1985 studio album by Metrô
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No episódio #110 do Podcast do Em Busca do Cavalo Crioulo, Fagner Almeida recebe Fernando Segala Gravina, técnico credenciado, criador e um profundo conhecedor da seleção do Cavalo Crioulo.De origem urbana e apaixonado por cavalos desde a infância, Fernando conta como começou sua trajetória, a decisão de deixar uma carreira promissora no agronegócio e a conquista do primeiro lugar no processo seletivo para técnicos da ABCCC.A conversa avança para um dos temas mais delicados da criação: a relação entre técnico e criador. O técnico é contratado para orientar ou apenas para confirmar aquilo que o criador já decidiu? Quem assume a responsabilidade quando uma indicação não entrega o resultado esperado? E como preservar a amizade quando chega o momento de contrariar, recusar um animal ou simplesmente dizer “não”?Fernando também fala sobre a cobrança por resultados na própria criação, os limites entre gosto pessoal e seleção racial, a evolução dos critérios de julgamento e os riscos de o Cavalo Crioulo moderno perder sua identidade de animal forjado no campo.Um episódio franco sobre técnica, confiança, vaidade, responsabilidade e as escolhas que determinam o rumo de uma criação.Apresentação e mediação: Fagner AlmeidaRealização: Em Busca do Cavalo CriouloParceiros: Vetnil - Líder em saúde animal.Bianca Cassol - Alma do Campo @biancacassol.almadocampo) Selaria Augusto Uhry - (@selariaaugustouhry) Faça parte do grupo de Em Busca e saiba das novidades.https://chat.whatsapp.com/BplztTy93Qh4yfyxce7rrX?s=cl&p=i&mlu=4&ilr=4
Campanha #FazAXepa propõe mudar a percepção sobre alimentos considerados sobras ou fora do padrão estético e chama atenção para os impactos sociais e ambientais do desperdício. A iniciativa incentiva mudanças dentro de casa, mas também defende ações conjuntas de empresas, poder público, academia e sociedade.
Os ativos digitais deixaram de ser um tema restrito ao universo da tecnologia e passaram a ocupar um espaço crescente nas discussões sobre o futuro do mercado financeiro. Neste episódio do Olhar de Especialista, conversamos sobre blockchain, tokenização, custódia, stablecoins e o papel dos criptoativos dentro do ecossistema financeiro atual. Para aprimorar o encontro, recebemos Courtnay Guimarães, Head de Estratégia de Ativos Digitais do Bradesco, e Guilherme Giserman, Head da Mesa Trading de Criptoativos do Bradesco, que compartilham diferentes perspectivas sobre a evolução dessa infraestrutura, os desafios de segurança, os avanços regulatórios e as oportunidades trazidas pela digitalização dos mercados.
Quem ouve, sente. Com Thomas Anahory.
Vasco Gaspar é psicólogo, formador e facilitador, com trabalho nas áreas da psicologia somática, trauma, Internal Family Systems e meditação.Neste episódio, partimos da pergunta, “quem somos nós por baixo de tudo aquilo que aprendemos a ser?”Falamos sobre essência, intuição, relações, propósito, as partes de nós que permanecem intactas e a diferença entre conhecermo-nos e ter coragem para viver de acordo com aquilo que descobrimos.Um episódio sobre olhar para dentro, e descobrir tudo aquilo que ainda pode nascer através de nós.
Bárbara Branco começou a representar tão cedo que a carreira se tornou a sua maior fuga. A atriz reflete sobre a necessidade urgente de abrandar, a perturbação com a agressividade na internet e a exigência física e mental de dar corpo a Lady Macbeth na reabertura do Teatro Nacional D. Maria II. Aborda ainda o novo desafio enquanto narradora do novo podcast Plus do Observador, "Os Escândalos de uma Revolucionária" e assume que, num mundo polarizado, um gesto de afeto é o ato mais revolucionário. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Devocional do dia 26/09/2026 com o tema: Entregue-se De Gênesis a Apocalipse, vemos que é Deus quem cria, sustenta, restaura e conduz todas as coisas com um propósito: a redenção da criação da qual fazemos parte. Olhar para a Bíblia é enxergar o amor do Todo-Poderoso por tudo o que ele criou, inclusive por você e por mim. Quando olhamos para o Novo Testamento, essa trajetória se torna ainda mais clara: Jesus caminha rumo à cruz. No evangelho de Marcos, ele vai à frente, realizando sinais e maravilhas. Isso é poderoso! Cristo sempre liderou, ensinando os apóstolos gradualmente a realizar as mesmas obras que fazia. O Mestre não seguia projetos humanos, mas obedecia ao plano perfeito do Pai mesmo que isso envolvesse dor e rejeição (Jo 6.38).E aqui cabe uma pergunta: quem tem liderado a sua vida? LEITURA BÍBLICA: Marcos 10.32-34 [O Senhor e os discípulos] estavam subindo para Jerusalém, e Jesus ia à frente (Mc 10.32a).See omnystudio.com/listener for privacy information.
Pra uns, você é demais.Pra outros, talvez seja exatamente o que faltava.Alguns vão dizer que você fala alto demais, que ri alto demais, que sente demais. Outros vão agradecer por você existir exatamente do jeito que é.Essa é uma das coisas que a vida nos ensina: cada pessoa enxerga o mundo a partir da sua própria história, das suas experiências, das suas verdades.Nem todo olhar sobre nós precisa nos definir.Mas também é importante ter coragem para olhar para dentro. Reconhecer o que precisa ser melhorado, aprender com os erros, rever caminhos. Afinal, ninguém está pronto. A vida também é esse processo de aprender, amadurecer e se tornar, um pouco a cada dia, uma pessoa melhor.Então, continue sendo você.Continue sentindo. Continue se emocionando. Continue tendo coragem de ser verdadeiro.Só não deixe de aprender.O equilíbrio está justamente aí: ser fiel àquilo que somos, sem perder a humildade de reconhecer aquilo que ainda podemos nos tornar.
