Podcasts about dizem

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RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #521 -MARIA JOSE LLERGO - MEDITERRANEO

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 5:46


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid.

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #522 - ARDE BOGOTÁ - MI CARRO

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Feb 23, 2026 3:38


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid.

Jesus É Bom O Tempo Todo
Quem vocês dizem que eu sou?

Jesus É Bom O Tempo Todo

Play Episode Listen Later Feb 21, 2026 15:12


Lucas 9:18-20 - Certa vez, Jesus estava orando em particular, e os seus discípulos estavam com ele. Então, lhes perguntou: ― Quem as multidões dizem que eu sou? Eles responderam: ― Alguns dizem que és João Batista; outros, Elias; ainda outros, um dos profetas do passado que ressuscitou. ― E vocês, quem dizem que eu sou? — perguntou. Pedro respondeu: ― O Cristo de Deus.

Poemas da Nonô - Nonô Poem

Descrição: PT: [ÁUDIO EM PORTUGUÊS] A Voz da Memória e os Amores Platónicos ❤️ Olá! Dizem que a poesia ganha uma nova alma quando é lida em voz alta. Hoje, trago um dos temas fundamentais do meu universo: os Amores Platónicos. Regresso a 2019 para recuperar o poema “Só um grande homem”, dando voz a sentimentos que outrora escrevi, num diálogo entre o passado e o presente.✍️ Lê o artigo completo no Blogue:

Cultura FM Brasília
Comédia da vida aos 40

Cultura FM Brasília

Play Episode Listen Later Feb 20, 2026 2:28


Dizem por aí que depois dos 40 os homens amadurecem. Será? Esta é a provocação que o comediante Plínio Perrú traz ao público com o show “Quarentei”. Os detalhes na dica cultural da jornalista Nita Queiroz.

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #518 - BERNAL - UNA AMISTAD PERDIDA

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 3:47


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #520 -LISASINSON - ME ACOSTUMBRÉ

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Feb 18, 2026 5:06


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid.

Porque Sim Não é Resposta
Um amor, duas casas: liberdade ou medo do compromisso?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Feb 16, 2026 8:49


Cada vez mais casais escolhem amar... mas não coabitar. Dizem que assim protegem a individualidade, evitam o desgaste e mantêm o desejo vivo. Maturidade emocional? Ou medo de perder liberdade?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Trivela
O que as quedas de Frank e De Zerbi dizem sobre o mercado

Trivela

Play Episode Listen Later Feb 13, 2026 74:40


O futebol europeu vive um cenário de terra arrasada para treinadores que tentaram o salto do médio escalão para o topo. De Thomas Frank, demitido de um Tottenham estagnado, a Roberto De Zerbi, cujo projeto no Marseille entrou em colapso, a temporada revela a fragilidade de reputações diante de expectativas desproporcionais e gestões caóticas. Neste episódio, discutimos o que aconteceu para esses treinadores não conseguirem o sucesso que era esperado. Passamos pela aula tática do Atlético de Madrid sobre o Barcelona na Copa do Rei, a briga acirrada pelo G4 na Premier League e o desfecho político que enterrou de vez a Superliga.SEJA MEMBRO! Seu apoio é fundamental para que o Meiocampo continue existindo e possa fazer mais. Seja membro aqui pelo Youtube! Se você ouve via podcast, clique no link na descrição para ser membro! https://www.youtube.com/channel/UCSKkF7ziXfmfjMxe9uhVyHw/joinNEWSLETTER! Nossa newsletter chega toda sexta aberta a todos com nossos textos sobre o que rolou na semana, e às terças com conteúdo apenas para assinantes: https://newsletter.meiocampo.net/Conheça o canal do Bonsa sobre Football Manager, BonsaFM: https://www.youtube.com/@BonsaFMConheça o canal do Lobo sobre games, o Próxima Fase: https://www.youtube.com/@Proxima_FaseConheça o canal de Leandro Iamin sobre a seleção brasileira, o Sarriá: https://www.youtube.com/@SarriaBrasil

