1985 studio album by Metrô
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Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Estou me dando permissão para sentir. Chorar quando for preciso. Olhar para minhas sombras sem julgamento e abraçá-las com a mesma ternura que ofereço às minhas luzes.Estou me dando permissão para descer aos meus porões internos, aqueles lugares esquecidos, cheios do que evitei ver. Descubro que ali não moram monstros, mas verdades esperando cuidado.Estou me dando permissão para dizer não sem culpa, para estabelecer limites, para falhar, para aparecer vulnerável, para admitir que não dou conta de tudo. E perceber que isso não me diminui, me humaniza.Dou-me a permissão de merecer o que sonho e de seguir por este caminho onde, hoje, minhas pernas caminham mais firmes do que nunca.E se eu errar, aprendo.E se eu não souber, respiro.E se a vida me molhar em tempestades, fecho os olhos e espero.E se não houver respostas, confio.Dar-se permissão não é fácil.Mas talvez seja o gesto mais delicado e corajoso que fazemos quando finalmente escolhemos não nos abandonar.
Estou me dando permissão para sentir. Chorar quando for preciso. Olhar para minhas sombras sem julgamento e abraçá-las com a mesma ternura que ofereço às minhas luzes.Estou me dando permissão para descer aos meus porões internos, aqueles lugares esquecidos, cheios do que evitei ver. Descubro que ali não moram monstros, mas verdades esperando cuidado.Estou me dando permissão para dizer não sem culpa, para estabelecer limites, para falhar, para aparecer vulnerável, para admitir que não dou conta de tudo. E perceber que isso não me diminui, me humaniza.Dou-me a permissão de merecer o que sonho e de seguir por este caminho onde, hoje, minhas pernas caminham mais firmes do que nunca.E se eu errar, aprendo.E se eu não souber, respiro.E se a vida me molhar em tempestades, fecho os olhos e espero.E se não houver respostas, confio.Dar-se permissão não é fácil.Mas talvez seja o gesto mais delicado e corajoso que fazemos quando finalmente escolhemos não nos abandonar.
A Justiça Restaurativa surge como uma perspectiva de justiça distinta em relação a um modelo exclusivamente punitivo, a fim de resolver conflitos na sociedade de forma mais harmoniosa e colaborativa. Essa prática visa transformar a forma como lidamos com crimes e infrações, buscando desenvolver um ambiente de diálogo e reconciliação. Para entender mais sobre o conceito de Justiça Restaurativa, assim como as possibilidades e os desafios na aplicação dessa técnica no Brasil, conversamos com André Costa, professor do Departamento de Direito da UFOP. Acesse o site ou spotify e ouça agora!Ficha TécnicaProdução: Pedro RomanellyEdição de Texto: Patrícia ConscienteEdição de áudio e sonoplastia: Aurélio Bernardi
Ricardo Pires falou à ONU News sobre os efeitos “da maior crise humanitária” do mundo; risco de morte de crianças este ano é sem precedência segundo especialista em comunicação da agência; pelo menos 33 milhões de sudaneses precisam de ajuda para sobreviver; Acnur espera mais 470 mil refugiados em 2026.
Jesus denunciou uma cegueira que não afeta os olhos, mas o coração. Ela molda julgamentos, alimenta desconfiança e sustenta a ilusão de controle — até dentro da fé. Como saber se a luz que você carrega não se tornou trevas?Esse post encontra-se no:TEOmídia Blog - uma preciosa fonte de edificaçãoConfira também:TEOmídia - plataforma gratuita de vídeosTEOmídia Rádio - 24 horas no arTEOmídia Cast - disponível no seu serviço de streaming de música e podcast.
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, a escritora Lídia Jorge revela qual o seu caminho seguinte, o que lhe falta dizer por escrito e lê um excerto de um texto do escritor e amigo João de Melo para refletir sobre os enganos da fugacidade da fama. Apesar de se revelar grata pelos tantos prémios, afirma que os títulos só lhe tocam a sombra, porque o seu lugar e ofício é outro. A escritora chega mesmo a revelar ter sido convidada para se candidatar à Presidência da República, mas que não hesitou em recusar. E recorda o que mais a espantou nos ecos ao seu discurso do 10 de Junho. Lídia lembra ainda a sua infância em Boliqueime, no Algarve, quando era uma contadora de histórias a transformar os finais fatalistas dos livros em caminhos felizes. E conta o momento em que decidiu batizar todos os animais da quinta ou a altura em que se convenceu que Fernando Pessoa escrevera um poema dedicado a si, por incluir o seu nome. Perto do final, partilha algumas das músicas que a acompanham, lê um excerto do seu livro “Misericórdia” e deixa a sugestão de um filme. Para depois referir em que ponto está o seu futuro romance. Boas escutas! Leitura: “A Nuvem no Olhar”, de João de Melo, pela D. Quixote Músicas: “A Bela Moleira”, de Schubert “With God On Our Side”, na versão de Johan Baez “Por nos darem tanto”, por Ana Bacalhau “Senhora da Noite”, Mísia Filme: “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, protagonizado por Wagner MouraSee omnystudio.com/listener for privacy information.
