in his advisory of African diasporan entrepreneurs and young professionals in the diaspora. Alistair also maintains a blog on addressing socio-economic and African diasporan themes, including futuristic takes on countries like Jamaica and Haiti and published a fictional essay in the Atlantic Fellowship's Moya magazine.Support the showConnect with Strictly Facts - Instagram | Facebook | Twitter | LinkedIn | YouTube | Website Looking to read more about the topics covered in this episode? Subscribe to the newsletter at www.strictlyfactspod.com to get the Strictly Facts Syllabus to your email!Want to Support Strictly Facts?Rate & Leave a Review on your favorite platformShare this episode with someone or online and tag usSend us a DM or voice note to have your thoughts featured on an upcoming episode Donate to help us continue empowering listeners with Caribbean history and educationProduced by Breadfruit Media
Alla vigilia di un Mondiale al quale l'Italia non parteciperà - ancora una volta - convochiamo il direttore del Corriere dello Sport Ivan Zazzaroni autore del libro "Per vincere domani. Come il calcio italiano può uscire dalla sua crisi più nera".In attesa di qualche colpo di mercato, il nostro amico bianconero Alessandro Allara si diletta con l'organizzazione di #TwittCup26, il gioco dei pronostici del Mondiale al quale partecipano anche i nostri beniamini Pardo e Genta.E intanto, al Milan tutto tace... con sommo dispiacere dell'amico Carlo Pellegatti. Chiediamo a Francesco Letizia, inviato a Casa Milan di Sportitalia, se qualcosa - in silenzio - si sta muovendo oppure no.
_Here you'll learn 2 common ways to say stop in Italian and when to use them, plus practical phrases with stop that you can use in Italy. _ Learn about our Online Italian School and get a free mini lesson every week: https://joyoflanguages.online/italian-school Subscribe to our new YouTube channel: https://www.youtube.com/@joyoflanguages.italian?sub_confirmation=1 Get the bonus materials for this episode: https://italian.joyoflanguages.com/podcast/stop-in-Italian Today's Italian words: Mi fermo qui? = Shall I stop here? Mi fermo qui un secondo = I'm going to stop here for a second Ci possiamo fermare qui? = Can we stop here? Basta, grazie = That's enough, thank you
Seja membro do Clube do Espiritismo Simples!
En el episodio de hoy hablaremos de la cuenta regresiva rumbo al Mundial y de cómo la Selección Mexicana busca inspiración para romper sus propios límites. Abordaremos la visita de la leyenda del boxeo Julio César Chávez al campamento del Tri, un encuentro cargado de mensajes sobre sacrificio, disciplina y orgullo por representar a México. Además, los analistas debaten qué necesita realmente la selección para competir contra las grandes potencias del fútbol mundial. ¿Basta con el talento o será la mentalidad la que marque la diferencia?, y también repasaremos el panorama de los principales candidatos al título, con una Argentina que llega liberada tras conquistar el mundo, y un Brasil lleno de interrogantes, pero dirigido por primera vez por un técnico extranjero: Carlo Ancelotti. Un episodio que mezcla pasión, historia, presión y esperanza, mientras las selecciones afinan detalles para la cita más importante del fútbol mundial. Mantente actualizado con lo último de 'TUDN Podcast'. ¡Suscríbete para no perderte ningún episodio!Ayúdanos a crecer dejándonos un review ¡Tu opinión es muy importante para nosotros!¿Conoces a alguien que amaría este episodio? ¡Compárteselo por WhatsApp, por texto, por Facebook, y ayúdanos a correr la voz!Escúchanos en Uforia App, Apple Podcasts, Spotify, y el canal de YouTube de Uforia Podcasts, o donde sea que escuchas tus podcasts.'TUDN Podcast' es un podcast de Uforia Podcasts, la plataforma de audio de TelevisaUnivision.
Die Bundeswehr feiert ihren Bundeswehr-Tag, die deutsche Nationalmannschaft pulverisiert die USA und Friedrich Merz startet die Aufholjagd in Mecklenburg-Vorpommern. Ein ereignisreiches Wochenende liegt hinter uns. Marcel und Benjamin rekapitulieren und wütend quer durch die Innen- und Außenpolitik. Es sieht mal wieder schlecht aus, aber eines ist gewiss: Das Gute siegt immer. Ihr seid das Gute. Wir sind das Gute. Und wir werden siegen.