Oxigênio
#213 – Curupira: da floresta à COP30

Oxigênio

Play Episode Listen Later Feb 12, 2026 42:54


O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará. Mas para os povos da floresta ele é muito mais que um mito. Você vai descobrir curiosidades sobre esse personagem nesse episódio que foi idealizado e produzido por Juliana Vicentini, revisado por Mayra Trinca e editado por Yama Chiodi.  ____________________ Roteiro Juliana: Se você entrar na floresta e ouvir um assobio, fique atento, você não está sozinho. É o Curupira, o guardião da natureza. Ele defende a mata e os animais daqueles que invadem, desmatam, caçam ou exploram o meio ambiente sem necessidade. O Curupira nasceu na cultura dos povos indígenas e continua vivo por meio da oralidade e da memória que se perpetua de geração em geração. Para os indígenas, ele é uma entidade, um espírito protetor da floresta e dos seres vivos. Mas durante o processo de colonização, o Curupira foi distorcido e sofreu tentativas de apagamento. Ele resistiu a isso e saiu do seu habitat natural para ganhar o Brasil e o mundo. O Curupira foi incorporado ao folclore brasileiro e foi transformado em personagem de histórias infantis, filmes e séries. Recentemente, se tornou mascote da COP-30, a conferência internacional da Organização das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que em 2025 foi realizada pela primeira vez no Brasil, em Belém do Pará.  Juliana: Nesse episódio, nós faremos uma viagem para entendermos o Curupira. Nossa trilha começa pela perspectiva de quem cresceu ouvindo sobre ele não como uma lenda, mas como uma presença viva e protetora da natureza. Ao longo do nosso caminho, pesquisadores e jornalistas nos conduzem nessa jornada, nos revelando camadas que passam pela linguística, história e colonialidade, apresentando a trajetória do Curupira desde uma figura ancestral até a sua chegada como símbolo da COP30. Essa viagem nos ajuda a compreender o Curupira como um símbolo potente de resistência cultural, de decolonialidade e de sustentabilidade.  Juliana: Eu sou a Juliana Vicentini, esse é o podcast Oxigênio e o episódio de hoje é o “Curupira: da floresta à COP30”. [vinheta] Juliana: Algumas histórias não são ensinadas em aulas, não são vistas em livros, vídeos e fotografias. Elas são compartilhadas na convivência entre as pessoas, no chão da floresta, em meio ao som das águas e pássaros, e até mesmo ao redor de uma fogueira. Tem histórias que não são apenas lúdicas, mas que fazem parte da vida, da memória e do território e que pulsam no coração das pessoas com um significado especial.  Juliana: No Brasil, há 391 etnias indígenas, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2022. E cada povo indígena tem suas próprias entidades que protegem a natureza. O Curupira é um desses seres e ainda assim, suas características nem sempre são contadas da mesma maneira por todos os povos.  Juliana: Hoje nós vamos ouvir alguém que cresceu entre a aldeia e a escola e que carrega histórias que quase não se contam no povo Suruí atualmente — histórias guardadas, íntimas, que vêm do vínculo com o pai e com o território. Maribgasotor Suruí: Não é um ser mitológico, não é um ser assim, de livro de história, né? Mas é verdadeiro. Nós acreditamos no Curupira. Juliana: Maribgasotor Suruí é estudante de Direito na Universidade Federal de Rondônia. Ele pertence a etnia Suruí, da terra indígena Sete de Setembro, localizada nos estados de Rondônia e Mato Grosso.  Maribgasotor Suruí: Eu cresci no meio disso, alguém falando disso, já faz parte do meu convívio, da minha cultura, do meu sangue, inclusive eu tenho curiosidades, tem isso também, um dia a ver, né? Mas como meu pai mesmo fala que não é qualquer pessoa que vê, e é um privilégio um dia, né? Hoje em dia, no Suruí, ninguém conta muito, ninguém pergunta muito, ninguém tem essa história que nós estamos falando. Eu e meu pai somos muito íntimos, né e  desde pequenos, somos uma pessoa muito curioso. Eu saí muito cedo de casa, eu estudei com a escola internato, escola agrícola, eu estudei em São Paulo, né? Eu tenho esse conhecimento, essa mistura de duas culturas diferentes. Eu sempre tive curiosidade com meu pai contar isso para mim, não é todos que querem saber, né? Porque hoje em dia, como eu falo, a evangelização chegou né, junto com os contatos e isso tirou a sensibilidade, a tradição, é como a gente descreve no direito indígena, como se fosse etnocídio. Juliana: A própria palavra Curupira carrega em si muito da história desse ser com os povos indígenas. Quem explica para a gente é o Thomas Finbow da Universidade de São Paulo, onde é professor de linguística histórica, área que investiga como as línguas evoluem.  Thomas: Curupira é uma palavra que vem do tupi, especificamente a fase que a gente conhece como tupi antigo, que seria aproximadamente do período entre 1500 e o final do século 17. E tupi é uma língua que era falada no litoral do que é o atual Brasil e é falada por várias nações indígenas. Esse é uma língua tupi guarani, que é um ramo de uma grande família linguística, família tupi, que tem 10 ramos e essas línguas estão localizadas desde Rondônia, dentro do Brasil, e atravessando a Amazônia, historicamente também no litoral e também existem na Guiana Francesa, no Peru, na Colômbia, na Venezuela, na Argentina, também na Bolívia, então é uma família muito muito dispersa geograficamente. Atualmente não tem mais falantes nativos dessa língua tupi, mas existem vários projetos entre os grupos descendentes das nações falantes de tupi, então os potiguara, na Paraíba, no Rio Grande do Norte, os tupinambás na Bahia, os tupiniquins no Espírito Santo que estão trabalhando para revitalizar essa língua. Juliana: Quando a gente tenta entender a origem de uma palavra indígena, nem sempre encontra uma resposta única e Curupira é um exemplo de ambiguidades. O Thomas explicou que a palavra pode ter alguns significados, mas que nem sempre eles batem com as histórias que conhecemos.  Thomas: Curupira parece ter um item coru e pira como se comenta, então, mas o problema exatamente é de interpretar o que que seriam essa parte de coru. Coru significa uma pele com bolhas, como uma pele de sapo, com uma pele irregular, então isso é uma possibilidade para esta raiz e pira é uma raiz. Pira significa pele. Que é curioso porque isso não é uma característica que se comenta do Curupira. Tradicionalmente hoje, se fala de pele vermelho, de ter os pés virados para trás, de ter o corpo pequeno etc. Então é curioso, talvez isso pode levantar hipótese de que isso não seja exatamente o significado desses raízes e tem alguma coisa que se perdeu em termos da construção da palavra, na transição entre o tupi e o português. Juliana: Temos outras explicações possíveis pra essa palavra então? Thomas: Eu também vi tentativas de explicar essa palavra Curupira usando a palavra kurumin, ou seja, menino, em tupi é kunumin. Esse raiz piir poderia ser uma interpretação da palavra para corpo. Isso também é algo que se vê na língua geral amazônica, no Yengatu, que pira hoje não tem o significado de pele. E aí seria uma tentativa de dizer que é um homemzinho, uma estatura pequena, baixa do Curupira. Então, poderia ser corpo de menino, em tupi, o possuidor vem primeiro como em inglês e a coisa possuída vem depois. A gente sabe que é um conceito antigo, parece que é algo pré-colonial, pré-europeu, porque os primeiros registros já no século XVI mencionam esse nome, Curupira. Então, não parece ser alguma coisa que tenha saído da cabeça dos europeus. E as pessoas que registravam os termos eram pessoas que conheciam o tupi antigo muito bem. É pouco provável que eles tenham errado muito no registro do nome também. Mas eles não explicam o que significa. Juliana: Assim como é difícil estabelecer um consenso sobre o significado da palavra Curupira, também não há unanimidade quanto à sua descrição. O Curupira é representado de diversas maneiras e suas características físicas ilustram o seu papel como o guardião da floresta e dos animais. A Januária Cristina Alves, que é jornalista, escritora, pesquisadora da cultura popular e apaixonada pelo folclore brasileiro nos dá detalhes sobre isso.  