Podcasts about minha m

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Mix Tudo
30.07.26 - Coisas Que Eu Escondi Da Minha Mãe

Mix Tudo

Play Episode Listen Later Jul 30, 2026 32:52


Palavra Amiga do Bispo Macedo
Achei a Davi... agora, quero achar você!!! - Meditação Matinal 29/07/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jul 29, 2026 24:07


“Achei a Davi, Meu servo; com Santo Óleo o ungi,Com o qual a Minha Mão ficará firme, e o Meu Braço o fortalecerá…Ele Me chamará, dizendo: Tu és Meu Pai, Meu Deus, e a Rocha da minha salvação. Também o farei Meu Primogênito mais elevado do que os reis da Terra.” Salmos 89:2O-27

Granum Sinapis
Aprendendo com Maria a ser canal da graça de Deus

Granum Sinapis

Play Episode Listen Later Jul 22, 2026 28:48


Quando tudo parece perdido, o futebol americano recorre à chamada “jogada Ave-Maria”: um lançamento arriscado, feito quase como a última esperança de vitória. A expressão nasceu após jogadores de Notre Dame rezarem uma Ave-Maria antes de jogadas decisivas e voltou a aparecer na história de Project Hail Mary, em que uma missão quase impossível parte em busca da única estrela capaz de oferecer uma esperança para a humanidade. Maria também é essa estrela que aponta para a salvação, não porque guarde a graça para si, mas porque recebe Deus e imediatamente o leva aos outros.Depois da Anunciação, Maria se levanta e parte apressadamente para a casa de Isabel. O amor verdadeiro não permanece parado, protegido ou acomodado: ele sobe montanhas, entra na vida do próximo e se aproxima com delicadeza. Maria chega, saúda e abraça. Como aquela mãe descrita por sua filha como alguém que fazia muitas coisas bem, mas era realmente a melhor em dar abraços, também podemos acolher com os olhos, com o sorriso, com a escuta e com uma presença que faz o outro sentir-se amado. A caridade de Cristo nos impele a sair de nós mesmos e a perguntar: para quais coisas temos pressa?Ao ouvir a voz de Maria, João Batista exulta no ventre materno e Isabel fica cheia do Espírito Santo. Maria recebeu o Espírito na Anunciação e agora se torna canal para que Ele alcance outra família. A comparação com a Arca da Aliança revela a profundidade desse encontro: Davi saltou diante da Arca, João salta diante de Maria; a Arca permaneceu três meses em uma casa, Maria permanece cerca de três meses com Isabel; Davi perguntou como a Arca do Senhor poderia chegar até ele, Isabel pergunta como a Mãe do seu Senhor veio visitá-la. Maria é a nova Arca da Aliança, presença materna que traz Jesus, inspira confiança e, ao mesmo tempo, desperta reverência diante da grandeza de Deus.Quem leva o Senhor dentro de si torna-se semeador de uma alegria que alcança os outros. Maria é bem-aventurada não apenas porque carregou Jesus em seu ventre, mas porque acreditou na Palavra e a colocou em prática. Antes de conceber Cristo na carne, concebeu-o pela fé no coração. Essa mesma fé nos permite acolher Maria sem medo, como São José e Santa Isabel, e abrir completamente as portas para Cristo. Unidos a Nossa Senhora, aprendemos a receber a graça, comunicá-la com generosidade e ajudar muitas pessoas a acreditar, rezando com confiança: “Minha Mãe e Senhora minha, Maria Santíssima, faz com que eu creia!”__________Referências:São João Paulo II: “Abri, escancarai as portas a Cristo!”Project Hail Mary, livro de Andy Weir e adaptação cinematográfica

Homilias - IVE
”Eis minha mãe e meus irmãos"

Homilias - IVE

Play Episode Listen Later Jul 21, 2026 5:23


Homilia Padre Pablo Perez, IVE: Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 12,46-50Naquele tempo,enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele.Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora,e querem falar contigo".Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?"E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos.Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe".Palavra da Salvação.