https://soundcloud.com/rene-de-paula-jr/um-olhar-zen-como-navegar-um Mei Time https://youtube.com/@meitimeyt?si=-oK1-l33Czq-yyNN Colour in Film https://pca.st/w5a2074w o radinho faz 10 anos (live) https://youtu.be/xbz0zBgNIVE Tom Griffiths on The Laws of Thought https://pca.st/hmwtmj3r The ONE SECRET to Surviving Climate Collapse https://youtu.be/M4pSD1D1JMo?si=qrfY3fdnBnjlZZ4L Trump revokes landmark ruling that greenhouse gases endanger public health https://www.bbc.com/news/articles/cn0zdd7yl4vo The Political History of Color Filme https://chatgpt.com/share/698f183c-97b4-8006-ac07-e0e78314a50f My Noise https://mynoise.net/ a app do radinho!!! http://radinhodepilha.com/radinho canal do radinho no telegram: http://t.me/radinhodepilha meu perfil no Threads: https://www.threads.net/@renedepaulajr meu perfil no BlueSky https://bsky.app/profile/renedepaula.bsky.social meu twitter http://twitter.com/renedepaula aqui está o link para a caneca no Colab55: https://www.colab55.com/@rene/mugs/caneca-rarissima para xs raríssimxs internacionais, aqui está nossa caneca no Zazzle: https://www.zazzle.com/radinhos_anniversary_mug-168129613992374138 minha lojinha no Colab55 (posters, camisetas, adesivos, sacolas): http://bit.ly/renecolab meu livro novo na lojinha! blue notes https://www.ko-fi.com/s/550d7d5e22 meu livro solo https://www.ko-fi.com/s/0f990d61c7 o adesivo do radinho!!! http://bit.ly/rarissimos minha lojinha no ko-fi: https://ko-fi.com/renedepaula/shop muito obrigado pelos cafés!!! http://ko-fi.com/renedepaula
Quando só resta olhar para o alto - Pr. Fabiano Milanese by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Canal oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil em Irajá. Igreja cristã, reformada e com o intuito de glorificar o nome de Jesus Cristo. Venha nos visitar e participar de uma reunião conosco. Estamos nas redes sociais com o @presbiterianadeiraja.Reflexão: Rev. Carlos Alberto Monteiro | Culto vespertino | 08/02/2026
António José Seguro, o novo Presidente, foi eleito de forma reforçada: dois terços dos votos, quase três milhões e meio de votos, tornando-se no português mais votado de sempre. Promete inaugurar uma magistratura de exigência e, logo na noite eleitoral, chegou o adversário para “trabalhar por um Portugal mais desenvolvido e justo”. Na Comissão Política desta semana, debatemos os resultados das eleições presidenciais, as transferências de voto e as novas relações de poder que se vão instalar nos “novos tempos” que Seguro quer inaugurar. Esta edição conta com os comissários residentes, David Dinis e Vítor Matos, e o jornalista João Pedro Henriques. A sonoplastia é de Salomé Rita e a ilustração de Carlos Paes.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Espiritismo compreende a lógica da consciência e da responsabilidade, e no Carnaval, não seria diferente. Devemos levar sempre em consideração se as escolhas que fazemos nos aproximam ou afastam da melhor versão de nós mesmos?Inscreva-se em nosso canal
Mitos Gregos ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
Lígia Ramos já foi a 60 países. No Irão foi levada para uma esquadra, na Rússia foi assaltada e na Índia despertou a curiosidade dos locais, que só queriam tirar fotografias com ela e com o marido.See omnystudio.com/listener for privacy information.
A mesa internacional “Paz, Integração e Soberania: um olhar sobre a América Latina” propõe um debate qualificado sobre os desafios políticos, sociais e geopolíticos da América Latina no contexto atual.O debate discute os caminhos da integração regional, a defesa da soberania dos povos latino-americanos e o papel da democracia e da paz em um cenário marcado por disputas globais e tensões geopolíticas.Participam da mesa: Humberto Costa, senador por Pernambuco e secretário de Relações Internacionais do PT; Monica Bruckmann, cientista política e professora da UFRJ; e Pedro Silva Barros, pesquisador do Ipea e conselheiro da Fundação Perseu Abramo.A mediação é feita por Mônica Valente, secretária executiva do Foro de São Paulo e diretora da Fundação Perseu Abramo.