Do agendamento escolar à representatividade na universidade. Venha entender como as visitas mediadas e o contato com a educação museal transformam a relação dos estudantes da rede pública com os espaços culturais e expandem seus horizontes.VEM PRO ESPAÇO!Praça da Liberdade, 700Belo Horizonte – MG CEP: 30140-010 Telefone (Recepção): (31) 3409-8350Telefone (Assessoria de Comunicação): (31) 3409-8383NOSSOS LINKS:Blog do EspaçoInstagramRealização: Espaço do Conhecimento UFMG Pró-reitoria de Cultura UFMG (Procult)Universidade Federal de Minas GeraisTexto original: Jonathan BarbozaAdaptação e trabalhos de áudio: Samuel LacerdaSupervisão e revisão geral: Fernando SilvaCoordenação: Vanessa Brandão
Pra uns, você é demais.Pra outros, talvez seja exatamente o que faltava.Alguns vão dizer que você fala alto demais, que ri alto demais, que sente demais. Outros vão agradecer por você existir exatamente do jeito que é.Essa é uma das coisas que a vida nos ensina: cada pessoa enxerga o mundo a partir da sua própria história, das suas experiências, das suas verdades.Nem todo olhar sobre nós precisa nos definir.Mas também é importante ter coragem para olhar para dentro. Reconhecer o que precisa ser melhorado, aprender com os erros, rever caminhos. Afinal, ninguém está pronto. A vida também é esse processo de aprender, amadurecer e se tornar, um pouco a cada dia, uma pessoa melhor.Então, continue sendo você.Continue sentindo. Continue se emocionando. Continue tendo coragem de ser verdadeiro.Só não deixe de aprender.O equilíbrio está justamente aí: ser fiel àquilo que somos, sem perder a humildade de reconhecer aquilo que ainda podemos nos tornar.
Há histórias que parecem limitadas aos olhos de quem vê de fora. Pessoas subestimadas, caminhos interrompidos, capacidades questionadas e oportunidades que nunca chegam. Mas e se o problema não estiver apenas naquilo que alguém consegue ou não consegue fazer — e sim na forma como escolhemos enxergar?Esta mensagem convida a confrontar percepções, rever certezas e perceber o que pode estar escondido por trás de rótulos, aparências e julgamentos precipitados. Uma palavra intensa sobre valor, propósito, fé e responsabilidade, que pode fazer você sair com uma pergunta difícil de esquecer: quantas coisas Deus já colocou diante de nós que simplesmente ainda não aprendemos a enxergar?---Ministração da Pra. Aline Santos (Igreja Batista Atitude, RJ) nos Cultos de Celebração de 20 de setembro de 2026.Se ao ouvir esta mensagem você tomou uma decisão por Jesus ou reconciliou com Deus, queremos te ajudar nessa nova vida. Se você também precisa de oração ou quer participar de um life group, acesse o link: www.paz.vc/sp
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
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Duzentos anos depois de Nicéphore Niépce ter fixado uma imagem de forma permanente, a RFI assinala o bicentenário da fotografia com o projecto multimédia “200 Anos-Luz”. Para o fotógrafo angolano Délio Jasse, a multiplicação das imagens não destruiu o olhar, mas tornou-o mais apressado. O desafio continua a ser regressar aos arquivos para compreender o presente e construir novas memórias. Há dois séculos, o extraordinário era conseguir fazer uma imagem permanecer. Hoje, num mundo em que se produzem e descartam milhares de fotografias todos os dias, o problema parece ser o contrário: como fazer uma imagem durar? Para Délio Jasse, fotógrafo angolano cujo trabalho cruza fotografia, documentos e arquivos, não deixámos de olhar, mas alterámos a maneira como o fazemos. “Banalizámos um bocado este olhar. Não perdemos, continuamos a olhar. Mas banalizámos a maneira de olhar para a fotografia. Esse é o grande problema.” Convidado pela RFI a pensar estes 200 anos de fotografia a partir de uma única imagem, Délio Jasse regressa a Angola e a uma fotografia de Agostinho Neto que guarda desde cedo na memória. “Como cidadão, como observador, tenho essa imagem muito presente de Agostinho Neto, de 1974”, explica, evocando o retrato que viria também a circular em notas e outros suportes oficiais. Não é apenas a figura representada que lhe interessa, mas aquilo que aquela imagem anuncia: uma nova linguagem visual no momento em que o país se aproximava da independência. Para o fotógrafo, olhar para o passado nunca significa simplesmente reproduzi-lo. O arquivo é matéria de transformação. “Inventar, não. Mas construímos uma nova memória”, afirma. “Temos sempre de olhar para trás para seguirmos em frente e construirmos. Porque, na verdade, o futuro é agora.” No seu trabalho, fotografias, carimbos, documentos administrativos e vestígios anónimos deixam de funcionar apenas como testemunhos de uma época e tornam-se materiais para produzir outras leituras dessa mesma história. Essa relação com o arquivo ganha ainda mais importância num tempo dominado pela imagem digital. A rapidez trouxe novas possibilidades, mas também novas dúvidas. “Quando olhamos para uma fotografia digital, é facilmente manipulada”, observa. Délio Jasse lembra que a fotografia analógica também foi manipulada ao longo da história, mas considera que a facilidade técnica contemporânea contribuiu para enfraquecer a atenção: “Esse não olhar para a fotografia com olhos de ver acaba sempre por dar uma outra perspectiva.” O digital, contudo, não é para ele um inimigo do analógico. Pelo contrário, os dois coexistem no seu processo criativo. “Cruzo as duas ferramentas, digital e analógico”, explica. Continua a recorrer a técnicas antigas de impressão, como a cianotipia e outros processos históricos, combinando-as com meios digitais e com uma investigação sistemática de fotografias e documentos encontrados. É precisamente nesses materiais aparentemente insignificantes que Délio Jasse procura novas histórias. Documentos comprados em mercados ou encontrados na Feira da Ladra podem transformar-se no ponto de partida de um trabalho. “Ninguém lhes dá importância nenhuma. Eu retiro desse anonimato um arquivo oficial e exponho pequenos fragmentos, pequenas nuances que estão nesses documentos e fotografias.” Fotografar uma fotografia faz também parte desse processo. Ao reproduzir uma imagem antiga em papel, muitas vezes já sem o negativo original, o fotógrafo cria um novo objecto. “Crio um novo documento, crio um novo negativo para estas fotografias que não tinham negativo. Crio um segundo negativo a partir do meu olhar”, explica. A reprodução deixa, assim, de ser apenas uma cópia: passa a integrar uma nova camada de interpretação. E há informação