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Reportagem
Após 4 anos de guerra, Ucrânia resiste a ataques maciços de drones russos com redes artesanais e robôs

Reportagem

Play Episode Listen Later Feb 24, 2026 8:27


Quatro anos depois da invasão russa, a guerra na Ucrânia continua em um impasse sangrento, e sem qualquer sinal de desfecho. Estimativas militares apontam entre 1,5 milhão e quase 2 milhões de soldados mortos desde 2022 — a maioria deles russos. Nesta terça-feira (24), data que marca mais um aniversário da guerra, a RFI ouviu militares e civis para traçar um resumo da situação atual no país.   Com informações dos enviados especiais da RFI à Ucrânia, Murielle Paradon e Julien Boileau, e de Théo Renaudon. A Rússia mantém o controle de aproximadamente 20% do território da Ucrânia, consolidando ganhos obtidos sobretudo em 2024, ainda que sem grandes avanços desde então. A presença russa é forte ao leste, no Donbass, e ao sul, perto de Zaporíjia, Kherson e Crimeia. Porém, a proliferação de drones mudou a configuração da guerra. Na cidade portuária de Kherson, é preciso dirigir em alta velocidade para evitar ser perseguido por um drone russo. A estrada também é parcialmente protegida por redes artesanais projetadas para deter o que os moradores chamam de "máquinas mortais".  “Usamos diferentes tipos de redes para deter os drones. Algumas têm buracos de vários tamanhos, que podem parar os drones e as cargas explosivas que eles lançam", explica Oleksander Tolokonnikov, vice-chefe da administração regional de Kherson. "E não são apenas as redes; temos sistemas de interferência contra drones e unidades móveis que podem abatê-los,” completa.  O clima é sombrio na cidade. Cerca de 80% da população fugiu de Kherson. Os poucos que ficaram parecem resignados.  Vika tomava um café ao ar livre, enfrentando o frio e a ameaça inimiga. Aos 16 anos, ela diz que se acostumou com a ideia de morrer a qualquer momento.  “Quando você ouve o som de um drone, você não sabe o que vai acontecer, se você vai conseguir chegar ao seu destino ou se o drone vai lhe atingir. Então eu me escondo debaixo das árvores, sim, das árvores!”  Apenas os idosos, funcionários públicos e suas famílias permaneceram em Kherson. Para eles, a vida está por um fio. Ludmila, de 71 anos, prefere depositar sua fé em Deus. “Antes de sair de casa, eu rezo a Deus para que Ele esteja comigo, para que nada aconteça comigo, com meus filhos, meus netos ou com a minha igreja”, diz.  Combate robotizado Além da guerra com drones, os soldados ucranianos contam cada vez mais com a ajuda de robôs no combate. Equipamentos controlados remotamente são usados para reabastecer soldados e até mesmo resgatar os feridos, como os enviados especiais da RFI acompanharam em Pavlograd, no leste da Ucrânia.  Na zona rural coberta de neve, Artem, um soldado de 24 anos, opera remotamente um robô equipado com uma plataforma e grandes esteiras — uma espécie de mini-tanque — que surgiu no campo de batalha há alguns meses para reabastecer os soldados ucranianos na linha de frente.  “Usamos este robô conectado para transportar suprimentos, comida, geradores, munição — tudo o que os soldados precisam para sobreviver. Devido ao grande número de drones inimigos, não é possível reabastecer os soldados a pé ou em um veículo sem colocar em risco a vida de outros soldados.”  Esses robôs também podem evacuar os feridos. Os dispositivos maiores podem transportar uma carga de até 500 kg. Artem relata que em uma operação recente conseguiram "evacuar dois soldados feridos que estavam cercados em território já ocupado pelo inimigo. A evacuação exigiu um longo planejamento", afirma. "Aguardamos condições climáticas favoráveis e então lançamos a operação. Ela durou 10 horas e foi um sucesso! Não consigo descrever a emoção que senti quando conseguimos retirar o robô com os dois soldados feridos da zona de perigo”, conclui.  O próprio jovem Artem foi ferido na linha de frente em 2023. Tendo perdido uma perna, ele não luta mais com um fuzil, mas com um joystick, que é uma nova forma de fazer guerra.  Conversas de paz estagnadas Enquanto isso, na arena diplomática, as mais recentes negociações de paz entre Rússia e Ucrânia, realizadas em Genebra em meados de fevereiro, terminaram sem avanços significativos. As duas delegações descreveram as conversas como “difíceis”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que os resultados foram “insuficientes” e que questões políticas sensíveis seguem sem solução, apesar de algum progresso técnico nas discussões militares.  Novas rodadas estão previstas, mas sem data anunciada. Os Estados Unidos continuam a mediar o processo e falam em “progresso significativo”. Combate à corrupção Ao mesmo tempo em que enfrenta negociações de paz marcadas por avanços limitados e grande pressão internacional, a Ucrânia também trava uma batalha interna contra a corrupção — um fator decisivo para sua credibilidade diante dos mediadores e aliados ocidentais. Kiev tenta demonstrar comprometimento institucional ao aprofundar investigações, sancionar envolvidos em escândalos e restaurar a independência de órgãos anticorrupção. Essas medidas são vistas como essenciais, tanto para fortalecer sua posição nas negociações quanto para avançar no caminho da integração europeia.  Saudadas por ONGs anticorrupção, essas deliberações ainda são insuficientes, explica Maria Barabach, porta-voz da Sproto (“Resistência”, em português), que denuncia os subornos e acordos secretos na Ucrânia. “Antes da guerra, havia relatórios oficiais de que a corrupção custava mais de 30% do orçamento da Ucrânia", diz. "Mas acho que esse valor aumentou durante a guerra, porque existem muitos documentos confidenciais. E nós, como ativistas anticorrupção, não podemos verificá-los, controlá-los ou sequer vê-los”, lamenta.  “A corrupção nos custa mais vidas do que o agressor durante a guerra. Porque a corrupção significa que os soldados não terão capacetes, não terão equipamentos de proteção e não terão armas suficientes. Não terão munição suficiente. E, obviamente, isso custa vidas, as mais preciosas, as de nossos civis e de nossos militares. É por isso que devemos lutar contra isso. Devemos impedir isso.”  Apesar da exaustão do conflito, qualquer noção de “vencedor” é ilusória nesse momento, segundo especialistas: Moscou suporta perdas históricas e uma economia sob pressão, enquanto Kiev enfrenta desgaste humano, destruição de infraestrutura e dependência crescente do apoio ocidental. Ainda assim, pesquisas apontam que a sociedade ucraniana mantém um nível surpreendente de resiliência.  Ao completar quatro anos de guerra, as expectativas de um acordo entre Rússia e Ucrânia seguem baixas. Moscou insiste em concessões territoriais amplas, enquanto Kiev exige garantias de segurança robustas e rejeita ceder partes de seu território. 

Arquidiocese de Uberaba
Dom Paulo #08 - 1º Domingo da Quaresma 22/02/26

Arquidiocese de Uberaba

Play Episode Listen Later Feb 22, 2026 8:23


deus domingo devemos quaresma arcebispo metropolitano
Uma palavra no seu caminho
VI Domingo do Tempo Comum - Homilia

Uma palavra no seu caminho

Play Episode Listen Later Feb 15, 2026 10:24


A primeira leitura, do livro de Ben-Sirá, começa com uma afirmação exigente: «Se quiseres guardar os mandamentos… ser fiel depende da tua vontade». Parece colocar sobre nós toda a responsabilidade entre cumprir ou não cumprir. Devemos, certamente, esforçar-nos por viver a lei de Deus. Mas o Novo Testamento recorda que Jesus Cristo não veio abolir a Lei, mas cumpri-la. E isto responde a uma convicção muito instalada em nós: a ideia de que cumprir a lei é doloroso, que custa, e que talvez fôssemos mais livres e felizes se ela não existisse. É uma leitura humana, alimentada pela nossa experiência das leis civis, tantas vezes sentidas como limitações e proibições. Porém, a lei que o Senhor dá não é para nos coagir, prender ou diminuir; é um apoio para vivermos em plenitude. Jesus não proíbe o que nos faz bem; proíbe o que nos faz mal. Até certas prescrições do Antigo Testamento, ligadas às condições de vida no deserto, tinham um intuito de cuidado e de proteção da vida: pense-se, por exemplo, em evitar alimentos facilmente corruptíveis num tempo sem refrigeração, quando a intoxicação podia ser fatal. A lei de Deus, portanto, não tem como objetivo limitar-nos, mas dar-nos vida, e vida em abundância.Contudo, Ben-Sirá diz que ser fiel depende da vontade; e a nossa vontade não é isolada: depende do que sabemos e, sobretudo, do que desejamos. Os profetas anunciaram que Deus não gravaria a sua lei apenas em pedra, mas no coração; e isso cumpre-se em Cristo, que transforma a obediência em desejo e a norma em caminho de liberdade. As mãos e os pés fazem, na verdade, o que o coração deseja. Se faço algo de que não gosto, pesa-me e cansa-me; se faço algo que amo e cujo sentido reconheço, mesmo que custe, faço-o com alegria. Veja-se o exercício físico: é exigente, mas muitos o assumem porque desejam saúde, equilíbrio, disposição. O esforço torna-se habitável quando o fim é bom. Assim também com a lei de Deus: o Senhor dá-nos a graça de desejar as coisas de Deus e a sabedoria de compreender que a sua lei não nos diminui; torna-nos mais livres e abre-nos à plenitude. Seria belo que conseguíssemos olhar a lei desta forma.Por isso Jesus aprofunda os mandamentos. «Ouvistes que foi dito aos antigos: não matarás…». Numa leitura legalista, matar seria apenas tirar a vida com uma arma ou uma faca. Mas Jesus completa: quem se encoleriza contra o irmão, quem o insulta, quem o reduz com palavras, coloca-se já no caminho do julgamento. Não se trata apenas de eliminar fisicamente; também se mata quando se fere a dignidade, quando se rouba a alegria, quando se desfigura o outro com desprezo. E esta lei, aparentemente “mais dura”, é na verdade mais verdadeira, porque revela que o mal feito ao outro repercute-se sobre mim: deformo-me quando ajo mal; edifico-me quando ajo bem. O mal contra a criação, contra a natureza, ou mesmo nos comentários agressivos nas redes, faz mal, mas também me faz mal a mim; nega a graça de Deus. Pelo contrário, quando ajo bem, deixo que a graça me planifique e me construa.Talvez então possamos dizer com verdade: «Feliz o que anda na lei do Senhor». E é importante perguntar com sinceridade: sou realmente mais feliz quando caminho com o Senhor? Se a resposta for difícil, não há escândalo: é ocasião para pensar porquê, para compreender melhor a lei de Deus e confrontar as imagens distorcidas de uma religião feita apenas de obrigações e proibições. Às portas da Quaresma, facilmente reduzimos a fé a um catálogo: «proibido comer carne», «devo fazer isto e aquilo». E pode surgir a tentação de pensar que, sem Deus, viveríamos melhor. Mas o Deus de Jesus Cristo quer dar-nos vida em plenitude. Se não o experimentamos assim, talvez estejamos a seguir ídolos, ou a projetar deformações de Deus que pedem conversão. Hoje desafio-me, e desafio-vos, a olhar a nossa relação com Deus: mais do que preocupar-nos apenas em cumprir mandamentos, peçamos a graça de desejar a beleza e a plenitude de vida que o Senhor quer dar.

