1985 studio album by Metrô
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Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1561: Experiência de cultivo da categoria Entendimentos obtidos pelo cultivo intitulada: “A importância de olhar para dentro”, escrita por uma praticante do Falun Dafa na província de Liaoning, China.
O poema trata da dependência emocional extrema e da perda da identidade em um relacionamento abusivo ou tóxico.
A equação do milagre: pare de olhar para o impossível e comece a crer! - Zuleica Messias by Verbo da Vida Sede
Culto da Igreja Presbiteriana das Águas, transmitido no dia 07 de Junho de 2026 às 10h00, com a pregação em Mateus 12.1-8 (NVI). Título: Olhar para Jesus e identificar prioridades (Pastor Jackson).Cultos todos os domingos às 10h e 19h30.
Este poema trata da superação da dor amorosa e do renascimento da esperança através de um novo amor.
App 10 Minutos com Jesus. Disponível em: App Store - https://tinyurl.com/10mcj-ios Google Play - https://tinyurl.com/10mcj-android Subscreve aqui: https://youtube.com/@10minuteswithjesus10minutoscon?si=5XIkyM3ytNs-ZRGR ️ Segue-nos no teu serviço habitual de podcast: Spotify: https://spoti.fi/3bb5Edp Google Podcast: https://bit.ly/2Ny0S1r Apple Podcast: https://apple.co/3aqxYt6 iVoox: https://bit.ly/2ZmpA7t Recebe uma mensagem com a Meditação via: WhatsApp: http://dozz.es/10mjp Telegram: https://t.me/dezmincomjesus +Info: http://10minutoscomjesus.org
Neste segundo e último episódio do Podcast "Quem tombou mas não Caiu: um olhar para o povo Xukuru de Cimbres", vamos ouvir um pouco como é viver na comunidade do povo Xukuru. Nele vamos conhecer a luta para educar as crianças e um pouco da história da escola estadual indígena Maria do Carmo Rodrigues Leite, que está ensinando as novas gerações do povo Xukuru. Este Podcast conta com o apoio da Bolsa de Incentivo Acadêmico (BIA) da FACEPE. Um podcast narrativo com entrevista documental, produzido pela estudante do curso de Design Mariana Espíndola. Ela é pertencente do povo Xukuru de Cimbres, na cidade de Pesqueira, em Pernambuco.
Com a segunda maior reserva declarada de elementos de terras raras, o Brasil pode entrar no centro de uma disputa geopolítica. Uma vez que o país ainda extrai pouco e, consequentemente, exporta pouco desses materiais, atrai interesse estrangeiro. Mas que potencial econômico há para o Brasil? E que rumo o país deve tomar na exploração ou mesmo na preservação desses elementos?
Lives Amorosidade
Lives Amorosidade
Direto do COPA SAESP 2026, mais um episódio especial do Podcast SAESP
Quem Tombou, Mas Não Caiu: um olhar para o povo Xukuru de Cimbres, um podcast narrativo com entrevista documental, produzido pela estudante do curso de Design Mariana Espíndola. Ela é pertencente do povo Xukuru de Cimbres, de Pesqueira. Este podcast conta com o apoio da Bolsa de Incentivo Acadêmico (BIA) da FACEPE. No primeiro episódio, Xukuru de Cimbres Eu Sou, ouvimos a história da origem, da luta e da resiliência deste povo diante das dificuldades enfrentadas.
Este poema trata da retomada do controle sobre a própria vida, da maturidade e da recusa em se render à pressa e à ansiedade impostas pela sociedade.
Por trás das suas fraquezas existe algo importante que talvez você não eteja vendo.
Este poema trata da autenticidade no amor através da coerência entre o falar e o agir.
Viver com os olhos da eternidade é viver pela Palavra que sai da boca de Deus!
Transcrição da Devocional Êxodo 8:25–26 Então o faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse: “Vão oferecer sacrifícios ao seu Deus, mas não saiam do país”. 26 “Isso não seria sensato”, respondeu Moisés; “os sacrifícios que oferecemos ao nosso Deus são um sacrilégio para os egípcios. Se oferecermos sacrifícios que [...]