Espetáculo: “O Céu da Língua”Gregorio Duvivier tem na língua portuguesa não somente uma pátria, mas uma obsessão. Ou, como dizem os jovens, um hiperfoco. Afinal, a palavra é uma fonte inesgotável de humor, desde os primórdios. No Princípio era o Verbo, disse Deus. E logo em seguida vieram os erros de concordância. O mesmo Deus disse: Faça-se a Luz. Mas disse pra quem? E por quê? Disse porque a palavra inaugura um mundo. Daí o termo o “Céu da Língua”: foi a língua, afinal, que nos pariu. Nos pariu como povo, mas também como humanidade. O espetáculo mistura Stand Up Comedy com poesia falada e uma dramaturgia que costura tudo. Stand up poetry? Linguistic comedy? Como preferir. Gregório prefere na nossa língua: Comédia Poética.Ficha Técnica:Interpretação e Texto: Gregorio DuvivierDireção e Dramaturgia: Luciana PaesAssistência de Direção e projeções: Theodora DuvivierDireção Musical e Execução da Trilha: Pedro AuneCenografia: Dina Salem LevyAssistente de Cenografia: Alice CruzFigurino: Elisa Faulhaber e Brunella ProvvidenteIluminação: Ana Luzia de SimoniDiretor Técnico: Lelê Siqueira Diretor de Palco: Feee AlbuquerqueVisagismo: Vanessa AndreaFotos de Divulgação: Demian JacobFotos de Cena: Joana Calejo Pires e Raquel PellicanoIdentidade Visual Divulgação: Laercio LopoAdministração: Fernando Padilha e Lucas LentiniProdução Executiva: Lucas LentiniDireção de Produção: Clarissa Rockenbach e Fernando PadilhaRede social do trabalho: @ceudalinguaIntegrantes:Brunella Provvidente é uma artista multidisciplinar com experiência no Brasil e no exterior. Possui mestrado em Performance Design pela Arizona State University (2015), bacharelado em Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009) e formação técnica em Artes Circenses pela Escola Nacional de Circo (2009). Iniciou sua trajetória no teatro em 2003, no Tablado, e desde então tem se destacado na cenografia, figurino e design gráfico. Assinou a cenografia de mais de 30 produções e instalações cênicas no Brasil e no exterior. Atualmente, assina o figurino das produções do canal Porta dos Fundos.@brunellaprovvidente Dina Salem Levy é Cenógrafa e Diretora de Arte, com formação em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela École d'Architecture de Versailles, na França. Em 2012, concluiu o Master Scenography na The Royal Central School of Speech and Drama, em Londres. Como cenógrafa, colaborou em concertos de renomados artistas brasileiros e no teatro com grandes diretores. No cinema colaborou com diversos diretores, como Lucia Murat, Anita Rocha da Silveira, entre outros.@dinasalemlevy Pedro Aune é músico, baixista. Iniciou os estudos musicais aos 13 anos de idade, tocando primeiramente baixo elétrico, mais tarde, especializando-se no contrabaixo acústico, tendo concluído o curso de bacharelado em música, especialização contrabaixo, pela UniRio. Como instrumentista atuou em shows e gravações com diversos artistas. Em 2011, integrando o grupo Camerata Brasilis, lançou, pela gravadora Acari Records o álbum homônimo, no qual atuou em todas as faixas como baixista. Neste mesmo ano, integrando o grupo Camerata Brasilis.@pedroauneTheodora Duvivier é formada em Design pela PUC-Rio, tendo concluído seus estudos em 2018, após realizar um intercâmbio em Artes Visuais na Universidade do Quebec, em Montreal. Como designer, colaborou com a produtora Uns Produções e Filmes, participou do Festival Agora e desenvolveu sites para diversas marcas e artistas. Na área de fotografia, atuou na divulgação de peças de teatro e em shows de artistas. Durante a pandemia, passou a trabalhar no programa de televisão Greg News (HBO), no qual seguiu sendo segunda assistente de câmera. Nos últimos anos, tem se dedicado à edição de vídeo, assinando a montagem de curtas-metragens no Canadá e colaborando como freelancer em diversos projetos, incluindo videoclipes e vídeos para marcas e coletivos independentes.@theoduv
A vida de Pedro 1: O olhar de Deus é melhor do que o meu