que só sobrevive precisamente porque a fotografia existe enquanto objecto físico. “Quando tens uma fotografia em papel, por detrás da fotografia temos um carimbo, ou uma dedicatória do avô ou do bisavô de alguém”, observa. “No negativo não temos informação nenhuma, não sabemos qual é a proveniência.” Para Délio Jasse, o verso de uma fotografia, o nome do impressor, uma data ou uma dedicatória podem ser tão importantes para a investigação como aquilo que aparece na própria imagem. É nesse cruzamento entre imagem, documento e História que regressa a fotografia escolhida pela redacção em português da RFI para o projecto “200 Anos-Luz”: Amílcar Cabral, em 1971, a caminhar numa zona libertada da Guiné-Bissau, acompanhado por outros homens, quando a independência ainda estava por conquistar. Délio Jasse vê nessa fotografia uma mudança de estatuto. “Para mim, esta imagem é muito importante porque é uma imagem séria. Cabral já não estava escondido nas matas. Já era visto como um político, um libertador”, considera. Depois de saber que a fotografia foi realizada pela italiana Bruna Polimeni, sublinha sobretudo a transformação visual de Cabral: “Já tinha um olhar de libertador, de revolucionário, de político, já não como o militar escondido nas matas.” A fotografia foi feita antes da independência, mas é hoje inevitavelmente observada à luz do que aconteceu depois. Ainda assim, Délio Jasse acredita que há imagens capazes de conservar uma força própria para além da interpretação que lhes acrescentamos. “É uma imagem que nos fala por si. Tem muito por trás dessa imagem”, afirma. E lembra que, em 1971, a relação do público com a fotografia era profundamente diferente: “Não havia tanto acesso à fotografia como hoje. Esta fotografia era muito importante para a altura.” Entre o Agostinho Neto que Délio Jasse guarda na memória e o Amílcar Cabral escolhido pela RFI há, afinal, uma questão comum: quem passa a ter o poder de construir a própria imagem. No caso de Agostinho Neto, o fotógrafo vê o aparecimento de “uma nova fotografia, fotografada por um fotógrafo angolano, fotógrafo africano, não do regime anterior”. Uma imagem que acompanha, segundo ele, “uma nova abordagem, um homem novo”. Duzentos anos depois de Niépce, a fotografia tornou-se instantânea, multiplicável e quase omnipresente. Mas, para Délio Jasse, continua a exigir aquilo que a abundância das imagens tende a retirar-nos: tempo. Tempo para observar, procurar o que está fora do enquadramento, ler o verso de uma fotografia e perceber de onde vem. Porque, se a fotografia fixa um instante, é o olhar, e aquilo que fazemos com esse instante, que decide quanto tempo ele continuará vivo.
Nesta mensagem sobre a volta de Jesus, a ressurreição e o Céu, cantamos alguns hinos que nos animam a prosseguir lutando! (Veja minhas anotações abaixo.) Agradecimento especial à Jackeline G. Kühn e Ludmilla, que de última hora aceitaram ajudar à congregação cantando os hinos.Apresentada originalmente em 22 de agosto de 2026 na Washington Brazilian Church, em College Park, Maryland, USA.HINO #1 - 455 Verei JesusFilipenses 3:10-11Mat 24:29-31milhares de anjosmil gerações se encontrarãoHINO #2 - 502 saudadeVocê já sentiu saudades de um lugar onde nunca esteve?Isaias 65:17-25HINO #3 - 482 junto ao rio Jordão HINO #4 - 460 decidi olhar pra o amanhã Pra onde voce olha? Para o hoje ou para o amanhã?Olhar p/ o amanhã é util em varias areas da vida:saude, financas, relacionamentos, mas especialmente na vida espiritual. Aqui e agora nao podem ser o meu foco. 1a estrofe: “Decidi olhar para o amanha, e assim vou permanecer em pé, pondo em Deus a minha fé”O que significa colocar em Deus a minha fé?Heb 11:6 - sem fé…Rom 10:172a estrofe: “Decidi no trilho estreito andar… pois eu sei que o tempo bem perto está”Cristãos do caminho largo ou do trilho estreito? - Mat 7:13-143a estrofe: “trombetas vão soar, Jesus em glória descerá para os Santos Seus buscar.”Quem são os santos a quem Jesus vem buscar? Apoc 7:13-17 - lavaram as suas vestiduras…O tempo está perto Apoc 22:10-17HINO #5 - 464 nao desistiraquele que perseverar até o fim… Mat 24:13Apoc 21:1-8HINO #6 - 506 - Eu Não Preciso Mais Sonhar
As decisões de tecnologia dependem e impactam a receita. Neste episódio, Rafael Lima, CTO, explica como relacionar arquitetura, dados, segurança e IA aos resultados da empresa. A conversa aborda a formação de líderes, o uso de IA na geração e revisão de código, a importância da engenharia de contexto e os investimentos necessários para sustentar escala. Além disso, o episódio levanta os aprendizados de uma iniciativa que aplicou IA à decomposição de um sistema sem fornecer contexto suficiente.Referência: Livro A Meta, de Eliyahu M. Goldratt e Jeff Cox Siga o DoTheMATH para acompanhar conversas sobre dados, IA, tecnologia e negócios. Novos episódios toda quarta e sexta. Apresentação Marcel Ghiraldini, CSO, MATH Lourenço de Paula, Growth Executive Director, MATH Convidado Rafael Lima, CTOCapítulos 00:00 Decisões técnicas, ROI e trajetória 02:59 Segurança na atuação do CTO 07:41 Formação de líderes e sucessores 15:09 IA aplicada ao desenvolvimento de software 22:16 Contexto e erros em projetos de IA 25:33 Plataformas, dados e capacidade de escala 37:14 Aprendizados, métricas e receitaPara ouvir e seguir:
Os problemas no casamento podem estar na superfície ou ter raízes mais profundas. O que vocês discutem revela toda a dificuldade ou apenas a parte mais visível dela?Neste vídeo, converso sobre problemas superficiais e enraizados no casamento e a importância de distinguir essas duas camadas para compreender os conflitos na vida a dois.Uma discussão pode parecer pequena e, ainda assim, tocar em algo importante para o casal. Olhar para o que está por trás desses momentos abre espaço para compreender melhor a relação e o que merece atenção.Na sua percepção, o que torna mais difícil reconhecer a raiz de um conflito? Compartilhe sua reflexão nos comentários, sem expor detalhes íntimos.Inscreva-se no canal para acompanhar mais conversas sobre casamento, relacionamentos e vida a dois. Compartilhe este vídeo com quem pode se beneficiar dessa reflexão.Você está buscando a cura e a restauração do seu casamento?Acesse o link abaixo para conhecer a nossa mentoria de casais “a última chance” e ser selecionado em uma sessão experimental.https://canalvoceeeu.com/a-ultima-chance/#conflitos #Casamento #Relacionamento
