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Homilia Padre Gilberto Gaudino, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 18,21-19,1Naquele tempo,Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou:"Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?"Jesus respondeu: "Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados.Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida.O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: 'Dá-me um prazo! E eu te pagarei tudo'.Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Paga o que me deves'.O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: 'Dá-me um prazo! E eu te pagarei'.Mas o empregado não quis saber disso.Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia.Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: "Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste.Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro,como eu tive compaixão de ti?"O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida.É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão".Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galileia e veio para o território da Judeia além do Jordão. Palavra da Salvação.
Como melhorar a eficácia da imunoterapia contra o câncer? Esse é o desafio do pesquisador francês Alexandre Detappe, diretor do Laboratório de Nanomedicina do Instituto Gustave Roussy, o maior centro de combate ao câncer da Europa, localizado em Villejuif, nos arredores de Paris. Em seu estudo, ele busca desenvolver nanopartículas capazes de ajudar o sistema imunológico a combater a doença. Taíssa Stivanin, da RFI em Paris Após alguns anos nos Estados Unidos, onde passou por instituições como o Dana-Farber Cancer Institute, em Boston, Alexandre Detappe desenvolveu um projeto com uma equipe do MIT (Massachusetts Institute of Technology) que utiliza nanopartículas para transportar medicamentos. A equipe incorporava anticorpos e proteínas à superfície dos materiais para que reconhecessem as células tumorais. Na França, o alvo das pesquisas do cientista passou a ser as células do sistema imunológico. Esta é a base do seu atual projeto, o Nano-BITE, que acaba de receber financiamento do ERC (Conselho Europeu de Pesquisa), principal agência da União Europeia de fomento à pesquisa científica de excelência. O cientista francês obteve uma bolsa de € 150 mil (cerca de R$ 884 mil) destinada a pesquisadores que buscam aplicações práticas para suas descobertas. O foco inicial dos estudos é a atividade celular de um subtipo de câncer de mama conhecido como HER-2 positivo. Este tipo de doença é caracterizado por uma quantidade excessiva da proteína HER2 e considerado mais agressivo. “A ideia é ativar o sistema imunológico adicionando certos anticorpos à superfície das nanopartículas. Nesse caso, elas funcionam como um meio de transporte, onde podemos colocar imunoterapias ou moléculas que vão estimular o sistema imunológico”, explica. Imunoterapia ainda é limitada A eficácia da imunoterapia ainda permanece limitada em muitos tumores sólidos. As duas principais dificuldades são atrair uma quantidade suficiente de células imunitárias para o local do tumor e fazer com que elas permaneçam ativas por longos períodos, o que exige uma carga maior de medicamentos e aumenta o risco de efeitos colaterais. Nesse contexto, as nanopartículas funcionam como uma espécie de cavalo de Troia mais sofisticado, levando as moléculas terapêuticas de forma mais eficaz e estratégica, eliminando esses dois obstáculos. “Fizemos nossas primeiras provas de conceito e validamos a hipótese de que, dependendo do tipo de nanopartícula utilizado, haverá uma determinada influência na resposta imune. A seleção foi feita após a análise de muitas nanopartículas, entre elas uma à base de PLGA, que é um pequeno polímero. Foi assim que surgiu o projeto Nano-BITE.” As nanopartículas medem entre 60 e 100 nanômetros e são formadas por gordura, colesterol e cadeias de polímeros sintéticos utilizados em diversos produtos, como xampus, por exemplo. Elas são cerca de 10 mil vezes menores que um fio de cabelo. A título de comparação, os anticorpos incorporados à sua superfície têm cerca de 10 nanômetros. “É como uma emulsão com gotículas finas, estabilizada por um polímero chamado PLGA. A ideia é criar esferas minúsculas, com esses anticorpos na superfície, adicionando o princípio ativo, ou seja, a molécula terapêutica que nos interessa”, explica Detappe. O PLGA, sigla para poliácido láctico-co-glicólico, é um polímero biodegradável e biocompatível utilizado em medicina e farmacologia. 'Ponte' entre células A grande questão agora, diz o cientista francês, é confirmar a possibilidade de inserir essa nanopartícula na interface entre a célula tumoral e a imunológica. Sua função seria criar uma ponte de reconhecimento entre as duas células, ativando ao mesmo tempo a resposta imunitária que combaterá o tumor. “O interesse deste projeto de prova de conceito no Gustave Roussy é o acesso a amostras de pacientes e a toda a estrutura clínica que o centro oferece para acelerar nossas pesquisas. A ideia é desenvolver nanopartículas de acordo com as necessidades de cada caso, dependendo do tumor ou da célula que será alvo do medicamento.” De acordo com o cientista, é possível fabricar rapidamente uma nanopartícula personalizada na plataforma criada pelo laboratório do instituto francês, tecnologia que poderá futuramente ser aplicada a outros tipos de câncer. Após a validação da prova de conceito, o objetivo de Alexandre é buscar novos financiamentos europeus para realizar testes clínicos e viabilizar o uso desse meio de transporte biológico inovador como aliada das imunoterapias contra tumores malignos, em um futuro possivelmente próximo, “A transição do meio acadêmico para o setor produtivo pode ser muito rápida. É apenas uma questão de captação de recursos e financiamento, como quase sempre ocorre. A ideia é que, ao longo dos próximos 18 meses, consigamos validar o máximo possível do ponto de vista acadêmico e pré-clínico”, observa. “O processo já existe. Depois, será necessário captar recursos e convencer um médico pesquisador a levar o projeto para os ensaios clínicos. O tempo dos ensaios clínicos em si não pode ser encurtado, porque envolve o recrutamento de pacientes. A fase 1 pode durar de um a dois anos, seguida pelas fases 2 e 3. Devemos prever entre sete e dez anos até uma eventual aprovação para uso no mercado. No entanto, o acesso ao primeiro paciente, se tudo correr bem, poderá ocorrer dentro de dois a três anos”, aposta.
