Podcasts about minha m

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Latest podcast episodes about minha m

Gama Revista
Iafa Britz: parar de beber

Gama Revista

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 37:19


Como anda sua relação com o álcool? Como identificar que algo está fora de controle? Será que você consegue identificar quando amigos e familiares talvez estejam precisando de ajuda? "A bebida está em todos os lugares. É associada a eventos familiares, esportivos, ao prazer, ao relaxamento, tanto um remédio para a tristeza quanto para a comemoração", lembra Iafa Britz, convidada deste episódio.Britz é produtora do filme "(Des)controle" (2026), em cartaz nos cinemas e que traz Carolina Dieckmann interpretando Kátia Klein, uma escritora de 45 anos em uma crise criativa -- e que recorre a bebida para lidar com diferentes questões.O longa é inspirado em histórias reais relacionadas ao alcoolismo e particularmente na trajetória de Iafa. À frente da Migdal Filmes, Britz já produziu obras como a trilogia de “Minha Mãe é Uma Peça”, recorde de público no cinema nacional, “Caramelo” (2025) e, mais recentemente, “(Des)Controle”, filme com direção de Rosane Svartman e Carol Minêm.Na conversa com Gama, a convidada deste episódio fala do filme, da sua relação com o álcool, dos motivos que a fizeram procurar ajuda e sobre a sua trajetória em busca da sobriedade. "Quando você fala que não vai beber as pessoas ficam incomodadas. É como se quem não está bebendo quebrasse uma espécie de pacto", diz.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

Histórias para ouvir lavando louça
Minha mãe sumiu numa excursão para Aparecida e foi encontrada atropelada

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 12:48


Essa é uma história que a gente não gostaria de ter quer contar. A mãe da Ale nasceu na roça, primeira filha de dois avós negros presos a um trabalho sem salário, apenas pela promessa de um teto sem conforto. Ela viu o pai sair para trabalhar e não voltar. Depois viu a mãe sair para tentar um recomeço e achou que também nunca mais a veria.Quando engravidou, foi expulsa sem nem poder pegar as próprias roupas e partiu para São Paulo com o namorado, levando uma mala só e um enxoval pequeno. Ele saiu dizendo que buscaria um lugar melhor e nunca mais voltou também.Ela sobreviveu ajudando feirantes em troca de comida, conheceu o pai de Ale, teve filhos, viveu perdas cedo demais e, mesmo sem ter aprendido a ler, amava livros. A Mãe da Ale costurava enquanto a filha lia em voz alta. Nos fins de semana chuvosos, a casa virava abrigo: o som da máquina, a voz da filha, e uma risada que parecia desafiar a vida.Aos 75 anos, ela já se confundia às vezes, mas seguia fazendo tudo. Até o dia em que foi para uma excursão com seus amigos de anos da igreja e não voltou para casa. As pessoas da excursão disseram que na parada, quando todos retornaram para o ônibus, ela não estava mais lá. E essas pessoas deixaram para a família o impossível: saber por onde começar. Não houve ajuda.As câmeras da parada mostraram a mãe de Ale descendo junto com as outras pessoas, depois se afastando devagar, sendo engolida pela multidão… Depois, nada.Ale transformou a revolta em busca, principalmente quando encontrou a mãe, que havia sido encontrada 7km de distância o local, atropelada. A situação foi tão grave que ela não pôde sequer reconhecer o corpo, que havia sido reconhecido pelos peritos pelas digitais. Para a Ale, a dor maior não foi só a perda, mas a indiferença nessa situação. As pessoas da excursão, amigos de anos da família, sequer foram no enterro. Não rezaram uma Ave Maria. Hoje, a Ale carrega a mãe nas lembranças, na coragem e na decisão de contar essa história atrás de respostas.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
As Minhas ovelhas ouvem a Minha Voz, e Me obedecem... - Meditação Matinal 31/01/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 33:20


"As Minhas ovelhas ouvem a Minha Voz, e Eu conheço-as, e elas Me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da Minha Mão." João 10:27-28

Alta Definição
Vanessa Giácomo: “Não entendi porque minha mãe partiu tão cedo. Foi difícil ficar sem falar com ela, sem a opinião dela, sem um olhar dela”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 45:46


Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Amorosidade Estrela da Manhã
Vídeo - QUEM É A MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 4:37


Lives Amorosidade

Evangelho no Lar
Estudo 164 do Evangelho segundo o Espiritismo: CAPITULO XIV - Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?

Evangelho no Lar

Play Episode Listen Later Jan 13, 2026 76:02


Continuamos o estudo da obra, continuamos a leitura do Capítulo XIV, intitulado "Honrai a vosso pai e vossa mãe" (parte 2); com a leitura do item: "Quem é minha mãe e quem são meus irmãos?" .

