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Brazil UFO
STARLINK ou UFO? 4º lote de Documentos dos EUA - ANÁLISE DA SEMANA

Brazil UFO

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 115:17


Muitos avistamentos registrados por pilotos de aviões, e também por várias testemunhas de solo em todo o Brasil. São luzes que cruzam em várias direções em uma pequena parte do céu, e podem ser vistas durante muito tempo. Apesar do Fenômeno OVNI ser real, em muitos casos é apenas erro de identificação.Neste episódio vamos mostrar como identificar um trem de Starlink ou Flares/reflexos de satélites Starlink. E também vamos comentar sobre as imagens mais interessantes do 4º lote dos arquivos de UFOs dos EUA.ANÁLISE DA SEMANAAnálise de imagens e informações sobre registros de objetos e fenômenos não identificados registrados pelo mundo.Últimas notíciasNotícias sobre avistamentos e fenômenos anômalos ocorridos no Brasil e no mundo.TORNE-SE MEMBRO DO CANALhttps://www.youtube.com/channel/UCwMxydYVs-AujXvxpjwgC9Q/join___________________Envie seu áudio, fotos e vídeos para:WhatsApp Brazil UFO+55 11 98436-3637_________________Doação ao canal Brazil UFOhttps://streamelements.com/brazilufo/tipANÁLISE DA SEMANACom Clayton Feltran e Jorge Uesu.::: LOJA BRAZIL UFO - PRODUTOS ORIGINAIS BRAZIL UFO::: https://lojabrazilufo.com.brFaça parte do Eu apoio o Brazil UFOSeja um apoiador do Brazil UFO e nos ajude a trazer conteúdos de qualidade a todos os amigos do canal. Sua ajuda fará toda a diferença.Acesse o site:https://apoia.se/brazilufo e seja um apoiador do canal.Se preferir você pode ajudar via PIX, seja um patrocinador do canal.pix@brazilufo.comhttps://brazilufo.com#analisedasemana #brazilufo #omg @BrazilUFO @ovnisemisteriosemgeral-omg3015 ​#cortesdobrazilufo

Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Atos 27_ Obedecendo a Revelação e Salvando Muitos _ Pr Giovani Zimmermann Jr.

Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor

Play Episode Listen Later Jul 20, 2026 18:45


Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!