Ao Vivo
Picas: "Não há distinção entre a minha música e o meu nome"

Ao Vivo

Play Episode Listen Later Jun 26, 2026 16:22


Picas apresenta o disco de estreia "Vendavais", onde explora temas autobiográficos e provocadores. A cantora prepara um espetáculo especial para o dia 10 de julho no NOS Alive.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Kiwicast - O Podcast da Kiwify
Minha Mãe Tinha 56 Anos e Vendemos a Cama Para Ganhar em Dólar | Luiz Eduardo e Neide | Kiwicast #709

Kiwicast - O Podcast da Kiwify

Play Episode Listen Later Jun 17, 2026 64:13


No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Neide e Luiz, mãe e filho que viraram sócios no digital e hoje somam mais de R$2,5 milhões faturados, incluindo R$1,5 milhão em um único lançamento no mercado americano.A história começa em Juazeiro do Norte, no Ceará. Mariatrabalhou desde os 12 anos como empregada doméstica, passou por comércio, restaurante, vendas de bolsa, bijuteria e foi representante de marca de sandália no interior do Ceará. Em julho de 2023, aos 56 anos, descobriu o marketing digital. Quando chegou em casa animada para contar ao filho, Luizachou que era golpe. Levou três meses para convencê-lo.Para investir no mercado sem dinheiro, venderam o quetinham: liquidificador, televisão, cama, poltrona. Foram all-in sem garantia nenhuma. Levaram 6 meses para fazer a primeira venda. Mudaram de cidade. E foram.Hoje moram em Florianópolis, nos Ingleses, perto da praia.Ensinam outras pessoas a garimpar e lançar produtos no mercado americano usando Google Fundo de Funil, uma estratégia que os brasileiros quase não conhecem e que eles chamam de mar azul.No Kiwicast, eles falaram sobre:●      Como venderam os móveis de casa para investir no digital sem nenhuma garantia●      Por que Luiz achou que era golpe e o que o fez mudar de ideia●      Como funciona o método de lançamento no mercado americano●      Por que o Google Fundo de Funil ainda é mar azul para produtores brasileiros●      O que separa quem destrava de quem fica parado entre os mais de 1.000 alunosAprenda com quem vive o mercado digital na prática.Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.Nosso Instagram é @Kiwify

Palestras e Estudos do Ceasa
Quem é minha mãe e quem são meus irmãos - 15.06.2026 - Evantuil Nascimento

Palestras e Estudos do Ceasa

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 57:25


Palestra do Evangelho Segundo o Espiritismo do CEASA - Sessão da tarde - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil

Palestras e Estudos do Ceasa
Quem é minha mãe e quem são meus irmãos - 15.06.2026 - Gisele Mesquita

Palestras e Estudos do Ceasa

Play Episode Listen Later Jun 16, 2026 49:31


Palestra do Evangelho Segundo o Espiritismo do CEASA - Sessão da noite - Centro Espírita Abel Sebastião de Almeida - Rio de Janeiro - Brasil

Alta Definição
João Cancelo: “Lembro-me do último grito da minha mãe e de tentar levantar o carro para tirá-la de lá. Forma milésimos de segundo que mudaram a minha vida para sempre”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jun 13, 2026 56:15