Sei mai entrato in un negozio in Italia senza sapere come chiedere uno sconto? O ti sei bloccato perché non ricordavi come dire «me lo incarta, è un regalo»? In questo articolo trovi tutte le espressioni che gli italiani usano davvero quando fanno shopping — al mercato, in boutique, ai saldi, alla cassa — con le spiegazioni grammaticali più utili e le curiosità culturali che ti faranno sentire subito più a tuo agio. Fare Shopping in Italiano Al Mercato e dal Salumiere Andare al mercato in Italia non è solo fare la spesa — è quasi un rituale sociale. Si chiacchiera, si scherza, si chiede consiglio al venditore. I mercati rionali e i banchi del salumiere sono luoghi in cui il vocabolario cambia rispetto a quello del supermercato: si usano unità di misura diverse, formule di cortesia più dirette e un tono generalmente più informale e familiare. Conoscere le espressioni giuste ti permette di interagire in modo naturale e di ottenere esattamente quello che cerchi. Espressioni Utili «Mi dà mezzo chilo di pomodori, per favore?» «Mi dà due etti di prosciutto?» «Me ne dà ancora un po'?» «Sono buoni questi? Li ha assaggiati?» «Quant'è in tutto?» «Quanto costa al chilo?» L'Etto: l'Unità di Misura Italiana Dal salumiere o al banco dei formaggi si usa moltissimo l'etto — abbreviazione di ettogrammo — che corrisponde a 100 grammi. «Due etti» sono 200 grammi, «tre etti» sono 300 grammi. Usare questa parola è uno dei segnali più immediati di familiarità con la lingua e la cultura italiana. Spesso il venditore ti farà assaggiare qualcosa: non rifiutare mai, sarebbe scortese. In Boutique o nei Negozi di Abbigliamento Entrare in una boutique italiana può essere un po' intimidatorio se non si conoscono le frasi giuste. Il commesso si avvicinerà quasi sempre subito con un «Posso aiutarla?» — una formula cortese ma che può mettere in difficoltà chi non sa come rispondere. Conoscere le espressioni per chiedere taglie, colori, provare un capo o rimandare la decisione all'indomani ti darà la sicurezza di muoverti liberamente, senza sentirti osservato o sotto pressione. Espressioni Utili «Sto solo dando un'occhiata, grazie.» «Ce l'ha in una taglia più piccola?» «Ce l'avete in altri colori?» «Posso provarlo?» «Mi scusi, dove sono i camerini?» «Me lo mette da parte fino a domani?» La Frase Salvavita: "Sto Solo Dando un'Occhiata" Questa è una delle espressioni più utili in assoluto. Rispondere «sto solo dando un'occhiata, grazie» al commesso significa: «voglio guardare in pace, senza essere disturbato». Lui capirà e si farà da parte. Nota grammaticale: il pronome cambia in base al genere dell'oggetto. Per una gonna (femminile) si dice «posso provarla?»; per dei jeans (plurale maschile) si dice «posso provarli?». Un piccolo dettaglio che fa una grande differenza nella naturalezza del discorso. Ai Saldi e all'Outlet I saldi in Italia sono un evento quasi sacro: hanno date ufficiali stabilite dalle singole Regioni — di solito inizio gennaio e inizio luglio — e gli italiani li aspettano tutto l'anno. Nei mercati, nelle bancarelle e nei piccoli negozi è anche comune negoziare il prezzo direttamente: sapere come farlo con le parole giuste può fare la differenza tra pagare il prezzo intero e ottenere uno sconto inaspettato. Espressioni Utili «Quanto mi fa di sconto?» «Me lo fa un prezzo?» — tipica del mercato o dei piccoli negozi «È già scontato o c'è ancora il prezzo pieno?» «Avete delle promozioni in corso?» «Avete una tessera fedeltà?» "Me lo fa un Prezzo?": Quando Usarla e Quando Evitarla Questa espressione funziona benissimo nei mercati, dalle bancarelle e nei piccoli negozi indipendenti — in quei contesti è del tutto normale e attesa. È invece meglio evitarla in un negozio di lusso o in una catena internazionale, dove potrebbe sembrare fuori luogo. Alla Cassa: Pagare e Ricevuta Alla cassa di un negozio italiano potresti trovarti a dover gestire diverse situazioni — dal metodo di pagamento alla richiesta dello scontrino. In Italia il pagamento con carta è ormai diffuso ovunque, ma non sempre garantito nei piccoli negozi o nei mercati. Sapere come chiedere le informazioni giuste ti eviterà momenti di imbarazzo e ti permetterà di chiudere ogni acquisto senza sorprese. Espressioni Utili «Accettate la carta?» «Posso pagare in contanti?» «Posso pagare a rate?» «Mi fa lo scontrino, per favore?» «Ci sono dei costi aggiuntivi?» Scontrino, Ricevuta e Fattura: le Differenze Lo scontrino è quello che ricevi quando compri qualcosa come consumatore: per esempio al bar, in farmacia o al supermercato. Oggi spesso è sostituito dal documento commerciale, che ha preso il posto del vecchio scontrino fiscale. La ricevuta attesta che hai pagato un servizio o una prestazione. È più “nominativa” dello scontrino, ma meno completa della fattura. La fattura è il documento più completo. Serve soprattutto quando l'acquisto riguarda un'attività professionale o aziendale, oppure quando il cliente la richiede. Contiene imponibile, IVA, dati del venditore e del cliente, descrizione della prestazione o del bene venduto. Esempio semplice:Se compri un caffè, ricevi uno scontrino/documento commerciale.Se paghi una prestazione occasionale, potresti ricevere una ricevuta.Se acquisti un computer per la tua attività con partita IVA, chiedi una fattura. Per Regali e Occasioni Speciali Nei