Januária: Ele é um menino, dizem que ele raramente anda sozinho, né, ele anda sempre ao lado de uma companheira, tem hora que ele aparece com um só olho no meio da testa, né, com um nariz bem pontudo. Em outras descrições, ele não tem nem nariz, ele não tem nenhum buraco, nenhum orifício no corpo. Ele tem dentes verdes, em algumas regiões, em outras, os dentes são azuis. Ele muitas vezes aparece careca, outras vezes bastante cabeludo. Em algumas ocasiões descrevem com orelhas enormes, sem articulações nas pernas. Mas de qualquer maneira, ele é sempre visto como uma entidade muito forte, que anda virado, com os pés virados para trás, exatamente para confundir as pessoas que tentam persegui-lo, que vão seguir a pista errada. Juliana: Afinal de contas, por que a gente se depara com tantas descrições físicas diferentes do Curupira, Januária? Januária: Na verdade, não é exclusivo do Curupira, não, a Caipora também é assim. Por serem parte da tradição oral, suas histórias correm de boca em boca, quem conta um conto, aumenta um ponto, é assim que diz o ditado popular. Então, de fato, essa narrativa oral vai permitindo com que as pessoas muitas vezes esqueçam um ponto ou acrescentem alguma outra característica e com isso a gente vai reunindo diferentes versões, muitas vezes o nome do personagem muda também, mas as suas características principais, a sua essência, ela é mantida. Então, no caso do Curupira, é verdade, ele aparece em diferentes versões, dependendo da região, da época, né? Mas, no geral, a gente sabe que ele é aquele menino que tem basicamente os pés virados para trás. Juliana: Independentemente das características físicas do Curupira, o que é unânime nas cosmologias indígenas é que ele ensina que a convivência entre os seres humanos e a natureza deve ser respeitosa e quando isso não acontece, o Curupira desaprova, não é mesmo Maribgasotor? Maribgasotor Suruí: Normalmente os caçadores, mata o bicho por hobby, deixa o animal padecendo no mato, ele não gosta. Até com nós que é índio que faz essas coisas, que nasceu dentro do mato, ele já não gosta, imagina com as pessoas que faz destruição com o habitat dele. Ele não tem limite, ele está em todo lugar e inclusive não pode falar muito o nome dele, né? Porque ele é um ser que devemos respeitar.  Juliana: Luís da Câmara Cascudo, em seu livro intitulado Geografia dos Mitos Brasileiros, detalha que a personalidade do Curupira varia segundo as circunstâncias e o comportamento dos frequentadores da floresta. Basicamente, o Curupira não gosta de quem desrespeita o meio ambiente e acaba punindo essas pessoas, por isso, nem sempre ele visto com bons olhos. A Januária conta mais sobre isso  Januária: Ele é o protetor da floresta, né, e muitas vezes, de fato, ele não é politicamente correto. Ele tem lá as leis dele. Por exemplo, um caçador que mate uma fêmea grávida, ele não vai perdoar. Ele vai matar. Muitas vezes, até por isso, ele foi tido como demônio da floresta, principalmente com a chegada dos jesuítas, que tentaram catequisar os índios e tal. A figura do Curupira foi bastante associada ao mal, ao demônio. Ele costuma fazer acordos, né, em troca de bebida, comida, presente. E ele gosta de confundir, né, as pessoas. Então ele passa informações erradas. Ele indica o caminho confuso, faz as pessoas buscarem coisas que ele oferece lá e não tem nada, né. Enfim, mas de qualquer jeito, ele não aceita que ninguém mate por gosto, sem necessidade. Ele se torna mesmo um inimigo implacável. Então, essa é a personalidade do Curupira. Ele é implacável na defesa da natureza. Juliana: O Curupira utiliza algumas estratégias para proteger a floresta e os animais. Ele é um ser muito ágil, o que faz com que ele ande de um lugar para o outro  na mata muito rapidamente. Também é conhecido pelos assobios, gritos e outros barulhos que usa  para desorientar invasores e pelos rastros deixados por seus pés virados, que é considerado um artifício poderoso para confundir sua direção. Mas afinal de contas, Januária, o que mais o Curupira é capaz de fazer? Ele tem poderes? Januária: Ele mesmo consegue se disfarçar em caça, por exemplo, num bicho,  para fugir dos caçadores. Mas o caçador nunca consegue pegá-lo, né. Ele é bom de se disfarçar, ele é bom de disfarçar os caminhos. O pé virado para trás facilita, mas ele de qualquer maneira faz com que o caçador se perca na floresta, no meio dos labirintos. Então, muitas vezes o caçador fica perdido sem nunca conseguir sair de lá, porque o Curupira faz esses caminhos muito confusos. Então, na verdade, não é um super-poder, mas é, sobretudo, uma convicção de que para proteger a floresta, os animais, ele é capaz de tudo. Dizem que ele tem um assobio muito alto e muito estridente. E ele anda em muitas regiões montado num porco do mato. E aí atrás dele sempre vem uma manada também dos porcos do mato. E muitas vezes também vem cachorro selvagem. Ele gosta dos cachorros. Ele é um ente muito ligado à questão da caça. E muitas vezes dizem também que ele consegue saber se vai ter tempestades, se vai ter essas intempéries grandes na natureza, porque ele bate no tronco da árvore dependendo do barulho que faz ele consegue saber se vai chover ou não, por exemplo. E ele também faz vários barulhos. E os caçadores que tentam segui-lo por meio dos barulhos acabam se confundindo. Porque são barulhos que os caçadores não têm condição de identificar. Enfim, mas ele não é um super-herói.   Juliana: Dá pra perceber que o Curupira é ardiloso e tem uma série de truques pra proteger a floresta e quem vive nela, mas afinal de contas, qual é a origem do Curupira e qual foi o primeiro registro que descreveu esse ser, Januária? Januária: A figura do Curupira tá mais ligada mesmo aos indígenas, inclusive o primeiro registro é uma descrição que o padre José de Anchieta faz na carta, onde ele descreve as coisas naturais da Capitania de São Vicente, ele já fala do Curupira. Então ele é fortemente ligado à mitologia indígena. Então, a gente não tem muita dúvida e ele é encontrado, suas histórias, suas tradições no Brasil inteiro. Juliana: A Carta de São Vicente foi escrita em 1560 pelo jesuíta José de Anchieta. Esse tipo de registro era uma mistura de relatório e observação do território brasileiro pelo olhar europeu e cristão. O objetivo dessa carta em específico era descrever a natureza, os habitantes e a cultura indígena. Quem conta para gente como o Curupira foi interpretado e materializado nesses escritos é a Gracinéia dos Santos Araújo. Ela é tradutora, escritora, professora universitária e docente de Espanhol na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Pará. Ela atua sob uma perspectiva decolonial piracêmica-emancipatória que reivindica o protagonismo dos mitos e lendas de maneira geral. Gracinéia: A gente precisa retroceder no espaço, no tempo, e lembrar que com a chegada da empresa colonizadora, ao que se chamou Novo Mundo, entre aspas, né, a história dos nossos mitos, mitos autóctones, foi marcada pela demonização. Seres encantados como Curupira e muitos outros foram relegados à condição de demônio, isso foi o que registrou, por exemplo, o Jesuíta Espanhol, Jesuíta de Anchieta. Evidentemente não foi apenas a Anchieta quem o demonizou, porque outros letrados, cronistas da época, ou não, também o fizeram, bem como nos lembra o folclorista Luís da Câmara Cascudo. Juliana: A maneira de os jesuítas explicarem o que viam onde hoje é o Brasil, é marcada pela oposição entre o divino e o demoníaco. Na ausência de um meio-termo e na tentativa de afastar os indígenas de suas crenças, toda figura que não fosse divina, na percepção dos europeus, era demoníaca e, consequentemente, maligna. O Curupira foi o primeiro, mas não o único, a passar por esse processo.   