POPULARITY
Categories
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um conteúdo no ar! Toda análise da tabela, momento das equipes, quem tem chance e quem não tem. Até agora nenhum líder estabelecido… Como o Santa Cruz chega para essa reta final? Jogos eletrizantes que embolaram toda a classificação, em especial o do Paysandu, nos últimos minutos! Vem pra isso tudo e muito mais! […]
Didi Braguinha e André Rumjanek chamam Tiamat e Troah, do Dragão Careca, para uma conversa sobre uma das coisas mais importantes — e mais difíceis de definir — nos jogos: diversão. A partir de diferentes experiências de mesa, o grupo discute como competição, interação, caos, estratégia, narrativa emergente, imersão e até a companhia de quem está jogando podem transformar completamente uma partida.Entre jogos que fazem a mesa gargalhar, partidas que continuam na cabeça depois de terminadas e experiências que simplesmente não funcionam para determinado grupo, o episódio explora por que algumas partidas se tornam memórias enquanto outras são apenas mais uma caixa na estante. No fim, talvez diversão não esteja apenas no jogo, mas na combinação entre o jogo, as pessoas e a história que surge daquela partida.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Jogos Super Divertidos: Caos, Competição e Narrativas EmergentesSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
Sermão para o X Domingo depois de PentecostesPadre Daniel Pinheiro, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.
Mais um conteúdo no ar! Vocês pediram e continuamos com o Raio X mais animado do Brasil! Em semana de folga, analisamos como está a tabela e qual o cenário de cada equipe para a reta final da competição, passando pelos favoritos à classificação aos que ainda lutam por um sopro de esperança. Estão neste […]
Alguns dos destaques de hoje: Austrália próxima de criar padrão nacional para o 'Working With Children Check', diz procuradora-geral. UEFA anuncia boicote às competições da FIFA caso Copa do Mundo tenha investidores privados. Concacaf também se manifesta contra o plano de Infantino. No Brasil, STF manda PF investigar Lulinha em suposto esquema de corrupção no INSS. Economia de Portugal tem aceleração empurrada por consumo familiar.Alguns dos destaques de hoje: Austrália próxima de criar padrão nacional para o 'Working With Children Check', diz procuradora-geral. UEFA anuncia boicote às competições da FIFA caso Copa do Mundo tenha investidores privados. Concacaf também se manifesta contra o plano de Infantino. No Brasil, STF manda PF investigar Lulinha em suposto esquema de corrupção no INSS. Economia de Portugal tem aceleração empurrada por consumo familiar.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Siga a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se no nosso site www.teletime.com.br e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Whatsapp: https://whatsapp.com/channel/0029VbAulbCADTOEwFog2l1J Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
O primeiro turno da Série B chegou ao fim, e o 45 Minutos faz um raio-x completo da competição. Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli analisam a briga pelo acesso, a liderança do Criciúma, a força do Operário-PR, a presença de Vila Nova, Juventude, Fortaleza e Novorizontino no G-6 e o cenário embolado logo abaixo da […]
Mais um conteúdo no ar! Ela chegou! A depressão pós Copa do Mundo já está entre nós… mas aqui tentamos deixar a chama ainda viva, da forma que for possível, pelos próximos 4 anos. Montamos o calendário de todas as competições internacionais neste próximo ciclo de Copa onde poderemos acompanhar cada passo dado rumo à […]
Como a CRMThink conquistou o 1º lugar mundial na Copa do Mundo Bitrix24 entre mais de mil parceiros globais? O segredo não foi vender a qualquer custo, mas alinhar CRM, dados, metas e gestão financeira para transformar foco em resultado.Neste episódio do 24Cast, revelamos os bastidores da estratégia que nos levou ao topo da competição — saindo de um planejamento de 150% para fechar com 191% da meta atingida, mantendo a lucratividade e a saúde financeira do negócio.Planejamento de Metas: Como fatiar grandes objetivos em metas diárias fáceis de acompanhar e executar.Gestão Baseada em Dados: O acompanhamento diário do CRM Bitrix24 para direcionar prioridades e acelerar decisões.Comercial + Financeiro: A integração que permitiu fechar negociações mais rápidas sem comprometer a margem de lucro.Cultura e Engajamento: Como unir vendas, financeiro, serviços e suporte em torno de uma meta única de alta performance.O que você vai ouvir neste episódio:
A remada viking, o pato mexicano, o guaxinim de Haaland e o irmão de Lamine: eis algumas das imagens que ficam deste Mundial.
A Copa do Mundo acabou, mas não precisa ficar triste! Tem muita competição importante por vir ainda em 2026. Neste episódio, Guilherme Costa, Marcel Merguizo e João Pedro Brandão trazem um panorama das principais competições do segundo semestre deste ano, quais os destaques brasileiros e suas chances de medalha. Dá o play!