[Ficção] Resenha do livro “Stone Blind: Medusa's story” (tradução livre: “Completamente cega: história de Medusa”), de Natalie Haynes. O texto escrito está nesse link.Se você gosta de mitologia grega, vai amar esse livro. Se não gosta, corre o risco devorar fã depois da leitura.A gente sempre pensa da medusa como o retrato de uma mulher amarga, com cabelos de cobra, recalcada, má e sem coração, que transforma todo mundo em pedra só de olhá-la. Pois aqui a gente fica sabendo o que realmente fez com que ela se tornasse esse monstro cuja história atravessa os séculos.Recomendo demais — aqui tem a mistura completa de diversão e reflexão. Vem ouvir!A boa notícia é que esse livro tem em português como o título “Olhar petrificante”, e você pode adquirir o seu clicando nesse link da Amazon do Brasil.Lembrando que você pode ouvir todos os episódios, fazer buscas, comentar e comprar o livro nesse link: www.minhaestantecolorida.com
Desde 2023, a solidão é uma epidemia indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Uma em cada cinco pessoas no mundo diz se sentir sozinha. Essa pesquisa, divulgada em agosto de 2026 pela Gallup, concluiu que a solidão não pode ser avaliada apenas a partir de experiências individuais, mas que há uma perspectiva social para ser olhada a partir desses números. O aumento na sensação de solidão tem tudo a ver com a crise de saúde social. Segundo o Instituto Amuta, saúde social é a sensação de ter e manter conexões em três campos. O primeiro é estrutural e mais simples: é saudável que tenhamos contato com pessoas por algum tempo dentro das nossas rotinas. O tempo e o volume variam, mas é importante que nós tenhamos a possibilidade de passar tempo acompanhados. Nossa conversa de hoje é sobre o aumento do debate sobre saúde social, como chegamos a essa epidemia de solidão e o que nós estamos fazendo intencionalmente para fugir dela. ------------------PITAYA: O CLUBE DE CALCINHAS QUE AMAMOS AMARassinepitaya.com.brCupom: DONAS15------------------UM AIRBNB EM GRAMADO PRA CHAMAR DE NOSSOhttps://www.airbnb.com.br/rooms/33580406?unique_share_id=891d6240-97dc-4f1f-ad72-5138ea8cf351&viralityEntryPoint=1&s=76* Chama a Dâmaris no chat e conta que é nossa apoiadora, tá? Tem condição especial! :)------------------PRODUTOS DO DONAS DA P* TODA!www.enxamecolaborativo.com.br/brands/Donas-da-P-TodaAPOIE O PODCAST!www.apoia.se/donasdaptoda-----O Donas da P* Toda é um podcast independente. Produção, roteiro e apresentação: Larissa Guerra (@larissavguerra) e Marina Melz (@marinamelz)Edição e tratamento de áudio: Bruno Stolf (@brunostolf)Todas as informações em www.donasdaptoda.com.br e @donasdaptoda.
O que a França pode nos ensinar sobre cultura, arte, vinho, luxo e, sobretudo, sobre a maneira como aprendemos a olhar o mundo?.No episódio #153 do BacoCast, recebo Edis Lima, fundadora da @beminparis e curadora de experiências culturais em Paris, que vive em França há quase três décadas e construiu um profundo repertório sobre história, arte, patrimônio, cultura francesa e experiências..Uma conversa que começa em Paris, mas atravessa diferentes territórios da França para compreender como história, arquitetura, gastronomia, savoir-faire e a cultura do vinho ajudam a construir identidade, percepção de valor e experiências que permanecem muito depois de uma viagem terminar..Conversamos sobre a educação do olhar, a diferença entre visitar e verdadeiramente compreender um lugar, o significado do luxo para além do preço, a construção de repertório cultural e a capacidade francesa de transformar patrimônio em valor..E, inevitavelmente, chegamos ao vinho..Porque compreender regiões vitivinícolas francesas como Champagne, Bourgogne, Bordeaux, Loire, Alsace, Jura, Rhône ou Provence vai muito além de conhecer denominações ou degustar grandes rótulos. O vinho também é uma linguagem através da qual um território conta a sua história, preserva saberes e comunica cultura..Nesta conversa, refletimos ainda sobre enoturismo, curadoria de experiências e uma questão essencial, o que diferencia simplesmente visitar uma vinícola de realmente vivenciar um território vínico?.Um episódio para quem acredita que viajar pode ser muito mais do que colecionar destinos, e que repertório talvez seja uma das formas mais duráveis de luxo..▶️ BacoCast #153Convidada: Edis Lima | @beminparis |https://beminparis.comHostess: Dayane Casal | @dayanecasal | https://dayanecasal.com.
Wagner de Assis é conhecido por transformar em cinema histórias que questionam os limites entre o que podemos ver e o que escolhemos acreditar. Responsável por levar multidões às salas brasileiras com os sucessos da franquia "Nosso Lar" e a cinebiografia "Kardec", o cineasta agora atravessa fronteiras para estrear seu projeto mais ambicioso, o primeiro totalmente em língua inglesa. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O lançamento mundial de "As Irmãs Fox", coprodução com os Estados Unidos, aconteceu no North Hollywood CineFest e traz a fascinante e conturbada trajetória de Leah, Kate e Maggie Fox, jovens norte-americanas, que, em meados do século XIX, se transformaram nas figuras centrais de um movimento que se espalhou dos Estados Unidos para diferentes partes do mundo. Se em trabalhos anteriores o diretor carioca buscou a consolidação doutrinária ou a jornada após a morte, esse novo longa combina drama histórico, suspense, elementos sobrenaturais e desperta debates sobre ciência, crença e os limites entre o mundo material e o espiritual. Segundo Assis, a trama funciona quase como uma reparação histórica. Para ele, trazê-la, principalmente, ao público norte-americano é expor um capítulo negligenciado da própria cultura local. "Essas mulheres eram as mais famosas da América no século XIX e a minha maior surpresa foi descobrir que foram quase apagadas da história. As poucas coisas registradas sobre elas dizem que eram uma fraude, que eram mentira e isso não é verdade. Quando eu entendi que esse tipo de história merecia ser contada, comecei a descobrir o quanto essa América inteira do século XIX tinha desaparecido", contou o diretor à RFI. Para fazer a produção e o roteiro, também assinados por ele, foram cerca de 10 anos de pesquisas e imersão em arquivos históricos. "Eu conhecia a história delas de uma maneira muito enciclopédica. Quando eu decidi fazer o filme, percebi a quantidade de livros que existiam naquela época. Pelo menos duas biografias, um livro da Leah Fox, que a gente menciona no próprio filme. Jornais, artigos, elas chegaram a frequentar a Casa Branca para ajudar como médiuns. Eu fui para lugares impensáveis. A costa leste norte-americana