Boa Noite Internet
O Império da IA — com Karen Hao

Boa Noite Internet

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 63:50


O Império da IA, com Karen HaoEm 2019 — tempos mais simples! — a jornalista Karen Hao foi fazer o primeiro “perfil” jornalístico da sua carreira, aquelas reportagens em que um jornalista passa dias acompanhando uma pessoa ou empresa, uma coisa meio biografia, meio retrato congelado no tempo.A tal empresa era uma startup do Vale do Silício, ainda pequena e desconhecida dos meros mortais como eu e você, mas que hoje é a mais valiosa da história: a OpenAI, também conhecida como “a criadora do ChatGPT”.A Karen Hao vendeu o projeto do perfil para o MIT Technology Review porque a OpenAI parecia, naquela época, uma startup diferente. O “open” no nome nasceu da visão de que inteligência artificial é um assunto tão importante para o futuro da humanidade que precisava ser explorado de um jeito aberto, compartilhando conhecimento com todo mundo, e mais preocupado em proteger esse tal futuro do que em só gerar lucro.Hoje, aqui direto de 2026, a gente já sabe que não foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a OpenAI se transformou numa empresa oficialmente voltada para o lucro como qualquer outra e chegou a ser processada por Elon Musk — um dos apoiadores iniciais do projeto — por quebrar essa promessa de ser ‘open'. Em maio, o Elno perdeu a causa, e a OpenAI agora se prepara para lançar as ações na bolsa e, pelos números atuais, já largar valendo mais de 1 trilhão de dólares.Mesmo em 2019, a Karen Hao sentiu que todo esse papo de “open” não era bem assim: segredos e competitividade em todas as conversas que ela ouvia na empresa. Publicou o tal perfil contando isso e o pessoal da OpenAI… não gostou muito. Achou que ela ia só falar bem deles, e a empresa cortou contato com ela por três anos.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.Até que, em maio do ano passado, ela lançou nos EUA o livro O império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total, que segue contando a história da OpenAI — e abre com a bizarra saída do Sam Altman, demitido do cargo de CEO por “nem sempre falar a verdade” ao conselho da empresa, para voltar quatro dias depois nos braços dos funcionários.Mas esse livro não é exatamente uma biografia da OpenAI. Para mim, é mais um retrato de todo o sistema empresarial em que vivemos hoje — inteligência artificial ou não. O importante é que ele acabou de sair no Brasil pela Editora Rocco, que me procurou para saber se eu queria entrevistá-la aqui no programa, aproveitando que ela veio participar do Esquenta do Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo. O congresso, aliás, acontece dia 30 de julho — vai lá no site da Abraji saber mais, quem sabe comprar seu ingresso.Mas enfim, claro que eu queria conversar com ela. Obrigado, Abraji, obrigado, pessoal da Rocco, pelo presente. Quem me conhece sabe que IA agora é um assunto muuuito importante no meu trabalho. Eu fico aqui tentando navegar o meio do caminho entre o fim do mundo exterminador do futuro e a utopia vendida por muita gente. Não acredito em nenhum dos dois cenários, falei disso com a Karen antes e durante a conversa. Mas no final da entrevista a gente volta para falar não só disso, como também de como o IA em Curso, minha comunidade de letramento contínuo em IA, se conecta com tudo. Com promoção? Pode ser. Quem ficar até o fim, verá.A entrevista foi gravada em inglês — a Karen também fala mandarim, mas não fala brazilian —, então vai funcionar assim. Se ouvir no áudio, vai ser a versão original, do mesmo jeito que foi com o Ted Chiang ano passado, para você botar o seu cursinho para trabalhar. Aqui no site boanoiteinternet.com.br você está acompanhando a transcrição completa traduzida, se quiser ler enquanto ouve. E no YouTube tem uma versão legendada. Assim, você entra na conversa do jeito que preferir.Combinado? Então, bora lá entender O Império da IA com Karen Hao, no Boa Noite Internet.Cris: Karen Hao, bem-vinda ao Boa Noite Internet.Karen Hao: Obrigada pelo convite.Cris: Que bom ter você aqui. Espero que o Brasil esteja te tratando bem durante a Copa do Mundo — a gente veio falar sobre isso. Hoje é dia de falar de futebol, de Copa do Mundo, quais são as chances de cada país. Mas a primeira coisa que você precisa saber sobre essa conversa é que eu não sou jornalista. Não sei fazer isso. Peço desculpas antecipadas à sua profissão e ao seu ofício.Além disso, você foi enganada. Eu não estou aqui pra te entrevistar. Isso aqui é uma sessão de terapia. Você vai me ajudar a superar meus traumas.Porque eu sou da… do que eu chamo de “geração esquecida” — sou geração X, nasci nos anos 70. Esquecida porque, nessa guerra de gerações, as pessoas esquecem que a gente existe, e isso é incrível, porque a gente causou muito estrago no planeta. O Elon Musk é geração X, então é só isso que você precisa saber sobre a minha turma. Gente como ele, ou como Marc Andreessen… eu cresci lendo e assistindo à ficção científica que dizia que tecnologia é a melhor coisa do mundo, que ciência e engenheiros são incríveis e vão nos levar pra um lugar incrível.Sou uma daquelas pessoas que, quando a internet surgiu, falou: a paz mundial está logo ali. O conhecimento a um clique de distância, o futuro vai ser incrível. E aqui estamos nós. Então, quando usei o GPT pela primeira vez, e depois o ChatGPT, fiquei super empolgado. Foi a primeira vez, desde a internet, que eu fiquei realmente empolgado.Tenho até uma certa fama de ser mal-humorado com tecnologia: Bitcoin é lavagem de dinheiro, Clubhouse não presta — e as pessoas, ah, Clubhouse é a próxima grande coisa. Mas quando a IA chegou, eu falei: isso é importante. Só que eu já não era mais aquela criança dos anos 70. Tinha crescido, tinha visto o que aconteceu com a internet, tinha trabalhado numa big tech. E estava em desespero com o sistema em que a IA estava sendo construída.Dito tudo isso, o seu livro, aqui, já nas livrarias, recebe provavelmente o melhor elogio que eu posso dar: é otimista. Não é uma lista de reclamações e gente má fazendo coisas más. Claro, você fala muito sobre a OpenAI — ela é o fio condutor da história, especialmente aqueles quatro dias em que o Sam Altman saiu e voltou. E é muito divertido de ler. Mas você toma o cuidado de ser otimista.E uma das coisas que você menciona é como as pessoas na OpenAI, e em todas essas empresas, dizem: “isso é inevitável, a gente tem que fazer”. Quero falar sobre isso. Mas a gente tem que começar pela pergunta que você provavelmente ouve em todo podcast, a do título — Império da IA. Por que império?E acho que essa pergunta é ainda mais relevante no Brasil, país do sul global, colonizado. Por que império da IA?Karen Hao: Antes de mais nada, obrigada por dizer que o livro é otimista. Muita gente não reconhece isso, mas é verdade. Eu escrevo com um profundo otimismo de que os danos que a gente vê podem mudar. Não faria o trabalho que faço se não achasse que as coisas vão mudar.Sobre por que eu uso a expressão império, ou império da IA: a forma como empresas como a OpenAI operam é impressionantemente parecida com a dos impérios antigos. Eu traço quatro paralelos no livro. O primeiro é que elas reivindicam recursos que não são delas — os dados das pessoas, a propriedade intelectual de artistas, criadores como você, jornalistas.Segundo, elas exploram uma quantidade extraordinária de mão de obra. Isso vale tanto para os trabalhadores da cadeia de produção de IA, mal pagos e maltratados, que ainda assim geram uma riqueza extraordinária para essas empresas, quanto para os trabalhadores cujos empregos são automatizados e cujos direitos são corroídos pela implantação dessas tecnologias em diferentes setores.A terceira característica é que impérios controlam os fluxos de informação na sociedade. Essas empresas censuram a pesquisa fundamental sobre essas tecnologias, o que limita nossa capacidade de entender as verdadeiras limitações e capacidades dos modelos que desenvolvem. E estão criando uma tecnologia de informação que tentam transformar no portal único pelo qual qualquer pessoa se relaciona com o mundo.Esse portal impregna as ideologias do Vale do Silício, seus sistemas de valores, sua língua, e projeta a hegemonia do inglês. Isso influencia boa parte do conhecimento que a gente vai produzir daqui pra frente, porque cientistas e educadores usam essas plataformas e acabam perpetuando essas mesmas ideologias e valores.E o quarto e último paralelo é que impérios sempre se agarram a uma narrativa existencial ou moral sobre por que precisam existir. Essas empresas fazem a mesma coisa. Dizem que são o “império do bem”, numa missão civilizatória de trazer progresso e modernidade pra toda a humanidade, competindo contra um “império do mal” que ameaça mandar a humanidade pro inferno.Quando você conversa com algumas pessoas dentro dessas empresas, ou que as lideram, elas dizem: se você nos deixar construir uma inteligência artificial geral, que elas de alguma forma moldam como um deus, a gente vai acabar numa espécie de utopia, um paraíso onde a mudança climática é resolvida, o câncer é curado, a pobreza é aliviada.Mas, se os caras maus conseguirem isso antes, a gente pode acabar com todos os humanos mortos — um risco de extinção pra todos nós.Cris: E eles vêm dizendo isso há quase dez anos, e ainda usam como ferramenta. A gente está num país que foi influenciado por três impérios ao longo da história: Portugal, Inglaterra e agora os Estados Unidos. Então a gente olha pra essas empresas de um jeito meio cínico: sim, sim, já conhecemos essa história.Mas, ao mesmo tempo, ano passado, o Pew Research Center fez uma pesquisa sobre como o mundo enxerga a IA, e o sul global é bem mais otimista do que o norte. Uma das razões é a ideia de democratizar — não só informação, mas: ah, finalmente eu posso montar uma startup, sair desse lugar de exploração e criar o unicórnio de um bilhão de dólares. Os números são grandes na China. Países em desenvolvimento veem muito mais benefício do que risco na IA.China, 83%. Tailândia, 77%. Holanda, 36%. Canadá, 40%. Será que a gente está deixando passar alguma coisa? A gente está certo? Isso está democratizando mesmo? Até que ponto?Karen Hao: Provavelmente tem duas razões. Uma é que muitos dos danos que a indústria de IA causa à maioria global são bem escondidos. Ela se esforça muito pra esconder como polui o ambiente dessas comunidades, como explora e devasta a mão de obra, deixando traumas psicológicos — como documento no livro.E, recentemente, li um artigo de opinião no New York Times que trazia um bom ponto: muitas economias desenvolvidas estão especialmente atentas ao potencial da IA de desmontar oportunidades de emprego de tempo integral. A gente começa a ver isso cada vez mais. Já na maioria global, muito mais gente vive em economias informais, e aí a ideia de que a IA vai tomar um emprego de tempo integral não pesa tanto.Então os danos mais visíveis — a erosão do emprego formal de tempo integral — pesam mais no norte global, ou pelo menos é lá que as pessoas se sentem mais ansiosas. E os danos invisíveis, que atingem o sul global, ninguém percebe tanto, justamente porque são invisíveis. É meio por isso que tanta gente sente essa divisão que aparece na pesquisa do Pew.Cris: Eu tenho acompanhado as notícias sobre IA no Brasil, e toda semana tem um novo data center sendo construído em alguma cidade. Isso é vendido como uma coisa boa: que ótimo investimento, gera emprego. E me fez pensar de novo — a gente passou por três impérios, mas algumas famílias no Brasil, e aposto que em outros lugares também, estão no poder há 500 anos ao longo da história do país.Então, ao mesmo tempo, a gente pensa: é, estamos sendo explorados, é a mesma coisa. Eu já não tenho emprego, então deixa eu usar essa tecnologia pra melhorar minha vida. Mas as pessoas que realmente tomam as decisões, de novo, nos últimos 500 anos, se perguntaram: como a gente ajuda esse pessoal a explorar nosso país de um jeito que nos mantenha no poder e nos dê muito dinheiro?Mas também foi verdade que, sei lá, a Volkswagen abre uma fábrica no Brasil e aquilo gera emprego, contrata gente pro chão de fábrica e pros escritórios. Como é que isso é diferente com a IA?Karen Hao: De certa forma, não é diferente. Existe um fenômeno parecido: a indústria de IA terceiriza muitos dos trabalhos que ela não quer dentro dos centros de poder, e joga isso pra comunidades empobrecidas, do mesmo jeito que outras multinacionais fizeram por décadas.Mas também é diferente, porque a escala dos impactos trabalhistas e ambientais da IA é completamente outra, muito maior que a da indústria automobilística ou da moda. E a velocidade é outra, porque são tecnologias digitais que atravessam fronteiras muito rápido.E é diferente porque a maioria das pessoas não percebe que a IA, mesmo sendo tecnologia digital, tem uma cadeia de suprimentos muito física e intensiva em mão de obra manual.Quando você compra roupa, café, um carro, é mais óbvio que existem materiais que precisam ser extraídos e depois manuseados por pessoas pra criar aquele produto. Já com a IA, a maioria aceita a narrativa que o Vale do Silício projeta: a de que isso vem da “nuvem”, desses espaços etéreos que parecem nem existir no planeta. E a verdade é exatamente o oposto.Ela depende de uma quantidade extraordinária de extração mineral. Depende da construção de infraestruturas enormes — data centers, instalações de supercomputação espalhadas pelo mundo. E depende de muita, muita mão de obra manual: trabalhadores de dados que limpam, preparam e moderam o conteúdo dos sistemas de IA que chegam até você quando usa o ChatGPT.É isso que a torna tão diferente. E há também uma ideologia completamente diferente sustentando a expansão da IA. Quando você conversa com executivos da moda, eles não vão dizer: se você não comprar nossa roupa, vai pro inferno.Já a indústria de IA diz: se você não nos deixar capturar cada vez mais terra, mais recursos e mais mão de obra pra produzir essas tecnologias, vamos ter uma destruição civilizacional. Isso é, ao mesmo tempo, retórica política usada como arma pra moldar o debate público e a cabeça de quem formula políticas, e também está enraizado num sistema de crenças — algumas pessoas dentro dessas empresas realmente acreditam que, se uma AGI fosse construída, e construída nas mãos erradas, isso levaria mesmo a esse tipo de destruição.E é isso que move a sede cada vez maior da indústria por mais capital, mais recursos e mais terra.Cris: Eu quero falar sobre AGI, mas antes: ano passado, a OpenAI estava sendo processada no Reino Unido por violação de direitos autorais, basicamente todos os livros do mundo digitalizados e usados pra treinar modelos. E um dos executivos disse ao júri: bem, se a gente não puder fazer isso, fecha as portas. Me chocou que muita gente reagiu com um “ah, tá, o que a gente pode fazer? Eles vão fechar as portas”.Em parte porque a gente já está acostumado com essa narrativa. Outro dia, numa conferência, um ex-CEO dizia: a gente teve que usar embalagem de plástico porque é mais barata que papel, senão prejudicaria nosso resultado. E a plateia reagia: ah, então é só fechar as portas — a sociedade não pode arcar com isso.Mas isso também, como você disse, se conecta à ideia de uma grande missão, uma missão de salvar o mundo, que a gente precisa cumprir antes que seja tarde, senão estamos condenados. OpenAI está literalmente no nome — só que em português não é tão direto: é “inteligência artificial aberta”.Foi criada a partir de um sonho, um projeto que era pra ser uma coisa pro bem comum. Em 2019, num tempo bem distante, antes da pandemia, você cobriu a OpenAI, foi até o escritório deles, ficou lá dentro. O que você viu? E, mais importante, como essa missão mudou? O Elon Musk os processou outro dia justamente por mudarem a missão. Isso alguma vez foi verdade? Em algum momento eles pensaram mesmo “ah, a gente vai salvar o mundo”?Como essa narrativa de ser aberta funciona com a OpenAI?Karen Hao: Quando comecei a cobrir a OpenAI, levei a sério o que eles diziam — que tinham sido recrutados com a missão de beneficiar toda a humanidade. E aí, quando me infiltrei na empresa, fui ficando bem mais cética, porque via como eles operavam de um jeito completamente diferente, portas adentro, do que diziam em público.Diziam que iam publicar todas as pesquisas e abrir o código de tudo, e na prática eram uma das organizações mais secretas que já cobri. Eram muitas discrepâncias, e, na época, presumi que tinha havido algum tipo de corrupção que os levou a abandonar a missão original. Depois de cobrir a empresa por mais alguns anos e de trabalhar neste livro, mudei de ideia até sobre a missão original.Não acho mais que ela era um esforço sincero e generoso de beneficiar a humanidade. A missão foi criada pra dar à empresa — na época, uma organização sem fins lucrativos — uma margem de manobra extraordinária pra depois levantar muito capital, acumular muito talento e perseguir a força motriz de verdade por trás de tudo aquilo: se tornar a força dominante no desenvolvimento de IA.E penso assim agora porque, quando você olha pras narrativas de cada nova empresa de IA no começo — a Anthropic, a xAI, a Safe Superintelligence do Ilya Sutskever, a Thinking Machines Lab da Mira Murati —, todas usam a mesma narrativa da OpenAI: nós somos os mocinhos, eles são os bandidos.É por isso que precisamos criar uma nova empresa que avance a IA do nosso jeito, não do deles. E você começa a perceber, por esse padrão, que eles repetem a mesma coisa em parte porque acreditam nela até certo ponto, mas também porque ela funciona muito bem com a imprensa, com o público, com quem formula políticas.No livro, eu reproduzo os e-mails internos que Elon Musk, Sam Altman e Greg Brockman trocavam nos primeiros dias da OpenAI. Eles tinham plena consciência de que estavam criando uma missão que soasse bem para o público. E o propósito de verdade, que também deixaram registrado nesses e-mails, era vencer o Google. Viam o Google como a força dominante em IA e queriam ser eles essa força.Não gostavam de ver o Google na frente, então inventaram justificativas: o Google é uma empresa com fins lucrativos, então nós vamos ser sem fins lucrativos. Mas, no fundo, acho que era puro ego: tem que ser a gente, não eles, a gente quer ser quem lidera isso.E aí passaram um tempão moldando essa missão pública, que acabou sendo super útil pra recrutar o primeiro grupo de pesquisadores e turbinar o avanço deles.Cris: Então agora é um bom momento pra falar de AGI, a inteligência artificial geral. Muita gente pergunta: o que é AGI? O que “geral” quer dizer? E a impressão que peguei lendo seu livro é que, por design, isso nunca fica claro de verdade, porque é um alvo móvel. Essas empresas um dia vão dizer “chegamos, alcançamos a AGI”? Ou o plano é sempre “não, não, ainda não chegamos, me dá mais dinheiro, me dá mais poder”?Qual é o papel da AGI na narrativa dessas empresas?Karen Hao: Já que a gente está falando de ficção científica, eu costumo usar a analogia de que o mundo da IA é meio como Duna. Em Duna, o personagem principal, Paul Atreides, entende, ao chegar no planeta Arrakis, que o povo de lá foi semeado com um mito: o de que um dia viria um Messias pra libertá-los. Ele sabe que é um mito, mas decide entrar nele e agir como se fosse o Messias pra controlar melhor aquele povo.E, vivendo, respirando e encarnando esse mito dia após dia, ele começa a perder a noção de que é um mito. Passa a se perguntar se o mito era mesmo verdadeiro ou se foi ele quem o tornou verdadeiro. É essa confusão entre mito e realidade — ele vive num espaço intermediário, sem ter mais certeza do que é verdade e do que é ficção.E trago isso pra responder sobre a AGI porque a AGI é, ao mesmo tempo, um mito e algo que os líderes e os trabalhadores dessas empresas vivem, respiram e encarnam dia após dia, a ponto de perderem a noção do que é mito e do que é realidade. É a ideia de um sistema de IA teórico que um dia igualaria as capacidades humanas. Só que a gente nem tem consenso científico sobre o que é inteligência humana.Por isso, de certa forma, por design, é um termo bem maleável, que deixa essas empresas fazerem o que quiserem. Elas definem e redefinem a AGI conforme a necessidade, movem a trave pra onde quiserem. E, ao mesmo tempo, isso é sustentado por uma crença genuína de certas pessoas lá dentro, por causa dessa confusão entre mito e realidade. Pelas minhas contas, a OpenAI já usou pelo menos quatro definições diferentes de AGI.A primeira está no site deles: “sistemas altamente autônomos que superam humanos na maioria dos trabalhos economicamente valiosos”. É uma definição de automação do trabalho — eles dizem, de forma explícita, que estão atrás dos empregos mais bem pagos. A segunda apareceu no contrato com a Microsoft, por um tempo a maior investidora deles: ali, a AGI virou um sistema que geraria 100 bilhões de dólares em receita.Ou seja, uma definição feita pra incentivar a Microsoft a investir. Já o Sam Altman disse ao Congresso que AGI é um sistema que cura o câncer e resolve a mudança climática — uma definição de benefício social, muito útil quando você quer que os reguladores não te regulem.E, por fim, quando falam com o consumidor, dizem que vai ser o melhor assistente digital que você já teve — porque, claro, estão tentando vender o produto.E aí você percebe duas coisas. Primeiro, que é um conjunto de definições completamente incoerente. Segundo, que eles trocam de definição conforme o público que querem convencer. Mas também tem gente nessas empresas que acredita de verdade que está construindo uma tecnologia capaz de dar conta das quatro coisas.Então é uma realidade bem confusa e complicada: o que a AGI de fato é, e pra que ela serve, para essas empresas, para a agenda delas e também para as crenças delas.Cris: Como ex-funcionário da Meta — entrei em 2013 —, a missão era unir o mundo e torná-lo mais aberto e conectado. É uma missão incrível. E tem uma coisa que eu sempre digo, porque muito amigo meu vem falar comigo, “ah, esse cara da OpenAI, ou a própria Meta, são maus”. Eu conheci muita gente na empresa. Nunca conheci uma pessoa mal-intencionada.Todo mundo, independente da missão, era gente boa tentando entregar o melhor produto possível, pra dar poder a quem tem um pequeno negócio, por exemplo. Tenho amigos pessoais que construíram a empresa deles em cima da publicidade do Facebook e do Instagram. E esse é justamente o problema, porque ainda assim é uma corporação muito má, pelo que ela causa ao mundo pra bater as metas de negócio.Ou seja, você não precisa de um vilão tipo Lex Luthor pra causar um estrago desse tamanho no mundo. E adorei a referência a Duna. Duna é engraçado: é o livro que eu mais reli na vida que não foi escrito pelo Tolkien. Li o primeiro Duna umas três vezes, e toda vez é como se fosse um livro diferente. Na primeira, eu era adolescente, e era só o Paul Atreides, o cara durão.Na segunda, eu morava no Canadá e li com olhos de estrangeiro, pensando em colonização. E na terceira vez foi quando os filmes do Denis Villeneuve saíram, e aí era: ah, o Bene Gesserit criou esse mito, isso é meio pós-moderno. Narrativamente, fico me perguntando o que vai significar pra mim se eu ler uma quarta vez.Karen Hao: Eu ia te perguntar isso. Quando você disse que cresceu numa época cheia de ficção científica falando das maravilhas da tecnologia, fiquei curiosa: que histórias você estava lendo? Porque muita coisa que saiu nos anos 70 e 80 dizia exatamente o oposto. E muita gente já apontou que os executivos de tecnologia de hoje, que vivem citando essas histórias, interpretam elas justamente ao contrário da intenção original.Cris: Concordo plenamente. Mas, respondendo: foi basicamente Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. E é por isso mesmo — os executivos de tecnologia, e o Elon Musk mais que todos, leem esses livros como receita, não como aviso. O livro de que eu mais me lembro, nem lembro o título, era um do Asimov em que ele descreve o elevador espacial que aparece na série da Apple TV, Fundação.E o enredo é: eu sou esse engenheiro brilhante, quero construir essa coisa no Sri Lanka, mas o governo trava tudo com regulação — eu sou um gênio e a regulação é a vilã. Hoje eu leio e penso: ah, sei. Mas, quando garoto, era só “olha, um elevador espacial, que genial, a gente nem precisa de foguete”. E aí você começa a entender. E aí eu parei de ler esses caras.E passei a ler gente com uma visão completamente diferente: o Ted Chiang, que entrevistei ano passado, a N.K. Jemisin, o Cory Doctorow, de quem sou muito fã. E talvez eles sejam mais explícitos, pra gente burra como eu entender: “não, bobo, a analogia é essa”. Mas Duna era incrível — vermes gigantes de areia, o tal garoto durão, e aquela coisa do “eu não aceito o meu destino”.Tenho esse grande destino, mas não quero ele. Do resto da série eu já não gosto tanto. Mas o mais importante de tudo: Duna gerou o melhor GIF de filme de todos os tempos, o “Lisan al Gaib” do Javier Bardem — que eu devia ter colocado durante a sua explicação, aquele “uau, ele está cumprindo a profecia, agindo como o profeta”.Mas, de novo, falando de vilões: você mencionou que essas empresas se colocam como o bem contra o mal, feito impérios antigos. Só que elas também jogam a carta da China, né? “Se a gente não fizer, a Rússia faz primeiro.” Só que a Rússia começou uma guerra e está ocupada demais. “Mas a China chega lá, e é por isso que a gente tem que ser fechado.” É por isso que Mythos e Fable e agora o GPT-5.6 foram proibidos pelo governo. Isso tem fundamento?Quero saber se é possível a China competir — quero mesmo essa resposta — mas também porque, desde toda essa conversa do Fable-Mythos, países como Índia e Brasil vêm dizendo que precisam de um modelo soberano. Dá pra fazer, ou a OpenAI, a Anthropic e o Google estão tão à frente que já não dá?Karen Hao: Sobre a China: você está certíssimo, o Vale do Silício usou por anos a carta do “e a China?” pra escapar de qualquer responsabilização de verdade. Fizeram muito isso na era das redes sociais.A Meta fez muito isso, com o Mark Zuckerberg dizendo ao governo dos EUA: vocês não podem nos regular, senão a gente perde. Mas, se a gente ganhar, vai ter um efeito liberalizante no mundo e nas democracias em todo lugar. E, infelizmente, o que a gente viu foi que