Industria de IT&C din România se află într-un moment de cotitură, iar efectele se vor resimți în întreaga societate. Acest episod Leaders nu este doar pentru specialiștii din tehnologie, ci pentru publicul larg și pentru oricine vrea să înțeleagă încotro se îndreaptă economia noastră. Cătălin Striblea o are ca invitată pe Corina Vasile, Director Executiv ANIS (Asociația Patronală a Industriei de Software și Servicii), într-o discuție despre viitorul nostru tehnologic, economic și educațional. 00:06:05 – Competiția reală cu Polonia și Cehia 00:07:30 – Resursa noastră principală: România are una dintre cele mai mari rate de ingineri IT cu studii superioare din UE 00:11:47 – Cum stimulează statul polonez inovația și centrele de cercetare 00:17:00 – Deficitul de specialiști din România și statisticile la nivel european 00:19:20 – Nevoia de ingineri care rezolvă probleme, nu doar scriu cod 00:22:20 – Impactul AI pe termen scurt, scăderea dramatică a joburilor pentru juniori (entry-level) 00:23:50 – Cum ar putea stimula statul companiile să angajeze în continuare tineri la început de drum 00:25:20 – Discuția despre beneficiile salariale din sectorul IT&C 00:32:20 – O nouă etapă în tehnologie, programatorii viitorului și uneltele cu AI integrat 00:36:48 – Consecințele lipsei de viziune pe termen lung din partea guvernelor României 00:41:20 – Utilizarea practică a AI și valoarea adăugată. Exemplul tutorilor virtuali în educație 00:45:00 – Sindromul drobului de sare. De ce vorbim prea mult de riscuri și prea puțin de oportunitățile AI 00:49:50 – Un avantaj strategic major 00:52:15 – Unde prioritizăm fondurile europene semnificative destinate digitalizării? 00:56:20 – Comparație cu cifrele din Cehia și Polonia 01:00:33 – Cum ne blocăm singuri prin regulile rigide de achiziție publică 01:08:00 – Relația dintre sectorul privat și guvern în procesul de digitalizare a statului 01:10:50 – Absența standardelor unitare în proiectele publice de digitalizare 01:13:10 – Lipsa totală a unei viziuni despre „România digitală" în programele de guvernare 01:20:40 – Cum s-au cheltuit banii de digitalizare pe laptopuri și imprimante 01:22:45 – Paradoxul românesc, de ce putem digitaliza sisteme din Indonezia sau Belgia, dar nu și pe cele de acasă? 01:24:20 – Modelul Estonia. Cum se construiește de la zero o „Națiune Digitală" 01:26:23 – Viziunea ANIS pentru 2030: România ca Hub regional de inovare și proprietate intelectuală 01:30:17 – Exemple de succes, companii globale pornite din România
Neste episódio vamos entender como pessoas PCDs estão conquistando espaço no cenário competitivo, a forma como os jogos digitais e analógicos podem ser adaptados, conhecer e ver o impacto da COPA PCD no Brasil, que barreiras invisíveis que ainda existem, o papel da comunidade e dos criadores de conteúdo nesse contexto e o futuro da acessibilidade nos games.Convidados:
O desejo constante de competir com outras pessoas nasce de feridas ocultas no coração.A comparação alimenta rivalidades silenciosas e desgasta as suas energias.O sucesso do outro não diminui o espaço reservado para a sua história.A cura das amarguras internas liberta a alma para celebrar conquistas alheias.Abandone a disputa constante e receba a liberdade de focar no seu próprio caminho. Quando a visão sobre o seu valor se alinha com o propósito divino, a necessidade de provar algo aos outros deixa de existir."Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus perdoou vocês em Cristo."Efésios 4:32Assista ao vídeo e descubra como se libertar de disputas desnecessárias. Para adquirir o exemplar físico e realizar a leitura diária completa, acesse o site oficial da Editora Propositto: https://editorapropositto.com.br/produtos/devocional-forjadas-40-dias-para-mudar-sua-vida-1n83j/
Guerra Fria da Inteligência Artificial! Descubra como modelos chineses ganham o mercado de IA com custos menores. Entenda os desafios da OpenAI e Anthropic, que enfrentam falta de lucratividade e adiam seus IPOs. Veja os impactos da intervenção do governo americano e os alertas sobre uma possível bolha. Assista e proteja seus investimentos!00:00 - Introdução: Competição chinesa e IPO da OpenAI01:12 - O avanço chinês na corrida tecnológica02:50 - Vantagens dos modelos chineses abertos e baratos03:54 - Modelos chineses dominam quase 50% do mercado04:55 - A falta de vantagem competitiva americana06:00 - Guerra de preços e esgotamento de orçamentos08:33 - O desafio financeiro e a falta de lucratividade10:05 - Consultoria financeira da Liberta Wealth11:22 - Bastidores e possível adiamento do IPO da OpenAI12:57 - Críticas sobre privacidade e uso de dados15:58 - Intervenção do governo americano e segurança nacional18:00 - Interesse do governo em participação nas empresas19:58 - Meta aluga capacidade ociosa e possíveis riscos22:08 - Conclusões sobre a corrida tecnológica e mercado
Confira nesta edição do JR 24 Horas: Enquanto a Copa do Mundo é disputada na américa do norte, na Ásia, a Coreia do sul recebe um torneio de futebol voltado à tecnologia. Criada em 1997, a RoboCup ocorre em campos compactos e atrai espectadores que podem circular livremente entre as quadras para acompanhar os jogos das máquinas totalmente autônomas. O torneio tem uma meta ambiciosa: formar um time capaz de vencer a seleção campeã do mundo em 2050. E ainda: Acidente de ônibus no Paquistão deixa mais de 40 mortos.
O Mundial de futebol pode vir a ter um impacto de até mil milhões de euros na economia portuguesa, de acordo com um estudo publicado recentemente. Análise de Clara Teixeira.See omnystudio.com/listener for privacy information.