negozi italiani tradizionali, soprattutto nelle boutique e nei negozi indipendenti, l'incarto regalo è quasi un'arte — carta colorata, nastri, fiocchi — e di solito è completamente gratuito. È una delle piccole attenzioni della cultura commerciale italiana che sorprende spesso chi viene dall'estero. Basta chiederlo nel modo giusto, e il risultato sarà un pacco regalo curato e professionale senza alcun costo aggiuntivo. Espressioni Utili «Me lo incarta? È un regalo.» «Ci mette un fiocchetto?» «Mi mette anche un bigliettino?» «Fate consegne a domicilio?» «Quanto costa la spedizione?» I Pronomi nei Regali: "Me lo" o "Me la"? Il pronome cambia in base al genere dell'oggetto acquistato. Per una sciarpa (femminile): «Me la incarta? È un regalo. La posso cambiare se non le piace?» Per un cappello (maschile): «Me lo incarta? È un regalo. Lo posso cambiare se non gli piace?» Il pronome indiretto finale (le / gli) si riferisce invece alla persona che riceverà il regalo. Resi, Cambi e Situazioni Difficili Non sempre un acquisto va come previsto — la taglia non va bene, il colore non piace a chi riceve il regalo, o semplicemente si cambia idea. In Italia i negozi applicano politiche di reso e cambio diverse tra loro, quindi è sempre utile chiedere prima di acquistare. Queste espressioni ti permettono di gestire qualsiasi situazione complicata con sicurezza e senza imbarazzo. Espressioni Utili «Posso restituirlo se non mi va bene?» «Entro quanti giorni posso cambiarlo?» «Mi date un buono o il rimborso?» «Mi scusi, ho cambiato idea.» «Mi scusi, mi può aiutare?» «Posso parlare con il responsabile?» Nota: la frase «ho cambiato idea» funziona sempre, in qualsiasi situazione. Basta dirla con un sorriso e nessun commesso italiano si offenderà — è una formula gentile e diretta che chiude la conversazione senza imbarazzo. Domande Frequenti Cosa Significa "Etto" in Italiano? L'etto è un'abbreviazione di «ettogrammo» e corrisponde a 100 grammi. È un'unità di misura usatissima nei negozi alimentari, dal salumiere e al banco dei formaggi. «Due etti» = 200g, «tre etti» = 300g. Usarla correttamente è uno dei segnali più immediati di familiarità con la cultura italiana. Qual È la Differenza tra "Scontrino" e "Fattura"? Lo scontrino è il documento fiscale emesso automaticamente alla cassa — obbligatorio per legge in tutti gli esercizi commerciali italiani. La fattura è un documento più formale, richiesto da aziende o liberi professionisti per le spese deducibili. Se si acquista come privato, lo scontrino è sempre sufficiente. Perché il Pronome Cambia in "Posso Provarlo" / "Posso Provarla"? Perché in italiano i pronomi diretti concordano con il genere e il numero del sostantivo che sostituiscono. «Lo» per i maschili singolari (maglione, cappello), «la» per i femminili singolari (gonna, giacca), «li» per i maschili plurali (jeans, pantaloni), «le» per i femminili plurali (scarpe, magliette). Quando Si Tengono i Saldi in Italia? I saldi estivi iniziano generalmente nella prima settimana di luglio e durano 4-8 settimane. I saldi invernali iniziano nella prima settimana di gennaio. Le date esatte variano da Regione a Regione, perché sono stabilite dalle singole amministrazioni regionali. L'Incarto Regalo È Sempre Gratuito in Italia? Nella maggior parte dei negozi tradizionali e nelle boutique indipendenti, l'incarto regalo è incluso nel prezzo. Nei grandi centri commerciali e nelle catene internazionali la situazione può variare. In ogni caso basta chiedere: «Me lo incarta? È un regalo» — difficilmente si sentirà rispondere di no. Ti è piaciuto scoprire come fare shopping in italiano? Allora l'articolo dedicato alle 50+ espressioni colloquiali fa proprio al caso tuo! { "@context": "https://schema.org", "@type": "Quiz", "name": "Test su Fare Shopping in Italiano", "description": "Quiz interattivo con 10 domande sulle espressioni italiane per fare shopping: al mercato, in boutique, ai saldi, alla cassa e per i regali.", "educationalLevel": "Intermedio A2-B1", "learningResourceType": "Quiz", "inLanguage": "it", "hasPart": [ { "@type": "Question", "name": "Quanti grammi sono 'due etti'?", "acceptedAnswer": { "@type": "Answer", "text": "200" } }, { "@type": "Question", "name": "Quale frase usi se vuoi guardare in un negozio senza essere d
Basta de presumir tu perfeccionismo como si fuera una cualidad de calidad o excelencia. Pues ese perfeccionismo es la trampa perfecta que usa tu mente para mantenerte en la inacción. En el episodio de hoy te cuento cómo funciona este mecanismo de la mente y cuales son las dos caras de esta trampa. y te dejo con un reto de 24 para salir de la inacción. -- Sígueme en https://www.instagram.com/renunciafeliz Deja tu reseña a este podcast en Apple Podcast https://podcasts.apple.com/us/podcast/renuncia-feliz-podcast/id1437715583
我爱吃葱属的绝大部分能吃的植物,无论是大葱、小葱、洋葱还是蒜、韭菜。这一类植物都给人辛辣刺激的感觉,是无聊生活极佳的调味剂。但这一类食物也有不少人恨之入骨,尤其是生食时避之不及。 本期节目,我们就跟大家聊聊葱和洋葱这两种又有人爱又有人恨的食物。 本期嘉宾 张桪选送的是芬兰民谣Jorma Ikävalko《Ievan polkka》:「这是虚拟歌手初音未来2007年发布的网红歌曲甩葱歌的原曲。一名日本画师在2006制作的《死神》角色井上织姬买葱的魔性小动画中,配乐使用了这首歌曲,后在初音未来的翻唱歌曲PV中沿用了这一特色,歌曲进一步走红后因动画形象被赋予甩葱歌之名,初音未来从此与葱绑定。 泠风选送的是日本乐队スピッツ(SPITZ)的《空も飛べるはず 》,这是大张伟《偏偏爱上洋葱》的原版。 半袖选送的是CAssette记忆暗盒的《洋葱地窖》:「这首本身我没有很喜欢,但另一首候选歌过于可爱了,我下不了手……」 本期歌单 1. 杨宗纬 – 洋葱 @ 鸽子 (2008) 2. 林心如 – 洋葱浓汤 @ 新如主义 (2008) 3. 游怡婷 – 就算讨厌洋葱也要把它吃下去 @ 就算讨厌洋葱也要把它吃下去 [EP] (2016) 4. スピッツ – 空も飛べるはず @ 空の飛び方 (1994) 5. Cassette – 洋葱地窖 @ 洋葱地窖与马来貘之家 (2014) 6. Hank Häberle jr. – Zwiebelrostbraten mit Brot @ Irgendwie isch jeder ganz alloi (1995) 7. Basta – Lauch @ B (2004) 8. Jorma Ikävalko – Ievan polkka (1950)
