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Um temporal deixou mortos e desaparecidos na Zona da Mata de Minas. Juiz de Fora teve o fevereiro mais chuvoso da história, e o solo encharcado dificultou o trabalho das equipes de socorro. Na cidade vizinha de Ubá, o rio transbordou e invadiu casas e lojas. Pontes e prédios não resistiram, e houve desabamento. A meteorologia alertou que havia risco de mais chuva e novos deslizamentos. O Ministério Público recorreu da decisão do Tribunal de Justiça de Minas que absolveu um homem condenado por estupro de vulnerável. A vítima era uma menina de doze anos. A Primeira Turma do Supremo começou a julgar os acusados de mandar matar Marielle Franco e Anderson Gomes. O ministro Gilmar Mendes decidiu que Judiciário e Ministério Público só podiam pagar os chamados penduricalhos se estivessem previstos em lei federal. Uma operação policial prendeu uma quadrilha especializada em golpes pelo celular, e o desafio agora era rastrear e devolver para as vítimas o dinheiro desviado.
Diese Podcastfolge enthält einen Vortrag, der beim Pontes Live am 21.11.2025 in Köln gehalten wurde. Das Pontes Institut engagiert sich für werteorientierte Bildungsarbeit und gesellschaftlichen Dialog. Weitere Informationen findet ihr hier: https://www.pontesinstitut.org Mathematik und Glaube – ein Widerspruch oder eine überraschende Einheit? In diesem Vortrag zeigt Prof. Martin Herdegen, wie die innere Logik mathematischer Gesetze und die Ordnung des Universums auf tiefere Zusammenhänge verweisen. Ohne komplizierte Formeln lädt er zu einem Perspektivwechsel ein, der zum Staunen anregt und Brücken zwischen Verstand und Herz schlägt.
Baseball America college reporter Jacob Rudner and national writer Geoff Pontes look back at the first full week of the season, including the No. 1 UCLA Bruins' sweep of then-No. 8 TCU, Texas and Georgia Tech getting off to hot starts and Oklahoma's fast rise in the Top 25. Rudner and Pontes also dive deeper on five teams with varying levels of concern.(4:09) UCLA dominates TCU(13:33) Texas off to a great start(19:29) Georgia Tech's historic offensive start(22:34) Oklahoma enters the top 10(30:54) The Fear Index(31:33) TCU's five-game skid(34:06) Coastal Carolina drops in the poll(38:36) How much should you worry about Florida State?(40:43) Tennessee upset by Kent State(46:17) Oregon State falls from the top 20(54:32) What we're watching in Week 3Our Sponsors:* Sign up and get 10% off at BetterHelp.com. Support this podcast at — https://redcircle.com/baseball-america/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O que é um animal exótico? Um mesmo animal pode ser exótico em algum lugar mas noutro não? E o que seria um animal selvagem? E silvestre? Essa semana conversamos sobre essas definições todas e como esses animais podem estar presentes no nosso dia a dia. Além disso, quais os impactos de termos esses animais à disposição em nosso país? Como acontece o mercado e quais as consequências para os animais, para o meio ambiente e para nós, humanos? Patronato do SciCast: 1. Patreon SciCast 2. Apoia.se/Scicast 3. Nos ajude via Pix também, chave: contato@scicast.com.br ou acesse o QRcode: Sua pequena contribuição ajuda o Portal Deviante a continuar divulgando Ciência! Contatos: contato@scicast.com.br https://twitter.com/scicastpodcast https://www.facebook.com/scicastpodcast https://www.instagram.com/PortalDeviante/ Fale conosco! E não esqueça de deixar o seu comentário na postagem desse episódio! Expediente: Produção Geral: Tarik Fernandes e André Trapani Equipe de Gravação: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira Citação ABNT: Scicast #680: Animais Exóticos. Locução: Tarik Fernandes, Marcelo Pedraz, Rita Kujawski e Caio Ferreira. [S.l.] Portal Deviante, 23/02/2026. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/scicast-680 Imagem de capa: Unsplash Perguntas do Episódio Abdalla, A. V. D. (2007). A proteção da fauna e o tráfico de animais silvestres (Dissertação de mestrado). Universidade Metodista de Piracicaba. http://www.dominiopublico.gov.br/download/teste/arqs/cp055586.pdf Albuquerque, U. P., Araújo, E. L., Souto, A., Bezerra, B., Freire, E. M. X., Sampaio, E., Casas, F. L., Moura, G., Pereira, G., Melo, J. G., Alves, M., Rodal, M., Schiel, M., Neves, R. L., Alves, R. R. N., Azevedo-Júnior, S., & Telino Júnior, W. (2012). Caatinga revisited: Ecology and conservation of an important seasonal dry forest. The Scientific World Journal, 2012, 205182. https://doi.org/10.1100/2012/205182 Anderson, C. (2014). Wildlife poaching: Causes, consequences and solutions. Araújo, V. C. de. (2019). Um retrato do tráfico de animais silvestres em São Paulo e alternativas para combatê-lo. Segurança Ambiental On-line, 5(1), 1–10. https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/ambiental/SegAmb/ed5/ed5art6.pdf Araújo, V. C. de. (2021). O tráfico de animais silvestres no estado de São Paulo: aspectos legais, sociais e econômicos do traficante (Dissertação de mestrado). Universidade de São Paulo. https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100136/tde-19112021-225828/pt-br.php Borges, R. C., Oliveira, A., Bernardo, N., & da Costa, R. (2006). Diagnóstico da fauna silvestre apreendida e recolhida pela Polícia Militar de Meio Ambiente de Juiz de Fora, MG (1998 e 1999). Revista Brasileira de Zoociências, 8(1), 23–33. Brasil. (1998). Portaria n° 93, de 7 de julho de 1998. Ministério do Meio Ambiente. http://www.ibama.gov.br Brasil. (2008). Decreto nº 6.514, de 22 de julho de 2008. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/decreto/d6514.htm Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm Chavan, A. S., & Muley, E. D. (2023). Animal trafficking and poaching: A global concern. Journal of Entomology and Zoology Studies, 11(5), 45–49. https://www.entomoljournal.com/archives/2023/vol11issue5/PartA/11-5-45-197.pdf Cunha, G. B., et al. (2022). Fauna silvestre recebida pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres e encaminhada para o hospital veterinário da Universidade de Brasília. Ciência Animal Brasileira, 23, e-72818. https://doi.org/10.1590/1809-6891v23e72818 Destro, G. F. G., et al. (2012). Efforts to combat wild animals trafficking in Brazil. In Biodiversity (Vol. 1, Cap. XX). ISBN 980-953-307-201-7. Duffus, A. L. J., Waltzek, T. B., Stöhr, A. C., Allender, M. C., Gotesman, M., Whittington, R. J., Hick, P., Hines, M. K., & Marschang, R. E. (2015). Distribution and host range of ranaviruses. In M. J. Gray & V. G. Chinchar (Eds.), Ranaviruses: Lethal pathogens of ectothermic vertebrates (pp. 9–57). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-319-20928-9_2 Doukakis, P., Pikitch, E. K., Rothschild, A., DeSalle, R., Amato, G., & Kolokotronis, S.-O. (2012). Testing the effectiveness of an international conservation agreement: Marketplace forensics and CITES caviar trade regulation. PLoS ONE, 7(7), e40907. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0040907 Duffy, R. (2016). Security and conservation: The politics of the illegal wildlife trade. Routledge. Financial Action Task Force (FATF). (2020). Money laundering and the illegal wildlife trade. OECD Publishing. https://doi.org/10.1787/9789264313565-en Fischer, M. C., & Garner, T. W. J. (2007). The relationship between the introduction of the American bullfrog (Lithobates catesbeianus) and the decline of native amphibians in Brazil. Conservation Biology, 21(6), 1551–1560. https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2007.00759.x Freitas, V. P. de, & Freitas, G. P. de. (2006). Crimes contra a natureza: De acordo com a Lei 9.605/98 (8ª ed.). Revista dos Tribunais. Hernandez, E. F. T., & Carvalho, M. S. de. (2006). O tráfico de animais silvestres no Estado do Paraná. Acta Scientiarum: Human and Social Sciences, 28(2), 257–266. https://www.redalyc.org/pdf/3073/307324782008.pdf Lima, R. (2007). O tráfico de animais silvestres. In RENCTAS (Ed.), Vida silvestre: O estreito limiar entre preservação e destruição — Diagnóstico do tráfico de animais silvestres na Mata Atlântica: Corredores Central e Serra do Mar (pp. 1–79). Brasília: Dupligráfica. Machado, A. B. M., Drummond, G. M., & Paglia, A. P. (2008). Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção (Vol. 1–2). Fundação Biodiversitas. Maximo, A. B., Lima, L. S., & Almeida, C. O. (2021). Exotic amphibians in the pet trade: Risks of invasion and disease transmission in Brazil. Biological Invasions, 23(6), 1825–1838. https://doi.org/10.1007/s10530-021-02462-4 Mittermeier, R. A., Fonseca, G. A. B., Rylands, A. B., & Brandon, K. (2005). Uma breve história da conservação da biodiversidade no Brasil. Megadiversidade, 1(1), 14–21. Nascimento, C. A. R., Alves, R. R. N., & Mourão, J. S. (2015). Trends in illegal trade of wild birds in Amazonas state, Brazil. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Oliveira, V. M., Matias, C. A., Rodrigues, D. P., & Siciliano, S. (2012). Wildlife trade in Brazil: A focus on birds. TRAFFIC Bulletin, 24(2), 85–88. Pagano, I. S. A., Sousa, A. E. B. A., Wagner, P. G. C., & Ramos, R. T. C. (2009). Aves depositadas no Centro de Triagem de Animais Silvestres do IBAMA na Paraíba: Uma amostra do tráfico de aves silvestres no estado. Ornithologia, 3, 132–144. Pereira, G. A., & Brito, M. T. (2005). Diversidade de aves silvestres brasileiras comercializadas nas feiras livres da Região Metropolitana do Recife, Pernambuco. Atualidades Ornitológicas, 126, 14. Rehbein, K. D. S. (2023). Tráfico de animais silvestres: Limites e possibilidades de atuação dos órgãos competentes (Dissertação de mestrado). Universidade de Passo Fundo. Rehbein, K. D. S., Martinez, G., & Prestes, N. C. (2023). O combate ao comércio ilegal de animais silvestres no Brasil. Planeta Amazônia: Revista Internacional de Direito Ambiental e Políticas Públicas, 15, 282–301. https://periodicos.unifap.br/index.php/planeta Ribeiro, L. B., & Silva, M. G. (2007). O comércio ilegal põe em risco a diversidade das aves no Brasil. Ciência e Cultura, 59(4), 20–23. http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252007000400002 Ruggeri, J., Ribeiro, L. P., Pontes, M. R., Toffolo, C., Candido, M., Carriero, M. M., Zanella, N., Sousa, R. L. M., & Toledo, L. F. (2019). Discovery of wild amphibians infected with Ranavirus in Brazil. Journal of Wildlife Diseases, 55(4), 897–902. https://doi.org/10.7589/2018-10-276 Salati, E., Santos, A. A., & Klabin, I. (2007). Relevant environmental issues. Estudos Avançados, 21(60), 107–127. https://doi.org/10.1590/S0103-40142007000200008 Scheele, B. C., Pasmans, F., Skerratt, L. F., Berger, L., et al. (2019). Amphibian fungal panzootic causes catastrophic and ongoing loss of biodiversity. Science, 363(6434), 1459–1463. https://doi.org/10.1126/science.aav0379 Souto, W. M. S., Torres, M. A. R., Sousa, B. F. C. F., Lima, K. G. G. C., Vieira, L. T. S., Pereira, G. A., et al. (2017). Singing for cages: The use and trade of Passeriformes as wild pets in an economic center of the Amazon—NE Brazil route. Tropical Conservation Science, 10, 1–12. https://doi.org/10.1177/1940082917689895 TRAFFIC. (2014). TRAFFIC Bulletin, 26(2). https://traffic.org/publications/traffic-bulletin/ Zardo, E. L., Behrm, E. R., Macedo, A., Pereira, L. Q., & Lovato, M. (2014). Aves nativas e exóticas mantidas como animais de estimação em Santa Maria, RS, Brasil. Revista Acta Ambiental Catarinense, 11(1), 33–42.