Jorge Fernandes responde à pergunta de um ouvinte sobre um dos temas mais polémicos da semana. Assalto ou encenação? E o que diz o caso sobre o que se passa no parlamento?See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Veja também em youtube.com/@45_graus Inquérito: melhores episódios de 2026? Pedro Carneiro é professor de Economia na University College London, Research Economist no Centre for Microdata Methods and Practice e Research Fellow no Institute for Fiscal Studies. Doutorou-se em Economia na Universidade de Chicago. Publicou vários artigos científicos acerca dos determinantes e consequências de investimentos públicos e privados em crianças, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Também trabalhou em avaliações de programas de educação, saúde e pobreza em vários países. _______________ Índice (2ª Parte): Paper: Teacher Quality and Learning Outcomes in Kindergarten, 2016 Devemos ter métricas de desempenho dos professores consoante os resultados dos alunos? | Caso Vergara v. California Paper: The Decision-Makers We Become: Early Education and the Decision-Making of Boys and Girls (2026) Qual é a melhor forma de fazer investigação nesta área? Devíamos ter um Infarmed que determinasse as melhores medidas nesta área?See omnystudio.com/listener for privacy information.
Homilia Padre Danilo Magela, IVE:Evangelho de Jesus Cristo segundo João 11,19-27Naquele tempo,muitos judeus tinham vindo à casa de Marta e Mariapara as consolar por causa do irmão.Quando Marta soube que Jesus tinha chegado,foi ao encontro dele.Maria ficou sentada em casa.Então Marta disse a Jesus:"Senhor, se tivesses estado aqui,meu irmão não teria morrido.Mas mesmo assim, eu sei queo que pedires a Deus, ele to concederá".Respondeu-lhe Jesus:"Teu irmão ressuscitará".Disse Marta:"Eu sei que ele ressuscitarána ressurreição, no último dia".Então Jesus disse:"Eu sou a ressurreição e a vida.Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá.E todo aquele que vive e crê em mim,não morrerá jamais.Crês isto?"Respondeu ela:"Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Messias, o Filho de Deus,que devia vir ao mundo".Palavra da Salvação.
Quarenta anos após a adesão de Portugal à União Europeia, a Europa vive novo momento de encruzilhada.Num contexto de grande mudança tecnológica, com as grandes economias em plena concorrência, mais protecionismo e divisão em esferas de influência regional, a Europa procura um novo rumo do plano da competitividade económica.Dois anos depois da publicação dos relatórios de Mário Draghi e Enrico Letta, sobre competitividade e o mercado único europeu, o que avançou realmente na Europa? Portugal deve apostar em áreas específicas ou avançar em todas as direções? Devemos mudar a nossa estrutura económica e fiscal?Os convidados deste programa são João Leão, professor do ISCTE e ex-ministro das Finanças, e João Duarte, investigador da Nova SBE.O Da Capa à Contracapa é uma parceria da Fundação com a Rádio Renascença.
40 anos após a adesão de Portugal à União Europeia, a Europa vive novo momento de encruzilhada. Num contexto de grande mudança tecnológica, com as grandes economias em plena concorrência, mais protecionismo e divisão em esferas de influência regional, a Europa procura um novo rumo do plano da competitividade económica. Dois anos após a publicação dos relatórios de Mário Draghi e Enrico Letta, sobre competitividade e o mercado único europeu, o que avançou realmente na Europa? Portugal deve apostar em áreas específicas ou avançar em todas as direções? Devemos mudar a nossa estrutura económica e fiscal? Os convidados do "Da Capa à Contracapa" são João Leão, professor do ISCTE e ex-ministro das Finanças e Joao Duarte, investigador da NOVASBE.
Como devemos agir em tempos de incertezas? - Pr. Paulo Brito Junior by Igreja Missionária Evangélica Maranata da Tijuca Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Devocional do dia 21/07/2026 com o tema: Cargas Há dias tão difíceis que tudo o que desejamos é que eles cheguem ao fim. Nossa geração parece estar mais cansada. Uma pesquisa realizada no Reino Unido identificou que um em cada oito cidadãos disse que se sente cansado o tempo todo. Outros 25% disseram que se sentem cansados na maior parte do tempo. Devemos refletir sobre a origem de todo esse cansaço. Tal fenômeno vai além da falta de vitaminas no corpo humano. Temos condicionado nossa mente e nossa existência a uma vida de baixa tensão. LEITURA BÍBLICA: Salmo 68.1-20 Busquem o SENHOR enquanto é possível achá-lo; clamem por ele enquanto está perto (Is 55.6).See omnystudio.com/listener for privacy information.
A CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, assinala hoje 30 anos de existência. Uma organização confrontada com múltiplo desafios e fragilizada pela suspensão da Guiné-Bissau na sequência do golpe de Estado de Novembro passado. O antigo Primeiro-Ministro angolano Marcolino Moco foi o primeiro secretário executivo da organização lusófona e fez um balanço à RFI destas três décadas de existência do bloco lusófono. Marcolino Moco começa por afirmar a sua grande decepção relativamente ao desempenho da CPLP. Eu tenho uma ideia de uma certa desilusão. Porque eu tinha a ideia inicial de que essa CPLP podia ser um impulsionador, sobretudo na área de reafirmação dos valores que constituíram o histórico dos países que constituem a CPLP: Portugal mais as suas ex-colónias, mais o Brasil. Portanto trabalhar em mais-valias que poderiam resultar deste histórico. Mas isso não tem sido possível, por várias razões, entre as quais eu costumo sublinhar especialmente o maior desperdício de energias para uma actividade meramente formal, diplomática ou formal entre os Estados. Portanto, aquela ideia de que, especialmente os países africanos poderiam adquirir vantagens, uma espécie de recomposição daqueles aspectos positivos que resultaram da nossa história, isso não se tem conseguido porque na relação entre Estados há muito