Gracinéia: Cascudo destaca, que Curupira foi o primeiro duende selvagem que a mão branca do colonizador europeu fixou em papel e deu a conhecer além das nossas fronteiras e o fez precisamente por meio de uma espécie de certidão de batismo que escreveu na referida carta de São Vicente. Para o colonizador europeu, nesse caso, o José de Anchieta, o Curupira foi visto como um ser temível, um ser meramente do mal, totalmente a contracorrente da perspectiva nativa em relação a este ser encantado. Juliana: O Thomas detalha como o José de Anchieta usou as características de defensor da mata do Curupira pra transformar ele nesse ser que engana as pessoas  de um jeito puramente maldoso no lugar do personagem complexo que ele é. Thomas Finbow: Na segunda metade do século 16, ele menciona a existência de tipos, vou lhe descrever como demônios na visão cristã dele, para que maltratavam indígenas em certas situações, quando ele podia levar eles a se perder nas matas, até acidentes, a sofrer lesões corporais que açoitavam as pessoas, aí as pessoas deixavam oferendas em determinados lugares na floresta para esses demônios. Juliana: Mais pra frente na história, nos registros dos naturalistas e viajantes do século XIX, o Curupira não era descrito como o protetor das florestas. Nos contos escritos a partir do olhar estrangeiro nesse período, ele  retoma a figura ambígua: ora ajuda as pessoas, ora as persegue. O Thomas fala mais sobre isso. Thomas: Por exemplo, Barbosa Rodrigues, um botânico importante, ele tem toda uma série de contos sobre o Curupira, de aventuras nas florestas, que às vezes ajuda, às vezes atrapalha as pessoas, muitas vezes é o caçador que precisa escapar do Curupira. Ele simplesmente é o Curupira que conversa com os seres humanos, mas pode ajudar dando flechas mágicas, por exemplo, que sempre acertam a caça, ou pode querer comer as pessoas também. Então, assim, ele oscila, ele não tem uma característica apenas boa ou ruim. São entidades, seres, habitantes das matas que são um aspecto dos perigos da mata, que as pessoas que circulam precisam lidar e precisam se prevenir contra esses seres. Então, assim, teve essas versões que mostram certos atributos dos Curupiras e essa visão que temos hoje é muito adaptada pelos contos transmitidos pelo século XIX. A nossa imagem do Curupira atualmente é uma coisa composta, que é feita de várias tradições que existiam desde tempos muito antigos em diversos lugares do Brasil, mas todos relacionados mais ou menos com essas figuras da cosmovisão dos povos tupi-guarani principalmente. Juliana: O significado do Curupira depende de quem conta a sua história, por isso, um dia ele já foi demônio, mas continua sendo o protetor da floresta. Essas interpretações diferentes nos revelam mais sobre as pessoas do que o próprio Curupira. Quem nos ajuda a entender isso é a Gracinéia.  Gracinéia: Com o contato linguístico e cultural, resultante do processo de colonização, estendeu-se a ideia do Curupira como um demônio, porque a ideologia predominante dogmática foi a ideologia eurocêntrica dogmática que viu o mito apenas como um demônio, mas para os povos nativos da floresta, o Curupira não é e nunca foi um demônio, mas o pai ou mãe da mata, um ser encantado, que se tem muito respeito, se obedece, porque sabe que como pai da mata, ele a protege, e evidentemente vai defendê-la dos possíveis invasores e dos perigos que põem em jogo a vida dos seus habitantes. Daí que aplique inclusive castigos exemplares, mas mesmo assim, quem padece desses castigos exemplares, não considera como demônio, e reconhece muitas vezes que foi pela sua atitude inapropriada para com a mãe natureza.  Juliana: Parte da transformação do Curupira em demônio também passa pelo projeto de exploração de recursos naturais que se baseava a colonização portuguesa por aqui. Destruir a imagem do protetor da floresta facilitava isso. Gracinéia: Não podemos esquecer que o principal objetivo da empresa colonizadora foi explorar nossas matérias primas e por outro lado, impor ao colonizado, o seu modo de vida e tudo o que isso implicou, a língua, a religião, a guerra etc. os seus mitos, né? Mas, tamanha é a valia de Curupira, que ele ou ela, porque é um ser multifacetário, o Curupira ou a Curupira, sobrevive até os nossos dias e continua igualmente mencionado, dosando o seu valor real. Para o nativo não houve um antes e depois do mito Curupira. Os estudos mais atuais têm nos revelados que para os habitantes da Amazônia, nativos ou forâneos, Curupira é pai ou mãe da mata e isso não resta dúvida.  Juliana: Quando o Curupira é compreendido a partir de versões diferentes, a gente começa a refletir que não se trata apenas de leituras distintas, mas que há disputas sobre memória, cultura e poder. Podemos pensar que esse processo de demonização do Curupira foi uma tentativa de apagamento cultural. A visão eurocêntrica estava se sobrepondo ao simbolismo indígena, como disse a Gracinéia.   Gracinéia: Eu acredito, sem dúvidas, né, que com a chegada do colonizador europeu, não apenas mitos como Curupira sofreram uma tentativa de apagamento, mas muitos povos e culturas milenárias, culturas originárias em uma dimensão ampla, foram apagadas, muitas delas exterminadas. Cabe destacar que muitos povos foram, inclusive, dizimados, e com eles desapareceram línguas, desapareceram culturas, e tudo o que isso implica, né, como seus mitos e as suas lendas. Foram sim seus mitos, porque os mitos também morrem, precisa a gente destacar isso. Então, é importante destacar, por outro lado, que muitos povos ainda resistem também, mas vivem sufocados e condenados a desaparecer, agonizando, junto com os seus mitos, com os mitos que ainda restam, e essa é uma das consequências funestas do processo de colonização, que ainda perdura até os nossos dias.  Juliana: A tentativa de apagamento do Curupira, e consequentemente, da cultura dos povos indígenas, é uma herança colonial, mas que não ficou no passado. No presente, há outros elementos que contribuem para silenciar o Curupira?  Gracinéia: Há outros fatores igualmente impactantes, como podem ser os avanços tecnológicos, a televisão, a internet, entre outros, que exercem uma evidente influência, uma vez que sem pedir licença acabam impondo novas formas de vida, novos mitos também. O Ailton Krenak no seu livro “Futuro Ancestral”, destaca e denuncia que querem silenciar, inclusive, nossos seres encantados, de que forma isso ocorre? Acredito eu, que uma vez que nós destruímos as matas, estamos silenciando os nossos encantados, porque estamos destruindo o seu habitat, então, uma vez que não há floresta, evidentemente os mitos desaparecem. Então, isso vem ocorrendo desde a chegada do colonizador europeu. Criaturas fantásticas como Curupira, que é parte da floresta como é o sol, as águas, a terra etc., se funde, se confunde com a realidade, assumindo um papel de guardião da floresta, tudo que ela habita, sendo uma espécie de protetor da própria vida no planeta.  Juliana: A fala da Gracinéia mostra como o processo de apagamento da cultura indígena segue em curso. Ainda assim, o Curupira ainda tem forças e permanece como guardião da floresta.  Gracinéia: Apesar de tudo, muitos seres encantados da floresta conseguem sobreviver, como é o caso do Curupira, e outros mitos né, que sobrevivem, embora a duras penas, sem que a civilização entre aspas e progresso, tenham conseguido acabar com eles. Isso é o fato de um progresso científico e tecnológico não conseguirem tranquilizarem os nossos medos, ou seja, os frutos desse progresso ainda estão longe de acalmar os medos ancestrais de homens e mulheres. Curupira é um ser que faz parte da idiossincrasia dos povos originários e se manteve vivo pelo papel que representa como pai ou mãe da mata, né, do mato. Juliana: Manter o Curupira vivo no século XXI é uma forma de honrar e valorizar a cultura indígena e a importância desses povos na preservação da natureza e no enfrentamento à crise climática. Então, faz sentido que essas histórias se mantenham por outro elemento muito importante da cultura originária: a oralidade e as histórias contadas de geração em geração. Quem compartilha conosco a sua perspectiva sobre isso é o Maribgasotor: Maribgasotor Suruí: A melhor estratégia para manter essa história, é falar para as crianças que é verdade, não é conto de história, que esse ser existe. Outro dia eu estava pensando sobre isso, que poderia ser mais pesquisado, mais na área acadêmica, na base da cultura, dar mais valor, reconhecer mais, não visto como um mito, uma história, mas como uma coisa verdadeira. Juliana: O Curupira tem circulado para além das florestas e ganhou o Brasil. Ele está presente em livros, poemas, filmes e séries. Isso se deve em parte a ele ser um dos integrantes do nosso folclore. Quem nos conta quando foi isso é a Januária.  