tinha mais de 70 jornais espiritualistas", detalha. "Eu tinha feito a biografia do Kardec e falei: 'Acho que é bom fechar o ciclo.' Começa com elas, o que o Arthur Conan Doyle chamou de uma 'invasão organizada dos espíritos'. Porque quando explode o movimento, explode para o mundo inteiro e depois chega a Kardec, eu achei que seria válido entender essa realidade e colocar na tela", explica Assis. O Brasil como cenário A história se passa totalmente nos Estados Unidos; é uma produção de época, mas a maioria das filmagens foi no interior de casarões históricos no Rio de Janeiro, com algumas cenas no país norte-americano. “Olhar para o passado é muito fácil. Julgar o passado é muito fácil e distorcer o passado é muito fácil também. Mas talvez tirar um pouco desse julgamento, pular lá para trás e tentar respirar aquela época e deixar essa época funcionar é um desafio de produção enorme. A gente precisava de um desenho de produção potente e de interpretações que absolutamente estão à altura", avalia Assis. Mas foram as filmagens no próprio país onde aconteceu a história que flertaram com o extraordinário. Nas locações no estado de Connecticut, a equipe precisava de paisagens cobertas pela neve para retratar com autenticidade passagens cruciais do roteiro. "E eu queria muito que tivesse neve, porque naquele dia 31 de março de 1848, tinha um relato de que nevou muito na área. Quando a gente começou a ver a previsão do tempo, as pessoas diziam assim: ‘não há a menor condição de ter neve' porque não neva há quatro anos. E eu falei: 'claro, se não tiver neve, vou ter que colocar neve digital. Mas bem que podia ter neve'. Eu falei só isso. E no dia em que a gente ia filmar o exterior, que precisaria filmar com neve, caíram 10, 15 centímetros de neve pesada, e depois não nevou mais. Falei: 'Gente, é quase uma bênção'. Sei que é só um fenômeno da natureza, mas gosto de falar que a natureza ajudou a arte", lembra o diretor. O elenco reúne talentos dos Estados Unidos e do Brasil. As irmãs Fox são interpretadas pelas norte-americanas Sionne Elise, Jamie Hughes e Marie McHugh (essa última também com cidadania brasileira). No papel de Margareth Fox, mãe das três, está a atriz paulista Daniela Galli. "A família Fox tem uma linhagem de mulheres fortes para a época em que viveram. Pesquisando sobre a minha personagem, soube que ela cresceu no Canadá, em uma família de imigrantes russos e mudou para os Estados Unidos porque se casou com um norte-americano", explica a atriz. "O marido enveredou pelo alcoolismo e ela decidiu se separar. Então ela criou as filhas sozinhas num país que não era o dela no início do século 19. Então, as mulheres da família Fox também sofreram as consequências sociais e o preconceito por terem uma vida diferente dos padrões morais e do conhecimento disponíveis na época”, conclui Daniela Galli. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 24 de setembro.
A ceia nos ensina para onde olhar - Pr. Paulo Brito Junior by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Neste episódio marcante do Podcast Adoção é Mais, você vai conhecer a visão de um filho adotivo que compartilha suas experiências, sentimentos e aprendizados — e nos ensina muito sobre empatia, escuta e presença. Mas este episódio não é só sobre adoção. É sobre como todos os pais, biológicos ou adotivos, podem aprender a ler os sinais emocionais de seus filhos. Como perceber o que seu filho sente, mesmo quando ele não fala?Que comportamentos escondem pedidos de atenção ou ajuda?Por que a escuta ativa e o olhar sensível são fundamentais na criação dos filhos?Prepare-se para uma conversa profunda, leve e transformadora — um convite para enxergar o cotidiano familiar com mais cuidado, amor e consciência.Ouça agora e compartilhe com quem também acredita que ser pai ou mãe é um aprendizado contínuo.
Wagner de Assis é conhecido por transformar em cinema histórias que questionam os limites entre o que podemos ver e o que escolhemos acreditar. Responsável por levar multidões às salas brasileiras com os sucessos da franquia "Nosso Lar" e a cinebiografia "Kardec", o cineasta agora atravessa fronteiras para estrear seu projeto mais ambicioso, o primeiro totalmente em língua inglesa. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O lançamento mundial de "As Irmãs Fox", coprodução com os Estados Unidos, aconteceu no North Hollywood CineFest e traz a fascinante e conturbada trajetória de Leah, Kate e Maggie Fox, jovens norte-americanas, que, em meados do século XIX, se transformaram nas figuras centrais de um movimento que se espalhou dos Estados Unidos para diferentes partes do mundo. Se em trabalhos anteriores o diretor carioca buscou a consolidação doutrinária ou a jornada após a morte, esse novo longa combina drama histórico, suspense, elementos sobrenaturais e desperta debates sobre ciência, crença e os limites entre o mundo material e o espiritual. Segundo Assis, a trama funciona quase como uma reparação histórica. Para ele, trazê-la, principalmente, ao público norte-americano é expor um capítulo negligenciado da própria cultura local. "Essas mulheres eram as mais famosas da América no século XIX e a minha maior surpresa foi descobrir que foram quase apagadas da história. As poucas coisas registradas sobre elas dizem que eram uma fraude, que eram mentira e isso não é verdade. Quando eu entendi que esse tipo de história merecia ser contada, comecei a descobrir o quanto essa América inteira do século XIX tinha desaparecido", contou o diretor à RFI. Para fazer a produção e o roteiro, também assinados por ele, foram cerca de 10 anos de pesquisas e imersão em arquivos históricos. "Eu conhecia a história delas de uma maneira muito enciclopédica. Quando eu decidi fazer o filme, percebi a quantidade de livros que existiam naquela época. Pelo menos duas biografias, um livro da Leah Fox, que a gente menciona no próprio filme. Jornais, artigos, elas chegaram a frequentar a Casa Branca para ajudar como médiuns. Eu fui para lugares impensáveis. A costa leste norte-americana tinha mais de 70 jornais espiritualistas", detalha. "Eu tinha feito a biografia do Kardec e falei: 'Acho que é bom fechar o ciclo.' Começa com elas, o que o Arthur Conan Doyle chamou de uma 'invasão organizada dos espíritos'. Porque quando explode o movimento, explode para o mundo inteiro e depois chega a Kardec, eu achei que seria válido entender essa realidade e colocar na tela", explica Assis. O Brasil como cenário A história se passa totalmente nos Estados Unidos; é uma