Para celebrar o aniversário e sentir-se de volta a casa com 8 anos, Pedro trouxe a sua irmã Luísa (Luís para amigos) ao estúdio. Os dois grandes amigos e familiares conversam sobre algumas temáticas atuais (cheesecake japonês, ter asma) mas acima de tudo sobre memórias entre irmãos: rachar dentes de raiva, sketches antigos e insultos sinceros.(00:00) Intro(00:23) Problema de fazer anos no início do ano(02:33) Tony passou no exame de condução!(06:36) Porque é que ficamos burros quando levamos o carro à inspeção?(07:18) Voltar a ter asma passados 20 anos(08:49) Não comer doces desde o início do ano(11:05) Não saber bem estar doente(14:12) Cheesecake japonês(15:14) Pessoas que pedem chá depois da refeição(17:05) Show de Capitão Fausto(21:08) Até que idade é que se fazem festas de anos a meias?(25:36) PTM partilha fotografias de festa de anos no bowling(27:00) PTM recorda ataques de choro(30:25) Pai gravava tudo(32:10) Pedro e Luísa revêm coreografia antiga(33:05) Pedro já rachou um dente de raiva(36:16) Brincadeira da infância tornou-se real(40:29) Coisas duras que só se dizem entre irmãos(42:01) Sketch antigo(46:16) Pedro já se quis atirar dum segundo andar(47:35) Fazer dinheiro em criança(49:42) Luísa inventou a granola e a Vinted(57:51) Ser a “chamada de conforto” de carro um do outro(59:51) Luísa está targeted na BP(1:06:38) Brincadeiras de irmãos que passam para sobrinhas(1:08:07) Enganar o irmão mais novo(1:09:28) Olhar fulminante de pai que assusta(1:10:43) Luísa oferece retiro de manos a PTM(1:13:04) Ter data de aniversário na Wikipédia
Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Bem-vindos ao podcast Astrologia Aplicada.Fevereiro chega febril, carregado de acontecimentos e viradas de rota: um episódio pisciano que dissolve certezas, a entrada em territórios saturninos e netunianos, eclipses que reposicionam destinos e um Mercúrio retrógrado pedindo revisão consciente. Aqui, a astrologia não prevê — orienta. Um olhar profundo para atravessar o mês com lucidez, estratégia e sentido.#AstrologiaAplicada#FevereiroFebril#AstrologiaContemporânea#AstrologiaPsicológica#TemporadaPisciana#Eclipse#MercúrioRetrógrado#Saturno#Netuno#ConsciênciaAstrológica#MercurioRetrogrado
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
A disciplina faz parte do programa de pós-graduação da FFLCH e pretende suscitar novas investigações sobre o tema
A Fundação Cartier para a Arte Contemporânea abriu suas portas em um novo endereço em Paris, dessa vez em frente ao Louvre, com projeto do renomado arquiteto Jean Nouvel. A mostra inaugural, intitulada “Exposição Geral”, reúne cerca de cem artistas e celebra 40 anos de programação, conectando diversidade, história e cidade. O espaço transparente, com plataformas ajustáveis, cria uma experiência inédita, onde arquitetura e arte dialogam com o dinamismo cultural e artístico da capital francesa. A Fundação Cartier para a Arte Contemporânea abriu em outubro de 2025 um novo capítulo de sua história na capital francesa, dessa vez em frente ao Louvre, em um edifício reinventado pelo arquiteto Jean Nouvel. A mostra inaugural percorre quatro décadas de criação contemporânea a partir do acervo da instituição. Concebida como um diálogo entre arquitetura, cidade e memória artística, a mostra revisita o papel da Fundação na trajetória de inúmeros criadores, entre eles o francês Jean-Michel Othoniel, para quem a exposição representa “um pouco da própria juventude” e o início de um vínculo decisivo com o mundo da arte. “Essa exposição é muito emocionante para mim. Ela representa um pouco da minha juventude, da minha formação, é quem eu sou", relatou à RFI. "Tive a sorte de iniciar um diálogo com a fundação em 1988, com Marie-Claude Beaud, que me ofereceu minha primeira residência artística. Depois disso, a instituição continuou me acompanhando, adquiriu obras de diferentes períodos do meu trabalho, inclusive da época em que participei da Documenta. Em 2004, realizamos uma grande exposição, minha primeira individual em Paris, que me tornou conhecido pelo público dos museus parisienses.” O espaço projetado por Jean Nouvel aposta na transparência e na circulação livre. Cinco plataformas ajustáveis permitem acomodar obras monumentais ou intimistas, enquanto volumes tridimensionais e pontos de vista de 360 graus oferecem uma experiência inédita de observação e circulação. “Jean Nouvel desconstruiu a linearidade da história da arte”, explica Béatrice Grenier, diretora de programação da instituição. “Isso nos permite trabalhar com artistas e propor uma nova narrativa da história da arte, conectando o interior da Fundação à cidade e ao patrimônio histórico que nos rodeia.” Entre os artistas presentes estão nomes internacionais como Olga de Amaral (Colômbia), Sally Gabori (Austrália), Chéri Samba (República Democrática do Congo), Damien Hirst (Reino Unido) e Joan Mitchell (Estados Unidos). “O objetivo era traçar um retrato da Fundação Cartier para a Arte Contemporânea em seu novo endereço, nas duas praças do Palais-Royal, em pleno coração de Paris, em frente ao Louvre e também diante de uma das mais antigas praças públicas da cidade, a Praça do Palais-Royal", destaca Garnier, que é co-curadora da exposição inaugural da nova Fundação Cartier. "A questão era justamente esta: como fazer isso? Como apresentar, ao mesmo tempo, as linhas estruturantes de uma coleção construída ao longo da programação da Fundação nos últimos 40 anos e, ao mesmo tempo, sugerir os temas que a Fundação Cartier pretende continuar defendendo no futuro de sua programação?”, sinalizou à RFI. Desconstruir a linearidade da história da arte Grenier detalha a opção estética no design do novo espaço. “O arquiteto Jean Nouvel refletiu profundamente sobre essa questão. Ele é o autor do Instituto do Mundo Árabe, [do antigo prédio] da Fundação Cartier no boulevard Raspail, inaugurado em 1994, e também concebeu o Museu do Quai Branly, além do Louvre de Abu Dhabi. Este último se insere, de certa forma, em um percurso de reflexão sobre a evolução da museografia", afirmou. "O percurso da mostra é fundamental porque Nouvel propôs um plano circular, no qual diferentes objetos, de distintas civilizações, são organizados em uma mesma linha do tempo. O que ele faz com esse edifício é justamente desconstruir a linearidade da história da arte", sublinhou Grenier. "Esse princípio aparece claramente no novo prédio da Fundação Cartier. Em vez de um espaço bidimensional, organizado por uma sucessão linear de paredes expositivas, temos volumes. Isso permite conceber exposições em espaços que oferecem pontos de vista de 360 graus sobre as obras e sobre a própria exposição.” A mudança para um endereço central permite à Fundação Cartier aproveitar o fluxo de visitantes do Louvre e se integrar a um eixo cultural estratégico da cidade, que inclui também a Comédie-Française, o Museu de Artes Decorativas e a Bourse de Commerce, onde fica a coleção privada de François Pinault. A Fundação possui hoje cerca de 4.500 obras, e a exposição rotativa apresenta aproximadamente 600 trabalhos. A "Exposição Geral" fica em cartaz na nova sede da Fundação Cartier até 23 de agosto de 2026.
Fala Carlão conversa com Dr. Valerio de Luca, CEO da Beadroots, direto da CES 2026 em Las Vegas para discutir o futuro da sustentabilidade industrial. O executivo detalhou a inovação por trás dos produtos biodegradáveis da empresa, que utilizam polímeros naturais extraídos de algas marinhas e outros elementos da natureza. Essa tecnologia italiana foca na substituição de microplásticos e materiais sintéticos por soluções que se decompõem de forma segura, sem deixar vestígios nocivos no meio ambiente. Dr. Valerio explicou que a proposta da Beadroots une alta performance técnica com um ciclo de vida totalmente sustentável para diversos mercados. A presença na maior feira de tecnologia do mundo reforça o compromisso da marca com a economia circular e com a proteção dos ecossistemas globais. Fala aí, Valerio!Apoio:Turista ProfissionalRevista AgroRevendaPublique AgroAgênciaRealização:Grupo PubliqueAgradecimentos:John Deere
Há momentos em que um simples olhar muda tudo. Não porque explica, não porque resolve, mas porque dá vida.Viktor Frankl conta que, em Auschwitz, um dia recebeu escondido um pedaço de pão de um capataz. O pão alimentou o corpo. Mas o que o fez chorar foi outra coisa. Foi o olhar. A palavra breve. O gesto silencioso que dizia, sem dizer: “você ainda é humano”. Aquele olhar o alimentou mais fundo do que qualquer alimento.Existe um tipo de fome que não se sacia com coisas.