Nesta entrevista ao Alta Definição, longe dos relvados, João Cancelo revela a Daniel Oliveira momentos profundamente marcantes da sua vida pessoal, num testemunho raro de um dos futebolistas portugueses mais reconhecidos internacionalmente. O lateral, atualmente com 32 anos, partilhou com abertura pouco habitual o trauma que moldou a sua vida e carreira: o acidente de viação que vitimou a sua mãe quando tinha apenas 17 anos. Com uma narrativa que oscilou entre a serenidade de quem já fez as pazes com o passado e a emoção de quem ainda carrega essa perda, Cancelo descreveu os instantes imediatamente após o acidente com uma clareza perturbadora. “Lembro-me do último grito da minha mãe. Lembro-me do meu irmão a chorar. Eu tentei levantar o carro para tirar a minha mãe debaixo do carro e não consegui”, confessou. Para além do relato do trágico acidente, a conversa percorreu outros episódios igualmente reveladores de uma vida pautada pela adversidade e resiliência, desde a infância humilde no Barreiro, com um pai emigrante na Suíça e uma mãe que acumulava três empregos por dia, até ao assalto violento que sofreu em Manchester. O futebolista falou ainda da morte súbita do seu colega Diogo Jota, com quem partilhava o balneário da seleção nacional, e da forma como essa perda reavivou a sua própria dor. Mas foi ao refletir sobre o legado familiar que Cancelo mostrou a sua convicção mais profunda: “Houve uma vida antes da minha mãe falecer e depois da minha mãe falecer. Completamente diferente, porque comecei a ver a vida de outra maneira. Tive que crescer muito rápido”. A emissão deste episódio aconteceu a 13 de junho na SIC e a sinopse foi gerada com apoio de Inteligência Artificial. Saiba mais sobre a aplicação desta tecnologia nas redações do Grupo Impresa. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Juliana Goes Podcast
155. O que minha mãe me ensinou sobre coragem, saúde e longevidade aos 75 anos | Juliana Goes Podcast

Juliana Goes Podcast

Play Episode Listen Later Jun 8, 2026 28:51


Minha mãe tem 75 anos. Depois de enfrentar cirurgias, quimioterapia, exames, medos e um dos períodos mais desafiadores da sua vida, ela tomou uma decisão que me emocionou profundamente, ela começou algo novo.Neste episódio do Juliana Goes Podcast, compartilho uma história muito pessoal sobre protagonismo, longevidade, saúde, autonomia, envelhecimento ativo e a importância de não desistir das pessoas que amamos, sem tentar controlá-las.Falamos sobre:✨ Como incentivar alguém sem invadir seus limites✨ A diferença entre agir pela pressão ou pela bondade✨ Saúde física, musculação e longevidade✨ O impacto da mentalidade na recuperação emocional e física✨ Comparação, identidade e autoconfiança✨ O papel das relações e da vida social na saúde mental✨ Como recomeçar em qualquer idade✨ Por que nunca é tarde para levar a si mesma a sérioEssa é uma conversa sobre mães, filhas, envelhecimento, coragem e sobre a tendência que temos de acreditar que já passou da hora de começar.Talvez não tenha passado, talvez você ainda tenha mais tempo do que imagina.

Vozes da Vez
Juliana Linhares: “Minha mãe me levou para o teatro quando eu era criança e acabou me dando uma vida inteira.”

Vozes da Vez

Play Episode Listen Later May 30, 2026 61:04


Juliana Linhares é a convidada do Vozes da Vez. Cantora, compositora, atriz, mulher nordestina de voz forte e presença daquelas que ocupam o espaço sem pedir licença.Uma artista extraordinária que transforma canção em corpo, discurso, delicadeza e também em enfrentamento.Em seu novo disco, “Até cansar o cansaço”, Juliana pega esse esgotamento que atravessa o nosso tempo e devolve em forma de arte, sonho e movimento.Um disco que fala sobre exaustão, mas sem abrir mão da beleza, da poesia e da capacidade de inventar futuros possíveis.Uma das artistas mais interessantes e potentes da nova geração, Juliana é daquelas que cantam com a alma inteira e nessa conversa ela abre todo seu coração.Aproveite essa grande artista.

John Piper Responde
Minha mãe está morrendo — o que devo dizer a ela?