Entendendo a Bíblia
Por que devemos perdoar quem não pede desculpas?

Entendendo a Bíblia

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 13:29


Episódio do dia 13/02/2026, com o tema "Por que devemos perdoar quem não pede desculpas?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: Por que devemos perdoar quem não pede desculpas? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.

FAMÍLIA DOS QUE CREEM
No Mundo, Não Mundano - Leandro Vieira (1 Coríntios 1.1-3 - Série: Em Cristo, no Mundo)

FAMÍLIA DOS QUE CREEM

Play Episode Listen Later Feb 11, 2026 78:33


Na continuidade da nossa jornada pela primeira carta de Coríntios, refletimos sobre o fato de estarmos no mundo, mas de não vivermos de forma mundana. Isso significa compreender que vivemos no mundo, mas não devemos adotar a mentalidade da presente era. Somos chamados a desenvolver uma verdadeira exegese cultural: estar inseridos na sociedade sem absorver padrões contrários ao evangelho. Jesus não orou para que fôssemos retirados do mundo, mas para que fôssemos guardados do mal, santificados e enviados por Deus. Uma pergunta precisa sempre nos acompanhar: Há muito da presente era em nós e pouco de Cristo? Devemos refletir sobre nosso relacionamento com Deus avaliando nosso desejo de fazer a Sua vontade e buscando formas de expressar nosso apreço por Ele. Isso é pertencer a Deus — ser santo. Fomos salvos pela graça e é essa mesma graça que nos transforma, nos sustenta e produz em nós a paz que o mundo não pode dar. __ #FAMÍLIADOSQUECREEM #SÉRIEEMCRISTONOMUNDO Visite nosso site: http://familiadosquecreem.com Compre nossos livros e produtos: http://familiadosquecreem.com/loja Contribua financeiramente: http://familiadosquecreem.com.br/contribuir Ouça nossas músicas: https://open.spotify.com/artist/6aPdiaGuHcyDVGzvZV4LHy Siga-nos no Instagram: http://instagram.com/familiadosquecreem Curta-nos no Facebook: http://facebook.com/familiadosquecreem Siga-nos no Twitter: http://twitter.com/familiadqc

Varal Celeste
Pós-jogo - Cruzeiro 2x0 América-MG - 7ª rodada do Campeonato Mineiro de 2026 - Vitória necessária demais para o momento

Varal Celeste

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 17:51


Varal Celeste está no ar!E aí cruzeirense, tudo bem com vc?No episódio de hoje tivemos:⁠⁠⁠Cruzeiro x América-MG⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Escalação.Análise do jogo.Considerando as condições, o desempenho foi bom.Gerson fez uma partida boa.Devemos destacar a partida do Arroyo, João Marcelo, Fabrício Bruno e outros.Gol do Kaio Jorge não estava impedido, mas o impacto está na falta de querência da Federação/Confederação resolver.Espero que o Tite entenda o que encontrou e mantenha as coisas.Situação de tabela.Portais de notícias: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Globo Esporte — Cruzeiro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Deus me Dibre — Cruzeiro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠No Ataque — Cruzeiro ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Itatiaia — Cruzeiro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠O Tempo — Cruzeiro⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠SamucaTV ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Central da Toca ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠FB TV⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠E aí, curtiu o episódio?Compartilhe com a galera!Se cuidem pessoal!Abraços!Redes sociais:  Twitter pessoal: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@VaralCeleste⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Instagram da coleção/podcast: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@varalceleste⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Espiritismo Simples
#245 - Carnaval, o olhar do Espiritismo

Espiritismo Simples

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 23:13


O Espiritismo compreende a lógica da consciência e da responsabilidade, e no Carnaval, não seria diferente. Devemos levar sempre em consideração se as escolhas que fazemos nos aproximam ou afastam da melhor versão de nós mesmos?Inscreva-se em nosso canal

Café com Tulipa
CT 3643 - Testemunho Vital

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 2:36


Todos os discípulos de Jesus foram chamados para ser testemunhas de suas palavras e obras. Falar das obras do Senhor em nossa vida e no mundo todo e um grande privilégio e, por isso, entre outras razões, este testemunho é acompanhado de louvor e adoração. Quando reconhecemos a grandeza das obras do Senhor e as anunciamos tocamos as vidas que nos cercam. Devemos cumprir nossa missão como testemunhas sabendo que a mensagem que proclamamos é vital, é decisiva, é fundamental. Sejam uma testemunha com toda alegria e intencionalidade, buscando resgatar a vida de outros.

John Piper Responde
Devemos ou não levantar nossas mãos durante o louvor e orações no culto?

John Piper Responde

Play Episode Listen Later Feb 6, 2026 9:09


Traduzido com permissão e em parceria com Desiring God.Produzido por DBVoz StudiosNarrador: Duda BagueraRealização: Ministério Fiel e Voltemos Ao EvangelhoEditor responsável: Vinicius Lima.

Convidado
"Tribunal Constitucional é responsável" pela crise que se vive em São Tomé