É a fome de ser visto.O cristianismo nasce exatamente aí. Num Deus que olha. Um olhar que não mede utilidade, não calcula mérito, não compara. Um olhar que cria. Quando Deus olha, algo passa a existir. Quando Deus ama, algo floresce.Por isso a Trindade não é um problema matemático. É uma cena. Três Pessoas sentadas à mesa, olhando-se eternamente. O ícone da Trindade de Rublev não mostra ação, nem palavras, nem movimento. Mostra atenção. Um círculo de olhares onde cada Pessoa se entrega à outra, recebendo vida enquanto dá vida. Há um espaço vazio na mesa, aberto. Um convite silencioso para entrar naquela comunhão.Esse é o olhar que sustenta o mundo.O oposto também é verdadeiro. O olhar distraído, defensivo, apressado, julgador, mata devagar. Mata relações, mata vocações, mata a alegria. Quantas vezes alguém sofre não pela falta de ajuda, mas pela falta de atenção. Quantas vezes um celular na mesa pesa mais do que uma palavra dura. Atenção é amor. E amor é sempre sacrifício.Há um olhar que se entrega. Que não pergunta primeiro o que vai receber em troca. Que não se protege o tempo todo. Que não levanta escudos. É o olhar de Maria aos pés de Jesus. Marta faz muitas coisas, mas Maria oferece o que é mais raro: a própria atenção. E esse olhar permanece.Mas para olhar assim, é preciso estar desarmado. O medo nos fecha. O apego nos endurece. O desejo de controle nos impede de entrar na vida do outro. Amar é sempre um risco. Quem ama se expõe. Quem ama aceita perder algo para que o outro viva.Por isso esse olhar transforma em duas direções. Dá vida a quem o recebe. E converte quem o oferece.Cristo passa pela margem do lago, vê Simão e André, e os chama. Muitos estavam ali. Mas Ele vê aqueles. O olhar precede a palavra. E a palavra cria uma vida nova. A partir daquele instante, aqueles homens passam a carregar esse mesmo olhar no mundo. Tornam-se pescadores de homens não por técnica, mas por presença.O olhar do amor é vida.E talvez a pergunta mais decisiva não seja o que estamos fazendo, mas como estamos olhando. Para Deus. Para os outros. Para nós mesmos. Porque onde esse olhar chega, algo começa a viver._________________________________Referências Viktor Frankl, O homem em busca de sentidoÍcone da Trindade de RublevBento XVI, Deus Caritas Est (n. 18)J. Ratzinger, Principles of catholic theologyC. S. Lewis, O grande divórcio.Podcast que associa sacrifício à atenção: https://www.thesymbolicworld.com/cont...
A escolha de Ló, sobrinho de Abraão, em Gn 13 de habitar nas campinas férteis e verdejantes próximas a Sodoma, apesar da má reputação da cidade, e da reprovação de Deus, já prenunciava os desafios que ele e sua família enfrentariam.Porque nem sempre o que desejamos ou a vida que escolhemos é o que Deus deseja e escolhe para nós.Por mais que cheguemos onde sonhávamos, por mais que vivemos a vida a maneira como sempre desejamos, isso pode estar completamente fora da vontade de Deus...Sendo assim Deus de alguma maneira fará com que eu e você deixemos de viver como queremos para vivermos como Ele quer!E é basicamente isso que essa história vai nos ensinar hoje.Ao iniciarmos um novo ano, somos confrontados com a verdade de que Deus não deseja que permaneçamos onde estávamos ou como estávamos.Muitas vezes, a vida que levamos, aparentemente tranquila e confortável, pode não ser o plano ideal de Deus para nós. Ele nos chama para algo novo, para um passo de fé que exige movimento, sair do comodismo, exige desapego e exige confiança. A história da mulher de Ló é um alerta poderoso sobre os perigos de resistir ao chamado de Deus e de se apegar ao que Ele está nos pedindo para deixar para trás. Por isso para começarmos bem e termos um ano melhor eu te convido a mergulhar junto comigo nessa história.#igrejabatista #igrejanaoelugar #reflexão #comecebem #pregação
Fala Carlão conversa com Jahmy Hindman, CTO da John Deere, direto do estande da marca na CES 2026, em Las Vegas. Jahmy detalhou os enormes desafios de olhar para o futuro com o objetivo de construir o presente da melhor maneira possível. Ele explicou que a estratégia da companhia foca em antecipar tendências para entregar ferramentas que resolvam os problemas reais do dia a dia rural. O executivo também ressaltou como as novas tecnologias da John Deere ajudam diretamente os produtores brasileiros a elevar o patamar de eficiência. Segundo ele, a inovação só faz sentido quando gera valor e produtividade para quem trabalha na terra. Fala aí, Jahmy!Apoio:Turista ProfissionalRevista AgroRevendaPublique AgroAgênciaRealização:Grupo PubliqueAgradecimentos:John Deere
Pr Giovani Zimmermann Jr #Teologia #VidaCristã #Fé #Biblia #Escrituras #Pregação #Pastor
Seja Bem Vindo ao nosso PodCast! Giovani Zimmermann Jr é presidente fundador da Igreja Casa na Rocha. Casado c/Sophia e pai de 3 filhos. Professor de Teologia, Mestre em Filosofia Unioeste/PR, Psicanalista Clínico e Neuropedagogo. Graduou-se no Instituto Bíblico Cristo para Las Naciones (CFNI México/DF).Seja um Cooperador Fiel!