Coches con ingeniería de verdad (y que no pierden valor). ¡Basta de electrodomésticos con ruedas! En un mercado de 2026 dominado por precios inflados y normativas asfixiantes como la Euro 7, todavía existen "islas de cordura" mecánica. Hoy rompemos nuestra tónica habitual de denuncia para ser positivos: existen coches que valen lo que cuestan. Una "compra maestra" no es simplemente el coche más barato del concesionario. Es aquel donde el valor de la ingeniería supera el coste de adquisición; coches que dentro de una década seguirán siendo fiables y mantendrán un valor de reventa envidiable. Los Utilitarios Indestructibles 1. Dacia Sandero (ECO-G 120 CV): El coche inteligente por excelencia. Gracias al GLP, ofrece el coste por kilómetro más bajo del mercado térmico con una robustez mecánica a prueba de bombas. 2. Suzuki Swift (Mild Hybrid): Una lección de física con solo 920 kg de peso. Al ser ligero, no necesita motores gigantes ni frenos sobredimensionados para ser ágil y eficiente. 3. Renault Captur (E-Tech 160): El equilibrio perfecto. Su caja de cambios sin embrague, inspirada en la F1, lo convierte en un SUV compacto sorprendentemente eficiente. Compactos y berlinas de lógica aplastante 4. Mazda 3 (e-Skyactiv X): La resistencia contra la obsolescencia. Su motor de encendido por compresión es una joya técnica que combina lo mejor del gasolina y el diésel en un chasis construido para durar décadas. 5. Toyota Corolla (200H): La apuesta más segura. Su transmisión e-CVT es el mecanismo más fiable del mundo: sin embragues ni correas. Es el coche para olvidarse de las averías. 6. Skoda Octavia (1.5 TSI mHEV): El rey del sentido común. Más espacio que muchas berlinas de lujo y una eficiencia de combustible asombrosa gracias a la desconexión de cilindros. SUV con sentido mecánico 7. Honda HR-V (e:HEV): Máquina de precisión donde el motor de gasolina trabaja principalmente como generador. Fiabilidad Honda en estado puro. 8. Kia Sportage (HEV 230 CV): Un producto redondo con una garantía de 7 años que sigue siendo el estándar de tranquilidad en 2026. 9. Renault Austral (E-Tech 200 CV): Destaca por su sistema de cuatro ruedas directrices (4Control), que le otorga una agilidad de coche urbano en un cuerpo de SUV familiar. El Oasis Eléctrico 10. Renault 5 E-Tech: Ligero, divertido y con alma. Demuestra que la movilidad eléctrica no tiene por qué ser aburrida. 11. Suzuki eVitara: La entrada de Suzuki en el eléctrico puro manteniendo su herencia 4x4 y su legendaria honestidad mecánica. Caprichos que son una inversión 12. Alpine A290: El "hot-hatch" eléctrico definitivo. Un juguete con puesta a punto de Alpine y valor de colección asegurado. 13. Mazda MX-5 (2.0 184 CV): El último roadster analógico. Comprar uno hoy es proteger tu patrimonio; su devaluación es prácticamente inexistente. 14. Toyota GR Yaris: Un coche de rallyes con matrícula. Exclusividad técnica que valdrá mucho más en el futuro de lo que cuesta hoy. 15. Suzuki Jimny (Mild Hybrid): El pequeño gigante regresa. Indestructible, icónico y con un valor de reventa que nunca cae. Conclusión Comprar un coche en 2026 requiere valentía, pero elegir basándose en la ingeniería y no solo en las pantallas es la clave. Buscad la ligereza, la mecánica probada y marcas que aún respetan al conductor. Porque al final, lo que importa no es lo que brilla en el catálogo, sino lo que resiste el paso del tiempo.
A carioca Laís achou que faria medicina, mas acabou fazendo marketing. Graças ao fato de ter ido acompanhar a mãe em um curso de tradução para conferências, ela se apaixonou pela área de segurança do paciente. À medida que foi evoluindo a carreira e os interesses ao mesmo tempo, ela atingiu um ponto de inflexão quando uma ex-colega surgiu em busca de uma recomendação. Ela recomendou… a si própria!A recomendação virou uma entrevista, que virou um trabalho e, dois anos depois, se tornou a realização de uma vontade buscar algo fora do Brasil.Neste episódio, a Laís detalha melhor essa trajetória, além de comentar sobre as diferenças, para melhor e para pior, na vida de quem sai do Rio de Janeiro com destino à terra onde as baladas terminam cedo.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaLaís Junqueira, Gerente de Qualidade do Paciente e Inovação em Utrecht, HolandaLinks:Livros “Doutora Segurança”, de Laís JunqueiraLivro The Culture Map, de Erin MeyerSUP Against HungerTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Dunkle Schatten legen sich über das Land: Union, SPD und Grüne treiben die staatliche Überwachung voran. Dabei werden dystopische Szenarien zur Realität: Es entsteht ein KI-Monster, das keinen Widerspruch duldet. Weder bei Krieg, Klima oder Wahlen… Darum geht es heute:Benjamin Gollme und Marcel Joppa, die Jungs von Basta Berlin, blicken heute auf zwei große Entwicklungen: Auf der einen Seite verwenden Regierungen zunehmend KI als Werkzeug gegen Meinungsfreiheit und Demokratie. Auf der anderen Seite verpulvert die Politik hunderte Milliarden Euro für eine utopische Energiewende, die am Ende vor allem verbrannte Erde hinterlässt.