Convidado

Play Episode Listen Later Feb 3, 2026 8:09


Em São Tomé e Príncipe, desde que o Tribunal Constitucional declarou inconstitucional o decreto do Presidente Carlos Vila Nova, que demitiu o Governo do primeiro-ministro Patrice Trovoada, em Janeiro de 2025, o país mergulhou numa crise política sem precedentes. Esta segunda-feira, 2 de Fevereiro, 29 deputados são-tomenses, reunidos sob protecção policial, destituíram a presidente do Parlamento e exoneraram os cinco juízes do Tribunal Constitucional, através de resoluções aprovadas por unanimidade, decisões que o próprio Tribunal Constitucional acabou por declarar, mais tarde, inconstitucionais. Em entrevista à RFI, o antigo chefe do executivo são-tomense, Gabriel Costa, alerta para o caos político que se vive no país e acusa o Tribunal Constitucional de ser o principal responsável por esta situação. No passado mês de Janeiro, o Tribunal Constitucional declarou inconstitucional o decreto do Presidente Carlos Vila Nova, que demitiu o Governo do primeiro-ministro Patrice Trovoada, em Janeiro de 2025, mergulhando o país numa crise política sem precedentes. Um ano depois, esta decisão faz sentido? O Tribunal Constitucional não tem competência para sindicar os actos de natureza política do Presidente da República nem do Governo. Esses actos não são susceptíveis de serem declarados inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional, de maneira nenhuma. Não faz sentido. Quando os tribunais não estão ao serviço da democracia nem do Estado de Direito, põem-se a jeito. Este tipo de decisão retira toda a credibilidade ao Tribunal Constitucional e abre espaço para todo este imbróglio que mergulha, uma vez mais, o país na confusão. E depois há ainda a coincidência desta decisão. As pessoas não são parvas. Considera que esta decisão foi tomada tendo em conta o calendário eleitoral, com a marcação das eleições? Exactamente. Que garantias se dão quando se utilizam as instituições para um determinado fim que não tem nada a ver com as suas competências, acabando por mergulhar o país num caos? Com todo o respeito, os juízes estiveram muito mal. O ADI avançou com uma moção de censura contra o Governo do primeiro-ministro Américo Ramos, uma moção de censura que acabou por ser anulada. A democracia está em causa em São Tomé e Príncipe? [A democracia] sai beliscada, e as pessoas não se apercebem do mal que fazem ao país e à democracia com estes expedientes. Porque estamos, cada vez mais, depois de toda essa história do 25 de Novembro de 2022 [quatro homens tomaram de assalto o quartel das Forças Armadas, na capital de São Tomé, numa alegada tentativa de golpe de Estado, de onde resultaram quatro mortos], numa encruzilhada terrível. Até agora não foram julgadas as pessoas responsáveis por esse massacre, esse crime hediondo. O que é que nós transmitimos à sociedade? O que é que o mundo pensa de nós? Que somos um Estado falhado. Nesta segunda-feira, 2 de Fevereiro, deputados são-tomenses destituíram a presidente do Parlamento, Celmira Sacramento, acusando-a de violar as leis  e o bom nome do Parlamento, demitiram cinco juízes do Tribunal Constitucional e elegeram um novo presidente da Comissão Eleitoral. Horas mais tarde, o Tribunal Constitucional declarou inconstitucional a convocatória e anulou as deliberações… No meu entender, o Tribunal Constitucional é o principal responsável por esta situação (…) Nós não pensamos o país. Hoje, São Tomé vive uma crise energética sem precedentes, há falta de água. Temos uma série de problemas que são prementes, que os representantes do povo têm vocação para solucionar ou para encontrar soluções para essas questões. Os governantes, em vez de estarem a resolver e a encontrar soluções para os problemas da população, perdem tempo com guerras políticas? Não estamos a pacificar a sociedade nem estamos a criar condições para que haja o entendimento necessário, indispensável, para que o essencial daquilo que preocupa esta população seja resolvido. Foi para isso que essas pessoas foram eleitas. Uma deputada do ADI agrediu o antigo presidente do Parlamento, Delfim Neves, com uma pedra na cabeça. Que imagem se envia desta casa que trabalha para o povo? Isto é uma amostra da intolerância que existe no país. Estas pessoas tinham obrigação, pelas funções que ocupam, de representar o povo. Esta situação revela um sinal muito preocupante de intolerância, podendo levar o país - numa altura em que se aproxima um ambiente pré-eleitoral - para uma situação de alguma conturbação. Que comportamento se espera do chefe de Estado Carlos Vila Nova e do primeiro-ministro Américo Ramos perante esta crise política? São duas figuras que devem garantir e regular o bom funcionamento das instituições. Um grupo de deputados do MLSTP veio agora pôr em causa a maioria absoluta da ADI. Esta postura agudiza ainda mais o caos político que se vive no país? Não são os deputados. É preciso ver que há uma espécie de cisão no seio do ADI. A designação de Américo Ramos como primeiro-ministro causou alguma turbulência ao nível dessa maioria absoluta. Mas eu acho que a crise no interior do ADI tem afectado o conjunto do país, porque um partido que ganha as eleições legislativas com maioria absoluta, que tinha um presidente com afinidades políticas, um antigo militante e dirigente do ADI, a priori tinha condições criadas para uma governação com alguma sustentabilidade, com toda a chance de poder realizar o seu programa político. Não foi o que se verificou no nosso Governo. O Governo liderado por Américo Ramos tem condições para se manter no poder? As eleições estão marcadas e talvez o que tenha retirado o argumento ao ADI - que tinha introduzido uma moção de censura - foi o facto de o Presidente da República ter marcado eleições. No meu entender, eles ficaram sem argumentos, uma vez que, quando são marcadas eleições, não é possível dissolver a Assembleia. As eleições estão marcadas, terão lugar em Julho; seis meses antes das eleições - as normas são claras nessa matéria - não se pode dissolver a Assembleia. Qual é que deve ser aqui o papel dos partidos da oposição? Os partidos da oposição devem estar todos de acordo e devem colocar o país eem primeiro lugar.  Relativamente à questão da governação, isto está tão mal que alguém com dois olhos na cara, que pense efectivamente no país e que não esteja com outras intenções, só pode ter uma conduta: Devemos entendermo-nos sobre o que é essencial para salvar o nosso país, para tentar tirá-lo do atoleiro em que se encontra. E os actores políticos são responsáveis, tanto quem estava no pode, como quem está na oposição. Toda a gente tem a sua quota-parte de responsabilidade nisto. Isso deveria impelir-nos a ter uma outra atitude. Ninguém tem soluções mágicas ou miraculosas. Desenganem-se. Não venham com histórias. Já se experimentou tudo. Se não se puser de lado o egoísmo e as agendas pessoais, nós não vamos lá. A mim, o que me preocupa são estes sinais de intolerância e de alguma violência verbal e física. Era preciso reconciliar esta nação consigo própria, com os seus filhos.

RLX - Rádio Lisboa
Caderno Diário - Devemos aprender durante toda a vida - Programa 509 - António Serra

RLX - Rádio Lisboa

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 5:47


Pequenos textos, contos, histórias, lendas, pensamentos ou apenas uma frase que sirvam de reflexão para todos os que nos ouvem na RLX-Rádio Lisboa. No mundo em que vivemos faz-nos falta parar e refletir sobre tudo o que nos rodeia…

Expresso - Expresso da Manhã
Porque foi tão violenta a tempestade Kristin? Devemos esperar outras iguais do comboio de tempestades que está no Atlântico?

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 15:52


A tempestade Kristin fez cinco mortos e causou muitos estragos, sobretudo na zona centro do país. Foi a terceira tempestade, e a mais violenta, em menos de uma semana, mas o comboio de tempestades que tem afectado toda a Europa ainda vai trazer mais chuva, vento e frio a Portugal. Para perceber por que razão foi tão forte esta tempestade, porque atingiu com tanta força o centro do país e, sobretudo a zona litoral, conversamos com o climatologista e fundador da Planoclima, Mário Marques.See omnystudio.com/listener for privacy information.

CAST DOS LOUCOS
ERROS QUE NÃO DEVEMOS COMETER ao contratar LINKs DEDICADOS Fausto da ASAP TELECOM

CAST DOS LOUCOS

Play Episode Listen Later Jan 22, 2026 52:25


Podniners

A temporada chegou ao fim, mas a história que os 49ers escreveram em 2025 vai muito além do placar final. Um time que enfrentou adversidades, lesões, críticas e momentos de absoluta pressão — e ainda assim competiu até o limite físico e emocional. A eliminação dói, mas não apaga o caminho percorrido. Neste episódio, analisamos com frieza e contexto o jogo decisivo, as escolhas de Kyle Shanahan, o desempenho coletivo e individual, e o que realmente pesou para a queda. Falamos de identidade, de cultura, e do porquê este elenco merece respeito, mesmo sem o final desejado. Mais do que um pós-jogo, este é um episódio sobre legado, aprendizado e continuidade. Porque ser Faithful não é só comemorar vitórias — é entender o processo, reconhecer o esforço e manter o orgulho da camisa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Entendendo a Bíblia
Devemos perdoar e voltar a conviver?

Entendendo a Bíblia

Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 13:09


Episódio do dia 16/01/2026, com o tema " Devemos perdoar e voltar a conviver?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: PODEM ESCLARECER PELA PALAVRA DE DEUS, COMO DEVEMOS PERDOAR O PRÓXIMO E TER COMUNHÃO COM ALGUÉM QUE TE FERIU MUITO? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sermões do Instituto Bom Pastor
Como devemos nos portar nas bençãos e o cuidado com as crianças na igreja (04.01.2026)

Sermões do Instituto Bom Pastor

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 17:45


Sermão para a Festa do Santíssimo Nome de JesusPadre Luiz F. Pasquotto, IBP.Capela Nossa Senhora das Dores, DF.