Baseball America national college reporter Jacob Rudner is joined by BA prospect writer Geoff Pontes to break down NCAA Division I college baseball opening weekend. Rudner and Pontes take a closer look at the debate for No. 1, analyze teams that impressed and discuss standout individual performances.(4:55) Please stream your games!(6:29) The No. 1 debate(15:29) TCU shows out in Arlington(20:22) Cam Johnson and Oklahoma impress(28:35) Texas impresses(34:13) NC State enters the rankings(35:45) Managing Texas A&M's ranking(38:38) Could Jackson Flora be the top prospect in 2026?(44:41) Blaine Brown's breakout(47:07) Lingering questions from opening weekendSupport this podcast at — https://redcircle.com/baseball-america/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
As estradas reviradas como se fossem tapetes de alcatrão separados da terra onde parece que apenas os pousaram; aluimentos de terras a porem em risco habitações construídas na parte baixa desses terrenos acidentados; as inundações e as cheias que vemos todos os anos, mas agora com mais água depois de um comboio de tempestades ter trazido rios atmosféricos que fizeram transbordar os nossos rios. Mas se toda esta chuva fez todos estes estragos, não será melhor garantir que quem gere as infraestruturas está a fazer a manutenção a que está obrigado e tem capacidade para fiscalizar o estado das coisas? À procura de respostas, conversamos com o engenheiro civil Carlos Martins, especialista em estruturas.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Rassegna stampa economico-finanziaria del 13 febbraio 2026, strutturata per macro-temi e basata sulle principali testate giornalistiche nazionali.Investimenti e MercatiTestate: Il Messaggero / Il Sole 24 Ore / Milano Finanza * Boom del debito sovrano europeo: Nel solo mese di gennaio 2026, i Paesi dell'eurozona hanno offerto obbligazioni per 95 miliardi €, ricevendo una domanda record superiore a 1.100 miliardi €. * Italia al vertice delle preferenze: Il Btp Green italiano ha registrato il rapporto domanda/offerta più alto d'Europa (23x), con richieste per 115 miliardi € a fronte di 5 miliardi € offerti. * Incentivi post-Pnrr: Antonio Patuelli (Abi) propone nuovi sconti fiscali sui bond bancari e corporate pluriennali per stimolare il risparmio (attualmente fermo sui conti) una volta esaurita la spinta del Pnrr nel 2026. * Euro Digitale: La BCE punta a chiudere l'iter legislativo entro il terzo trimestre 2026 con il progetto "Pontes" per garantire la sovranità sui pagamenti digitali.Industria e AutomotiveTestate: Corriere della Sera / La Stampa / Il Sole 24 Ore / Il Mattino * Fincantieri e Difesa: L'Ad Folgiero annuncia il ritorno al dividendo nel 2028 (sul bilancio 2027) dopo 10 anni. Obiettivi al 2030: ricavi a 12,5 miliardi € (+40%) e utile netto di 500 milioni €. Previste commesse per 5 miliardi € nei prossimi 6 mesi nel settore difesa. * Crisi di produttività Confindustria: Dal 2022 la produttività delle imprese manifatturiere italiane è scesa dell'8% a causa dello shock energetico. * ZES Unica: Superata quota 1.000 progetti realizzati. Dal 2024 autorizzati investimenti diretti per 6 miliardi €, con un impatto economico complessivo stimato in 53 miliardi €. * Automotive: La Premier Meloni porterà in CdM la prossima settimana misure per contrastare i prezzi dell'energia e la burocrazia nel settore.Fisco e NormativaTestate: la Repubblica / Il Fatto Quotidiano / Italia Oggi * Evasione Amazon: Procura di Milano indaga su una presunta "stabile organizzazione occulta" che avrebbe omesso dichiarazioni fiscali dal 2019 al 2024. Contestata mancata IVA per 1,2 miliardi €. * Effetto Fiscal Drag: Uno studio evidenzia come l'inflazione e il drenaggio fiscale costino a un insegnante fino a 2.308 €/anno di perdita di potere d'acquisto netto. Lo Stato ha incassato 25 miliardi € extra di gettito Irpef grazie a questo fenomeno. * Assicurazioni PA: Allo studio nel Milleproroghe il rinvio al 2027 dell'obbligo di polizza assicurativa per chi gestisce risorse pubbliche (danno erariale).Energia e GeopoliticaTestate: Corriere della Sera / Il Giornale / La Stampa / Avvenire * Rapporto Draghi e Letta: Mario Draghi avverte i leader UE che l'economia peggiora ed è urgente agire. L'Unione ha perso il 10% della produzione industriale chimica e il 15% di quella dell'acciaio per i costi energetici. * Costi Energetici: In Italia l'elettricità per le imprese costa 0,28 €/KWh, contro lo 0,18 della Francia e lo 0,17 della Spagna. * Piano Mattei: Mobilitati oltre 1,3 miliardi € in due anni per progetti in Africa. Saipem valuta la costruzione della prima raffineria privata in Libia.Lavoro e FormazioneTestate: Corriere della Sera / la Repubblica / Il Sole 24 Ore * Gender Gap post-laurea: Rapporto AlmaLaurea 2026 rivela che a 5 anni dal titolo gli uomini guadagnano il 15% in più delle donne. Lo svantaggio per le madri raddoppia al 34,3%. * Occupazione record: Istat certifica un tasso di occupazione al 62,5%, massimo storico, con disoccupazione ferma al 5,6%.Sport Business & MediaTestate: la Repubblica / Il Fatto Quotidiano / La Stampa * Caso RaiSport: Sciopero bianco dei giornalisti contro il direttore Petrecca. Denunciato un aumento dei costi per consulenze esterne di 640.000 € nel 2025 (budget totale rubriche a 2,34 milioni €). * Diritti TV: Rai perde i diritti delle ATP Finals, passati a Mediaset.Executive Takeaway (Insight C-Suite) * Attrattività del Debito Italiano: Nonostante il debito elevato, l'Italia è attualmente il "porto sicuro" preferito dagli investitori europei (domanda 23 volte l'offerta), segno di una fiducia nel rating e nella stabilità del sistema Paese. * Urgenza Competitività UE: I messaggi di Draghi e Letta indicano che il tempo delle analisi è finito; per le aziende C-suite questo significa prepararsi a una possibile "Europa a due velocità" o a "cooperazioni rafforzate" se i veti nazionali bloccheranno le riforme di mercato. * Rischio "Fiscal Drag" sui Salari: La stagnazione dei salari reali (-2,4% dal 1991) combinata con il drenaggio fiscale suggerisce che la pressione per aumenti contrattuali sarà il tema critico delle relazioni industriali nel 2026/27. * Divergenza Energetica Strategica: Il gap di costo elettrico tra Italia e partner UE (quasi il doppio rispetto alla Spagna) rimane lo svantaggio competitivo strutturale primario per il manifatturiero italiano. * Focus Difesa e Spazio: Il piano Fincantieri e l'accelerazione dell'export militare indicano una transizione verso un'economia di difesa dove i campioni europei cercheranno di scalare per competere con i player USA e Cinesi.https://open.spotify.com/show/2vuXfhCcC77Gjr5bEaWn75
Baseball America national college reporter Jacob Rudner and prospect writer Geoff Pontes dive into NCAA Division I opening weekend, breaking down matchups they'll be watching closely. Rudner and Pontes also go in depth on what top 2026 draft prospects need to do in the opening weeks of the season to stay on positive trajectories.(2:27) How much early season play matters for tournament consideration(3:13) No. 9 TCU vs. No. 17 Vanderbilt(9:50) No. 10 Arkansas vs. Oklahoma State(13:20) No. 23 Southern Miss vs. UC Santa Barbara(20:04) Arizona vs. Stanford(24:02) No. 6 Georgia vs. Wright State(28:57) Joey Volchko(33:18) Liam Peterson(39:35) Caden Bogenpohl(45:05) Ryan McPherson(48:33) Jackson Flora(51:07) Ricky Ojeda(54:32) Owen Hull(57:59) Gabe GaeckleHELLO FRESH:Get 10 free meals and a FREE Zwilling Knife (a $144.99 value) on your third box at HelloFresh.com/FT10FM. Offer valid while supplies last. Free meals applied as a discount on first box, new subscribers only, varies by plan.Our Sponsors:* Sign up and get 10% off at BetterHelp.com. Support this podcast at — https://redcircle.com/baseball-america/donationsAdvertising Inquiries: https://redcircle.com/brandsPrivacy & Opt-Out: https://redcircle.com/privacy
Os municípios que integram a Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) serão contemplados com R$ 12 milhões em recursos do Governo de Santa Catarina destinados à instalação de kits de pontes e cabeceiras. A liberação será oficializada nesta segunda-feira (9), durante agenda do governador Jorginho Mello e do secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Mário Hildebrandt, no município de Içara. No mesmo ato, o governo estadual assina convênio para a liberação de R$ 1,5 milhão voltados à aquisição de kits da Defesa Civil para seis municípios da Amrec. Outros seis municípios da associação já estão em processo de compra direta dos equipamentos, por meio da Secretaria de Estado. A agenda no Sul do estado também prevê a autorização de recursos para o desassoreamento do Rio Mãe Luzia, no município de Treviso, medida considerada estratégica para a redução de riscos de alagamentos e enchentes na região. As ações fazem parte do conjunto de investimentos do Governo de Santa Catarina direcionados ao fortalecimento da prevenção e da resposta a desastres naturais, além de melhorias na infraestrutura municipal, oferecendo mais segurança e suporte às cidades catarinenses. Em entrevista ao Cruz de Malta Notícias, nesta segunda-feira (9), o secretário de Estado da Proteção e Defesa Civil, Mário Hildebrandt, destacou a importância da liberação dos recursos para ampliar a capacidade dos municípios no enfrentamento de eventos climáticos e na proteção da população.