Amorosidade Estrela da Manhã
ESTÁ SÓ NA MINHA MÃO

Amorosidade Estrela da Manhã

Play Episode Listen Later Jan 3, 2026 1:20


Conversas com as Entidades sobre temas diversos

O Assunto
REPRISE - Ana Maria Gonçalves, a 1ª mulher negra na ABL

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 34:28


Convidada: Ana Maria Gonçalves, autora de "Um defeito de cor". 2025 marcou um capítulo histórico para a cultura brasileira: a escritora Ana Maria Gonçalves chegou à Academia Brasileira de Letras. Foi a primeira vez em 128 anos que uma mulher negra assumiu uma cadeira na ABL. Nesta terça-feira, 30 de dezembro, O Assunto reprisa a conversa de Natuza Nery com Ana Maria Gonçalves, gravada dias antes da posse da escritora na ABL. A autora do livro que se tornou um marco de nossa cultura contemporânea discute o lugar da mulher negra na literatura brasileira. Ana Maria conta como foi a construção da protagonista Kehinde, mulher africana que sobrevive à travessia do Atlântico e à violência da escravidão no Brasil. Kehinde foi inspirada na vida de Luísa Mahin, mãe do poeta e advogado Luiz Gama – figura-chave do abolicionismo brasileiro. Na conversa, Ana Maria discorre sobre as diferenças entre o Brasil de 2006 – ano em que seu principal romance foi publicado – e o país de hoje. "Um defeito de cor" venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, um dos mais importantes da América Latina. Em 2024, o livro foi tema do samba-enredo da escola de samba Portela. Ao longo do episódio, trechos de “Um defeito de cor” são lidos pela jornalista Maju Coutinho e pelo ator Lázaro Ramos – ele dá voz a estrofes do poema “Minha Mãe”, de Luiz Gama, e de cartas escritas pelo autor.

Postal do Dia
A minha mãe

Postal do Dia

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 2:21


A mãe de Luís Osório faria hoje anos. Morreu com menos de sessenta e ele nunca a verá velha. Receia o dia em ele próprio envelheça tendo a imagem de uma mãe eternamente jovem

Drop-Off
Feliz Natal com a minha mãe

Drop-Off

Play Episode Listen Later Dec 23, 2025 9:45


Errata: já comprou a prenda para o Bernardo

Vozes da Vez
Céu: “Minha música nasce da cultura preta”

Vozes da Vez

Play Episode Listen Later Dec 7, 2025 80:54


Ela é uma das artistas que redefiniu a música brasileira do século XXI. Céu é cantora, compositora, alquimista de timbres e atmosferas e está celebrando 20 anos do seu disco de estreia, aquele álbum homônimo que chegou em 2005 e mudou completamente a paisagem sonora do que convencionou-se chamar de Nova MPB. Foi ali que ela apresentou ao mundo sua mistura tão própria de samba, dub, soul, beats eletrônicos e poesia urbana. Foi ali que ‘Lenda', ‘Malemolência', ‘Ave Cruz' e tantas outras faixas mostraram que uma nova estética estava nascendo. O disco atravessou fronteiras, ganhou o mundo e abriu caminho para uma carreira de oito álbuns, infinitas parcerias e um público fiel que cresce a cada ano. Duas décadas depois, Céu revisita essa obra em uma turnê comemorativa, mas também revisita a si mesma.

BBC Lê
'Descobri que minha mãe biológica era a dona da padaria que eu frequentava'

BBC Lê

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 11:05


Vamarr Hunter sempre sentiu um vínculo especial com a dona da sua padaria favorita, mas nunca imaginou que ela poderia ser sua mãe biológica, que ele não conhecia.

BBC Lê
'Descobri que minha mãe biológica era a dona da padaria que eu frequentava'

BBC Lê

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 11:05


Vamarr Hunter sempre sentiu um vínculo especial com a dona da sua padaria favorita, mas nunca imaginou que ela poderia ser sua mãe biológica, que ele não conhecia.

Grupo Encantos Histórias
Quero Minha Mãe-Robô?

Grupo Encantos Histórias

Play Episode Listen Later Nov 28, 2025 5:05


Oi, pessoal! Estamos muito felizes em compartilhar histórias com vocês por aqui. Esperamos que vocês se divirtam! A história de hoje é "Quero Minha Mãe-Robô?" de Davide Cali. Adquirindo o livro neste link, você contribui com o nosso podcast: https://amzn.to/48HuMpZSe você deseja estar mais pertinho da gente, entre no nosso grupo de WhatsApp e receba conteúdos exclusivos: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠https://chat.whatsapp.com/IoglgZbnj0AFGWIcIhVR0u⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠Até a próxima!

Desabafo
Minha MÃE se CASOU com meu NOIVO

Desabafo

Play Episode Listen Later Nov 25, 2025 60:42


Ela nunca imaginou que a vida preparava uma reviravolta tão inesperada. O noivo que planejava casar com ela acabou se tornando marido da própria mãe. Uma história real que vai te prender do começo ao fim.

Leitura de Ouvido
Luiz Gama - Minha Mãe (poesia)

Leitura de Ouvido

Play Episode Listen Later Nov 14, 2025 24:54


“Minha mãe” e “Que mundo é este? são dois poemas, dos 40 que Luiz Gama (1830-1882) compôs em seu único livro Primeiras Trovas Burlescas de Getulino (1859), além das inúmeras peças retóricas e legislativas que empreendeu, tornando-se o terror dos fazendeiros, em sua militância para alforriar escravizados, enquanto denunciava a escravização ilegal, como rábula. Em “Minha mãe”, descortinamos esta mulher que veio escravizada em África, onde era pelo filho tida como rainha, para o Brasil, onde se tornou escrava. Das lembranças que Gama tem dela, conta que tinha um irmão e das saudades que cultivava, desde próximo de seus dez anos de vida, quando não mais a viu. Este poema tem cunho autobiográfico, pois descreve a guerreira da Revolta dos Malês, Luísa Mahin, tanto fisicamente, quanto em temperamento: seus beijos, seus dentes alvíssimos, seus olhos, seus braços roliços de ébano, o quanto era meiga, terna, com coração de santa. Já o poema “Que mundo é este?” conversa com “quem sou eu?” Em “Que mundo é este?” temos ênfase à corrupção e à pobreza, com um tom mais rebelde. E não é para menos. Ele sofreu a escravidão, antes de integrar a República das Letras, já que a proclamação e os movimentos para tal, eram iminentes. Nesta poesia, trata de paradoxos políticos, éticos e morais da sociedade imperial. Nas notas de hoje, costuramos estas produções com alguns fatos que nos foram revelados no romance histórico Um defeito de cor, da primeira mulher negra imortalizada pela ABL, Ana Maria Gonçalves. Boa leitura!✅ Torne-se MEMBRO do CLUBE LEITURA de OUVIDO: encontros virtuais mensais, com notas de rodapé ao vivo e interação entre os leitores e Daiana Pasquim. Para isso, faça um apoio a partir de R$ 20 mensais:

O Assunto
Ana Maria Gonçalves, a 1ª mulher negra na ABL

O Assunto

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 33:40


Convidada: Ana Maria Gonçalves, autora de "Um defeito de cor". Na próxima sexta-feira (7), a escritora Ana Maria Gonçalves vai assumir a Cadeira n° 33 da Academia Brasileira de Letras (ABL). A posse da autora do livro “Um defeito de cor” será histórica: pela primeira vez uma mulher negra terá assento na instituição de 128 anos. Às vésperas do evento, Ana Maria Gonçalves conversa com Natuza Nery. A autora do livro que se tornou um marco de nossa cultura contemporânea discute o lugar da mulher negra na literatura brasileira. Ana Maria conta como foi a construção da protagonista Kehinde, mulher africana que sobrevive à travessia do Atlântico e à violência da escravidão no Brasil. Kehinde foi inspirada na vida de Luísa Mahin, mãe do poeta e advogado Luiz Gama – figura-chave do abolicionismo brasileiro. Na conversa, Ana Maria discorre sobre as diferenças entre o Brasil de 2006 – ano em que seu principal romance foi publicado – e o país de hoje. "Um defeito de cor" venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, um dos mais importantes da América Latina. Em 2024, o livro foi tema do samba-enredo da escola de samba Portela. Ao longo do episódio, trechos de “Um defeito de cor” são lidos pela jornalista Maju Coutinho e pelo ator Lázaro Ramos – ele dá voz a estrofes do poema “Minha Mãe”, de Luiz Gama, e de cartas escritas pelo autor.

Renascença - Extremamente Desagradável
A minha Mãe com o teu Pai

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 12:52


Joana Marques viu o novo reality show ("experiência social") da SIC, para que mais ninguém tenha de passar por isso.

Família Hoje
Minha mãe quer adotar o filho da amiga que está com câncer terminal

Família Hoje

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 5:43


Episódio do dia 31/10/2025, com o tema: Minha mãe quer adotar o filho da amiga que está com câncer terminal. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues A adoção é um lindo ato de amor. Mas deve ser praticada sob a direção do Senhor e a devida observação das leis do país. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Família Hoje
Minha mãe é viúva, tem setenta anos e está namorando um viúvo da mesma idade. Querem se casar em cinco meses.

Família Hoje

Play Episode Listen Later Oct 27, 2025 5:19


Episódio do dia 27/10/2025, com o tema: Minha mãe é viúva, tem setenta anos e está namorando um viúvo da mesma idade. Querem se casar em cinco meses. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Toda decisão por um casamento tem as suas complexidades e deve ser confirmada em oração. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Família Hoje
Minha mãe fará uma cirurgia delicada. Estou com muito medo.

Família Hoje

Play Episode Listen Later Oct 24, 2025 4:52


Episódio do dia 24/10/2025, com o tema: Minha mãe fará uma cirurgia delicada. Estou com muito medo. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues A vida e a morte estão nas mãos do Senhor. Verdade que traz descanso e direção ao coração. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Família Hoje
Minha mãe se endividou fazendo empréstimos para ajudar meu irmão

Família Hoje

Play Episode Listen Later Oct 20, 2025 5:23


Episódio do dia 20/10/2025, com o tema: Minha mãe se endividou fazendo empréstimos para ajudar meu irmão. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Oração, amor e sabedoria são atitudes importantes para toda situação. Neste caso, porém, elas são urgentemente indispensáveis. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Minghui
Programa 1463: “Minha mãe de 98 anos começou a praticar o Falun Gong”

Rádio Minghui

Play Episode Listen Later Oct 18, 2025 6:53


Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1463: Experiência de cultivo da categoria Iniciando o cultivo, intitulada: “Minha mãe de 98 anos começou a praticar o Falun Gong”, escrita por uma praticante do Falun Dafa na província de Sichuan, China.

Família Hoje
Há cinco anos cuido sozinha da minha mãe com Alzheimer

Família Hoje

Play Episode Listen Later Oct 10, 2025 5:36


Episódio do dia 10/10/2025, com o tema: Há cinco anos cuido sozinha da minha mãe com Alzheimer. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Nosso Deus tem soluções para todos os cenários. Mesmo aqueles pouco promissores.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Receios Obscuros
Histórias Reais de Terror - EP #217 - Quando minha Pomba gira se mostrou para mim! / Agora estou aqui / Não era minha mãe

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 14:19


Fala pessoal, tudo certo? Cheguei com esse episódio assustador, recheado de relatos sobrenaturais dos ouvintes! Dia 1 de Outubro começa o nosso especial de Halloween, fiquem ligados porque vai ser frenético!