John Piper Responde

Play Episode Listen Later May 22, 2026 7:48


Família Hoje
Minha mãe está com demência e não pode mais morar sozinha

Família Hoje

Play Episode Listen Later May 20, 2026 7:13


Episódio do dia 20/05/2026, com o tema: Minha mãe está com demência e não pode mais morar sozinha. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues O ato de cuidado requer o entrelaçamento da objetividade com a sensibilidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Mix Tudo
07.05.26 - Uma Lembrança Com A Minha Mãe

Mix Tudo

Play Episode Listen Later May 7, 2026 36:16


Família Hoje
Minha mãe está com vergonha de sair de casa

Família Hoje

Play Episode Listen Later May 6, 2026 5:34


Episódio do dia 06/05/2026, com o tema: Minha mãe está com vergonha de sair de casa. Apresentação: Kléber Lima e Kaká Rodrigues Constrangimentos reais sempre têm soluções reais. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Rádio Minghui
Programa 1550: “A ilusão da doença da minha mãe visava meus apegos”

Rádio Minghui

Play Episode Listen Later Apr 25, 2026 6:44


Bem-vindo à Rádio Minghui. As transmissões incluem assuntos relativos à perseguição ao Falun Gong na China, entendimentos e experiências dos praticantes adquiridas no curso de seus cultivos, interesses e música composta e executada pelos praticantes do Dafa. Programa 1550: Experiência de cultivo da categoria Autoaprimoramento intitulada: “A ilusão da doença da minha mãe visava meus apegos”, escrita por uma praticante do Falun Dafa na província de Hubei, China.

MANÁ - Devocionais e Mensagens
Palavra #594 - O teu amanhã Eu sustento na palma da minha Mão.

MANÁ - Devocionais e Mensagens

Play Episode Listen Later Apr 10, 2026 64:21


Graça e Paz, Todos os dias renascem com uma nova esperança!Apóstolo Júnior Neri.

Antisilêncio
#116 - MINHA MÃE SENTIU ORGULHO DE MIM? | Kativeiro Cast

Antisilêncio

Play Episode Listen Later Apr 2, 2026 65:07


ALERTA DE EPISÓDIO ALTAMENTE EMOCIONANTE!!!Este é um episódio completamente diferente de todos os outros.Por diversas vezes eu tentei seguir o roteiro, mas não teve como...Após 7 anos do falecimento da minha mãe, eu divido com vocês um pouco da imensidão da minha devoção pela figura materna.E se você soubesse quantas horas você tem com a sua mãe até o dia em que ela irá partir?Você estaria em paz?#mãe #sermãe #maternidade #kativeirocast #trauma #terapia

Alta Definição
“Eu quero ser o sítio que a minha mãe vai quando precisa de chorar. Eu não quero que ela chore sozinha”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Mar 28, 2026 47:33


Aos 31 anos, Mafalda Castro senta-se no estúdio que considera casa para um regresso às origens e uma viagem íntima pelas memórias, perdas, conquistas e fragilidades que a moldaram. “Ainda há muito da Mafalda miúda em mim”, confessa, entre sorrisos e recordações onde o baloiço do jardim e os domingos de família ganham ecos de eternidade. No olhar, traz a mãe – “era só mãe e pai, não havia espaço para fragilidades”, admite ao relembrar o impacto do diagnóstico de esclerose múltipla – e no colo cabe agora o filho, Manel: “A maternidade mudou tudo. A vida deixou de girar à minha volta para eu girar à volta dele, e isso fez-me ainda mais feliz”. Radialista, apresentadora, influenciadora, Mafalda revisita o engenho e a inocência, o nervo destemido de quem se apresentou à rádio de olhos postos nos ídolos e a vontade obstinada de “provar todos os dias que a autenticidade é o que fica”. Recusa fórmulas feitas ou rótulos: “Prefiro falhar sendo eu do que acertar sendo outra pessoa”. Nesta conversa sem rede, Mafalda revela a urgência de viver o presente e repete o conselho para si própria e para quem lê: “Não esperes que adivinhem o que queres. Passa tempo com as pessoas que amas”See omnystudio.com/listener for privacy information.