No novo episódio de ‘Irritações’, Luís Pedro Nunes descreve um estudo que aponta que a “competição masculina” está a aumentar: “Os homens chegam a competir sobre a qualidade do sono. (...) Tenho um colega que, nos treinos, faz sempre mais duas repetições do que eu porque não resiste em querer ganhar. Um treino”. Luana do Bem surge irritada com o armazenamento dos iPhones e com a dificuldade em encontrar fotografias, com José de Pina a apontar o dedo às sucessivas falhas no Metro de Lisboa. Já Inês Rogeiro não consegue esconder a sua irritação com o tema Cristiano Ronaldo: “Não entendo as pessoas que gostam de se afirmar ao falar mal do CR7. É só porque sim?”. Com moderação de Pedro Boucherie Mendes, o Irritações foi emitido a 5 de junho, na SIC Radical. * A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IASee omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um conteúdo no ar! 13 dias, 72 jogos e muito te(n)são para o inicio da Copa do Mundo. Vamos nos atualizar de como estão todas as Seleções nestes últimos momentos antes da grande disputa. Amistosos, treinos, jogos treino, tudo isso e muito mais! Estão neste programa Celso Ishigami, Fred Figueiroa e Rodrigo Rabello. Na […]
Luís Francisco considera este triunfo inédito e destaca a alteração estrutural ao acesso às competições europeias. Diz que o apuramento direto para a Liga Europa é uma péssima notícia para o Benfica.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Toți cei trei medaliați din proba de 200 m mixt de la Naționalele de natație trec în aceste zile printr-o probă a maturității. Robert Badea, Matei State și Darius Coman, ocupanții podiumului la Campionatele Naționale, dau în aceste zile Bacalaureatul Olimpicilor, bacalaureatul tinerilor care fac sport de performanță Elevii care fac parte din loturile olimpice, dar și sportivii de performanță care participă la competiții internaționale susțin în această perioadă sesiunea specială a Bacalaureatului 2026. Pentru acești tineri, 127 la număr, examenul maturității a început mai devreme cu o lună, în data de 12 mai, și se va încheia pe 28 mai, odată cu afișarea rezultatelor finale. Bacalaureatul olimpicilor a fost organizat prima dată în anul 2008 și în acest an se desfășoară la Ploiești. Printre cei care dau bacul olimpic se află și Robert Badea, Matei State și Darius Coman, ocupanții podiumului la ultimele Campionate Naționale de natație. Cei 3 înotători sunt printre cei mai buni din România. Ei au lăsat ochelarii de înot pentru pixuri și manuale și s-au dus direct în sala de examen. Prima probă scrisă a fost ieri, 20 mai, iar „greii” bazinului recunosc că materia e mai grea decât apa. Este și părerea lui Mihai State, născut în comuna Mălini, județul Suceava și unul dintre cele mai promițătoare talente ale secției de înot ale clubului Dinamo. „Bac-ul mi se pare un pic mai dificil decât competițiile. Pentru că materia este foarte multă. Presiunea poate e un pic mai mare, pentru că e o singură dată Bac-ul. Competiții, dacă ratăm o probă acum, mai avem alte probe” - Matei State, înotător. Matei a plecat de acasă de la vârsta de 10 ani, s-a mutat la București pentru a face înot de performanță și la 13 ani era deja campion național, demonstrând că performanța nu ține de vârstă, ci de ambiție, muncă și pasiune. Înotul s-a transformat rapid într-o pasiune arzătoare, care i-a dictat ritmul vieții de zi cu zi. Acum este în fața probei maturității și face o comparație între stilurile de înot și disciplinele de examen. Pentru Matei, matematica e „brasul” succesului, iar româna... o cursă de viteză la craul. Pentru acești campioni, timpul nu stă pe loc Pentru colegul lui Matei, Darius Coman, născut la Câmpina, legitimat la Corona Brașov și cel care deține recordul României la 200 m bras, a găsit metoda perfectă pentru a învăța pentru Bac : a transformat vestiarul și pauzele dintre curse în sală de lectură. „Mi-am luat la mine cărțile de română, istorie, de logică. Într-o portiță mai liberă mai citesc un comentariu. Că nu durează mult, în 10 minute îl citesc. Și îmi recapitulez materia. La istorie este foarte multă materie. Dar acolo îmi place, e ca o poveste” – Darius Coman, înotător. Darius Coman spune că nu va avea emoții la bacalaureat, oricum mai puține ca la o competiție. „Care seamănă cu brasul? Logica. Da, e vorba de tehnică. Mă gândesc la foarte multe aspecte. Aveam emoții, mă simțeam ca și când urmează examenul vieții mele. Ca și cum depinde viața mea de acest examen. Până când mi-am dat seama că nu e chiar așa” – Darius Coman, înotător. Iar dacă proba de mixt are patru procedee, și Bac-ul are materiile lui. Sportivii au făcut deja paralele între materii. „Matematica aș asemui-o cu brasul, pentru că sunt cel mai bine pregătit, informatica cu spatele, pentru că e al doilea cel mai bun procedeu al meu și româna cu craul. Nu e chiar cea mai rea, dar e OK” - Matei State, înotător După Bac, imediat la antrenament În fine, Robert Badea un talent înnăscut în natație, legitimat la Steaua, specialist în proba de fluture și considerat de americanii de la World aquatics urmașul lui David Popovici, se prezintă și el în aceste zile la examene. Robert face și el comparația între stilurile de înot și materiile pentru Bac: „Brasul - română, nici nu se pune problema, geografia - spatele, pentru că e mai natural, și craulul - istoria. Până acum n-am fost stresat, dar știu că mai e atât de puțin încât începe puțin stresul, dar mă descurc” – Robert Badea, înotător. Dacă unii visează la vacanță după examen, pentru Robert Badea sărbătoarea înseamnă tot antrenament. Iar viitorul sună bine tot în înotul românesc. „Cum vei sărbători după ce vei lua Bac-ul? - Cu antrenament, nici nu se pune problema. Și în ziua cu Bac-ul sunt în apă” – Robert Badea, înotător.
Em entrevista à Rádio Sideral nesta segunda-feira (18 de maio), o responsável pelo Setor de Esportes de Getúlio Vargas, Lucas Saraiva, afirmou que o sucesso de público e a integração das comunidades marcaram a decisão do Campeonato Municipal de Futebol de Campo, realizada no último domingo. O Guaíba sagrou-se bicampeão ao reverter a vantagem do Guarani e vencer a partida de volta por 3 a 0 em Souza Ramos.O Guarani, que tinha uma campanha invicta até a final, havia vencido a primeira partida no Centro Esportivo Municipal (antigo Sesi) por 3 a 2 e jogava pelo empate. No entanto, o Guaíba conseguiu o resultado necessário para garantir a taça.