Histórias para ouvir lavando louça
Seu filho vai ser um anão de circo: foi o que o médico disse para minha mãe depois do parto

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 7:02


Desde o nascimento, a vida de Pedro Henrique foi atravessada por olhares e palavras que tentaram reduzir quem ele poderia ser. Sua primeira experiência com o capacitismo havia sido poucas horas depois dele nasceu, quando o médico disse à sua mãe, ainda na maternidade: “ele vai ser tipo um anão de circo”. A frase marcou o início de uma trajetória em que sobreviver significou enfrentar, diariamente, um mundo que insiste em não enxergar pessoas com deficiência como iguais.Prematuro de oito meses, Pedro foi direto para a UTI. Sua mãe o reencontrou cheio de tubos e, assustada com os diagnósticos duros, chegou a pensar que talvez fosse melhor o filho não sobreviver a tanto sofrimento. Mas o Pedro sobreviveu e logo descobriu que viver com deficiência seria enfrentar o capacitismo em cada espaço.Na infância, seu primeiro contato com a representação do nanismo foi com os anões da Branca de Neve, retratados como adultos infantilizados. Na escola, o preconceito foi ainda mais cruel quando ele muda de um colégio de bairro, onde todos o conheciam, e vai para uma escola muito maior.Na escola nova, que era religiosa, ele ouviu de professores e colegas que era um karma para os pais. Ao mesmo tempo, assistia à TV transformar pessoas como ele em piada, e nas ruas sofria agressões físicas e verbais. Lembra do “pedala Robinho” popularizado pelo Pânico na TV? A tudo isso se somava ainda a homofobia. Ainda criança, Pedro sabia que se interessava por meninos, mas estudava em uma escola religiosa que dizia que isso era pecado. Imagina uma pessoa com deficiência, que já é vista como uma provação para família, se assumir homossexual? Impossível.Foram quase trinta anos até ele conseguir se assumir como homem com deficiência e como homem gay. Só então começou a se reconhecer digno de existir, de se olhar no espelho e se sentir desejado.Mas no campo afetivo, as marcas do capacitismo persistiam: “fica, mas não assume”, “fica, mas não leva pra família”. Para o Pedro, a exclusão aparece nas relações, nas festas, nos trabalhos que nunca chegam.Hoje, ele é diretor, roteirista, ator, jornalista e influenciador. Vai com medo, mas vai. Porque acredita que pessoas com deficiência não só produzem arte como também transformam as narrativas de um país que insiste em não incluí-las.

Quem Ama Não Esquece
MINHA MÃE GEROU MINHA FILHA - HISTÓRIA DA JÉSSICA | QUEM AMA NÃO ESQUECE 09/09/25

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 17:39


Jéssica conheceu Jefferson no ensino médio e, desde cedo, sonharam em formar uma família. Durante a faculdade, ela começou a sentir sintomas estranhos e, após meses de exames, recebeu o diagnóstico de esclerodermia sistêmica, uma doença autoimune rara. Com apoio do marido, enfrentou tratamentos difíceis, se casou e, já estabilizada, sonhou em engravidar, mas ouviu dos médicos que uma gestação seria de alto risco. Abalada, viu na barriga solidária uma possibilidade e, para sua surpresa, sua mãe se ofereceu para gerar o bebê. Após um processo delicado de reprodução assistida, apenas um embrião sobreviveu, era sua única chance. Contra todas as probabilidades, a gestação deu certo e, meses depois, nasceu Hadassa, sua filha tão sonhada. A experiência transformou a vida de Jéssica e reforçou sua fé de que, mesmo quando os planos parecem desmoronar, os de Deus são sempre maiores e melhores.

Aprenda Inglês com música
Como dizer em inglês: "Eu conheço você como a palma da minha mão" #reviewaicm

Aprenda Inglês com música

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 3:33


Este é só um trecho da aula completa da música "Somewhere Only We Know" com Keane, que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?

Som a Pino Entrevista
Agnes Nunes: 'A minha música é reflexo do que eu sinto'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 32:59


Roberta Martinelli conversa com Agnes Nunes sobre carreira, família e mercado da música.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
Meu pai é gay, minha mãe é hétero e os dois decidiram me ter juntos

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Aug 19, 2025 5:46


"Esse é meu pai. Ele é gay. Essa é minha mãe. Ela é hétero. Eles são amigos". É assim que Alyce costuma se apresentar quando alguém pergunta sobre sua história. Não é uma resposta que costuma vir sozinha. Ela geralmente vem acompanhada de um olhar curioso, confuso ou até chocado. Mas, pra Alyce, tudo sempre foi muito simples: ela nasceu de um desejo comum. E de um afeto verdadeiro.Os pais de Alyce se conheceram num churrasco na casa do tio dela, que também era gay, embora ninguém soubesse ainda. No meio dessa festa, nasceu uma amizade entre a mãe de Alyce e seu futuro pai. Uma amizade tão forte que fez com que ele passasse a frequentar a casa com frequência.O tempo foi passando, a amizade foi ficando mais sólida, e ele começou a brincar que queria ter um filho com ela. No começo, ela achava que era só piada. Até que, cinco anos depois, eles decidiram que sim: iriam tentar. Naturalmente, sem inseminação, sem processo médico. Com afeto, confiança e consentimento.Foram três tentativas até que desse certo. E quando a notícia da gravidez chegou, por meio de uma cólica que parecia ser renal, mas era só a Alyce dizendo "cheguei", ele ficou eufórico. Ligou pra todo mundo. Queria contar ao mundo que ia ser pai.Muitos achavam que por ele ser um homem gay, não seria presente. Pelo contrário: ele sempre esteve lá. Acordava de madrugada, se preocupava com os cuidados, foi presente em todas as fases. Foi acolhido pela família da mãe dela, morou com elas, e nunca escondeu quem era. Alyce cresceu ouvindo que seu pai era gay. Cresceu indo à Parada com ele no colo. Viu de perto o que era diversidade. Viveu, em casa, a experiência do respeito.