Noda PE: https://www.nodape.com.br/Cupom: OLAR5 (5% de desconto em toda loja!)Estúdio mega blaster que gravamos: https://videofarm.com.br/Puxe uma cadeira, peça a sua bebida favorita e venha se juntar a essa mesa! No episódio de hoje do Olhar para Todos, os hosts Mateus Morais e o icônico Sr. Aranha abrem os caminhos para uma conversa que é a cara da nossa gente.Nossa viagem pelas noites do Recife conta com um guia de respeito: Wanderson Freire, a mente (e o paladar) por trás do perfil @guiaboemio no Instagram.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Sermão para a Festa da Ascensão do SenhorPadre Leonardo Carvalho, IBP.14/05/2026Capela Nossa Senhora das Dores
Sermão para a Festa da Ascensão do SenhorPadre Leonardo Carvalho, IBP.14/05/2026Instituto Bom Pastor.
O Autores e Livros desta semana traz uma edição dedicada à literatura contemporânea, à pesquisa histórica e à descoberta de novos talentos da escrita em língua portuguesa. A edição começa com um convite para escritores iniciantes. A Degustadora Editora abriu as inscrições para a terceira edição de seu concurso literário voltado para autores inéditos de países lusófonos. Podem participar romances, novelas e livros de contos ainda não publicados. O destaque da semana é a entrevista com o historiador e escritor Paulo Rezzutti sobre o livro “D. João VI – A história não contada”, publicado pela Editora Record. Na conversa, Rezzutti apresenta um retrato mais humano e complexo de Dom João VI, personagem frequentemente reduzido a caricaturas históricas. Com mais de 600 páginas, a obra reconstrói a trajetória do monarca português desde a juventude até a transferência da corte para o Brasil em 1808, episódio decisivo para a história brasileira. O livro também aborda conflitos políticos e familiares envolvendo Dom João VI e Carlota Joaquina, em uma narrativa baseada em documentos históricos, cartas e pesquisas recentes, mas escrita em linguagem acessível para o grande público. Na poesia, o quadro Entrelinhas apresenta “Meu amor, meu ódio”, de Alexandre de Almeida, publicado pela Editora Folheando. A obra reúne poemas intensos sobre amor, perda, desejo e memória afetiva, explorando experiências emocionais e relações humanas em versos confessionais e delicados.
O poema é uma ode à autodescoberta e à busca pela essência. O autor utiliza a metáfora da poesia como sinônimo de beleza, pureza e sensibilidade, expressando que a própria vida e a busca por sentimentos puros (como a paz e o amor) são as verdadeiras obras de arte da sua existência.
Olhar uma foto bonita no Instagram faz parecer fácil, mas o que acontece quando a câmera desliga e você se senta sozinho na mesa de um restaurante em um país onde ninguém te conhece?No episódio de hoje, abrimos o jogo sobre o lado mais silenciado da vida na estrada: a solidão. Viajar sozinho é sinônimo de liberdade absoluta, mas também é um espelho gigante que te força a encarar seus próprios pensamentos.Vamos conversar sobre a diferença entre solidão e solitude, o choque de realidade ao não ter com quem compartilhar um momento incrível, e como o silêncio da viagem pode se tornar o seu maior professor. Se você tem medo de viajar sozinho — ou se já viaja e se sente isolado às vezes —, este episódio é o abraço e o choque de realidade que você precisa.➡️ Assine o podcast, e faça parte da comunidade!Baixe o app Belo e viaje pela américa latina com quem entende de latinidade!Host: Cainã ItoBancada: Isra Coifman, Lanna Sanches, Felipe Savietto
Este poema trata da transformação emocional, mostrando a transição da decepção amorosa para a superação e a paz interior. [1]
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Sabe… às vezes a gente passa a vida inteira achando que sempre vai existir um amanhã.Amanhã eu ligo.Amanhã eu visito.Amanhã eu abraço melhor.Amanhã eu digo o quanto aquela pessoa é importante.Mas hoje cedo, antes mesmo do dia começar direito, uma pergunta ficou na minha cabeça:E se não houver amanhã?E talvez por isso a vida peça da gente um pouco mais de presença.Mais atenção nos detalhes.Mais tempo ao lado de quem a gente ama.Ouvir mais.Olhar mais nos olhos.Falar com carinho.Ter menos pressa.Porque, no fim das contas, são essas pequenas coisas que ficam guardadas na memória da gente.O jeito da pessoa sorrir.A voz.As manias.Uma conversa simples na cozinha.Um abraço demorado.Talvez hoje seja o dia de agradecer mais.De pedir desculpas, se for preciso.De deixar o orgulho de lado.De mandar aquela mensagem que você vem adiando faz tempo.A vida muda muito rápido.E às vezes a gente só percebe o valor de um momento depois que ele vira lembrança.Por isso… não deixe para amanhã o carinho que você pode demonstrar hoje.Porque o amanhã é incerto.Mas o hoje… o hoje ainda está nas nossas mãos.