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Passagens Complementares:Hebreus 12,1II Coríntios 3,18João 12,21
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2025 foi um dos anos mais tensos e imprevisíveis da história recente de Israel. Depois de 2024, ainda marcado pelo ataque de 7 de outubro de 2023 e pela guerra que se seguiu, o ano seguinte viu, finalmente, um cessar-fogo negociado entre Israel e o Hamas que incluiu rodadas de trocas de prisioneiros palestinos e a devolução dos reféns em posse do grupo terrorista, em um processo que se deu sob mediação internacional, em particular pelos EUA. Esse acordo, por enquanto, evitou a continuação imediata de uma ofensiva em grande escala e permitiu a entrada de ajuda humanitária em Gaza.Olhar para Israel em 2025 não é só observar um país em crise, é tentar entender como política, trauma, guerra, religião e identidades em confronto moldam não apenas o presente, mas aquilo que Israel pode se tornar. É um ano que mistura tentativas de normalização com rupturas profundas, e que devolve ao mundo perguntas sobre democracia, segurança e futuro. Para falar um pouco sobre como foi 2025 em Israel e o que esperar para 2026, hoje a gente recebe o historiador, assessor do IBI e apresentador do podcast “Do Lado esquerdo do Muro” João Miragaya.
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O nascimento de Jesus foi anunciado aos pastores dos campos de Belém, homens que eram desprezados. Jesus, desde o seu nascimento, promove uma mudança de olhar sobre o que é importante, sobre preconceitos e valores que os homens prezam. A visita dos pastores nos ensina que Jesus está de braços abertos para todos que vão a ele. O nascimento de Jesus transforma a história de uma maneira profunda e radical. Com Jesus somos convidados a ter um novo olhar sobre nós mesmo e tudo que valorizamos. Jesu nasceu para nos dar uma vida nova.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Maturidade e um novo olhar pra empreenderNosso setor vive um paradoxo: todo mundo vê paixão, mas a realidade é que nosso modelo de negócio é um microcosmo na economia com muitas variáveis de gestão! Gastamos energia 24/7 (geladeiras, fornos), usamos muitos insumos, precisamos de gente em horarios extendidos, e tudo isso para funcionar intensamente em picos de horarios curtos. Estamos buscando uma solução inovadora e a chave pode estar na nossa própria jornada. A medida que amadurecemos pessoalmente e nos negócios, nascem novas vontades, desejos e formas de empreender. Ouvir nosso momento e esses novos impulsos é motivador, envolvente e renova nosso gás para desafiar o estabelecido.Nesse episódio conversamos com o Felipe Bronze, chef multi talentos, dono de duas estrelas Michelin no restaurante Oro no Rj, do Pipo, em SP além da Bronze+ e da FOMO.