formalismo. O problema do respeito das soberanias de cada um é tão forte que se desprezam as mais-valias que poderiam beneficiar às populações. Embora se fale muito até hoje dos males da colonização. Mas havia muitos aspectos positivos que poderiam ter sido recuperados e que não o foram. Pelo contrário, continuamos, especialmente nos países africanos, a perder valores éticos, sobretudo na área política, em que, por exemplo, as eleições são praticamente uma inutilidade. Talvez com a excepção de Cabo Verde, onde as eleições são um factor de estabilização, são factor de escrutínio da acção dos políticos governantes. Mas isso não acontece nos outros países, especialmente continentais africanos, com casos graves: em Angola, começou por Angola, que é o meu país, da Guiné-Bissau. São casos muito graves e também de Moçambique. A suspensão da Guiné-Bissau da CPLP, onde um ex-secretário executivo da CPLP está desde a semana passada em prisão preventiva, com os golpistas a assumirem o poder, não pode ser fatal à sobrevivência da organização? Talvez não seja fatal, porque vai-se continuar a trabalhar na base do formalismo e não na base de algo que seja útil para estabilizar politicamente todos os Estados. Possivelmente a Guiné-Bissau, Angola também, a situação não é, como muita gente pensa, boa, óptima. E também temos acompanhado aspectos negativos em Moçambique. Na sua opinião, a CPLP deve ser mais exigente na defesa da democracia e dos direitos humanos nos Estados-Membros? Ora, nem mais. Em relação a esse aspecto, a CPLP não actua por causa do tal respeito à soberania e por causa da defesa de interesses de algumas pessoas, tudo agentes do Estado. Veja que, pelo contrário, foi associado um país muito pior em termos de respeito dos direitos humanos, da democracia, da preocupação dos dirigentes do seu Estado, em relação ao bem-estar social das suas populações. Estou-me a referir à Guiné Equatorial, por exemplo, que por nenhuma razão que se invocasse deveria fazer parte da CPLP, tanto pelo respeito aos direitos humanos como por outros aspectos do regime. Este Estado foi atraído pela CPLP, indiciando que o tal ideal da democracia, o ideal ético, de uma política ética não tem grande significado perante perante nós, elites políticas. Eu também faço parte das elites políticas, dos nossos Estados. E veja este caso da Guiné-Bissau. Um dirigente que até também foi secretário da CPLP, detido arbitrariamente de forma vergonhosa e tanto quanto eu saiba, a CPLP está impotente para actuar. A expulsão é uma coisa que não não tem grande relevância. Mas eu pensaria que haveria atitudes anteriores. Essas situações deviam ser promovidas para darmos maior utilidade à nossa organização. Daqui a 30 anos, o que eu gostaria que se dissesse da CPLP? Eu sou professor ainda e às vezes digo muita coisa que é politicamente incorrecta. Devemos começar primeiro por reconhecer que as nossas independências foram muito mal conduzidas. Não houve reflexão. Foram rejeitadas ideias de Constituição de transições mais úteis. Eu não estou a preconizar um regresso ao passado, uma recolonização, mas pelo menos uma capacidade de olhar para o presente, fazermos uma retrospectiva correctiva do que aconteceu e não permitirmos efectivamente muitas coisas que estão a acontecer hoje nesses países, que tiveram o seu surgimento graças à presença de Portugal aqui em África. Independentemente dos aspectos negativos que possam ter acontecido. Tenho para os amigos muito próximos dito que podíamos ter independência, mas sem descolonizar. Acho que isso é politicamente incorrecto, sobretudo para quem não reflectiu, como eu tenho reflectido. Mas nós temos exemplos positivos de uma prática desse tipo. Onde houve independência sem descolonização. Portanto, as instituições estão preservadas. Quando se fala em descolonização, normalmente pensa-se que é afastar o branco da administração e deixá-lo sair, se for possível. Mas nos nossos Estados, onde se realizou uma descolonização precipitada, onde constituímos essas pátrias com pessoas de todas as proveniências e depois 74-75, montámos um esquema mental completamente errado. Aquele êxodo que houve aqui nos nossos países. É talvez por isso que justamente Cabo Verde é um exemplo onde não houve êxodo, com uma parte da população retendo as elites com conhecimento, etc. Hoje vão, digamos, se estabilizando melhor. E aqui onde houve o êxodo da população branca em grande quantidade, estávamos pobres em tudo, a partir da própria moralidade, da própria ética, passando pelas prioridades que são traçadas por pessoas mal preparadas. Eu também me incluo nesse aspecto, porque também ocupei funções. De modos que é isso que eu lamento que a CPLP, 30 anos depois, não possa ter contribuído para, digamos, remediar esses problemas. Era Marcolino Moco, primeiro secretário executivo da CPLP, no dia em que a organização assinala três décadas de existência.
A realidade das lutas do cotidiano impõe que busquemos socorro, que tenhamos ânimo, que sejamos encorajados. Quem pode nos oferecer tanto? Quem pode nos apontar o caminho que devemos seguir? Jesus, nosso Salvador, é nossa fonte de força e direção. Devemos olhar para Jesus, lembrar de sua obra maravilhosa e sua disposição para entregar-se em nosso favor. Jesus deve ser o nosso amparo e nosso Guia. Jesus nos conduz em uma vida vitoriosa.
Toda vez que somos desafiados por Deus com novas oportunidades em nossas vidas, há um chamado para não desperdiçarmos nosso tempo e recursos pensando apenas em nós mesmos. Devemos focar em servir ao próximo e usar nossa vida para impactar a de outras pessoas.
A avaliação do hipogonadismo masculino exige indicações clínicas precisas para evitar dosagens hormonais desnecessárias e diagnósticos equivocados. Neste vídeo, você vai descobrir o momento ideal e os critérios corretos para solicitar exames e investigar essa condição com segurança na sua prática médica.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.
