POPULARITY
Categories
Alguns destaques entre as notícias do dia: Pauline Hanson diz que One Nation não pretende ressuscitar a política que inviabilizava imigração de não-europeus à Austrália. Força Aérea inicia exercício militar de três semanas com aliados e parceiros em Darwin. Agência de Gestão de Emergências fará teste de alerta de emergência nos celulares (telemóveis) do país na segunda-feira, 27 de julho. No Brasil, Alexandre de Moraes nega pedido de Milei para visitar Jair Bolsonaro.Para ouvir, clique no 'play' desta página. Siga a SBS em Português no Facebook, Twitter, Instagram e You Tube. Ouça os nossos podcasts. Escute o programa ao vivo da SBS em Português às quartas-feiras e domingos ao meio-dia.Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Homilia Padre Juran Ruan, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 12,38-42Naquele tempo: Alguns mestres da Lei e fariseus disseram a Jesus: 'Mestre, queremos ver um sinal realizado por ti.' Jesus respondeu-lhes: 'Uma geração má e adúltera busca um sinal, mas nenhum sinal lhe será dado, a não ser o sinal do profeta Jonas. Com efeito, assim como Jonas esteve três dias e três noites no ventre da baleia, assim também o Filho do Homem estará três dias e três noites no seio da terra. No dia do juízo, os habitantes de Nínive se levantarão contra essa geração e a condenarão, porque se converteram diante da pregação de Jonas. E aqui está quem é maior do que Jonas. No dia do juízo, a rainha do Sul se levantará contra essa geração, e a condenará, porque veio dos confins da terrapara ouvir a sabedoria de Salomão. E aqui está quem é maior do que Salomão.' Palavra da Salvação.
Em uma das ilhas ao noroeste da Escócia, encontra-se Hamlet, um pequeno vilarejo rodeado das mais terríveis lendas. As histórias sobre os arredores da vila atravessavam oceanos e atraíam aventureiros não só da Europa, mas de todo o mundo. Por muito tempo, turistas curiosos também visitavam o local, mas a taxa de mortalidade de visitantes tornou-se, aos poucos, um fator indiscutivelmente inaceitável.Os habitantes de Hamlet estavam acostumados com as peculiaridades e perigos da vila; as gerações passadas garantiram que todos fossem educados sobre o local onde viviam. Ainda assim, era comum que alguns cidadãos desaparecessem, morressem por doenças jamais antes vistas e fossem vítimas do eventual desaparecimento. Alguns deles até mesmo retornavam depois de uma semana ou outra (completamente diferentes, mas isso não importa).A infame mitologia de Hamlet atrai pessoas por algum motivo, dinheiro, fama, ou apenas um desafio...◢ ORDEM PARANORMAL ◣Mestre ⸽ MaylonMahali ⸽ MaraveliKbrito ⸽ IronHellyn ⸽ DoniaLorenzzo ⸽ Meliodas◢ APOIE O CANECO FURADO ◣Curte o projeto? Fortalece na moralzinha para esse caos continuar existindo. Toda ajuda mantém as mesas vivas, os mistérios abertos e o paranormal cada vez mais próximo.Catarse ⸽ https://www.catarse.com.br/ocanecofuradoDiscord ⸽ https://discord.gg/mHnqz9zqInstagram ⸽ https://www.instagram.com/ocanecofurado/TikTok ⸽ https://www.tiktok.com/@ocanecofurado
Este é o terceiro programa produzido para a Rádio MyNews VIP FM. O Peças Raras está no ar em 90,9 ou mynewsvipfm.com.br aos sábados, 8 da manhã, com reprise no domingo, às 7h. Neste episódio, um tema que amo desde que, na minha infância, colocava o radinho de pilha embaixo do travesseiro para ouvir por vezes o futebol show de Osmar Santos, pela Globo, e, por outras oportunidades, as descrições poéticas de Fiori Gigliotti pela Bandeirantes. E para comemorar o Dia Nacional do Futebol, que é neste dia 19 de julho, vamos falar de rádio e futebol, claro. Nesta área, uma referência é a página Craques do Microfone Esportivo, mantida pelo médico, radialista e apaixonado por rádio esportivo, Marcos Sperli Garcia. Pesquisador incansável, Garcia é autor do livro “Craques do microfone: a história dos grandes locutores esportivos”, de 2015, e “Craques da Palavra e da Imagem – A História & as Histórias da Imprensa Esportiva”, lançado pela Livros de Futebol neste ano de 2026. Nesta edição especial, Marcos Sperli Garcia é o técnico que chamamos para escalar um timaço de Craques do Microfone Esportivo. A nosso convite, ele vai anunciar a Seleção Brasileira da Narração Esportiva. Vamos saber - de alguém que acompanha a crônica esportiva desde o final dos anos 1960 -quem ele escolhe como os 11 titulares da transmissão de futebol pelo rádio e na imprensa em geral. E ainda hoje você vai conhecer, com exclusividade, quem o Garcia coloca no banco de reservas, mas que têm tanto talento quanto os titulares desses Craques do Microfone Esportivo. E durante o nosso bate-bola, claro, vamos tabelar com peças raras... momentos históricos das carreiras de alguns desses narradores e profissionais da crônica esportiva. Alguns dos selecionados são Pedro Luiz, Oduvaldo Cozzi, Osmar Santos e José Carlos Araújo. Descubra os demais no áudio.
Alguns destaques entre as notícias do dia: em entrevista a podcaster de extrema-direita britânico, líder do One Nation diz que problemas começaram quando antigo PM "abriu e eliminou a política da Austrália Branca". Pais de australianas mortas por intoxicação por metanol em bebida no Laos se revoltam com possível pena branda a acusados. EUA impõem novo tarifaço de 25% ao Brasil, e exportadores brasileiros dizem que as vendas vão cair.Siga a SBS em Português no Facebook, X, Instagram e You Tube. Assine a 'SBS Portuguese' no Spotify, Apple Podcasts, iHeart Podcasts, PocketCasts ou na sua plataforma de áudio favorita.
Vulgarizamo-nos ao sermos forçados a explicar de todas as vezes os elementos decisivos das nossas vidas. Abandonada a paixão, limitados a uma frieza racional, de modo a bater certo com os critérios desse espírito mediano, esse que se abstém diariamente de qualquer ímpeto ou febre que possa obrigá-lo a fugir de si mesmo. Que dificuldade em chegar perto daquele lado perverso que torna alguns homens seres quase inenarráveis, por não serem só uma coisa, mas tantas, capazes do melhor e do pior, de acordo com aquilo que as circunstâncias lhes exijam. Como sentimos falta daqueles pesquisadores do impossível, aqueles capazes de o seguirem para lá de todas as coordenadas lógicas, plausíveis, mimando desde sempre uma suspeita ou desdém por ideologias, abstracções, antes guiando-se pela luz estelar das experiências concretas, expressas com um fulgor capaz de renascer de cada vez e a cada boca, e de lançar a sua voz além deste mundo desencantado. Alguns não querem recordar nada que se tenha passado neste mundo que não lhes diga respeito, e do mesmo modo se esquecem que uma “vida verdadeira”, como a ambicionava a criança delirante, está tantas vezes mais perto do insólito, do acidental, dos elementos da catástrofe e até do aberrante do que entre aquilo que é frequente, uniforme e regular. A experiência, nas suas dimensões irracionais, seja sensória, afectiva ou imaginativa, tem o seu próprio enredo de evidências e puxa-nos para um contacto com uma realidade encantadora e selvagem, bem mais rica do que aquelas que nos promete a razão. «De tais poderes ou seres tão grandiosos poderá haver uma sobrevivência concebível… uma sobrevivência de um período extremamente remoto quando a consciência se manifestava, talvez, sob formas e figuras desaparecidas muito antes da maré da evolução humana… formas das quais somente a poesia e a lenda retiveram uma memória esvoaçante e lhes chamaram deuses, monstros, seres míticos de todas as espécies (…)», anotava Algernon Blackwood à cabeceira de Lovecraft. Mas de que nos pode valer hoje esse impulso de entoar os tão antigos versos, buscar essas formas, suplicar encostando tanto quanto possível esta língua ao grego…? «Canta em mim, Musa, e através de mim conta a história/ desse homem hábil em todas as formas de luta,/ o viajante, perseguido durante anos a fio,/ depois de ter saqueado a sagrada cidadela/ erguida no altivo cimo de Tróia»… De que adianta, hoje, quando não acreditamos nas nossas próprias palavras, não as levamos tão a sério que elas sejam o nosso mais incisivo reflexo, a imagem que não se esbate, mas fica na memória dos demais, e ali produz a sua vertigem inesquecível, de que adianta procurarmos como reflexo um rosto vivo, atento, capaz de atravessar igualmente o que foi ou será? O que diz toda esta hesitação sobre os laços e pactos que tentamos forjar? Não seremos hoje meros ladrões de sentido, disputando bagatelas, numa tagarelice de frívolos intriguistas, incapazes de um curso perturbador ou de um gesto altivo, reverente ao mais largo dos tempos, e de um ritmo irado aqui, ali doce, que teça a expansão de um outro mundo? E quanto às palavras, o que ocorre nelas se não captam mais que a flutuação de um instante e se desfazem como areia mal nos deixam a boca? Que deserto se estende no tanto que é dito apenas para adiar a acção? Consumidos pela ironia e o desdém, no terror da nossa perdida inocência, não é verdade que nem sabemos já coser novas e velhas canções, restabelecer o selo quebrado? Meia-noite e meia… é a hora naquele poema de Roger Wolf, em que ele se acha a resvalar para mais outra insónia, dizendo: «e eis-me aqui/ a fumar até que me mate/ em frente a uma tela negra/ suja de manchas/ verdes.// Aí fora, em alguma/ parte, em todas,/ ensaios de cadáver/ arrastam-se até ser manhã/ na esteira de outra/ noite vazia.// Pergunto-me/ o que teria dito/ Homero.» O título do poema é: «Algo mais épico com certeza.» Afundados num tom baixo, até os piores crimes, os efeitos mais letais não deixam nunca de ser reles, resultado de seres que alcançam a infâmia do lado da sordidez, e que lamuriosos então ainda são eles... E não escapamos a esse gemido literário de obras que vão saindo em série de um vazio de experiência que nada tem a ver com a altissonante grandeza daquilo que nos é narrado nos relatos da antiguidade. É evidente que um Homero, hoje, servir-se-ia de outras linguagens, e o mais certo é que quisesse dominar a arte que a todas as pudesse coser num fôlego assombroso: do sopro e do ínfimo detalhe até à torrente avassaladora, da menor à mais desafiadora das escalas, devolvendo-nos à intimidade de heróis com e sem aspas, às suas contendas num mundo cheio de deuses. Foi isso o que Nolan conseguiu com a sua tradução. Ao recompor nos nossos dias a grande tradição épica, fá-la reflectir uma época que se reconhece nas palavras de José Emilio Pacheco: «Ninguém viveu como nós a experiência da evanescência. Pela primeira vez desde que se instalou a ideia de progresso, sentimos o porvir como uma ameaça. Perdemos tudo: ideias, crenças, costumes, cidades, afectos.» De algum modo, nunca o real nos foi mais estranho, e se cada vez mais nos conformamos com a norma, é natural que nos esquivemos à misteriosa condição que foi a dos homens num passado que nos surge como um enigma tão perturbador como o futuro. Mesmo na arte, as ditas criações limitam-se a acumular juros sobre o que já é conhecido, de tal modo que somos prisioneiros de sequelas cada vez mais inócuas do que foi feito antes. Maldiney diz-nos que só é real o inimaginável, ou seja, que devemos procurá-lo naquilo que não esperávamos. Assim, a verdadeira arte é tudo aquilo que procure realizar esse paradoxo que passa por preencher o inesperado. «A arte expõe-nos àquilo que há de menos provável, àquilo que, de súbito, trazendo consigo o instante da sua surpresa, se mostra nesse instante como estando ali desde sempre.» Hoje, é preciso unir a juventude à velhice. Aquela, na sua tempestuosa ingenuidade e fervor, poderá regenerar em nós o ímpeto da acção, ao passo que a idade, essa que poucos prazeres deixa aos homens, afia neles o sentido do gosto, uma inclemência diante das criações que só servem para antecipar o vazio. Como nos diz Agamben, «para o velho, todos os tempos são contemporâneos, e nesse inebriamento cada momento sai do seu contexto, tornando-se simultâneo, isto é, similar a qualquer outro. Todos os rostos são restituídos à sua semelhança, todos os gestos exultam e acenam, chamam-se uns aos outros, como os pássaros quando apanhados no visco. A memória – o visco – do velho não é cronológica, não conhece o tempo – somente o evo, a criança que joga o seu jogo, fazendo dele o seu reinado.» Foi isto o que fez Nolan, traduzir para a contemporaneidade, trazer as mitologias como um fôlego que devolverá vida a esta carne. Então, veremos o que temos diante de nós, agora que mesmo as estrelas parecem infectadas, e os venenos da terra infectam o sangue recebido dos imortais. É evidente que não sabemos falar como eles, não porque não tenhamos as mesmas ou outras palavras similares, mas porque na nossa boca esse sopro já não transporta tanta vida, nem admite aquela ânsia de espiar a utopia. Frequentámos por demasiado tempo este inferno a baixa temperatura, e fomo-nos deixando cozinhar nos seus vapores, de tal modo que não saberíamos dizer em que direcção correm essas brisas subtis que apontam para o paraíso. Uma prova da ignorância dos fisiologistas, diz-nos Ceronetti, é que não consideram a boca um órgão sexual. Ora, a boca é não só o principal órgão sexual, como a fala tem o poder de engravidar homens e mulheres através dos séculos. Mas percebe-se logo na entoação se aquilo que é dito transporta no hálito a gravidade capaz de sustentar a órbita do que é dito. Isaac Babel, Red Cavalry: «Consigo ver as feridas do teu deus a destilarem sémen, um veneno perfumado para intoxicar virgens.» Hoje só conhecemos a cópula oral na sua feição mais devastadora… «No auge das suas exaltações oratórias, Hitler ejaculava; era esse o momento em que a Multidão se encontrava inteiramente sob o seu domínio. Realizava uma cópula monstruosa, um incesto desconhecido das leis sagradas. A Multidão era fecundada por demónios, que pouco depois saíam do seu ventre. Assim se explica como um só homem pôde ser o pai de tanto mal.» (Ceronetti). Antes de irmos para férias, e para tomarmos o pulso às existências que tudo arriscam e que estão do outro lado da aura de destruição controlada deste tempo, contámos com a orientação de Miguel C. Duarte, activista que passou a última década ligado a missões civis de resgate de migrantes no Mar Mediterrâneo, e que esteve sob a mira da nossa fachoesfera caseira pela participação, em 2025, na Flotilha Global Sumud que partiu em missão humanitária com destino a Gaza.