Alta Definição
Evandro Gomes: “Cheguei a não ter comida na mesa, partilhávamos pão e leite entre oito pessoas. Pedi 50 cêntimos à minha mãe e ela nem 10 tinha na conta”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Mar 21, 2026 50:31


Evandro Gomes é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição em podcast. O ator interpreta Salvador na novela da SIC “Páginas da Vida”. Evandro recorda as dificuldades na infância e as muitas mudanças de escola e cidade. “Preferiria viver com dificuldades para o resto da vida, mas ter amor dentro de mim, do que ter uma mansão gigante e estar sempre chateado”, garante. Cresceu numa família numerosa e chegou a faltar “comida na mesa”. Hoje, um dos seus sonhos é criar uma associação que apoie este tipo de famílias. Quando era jovem tinha uma outra paixão, ainda assim já tinha curiosidade na arte de representar. “Cresci com o sonho de ser futebolista, estive muito perto. Quando era miúdo disse à minha mãe: ‘Acabo a carreira aos 30 anos e vou contracenar com o Denzel Washington”, recorda. Quando jogava futebol chegou a ser alvo de insultos racistas. O sonho de se profissionalizar acabou quando rasgou o tendão de Aquiles, semanas antes de ir assinar um contrato. O ator relembra ainda uma fase em que chegou a dormir na rua e realça a importância de Deus na sua vida, em particular num momento muito complicado em que queria desistir. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, em podcast, emitido na SIC a 21 de março. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
Reencontrei minha mãe biológica 34 anos depois de ter sido deixada num prédio

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Mar 19, 2026 11:05


Carol tinha apenas 3 dias de vida quando foi deixada no portão de um prédio. O porteiro ouviu o choro, avisou a família que mais gostava no condomínio e, em poucos minutos, aquele bebê já estava nos braços de quem escolheria amá-la para sempre.Enquanto o processo de adoção seguia por anos, Carol crescia cercada de amor, mas ainda assim, havia uma ausência que ela não sabia explicar: sua origem, o motivo de ter sido deixada.Na escola, em casa, no espelho, ela também cresceu tentando entender quem era. Era a única menina negra numa família branca, carregando inseguranças, medo de rejeição e a sensação de não se encaixar por completo. Mesmo sem saber quase nada sobre a mãe biológica, Carol nunca alimentou raiva. Rezava por ela e pedia que estivesse viva, bem, em paz. Como se, em algum lugar, uma parte sua ainda estivesse com aquela mulher.Já grande, Carol começou a buscar quem era sua mãe biológica, pois ela tinha um nome, um sobrenome registrados no hospital onde ela nasceu. Até que, em 2019, ao escrever esse nome de um jeito diferente numa rede social, Carol encontrou um rosto. E, ao olhar aquela foto, sentiu o mundo parar. Era como olhar para si mesma.Carol encontrou uma amiga em comum com a mulher no Facebook e enviou uma carta contando a história. Do outro lado, veio um áudio e uma verdade guardada por 34 anos. A mulher que a deixou nunca a esqueceu, também sonhava com esse reencontro, também carregava culpa, dor e saudade.Quando finalmente se abraçaram, no meio de um shopping, foi um abraço sem cobrança, sem mágoa. E, a partir dali a vida, enfim, costurou o que parecia impossível: a filha deixada, a mãe que sofreu, a mãe que criou. Hoje, as duas mães são amigas, se gostam e fazem parte da mesma história. Porque às vezes o amor não apaga a dor do começo, mas transforma o fim em cura.

A Vida Breve
João de Melo - Literatura de minha mãe.

A Vida Breve

Play Episode Listen Later Mar 11, 2026 3:47


Em cada dia, Luís Caetano propõe um poema na voz de quem o escreveu.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Podcast Cinem(ação)
#634: Iafa Britz: Da Sala Errada ao Topo das Bilheterias

Podcast Cinem(ação)