Sabe… às vezes a gente passa a vida inteira achando que sempre vai existir um amanhã.Amanhã eu ligo.Amanhã eu visito.Amanhã eu abraço melhor.Amanhã eu digo o quanto aquela pessoa é importante.Mas hoje cedo, antes mesmo do dia começar direito, uma pergunta ficou na minha cabeça:E se não houver amanhã?E talvez por isso a vida peça da gente um pouco mais de presença.Mais atenção nos detalhes.Mais tempo ao lado de quem a gente ama.Ouvir mais.Olhar mais nos olhos.Falar com carinho.Ter menos pressa.Porque, no fim das contas, são essas pequenas coisas que ficam guardadas na memória da gente.O jeito da pessoa sorrir.A voz.As manias.Uma conversa simples na cozinha.Um abraço demorado.Talvez hoje seja o dia de agradecer mais.De pedir desculpas, se for preciso.De deixar o orgulho de lado.De mandar aquela mensagem que você vem adiando faz tempo.A vida muda muito rápido.E às vezes a gente só percebe o valor de um momento depois que ele vira lembrança.Por isso… não deixe para amanhã o carinho que você pode demonstrar hoje.Porque o amanhã é incerto.Mas o hoje… o hoje ainda está nas nossas mãos.
O cineasta Mawete Paciência e o produtor e actor Kayaya Júnior integraram uma delegação privada angolana ao Festival de cinema de Cannes. Eles estiveram nos estúdios da RFI para comentar os resultados da sua visita ao certame do sul da França e para abordar a produção angolana da sétima arte. O actor e produtor Kayaya Júnior e o cineasta Mawete Paciência comentaram com a RFI os resultados dos respectivos encontros no Festival de cinema de Cannes. Mawete Paciência começa por admitir que se trata da sua primeira vez neste prestigioso certame de cinema. Mawete Paciência: É a minha primeira vez. Cannes é uma terra de estreias, não é? Epa! É uma terra... É aquela coisa do tipo "Queria muito poder chegar cá nesta terra, queria muito poder conhecer esta cidade, queria muito poder estar cá nesta altura deste evento". Então são muitos anos à espera por uma oportunidade de trabalhar para podermos cá chegar. No entanto, está a ser muito bom para mim, está a ser maravilhoso. Enfim, todos os dias que saímos para as ruas temos estado a colher, a ver coisas diferentes, a perceber a dimensão deste evento, como ela movimenta a cidade em si. Então está a ser uma experiência magnífica mesmo ! Mas foi necessário prepará-lo. Isto foi longo, custoso, demorado também. Mas lá chegaram. Qual era o propósito mesmo de vir até cá? Kayaya Júnior: Olha, o propósito da verdade é simples é a vontade de profissionais ligados ao sector do cinema, do audiovisual, em querer descobrir caminhos, em querer perceber como é que as coisas funcionam, como é que as dinâmicas funcionam para nós podermos, quem sabe, num futuro próximo, termos uma presença mais consolidada aqui no Festival de Cannes. O Festival de Cannes está a fazer 79 anos, 79 edições. São muitos anos de experiência. E nós sentimos que também temos um lugar aqui, temos um espaço. Então, de forma particular, privada, cada um de nós com os nossos recursos, o Mawete é profissional de cinema e televisão. O Malef também. Eu faço produção, trabalho em rádio, televisão e sou actor. Então também mostrei interesse nesta ideia de vir descobrir o Festival de Cannes. Então começámos a trabalhar já há algum tempo atrás, em criar condições para podermos estar aqui. Não estamos aqui a título oficial. Vamos lá, se assim se pode dizer, de forma política. Mas estamos aqui, enquanto angolanos que querem descobrir como é que podemos, no próximo ano, nas próximas edições, marcar uma presença mais consolidada, tal como eu disse. Há várias formas possíveis. Se calhar talvez um pavilhão próprio, no futuro ? Quem sabe ! Estarmos numa varanda como esta, também a expor os nossos produtos, a produção nacional, a produção angolana, as nossas narrativas que há muitas e ainda bem que tem havido muitas produções. Nós, no primeiro dia, no dia de montagens e no primeiro dia do festival, já conseguimos fazer alguns contactos. Tivemos algumas reuniões com produtoras, com distribuidoras, por exemplo, falámos com a Loco Films, que é uma distribuidora