Novo Presidente da República não responde se vai entregar cartão de militante do PS, mas garante distância para todos os partidos. E assume surpresa com dimensão da vitória histórica alcançada.See omnystudio.com/listener for privacy information.
As Pontes se prepara para su tradicional Feira do Grelo, que celebra este año su 45ª edición del 13 al 15 de febrero. La feria combina gastronomía, cultura y tradición, convirtiéndose en un referente turístico de la comarca. La programación arranca el viernes con el monólogo “Dejarme solo” en el Cine Alovi, continúa el sábado con mercado de productores locales, artesanía y demostraciones de torneado de madera, y culmina el domingo con el concurso de cestas de grelos y la gran comida popular en el patio de Santa María, que incluye cocido completo y oreja dulce típica del Carnaval. Elena López, concejala de Turismo, anima a todos a disfrutar del evento, que a pesar del frío y la lluvia promete llenar las calles de alegría, música y diversión para toda la familia.
Esta historia comienza en 2017, con una mujer a la que vamos a llamar A. Pontes, junto a su hijo, entrando en un museo con una orden judicial para llevarse el meteorito de Colomero. O, quizás, comienza en 2008, cuando el Museo de Ciencias Naturales decide llevar el meteorito a Colomera, el lugar en el que fue descubierto. Junto a un papel. Ese papel nos hace retrotraernos muchas décadas en el tiempo. A 1935, cuando Antonio Pontes Vílchez, el padre de A. Pontes, cede el meteorito al museo. Pero lo hace con una nota: “que lo cede en calidad de depósito a este Museo, pero siempre a disposición de su dueño que podrá retirarlo cuando estime oportuno”. Aquí comienza un litigio judicial que nos lleva a hacernos la pregunta que da título a este episodio: ¿A quién pertenece un meteorito? Es una historia que nos cuenta el jefe de ciencia de elDiario.es Antonio Martínez Ron. Además, hablamos con José Vicente Casado, experto en meteoritos, que lleva toda la vida trabajando en la búsqueda de ellos y que ha colaborado con distintos organismos. *** Un juez tumba la última vía legal para que el meteorito más importante de España regrese al Museo de Ciencias Naturales *** Envíanos una nota de voz por Whatsapp contándonos alguna historia que conozcas o algún sonido que tengas cerca y que te llame la atención. Lo importante es que sea algo que tenga que ver contigo. Guárdanos en la agenda como “Un tema Al día”. El número es el 699 518 743See omnystudio.com/listener for privacy information.
No terceiro episódio do DesenvolvaCast, temos a participação de Aline dos Santos Ramos, Recepcionista no Hospital Luz Vila Mariana e Caroline Martins de Castro Bejar, Diretora da Central de Regulação. O objetivo desse episódio é entender a importância de uma comunicação clara e eficaz para a resolução de conflitos, promovendo o respeito, a empatia e a colaboração, a fim de criar um ambiente de trabalho mais harmonioso e produtivo.Esse é o videocast do time de Pessoas do Grupo Amil, mediado por Renata Gusmon, diretora executiva de Pessoas.
Guareí, Iepê e Barrinha recebem R$ 5,3 milhões em obras de mobilidade e segurança viária
O Brasil celebra o Dia do Astronauta em 9 de janeiro. Em entrevista ao jornalista Rodrigo Resende, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) relembra a primeira missão espacial com participação brasileira, a Missão Centenário, em 2006. Pontes ainda conta detalhes sobre a trajetória até ser anunciado como o primeiro astronauta brasileiro e fala sobre o programa espacial no país e o futuro da exploração no espaço.
O Brasil celebra o Dia do Astronauta em 9 de janeiro. Em entrevista ao jornalista Rodrigo Resende, o senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) relembra a primeira missão espacial com participação brasileira, a Missão Centenário, em 2006. Pontes ainda conta detalhes sobre a trajetória até ser anunciado que ele seria o primeiro astronauta brasileiro.
O maior projeto ferroviário do país encontrou um travão logo no arranque. O que correu menos bem? A análise deste tema foi feita pelo jornalista da secção de Economia do Expresso Pedro LimaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Giselia Pontes, diretora comercial da Naturgy Brasil, detalha os planos da empresa para o mercado de gás no Rio de Janeiro. A conversa passa pela renovação da concessão, os investimentos em corredores de GNV para veículos pesados e as perspectivas para biometano e mercado livre. A executiva explica como o Rio se tornou líder em penetração de gás no segmento residencial e de GNV; e analisa os desafios e oportunidades para o crescimento, incluindo mobilidade urbana, fertilizantes e data centers. Uma visão abrangente do futuro do gás no estado. Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos debates sobre o mercado de gás. Deixe seu like para ajudar o conteúdo a chegar a mais pessoas. Capítulos 00:00 Abertura 01:01 Apresentação e trajetória pessoal de Giselia Pontes 02:45 Interesse da Naturgy na renovação da concessão do Rio 04:41 Trajetória e investimentos da Naturgy no estado 07:08 Rio tem maior penetração de gás residencial do Brasil 08:02 GNV como vetor de crescimento e benefícios ambientais 10:23 Expansão para municípios do interior do estado 12:03 Estratégia para novos corredores de GNV 15:35 Investimentos de 670 milhões até 2027, incluindo 16 corredores 18:42 Desafios atuais do GNV para veículos leves 22:56 Oportunidade no transporte pesado e mobilidade urbana 27:34 Potencial do biometano e infraestrutura existente 32:54 Desafios do mandato estadual de biometano de 10% 35:01 Diversificação do suprimento além da Petrobras 40:24 Situação do mercado livre de gás e negociação com a Petrobras 44:28 Impacto da revisão tarifária do transporte (postalização) 48:21 Oportunidades em fertilizantes e data centers 53:37 Considerações finais e encerramento #naturgy #gasnatural #gnv #riodejaneiro #biometano #mercadolivredegas #mobilidadeurbana
Em abril deste ano foi anunciada a detecção de possíveis sinais de vida extraterrestre num planeta fora do sistema solar com o telescópio espacial James Webb, mas a descoberta não foi confirmada. Afinal, tem ou não tem vida nesse outro planeta? Que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Este episódio do Oxigênio vai encarar essas questões com a ajuda de dois astrônomos especialistas no assunto: o Luan Ghezzi, da UFRJ, e a Aline Novais, da Universidade de Lund, na Suécia. Vamos saber um pouco mais sobre como é feita a busca por sinais de vida nas atmosferas de exoplanetas. __________________________________________________________________________________________________ ROTEIRO Danilo: Você se lembra de quando uma possível detecção de sinais de vida extraterrestre virou notícia de destaque em abril deste ano, 2025? Se não, deixa eu refrescar a sua memória: usando o telescópio espacial James Webb, pesquisadores teriam captado sinais da atmosfera de um exoplaneta que indicariam a presença de um composto químico que aqui na Terra é produzido pela vida, algo que no jargão científico é chamado de bioassinatura. A notícia bombou no mundo todo. Aqui no Brasil, o caso teve tanta repercussão que a Folha de São Paulo dedicou um editorial só para isso – os jornais costumam comentar política e economia nos editoriais, e raramente dão espaço para assuntos científicos. Nos dois meses seguintes, outros times de pesquisadores publicaram pelo menos quatro estudos analisando os mesmos dados coletados pelo James Webb e concluíram que as possíveis bioassinaturas desaparecem quando outros modelos são usados para interpretar os dados. Sem o mesmo entusiasmo, os jornais noticiaram essas refutações e logo o assunto sumiu da mídia. Afinal, o que aconteceu de fato? Tem ou não tem vida nesse outro planeta? Aliás, que planeta é esse? Como é possível saber alguma coisa sobre um planeta distante? Eu sou Danilo Albergaria, jornalista, historiador, e atualmente pesquiso justamente a comunicação da astrobiologia, essa área que estuda a origem, a evolução e a possível distribuição da vida no universo. Nesse episódio, com a ajuda de dois astrofísicos, o Luan Ghezzi e a Aline Novais, vou explicar como os astrofísicos fazem as suas descobertas e entender porque a busca por sinais de vida fora da Terra é tão complicada e cheia de incertezas. Esse é o primeiro episódio de uma série que vai tratar de temas relacionados à astrobiologia. [Vinheta] Danilo: Eu lembro que li a notícia quentinha, assim que ela saiu no New York Times, perto das dez da noite daquela quarta-feira, dia 16 de abril de 2025. No dia seguinte, acordei e fui checar meu Whatsapp, já imaginando a repercussão. Os grupos de amigos estavam pegando fogo com mensagens entusiasmadas, perguntas, piadas e memes. Os grupos de colegas pesquisadores, astrônomos e comunicadores de ciência, jornalistas de ciência, também tinham um monte de mensagens, mas o tom era diferente. Em vez de entusiasmo, o clima era de preocupação e um certo mau-humor: “de novo DMS no K2-18b fazendo muito barulho”, disse uma cientista. Outra desabafou: “eu tenho coisa melhor pra fazer do que ter que baixar a fervura disso com a imprensa”. Por que o mal-estar geral entre os cientistas? Já chego lá. Os cientistas eram colegas que eu tinha conhecido na Holanda, no tempo em que trabalhei como pesquisador na Universidade de Leiden. Lá eu pesquisei a comunicação da astrobiologia. Bem no comecinho do projeto – logo que eu cheguei lá, em setembro de 2023 – saiu a notícia de que um possível sinal de vida, um composto chamado sulfeto de dimetila, mais conhecido pela sigla DMS, havia sido detectado num planeta a 124 anos-luz de distância da Terra, o exoplaneta K2-18b. Eu vi a repercussão se desenrolando em tempo real: as primeiras notícias, os primeiros comentários críticos de outros cientistas, a discussão nas redes sociais e blogs. Como eu estava no departamento de astronomia de Leiden, vi também como isso aconteceu por dentro da comunidade científica: os astrônomos com quem conversei na época estavam perplexos com a forma espalhafatosa com que o resultado foi comunicado. O principal era: eles não estavam nem um pouco animados, otimistas mesmo de que se tratava, de verdade, da primeira detecção de vida extraterrestre. Por que isso estava acontecendo? Vamos começar a entender o porquê sabendo um pouco mais sobre o exoplaneta K2-18b, em que os possíveis sinais de vida teriam sido detectados. Primeiro: um exoplaneta é um planeta que não orbita o Sol, ou seja, é um planeta que está fora do sistema solar (por isso também são chamados de extrassolares). Existem planetas órfãos, que estão vagando sozinhos pelo espaço interestelar, e planetas girando em torno de objetos exóticos, como os pulsares, que são estrelas de nêutrons girando muito rápido, mas quando os astrônomos falam em exoplaneta, quase sempre estão falando sobre um planeta que gira em torno de outra estrela que não Sol. O Sol é uma estrela, obviamente, mas o contrário