O melhor ativo é sempre a boa informação!Quer receber as informações do Morning Call diretamente no seu e-mail? Acesse: https://l.btgpactual.com/morning_call_spotify
O Festival de cinema de Cannes decorre até dia 23 no sul de França. Em competição nas curtas metragens da selecção oficial está o filme português "Algumas coisas que acontecem ao lado de um rio". Uma obra de Daniel Soares, realizador que já tinha sido distinguido em 2024 com uma menção especial para a outra curta com "Mau por um momento". Desta feita Daniel Soares põe em cena um corpo que flutua no rio, perante a impassividade das pessoas, distraídas com os seus afazeres. O cineasta começa por se declarar supreso com o facto de ter sido seleccionado uma segunda vez para a mais prestigiosa das mostras deste certame. Para já, ficámos muito surpreendidos. Matematicamente falando, é muito complicado ter um filme seleccionado. Há dois anos acho que eram 4 700 filmes ou o quê que foram submetidos ! E os escolhidos este ano acho que são 3000 e tal e 10 escolhidos ! Então ou seja matematicamente é muito complicado e consegui-lo uma segunda vez é muito difícil. Então não estava com muita expectativa em relação a isso, voltar a ser seleccionado. Portanto, se calhar desta vez foi... A primeira vez é claro que é muito especial, mas da segunda vez já é "Espera aí ser selecionado uma vez, dá-te aquela sensação de "ok, consegui enganá-los, enganaram-se, sei lá !" E a segunda vez... pronto, se calhar há aqui qualquer coisa em que eu posso confiar mais na minha intuição quando escrevo especialmente. Porém, se teve essa sensação de ter enganado alguém, acabou por sair de lá com uma distinção. Eles acabaram por lhe enviar uma mensagem, algo contrária de alguma fé, pelo menos no seu cinema. Então, mas agora que está seleccionado uma segunda vez, já teve a curiosidade de ver com quem é que vai estar a competir aqui nesta seleção das curtas metragens da competição oficial? Sim, desta vez. Pessoalmente, eu não conheço ninguém. Da última vez eu conhecia. Tinha um amigo que tinha sido seleccionado, desta vez pessoalmente, não conheço ninguém, mas já vi o filme do realizador do Vietname, uma longa metragem de que eu gostei muito na altura. Lembro-me de ver e vai estar com uma curta. "O sonho é um caracol", não é? Exacto. "Le rêve est un escargot", na tradução francesa do título original vietnamita. Ao fim e ao cabo Cannes, agora já conhece. Já podemos fazer um rescaldo. Como foi para si? Gostou de lá ter ido? Está entusiasmado por voltar? O que é que pretende fazer nesta edição? Sim, estou entusiasmado. Gostei muito da primeira experiência. Se calhar agora, se puder, gostaria de ver mais filmes do que da última vez. Da última vez não consegui ver muitos filmes, mas isso talvez será assim uma coisa que eu tentarei fazer. É assim, há muitas reuniões também, não é que, que acontecem? Pois claro. Há todo um espectáculo que se calhar não é muito a minha cena, mas ao mesmo tempo é importante para dar visibilidade ao filme e aos próximos filmes e construir dessa forma, sei lá, um percurso que me permita continuar a fazer filmes, o que é sempre difícil. Por tudo isso. Pois é, isso é um lugar onde durante duas semanas o pessoal se encontra e celebra o cinema como em nenhum outro lugar, acaba por ser muito especial. Vamos falar do seu filme "Algumas coisas que acontecem ao lado de um rio". Se calhar, antes de entrarmos na história, no argumento, falemos um pouco do elenco. Você foi buscar, por exemplo, valores consagrados do cinema português. Penso em Teresa Madruga, que já colaborou com pessoas como Manoel de Oliveira, Miguel Gomes, que são consagrados em Cannes. E depois há valores menos conhecidos. Por exemplo, os dois rapazes que dão corpo ao grupo de imigrantes e de estafetas que vão tomar banho no rio. Como é que foi pegar neste leque heterogéneo de pessoas para filmar esta obra? Isto é um filme de elenco. E a ideia foi sempre essa. Foi misturar actores incríveis, como a Teresa, como o João Vicente e misturá-los com pessoas menos conhecidas. Para mim, estes dois estafetas não faria qualquer sentido que fossem actores profissionais, caras conhecidas, não é? Acho que isso muitas vezes te tira de um filme, de uma experiência ou te lembra que estás a ver um filme. Então a ideia foi essa, foi misturar e encontrar as pessoas que fossem as mais indicadas para aqueles papéis. E às vezes são, como no caso da Teresa, actrizes com uma grande história e outras vezes são pessoas que nunca estiveram à frente de uma câmara. E eu gosto desse... É o caso do Dilip, é o caso do Amarjeet ? É o caso deles. Como é que os conheceu? Como é que chegou até eles? Fizemos um casting de rua. Encontrámo-los em grupos de estafetas, onde eles se encontram muitas vezes em Lisboa há vários pontos onde eles se encontram, se juntam e aí foi sobretudo a Romina e o Tomás que lideraram esse processo. E foi assim que fomos encontrando essas várias pessoas. Alguns deles estavam interessados em fazer parte de um filme, outras nem tanto. Então, aí já houve assim uma primeira filtragem e depois foram chamados. Fizemos casting. Eu acho que com os dois escolhidos, O Dilip e o Armajeet fizemos três vezes casting para ter a certeza. E eu acho que eles saíram super bem. Tinha algum receio, sim, mas. Mas não correu tudo muito bem. Já nos filmes anteriores você tinha filmes que podiam passar ou pelo menos ser interpretados como um retrato de alguma denúncia, de algum cinismo da nossa sociedade. Fosse, por exemplo, em relação à especulação imobiliária em torno da capital portuguesa. Aqui, nomeadamente, as pessoas estão demasiado preocupadas e não vêem sequer um cadáver que, de facto, está a flutuar no rio. É um pouco isso ? Você pretendia, de