Pílula de cultura digital para começarmos bem a semana
Cerca de oito milhões de pessoas vivem com doença falciforme, uma das doenças genéticas mais frequentes do mundo. Apesar dos avanços no diagnóstico e nos tratamentos, continua a ser pouco conhecida e muitas vezes identificada tarde, sobretudo em África, onde é mais prevalente. Uma semana depois do Dia Mundial da Doença Falciforme, que se assinala no dia 19 de Junho, especialistas e famílias insistem que o desafio não é apenas médico: é também social, económico e político. A doença falciforme é uma das patologias genéticas mais frequentes no mundo, mas continua longe de receber a atenção proporcional ao número de pessoas que afecta. Estima-se que cerca de oito milhões de pessoas vivam com esta doença hereditária, marcada por crises de dor intensa, anemia crónica, infecções frequentes e complicações que podem atingir vários órgãos. A recente evocação do Dia Mundial da Doença Falciforme voltou a expor uma contradição persistente: a medicina avançou, mas milhões de doentes continuam sem diagnóstico precoce, sem tratamento regular e sem acompanhamento especializado. A realidade é particularmente dura em vários países africanos, onde a doença é mais prevalente e onde os sistemas de saúde continuam a enfrentar limitações. A doença resulta de uma alteração genética da hemoglobina, proteína dos glóbulos vermelhos responsável pelo transporte de oxigénio. Quando uma criança herda essa alteração de ambos os progenitores, os glóbulos vermelhos deixam de ter a forma arredondada habitual e tornam-se rígidos, frágeis e semelhantes a uma foice. Esta deformação dificulta a circulação sanguínea e pode provocar crises dolorosas, anemia e lesões progressivas em órgãos vitais. Celdidy Monteiro, profissional de saúde são-tomense e mãe de uma menina de sete anos que vive com a doença, resume o problema de forma directa: "É uma doença que se transmite dos pais para os filhos. Esta alteração faz com que os glóbulos vermelhos não tenham a forma normal e, em determinadas situações, pode causar problemas a nível da circulação, dores intensas, anemia e complicações em vários órgãos." Apesar da dimensão do problema, a doença permanece largamente invisível. Para Celdidy Monteiro, essa invisibilidade não é neutra. "Apesar de cerca de oito milhões de pessoas no mundo terem esta doença, ela continua desconhecida, principalmente porque atinge sobretudo a população de origem africana e durante muito tempo não teve a mesma atenção", afirma. A falta de informação continua a atrasar diagnósticos e a alimentar preconceitos. Muitos doentes chegam tarde aos serviços de saúde ou vivem anos sem uma explicação clara para as crises repetidas, a fadiga, as infecções ou as dores incapacitantes. "Ainda existe muita falta de informação sobre a doença, o que contribui para que o diagnóstico seja tardio e que também existam preconceitos", sublinha a profissional de saúde. A dor é o sintoma mais conhecido, mas não é o único. As crises podem ser desencadeadas por infecções, alterações emocionais ou mudanças bruscas de temperatura, e surgem frequentemente de forma imprevisível. "Podemos acordar bem dispostos e, por causa de uma alteração emocional ou de uma mudança brusca de temperatura, desencadear uma crise", explica Celdidy Monteiro. As complicações menos conhecidas são muitas vezes as mais graves. A doença pode provocar acidentes vasculares cerebrais, síndrome torácica aguda, lesões renais, pulmonares ou cardíacas e situações fatais. "Fala-se muito das crises de dor porque é o sintoma principal, mas todos os órgãos podem ser afectados", alerta. Em alguns casos, acrescenta, as complicações "podem mesmo levar à morte". Nos últimos anos, registaram-se progressos; há hoje testes rápidos que permitem diagnosticar a doença em contextos com poucos recursos laboratoriais, programas de rastreio neonatal em alguns países e medicamentos capazes de reduzir as crises e melhorar a qualidade de vida. "Felizmente, ao longo dos últimos anos, temos registado progressos significativos", reconhece Celdidy Monteiro, lembrando que "há evidências de que, se fizermos o diagnóstico precoce, estes doentes poderão ter melhor qualidade de vida". Entre os tratamentos disponíveis, a hidroxiureia tem desempenhado um papel central na redução das crises dolorosas e de algumas complicações. Em casos específicos, o transplante de medula óssea pode representar uma possibilidade terapêutica. Mais recentemente, a investigação em terapia genética abriu novas perspectivas. Para Celdidy Monteiro, trata-se de "uma luz", mas ainda distante da realidade da maioria dos doentes. O problema, insiste, é que muitos países continuam sem garantir o básico. "Nós temos problemas de base nos nossos países, que são o acesso ao diagnóstico e ao tratamento", afirma. A inovação científica, por si só, não basta se os sistemas de saúde não conseguirem assegurar rastreio, medicação, acompanhamento especializado e apoio às famílias. A desigualdade é visível nos países africanos de língua portuguesa. Em São Tomé e Príncipe, a doença é conhecida e já existem melhorias no diagnóstico, mas o tratamento continua limitado. "A hidroxiureia não é uma realidade para todos os pacientes", lamenta. A situação repete-se noutros países da CPLP. Segundo a profissional de saúde, Angola e Guiné-Bissau enfrentam dificuldades semelhantes, com acesso desigual ao diagnóstico e à terapêutica. "Os pacientes nos nossos países não têm igual acesso tanto ao diagnóstico como ao tratamento", afirma. Entre os países de língua portuguesa, apenas Portugal e Brasil têm rastreio neonatal implementado, e só o Brasil realiza transplante de medula óssea para estes doentes. Em contextos onde coexistem outras doenças frequentes, como a malária, a ausência de diagnóstico pode ser fatal. Celdidy Monteiro lembra que, em muitos casos, crianças e adultos morrem sem nunca saberem que tinham doença falciforme. "Muitas vezes esses doentes acabam por falecer antes de terem o diagnóstico. Muitas vezes o diagnóstico é malária, mas está lá mascarada a anemia falciforme porque ela não é diagnosticada." A doença afecta também a vida escolar, profissional dos doentes. As crises podem afastar crianças da escola, limitar a vida laboral dos adultos e impor às famílias uma vigilância permanente. O acompanhamento psicológico, a aceitação social e a inclusão escolar são, por isso, parte essencial da resposta. "São desafios constantes que os familiares enfrentam a nível do tratamento, do diagnóstico, do acompanhamento psicológico, da aceitação na escola e do impacto na vida escolar e no trabalho", resume. Para Celdidy Monteiro, a prioridade deve ser aumentar a literacia sobre a doença. Não apenas junto das famílias, mas também entre profissionais de saúde. "Devemos aumentar a literacia da doença, não só para a população, mas também para alguns profissionais de saúde", defende. Uma semana depois das mensagens associadas ao Dia Mundial da Doença Falciforme, o apelo mantém-se: transformar uma data simbólica em políticas concretas. Rastreio neonatal, acesso gratuito ou comparticipado aos medicamentos, formação dos profissionais, acompanhamento especializado e investigação são algumas das respostas apontadas por especialistas e famílias.
