1985 studio album by Metrô
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2025 foi um dos anos mais tensos e imprevisíveis da história recente de Israel. Depois de 2024, ainda marcado pelo ataque de 7 de outubro de 2023 e pela guerra que se seguiu, o ano seguinte viu, finalmente, um cessar-fogo negociado entre Israel e o Hamas que incluiu rodadas de trocas de prisioneiros palestinos e a devolução dos reféns em posse do grupo terrorista, em um processo que se deu sob mediação internacional, em particular pelos EUA. Esse acordo, por enquanto, evitou a continuação imediata de uma ofensiva em grande escala e permitiu a entrada de ajuda humanitária em Gaza.Olhar para Israel em 2025 não é só observar um país em crise, é tentar entender como política, trauma, guerra, religião e identidades em confronto moldam não apenas o presente, mas aquilo que Israel pode se tornar. É um ano que mistura tentativas de normalização com rupturas profundas, e que devolve ao mundo perguntas sobre democracia, segurança e futuro. Para falar um pouco sobre como foi 2025 em Israel e o que esperar para 2026, hoje a gente recebe o historiador, assessor do IBI e apresentador do podcast “Do Lado esquerdo do Muro” João Miragaya.
Porque a vida é assim, um mosaico de momentos que só faz sentido quando olhamos o conjunto. Olhar pra trás, por outro lado, é um passo essencial para qualquer virada verdadeira. É como se cada conquista fosse um lembrete silencioso dizendo, vai, continua, você consegue ir além.Bem-vindo ao episódio especial de Ano-Novo número 104 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora.Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcastSiga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttorPodcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.brFeliz, Ano-Novo! Feliz 2026!
Exposição em Apocalipse 1.9-20. Ouça e seja edificado pela Palavra de Deus.
Vivemos focadas nas sombras — nas falhas, na comparação e na autocrítica e acredita, falo disso com propriedade, porque sou extremamente autocrítica.Por isso, eu sei que precisamos trabalhar para melhorar não apenas as nossas fraquezas, mas como nós encaramos as nossas qualidades. E esta é a reflexão que eu proponho neste episódio.Para saber mais sobre o meu trabalho visite: https://edulanycardoso.com/
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O nascimento de Jesus foi anunciado aos pastores dos campos de Belém, homens que eram desprezados. Jesus, desde o seu nascimento, promove uma mudança de olhar sobre o que é importante, sobre preconceitos e valores que os homens prezam. A visita dos pastores nos ensina que Jesus está de braços abertos para todos que vão a ele. O nascimento de Jesus transforma a história de uma maneira profunda e radical. Com Jesus somos convidados a ter um novo olhar sobre nós mesmo e tudo que valorizamos. Jesu nasceu para nos dar uma vida nova.
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Uma conversa sobre janelas, obsessões silenciosas e a vida que a gente inventa para não encarar o que perdeu. No episódio, Rita de Podestá fala sobre Parapeito (Ed. Cachalote), seu romance de estreia, um livro urbano, íntimo e inquietante sobre olhar, imaginar e tentar se recompor depois de uma ruptura. Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129 CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG Acompanhe, curta, compartilhe! Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |
Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#251 Carreira em tecnologia: habilidades essenciais para se desenvolver”. Nele, nossos hosts discutem a redefinição da senioridade na era da inteligência artificial e por que as empresas estão priorizando a contratação de desenvolvedores seniores apesar da automação crescente. Eles também refletem sobre como a bagagem técnica e o olhar crítico se tornaram diferenciais valiosos e o paradoxo na formação da próxima geração de desenvolvedores que estão se aproximando cada vez mais da função de arquiteto. Dê o play e ouça agora! Assuntos abordados: Senioridade na era da IA; Revisão crítica como diferencial sênior; Desafios de juniores com código-IA; Valor da experiência em codificação manual; Alta demanda por seniores no mercado. Links importantes: Vagas disponíveis Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: entrechaves@dtidigital.com.br O Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP
“Estética, Ética, Repertório, Imaginário e como a arte pode ser um alimento fundamental pra quem trabalha com comunicação, criação e, principalmente, com gente.” Esses são alguns dos temas que conduzem a nova conversa do APPCast, que conta com a presença de uma convidada especial: Sílvia Camossa, ex-publicitária que encontrou na escrita e nas artes um novo caminho de expressão. O episódio está imperdível e já pode ser acessado no nosso canal do Youtube e Spotify. Corre para ficar por dentro de tudo e tirar o melhor desse bate-papo especial!Apresentação: Carol Zaine (APP Brasil, Vert.se, UnaSports Lab)Coapresentação: Jef Martins (APP Brasil, Biosphera.ntwk)Produção: Eduardo Correia, Mariana CruzGravação, Montagem e Edição: Fibra.ag, GOLiVEApoio: Globo, SBT, Record, Vert.se , Fibra.agPara saber mais sobre a APP Brasil, acesse http://www.appbrasil.org.br/
O Caixa de Música é exibido na TV Novo Tempo de segunda a quinta às 18h e, aos sábados, às 12h.Curta e siga o Caixa de Música nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/caixademusica/Facebook: https://www.facebook.com/CaixadeMusica/X: https://x.com/caixademusica
Você já parou para pensar sobre o que realmente importa na vida? O amor é um sentimento de troca ou um presente incondicional? A morte é o fim ou um novo começo? Descubra como um olhar de fé pode mudar sua perspectiva.Esse post encontra-se no:TEOmídia Blog - uma preciosa fonte de edificaçãoConfira também:TEOmídia - plataforma gratuita de vídeosTEOmídia Rádio - 24 horas no arTEOmídia Cast - disponível no seu serviço de streaming de música e podcast.
Maturidade e um novo olhar pra empreenderNosso setor vive um paradoxo: todo mundo vê paixão, mas a realidade é que nosso modelo de negócio é um microcosmo na economia com muitas variáveis de gestão! Gastamos energia 24/7 (geladeiras, fornos), usamos muitos insumos, precisamos de gente em horarios extendidos, e tudo isso para funcionar intensamente em picos de horarios curtos. Estamos buscando uma solução inovadora e a chave pode estar na nossa própria jornada. A medida que amadurecemos pessoalmente e nos negócios, nascem novas vontades, desejos e formas de empreender. Ouvir nosso momento e esses novos impulsos é motivador, envolvente e renova nosso gás para desafiar o estabelecido.Nesse episódio conversamos com o Felipe Bronze, chef multi talentos, dono de duas estrelas Michelin no restaurante Oro no Rj, do Pipo, em SP além da Bronze+ e da FOMO.
O protagonismo indígena nas artes visuais é destaque da exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa”, do artista visual Ziel Karapotó. A jornalista Nita Queiroz traz agora os detalhes dessa mostra que está em cartaz na Caixa Cultural.
A gestão da experiência do cliente será cada vez mais uma função humana, estratégica e ligada à diretoria financeira.Neste episódio, o Prof Negócios Fernando Coelho, PhD, Diretor Executivo do Instituto Experiência do Cliente e autor de diversos livros sobre experiência do cliente, entre eles gestão de vendas e experiência do cliente, fala mais sobre o tema e traz vários insights. Dá o play e confere! Leve a Palestras Gestão de Vendas e Experiência do Cliente, do Professor Fernando Coelho, para sua empesa:https://www.institutoexperienciadocliente.com/Livro Gestão de Vendas e Experiência do Cliente:https://www.amazon.com.br/Gest%C3%A3o-vendas-experi%C3%AAncia-cliente-Encante-ebook/dp/B0FJYF325Z Siga o Professor Fernando Coelho, no Linkedin: https://www.linkedin.com/in/fernando-coelho-experi%C3%AAncia-do-cliente-%F0%9F%8F%B3%EF%B8%8F%E2%80%8D%F0%9F%8C%88%F0%9F%92%9B-bab71425/
O movimento do Figma ao instalar um escritório oficial de representação para a América Latina, e escolher São Paulo como casa, é um sinal poderoso. Um marcador luminoso de que o Brasil deixou de ser apenas um ponto no mapa e se tornou um polo estratégico para o futuro do design digital. A comunidade cresceu, se sofisticou, influenciou… e o Figma percebeu.E para entender o que isso significa de verdade, para o mercado, para as pessoas de design e para o futuro dessa disciplina que atravessa tecnologia, negócios e cultura, convidamos Débora Mioranzza que é GTM Executive, Latin America do Figma (linkedin.com/in/deb-mioranzza/). Ela vem compartilhar como o Figma enxerga esse ecossistema efervescente e quais caminhos se desenham no horizonte pela lente da ferramenta mais usada e amada no universo de UX design hoje.