da frase geralmente a gente não ouve, mas que é verdade… as estrelas são como se fossem sóis, elas são sóis. As estrelas podem ser maiores, mais quentes e mais brilhantes do que o Sol – muitas das estrelas que vemos no céu noturno são assim. Mas as estrelas também podem ser menores, mais frias e menos brilhantes do que o Sol – as menores são chamadas de anãs vermelhas. Elas brilham tão pouco que não dá para vê-las no céu noturno a olho nu. O K2-18b é um planeta que gira em torno de uma dessas anãs vermelhas, a K2-18, uma estrela que tem menos da metade do tamanho do Sol. Só que o planeta é relativamente grande. Luan Ghezzi: Ele é um planeta que tem algo entre 8 e 9 vezes a massa da Terra, ou seja, é um planeta bem maior do que a Terra. E ele tem um raio ali aproximado de 2.6 vezes o raio da Terra. Então, com essa massa e com esse raio há uma dúvida se ele seria uma super-Terra, ou se ele seria o que a gente chama de Mini-Netuno, ou seja, super-Terra, são planetas terrestres, mas, porém, maiores do que a Terra. Mini-Netunos são planetas parecidos com o Netuno. Só que menores. Mas com essa junção de massa e raio, a gente consegue calcular a densidade. E aí essa densidade indicaria um valor entre a densidade da Terra e de Netuno. Então tudo indica que esse K2-18b estaria aí nesse regime dos mini-Netunos, que é uma classe de planetas que a gente não tem no sistema solar. Danilo: Netuno é um gigante gelado e ele tem uma estrutura muito diferente da Terra, uma estrutura que (junto com o fato de estar muito distante do Sol) o torna inabitável, inabitável à vida como a gente a conhece. Mini-Netunos e Super-Terras, de tamanho e massa intermediários entre a Terra e Netuno, não existem no sistema solar, mas são a maioria entre os mais de 6 mil exoplanetas descobertos até agora. A estrela-mãe do K2-18b é bem mais fria, ou menos quente do que o Sol: enquanto o Sol tem uma temperatura média de 5500 graus Celsius, a temperatura da K2-18 não chega a 3200 graus. Então, se a gente imaginasse que o Sol fosse “frio” assim (frio entre aspas), a temperatura aqui na superfície da Terra seria muito, mas muito abaixo de zero, o que provavelmente tornaria nosso planeta inabitável. Só que o K2-18b gira muito mais perto de sua estrela-mãe. A distância média da Terra para o Sol é de aproximadamente 150 milhões de quilômetros, enquanto a distância média que separa o K2-18b e sua estrela é de 24 milhões de quilômetros. Outra medida ajuda a entender melhor como a órbita desse planeta é menor do que a da Terra: a cada 33 dias, ele completa uma volta ao redor da estrela. E comparado com a estrela, o planeta é tão pequeno, tão obscuro, que não pode ser observado diretamente. Nenhum telescópio atual é capaz de fazer imagens desse exoplaneta, assim como acontece com quase todos os exoplanetas descobertos até agora. São muito pequenos e facilmente ofuscados pelas estrelas que orbitam. Como, então, os astrônomos sabem que eles existem? O Luan Ghezzi explica. Luan Ghezzi: a detecção de exoplanetas é um processo que não é simples, porque os planetas são ofuscados pelas estrelas deles. Então é muito difícil a gente conseguir observar planetas diretamente, você ver o planeta com uma imagem… cerca de um por cento dos mais de seis mil planetas que a gente conhece hoje foram detectados através do método de imageamento direto, que é realmente você apontar o telescópio, e você obtém uma imagem da estrela e do planeta ali, pertinho dela. Todos os outros planetas, ou seja, noventa e nove porcento dos que a gente conhece hoje foram detectados através de métodos indiretos, ou seja, a gente detecta o planeta a partir de alguma influência na estrela ou em alguma propriedade da estrela. Então, por exemplo, falando sobre o método de trânsito, que é com que mais se descobriu planetas até hoje, mais de setenta e cinco dos planetas que a gente conhece. Ele é um método em que o planeta passa na frente da estrela. E aí, quando esse planeta passa na frente da estrela, ele tampa uma parte dela. Então isso faz com que o brilho dela diminua um pouquinho e a gente consegue medir essa variação no brilho da estrela. A gente vai monitorando o brilho dela. E aí, de repente, a gente percebe uma queda e a gente fala. Bom, de repente passou alguma coisa ali na frente. Vamos continuar monitorando essa estrela. E aí, daqui a pouco, depois de um tempo, tem uma nova queda. A diminuição do brilho e a gente vai monitorando. E a gente percebe que isso é um fenômeno periódico. Ou seja, a cada x dias, dez dias, vinte dias ou alguma coisa do tipo, a gente tem aquela mesma diminuição do brilho ali na estrela. Então a gente infere a presença de um planeta ali ao redor dela. E aí, como são o planeta e a estrela um, o planeta passando na frente da estrela, tem uma relação entre os tamanhos. Quanto maior o planeta for, ele vai bloquear mais luz da estrela. Então, a partir disso, a gente consegue medir o raio do planeta. Então esse método do trânsito não só permite que a gente descubra os exoplanetas, como a gente também pode ter uma informação a respeito dos raios deles. Esse é o método que está sendo bastante usado e que produziu mais descobertas até hoje. Danilo: e foi por esse método que o K2-18b foi descoberto em 2015 com o telescópio espacial Kepler. Esse telescópio foi lançado em 2009 e revolucionou a área – com o Kepler, mais de 2700 exoplanetas foram detectados. Com ele, os astrônomos puderam estimar que existem mais planetas do que estrelas na nossa galáxia. A órbita do K2-18b é menor do que a do planeta Mercúrio, que completa uma volta ao redor do Sol a cada 88 dias terrestres. Mas como sua estrela-mãe é mais fria do que o Sol, isso coloca o K2-18b dentro do que os astrônomos chamam de zona habitável: nem tão longe da estrela para que a superfície esfrie a ponto de congelar a água, nem tão perto para que o calor a evapore; é a distância ideal para que a água permaneça em estado líquido na superfície de um planeta parecido com a Terra. Só que o estado da água depende de outros parâmetros, como a pressão atmosférica, por exemplo. E é por isso que a tal da zona habitável é um conceito muito limitado, que pode se tornar até mesmo enganoso: um planeta estar na zona habitável não significa que ele seja de fato habitável. Claro, estar na zona habitável é uma das condições necessárias para que a superfície de um planeta tenha água líquida, o que é fundamental para que essa superfície seja habitável. Ter uma atmosfera é outra condição necessária. Além de estar na zona habitável, o K2-18b tem atmosfera e o Luan também explica como os astrônomos fazem para saber se um exoplaneta como o K2-18b tem uma atmosfera. Luan: a gente estava falando sobre o método de trânsito. E a gente falou que o planeta passa na frente da estrela e bloqueia uma parte da luz dela. Beleza, isso aí a gente já deixou estabelecido. Mas se esse planeta tem uma atmosfera, a luz da estrela que vai atingir essa parte da atmosfera não vai ser completamente bloqueada. A luz da estrela vai atravessar a atmosfera e vai ser transmitida através dela. A gente tem essa parte bloqueada da luz que a gente não recebe, a gente percebe a diminuição de brilho da estrela, com o método de trânsito, mas tem essa luz que atravessa a atmosfera e chega até a gente depois de interagir com os componentes da atmosfera daquele planeta. Então a gente pode analisar essa luz, que é transmitida através da atmosfera do planeta para obter informações sobre a composição dela. Danilo: e como é possível saber a composição química dessa atmosfera? A Aline Novais é uma astrofísica brasileira fazendo pós-doutorado na Universidade de Lund, na Suécia. A tese de doutorado dela, orientada pelo Luan, foi exatamente sobre esse tema: a coleta e a análise dos dados de espectroscopia de atmosferas de exoplanetas. Aline: No início, a gente não está olhando uma foto, uma imagem dos planetas e das estrelas. A gente está vendo eles através de uma coisa que a gente chama de espectro, que é a luz da estrela ou do planeta em diferentes comprimentos de onda. O que é o comprimento de onda? É literalmente o tamanho da onda. Você pode ver também como se fossem cores diferentes. Então a gente vai estar vendo vários detalhes em diferentes comprimentos de onda. O que acontece? A gente já sabe, não da astronomia, mas da química de estudos bem antigos que determinados compostos, vou usar aqui, por exemplo, a água, ela vai ter linhas muito específicas em determinados comprimentos de onda que a gente já conhece, que a gente já sabe. Então já é estabelecido que no cumprimento de onda X, Y, Z, vai ter linha de água. Então, quando a gente está observando novamente o brilho da estrela que passou ali pela atmosfera do planeta. Interagiu com o que tem lá, que a gente não sabe. Quando a gente vê o espectro dessa estrela que passou pela atmosfera, a gente vai poder comparar com o que a gente já sabe. Então, por exemplo, o que a gente já sabe da água, a gente vai ver que vai bater. É como se fosse um código de barras. Bate certinho o que tem na estrela, no planeta e o que tem aqui na Terra. E aí, a partir disso, a gente consegue dizer: “Ah, provavelmente tem água naquele planeta.” Claro que não é tão simples, tão preto no branco, porque tem muitas moléculas, muitos átomos, a quantidade de moléculas que tem ali também interferem nessas linhas. Mas, de forma mais geral, é isso. A gente compara um com o outro. E a gente fala: essa assinatura aqui tem que ser de água. Danilo: Em setembro de 2023, o time de pesquisadores liderado pelo Nikku Madhusudhan, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciou a caracterização atmosférica do K2-18b feita com o telescópio espacial James Webb. Alguns anos antes, a atmosfera do exoplaneta tinha sido observada com o telescópio espacial Hubble, que havia indicado a presença de vapor de água. Com o James Webb, esses cientistas concluíram que a atmosfera não tinha vapor de água, mas fortes indícios de metano e dióxido de carbono, o gás carbônico. Não só isso: no mesmo estudo, eles também alegaram ter detectado, com menor grau de confiança, o sulfeto de dimetila, também chamado de DMS, uma molécula orgânica que aqui na Terra é produzida pela vida marinha, principalmente pelos fitoplânctons e microalgas. O DMS pode ser produzido em laboratório mas não existe um processo natural em que o nosso planeta, sozinho, consiga fazer essa molécula sem envolver a vida. Ou seja, o DMS seria uma possível bioassinatura, um sinal indireto da existência de vida. Por isso, esses cientistas alegaram ter encontrado uma possível evidência de vida na atmosfera do K2-18b. O fato é que a suposta evidência de vida, a detecção de DMS lá de 2023, tinha um grau de confiança estatística muito baixo para contar seriamente como evidência de vida. O time liderado pelo Madhusudhan continuou observando o K2-18b e voltou a publicar resultados apontando a presença de DMS usando outros instrumentos do James Webb. Foram esses resultados que