¿Qué haces cuando ya no tienes todas las respuestas, pero aún decides confiar? La fe puede volverse complicada cuando intentamos explicarlo todo, entenderlo todo o resolver cada duda que aparece en el camino. Pero hay momentos en los que Dios nos invita a algo más simple y más profundo: creer. Creer cuando no entiendes el proceso. Creer cuando la respuesta tarda. Creer cuando las circunstancias parecen contradecir la promesa. Como aquel padre que llegó desesperado ante Jesús, muchas veces nuestra oración no necesita ser perfecta. Basta con un corazón sincero que diga: “Creo”. La fe no significa tener todas las respuestas; significa confiar en el corazón de Dios aun cuando no puedes ver su mano. Es recordar que Él sigue siendo bueno, sigue siendo fiel y sigue teniendo el control. Porque al final, la pregunta no es cuánto sabes acerca de Dios…
>> Quer desbloquear episódios EXTRAS? Então, acesse a nossa outra página aqui no Spotify: Fábrica de Crimes Horas ExtrasOu você também pode apoiar e entrar no nosso grupo secreto do Telegram pelo Apoia.se, clicando aqui.Se quiser apoiar pela Orelo, clique aqui.>> Ele fez mais de 50 vítimas durante a maior parte da sua vida. Não à toa ficou conhecido como o “açougueiro de Rostov, o estripador vermelho ou o estripador de Rostov”.>> Andrei Chikatilo foi considerado um dos mais notórios assassinos em série da Rússia.Vem ouvir todos os detalhes nesse episódio já disponível na sua plataforma preferida…>> E a INSIDER continua por aqui apoiando o FC. Corre para aproveitar o desconto no site usando o nosso cupom FABRICADECRIMES - tudo junto - e entre os dias 03 e 07 de junho, além de garantir a peça perfeita, você ainda ganha brindes que são cumulativos + 5% OFF Pix!Então pode usar o nosso cupom FABRICADECRIMES, na hora de boletar as roupas no carrinho ou você pode comprar diretamente nesse link: https://creators.insiderstore.com.br/FABRICADECRIMES>> Quer aparecer em um episódio do Fabrica? É muito fácil!Basta mandar uma mensagem de voz por direct no Instagram @podcastfabricadecrimes nós só publicaremos com a sua autorização. Vamos AMAR ter você por aqui :)Hosts: Mari e RobEditor: Victor AssisAviso: O Fábrica aborda casos reais de crimes, contendo temas sensíveis para algumas pessoas. O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e é baseado em fontes públicas, respeitando a memória das vítimas e de seus familiares. As eventuais opiniões expressas no podcast são de responsabilidade exclusiva das hosts e não refletem necessariamente o posicionamento de instituições, veículos ou entidades mencionadas. Caso você tenha alguma objeção a alguma informação contida nesse episódio, entre em contato com: contato@fabricadecrimes.com.br Fontes: MURDERPEDIA: Andrei Chikatilo Victims. Disponível aqui. BRITANNICA: Andrei Chikatilo. Disponível aqui. CRIME AND INVESTIGATION UK: Andre Chikatilo: The Rostov Ripper. Disponível aqui. EBSCO RESEARCH STARTERS: Andrei Chikatilo. Disponível aqui. BIOGRAPHY.COM: Andrei Chikatilo: Quotes, Childhood & Death. Disponível aqui. ALL THAT'S INTERESTING: Andrei Chikatilo, The Red Ripper Who Killed 52 People In Soviet Russia. Disponível aqui. HISTORY DEFINED: Andrei Chikatilo: Russia's Most Prolific Serial Killer". Disponível aqui. SAGE ENCYCLOPEDIA OF MURDER AND VIOLENT CRIME: Andrei Chikatilo: The Russian Ripper". Disponível aqui. SERIAL KILLERS INFO: Andrei Chikatilo: The Butcher of Rostov. Disponível aqui. THE CRIME SCENE SOCIETY: Motive Monday: Andrei Chikatilo, the Butcher of Rostov. Disponível aqui. CRIME LIBRARY: Killer X: The Devil's Trail". Disponível aqui. ANDREI CHIKATILO: O Estripador de Rostov. Disponível aqui.
Hablamos con Fernando Franco, director de "La luz", sobre un cura pederasta arrepentido, interpretado por Alberto San Juan. A la conversación se suman Javier Baeza, párroco de San Carlos Borromeo, y Juan Cuatrecasas, fundador y portavoz de la Asociación Infancia Robada. Alberto ha explicado que, para la construcción del personaje, recordó que "para cometer un acto monstruoso, no hace falta un monstruo, basta con un ser humano." Es más, él quiso construir un personaje sumido en una profunda vergüenza, "un hombre bueno capaz de cometer actos atroces", a pesar de que un cura pederasta, igual que un hombre maltratador, como le recordaron Baeza y Cuatrecasas, nunca puede ser bueno. San Juan advierte de que vivimos "en la sociedad del abuso", que normaliza el maltrato a los vulnerables. Como explica Baeza, la Iglesia es una institución de poder machista, que "empodera" a sus sacerdotes ("Christi capiti", cabezas de Cristo en la Tierra) para absolver "con una varita mágica" cualquier barbaridad: de ahí nace la naturalización de los abusos. Fernando Franco, el director, explora en la película la idea del perdón, quién tiene derecho a pedirlo, quién a concederlo, hasta qué punto hablar de perdón es relativizar el daño que se hace a la víctima, que es, en última instancia, la única con derecho a conceder, y también denegar, el perdón.Otra cosa, claro, es perdonar un delito, cosa que la justicia humana, civil, no puede hacer. Además, hubo también ocasión de hablar del momento que vive la Iglesia con la inminente llegada del Papa en visita pastoral a España. Cuatrecasas recordó que, a pesar de que el Papa Francisco anunció que se abrían los archivos para luchar contra la pederastia, las conferencias episcopales han hecho un poco lo que han querido, y han seguido atrapando a las víctimas en sus complejas telarañas burocráticas con tal de no reconocer la realidad. Entretanto, afima Baeza, el Vaticano sigue yendo por delante de la Iglesia española: "la Iglesia, como cree en la vida eterna, es muy lenta". Pero no solo hay que hablar de justicia, también hay que hablar de verdad y reparación, las otras dos patas de cualquier proceso de sanación de un trauma social como es este.