facto, pôr o dedo na ferida, não é? Em relação à forma como a nossa sociedade vive, como está estruturada ? É assim, eu não acho que é cinismo. Eu acho que é, pelo contrário, se calhar. Ou seja, se calhar a ideia inicial tenha algo irónico, não é, isso sim. Agora o cinismo, acho que não. Porque se fosse cinismo, se calhar não faria um filme. Eu acho que é mais um olhar humano, só que pronto... Os personagens no filme estão assim, todos em piloto automático. Todos nas suas bolhas, sem com os seus problemas do dia a dia, sem conseguirem ver o corpo. Só que para mim era super importante de mostrar todas as classes sociais, mostrar todas as idades. Não acho que seja cinismo, porque eu acabei de encontrar um pouco de mim em todos esses personagens. Ou seja, não é de cima para baixo. Pelo contrário, eu estou aí também. Ou seja, eu também sofro desses problemas contemporâneos. A dependência em relação aos ecrãs, às redes sociais, por exemplo. Por exemplo. Sim, sobretudo isso. Mas não só. Muitas vezes, esta questão de não conseguir estar presente no momento e muitas vezes. Ou seja, de estar com as minhas filhas e estar preocupado com outras coisas e não conseguir estar ali, não é? Ou seja, fisicamente sim, mas com a cabeça sempre a pensar no futuro, já ou no passado. Também esta ideia da fragmentação de como consumimos filmes ou conteúdos, tudo cada vez mais rápido, o YouTube, Instagram, TikTok, tudo cada vez mais acelerado. E como muitas vezes os telefones já são donos de nós, do nosso foco, da nossa atenção. Esta era do "Short attention span" [Atenção de curta duração], esta coisa que é muito violenta, que aos poucos nos foi conquistando e que agora chegamos a um ponto que é para aí onde é que vamos a partir daqui, não é? Então não é um cinismo, porque existe uma esperança para mim neste filme. A esperança são as crianças ? E do amor pela vida. Não é que as crianças seja isso. É uma leitura do filme, que é esta coisa das crianças serem a solução ou, para um futuro melhor. Eles vão fazer melhor do que nós. Não sei o quê. Só que muitas vezes esquecemos que as gerações anteriores fizeram isso connosco, não é? Então, nós somos a geração do futuro, da esperança, da geração anterior. Então, acho que é muito fácil falar isso, achar que a próxima geração. Mas como ? Se nos vêem a viver desta forma, como é que eles vão de repente dar uma volta de 180 graus ? Eu acho que é mais na nossa geração ainda. Nós é que temos que encontrar uma forma de lidar com isso, de viver de uma forma diferente. Talvez seja quase uma ideia utópica, ou seja. Mas talvez não também, porque também não é assim tão utópico, não é? De tentar sair desse mundo digital e viver no mundo real. E finalmente, que cinéfilo é o Daniel Soares? Mais que não seja em relação à sua trajectória que passa por Portugal, mas também, e em larga escala, pela Alemanha. Que tipo de filmes é que retém a sua atenção e que foram construindo o responsável de cinema que hoje é e que deve ter sido? Um cinéfilo de longa data, presumo ? Por acaso, não por acaso, nunca cresci muito com cinema. Nunca tive ninguém que me mostrou filmes. Comecei a ver cinema, sei lá, uns sete ou oito anos atrás. Na verdade, até porque os filmes que eu via quando era criança não me revia neles. Sempre achei muito ter esta noção de estar a ver um filme e pronto. Mas sei lá, os primeiros filmes que eu comecei a ver que na verdade não têm muito a ver com os meus filmes que eu faço hoje em dia, mas foram os filmes do Kiarostami, que era o cinema que se calhar se aproxima um pouco mais... Abbas Kiarostami do Irão. Sim, mas por exemplo, o Michelangelo Franmartino. Eu lembro-me de ver o "Quatro volte" e achar que, sei lá. Primeiro ficaste super inspirado e ao mesmo tempo sentir que isto seria um tipo de filme que eu conseguisse fazer, mesmo sendo super complicado, obviamente. Eu lembro também Lisandro Alonso, primeiros filmes. Lembro me também do "Toni Erdmann", da Maren Ade. E aí já se aproxima, de certa forma, daquilo que eu faço, no sentido de já ser mais contemporâneo. Ter já esta comédia negra, se quiser falar assim, dessa forma. Ou seja, aí já se vai aproximando, se calhar, daquilo que eu tentaria fazer. Ou os filmes do [Michael] Haneke. Aí sim, também já. Se calhar já entra um bocado essa parte. Mais como estava a dizer, cínica, não é? Mas eu acho que apesar de tudo mesmo o Haneke, o que faz aquele tipo de filmes porque deve, imagino amar a vida, não é? Ou seja, para quê se não fazer um filme desses? Chegou ao cinema tarde, mas tem dado nas vistas. E agora o facto de já ter sido distinguido em cana e de voltar a Cannes. A ideia para si agora seria de facto perseverar, Manter-se neste meio. Viver deste cinema que faz? Sim, esse é o objectivo. Estou agora a preparar uma longa que vamos filmar no próximo Verão. Não este ano. O ano que vem. E é isso. Sim, idealmente continuar a fazer filmes. Será em Portugal a rodagem ? Sim, será em Portugal