Porque Sim Não é Resposta
“Se a minha mãe não fosse minha mãe…”

Porque Sim Não é Resposta

Play Episode Listen Later Jul 30, 2025 9:29


Muitos filhos, adultos, dizem: “Se a minha mãe não fosse minha mãe, não a escolheria como amiga.” Mas porquê? Porque é que há tantas relações mãe-filho tensas na idade adulta?See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Tenho uma mosca em cima da minha mão!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 29, 2025 3:54


Uma mosca morta, um gato gordo e um gato gatuno!

Alta Definição
Carlos Lopes: “A minha mãe nunca viu uma corrida minha, nem a do ouro nos Jogos Olímpicos. Dizia ‘estão a matar-te, estás muito magrinho'”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jul 12, 2025 50:39


Carlos Lopes, o primeiro atleta olímpico português a vencer uma medalha de ouro, é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição. Em 1984, o hino nacional ouviu-se em Los Angeles e a bandeira portuguesa era hasteada. Carlos Lopes foi o primeiro a atravessar a meta, na prova de maratona masculina. “Se as pessoas estavam acordadas para ver a prova às 3h da manhã, significa que acreditavam que era possível eu ser campeão olímpico”, salienta Carlos Lopes. Hoje com 78 anos, conta como foi crescer em Vildemoinhos, Viseu. “Aos 13 anos senti a necessidade de ir trabalhar para ajudar a família. Ninguém me pediu, os meus pais ficaram incrédulos, os professores queriam que continuasse a estudar”, recorda. Apesar de ter conquistado um dos mais importantes marcos do desporto em Portugal, recusa o rótulo de herói. “Nunca fui nem trabalhei para o ser. Trabalhei para fazer coisas diferentes dos outros, isso é que me faz feliz” Ouça aqui o Alta Definição em podcast, emitido na SIC a 12 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
O Alzheimer fez eu me aproximar da minha mãe

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Jul 3, 2025 10:55


O Alzheimer fez a Cláudia se aproximar da mãe, com ela tinha uma relação muito complexa. Cláudia passou 63 anos sob o mesmo teto que a mãe, unidas quase só pela rotina. A infância foi dura: a mãe, criada num quintal onde havia até uma “cela” de castigo, reproduziu a rigidez que aprendera. Quando o irmão preferido morreu, aos 14 anos, Cláudia carregou a sensação de ser a filha “errada”. Mesmo adulta, não saiu de casa: o cuidado permaneceu, mas o afeto nunca chegou por parte da sua mãe.Já com a mãe idosa e uma relação distante, vieram os pequenos esquecimentos: despedidas repetidas, panelas queimadas, noites em claro. Quando foram procurar um médico, o diagnóstico de Alzheimer fez Cláudia perguntar se a mãe acabaria esquecendo dela. Ali nasceu a urgência de reconstruir um vínculo que nunca existiu.A doença levou a mãe de volta a um tempo em que procurava a “Cláudia criança”. Para acalmá-la, a filha aprendeu a linguagem do toque e da música: mãos no rosto, olhos nos olhos, canções antigas. Foi nesse espaço que, pela primeira vez, Cláudia ouviu “eu te amo” de quem nunca soube demonstrar amor. Secar louça dançando virou um ritual para as duas, e esses momentos foram parar na internet, no canal “O Bom do Alzheimer”, porque foi a partir da doença que veio a leveza entre elas.Hoje, aos 90, a mãe fala pouco e depende de tudo. Os banhos antes cheios de gritos agora acontecem em silêncio, não por compreensão, mas pela progressão do Alzheimer. Cláudia encara cada dia como um ensaio para a despedida lenta, sem perder a ternura que finalmente brotou daquela relação entre mãe e filha.Nas palestras e no livro que escreveu, ela repete o alerta: mudanças bruscas de comportamento não são “coisa da idade”. O Brasil esta envelhecendo, e reconhecer cedo sinais como esquecimento constante faz diferença. Foi assim que Cláudia transformou um diagnóstico em oportunidade de amor, mesmo que tardio. Aproveitando, o Alzheimer não trouxe nenhum castigo divino; mas trouxe a chance de, antes do esquecimento completo, lembrar que ainda era possível dizer: mãe, eu estou aqui.O livro da Cláudia "O Bom do Alzheimer" você compra aqui: https://amzn.to/3G9scPgFoto da capa: Estadão

Alta Definição
Pedro Gonçalves: “Passei muito tempo com a minha mãe quando teve uma depressão. Desde pequeno que jogo futebol para poder ajudá-la e dar-lhe todas as condições”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jun 28, 2025 46:32


Pedro Gonçalves (mais conhecido como Pote), jogador de futebol do Sporting, é o mais recente convidado de Daniel Oliveira no programa Alta Definição. Família, carreira e superação são os três pilares do jovem atleta leonino. Desde os receios e inseguranças desportivas à concretização pessoal e familiar, Pedro Gonçalves abre o seu lado mais íntimo com Daniel Oliveira. Saúde mental, desafios sociais e a pressão da modalidade, são alguns dos temas que marcam o percurso do jovem leão. Oiça aqui o Alta Definição emitido na SIC a 28 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Budejo
REPRISE - #212. Minha mãe ainda está aqui

Budejo

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 43:57


[Relançamos o primeiro episódio especial de 2025, porque este foi um dos programas que o Spotify derrubou por conta do uso de música com direitos autorais. Caso você queira ouvir o episódio exatamente da forma que ele foi idealizado, recomendamos que você escute em qualquer outra plataforma, como Orelo.] No nosso primeiro episódio especial do ano, a convidada é a mãe de Pedro. Ao ver 'Ainda estou aqui', ele se lembrou de tudo o que a mãe dele passou pra cuidar dos filhos após a morte do pai. Dona Beta fala de dor, luto e um trabalho exaustivo para criar três filhos sozinha.  ==========CRÉDITOS:- PARTICIPANTES: Pedro Philippe, Vamille Furtado e Dona Beta- EDIÇÃO: Luan Alencar e Pedro Philippe- PRODUÇÃO: Pedro Philippe- TRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira==========APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.