Januária: É muito difícil a gente demarcar quando foi que isso aconteceu. Os indígenas foram preservando as suas tradições também oralmente. Então, a gente entende que é uma coisa natural, né? Que essas histórias que os indígenas foram contando, os seus cultos, as suas tradições, foram também se imbricando com a nossa cultura, a ponto de integrarem nosso folclore, serem quase que uma coisa só. Mas, de qualquer maneira, é muito importante deixar claro que mesmo sendo uma figura folclórica, não existe desrespeito, né, à figura do Curupira. Muito pelo contrário, né? Ele é muito respeitado exatamente por ser um protetor da natureza. Juliana: Januária, a essência indígena do Curupira se manteve no folclore brasileiro?   Januária: Basicamente ele se manteve tal como os indígenas o descreviam, né, tanto fisicamente como de personalidade, o que prova exatamente isso, que houve uma mistura. As histórias se amalgamaram do culto religioso para as tradições populares. Como é muito comum de acontecer com diversos personagens do folclore brasileiro. Juliana: O Curupira que já é conhecido no Brasil – seja como um ente da cultura indígena, integrante do folclore brasileiro ou personagem infantil – ganhou projeção internacional. Ele foi escolhido para ser o mascote da COP30. Segundo o comunicado oficial, disponível no site cop30.br Simone: o “Curupira reforça a relação da identidade brasileira com a natureza”. Juliana: Maribgasotor Suruí fala sobre as suas impressões a respeito de quem escolheu o uso do Curupira como símbolo da conferência sobre clima. Maribgasotor Suruí: Espero que essa pessoa tenha mesmo compreensão, tenha o mesmo respeito que eu tenho por ele, não por brincadeira, não por marketing, não por nada. Espero que essa pessoa esteja pedindo a permissão dele, dos seres espirituais. Um evento desse daí, desse nível, né, é um apelo, um grito, e espero que as pessoas compreendam isso, que para falar de Curupira, não é qualquer um, e como se fosse falar de uma religião, que você fala de uma ideia e uma filosofia de vida, não é só apenas um Curupira, uma filosofia de vida que a pessoa vai levar. Por isso, é uma honra falar isso para você, o que é tão significado que esse ser tem para nós, e eu estou muito orgulhoso por falar do meu irmão. Juliana: O Curupira como mascote da COP30 é uma maneira de fortalecer a cultura indígena e de reforçar a necessidade de respeito à natureza. Quem detalha isso pra gente é a Gracinéia.  Gracinéia: Depois de muitos anos, de muitos séculos de invisibilização do modo de vida dos povos originários, considerados primitivos, muitos séculos de apagamento das suas tradições, das suas crenças, de chamá-los de gente sem Deus e sem alma, selvagens indígenas de tutela do colonizador europeu, dar protagonismo para um ser mítico ancestral e próprio das culturas nativas, como é o caso do Curupira em um evento com uma COP30 é sem dúvida, uma forma muito acertada de reconhecimento também, e de certa reparação histórica, uma reparação histórica e cultural, para com os nossos antepassados indígenas e as suas crenças, as suas tradições. Os povos indígenas, é bem sabido, mantém uma relação estrutural com a natureza.  Juliana: A realização da COP30 acontece para que a sociedade como um todo e em todo o mundo discutam ações para o enfrentamento do aquecimento global. Isso significa que vivemos um cenário de crise climática e que entes como o Curupira se tornam ainda mais relevantes nesse contexto,  não é mesmo, Gracinéia? Gracinéia: Insisto que dar protagonismo a seres encantados como Curupira é mais do que importante, é muito necessário. É um compromisso moral e ético que todos deveríamos assumir se queremos continuar sobrevivendo no planeta. Aqui eu falo desde o lugar que eu ocupo como docentes do contexto amazônico e do contexto amazônico, especialmente pelo papel que representa o mito como o protetor da floresta.  Juliana: Isso não significa se ver preso a um modo de vida do passado ou pensar na mata como uma espécie de paraíso perdido… Gracinéia: Mas de olhar e agir para um futuro de maneira circular, ter de encontro nosso passado para entender o nosso presente, e conviver com a natureza de maneira mais respeitosa sem degradação. É precisamente isso que nos ensina o mito Curupira, com o uso responsável dos recursos naturais que significa claramente extrair da natureza apenas o que precisamos para sobreviver, sem avareza, sem devorá-la. Nesse sentido, colocar de releio figuras tão relevantes como Curupira, é sem dúvidas o anúncio de um recomeço, de respeito de ressignificar a nossa relação com a natureza e tudo o que ela nos aporta. Juliana: O combate à crise climática deve ir além da ciência e da tecnologia. É preciso integrar as culturas originárias e tradicionais que são detentoras de saberes profundos sobre a natureza. O Curupira, como o guardião da floresta, é um ser capaz de conectar esses conhecimentos diversos rumo a sustentabilidade planetária, Gracinéia?  Gracinéia: Curupira, sem dúvida, pode ajudar a conectar a cultura, ciência e espiritualidade na luta climática, né. Porque temos em conta que o Curupira não é um simples adorno da floresta. O Curupira é uma lei reguladora da própria vida no planeta, em uma dimensão ampla, porque permite, de certo modo, que siga havendo vida na Terra. O Curupira é essa lei que nos exige que redimensionemos a nossa forma de viver e nos relacionar com a natureza.  Juliana: O modo de vida trazido pelos europeus durante a colonização nos afastou dessa conexão com a terra e com a natureza. Mas os muitos povos indígenas que resistem no Brasil ainda protegem essa herança e podem nos ensinar a ter uma outra relação com o ambiente que nos cerca. Gracinéia: No mundo amazônico, ao longo de séculos e séculos, a relação do ser humano com a Terra era de estreita sintonia, de evidência e dependência, uma dependência harmoniosa. Nessa relação, surge a ciência ancestral como geradora de cultura, geradora de vida abundante, fecunda. No entanto, hoje em dia não é assim. Estamos atordoados. O grande problema da ruptura da relação com a Terra é evidente. Não existe uma espiritualidade com a Terra, com o rio, com a floresta. Porque essa relação com a natureza está se tornando cada vez mais distante. Está havendo uma total ruptura do contato com a Terra, porque a Terra é vista como algo sujo, nos lembra Krenak. Algo que as crianças não podem pisar descalça porque a Terra suja o pé. Essa é uma espécie de mantra que tem se repetido especialmente no contexto das cidades, no contexto dos mais urbanizados ou mais urbanos. Daí que reivindicamos a espiritualidade indígena no contato com a Terra, com a água, com a natureza, em uma dimensão ampla de respeito e de cuidado, mas também de desfrute, de deleite. Isso demonstra que a espiritualidade mantém uma relação estreita com a ciência e vice-versa, porque a ciência é parte da cotidianidade da vida. Juliana: O Curupira com seus pés virado para trás nos ensina que é preciso olharmos para o passado e para a relação de nossos ancestrais com a natureza, para que possamos seguir para o futuro na construção de um mundo mais justo, ético e sustentável.  Juliana: Nossa viagem pelo universo do Curupira chega ao fim. Registramos nossos agradecimentos à Maribgasotor Suruí, Thomas Finbow, Januária Cristina Alves e Gracinéia dos Santos Araújo pelas contribuições valiosas e gentis. Pesquisas, entrevistas e roteiro foram feitas por mim, Juliana Vicentini, e narração do podcast é minha e da Simone Pallone, a revisão do roteiro foi realizada por Mayra Trinca e a edição foi de Yama Chiodi.  A trilha sonora é do Pixabay. A imagem é do acervo do Freepik. O Oxigênio é um podcast vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (LABJOR) da UNICAMP. Segue a gente nas redes sociais, curte, comenta e compartilha. Até a próxima! Tchau. 