fizeram tanto barulho em abril de 2025. E por que tanto barulho? Porque esse novo estudo apresenta um grau de confiança estatística mais alto para a detecção de DMS. Ele também alega ter detectado outra possível bioassinatura, uma molécula aparentada ao DMS, o DMDS, ou dissulfeto de dimetila. O resultado pareceu reforçar muito a hipótese da presença dessas possíveis bioassinaturas no K2-18b e, por isso, os grandes meios de comunicação deram ainda mais atenção ao resultado do que há dois anos atrás. O problema é que é muito complicado analisar os resultados do James Webb sobre essas atmosferas, e ainda mais difícil cravar a presença desse ou daquele composto químico ali. Aline Novais: Acho que a primeira etapa mais difícil de todas é como você tinha falado, Danilo, é separar o que é a luz do planeta e o que é a luz da estrela. Quer dizer, da atmosfera do planeta e o que é luz da estrela. E isso a gente faz como quando a gente está observando o trânsito. A gente não só observa o planeta passando na frente da estrela. Mas a gente também observa a estrela sem o planeta, e a gente compara esses dois. É literalmente subtrair um do outro. Então, assim, supondo que a gente já tem aqui o espectro pronto na nossa frente. O que a gente vai fazer para entender o que está naquele espectro? Aquilo ali é uma observação. Só que a gente tem da teoria da física, a gente sabe mais ou menos quais são as equações que vão reger a atmosfera de um planeta. Então a gente sabe o que acontece de formas gerais, que é parecida com o que acontece aqui na Terra e com o planeta do sistema solar. Então a gente sabe mais ou menos como deve ser a pressão, a temperatura. A gente sabe mais ou menos quais compostos químicos vão ter em cada camada da atmosfera, que depende de várias coisas. A gente sabe que se um planeta está muito próximo da estrela, ele vai ter determinados compostos químicos que ele não teria se ele estivesse muito mais longe da estrela dele. Então tudo isso interfere. E aí, o que a gente faz? A gente tem os dados, a gente tem o que a gente observou no telescópio. E a gente vai comparar com a teoria, com modelos que a gente faz no computador, programando, parará, parará, que vão reger aquela atmosfera. E aí, a partir disso, a gente vai comparar e ver o que faz sentido, o que não faz, o que bate e o que não bate. Danilo: Notaram que a Aline ressalta o papel dos modelos teóricos na interpretação dos dados? Os astrônomos comparam os dados coletados pelo telescópio com o que esperam observar, orientados pelas teorias e modelos considerados promissores para representar o que de fato está lá na atmosfera do planeta. E é nessa comparação que entra a estatística, a probabilidade de que as observações correspondem a este ou aquele modelo teórico. Aline Novais: Na estatística, a gente sempre vai estar quando a gente tiver probabilidade de alguma coisa, a gente sempre vai estar comparando uma coisa X com uma coisa Y. A gente nunca vai ter uma estatística falando que sim ou que não, vai ser sempre uma comparação de uma coisa ou de outra. Então, quando a gente, por exemplo, a gente tem o espectro lá de um planeta, a gente tem assinaturas que provavelmente podem ser de água, mas vamos supor que essa assinatura também é muito parecida com algum outro elemento. Com algum outro composto químico. O que a gente vai fazer? A gente vai comparar os dois e a resposta não vai ser nem que sim nem que não. A resposta vai ser: “Ah, o modelo que tem água é mais favorável.” Ou então, ele ajusta melhor os dados, do que o modelo com aquele outro composto químico. Danilo: O time do Nikku Madhusudhan, que fala em possível detecção de DMS, tem um modelo predileto que eles mesmos desenvolveram para explicar planetas como o K2-18b: os mundos hiceanos, planetas inteiramente cobertos por um oceano de água líquida debaixo de uma espessa atmosfera de hidrogênio molecular – por isso o nome, que é uma junção do “hi” de hidrogênio e “ceano” de oceano. É esse modelo que orienta a interpretação de que os dados do K2-18b podem conter as bioassinaturas. Aline: Todo o resultado final, que é: possivelmente detectamos assinaturas, não dependem dos dados em si, mas dependem de como eles analisaram os dados e que modelos foram utilizados para analisar esses dados. […] Os resultados vão sempre depender de como a gente analisou esses dados. […] Então a questão da detecção, ou possível detecção de bioassinatura depende principalmente de como foram colocados os modelos, do que foi inserido nos modelos e como esses modelos foram comparados. Nesse caso, os modelos utilizados foram modelos que estavam supondo que o planeta era hiceano. Que o planeta tinha um oceano e tinha uma atmosfera de hidrogênio, majoritariamente de hidrogênio. Porém, outros estudos levantaram também a possibilidade de esse planeta não ser desse tipo, ser um planeta, por exemplo, coberto de lava e não de oceano, ou com uma atmosfera, com compostos diferentes, onde a maioria não seria hidrogênio, por exemplo. E esses modelos não foram utilizados para testar essas bioassinaturas. Então o que acontece: no modelo deles, com o oceano, com a atmosfera X, Y e Z, é compatível com a existência de bioassinaturas. Porém, é completamente dependente do modelo. Danilo: Então, a escolha de modelos teóricos diferentes afetam a interpretação dos resultados e das conclusões sobre a composição química da atmosfera de exoplanetas. Aline: Esse grupo acredita que o planeta tenha majoritariamente hidrogênio na sua composição. O que eles vão fazer no modelo deles? Eles vão colocar sei lá quantos por cento de hidrogênio na composição, no modelo deles. Então eles estão construindo um modelo que seja semelhante ao que eles acreditam que o planeta tem. Eu não vou colocar nitrogênio se eu acho que não tem nitrogênio. Então, aí que entra a controvérsia, que é justamente o modelo ser feito para encontrar o que eles tentam encontrar. Então, assim, se você pegasse um modelo completamente diferente, se você pegasse um modelo, por exemplo, de um planeta feito de lava, que tem metano, que tem isso, que tem aquilo, será que você encontraria a mesma coisa? Danilo: Saber qual modelo teórico de atmosferas de exoplanetas corresponde melhor à realidade é algo muito difícil. O que dá pra fazer é comparar os modelos entre si: qual deles representa melhor a atmosfera do exoplaneta em comparação com outro modelo. Aline: A gente nunca vai estar falando que o modelo é perfeito. A gente nunca vai estar falando que a atmosfera é assim. A gente sempre vai estar falando que esse modelo representa melhor a atmosfera do que um outro modelo. E se você pegar uma coisa muito ruim que não tem nada a ver e comparar com uma coisa que funciona, vai ser muito fácil você falar que aquele modelo funciona melhor, certo? Então, por exemplo, no caso do K2-18b: eles fizeram um modelo que tinha lá as moléculas, o DMS, o DMDS e tal, e compararam aquilo com um modelo que não tem DMS e DMDS. O modelo que tem falou “pô, esse modelo aqui se ajusta melhor aos dados do telescópio do que esse outro que não tem”. Mas isso não significa que tenha aquelas moléculas. Isso significa que aquele modelo, naquelas circunstâncias, foi melhor estatisticamente do que um modelo que não tinha aquelas moléculas. Danilo: O Luan tem uma analogia interessante pra explicar isso que a Aline falou. Luan: É como se você, por exemplo, vai em uma loja e vai experimentar uma roupa. Aí você pega lá uma mesma blusa igualzinha, P, M ou G. Você experimenta as três e você vê qual que você acha que se ajusta melhor ao seu corpo, né? Qual ficou com um caimento melhor? Enfim, então você vai fazendo essas comparações, não é que a blusa talvez M não tenha ficado boa, mas talvez a P ou a G tenha ficado melhor. Então os modelos são agitados dessa forma, mas também como a Aline falou depois que você descobriu o tamanho, por exemplo, você chegou à conclusão que o tamanho da blusa é M, você pode pegar e escolher diferentes variações de cores. Você pode pegar essa mesma blusa M, azul, verde, amarela, vermelha, né? E aí elas podem fornecer igualmente o mesmo bom ajuste no seu corpo. Só que a questão é que tem cores diferentes. […] A gente obviamente usa os modelos mais completos que a gente tem hoje em dia, mas não necessariamente, eles são hoje mais completos, mas não necessariamente eles são cem por cento completos. De repente está faltando alguma coisa ali que a gente não sabe. [Música] Danilo: Eu conversei pessoalmente com o líder do time de cientistas que alegou ter descoberto as possíveis bioassinaturas no K2-18b, o Nikku Madhusudhan, quando ele estava na Holanda para participar de uma conferência em junho de 2024. Ele pareceu entusiasmado com a possibilidade de vir a confirmar possíveis bioassinaturas em exoplanetas e ao mesmo tempo cuidadoso, aparentemente consciente do risco de se comunicar a descoberta de vida extraterrestre prematuramente. A questão é que ele já cometeu alguns deslizes na comunicação com o público: por exemplo, em abril de 2024, num programa de rádio na Inglaterra, ele disse que a chance de ter descoberto vida no K2-18b era de 50% – o próprio apresentador do programa ficou surpreso com a estimativa. Naquela mesma conferência da Holanda, o Madhusudhan também pareceu muito confiante ao falar do assunto com o público de especialistas em exoplanetas – ele sabia que enfrentava muitos céticos na plateia. Ele disse que os planetas hiceanos eram “a melhor aposta” que temos com a tecnologia atual para descobrir vida extraterrestre. Na palestra em que apresentou os novos resultados esse ano, o Madhusudhan contou que essa hipótese de mundos hiceanos foi desenvolvida com a ajuda de alunos de pós-graduação dele quando ele os desafiou a criar um modelo teórico de Mini-Netuno que oferecesse condições habitáveis, amenas para a vida. Mas a questão é que a gente não sabe se os mundos hiceanos sequer existem. É uma alternativa, uma hipótese para explicar o pouco que sabemos sobre esses exoplanetas. Há outras hipóteses, tão promissoras quanto essa, e muito menos amigáveis à existência da vida como a conhecemos. Enfim, a gente ainda sabe muito pouco sobre esses exoplanetas. Ainda não dá para decidir qual hipótese é a que melhor descreve a estrutura deles. Mas o que vai acontecer se algum dia os cientistas conseguirem resultados que apontem para uma detecção de possível bioassinatura que seja num alto grau de confiança, a tal ponto que seria insensato duvidar de sua existência? Estaríamos diante de uma incontroversa descoberta de vida extraterrestre? Digamos que os cientistas publiquem, daqui a algum tempo, novos resultados que apontam, com um grau de confiança altíssimo, para a presença de DMS no K2-18b. Mesmo que a gente tivesse certeza de que tem DMS naquela atmosfera, não seria possível cravar que a presença de DMS é causada pela vida. Como a gente tem ainda muito pouca informação sobre os ambientes que os Mini-Netunos podem apresentar, e como o nosso conhecimento