A cada US$ 1 investido, US$ 8 de economia. Um estudo de caso sobre o Brasil identificou o potencial de rentabilidade dos investimentos em infraestruturas resilientes às mudanças do clima em três setores-chave da economia: eletricidade, estradas e água. Lúcia Müzell, da RFI em Paris A pesquisa foi promovida pela seguradora AXA com a International Finance Corporation, ligada ao Banco Mundial e especializada em financiamento para países em desenvolvimento. O documento propõe a inversão da lógica da adaptação como um custo para a de avaliar o quanto rende investir para limitar os impactos. O estudo identifica as vulnerabilidades das infraestruturas do Brasil a fenômenos como enchentes, incêndios e secas, e aponta investimentos prioritários para país reduzir esses riscos, com forte reflexo no conjunto da economia brasileira. O resultado é que, no setor da energia, cada dólar alocado na adaptação da rede de transmissão e distribuição leva a US$ 8,6 em proteção do valor do ativo (NAV) a longo prazo. A taxa interna de retorno (IRR) chega a 886%. Por outro lado, a decisão de não investir na adaptação das estradas pode causar perdas de até 28,7% do valor do ativo e 30% no caso das transmissões elétricas, salienta o relatório. Sem proteção, esses ativos se tornarão cada vez mais vulneráveis. Projetos simples, efeitos multiplicados Projetos relativamente simples e baratos, como instalar para-raios contra tempestades e retirar a vegetação no entorno das redes de transmissão, evitam ou atenuam os impactos de incêndios sobre o abastecimento de luz, evitando apagões, exemplifica Antoine Denoix, CEO da AXA Climate, em Paris. “Uma infraestrutura mais resiliente significa a continuidade dos serviços – portanto, obviamente, muito dinheiro economizado e que teria sido perdido em caso de interrupção das atividades”, afirma. A economia na infraestrutura de água é semelhante, de US$ 6,3 em média, e inferior no caso de estradas (US$ 2,2), mas em todos os casos, os investimentos se mostram lucrativos a longo prazo, sobretudo quando levam em conta o efeito no conjunto da economia. Uma seca causa prejuízos na agricultura, com impacto na inflação, na renda das populações e no PIB de uma localidade. É por isso que os plano mais eficientes de adaptação são concebidos com a participação direta dos atores locais. “Devemos ter muita cautela com planos de adaptação impostos de cima para baixo. Acima de tudo, precisamos capacitar as partes interessadas locais, porque a adaptação é cooperativa”, frisa Denoix. “Observamos em um país como a França, e provavelmente também no Brasil, que ainda há muitas empresas privadas cientes dos riscos associados a inundações, ondas de calor ou incêndios florestais previstos para 2030 ou 2050, mas que não compartilham essas informações com prefeitos ou autoridades locais. Ao fazerem isso, elas acabam não tendo sucesso em seus próprios esforços de adaptação.” Empréstimos mais longos Outra barreira importante é o acesso ao financiamento, em especial do setor privado. O estudo mostra que empréstimos de longo prazo incentivam mais investimentos em adaptação e resiliência do que juros baixos: a extensão do prazo do financiamento de seis para 15 anos poderia dobrar a taxa interna de retorno de um projeto, estima a pesquisa. Apenas nos países emergentes, seriam necessários US$ 300 bilhões de investimentos em adaptação das infraestruturas, mas a realidade está distante desta cifra. O capital existe, salienta Denoix, mas não flui nem na escala, nem na velocidade necessária para os países como o Brasil se prevenirem dos eventos extremos que serão mais frequentes e intensos nas proximas décadas. As seguradoras estão na linha de frente deste planejamento, onde o cenário mais otimista, de limitar o aumento médio da temperatura no planeta a 1,5C até o fim do século, já é desconsiderado. “Preferimos o cenário realista e mediano, pois o cenário otimista já está morto. Obviamente ultrapassaremos 1,5C em nível global”, aponta o CEO da AXA Climate. “Mas, por outro lado, os atuais esforços para reduzir as emissões de carbono, particularmente os da China, ainda nos tornam mais positivos do que no cenário completamente negativo. Tudo vai depender, entretanto, do apetite ao risco dos atores.”
Reflexões sobre o capítulo - “Nós devemos”- do livro “Levantar e Seguir”, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Quatro coisas que devemos ter na nossa família - Pr. Ayrton Alteirado by Igreja Missionária Evangélica Maranata de Campo Grande Para conhecer mais sobre a Maranata:Instagram: https://www.instagram.com/imemaranata/Facebook: https://www.facebook.com/imemaranataSite: https://www.igrejamaranata.com.br/Canal do youtube: https://www.youtube.com/channel/UCa1jcJx-DIDqu_gknjlWOrQDeus te abençoe
Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.Live 374 - Visão do Estrategistahttps://youtube.com/live/-k8JKUCTaxY
Devemos ir além de uma fé superficial e desenvolver uma vida marcada pela consciência da presença de Deus. Através da história de Davi trazendo a Arca da Aliança para Jerusalém, aprendemos que antes de sermos qualquer coisa, precisamos ser homens e mulheres da presença. Deus transforma vidas imperfeitas, assim como a madeira da arca era moldada e revestida de ouro, e nos lembra que hoje não apenas contemplamos a presença de Deus, mas a carregamos dentro de nós pelo Espírito Santo.Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
O jejum ainda faz sentido nos nossos dias? Essa prática espiritual é um mandamento bíblico, uma disciplina opcional ou apenas uma tradição antiga? Neste episódio do Fora de Sala, conversamos sobre o jejum à luz do evangelho. O que ele é (e o que não é), por que ainda é relevante, os perigos de uma prática distorcida e como jejuar de forma bíblica, saudável e centrada em Cristo. Mais do que ficar sem comida, o jejum nos convida a reordenar nossos afetos e lembrar que nossa verdadeira fome é por Deus.
Quando surgem sinais de dislexia, muitas famílias e professores ficam em dúvida sobre qual caminho seguir.Neste conteúdo, você vai entender quais características merecem atenção, quais profissionais participam do processo avaliativo e por que a avaliação interdisciplinar é fundamental para uma identificação adequada.Um episódio indispensável para educadores e famílias que desejam compreender melhor os sinais da dislexia e promover intervenções mais assertivas.