jogar essa carta repetidamente produziu exatamente o efeito contrário do que o Vale do Silício prometeu.Uma das empresas de rede social dominantes dessa era é a ByteDance. Ou seja, mesmo sem regulação das redes sociais nos EUA, existe uma empresa chinesa de rede social bem dominante. E as redes sociais estadunidenses acabaram tendo um efeito antiliberal no mundo — é bastante consensual que enfraqueceram democracias em todo lugar. E aí, na era da IA, elas seguiram jogando a mesma carta.Mas o que eu sempre aponto é que a gente definitivamente não devia acreditar nelas. Já existe evidência significativa de que tudo o que elas dizem está, de novo, se provando o oposto. Elas disseram: não regulem a gente como empresas de IA, regulem a China, via controles de exportação — um mecanismo do governo dos EUA com alcance extraterritorial.Só que as empresas chinesas agora estão produzindo modelos de IA de código aberto extremamente eficientes, que viraram super populares no próprio Vale do Silício. Existe um monte de startup de lá que prefere usar modelo chinês a OpenAI, Anthropic ou Google.Então, nesse sentido, é um conjunto de evidências bem decisivo, acho, pra mostrar que a gente devia simplesmente responsabilizar essas empresas, não importa o que digam sobre “ah, vamos perder pra China”. No fim das contas, é só retórica política. Não é um argumento real que elas consigam sustentar pra escapar da responsabilização.Responsabilizá-las vai fortalecer a democracia pelo mundo, vai trazer mais direitos humanos, trabalhistas e de privacidade de dados pras pessoas — é sempre o contrário do que elas dizem que aconteceria. E, sobre a sua pergunta em torno da IA soberana: acho a ideia realmente importante, mas acho também que muitos países estão meio confusos sobre o que querem dizer com isso.Muitos governos, hoje, pensam a IA soberana pela pergunta: a gente consegue construir o nosso próprio ChatGPT? O nosso próprio grande modelo de linguagem, o nosso sistema de IA generativa? Estão olhando só pro modelo que o Vale do Silício já definiu e tentando descobrir como recriar aquilo.E o que eu digo pra quem formula políticas é: defina pra que a IA serve no seu país, no seu contexto. Quais são, no fim das contas, os objetivos do seu país? Os objetivos do seu povo? E também os nossos objetivos coletivos, entre países?Porque a gente tem, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Já definimos coletivamente que há coisas que precisamos resolver juntos: superar a crise climática, reduzir a pobreza, melhorar a educação.E, enquanto o Vale do Silício adora dizer que está fazendo tudo isso, na prática não está. Mas a gente poderia — poderia desenvolver, de forma colaborativa, sistemas de IA que realmente avançassem em cada um desses objetivos coletivos que já acordamos.E cada país também devia fazer o exercício: quais objetivos você quer alcançar, e que tipos de sistema de IA você poderia desenhar pra chegar lá — sistemas que talvez não se pareçam em nada com um grande modelo de linguagem. Se os países fizessem isso, acho que descobririam que a maioria dos sistemas de que precisam exigiria muito menos recursos.Ou seja, contextos como o Brasil, a Índia e outros, quando não precisam competir construindo essas infraestruturas de computação gigantescas e gastando centenas de bilhões de dólares, na verdade já têm, localmente, todos os recursos necessários pra desenvolver um sistema de IA soberano.Cris: Quando ouvi falar do seu livro pela primeira vez, uma amiga me disse que você não poupa ninguém — fala mal do Sam Altman, mas também do Dario Amodei. E as pessoas costumam escolher um lado. Eu sou time Claude, odeio o ChatGPT, essas coisas. Então cheguei no livro pensando: ah, é mais um livro dizendo que a IA é terrível, que a gente não devia usar IA.Mas, conforme fui lendo, e ouvindo outras entrevistas suas, me pareceu que o seu problema é justamente o que você acabou de descrever: a forma como essa tecnologia é feita. E, em especial, a palavra escala — a ideia de que a solução é a escala. O que você quer dizer com isso?Karen Hao: Eu costumo usar a analogia de que “IA” é como a palavra “transporte”: na verdade se refere a uma coleção de tecnologias que vão da bicicleta ao foguete. São tipos bem, bem diferentes de tecnologia, que exigem insumos diferentes pra se desenvolver e depois têm impactos diferentes na sociedade.E você está certo: sou especificamente crítica ao que chamo de “foguetes da IA”, os sistemas que os impérios da IA estão desenvolvendo, aqueles que exigem uma quantidade enorme de exploração de mão de obra e extração ambiental.E sou bem otimista com o que chamo de “bicicletas da IA”: sistemas especializados, eficientes, com bom custo-benefício, governáveis pelas pessoas, cujo desenvolvimento pode ser participativo. Países como o Brasil, o Chile, a Índia, qualquer contexto, têm recursos pra desenvolver e se autodefinir, em vez de simplesmente herdar um sistema criado pelos dois únicos centros do mundo capazes de gastar uma quantidade extraordinária de capital: o Vale do Silício e o ecossistema tecnológico chinês.E o motivo pelo qual eu acho tão corrosivo o que os impérios da IA estão desenvolvendo é exatamente o que você disse: a forma como eles fazem isso, por um mecanismo de força bruta pra avançar as capacidades da IA em escala. Eles vão simplesmente empurrando cada vez mais dados de treinamento nesses modelos, e isso exige corroer a privacidade das pessoas, tomar a propriedade intelectual delas e, ainda por cima, baixa a qualidade dos dados que entram nos modelos — o que leva aos danos de exploração de mão de obra, porque aí você tem que dar conta da moderação de conteúdo.E aí você tem pessoas psicologicamente traumatizadas por serem expostas a todo aquele conteúdo horrível que se tenta “lavar” através desses modelos.E aí vem o problema dessas infraestruturas de computação enormes, com impactos ambientais que aumentam a conta de luz das comunidades que as hospedam e agravam a crise de custo de vida. Elas precisam ser alimentadas por fontes fósseis, que jogam mais carbono na atmosfera e mais poluição no ar dessas comunidades.Então todos os problemas que eu identifico, no que têm de corrosivo, derivam inteiramente da abordagem deles pro desenvolvimento de IA. Por que não descartar a abordagem, em vez de descartar a tecnologia? Redefinir e redesenhar de que tipos de sistema de IA a gente precisa de verdade, com uma cadeia de suprimentos fundamentalmente diferente. E isso não é exclusivo da IA.A gente já viu muitas outras indústrias que começaram com uma cadeia de suprimentos bem ruim. A moda, por exemplo: muita degradação ambiental, muita exploração de mão de obra.Com muita organização, protesto, ação de consumidores, regulação governamental e cooperação entre governos, a gente conseguiu criar mercados novos pra moda sustentável e ética, cadeias de suprimentos novas e inovações pra fazer roupa mais saudável pras pessoas e pro planeta.E é basicamente isso que eu defendo: transformar a indústria de IA do mesmo jeito que transformamos a moda, e as cadeias de suprimento de alimentos. Assim a gente fica com os benefícios da tecnologia, ajuda ela a avançar os objetivos que importam pra gente, sem jogar uma fração enorme da população mundial numa condição atrasada e numa qualidade de vida pior.Cris: O Brasil está agora, no Congresso, discutindo a escala de seis dias por semana. A regra atual é: você trabalha seis dias e descansa um. E muitas empresas, o comércio principalmente, dizem “vamos fechar as portas”, e os trabalhadores respondem “isso é problema seu, não meu”. É mais ou menos a mesma narrativa dessas empresas de IA: se eu não usar a sua água, a Idade das Trevas está chegando.Falando em Idade das Trevas, e falando em bicicleta: a sua analogia me lembrou uma coisa. Eu gosto de jogo de zumbi, de mundo aberto, e em nenhum deles tem bicicleta. Num desses jogos, instalei um plugin que deixava andar de bicicleta — você acha uma e sai pedalando. E aí entendi por que não tem bicicleta: desbalanceia tudo. Parte da graça do jogo é você precisar achar um carro, e daí pneu, gasolina, comida pra carregar. De bicicleta, você vai a qualquer lugar.E eu pensei: ah, é. Meio que estraguei o jogo pra mim, porque agora tenho uma bicicleta, é incrível. Enfim, em termos práticos: no fim do ano passado, uns meses atrás, a revista Wired publicou um artigo pedindo pra jornalistas de tecnologia contarem como usam IA no trabalho. E cada um usava de um jeito. Você usa IA no seu trabalho? Como?Karen Hao: Eu não uso nenhum sistema de IA generativa no trabalho — nem ChatGPT, nem Gemini, nem Claude. Por três motivos. O primeiro é uma postura ética, depois de tanto investigar essas empresas. O segundo é privacidade de dados: eu investigo essas empresas.Não quero que elas conheçam todo o meu raciocínio enquanto eu apuro o livro, literalmente investigando elas. E o terceiro é que, no meu caso específico, a força do meu trabalho está na capacidade de construir relações fortes com as fontes, pela empatia, e de contar histórias envolventes, pela narrativa. E os grandes modelos de linguagem simplesmente não são a ferramenta certa pra nenhuma das duas coisas.Não vão melhorar a minha empatia nem a minha escrita. Então eu não perco nada com essa postura ética: simplesmente corto essas ferramentas e sigo fazendo o meu trabalho muito bem. Pra outros jornalistas pode ser diferente, e pra quem está em outras áreas o cálculo pode ser outro.Mas eu incentivo as pessoas a pensarem primeiro: quais são as suas forças no trabalho? Quais são os seus objetivos? E aí ir de trás pra frente pra descobrir se a IA é a ferramenta certa, qual tipo de IA é a ferramenta certa, e qual fornecedor você quer de fato usar, apoiar, votar com os pés. Agora, eu uso, sim, IA preditiva.Aquelas ferramentas de IA especializadas, as “bicicletas da IA”, digamos. No livro, tinha um detalhe que eu queria muito ilustrar: como a OpenAI deu um salto quando passou de organização sem fins lucrativos a um empreendimento bancado pela Microsoft. Percebi que as cadeiras do escritório ficaram bem mais caras. Então fotografei as cadeiras de um escritório e as do outro.E joguei tudo na busca reversa de imagens do Google, que é um sistema de IA especializado — não é baseado em grandes modelos de linguagem, não é IA generativa. Assim descobri quanto essas cadeiras costumam custar. No primeiro escritório, cerca de 2 mil dólares por cadeira. No segundo, eram cadeiras de um designer brasileiro famoso, uns 10 mil dólares cada.Coloquei esse detalhe no livro pra ilustrar o tipo de riqueza e de concentração de recursos de que a gente está falando. Esses são alguns dos jeitos como eu uso IA, ainda que de forma bem limitada, sempre pontual, quando acho que vai ajudar. E, claro, uso ferramentas de transcrição por IA — outra IA especializada — em todas as minhas entrevistas.Cris: Essa foi uma das partes em que a minha cabeça explodiu, eu nunca tinha percebido: a OpenAI criou o Whisper. Deixa eu dizer de outro jeito, do meu ponto de vista. A OpenAI liberou abertamente essa ferramenta incrível de transcrição, o Whisper, em que eu jogo o áudio e ela me devolve as palavras que as pessoas disseram. E eu pensei: ah, que generoso da parte deles.Mas o motivo real de terem criado a ferramenta foi pegar todos os vídeos do YouTube, transcrever e alimentar a máquina. E aí é: ah, claro. Enfim, falando de ferramentas e de otimismo — a gente está chegando ao fim da conversa. Eu tenho uma regra desde o episódio dois deste programa, há oito anos: de novo, como eu disse do seu livro, não pode ser só uma lista de reclamações e coisa ruim. E a gente tem se saído bem até aqui.Você falou de caminhos e de bicicletas, mas eu quero ser mais específico. Se isso aqui fosse uma reunião de negócios: qual é o plano de ação, quais são os próximos passos? Só que uma das coisas que eu repito bastante, na vida e neste programa, é que problema sistêmico não se resolve com ação individual. Se eu tomar banhos mais curtos, isso nunca vai salvar o planeta do aquecimento global.E muitos amigos meus simplesmente: não quero falar de IA, não quero usar IA. Voltando aos videogames: leram que tal jogo usa IA e pronto, não vão jogar. E a minha primeira pergunta pra você é: como a gente ocupa esses espaços da IA generativa — ChatGPT, Gemini e por aí vai? Porque o que a gente viu com as redes sociais foi: ah, o Facebook é do mal, vou sair do Facebook. Ah, vou sair do Twitter.E, na esperança de quê, sei lá, talvez alguém diga: ah, sinto falta do Cris, cadê ele? Ah, está no Bluesky. Mas isso deixa o espaço aberto pra os radicais entrarem e postarem o que quiserem, sem ninguém contrapor ou tornar aquilo um lugar melhor. Então como a gente ocupa o espaço da IA — seja qual for a definição de “espaço da IA” que você preferir — com todos esses problemas que a gente vem discutindo?Karen Hao: Acho que tem duas categorias de ação pra gente pensar. Uma é desmantelar o império. A outra é investir e construir novos tipos de sistema de IA, que se tornem alternativas às tecnologias do império. Quando eu digo desmantelar o império, não estou dizendo que quero que a OpenAI, o Google, a Anthropic, seja quem for, simplesmente deixem de existir.É que eu não quero que elas sejam imperiais. Não quero que fiquem extraindo uma quantidade extraordinária de valor sem redistribuir nada em troca. Se elas voltassem a ser negócios que praticam uma troca justa de valor com o mundo, eu ficaria perfeitamente feliz com qualquer tecnologia que estivessem desenvolvendo.E a forma de desmantelar o império, acho, se resume a muita organização de base, que vai pressionar os governos a regular e responsabilizar essa indústria. No último ano, a gente viu uma quantidade incrível dessa organização de base florescendo pelo mundo.Recentemente, lancei com um grupo de jornalistas, pesquisadores de IA e acadêmicos críticos um projeto chamado AI Resist List, que busca documentar parte dessa organização de base pelo mundo. A gente encontrou cerca de 30 exemplos, de todas as regiões, de ações individuais, institucionais e movidas pela comunidade.Tinha ação artística, ação política. E isso mostra bem o seu ponto: não dá pra contar só com a ação individual, mas o indivíduo pode, sim, ter impacto. Até uma ação pequena pode gerar um grande efeito cascata. Claro que se juntar com os vizinhos pra protestar contra o data center é ainda mais eficaz. Se juntar dentro da sua escola ou universidade pra protestar contra a parceria dela com uma empresa de IA também é mais eficaz.Se juntar com os colegas de trabalho de um setor pra barrar a adoção de uma IA que corrói os direitos trabalhistas é mais um jeito eficaz. A gente tem um monte desses exemplos. Um dos meus favoritos é o de uma comunidade sobre a qual escrevi no livro, Quilicura, no Chile, na periferia de Santiago. É uma comunidade da classe trabalhadora, bem pobre, que vem sendo alvo incessante da expansão de data centers.E por isso protestaram de forma bem aguerrida contra essa expansão, porque não acharam bom negócio hospedar essas instalações sem tirar nenhum benefício, enquanto elas consomem uma parte significativa dos recursos naturais da região.E, logo depois que escrevi sobre eles, foram além na resistência e criaram uma plataforma chamada Quili.ai. É um site em que você entra e que parece um chatbot, parece o ChatGPT: tem uma interface de chat pra você digitar. Só que, quando você faz uma pergunta, em vez de um modelo de IA responder, a mensagem é encaminhada pra alguém que mora em Quilicura, no Chile. Aí, se você pede “quero a imagem de um cachorro”, aquilo vai pro artista local deles, o Benji. Ele pega um pedaço de papel, desenha um cachorro, tira uma foto e te manda de volta.Eles fizeram isso essencialmente como um projeto de arte performática, pra fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de usar IA generativa pra bobagem. A mensagem era: ei, quando você fica brincando com essas ferramentas em pedido besta, isso afeta comunidades como a nossa, drena os recursos de que a gente precisa pra viver bem.E também queriam levar as pessoas a pensar: por que não perguntar pra alguém da sua própria comunidade aquela receita que você procurava, ou pedir aquela imagem? Porque aí você reconstrói as conexões que estão tão em falta na sociedade — a falta delas é o que nos deixa mais vulneráveis a esse tipo de colonização do império.Eles deixaram o projeto aberto por 24 horas, e qualquer pessoa no mundo podia mandar um pedido. Receberam uma quantidade extraordinária deles. Viralizou de vez. E essa cidadezinha conseguiu uma virada enorme de narrativa sobre a suposta inevitabilidade e necessidade dessa tecnologia, sobre tudo o que o Vale do Silício diz — que, se você não usar, vai ficar pra trás de quem usa.E esse é só um exemplo, entre muitos, de como pessoas comuns, não importa a sua posição na sociedade, podem ter impacto real no debate, na consciência pública e até na regulação. A gente está vendo isso agora com os protestos contra data centers. Nos EUA, em 2025, cerca de 150 bilhões de dólares em projetos de data center foram travados.Isso virou uma das questões políticas mais quentes nos EUA para as próximas eleições de meio de mandato. Tem gente eleita sendo literalmente tirada do cargo por ter aprovado data centers, contrariando a vontade do povo. E isso já está tendo efeito real sobre as empresas e sobre a trajetória do desenvolvimento de IA.A OpenAI teve que encerrar recentemente a sua ferramenta de geração de vídeo, o Sora. Quando lançaram, apresentaram como o segundo produto mais importante desde o ChatGPT. O que aconteceu entre o lançamento e o fim? Uma reportagem do Wall Street Journal apontou três motivos, todos moldados por ação de base. Um: um gargalo enorme de capacidade de computação.Muitos dos data centers travados ou parados eram da OpenAI. Dois: um cenário financeiro bem mais incerto. A OpenAI está se preparando pro IPO, o que significa ficar mais exposta a Wall Street — e Wall Street está cada vez mais nervoso com a capacidade dessas empresas de cumprir o que prometem.E aí a OpenAI teve que reforçar alguns projetos paralelos pra fazer o balanço parecer um pouco melhor aos olhos de Wall Street. E, terceiro: os consumidores simplesmente não estavam usando o produto — o que também é ação coletiva de consumidores. Então, por todo esse tipo de resistência, de várias formas, de baixo pra cima, as pessoas estão de fato tendo impacto real na indústria e responsabilizando ela.Essa é a primeira categoria de ação. A segunda é: ok, que tecnologias de IA a gente usaria como alternativa? E aí a gente precisa investir mais nelas. Muitas vezes, quando converso sobre o livro, a pessoa diz: ok, me convenci de que não quero usar ChatGPT, não quero usar Claude — mas então uso o quê no lugar?E o problema é que eu não tenho muitas respostas pra essa lista de alternativas. Tem umas poucas aqui e ali, uma plataforma, uma empresa.Cris: Dá pra rodar o modelo no seu próprio computador, como o Cory Doctorow faz, mas aí é limitado e…Karen Hao: Exatamente, exige mais habilidade técnica. Mas, pra quem consegue instalar modelos de código aberto no próprio computador, eu incentivo 100%. Só que a gente também precisa de mais gente desenvolvendo interfaces bem fáceis pra esses modelos de código aberto, pra que qualquer pessoa consiga usar.A gente também precisa de mais gente desenvolvendo “bicicletas da IA”, de investidores e governos investindo mais nesse tipo de solução, e de talento — pesquisadores de IA, desenvolvedores e outras pessoas dispostas a sacrificar um pouco e abrir mão dos pacotes de remuneração enormes.Cris: Eu estava começando a achar que agora as empresas precisam ter menos lucro — e isso nunca vai acontecer.Karen Hao: Não, não é a empresa ter menos lucro. É o trabalhador topar abrir mão do pacote de milhões de dólares pra levar o talento dele pra outro lugar. Mais fácil, bem mais fácil. Eu converso com muito pesquisador de IA cansado da abordagem da indústria, porque ela é completamente sem criatividade intelectual.Eu conversei com pesquisadores que não passaram seis anos num doutorado em IA só pra ficar empurrando mais dados na máquina — pra eles, é o trabalho mais chato do mundo. E depois automatizar a programação, que era justamente o que eles gostavam de fazer. Converso com tanta gente que já não acha graça nenhuma nisso. Estão meio presos por “algemas de ouro”.E estão tentando descobrir, dentro de si, que carreira alternativa poderiam ter. Eu costumo incentivar esses pesquisadores a gastar o talento deles construindo um tipo diferente de empresa, que trabalhe com “bicicletas da IA”. E a gente já começa a ver cada vez mais desse talento indo por aí.E a gente precisa que todas as facetas da sociedade invistam num ecossistema muito mais robusto e rico de tecnologias de IA, capaz de substituir as que hoje dominam. Eu ainda tenho as cicatrizes das minhas próprias “algemas de ouro”, mas concordo plenamente.Cris: E as redes sociais são o exemplo — veja o que aconteceu com elas. Tem aquela frase famosa: as mentes mais brilhantes da minha geração passam o tempo fazendo as pessoas clicarem em anúncios. E ainda dizem: ah, isso pode ser o futuro. Pois é.Você contou a história do Quili.ai e isso me lembrou um dos primeiros criadores de conteúdo do Brasil, o Cid Não Salvo. Uns 10, 15 anos atrás, ele tuitou o seguinte: “Gente, eu disse pro meu pai que, sempre que ele precisar pesquisar alguma coisa na internet, é pra ir no Twitter.com e digitar a pergunta na caixa”. E olha que ele tinha milhões de seguidores.E, por uns bons dias, quase um mês, você entrava no Twitter do pai dele e via perguntas tipo “onde eu compro pizza?”. Era engraçadíssimo. No fim, ele contou pro pai — ou talvez não. Mas eu adoro essa ideia. Antes de a gente terminar: você já deve ter respondido isso mil vezes, mas vai continuar cobrindo IA? O que está na sua cabeça, o que vem por aí? Turnê mundial? O que vem pela frente?Karen Hao: Com certeza estou pensando em como continuar responsabilizando essas empresas. Estou envolvida em várias colaborações, com gente incrível, em diferentes projetos ligados a isso. O AI Resist List foi um deles. Também co-criei um programa chamado AI Spotlight Series, com o Pulitzer Center, uma organização jornalística sem fins lucrativos que financia jornalismo investigativo pelo mundo.É um programa que treina jornalistas do mundo inteiro a cobrir IA por uma lente de responsabilização. Até agora, já treinamos mais de 3 mil. E eu sigo pensando em como construir mais capacidade dentro do jornalismo, da sociedade civil, de outros contextos, pra mobilizar ainda mais essa organização de base — pra conter de verdade os impérios da IA e ajudar a desmantelá-los.Cris: Adorei o seu exemplo da moda. É possível, já foi feito. Ou até a indústria automotiva. Ou o grande exemplo que a gente não mencionou, e que o pessoal da OpenAI vive citando: o Projeto Manhattan, a energia nuclear.O mundo não acabou. Quando eu era criança lendo Asimov, achava que ia tudo acabar num fogo nuclear. Enfim — alguma última palavra, alguma mensagem, algum palpite pros jogos do Brasil na Copa, alguma coisa que você queira dizer antes da gente encerrar?Karen Hao: No fim das contas, o que eu espero que fique desta conversa e do livro é o seguinte: neste momento, o Vale do Silício está concebendo a IA como um projeto político. E a característica central desse projeto é tirar a autonomia de todo mundo — a autonomia de moldar de verdade o próprio futuro e o nosso futuro coletivo. Mas, no instante em que você reconhece que já tem uma autonomia significativa pra resistir, o império começa a desmoronar.Então espero que as pessoas encontrem a própria voz, a afirmem, conquistem o seu lugar à mesa e se conectem com os vizinhos, com a comunidade, com os colegas de trabalho, pra criar mais movimentos juntos.Cris: Que ótimo. Karen Hao, o seu livro é O Império da IA: Por dentro da corrida irresponsável pela dominação total. Obrigado por vir ao Brasil conversar com a gente. Foi um prazer.Karen Hao: Muito obrigada.Uma das primeiras perguntas que anotei quando comecei a pensar nessa conversa foi justamente a do final, a da ocupação de espaços. Porque, como eu disse, quando as redes sociais chegaram para ficar, muita gente falou “ah, não vou usar, é do mal” — e aí as pessoas ruins, vamos chamar assim, acabam ocupando esse espaço e falando o que bem entendem. A gente precisa aprender essa lição agora, no mundo da IA.Fora que vejo muita gente falando de IA sem nunca ter usado — ou que usou, sei lá, dois anos atrás, acha que continua tudo igual e já diz que não quer chegar perto.E por quê? Porque essa abordagem de ocupar espaços é o que eu e a Ana Freitas buscamos fazer no IA em Curso, nossa comunidade de letramento contínuo em IA. Foi, aliás, uma conversa que tive com a Karen antes da entrevista: ao mesmo tempo que a gente fala do impacto da IA no mundo, também precisa focar no que é prático, no que dá para fazer hoje com IA, sem vender sonho nem desastre. A analogia que usei foi a de que é que nem quando a gente fazia curso de Word e Excel — é o que eu faço agora que vai facilitar minha vida, me fazer ganhar tempo, botar a IA para me ajudar. Quem viu minha conversa com a Ana aqui no Boa Noite Internet, no fim de 2025, sabe do que estou falando. Se não viu, volta lá e confere.Desde que a gente lançou este episódio, o IA em Curso já passou de 400 pessoas. Tem muita gente colocando projetos pessoais incríveis na rua, tirando do papel aquela ideia que rondava a cabeça há um tempão. E a comunidade tem mentoria ao vivo, aula gravada, newsletter, banco de agentes, grupo de Telegram… que mais? O que não falta é jeito de passar para você o conhecimento sobre IA de que você precisa hoje, agora. Quero te dar a bússola para navegar nesse universo.Se esse é o tipo de abordagem que você quer ter com a IA, passa lá no iaemcurso.com.br e usa o cupom BNI2026 para ganhar 20% de desconto no plano anual. Mas corre, porque daqui a duas semanas vou apagar esse cupom — não é todo dia que a gente dá um desconto desses.É isso. Boa Noite Internet, temporada 2026 começando — como todo ano, com mudança, ideia, projeto. Ou, como diz minha citação preferida de todos os tempos: “vivemos uma fase de transição, como sempre”. Espero ver você por aqui e lá no IA em Curso.Obrigado pelo seu tempo e pela sua atenção. Até o próximo episódio. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe

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Alegria completa

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Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 5:03


TEMPO DE REFLETIR 01830 – 19 de julho de 2026 Filipenses 4:4 – Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: Alegrem-se! Alegria não é a habilidade de contar piadas ou fazer todo mundo rir. Também não é apenas uma reação do que acontece conosco quando tudo vai bem, temos sucesso ou quando estamos diante da perspectiva de ter o que desejamos. A alegria que vem de Deus toma muitas formas. Pode ser um sentimento de paz, na certeza de que tudo está nas mãos dEle; ou se manifesta quando um amigo diz: “Me lembrei de você e liguei.” Será que nos esquecemos das referências bíblicas que falam de alegria e regozijo? As figuras de linguagem que Jesus usou para falar do reino ou de Seus milagres eram uma demonstração daquilo que Ele disse: “Para que a […] alegria de vocês seja completa” (Jo 15:11). Ele falou do Céu como se fosse um banquete ou uma festa (Lc 14:15); o pastor se alegrou com a ovelha que foi achada (Lc 15:5); a multidão se alegrou quando foi curada a mulher que estava enferma havia 18 anos (Lc 13:13); as crianças se alegraram quando Jesus Se deteve para abençoá-las; o leproso que voltou para agradecer (Lc 17:15); e os discípulos, que, depois da ressurreição, estavam alegres. Certa vez, um pequeno grupo de estudos da Bíblia chegou justamente ao texto de Gálatas 5, sobre os frutos do Espírito: amor, alegria, paz, etc., todos relacionados com a experiência pessoal. À medida que discutiam, descobriram que estavam experimentando amor e paz. Muitos admitiam a necessidade de ser mais pacientes (se eu estivesse presente teria reconhecido isso). O grupo também admitiu que tinha fé e era bondoso. Reconheceu sua necessidade de mansidão e domínio próprio. Mas um item que todos concordaram de que precisavam muito, mas muito mesmo, foi alegria. “O amor difundido por Cristo por todo o ser é um poder vitalizante. […] Implanta no coração uma alegria que coisa alguma terrestre pode destruir – a alegria no Espírito Santo – alegria que comunica saúde e vida” (A Ciência do Bom Viver, p. 115). Podemos repetir com o salmista: “Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua de cantos de alegria (Sl 126:2). Pratique isso no dia de hoje e ore comigo agora: Ah, Senhor, enche meu coração de alegria! De felicidade, de disposição! Mesmo que muitas vezes essa alegria venha marcada com algumas lágrimas. Eu Te peço, Pai, em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Caminho Da Vida
Muitos Verão e Confiarão no Senhor

Caminho Da Vida

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 38:37


Pra. Greice Batista

Presente Diário
Coração limpo

Presente Diário

Play Episode Listen Later Jul 19, 2026 4:07


Devocional do dia 19/07/2026 com o tema: Coração limpo Durante a pandemia de covid-19, passamos a higienizar as mãos com mais frequência. Muitos já tinham esse hábito, mas outros o adquiriram apenas naquela situação. No entanto, também durante esse período ocorreram muitos conflitos, ressentimentos e divisões. Diversos laços de amizade foram rompidos, e inúmeras pessoas se afastaram de suas igrejas por causa de mágoas ou desentendimentos. Higienizamos as mãos, mas o coração de muitos permaneceu contaminado por rancores e ressentimentos. Na leitura bíblica, Jesus está sendo criticado porque os seus discípulos comiam sem lavar as mãos, contrariando a tradição da época - costume com origem na tradição oral ensinada pelos rabinos, mas não nas Escrituras. LEITURA BÍBLICA: Marcos 7.1-5,14-15,21-23 Pois o Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo (Rm 14.17).See omnystudio.com/listener for privacy information.

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O difícil “ainda não” de Deus

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Play Episode Listen Later Jul 18, 2026 5:37


TEMPO DE REFLETIR 01829 – 18 de julho de 2026 II Coríntios 12:9 – Ele me disse: Minha graça é suficiente para você, pois o Meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Eu lembro a primeira vez que entrei numa central de operações de TI, na Novo Tempo. Avistei aquelas estantes metálicas e luzinhas piscando de todos os lados. Pensei: Como deve ser o “computador de Deus” para atender ao número incalculável de orações por segundo ou por nano segundo. Como Ele pode responder orações conflitantes? Será que Ele atende ao que for mais insistente? Será que Ele Se comporta conosco como o entrevistado que responde ao repórter que grita mais alto? Porém, mesmo que a oração continue sendo um dos bonitos mistérios da vida, ela nunca deverá ser deixada de lado apenas pelo fato de não a entendermos. Muitos de nós já nos sentamos na sala de espera de Deus, aguardando atendimento urgente e prioritário, mas o que recebemos de volta foi um silêncio incômodo e prolongado. Oramos, esperamos, perguntamos se a oração estava errada, mas o silêncio persistiu. Revolvemos o coração para escutar apenas o eco de nossas palavras. Muitos pensam que Deus tem a obrigação de fazê-los navegar num mar de rosas, ou pelo menos dar explicações pelas dificuldades que enfrentam. No entanto, devemos enfrentar esse silêncio com paciência e confiança. Enquanto Ele não responde, devemos crer assim mesmo. Deus pode dizer: “Ainda não, mas estou aqui e tudo terminará bem. Confie em Mim.” “Se não recebemos exatamente as coisas que pedimos e ao tempo desejado, devemos, não obstante, crer que o Senhor nos ouve, e que atenderá às nossas orações […] dando-nos aquilo que é para o nosso maior bem – aquilo que nós mesmos desejaríamos se, com vista divinamente iluminada, pudéssemos ver todas as coisas como são na realidade” (Caminho a Cristo, p. 96). Em seu livro O Problema do Sofrimento, C. S. Lewis, depois de sua conversão ao cristianismo, escreveu sobre a prolongada enfermidade da esposa que veio a falecer: “Quando você está feliz e não necessita dEle, será recebido de braços abertos. Mas vá para Ele quando estiver necessitado […] e o que encontrará? Uma porta batida na sua cara, e o barulho de uma fechadura trancada duas vezes […]”. Se o autor concluísse dessa forma, seria apenas um desabafo, mas Ele continua dizendo: “Fui levado a sentir que a porta não estava trancada.” Amigo ouvinte, Deus sempre responde no momento certo. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Pai, às vezes eu não consigo entender porque a demora em responder às minhas orações. Mas eu creio, Pai, que Tu sabes todas as coisas, Tu sabes o tempo certo. E eu preciso aprender a esperar! Que essa confiança e essa certeza estejam no coração de cada um de meus ouvintes agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Economia
Tarifas dos EUA empurraram Brasil para outros parceiros comerciais, mas dependência chinesa preocupa

Economia

Play Episode Listen Later Jul 15, 2026 5:32


A instabilidade do comércio com os Estados Unidos desde a volta de Donald Trump à Casa Branca reduziu a fatia das exportações brasileiras para o país ao menor patamar em 200 anos, mas impulsionou a diversificação de parceiros. O choque provocado por Trump também serviu de alerta para os riscos da dependência de um número limitado de grandes compradores – a começar pela China, destino de 31,5% dos produtos vendidos pelo Brasil. Lúcia Müzell, da RFI em Paris O impacto do vai e vem das tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos ainda está sendo assimilado pelos setores não beneficiados por isenções. Muitos haviam estruturado suas cadeias produtivas em torno do mercado americano, como o de metais, da madeira e de diversas manufaturas. "No setor de café solúvel, 50% da exportação brasileira ia para os Estados Unidos. Eles aumentaram as vendas para outros destinos, mas mesmo assim a participação era muito grande. A mesma coisa ocorre com aço, alumínio e cobre", explica Welber Barral, especialista em comércio internacional com vasta experiência na pasta. "Os Estados Unidos eram um grande comprador há muitas décadas, então você não consegue diversificar imediatamente. Para os calçados, por exemplo, os EUA não são um grande destino para o setor como um todo, mas algumas empresas em particular dependiam muito do mercado americano", observa. As barreiras comerciais prejudicam também os importadores. Grandes empresas como Coca-Cola e Tesla sinalizaram que não é tão simples substituir o café, o suco de laranja e os metais raros que costumavam comprar do Brasil com tarifas baixas. O consumidor americano acaba pagando essa conta. A confiança abalada acelera o afastamento Do lado dos parceiros do país, a confiança sai abalada. “No caso do Brasil, a consequência imediata é apressar um divórcio ou um processo de decoupling que já está sendo feito nos últimos 20 anos. É claro que a conjuntura afeta, mas é a continuação de uma tendência de um país que era o maior parceiro comercial brasileiro em muitas décadas, e que deixou de ser e vem em queda constante”, salienta Carlos Frederico Coelho, professor de comércio internacional da PUC Rio. "O tarifaço não inaugurou esse movimento, mas ele certamente o acelera.” Os anúncios intempestivos de Trump amplificaram no mundo um movimento de abertura de novas parcerias e intensificação das existentes. Desde 2025, junto com o Mercosul, cinco frentes avançaram para o Brasil: os acordos comerciais com a União Europeia, o EFTA (Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia) e Singapura foram fechados, além da abertura de negociações com o Japão e a reativação diplomática para a conclusão das tratativas com Emirados Árabes Unidos, Canadá, Índia, Vietnã e Indonésia. O resultado é que, até 2024, apenas 12% das exportações brasileiras eram cobertas por acordos comerciais, e a parcela subiu para 31%. No ano passado, os números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) confirmam a diversificação, com recordes de exportações para 42 países. A Alemanha, por exemplo, se consolidou como a quarta maior parceira e pretende dobrar as trocas com o Brasil nos próximos cinco anos. “Um efeito indireto e provavelmente não desejado por Trump foi o aumento desses acordos do Brasil e de vários outros países, para tentar diversificar do mercado americano. E não é só o Mercosul”, sublinha Welber Barral, ex-secretário brasileiro de Comércio Exterior. “Se você olhar, países como Indonésia avançaram muito em novos acordos. A própria União Europeia avançou no acordo com a Índia”, aponta. O risco chinês  A queda de 6,6% nas importações do Brasil pelos Estados Unidos foi compensada pelo aumento equivalente para a China e a Argentina, respectivamente o primeiro e o terceiro principais parceiros comerciais do Brasil. Hoje, Pequim absorve quase um terço das exportações brasileiras. "Diversificar é um pouco mais complexo do que se fala. O que preocupa nas trocas comerciais com a China é que, quando você analisa essa pauta, quase 90% está concentrado em quatro produtos: carnes, minério, soja e petróleo”, adverte Coelho. "Isso deveria nos assustar, porque se a China desacelerar, o Brasil vai sofrer imensamente. Não é desejável, para países tão distantes, que o Brasil tenha 30% das exportações indo para um só país." Barral concorda com os riscos dessa nova dependência, mas pondera que as trocas com os países asiáticos em geral também estão em alta, a exemplo da Índia, Indonésia e Vietnã. "Outros países asiáticos também podem se tornar grandes importadores no futuro, principalmente de commodities agrícolas”, afirma.