francesa, falámos com a K Movie Entertainment, que é uma distribuidora da Coreia do Sul, e o interesse manifestado por eles ao verem o que nós fazemos, porque nós trouxemos alguns trailers de produções do Mawete e do Malef, do Bumbo Negro do Ngouabi Silva, que também são angolanos e também produzem e eles mostraram interesse, pelo menos mostraram curiosidade. Foi possível também já ter uma abordagem com uma equipa, uma delegação do Canadá com a escola de cinema que está em Paris, a Escola Internacional de Cinema. Tivemos uma boa conversa também com a realizadora americana, produtora realizadora, que é a Carole Copeland, que já se mostrou interessada e disponível para fazer uma formação ou presencial ou online connosco com Angola. Então é assim se nós conseguirmos sair daqui com uma ideia de como podemos trazer a produção nacional à produção angolana nas próximas edições, já terá valido a pena. Quais são os nomes que, apesar de tudo, ainda continuam a ecoar aqui do cinema angolano? Penso ainda em Zézé Gamboa, penso ainda em Dom Pedro. São esses nomes que vêm de forma corriqueira, que são citados pelos vossos interlocutores. O que é que já se conhece de Angola no cinema aqui? É assim: eu não consegui ainda perceber se há algum conhecimento ou não nas abordagens que temos estado a fazer. Acho que não houve ainda nenhuma referência. Há um cinema angolano que tenha passado por aqui, o que quer dizer que houve uma paragem, houve uma pausa. E estes interregnos, claro, apagam muita coisa, não é? Eu penso que a última vez que Angola teve profissionais aqui foi em 2007, se não estou em erro. E de lá para cá não houve mais ninguém a participar. Nós viemos a título particular, mas viemos com o sentimento de que o que nós conseguirmos descobrir, vamos partilhar com Angola. Para que, para o ano, se calhar, em vez de estarem aqui três profissionais, estejam aqui seis, nove ou doze, sei lá. E que tragamos as nossas bandeiras, a nossa produção, para poder mostrar porque nós estamos a fazer exactamente isso. Estamos com os nossos tablets e temos estado a abordar os stands, os pavilhões e os profissionais a mostrar: "Olha, conhece isto? Tem curiosidade sobre Angola? Veja isto." E a reacção tem sido muito positiva. E então, o cinema aqui, há cinema do mundo todo. No pouco tempo que ficaram cá, conseguiram ver outras propostas, por exemplo, cinema africano ? Conseguiram lidar com outras pessoas? O que é que conseguiram fazer? Mawete Paciência: Temos estado a conhecer muita gente, Conhecemos um realizador e produtor sul-africano africano e conversámos rapidamente. Porque aqui percebemos uma coisa, aqui em Cannes, tudo é muito rápido, as coisas são muito dinâmicas, então temos estado a conhecer pessoas no sector, temos estado a conhecer africanos. Vamos agora fazer aí a visita no espaço. O espaço africano agora criado. Enfim, já estivemos lá. Vamos voltar agora aqui, para então chegarmos até ao cinema africano. Tivemos há pouco tempo com o realizador e produtor africano também antes de virmos cá à rádio. No entanto, temos aquilo que disse e muito bem nosso objectivo aqui é, na verdade, virmos conhecer um pouquinho, fazermos um networking, vermos como é que podemos nos próximos anos também fazermos parte desta corrida, estarmos aqui expostos, trazermos aqui os nossos conteúdos. Então é muita coisa nova para nós. Está sendo uma experiência boa porque estamos a absorver, não é, boas informações, estamos a colher aqui no Cannes, enfim, no festival nesse contexto ? Então acreditamos, nós que ainda temos tempo, ainda vamos a tempo de conversarmos mais, de conhecermos mais pessoas. E esse é o nosso grande objectivo aqui mesmo. Pedir-vos -ia então que levantassem um pouco o véu sobre os projectos em que estão envolvidos e que estão a fazer. Se calhar começaria por si, Kayaya Júnior:. Pode apresentar-nos um pouco as obras em que já esteve implicado e aquelas em que pretende apostar ? Eu, enquanto actor, tenho participado ultimamente, nos últimos quatro, cinco anos, mais activamente e voltando um bocadinho ao passado, eu fiz uma participação na