sobre a própria vida ainda é muito limitado, vai ser muito difícil – para não dizer praticamente impossível – ter certeza de que a presença de uma possível bioassinatura é de fato uma bioassinatura. Luan: A gente sabe que aqui na Terra, o DMS e o DMDS estão associados a processos biológicos. Mas a gente está falando de um planeta que é um Mini-Netuno, talvez um planeta hiceano. Será que esse planeta não tem processos químicos diferentes que podem gerar essas moléculas sem a presença da vida? Danilo: Como disse o Luan, pode ser que processos naturais desconhecidos, sem o envolvimento da vida, sejam os responsáveis pela presença de DMS no K2-18b. A gente sabe que o DMS pode ser gerado fora da Terra por processos naturais, sem relação com a presença de vida. Para que seja gerado assim, são necessárias condições muito diferentes das que temos aqui na Terra. O interior de planetas gigantes como Júpiter, por exemplo, dá essas condições. DMS também foi detectado recentemente na superfície de um cometa, em condições muito hostis para a vida como a gente a conhece. Mais hostis ainda são as condições do meio interestelar, o espaço abissal e incrivelmente frio que existe entre as estrelas. Mesmo assim, DMS já foi detectado no meio interestelar. É por isso que detectar uma possível bioassinatura num exoplaneta não necessariamente responde à pergunta sobre vida fora da Terra. É mais útil pensar nesses dados como peças de um quebra-cabeças: uma possível bioassinatura em um exoplaneta é uma peça que pode vir a ajudar a montar o quebra-cabeças em que a grande questão é se existe ou não existe vida fora da Terra, mas dificilmente será, sozinha, a resposta definitiva. Luan: Será que as bioassinaturas efetivamente foram produzidas por vida? Então, primeiro, estudos para entender diversos processos químicos ou físicos que poderiam gerar essas moléculas, que a gente considera como bioassinaturas, pra tentar entender em outros contextos, se elas seriam produzidas sem a presença de vida. Mas fora isso, nós astrônomos, nós também tentamos procurar conjuntos de bioassinaturas. Porque se você acha só o DMS ou o DMDS é uma coisa. Agora, se você acha isso e mais o oxigênio ou mais outra coisa, aí as evidências começam a ficar mais fortes. Um par muito comum que o pessoal comenta é você achar metano e oxigênio numa atmosfera de exoplaneta. Por quê? Porque esses dois compostos, se você deixar eles lá na atmosfera do planeta sem nenhum tipo de processo biológico, eles vão reagir. Vão formar água e gás carbônico. Então, se você detecta quantidades apreciáveis de metano e oxigênio numa atmosfera, isso indica que você tem algum processo biológico ali, repondo constantemente esses componentes na atmosfera. Então, a gente vai tentando buscar por pares ou conjuntos de bioassinaturas, porque isso vai construindo um cenário mais forte. Você olha, esse planeta está na zona habitável. Ele tem uma massa parecida com a da Terra. Ele tem uma temperatura parecida com a da Terra. Ele tem conjuntos de bioassinaturas que poderiam indicar a presença de vida. Então você vai construindo um quebra-cabeça ali, tentando chegar num conjunto de evidências. Danilo: Talvez só vamos conseguir ter certeza quando tivermos condições de viajar os 124 anos-luz que nos separam do K2-18b, por exemplo, para examinar o planeta “in situ”, ou seja, lá no local – só que isso ainda é assunto para a ficção científica, não para a ciência atual. Não quer dizer que, dada a dificuldade, a gente deva desistir de fazer ciência nesse sentido, de detectar bioassinaturas nos exoplanetas. Luan: É claro que é super interessante aplicar esses modelos e sugerir a possível existência dessas moléculas. Isso ajuda a avançar o conhecimento, porque isso gera um interesse, gera um debate, um monte de gente vai testar, e outras pessoas já testaram e mostraram que, ou não tem a molécula nos modelos deles, ou eles não detectam ou detectam uma quantidade muito baixa. Enfim, então isso gera um debate que vai avançar o conhecimento. Então isso, no meio científico, é muito interessante esse debate, que gera outras pesquisas, e todo mundo tentando olhar por diferentes ângulos, para a gente tentar entender de uma maneira mais completa. Mas o cuidado… E aí, o grande serviço que o seu podcast está fazendo é como a gente faz chegar essa informação no público, que é o que você falou, uma coisa é: utilizamos um modelo super específico, e esse modelo indica a possível presença dessas moléculas que, na Terra, são associadas à vida. Outra coisa é dizer, na imprensa, achamos os sinais mais fortes de vida até agora. É uma distância muito grande entre essas duas coisas. Aline: Se eu analisei o meu dado e eu vi que tem aquela molécula de bioassinatura, uma coisa é eu falar: “Tem!” Outra coisa é falar: “Ó, eu analisei com esse modelo aqui e esse modelo aqui faz sentido. Ele representa melhor os meus dados do que o outro modelo”. São maneiras diferentes de falar. Mas qual que é a que vende mais? Danilo: Foi no final do nosso papo que o Luan e a Aline tocaram nessa questão que tem se tornado central nos últimos anos: como comunicar os resultados da astrobiologia da forma mais responsável? É possível que com o James Webb vamos continuar vendo potenciais detecções de bioassinaturas num futuro próximo. Por isso, a comunidade científica está preocupada com a forma como comunicamos os resultados da busca por vida fora da Terra e está se movimentando para contornar os problemas que provavelmente teremos no futuro. Eu venho participando desses esforços, pesquisando como a astrobiologia está sendo comunicada, e até ajudei a organizar um evento no ano passado para discutir isso com cientistas e jornalistas de ciência, mas conto essa história em outra hora. No próximo episódio, vamos falar sobre uma possível detecção de bioassinatura sem o James Webb e muito mais próxima da gente. A notícia veio em setembro de 2025. O planeta em que a bioassinatura pode ter sido encontrada? O vizinho cósmico que mais alimentou a imaginação humana sobre extraterrestres: Marte. Roteiro, produção, pesquisa e narração: Danilo Albergaria Revisão: Mayra Trinca, Livia Mendes e Simone Pallone Entrevistados: Luan Ghezzi e Aline Novais Edição: Carolaine Cabral Músicas: Blue Dot Sessions – Creative Commons Podcast produzido com apoio da Fapesp, por meio da bolsa Mídiaciência, com o projeto Pontes interdisciplinares para a compreensão da vida no Universo: o Núcleo de Apoio à Pesquisa e Inovação em Astrobiologia e o Laboratório de Astrobiologia da USP [VINHETA DE ENCERRAMENTO]
Bom dia, confrades. Mais um minipod no ar! No programa de hoje, aprenda a transformar suas aventuras de RPG em literatura — e veja como transpor um universo literário para o RPG. E ainda, neste programa: confira algumas sagas que abandonamos; descubra como usar os ensinamentos do livro “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, no mercado editorial; entenda como melhorar sua prosa e escute a entrevista que concedi ao nosso amigo Matheus Pontes, anfitrião do podcast Pontes para a Literatura.
Neste episódio imperdível do nosso podcast, recebemos Nelton Pontes, uma verdadeira lenda viva do Jiu-Jítsu, campeão europeu de faixa preta, empreendedor de sucesso e mestre de artes marciais.
Neste episódio imperdível do nosso podcast, recebemos Nelton Pontes, uma verdadeira lenda viva do Jiu-Jítsu, campeão europeu de faixa preta, empreendedor de sucesso e mestre de artes marciais.
Em referência ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que aconteceu no dia 3 de dezembro, o programa Resgatando a Cidadania deste sábado (6), recebeu a promotora de Justiça da 50a. Vara Criminal da Capital, de Recife-PE, Dalva Cabral. Ela é Coordenadora do Núcleo da Pessoa com Deficiência do Ministério Público de Pernambuco, que lançou a campanha: "Somos Ponte, e não barreira". A finalidade principal é "derrubar barreiras atitudinais e comportamentais, já a partir das infância". Na conversa com o comunicador Domingos Sávio, a promotora Dalva Cabral foi enfática em dizer que "Nós devemos lidar com inclusão e acessibilidade como um dever. Sinto falta de uma delegacia para casos envolvendo PcD. Precisamos de gente com sensibilidade para esses casos em mesas do judiciário." O Programa Resgatando a Cidadania é apresentado todo sábado, a partir do meio-dia, pela Rádio Folha 96,7FM, produzido e apresentado pelo radialista Domingos Sávio.
Discurso de José Manuel Pureza na XIV Convenção do Bloco de Esquerda. Novo coordenador do partido "pede desculpa" aos eleitores pelo crescimento da extrema-deireita e promete "diálogo, abertura e firmeza" à esquerda. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Alexandre Abreu, do Bloco de Esquerda, foi convidado de uma Vichyssoise que serviu para fazer a antevisão do próximo congresso do partido e o balanço sobre a crise de resultados eleitorais.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Débora Pontes Advogada, Vice-presidente da Comissão Brasil-África da OAB/RJ, Vice-presidente do Conselho de Relações Internacionais da Federação das Câmaras de Comércio Exterior e Presidente estadual do projeto Mulheres pelo NOVO Guiomar Valdez Historiadora e Professora do IFF Nomes de Campos e região a deputado federal e estadual Disputa pelas duas cadeiras do RJ ao Senado e a governador Eleição a presidente e segurança pública como pauta do Brasil e América do Sul
Escuchamos en redes sociales que suplementar omegas sería lo ideal para todos, vamos al a farmacia y encontramos una gran variedad que nos complica la decisión de cuál comprar. En este episodio te explico qué es este tipo de grasa, qué hace por tu salud y qué deberías revisar en la etiqueta a la hora de elegir. Suscríbete para más episodios donde traducimos la nutrición científica a tu vida real. Déjame en comentarios tus dudas o experiencias con el inositol. ¡Escríbenos! L.N Carla Paola AM ⚕ Envíame un WhatsApp 55 6325 6115. Búscame en Facebook, X e Instagram como @Nut.CarlaPaola #NutrieatContigo --------- Referencias: Bhatt, D. L., Steg, G. P., Miller, M., Brinton, E. A., Jacobson, T. A., Ketchum, S. B., … & Clearfield, M. (2019). Cardiovascular risk reduction with icosapent ethyl for hypertriglyceridemia. The New England Journal of Medicine, 380(17), 1678-1695. Ovid+1 Coelho, J. C., Pontes, F. R., Mila, A. L. A., & Machado, S. (2022). Efficacy of the omega-3 fatty acids supplementation on inflammatory biomarkers: An umbrella meta-analysis. [Journal name], [volume], [pages]. PubMed Hu, Y., You, Z., & Zhu, X. (2021). Effect of long-term marine ω-3 fatty acids supplementation on the risk of atrial fibrillation in randomized controlled trials of cardiovascular outcomes: A systematic review and meta-analysis. [Journal name], [volume], [pages]. PubMed Kou, S., & Hasan, A. (2021). Association between omega-3 fatty acid treatment and atrial fibrillation in cardiovascular outcome trials: A systematic review and meta-analysis. [Journal name], [volume], [pages].