Play Episode Listen Later Feb 27, 2026 94:01


Rafael Arinelli e Marina Oliveira recebem Iafa Britz, a produtora que entrou na sala errada e nunca mais saiu do cinema. Literalmente. Ela foi fazer um curso de computação gráfica na Fundição Progresso, errou de porta e caiu numa aula de produção audiovisual. O resto é história (e blockbuster).Da era do deserto pós Embrafilme às franquias bilionárias de Minha Mãe é uma Peça, Iafa construiu a Migdal Filmes com um pacto pessoal: usar o sucesso comercial para bancar projetos de impacto social e diretores estreantes. É o cinema como devolução à sociedade, sem romantismo barato.Mas o papo vai fundo: a crise após a morte de Paulo Gustavo, o esgotamento num mercado que virou "jogo de adultos", e como a formação em psicologia salvou sua relação com o audiovisual. Iafa não tem papas na língua para falar sobre ego inflado, indústria tóxica e a necessidade de ter vida fora do set para não pirar de vez.Entre Cássia Eller, Descontrole e a adaptação de Geni pela Ana Muylaert, ela segue firme na "república dos excluídos". Porque cinema bom é aquele que mexe em ferida aberta, e Iafa sabe disso melhor que ninguém.• 03m41: Pauta Principal• 1h17m20: Plano Detalhe• 1h26m07: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio CoqueletFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Marina): Podcast: Desculpa o Transtorno• (Marina): Podcast: É tudo culpa da cultura• (Iafa): Filme: Descontrole• (Iafa): Exposição: MAR• (Rafa): Livro: Film Business: O Negócio do Cinema• (Rafa): Filme: Valor SentimentalEdição: ISSOaí

Gama Revista
Iafa Britz: parar de beber

Gama Revista

Play Episode Listen Later Feb 8, 2026 37:19


Como anda sua relação com o álcool? Como identificar que algo está fora de controle? Será que você consegue identificar quando amigos e familiares talvez estejam precisando de ajuda? "A bebida está em todos os lugares. É associada a eventos familiares, esportivos, ao prazer, ao relaxamento, tanto um remédio para a tristeza quanto para a comemoração", lembra Iafa Britz, convidada deste episódio.Britz é produtora do filme "(Des)controle" (2026), em cartaz nos cinemas e que traz Carolina Dieckmann interpretando Kátia Klein, uma escritora de 45 anos em uma crise criativa -- e que recorre a bebida para lidar com diferentes questões.O longa é inspirado em histórias reais relacionadas ao alcoolismo e particularmente na trajetória de Iafa. À frente da Migdal Filmes, Britz já produziu obras como a trilogia de “Minha Mãe é Uma Peça”, recorde de público no cinema nacional, “Caramelo” (2025) e, mais recentemente, “(Des)Controle”, filme com direção de Rosane Svartman e Carol Minêm.Na conversa com Gama, a convidada deste episódio fala do filme, da sua relação com o álcool, dos motivos que a fizeram procurar ajuda e sobre a sua trajetória em busca da sobriedade. "Quando você fala que não vai beber as pessoas ficam incomodadas. É como se quem não está bebendo quebrasse uma espécie de pacto", diz.Roteiro e apresentação: Luara Calvi Anic

Histórias para ouvir lavando louça
Minha mãe sumiu numa excursão para Aparecida e foi encontrada atropelada