Alguns irmãos, de forma muito equivocada, acreditam que nossas almas serão destruídas (assim como ocorre com os filhos da perdição). O grande problema desta ideia é que ela contraria a grande promessa de Deus para os Seus filhos: a VIDA ETERNA. Na Bíblia, ALMA é sinônimo de VIDA. Por isso defendemos que nossas almas são eternas, pois a nossa vida é eterna. Mas, para entrar no Paraíso, nossas psiques precisarão passar pela restauração necessária ― e prometida por Deus ― para que tenhamos uma vida perfeita no 3º Céu.(Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 29/10/2023)-------------------------------------------------SEJA UM SEMEADOR!CLIQUE AQUI ➜ https://bit.ly/2srbORGAjude-nos a manter (e a crescer) o nosso trabalho de divulgação do Evangelho da Graça de Deus. Desde já o nosso MUITO OBRIGADO pelo seu apoio.--------------------------------------------------Leia GRATUITAMENTE os livros de nosso Ministério:LIVRARIA ➜ http://www.loja.abencoados.com--------------------------------------------------Instagram - Cristiano França ➜ https://instagram.com/cfeleitoAplicativo (Android, iPhone, Windows e Mac) com Rádio 24h e muito + ➜ http://app.abencoados.comPágina do MIGG no Facebook ➜ https://www.facebook.com/evangelhogenuino/Página do MIGG no Twitter ➜ http://www.twitter.com/infomigg-----------------------------------------Participe de nosso Canal Oficial no Telegram e receba estudos em Graça, links, folhetos digitais de evangelização, conteúdos exclusivos e todas as demais informações de nosso Ministério.ACESSE O LINK ABAIXO através de seu telefone ou pesquise no Telegram: MIGG Canal Oficial.https://t.me/canalmigg------------------------------------------
#viajar #italia #parana #fozdeiguacu #paraguay #visto A história de Angela começa em Foz do Iguaçu, cidade fronteiriça com o Paraguai, no estado do Paraná, famosa pelas Cataratas do Iguaçu.Lá, Angela aprendeu com a família a arregaçar as mangas e trabalhar em um pequeno negócio perto da Ponte da Amizade Brasil-Paraguai, onde aprendeu a arte das vendas.Tornando-se empreendedora, criou a Miss Laura e participou do Shark Tank Brasil, expondo também as negociações fraudulentas do programa. Vendeu suas ações para o marido e mudou de rumo.Alguns anos depois de resgatar suas raízes italianas e viver na Itália, Angela decidiu abrir outro negócio, oferecendo serviços de mobilidade global, como vistos americanos, cidadania italiana, portuguesa e alemã, e documentação paraguaia.A história de Angela é a história de muitos descendentes de italianos que, com força de vontade, dedicação e perseverança, conquistaram seu lugar no Brasil e no mundo.Uma história italiana contada por mulheres: L'ITALIA è QUI!https://gaptogo.com.brQueremos contar mais histórias de mulheres ítalo-brasileiras — Para saber mais, entre em contato: buongiorno@buongiornosanpaolo.com.brQuer se MUDAR para ITÁLIA ? Aproveite nosso curso sobre como escolher a cidade italiana onde investir e morar: https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/mudar-para-italia-conselhos-de-um-italiano-para-escolher-a-cidade-onde-investir/B103409098EQuer estudar a HISTÓRIA politica da ITÁLIA: https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/historia-politica-italiana-pos-1946/J104973342L?draft=trueLa storia di Angela inizia a Foz de Iguaçu, una città al confine con il Paraguay, nello stato del Paranà, e famosa per le cascate di Iguaçu. Qui Angela impara dalla famiglia a rimboccarsi le maniche nella piccola impresa vicino al ponte dell'amicizia tra Brasile e Paraguay impara l'arte delle vendite.Diventar imprenditrice, crea la Miss Laura e partecipa a Shark Tank Brasil, smascherando anche le finte negoziazioni del programma. Vende le quote al marito e cambia strada. Pochi anni dopo aver riscattato le sue origini italiane e aver vissuto un periodo in Italia Angela decide di aprire un'altra impresa di servizi di mobilità globale come visti per gli Stati Uniti, cittadinanza italiana, portoghese, tedesca e documentazione paraguaiana.La storia di Angela è la storia di molti italo-discendenti con forza di volontà, dedizione e perserveranza che si sono conquistati il loro spazio in Brasile e nel mondo. Una storia italiana al femminile, l'ITALIA è QUI!
Enquanto o campeonato brasileiro está em pausa por causa da Copa do Mundo, os clubes estão aproveitando essa intertemporada para fazer amistosos. Alguns jogos aconteceram neste fim de semana.
A atual seleção da Argentina talvez não encante tanto quanto a equipe campeã da Copa do Mundo no Catar, mas segue conquistando a torcida pela capacidade de superar adversidades. Para o confronto deste sábado (11) contra a Suíça, pelas quartas de final, os argentinos depositam confiança não apenas na qualidade técnica do time, mas também na determinação dos jogadores. O momento coincide com as comemorações da Independência do país, ampliando o sentimento de orgulho nacional. Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires “Argentina! Argentina! Argentina! Vamos, Argentina! Vamos ganhar!”. As palavras poderiam soar como ordens de batalha, mas são versos entoados por uma torcida que não desiste de acreditar nem de incentivar a seleção. Alguns dos cantos mais tradicionais das arquibancadas ecoam nesta semana em um lugar inusitado: o Festival de Bandas Militares, realizado como parte das celebrações do Dia da Independência, em 9 de julho. Entre hinos e marchas, as bandas executam músicas populares da torcida argentina, levando o público a cantar e se levantar das arquibancadas no Campo Argentino de Polo, em Buenos Aires. Nesta semana patriótica, diferentes elementos se misturam para reforçar o orgulho nacional: os 210 anos da Independência, a esperança pelo tetracampeonato mundial e a histórica virada sobre o Egito, na terça-feira (7), quando a Argentina reverteu uma desvantagem e mostrou ao mundo sua capacidade de reação. O major Alan Nuñez, diretor da banda militar Tambor de Tacuarí, do Regimento de Infantaria 1 Patrícios, o mais antigo do Exército argentino, afirma que há paralelos entre as batalhas históricas do país e a forma como a seleção se comporta em campo. “Como argentino, sinto uma grande emoção quando a seleção demonstra esse espírito de luta que acompanha nosso povo desde a independência. Vemos essa característica também no futebol, essa capacidade de não nos darmos por vencidos até o último momento”, diz. Conhecido popularmente como Regimento dos Patrícios, o grupo militar foi criado em 1806 em resposta às invasões inglesas e teve participação importante nas guerras de independência iniciadas após a Revolução de Maio de 1810. Também atuou, em 1827, na Guerra da Cisplatina, na Guerra do Paraguai, em 1865, e na Guerra das Malvinas. Em tempos de paz, porém, a principal arena das emoções nacionais parece ser o futebol. “Quando a seleção conquista vitórias como essas, une todos os argentinos, independentemente de posições políticas ou diferenças sociais. E, quando isso acontece durante as comemorações da pátria, a emoção é ainda maior”, afirma o major. Euforia popular Nas arquibancadas do festival, o professor de educação física Lucas Bonilla, de 24 anos, diz viver uma semana especial. “É emocionante. Dá vontade até de chorar. Temos a Independência, temos a Copa do Mundo. É uma combinação incrível. Como argentino, me emociono vendo a seleção e também celebrando a pátria”, afirma, vestindo a camisa da equipe nacional. O último confronto entre Argentina e Suíça em uma Copa do Mundo ocorreu no Brasil, em 2014, quando os argentinos venceram por 1 a 0. “Vai ser um jogo muito duro. A Suíça é um adversário complicado, mas acho que vamos ganhar. Minha fé está mais viva do que nunca. E tomara que isso nos leve à semifinal contra a Inglaterra. É o que nós argentinos mais queremos”, diz Lucas. Ao seu lado, Martín Juárez, de 25 anos, carrega uma bandeira argentina em homenagem tanto à data nacional quanto à seleção. “Para os estrangeiros, explico que isso é a Argentina. Apoiamos o time incondicionalmente, e os jogadores respondem com muita garra e vamos todos com fé. Tenho muita fé em uma vitória da Argentina contra a Suíça”, afirma. Estado de graça Lucio Molina, de 58 anos, também acredita na vitória contra Suíça neste sábado, mas reconhece que a equipe tem pontos fracos na zaga. “Como argentino e tendo fé porque sou um homem de fé, acredito que vamos ganhar. Vejo uma partida muito difícil. Precisamos prestar atenção nos erros que tivemos na defesa. Estamos fracos nesse ponto. Temos de corrigir isso e sermos inteligentes”, analisa. Para ele, a virada épica contra o Egito, quando em pouco mais de dez minutos, virou o placar para três a dois, deixou o país em estado de graça. “É uma mistura de tudo que nos dá orgulho nacional e que nos deixa mais contentes. Quando temos vitórias no futebol, todos ficam alegres, ficamos alegres como nação. Quando a Argentina jogou estávamos tristes porque estávamos perdendo. Mas, de repente, apareceu esta força argentina e nos salvou. Ganhamos, graças a Deus. E nos alegrou como nação”, celebra. Ao lado dele, María Salguero, de 54 anos, também confia numa vitória na base da raça. “Esperamos um triunfo da Argentina neste sábado, mas precisamos ter cuidado. Todas as seleções que chegaram a esta fase são fortes. Ainda assim, temos muita fé porque nós latinos temos muita força e esta seleção argentina tem garra”, afirma. Professora de informática e biologia, María diz usar a trajetória da equipe como exemplo em sala de aula. “Acredito que a mensagem que a seleção argentina nos ensina a ter fé até o último minuto e a trabalhar em equipe. A Argentina vence coletivamente, não pela individualidade. Esse é o exemplo que damos também aos alunos: de que devemos trabalhar em equipe. E, quando você pensa que já está derrotado, ainda restam dez minutos para reverter tudo”, ensina. Comunhão nacional Essa mensagem a pequena Antonella, de 11 anos, já entendeu. Depois da virada sobre o Egito, ela acredita que a Argentina pode conquistar mais um título mundial. “Suponho que a Argentina vá ganhar porque tem bons jogadores. A Argentina fez três gols e nos salvou contra o Egito porque, num momento em que não confiávamos que íamos ganhar, a Argentina fez três gols. Sim, acho que podemos ser campeões", diz. Os argentinos estão em comunhão em torno da euforia, mas também do sofrimento. “Fiquei muito feliz com a vitória da Argentina. Quase morri. É uma forma de sofrer. É um sofrimento”, desabafa Antonella. O major Alan Nuñez vê nessa mobilização uma expressão do patriotismo argentino. “Desde criança eu sonhei em estar aqui numa banda militar. E hoje, ao sair e escutar as marchas militares, fico arrepiado e cresce no público o fervor patriótico”, diz. A seleção e a torcida parecem compartilhar a mesma característica: a insistência em seguir adiante mesmo diante das dificuldades. Há mais de dois séculos, a figura inspiradora era o general José de San Martín. Hoje, para muitos argentinos, esse papel cabe a Lionel Messi, símbolo de um país que volta a sonhar com mais uma conquista mundial.