Artes
O universo criativo das ilustrações infantis de Catarina Sobral

Artes

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 8:25


A ilustradora portuguesa Catarina Sobral foi recentemente premiada com o "Purple Island", um dos quatro prémios do Nami Concours 2026, o concurso internacional de livro ilustrado da ilha de Nami, na Coreia do Sul. A distinção reconheceu o seu trabalho no livro "As Pessoas São Esquisitas", escrito por Victor D. O. Santos. Com um percurso marcado por diversas vitórias, incluindo o Prémio Internacional de Ilustração da Feira do Livro Infantil de Bolonha, Catarina Sobral é considerado uma das mais premiadas autoras de livros ilustrados em Portugal. Em entrevista, a ilustradora partilha o processo criativo das suas obras e reflecte sobre o universo das crianças e a importância de uma linguagem acessível sem perder a profundidade. Como é que foi a experiência de receber o prémio "Purple Island" no Nami Concours 2026? Foi muita boa. Gosto particularmente deste concurso, porque é muito internacional, eclético nas linguagem gráficas que premeia. E convidam sempre os vencedores para passar uma semana na ilha, onde fazem uma exposição incrível, com objectos tridimensionais, a partir das ilustrações dos livros, ao mesmo tempo que têm uma programação para o público infantil com oficinas, espectáculos de teatro, etc. Este festival internacional é dedicado à ilustração e aos livros para crianças. "As Pessoas São Esquisitas", editado em Portugal pela Orfeu Negro, foi o livro distinguido. Como é que foi o processo de ilustração deste livro? E do que é que fala? O livro é uma espécie de sátira às incoerências dos adultos. O narrador, que é uma criança, comenta esquisitices que vai observando em miúdos e graúdos, mas a maioria das que ele identifica são, de facto, as dos adultos. Muitas vezes parecem-lhe esquisitices porque não tem o filtro que a nossa socialização nos impõe e que nos faz olhar com naturalidade para algumas coisas que, se virmos bem, não são muito lógicas. Mas o livro é também uma ode a ser-se esquisito, no sentido de ser-se diferente e não procurar seguir padrões. O texto foi escrito pelo Víctor [D. O. Santos], ele contactou-me por e-mail e propôs-me a colaboração. Nós trabalhámos juntos no projecto do princípio ao fim, com o designer Daniel Cabral, que também escreve e ilustra. Portanto, éramos três profissionais do álbum ilustrado. Depois, propusemos o projecto a várias editoras. Em Portugal, quem publicou foi a Orfeu Negro, mas o livro também já foi publicado no Brasil, no Canadá, no México, na Bélgica... Está vendido para várias línguas: persa, grego, coreano, catalão… E como se desenrola o processo criativo? Primeiro, tento procurar a linguagem que melhor espelha aquilo que o texto me inspira. Este é um texto cómico, por isso queria que as personagens tivessem um pouco de humor. Mas não queria que fosse exagerado ou caricatural. Não queria que fosse demasiado "querido" também. A personagem principal tem um melhor amigo, que é um cão. E, no final, ficamos sem perceber se quem está a narrar a história é a criança ou o cão. Então, começo por fazer umas primeiras ilustrações. Muitas vezes, já esboço a cores para procurar a linguagem, o vocabulário, como são as personagens, os ambientes, a paleta de cores, as perspectivas, o tipo de pincéis que vou usar, a profundidade… Se vou pintar em camadas ou não, quantos planos vou ter… E vou explorando isso até chegar a um resultado satisfatório. Chego normalmente a duas ou três ilustrações iniciais e, depois, quando a linguagem está definida, quando acho que já responde ao que o texto inspira, começo a fazer as outras. Uma coisa que acrescentei neste livro foram os "easter eggs". Como o tema é a esquisitice, o livro também tem detalhes curiosos que os leitores podem descobrir em cada página, como uma banana a sair de uma chaminé, um guarda-chuva couve, um King Kong no Chrysler Building, um camelo num bairro residencial... Há muitos pormenores cómicos, coisas que estão fora do sítio, e que os leitores podem procurar. Não têm nenhuma relação com o texto, são só esquisitices visuais.   Isso exige ao leitor uma certa atenção... Exactamente. E depois, temos a última ilustração, que não tem texto mas que nos surpreende e propõe um significado diferente daquele que estávamos à espera. Essa última imagem, resultou também de um processo de reflexão entre nós os três. Tivémos de "partir pedra” em conjunto para resolver o final, sem usar texto. Não sei se é um spoiler, mas é importante dizer que a nossa personagem principal também é esquisita, e também poderia ser alvo de análise por alguém que olhasse para ele como ele olha para os outros. Quando se trabalha para crianças, o processo criativo tende a ser mais exigente? Eu diria que sim, é mais exigente. Devemos pensar em todas as audiências. Não se trata de simplificar a linguagem, isso infantiliza o público, mas de permitir que o livro também chegue às crianças, sem perder a profundidade. Um bom livro ilustrado tem de parecer bom também para os adultos. Não deve ser estereotipado nem restritivo. Deve ter em conta a experiência das crianças mas também pode ter camadas de leitura e assim atrair os adultos. Um livro que se redescobre de cada vez que se pega nele é um bom livro. Acho que esse é o desafio. Mas, claro, escrever um romance será certamente muito exigente, não acho que se deva comparar. Sei que há uma exigência específica quando se trabalha para a infância porque temos de ter em conta que as crianças observam, sentem e descobrem o mundo de forma totalmente diferente de nós, quem se lhes dirige. Quem escreve para adultos já parte de uma experiência parecida à do leitor. São outras preocupações, claro. A Catarina é uma das autoras portuguesas mais premiadas no campo do livro ilustrado. Em 2014, venceu o Prémio Internacional de Ilustração da Feira do Livro Infantil de Bolonha com o livro "O Meu Avô". Em 2024, venceu o Prémio Nacional de Ilustração pelo livro "Fantasmas, Bananas e Avestruzes" e, como já foi mencionado, já havia recebido prémios em 2007 na Coreia do Sul. Quando se é uma das autoras mais premiadas, sente o peso disso no momento de criar? Já senti mais. Quando passei a ser jurada de alguns concursos e a assistir mais frequentemente aos debates sobre os critérios de escolha dos júris de prémios, percebi que há critérios objectivos, mas há também uma grande parte de subjectividade. Quando a qualidade de uma ilustração já é muito boa, e há imensa gente talentosa na ilustração hoje em dia, as escolhas acabam por ser um pouco subjectivas. Há uma diferença clara entre o que é mau e o que é bom, entre o mediano e o bom, mas dentro do "muito bom" acaba por ser sempre uma escolha mais pessoal. Onde vai buscar a inspiração para o seu trabalho? Normalmente, procuro inspiração em outras obras de arte, não necessariamente nas artes visuais, mas na arte, de uma forma geral. O dia-a-dia também pode inspirar, os desenhos das crianças sem dúvida… Ainda assim, a arte e a ilustração, são o que mais me inspira. Neste momento, está a desenvolver algum projecto novo? Sim. Acabei de apresentar um espectáculo de teatro em Lisboa, que inclui ilustrações manipuladas ao vivo, e que foi escrito por mim. E agora, tenho alguns livros novos previstos para este ano, que ainda não comecei a fazer, mas já estão encomendados. A Catarina também teve um programa de rádio. O universo das crianças é algo que a fascina? Sim, para mim, escrever ou desenhar para crianças, fazer rádio ou espectáculos de teatro para a infância, tem as mesmas premissas. O que muda é o meio, mas há processos e linhas de orientação que são muito semelhantes. Para mim, a ideia de síntese é muito importante. E também a de escrever ou desenhar a partir das emoções. Porque ao ser sintética e ao partir das emoções vou comunicar com as crianças através de algo que é essencial, que está na raiz, eliminando o que é acessório. E esta perspectiva universaliza o objecto artístico, não infantiliza, abre-o a diferentes interpretações permitindo que seja desfrutado por várias audiências. Ao ser suficientemente aberto e livre, o objecto artístico pode ser interpretado de forma mais pessoal. Cada leitor, espectador ou ouvinte pode identificar-se com aquela experiência ou história à luz das suas próprias vivências.

Explicador
Operação Marquês. Devemos "fatiar" os mega processos?

Explicador

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 13:03


João Massano, Bastonário da Ordem dos Advogados, diz que a Operação Marquês questiona o conceito de "mega processos", que descreve como "pequenos monstros ingeríveis" que se arrastam durante anos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Afya Endocrinopapers
Devemos pedir dosagem de FSH para definir menopausa?

Afya Endocrinopapers

Play Episode Listen Later Jan 6, 2026 5:38


Neste vídeo, discutiremos se a dosagem de FSH é realmente necessária para o diagnóstico de menopausa e em quais cenários clínicos esse exame se torna indispensável.Endocrinologia descomplicada para médicos e residentes. Aqui você encontra conteúdos sobre atualização médica, casos clínicos e preparação para provas de título.

Café com Tulipa
CT 3605 - Fortes e Corajosos

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 2:46


Todo discípulo de Jesus é conclamado a viver pela fé. Devemos confiar na Palavra do Senhor e caminhar segundo a sua direção e instrução. Este é nosso desafio diário, pois nem sempre entendemos ou contemplamos os planos do Senhor com clareza, entretanto, podemos ser fortes e corajosos, sabe do que o Senhor é fiel e cuida de nossa vida. Nosso chamado para viver pela fé é um desafio, mas podemos cumpri-lo na força que o Senhor supre.

Igreja Batista Redenção
O que devemos pensar sobre o futuro

Igreja Batista Redenção

Play Episode Listen Later Jan 2, 2026 29:41


Arquidiocese de Uberaba
Dom Paulo #51 - Festa da Sagrada Família 28/12/25

Arquidiocese de Uberaba

Play Episode Listen Later Dec 28, 2025 7:44


Convidado
2025, o ano em que Moçambique assinalou os 50 anos da sua independência