Pcontrol Podcast
Seu Negócio Pode PARAR Hoje (E Você Nem Vai Perceber) | Evandro Alves

Pcontrol Podcast

Play Episode Listen Later Jul 14, 2026 64:03


Esportes
França enfrentará a Espanha na semifinal da Copa em data simbólica

Esportes

Play Episode Listen Later Jul 13, 2026 5:34


Com uma vitória sólida sobre o Marrocos e Mbappé cada vez mais perto do recorde histórico de gols de Messi, a França garante pela terceira vez seguida uma vaga na semifinal da Copa do Mundo. Vitória Barreto, especial para a RFI A França está em festa. Pela terceira vez consecutiva, os Bleus vão à semifinal da Copa do Mundo, desta vez contra a Espanha na terça-feira, 14 de julho, data da Queda da Bastilha, a mais importante data comemorativa da história francesa, quando a monarquia absolutista foi derrubada.   A derrota do Marrocos na quinta-feira (10) confirmou o favoritismo de uma equipe que une o país.   Torcedores vestidos com a icônica camisa estampada gritavam "Merci Mbappé", capitão da seleção, como a torcedora Maya, que, num bar no centro de Paris, exclamava seu orgulho pela equipe e seu poder de unir o país.   "Acho que deveríamos estar unidos todos os dias, mas isso não é possível porque a política nos divide. Mas quem se importa? Mbappé está aqui e está dando um show para a gente", contou a torcedora, beijando a camisa do time.   Nathan, amigo de Maya, disse que tinha medo de perder para os marroquinos, mas que ficou orgulhoso do time. "A defesa está perfeita, todos os jogadores têm uma mentalidade incrível, o ambiente no time é muito bom. Sinto que, pela primeira vez, os reservas estão tão em sintonia quanto os titulares."   Até os marroquinos aceitaram a derrota e desejaram boa sorte aos Bleus, já que muitos jogadores do país africano também têm origem francesa.   A torcedora Soumaya, de vermelho da cabeça aos pés, com um boné e uma camisa com a bandeira do Marrocos, contou que ficou decepcionada com o resultado, mas revelou seu apoio à seleção francesa.   "Meu coração sempre será marroquino, mas hoje à noite o que importa é o jogo e o espírito esportivo. A França jogou melhor, então espero que chegue à final e ganhe a Copa do Mundo", disse a torcedora marroquina.   Muitos especialistas têm comparado a popularidade e a união dos jogadores à antiga seleção brasileira, dos anos 1970 e de 2002, e não é à toa. Contra o Marrocos, Kylian Mbappé marcou seu oitavo gol no torneio, chegando a 20 gols na carreira em Copas do Mundo, apenas um atrás de Messi nessa marca histórica. Ousmane Dembélé ampliou o placar logo depois, fechando o 2 a 0 que garantiu à França a vaga na semifinal.   O jornalista esportivo franco-português Nicolas Vilas atribui boa parte desse foco e organização a Didier Deschamps, campeão mundial como jogador em 98 e como técnico em 2018.   "Esta é a última pra ele. Deve ter um caráter especial para ele e para os jogadores de saber que Didier Deschamps, lenda do futebol francês, disputa o último Campeonato do Mundo como selecionador e treinador. Isso contribui a um aspecto mais místico à volta dele” disse Vilas.  "A mãe dele faleceu durante o campeonato mundial, teve de ausentar-se. Foi no último jogo da fase de grupos frente à Noruega. Pode ser que isso reforce ainda mais o espírito de grupo que existe na seleção francesa," acrescentou. O jornalista franco-português Eric Mendes explica que a saúde física da equipe tem sido um ponto-chave nas vitórias constantes do time.   "Deschamps quis terminar em primeiro no grupo para não precisar trocar de hotel e manter o centro de treinamento. Isso foi muito importante, sobretudo com o calor forte nos Estados Unidos; o descanso físico pode ser um trunfo a mais para a França."   Resta saber se os Bleus vão vencer no Dia da Bastilha, data que inspirou a ascensão de governos republicanos em todo o mundo. Se vencerem, a festa continua. 

Expresso - O mundo a seus pés
“Ajudar a população da Venezuela vai ser um processo muito longo. São muitos meses até restabelecer as necessidades básicas”

Expresso - O mundo a seus pés

Play Episode Listen Later Jul 10, 2026 14:01


O duplo sismo na Venezuela causou “uma emergência em cima de outra emergência”. Oiça o último episódio do podcast “O Mundo A Seus Pés” com Marta Caria, da Portugal com ACNUR, fundação parceira nacional da Agência da ONU para os Refugiados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Dunamis Hangout
O ERRO QUE MUITOS COMETEM AO ESTUDAR HERMENÊUTICA E TEOLOGIA | EP. 146 COM PROF. MATEUS RANGEL

Dunamis Hangout

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 54:08


Hermenêutica e poder do Espírito Santo caminham juntos? No episódio de hoje do Dunamis Hangout, o professor Mateus Rangel desmistifica o cessacionismo, ensina princípios práticos de interpretação bíblica e mostra por que conhecer profundamente as Escrituras nos leva a viver, e não negar, as manifestações de Deus.Compartilhe este episódio com seus amigos e família.

Convidado
Venezuela: No meio dos escombros, a fé mantém viva a esperança

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 9:22


O Governo venezuelano quer reabrir o principal aeroporto do país a voos comerciais "o mais rapidamente possível" após os sismos que a 24 de Junho devastaram o país. O balanço de mortos não para de aumentar. Segundo as autoridades venezuelanas, 3.811 pessoas morreram e 16.740 ficaram feridas. De acordo com as Nações Unidas, os desaparecidos podem chegar aos 50.000. Muitos sobreviventes ficaram sem abrigo ou em abrigos improvisados em parques, sem perspectivas de futuro. O aeroporto internacional Simón Bolívar, que serve Caracas, fica em La Guaira, o epicentro do duplo sismo de magnitude 7,2 e 7,5, que reduziu a escombros dezenas de edifícios residenciais. Várias equipas de socorro estrangeiras já se retiraram do local, após não encontrarem sinais de vida. O balanço de mortos não para de aumentar. Segundo as autoridades venezuelanas, 3.811 pessoas morreram e 16.740 ficaram feridas, 6.462 foram resgatadas dos escombros e 17.907 pessoas ficaram sem habitação. De acordo com as Nações Unidas, os desaparecidos podem chegar aos 50.000. Muitos sobreviventes ficaram sem abrigo ou em abrigos improvisados em parques, sem perspectivas de futuro. Lucecita Fernandes, presidente da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas em Caracas, traça um retrato marcado pela dor, pela incerteza e pela solidariedade dos dias que se seguiram à tragédia que atingiu a região de La Guaira. A presidente da Sociedade de Beneficência de Damas Portuguesas em Caracas, Lucecita Fernandes, traça um retrato marcado pela dor, pela incerteza e pela solidariedade dos dias que se seguiram à tragédia que atingiu a região de La Guaira. Segundo a dirigente associativa, o cenário tem mudado à medida que passam os dias. Se, numa primeira fase, todos os esforços estavam concentrados no resgate de sobreviventes, a prioridade começa agora a deslocar-se para a recuperação dos corpos das vítimas mortais, permitindo às famílias fazer o funeral e iniciar o processo de luto: "Nos primeiros dias, toda a energia da sociedade civil foi colocada no resgate de pessoas com vida. Agora, com o passar do tempo, as famílias fazem pressão para que também sejam encontrados os corpos dos seus entes queridos". A responsável admite que algumas vítimas poderão nunca ser encontradas, mas recorda que, para as famílias, a ausência de um corpo não diminui a dimensão da perda. Apesar da devastação, Lucecita Fernandes diz que permanece a esperança. Reconhece que o sentimento dominante é de tristeza, impotência e dor, mas destaca igualmente a enorme onda de solidariedade entre os venezuelanos: "A capacidade de partilha continua muito presente na sociedade venezuelana". Perante uma tragédia que atinge praticamente todas as famílias, a dirigente considera que o apoio emocional passa sobretudo pela empatia e pela capacidade de escutar quem sofre. "Quem está mais forte tem de amparar quem está mais fragilizado. É assim que uma sociedade consegue levantar-se depois de momentos tão difíceis." Num país profundamente religioso, a fé continua também a desempenhar um papel fundamental. Lucecita Fernandes recorda os testemunhos de sobreviventes resgatados ao fim de vários dias sob os escombros: "Os primeiros agradecimentos são sempre dirigidos a Deus. Muitos dizem que sobreviveram porque rezaram, porque acreditaram e porque nunca perderam a esperança." "Isto não é uma tragédia que se resolve num mês ou em dois meses. Esperamos que a solidariedade internacional continue, sempre com esperança e com a convicção de que a Venezuela conseguirá olhar novamente para o futuro", conclui.

Podcast do Patroni
#270 - Raiz com valor

Podcast do Patroni

Play Episode Listen Later Jul 9, 2026 67:45


Grandes negócios nem sempre nascem de produtos novos. Muitos começam quando alguém encontra formas diferentes de entregar valor ao consumidor. A história de hoje começa no interior de Mato Grosso, passa pela escola agrícola, pelo setor frigorífico e chega a um empreendedor que decidiu apostar em um produto que muitos consideravam simples demais para se transformar em um grande negócio. Enquanto muita gente disputava preço, ele resolveu disputar confiança. Enquanto muitos vendiam mandioca, ele decidiu vender qualidade, padronização, praticidade e experiência para o consumidor. O resultado veio. Em poucos anos, uma pequena produção iniciada com um quadro de mandioca da família transformou-se em uma marca presente em diversas cidades do estado, com uma linha completa de produtos, uma rede de produtores parceiros e um modelo de negócio que também gera renda dentro das propriedades rurais. Além dos números, a forma como cada decisão foi construída também chama atenção. Da escolha do nome da marca ao desenvolvimento das embalagens, da busca por fornecedores ao cuidado com a qualidade, cada detalhe revela uma característica indispensável para quem empreende: enxergar oportunidades onde quase ninguém olha. Neste episódio, você vai conhecer a trajetória de Rodrigo Marçal, fundador da Manyoca, entender como nasceu uma empresa que hoje comercializa dezenas de toneladas de mandioca todos os meses e descobrir por que ele acredita que o agro não vende apenas alimentos. Vende valor, confiança e futuro!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Convidado
"Visita de Emmanuel Macron à Síria assinala importante compromisso diplomático"

Convidado

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026 8:01


O segundo dia da visita do Presidente francês, Emmanuel Macron, à Síria ficou marcado por uma dupla explosão nas imediações do hotel onde estava hospedado. Apesar do incidente, o programa oficial decorreu sem alterações, incluindo a realização do fórum empresarial franco-sírio. Macron tornou-se o primeiro líder de um grande país da União Europeia a deslocar-se à Síria desde o início da reaproximação diplomática entre Paris e Damasco. Para além da dimensão política, a visita evidencia também um forte interesse económico: a França procura assegurar uma posição de destaque no futuro mercado da reconstrução síria, estimado em mais de 216 mil milhões de dólares. João Henriques, vice-presidente do Observatório do Mundo Islâmico, em Portugal, considera que esta visita, marcada por uma forte componente económica, traduz igualmente o compromisso diplomático da França e, em sentido mais amplo, da Europa para com a Síria. O Presidente francês tornou-se o primeiro líder de um grande país da União Europeia a deslocar-se à Síria. Qual é a importância desta visita? A visita de Emmanuel Macron à Síria assinala um importante compromisso diplomático, desde logo por parte da França. A intenção passa por envolver também a Europa neste compromisso com o novo Governo sírio, promovendo a estabilidade regional e criando condições para uma maior abertura à cooperação económica e à reconstrução do país. Ao mesmo tempo, esta visita pode ser entendida como um gesto simbólico de reforço da legitimidade e da liderança do actual Presidente sírio. Este segundo dia da visita de Emmanuel Macron a Damasco ficou marcado por duas explosões, que fizeram vários feridos. Estes acontecimentos demonstram que a Síria continua a enfrentar graves problemas de segurança? Sem dúvida. A segurança interna continua a ser uma enorme preocupação na Síria. Ainda não existem muitos detalhes sobre estas explosões, mas tudo indica que possam ter tido também uma dimensão simbólica. Contudo, o principal desafio continua a ser a presença do Daesh, o autoproclamado Estado Islâmico, que mantém capacidade para desestabilizar o país e fragilizar os seus alicerces de segurança. Este episódio demonstra igualmente que Damasco continua a ser um ponto vulnerável, o que representa uma preocupação permanente para as actuais autoridades sírias. No passado mês de Março, peritos da ONU afirmavam que o país continua a enfrentar desafios no caminho para uma governação inclusiva e para o Estado de direito. Em que ponto se encontra actualmente a Síria? Se a Síria pretende alcançar uma verdadeira normalização diplomática com a Europa e, eventualmente, com os Estados Unidos, terá de apresentar garantias credíveis por parte das autoridades de Damasco. Essas garantias passam, sobretudo, pelo respeito pelos direitos humanos, pelo funcionamento da justiça e pelo fortalecimento do Estado de direito. São precisamente estas questões que continuam a alimentar as reservas de muitos sectores europeus e norte-americanos relativamente ao restabelecimento pleno das relações diplomáticas. Ainda há muito trabalho a fazer a nível interno antes que esse progresso possa reflectir-se positivamente nas relações da Síria com os países que pretendem apoiar a sua reconstrução. Essa falta de garantias continua também a dividir os países europeus? Sim. No seio da Europa continuam a existir posições muito diferentes. Há quem não acredite que um antigo dirigente ligado a grupos classificados internacionalmente como terroristas tenha alterado verdadeiramente o seu percurso e possa hoje assumir-se como um factor de estabilidade interna e regional. Essa desconfiança mantém-se e continua a influenciar o debate político europeu. Muitos consideram que as mudanças não podem ser avaliadas apenas pelas declarações das novas autoridades e que será necessário tempo para comprovar a sua consistência. A França parece acreditar mais nessa evolução. Emmanuel Macron afirmou que pretende reforçar a cooperação económica e apoiar a reconstrução do país, fazendo-se acompanhar por representantes de várias empresas francesas, nomeadamente CMA CGM e ToltalEnergies. Que oportunidades oferece actualmente a Síria aos interesses franceses? A Síria oferece um potencial significativo para o desenvolvimento de relações económicas e comerciais. No entanto, esse potencial só poderá concretizar-se plenamente se a situação interna evoluir para um cenário de maior estabilidade. É precisamente esse o argumento utilizado pelos sectores que se opõem a esta aproximação: consideram prematuro investir, enquanto persistirem dúvidas sobre a segurança e a evolução política do país. Essa oposição existe também em França e reflecte igualmente as reservas que continuam presentes noutros países europeus. Que impacto poderá ter a participação francesa na reconstrução de sectores como o turismo, a agricultura, a indústria, a energia ou as obras públicas? Naturalmente que Emmanuel Macron não avançou para esta missão sem ter presente essa dimensão económica. A reconstrução da Síria representa uma oportunidade importante para empresas francesas em vários sectores estratégicos. Ao mesmo tempo, Macron enfrenta dificuldades políticas internas e procura também afirmar a influência internacional da França. Esta aproximação à Síria permite-lhe reforçar o papel francês na região, mas também procurar benefícios económicos para o país. Trata-se, por isso, de um desafio simultaneamente diplomático, económico e político. Nesta visita, com uma forte componente económica, são esperados acordos com empresas francesas, incluindo nos sectores dos transportes, da energia e da aviação. Emmanuel Macron procurou antecipar-se ao encontro entre o Presidente sírio e o Presidente dos Estados Unidos? Em parte, sim. A visita de Emmanuel Macron reforça um processo que já vinha sendo desenvolvido através da reabertura de canais diplomáticos com Damasco. Os Estados Unidos continuam cautelosos relativamente à situação de segurança e às garantias políticas oferecidas pelas novas autoridades sírias. Ainda assim, esta iniciativa francesa poderá abrir caminho a um maior envolvimento norte-americano, sobretudo numa altura em que Washington já admitiu aliviar ou levantar parte das sanções impostas à Síria. Para os Estados Unidos, esta poderá também representar uma oportunidade para reforçar a sua influência no Médio Oriente, numa estratégia que já tem sido visível através do aprofundamento das relações com vários países do Golfo. Julgo que Donald Trump tenderá a privilegiar uma lógica de custo-benefício e, nesse contexto, poderá considerar que uma aproximação à Síria serve os interesses estratégicos norte-americanos. Nesse sentido, os Estados Unidos parecem estar, por agora, a acompanhar uma dinâmica que foi iniciada sobretudo pelos europeus. E nomeadamente pela França... Exactamente. A França está, neste momento, a assumir a dianteira desse processo de reaproximação diplomática.