No episódio de retorno do Genecast, abrimos a porta para o fascinante mundo da Genética Médica! Vamos desvendar como a ciência está revolucionando o diagnóstico, o tratamento e, principalmente, a prevenção na saúde. Abordamos sobre o que é a Genética Médica, explorando tanto do ponto de vista de especialidade médica como as áreas de atuação e a importância da especialidade nos contextos atuais da saúde. Equipe: Host: Rodrigo Fock Geneticistas: Thereza Loureiro e Henrique Galvão Residente: Mariana Pombeiro Apoio: Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) e Sociedade Brasileira de Triagem Neonatal e Erros Inatos do Metabolismo (SBTEIM)
Frederico Portas (1996) é um curador independente sediado em lisboa. Licenciado em filosofia e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos (Nova FCSH), a sua prática traduz-se na ligação entre determinados ramos da filosofia (ontologia, epistomologia e fenomenologia) e a curadoria enquanto meio alternativo de confronto com determinações filosóficas, e enquanto prática ensaística enquanto tal.Foi co-fundador da coleção artistas emergentes Santander consumer finance, juntamente com Tomas Agostinho, composta exclusivamente por trabalhos fotográficos de jovens artistas portugueses. Também com Tomás, foi co-fundador do ciclo de exposições tête-à-tête (2021-2024), na galeria Hélder alfaiate, a qual contou com seis eventos expositivos, cada qual composto pela presença de dois artistas, um novo e um mais velho, em conversa, numa espécie de anacronismo invertido. Links: https://appleton.pt/square-before/ https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/ https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/ https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/ Episódio gravado a 25.11.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados
Tema de abertura de Claudio Zaidan para o programa Bandeirantes Acontece
Quer trocar de carro e não sabe qual a melhor opção: financiamento ou consórcio? Dê o play no episódio de hoje e confira o bate-papo com o gerente de negócios em Borda da Mata/MG, para esclarecer todas suas dúvidas. Aproveita e deixa nos comentários o que achou do episódio de hoje.
A forma como você olha para a vida determina tudo o que você sente, vive e atrai.No ensinamento profundo analisado por Marcello Cotrim neste episódio do ECOTRIMCAST, Jesus diz: “Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será cheio de luz.” Mas o que isso realmente significa?Marcello desvenda o sentido psicológico, espiritual e metafísico desse ensinamento, mostrando que:• O mundo não é “como ele é”, mas como você é• Seu olhar é o filtro que define sua saúde emocional, energética e até física• O “olhar mau” não é moral: é medo, culpa, desconfiança, rigidez, trauma• O “olhar bom” é presença, simplicidade, potência interior, leitura da essência• A interpretação emocional cria sua linha kármica e a realidade que você manifesta• Você escolhe os sentimentos que sustenta — e isso muda absolutamente tudo• Quando o olhar se ilumina, sua energia vital sobe, sua consciência expande e a vida abre portasEste é um episódio para quem deseja reprogramar sua forma de perceber o mundo e, com isso, transformar sua vibração e seu destino.A cura começa nos olhos, mas termina na consciência.Quer começar? Comece pelo CHAMADO DA ALMAhttps://www.lojamotivacional.com.br/produto/curso-on-line-o-chamado-da-alma/Meditações Guiadas:https://www.lojamotivacional.com.br/categoria-produto/cds-digitais/
Ao entrar no elevador para fazer entrevistas sobre o filme “Sonhos de Trem” (Netflix), a primeira coisa que ouvi de um jornalista americano foi: “Qualquer frame do filme dá um quadro maravilhoso”. Ele não sabia que o diretor de fotografia era brasileiro, mas sem perceber, acabou me dando a manchete e resumiu exatamente o que tantos profissionais têm repetido sobre o trabalho de Adolpho Veloso. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O nome de Veloso circula nas principais publicações de Hollywood, entre os favoritos na corrida ao Oscar na categoria de Melhor Fotografia. Nesta última semana, ele já apareceu na shortlist do Critics' Choice Awards, premiação da principal associação de críticos de cinema dos Estados Unidos. Veloso, que mora em Portugal e carrega o Brasil na memória e no olhar, veio a Hollywood para participar do lançamento do filme e das campanhas de premiações. E parece ainda se surpreender com essa repercussão. “É muito louco. Você nunca imagina, quando está filmando, que isso vai acontecer. Não é uma coisa que faz muito sentido, ao mesmo tempo, é tão surreal que eu prefiro nem pensar tanto. E é um ano extremamente difícil, com muito filme bom, acho que é um dos melhores anos do cinema nos últimos tempos”, contou à RFI. Ele confessa que, como muitos artistas, vive crises profundas durante o processo. “É incrível ter esse reconhecimento, principalmente pela quantidade de crises que a gente tem filmando, que você acha que nunca mais vai filmar na vida. A primeira vez que assisti esse filme no cinema, pensei: ‘Meu Deus, isso está horrível, nunca mais vou conseguir trabalho'. E ver essa reação agora, que é o completo oposto, dá forças para seguir”. Memórias e naturalismo Em “Sonhos de Trem”, dirigido por Clint Bentley e inspirado na novela de Denis Johnson, acompanhamos Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador do início do século XX, que vive longos períodos longe da família. A atmosfera é de recordações borradas, sensações e silêncios, algo que nasceu de forma muito consciente entre Clint e Adolpho. “A gente queria muito que, ao assistir ao filme, parecesse que você estivesse vendo as memórias de alguém, quase como se encontrasse uma caixa com fotos antigas e tentasse entender a vida daquela pessoa, às vezes meio fora de ordem, e você tenta entender quem foi aquela pessoa por aquelas fotos”, explica. Um brasileiro nos anos 1920 Filmado inteiramente no estado de Washington em apenas 29 dias, um feito raro para um longa de época, o projeto exigiu uma maratona por florestas intocadas, vales, zonas devastadas e cenários naturais extremos. A natureza no filme é praticamente uma personagem. “Num filme de época, às vezes é difícil para quem o assiste se conectar, porque tudo é tão diferente. Então queríamos trazer mais realidade, mais conexão. Filmamos só com luz natural e uma câmera bem orgânica, como se você estivesse lembrando de algo que viveu”. Veloso, que nasceu em São Paulo e hoje vive em Portugal, encontrou na história de Grainier uma identificação imediata. “Quando o diretor me mandou o roteiro, pensei: essa vida é basicamente a minha. Esse cara que fica meses longe de casa, trabalhando com gente que talvez nunca mais vai ver… é assim para quem faz cinema. Voltar para casa sempre é estranho, leva dias para sentir que você pertence de novo. Tem as questões de perda, de imigração, da gente ser estrangeiro numa terra diferente, e isso tem consequências”. Olhar brasileiro encontra caminho em Hollywood A trajetória até Hollywood foi, como ele mesmo diz, “aos poucos”. Começou filmando no Brasil, trabalhou com Heitor Dhalia, assinou filmes e documentários, entre eles “On Yoga”, que chamou a atenção de Clint Bentley. Quando Bentley preparava “Jockey” (2021), buscava justamente alguém que transitasse entre ficção e documentários. Encontrou Veloso e o contactou por e-mail. Anos depois, “Sonhos de Trem” se tornaria o segundo filme da dupla. Além de estar nas previsões de Melhor Fotografia para o Oscar, a produção, que já está disponível na Netflix, aparece com possíveis indicações de Melhor Filme, Melhor Ator (possivelmente para Joel Edgerton) e Melhor Roteiro Adaptado. O Brasil que sempre volta Quando lhe pergunto se leva algo do Brasil para seus filmes, a resposta vem quase antes da pergunta terminar: “O nosso jeitinho.” Não no sentido estereotipado, mas na criatividade diante do impossível, no drible às burocracias rígidas de sets americanos. “Aqui tudo é muito engessado e a gente não está acostumado com isso. Aqui, você tem uma ideia e já ouve um não: isso custa tanto, precisa disso, daquilo. E às vezes não precisa de tudo isso. Digo, e se a gente só fizer assim? E funciona.” Reconhecimento Conto a ele que vários jornalistas comentaram comigo espontaneamente sobre a fotografia do filme, sem saber que ele era brasileiro. Veloso abre um sorriso tímido, um pouco surpreso, um pouco orgulhoso. É o tipo de reconhecimento que o Brasil inteiro deveria ouvir. E talvez ouça, quem sabe, no palco do Oscar.