Quem Ama Não Esquece
MINHA MÃE, MINHA HEROÍNA! - GABRIELA | QUEM AMA NÃO ESQUECE 09/06/2025

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 14:49


A Fabiana, mãe da Gabriela, passou por momentos difíceis com um câncer avançado no intestino. Ela precisou de uma cirurgia de risco que durou quase 8 horas. No início, tudo foi um choque, mas Gabriela se manteve forte ao lado da mãe. A Fabiana enfrentou 12 sessões de quimio, bolsa de ileostomi e até a partida do seu Pai no meio do processo, mas ela venceu! No dia da última quimio, o quarto foi decorado com o tema da "Mulher Maravilh"a e a mãe saiu pelas ruas vestida de heroína e uma frase no carro: “Buzine! Minha última quimioterapia”. Embora a medicina só considere cura após cinco anos, Gabriela e sua mãe creem no Deus do impossível e celebram cada dia como um milagre!

Receios Obscuros
Histórias Reais de Terror - EP #202 - A despedida da minha mãe / A figura sem rosto /

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 23:15


Fala gente, tudo bem? Temos uma notícia ruim :/Infelizmente a Nate não vai poder continuar a fazer o Arquivos Obscuros por falta de tempo, mas o Podcast segue com a programação normal. Eu vou passar o episódio do apoia.se para quinta-feira, para preencher melhor a semana. Não se esqueçam de dar 5 estrelas para o Podcast, seguir aqui no Spotify e enviar o seu relato para o e-mail: receiosobscuros@gmail.comUm bom episódio para todos!

Quinta Misteriosa
A casa da minha mãe, relato de Shari Franke | Caso Ruby Franke #490

Quinta Misteriosa

Play Episode Listen Later May 23, 2025 129:30


Ruby Franke era uma das maiores youtubers do nicho de vlogs de familias nos Estados Unidos, reunindo mais de 2 milhões de inscritos. Em 2023 ela foi presa por abuso agravado infantil, depois que o filho mais novo conseguiu fugir e pediu ajuda a um vizinho que chamou as autoridades. Ruby foi condenada em 2024, e Shari sua filha mais velha relata toda a história pela sua perspectiva no livro the house of my mother, que eu vou contar pra vocês hoje. #490

BBC Lê
Os idosos viciados em redes sociais: 'Desligamos o wi-fi da minha mãe'

BBC Lê

Play Episode Listen Later May 15, 2025 12:23


Idosos já são um grupo vulnerável a vício no celular, que pode levar a um isolamento da família e a problemas com jogos e golpes.

Trip FM
O homem que ousou dirigir Gilberto Gil

Trip FM

Play Episode Listen Later May 9, 2025


Rafael Dragaud fala sobre arte com propósito, bastidores da TV, parcerias com Regina Casé, Paulo Gustavo e o desafio de dirigir turnê do Gil Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil. No Trip FM, ele fala sobre o processo de criação do espetáculo e sobre o Brasil, esse país que “está eternamente acabando e renascendo" – ideia inspirada por uma conversa com o próprio Gil, que já foi sogro de Rafael durante seu casamento com Preta Gil. Com uma carreira que passa pela criação de programas de televisão, filmes e shows, Dragaud construiu uma trajetória que mistura cultura popular, reflexão política e transformação social. Roteirista de mais de dez longas, como Cinco Vezes Favela e Minha Mãe é uma Peça, ele dirigiu shows marcantes como Ivete no Maracanã, Ivete, Gil e Caetano e Batalha do Passinho. Fundador da Central Única das Favelas (Cufa) e vencedor de dois Grammys, o carioca de 53 anos também deixou sua marca na TV Globo com projetos como Falas Negras, Falas da Terra, Linha Direta e Amor & Sexo. Na conversa com Paulo Lima, o diretor artístico também reflete sobre a importância de um audiovisual com propósito – capaz de tocar, emocionar e mover estruturas. “As questões ligadas à desigualdade no Brasil passaram a me guiar. Como homem branco e hétero, entendi que, em projetos que abordassem esses temas, meu papel era apoiar e aprender com lutas que não são minhas, sem necessariamente ter a palavra final neles. Isso se tornou uma ética no meu processo criativo." O programa fica disponível no play aqui em cima e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/05/681e62a4b0445/rafael-dragaud-produtor-artisticos-globo-gilberto-gil-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Arquivo pessoal; LEGEND=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.; ALT_TEXT=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.] Você fala do Gilberto Gil com uma admiração muito especial. O que ele representa pra você? Rafael Dragaud. A verdade é que o Gil tem um quê de inexplicável, que é fascinante. É lógico que ele sintetiza o Brasil, é lógico que ele expande o Brasil. O Gil é um Brasil e o que o Brasil poderia ser — e o que o Brasil é. É um negócio muito louco. Ele é um orixá, mas também tem uma coisa católica... Junta todas as cosmogonias: é indígena, é africano, é brasileiro — e é muito ele. Ele é uma aula constante. Eu tô muito mergulhado nisso, inclusive, em estar o mais aberto possível pra essa aula. Pra mim, não é um trabalho fazer isso. Você deixou a Globo depois de 30 anos. O que te levou a fazer essa mudança? Eu tive uma fase muito profissional, industrial, foram 30 anos de TV Globo. E eu resolvi, ao sair da Globo, abraçar a artesania. Não tive assistente de direção nesse trabalho com o Gil, por exemplo. Eu escolhi cada foto, li cada livro, ouvi cada disco de novo. Mergulhei num processo totalmente artesanal. Claro que não abri mão do meu profissionalismo, porque ele tá em mim. Mas abracei um jeito mais artesanal de trabalhar. Fiquei um ano dedicado a isso. Essa mudança de processo também tem a ver com uma escuta mais atenta ao outro? Totalmente. Essas questões ligadas à desigualdade, à raça — que no Brasil são muito próximas — me direcionaram. E eu, como homem branco, hétero, estava apoiando e aprendendo sobre causas que não são as minhas. Em projetos assim, eu necessariamente não devo ser o protagonista, nem ter a palavra final. Isso combinou com a minha ética de processo. Porque, acima de tudo, por mais que eu seja vaidoso e egóico como muita gente, eu escuto mais do que a média. Eu escuto. Por fim, como você vê o Brasil hoje? O Brasil não tem futuro — e tem o maior futuro de todos. Ele está eternamente acabando e renascendo. A gente faz parte desse movimento o tempo todo. Se você olhar pra trás, esse padrão está lá. É que o Brasil está morrendo e renascendo desde que foi inventado. O Gil tem uma imagem linda: ele fala que o estado que ele busca é o do passarinho que pousa no tronco que desce o rio — ele está parado num movimento. É isso.