Rádio Online PUC Minas
Cultura Pop como Informação: o entretenimento que salva o mundo |144

Rádio Online PUC Minas

Play Episode Listen Later Jul 7, 2026


Muitos de nós enxergam a cultura pop como simples entretenimento, ignorando o papel social e pedagógico da ficção. No Wondernautas, acreditamos que a cultura pop é uma ferramenta poderosa para democratizar a informação e despertar a consciência sobre urgências da nossa sociedade. Neste episódio, mergulhamos na trajetória do Capitão América (Sam Wilson), da Mulher-Gato e do Cavaleiro de Ouro Mu de Áries para conectar narrativas de desigualdade social, racismo estrutural, violência policial e crise ambiental com a realidade brasileira de 2026. ​Afinal, a ficção pode salvar vidas? Quais relações podem ser estabelecidas entre personagens ficcionais icônicos e eventos reais como as tragédias das chuvas no Brasil? Venha descobrir como o entretenimento e o jornalismo cultural caminham juntos. Bora ouvir? Convidados: @DamienTempest, Twitter; @wagnerquintaoalm, Instagram; @she_loki_br, Instagram; @lazinha_pocket, Instagram. Leia os textos na íntegra: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/mortes-por-pms-aumentaram-35-no-estado-de-sao-paulo https://revistaforum.com.br/revista-forum/mais-um-verao-mais-vidas-ceifadas-pelo-negacionismo-climatico/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=mais-um-verao-mais-vidas-ceifadas-pelo-negacionismo-climatico Colabore com o Wondernautas: Pix (CPF) 115484246-09

O Mundo Agora
O falso dilema da 'escolha difícil' na eleição presidencial francesa de 2027

O Mundo Agora

Play Episode Listen Later Jul 6, 2026 6:04


Um possível duelo entre extrema-direita e esquerda radical nas eleições de 2027 reacende o debate sobre normalização do lepenismo e falsas equivalências. Thomás Zicman de Barros, analista político Falta menos de um ano para a eleição presidencial francesa de 2027, e o tema ocupa cada vez mais o noticiário do país. O curioso é que, apesar disso, ninguém sabe ainda exatamente quem serão os principais candidatos. Nesse mar de incertezas, uma hipótese aparece cada vez mais nas conversas políticas: um segundo turno entre o Rassemblement National (Reunião Nacional), partido de extrema direita de Marine Le Pen, e Jean-Luc Mélenchon, líder da esquerda radical francesa. A primeira grande incógnita está justamente na extrema direita. Nesta terça-feira, 7 de julho, Marine Le Pen aguarda uma decisão da Justiça que pode definir se ela poderá disputar a presidência pela quarta vez. Acusada de desvio de recursos públicos no caso dos assistentes parlamentares fantasma no Parlamento Europeu, ela foi condenada à inelegibilidade em primeira instância e corre o risco de ver a sentença confirmada. Essa incerteza, porém, é apenas parcial. Um possível impedimento de Le Pen não reduziria necessariamente a força do seu partido nem seu favoritismo para chegar ao segundo turno. A própria Le Pen já indicou que, se ficar fora da disputa, será substituída por Jordan Bardella, o jovem presidente do partido. É verdade que, apesar de carismático e popular nas redes sociais, Bardella tem menos experiência e robustez política do que Le Pen, há quem diga que, se fosse eleito presidente, Marine seria sua “tutora”. Mas o fato é que nunca antes a extrema direita francesa começou uma corrida presidencial tão forte nas pesquisas, independentemente do candidato. A questão é que outro político que tem aparecido bem nas sondagens surge justamente do lado oposto do espectro político: Jean-Luc Mélenchon. O líder da esquerda dita "radical" já aparece em condições de disputar uma vaga no segundo turno – uma hipótese reforçada pelo fato de que, historicamente, suas candidaturas acabaram sendo subestimadas pelas pesquisas. Esquerda dividida O resto da esquerda francesa continua dividida. Socialistas, ecologistas e comunistas discutem alternativas. Muitos gostariam de superar Mélenchon. Mas, hoje, ele é o único candidato claramente colocado nesse campo político. Já iniciou sua campanha com um comício reunindo dezenas de milhares de pessoas em Saint-Denis, cidade da periferia de Paris governada por Baly Bagayoko, popular prefeito de seu partido. Mélenchon tem uma militância organizada e um programa definido que tem pautado boa parte do debate à esquerda. Mesmo adversários reconhecem a força de uma campanha até agora sem falhas. Nesse cenário, enquanto o campo macronista tenta encontrar um sucessor – muitas vezes com dificuldade para defender o próprio legado de dez anos de Emmanuel Macron –, cresce a possibilidade que muitos no mainstream dizem temer: uma disputa direta entre a extrema direita e Mélenchon. E começa a surgir na França um discurso que os brasileiros infelizmente conhecem bem: a ideia de que estaríamos diante de uma “escolha muito difícil”. A frase parece apenas expressar uma rejeição aos "extremos". E é verdade que tanto o partido de Le Pen quanto o movimento de Mélenchon se apresentam como “antissistema” e costumam ser classificados como “populistas”. Contudo, a força desse discurso, que constrói uma simetria entre os dois e apresenta a eleição como uma escolha entre polos igualmente perigosos, revela uma transformação preocupante da política francesa. Há dois movimentos acontecendo ao mesmo tempo. De um lado, o Rassemblement National vive há mais de quinze anos um processo de normalização. Desde que assumiu o partido fundado por seu pai, Marine Le Pen tentou apagar a imagem extremista da antiga Frente Nacional. Mudou o nome, suavizou o discurso e buscou apresentar a extrema direita como uma alternativa comum de governo. Mesmo o antissemitismo histórico do partido foi escondido debaixo do tapete, com a instrumentalização do apoio a Israel. Como já indiquei aqui no passado, essa normalização também acompanha uma transformação do ambiente midiático francês, cada vez mais dominado pelos temas e pelo vocabulário da própria extrema direita, sobretudo em torno da imigração, da identidade nacional e da segurança. Do outro lado, Mélenchon passa pelo movimento inverso: uma crescente demonização. Seu estilo confrontacional, sua estratégia política e algumas de suas posições são criticadas inclusive dentro da esquerda. Mas o problema começa quando essas críticas, e a falsa equivalência que produzem, nos fazem perder de vista o abismo que separa Mélenchon da extrema direita. Falsa equivalência Uma coisa é contestar instituições defendendo mais redistribuição econômica, participação popular e reconhecimento de desigualdades historicamente ignoradas. Outra é construir um projeto político baseado na oposição entre nacionais e estrangeiros e na ideia de que parte da população representa uma ameaça à identidade do país. Aliás, parte do incômodo provocado por Mélenchon vem justamente do fato de ele tocar em temas que a França muitas vezes prefere evitar: desigualdades sociais profundas, discriminações e racismo estrutural. Já a extrema direita responde frequentemente a essas tensões reforçando as próprias divisões que as produzem. A França já foi vista como um exemplo a ser seguido. Quando a extrema direita estava às portas do poder no Brasil, lembrava-se que, nas três vezes em que ela chegou ao segundo turno na França – em 2002, 2017 e 2022 – houve a formação de uma “frente republicana” para barrá-la. Mas há uma diferença importante: nessas três ocasiões, a extrema direita enfrentava candidatos vindos da direita ou do centro, Jacques Chirac em 2002 e Emmanuel Macron nas duas últimas eleições. O que se vê agora é como, quando a alternativa à extrema direita surge da esquerda, sobretudo em um ambiente de normalização de ideias reacionárias, crescem as hesitações, os discursos sobre “escolhas muito difíceis” e até aqueles que defendem que a frente republicana deveria ser feita contra a esquerda – apresentada como o verdadeiro perigo. Ainda faltam vários meses para as eleições francesas, e o espírito resistente deste país ainda pode despertar. Mas, diante da degradação do debate público, temos motivos para nos preocupar.

MIGG - Evangelho da Graça
132 - O ÚNICO CAMINHO

MIGG - Evangelho da Graça

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 56:19


Muitos são os caminhos existentes no mundo, mas apenas um é o verdadeiro: Jesus Cristo. E, ao contrário do que a maioria acredita, andar em Cristo não tem a ver com seguir caminhos religiosos ― especialmente o Cristianismo, uma vez que seus representantes dizem defender a Fé cristã, mas todos estão longe do Senhor e de Sua Palavra. A única Doutrina que nos faz andar de fato no Caminho é a Palavra da Graça, pois esta maravilhosa revelação é a única Mensagem de Cristo que vigora no tempo da Graça eterna em que vivemos.(Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 22/10/2023)---------------------------------------­­­­­­­­----------SEJA UM SEMEADOR!CLIQUE AQUI ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://bit.ly/2srbORG⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Ajude-nos a manter (e a crescer) o nosso trabalho de divulgação do Evangelho da Graça de Deus. Desde já o nosso MUITO OBRIGADO pelo seu apoio.----------------------------------------­­­­­­­­----------Leia GRATUITAMENTE os livros de nosso Ministério:LIVRARIA ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.loja.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­----------Instagram - Cristiano França ➜  ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://instagram.com/cfeleito⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Aplicativo (Android, iPhone, Windows e Mac) com Rádio 24h e muito + ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://app.abencoados.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Facebook ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://www.facebook.com/evangelhogenuino/⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Página do MIGG no Twitter ➜ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠http://www.twitter.com/infomigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­-Participe de nosso Canal Oficial no Telegram e receba estudos em Graça, links, folhetos digitais de evangelização, conteúdos exclusivos e todas as demais informações de nosso Ministério.ACESSE O LINK ABAIXO através de seu telefone ou pesquise no Telegram: MIGG Canal Oficial.⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://t.me/canalmigg⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠----------------------------------------­­­­­­­­--

CEI DE CABO FRIO
Momentos DECISIVOS - Pr. Glauter Ataide

CEI DE CABO FRIO

Play Episode Listen Later Jul 3, 2026 53:03


Nesta mensagem, o Pr. Glauter Ataide, com o texto em Êxodo, capítulo 3, nos traz uma reflexão sobre a vida de Moisés e seus momentos decisivos.Todos nós enfrentamos momentos que mudam o rumo da nossa história. Há dias comuns, mas também existem dias decisivos. São aqueles momentos em que uma escolha, uma resposta ou uma atitude define o futuro.Em Êxodo 3 encontramos um desses momentos na vida de Moisés. Aos oitenta anos, ele já havia deixado para trás os sonhos do palácio do Egito. Durante quarenta anos viveu como pastor no deserto de Midiã. Aos olhos humanos, sua história parecia encerrada. Mas Deus transforma desertos em lugares de encontro.A sarça ardia, mas não se consumia. Deus chamou Moisés pelo nome: "Moisés! Moisés!" E ele respondeu: "Eis-me aqui." (Êxodo 3:4). A partir daquele instante, tudo mudou. O homem que havia fugido do Egito seria enviado de volta como libertador.Essa passagem nos ensina algumas verdades sobre os momentos decisivos da vida.1. Os momentos decisivos começam com a iniciativa de DeusMoisés não estava procurando uma experiência sobrenatural. Ele apenas cuidava das ovelhas. Foi Deus quem interrompeu sua rotina.Muitas vezes Deus entra em nossa história quando menos esperamos. Ele usa circunstâncias, pessoas, desafios e até mesmo o deserto para chamar nossa atenção. O que parecia apenas mais um dia pode se tornar o dia que muda tudo.Nem sempre Deus fala em ambientes confortáveis. Frequentemente Ele fala no silêncio do deserto, onde aprendemos a depender somente dEle.2. Os momentos decisivos exigem que paremos para ouvirO texto diz que Moisés viu a sarça e decidiu aproximar-se para observar aquele grande espetáculo.Muitos passam pelos sinais de Deus sem perceber porque vivem ocupados demais para parar e ouvir Sua voz.Toda grande transformação começa quando diminuímos o ritmo e damos atenção ao que Deus está dizendo.Quem não para para ouvir dificilmente saberá para onde Deus deseja conduzir sua vida.3. Os momentos decisivos revelam quem Deus éQuando Moisés perguntou qual era o nome daquele que o enviava, Deus respondeu: "EU SOU O QUE SOU."Enquanto Moisés olhava para suas limitações, Deus apresentava Sua suficiência.O sucesso da missão nunca dependeria da capacidade de Moisés, mas da presença do grande "EU SOU".As nossas decisões tornam-se mais seguras quando conhecemos o Deus que está conosco.4. Os momentos decisivos confrontam nossos medosMoisés apresentou várias desculpas:"Quem sou eu?""Quem és Tu?""E se eles não acreditarem?""Eu não sei falar."Sempre que Deus nos chama, nossos medos aparecem. Porém, Deus nunca responde exaltando a capacidade humana. Sua resposta é simples e poderosa:"Eu estarei com você."A presença de Deus é maior do que qualquer insegurança.5. Os momentos decisivos têm impacto além da nossa própria vidaO chamado de Moisés não era apenas para transformar sua história, mas para libertar uma nação inteira.Nossas decisões de obedecer a Deus quase sempre abençoam muito mais pessoas do que imaginamos.Uma resposta de fé pode mudar uma família, um ministério, uma igreja e até futuras gerações.Conclusão: Êxodo 3 nos mostra que Deus continua chamando pessoas em momentos decisivos. Talvez você esteja vivendo um tempo de rotina, de espera ou até mesmo de deserto. Mas o Deus que falou com Moisés continua falando hoje.Talvez exista uma "sarça" diante de você: uma oportunidade, um desafio, um chamado ou uma direção que Deus está revelando.Os momentos decisivos não acontecem quando tudo está perfeito. Eles acontecem quando escolhemos confiar na voz de Deus acima dos nossos medos.Não permita que o medo impeça você de obedecer. O mesmo Deus que chama é o Deus que capacita. Se Ele está conduzindo seus passos, avance com fé. O seu momento decisivo pode ser exatamente o início do propósito que Deus preparou para a sua vida.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!