João Valle e Azevedo afirma que basta um herdeiro para forçar a venda judicial de imóveis que se encontram bloqueados. Ainda acrescenta que a medida visa colocar milhares de habitações no mercado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Our guest Ariana joins the Italian Life team with insider tips for our upcoming August "Flee the Heat" trip. We dive deep into Bassano del Grappa's unique history and traditions. Is Treviso worth seeing? You don't have to say Valdobbiadene to want to go and drink the famous prosecco. News of the day: What's this fuel shortage all about anyway? The Word of the Day is appropriate: Basta. Join us!
Si le dijeras a alguien hace 20 años que podrías comer palomitas y tortitas todos los días y, aun así, perder grasa corporal e incluso marcar abdominales comiendo este tipo de cosas, te dirían que estás loco. Sin embargo, la verdad es que perder grasa corporal hoy en día es más fácil que nunca, especialmente si te aprovechas de las herramientas a las que todos tenemos acceso. Y eso es lo que voy a explicarte hoy: Las 5 claves que demuestran por qué, si quieres perder grasa, ahora es el mejor momento. 1. La evolución del menaje del hogar y la cocina tecnológica Cocinar de manera tradicional a fuego lento puede tener sus ventajas nutricionales, pero es indiscutible que herramientas actuales como los robots de cocina, los procesadores de alimentos o las air fryers suponen una auténtica revolución. Estas herramientas te permiten imitar texturas crujientes o cremosas que el cerebro asocia directamente con la «comida basura» (que son precisamente las texturas que hacen que nos gusten tanto esos alimentos). Con la tecnología actual de cocina, tenemos la posibilidad de replicar estos platos en casa, pero utilizando un 80% menos de grasas o azúcares. Por ejemplo, gracias a un procesador de alimentos puedes prepararte un helado de proteína bajo en calorías y sentir que estás comiendo un helado tradicional. O puedes cocinar unas patatas fritas en una freidora de aire que no están realmente fritas, pero que saben de forma muy similar o idéntica a las patatas fritas convencionales. Cualquiera que sea tu plato favorito y más calórico (ya sea helado, galletas o cualquier otra opción), hoy en día existe una versión mucho más baja en calorías que podrías comer incluso a diario para perder peso. Basta con buscar recetas adaptadas en plataformas como YouTube. No se trata de que estos alimentos sean «saludables» por sí mismos; el hecho saludable radica en que son bajos en calorías y, si introduces menos calorías y consigues bajar de peso teniendo sobrepeso, eso es lo que genera salud. Además, si eres un poco «cocinillas», estas herramientas te permiten disfrutar de las comidas para perder peso tanto como de tus platos favoritos. 2. La grandísima oferta adaptada en los supermercados Aunque una gran parte del supermercado actual sigue llena de productos ultraprocesados que conviene evitar, si nos ceñimos puramente a la pérdida de grasa corporal, ahora existen muchísimas más opciones con menor densidad calórica que hace años. Los supermercados actuales te lo ponen muy fácil ofreciendo versiones menos calóricas de prácticamente todo. Entre las alternativas disponibles hoy en día destacan: Salsas cero calorías (ideales para quienes disfrutan de los aderezos). Quesos bajos en grasa (y, por tanto, menos calóricos). Gelatinas light que apenas aportan calorías. Diferentes tipos de edulcorantes y siropes cero calorías. Esto no significa que estos productos sean los mejores alimentos del mundo, sino que facilitan llevar tu misma alimentación habitual pero ahorrándote muchas calorías por el camino, lo que simplifica el proceso de pérdida de peso. La clave en este punto consiste en identificar tus «no negociables»: aquellas cosas a las que no quieres renunciar bajo ningún concepto. Si no quieres renunciar al ketchup, por ejemplo, simplemente debes buscar una alternativa en el supermercado que sea más baja en calorías, y aplicar esta misma estrategia con el resto de tus productos habituales. 3. El acceso inmediato a la información y el fin de los mitos La facilidad para encontrar información hoy en día es otra gran ventaja. Las redes sociales e internet permiten compartir de forma masiva una inmensa variedad de recetas bajas en calorías creadas con el menaje moderno, haciendo que lleguen potencialmente a todo el mundo. Además, la difusión de la información ha ayudado a combatir antiguos mitos nutricionales. Anteriormente se pensaba que comer cualquier cosa después de las 6 de la tarde (especialmente carbohidratos) se almacenaba directamente como grasa corporal y te hacía engordar. También se afirmaba categóricamente que el pan o la leche engordaban. Aunque algunos de estos mitos siguen perpetuándose por ciertas personas, hoy es más fácil que nunca dar con buena información. Nota: También es más fácil encontrar mala información, pero afortunadamente la buena también está disponible para todos. A día de hoy se ha comprobado miles de veces, tanto a nivel clínico como empírico, que el único factor necesario para perder grasa es sostener un déficit calórico. No es lo que comes ni cuándo comes, sino cuánto comes (a pesar de que lo que comes y cuándo lo comes pueda influir en la cantidad total de lo que comes). Este principio del déficit calórico funcionaba exactamente igual en el pasado, cuando la gente intentaba bajar de peso sufriendo en la cocina a base de ensalada y pechuga de pollo sin sal. La diferencia radical es que ahora podemos acceder a esta información de calidad, mientras que antes imperaba la creencia popular de que para perder grasa era obligatorio sufrir tanto en la cocina como en el gimnasio. 