Alguns dos destaques entre as notícias desta sexta-feira. Defeito em software interno da Telstra causou a falha de sinal que impactou milhões, diz CEO. Na política, Angus Taylor diz que propostas do One Nation "afundariam a Austrália"; Hanson responde. França vence Marrocos e está na semifinal da Copa do Mundo. Jorge Jesus é o novo selecionador de Portugal. No Brasil, Ministério Público pede responsabilização de Virgínia Fonseca por suposta prática abusiva de divulgação de apostas.
Alguns altares não têm forma visível, mas expressam os nossos sentimentos quando erguemos em nosso coração a autossuficiência e a independência. Deixamos O Senhor, não O buscamos, não procuramos conhecer o Seu coração, e andamos segundo o nosso próprio coração.por Pastora Izza Vieira _Ministry Restored Women for the Nations_@pastoraizzavieira
Os conjuntos vocais foram uma tendência importante na música no tempo em que as rádios dominavam os corações e ouvidos. Alguns deles ficaram eternizados na memória da cultura brasileira. Do samba que Hollywood mostrou ao mundo, à Bossa Nova e Jovem Guarda. O Travessia de hoje traz alguns dos grandes conjuntos vocais que fazem parte da história da MPB.Seja nosso apoiador e participe do maior e melhor grupo de música popular brasileira do país. Acesse apoia.se/travessiapodcast
No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 08, Carlos Andreazza fala sobre o ministro Gilmar Mendes e de Flávio Bolsonaro. O ministro Gilmar Mendes, do STF, usou seu perfil no X para postar uma mensagem sobre a eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo de 2026. Sob a presidência de Samir Xaud, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) manteve a tradição de empoderar cartolas ligados a lideranças políticas e envolveu nas suas principais iniciativas o instituto do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro citou e agradeceu a todos os jogadores titulares e reservas da seleção, e elogiando o técnico Carlo Ancelotti. Gilmar também declarou que Neymar emocionou o Brasil com talento, categoria e gols que marcaram época. “Ao representar o Brasil em quatro Copas do Mundo (2014, 2018, 2022 e 2026), nos emocionou com seu talento, categoria e gols que marcaram época. Já na política, a participação do senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na audiência pública em Washington (EUA) sobre a investigação de supostas práticas desleais adotadas no comércio pelo Brasil foi “deslocada do ambiente técnico”. A avaliação é de empresários brasileiros e representantes do setor privado que participaram dos painéis do dia, ouvidos pelo Estadão/Broadcast. Alguns interlocutores classificaram a atuação do senador como “constrangedora”. Flávio Bolsonaro apostou em um discurso político e de ataques ao governo Lula durante a sua apresentação. De acordo com interlocutores, o senador focou a fala em três temas: regulação das redes sociais, a corrupção no Brasil e a defesa do Pix. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.
LEITURA BÍBLICA DO DIA: JEREMIAS 38:1-10 PLANO DE LEITURA ANUAL: JÓ 34–35; ATOS 15:1-21 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Dois trabalhadores de uma fábrica de doces caíram em um grande tonel de chocolate. Isso pode parecer o início de uma piada, e talvez até uma situação agradável para os amantes de chocolate! Mas os homens, embora ilesos, estavam presos até a cintura e não conseguiam sair. Os bombeiros abriram um buraco na lateral do tonel para retirá-los em segurança. Quando Jeremias se viu no fundo de uma cisterna cheia de lama, a história foi tudo, menos doce. Como mensageiro ao povo de Deus em Jerusalém, ele proclamou a urgência de que deixas sem a cidade pois em breve ela seria “entregue ao exército do rei da Babilônia” (JEREMIAS 38:3). Alguns dos oficiais do rei Zedequias exigiram que Jeremias fosse morto pois alegavam que as suas palavras desanimariam “os poucos soldados que [restavam]” (v.4). O rei consentiu e eles “o baixaram por meio de cordas para dentro de um poço vazio”, onde ele atolou na lama (v.6). Quando outro oficial do rei, um etíope, defendeu Jeremias, dizendo que os outros “fizeram muito mal”, Zedequias percebeu que havia cometido um erro e ordenou que Ebede-Meleque tirasse Jeremias “do poço” (vv.9-10). Como Jeremias, mesmo ao fazermos o certo, às vezes, podemos nos sentir presos na lama. Peçamos a Deus que fortaleça nosso espírito enquanto esperamos por Sua ajuda nos problemas que enfrentamos. Por: KIRSTEN HOLMBERG
Pesquisas recentes indicam que os agonistas de GLP-1, usados no tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade, poderiam desacelerar a metástase em alguns tipos de câncer, como pulmão, mama, colorretal e fígado. Os resultados foram apresentados neste ano na ASCO 2026, o maior congresso de oncologia do mundo, que ocorre todos os anos no fim de maio, em Chicago, nos EUA. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris As pesquisas sobre o efeito do uso de canetas emagrecedoras no câncer começaram há cerca de cinco anos, e mais dados são necessários para confirmar o benefício. Mas os análogos de GLP-1 são uma pista inovadora na busca de novos tratamentos contra a doença. Segundo o oncologista clínico brasileiro Paulo Henrique Costa, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, que também atua nos hospitais da Rede Mater Dei, os estudos são retrospectivos, o que significa que são menos representativos em termos estatísticos. “Não é um ensaio clínico randomizado. Nesse tipo de estudo, você divide os participantes em grupos: um recebe o tratamento, e outro, não, o que permite obter uma evidência muito mais sólida, quase irrefutável”. Ele reitera a necessidade de outras pesquisas para confirmar a ação das moléculas em certos cânceres. Essa precaução, diz, é ainda mais necessária diante da existência de um mercado paralelo de canetas emagrecedoras, obtidas sem receita ou recomendação médica. Segundo o oncologista, controlar os fatores de risco ainda é a melhor maneira de prevenir o câncer e outras doenças. Isso inclui ter uma dieta adequada e o controle da obesidade, “sem sair usando esse medicamento de forma indiscriminada”, insiste o especialista, que participou do congresso. “À medida que se reduz a obesidade, que é um fator de risco para o câncer, há benefício na redução da incidência da doença e em seu controle”, explica o especialista. O uso das canetas emagrecedoras, diz, tornou esse benefício “ainda mais evidente”. A taxa de incidência de câncer também parece ser menor nos pacientes que utilizam a medicação. “No caso de pacientes que já têm câncer e fazem o uso, o desfecho oncológico parece melhor: a doença progride menos e há menor risco de aparecimento de metástases. Isso leva a pensar que, ao controlar o fator de risco obesidade, que é central, há avanço no controle oncológico. A doença progride menos e há menos metástases.” O estudo apresentado no evento analisou dados de mais de 12 mil pacientes de várias regiões do mundo. Eles tinham diferentes tipos de câncer, que iam de estágios iniciais a intermediários. A pesquisa comparou pacientes tratados com análogos de GLP-1 (liraglutida, pramlintida, dulaglutida, tirzepatida, lixisenatida ou semaglutida) a outros que receberam outros tipos de medicação antidiabética, como os inibidores de DPP-4. Os resultados mostraram redução significativa na progressão de metástases, especialmente em quatro tipos de câncer: pulmão de não pequenas células, mama, colorretal e fígado. Em outros tumores, como próstata, pâncreas e rim, houve tendência de benefício, mas sem significância estatística. Efeitos diretos Os estudos preliminares apresentados durante o congresso da ASCO também indicam que, além de controlar a glicose e o peso, os agonistas de GLP-1 também podem ajudar a modular o sistema imunológico e a inflamação, além de melhorar a taxa de sobrevida global. “Existem novas evidências de que pode haver um efeito direto", diz o oncologista. "Nas células tumorais existem vários receptores e proteínas na membrana celular, e parece que essas classes de drogas também exercem alguma ação direta sobre elas. Esse efeito ainda está sendo estudado. Vale lembrar que não é uma evidência definitiva, ela ainda é indireta, mas também pode contribuir para esse controle”. O câncer se desenvolve em um contexto inflamatório, que levam a erros de replicação das células. A ação dos análogos de GLP-1 poderia contribuir para reduzir esse risco. “O paciente com câncer, ou com maior risco para a doença, desenvolve o tumor em um ambiente de inflamação. Essas moléculas também parecem atuar na redução desse grau de inflamação proprício ao câncer”, reitera. O especialista lembra que a ASCO é uma oportunidade para acompanhar a evolução dos tratamentos e grandes descobertas. Mais de sete mil estudos foram apresentados nesta edição, com destaque para o daraxonrasib, o primeiro medicamento a agir de forma efetiva contra o câncer do Pâncreas, um dos mais letais. O remédio bloqueia a proteína KRAS, que atua na proliferação das células cancerígenas. “A oncologia é construída assim: ela vai somando conhecimento ao longo do tempo. Com certeza, tudo o que chega para a gente com dados tão importantes como esses amplia o nosso entendimento da doença e contribui para o controle de uma condição que ainda é tão desafiadora para o mundo”, diz.
Alguns dos principais destaques do dia: Portugal se classifica em uma das partidas mais emocionantes do Mundial. O adversário agora é a Espanha, que despachou a Áustria com facilidade. Mo Salah é dúvida no Egito no duelo contra os Socceroos. Nas notícias da Austrália: governo aumenta o valor da taxa de visto de estudante e deixa requerentes e agentes de imigração preocupados. Adolescente de 15 anos morre depois de ser deixado ferido em estacionamento de hospital em North Melbourne. Governo chama AUKUS de "patriotismo progressista", Verdes reagem.