Convidado

Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 33:37


Moçambique asinalou este ano, a 25 de Junho, os 50 anos da sua independência. Por esta ocasião, a RFI propôs-vos um percurso pela história do país e a sua luta pela liberdade. Quando 2025 está prestes a chegar ao fim, tornamos a debruçar-nos sobre este cinquentenário, com alguns momentos marcantes dessa digressão. A luta armada pela independência em Moçambique encontra as suas raízes imediatas em vários acontecimentos. Um deles será o encontro organizado a 16 de Junho de 1960 em Mueda, no extremo norte do país, entre a administração colonial e a população local que reclamava um preço justo pela sua produção agricola. Só que no final dessa reunião, deu-se a detenção de alguns dos representantes do povo e em seguida a execução a tiro de um número até agora indeterminado de pessoas. Dois anos depois do massacre de Mueda, três organizações nacionalistas, a UDENAMO, União Democrática Nacional de Moçambique, a MANU, Mozambique African National Union e a UNAMI, União Nacional Africana de Moçambique Independente, reúnem-se em Dar-es-Salaam, na Tanzânia, a 25 de Junho de 1962 e fundem-se numa só entidade, a Frelimo, Frente de Libertação de Moçambique. Sob a direcção do seu primeiro presidente, o universitário Eduardo Mondlane, e a vice-presidência do reverendo Uria Simango, a Frelimo tenta negociar a independência com o poder colonial -em vão- o que desemboca na acção armada a partir de 1964. O antigo Presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recorda essa época. “Nessa altura, nós, já estudantes, que tínhamos deixado Portugal, que estávamos na França, tomamos conhecimento disso juntamente com o Dr. Eduardo Mondlane, que trabalhava nas Nações Unidas. No nosso encontro em Paris decidimos que devíamos trabalhar, a partir daquele momento, para a unificação dos movimentos de libertação, para que houvesse uma luta mais forte. Mesmo a luta diplomática, que foi a coisa que começou, havia de ser mais forte se houvesse um movimento unificado. É assim que surge uma frente. (...) Foram três movimentos que formaram uma frente unida que se chamou a Frente de Libertação de Moçambique. E essa Frente de Libertação de Moçambique continuou a procurar meios para ver se os portugueses haviam de acatar a Resolução das Nações Unidas de 1960 sobre a descolonização. E, finalmente, quando se viu que, de facto, os portugueses não iriam fazer isso, particularmente depois do massacre da Mueda, decidiu-se começar a preparação para uma insurreição armada. E assim houve treinos militares na Argélia, onde foram formados 250 homens, porque também a luta dos argelinos nos inspirou. Então, eles próprios, depois da criação da Organização da Unidade Africana e da criação do Comité de Coordenação das Lutas de Libertação em África, fomos a esses treinos na Argélia e a Argélia é que nos forneceu os primeiros armamentos para desencadear a luta de libertação nacional”, recorda o antigo Chefe de Estado. Ao referir que a causa recebeu apoio nomeadamente da Rússia e da China, Joaquim Chissano sublinha que “a luta foi desencadeada com a ajuda principalmente africana. E mais tarde vieram esses países. A Rússia deu um apoio substancial em termos de armamento. (...)Depois também mandamos pessoas para serem treinadas na China e mais tarde, já em 1965, quando a China fica proeminente na formação político-militar na Tanzânia, mandaram vir instrutores a nosso pedido e a pedido da Tanzânia.” Sobre o arranque da luta em si, o antigo Presidente moçambicano refere que os ataques comeram em quatro frentes em simultâneo. “Nós, em 1964, criámos grupos que enviamos para a Zambézia, enviamos para Niassa, enviamos para Cabo Delgado e enviamos para Tete. Portanto, em quatro províncias simultaneamente. No dia 25 de Setembro (de 1964) desencadeamos a luta armada de libertação nacional. Porque também a ‘insurreição geral armada', como o Presidente Mondlane denominou, começou em quatro províncias em simultâneo”, recorda Joaquim Chissano. Óscar Monteiro, membro sénior da Frelimo integrou as fileiras do partido em 1963, quando era jovem líder estudantil em Portugal. Depois de um período de clandestinidade, ele torna-se representante do partido em Argel, epicentro das lutas independentistas do continente. Ao evocar a missão que lhe incumbia em Argel, Óscar Monteiro refere que o seu trabalho consistia em “fazer a propaganda do movimento de libertação em francês. Nós já tínhamos representações no Cairo, tínhamos um departamento de informação que produzia documentos, o ‘Mozambique Revolution', que era uma revista muito apreciada, que depois era impressa mesmo em offset. Mas não tínhamos publicações em francês. Então, coube-nos a nós, na Argélia, já desde o tempo do Pascoal Mocumbi, produzir boletins em francês, traduzir os comunicados de guerra e alimentar a imprensa argelina que nos dava muito acolhimento sobre o desenvolvimento da luta, a abertura da nova frente em Tete, etc e ganhar o apoio também dos diplomatas de vários países, incluindo de países ocidentais que estavam acreditados na Argélia. Falávamos com todos os diplomatas. Prosseguimos esses contactos. O grande trabalho ali era dirigido sobre a França e sobre os países de expressão francesa. Era um tempo de grande actividade política, é preciso dizer. Eram os tempos que precederam o Maio de 68. Enfim, veio um bocado de toda esta mudança. E tínhamos bastante audiência”. Durante esta luta que durou dez anos, o conflito foi-se alastrando no terreno mas igualmente no campo diplomático. Poucos meses depois de uma deslocação a Londres em que a sua voz foi amplamente ouvida, a 3 de Fevereiro de 1969, em Dar-es-Salam onde estava sediada a Frelimo, o líder do partido, Eduardo Mondlane, abre uma encomenda contendo uma bomba. A explosão do engenho é-lhe fatal. Até agora, pouco se sabe acerca desse assassínio sobre o qual Joaquim Chissano, então responsável do pelouro da segurança da Frelimo, acredita que haverá a mão da PIDE, a polícia política do regime fascista de Portugal. “Havia já alguns indícios de que havia movimentos de pessoas enviadas pelo colonialismo, mesmo para a Tanzânia, como foi o caso do Orlando Cristina, que chegou a entrar em Dar-es-Salaam e fazer espionagem. Disse que trabalhou com os sul-africanos em 1964 e continuou. Depois houve o recrutamento, isso já em 1967-68, de pessoas da Frelimo que tentaram criar uma divisão nas linhas tribais, mas que na realidade não eram representativos das tribos que eles representavam, porque a maioria eram ex-combatentes que estavam solidamente a representar a unidade nacional. Foi assim que tivemos uns traidores que depois foram levados pelos portugueses de avião e de helicópteros e entraram a fazer campanha aberta, propaganda e até houve um grupo que chegou a reivindicar a expulsão do nosso presidente, dizendo que ele devia receber uma bolsa de estudos. Quer dizer, a ignorância deles era tal que eles não viram, não souberam que ele era um doutor -duas vezes doutor- e que não era para pensar em bolsa de estudo. Mas pronto, havia um movimento de agitação. Mas a frente era tão sólida que não se quebrou. Por isso, então, foi se fortalecendo à medida que íamos andando para a frente”, conclui Joaquim Chissano. Outro episódio marcante do inicio do declínio do controlo do regime colonial em Moçambique será o Massacre de Wiriyamu ou "Operação Marosca" . A partir de 16 de Dezembro de 1972 e durante mais de três dias, depois de dois capitães portugueses morrerem quando o seu veiculo pisou numa mina, as tropas coloniais massacraram pelo menos 385 habitantes da aldeia de Wiriyamu e das localidades vizinhas de Djemusse, Riachu, Juawu e Chaworha, na província de Tete, acusados de colaborarem com os independentistas. A ordem foi de "matar todos", sem  fazer a distinção entre civis, mulheres e crianças. Algumas pessoas foram pura e simplesmente fuziladas, outras mortas queimadas dentro das suas habitações incendiadas. Mustafah Dhada, historiador moçambicano e professor catedrático na Universidade de Califórnia, dedicou uma parte importante da sua vida a investigar este massacre que foi denunciado pelo mundo fora nos meses seguintes, constituindo segundo o estudioso um acontecimento "tectónico". “O massacre, tem que ser contextualizado no espaço do sistema colonial português em África. E nesse sentido, o massacre era um dos vários massacres que aconteceram em Moçambique, em Angola, na Guiné-Bissau, em São Tomé e Príncipe e também o massacre estrutural do meio ambiente em Cabo Verde. Devemos notar uma coisa: a guerra colonial portuguesa, a baixa era de 110.000 pessoas, aproximadamente civis na nossa parte dos libertadores e dos colonizados e o massacre é somente 385 pessoas que têm um nome e outros que desapareceram sem nome. E neste sentido o massacre é, do ponto de vista quantitativo, um massacre que tem uma significação menor. Mas o que foi importantíssimo é que o massacre não iria ser reconhecido como um evento tectónico se não tivesse havido uma presença da Igreja -não portuguesa- em Tete”, sublinha o historiador aludindo às denúncias que foram feitas por missionários a seguir ao massacre. Após vários anos em diversas frentes de guerra, capitães das forças armadas portuguesas derrubam a ditatura a 25 de Abril de 1974. A revolução dos cravos levanta ondas de esperança em Portugal mas também nos países africanos. A independência pode estar por perto, mas é ainda preciso ver em que modalidades. Pouco depois do 25 de Abril, as novas autoridades portuguesas e a Frelimo começaram a negociar os termos da independência de Moçambique. O partido de Samora Machel foi reconhecido como interlocutor legítimo por Portugal e instituiu-se um período de transição num ambiente de incerteza, recorda o antigo Presidente Joaquim Chissano. “A nossa delegação veio com a posição de exigir uma independência total, completa e imediata. Mas pronto, tivemos que dar um conteúdo a esse ‘imediato'. Enquanto a delegação portuguesa falava de 20 anos, falávamos de um ano e negociamos datas. Deram então um consenso para uma data que não feria ninguém. Então, escolhemos o 25 de Junho. Daí que, em vez de um ano, foram nove meses. E o que tínhamos que fazer era muito simples Era, primeiro, acompanhar todos os preparativos para a retirada das tropas portuguesas com o material que eles tinham que levar e também em algumas partes, a parte portuguesa aceitou preparar as nossas forças, por exemplo, para se ocupar das questões da polícia que nós não tínhamos. Houve um treino rápido. Depois, na administração, nós tínhamos que substituir os administradores coloniais para os administradores indicados pela Frelimo. Falo dos administradores nos distritos e dos governadores nas sedes das províncias. Nas capitais provinciais, portanto, havia governadores de província e administradores de distritos e até chefes de posto administrativo, que era a subdivisão