Trip FM
O Homem que ousou dirigir Gilberto Gil

Trip FM

Play Episode Listen Later May 9, 2025


Rafael Dragaud fala sobre arte com propósito, bastidores da TV, parcerias com Regina Casé, Paulo Gustavo e o desafio de dirigir turnê do Gil Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil. No Trip FM, ele fala sobre o processo de criação do espetáculo e sobre o Brasil, esse país que “está eternamente acabando e renascendo" – ideia inspirada por uma conversa com o próprio Gil, que já foi sogro de Rafael durante seu casamento com Preta Gil. Com uma carreira que passa pela criação de programas de televisão, filmes e shows, Dragaud construiu uma trajetória que mistura cultura popular, reflexão política e transformação social. Roteirista de mais de dez longas, como Cinco Vezes Favela e Minha Mãe é uma Peça, ele dirigiu shows marcantes como Ivete no Maracanã, Ivete, Gil e Caetano e Batalha do Passinho. Fundador da Central Única das Favelas (Cufa) e vencedor de dois Grammys, o carioca de 53 anos também deixou sua marca na TV Globo com projetos como Falas Negras, Falas da Terra, Linha Direta e Amor & Sexo. Na conversa com Paulo Lima, o diretor artístico também reflete sobre a importância de um audiovisual com propósito – capaz de tocar, emocionar e mover estruturas. “As questões ligadas à desigualdade no Brasil passaram a me guiar. Como homem branco e hétero, entendi que, em projetos que abordassem esses temas, meu papel era apoiar e aprender com lutas que não são minhas, sem necessariamente ter a palavra final neles. Isso se tornou uma ética no meu processo criativo." O programa fica disponível no play aqui em cima e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/05/681e62a4b0445/rafael-dragaud-produtor-artisticos-globo-gilberto-gil-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Arquivo pessoal; LEGEND=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.; ALT_TEXT=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.] Você fala do Gilberto Gil com uma admiração muito especial. O que ele representa pra você? Rafael Dragaud. A verdade é que o Gil tem um quê de inexplicável, que é fascinante. É lógico que ele sintetiza o Brasil, é lógico que ele expande o Brasil. O Gil é um Brasil e o que o Brasil poderia ser — e o que o Brasil é. É um negócio muito louco. Ele é um orixá, mas também tem uma coisa católica... Junta todas as cosmogonias: é indígena, é africano, é brasileiro — e é muito ele. Ele é uma aula constante. Eu tô muito mergulhado nisso, inclusive, em estar o mais aberto possível pra essa aula. Pra mim, não é um trabalho fazer isso. Você deixou a Globo depois de 30 anos. O que te levou a fazer essa mudança? Eu tive uma fase muito profissional, industrial, foram 30 anos de TV Globo. E eu resolvi, ao sair da Globo, abraçar a artesania. Não tive assistente de direção nesse trabalho com o Gil, por exemplo. Eu escolhi cada foto, li cada livro, ouvi cada disco de novo. Mergulhei num processo totalmente artesanal. Claro que não abri mão do meu profissionalismo, porque ele tá em mim. Mas abracei um jeito mais artesanal de trabalhar. Fiquei um ano dedicado a isso. Essa mudança de processo também tem a ver com uma escuta mais atenta ao outro? Totalmente. Essas questões ligadas à desigualdade, à raça — que no Brasil são muito próximas — me direcionaram. E eu, como homem branco, hétero, estava apoiando e aprendendo sobre causas que não são as minhas. Em projetos assim, eu necessariamente não devo ser o protagonista, nem ter a palavra final. Isso combinou com a minha ética de processo. Porque, acima de tudo, por mais que eu seja vaidoso e egóico como muita gente, eu escuto mais do que a média. Eu escuto. Por fim, como você vê o Brasil hoje? O Brasil não tem futuro — e tem o maior futuro de todos. Ele está eternamente acabando e renascendo. A gente faz parte desse movimento o tempo todo. Se você olhar pra trás, esse padrão está lá. É que o Brasil está morrendo e renascendo desde que foi inventado. O Gil tem uma imagem linda: ele fala que o estado que ele busca é o do passarinho que pousa no tronco que desce o rio — ele está parado num movimento. É isso.

Saia Justa
Socorro, virei a minha mãe/ Mãe também é gente/ Meu filho é uma peça

Saia Justa

Play Episode Listen Later May 8, 2025 57:31


As Saias falam dos hábitos de nossas mães que reproduzimos, como em cada mãe existe uma mulher com sonhos e desejos e dos momentos em que ser mãe ou filha são pura graça.