O colectivo de rappers guineenses ‘Fartudibos' acaba de lançar em Junho o seu primeiro álbum intitulado ‘Sissoco Na Kai ‘. Como os nomes do colectivo e do próprio disco indicam, trata-se aqui de usar o vector da música para abanar as consciências e dar uma visão da situação política da Guiné-Bissau. Fundado em 2023, o colectivo ‘Fartudibos' que reivindica a ausência de qualquer elo com partidos políticos, junta músicos e rappers dispersos por diferentes partes, nomeadamente a França, a Alemanha, o Brasil e Portugal. A RFI falou com dois dos sete membros do colectivo : Jada Imperatriz que vive e trabalha em Portugal, assim como Slim Drácula que mora em Curitiba no Brasil, país para onde foi há quase nove anos. Ao evocar a génese do grupo, este último recorda que o projecto surgiu "num período em que o regime autoritário sangrento buscava calar a todas e todos para encobrir os seus actos criminosos". "Todos nos sentimos convidados, de certa forma, a uma reflexão", conta o artista referindo-se às circunstâncias em que foi convidado a integrar o colectivo. "Como guineense comprometido com a causa social, tornou-se muito preocupante ver o rumo desastroso que a Guiné-Bissau vem tomando desde a época que estava na Guiné-Bissau. (…) Não podia ficar indiferente vendo tudo aquilo acontecendo. Ainda que estou num espaço e tenho uma ferramenta onde eu posso dar a voz para o meu povo, afirmando o meu descontentamento com tudo o que está a acontecer. Por isso, quando recebi esse convite eu me identifiquei logo e aceitei a proposta e seguimos em frente", diz o rapper que revela ter sempre vivido no universo da arte. A morar em Portugal desde 2017, Jada Imperatriz, única mulher do colectivo, trabalha na área da administração em Lisboa. Apesar da distância, continua atenta à vida do seu país. Ao descrever-se como "cidadã consciente", ela refere ter "sempre sentido a necessidade de abordar as coisas que se passavam no país". "No meu ‘stories' escrevia coisas, às vezes fazia ‘freestyle' e punha nas minhas redes sociais. Depois, fui abordada por um colega a perguntar se eu tinha interesse e uma vez que eles compartilhavam a mesma vontade de estar à frente e ser a voz de alguma forma das pessoas que estão no momento, porque nós, como não estamos aí, é diferente a forma como nos atinge, mas não deixam de ser os nossos. Então eu acho que seria um pouco mau da nossa parte tapar os olhos e fingir simplesmente que não se passa nada. Então senti a necessidade de entrar lá e dar o meu contributo da maneira que eu consigo, que é fazendo a arte", diz a rapper. A consciência no exílio Em quase uma década fora do seu país, Jada Imperatriz não voltou a estar na Guiné-Bissau, por considerar que "ainda não é o momento oportuno". Também para Slim Drácula, ainda não chegou a altura de ir novamente ao encontro das suas raízes, mesmo no caso de ter a possibilidade material para tal. "Não sinto que seja muito diferente das pessoas que estavam fora da Guiné-Bissau e foram para lá. Tenho muitos colegas que estavam fora. Foram para lá. Foram perseguidos, raptados, espancados. (…) Por isso prefiro esperar mais um tempo para ver o que é que acontece, se realmente todas as nossas denúncias ao sistema vão construir um caminho menos perigoso para a gente andar para as próximas lutas que a gente tem", justifica. Por estarem dispersos geograficamente, os membros do grupo, não se conhecem todos fisicamente. Isto não os impede de trocar ideias e trabalhar juntos à distância. "Todas as reuniões são feitas online, num espaço de concertação que criámos no WhatsApp. Ali acontece. Todas as reuniões, todas as decisões são tomadas ali, em conjunto. Quanto à produção, nós decidimos não aceitar apoio de nenhuma pessoa claramente alinhada a algum partido político. E todas as músicas foram gravadas com custos próprios. Temos um produtor que faz mixagem e masterização e também faz instrumental, que no caso é o Marlon C. Temos dois editores de vídeos e temos um responsável pelo design. Hoje, com essa tecnologia que a gente tem, ficou muito mais fácil. Mesmo estando em situações geográficas diferentes, a pessoa pode gravar aqui e enviar para o produtor e depois de receber todas as vozes, ele compila tudo numa única música", explica Slim Drácula que, para além de rapper é também um dos editores dos vídeos do grupo. Um álbum marcadamente crítico Após divulgar gradualmente algumas músicas ao longo destes últimos meses, o colectivo lançou o seu álbum na internet no passado mês de Junho. São 17 faixas em que denunciam a situação política do seu país, a corrupção, a pobreza, a violência política, os raptos, espancamentos e assassínios destes últimos anos. Dado o teor fortemente crítico do disco, Jada Imperatriz considera que o seu impacto é abafado pelo medo que o público sente. "A impressão que tenho é que as pessoas ouvem. As pessoas ouvem, tem uns que comentam, mas lá está, existe aquela coisa do medo, do medo de partilhar, do medo do ouvir em público. Aqui (em Portugal) não. Mas na Guiné-Bissau, por exemplo, tem familiares e amigos que dizem ouvir a vossa música. ‘Interessante, mas eu não posso partilhar ou eu não posso ouvir em público.' Ou ‘Tu não podes voltar para o país por teres cantado isto'. Então existe sempre um bocadinho de receio nas pessoas partilharem o álbum ou partilharem as nossas músicas", descreve a artista. Esta análise é partilhada por Slim Drácula. "Por ser um um trabalho de denúncia para um país onde a liberdade de expressão é negada, nós recebemos feedback mais direto das pessoas que nos conhecem. Alguns vêm dizendo ‘Por favor, afasta-te disso. Tu és um jovem, um jovem talentoso. Tem muitas coisas para fazer, então não vale a pena denunciar esse sistema'. E tem alguns que ouvem, aplaudem dizendo ‘Sim, senhor, vale a pena'. E entre todo esse universo também do feedback que nós recebemos e ainda estamos a receber, em termos de consumo e de partilha do trabalho, entendemos que muitas pessoas ainda têm receio de partilhar ou consumir em público, sobretudo pelo conteúdo que o álbum tem", considera. Enquanto Slim Drácula admite ter recebido pressões indirectas no sentido de não expressar a sua opinião publicamente, Jada Imperatriz refere ter optado por bloquear as mensagens nas redes sociais. Uma esperança adiada Questionada sobre a situação vigente desde a desestabilização militar do final do ano passado, com a instalação de um governo de transição, as detenções de vozes de oposição, a perspectiva de presidenciais em Dezembro, assim como um possível referendo sobre a Constituição da Guiné-Bissau, Jada Imperatriz mostra-se pouco optimista. "Eu acho que estamos a sair do mau para o pior, porque o Sissoco não está lá fisicamente, mas ele está na mesma. Porque o comando militar que assumiu esta farsa do golpe, isto tudo é uma coisa planeada. Então está a piorar. O comando militar está a fazer o que bem entende. As pessoas não conseguem falar e isto de mexerem com a Constituição é um absurdo", lamenta a artista para quem a comunidade internacional pouco fez para ajudar a Guiné-Bissau. "A impressão que tenho é que embora a CEDEAO já tenha lá ido e tenha havido intervenções também de Portugal, eu sinto que estamos sozinhos e este problema é nosso e nós é que temos que resolver", comenta. O activismo através da arte, um salto no escuro Sobre a experiência do activismo através da música, Jada Imperatriz reconhece estar assustada. "Sou mãe de dois meninos pequeninos e tenho sempre os familiares a dizer que ‘não estou a fazer bem. Estou a pôr em risco a minha família, Estou a arriscar-me imenso. Isto nunca vai mudar. Não há nada a ser feito. Isto sempre foi assim'. Mas eu acredito o contrário. Então eu sinto quando faço alguma coisa, embora sinta medo, mas faço na mesma, porque eu não quero sentir que estou a trair a minha nação. Não quero sentir que estou a aplaudir com o meu silêncio o opressor. Porque eu acho que é mais insatisfatório para mim sentir isso do que sentir medo. Então esta experiência está a ser boa. Estou a compartilhar com pessoas que acreditam no mesmo que eu", conclui. Slim Drácula também não vive essa experiência de forma serena. Todavia, para ele, o importante é fazer passar mensagens. "Para mim, está sendo uma experiência muito dolorosa. A Guiné-Bissau faz mais de meio século de independência e em todo esse tempo vivenciamos muitas situações em que o povo pedia o básico. O governo prometia. Não cumpria. Não fazia praticamente nada. Nem as justificativas eram convincentes. E o povo vive mal o tempo todo. Então, ser um activista usando a música, para mim dói muito. De sentar, pegar na folha e caneta, escrever sobre uma coisa básica e, sobretudo, ver que aquela situação poderia ser resolvida, sobretudo se o ministro decidir não comprar carros para ir agradar os deputados na Assembleia, ao escrever sobre esse tipo de situação, dá uma raiva e essa raiva cansa e dá uma tristeza enorme. Essa tristeza cansa. Por isso que eu falo que é uma experiência muito horrível. Agora me alegra também que a minha mensagem chegue ao meu povo. E não sou mais um que ficou preso numa caixinha, comportando e agindo de acordo com o que é que o sistema espera de nós", remata Slim Drácula. Podem ouvir o álbum de Fartudibos aqui : https://www.youtube.com/watch?v=ZQrtmhx9aKU&list=PLcp-0zXmNItxrDtlHmfQztBaqMTILbg4B&index=1
O director de investigação no Instituto Pasteur, em Paris, o cientista português Eduardo Rocha, dedica-se ao estudo da evolução bacteriana, da diversidade genética e dos mecanismos que permitem às bactérias trocar informação genética entre si. Um trabalho fundamental para compreender um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea: a resistência aos antibióticos. Entrevista realizada por Taíssa Stivanin. A investigação começa quase sempre pela leitura do genoma. Ou melhor, pela leitura de milhares de genomas. "As nossas análises, em geral, começam com a sequenciação de um genoma, ou de muitos genomas. As pessoas fazem amostragem de bactérias ou de elementos móveis que estão no ambiente, nos hospitais ou dentro dos indivíduos - nós temos muitas bactérias no nosso intestino. Depois sequencia-se o genoma, isto é, identifica-se a sequência de nucleótidos no ADN que vai estabelecer, por exemplo, os genes que estão presentes no genoma e quando vão ser expressos. É preciso perceber que o genoma de uma bactéria típica é um texto grande. Pode ter quatro milhões de letras, um milhão ou dez milhões, depende das bactérias. E é um texto escrito com um alfabeto de quatro letras, os quatro nucleótidos. O nosso objectivo é compreender o que está escrito nesse texto: identificar que genes estão presentes, que elementos regulam a sua presença e a sua expressão. E sobretudo compará-los para perceber como é que as bactérias evoluíram no passado e como poderão evoluir no futuro." O foco da equipa está precisamente nessa capacidade das bactérias para evoluírem. Uma evolução que, ao contrário do que acontece nos organismos mais complexos, pode ser observada em tempo real. "Tentamos perceber como é que as bactérias se adaptam. Elas conseguem adaptar-se muito rapidamente. Temos a ideia dos processos evolutivos como algo muito lento, mas nas bactérias, em parte porque se conseguem dividir muito rapidamente, estes processos podem ser extremamente rápidos, tão rápidos que os podemos observar no laboratório. Podemos fazer experiências em que vemos a evolução da bactéria. Em poucos dias, ela pode tornar-se resistente a antibióticos, perder virulência ou aumentar a virulência. E como agora podemos sequenciar genomas muito facilmente, conseguimos traçar exactamente quais foram as modificações nos genomas que levaram ao resultado final." Durante muito tempo, os cientistas pensaram que a evolução bacteriana resultava sobretudo de pequenas mutações. Mas a realidade revelou-se bastante mais complexa. "Se continuarmos na analogia do texto, é um bocado tentar perceber como é que as palavras mudaram. O que percebemos nos últimos vinte anos é que muitas das mudanças nos genomas não são pequenas mutações, não são palavras que mudaram. Na realidade, são frases, parágrafos ou até secções inteiras que mudaram completamente. Isso acontece porque as bactérias têm a capacidade de trocar genes com outras bactérias, adquirir genes de outras bactérias. E isso permite-lhes evoluir rapidamente. É isso que explica que há setenta anos praticamente todas as bactérias com as quais convivíamos fossem susceptíveis aos antibióticos e que hoje existam bactérias resistentes a quase todos os antibióticos conhecidos. Foram adquirindo estes genes e isso permitiu-lhes evoluir muitíssimo mais rápido." No Instituto Pasteur, a equipa de Eduardo Rocha procura reproduzir e observar estes fenómenos em condições controladas. Mas nem toda a investigação acontece em laboratório. Uma parte importante do trabalho passa pela análise de amostras recolhidas em hospitais ou em estudos clínicos. Um dos projectos recentes acompanhou pessoas saudáveis sujeitas a tratamento antibiótico. “Publicámos um estudo feito num hospital em França com vinte e duas pessoas saudáveis que tomavam dois tipos de antibióticos. Seguimos essas pessoas ao longo de vários meses para perceber o que acontecia à flora intestinal depois do tratamento. Porque ao tomarmos antibióticos, perturbamos as bactérias que estão na nossa flora intestinal e demora um certo tempo até o equilíbrio se voltar a estabelecer.” O estudo tinha uma aplicação clínica directa, mas permitiu também aprofundar uma questão central para o trabalho da equipa: o papel dos chamados elementos genéticos móveis. "Um dos aspectos que nos interessava era compreender como é que os elementos móveis das bactérias reagiam à presença de antibióticos. As bactérias tendem a transferir genes entre si e isso permite-lhes adaptar-se a novos desafios ou aproveitar novas oportunidades. Mas para que o ADN passe de um genoma para outro existem, na maior parte dos casos, elementos genéticos móveis que fazem essa transferência. É aí que se concentra actualmente a nossa equipa. Porque são esses elementos que vão determinar a capacidade das bactérias para se adaptarem. Mas também têm um lado egoísta. Cada vez que se replicam ou se transferem, impõem um custo à bactéria. Em alguns casos, esse custo pode mesmo levar à morte da bactéria. Existe portanto um equilíbrio delicado entre os benefícios que trazem e os custos que impõem." Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias. Outros constroem pontes entre células vizinhas. Esses elementos móveis funcionam como verdadeiros veículos de transporte genético. Alguns actuam através de vírus que infectam bactérias, outros constroem pontes entre células vizinhas. E nos últimos anos, os investigadores descobriram ainda um novo nível de complexidade. "Percebemos que existe todo um zoológico de elementos móveis que utilizam outros elementos móveis para se transferirem. Temos agora duas camadas de complexidade: elementos móveis que utilizam a bactéria e elementos móveis que utilizam os elementos móveis que utilizam a bactéria. Estabelece-se uma relação a três entre a bactéria, o elemento móvel autónomo e um segundo tipo de elemento móvel que vai jogar com os outros dois elementos para se transferir. Mas o que nós constatámos é que muitos dos genes de resistência aos antibióticos estão neste segundo tipo de elementos móveis. Uma vez chegados à bactéria, são muito pouco custosos. Isso permite que a bactéria mantenha durante muito tempo os genes de resistência. É uma das razões pelas quais a resistência aos antibióticos não desaparece simplesmente quando deixamos de tomar os medicamentos. A resistência ficou estabilizada na bactéria."