Homilia Padre Levi Alves, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 12,13-17Naquele tempo,as autoridades mandaram alguns fariseuse alguns partidários de Herodes,para apanharem Jesus em alguma palavra.Quando chegaram, disseram a Jesus:"Mestre, sabemos que tu és verdadeiro,e não dás preferência a ninguém.Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem,mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus.Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César?Devemos pagar ou não?"Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu:"Por que me tentais?Trazei-me uma moeda para que eu a veja".Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou:"De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?"Eles responderam: "De César".Então Jesus disse:"Dai, pois, a César o que é de César,e a Deus o que é de Deus".E eles ficaram admirados com Jesus.Palavra da Salvação.
Naquele tempo, 13 as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14 Quando chegaram, disseram a Jesus: "Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem, mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?" 15 Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: "Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja". 16 Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: "De quem é a figura e a inscrição que estão nessa moeda?" Eles responderam: "De César". 17 Então Jesus disse: "Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". E eles ficaram admirados com Jesus.
“...Dize-nos: é lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?”
Naquele tempo, 27 Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém. Enquanto Jesus estava andando no Templo, os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os anciãos aproximaram-se dele e perguntaram: 28 "Com que autoridade fazes essas coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?" 29 Jesus respondeu: "Vou fazer-vos uma só pergunta. Se me responderdes, eu vos direi com que autoridade faço isso. 30 O batismo de João vinha do céu ou dos homens? Respondei-me". 31 Eles discutiam entre si: "Se respondermos que vinha do céu, ele vai dizer: 'Por que não acreditastes em João?' 32 Devemos então dizer que vinha dos homens?" Mas eles tinham medo da multidão, porque todos, de fato, tinham João na qualidade de profeta. 33 Então eles responderam a Jesus: "Não sabemos". E Jesus disse: "Pois eu também não vos digo com que autoridade faço essas coisas".
Leitura Bíblica Do Dia: 2 CORÍNTIOS 5:12-21 Plano De Leitura Anual: 1 CRÔNICAS 25–27; JOÃO 9:1-23 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: Meu colega de faculdade, Wiliam Tobias, foi missionário em uma ilha do Pacífico por muitos anos. Ele conta a história de um jovem que deixou sua cidade natal em busca de fortuna. Mas um amigo o levou à igreja, e ele ouviu as boas-novas de Jesus e creu em Cristo como seu Salvador. O jovem queria levar o evangelho a seu povo “mergulhado em feitiçaria”, e tentou encontrar um missionário para evangelizá-los. Mas este lhe disse apenas: “conte-lhes tudo que o Senhor fez por você” (MARCOS 5:19). E foi isso que ele fez. Vários em sua cidade natal aceitaram Jesus, mas o maior avanço foi quando o feiticeiro da cidade percebeu que Cristo era “o caminho, a verdade e a vida” (JOÃO 14:6). Após depositar sua fé em Jesus, falou sobre Ele para toda a cidade. Em quatro anos, o testemunho de um jovem levou à criação de sete igrejas na região. O apóstolo Paulo apresenta um plano claro para apresentar o evangelho àqueles que ainda não conhecem a Cristo, alinhado com o que aquele missionário disse ao jovem cristão. Devemos ser “embaixadores de Cristo” (2 CORÍNTIOS 5:20), Seus representantes, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Cada cristão tem uma história única para contar sobre como Jesus os fez uma “nova criação” reconciliada com Deus (vv.17-18). Contemos aos outros o que Ele tem feito por nós. Por: DAVE BRANON
Há momentos em que a vida muda completamente e tudo parece fora de controle. Deus não desperdiça a dor e as provações não chegam apenas para machucar, mas para produzir maturidade, perseverança e revelar a verdadeira natureza da fé.Devemos continuar confiando em Deus mesmo nos dias escuros, lembrando que um “novo dia” muitas vezes começa no pôr do sol, pois Deus também trabalha nas estações de dor e silêncio para formar algo mais profundo.Para escutar toda a palavra fique aqui conosco ou assista pelo YouTube. Você consegue nos encontrar em todas as redes sociais por @iirbrasil!
TEMPO DE REFLETIR 01770 – 20 de maio de 2026 Efésios 2:13 e 14 – Vocês, que antes estavam longe, foram aproximados mediante o sangue de Cristo. Pois Ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um e destruiu a barreira, o muro de inimizade. As pontes são símbolos de aproximação, diálogo, convivência e reconciliação. Elas unem pessoas, povoados, cidades e países. Parece que somos mais especialistas em construir muros em lugar de pontes. Tanto que o maior muro feito pelo homem é visível da Lua: a Grande Muralha da China. Existe também preconceito e discriminação: construímos muros invisíveis entre vizinhos, denominações, grupos étnicos e países. Cristo passou a maior parte do tempo derrubando muros. Paulo diz que Jesus veio para derrubar o muro de separação: “O objetivo dEle era criar em Si mesmo, dos dois, um novo homem, fazendo a paz, e reconciliar com Deus os dois em um corpo […]. Ele veio e anunciou paz a vocês que estavam longe e paz aos que estavam perto” (Ef 2:15-17). A figura que Paulo usa aqui é muito clara. Ele se valeu do templo com suas seções. A separação era: gentios, mulheres, israelitas, levitas, sacerdotes e sumo sacerdotes. Paulo disse: “Jesus é a ponte: o muro desapareceu. Jesus é nossa paz.” A graça de Deus não quer deixar ninguém de fora. Infelizmente, excluímos as pessoas por medo, orgulho ou ignorância. Nós as classificamos assim: quem está dentro e quem está fora. Os líderes religiosos da época de Jesus consideravam