produção de época, mas a maioria das filmagens foi no interior de casarões históricos no Rio de Janeiro, com algumas cenas no país norte-americano. “Olhar para o passado é muito fácil. Julgar o passado é muito fácil e distorcer o passado é muito fácil também. Mas talvez tirar um pouco desse julgamento, pular lá para trás e tentar respirar aquela época e deixar essa época funcionar é um desafio de produção enorme. A gente precisava de um desenho de produção potente e de interpretações que absolutamente estão à altura", avalia Assis. Mas foram as filmagens no próprio país onde aconteceu a história que flertaram com o extraordinário. Nas locações no estado de Connecticut, a equipe precisava de paisagens cobertas pela neve para retratar com autenticidade passagens cruciais do roteiro. "E eu queria muito que tivesse neve, porque naquele dia 31 de março de 1848, tinha um relato de que nevou muito na área. Quando a gente começou a ver a previsão do tempo, as pessoas diziam assim: ‘não há a menor condição de ter neve' porque não neva há quatro anos. E eu falei: 'claro, se não tiver neve, vou ter que colocar neve digital. Mas bem que podia ter neve'. Eu falei só isso. E no dia em que a gente ia filmar o exterior, que precisaria filmar com neve, caíram 10, 15 centímetros de neve pesada, e depois não nevou mais. Falei: 'Gente, é quase uma bênção'. Sei que é só um fenômeno da natureza, mas gosto de falar que a natureza ajudou a arte", lembra o diretor. O elenco reúne talentos dos Estados Unidos e do Brasil. As irmãs Fox são interpretadas pelas norte-americanas Sionne Elise, Jamie Hughes e Marie McHugh (essa última também com cidadania brasileira). No papel de Margareth Fox, mãe das três, está a atriz paulista Daniela Galli. "A família Fox tem uma linhagem de mulheres fortes para a época em que viveram. Pesquisando sobre a minha personagem, soube que ela cresceu no Canadá, em uma família de imigrantes russos e mudou para os Estados Unidos porque se casou com um norte-americano", explica a atriz. "O marido enveredou pelo alcoolismo, ela decidiu se separar e criou a primeira filha sozinha num país que não era o dela no início do século 19. Então, as mulheres da família Fox também sofreram as consequências sociais e o preconceito por terem uma vida diferente dos padrões morais e do conhecimento disponível na época”, conclui Daniela Galli. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 24 de setembro.
Miguel Sousa Tavares comenta as notícias mais recentes em torno do MAI e a Moção de Censura apresentada pelo Chega ("Ventura está obcecado") para sublinhar que continua a não ver razões para a demissão do ministro perante tudo o veio a público. Sobre as diversas intervenções publicas de Luís Neves aponta criticas, "Não tem jeito nenhum para falar em público e acha que tem" e entende que escolheu o palco errado (a cerimónia da PSP na Madeira), "foi mais um passo em falso". Olhar critico ainda a a quem apontou o dedo à passagem de Montenegro pela praia, "quero ser governado por gente normal". Na Educação, o desalento com a fraca percentagem de alunos mais pobres que conseguiu aceder ao Ensino Superior, "isto não se recupera" e a culpa, entende, envolve a Fenprof. A questão de Ceuta e os novos sinais de guerra não passam também ao lado desta edição: "isto estilhaçou a Europa por todos os lados".See omnystudio.com/listener for privacy information.
Foi uma das reflexões que fiz durante a conversa com Jeronimo Jose Garcia Ruiz (@jeronimojosegarciaruiz), Presidente do Conselho de Administração do Hospital e Maternidade Sepaco (@hospitalsepaco), convidado do novo episódio do @interior_iza.Jeronimo acompanhou de perto décadas de transformação nas relações e nas normas de segurança do trabalho. E ele viu esse filme antes.Quando surgem avanços para proteger o trabalhador, muitas empresas primeiro enxergam ameaça, custo, exagero ou “frescura”.Hoje, com a atualização da NR-1 e a atenção aos riscos psicossociais, parte dessa resistência se repete.Só que o mundo do trabalho mudou. A cobrança aumentou. As relações ficaram mais complexas. E aquilo que acontece no ambiente profissional também pode impactar profundamente a saúde física e mental das pessoas.A provocação de Jeronimo é importante: e se, em vez de enxergar a mudança como ameaça, as empresas começassem a enxergá-la como oportunidade?Oportunidade de prevenir. De melhorar processos. De proteger pessoas. E, consequentemente, de construir organizações mais saudáveis e sustentáveis.Quero saber de você: saúde mental no trabalho ainda é tratada como “frescura” em algumas empresas?Comente e compartilhe este corte com quem precisa entrar nessa conversa.
Você ama a Deus no culto, mas será que sua vida inteira O adora? Até nas pequenas coisas, nas decisões, no trabalho, nos relacionamentos e no Secreto Deus continua olhando.Nesta mensagem, o pastor Matheus Veiga nos chama a viver uma fé integral, onde cada detalhe da nossa vida manifesta o Reino de Deus. Assista agora!
Stela foi a última convidada do nosso podcast. Atualmente, é uma das intérpretes de 'Macbeth', a encenação que reabre, em setembro, o Teatro Nacional D. Maria II, uma casa que se tornou particularmente importante no seu percurso enquanto atriz e pessoa. À conversa com Mariana Maia de Oliveira, fala sobre o primeiro contacto com o Teatro na escola, sobre as vulnerabilidades do trabalho de atriz, da importância de se sentir segura para arriscar artisticamente e dos primeiros grandes desafios profissionais, que surgiram no D. Maria II, ao lado de Pedro Penim, nomeadamente em 'A Farsa de Inês Pereira'. A conversa atravessa o seu processo de transição e a forma como este acompanhou e transformou o seu trabalho em palco. Olhar para a transição através do prisma do teatro permitiu-lhe perceber não apenas uma transformação pessoal, mas também artística. Nascida no Minho, cresceu rodeada pelas manifestações artísticas e populares de Arcos de Valdevez. O folclore, as roupas, a música, os gestos e toda a teatralidade deixaram uma marca profunda na sua identidade artística. Como diz durante a conversa: “O primeiro contacto que eu tive com arte foi essa arte produzida pela aldeia.” É também às origens que regressou com 'Gente da minha terra', uma performance desenvolvida com pessoas da sua aldeia e pessoas queer e da qual também fala neste episódio. Uma conversa para ouvir na íntegra, nas plataformas digitais. Sugestão Cultural:
Este poema trata da celebração do amor, da admiração estética e da conexão íntima entre duas pessoas.