"Onde nascem os pirilampos", da portuguesa Clara Vieira é uma curta metragem em competição no Festival de Cinema de Cannes. Dois adolescentes não se atrevem a assumir uma relação amorosa num filme que alerta também para a consciência ecológica. A obra integra a selecção La Cinef, consagrada aos filmes de escolas de cinema. A realizadora, estudante da Escola Superior de Teatro e Cinema em Portugal, chega, desta feita, a um dos mais prestigiosos festivais da sétima arte do mundo. Após uma estreia no Indie Lisboa, ela começa por reagir a enfim, a esta sua selecção para Cannes. Foi uma grande surpresa porque não estava nada à espera, não é? Isto é uma coisa que não costuma a acontecer. Então daí pronto, a minha reacção. E então, quando surgiu a notícia, a sua sensação foi o quê? De incredulidade? Sim, basicamente isso. Mas também porque, como estou ainda a terminar a escola, ainda tenho muitos trabalhos para fazer. Ainda tenho muita coisa a acontecer e por isso a notícia foi um bocado "overwhelming" [avassaladora] nesse sentido. Precisamente, é um filme de escola ou porque está integrado de facto, lá onde concorrem filmes precisamente de escolas de cinema, como é o caso da sua, que é uma Escola superior de teatro e cinema. Ia perguntar-lhe para chegar a este produto final como é que foi, por exemplo, a selecção do elenco e a rodagem ? A selecção do elenco nós fizemo-lo antes de ter o argumento escrito. Ou seja, foi um processo muito colaborativo com os actores. Por acaso, uma coisa que acontece na nossa equipa que não acontece com mais nenhuma outra equipa a nível profissional, é o facto de nós nos conhecermos há três anos, não é? Então nós trabalhamos juntos há três anos e por isso já temos uma dinâmica de turma criada ali, relações pessoais também. E acaba o trabalho por ser muito mais fácil nesse sentido. Quem são estes actores que estão a dar corpo ao seu filme? O Miguel Melro é um rapper. Ele faz batalhas de rap na Liga Knock Out, mas também é actor. E depois os outros quatro são amigos mesmo. E também são actores. Tiraram a formação na Academia Contemporânea do Espectáculo, que foi onde eu também fiz teatro. O que é que pretendeu com este argumento? Ou seja, o que eu queria era uma forma também de documentar um grupo de amigos, porque a ideia de grupo é uma coisa que me fascina muito. Eu acho que a ideia do grupo é uma coisa forte. Ou seja, também por conhecer o trabalho de actor, não é porque também já tenho formação em teatro. Acho que uma coisa que me interessava era trabalhar com actores no processo criativo, ou seja, o actor como criador também. E acho que isso depois sente se bastante no filme que eles fizeram parte desse processo. Então os pirilampos produzem luz, mas sem produzir calor. Vão normalmente acasalar em Maio e Junho. E na altura, machos e fêmeas produzem luzes para comunicar. Há um fascínio enorme em relação aos pirilampos e em relação a este processo, nós vêmo-lo, aliás, no filme. O que é que pretendia efectivamente fazer em torno dos pirilampos para este filme? A ideia dramatúrgica do filme era que nós experienciássemos o processo emocional das personagens através da luz. À ideia dos pirilampos surgiu por causa da questão ecológica que o filme também aborda. Ou seja, neste caso, a extinção dos pirilampos, que é uma coisa que está posta em causa no filme de forma um bocado subtil, mas é um factor ambiental, digamos assim, que está em causa. E por isso pareceu-me uma boa relação. Também porque visualmente eu acho bastante mágico, na medida em que para mim, haver pirilampos é uma ideia abstracta, porque eu nunca os vi. Então também tem esse lado. É um grupo de jovens que acampa. Nós vemo los comer, rir-se. E então o Melro de que falava vai a procura de pirilampos e leva consigo uma jovem para chegar a este produto final em Cannes. Disse que tinha também formação na área de teatro e referências cinematográficas. Quais são as que tem? O que é que gostou de ver? O que é que privilegiou em relação ao cinema que também foi consumindo para chegar agora aqui à fase final da sua formação superior? É difícil porque para mim é mesmo uma mistura de tudo. No processo criativo não passa só pelo cinema, referências cinematográficas, passa também por referências... Teatrais, dizia, que gostava muito... Teatrais. Sim, também por bandas desenhadas. Muitas coisas, então. Mas eu posso assim falar, se calhar... De Portugal, do estrangeiro ? Sim, sim, sim. Se calhar eu posso falar de referências cinematográficas. O Apichatpong [Weeasethakul] é claramente uma grande referência para mim. Cinema tailandês, então, não é? Sim, também gosto muito do [Werner] Herzog. Se calhar em Portugal a Catarina Vasconcelos. Porque a mim agrada-me bastante a ideia de espiritualidade no cinema, ou seja, a ideia de acreditar em coisas que não vemos. Eu sinto que eles todos falam muito de fantasmas, menos o Herzog. O Herzog chama mais a terra. Mas há também esse contraste, que é interessante. Vai a Cannes, teve tempo ou oportunidade de ver quais são as outras propostas que vão contracenar com a sua lá na Mostra La Cinef da prestigiosa selecção oficial. Há coisas que já tentou ver que vai tentar ver ? Sim, a ideia e estamos a falar só na categoria La Cinef ou... ? Começando pela sua categoria, sim. Sim, a ideia é eu. Eu quero ver todos os filmes que estão na competição. E está muito optimista, muito pessimista ? Muito "logo se vê" ? Em que estado de espírito é que está ? Eu vi numa notícia que eu sou a realizadora mais nova. Então eu não estou propriamente com muita expectativa, porque são pessoas que estudam muitos anos cinema. Ou seja, aqui em Portugal são só três anos. Acredito que noutros países serão mais e que se calhar também tem outros recursos e isso é uma coisa que se calhar é intimidante. Mas não sei. Eu acho que estar lá por si só já é uma grande vitória. Mas gostava de ganhar, obviamente. Vai tentar então ver muito cinema. E quais são assim os nomes de cineastas que vão ter filmes a serem exibidos em Cannes, que lhe chamaram mais a atenção e que porventura vai tentar privilegiar? Eu ainda estava aqui a estudar o cartaz. Eu gosto muito da realizadora do "I saw the TV glow" [Jane Schoenbrune] sei que ela vai ter um filme, também do realizador do "Close" [Lukas Dhont]. Também é um filme que eu adoro. Mas eu quero muito ver os filmes portugueses. Estou muito entusiasmada. Quero mesmo muito ver. Eu gostei muito da premissa do do filme do Daniel. Do Daniel Soares, que está em competição nas curtas da selecção oficial. Sim.