BBC Lê
O mistério de Mercúrio, o planeta que cientistas dizem que não deveria existir

BBC Lê

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 21:59


Mercúrio, um planeta pequeno e extremamente próximo do Sol, desafia os astrônomos há décadas; nova missão prevista para 2026 pode finalmente ajudar a explicar sua origem.

Porque Sim Não é Resposta
Porque é que as pessoas sonsas nunca dão boas pessoas?

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 8:17


Raramente levantam a voz, mas deixam rasto. Dizem pouco, prometem menos ainda e quase nunca assumem o que fazem. Vivem na zona cinzenta das intenções, onde tudo é ambíguo e nada é frontalSee omnystudio.com/listener for privacy information.

BBC Lê
O mistério de Mercúrio, o planeta que cientistas dizem que não deveria existir

BBC Lê

Play Episode Listen Later Feb 10, 2026 21:59


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RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #516 - ESTRELLA FUGAZ- HOY HA MUERTO JOAO GILBERTO

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 4:58


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #517 - ESCUELAS PIAS - VEM A MORIR A CASA

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Play Episode Listen Later Feb 9, 2026 5:27


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

Explicador
O que é que os resultados dizem sobre a saúde da democracia?

Explicador

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 19:44


Jaime Nogueira Pinto e José Eduardo Martins analisam o resultado das presidenciais: a vitória de Seguro, coligações contra Ventura e futuro equilíbrio das forças políticas.See omnystudio.com/listener for privacy information.

jos seguro resultados ventura democracia dizem que que eduardo martins jaime nogueira pinto
RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #514 - BESMAYA - LO QUE NUNCA FUE

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 3:40


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #515 - JARA MAGO - UN POC MES

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Play Episode Listen Later Feb 2, 2026 4:14


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

Hillsong Portugal
#808 - Não Faças Caso do Que Dizem (Mário Rui Boto)

Hillsong Portugal

Play Episode Listen Later Feb 1, 2026 53:00


Mensagem de 21 de Setembro de 2025 de Mário Rui Boto com o título "Não Faças Caso do Que Dizem".

Expresso - Expresso da Manhã
Eleitores do PSD dizem “não é não” a André Ventura, mas ele cresce e está à frente de Seguro no eleitorado de direita

Expresso - Expresso da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 30, 2026 15:09


A sondagem da ICS/ISCTE para o Expresso e para a SIC antecipa uma vitória folgada para António José Seguro, que ganha a André Ventura até no eleitorado mais jovem. Mas a corrida do líder do Chega é pela liderança da direita e aí, apesar de todos os apoios a Seguro, há um empate técnico com ligeira vantagem (43-41) para Ventura. Para ler a sondagem do ICS/ISCTE para o Expresso e a SIC, conversamos com o director-adjunto do Expresso David Dinis.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mensagem do dia!
20260129 Ep 995 - Há uma Grande Recompensa

Mensagem do dia!