O Santos está nas quartas de final da Sul-Americana e terá pela frente o Atlético-MG na briga por uma vaga na semifinal. Tão próximo de uma disputa por título, o Peixe deve olhar com mais carinho para o torneio continental, mesmo com a atenção ainda voltada para o Brasileirão? Para debater o futuro da equipe, o programa conta com José Edgar de Matos, Bruno Gutierrez e Nagila Luz, a “Voz da Torcida” santista.
Olhar para o próprio orgulho
Olhar para o céu e descobrir uma estrela que explodiu em outra galáxia parece cena de filme. Mas foi exatamente o que aconteceu com a astrofísica brasileira Duília de Mello. Em 1997, ela estava em um observatório no Chile estudando galáxias quando percebeu algo diferente nas imagens: havia uma estrela que não deveria estar ali. Duília chegou a pensar que estava observando o lugar errado, mas decidiu investigar aquela espécie de “estrela intrusa”. A explicação estava a mais de 50 milhões de anos-luz de distância. O ponto que aparecia nas observações era uma estrela que havia explodido em outra galáxia, uma supernova. No novo episódio do Podcast Canaltech, Duília conta como essa descoberta aconteceu e explica de maneira simples o trabalho de uma astrofísica extragaláctica, área dedicada ao estudo de outras galáxias. A conversa também passa pelos desafios de construir uma carreira em uma área historicamente dominada por homens. Duília lembra que, durante uma viagem ao Chile, entrou no refeitório de um observatório com cerca de cem pessoas e se surpreendeu ao encontrar apenas homens. Ao longo da carreira, também precisou lidar com preconceito, microagressões e situações de mansplaining. E tem até espaço para uma curiosidade que ela carrega literalmente na mão: um anel feito com um fragmento de meteorito que caiu na Argentina. Duília explica como a ciência consegue identificar que uma pedra veio do espaço analisando, entre outros fatores, a proporção de seus elementos químicos. Você também vai conferir: Apple pode levar câmeras e inteligência artificial aos AirPods, julgamento pode mudar recursos populares do Instagram e celular à prova d’água traz de volta a bateria removível. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A entrevista que Hébely Rebouças e Inês Aparecida fizeram com o presidente Lula, na sexta-feira (14 de agosto), em Brasília, ainda está rendendo que só. Claro que queríamos saber alguns bastidores que não apareceram nas câmeras. Então, começamos este episódio trazendo alguns detalhes exclusivos, que só as duas cunhãs convidadas ao Palácio da Alvorada poderiam trazer. Mas também falamos dos primeiros movimentos da campanha eleitoral propriamente dita, com grandes eventos (alguns flopados), discursos, cantorias e muitas dancinhas. Para animar o episódio, tivemos um convidado ilustríssimo: Moisés Loureiro em pessoa! Ele que é ator, diretor, roteirista, humorista, além de otras cositas más neste mundo da cultura. Pra quem não sabe, Moisés já criou uma tradição de apresentar um espetáculo sobre os candidatos às vésperas das eleições. É sempre bom demais! Ele trouxe graça, mas também uma visão crítica de cidadão, que sempre é muito bem-vinda. Bora assistir? Para participar da Comunidade das Cunhãs no Whatsapp: apoia.se/ascunhascomunidade; Se quiser mandar um PIX, só pra apoiar o podcast, envie para a chave ascunhaspodcast@gmail.com.Produção: Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila FernandesEstúdio de gravação: Pro ProduçõesApoio nas redes sociais: Ponto IndieTrilha sonora: Barruada Gagá (Breculê)
Em 1º ato de campanha, Lula destacou avanços relevantes na educação e no setor industrial, e defendeu a educação integral, o desenvolvimento tecnológico e a geração de empregos qualificados.Sonoras:
Sabes o que é um eclipse? Como podemos observar um eclipse do Sol em segurança?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um dos segredos mais antigos para contar histórias, escrever ou criar conteúdo online não é segredo nenhum. Eu tenho que escrever para mim mesmo, não para você. Tem gente que chama isso de ser o próprio público ou escrever o que gostaria de encontrar por aí.Às vezes eu falo aqui no Boa Noite Internet que você não é o seu crachá, que o trabalho não é o trabalho, que é preciso prestar atenção nas coisas. Parece que estou dando um conselho para você, mas estou falando em voz alta uma coisa que eu já aprendi ou deveria ter aprendido.Uma dessas coisas eu sei há muito tempo. Já vi que funciona, já vi que faz bem, mas vivo esquecendo. Por isso preciso repetir para mim mesmo: saia da sua cabeça.Saia da sua cabeça.O Boa Noite Internet é uma publicação apoiada por pessoas como você, nosso público. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago.A voz interna não é realmente uma voz, articulada em palavras. Ela se parece mais com ver chiado numa televisão antiga ou bichinhos nas nuvens. A gente tenta dar forma ao caos e aquilo começa a se parecer com palavras e ideias, mas muitas vezes são apenas ruminações, histórias tentando fazer algum sentido dentro da cabeça.Sair da cabeça é colocar em palavras de verdade o que estou sentindo. Olhar de perto, virar, cheirar, examinar, virar do avesso.Um jeito de sair da cabeça é sentar com alguém e conversar, uma coisa que a humanidade provavelmente faz há milhões de anos.Uma vez, antes da pandemia — tempos mais simples —, fui almoçar com um amigo que não via há algum tempo. Ele fez a famosa pergunta: “Como estão as coisas? Como está o trabalho?”Comecei a reclamar do meu chefe, do chefe dele, da equipe de vendas e do RH. Enquanto falava, comecei a entender o que estava acontecendo e o que eu sentia.Depois de uns 45 minutos, agradeci ao meu amigo. Agora que eu tinha colocado tudo para fora, as coisas nem pareciam tão horríveis. O trabalho continuava com todos os seus problemas, mas era só um dia como outro qualquer.Ele não tinha falado praticamente nada. Só tinha me escutado.Quando não dá para conversar com alguém, ou o assunto ainda não está organizado o bastante para uma conversa, dá para escrever. E não estou falando em transformar a vida num podcast. É só escrever.Às vezes acordo de madrugada com alguma coisa fazendo barulho na minha cabeça. Esta semana mesmo aconteceu. Sentei, peguei o computador, coloquei no colo e escrevi. Tirei aqueles pensamentos da cabeça, olhei para eles e consegui voltar a dormir.Resolvi o problema? Não. Mas, às quatro da manhã, a única coisa que eu podia fazer era colocar os pensamentos para fora, examiná-los e voltar a dormir para resolver o problema de verdade no dia seguinte.