dos distritos. E então, fizemos isso ao mesmo tempo que nos íamos ocupando da administração do território. Nesses nove meses já tivemos que tomar conta de várias coisas: a criação do Banco de Moçambique e outras organizações afins, seguros e outros. Então houve uma acção dos poderes nesses organismos. Ainda houve negociações que foram efectuadas em Maputo durante o governo de transição, aonde tínhamos uma comissão mista militar e tínhamos uma comissão para se ocupar dos Assuntos económicos. Vinham representantes portugueses em Portugal e trabalhavam connosco sobre as questões das finanças, etc. E foi todo um trabalho feito com muita confiança, porque durante o diálogo acabamos criando a confiança uns dos outros”, lembra-se o antigo chefe de Estado moçambicano. Joaquim Chissano não deixa, contudo, de dar conta de algumas apreensões que existiam naquela altura no seio da Frelimo relativamente a movimentos contra a independência por parte não só de certos sectores em Portugal, mas também dos próprios países vizinhos, como a África do Sul, que viam com maus olhos a instauração de um novo regime em Moçambique. “Evidentemente que nós víamos com muita inquietação essa questão, porque primeiro houve tentativas de dividir as forças de Moçambique e dar falsas informações à população. E no dia mesmo em que nós assinamos o acordo em Lusaka, no dia 7 de Setembro, à noite, houve o assalto à Rádio Moçambique por um grupo que tinha antigos oficiais militares já reformados, juntamente com pessoas daquele grupo que tinha sido recrutado para fazer uma campanha para ver se desestabilizava a Frelimo”, diz o antigo líder politico. A 7 de Setembro de 1974, é assinado o Acordo de Lusaka instituindo os termos da futura independência de Moçambique. Certos sectores politicos congregados no autoproclamado ‘Movimento Moçambique Livre' tomam o controlo do Rádio Clube de Moçambique em Maputo. Até serem desalojados da emissora no dia 10 de Junho, os membros do grupo adoptam palavras de ordem contra a Frelimo. Na rua, edificios são vandalizados, o aeroporto é tomado de assalto, um grupo armado denominado os ‘Dragões da Morte' mata de forma indiscriminada os habitantes dos bairros do caniço. Vira-se uma página aos solavancos em Moçambique. Evita-se por pouco chacinas maiores. Antigos colonos decidem ficar, outros partem. Depois de nove meses de transição em que a governação é assegurada por um executivo hibrido entre portugueses e moçambicanos, o país torna-se oficialmente independente a 25 de Junho de 1975. Doravante, Moçambique é representado por um único partido. Ainda antes da independência e nos primeiros anos depois de Moçambique se libertar do regime colonial, foram instituidos campos de reeducação, essencialmente na distante província do Niassa. O objectivo declarado desses campos era formar o homem novo, reabilitar pelo trabalho, as franjas da sociedade que eram consideradas mais marginais ou dissidentes. Foi neste âmbito que pessoas consideradas adversárias políticas foram detidas e mortas. Isto sucedeu nomeadamente com Uria Simango, Joana Simeão e Adelino Guambe, figuras que tinham sido activas no seio da Frelimo e que foram acusadas de traição por não concordarem com a linha seguida pelo partido. Omar Ribeiro Thomaz antropólogo ligado à Universidade de Campinas, no Brasil, que se debruçou de forma detalhada sobre os campos de reeducação, evoca este aspecto pouco falado da História recente de Moçambique. "Os campos de reeducação são pensados ainda no período de transição. Então, isso é algo que ainda deve ser discutido dentro da própria história portuguesa, porque no período de transição, o Primeiro-ministro era Joaquim Chissano, mas o governador-geral era português. Então, nesse momento, começam expedientes que são os campos de reeducação. Você começa a definir pessoas que deveriam ser objecto de reeducação, ao mesmo tempo em que você começa a ter uma grande discussão em Moçambique sobre quem são os inimigos e esses inimigos, eles têm nome. Então essas são pessoas que de alguma maneira não tiveram a protecção do Estado português. Isso é muito importante. Não conseguiram fugir. São caçadas literalmente, e são enviadas para um julgamento num tribunal popular. Eu estou a falar de personagens como a Joana Simeão, o Padre Mateus, Uria Simango, que são condenados como inimigos, como traidores. Esses são enviados para campos de presos políticos. A Frelimo vai usar uma retórica de que esses indivíduos seriam objecto de um processo de reeducação. Mas o que nós sabemos a partir de relatos orais e de alguns documentos que nós conseguimos encontrar ao longo do tempo, é que essas pessoas foram confinadas em campos de trabalho forçado, de tortura, de imenso sofrimento e que chega num determinado momento que não sabemos exactamente qual é, mas que nós podemos situar mais ou menos ali, por 1977, elas são assassinadas de forma vil", diz o antropólogo. Lutero Simango, líder do partido de oposição Movimento Democrático de Moçambique, perdeu o pai, Uria Simango, um dos membros-fundadores da Frelimo, mas igualmente a mãe. Ambos foram detidos e em seguida executados. "O meu pai foi uma das peças-chaves na criação da Frente de Libertação de Moçambique. Ele nunca foi imposto. Os cargos que ele assumiu dentro da organização foram na base da eleição. Ele e tantos outros foram acusados de serem neocolonialistas. Foram acusados de defender o capitalismo. Foram acusados de defenderem a burguesia nacional. Toda aquela teoria, aqueles rótulos que os comunistas davam a todos aqueles que não concordassem com eles. Mas se olharmos para o Moçambique de hoje, se perguntarmos quem são os donos dos nossos recursos, vai verificar que são os mesmos aqueles que ontem acusavam os nossos pais", diz o responsável político de oposição. Questionado sobre as informações que tem acerca das circunstâncias em que os pais foram mortos, Lutero Simango refere continuar sem saber. "Até hoje ninguém nos disse. E as famílias, o que pedem é que se indique o local em que foram enterrados para que todas as famílias possam prestar a última homenagem. O governo da Frelimo tem a responsabilidade de indicar às famílias e também assumir a culpa, pedindo perdão ao povo moçambicano, porque estas pessoas e tantas outras foram injustamente mortas neste processo", reclama Lutero Simango. A obtenção da independência não significou a paz para Moçambique. No interior do país, várias vozes se insurgiram contra o caminho que estava a ser tomado pelo país, designadamente no que tange ao monopartidarismo. Além disso, países segregacionistas como a África do Sul e a antiga Rodésia viram com maus olhos as instauração de um sistema político socialista em Moçambique, Foi neste contexto que surgiu em 1975, a Resistência Nacional de Moçambique, Renamo, um movimento inicialmente dirigido por um dissidente da Frelimo, André Matsangaíssa e em seguida, após a morte deste último em 1979, por Afonso Dhlakama, já dois anos depois de começar a guerra civil. António Muchanga, antigo deputado da Renamo, recorda em que circunstâncias surgiu o partido. "A Renamo nasce da revolta do povo moçambicano quando viu que as suas aspirações estavam adiadas. Segundo os historiadores, na altura em que o objectivo era que depois da frente voltariam se definir o que é que queriam. Só que durante a luta armada de libertação nacional, começou o abate de prováveis pessoas que poderiam 'ameaçar' o regime.(...) E depois tivemos a situação das nacionalizações. Quando a Frelimo chega logo em 1976, começa com as nacionalizações.(...) Então isto criou problemas que obrigaram que jovens na altura Afonso Dhlakama, sentiram se obrigados a abandonar a Frelimo e eram militares da Frelimo e foram criar a Resistência Nacional Moçambicana", recorda o repsonsável político. Apesar de ter sido assinado um acordo de paz entre a Renamo e a Frelimo em 1992, após 15 anos de conflito, o país continua hoje em dia a debater-se com a violência. Grupos armados disseminam o terror no extremo norte do território, em Cabo Delgado, há mais de oito anos, o que tem condicionado o próprio processo político do país, constata João Feijó, Investigador do Observatório do Meio Rural. "Esse conflito não tem fim à vista. Já passou por várias fases. Houve aquela fase inicial de expansão que terminou depois no ataque a Palma, numa altura em que a insurgência controlava distritos inteiros de Mocímboa da Praia. (...) Depois, a entrada dos ruandeses significou uma mudança de ciclo. Passaram a empurrar a insurgência de volta para as matas. Conseguiram circunscrevê-los mais ou menos em Macomia, mas não conseguiram derrotá-los. A insurgência consegue-se desdobrar e fazer ataques isolados, obrigando à tropa a dispersar. (...) Aquele conflito armado não terá uma solução militar. Ali é preciso reformas políticas, mas que o governo insiste em negar. E então continuamos a oito, quase oito anos neste conflito, neste impasse", lamenta o estudioso. Embora o país já não esteja em regime de partido único desde os acordos de paz de 1992, as eleições têm sido um momento de crescente tensão. No ano passado, depois das eleições gerais de Outubro de 2024, o país vivenciou largas semanas de incidentes entre populares e forças de ordem que resultaram em mais de 500 mortos, segundo a sociedade civil. Após a tomada de posse do Presidente Daniel Chapo no começo deste ano, encetou-se o chamado « diálogo inclusivo » entre o partido no poder e a oposição. Em paralelo, tem havido contudo, denúncias de perseguições contra quem participou nos protestos pós-eleitorais. Mais recentemente, foram igualmente noticiados casos, denunciados pela sociedade civil, do desaparecimento de activistas ou jornalistas. Questionada há alguns meses sobre a situação do seu país, a activista social Quitéria Guirengane considerou que o país "dorme sobre uma bomba-relógio". "Assusta-me o facto de nós dormirmos por cima de uma bomba relógio, ainda que seja louvável que as partes todas estejam num esforço de diálogo. Também me preocupa que ainda não se sinta esforço para a reconciliação e para a reparação. Nós precisamos de uma justiça restauradora. E quando eu olho, eu sinto um pouco de vergonha e embaraço em relação a todas as famílias que dia e noite ligavam desde Outubro à procura de socorro", considera a militante feminista que ao evocar o processo de diálogo, diz que "criou algum alento sob o ponto de vista de que sairiam das celas os jovens presos políticos. No entanto, continuaram a prender mais. Continua a caça às bruxas nocturna". "Não é este Moçambique que nós sonhamos. Por muito divididos que a gente esteja, precisamos de pensar em construir mais pontes do que fronteiras. Precisamos pensar como nós nos habilitamos, porque nos últimos meses nos tornamos uma cidade excessivamente violenta", conclui a activista que esteve muito presente nestes últimos meses, prestando apoio aos manifestantes presos e seus familiares.