Nesta mensagem, o Pr. Eraclius Fonseca, com o texto em II Timóteo, capítulo 1, versículos 3 ao 18, nos traz uma reflexão sobre o legado de Timóteo.A segunda carta de Paulo a Timóteo é considerada sua última carta antes do martírio. É um texto carregado de emoção, conselhos e encorajamento. Paulo escreve a um jovem pastor que enfrentava desafios, perseguições e o peso da responsabilidade ministerial.Nesse trecho, Paulo nos mostra que o verdadeiro legado de uma pessoa não é construído por riquezas, títulos ou reconhecimento, mas pela fé, pelo caráter e pela perseverança.O legado de Timóteo nos ensina que Deus usa pessoas comuns que permanecem fiéis.1. O verdadeiro legado começa dentro de casa"Recordando-me da tua fé sem fingimento, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice..." (II Timóteo 1:5)Antes de Timóteo ser um pastor, ele foi um filho e um neto que recebeu um exemplo de fé.Paulo não menciona primeiro seus dons, mas sua herança espiritual.A fé de Lóide e Eunice não ficou apenas em palavras; tornou-se um legado que atravessou gerações.Vivemos em um tempo em que muitos desejam deixar patrimônio, mas poucos se preocupam em deixar princípios.Aplicação: A maior herança que podemos deixar para nossos filhos não é uma conta bancária, mas uma vida que testemunha Cristo.2. O legado cresce quando alimentamos o dom de Deus"Por este motivo te lembro que despertes o dom de Deus..." (II Timóteo 1:6)O dom já existia em Timóteo, mas precisava ser reavivado.O fogo espiritual pode diminuir quando enfrentamos dificuldades, críticas ou desânimo.Paulo diz, literalmente, para "reavivar as brasas".Deus não nos chama apenas para receber dons, mas para desenvolvê-los.Aplicação: Um legado não é construído apenas pelo que Deus nos deu, mas pelo que fazemos com aquilo que Ele colocou em nossas mãos.3. O legado vence o medo"Porque Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de moderação." (II Timóteo 1:7)Timóteo provavelmente enfrentava inseguranças.Paulo lembra que o medo não vem de Deus.Quem deseja deixar um legado precisará enfrentar situações que intimidam.O medo paralisa.A fé impulsiona.Quem anda com Deus aprende que coragem não é ausência de medo, mas decisão de obedecer apesar dele.Aplicação: O medo pode impedir sonhos, ministérios e projetos, mas o Espírito Santo fortalece aqueles que permanecem firmes.4. O legado permanece fiel mesmo em tempos difíceis"Não te envergonhes do testemunho de nosso Senhor..." (II Timóteo 1:8)O contexto era de perseguição.Muitos abandonavam a fé para preservar a própria vida.Paulo, preso, incentiva Timóteo a permanecer firme.Um legado verdadeiro é construído quando continuamos obedecendo, mesmo quando isso custa caro.Fidelidade vale mais que popularidade.Aplicação: Nossa geração precisa de cristãos que não mudem seus princípios para agradar a cultura.5. O legado confia totalmente em Deus"Porque eu sei em quem tenho crido..." (II Timóteo 1:12)Essa é uma das declarações mais fortes da Bíblia.Paulo não diz: "Eu sei o que acredito."Ele diz: "Eu sei em quem tenho crido."Nossa confiança não está nas circunstâncias, mas na pessoa de Cristo.O legado de Timóteo seria sustentado porque sua fé estava fundamentada em Deus e não em pessoas.6. O legado inspira outros pela fidelidadeNos versículos finais, Paulo cita dois exemplos:Figelo e Hermógenes abandonaram Paulo (v.15).Onesíforo permaneceu fiel, procurou Paulo na prisão e não teve vergonha dele (vv.16–18).Toda vida deixa marcas.Alguns serão lembrados pelo abandono.Outros pela fidelidade.Conclusão: O legado de Timóteo não foi construído em um único dia.Foi resultado de:uma fé herdada e vivida;um dom constantemente desenvolvido;coragem diante do medo;fidelidade nas dificuldades;confiança absoluta em Cristo;perseverança até o fim.Se esta mensagem edificou a sua vida, curta e compartilhe com mais pessoas.Deus te abençoe!
Homilia Padre Andrés Furlan, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 16,13-19Naquele tempo,Jesus foi à região de Cesareia de Filipee ali perguntou aos seus discípulos:"Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?"Eles responderam:"Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias;Outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas".Então Jesus lhes perguntou:"E vós, quem dizeis que eu sou?"Simão Pedro respondeu:"Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo".Respondendo, Jesus lhe disse:"Feliz és tu, Simão, filho de Jonas,porque não foi um ser humano que te revelou isso,mas o meu Pai que está no céu.Por isso eu te digo que tu és Pedro,e sobre esta pedra construirei a minha Igreja,e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.Eu te darei as chaves do Reino dos Céus:tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus;tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus".Palavra da Salvação.
Alguns livros dessa coleção simplesmente não existiam em português. Até agora... Após quase 10 anos de história, a Brasil Paralelo lança seu primeiro produto físico de assinatura: o Clube do Livro BP. Uma jornada com 12 obras cuidadosamente selecionadas para você construir uma biblioteca de valor, com direção, curadoria e o padrão de qualidade que você já conhece. Por se tratar de um produto físico com produção limitada, o número de assinantes deste lote de lançamento é restrito. Não perca tempo e garanta seu lugar antes que as vagas encerrem.
Aos 12 anos de idade, ele correu 43 quilômetros. Pouco depois completou sua primeira maratona e, em 1998, fez o primeiro Ironman de Porto Seguro. Depois de mais de uma década dedicada ao triathlon, passou a buscar desafios em ambientes extremos ao redor do mundo. A estreia nas ultramaratonas aconteceu na Antártica. Venceu a Ice Marathon e, no dia seguinte, também ganhou a prova de 100 quilômetros, estabelecendo um recorde. Mais tarde encarou os 250 quilômetros da Marathon des Sables, no deserto do Saara, além de uma ultra no Nepal. Parte dessas experiências acabou registrada em episódios do Planeta Extremo, exibido pela TV Globo. Alguns anos depois ele decidiu se aventurar em expedições de montanha. Subiu o Kilimanjaro, o Aconcágua, o Elbrus, além do Huascarán e do Quitaraju, no Peru e a Pirâmide Cartenz na Indonésia. Em 2018, encarou o Manaslu, no Himalaia. Em 2023 realizou a façanha de escalar o Monte Everest. A expedição aconteceu em uma temporada histórica no Everest, marcada pela letalidade, superlotação e pelas longas filas na chamada zona da morte. A experiência deu origem ao documentário Um Passo a Mais, lançado em 2025, que acompanha uma expedição sustentável ao Everest e propõe uma reflexão sobre o impacto ambiental causado pelo excesso de pessoas na montanha. Em paralelo ao esporte e às aventuras, trabalhou durante alguns anos no mercado financeiro até decidir empreender. Criou então a X3M para organizar o primeiro XTERRA no Brasil, projeto que mais tarde se transformaria em um circuito e incorporaria provas de corrida e mountain bike. De volta conosco hoje, o administrador de empresas que saiu do mercado financeiro para criar a X3M, agência especializada em experiências e eventos esportivos. O atleta aventureiro e inquieto com 13 Ironman no currículo, faixa azul de jiu-jitsu, piloto de moto, paraquedista e montanhista que se tornou o 35. brasileiro a alcançar o topo do Everest, o carioca Bernardo Pereira Mascarenhas da Fonseca. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: Barz, a nova barra de energia da Z2! Disponível em Berries & Limão Siciliano e Chocolate & Amendoim, feita com ingredientes naturais para um lanche prático e nutritivo a qualquer hora. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Como já foi tradição em tempos mais simples, a Nintendo chegou pra fechar a temporada de grandes anúncios com a primeira Direct de grande porte desde Setembro de 2025, mostrando novas informações sobre jogos que vêm aí e anunciando mais jogos para preencher os próximos meses da agenda do Switch 2, incluindo o remake de um de seus jogos mais lendários. Aqui estamos pra conversar sobre tudo isso e mais um pouco, pois todo mundo sabe que esse podcast só tem nintendeiro. Vamo que vamo!PARTICIPANTES: Victor Gurgel, Luã Bitencourt, Felipe GurgelEDIÇÃO: Victor GurgelASSUNTOS DO EPISÓDIO:0:00:00 Introdução: Vamos falar sobre a Nintendo Direct de Junho, 20260:03:29 Rhythm Heaven Groove0:10:43 Alguns third parties0:16:50 DLC de Pokémon Pokopia0:22:09 Fire Emblem: Fortune's Weave0:29:22 Pequenos anúncios0:39:14 Momento Xenoblade Chronicles0:45:51 Nintendo Switch Sports Resort0:51:14 Demo de Star Fox (2026)0:57:02 Final Fantasy Resonance1:01:10 Duskbloods1:03:32 Splatoon Raiders1:08:03 Altos Kingdom Hearts1:15:29 The Legend of Zelda: Ocarina of Time (2026)1:39:17 Considerações finaisQUER APOIAR O PIRATAS?REDES SOCIAIS:Bluesky do VictorTwitch do VictorTikTok do VictorBluesky do LuãINSCREVA-SE E RECEBA NOVOS EPISÓDIOS ASSIM QUE LANÇAREM:FEEDYOUTUBEAPPLE PODCASTSSPOTIFYENDEREÇO DIRETO DO SITE:Acesse aqui: www.piratasdoespaco.com/QUER TER O SEU COMENTÁRIO LIDO NO PRÓXIMO PIRATAS?Comente aqui, no YouTube, ou envie-nos um email: pirataespacialshow@gmail.comVocê também pode mandar mensagens nas redes sociais.Deixe uma mensagem para nós!
A mentira traz consigo um ar de falsidade. Nunca é o que parece. Logo, não se pode acreditar em nenhuma só palavra que um mentiroso fala.Sei que muita gente não tem problema com a mentira. Alguns, inclusive, contam mentiras com muita facilidade. Mas a falsidade não leva a lugar nenhum. A mentira faz você acreditar que vai chegar num paraíso, mas seu caminho é seco e seu destino final é deserto.A mentira não tenta enganar só os que estão ao seu redor. Ela é um veneno que também vai te atacando. À medida que você vai espalhando mentiras, vai sendo infectado por elas.Veja o que diz o Salmo 78 no verso 36: "Lisonjeavam-no, porém de boca, e com a língua lhe mentiam."Deus ama os pecadores, mas só os que se aproximam Dele com coração sincero é que conseguem experimentar transformação. Se há mentira, não há qualquer possibilidade da benção de Deus.Deixe a mentira, toda ela, e abrace a verdade. Só assim é possível experimentar o que Deus pode fazer em nossa vida!