Elise went from "stuck in a box" after every mistake to bouncing back in a championship game. Here's how she did it ➡️ https://trainhergame.com/momShe's 11. Competitive soccer player. And in her own words, she was "stuck in a box" - trapped in her mistakes mid-game, spiraling after every error, losing herself in the what-ifs.Then her whole family joined The Elite Mental Game together.
Este boletim traz um resumo das principais notícias do dia na análise de Samuel Possebon, editor chefe da TELETIME.TELETIME é a publicação de referência para quem acompanha o mercado de telecomunicações, tecnologia e Internet no Brasil. Uma publicação independente dedicada ao debate aprofundado e criterioso das questões econômicas, regulatórias, tecnológicas, operacionais e estratégicas das empresas do setor. Se você ainda não acompanha a newsletter TELETIME, inscreva-se aqui (shorturl.at/juzF1) e fique ligado no dia a dia do mercado de telecom. É simples e é gratuito.Você ainda pode acompanhar TELETIME nas redes sociais:Instagram: https://www.instagram.com/teletimenews/Linkedin: https://www.linkedin.com/company/teletimenews/Facebook: https://www.facebook.com/Teletime/ Ou entre em nosso canal no Telegram: https://t.me/teletimenews Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.
Competição, que se divide entre corrida e exercícios de condicionamento físico, tem se mostrado particularmente popular entre jovens millennials e a geração Z.
NESTA EDIÇÃO. O resumo do primeiro LRCAP de 2026. Petrobras faz nova descoberta de gás na Colômbia. ANP autua distribuidoras por preços abusivos em meio a alta nos combustíveis. Fazenda negocia bancar parte da isenção do ICMS do diesel. Publicação de decretos para hidrogênio é prioridade na agenda do setor para 2026. ***Locução gerada por IA
Ouça aqui a segunda parte da conversa com a psicanalista e escritora brasileira Vera Iaconelli, que aqui revela como está a ser para si a chegada dos 60 anos, na pós-menopausa. E como a idade a tem libertado mais nos desejos e no crescente prazer de escrever a partir da sua experiência pessoal, com a lente da psicanálise. E, apesar da imagem pública de ‘super mulher’, dá conta de alguns fracassos e fragilidades que fazem dela uma mulher autêntica, bem resolvida, sem querer ser quem não é. Vera reflete ainda sobre os extremismos que ocupam mais lugar no poder e a nova vaga de machismo e de violência de género no Brasil e no mundo, e o que espera do futuro, da sociedade e dos poderes. E ainda partilha as músicas que a acompanham e deixa várias sugestões culturais. Boas escutas! Músicas: "O que será à flor da pele" - Milton Nascimento/Chico Buarque "Só tinha de ser com você"- Elis e Tom Jobim "Its a long way" - Caetano Veloso - Transa "Love is Blindness", Jack White Livros: “O olho mais azul” Toni Morrison; “Paixão segundo GH” Clarice Lispector; “Os sertões” Euclides da Cunha. Filmes: “Valor sentimental”, Joaquim Trier; “Ainda estou aqui”, Walter Salles; “Mães jovens” dos irmãos Dardenne Podcast “Isso não é uma sessão de análise”, com Vera Iaconelli Série Succession (HBO - 4 temporadas) See omnystudio.com/listener for privacy information.
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli fazem um verdadeiro manual de onde e quais competições vão transmitir cada uma das 8 competições organizadas pela CBF. TV Aberta, TV fechada, streaming, quais são as opções para o torcedor acompanhar o seu time. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Didi Braguinha e André Rumjanek discutem como diferentes jogos de tabuleiro despertam emoções inesperadas durante uma partida, especialmente quando a competição exige decisões agressivas, alianças temporárias e até traições estratégicas. A conversa parte de uma experiência recente com um jogo de controle de área que deixou a mesa desconfortável após o término da partida, levantando reflexões sobre como certos sistemas incentivam comportamentos mais duros entre os jogadores.A partir dessa situação, o episódio explora a relação entre mecânicas competitivas, interação direta e a experiência emocional dos participantes. Comparando estilos de jogos — de confrontos abertos a disputas mais indiretas — a dupla debate como diferentes estruturas de design podem provocar frustração, narrativa emergente e até crises morais dentro do chamado “círculo mágico” dos jogos.Para saber mais sobre este episódio e os jogos mencionados: Competição, Traição e Frustração Nos Jogos de TabuleiroSe você ainda não conhece ou faz parte, fale conosco no nosso Fabuloso Discord.E para as redes sociais: Fabuloso Podcast no InstagramFabuloso Podcast no YouTubeFabuloso Podcast no TikTokPara comprar camisa do Fabuloso (e outras):Deselegante
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli analisam o formato da nova Copa do Nordeste e como ficou a definição dos grupos, confrontos e caminhos até a final. Na edição, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
George T. Haber: Silicon Valley, inteligența artificială și viitorul dincolo de limitele umane Acest episod special este versiunea podcast a dialogului din seria Tech Leaders Talks, difuzată la Radio Guerrilla în 23.02.2026 — o producție Upgrade 100.Invitatul este George T. Haber (72 de ani), unul dintre cei mai de succes antreprenori români din Silicon Valley, supranumit „părintele DVD-ului” și fondator al mai multor companii de tehnologie vândute pentru sute de milioane de dolari. Astăzi, prin startup-ul său ZenAIos, lucrează la integrarea inteligenței artificiale în sistemul medical și administrație și explorează implicațiile profunde ale AI asupra economiei și condiției umane. Partenerul său de dialog este antreprenorul Dragoș Stanca, fondator Upgrade 100.Conversația explorează unele dintre cele mai importante întrebări ale prezentului și viitorului:– Cum arată revoluția AI văzută din interiorul Silicon Valley– Dacă inteligența artificială va înlocui munca umană și ce va da sens vieții într-o astfel de lume– Posibilitatea unei forme de „nemurire digitală”– Competiția globală pentru supremație tehnologică– De ce Europa și România riscă să rămână în urmă — nu din lipsă de talent, ci din lipsă de viziune– De ce îl susține Haber pe Trump, chiar si acum?Un dialog lucid despre tehnologie, putere și viitor — cu unul dintre antreprenorii care au contribuit direct la construirea erei digitale.