virtude não se relacionar com quem não vivia à altura dos seus padrões. Jesus, por outro lado, foi o maior construtor de pontes que o mundo já viu. Somos convidados a ser construtores de pontes. “Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo” (1Pe 2:5). Quando Pedro diz que devemos assumir nossa missão, ele usa uma palavra que resume nossa identidade como povo de Deus, a palavra “sacerdócio”. Um comentarista bíblico salienta algo interessante sobre o significado da palavra “sacerdote”, em latim. A palavra latina para sacerdote é pontifex, ou seja, construtor de pontes. Pedro diz: “Vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas […] para serem sacerdócio santo.” Juntos vamos construir pontes! Esta é nossa identidade: somos construtores de pontes. Pontes de esperança, de justiça e de graça. Devemos construir pontes para outras pessoas se aproximarem de Deus. Pontes de aproximação para conhecerem o evangelho de Cristo. Ponte de aproximação para que entrem no reino do Céu. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Grande Deus e Pai: me ajude a ser a ponte entre aqueles que ainda não Te conhecem. Que através da minha vida, do meu exemplo, eu possa ajudar outros a se aproximarem de Ti. Por favor. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
TEMPO DE REFLETIR 01769 – 19 de maio de 2026 Romanos 12:2 – E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente. A rainha Vitória, da Inglaterra, tinha várias filhas. E elas eram como as garotas de hoje: iam à escola, observavam as últimas modas e queriam se vestir como as outras moças. E um dia elas chegaram ao palácio falando alto à sua mãe, dizendo que queriam roupas assim e assim e o chapéu daquele outro jeito. Mas a mãe as atalhou dizendo: “Vocês são filhas da rainha. E as filhas da rainha não seguem a moda. Elas ditam a moda!” Esse é um bom exemplo para nós, como cristãos. Vivemos em sociedade, mas não pertencemos à sociedade. Estamos no mundo, mas não somos do mundo. Devemos estabelecer padrões de comportamento em vez de nos escravizarmos às imposições da sociedade. É verdade que somos minoria, mas lembremo-nos de que é necessária apenas uma pitada de sal para salgar o alimento todo. Quando Israel entrou em contato com as nações pagãs, gradativamente se adaptou aos seus costumes. Em vez de influenciá-las, foi influenciado por elas. O resultado foi desastroso, tanto para sua vida espiritual como para a prosperidade temporal. O mesmo ocorreu com as igrejas da Ásia. O mundanismo que as contaminou provocou-lhes a ruína. Sardes tinha nome de que vive, mas estava morta. Laodicéia era morna. Alguns cristãos imaginam que terão mais influência sobre o mundo se descerem ao seu nível. É um grande engano. Se queremos ensinar as crianças a escrever corretamente, não podemos dar-lhes livros cheios de incorreções ortográficas e gramaticais. O mundo nunca se tornou melhor através de ideais inferiores. Os deuses do paganismo não elevaram a humanidade. De igual modo, não é o cristão “meia-tigela” que influenciará positivamente aqueles que o cercam, mas o que possui ideais elevados e que, com a ajuda divina, vive à altura de sua profissão de fé. Paulo, como grande evangelizador que era, diz que procedeu “para com os judeus, como judeu, a fim de ganhar os judeus”, e que se fez “fraco para com os fracos, com o fim de ganhar os fracos” (1Co 9:20, 22). Isso não significa que ele era uma espécie de camaleão, que muda de cor conforme o ambiente, mas que tinha versatilidade para adaptar tanto sua mensagem como seu comportamento às várias classes de pessoas, quando isso não envolvia condescendência com os princípios. Amigo ouvinte, versatilidade, sim. Conformismo, não. Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora: Por favor, Pai, como Paulo, eu não quero me conformar com este século, mas ser transformado pela renovação da minha mente. Por favor, faça isso na minha vida e na vida de cada um de meus ouvintes. Em nome de Jesus, amém! Saiba como receber as mensagens diárias do Tempo de Refletir: -> No celular, instale o aplicativo MANAH. -> Para ver/ouvir no YouTube, inscreva-se neste Canal: youtube.com/AmiltonMenezes7 -> Tenha os nossos aplicativos em seu celular: https://www.wgospel.com/aplicativos -> Para receber pelo WhatsApp, adicione 41 99893-2056 e mande um recadinho pedindo os áudios. -> Participe do nosso canal no TELEGRAM: TELEGRAM AMILTON MENEZES . -> Participe do nosso canal no WhatsApp: WHATSAPP CHANNEL Amilton Menezes . -> Instagram: https://www.instagram.com/amiltonmenezes7/ -> Threads: https://www.threads.net/@amiltonmenezes7 -> X (Antigo Twitter): https://x.com/AmiltonMenezes -> Facebook: facebook.com/AmiltonMenezes
Mensagem trazida por Ierguen Seibert.
O amor é um tema sempre presente nas Escrituras Sagradas, pois Deus é amor, nos amou e nos ordenou amar. O amor é o caminho pelo qual um servo de Deus deve andar e ele deve ir além das palavras ou dos sentimentos, ele precisa ser intencional, precisa se ativo, precisa agir para o bem do próximo. Devemos amar como fomos amados, ou seja, com uma ação efetiva, com intensidade e dedicação.
FMI diz que, além de criar distorções, não evita saída de jovens qualificadas do país. Os deputados Hugo Carneiro (PSD) e Carlos Pereira (PS) discordam dos argumentos e defendem a manutenção da medida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Devemos muito ao Nuno.Nem sabemos direito os motivos porque o tempo é uma madrasta de fábula.O Boia 354 recebeu - ou melhor, foi recebido pelo Nuno em sua casa.Tínhamos planos de falar do seu extraoridnario percurso no surfe, mudamos de direção como Filipe Toledo em Snapper.Analisamos os resultados da terceira etapa com ajuda preciosa do Jonet, demos um cavalo de pau, usamos um pouco da caixinha de recordações e usamos a música como cola para essa colagem.A trilha teve Winning dos The Sound, Zaznamovan dos Iugoslavos Mladi Levi e terminamos com Steppenwolf e o classico medley, Monster + Suicide + America.Ave Nuno Jonet!