Play Episode Listen Later Jan 29, 2026 2:39


Bom dia! Vamos para mais uma #MensagemDoDia (https://open.spotify.com/show/29PiZmu44AHH8f93syYSqH)A escritura de hoje está em Hebreus 10:35, NASB:"Não abandonem a sua confiança; ela tem uma grande recompensa..."Há uma Grande RecompensaVocê tem orado e acreditado em algo que parece estar demorando muito mais do que você imaginava?Muitas vezes, as pessoas perdem o melhor de Deus simplesmente porque desistem antes de ver a resposta chegar. Não deixe que isso aconteça com você! Receba este encorajamento hoje: a sua resposta está mais perto do que você imagina.Se parece que as coisas estão ficando mais difíceis, lembre-se: quando a intensidade aumenta, significa que você está mais próximo da sua vitória. Dizem que a hora mais escura da noite é justamente aquela que antecede o amanhecer.Lembre-se: você serve a um Deus fiel, e Ele está trabalhando nos bastidores em seu favor. Não jogue fora a sua confiança hoje, porque a sua recompensa está a caminho.Pense nisso: assim como uma mãe esquece as dores do parto quando finalmente segura seu recém-nascido nos braços, você também esquecerá as lutas e o cansaço quando estiver segurando a sua promessa.Enquanto você espera, mantenha uma atitude de fé e expectativa. Acorde todas as manhãs e diga em voz alta: "Eu cheguei longe demais para desistir agora. O tempo da minha colheita está chegando!"Permaneça firme na fé e busque ver a mão de Deus te abençoando, porque Ele te prometeu a vitória... e a sua recompensa está chegando!Vamos fazer uma oraçãoPai, hoje eu me coloco diante de Ti acreditando que Tu estás trabalhando nos bastidores em meu favor.Dá-me a Tua força para continuar crendo, até que eu veja as Tuas promessas se cumprirem plenamente em minha vida.Em nome de Jesus, Amém.

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NUESTROS HERMANOS - #512 - CHLOES CLUE - AMOR MOTORIZADO

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Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 3:25


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

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NUESTROS HERMANOS - #513 - RAN SON - TEMPERATURA

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Play Episode Listen Later Jan 26, 2026 6:30


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NUESTROS HERMANOS - #510 - VIVA SUECIA - LA VOZ DEL PRESIDENTE

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Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 6:08


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NUESTROS HERMANOS - #511 - SEXY ZEBRAS - DÍAS DE MIERDA

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Play Episode Listen Later Jan 16, 2026 3:52


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NUESTROS HERMANOS - #508 - BARRY B - INFANCIA MAL CALIBRADA

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Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 4:25


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NUESTROS HERMANOS - #509 - GUITARRICADELAFUENTE - FULL TIME PAPI

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Play Episode Listen Later Jan 12, 2026 3:42


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Podtrash
Podtrash 802 – Refugo: Animes Japoneses

Podtrash

Play Episode Listen Later Jan 10, 2026 66:27


Horror! Medo! Desespero! Sim, isso mesmo que você leu. Um Refugo sobre animes japoneses…E mais chocante ainda: Bruno Gunter NÃO PARTICIPOU do episódio! Dizem que ele fugiu da gravação, outros afirmam que teve uma reação alérgica ao ouvir a palavra “anime”, e há quem garanta que ele correu gritando “EU ODEIO DESENHO COM OLHO GRANDE!” […]

Vichyssoise
O que dizem as sondagens sobre as presidenciais?

Vichyssoise

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 30:55


Alexandre Picoto (Pitagórica), António Gomes (GfK Metris), António Salvador (Intercampus) e João António (Cesop / Católica) foram os convidados especiais desta Vichyssoise a meio da corrida para BelémSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Boletim Folha
EUA dizem ter plano de três etapas para transição na Venezuela

Boletim Folha

Play Episode Listen Later Jan 8, 2026 4:26


Relator no TCU diz a colegas que descarta reverter liquidação do Master. E PF apura se Lulinha foi sócio oculto de Careca do INSS. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Resumão Diário
EUA dizem que apreenderam petroleiro da Venezuela que adotou bandeira russa; Governo Trump lança site com sua versão sobre o ataque ao Capitólio

Resumão Diário

Play Episode Listen Later Jan 7, 2026 4:59


EUA dizem que apreenderam petroleiro da Venezuela que adotou bandeira russa. Cinco anos depois, governo Trump lança site com sua versão sobre o ataque ao Capitólio. Anvisa manda recolher panetones após identificar fungos em lotes. Anvisa proíbe venda de fórmulas infantis da Nestlé por risco de contaminação por bactéria. Pilastra desaba e mata empresária deitada em rede durante férias no Ceará.

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NUESTROS HERMANOS - #506 - LAS PETUNIAS - HISTORIAS DE MI MADRE

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Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 5:26


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NUESTROS HERMANOS - #507 - JANIRE- BUENOS DÍAS

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Play Episode Listen Later Jan 5, 2026 3:22


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NUESTROS HERMANOS - #505 - PABLOPABLO - CONTIGO

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Play Episode Listen Later Dec 31, 2025 7:02


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NUESTROS HERMANOS - #504 - VERA FAUNA - MÁS FELIZ Y MENOS PRODUCTIVO

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Play Episode Listen Later Dec 24, 2025 4:22


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NUESTROS HERMANOS - #502 - PIPIOLAS - NO TOCAR

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Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 4:17


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NUESTROS HERMANOS - #503- ESTRELLA FUGAZ - OLIVIA

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Play Episode Listen Later Dec 22, 2025 5:32


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NUESTROS HERMANOS - #501 - CAROLINA DURANTE - AAA

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Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 4:27


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NUESTROS HERMANOS - #500 - HIDROGENESSE - A LA MUERTE

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Play Episode Listen Later Dec 21, 2025 5:51


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

Alta Definição
Rodrigo Costa: “As pessoas dizem que os meus olhos falam, mas, neste momento, acho que estão felizes e contentes por estar aqui”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Dec 20, 2025 42:36