primeira co-produção Portugal Angola Angola/Portugal, do realizador Jorge António. Também já trabalhei com a Maria João Ganga, com o Zezé Gamboa, em produções mais antigas. Ultimamente estou no filme que está agora a ser disponibilizado para o mundo, que é o "Perverso" do Mawete Paciência que já esteve no Festival da Suécia da Cinema África. Esteve também num festival na Hungria. Já foi apresentado em Portugal em Setembro do ano passado e estamos agora a trabalhar na possibilidade de ir a Moçambique. Também já esteve em São Tomé. Para além disso, também participei no filme de uma Films, que é uma curta sobre a problemática de um mercado que em Luanda o mercado muito famoso que é o mercado da Mabunda. Então o Malé Filmes produziu o filme que é "A Faca e o Peixe", que é um filme que já esteve o ano passado no Festival de Marselha, foi apresentado no Festival de Marselha e outros filmes que tem estado também a participar, como por exemplo o Pequenos Sonhos de um Guabi Silva cataléptico do Bumbo Negro, que são realizadores angolanos e mais recentemente estamos em fase de rodagem de uma série assinada também pelo Mawete, que é "O preço da verdade", que é uma série com algum problema social muito grande. A abordagem de problemas sociais. Então tem um pé na televisão e no cinema, não é? Está a ser produzida com o objectivo de ser apresentado para a televisão ou para as plataformas, mas poderá ser também apresentado em cinema. E enquanto produtor, eu estou, tal como eu, quase toda a gente que trabalha em cinema em Angola, numa área ou noutra, faz um bocado de tudo. Os actores acabam também sem produtores associados porque às vezes facilitam o trabalho logístico de uma produção através dos seus conhecimentos, através do seu apoio, do seu interesse. Então, eu acho que estar aqui no Festival de Cannes dá-nos uma visão muito mais alargada daquilo que nós temos que realmente fazer. O que é que temos que fazer para trazer, para tirar as nossas produções de Luanda? Porque o que nós precisamos em Angola é que os filmes saiam do Luanda e sejam vistos. Precisam do mercado ! Precisamos do mercado, precisamos de ter oportunidade de mostrar. E é excatamente isso que nós viemos à procura fazer estes contactos para mostrar o nosso trabalho. Tivemos um breve encontro com um jornalista norte-americano que tem uma revista dedicada ao cinema e em cinco minutos de conversa ele ficou tão interessado que automaticamente fez logo questão de fazer ali uma nota. Lá está, se nós não tivemos a oportunidade de ir a estes mercados, estas feiras de conteúdos, estes eventos com a dimensão como um festival de Cannes, nós nunca poderemos dar nos a conhecer, porque viemos de forma muito intermitente, não é? Angola esteve aqui em 2007. De 2007 para cá nunca mais teve ninguém. Então este é o recado que nós vamos levar. Este é o desafio que nós queremos levar também para as nossas autoridades, principalmente para a cultura e para o turismo. Porque isto é turismo também. E agora nós temos um grande movimento à volta do desenvolvimento do turismo em Angola. Então vamos levar esta experiência e tentar partilhar com essas entidades para ver se para o ano nós estamos aqui com uma presença mais bonita, mais consolidada, mais dinâmica em Angola. Que se oiça música angolana aqui nos corredores do Festival de Cannes. Então fizemos muita referência a um projecto seu em curso, Mawete Paciência. Pode-nos levantar um pouco o véu sobre do que é que se trata? Sobre o que é que versa o seu filme? Mawete Paciência: Pois é, dentro de vários filmes que eu tenho, tem aí aproximadamente seis filmes. Tenho uma mini série, tenho algumas co-produções com países como Argentina, Brasil. Fiz agora em São Tomé um filme. Tenho também co-produção com México. No entanto, eu tenho filme que é "O Perverso", que já estaremos a ano passado e neste ano estamos agora a trabalhar a série, que é uma série televisiva que vai trazer conflitos nos lares. Como sempre, trazer problemas novos porque o nosso conceito de produção é mesmo identificar os nossos problemas, não é? Problemas que acontecem no