4. La evolución de la tecnología y las herramientas digitales La tecnología ha simplificado de forma directa el proceso de pérdida de grasa mediante herramientas y aplicaciones cotidianas: Rastreadores de comida y escáneres: Existen aplicaciones que permiten escanear los códigos de barras de los alimentos en el supermercado para ver su calificación o registrar lo que comes para llevar un control de las calorías consumidas (un método válido para las personas a las que les funcione la tecnología, aunque tener un plan de alimentación estructurado sigue siendo una gran alternativa). Planificadores nutricionales digitales: En el pasado, diseñar un plan de alimentación requería utilizar un libro con tablas de alimentos e ir calculando la dieta a mano con una calculadora para conocer las calorías en función de los gramos. Por este motivo, la gente recurría a dietas monótonas de únicamente arroz y pollo: cuantos más alimentos se incluían, más complejo era el cálculo. Hoy existen herramientas tecnológicas avanzadas que te permiten crear planes de alimentación personalizados en minutos sin necesidad de calcular nada manualmente. Inteligencia Artificial: La IA añade facilidades al proceso; aunque no sea exacta al 100%, permite enviar una foto de un plato para obtener una orientación de sus calorías, o enviar fotos del frigorífico lleno y vacío para generar automáticamente una lista de la compra rápida. 5. Perder peso como una elección en un mundo de abundancia Este último punto invita a la reflexión profunda: hoy en día perder peso es una elección. Las generaciones actuales no han vivido guerras ni periodos de escasez generalizada. Aunque se pueda pensar que existen periodos mejores o peores a nivel político, cultural o social, la realidad es que ahora vivimos mejor. Es una gran ventaja poder decidir perder peso por voluntad propia en lugar de perder peso por no tener nada que llevarse a la boca. Las generaciones que vivieron conflictos bélicos o posguerras tuvieron que ingeniárselas duramente para poder comer algo debido a la escasez real. Por este motivo, resulta incoherente la obsesión por romantizar la «dieta paleo» o la «dieta ancestral» bajo la premisa de comer como nuestros antepasados. Aquellos hombres comían de esa forma porque no tenían otra alternativa por necesidad, no por elección. Cualquier persona de la época paleolítica o el emperador más poderoso de hace 500 años se cambiaría sin dudarlo por cualquiera de nosotros para disfrutar de las posibilidades alimenticias y la abundancia que tenemos a día de hoy. Paradójicamente, el hecho de que ahora existan mayores índices de exceso de peso es un indicador de que no hay escasez de alimento, y es preferible vivir en un mundo de abundancia que en uno de escasez. Por lo tanto, quien quiere perder peso hoy en día, lo hace porque ha tomado la decisión consciente de hacerlo. Perder peso por decisión propia es una posición de poder, por lo que no cabe la victimización (quejarse por tener hambre, estar cansados o decir que el proceso es muy duro). Cualquier objetivo en la vida —ya sea sacarse el carnet de conducir, mudarse de casa o pedir matrimonio— nace de una decisión inicial. La pérdida de peso en este momento histórico es exactamente eso: una decisión que te coloca en el asiento del conductor. Como dice mi mentor Scott Abel: «Escoge el comportamiento y acepta las consecuencias». Origen
Es ist ein Problem von nationaler Tragweite. Jeden Tag zeigt es sich jeden Tag zerstört es den Zusammenhalt unserer Gesellschaft. Es bringt uns gegeneinander auf es schockiert uns, und es wird doch verschwiegen, Marcel und Benjamin sprechen darüber und stellen die Frage nach den Gründen der Verschwiegenheit. Eine Runde Cricket im Park oder grillen mit der Familie? Das kann politisch werden. Unsere Jungs diskutieren und streiten sich - aber wie immer am Ende versöhnlich.
Cerchi felicità o significato? Già perché a volte "Basta un'idea" per cambiare tutto. E io oggi ti racconto dell'idea game-changing che mi ha fatto trovare la felicità quando lavoravo a 400 euro al mese in un campo rom. Per leggere il mio nuovo libro "Basta un'idea. Tutto cambia quando cambi come pensi." clicca qui e acquistalo: https://mindset.lucamazzucchelli.com/Cosa ho imparato sulla felicità (00:00:00)La domanda game-changing (00:01:00)Il bivio che hai davanti (00:02:28)Come prendere buone decisioni (00:07:55)Da dove nasce la felicità (00:09:22)Conclusioni (00:10:30)Clicca qui per acquistare il mio nuovo libro "Basta un'idea": https://mindset.lucamazzucchelli.com/ Alla prossima settimana ;-) #felicità #idee #crescitapersonale
O paulistano João achava, desde a infância, que iria trabalhar com tecnologia. Porém, quando ainda estava na escola, ele foi fazer um programa de férias na empresa onde sua mãe trabalhava, e se apaixonou pelo segmento de perfumaria. Certo de que era essa a carreira que gostaria de seguir, ele foi buscar a mesma formação das pessoas que trabalhavam por lá. Foi assim que se formou em Engenharia Química e, naturalmente, conseguiu um estágio naquela mesma empresa.De lá, passou por áreas técnicas, antes de ter contato com o cargo de avaliador de fragrâncias e de perfumes, o que lhe levou ao México pela primeira vez. Foi aí que surgiu a oportunidade dele mesmo fazer o treinamento de perfumista, que lhe enviou para Genebra, para New Jersey e, por conta da pandemia, de volta ao Brasil. Hoje, com a formação de perfumista concluída, João mora novamente no México.Neste episódio, João detalha melhor o que, afinal, faz uma pessoa perfumista, e comenta as particularidades das suas passagens por tantos países ao longo da carreira.Fabrício Carraro, o seu viajante poliglotaJoão Mendes, Perfumista na Cidade do México, MéxicoLinks:dsm-firmenichLinkedIn do João MendesTechGuide.sh, um mapeamento das principais tecnologias demandadas pelo mercado para diferentes carreiras, com nossas sugestões e opiniões.#7DaysOfCode: Coloque em prática os seus conhecimentos de programação em desafios diários e gratuitos. Acesse https://7daysofcode.io/Ouvintes do podcast Dev Sem Fronteiras têm 10% de desconto em todos os planos da Alura Língua. Basta ir a https://www.aluralingua.com.br/promocao/devsemfronteiras/e começar a aprender inglês e espanhol hoje mesmo! Produção e conteúdo:Alura Língua Cursos online de Idiomas – https://www.aluralingua.com.br/Alura Cursos online de Tecnologia – https://www.alura.com.br/Edição e sonorização: Rede Gigahertz de Podcasts
Ciao Italiani Veri,Come state?