DW em Português para África | Deutsche Welle
Praça Pública - DW - 2 de Julho de 2026

DW em Português para África | Deutsche Welle

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 19:59


Representantes da sociedade civil moçambicana alertam para elevados níveis de desconfiança pública sobre o Diálogo Nacional Inclusivo em Moçambique. Muitos angolanos queixam-se de muitas empresas continuarem a não pagar o salário mínimo, que vigora desde setembro de 2025.

Dunamis Hangout
A TRADIÇÃO É BÍBLICA? O ERRO QUE MUITOS CRISTÃOS COMETEM | EP. 145 COM BP. MIGUEL UCHOA E BP. IVAN ROCHA

Dunamis Hangout

Play Episode Listen Later Jul 2, 2026 46:02


Neste episódio, o Bp. Miguel Uchoa e o Bp. Ivan Rocha mergulham em um tema que gera debates há séculos: qual é o lugar da tradição na fé cristã? Quando ela preserva a verdade e quando passa a substituir a Palavra de Deus?Uma conversa bíblica, profunda e confrontadora que desafia conceitos, expõe equívocos comuns e convida a voltar ao fundamento das Escrituras. Se você deseja construir sua fé sobre a verdade, este episódio é para você.Compartilhe este episódio com seus amigos e família.

Crime e Castigo
O terramoto do Diabo onde Deus faz milagres

Crime e Castigo

Play Episode Listen Later Jul 1, 2026 15:18


Muitos venezuelanos estão indignados. Há quem diga que estão a pedir às famílias dinheiro por cadáveres; há voluntários a queixarem-se de serem impedidos de ajudar; há notícias de saqueadores; há gente que continua a dormir na rua. E se fosse em Portugal? É de tudo isto que vamos falar neste Crime e Castigo, um podcast com o Paulo João Santos e Rui Miguel Godinho, moderado por Rita Fernandes Batista e editado por Diana Martins.

Introvertendo
#307 - Autistas Trans

Introvertendo

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 26:53


Muitos autistas se descobrem trans e/ou não-binários, e essa frequência na comunidade do autismo inspirou o Introvertendo a abordar essa temática em vários episódios anteriores. Desta vez, Izabella Pavetits recebeu Letícia Cutrim, Lucyffer Jaabyomitã e Thiago Giovanni para conhecer a descoberta deles com a transgeneridade, o diagnóstico de autismo e como é fazer parte de duas comunidades que tem suas especificidades. Notícias, artigos e materiais citados ou relacionados a este episódio: Introvertendo 248 - Autistas Trans TEA e transgeneridade: as intersecções entre os divergentes Letícia Cutrim no Instagram Lucyffer Jaabyomitã no Instagram Thiago Giovanni no Instagram Transcrição do episódio disponível no site do Introvertendo.

Inteligência para a sua vida

Cortar é uma decisão forte. Mas o que define o resultado não é o corte em si, e sim aquilo que você escolhe cortar.Muitos cortam a oração, a Palavra, a comunhão e até relacionamentos que precisavam ser restaurados. Depois se perguntam por que a alegria diminuiu.Há coisas que Deus manda cortar: o pecado, os maus hábitos, tudo o que nos afasta d'Ele.Quando você corta o bem, perde seus frutos. Quando corta o mal, colhe seus benefícios.Assista até o final e entenda como suas decisões estão moldando sua vida.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

WGospel.com
Um Pai que é nosso

WGospel.com

Play Episode Listen Later Jun 21, 2026 5:26


TEMPO DE REFLETIR 01802 – 21 de junho de 2026 Mateus 6:9 (AM) – Com um Deus como esse amando vocês, vocês podem orar simplesmente assim: Pai nosso que estás nos Céus, revela-nos quem Tu és. Uma das realidades mais tristes de nossa era é que, para muitos jovens, “pai” é uma palavra dolorosa. Filhos de pais ociosos, filhos que nunca souberam a identidade do pai (talvez a própria mãe não soubesse), filhos de pais violentos e depravados… Como podem pensar na figura de “pai” como algo positivo? Há grande necessidade hoje de os pais assumirem seu papel no lar e na sociedade. Não apenas para exercer autoridade (apesar de infelizmente haver falta disso), mas para exemplificar o amor do Pai celestial. Sem exemplos humanos, por mais defeituosos que sejam, os filhos sentem dificuldade em amar um Deus a quem não podem ver. A Bíblia prediz que tal obra de restauração ocorrerá antes da volta de Jesus. Encontramos essas profecias nas palavras finais do Antigo Testamento: “Vejam, Eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do Senhor. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, Eu virei e castigarei a terra com maldição” (Ml 4:5, 6). Muitos jovens problemáticos, bem como muitos adultos, almejam encontrar alguém que os ame. Se nunca tiveram um pai, convivem com uma pergunta que não lhes sai da mente: “Por quê? Por que ele não ficou com minha mãe? Por que nunca me visitou? Por que nos abandonou?” Com isso, vem a triste autoavaliação: “O que fiz para que ele não quisesse ficar? O que fiz para que não me amasse?” Oh, quantos corações despedaçados em nossos dias! Como encontrar maneiras de ajudar esses corações despedaçados a saber que são amados e preciosos ao Pai celestial? Ajudando-os a conhecer a maravilhosa verdade do amor de Deus. “Todo o amor paternal que veio de geração em geração através do coração humano e toda fonte de ternura que se abriu na alma do homem não passam de tênue riacho em comparação com o ilimitado oceano, quando postos ao lado do infinito, inesgotável amor de Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 740). Como é o nosso Pai? Exatamente como Jesus, cheio de graça e verdade. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e meu Pai: talvez alguns de meus ouvintes, como eu, não tiveram a alegria de ter um pai presente. Mas tem no coração esse desejo e essa certeza de que Tu és o nosso Pai. Por favor, Pai, nos abrace agora. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes

Podcast 45 Minutos
FORTALEZA 0 X 3 AMÉRICA-MG – TRICOLOR PERDEU MUITOS GOLS NO PRIMEIRO TEMPO E FOI CASTIGADO…

Podcast 45 Minutos

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 55:16


Análise pós-jogo da partida entre Fortaleza x América-MG, jogo válido pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Vem com a turma! Desperdiçando muitos gols no primeiro tempo, o Fortaleza é castigado pela ineficiência ofensiva e perde para o lanterna América-MG. Jogo foi no meio da Copa e a torcida, também por não estar […]

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
(Não) Fuja para as montanhas - Fabiano Krehnke (Salmos 11 - Série: Orando e Vivendo Salmos)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 60:47


“No Senhor me refugio. Como então vocês dizem à minha alma: ‘Fuja como um pássaro para o seu monte'?” Já esteve diante de um dilema em que correr para um lado é ruim, e correr para o outro é pior ainda? O Salmo 11 retrata um lamento de Davi, vivendo um dilema como esse. Davi está enfrentando uma circunstância adversa — “Ora, se forem destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?” (v. 3) — e recebendo conselhos de pessoas próximas. Recebeu um conselho sincero, porém equivocado. Quem de nós ainda não passou por algo semelhante? Uma circunstância em que todas as opções parecem ruins. Muitos de nós já fomos os conselheiros, dando conselhos inadequados; mas também já fomos aqueles que os receberam. Muitas vezes vivemos buscando conselhos nos quais possamos nos apoiar, ou oferecendo conselhos para que outros se apoiem neles. O fato é: para onde eu fujo quando essas circunstâncias me alcançam? Qual é a minha montanha? É necessário sondarmos nossos corações. É necessário realinharmos nosso coração ao único e verdadeiro Conselheiro. Para que então vejamos a maravilhosa notícia deixada por Ele: “O Senhor está no seu santo templo; nos céus o Senhor tem o seu trono; os seus olhos estão atentos, as suas pálpebras sondam os filhos dos homens.” E ainda: “... os retos lhe contemplarão a face.” Esconda-se em Deus, refugie-se no Senhor, fuja para a mais alta montanha! __ #FAMILIADOSQUECREEM #SÉRIEORANDOEVIVENDOSALMOS Visite nosso site: https://fdqc.org Contribua financeiramente: https://fdqc.org/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

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Os pecados de Sodoma

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Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 10:00


OS PECADOS DE SODOMA – ENCONTRO COM AS PROFECIAS 006 A profecia que vamos estudar neste momento foi feita por dois anjos a um homem chamado Ló, mais ou menos no ano de 1898 AC. Está em Gênesis 19:12 e 13. “Disseram aqueles homens a Ló: Tens alguém mais aqui? Teu genro, teus filhos, tuas filhas, e todos quantos tens nesta cidade, tira-os fora deste lugar, porque nós vamos destruir este lugar, pois o seu clamor se tem avolumado diante do Senhor, e o Senhor nos enviou a destruí-lo”. Para compreendermos bem esta profecia, precisamos analisar outros pontos que formam a base dessa drástica ação de Deus sobre Sodoma e Gomorra. Abraão e Ló eram parentes. Abraão era tio de Ló. Os dois saíram juntos de Ur dos Caldeus, em busca da terra prometida. Após alguns anos de convivência, os pastores dos rebanhos de Abraão e os de Ló começaram a brigar pelos melhores pastagens (Gênesis 13:7-9). Havia necessidade urgente de separação. E o que chamou a minha atenção foi a maneira de Abraão resolver o problema. Ele reuniu-se com o sobrinho e disse que não havia necessidade de estarem brigando, porque eles eram irmãos. Que grande lição! O verdadeiro irmão não briga. Se é para ter briga, é melhor se separar e continuarem amigos. Hoje, muitos agem de forma contrária. Brigam, se ofendem, se destroem, mesmo se chamando irmãos. Coube então a Ló a tarefa de escolher onde estabelecer as suas tendas. Imagino os dois em pé na parte mais alta da Palestina e Ló, olhando para o Oriente, e percebendo que o vale do Jordão era bem regado, escolhe aquela porção do território. Neste lugar havia muita água, muito pasto e boas cidades. Ló foi para o Oriente em direção à Sodoma, e Abraão foi para Canaã. A profecia do programa de hoje tem a ver com a família de Ló e os habitantes de Sodoma. Então vamos conhecer um pouco da história de Sodoma e sua localização. A cidade de Sodoma estava numa planície, com mais quatro cidades. Ficava na parte sul do Mar Morto. Essa planície era chamada de o jardim do Senhor. As colheitas eram abundantes, as flores enchiam o ar de perfume. O comércio era intenso, as caravanas do mundo inteiro passavam por ali. A riqueza também era característica de Sodoma. A ociosidade e a riqueza deram origem ao luxo e ao orgulho. Em Sodoma havia regozijo e orgia, banquetes e bebedice. O povo desafiava abertamente a Deus e a lei do Senhor; a violência era aceita por quase todas as pessoas. Em nossos dias isso, infelizmente, se repete. Muitos, inclusive jovens, parece que não têm mais nada a fazer. Como têm dinheiro pegam seus carros, enchem de amigos e saem para os bares em busca de diversão. Bebem o quanto podem e depois saem pelas ruas participando de rachas, sem nenhuma responsabilidade, matando e ferindo inocentes, tantas vezes. Um dos grandes problemas de Sodoma era a perversão sexual, em todas as suas esferas. Os relacionamentos homossexuais, condenados com veemência pela Bíblia Sagrada, eram praticados e incentivados abertamente. Como hoje em dia. A Bíblia chama isso tudo de “abominação” (Levítico 18:22).  Porém é importante ressaltar que a repulsa de Deus é ao pecado. Ele ama o pecador e está pronto para perdoar e transformar, se houver interesse. No caso que estamos estudando hoje, Deus enviou dois anjos com um recado urgente. Ló deveria deixar a cidade o mais rápido possível pois Sodoma seria destruída. O texto bíblico sugere que os habitantes de Sodoma estavam decididos a abusar sexualmente dos dois seres que trouxeram o recado divino ao sobrinho de Abraão. A situação ficou muito tensa junto à porta da casa de Ló naquela noite. Gênesis 19:5-7 conta que os homens da cidade, desde o mais novo ao mais velho, foram buscar os forasteiros. As tentativas de Ló em acalmá-los, não deram certo. Ao ser atacado, Ló foi salvo pelos anjos que feriram de cegueira todas aquelas pessoas. O recado divino para Sodoma então é comunicado a Ló. “Deus vai destruir esta cidade com fogo. Avise seus parentes e saiam daqui”.  Ló correu e avisou as filhas casadas. Regressou, porém, triste por causa das zombarias dos genros. E, como Ló estava demorando em agir, os anjos o apressaram. Deveria pegar sua esposa e as duas filhas que ainda eram solteiras, e todos fugirem o mais rápido possível para longe do lugar, sem olhar para trás. Era a hora difícil de deixar a bela casa, deixar amigos, deixar roupas, deixar o grande rebanho. Deixar tudo! Sodoma e as cidades vizinhas foram destruídas. Somente Ló e as filhas se salvaram. A esposa desobedeceu a ordem de não olhar para trás e, infelizmente, perdeu a vida. Hoje, amigo ouvinte, a palavra de Deus tem sido anunciada aos quatro cantos do mundo que a maldade está atingindo o seu limite e em breve, muito breve, Deus vai intervir e destruir esta terra.  Você poderá até dizer ou pensar que isso é bobagem, que isso é fruto de mentes doentes, fanáticas, que isto é invenção de crentes. Bem, você é livre para pensar o que quiser, mas o nosso mundo cheio de violência, orgulho, sensualismo, má distribuição do dinheiro, cheio de perversidades sexuais, será destruído. A Bíblia garante isso. E promete novo céu e nova terra onde habitará para sempre a justiça. E a profecia de Sodoma nos dá essa garantia. O que Deus falou de fato aconteceu. Portanto, “creia no Senhor teu Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dele e você prosperará”.

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Esaú e Jacó. Predestinados?