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Ao entrar no elevador para fazer entrevistas sobre o filme “Sonhos de Trem” (Netflix), a primeira coisa que ouvi de um jornalista americano foi: “Qualquer frame do filme dá um quadro maravilhoso”. Ele não sabia que o diretor de fotografia era brasileiro, mas sem perceber, acabou me dando a manchete e resumiu exatamente o que tantos profissionais têm repetido sobre o trabalho de Adolpho Veloso. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O nome de Veloso circula nas principais publicações de Hollywood, entre os favoritos na corrida ao Oscar na categoria de Melhor Fotografia. Nesta última semana, ele já apareceu na shortlist do Critics' Choice Awards, premiação da principal associação de críticos de cinema dos Estados Unidos. Veloso, que mora em Portugal e carrega o Brasil na memória e no olhar, veio a Hollywood para participar do lançamento do filme e das campanhas de premiações. E parece ainda se surpreender com essa repercussão. “É muito louco. Você nunca imagina, quando está filmando, que isso vai acontecer. Não é uma coisa que faz muito sentido, ao mesmo tempo, é tão surreal que eu prefiro nem pensar tanto. E é um ano extremamente difícil, com muito filme bom, acho que é um dos melhores anos do cinema nos últimos tempos”, contou à RFI. Ele confessa que, como muitos artistas, vive crises profundas durante o processo. “É incrível ter esse reconhecimento, principalmente pela quantidade de crises que a gente tem filmando, que você acha que nunca mais vai filmar na vida. A primeira vez que assisti esse filme no cinema, pensei: ‘Meu Deus, isso está horrível, nunca mais vou conseguir trabalho'. E ver essa reação agora, que é o completo oposto, dá forças para seguir”. Memórias e naturalismo Em “Sonhos de Trem”, dirigido por Clint Bentley e inspirado na novela de Denis Johnson, acompanhamos Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador do início do século XX, que vive longos períodos longe da família. A atmosfera é de recordações borradas, sensações e silêncios, algo que nasceu de forma muito consciente entre Clint e Adolpho. “A gente queria muito que, ao assistir ao filme, parecesse que você estivesse vendo as memórias de alguém, quase como se encontrasse uma caixa com fotos antigas e tentasse entender a vida daquela pessoa, às vezes meio fora de ordem, e você tenta entender quem foi aquela pessoa por aquelas fotos”, explica. Um brasileiro nos anos 1920 Filmado inteiramente no estado de Washington em apenas 29 dias, um feito raro para um longa de época, o projeto exigiu uma maratona por florestas intocadas, vales, zonas devastadas e cenários naturais extremos. A natureza no filme é praticamente uma personagem. “Num filme de época, às vezes é difícil para quem o assiste se conectar, porque tudo é tão diferente. Então queríamos trazer mais realidade, mais conexão. Filmamos só com luz natural e uma câmera bem orgânica, como se você estivesse lembrando de algo que viveu”. Veloso, que nasceu em São Paulo e hoje vive em Portugal, encontrou na história de Grainier uma identificação imediata. “Quando o diretor me mandou o roteiro, pensei: essa vida é basicamente a minha. Esse cara que fica meses longe de casa, trabalhando com gente que talvez nunca mais vai ver… é assim para quem faz cinema. Voltar para casa sempre é estranho, leva dias para sentir que você pertence de novo. Tem as questões de perda, de imigração, da gente ser estrangeiro numa terra diferente, e isso tem consequências”. Olhar brasileiro encontra caminho em Hollywood A trajetória até Hollywood foi, como ele mesmo diz, “aos poucos”. Começou filmando no Brasil, trabalhou com Heitor Dhalia, assinou filmes e documentários, entre eles “On Yoga”, que chamou a atenção de Clint Bentley. Quando Bentley preparava “Jockey” (2021), buscava justamente alguém que transitasse entre ficção e documentários. Encontrou Veloso e o contactou por e-mail. Anos depois, “Sonhos de Trem” se tornaria o segundo filme da dupla. Além de estar nas previsões de Melhor Fotografia para o Oscar, a produção, que já está disponível na Netflix, aparece com possíveis indicações de Melhor Filme, Melhor Ator (possivelmente para Joel Edgerton) e Melhor Roteiro Adaptado. O Brasil que sempre volta Quando lhe pergunto se leva algo do Brasil para seus filmes, a resposta vem quase antes da pergunta terminar: “O nosso jeitinho.” Não no sentido estereotipado, mas na criatividade diante do impossível, no drible às burocracias rígidas de sets americanos. “Aqui tudo é muito engessado e a gente não está acostumado com isso. Aqui, você tem uma ideia e já ouve um não: isso custa tanto, precisa disso, daquilo. E às vezes não precisa de tudo isso. Digo, e se a gente só fizer assim? E funciona.” Reconhecimento Conto a ele que vários jornalistas comentaram comigo espontaneamente sobre a fotografia do filme, sem saber que ele era brasileiro. Veloso abre um sorriso tímido, um pouco surpreso, um pouco orgulhoso. É o tipo de reconhecimento que o Brasil inteiro deveria ouvir. E talvez ouça, quem sabe, no palco do Oscar.
Todo mundo já ouviu falar do poder dos olhos — aquele olhar que fala mais do que mil palavras. E no episódio de hoje do Beauty Delas, vamos mostrar na prática como a maquiagem não serve para esconder, e sim para realçar a beleza que já existe em você.Nossa convidada é simplesmente especialista no assunto!
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Uma devoradora de papel e uma coleccionadora de raridades amaldiçoadas ou assombradas.
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