QFELV (Tramo de 00:00 a 01:00) Leo conoció a una mujer por Facebook Parejas y vivió una relación idílica. Pero las excusas laborales empezaron a sonar raras. Cansado de dudas, cogió el coche para investigar y descubrió que toda la vida de su novia... era mentira.
As Pontes acogió hoy la nueva sesión del programa Cociña +60. Receitas de vida, impulsado por NOVE y FAMYC para promover una alimentación saludable entre mayores de 60 años. La actividad se desarrolló en la sede de la A.VV. A Choupana, con los cocineros Daniel López y Iván Domínguez y la nutricionista Lucía Miyar Gil. Los participantes aprendieron recetas sencillas, equilibradas y económicas con productos locales y de temporada. La iniciativa busca fomentar salud y autoestima, incluso para quienes viven solos. Las inscripciones siguen abiertas al 981 441 008. Próximos talleres se realizarán en Boiro y Becerreá,
"Esse tipo de certeza só acontece uma vez na vida"
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As Pontes formará parte de la nueva Red de Destinos Turísticos del Carbón, iniciativa destinada a promover el turismo sostenible vinculado al patrimonio industrial y minero del carbón. El proyecto, con un presupuesto de 144.000 euros y una duración de 18 meses hasta mediados de 2027, desarrollará experiencias turísticas, formación de agentes locales y proyectos piloto. El municipio gallego colaborará en la identificación de recursos, creación de experiencias y difusión de la marca, combinando memoria, sostenibilidad e innovación, y consolidándose como referente estatal en turismo industrial y minero.
O GBA Worship, liderado por Jéssica Dias e Herrison Pontes, é um dos destaques da nova geração da música católica. Neste episódio, o SantoFlow recebe a banda para uma conversa sobre fé, arte e a missão de evangelizar com beleza e profundidade.Desde o lançamento do álbum “UM – Origem”, com 25 canções autorais, o GBA Worship vem marcando presença na música católica contemporânea com uma proposta autêntica: unir adoração, excelência musical e identidade brasileira.Com o lema “Deus na Batida da Arte”, o grupo tem inspirado muitos jovens a redescobrir a força do louvor e a presença de Deus por meio da música.Um episódio inspirador para quem ama música, fé e evangelização.-------------------------------------------------------------------------------------------------------Clique no link e entre para o Aprofundamento Armas Espirituais agora:https://pay.kiwify.com.br/fDNO5I0Abra já sua livraria católica, entre em contato pelo link:https://w.app/vbbktxAumente o Dízimo da sua paróquia - DIZIFYhttps://dizify.com.br/?utm_source=san...Viaje com a S2 Viagens:https://s2viagens.com/contato/Agenda Católica:https://agendacatolica.com/Liturgia Diária da Paulus: A PAULUS acredita que bons conteúdos transformam, ajudam as pessoas a revelarem aquilo que têm de melhor. Aproveite essa oferta exclusiva: https://bit.ly/3WnFGvuHallow: O Aplicativo de Oração Nº 1 do MundoReze todos os dias com o Hallow, o aplicativo de oração número um do mundo. Experimente 90 dias grátis através deste link especial: https://www.hallow.com/santoflowArtesanato Costa:O ateliê mais tradicional de arte sacra do Brasil oferece estatuetas católicas de altíssima qualidade. Compre sua estátua e adicione um toque de fé à sua casa. Use o cupom "GUTO10" para descontos exclusivos: https://www.loja.artesanatocosta.com.brCamisetas Sabatini: Moda e DevoçãoInspire-se com as camisetas católicas de alta qualidade da Camisetas Sabatini, que unem estilo e fé. Visite a loja online: https://www.camisetassabatini.com.br WhatsApp: (44) 99844-8545ACN Brasil: Apoie os cristãos que mais precisam ao redor do mundoA Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre tem por missão sustentar a presença da Igreja em locais de extrema necessidade ou perseguição. É uma ponte de amor que liga quem pode ajudar àqueles mais necessitados. Com sua ajuda, muitos conseguem manter viva a fé diante dessas realidades. Doe agora e faça a diferença!✅ Doe Agora: https://bit.ly/3odbeCi✅ Doe via PIX: caridade@acn.org.br
2025晨鐘課-每天,都是新的起點 以歷史智慧滋養生活,點亮2025每一天! 借鑑過去,活在當下,展望未來! 粵語廣播網站 (時兆出版社授權錄製) https://soundcloud.com/mediahk Podcast@靈修廣播站 8月19日 聖書之民 我將你的話藏在心裡,免得我得罪你。 詩篇 119:11 復臨教會的信徒曾自稱是「聖書之民」。許多人恪守一年的讀經計畫,並在與其他基督徒的教義辯論中展示出他們對《聖經》的深刻理解。在全國和國際性的聖經知識競賽中,復臨教會的信徒時常有出色的表現。 1958年8月19日,第一屆國際聖經競賽決賽在耶路撒冷的希伯來大學舉行。比賽由以色列廣播公司主辦,以紀念該國成立十周年。最後決賽的選手分別來自十五個國家,各有猶太和基督教背景。39歲的巴西復臨教會教師愛琳.桑托斯(Irene Santos)獲得了季軍。 而在1961年耶路撒冷舉行的第二屆國際聖經競賽中,另一位來自巴西的復臨教會教師兼師母約蘭達.達.席爾瓦(Yolanda da Silva)獲得了亞軍,後來又升格為冠軍。來自南非的復臨教會牧師康布林克(J. J. B. Combrinck)獲得了第五名。而1964年,在耶路撒冷舉行的第三屆國際聖經競賽中,來自澳洲復臨教會聖療食品公司的會計格雷漢.密契爾(Graham Mitchell)獲得冠軍。1969年在第四屆世界聖經競賽中,來自玻利維亞的復臨信徒曼努埃爾.哈拉.卡爾德隆Manuel Jara Calderon)獲得了第四名。1981年,另一位巴西復臨教會信徒法蘭西斯科.阿爾維斯.德蓬特斯(Francisco Alves de Pontes,綽號「聖經奇哥」)獲得了亞軍,和約蘭達.達.席爾瓦夫人一樣,他的獎項也升格為冠軍。 這些只是眾多熱愛上帝話語的忠實復臨信徒代表。無論是復臨信徒還是復臨家庭,都應當重拾背誦聖經章節的好習慣。但比背誦經文更重要的,是要正確理解其中的含義並活出來。如果只是腦袋聰明卻內心空虛,將是多麼大的災難啊! 基督為追隨祂的人獻上的祈禱是:「求你用真理使他們成聖;你的道就是真理。」(約17:17)除了背誦經文和透徹理解經文以外,我們更需要接受上帝話語改變人心的力量,來使自己成聖。讓我們放下一切屬於人的批判,以謙卑和順從的態度聆聽上帝的話語! #媒體佈道部 #港澳區會 #聲音書 #時兆出版社 #每天,都是新的起點 #本書由時兆出版社授權刊載
No culto de celebração dominical e Santa Ceia realizado no MAP Curitiba, Edmar Pontes compartilhou uma mensagem desafiadora e inspiradora sobre a importância de reconhecer o que temos nas mãos.Quantas vezes ignoramos os recursos, dons e ferramentas que Deus já colocou em nossas vidas? Através da história de Moisés, essa palavra nos leva a refletir sobre como a obediência, a fé e o uso correto do que temos podem abrir caminhos de milagres e transformação.Assista e seja edificado(a)!