Representar ou brincar? Entre novelas e a escola, como é ser um ator de sucesso aos nove anos? Neste Alta Definição em podcast, Rodrigo Costa partilha de forma descontraída com Daniel Oliveira a sua experiência no mundo das novelas, anúncios e teatro. O jovem ator fala sobre os desafios de conciliar a carreira com a escola e a infância, revela curiosidades dos bastidores, a importância da família e amigos, e reflete sobre o que é ser criança e crescer também no mundo da televisão. Rodrigo mostra-se sensível, determinado e apaixonado pela arte de representar, inspirando outras crianças a seguirem os seus sonhos com dedicação, alegria e equilíbrio entre trabalho e diversão. Sem nunca esquecer os estudos, claro. O Alta Definição foi emitido a 20 de dezembro na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Jornal da USP
USP Analisa #147: Retrocesso na segurança pode levar a milicianização da região amazônica, dizem especialistas

Jornal da USP

Play Episode Listen Later Dec 18, 2025 9:35


No USP Analisa desta quinta, Eduardo Saad Diniz e Carlos Almeida Filho discutem a relação entre a presença de grupos criminosos e a violência nas comunidades locais e indígenas

Porque Sim Não é Resposta
Sexo, idades e médias: o que dizem (e escondem) os números

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Dec 16, 2025 10:12


Há estudos que dizem quantas relações sexuais “devíamos” ter em cada idade. Mas o que acontece quando transformamos a intimidade numa média estatística?See omnystudio.com/listener for privacy information.

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #498 - ESTRELLA FUGAZ - UNA CASA ESPACIAL DIBUJADA EN UN A4

RADAR 97.8fm podcasts

Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 4:13


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #499 - ROSALÍA - LA RUMBA DEL PERDÓN

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Play Episode Listen Later Dec 9, 2025 5:18


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

Expresso - Expresso da Meia-Noite
Sócrates e o caso influencer: o que nos dizem sobre o estado da Justiça?

Expresso - Expresso da Meia-Noite

Play Episode Listen Later Dec 6, 2025 48:24


"A semana foi uma vez mais marcada pelas críticas à justiça", é assim que Bernardo Ferrão abre este episódio do 'Expresso da Meia-Noite'. A notícia sobre as 50 escutas do Ministério Público a António Costa, em que apenas duas eram relevantes para a investigação, motivam esta observação. Há um excesso de escutas e o MP transformou-se num estado dentro de em estado. Entretanto, nas palavras do diretor da SIC Notícias, o julgamento de Sócrates vai-nos fazendo "corar" de vergonha. Soubemos agora que o ex-primeiro-ministro esteve em Abu Dhabi sem avisar as juízas ao ponto dos procuradores da Operação Marquês colocarem a dúvida sobre uma possível fuga do antigo político. Sócrates e influencer, duas realidades aparentemente distintas mas que tocam numa mesma justiça cada vez mais frágil e alvo de muita indignação. Para discutir estes casos e o estado da Justiça, Bernardo Ferrão e Ângela Silva convidam os advogados Magalhães e Silva e Garcia Pereira e os jornalistas Ana Sá Lopes e José Manuel Fernandes. Ouça aqui o programa em podcast, emitido na SIC a 6 de dezembro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
SAIR DE UM RELACIONAMENTO TÓXICO ME FEZ ENCONTRAR O AMOR

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 7:36


Dizem que quem vive um relacionamento abusivo passa a acreditar na maior das mentiras: a de que vai ficar sozinho. A Bruna Caram acreditou nisso por um tempo, até descobrir que o que destrói não é o fim, mas aquilo que vem antes dele.Durante anos, ela achou que estava num relacionamento bom. Até que um ciúme desmedido começou a aparecer nas pequenas coisas. Se a bateria do celular acabava, virava briga. Um amigo de infância dela era uma ameaça. As festas terminavam sempre com ela dormindo triste porque algo desagradava o parceiro. Cada gesto simples do cotidiano era transformado em motivo de culpa. Bruna Caram tentava provar inocência, repetidas vezes, até se ver pedindo credibilidade pra viver o que sempre foi dela.Ser cantora, algo que fazia desde os nove anos, também virou problema. Como se a luz dela fosse um risco constante. Até que, sufocada, contou para uma prima que pensava em terminar e ouviu que podia ser feliz naquele mesmo dia, sem ele. E foi. No instante em que decidiu sair daquela relação, ouviu que talvez não houvesse volta. Mas não sentiu falta por um minuto desde então.Quando finalmente permitiu que a vida seguisse, ela encontrou com um rosto já conhecido em sua vida, o melhor amigo do marido da prima estava na casa da avó dela quando os dois sentiram algo... No primeiro beijo, a Bruna entendeu que queria viver algo que tivesse aquele nível de paz. 11 anos depois, eles continuam juntos, em paz e com muito amor.Nesse casamento, a Bruna Caram aprendeu que quem ama não controla, não ameaça. Relacionamentos bons são baseados em confiança e orgulho mútuo. Esse romance, para uma cantora, precisava virar canção e assim nasceu “Tempo Junto”, escrita pela Bruna Caram para celebrar aquilo que constrói, não o que destrói.A música está disponível em todas as plataformas, junto a um clipe LINDÍSSIMO que ajudamos a montar, com histórias de amor que já emocionaram vocês. Assista aqui: https://youtu.be/jLfa8lJMlfI?si=t46raJX8BGjbTNPt

Noticiário Nacional
2h PR internado dois dias e descansa duas semanas, dizem médicos

Noticiário Nacional

Play Episode Listen Later Dec 2, 2025 6:55


Atletas LowCarb
JEJUM: O QUE OS MÉDICOS NÃO DIZEM ft. dr. Leonardo Távora - Episõdio #998

Atletas LowCarb

Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 68:19


A live foi incrível! O público participou intensamente e o debate trouxe informações que você precisa conhecer sobre o jejum.Assista agora e descubra o que os médicos não dizem.:: Programa Atletas LowCarb: https://www.atletaslowcarb.com.br/programa-alc/Siga-nos nas redes sociais:Instagram:@atletaslowcarbFacebook:https://www.facebook.com/atletaslowcarb/Site:http://www.atletaslowcarb.com.br

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #496 - TRISTÁN - LIFE IS A MOVIE

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Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 3:48


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid

RADAR 97.8fm podcasts
NUESTROS HERMANOS - #497 - TRISTÁN - VERONICA

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Play Episode Listen Later Dec 1, 2025 4:20


Dizem que de Espanha nem bom vento nem bom casamento, mas a boa música passa fronteiras. Tiago Crispim é o nosso correspondente em Madrid