nosso país e que acabam sendo transversais. São os perversos, as pessoas tóxicas, é isso ? Pode ser. Você vê, no entanto, na verdade, que é o seriado que nós vamos trazer, vai estar aí aproximadamente com 25 capítulos, não é? Trazendo todas essas histórias que acabei aqui falando, enfim, as nossas histórias, a nossa identidade, porque nós precisamos levar isso. Precisamos mostrar ao mundo quem nós somos. Angola é um país que eu sinto. Nós não nos mostramos muito ao mundo. Nós não temos uma presença muito fraca para o mundo. Então precisamos então activar esse lado. Precisamos, porque eu digo assim o mundo também não, não vai poder-nos localizar assim, do nada, se nós não nos mostrarmos efectivamente, criarmos algum barulho. Não é que desperte a atenção, nós não vamos ser localizados de nada. Então há esta vontade, É esta força toda que trabalhando nos nossos conteúdos. Enfim. E este é um seriado que acreditamos, nós que eu acredito, temos estado a fazer com muito gosto, de forma a podermos não produzir algo que se fixou por Angola, mas que vá para o mundo, que esteja disponível. Nas plataformas, nem que for para o YouTube. Quem sabe talvez conseguirmos outras plataformas de streaming e poderemos então colocar lá este conteúdo, inserir os conteúdos ? Acreditamos nisso. Nós acreditamos que o empresariado angolano precisa ser um pouco mais incentivado, porque tudo isso que nós temos estado a fazer tem sido por um esforço particular e não tem sido pelas nossas próprias lutas. É mesmo, também, alguma forma de inconsciência ?! Sim, de inconsciência. Timidamente vão aparecendo uma ou outra empresa a disponibilizar um pouquinho, mas nós, olhando para esse universo, olhando para esta realidade, começamos a perceber que o cinema não é um cinema mesmo muito para fazer. Cinema é uma industria e para fazer o cinema requer mesmo este pensamento do empresariado. Olhar aquilo como uma indústria e não olhar aquilo como uma mera diversão. Não é aonde ele pode colocar qualquer coisa, não. No entanto, esta visão, este conceito que nós estamos a beber aqui, estamos a ver aqui claramente. Nós vamos partilhar em Angola. Vamos replicar em Angola a informação e poder talvez começar a atiçar. E nós temos de atiçar um pouquinho mais o empresariado local, começar a perceber que é possível fazer alguma coisa que chegue até aqui. É possível, porque para um filme, chegar até aqui implica uma logística, implica uma mecânica, implica qualidade, implica um investimento e muita das vezes, os investimentos nós não conseguimos tirar do nosso Estado, do Estado. Nós não conseguimos ter esses investimentos e mesmo privado, quem nós vamos ter que contar para conseguirmos, talvez nas próximas edições, estarmos aqui com um produto que realmente nos dignifica e que possamos olhar e dizer "Viva Angola! Estamos presentes em Cannes, um festival de Cannes vai ser bom para nós". Vamos trabalhar para isso. Muito obrigado a ambos. Resta me desejar vos um bom festival de Cannes. Obrigado por terem vindo até aqui. Kayaya Júnior: Queria só deixar mais uma nota, porque é fundamental e nós também temos estado a trabalhar sobre isso. Eu já fiz algumas participações em anos anteriores em produções portuguesas e eu acredito que até parece estranho. Tão próximos que nós somos, mas não temos histórias contadas sobre nós. Então, eu creio que é fundamental começarmos a pensar neste intercâmbio. A primeira co-produção Portugal Angola foi feita em 92 do Jorge António e de lá para cá, não creio que tenha havido muito mais. Então é também o objetivo encontrar, por exemplo, caminhos que nos levem a essas coproduções, porque as nossas histórias, as nossas narrativas, acabam por se interligar numa intersecção qualquer do Oceano Atlântico, por exemplo. E é isso, pronto, vamos estar disponíveis, estamos disponíveis. Bem hajam e voltem sempre. Mawete Paciência: Obrigado, Obrigado mesmo pelo convite e é uma honra fazermos parte deste momento que é marcante para nós também.
Na estorinha do dia 13 de maio, Glaydson Botelho conta a estória "Diferente olhar". Acesse aqui o conteúdo completo!