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Feb 5, 2026 12:48


Essa é uma história que a gente não gostaria de ter quer contar. A mãe da Ale nasceu na roça, primeira filha de dois avós negros presos a um trabalho sem salário, apenas pela promessa de um teto sem conforto. Ela viu o pai sair para trabalhar e não voltar. Depois viu a mãe sair para tentar um recomeço e achou que também nunca mais a veria.Quando engravidou, foi expulsa sem nem poder pegar as próprias roupas e partiu para São Paulo com o namorado, levando uma mala só e um enxoval pequeno. Ele saiu dizendo que buscaria um lugar melhor e nunca mais voltou também.Ela sobreviveu ajudando feirantes em troca de comida, conheceu o pai de Ale, teve filhos, viveu perdas cedo demais e, mesmo sem ter aprendido a ler, amava livros. A Mãe da Ale costurava enquanto a filha lia em voz alta. Nos fins de semana chuvosos, a casa virava abrigo: o som da máquina, a voz da filha, e uma risada que parecia desafiar a vida.Aos 75 anos, ela já se confundia às vezes, mas seguia fazendo tudo. Até o dia em que foi para uma excursão com seus amigos de anos da igreja e não voltou para casa. As pessoas da excursão disseram que na parada, quando todos retornaram para o ônibus, ela não estava mais lá. E essas pessoas deixaram para a família o impossível: saber por onde começar. Não houve ajuda.As câmeras da parada mostraram a mãe de Ale descendo junto com as outras pessoas, depois se afastando devagar, sendo engolida pela multidão… Depois, nada.Ale transformou a revolta em busca, principalmente quando encontrou a mãe, que havia sido encontrada 7km de distância o local, atropelada. A situação foi tão grave que ela não pôde sequer reconhecer o corpo, que havia sido reconhecido pelos peritos pelas digitais. Para a Ale, a dor maior não foi só a perda, mas a indiferença nessa situação. As pessoas da excursão, amigos de anos da família, sequer foram no enterro. Não rezaram uma Ave Maria. Hoje, a Ale carrega a mãe nas lembranças, na coragem e na decisão de contar essa história atrás de respostas.

Palavra Amiga do Bispo Macedo
As Minhas ovelhas ouvem a Minha Voz, e Me obedecem... - Meditação Matinal 31/01/26

Palavra Amiga do Bispo Macedo

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 33:20


"As Minhas ovelhas ouvem a Minha Voz, e Eu conheço-as, e elas Me seguem; E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da Minha Mão." João 10:27-28

Alta Definição
Vanessa Giácomo: “Não entendi porque minha mãe partiu tão cedo. Foi difícil ficar sem falar com ela, sem a opinião dela, sem um olhar dela”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jan 31, 2026 45:46


Entre a mudança para Portugal, o desafio de integrar uma nova novela da SIC e a gestão da vida familiar, a atriz brasileira Vanessa Giácomo descreve um momento de transformação vivido com entusiasmo e assente numa filosofia de constante reinvenção: “Eu, como artista, quero sempre algo novo, diferente, que me movimente, que me faça o coração bater mais forte”. A chegada a Portugal — que descreve como “um país que eu amo” — significa, para Giácomo, um reencontro com uma cultura na qual se sente próxima e um terreno fértil para novas relações profissionais, destacando a recepção calorosa de colegas como Cláudia Vieira. Mas é no território íntimo que a atriz mais se expõe, revisitando memórias da mãe, cuja morte precoce permanece como cicatriz e guia emocional: “A minha mãe sempre me colocou no lugar de ter muita confiança”, recorda, explicando como essa herança molda hoje a mãe que procura ser. Na sua profissão, assume-se disciplinada e crítica, mas sempre aberta à escuta e ao erro, defendendo que o equilíbrio entre elogio e crítica é essencial para o crescimento artístico. Apesar da fama consolidada, Vanessa orgulha-se, sobretudo, de “não ter mudado o meu jeito de ser por nada”. O Alta Definição foi exibido na SIC a 31 de janeiro.See omnystudio.com/listener for privacy information.