Ao entrar no elevador para fazer entrevistas sobre o filme “Sonhos de Trem” (Netflix), a primeira coisa que ouvi de um jornalista americano foi: “Qualquer frame do filme dá um quadro maravilhoso”. Ele não sabia que o diretor de fotografia era brasileiro, mas sem perceber, acabou me dando a manchete e resumiu exatamente o que tantos profissionais têm repetido sobre o trabalho de Adolpho Veloso. Cleide Klock, correspondente da RFI em Los Angeles O nome de Veloso circula nas principais publicações de Hollywood, entre os favoritos na corrida ao Oscar na categoria de Melhor Fotografia. Nesta última semana, ele já apareceu na shortlist do Critics' Choice Awards, premiação da principal associação de críticos de cinema dos Estados Unidos. Veloso, que mora em Portugal e carrega o Brasil na memória e no olhar, veio a Hollywood para participar do lançamento do filme e das campanhas de premiações. E parece ainda se surpreender com essa repercussão. “É muito louco. Você nunca imagina, quando está filmando, que isso vai acontecer. Não é uma coisa que faz muito sentido, ao mesmo tempo, é tão surreal que eu prefiro nem pensar tanto. E é um ano extremamente difícil, com muito filme bom, acho que é um dos melhores anos do cinema nos últimos tempos”, contou à RFI. Ele confessa que, como muitos artistas, vive crises profundas durante o processo. “É incrível ter esse reconhecimento, principalmente pela quantidade de crises que a gente tem filmando, que você acha que nunca mais vai filmar na vida. A primeira vez que assisti esse filme no cinema, pensei: ‘Meu Deus, isso está horrível, nunca mais vou conseguir trabalho'. E ver essa reação agora, que é o completo oposto, dá forças para seguir”. Memórias e naturalismo Em “Sonhos de Trem”, dirigido por Clint Bentley e inspirado na novela de Denis Johnson, acompanhamos Robert Grainier (Joel Edgerton), um lenhador do início do século XX, que vive longos períodos longe da família. A atmosfera é de recordações borradas, sensações e silêncios, algo que nasceu de forma muito consciente entre Clint e Adolpho. “A gente queria muito que, ao assistir ao filme, parecesse que você estivesse vendo as memórias de alguém, quase como se encontrasse uma caixa com fotos antigas e tentasse entender a vida daquela pessoa, às vezes meio fora de ordem, e você tenta entender quem foi aquela pessoa por aquelas fotos”, explica. Um brasileiro nos anos 1920 Filmado inteiramente no estado de Washington em apenas 29 dias, um feito raro para um longa de época, o projeto exigiu uma maratona por florestas intocadas, vales, zonas devastadas e cenários naturais extremos. A natureza no filme é praticamente uma personagem. “Num filme de época, às vezes é difícil para quem o assiste se conectar, porque tudo é tão diferente. Então queríamos trazer mais realidade, mais conexão. Filmamos só com luz natural e uma câmera bem orgânica, como se você estivesse lembrando de algo que viveu”. Veloso, que nasceu em São Paulo e hoje vive em Portugal, encontrou na história de Grainier uma identificação imediata. “Quando o diretor me mandou o roteiro, pensei: essa vida é basicamente a minha. Esse cara que fica meses longe de casa, trabalhando com gente que talvez nunca mais vai ver… é assim para quem faz cinema. Voltar para casa sempre é estranho, leva dias para sentir que você pertence de novo. Tem as questões de perda, de imigração, da gente ser estrangeiro numa terra diferente, e isso tem consequências”. Olhar brasileiro encontra caminho em Hollywood A trajetória até Hollywood foi, como ele mesmo diz, “aos poucos”. Começou filmando no Brasil, trabalhou com Heitor Dhalia, assinou filmes e documentários, entre eles “On Yoga”, que chamou a atenção de Clint Bentley. Quando Bentley preparava “Jockey” (2021), buscava justamente alguém que transitasse entre ficção e documentários. Encontrou Veloso e o contactou por e-mail. Anos depois, “Sonhos de Trem” se tornaria o segundo filme da dupla. Além de estar nas previsões de Melhor Fotografia para o Oscar, a produção, que já está disponível na Netflix, aparece com possíveis indicações de Melhor Filme, Melhor Ator (possivelmente para Joel Edgerton) e Melhor Roteiro Adaptado. O Brasil que sempre volta Quando lhe pergunto se leva algo do Brasil para seus filmes, a resposta vem quase antes da pergunta terminar: “O nosso jeitinho.” Não no sentido estereotipado, mas na criatividade diante do impossível, no drible às burocracias rígidas de sets americanos. “Aqui tudo é muito engessado e a gente não está acostumado com isso. Aqui, você tem uma ideia e já ouve um não: isso custa tanto, precisa disso, daquilo. E às vezes não precisa de tudo isso. Digo, e se a gente só fizer assim? E funciona.” Reconhecimento Conto a ele que vários jornalistas comentaram comigo espontaneamente sobre a fotografia do filme, sem saber que ele era brasileiro. Veloso abre um sorriso tímido, um pouco surpreso, um pouco orgulhoso. É o tipo de reconhecimento que o Brasil inteiro deveria ouvir. E talvez ouça, quem sabe, no palco do Oscar.