Mais um conteúdo no ar! Raio-X da Série A do Campeonato Brasileiro! Análise da classificação de momento, tabela, próximos jogos, desempenho das equipes, destaques, surpresas e muito mais! Estão neste programa Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli. Na técnica, Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
Mais um conteúdo no ar! Fred Figueiroa e Cássio Zirpoli debatem a notícia de que a CBF vai pagar os custos de operação de todos os clubes da Série B em 2026. Assunto que veio a tona nos últimos dias e que preocupava os times envolvidos na competição tem o “final feliz”. Na técnica, Gabriel […]
Existem erros que só podem ser perdoados se você for um atleta da liga japonesa de vôlei que deslizou deitado por uma quadra, implorando por desculpas. E é claro que @katiucha e @OdeioPePe não poderiam deixar de comentar isso no Vortex .Acesse o link do Vortex e ganhe desconto especial na sua matrícula na Alura: https://www.alura.com.br/vortexou CUPOM: VORTEX Host: Katiucha Barcelos. Instagram: @katbarcelos | Twitter/X: @katiuchaCo-Host: Pedro Pinheiro. Instagram: @odeiopepe | Twitter/X: @OdeioPePeInstagram: @feedvortexBluesky: @feedvortex.bsky.sociaTwitter: @feedvortexTiktok: @feedvortexReddit: r/feedvortexGrupo paralelo não-oficial do Vortex no telegram: https://t.me/+BHlkG92BfPU5ZjdhEsse grupo é dos ouvintes, para os ouvintes e pelos ouvintes. Não temos qualquer afiliação oficial ou responsabilidade por QUALQUER COISA falada neste grupoLink do post do episódio nas redes sociais:InstagramTwitterLinks comentados no episódio:'Obra de arte': Voleibolista japonês leva o pedido de desculpas ao extremo com uma prostração de cabeçaDançarinos japoneses de break transformam o pedido de desculpas,"sumimasen", em esporte radical [vídeo]Wrestling speed datingSpeed dating de luta livreProdução: Thyara Castro, Bruno Azevedo e Aparecido SantosEdição: Joel SukeIlustração da capa: Brann Sousa
A Série B de 2026 segue no foco do 45 Minutos. Na segunda parte do Raio-X, analisamos os elencos, projetos, investimentos e expectativas dos times que vão disputar o acesso. Quem chega forte? Quem corre riscos? E quais clubes entram pressionados na competição? Nos comentários, Fred Figueiroa, Cassio Zirpoli e Hathos Rildo fazem a leitura […]
Mais um conteúdo no ar! Iniciamos os trabalhos na Série B com o primeiro Raio-X das equipes que vão disputar a competição em 2026. Neste programa estão Fred Figueiroa, Cássio Zirpoli, Kauê Diniz e Hathos Rildo. Na edição Gabriel Costa. Ouça agora ou quando quiser!
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Competição contou com a participação de diversas torrefações de todo o país, e buscou destacar a importância da torra para revelar o potencial dos grãos
Análise completa do calendário do futebol brasileiro de 2026, com destaque para as datas das principais competições, os choques de torneios, períodos de sobrecarga no calendário e as janelas de transferências. Celso Ishigami, Fred Figueiroa e Cassio Zirpoli, abordam impactos esportivos, logísticos e financeiros para os clubes. Na técnica, João Trigueiro e Marcio Souza. Ouça […]
Chegou o grande final!
BBC News Brasil entrevista psicólogo social americano Roy Baumeister, um dos pioneiros no estudo do efeito que a rejeição tem nas pessoas.
Confira mais um episódio do PFC Debate. Falamos de todos os assuntos possíveis, sobre corrida ou não, de um jeito que você não vai acreditar.SEJA MEMBRO DO CANAL!!!A idade chega para todo mundo.Os tênis que não recebemos.Competição em pista.Provas desorganizadas. Quais você já participou?Provas planas e provas com subidas.Vai começar o Mundial de Atletismo.Ansiedade por causa de inscrição da São SilvestreQuem vai na São Silvestre?Tudo isso e muito mais no cardápio variado, com aquela mistura de informação, humor e opinião que só o PFC Debate sabe entregar. Escute, informe-se e divirta-se.Compre o livro da CamilaGrupo de promoções da ThainaraSiga quem faz o PFC Debate: Enio, Gigi, Marcos, Camila, Duda, Ana e Thainara.Use nossos cupons de desconto:KEEP RUNNING BRASIL - PFCCARAMELO - PFC10FOCO RADICAL - PFC10SPORTBR - PFC10CLUBE DE AUTORES - PFC10LIVE! RUN XP - PFC15MARATONA MONUMENTAL DE BRASÍLIA - PFC10CORRIDA INTEGRAÇÃO - PFC10MARATONA DE CRICIÚMA - PFC10MOUNTAIN DO - PFC20RSF PRO EVENTOS - PFC10