O poema trata da preservação da paz interior e da resiliência emocional diante de opiniões ou adversidades externas.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Ilana Milharcic costuma dizer que existe um universo inteiro acontecendo dentro da gente — silencioso, profundo… e quase sempre ignorado. Talvez por isso a história dessa minha convidada não seja sobre estética — mas sobre escuta. Uma escuta que começou quando a vida saiu do eixo. Quando vieram o caos, a desconexão, a sensação de vazio e, principalmente, a falta de afeto — e de afeto por si mesma. Foi ali, nesse lugar incômodo que ninguém quer visitar, que um outro caminho começou a se desenhar. Formada em publicidade, ela construiu carreira, criou projetos, viveu o ritmo acelerado do mercado… Mas, em algum momento, percebeu que estava sustentando narrativas para fora enquanto algo essencial dentro de si pedia atenção. E foi no simples — quase silencioso — que tudo começou a mudar. O que era interesse virou prática. O que era prática virou investigação. E o que era investigação virou propósito. Entre estudos de bioquímica, da pele, das medicinas tradicionais, da ayurveda e da medicina chinesa, ela começou a enxergar o corpo não como um problema a ser corrigido, mas como um sistema inteligente buscando equilíbrio o tempo todo. E, mais do que isso, percebeu que muitas das respostas que procuramos fora já estavam disponíveis — na natureza, nos saberes ancestrais, na relação mais simples e direta com a vida. Mas ela foi além. Ao invés de escolher entre o ancestral e o tecnológico, fez algo mais raro: decidiu integrar. Olhar para a floresta e para o laboratório. Para o conhecimento dos povos originários… e para o rigor da ciência. Entendendo que, quando esses dois mundos se encontram, algo novo pode nascer. A pele, nesse processo, deixa de ser vaidade. Vira linguagem. Limite. Relação. Um espelho do que acontece dentro e fora. E foi dessa travessia — do caos ao cuidado, da desconexão ao propósito — que nasceu a Lillá. Um trabalho que vai além dos cosméticos: um convite para uma nova relação com o corpo, com a beleza e com a própria vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a cosmetóloga, tricologista e empresária contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórica: “Quando a gente se abre, o conhecimento encontra caminho". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
A Rainha Gandhari visita Kurukshetra.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Na segunda parte do programa com professores angolanos que cursam pós-graduação na USP, relatos revelam como eles percebem e enfrentam a discriminação racial no País
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Neste episódio, Thais Roque recebe Luiza Ferraz, fotógrafa e diretora de arte que conquistou espaço no mercado nacional e internacional com um olhar único e sensível. Em uma conversa profunda e inédita, Luiza compartilha sua trajetória desde a infância até se tornar referência entre celebridades, revela os bastidores de um mercado em constante transformação e reflete sobre autenticidade, beleza, redes sociais e o futuro da imagem em um mundo cada vez mais artificial. Um episódio sobre carreira, identidade e o poder de enxergar o que ninguém mais vê.Vambora entender como esse sucesso aconteceu?Toda semana tem novo episódio no ar, pra não perder nenhum, siga: Minha aceleradora de negócios: https://trcircle.com/Instagram Thais: https://www.instagram.com/thaisroque/ Link da Luiza:Insta - https://www.instagram.com/luizaferraz/Mala de viagem:Gabriel Garcia Marquez100 anos de solidãoClarice LispectorNatureza Selvagem - https://www.adorocinema.com/filmes/filme-110101/Sal da Terra - https://www.primevideo.com/-/pt/detail/O-Sal-da-Terra/0M2DQRIKWPQWY5C5MCON4XGKIHO abraço de amma - https://www.primevideo.com/-/pt/detail/O-Abra%C3%A7o-de-Amma/0RRFYV50KHJIWN2WYENHJLYL3MEquipe que faz acontecer:Criação, roteiro e apresentação: Thais RoqueConsultoria de conteúdo: Beatriz FiorottoProdução: José Newton FonsecaSonorização e edição: Felipe DantasIdentidade Visual: João Magagnin