Apeadeiros da conversa: .O corpo não me acompanha nas lides folionas. .Alimentar as redes sociais a carrosséis. .Enquanto houver língua e dedo não há feminista que me meta medo. .As intermitências do celibato. .Olhar de falcão analfabeto. .O mundo não tem o brilho do ecrã. .O trauma da lebre em virtude da tartaruga. .Afonsinho problematizado. .avestruz de cabeça enterrada na areia. .A desumanização laboral não inspirará aspirantes a ditadores. .Paletizar humanamente o dito ser humano em prol da eficácia. ---- O menino está aqui: Substack: robertogamito.substack.com Twitter: twitter.com/RobertoGamito Instagram: www.instagram.com/robertogamito Facebook: www.facebook.com/robertogamito Youtube: bit.ly/2LxkfF8 Threads: www.threads.com/@robertogamito
No Outro Olhar de hoje, converso com a ex-deputada estadual Zilá Breitenbach, atual secretária adjunta de Obras do RS. Falamos sobre politica, vida e os caminhas de uma mulher pioneira à frente da gestão pública. Acompanhe.
No episódio de hoje, a Marta fala de um assunto mais sério na tentativa de consciencializar para o que está a acontecer no mundo e diferença a que nós temos o dever de fazer!
A forma como olhamos para a vida é profundamente influenciada pela forma como lidamos com os assuntos da nossa vida: amor, dinheiro, trabalho...Olhar para a vida com os nossos próprios olhos exige um trabalho de descondicionamento e desenvolvimento pessoal. Será que estamos dispostos a fazê-lo para ver como é suposto vermos?
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Todo mundo já ouviu falar do poder dos olhos — aquele olhar que fala mais do que mil palavras. E no episódio de hoje do Beauty Delas, vamos mostrar na prática como a maquiagem não serve para esconder, e sim para realçar a beleza que já existe em você.Nossa convidada é simplesmente especialista no assunto!
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Você sente que está sempre esgotado ao final do dia, mesmo sem ter feito nada de diferente? Neste Enzimas, Rebeca Cândido, PO e Liderança dos Podcasts da dti digital, reflete sobre como as pequenas escolhas diárias moldam silenciosamente a cultura de uma organização e o desempenho dos times. Ela compartilha estratégias práticas para transformar o excesso de decisões em uma vantagem competitiva para líderes sobrecarregados. Ficou curioso? Então, dê o play! Assuntos abordados Impacto das microdecisões na liderança; Construção de cultura através de escolhas diárias; Liderança intencional x reativa; Microdecisões intencionais; Redução de sobrecarga decisória; Olhar de produto na gestão de pessoas; Bloqueio de tempo para foco; Delegação para autonomia dos times. Links importantes: Newsletter Dúvidas? Nos mande pelo Linkedin Contato: osagilistas@dtidigital.com.br Os Agilistas é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPPSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Esta semana, temos na estante “Volúpia. A nona arte: a gastronomia”, de Alberto Forjaz Sampaio; as fotografias de Daniel Blufuks, em “Tentativa de Esgotamento (depois do adeus); o primeiro documento oficial do Papa Leão, com o título “Dilexi Te”; e o romance de estreia de um nosso velho conhecido, WoodyAllen, com o título “que se passa com o Baum?”See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Uma devoradora de papel e uma coleccionadora de raridades amaldiçoadas ou assombradas.