Às quatro da manhã, eu precisava sair da minha cabeça, não montar um plano de ação nem pensar em estratégia.Se eu fosse blogueirinho de verdade, aproveitaria para vender um supercaderno personalizado, com capa de couro, divisórias e etiquetas. Mas não precisa de nada disso. Sair da cabeça é de graça. Dá para fazer isso numa folha de papel, no computador ou no bloco de notas do telefone.Lembra do antigo meme do Twitter, “Pronto, falei”? É mais ou menos isso. Colocar para fora e olhar para o que foi dito.Ficar conversando dentro da própria cabeça não conta. Eu já tive todas as conversas possíveis dentro da minha, mapeei todas as reações e pensei em todas as respostas. Isso não é sair da cabeça. É ansiedade.É como virar o Doutor Estranho com a Pedra do Infinito do desgraçamento mental, examinando 14 bilhões de maneiras de uma conversa terminar.De certa forma, é o que faço aqui. Tenho um problema, penso nele, começo a escrever e, durante o processo, entendo um pouco melhor o que sinto, o problema e o mundo.Às vezes tenho a impressão de que a gente perdeu esse hábito. A gente precisa ter certezas num mundo feito de opiniões. Conversa virou uma coisa que precisa ser vencida. “Olha aqui o que eu acabei de falar. Não há mais nada a dizer.” Pode lacrar a conversa porque ela acabou.Então escreva só para você. Ninguém precisa ler e não é preciso publicar. Eu não sei, sinto, acho, penso e escrevo. O sentimento e o pensamento saem da minha cabeça e voltam para o mundo.É isso que faço aqui. Não para você. Desculpe se enganei todo mundo esse tempo todo.Eu faço só por mim.Por hoje é sóObrigado por ler até aqui. Esta semana, nosso Clube de Cultura começa a ler Realismo capitalista, de Mark Fisher. Vai ser bem legal te ver por lá. E se quer usar IA de verdade no trabalho, com visão crítica e sem ser fanboy de bilionário, dá uma olhada no IA em Curso, a comunidade de letramento em IA que eu criei com a Ana Freitas. Por fim, passa no Discord do Boa Noite Internet, que é onde a gente se encontra para conversar sobre criatividade, cultura, mas na real sobre qualquer coisa que a gente estiver a fim.Cuidem de si, cuidem dos seus. Até a próxima,crisdias This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit boanoiteinternet.com.br/subscribe
Neste podcast: Clóvis de Barros comenta, à luz do pensamento de Aristóteles, o sofrimento diante da vida alheia.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Uma conversa sobre Afrofuturismo, viagem no tempo, o que significa Sankofa e o que isso tem a ver com os livros de Octavia Butler e Samuel R. Delany. Com a participação da pesquisadora Anne Quiangala, criadora do site Preta, Nerd & Burning Hell.Links complementaresAcompanhe o trabalho de Anne Quiangala: https://www.instagram.com/pretaenerdSite Preta Nerd & Burning Hell: https://pretaenerd.com.br/Assine a newsletter de Anne Quiangala: https://pretaenerd.substack.com/Livro “Kindred”, de Octavia Butler, com tradução de Carolina Caires Coelho: https://link.amazon/B05RPKhfTTese de doutorado “Mulheres que conjuram: o discurso do horror na literatura especulativa de autoria feminina negra", de Anne Quiangala: http://repositorio2.unb.br/bitstream/10482/53861/1/AnneCarolineDeSouzaQuiangalaJoao_TESE.pdfLivro “Nova", de Samuel R. Delany, tradução de Petê Risatti: https://amzn.to/44hEmyDDissertação “Afrofuturismo: o futuro ancestral na literatura brasileira contemporânea", de Waldson Souza https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/35472/1/2019_WaldsonGomesdeSouza.pdfEnsaio “A Teoria da Bolsa de Ficção", de Ursula K. Le Guin, traduzido: https://sol2070.in/2025/09/ursula-k-le-guin-teoria-bolsa-ficcao/Livro “African Religions and Philosophy", de John S. Mbiti: https://archive.org/details/africanreligions00john/mode/2up✄┈┈┈┈┈┈Como fazer a podcaster feliz:Apoie este podcast: alinevalek.com.br/apoieAssine a newsletter: alinevalek.substack.comFale comigo: escreva@alinevalek.com.br✄┈┈┈┈┈┈Trilha sonora: "The Sax of Ancient Terror”, Jimena Contreras • “Lofi Whale Trap", Chique Ricc • “Nebula - The Grey Room", Density & Time • “Dreamland” • “Cummulus Nimbus”
Filipe Valerim, Henrique Viana e Lucas Ferrugem são sócios da Brasil Paralelo e estarão aqui para falar sobre os 10 anos da produtora, relembrando sua trajetória, os principais projetos, os bastidores das produções e os desafios que marcaram essa década de história.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
O Saia Justa recebe a atriz Gabriela Loran, que fala sobre se olhar com carinho, ambição e como o block nas redes pode ser terapêutico.
Assine nosso Podcast para receber novas pregações.Siga o pastor Pedro Lione nas redes sociais: https://linktr.ee/pedrolione
Pauta:1) PRECISAMOS VOLTAR A OLHAR PARA A RÚSSIA X UCRÂNIA2) O FATOR ISRAEL3) ESTAMOS DE OLHO4) BOA NOTÍCIA
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Nossos corpos contam a história das nossas vidas. Da puberdade à maturidade, passando por gestações, puerpério e menopausa, o corpo da mulher vive em constante transformação. Mas, muitas vezes, o debate sobre as mudanças do nosso peso ao longo dessas fases acaba sendo reduzido a escolhas individuais e "força de vontade". A internet está cheia de cobranças estéticas irreais, soluções fáceis e desinformação. Afinal, o que a ciência realmente nos diz sobre o metabolismo feminino e o tempo?Neste episódio, Cris Bartis recebe a Dra. Simone Matsuda, endocrinologista e pesquisadora, para um papo de peito aberto sobre saúde metabólica e qualidade de vida em cada ciclo da mulher. A conversa de hoje é um convite para tirar o peso da culpa das nossas costas, acolher as nossas fases e entender como a nossa biologia realmente funciona.Passa um café e vem dialogar com a gente! Este episódio tem o patrocínio da Lilly, que apoia o Mamilos na missão de promover debates baseados em ciência, combatendo a desinformação e incentivando o cuidado sério, sem estigmas e que respeite a trajetória de cada mulher.A obesidade é uma doença crônica, complexa e multifatorial. A informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado adequado. Fique atenta às promessas milagrosas da internet e busque sempre a orientação de um profissional de saúde qualificado.