Haroldo Dutra Dias nos convida refletir sobre a figura de Jesus a partir de uma perspectiva mais ampla, filosófica e espiritual, inspirada no pensamento de Léon Denis. A abordagem rompe com visões dogmáticas e propõe compreender Jesus não apenas como um personagem histórico ou religioso, mas como um modelo universal de evolução espiritual.A exposição destaca que Jesus representa o ápice da consciência moral e espiritual alcançável pela humanidade. Sua vida não deve ser vista como algo distante ou inatingível, mas como um convite ao desenvolvimento interior. Ele não veio para ser adorado passivamente, mas para ser seguido em essência — em atitudes, escolhas e transformação íntima.O episódio também enfatiza que os ensinamentos de Jesus ultrapassam rituais e instituições, alcançando uma dimensão profundamente psicológica e existencial. Amar, perdoar, servir e compreender o outro são apresentados como caminhos concretos de evolução, e não apenas ideias abstratas.Outro ponto central é a compreensão de que o sofrimento, à luz dessa perspectiva, não é castigo, mas oportunidade de crescimento. Jesus, ao vivenciar desafios e dores, demonstra como enfrentá-los com consciência, resignação ativa e propósito, oferecendo um roteiro prático para a vida humana.A reflexão conduz o espectador a perceber que a verdadeira conexão com o Cristo ocorre no interior de cada indivíduo, na medida em que se busca alinhar pensamentos, sentimentos e ações com valores superiores. Assim, o Cristo deixa de ser apenas uma figura externa e passa a ser uma realidade viva dentro de cada ser.O episódio conclui reforçando que seguir Jesus é um processo contínuo de autoconhecimento, responsabilidade e transformação, no qual cada pessoa é chamada a assumir o protagonismo de sua própria evolução espiritual.---
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory.
Eu tinha acabado de almoçar. Tava batendo um solzinho no sofá, então eu peguei um copo americano, enchi de café, peguei um brigadeiro que eu ganhei de uma amiga de bar e sentei na sala. Eu estava com saudade de conversar com vocês, então eu abri uma caixinha de perguntas, larguei o celular e fui ver uma animação. Tempos depois, peguei o celular de novo e comecei a ler o que tinham mandado. Foi quando vi: Nat, como lidar com a sensação de ser a vilã na história de alguém mesmo não sendo? E na hora minha memória viajou mais de 5 mil quilômetros para um lugar que eu estive meses atrás E onde eu vivi uma história que se parece muito com a resposta que eu queria dar para essa pergunta e que no fim fala sobre a tentativa de controlar a opinião dos outros sobre a gente. É por aí que vai o episódio dessa quarta-feira, você vem? Disponível em todos tocadores de podcastPUBLICIDADE: EBACCUPOM: DESCONTONAT (para R$ 200 de desconto)Link para contratar seu curso: Cursos online de Marketing com um certificado - EBAC Onlineidentidade visual: @amandafogacatexto: @natyopsMEU LIVRO: Medo de dar certo: Como o receio de não conseguir sustentar uma posição de sucesso pode paralisar você | Amazon.com.brApoie a nossa mesa de bar: https://apoia.se/paradarnomeascoisasMusica: The Eastern Plain - In Full Bloom
Nossos corpos contam a história das nossas vidas. Da puberdade à maturidade, passando por gestações, puerpério e menopausa, o corpo da mulher vive em constante transformação. Mas, muitas vezes, o debate sobre as mudanças do nosso peso ao longo dessas fases acaba sendo reduzido a escolhas individuais e "força de vontade". A internet está cheia de cobranças estéticas irreais, soluções fáceis e desinformação. Afinal, o que a ciência realmente nos diz sobre o metabolismo feminino e o tempo?Neste episódio, Cris Bartis recebe a Dra. Simone Matsuda, endocrinologista e pesquisadora, para um papo de peito aberto sobre saúde metabólica e qualidade de vida em cada ciclo da mulher. A conversa de hoje é um convite para tirar o peso da culpa das nossas costas, acolher as nossas fases e entender como a nossa biologia realmente funciona.Passa um café e vem dialogar com a gente! Este episódio tem o patrocínio da Lilly, que apoia o Mamilos na missão de promover debates baseados em ciência, combatendo a desinformação e incentivando o cuidado sério, sem estigmas e que respeite a trajetória de cada mulher.A obesidade é uma doença crônica, complexa e multifatorial. A informação de qualidade é o primeiro passo para o cuidado adequado. Fique atenta às promessas milagrosas da internet e busque sempre a orientação de um profissional de saúde qualificado.
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Enquanto o foco está no Irão e em Israel, há uma frente ativa no Líbano. Ataques, deslocados e o Hezbollah no centro do conflito. Análise com o jornalista José Carlos DuarteSee omnystudio.com/listener for privacy information.