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Play Episode Listen Later Jun 14, 2026 10:00


ESAÚ E JACÓ. PREDESTINADOS? – ENCONTRO COM AS PROFECIAS 007 A profecia que vamos estudar hoje apresenta alguns aspectos de grande importância para todos nós, mesmo tendo sido anunciada há muito tempo atrás. O nascimento de um filho é algo que gera alegria, ansiedade, preocupação. Mas a maior ansiedade é causada quando se quer, se deseja um filho e não se pode tê-lo. Isaque, o filho da promessa de Abraão, tinha quarenta anos quando se casou com Rebeca. Rebeca não podia ter filhos. Como resultado de muita oração ela ficou grávida. E o casal estava certo. Eles estavam usando o meio correto de resolver um problema. A oração é a chave que abre os armazéns do céu. E nós precisamos usar mais essa chave. Muitos diante dos problemas fazem promessas a santos e espíritos; oferecem sacrifícios de animais e até de seres humanos. Esta, porém, não é a forma indicada pela Bíblia para resolver um problema. Se você está com problemas não precisa pagar nada a ninguém. Onde você está, se puder se ajoelhar, fique ajoelhado; se não puder, não se preocupe. Ore. Converse com Deus, conte o seu problema. Inicie uma luta, junto com Deus, diante da dificuldade que você enfrenta. A escritora Ellen White define a oração como sendo o “único meio para se obter êxito diante de um conflito” (Atos dos Apóstolos, p. 564). Portanto, não busque outro caminho. A oração é o meio apontado por Deus para resolver o teu problema. Gênesis 25:21 diz que Isaque orou insistentemente. Aí está o segredo: a perseverança na oração é a chave para obter resposta ao problema. Isaque devia aprender que o filho da promessa, seria o resultado da manifestação da graça divina. Isaque tinha 40 anos quando se casou com Rebeca (verso 20).  O verso 26 – última parte – diz que ele tinha sessenta quando os gêmeos nasceram. Portanto ele orou, pelo menos, 19 anos sobre o problema que o atingia! Amigo ouvinte, quando você tem um pedido a Deus, por quanto tempo você ora? Isaque orou 19 anos! Que exemplo para nós que nos queixamos tanto dos problemas. Por isso, se você tem dificuldades com marido, esposa, filhos, trabalho, saúde; eu tenho a solução para os seus problemas: comece a orar! Mas, vamos a profecia de Gênesis 25:22 e 23: “os filhos lutavam no ventre dela; então, disse: se é assim, por que vivo eu? E consultou ao SENHOR. Respondeu-lhe o SENHOR: duas nações há no teu ventre, dois povos, nascidos de ti, se dividirão: um povo será mais forte que o outro, e o mais velho servirá ao mais moço.” � Esta profecia envolvia dois fetos, que segundo a descrição da mãe, lutavam em seu ventre. Rebeca estava preocupada. Naquele tempo não existiam os recursos da medicina moderna. Então ela questiona o Senhor Deus: “Por que isto está acontecendo comigo?” Este é o tipo de pergunta que fazemos com muita freqüência. “Por que eu?” “Por que só acontece comigo?” Amigo ouvinte, os problemas não são privilégio de uns poucos e nem só dos que estão distantes de Deus. Mesmo os que estão do lado de Deus podem ser atingidos pelas dificuldades. O significado da profecia. Verso 23: “São dois povos” – A promessa feita a Abraão agora começa a se cumprir. O mais novo, o que nascer por último, será mais forte; o que nascer primeiro será mais fraco. Assim nasceram Esaú e Jacó. Jacó tornou-se o pai da nação de Israel. Ninguém tem dúvidas disso. Esaú, pai dos edomitas. (Gênesis 36: 31-43). A história bíblica registra que essas duas nações irmãs foram sempre inimigas. Mas Israel, porém, demonstrou ser o mais forte. Vou citar só um exemplo: Davi – Rei de Israel, subjugou os edomitas (II Samuel 8:14) e o rei Amazias mais tarde os derrotou (II Reis 14:7). Diante desta profecia muitos podem questionar: “Então Deus predestinou Jacó para o sucesso e Esaú para o fracasso!” Amigo ouvinte, a Bíblia não apóia a idéia da predestinação como alguns a defendem. Um para o sucesso e outro para o fracasso. Deus não seria um Deus de amor, como é apresentado em I João 4:8, se de uma forma ditatorial, já determinasse um para o fracasso e outro para o sucesso. Como explicamos isso então? Deus é onisciente e Ele conhece o passado, presente e futuro. Para Ele tudo é conhecido, é sabido, porque Ele é Deus. E como Deus Ele contou à uma mãe aflita o que iria acontecer com seus filhos. Mas jamais Deus marcou um para o fracasso e outro para o sucesso. Amigo ouvinte, não pense que você, por estar passando eventualmente por alguns problemas, foi predestinado por Deus para ser um perdedor, um fracassado. Você é muito especial para Deus. Ele é amor. Ele te ama. Viva feliz, confiante no Deus que ouviu a oração de um pai aflito e respondeu a pergunta de uma mãe que estava tomada de preocupação. Um Deus que tem você em alta conta e deseja tornar realidade cada um de teus sonhos. E sempre é bom lembrar também: Creia no Senhor teu Deus e você estará seguro. Creia nos profetas dEle e você prosperará (II Crônicas 20:20).

Noticiário Nacional
08h Jogadores portugueses recebidos por muitos adeptos nos EUA

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 9:37


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Inteligência para a sua vida
#1532: COMI, MAS AINDA TENHO FOME

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 11:41


Muitos buscam em coisas passageiras o que somente Deus pode oferecer.Dinheiro, conquistas, relacionamentos e sonhos têm o seu valor, mas nenhum deles foi criado para ocupar o lugar de Deus.Enquanto Ele for apenas um meio para alcançar algo, o vazio continuará existindo.Quando Deus deixa de ser um recurso e passa a ser o seu tesouro, a alma encontra o que procurava.Assista ao vídeo e descubra por que tantas pessoas continuam com fome, mesmo depois de conquistar tudo.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Inteligência para a sua vida
#1531: FAÇA O QUE NUNCA FEZ!

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jun 5, 2026 12:50


Há pessoas enfrentando problemas inéditos com as mesmas atitudes de sempre. Muitos querem vencer problemas que nunca enfrentaram sem mudar nada na própria vida.Continuam adiando decisões, alimentando distrações, justificando erros e deixando Deus para depois.Se você está vivendo um “nunca antes”, talvez seja hora de tomar uma atitude que também nunca tomou: reconhecer sua condição, abandonar o que o afasta de Deus e colocá-Lo em primeiro lugar. Assista ao vídeo e descubra por que a resposta para uma crise inédita pode começar com uma decisão que você vem adiando há muito tempo. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Inteligência para a sua vida
#1530: QUANDO A PESSOA NÃO SE AJUDA

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jun 3, 2026 14:10


Muitos culpam as circunstâncias pelos seus problemas, mas ignoram a própria participação neles.Nos dias de Joel, o devorador destruía as plantações. Hoje, ele continua agindo, mas com novas formas, novas estratégias e uma aparência muito mais atraente.Cada decisão sem domínio próprio, cada impulso não controlado e cada resistência à direção de Deus pode abrir espaço para perdas desnecessárias.Enquanto você cooperar com aquilo que o afasta de Deus, continuará alimentando o mesmo problema que deseja vencer.Assista ao vídeo e descubra que, para sair do seu "nunca antes", você precisa parar de ajudar o devorador e decidir cooperar com Deus.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Inteligência para a sua vida
#1529: DEPOIS DO DIAGNÓSTICO, O QUE VEM?

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later Jun 2, 2026 14:24


Muitos identificam o problema, mas poucos aceitam o próximo passo. Diante da crise, alguns se escondem atrás do orgulho. Outros procuram alívio em distrações e prazeres passageiros. Mas nenhuma dessas reações transforma a situação. Por meio do profeta Joel, Deus apresenta um caminho que contraria a lógica deste mundo: humilhe-se. Humilhar-se não é fraqueza. É reconhecer que Deus é maior, que precisamos da Sua ajuda e que talvez existam atitudes que precisam ser corrigidas.Assista ao vídeo e descubra que a humildade pode ser um passo importante para a sua restauração.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Abe Huber - Podcast
De Dentro Pra Fora | 1 Por 1

Abe Huber - Podcast

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 45:34


Muitos cristãos estão passando todos os dias por verdadeiros “campos prontos para a colheita”… sem perceber. Pessoas feridas, rejeitadas, sedentas por esperança — escondidas na rotina do trabalho, da faculdade, do shopping, da vizinhança. Enquanto muitos seguem distraídos com os próprios interesses, as palavras de Jesus continua ecoando: “Levantem os olhos e vejam!”Nesta mensagem desafiadora e profundamente inspiradora, uma conversa improvável à beira de um poço revela o coração de Deus por pessoas que ninguém queria alcançar. É um chamado para sair da zona de conforto, vencer barreiras, amar de forma prática e descobrir que uma única vida transformada pode impactar multidões. Porque, às vezes, tudo começa… 1 por 1.---Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp

Paz Church São Paulo - Podcast
De Dentro Pra Fora | 1 Por 1 // Abe Huber

Paz Church São Paulo - Podcast

Play Episode Listen Later Jun 1, 2026 45:34


Muitos cristãos estão passando todos os dias por verdadeiros “campos prontos para a colheita”… sem perceber. Pessoas feridas, rejeitadas, sedentas por esperança — escondidas na rotina do trabalho, da faculdade, do shopping, da vizinhança. Enquanto muitos seguem distraídos com os próprios interesses, as palavras de Jesus continua ecoando: “Levantem os olhos e vejam!”Nesta mensagem desafiadora e profundamente inspiradora, uma conversa improvável à beira de um poço revela o coração de Deus por pessoas que ninguém queria alcançar. É um chamado para sair da zona de conforto, vencer barreiras, amar de forma prática e descobrir que uma única vida transformada pode impactar multidões. Porque, às vezes, tudo começa… 1 por 1.---Ministração do Pr. Abe Huber nos Cultos de Celebração de 31 de maio de 2026.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp

Crentassos Produções Subversivas
Trabalho, Descanso e Dignidade | Ampulheta 78

Crentassos Produções Subversivas

Play Episode Listen Later May 20, 2026 4:02


Eu sou Giancarlo Marx e hoje eu vou falar sobre o tema: Trabalho, Descanso e Dignidade. Maio começa com o Dia do Trabalho. Mas em um mundo onde o burnout virou medalha de honra e a nossa utilidade é medida pela nossa produtividade, eu quero te convidar a refletir sobre o que acontece quando as máquinas param, mas a nossa cabeça não. Muitos de nós fomos seduzidos pela ideia de que ‘Deus ajuda quem cedo madruga’ ou que a nossa prosperidade financeira é o termômetro da nossa fidelidade espiritual. Criamos uma teologia do desempenho, onde o cansaço extremo é visto como prova de dedicação. Mas a verdade é que um sistema que nos impede de descansar é um sistema que nos desumaniza. Na tradição bíblica, o ‘Sábado’ não é apenas um dia de folga. Ele é uma das instituições mais revolucionárias da história. O mandamento do descanso foi dado a um povo que tinha acabado de sair da escravidão no Egito. Para um escravo, parar é um crime. Para uma pessoa livre, parar é um ato de adoração. O descanso é a prova de que o mundo continua girando sem a nossa ansiedade. É o reconhecimento de que somos criaturas, e não criadores. Deus descansou no sétimo dia não porque estava exausto, mas para sinalizar que a criação estava pronta e que a vida é mais do que apenas esforço. Jesus, o carpinteiro de Nazaré, nos chama para um descanso que o mundo não conhece. Ele nos convida a trocar o fardo pesado da autojustificação e do acúmulo pelo ‘jugo suave’ de quem sabe que o seu valor não vem do que produz, mas de quem Deus diz que você é. Neste mês, eu te convido a resistir à ditadura da produtividade. Descansar, cuidar do corpo, brincar com os filhos ou simplesmente contemplar o nada são atos profundamente espirituais. Dignidade não é ter um currículo impecável; dignidade é ser livre para parar. Que em maio, você recupere o direito sagrado de respirar fundo e lembrar que o Reino de Deus não é uma empresa, e você não é um funcionário sob pressão. Você é um filho amado que tem permissão (e o dever sagrado) de repousar. Eu vou ficando por aqui. Bom descanso, um abraço e até o próximo Ampulheta. PARTICIPANTES:– Giancarlo Marx COISAS ÚTEIS:– Duração: 04m02s– Feed do Crentassos: Feed, RSS, Android e iTunes: crentassos.com.br/blog/tag/podcast/feed Para assinar no iTunes, clique na aba “Avançado”, e “Assinar Podcast”. Cole o endereço e confirme. Assim você recebe automaticamente os novos episódios.– Todos os “Ampulheta” CITADOS NO PROGRAMA:– Ampulheta GRUPOS DE COMPARTILHAMENTO DA CRENTASSOS:– WhatsApp– Telegram JABÁS: REDES SOCIAIS: Críticas, comentários, sugestões para crentassos@gmail.com ou nos comentários desse post. OUÇA/BAIXE O PROGRAMA: The post Trabalho, Descanso e Dignidade | Ampulheta 78 appeared first on Crentassos Produções Subversivas.

KardecCast
T07E81 - Ingratos

KardecCast

Play Episode Listen Later May 20, 2026 15:05


Texto utilizado para produção deste episódio:O Evangelho segundo o Espiritismo, Capítulo XXV — Buscai e achareis, Observai os pássaros do céu.9. A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo. Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luz sobre um dos grandes problemas do coração humano.Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentre eles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas consequências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas. Compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio. ...(Como o texto é muito extenso, não houve possibilidade inseri-lo aqui. Leia na Kardecpedia. Um grande abraço!)Utilizamos neste episódio: "Submerged Horizon", "Midnight Pressure", "Cloud-line Duet" e "Midnight In The Rearview" By Google Gemini (Modelo Lyria).Informações de Licença e Trilhas Sonoras:​ Este Podcast é uma produção sem fins lucrativos e distribuído sob a licença Creative Commons (CC BY-NC).​ As trilhas sonoras de fundo utilizadas neste episódio foram geradas por Inteligência Artificial através do Google Gemini (Modelo Lyria). De acordo com os termos de uso do Provedor, os conteúdos gerados pertencem ao usuário, não havendo reivindicações de direitos autorais por parte do desenvolvedor da IA. ​As faixas contêm a tecnologia SynthID, uma marca d'água digital que identifica a procedência do áudio como gerado por IA, garantindo a transparência exigida pelas atuais normas de segurança digital e plataformas de hospedagem.​Créditos: Músicas de fundo geradas por IA (Google Gemini).https://www.avozdopodcast.com.br

DIÁRIO DE BORDO
#1616 - Futnekers com muitos detalhes e I Love Dicks

DIÁRIO DE BORDO

Play Episode Listen Later May 19, 2026 23:20


Vamos pro Telegram?http://orelo.cc/diariodebordo

Inteligência para a sua vida
#1526: QUE FIGURA! ESTA VOCÊ PRECISA ENTENDER

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later May 19, 2026 12:10


Muitos conhecem o Pentecostes de Atos…Mas poucos entendem o que Deus queria revelar desde o princípio.As primícias eram entregues como sinal de que Deus ocupava o primeiro lugar.E isso continua sendo o que Ele procura até hoje.Quem vive só de práticas externas carrega a fé como obrigação.Mas quem recebe o Espírito Santo passa a amar fazer a Vontade do seu Senhor.Assista ao vídeo e entenda por que o Pentecostes revela muito mais do que uma festa…Ele revela o que Deus deseja encontrar dentro de nós. Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.

Inteligência para a sua vida
#1525: O PENTECOSTES JUDAICO vs O NOVO PENTECOSTES

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later May 18, 2026 12:08


Muitos pensam que Pentecostes começou em Atos — mas tudo começou muito antes...No Sinai, Deus chamou Israel para uma aliança.Mas o homem continuava falhando, resistindo e se afastando dEle.Então veio a promessa de uma Nova Aliança.

30:MIN - Literatura - Ano 7
584: Autores Infiltrados

30:MIN - Literatura - Ano 7

Play Episode Listen Later May 16, 2026 60:20


Curiosidade? Denúncia Social? Pulsão de Morte? Muitos podem ser os motivos que levam escritores e escritoras a assumir o espaço de infiltrado para descrever uma situação diferente para seus leitores.Arthur Marchetto e Cecilia Garcia Marcon discutem sobre a produção de diversos autores, sua motivações, conquistas, denúncias sociais, características dessa tipo de escrita e até mesmo, por que não?, alucinações em eventos esportivos.---Livros citadosDez dias num hospício, de Nellie BlyDiário do hospício & O cemitério dos vivos, de Lima BarretoVozes de Tchernóbil, de Svetlana AleksiévitchMedo e Delírio em Las Vegas, de Hunter S. ThompsonHell's Angels: medo e delírio sobre duas rodas, de Hunter S. ThompsonEntre os vândalos, de Bill BufordCalor, de Bill BufordCinco anos em Lyon, de Bill BufordO Germinal, de Émile ZolaUpton SinclairNa pior em Paris e Londres, de George OrwellVolta ao mundo em 72 dias, de Nellie Bly---Links⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Apoie o 30:MIN⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Siga a gente nas redes⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Já apoia? Acesse suas recompensas⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Confira todos os títulos do clube!

Inteligência para a sua vida
#1521: QUANDO DESISTIR, QUANDO PERSISTIR?

Inteligência para a sua vida

Play Episode Listen Later May 11, 2026 11:31


Uma das habilidades mais importantes da vida é saber quando persistir… e quando desistir.Muitos desistem daquilo que é bom porque está demorando.E outros insistem no que nunca valeu a pena.Tudo o que é valioso exige perseverança.Se você desistiu, caiu, desanimou… recomece.Recomece hoje.Assista a este vídeo até o fim.Talvez seja exatamente a mensagem que você precisava para não desistir.Se este vídeo lhe ajudou, compartilhe para ajudar mais pessoas.