Carlos McCord
#352 - 19/Dez | EM QUE DEVEMOS CONCENTRAR-NOS | Tudo Para Ele (Oswald Chambers) | Permanecer

Carlos McCord

Play Episode Listen Later Dec 19, 2025 8:05


Ministério Permanecer Instituto Jesus Cristo

Palavras de Esperança
POR QUE DEVEMOS ORAR?

Palavras de Esperança

Play Episode Listen Later Dec 13, 2025 7:38


Por que devo orar?Se você deseja aprofundar o tema segue alguns textos que auxiliarão sua pesquisa. 1. 1 João 5:142. Salmos 42:2 sede de Deus.3. Salmos 51:6 -134. SALMOS 139: 1,4 e 7.5. Quando for orar lembre-se que Deus está em todos os lugares.Por que devemos orar?Para buscar quietude no Senhor para a minha alma. Fp. 4: 6,7 - nossa oração precisa envolver um coração grato. "Com ações de graça"Salmo 131 - como uma criança desmamada. Satisfeita . NTLH.Salmos 46: v. 10. Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus! Às vezes a tempestade é interna.Quando Jesus dormia em meio a tempestade. Os discípulos ficaram perplexos ao ver o poder de Jesus sobre a criação.Por que devo orar? Para obter uma fé inabalável em Deus.Hb. 11:1 Lc. 1:37 e Lc. 18:27.Hb. 4:16 acheguemo-nos, portanto, confiadamente...Para quem iremos nós só tu tens palavra de vida eterna.Pv. 15:8 a oração dos retos. - Justos.Salmo 119:36 devo orar por causa do pecado que habita em mim.A nossa vontade não optará pelo bem que a mente revela. Tg. 1:5-8Rm. 7:22 - a minha mente deseja o Senhor mas o pecado que habita em mim não. Veja o v. 23.Essa luta é constante. Durará até a volta de Cristo.Fique firme e persevere na oração!Pr. Wanderley Andrade

Café com Tulipa
CT 3583 - Coroa da Vitória

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 2:55


O sentimento de “dever cumprindo” é uma ótima experiência. Quando somos fiéis ao que nos foi determinado ou cumprimos a tarefa que nos foi dada descansamos em paz. Esta é a sensação que todos nós deveríamos buscar, pois sabemos que fomos criados e chamados para um propósito e conhecê-lo e cumpri-lo dá sentido e segurança para nossa vida. O apóstolo Paulo é um maravilhoso exemplo da segurança que este senso produz em alguém, pois ele, mesmo diante da morte, estava sereno e tranquilo, pois sua vida cumpriu a vontade do Senhor e ele espera receber a coroa da vitória que lhe foi prometida. Devemos desejar e buscar esta coroa. Com a fé, obediência e dedicação todos nós, um dia, também receberemos a nossa coroa da vitória.

Governo do Estado de São Paulo
Avanços e o que devemos esperar para o Superação

Governo do Estado de São Paulo

Play Episode Listen Later Dec 11, 2025 0:39


Avanços e o que devemos esperar para o Superação by Governo do Estado de São Paulo

Café com Tulipa
CT 3582 - Mente Transformada

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 3:06


É necessário nos preocuparmos com nossas atitudes, entretanto, precisamos nos preocupar, também, com nossa mente, com tudo que temos ouvido e visto. Nossas ações são o resultado de nossos pensamentos, nossos conceitos, e temos sido bombardeados por tudo que é contrário à vontade de Deus expressa em sua Palavra. Devemos, por isso, tomar muito cuidado com o que vemos, lemos ou ouvimos, pois tudo afeta o nosso pensamento. Paulo nos exorta e inundar nossa mente de tudo que é louvável. Precisamos, para isso, ler, meditar e estudar a Palavra de Deus, pois é nele que encontramos a vida que Deus que para nós, a melhor vida possível. Precisamos ter nossa mente transformada pela Palavra de Deus.

Entendendo a Bíblia
Devemos guardar o sábado?

Entendendo a Bíblia

Play Episode Listen Later Dec 10, 2025 12:47


Episódio do dia 10/12/2025, com o tema " Devemos guardar o sábado?" Apresentação: Itamir Neves, André Castilho e Renata Burjato. Pergunta do dia: O SÁBADO QUE É UM MANDAMENTO TEM QUE GUARDAR OU NÃO? Redes Sociais Instagram: @rtmbrasil@itabeti@acastilhortm Site: www.rtmbrasil.org.br WhatsApp da RTM - (11) 97418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café com Tulipa
CT 3576 - Alimento para Vida

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 2:58


Todos nós temos necessidades materiais que precisam ser supridas. mas há uma outra necessidade com a qual precisamos nos preocupar. Geralmente estamos muito focados e preocupados com nossas necessidades sentidas, físicas, temporais, mas deveríamos nos preocupar com nossas necessidades espirituais. Suprir nossas demandas materiais tem um efeito temporário, mas suprir as necessidades espirituais produz resultados perenes. Nossa vida terrena é curta, mas nossa existência é infinita. Devemos nos esforçar por prover para nossa saúde espiritual, muito mais do que investimos em nossas carências materiais. Jesus é o alimento para nossa vida eterna, precisamos dele.

Nefropapers
Videocast 15: Nefropatia por IgA na prática com Dr. Juan Mejia-Vilet

Nefropapers

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 15:38


A nefropatia por IgA está entre as glomerulopatias mais comuns na prática clínica e continua repleta de dúvidas: quando biopsiar? É hora de iniciar imunossupressão? Quanto tempo manter o tratamento?Neste episódio especial, gravado durante o 2º Nefro Centro Oeste, conversamos com o Dr. Juan Mejia-Vilet (México), nefrologista e membro do staff do KDIGO de Glomerulopatia.Abordamos questões que todo nefrologista enfrenta:Devemos mesmo já biopsiar pacientes com proteinúria de 500–600 mg/dia?Hematúria é marcador de atividade?Como distinguir inflamação de dano crônico?6-9 meses de imunossupressão é suficiente ?Qual o futuro da IgA com terapias anti-linfócitos B?

Café com Tulipa
CT 3574 - Palavras Poderosas

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 3:06


As nossas palavras são um tema recorrente nas Escritutss, pois elas são poderosas. Quando falamos podemos ter efeitos positivos ou negativos na vida das pessoas, assim como em nós mesmos. Além disso, somos advertidos que tudo que falamos passará pelo crivo do juízo de Deus. Devemos falar com amor e cuidado, almejando promover o que é bom, justo e de acordo com a vontade de Deus. Use suas palavras com amor e responsabilidade.

Sermões do Instituto Bom Pastor
Qual o grau de adesão que devemos ao Magistério da Igreja - Graus de assentimento (30.11.2025)

Sermões do Instituto Bom Pastor

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 33:03


Padre Daniel Pinheiro, IBP.Sermão para o I Domingo do Advento30/11/2025Instituto Bom Pastor.

A História do Dia
Devemos estar preocupados com a nova estirpe da gripe?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Nov 26, 2025 12:52


Uma nova estirpe da gripe promete provocar sintomas mais fortes e pressionar os hospitais durante o Inverno. Qual a eficácia das vacinas contra a gripe? O jornalista Tiago Caeiro é o convidado.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Arquivo Misterio
O que ela sofreu no Rio Grande do Sul é inacreditável | Zilda Bitterncourt

Arquivo Misterio

Play Episode Listen Later Nov 10, 2025 21:58


BBC Lê
Chefões das big techs se preparam para 'fim dos tempos': devemos nos preocupar também?

BBC Lê

Play Episode Listen Later Nov 6, 2025 14:30


Suposta construção de abrigos subterrâneos por Mark Zuckerberg e outras lideranças de empresas de tecnologia alimentam especulações sobre temores com avanço e sofisticação da IA.

Contra-Corrente
O que devemos perceber sobre a vitória de Milei

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Oct 29, 2025 6:15


Foi uma vitória contra as expectativas, contra as sondagens e também contra umas elites que continuam a detestar quem desafia as suas verdades. O triunfo de Milei na Argentina tem significado mundial.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Contra-Corrente
Devemos recear esta onda de crimes violentos? — Debate

Contra-Corrente

Play Episode Listen Later Oct 23, 2025 87:57


As notícias de crimes violentos e assassinatos com armas de fogo em Lisboa têm sido constantes ao longo dos vários dias. Será uma coincidência ou significa que há problemas profundos na cidade?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer
Ricardo Araújo Pereira: “Balsemão era um verdadeiro democrata. Quando encontramos um, devemos valorizar. Já não há assim tantos”

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 10:43


Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Ricardo Araújo Pereira: “Balsemão era um verdadeiro democrata. Quando encontramos um, devemos valorizar. Já não há assim tantos”

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Oct 22, 2025 10:43


Na edição especial dedicada a Francisco Pinto Balsemão, Ricardo Araújo Pereira recorda o fundador da SIC e do Expresso como um verdadeiro democrata e defensor intransigente da liberdade. O humorista sublinha que, em cerca de duas décadas de colaboração com o grupo, nunca sentiu qualquer tipo de censura ou interferência, e elogia o facto de Balsemão proteger os criadores para que trabalhassem sem constrangimentos. Destaca ainda o seu espírito jornalístico e curiosidade intelectual, que o levaram a manter-se atento à inovação até ao fim da vida, interessando-se por temas como a inteligência artificial e os podcasts. Ricardo Araújo Pereira considera que a fundação de meios como a SIC Radical foi decisiva para o surgimento de novas gerações criativas, incluindo o Gato Fedorento. Lembra-o como um homem visionário, generoso e curioso, que acreditava na liberdade de expressão e na força da comunicação como instrumento essencial da democracia portuguesa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Direito e Economia
EP#129: Por que não devemos esperar o bolo crescer para depois ser dividido? Com Guilherme Klein Martins

Direito e Economia

Play Episode Listen Later Oct 16, 2025 49:37


No episódio, Ana Frazão conversa com Guilherme Klein Martins, Graduado e Mestre em Economia pela USP, Doutor em Economia pela University of Massachusetts, Professor de Economia da University of Leeds e Pesquisador Associado do MADE (Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades da FEA/USP) a respeito da desigualdade e as suas repercussões sobre o crescimento e desenvolvimento econômicos. O professor Guilherme explica os equívocos da trickle down economics e da sua adaptação brasileira, traduzida na frase de Delfim Neto de que o bolo precisa crescer para depois ser dividido. Na sua avaliação, as evidências empíricas demonstram o contrário, no sentido de que nem a desoneração tributária leva ao aumento do investimento nem a economia pode crescer sem que haja demanda. Dentre os principais tópicos da conversa, estão os desdobramentos da  trickle down economics sobre a contenção dos gastos do governo, traduzidos em  soluções como arrochos nas áreas de saúde e educação, desvinculação de benefícios sociais do salário mínimo e redução do próprio salário mínimo. Para o professor Guilherme, tais medidas, que atingem os mais pobres, não resolvem o problema e podem agravá-lo, uma vez que o salário mínimo tem se mostrado uma eficiente solução de redução de desigualdade e impulsionamento da economia. O professor também mostra que adiar a redução da desigualdade tende a tornar a solução do problema ainda mais difícil no futuro, diante da cristalização da renda. Na parte final da conversa, o professor Guilherme mostra como a redução da desigualdade no Brasil exige necessariamente políticas de justiça tributária e comenta as recentes iniciativas legislativas que tramitam no Congresso.