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Com uma atuação forte e um interesse natural pelo ambiente, as mulheres têm cada vez mais atuado de forma influente na sustentabilidade
Neste episódio do Gestão Rural, Ruth Dornelles e Vitorino Dorneles, da SEAC Gestão, desvendam os desafios e segredos da administração no agronegócio. Eles exploram como a mentalidade focada na produção, uma herança colonial, muitas vezes negligencia a gestão financeira e administrativa. Abordamos a importância de transformar "sensações" em dados concretos através de processos bem definidos, distinguindo custo e investimento, e o papel crucial da tecnologia para otimizar o planejamento e mitigar riscos. Discutimos a integração de informações de diferentes profissionais, como evitar retrabalho e centralização, e a importância de iniciar uma gestão eficaz com um simples livro caixa. Prepare-se para insights valiosos sobre como produtores rurais podem alcançar resultados financeiros sólidos e sustentáveis, transformando suas propriedades em empresas eficientes. PARCEIRO DESTE EPISÓDIO Este episódio foi trazido até você pela SCADIAgro! A SCADIAgro trabalha diariamente com o compromisso de garantir aos produtores rurais as informações que tornem a gestão econômica e fiscal de suas propriedades mais sustentável e eficiente. Com mais de 30 anos no mercado, a empresa desenvolve soluções de gestão para produtores rurais espalhados pelo Brasil através de seu software. SCADIAgro: Simplificando a Gestão para o Produtor Rural Site: https://scadiagro.com.br/Podcast Gestão Rural: https://open.spotify.com/show/7cSnKbi7Ad3bcZV9nExfMi?si=766354cb313f4785Instagram: https://www.instagram.com/scadiagro/LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/scadiagroYouTube: https://www.youtube.com/channel/UCQxErIaU0zBkCAmFqkMohcQ INTERAJA COM O AGRO RESENHAInstagram: instagram.com/agroresenhaTwitter: x.com/agroresenhaFacebook: facebook.com/agroresenhaYouTube: youtube.com/agroresenhaCanal do Telegram: https://t.me/agroresenhaCanal do WhatsApp: https://bit.ly/zap-arp-01 E-MAILSe você tem alguma sugestão de pauta, reclamação ou dúvida envie um e-mail para contato@agroresenha.com.br ACOMPANHE A REDE AGROCASTInstagram: instagram.com/redeagrocast/Facebook: facebook.com/redeagrocast/Twitter: x.com/redeagrocast FICHA TÉCNICAApresentação: Paulo OzakiProdução: Agro ResenhaConvidado: Ruth Dornelles e Vitorino DornelesEdição: Senhor A - https://www.instagram.com/senhor_a_/See omnystudio.com/listener for privacy information.
Em entrevista ao Alta Definição em setembro de 2021, Francisco Pinto Balsemão revisitou os momentos decisivos da sua vida — desde a infância numa família abastada, marcada pela morte prematura da irmã e pela pressão de carregar a única esperança familiar, até ao reconhecimento público que viria a conquistar. Revelou a profunda ligação à sua companheira, Mercedes Balsemão, pilar inabalável na sua caminhada, e recorda o período como primeiro-ministro de Portugal (1981–1983), bem como o contacto com figuras internacionais que marcaram essa época. Falou ainda do seu sonho menos conhecido de escrever poesia, das preocupações com o mundo digital e da luta contra a desinformação — temas que considerou cruciais para o futuro da comunicação. Fundador do semanário Expresso e da cadeia privada SIC, Balsemão não fugiu a perguntas sobre os seus maiores arrependimentos. A sua morte, a 21 de outubro de 2025, aos 88 anos, marcou o fim de um percurso singular e profundo de quem ajudou a escrever parte da história recente de Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Movimentações deve seguir com volatilidade diante da falta de certeza sobre acordo comercial e da ausência de dados do USDA
Quem ouve, sente… Com Thomas Anahory
Se você ja passou por profundos momentos de solidão, quando pensou que o próprio Deus o abandonou, quero que saiba que você esta a enganado. Nosso Deus nunca abandona os seus filhos, pelo contrário, ele sempre vela por eles, ele coloca seus olhos sobre eles. É maravilhos saber que este olhar tem como fim proteger, amparar, estimular. Deus é um pai cujo olhar cuidadoso nos enche de admiração e gratidão. Deus seja louvado por seu olhar cuidadoso.
Episódio analisa a atuação vascaína na vitória sobre o Cruzeiro. Dupla de zaga é decisiva para a evolução do time? Coutinho fez seu melhor jogo? Qual deve ser a escalação na quarta? Dá o play!