In this insightful episode of the Homeopathy 247 podcast, host Mary Greensmith welcomes back Dr. Anthony de Pontes for a deep dive into the homeopathic remedy Thuja. The conversation explores the emotional and physical layers this powerful remedy can help heal—especially in people who are holding on to deep-rooted shame, secrecy, trauma, or suppressed symptoms. Understanding Thuja's Emotional Depth Dr. de Pontes shares that Thuja is more than just a remedy—it's a transformative healing tool for people who feel fragmented due to past trauma, especially related to shame, sexual abuse, and secrecy. These individuals often hide behind perfectionism or a cheerful façade, but inside, they may feel broken or “dirty.” Thuja helps lift these emotional weights, allowing healing to begin at a soul-deep level. The Fragmented State and Overcompensation Thuja is often needed when there's emotional or physical overcompensation. A person may seem highly functional, driven, or even flawless on the outside, but this can be a mask hiding deep emotional wounds. Dr. de Pontes explains how trauma can cause people to “fragment,” pushing aspects of themselves aside to cope. Thuja works gently to bring wholeness back to the person. Physical Signs and Suppression Thuja isn't just about emotional healing—it also addresses a range of physical conditions tied to suppressed emotional experiences. Common symptoms include: Warts (especially genital warts) Cysts and fibroids Hormonal imbalance Excessive mucus and water retention Dr. de Pontes points out that these physical manifestations often reflect suppressed emotions, especially in cases related to the HPV vaccine or unresolved trauma. Thuja can help bring buried experiences to the surface and initiate deep healing. Thuja and Homeopathy for Eczema One important takeaway from this episode is how homeopathy for eczema isn't just about treating the skin. Eczema can be a sign of inner imbalance or suppression. When we use steroids or other suppressive treatments, the root issue may remain unresolved and later manifest in more serious ways—such as asthma or arthritis. Thuja plays a vital role in addressing the emotional origin of such chronic skin conditions, including eczema, by helping the body and mind release what's been pushed down. Supporting Emotional Healing and Remedy Reactions Dr. de Pontes also discusses the importance of recognising emotional aggravations—temporary worsening of symptoms—as part of the healing process. He emphasises the need for homeopaths to support patients through this stage and help them understand it's a sign the remedy is working. Emotional release is often part of recovery. Thuja can sometimes stir intense emotions. For sensitive patients, even holding the remedy can be enough to feel its effects. This shows how deeply energetic homeopathy is and how powerfully it can act when the remedy matches the patient's core state. A Remedy for Modern Times Mary and Dr. de Pontes agree that Thuja is increasingly relevant in today's world, where secrecy, shame, and emotional overload are common. In a society where privacy is disappearing and social pressures are rising, more people are struggling with internal fragmentation. Thuja helps restore inner coherence and supports long-term emotional resilience. Important links mentioned in this episode Check out Dr. Anthony's website: https://drdepontes.com/ Know more about Dr. Anthony: https://homeopathy247.com/professional-homeopaths-team/dr-anthony-de-pontes/ Subscribe to our YouTube channel and be updated with our latest episodes. You can also subscribe to our podcast channels available on your favourite podcast listening app below: Apple Podcast: https://podcasts.apple.com/us/podcast/homeopathy247-podcast/id1628767810 Spotify: https://open.spotify.com/show/39rjXAReQ33hGceW1E50dk Follow us on our social media accounts: Facebook: https://www.facebook.com/homeopathy247 Instagram: https://www.instagram.com/homeopathy247 You can also visit our website at https://homeopathy247.com/
Quando o amor conjugal floresce, mas os laços entre madrastas e filhos não seguem o mesmo ritmo, o que pode um pai fazer para ajudar sem forçar a relação?See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Lucas Pontes e Thiago Queiroz, especialistas em funis perpétuos e estrategistas por trás de uma estrutura digital que faturou mais de R$ 2 milhões de reais em apenas um ano.Com uma experiência sólida no assunto, eles compartilham como criar uma máquina de vendas enxuta, eficiente e altamente lucrativa, transformando um produto simples em um negócio de verdade.---------------------O que você vai aprender:- A estratégia que fez eles escalarem rápido- A razão de escolherem produtos low ticket- Vencendo as principais dificuldades para estruturar uma empresa- O que existe em um criativo campeão- A estrutura de lançamento que eles utilizam- O que é essencial para vender no perpétuo- O funil de vendas que eles utilizam na práticaE muito mais!Quer aprender com quem vive isso na prática? Dá o play e depois comenta aqui: qual foi o maior insight desse episódio?Nosso Instagram é @Kiwify
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Paulo Moura & Zé da Velha & Silvério Pontes & Márcio Almeida & Carlinhos 7 Cordas & Laudir de Oliveira & Paulinho Black, Maurício Carrilho & Luciana Rabello & Cristovâo Bastos & Pedro Amorim & Marcelo Bernardes & Pedro Páes & Rui Alvim, Marcelo Gonçalves & Yamandú Costa, Trio Madeira Brasil, Trio Madeira Brasil & Zé da Velha & Silvério Pontes & Henrique Cazes & Jorginho do Pandeiro & Celsinho Silva & Marcos Suzanno & Beto Cazes & Netinho, Trio Madeira Brasil & Zé da Velha & Silvério Pontes & Éverson Moraes & Aquiles Moraes & Henrique Moraes & Beto Cazes & Netinho, Zezé Gonzaga & Teresa Cristina & Trio Madeira Brasil, Paulinho da Viola, Waldir Azevedo, Abel Ferreira, Déo Rian, Radamés Gnattali Sextet y Os Chorôes.Escuchar audio
Anexos al abecé de la música popular de Brasil en forma de compilaciones. Intervienen: Paulo Sérgio Santos, Rildo Hora, Henrique Cazes e Marcelo Gonçalves, Quarteto Maogani, Henrique Cazes, Hamilton de Holanda, Carlos Malta, Trio Madeira Brasil & Zé Paulo Becker & Yamandú Costa & Zé da Velha & Silvério Pontes & Henrique Cazes & Beto Cazes & Netinho, Trio Madeira Brasil, Paulo Moura & Zé da Velha & Silvério Pontes & Márcio Almeida & Laudir de Oliveira & Paulinho Black, Teresa Cristina & Grupo Semente, Trio Madeira Brasil & Marcos Suzano, Yamandú Costa y Teresa Cristina & Grupo Semente & Alfredo del Penho & Luiz Filipe de Lima & Rui Alvim & Trambique.Escuchar audio
A Semana Nacional da Reconciliação de 2025 teve início nessa terça-feira, 27 de maio, e vai até 3 de junho. Nesse período, os australianos têm a oportunidade de conhecer mais sobre as histórias, culturas e conquistas compartilhadas da nação. Este ano, o tema é “Construindo pontes entre o presente e o futuro”.
Mensagem ministrada no MAP CuritibaPor Edimar Pontes
Ela cresceu entre as montanhas e trilhas da região metropolitana de Belo Horizonte e carrega na mochila mais do que equipamentos: leva uma filosofia. Para ela, movimento não é só gesto atlético – é linguagem do corpo, prevenção, cura. Acredita que capacidades físicas não são dons, mas diálogos: se não forem estimuladas, se calam. Na infância, foram as brincadeiras no mato e os rios de Minas que a ensinaram a amar a natureza. Na adolescência, o Eco Challenge na TV mostrou que aventura não era só esporte, mas estratégia e resistência psicológica. A sua primeira corrida de aventura, em 2002, confirmou: tinha encontrado não um hobby, mas uma forma de existência. Formada em Educação Física, transformou a ciência do movimento em bússola. Sabia que, para perseverar precisava de coerência – não heroísmo. Treino meticuloso, periodização inteligente, recuperação sagrada. Em pouco mais de duas décadas, inúmeras corridas de aventura com 8 participações em campeonatos mundiais, dois Ironman e diversas competições de mountain bike, aprendeu que o corpo aguenta mais do que a mente acredita – e que ambos se fortalecem no mesmo ritmo. Professora por vocação, enxerga cada prova como uma oportunidade: o que importa não é só cruzar a linha de chegada, mas mostrar que excelência física é construção diária, não milagre. Mas a verdadeira prova começa onde o mapa termina: na arte de gerenciar incômodos. Sono fragmentado, mochilas pesadas, dúvidas que evocam o famoso "desista". A corrida de aventura a fez mais sensível às maravilhas da natureza, das matas, dos rios, do sol e da lua. Tudo isso tem uma relação enorme com a pessoa que se tornou, com a profissão que escolheu e com a maneira como transmite sua vasta experiência às pessoas ao seu redor. Conosco aqui, ela que não é somente uma atleta, é uma educadora física apaixonada pelo corpo humano e a experiência motora, alguém que respira e se completa no mato, para o mato, com o mato. A atual campeã sul-americana de Corridas de Aventura que aprendeu em incontáveis horas de aventura que o desconforto é passageiro – e que autoconhecimento é o único equipamento obrigatório, a especialista em sofrimento, a nova-limense Mariana Pontes Marques. Inspire-se! Um oferecimento da Meia do Correrdor Lupo Sport. Compre com desconto clicando aqui. @luposportoficial SIGA e COMPARTILHE o Endörfina através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
Hometown Radio 05/15/25 5p: Guest Host Jeanette Trompeter talks with SLO County Administrative Officer Matt Pontes
Have a Social with the Saints! Receive encouragement for your daily life as we meet & discuss the 'Mother Teresa of Brazil.' Who was she? How will she help and inspire you? Be encouraged and inspired for your daily life! Get a free quote card and pamphlet of St. Dulce Pontes here. We invite you to share them with friends and family. We want to hear from you! What struck you about St. Dulce Pontes? Please send us your feedback to join the conversation by email at ministry@pilgrimcenterofhope.org The official Socials with the Saints theme song is “Hero's Ascent” by Chris Haugen. Used with permission. Thanks for listening and remember, you are never alone in the communion of the saints! May God bless you. Help us spread hope!
A revealing moment for the Cardinals and all who evaluate or rank their prospects came in the first round of the 2021 MLB Draft. With the 18th pick, the Cardinals went straight back to their sweet spot and chose Michael McGreevy, a right-handed pitcher out of UC-Santa Barbara and straight from central casting. He fit the profile of the pitcher the Cardinals had taken many times before. McGreevy has elbowed his way into the Cardinals' plans for their starting rotation less than four years later. All around the pick, the game and how rivals evaluated pitching was changing. That's the description Baseball America prospects writer Geoff Pontes provides in a brand new episode of the Best Podcast in Baseball with host and Post-Dispatch baseball writer Derrick Goold. Pontes is fresh off ranking the Cardinals' top 10 prospects for the industry's leading prospect magazine, and he joins the podcast hours after finishing the organization's top 30 prospects for Baseball America's Handbook. That indispensable rite of spring training is more of a guidebook this season for Cardinals' fans as it will show them where the Cardinals begin this reinvestment in player development -- and how far they have to go. Pontes discusses how chose between 2024 first-round pick JJ Wetherholt and 2024 BA Pitcher of the Year Quinn Mathews for the Cardinals' No. 1 prospect. He provides insight on two names to know, rising electric talent Yairo Padilla, a shortstop and one of the youngest players at his or any level, and catcher/slugger Rainiel Rodriguez, who had 10 home runs and a 1.145 OPS in 41 games this past summer for the Cardinals' academy team in the Dominican Republic. Pontes describes how the Cardinals fell behind on pitching development while staying ahead of other teams with how they approached hitters. The Cardinals have produced a steady stream of contributing hitters, either for them or other teams, but the podcast explores how they've been unable to launch one thing: a tent-pole hitter for the lineup. Within Pontes' top 10 from the Cardinals system, there are four hitters in the top eight, and could one of them (Wetherholt, Chase Davis) be that talent? Pontes offers his sleeper prospect within the organization and what Cardinals are likely to be top 100 talents in all of the minors, with Wetherholt likely headed for the top 30. Located in Massachusetts, Pontes saw how Chaim Bloom revived Boston's pitching pipeline, even if he's no longer there to benefit from it, and details how the Cardinals are ahead of the Red Sox and could see the same improvement under Bloom's leadership. Pontes gives details on where the Cardinals can improve, and toward the end of the podcast the conversation arrives at the crux of the Cardinals' "reset": How they got there. What was the tell in the 2021 draft. How they up to pace, and how fast. Two pitchers might offer early indications of the direction the Cardinals are headed and the improvements afoot: right-hander Tekoah Roby and lefty Cooper Hjerpe. They rank Nos. 6 and 7, respectively, in Pontes' top 10 for the Cardinals system. Both have upside, and Pontes is bullish on one of them -- especially as the Cardinals modernize their approach to pitching around him. The Best Podcast in Baseball is sponsored by Closets by Design of St. Louis and it's a production of the St. Louis Post-Dispatch, StlToday.com, and Derrick Goold. It is available wherever you get your podcasts, from iTunes to Spotify, to right there on the StlToday.com web site. Happy holidays and here's to a healthy start to a new year.
In this episode, you'll hear the inspiring story of Thalys Pontes, owner of Tap BJJ Academy in Rock Hill, South Carolina. At just 24 years old, Thalys, an IBJJF World Champion, has already accumulated a wealth of life experience. From living in Jiu-Jitsu academies, teaching private classes in exchange for food, to traveling and competing in 21 countries, his journey is nothing short of remarkable.