TEMPO DE REFLETIR 01792 – 11 de junho de 2026 I Coríntios 12:4 – Os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. O chamado dos doze apóstolos é na realidade o chamado de pessoas de enormes diferenças. O Novo Testamento inclui quatro listas dos doze: Mateus 10:2-4; Marcos 3:13-16 e Atos 1:13. Nessas listas, os mesmos doze aparecem. A ordem na qual eles são reunidos também é muito similar. O primeiro nome nas quatro relações é sempre o de Pedro. Ao que parece, o líder natural de todo o grupo. Os doze apóstolos são arranjados em três grupos de quatro: O grupo um é composto de Pedro, André, Tiago e João. O grupo dois é sempre formado de Filipe, Bartolomeu, Tomé e Mateus. O grupo três inclui Tiago, filho de Alfeu; Tadeu; Simão, zelote; e Judas Iscariotes. O primeiro grupo é formado por dois pares de irmãos (Pedro e André, João e Tiago, filhos de Zebedeu). Curiosamente, os grupos parecem relacionados em ordem decrescente, com base no nível de intimidade com Cristo. Os membros do grupo um provavelmente foram os primeiros chamados (Jo 1:35-42). Possivelmente eles haviam estado com o Senhor por um período mais longo. Esses pertenciam ao círculo íntimo de Jesus. Eles são encontrados com Cristo em momentos-chave. Desse grupo, Pedro, Tiago e João aparecem ainda mais próximo a Jesus. O grupo dois, embora formado de vultos importantes nas narrativas dos evangelhos, não inclui ninguém de perfil destacado. O grupo três aparece ainda mais distante. Eles são raramente mencionados nos registros do ministério de Jesus. O único que melhor conhecemos desse grupo é Judas Iscariotes, mas isso em função de seu ato de traição. Judas Iscariotes é sempre o último nas listas dos evangelhos e qualificado como traidor. Na lista do livro de Atos, é omitido. Isso tudo sugere que, mesmo dentro de um grupo pequeno, a variedade é muito grande. As personalidades e interesses eram também diversos. Pedro é agressivo e verbal. João é mais tímido. Nos 12 primeiros capítulos de Atos, ele dificilmente fala. Alguns eram pescadores, outros não sabemos claramente. As preferências políticas variavam. Simão, o zelote, era um revolucionário. Mateus, um servidor de Roma. A diversidade é quase infindável, mas aqui nós encontramos o fôlego do apelo de Cristo a pessoas tão diferentes. O que podemos aprender? Há lugar para todos. Ninguém é excluído, a não ser, como Judas, os que decidem se excluir. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Senhor, obrigado porque no Teu Reino nenhum de nós é excluído. Tu nos aceitas como somos, como estamos. E transforma completamente a nossa vida. Por favor, faça isso comigo mais uma vez e com cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Descubra minha nova plataforma de línguas!A Parlea nasceu de uma convicção simples: ninguém aprende uma língua apenas estudando teoria. Para falar francês de verdade, é preciso viver o idioma todos os dias.Por isso criei o método Ça Parle enfin, uma experiência de imersão completa que combina compreensão oral e escrita, conversação com IA, correções personalizadas, gramática, conjugação, leitura e missões inspiradas em situações reais da vida na França. Cada atividade reforça a outra para que você aprenda a língua da mesma forma que ela é usada no mundo real.Menos exercícios mecânicos. Mais contato com o francês autêntico. Mais confiança para finalmente dizer: ça y est, je parle français.
Toda organização tem seus rituais.
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira (08/06/2026): A inflação brasileira enfrenta uma tempestade quase perfeita em 2026. A guerra entre EUA e Irã fez com que as projeções do mercado para o IPCA subissem mais de um ponto porcentual. Na véspera do início do confronto, em 27 de fevereiro, a previsão do mercado para o índice do ano era de 3,91%. Agora, a expectativa é de 5,09%. As cotações do petróleo dispararam, levando junto os combustíveis, os preços de fertilizantes e de alimentos. Também a perspectiva de um “super-El Niño”, fenômeno climático que afeta as safras agrícolas no mundo, coloca mais pressão nos preços da comida. Bancos e consultorias frearam apostas na redução da Selic, hoje em 14,5%. Alguns falam em mais um corte, de 0,25 ponto. Outros, em manutenção da taxa Política: Supremo descumpre própria regra e tem 94 decisões individuais sem julgamento Internacional: Irã dispara mísseis contra Israel pela 1ª vez desde cessar- fogo com EUA Metrópole: Apreensão de canetas emagrecedoras cresce 1.000% em Foz do Iguaçu Esportes: Wesley está fora da Copa e Ancelotti chama meia da Atalanta em seu lugarSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Notes Fa uns mesos va néixer una nova iniciativa per crear espais de trobada entre catalanoparlants nadius i aprenents. Es tracta de Speak Catalan, un projecte d'Arnau Torner i Eloi Rodríguez, que es proposen fer tota mena d'activitats per connectar gent local i internacional per passar-s'ho bé tot parlant en català, perquè com diuen ells, "el català és viu, si el català es viu". Som-hi! Speak Catalan Perfil a Instagram Pàgina web Cursos intensius de conversa Apunta't a un curs intensiu de conversa aquest estiu i practica el català cada dia durant 3 setmanes. Transcripció interactiva i vocabulari Fes-te membre d'Easy Catalan i tindràs accés a l'ajuda de vocabulari, la transcripció interactiva i el bonus de cada episodi: easycatalan.org/membership L'expressió de la setmana "com més serem, més riurem" (en anglès, "the more, the merrier" / en castellà, "cuantos más, mejor") Bonus L'Arnau i l'Eloi comparteixen algunes anècdotes sobre coses inesperades a l'hora d'organitzar esdeveniments. Transcripció Andreu: [0:15] Bon dia a tothom i benvinguts al pòdcast d'Easy Catalan! Per si algú de vosaltres és nou i comença a escoltar el pòdcast amb aquest episodi, em presento: jo soc l'Andreu Monfà, soc de Lleida, però visc a Barcelona, i formo part d'aquest projecte juntament amb el Joan, la Sílvia i tota una colla de voluntaris i professors que no només en saben molt, de llengua i cultura catalanes, sinó que a més els encanta compartir aquest coneixement amb vosaltres. Aquestes persones són la Marta, la Cesca, la Valentina, el Francesc, la Meritxell, la Judith, la Clara, el Matthew, la Sònia... Alguns de vosaltres ja els coneixeu, per exemple la Judith i la Valentina, que van venir com a convidades als episodis 70 i 148, o la Cesca i la Marta, que fan una xerrada a Discord cada setmana. I tot i que les seves veus no se sentin gaire aquí al pòdcast, heu de saber que són una part molt important del projecte. Així que, sisplau, un aplaudiment col·lectiu per ells i per elles. Va, aplaudiu amb mi. Andreu: [1:26] Parlant de xerrar, aquesta setmana hem obert les inscripcions als nous cursos intensius de conversa que farem el mes de juliol. Us imagineu què passaria amb el vostre català si el parléssiu com a mínim una hora cada dia durant tres setmanes? Cada dia parlant d'un tema diferent, amb algú que dinamitzi la conversa i et pugui fer correccions o comentaris de tant en tant. Doncs això mateix podreu fer del 29 de juny al 17 de juliol si us apunteu a un grup de conversa. Hi ha dos nivells: el nivell A2-B1, un intermedi baix, i el nivell B1-B2, que és un intermedi més alt. I per a cadascun d'aquests dos nivells tenim tres horaris: de 10 a 11 del matí, de 18 a 19 h i de 19 a 20 h. Com he dit, les dates són del 29 de juny al 17 de juliol, i és una hora de conversa al dia de dilluns a divendres, així que en total practicareu el català durant 15 hores. La web per fer la inscripció és classes.easycatalan.org. Teniu l'enllaç a la descripció. Apunteu-vos-hi si voleu guanyar fluïdesa, tenir més confiança a l'hora de parlar i ampliar vocabulari sobre temes ben variats. Andreu: [2:38] I si fins ara només he parlat jo, és perquè a l'episodi d'avui no hi tenim ni el Joan ni la Sílvia, els altres protagonistes d'aquest pòdcast, sinó que hi tenim un convidat. O, més ben dit, dos convidats. Ells són l'Arnau i l'Eloi, els impulsors d'un projecte que us pot interessar, sobretot si viviu a Catalunya o veniu de viatge. Es tracta de Speak Catalan, una iniciativa que vol crear espais de trobada entre catalanoparlants nadius i aprenents, organitzant tot tipus d'esdeveniments i trobades socials per practicar la llengua. El projecte va arrencar tot just fa uns pocs mesos, però ja està tenint molt d'èxit i ha arribat a moltíssimes persones que volen socialitzar en català a Barcelona i a altres llocs. Segur que molts dels que esteu escoltant això ja sabeu de què parlo, així que no dic res més, perquè el que ens interessa avui és que l'Eloi i l'Arnau mateixos ens expliquin amb més detall tot això de Speak Catalan. Eloi Rodríguez, Arnau Torner, creadors de Speak Catalan, benvinguts a Easy Catalan. Algú podria pensar que es tracta de projectes en comú o semblants, però són projectes diferents. Però bé, abans d'entrar a parlar de Speak Catalan, m'agradaria que els oients us coneguin una mica. Aleshores, qui són l'Arnau i l'Eloi?
A América Latina avança como potência global em biocombustíveis em um momento de forte crescimento na demanda. O Brasil lidera o movimento, com políticas públicas e investimentos que posicionam a região como decisiva na transição para a energia limpa. Acompanhe a conversa entre Maria Lígia Barros, responsável por precificação de etanol na Argus, Natalia Dalle Cort, responsável por precificação de biodiesel, e Lucas Boacnin, gerente de desenvolvimento de negócios. Os três adiantam alguns dos temas que serão discutidos durante a conferência que a Argus promove em São Paulo entre 15 e 17 de junho. Alguns dos tópicos deste episódio: Novos mandatos globais aumentam demanda por biocombustíveis Maior demanda por biocombustíveis na Ásia Brasil como fornecedor internacional de insumos Descarbonização do transporte marítimo Produção e demanda doméstica de etanol Alta das exportações brasileiras de biodiesel
És un projecte que l'escola el tenia més o menys al cap ara farà uns tres anys i en aquest 2026, coincidint amb el 50è aniversari, es farà realitat. L'Escola Miquel Utrillo afronta el repte de confeccionar l'altar i la catifa del Cap de la Vila, amb l'objectiu que els sitgetans i els visitants que vinguin diumenge a Sitges hi vegin quelcom més que, com expliquen al programa d'enguany, una creació artística efímera. Alguns dels detalls de tot plegat els hem comentat amb Marc Macià, president de l'AFA de l'Escola Miquel Utrillo. L'entrada L’Escola Miquel Utrillo i el repte de la catifa i l’altar del Cap de la Vila. En parlem amb Marc Macià, president de l’AFA ha aparegut primer a Radio Maricel.
A morte do fisiculturista e influencer Gabriel Ganley acendeu a discussão sobre o uso indiscriminado de anabolizantes no Brasil, que aumentou 700% em sete anos. O laudo apontou uma doença do coração, que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Em diversas entrevistas, Gabriel chegou a admitir o uso desse tipo de substância e foram divulgados vídeos em que ele recebia as injeções ao vivo. Com apenas 22 anos, ele tinha milhões de seguidores, que agitaram as redes sociais com depoimentos consternados. Alguns, declarando que abandonariam os anabolizantes. Outros, dizendo que passariam a usá-los da “forma certa”, ideia muito difundida na internet. Mas será que isso é possível? Nosso convidado de hoje é o endocrinologista Clayton Macedo, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e coordenador do Ambulatório de Endocrinologia do Exercício da Unifesp. Ele é o criador do projeto "Saindo do Suco com Segurança", um mutirão gratuito que oferece orientação especializada para quem deseja abandonar os anabolizantes de forma segura.
Esse episódio tem uma provocação muito mais forte do que "afrofuturismo". Na verdade ele questiona se a comunidade negra está sendo incentivada a consumir identidade enquanto abandona a imaginação.Alguns títulos:EP. 09 — A imaginação negra foi sequestrada pela identidade?EP. 09 — Por que a ficção científica negra incomoda tanto?EP. 09 — Quem tem medo da imaginação negra?EP. 09 — Quando a identidade sufoca a imaginaçãoEP. 09 — O afrofuturismo virou sociologia?EP. 09 — Afrofuturismo além da identidadeEP. 09 — Imaginação negra, ficção científica e futuroEP. 09 — A crise da imaginação negraEP. 09 — Literatura negra precisa ser útil?EP. 09 — O utilitarismo negro da literaturaEP. 09 — A comunidade negra desaprendeu a imaginar o futuro?EP. 09 — Estamos transformando autores negros em professores?EP. 09 — Por que livros negros de ficção vendem menos?EP. 09 — O mercado quer identidade, não imaginaçãoEP. 09 — O que acontece quando a imaginação negra desaparece?