¿Por qué hay mujeres que parece que logran todo lo que se proponen y otras que por más que intentan terminan haciéndose chiquitas y quedándose a medias con sus metas?Esta es la pregunta que estaré respondiendo en esta serie. Esta es la PARTE 1, en donde:Entenderás por qué tener ambición es muy bueno, pero no es suficienteTe comparto el 1er elemento que vas a necesitar integrar (como parte de tu identidad) para volverte una mujer que cumple sus metas.Cómo hacer para que tus emociones ya no sean un bloqueen de cumplir tus metas.De nuevo, este es el inicio de una serie en donde te iré compartiendo todos los elementos internos que necesitas instalar en tu identidad para también ser la mujer que logra todo lo que se propone.Proceso de Reprogramación 1-1: AQUÍ COMIENZAS.@nataliacprice
Congregation of the Living Word, a Messianic Jewish Congregation
Experiencing The Feast Of Shavuot Part 13: The Kinsman And The Feast Of Shavuot - English and Spanish. Why was Boaz, Naomi's kinsman so important? Just look in the Torah! Recorded during the Chag Shavuot morning services on Sunday, May 24, 2026. Viviendo la fiesta de Shavuot Parte 13: El pariente y la fiesta de Shavuot - Inglés y español. ¿Por qué era tan importante Booz, el pariente de Noemí? ¡Basta con echar un vistazo a la Torá! Grabado durante los oficios matutinos de Shavuot el domingo 24 de mayo de 2026.
Prepárate para reír con sus ocurrencias, errores épicos y la inesperada competitividad que surge al intentar llenar las categorías bajo presión. Es una hora de diversión pura, ocurrencias rápidas y garantizadas carcajadas jugando Basta.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Basta sinabihan ko si Aiko..."Jed Madela at Darren, nag-iisnaban?Alvin Aragon, "kakagigil ka!"
“Well, kung ano man ang balak niyong dalawa. Suportado ko naman kayo. Basta, ano man ang mangyari. Unahin niyo ang pagkakaibigan ha? Kung kailangan niyo ng kausap. Nandito ako, okay?”#DearMORMaybeThisTime- The Ben StoryFollow us:Youtube: https://www.youtube.com/c/MOREntertainment Twitter: https://www.twitter.com/MORentPHInstagram: https://www.instagram.com/morentertainmentph
>> Quer desbloquear episódios EXTRAS? Então, acesse a nossa outra página aqui no Spotify: Fábrica de Crimes Horas ExtrasOu você também pode apoiar e entrar no nosso grupo secreto do Telegram pelo Apoia.se, clicando aqui.Se quiser apoiar pela Orelo, clique aqui.>> O crime cometido por uma policial de Barcelona chamou a atenção dos noticiários espanhóis. Rosa Peral estampou os jornais em 2017, mas ela não estava sozinha. Ela integrava um triângulo amoroso em que uma das pontas virou vítima. Vem ouvir todos os detalhes nesse episódio já disponível na sua plataforma preferida…>> Quer aparecer em um episódio do Fabrica? É muito fácil!Basta mandar uma mensagem de voz por direct no Instagram @podcastfabricadecrimes nós só publicaremos com a sua autorização. Vamos AMAR ter você por aqui :)Hosts: Mari e RobEditor: Victor AssisAviso: O Fábrica aborda casos reais de crimes, contendo temas sensíveis para algumas pessoas. O conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e é baseado em fontes públicas, respeitando a memória das vítimas e de seus familiares. As eventuais opiniões expressas no podcast são de responsabilidade exclusiva das hosts e não refletem necessariamente o posicionamento de instituições, veículos ou entidades mencionadas. Caso você tenha alguma objeção a alguma informação contida nesse episódio, entre em contato com: contato@fabricadecrimes.com.br Fontes: Netflix. O Caso Rosa Peral (documentário). Disponível em: https://www.netflix.comNETFLIX. Corpo em Chamas (série baseada em fatos reais). Disponível aqui. EL MUNDO. Crimen de la Guardia Urbana: investigación y detalles del caso. Disponível aqui.YOUTUBE. Corpo em Chamas real: O passado de Rosa Peral, López e Pedro Rodríguez. Disponível aqui.YOUTUBE. Caso de assassinato: Um triângulo amoroso mortal na polícia local de Barcelona | Espanha | EL PAÍS Inglês. Disponível aqui. DIA A DIA NOTÍCIA. Caso Rosa Peral: Saiba o que aconteceu com a criminosa de "Corpo em Chamas". Disponível aqui. EL ESPAÑOL. Rosa Peral: la policía que inspiró la serie de Netflix “El cuerpo en llamas”. Disponível aqui. EL ESPAÑOL. Javier Guerrero, ex de Rosa Peral, y Rubén Carbó en “El cuerpo en llamas”. Disponível aqui. EL ESPAÑOL. Javier Guerrero: exmarido de Rosa Peral sigue siendo policía. Disponível aqui.EL CONFIDENCIAL. Rosa Peral: seis cárceles y tres causas penales en su trayectoria judicial. Disponível aqui. CRÓNICA GLOBAL. Las fotos eróticas que la guardia urbana Rosa envió a su vecino dos días después del crimen. Disponível aqui. EL ESPAÑOL. El lío amoroso del crimen de la Guardia Urbana: quiénes son Rosa Peral, Pedro y Albert López. Disponível aqui. LA NACIÓN. Mujer policía condenada: la batalla legal por un crimen mediático que sorprende en Netflix. Disponível aqui. AVENTURAS NA HISTÓRIA. Corpo em Chamas: ficção e realidade se misturam em série sobre crime chocante. Disponível aqui.