Paizinho, Vírgula!
NÃO CONCORDO COM O PEDIATRA, E AGORA? | Paizinho, Vírgula!

Paizinho, Vírgula!

Play Episode Listen Later Sep 24, 2025 14:11


Recebi essa mensagem de uma seguidora mas que reflete uma dúvida muito comum de muitos pais: Como lidar com as recomendações dos pediatras? Devemos seguir fielmente ou podemos buscar mais informações?Os temas mais delicados costumam ser cama compartilhada, o modelo de introdução alimentar, desfralde e até sobre o comportamento infantil. Pode ser que a minha resposta seja meio polêmica, por isso quero convidar você a assistir e deixar nos comentários o que pensa a respeito ou se já passou por situações parecidas. Ah, confira também meus jogos e livros:https://linktr.ee/paizinholivrosejogos=========================Para conhecer mais do meu trabalho, clica aquihttp://paizinho.link/links==CRÉDITOS==Direção: Hugo BenchimolEdição e Pós-Produção: Tatiana TrindadeRevisão: Evelyn Martins#podcast #adolescer #paternidade #maternidade #infancia #cuidadoscomobebe #cosleeping

45 Graus
Patrícia Fernandes e Miguel Vale de Almeida (parte 2): A radicalização das redes sociais, direita radical, o desafio da imigração e teorias de género

45 Graus

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 77:25


Veja também em youtube.com/@45_graus Patrícia Fernandes é doutorada em Filosofia Social e Política pela Universidade do Minho em 2017, onde é actualmente Professora Auxiliar Convidada. Os seus principais interesses de investigação têm sido Teorias da Democracia, Políticas de Identidade, teorias críticas, História das Ideias Políticas. Tem tomado posição nestes temas nos últimos anos, sobretudo em artigos de opinião no jornal Observador, onde é muito crítica das ideias e das mudanças sociais propostas por esta nova visão política. Miguel Vale de Almeida é professor catedrático de Antropologia no ISCTE. Tem pesquisado questões de género e sexualidade, etnicidade, «raça» e pós-colonialismo, com vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro. Além de cronista e escritor, tem sido ativista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário. _______________ Índice: (3:16) Redes sociais | Antonio Gramsci | Dificuldade do compromisso nestes temas (19:36) Devemos implementar quotas de género ou raciais? (30:02) Direita populista radical (33:54) O aumento da imigração em Portugal (44:02) O que é “ideologia de género”? Construtivismo social Livros recomendados pela Patrícia: White Fragility, de Robin DiAngelo | De Esquerda, Agora e Sempre, de Mark Lilla | Teorias Cínicas de Helen Pluckrose e James Lindsay | A Religião Woke de Jean-François Braunstein | Livro: A Mente Justa de Jonathan Haidt | A Geração Ansiosa de Jonathan Haidt | A Infantilização da Mente Moderna, de Greg Lukianoff e Jonathan Haidt | Memórias da Plantação de Grada KilombaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Clube dos 52
A História do Dia. Devemos estar preocupados com os drones russos na Polónia?

Clube dos 52

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 18:08


Pela primeira vez, um estado-membro da NATO disparou contra ativos militares russos desde a invasão da Ucrânia. Jorge Rodrigues, especialista em Risco Geopolítico, é o convidado. See omnystudio.com/listener for privacy information.

A História do Dia
Devemos estar preocupados com os drones russos na Polónia?

A História do Dia

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 18:08


Pela primeira vez, um estado-membro da NATO disparou contra ativos militares russos desde a invasão da Ucrânia. Jorge Rodrigues, especialista em Risco Geopolítico, é o convidado. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Café com Tulipa
CT 3484 - Prioridades Espirituais

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Sep 3, 2025 2:43


Se somos discípulos de Cristo devemos coloca-lo em primeiro lugar em nossa vida, de maneira absoluta. A Escritura nos ensina a ser completamente dedicados e consagrados a Jesus, nosso Senhor e Salvador. Não podemos   esquecer o que o Senhor fez por nós e nao podemos viver contentes apenas em cumprir deveres religiosos. Devemos nos dedicar com toda a nossa força para seguir e servir ao Senhor.

Café com Tulipa
CT 3479 - Missão e Privilégio

Café com Tulipa

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 2:51


Jesus nos alcançou com a salvação e nos comissionou como testemunhas desta obra. Ele afirmou que nós somos a luz do mundo e que nossa vida deve demonstrar o nosso compromisso com ele e com a missão que recebemos. Esta missão é um privilégio, pois através de nossa vida outras pessoas podem conhecer e crer em Jesus, por isso é tão importante que nossas palavras sejam acompanhadas de ações que as comprovem. Devemos falar, mas, também, devemos agir como discípulos de Jesus e, assim sua obra será conhecida e vidas redimidas.

30 minutos para mim
Devemos planear as refeições livres?

30 minutos para mim

Play Episode Listen Later Aug 22, 2025 37:01


Neste episódio falo sobre a importância de planear aquilo que comemos fora da nossa dieta regular. É assim tão importante? Qual o mindset que devemos adoptar em situações excepcionais? A Edição 4 do DESAFIO 30 30 30 - Desfio de recomposição corporal - começa no dia 15 de Setembro! Inscreve-te na Newsletter para seres a primeira a aceder às inscrições! As vagas são limitadas! Subscreve à NEWSLETTER aqui! Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

zone cast
Episódio 165 - Basquete brasileiro, Eurobasket 2025 e a volta da NFL

zone cast

Play Episode Listen Later Aug 14, 2025 70:20


No Zone Cast 165 chegou e nós fomos das quadras de basquete do Brasil até as da Europa e ainda passamos por campos de futebol americano nos EUA. No episódio dessa semana nós discutimos com um pouco de sentimento, mas também com muita responsabilidade sobre o futuro do basquete brasileiro.Da renovação na seleção feminina à falta dela na masculina (será?), passando pelo cenário das ligas nacionais, NBB e LBF, o título mais recente da seleção masculina e o vice da seleção feminina na AmeriCup de 2025. Devemos nos preocupar ou não? O que esperar do nosso basquete?Depois fomos para o continente Europeu pra falar de Eurobasket 2025. O torneio começa no dia 27 de agosto e trouxemos uma prévia recheada, com quase tudo que você precisa saber, desde as principais seleções, grupos, jogadores da NBA até os favoritos ao título e aqueles jogadores que você não pode tirar os olhos.Teve também o anúncio de um novo canal de esportes e a volta da NFL com as perguntas que cada franquia precisa responder na pré-temporada e, claro, um spoilerzinho do próximo episódio, que só vai ao ar em setembro.Conversas do podcast00:00:25 - Abertura00:06:40 - O futuro do basquete brasileiro00:33:01 - Eurobasket 2025, quase tudo que você precisa saber00:48:37 - Um novo canal de esportes00:52:10 - NFL voltando01:05:45 - Spoiler do próximo episódio01:08:08 - EncerramentoPreview da AFC Leste e NFC Leste pelo Missão Sports - https://open.spotify.com/episode/718IfYOlFCQDFLE7orSYyQ?si=IplnYFRjTdWryJwL5iS9AQ

45 Graus
Simone Tulumello e Vera Gouveia Barros (parte 2): Precisamos de mais habitação pública ou de facilitar a construção privada?

45 Graus

Play Episode Listen Later Jul 10, 2025 59:14


2ª parte da conversa sobre políticas de habitação. Veja também em youtube.com/@45_graus Simone Tulumello é geógrafo e investigador no Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. É membro fundador da Rede H – Rede Nacional de Estudos sobre Habitação e autor do livro *Habitação para além da "crise": Políticas, conflito, direito* (Tigre de Papel, 2024). Vera Gouveia Barros é economista e investigadora, licenciada pela Nova SBE e doutorada pelo ISEG. Tem investigado nas áreas da Economia da Habitação e do Turismo, sendo autora de estudos com o position paper *A Situação da Habitação em Portugal*, publicado pela SEDES, onde integra o Observatório de Políticas Económicas e Financeiras, e coautora do estudo *O Mercado Imobiliário em Portugal* (FFMS). _______________ Índice: (0:00) Início (2:53) Devemos penalizar as casas vazias? | Temos o direito de ter mais do que uma casa? (16:50) Habitação pública (20:35) Ou a solução está em facilitar a construção privada? | Posição Causa Pública sobre crise da habitação | Barreiras ao licenciamento (37:24) Especulação e financeirização da habitação? (49:11) Procura por estrangeiros: turismo (alojamento local), estatuto de residente não habitual, vistos gold, nómadas digitaisSee omnystudio.com/listener for privacy information.