When we're exposed to events or ideologies that go against our own beliefs, we can feel what experts call 'political grief'. Some say it's playing a role in the growing polarisation of our society. - Quando somos expostos a eventos ou ideologias que vão contra as nossas próprias crenças, podemos sentir o que especialistas chamam de “luto político”. Alguns dizem que isso está contribuindo para a crescente polarização da nossa sociedade.Boletins de notícias e reportagens no site sbs.com.au/portuguese.Siga-nos também nas redes sociais. Estamos no instagram e no facebook com o nome SBS Portuguese.
Alguns passos para uma vida familiar feliz - Diác. Júlio by Igreja Missionária Evangélica Maranata do Recreio Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Bernardo Valente sublinha que maus tratos a ativistas são amostra do tratamento a outros cidadãos e realça "cobardia ocidental" face ao regime de Netanyahu que "pratica atos como este há muito tempo".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ele cresceu longe do esporte por escolha, mas, por insistência da mãe, frequentava o Sport Club Corinthians Paulista, onde jogava bola sem talento e sem entusiasmo. Nunca foi escolhido primeiro, quase sempre ocupava posições secundárias e não se identificou com aquele ambiente. Sua rotina era outra. Jogos eletrônicos, livros e atividades dentro de casa ocupavam o tempo. Formou-se em Tecnologia da Informação e seguiu por esse caminho profissionalmente. O esporte não fazia parte dos planos. A mudança começou anos depois, quando, no horário de almoço, colegas de trabalho saíam para correr. Ele decidiu acompanhá-los e, apesar de, no início, não conseguir correr um quilômetro sequer, voltava no dia seguinte e repetia. O que começou como frustração virou disciplina. O que era limitação virou combustível. Em 2008, passou a treinar sob orientação de Emerson Bisan e, com ele, aprendeu a correr de forma contínua e controlada. Aos poucos, foi aumentando o volume até que decidiu encarar sua primeira maratona. Durante a preparação, uma dor forte no joelho apareceu. Era uma condromalácia patelar. Apesar de dois médicos contraindicarem a maratona, não se deixou desanimar e procurou um especialista, que recomendou tratamento e fortalecimento. Em 2009, já recuperado, completou sua tão aguardada primeira maratona, no Rio de Janeiro. Já no ano seguinte, correu cinco maratonas e, a partir de então, se transformou em um maratonista compulsivo. Alguns anos depois, estreou também na ultradistância, enquanto já havia acumulado dezenas de maratonas. Em 2017, também na Maratona do Rio, decidiu ir correndo até a largada para, em seguida, participar da prova. Depois, triplicou a São Silvestre, correu duas maratonas em dois dias seguidos, duas vezes. No ano seguinte, decidiu fazer o mesmo na maratona mais famosa do mundo, a de Nova Iorque. Só que, desta vez, decidiu fazer o percurso inverso e chegar à largada a tempo de participar oficialmente da corrida. Naquele momento, ainda sem saber, nascia o projeto que ele chamou de "double marathon". Escolheu algumas maratonas, estudou, planejou e passou a percorrer o trajeto invertido até a largada para, em seguida, correr a prova. Ele já dobrou 11 maratonas, incluindo seis Majors e uma Four Oceans, ou seja, ida e volta na famosa ultra sul-africana. Conosco aqui, o gerente de TI, corredor com 129 maratonas e 29 ultras no currículo, autor dos livros O Dobro ou Nada e o segundo volume chamado Operação Europa, onde compartilha suas experiências, planejamento e perrengues na realização do seu maior projeto até hoje, e que agora está lançando o Projeto Boston 130, livro que conta algumas experiências de conhecidos corredores e treinadores na Maratona de Boston, o paulistano José Maria de Brito Corrêa Júnior. Inspire-se! Race Smart - check your heart Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 agora está com nova embalagem dos géis: abre fácil, com melhor fluxo de sucção e bordas arredondadas pra não te machucar durante o treino ou prova. E tem mais novidade: os géis com os sabores originais da Maratona do Rio voltaram! Água de coco e Mate com limão em edição limitada. Outra novidade é o gel de 75g de carboidratos, ideal pra estratégias de alto consumo. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Discussões climáticas estão em um momento de transição, com alguns países querendo cada vez mais foco em combustíveis fósseis e menos em emissões, enquanto outros seguem resistentes a essa mudança. Acompanhe a conversa entre Camila Fontana, chefe adjunta da redação da Argus no Brasil, e o editor Lucas Parolin. Alguns dos tópicos deste episódio: Foco anterior no papel das emissões de carbono no aquecimento global Acordos das COP e gargalos de implementação União de países pela transição para longe dos combustíveis fósseis Combate a aspectos econômicos que dificultam a transição Fluxos comerciais e exportação de emissões Incentivos aos biocombustíveis
Apresentado na Washington Brazilian SDA Church, em 31 de janeiro de 2016, este episódio é a introdução para o Workshop "Mais Com Menos" (episódios #463-#469).Estes episódios também estão disponíveis no meu canal no YouTube (em Portugues). Veja a playlist aqui: https://youtube.com/playlist?list=PLfb3h6tdb8Xx9cKIrNp7vIioV9kzkw1Dy&si=1BZfp3XAmVjYANCq “Mais com menos” é uma frase que remete a um estilo de vida que busca a simplicidade e a eficiência, evitando o desperdício. “Mais com menos” representa um princípio-mestre que, quando respeitado, alinha diversos aspectos da vida para que o resultado seja mais vantajoso e eficiente. “Mais com menos” está, de certa forma, relacionado com aquela afirmação de Jesus de que... (Mateus 16:25)A mentalidade “Mais com menos” pode beneficiar praticamente todas as áreas da vida, incluindo o corpo, as emoções, os relacionamentos (com o próximo e com Deus) e as finanças. Quem adota o estilo “Mais com Menos” enxerga a tremenda vantagem de nunca utilizar todos os recursos que parecem estar disponíveis. Escolhe viver com menos porque entende que este princípio de vida é vantajoso. Sabe que vai ter “Mais com Menos.”Livro divulgado: "Embaixadores do Reino"https://downloads.adventistas.org/pt/mordomia-crista/livros/livro-embaixadores-do-reino/Alguns exemplos:Informação visualAmizades: Provérbios 25:17 ARAComida? Comer apenas duas refeições por dia é um investimento na saúde e na longevidade. A Bíblia diz, em Provérbios 23:1-2 ARA Eclesiastes 10:16-17 NVTEspecialmente no caso de alimentação, fazemos muito “Mais com Menos.” Vivemos melhor, com mais saúde, e por mais tempo.E no casamento? Quando, por causa de Deus, você deixa todas as outras e fica só com sua esposa, alguém pode pensar que você tem menos alegrias e prazeres do que os outros. Mas essa é uma das condições para que ela seja como videira frutífera, que você se alegre profundamente com a mulher da sua mocidade e que você se embriague em todo o tempo com suas carícias (Prov 5:18-19). Nesse caso, você também faz “Mais com Menos.” Quando, por causa de Deus, você levanta mais cedo (culto pessoal e familiar), não deveria ficar mais cansado? Afinal, você aparentemente dorme menos! Mas Jesus passava muitas noites orando e trabalhava todo o dia seguinte. Sua provisão de energia se mantinha porque não vinha do travesseiro, mas de cima, do Pai. E para nós não é diferente. Ele diz, ... Isaías 40:31. Um pouquinho menos de travesseiro pode significar muito mais na vida!!Na criação de filhos...Na guarda do sábado... (Isaias 58; Isaías 58:13-14 NVT)Na vida financeiraGen 1-3 - Deut 8WORKSHOP “MAIS COM MENOS.”SpotifyYouTube (português)Livro “Embaixadores do Reino - Camila RussoSão 4 ações que obedecem ao princípio “Mais com menos”Vou começar de trás para diante. Formando um FUNDO DE RESERVA. Como? (PLANEJAMENTO, QUEM É MEU SENHOR e APRENDENDO A CONFIAR)Não programar ter fundo de reservas é planejar ter dívidas. Imprevistos sempre acontecem, Precisa estar disposto a negar o “eu” a viver com MENOS. (Menos é Mais)Talvez comer fora menos, menos viagem… ou menos viagem com seu próprio bolso…Vai que ao você adotar os princípios corretos Deus começa a as abrir portas do “Mais com Menos”???Mais adiar a satisfação de desejos, domínio próprio, adoção de prioridades corretas. Planejamento… (workshop)O que você faz assim que ganha? Seu foco é no que gastar, ou no como economizar?A ordem das ações é extremamente importante:Trabalhar GanharDevolver a Deus (dízimos e ofertas)Ajudar aos pobresPouparInvestirGastarA inversão desta equação leva ao fracasso certo. Fracasso por causa do desprezo ao princípio do “Mais com Menos.”POBRES (O Caminho da Benção)Este workshop apresenta uma perspectiva bíblica de como compartilhar daquilo que Deus colocou em sua mão. Provérbios 19:17 ARAWorkshop “O Caminho da Benção”A PARTE DO SENHORProvérbios 3:9-10 ARAMalaquias 3:8-10 NVT
TEMPO DE REFLETIR 01769 – 19 de maio de 2026 Romanos 12:2 – E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente. A rainha Vitória, da Inglaterra, tinha várias filhas. E elas eram como as garotas de hoje: iam à escola, observavam as últimas modas e queriam se vestir como as outras moças. E um dia elas chegaram ao palácio falando alto à sua mãe, dizendo que queriam roupas assim e assim e o chapéu daquele outro jeito. Mas a mãe as atalhou dizendo: “Vocês são filhas da rainha. E as filhas da rainha não seguem a moda. Elas ditam a moda!” Esse é um bom exemplo para nós, como cristãos. Vivemos em sociedade, mas não pertencemos à sociedade. Estamos no mundo, mas não somos do mundo. Devemos estabelecer padrões de comportamento em vez de nos escravizarmos às imposições da sociedade. É verdade que somos minoria, mas lembremo-nos de que é necessária apenas uma pitada de sal para salgar o alimento todo. Quando Israel entrou em contato com as nações pagãs, gradativamente se adaptou aos seus costumes. Em vez de influenciá-las, foi influenciado por elas. O resultado foi desastroso, tanto para sua vida espiritual como para a prosperidade temporal. O mesmo ocorreu com as igrejas da Ásia. O mundanismo que as contaminou provocou-lhes a ruína. Sardes tinha nome de que vive, mas estava morta. Laodicéia era morna. Alguns cristãos imaginam que terão mais influência sobre o mundo se descerem ao seu nível. É um grande engano. Se queremos ensinar as crianças a escrever corretamente, não podemos dar-lhes livros cheios de incorreções ortográficas e gramaticais. O mundo nunca se tornou melhor através de ideais inferiores. Os deuses do paganismo não elevaram a humanidade. De igual modo, não é o cristão “meia-tigela” que influenciará positivamente aqueles que o cercam, mas o que possui ideais elevados e que, com a ajuda divina, vive à altura de sua profissão de fé. Paulo, como grande evangelizador que era, diz que procedeu “para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus”, e que se fez “fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos” (1Co 9:20, 22). Isso não significa que ele era uma espécie de camaleão, que muda de cor conforme o ambiente, mas que tinha versatilidade para adaptar tanto sua mensagem como seu comportamento às várias classes de pessoas, quando isso não envolvia condescendência com os princípios. Amigo ouvinte, versatilidade, sim. Conformismo, não. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Por favor, Pai, como Paulo, eu não quero me conformar com este século, mas ser transformado pela renovação da minha mente. Por favor, faça isso na minha vida e na vida de cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Os cientistas esperavam o contrário, porque os ursos polares dependem do gelo marinho como plataforma para caçar; mas o mistério tem explicação.