LEITURA BÍBLICA DO DIA: EFÉSIOS 4:1-7,11-16 PLANO DE LEITURA ANUAL: 1 SAMUEL 30–31; LUCAS 13:23-35 Já fez seu devocional hoje? Aproveite e marque um amigo para fazer junto com você! Confira: O livro Estrelas além do tempo (Harper Collins, 2016) relata a ida de John Glenn ao espaço. Os computadores eram recentes e sujeitos a erros em 1962. Glenn não confiava neles e preocupava-se com os cálculos do lançamento, mas sabia que uma mulher inteligente poderia calcular esses números e confiava nela. “Se ela disser que os números estão certos, irei”, disse Glenn. Katherine Johnson era professora, mãe, amava Jesus e servia em sua igreja. Deus a abençoara com uma mente brilhante. Por volta de 1950, a NASA a contratou para auxiliar no programa espacial. Na época, Glenn se referiu a ela como um “computador humano”. Nosso chamado pode não ser para a matemática, mas Deus nos chama para algo: “A cada um de nós, porém, ele concedeu uma dádiva, por meio da generosidade de Cristo” (EFÉSIOS 4:7). Devemos viver “de modo digno” do chamado recebido (v.1). Somos parte de um só corpo, no qual cada um cumpre “sua função específica” (v.16). Os cálculos de Katherine confirmaram a trajetória, e o lança mento à órbita foi perfeito. Mas esse era apenas um dos seus chamados! Lembre-se, ela também era mãe, professora e obreira na igreja. Podemos nos perguntar para o que Deus nos chama, seja grande ou pequeno. Estamos prontos para exercer os dons da dádiva concedida, vivendo “de modo digno do chamado” (v.1)? Por: KENNETH PETERSEN
Continuando a nossa série de mensagens no livro de Coríntios, nos deparamos com uma reflexão sobre o que significa ser uma imagem fiel de Cristo ou apenas uma caricatura distorcida do que Ele realmente é. Neste capítulo, percebemos que a igreja de Corinto permitiu que a cultura ao seu redor embaçasse a mensagem do Evangelho: os coríntios trocaram a centralidade de Cristo pela preferência individual por quem era o pregador e como ele pregava, assim eles deixaram de ser família para se tornarem grupos divididos. Porém, a divisão na igreja mente a respeito daquilo que Cristo fez na cruz, visto que o Evangelho não é mais uma sabedoria humana baseada em retórica ou intelecto, mas é o poder de Deus que invade a vida comum. E ter unidade como igreja não significa ter uniformidade de gostos, mas sim estar de acordo quanto ao "núcleo duro" do Evangelho, isto é: que “Cristo morreu por nossos pecados [...] e ressuscitou ao terceiro dia” (1 Co 15.3-4). Devemos compreender que o importante não é o mensageiro, mas a mensagem. Paulo não se preocupa com seu título, mas com a fidelidade do que é pregado, para que não se anule o poder da Cruz. Que o nosso serviço e comunhão sejam sempre um reflexo real desse Cristo vivo, e não uma distorção de nossas próprias preferências moldadas pela cultura ao nosso redor. __ #FAMILIADOSQUECREEM #SERIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
O Poder da Intercessão — Aula 58 | 04-04-2026EVANGELHO DA PAZ“... e calçados os pés na preparação do evangelho da paz” (Efésios 6:15)Devemos ajustar nossos pés com as boas novas de paz.TOQUE NO LINK ABAIXO E ATIVE O LEMBRETE:https://youtu.be/PvJa20ggpCk
Qual é o pale da Psicanalise? Devemos todos fazer? A convidada da prova oral de hoje responde: a psicanalista Vera IaconelliSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Lamartine Posella é pastor, teólogo, escritor e conferencista, conhecido por suas pregações e reflexões sobre fé cristã. Líder da YAH Church, em São Paulo, ganhou grande alcance nas redes sociais compartilhando mensagens bíblicas e conteúdos de espiritualidade.
Na continuidade da nossa jornada pela primeira carta de Coríntios, refletimos sobre o fato de estarmos no mundo, mas de não vivermos de forma mundana. Isso significa compreender que vivemos no mundo, mas não devemos adotar a mentalidade da presente era. Somos chamados a desenvolver uma verdadeira exegese cultural: estar inseridos na sociedade sem absorver padrões contrários ao evangelho. Jesus não orou para que fôssemos retirados do mundo, mas para que fôssemos guardados do mal, santificados e enviados por Deus. Uma pergunta precisa sempre nos acompanhar: Há muito da presente era em nós e pouco de Cristo? Devemos refletir sobre nosso relacionamento com Deus avaliando nosso desejo de fazer a Sua vontade e buscando formas de expressar nosso apreço por Ele. Isso é pertencer a Deus — ser santo. Fomos salvos pela graça e é essa mesma graça que nos transforma, nos sustenta e produz em nós a paz que o mundo não pode dar. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc
O Espiritismo compreende a lógica da consciência e da responsabilidade, e no Carnaval, não seria diferente. Devemos levar sempre em consideração se as escolhas que fazemos nos aproximam ou afastam da melhor versão de nós mesmos?Inscreva-se em nosso canal
Todos os discípulos de Jesus foram chamados para ser testemunhas de suas palavras e obras. Falar das obras do Senhor em nossa vida e no mundo todo e um grande privilégio e, por isso, entre outras razões, este testemunho é acompanhado de louvor e adoração. Quando reconhecemos a grandeza das obras do Senhor e as anunciamos tocamos as vidas que nos cercam. Devemos cumprir nossa missão como testemunhas sabendo que a mensagem que proclamamos é vital, é decisiva, é fundamental. Sejam uma testemunha com toda alegria e intencionalidade, buscando resgatar a vida de outros.
A tempestade Kristin fez cinco mortos e causou muitos estragos, sobretudo na zona centro do país. Foi a terceira tempestade, e a mais violenta, em menos de uma semana, mas o comboio de tempestades que tem afectado toda a Europa ainda vai trazer mais chuva, vento e frio a Portugal. Para perceber por que razão foi tão forte esta tempestade, porque atingiu com tanta força o centro do país e, sobretudo a zona litoral, conversamos com o climatologista e fundador da Planoclima, Mário Marques.See omnystudio.com/listener for privacy information.
João Massano, Bastonário da Ordem dos Advogados, diz que a Operação Marquês questiona o conceito de "mega processos", que descreve como "pequenos monstros ingeríveis" que se arrastam durante anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Todo discípulo de Jesus é conclamado a viver pela fé. Devemos confiar na Palavra do Senhor e caminhar segundo a sua direção e instrução. Este é nosso desafio diário, pois nem sempre entendemos ou contemplamos os planos do Senhor com clareza, entretanto, podemos ser fortes e corajosos, sabe do que o Senhor é fiel e cuida de nossa vida. Nosso chamado para viver pela fé é um desafio, mas podemos cumpri-lo na força que o Senhor supre.
Suposta construção de abrigos subterrâneos por Mark Zuckerberg e outras lideranças de empresas de tecnologia alimentam especulações sobre temores com avanço e sofisticação da IA.