Receios Obscuros
Histórias Reais de Terror - EP #196 - O trabalho da minha mãe / Os sete monstrinhos / Sonhos proféticos

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Apr 28, 2025 16:06


Fala pessoal, tudo certo? Vamos ouvir alguns relatos horripilantes dos nossos ouvintes? Bora!!

Alta Definição
Luana do Bem: “A minha mãe andava de salto agulha na terra batida, o meu padrasto vestia calças vermelhas. Para o Alentejo de há 30 anos era bizarro"

Alta Definição

Play Episode Listen Later Apr 26, 2025 52:19


Herdou o nome 'do Bem' da família, não sendo nenhum alter ego profissional ou 'da moda'. No entanto, diz ter a malícia de qualquer outro comum mortal. Na vida gosta de futebol e de sobremesas, mas é na secção dos frigoríficos dos hipermercados que encontra o seu pior inimigo. Procura, no stand-up, brincar com as camadas dos problemas mundanos que afetam todas as pessoas da mesma maneira, mas continua a ser a mesma Luana que contava mentiras na escola para se adaptar. No entanto, é na vida pessoal que gosta de ser de verdade. Confessa que o dia em que percebeu a sua sexualidade foi o mais libertador de sempre: "Foi um momento de fogo de artifício. Gostava que toda a gente tivesse a experiência que eu tive (...) é mesmo um alívio". A apresentadora e humorista falou ainda sobre como os pais lidaram quando lhes contou sobre a sua homosexualidade: "Quando eu contei não estava a dar uma novidade a ninguém. Primeiro porque estava muito apaixonada por aquela miúda, e segundo porque eu sempre fui bastante maria rapaz e eu sinto que as pessoas à minha volta estavam todas só à espera do dia". See omnystudio.com/listener for privacy information.

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas
Lila Tiago (parte 2): “Como afirma a minha amiga Tita Maravilha, acredito na beleza como vingança. Reconhecermos a nossa própria beleza e do mundo à volta”

Expresso - A Beleza das Pequenas Coisas

Play Episode Listen Later Mar 29, 2025 49:40


Nesta segunda parte, a cantora, poeta, performer e ativista trans Lila Tiago fala da beleza como resistência queer, deixa uma crítica à falta de diversidade em muitos palcos musicais no país, recorda a invasão de palco da performer trans Keyla Brasil a meio da peça “Tudo Sobre a Minha Mãe”, que esteve em cena no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, considerado por si um momento histórico de discussão cultural no país. Mais à frente fala da zanga e grande preocupação pela repetição de certos ciclos políticos no mundo. Depois, comenta o conflito de estar presente em redes sociais controladas por quem está a destruir as democracias e a restringir liberdades e direitos. No final, ainda partilha algumas das músicas que a acompanham, várias sugestões culturais e lê um texto especial de João Caçador. Boas escutas!See omnystudio.com/listener for privacy information.

História de Imigrante
118. Minha Mãe é Narcisista

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Mar 27, 2025 28:33


Hanna é filha de egípcios, mas nasceu e cresceu no Brasil dentro de uma família fundamentalista religiosa e bastante violenta. Na adolescência, depois de duas tentativas frustradas de casamento arranjado, ela foi obrigada pelos pais e se mudar para o Egito. Lá as coisas desandaram. Ela apanha na escola por não saber falar árabe e se submete as manipulações de uma mãe fria, agressiva e com temperamento altamente explosivo. Esta narrativa pode reativar experiências traumáticas passadas.Livro: - Will I ever be good enough? healing the daughter of narcissistic mothers - Karyl Mcbride - Será que algum dia serei boa o suficiente? Curando as filhas de mães narcisistas.**É imigrante e tem história pra contar? Então manda pra gente.Whats app: +1 650.834.9209Instagram: @historiadeimigranteE-mail: historiadeimigrante@gmail.com

Divã da Diva
#158 - Me tornei a minha mãe!

Divã da Diva

Play Episode Listen Later Mar 7, 2025 52:31


Olá, divos e divas! Vocês também costumam reproduzir costumes e coisas que a gente sempre ouviu da boca de nossas mães? Será que estamos ficando igual a elas? Parece que o jogo virou e elas vão sair por cima, porque, no final de tudo, acabamos desenvolvendo as mesmas manias kkkkk vamos hablar sobre nossas histórias e ler os casos de vocês também!

Cartas de um Terapeuta
#106 - Eu me sinto mãe da minha mãe

Cartas de um Terapeuta

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 42:20


Nesse episódio de reestréia, somos convidados a escutar a história de Valesca (nome fictício), uma mulher de 20 anos que vive para cuidar da imensa tristeza e perda de sentido da vida de sua mãe. Venha comigo escutar essa carta e cuidar dela! Dê o play e se sinta à vontade na oitava temporada do CARTAS DE UM TERAPEUTA!

Budejo
#212. Minha mãe ainda está aqui

Budejo

Play Episode Listen Later Feb 7, 2025 47:26


No nosso primeiro episódio especial do ano, a convidada é a mãe de Pedro. Ao ver 'Ainda estou aqui', ele se lembrou de tudo o que a mãe dele passou pra cuidar dos filhos após a morte do pai. Dona Beta fala de dor, luto e um trabalho exaustivo para criar três filhos sozinha.  ==========CRÉDITOS:- PARTICIPANTES: Pedro Philippe, Vamille Furtado e Dona Beta- EDIÇÃO: Luan Alencar e Pedro Philippe- PRODUÇÃO: Pedro Philippe- TRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira==========APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.