Nosso especial no mês de aniversário!!!! Anote seus pontos, sem roubar, e venha torcer para Fabi, Caio ou Felipe Xavier e diga nos comentários quantos pontos você faria? TEXTOS: No início, sou só água. Água que espera. Então vêm as mãos. Uma pesa demais. Outra mede demais. A terceira hesita, e essa hesitação muda tudo. Sou golpeado. Sovado. Esticado até quase romper. As primeiras tentativas são desiguais. Alguns fios nascem grossos, outros frágeis. Há pressa demais em uma palma. Orgulho demais em outra. O fogo observa. O ar fica pesado com sal, gordura, memória. Alguém quase perde o ritmo quando o aroma sobe rápido demais. Alguém quase se afoga na própria ansiedade. Mas então eles lembram do que aprenderam. Três movimentos. Não separados, simultâneos. Eu giro. Sou lançado contra calor que não recua. Uma força antiga tenta me dispersar, espalhar meus ingredientes, provar que ainda manda na chama. Quase me perco. Quase transbordo. Mas três tempos se alinham. Um impacto que atordoa. Um alongamento que desequilibra. Uma dobra que concentra. E eu encontro forma. O cenário é improvável. O cheiro de menta e produtos químicos tenta, sem sucesso, mascarar o odor de sangue que impregna o tecido azul escuro. O chão vibra com o rugido lá de fora e as paredes de metal rangem. Ao olhar para o lado, a visão de sua mulher segurando um cutelo com naturalidade é a única coisa que lhe dá confiança para tentar decifrar aquelas linhas técnicas em francês. Você precisa estabilizar a aeronave e ignorar, por um instante, o que aguarda por trás da porta: sete figuras que deveriam estar imóveis e ensacadas, mas que podem ser bem mais perigosos do que uma queda livre. O prédio tem três andares, mas nunca esteve completo. Uma ala inteira permanece vazia há mais de uma década. Prometeram móveis. Prometeram verba. Prometeram futuro. O cheiro ali é curioso: mofo recente, como se algo tivesse sido inaugurado ontem, e abandonado no mesmo dia. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Lá dentro, poucas pessoas. Ou assim dizem os registros. Mas há sempre alguém na recepção. Alguém que sorri demais. A cidade é redonda. Não por acaso, por orgulho. Torres ovais, bandeiras amarelas, brasões com formas simples demais para serem inocentes. Dentro dos muros, tudo brilha. Fora deles, a lama é espessa. O ser mais protegido do reino vive numa torre alta. Oficialmente, é de companhia. Extraoficialmente, sustenta o tesouro. Na manhã da fuga, a janela estava estilhaçada de fora para dentro. No alto da colina próxima, marcas no solo indicavam algo pesado apoiado ali por horas. Não houve invasão. Houve lançamento. Dias depois, criadores começaram a notar ausências sincronizadas. Portões intactos. Cercas inteiras. E ainda assim, vazios. O soberano fala em sabotagem. Mas os relatórios usam outra palavra: organização. O tempo dos carros voadores ficou para trás e a Biblioteca não guarda apenas livros raros, mas a sobrevivência humana. Após passarem por um teste de sangue e álcool, eles são levados à cidade subterrânea, onde lâmpadas brilham como estrelas e o silêncio dos moradores esconde um medo profundo. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O corredor estreito engole o som. Lá dentro, o silêncio ecoa estranho, em contraste com a animação esperada. Então a luz reaparece na outra extremidade. Mas não vem calor com ela. Vem pausa. Um a um, os passos diminuem. Não por ordem. Por contágio. Um último som ainda insiste em ser ouvido. Tum. Tum. Tum. O tambor falha no meio do gesto. Havia algo esperando do lado de fora. O ar muda antes do primeiro som metálico. Um estalo seco rasga o céu, não como trovão, que avisa. Como ruptura. A vibração chega antes da compreensão. Depois, o silêncio fica mais pesado do que antes. Ninguém corre. Ninguém canta. Até que alguém respira fundo demais. E o mundo decide se encolher, ou responder. O carro sobe por uma estrada estreita ladeada por muros de pedra antiga. Não é apenas uma propriedade, é um monumento. O cheiro não é só de terra: é de tradição. À esquerda, fileiras disciplinadas descem o terreno em declive. À direita, uma mansão que parece ter aprendido a envelhecer com elegância. Um anexo mais recente destoa, concreto mais claro, linhas mais retas. Mas eu não estou ali pela arquitetura. Estou ali porque algo apodreceu. Ajude esse projeto Apoiase: https://apoia.se/rpguaxa PIX: rpguaxa@gmail.com Contatos: Instagram: https://instagram.com/RPGuaxa Instagram do Guaxa: https://instagram.com/marceloguaxinim Assine o Feed! http://deviante.com.br/podcasts/rpguaxa/feed/ Se não esta achando no seu agregador cole esse link lá que ele acha! Assine o Feed! Edição: Marcelo Guaxinim. Idealizador e Host: André Trapani. Jogadores: Caio, Fabi e Felipe Xavier. “Happy Happy Game Show” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ “Ancient Winds” Kevin MacLeod (incompetech.com) Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Miguel Sousa Tavares volta a olhar para o mundo perante Trump e elogia os países que já admitem tratar-se de um "inimigo da Europa". Sobram criticas para a política externa portuguesa que "envergonha". O tom das discussões na AR também merece reparos ao cronista e não só na bancada do Chega. Falamos ainda das propostas do MP para reformar o processo penal, "sem o mínimo de autocrítica" e da conquista do campeonato pelo FC do Porto, com aplausos para treinador e presidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Confira no Morning Show desta quarta-feira (22): A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados vota, nesta quarta-feira (22), a PEC que visa o fim da escala 6x1. O projeto propõe a redução da carga horária semanal e abre caminho para modelos como a semana de quatro dias ou a escala 5x2. Um restaurante de comida japonesa foi invadido por criminosos no sábado (18), no bairro do Morumbi, em São Paulo. As câmeras do estabelecimentos registraram o momento em que os suspeitos abordam os clientes. O proprietário afirmou que o bairro sofre com ondas de roubos. A expulsão do delegado da Polícia Federal (PF), Marcelo Ivo, envolvido na detenção de Alexandre Ramagem, nos Estados Unidos, ainda está dando o que falar. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promete medidas de reciprocidade caso seja comprovado se houve abusos por parte dos EUA. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, votou para condenar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O parlamentar responde por difamação contra Tabata Amaral (PSB). O magistrado acompanhou o voto do relator, Alexandre de Moraes, e de Cármen Lúcia. Para os ministros, ele cometeu crime ao publicar conteúdo falso nas redes sociais. O jornal norte-americano The Wall Street Journal publicou uma reportagem classificando o Primeiro Comando da Capital (PCC) como uma "potência criminosa" de alcance global. A análise destaca a evolução da organização, que deixou de ser uma facção carcerária regional para se tornar um dos principais grupos criminosos do mundo. O governo do Irã utilizou ferramentas de inteligência artificial para produzir e divulgar um vídeo satírico ironizando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A provocação ocorre logo após o líder americano anunciar a extensão do cessar-fogo na região. A inteligência artificial é bastante utilizada por pessoas que buscam engajamento nas redes sociais. Ao mesmo tempo que a ferramenta pode ser uma aliada, ela esconde algumas armadilhas. Atualmente, é bastante comum encontrar vídeos gerados por I.A na internet. Alguns são perceptíveis, outros não. O especialista em Inteligência Artificial, Bruno Belíssimo, explica como identificar imagens geradas pela plataforma. As “novelas das frutas”, conteúdo produzido por inteligência artificial, acumula milhões de visualizações nas redes sociais. Os conteúdos simulam desenhos animados e possuem roteiros que podem ser considerados misóginos e violentos. A psicóloga Carina Pirró comenta sobre os impactos que os vídeos trazem para quem consome o conteúdo. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
Alexandre Garcia comenta fala de Cármen Lúcia sobre legitimidade de ministros do STF, fim da escala 6x1, como o STF atrapalhou investigações, e voto dos maiores de 60 anos.
Um belo dia, você começa a correr. O desconforto inicial dá lugar à sensação maravilhosa de superação. Os primeiros quilômetros viram rotina, e então você decide: vou correr uma maratona. Você busca um treinador, planeja, comunica a família, enfrenta todos os obstáculos da jornada de treinos. A promessa da medalha no peito faz você persistir, afinal hoje em dia todo mundo corre uma maratona. Até que chega o grande dia. Você larga, controla a ansiedade, passa da metade da prova. Tudo caminha dentro do esperado até que você chega nos 32, 33km. De repente, suas pernas viram concreto. Sua mente começa a pregar peças. Cada passada se torna um exercício de tortura. Se você é maratonista, conhece esse momento: o famoso "muro", a marca dos 35km. Mas em Boston, esse trecho ganha um contorno ainda mais temido. Porque ali, entre os km 32 e 33, os corredores encontram não apenas o muro fisiológico, mas também a lendária Heartbreak Hill. São 800 metros de subida com inclinação de 3,3%. Nada assustador, não fosse pelo fato que você chega ali com 32km nas pernas, já moídas pelas descidas do início da prova. Aí, aquela elevação modesta se torna montanha. É onde muitos sonhos se desfazem. A fama desse ponto vem de 1936, quando Johnny Kelley deu um tapinha nas costas de Ellison Brown na subida, um gesto que parecia incentivo, mas incendiou Brown, que retomou a liderança e venceu. O cronista do Boston Globe escreveu: Brown "passou por Kelley na colina, partindo seu coração". E assim nasceu a lenda. Mas o que realmente acontece ali? Por que tudo desaba justamente quando faltam 7km? E, mais importante: como preparar um atleta para esse momento? Para responder a essas perguntas, estou aqui com três treinadores que entendem profundamente do assunto. Marcos Paulo Reis, niteroiense, uma espécie de celebridade no meio, educador físico dos velozes e famosos, fundador da MPR Assessoria Esportiva, a maior e mais respeitada assessoria esportiva do Brasil que há mais de 35 anos treina triatletas e corredores de todos os níveis. Nelson Evêncio, paulistano, educador físico pós-graduado em Treinamento Desportivo, Administração e Marketing Esportivo, fundador de uma assessoria esportiva que leva o seu nome, tem 30 anos de estrada e se tornou referência, principalmente no treinamento de mulheres. Rodolfo Siqueira, também paulistano, educador físico estudioso de Neurociência da Performance, líder da Equilíbrio Treinamento e dono de um currículo com 24 maratonas, 6 Ironman e 18 Ironman 70.3. A conversa de hoje é sobre o km 35, a Heartbreak Hill e tudo o que acontece quando o corpo grita para parar — mas a mente insiste em seguir. Inspire-se! Um oferecimento da @galibierconsultoria A Galibier Vida, Saúde e Previdência, com mais de 20 anos de história, é uma empresa que tenho a honra de conhecer de perto, assim como seu fundador, meu amigo de mais de 30 anos, Giovane das Caldas. O comprometimento da Galibier com seus clientes é impressionante, oferecendo soluções de proteção que vão além do comum, sempre com a credibilidade e confiança que só o Giovane e sua equipe podem proporcionar. Com uma relação estreita com as melhores seguradoras do mercado, a Galibier se dedica a garantir que você tenha a segurança e tranquilidade que precisa, seja com seguros de Vida, Saúde ou Viagem. Dentre os serviços, destaco o Seguro de Vida Resgatável, que protege quem você ama e ainda dá a flexibilidade de resgatar os valores acumulados, se necessário. Além disso, o Seguro Saúde com cobertura mundial garante atendimento onde quer que você esteja, e o Seguro Viagem cuida de todos os detalhes da sua jornada, desde pequenos imprevistos até emergências médicas. E não sou só eu que confio na Galibier. Alguns dos convidados mais especiais aqui do Endörfina também utilizam os serviços da empresa, que está sempre presente em momentos importantes da vida deles. Se você quer cuidar do seu futuro e de quem você ama, confie na Galibier. Siga no Instagram em @galibierconsultoria e conheça mais sobre como a Galibier pode fazer a diferença para você e sua família. Race Smart - check your heart Um oferecimento @2peaksbikes A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Factor Bikes, Santa Cruz Bikes e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Factor, da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Tudo bem que não é muito raro que o ciclo de marketing de grandes produções revele tudo que há para ser revelado, mas parece realmente que tudo que antecipou o novo filme de Super Mario não guardou nada para ser descoberto no filme. Com pôster e revelação do ator, tivemos o anúncio de que Fox, de Star Fox, é presença na nova animação de Super Mario, o que nos deixa com a pulga atrás da orelha quanto a vermos a construção de um Smash Bros para os cinemas. Em notícias menos leves, também tivemos a demissão de mais de mil pessoas na Epic Games, incluindo do estúdio Epic Games Brasil, e a informação de que o Horizon Chase original será removido da lojas na metade deste ano.Participantes:Guilherme JacobsHeitor De PaolaAssuntos abordados:02:00 - Fox McLoud em Super Mario Galaxy - O Filme e rumores de um novo jogo de Star Fox para este ano31:00 - Epic Games demite mais de mil funcionários54:00 - Alguns jogos digitais da Nintendo serão mais baratos do que os físicos1:00:00 - Destaques do Xbox Partner Preview1:12:00 - Rápidas e curtasVai comprar jogos na Nuuvem? Use o link de afiliado do Overloadr!Use nosso link de filiado ao fazer compras na Amazon Hosted on Acast. See acast.com/privacy for more information.