O Assunto
REPRISE - Ana Maria Gonçalves, a 1ª mulher negra na ABL

O Assunto

Play Episode Listen Later Dec 30, 2025 34:28


Convidada: Ana Maria Gonçalves, autora de "Um defeito de cor". 2025 marcou um capítulo histórico para a cultura brasileira: a escritora Ana Maria Gonçalves chegou à Academia Brasileira de Letras. Foi a primeira vez em 128 anos que uma mulher negra assumiu uma cadeira na ABL. Nesta terça-feira, 30 de dezembro, O Assunto reprisa a conversa de Natuza Nery com Ana Maria Gonçalves, gravada dias antes da posse da escritora na ABL. A autora do livro que se tornou um marco de nossa cultura contemporânea discute o lugar da mulher negra na literatura brasileira. Ana Maria conta como foi a construção da protagonista Kehinde, mulher africana que sobrevive à travessia do Atlântico e à violência da escravidão no Brasil. Kehinde foi inspirada na vida de Luísa Mahin, mãe do poeta e advogado Luiz Gama – figura-chave do abolicionismo brasileiro. Na conversa, Ana Maria discorre sobre as diferenças entre o Brasil de 2006 – ano em que seu principal romance foi publicado – e o país de hoje. "Um defeito de cor" venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, um dos mais importantes da América Latina. Em 2024, o livro foi tema do samba-enredo da escola de samba Portela. Ao longo do episódio, trechos de “Um defeito de cor” são lidos pela jornalista Maju Coutinho e pelo ator Lázaro Ramos – ele dá voz a estrofes do poema “Minha Mãe”, de Luiz Gama, e de cartas escritas pelo autor.

BBC Lê
'Descobri que minha mãe biológica era a dona da padaria que eu frequentava'

BBC Lê

Play Episode Listen Later Dec 4, 2025 11:05


Vamarr Hunter sempre sentiu um vínculo especial com a dona da sua padaria favorita, mas nunca imaginou que ela poderia ser sua mãe biológica, que ele não conhecia.

O Assunto
Ana Maria Gonçalves, a 1ª mulher negra na ABL

O Assunto

Play Episode Listen Later Nov 3, 2025 33:40


Convidada: Ana Maria Gonçalves, autora de "Um defeito de cor". Na próxima sexta-feira (7), a escritora Ana Maria Gonçalves vai assumir a Cadeira n° 33 da Academia Brasileira de Letras (ABL). A posse da autora do livro “Um defeito de cor” será histórica: pela primeira vez uma mulher negra terá assento na instituição de 128 anos. Às vésperas do evento, Ana Maria Gonçalves conversa com Natuza Nery. A autora do livro que se tornou um marco de nossa cultura contemporânea discute o lugar da mulher negra na literatura brasileira. Ana Maria conta como foi a construção da protagonista Kehinde, mulher africana que sobrevive à travessia do Atlântico e à violência da escravidão no Brasil. Kehinde foi inspirada na vida de Luísa Mahin, mãe do poeta e advogado Luiz Gama – figura-chave do abolicionismo brasileiro. Na conversa, Ana Maria discorre sobre as diferenças entre o Brasil de 2006 – ano em que seu principal romance foi publicado – e o país de hoje. "Um defeito de cor" venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, um dos mais importantes da América Latina. Em 2024, o livro foi tema do samba-enredo da escola de samba Portela. Ao longo do episódio, trechos de “Um defeito de cor” são lidos pela jornalista Maju Coutinho e pelo ator Lázaro Ramos – ele dá voz a estrofes do poema “Minha Mãe”, de Luiz Gama, e de cartas escritas pelo autor.

Renascença - Extremamente Desagradável
A minha Mãe com o teu Pai

Renascença - Extremamente Desagradável

Play Episode Listen Later Oct 31, 2025 12:52


Joana Marques viu o novo reality show ("experiência social") da SIC, para que mais ninguém tenha de passar por isso.

Receios Obscuros
Histórias Reais de Terror - EP #217 - Quando minha Pomba gira se mostrou para mim! / Agora estou aqui / Não era minha mãe

Receios Obscuros

Play Episode Listen Later Sep 29, 2025 14:19


Fala pessoal, tudo certo? Cheguei com esse episódio assustador, recheado de relatos sobrenaturais dos ouvintes! Dia 1 de Outubro começa o nosso especial de Halloween, fiquem ligados porque vai ser frenético!

Histórias para ouvir lavando louça
Seu filho vai ser um anão de circo: foi o que o médico disse para minha mãe depois do parto

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Sep 11, 2025 7:02


Desde o nascimento, a vida de Pedro Henrique foi atravessada por olhares e palavras que tentaram reduzir quem ele poderia ser. Sua primeira experiência com o capacitismo havia sido poucas horas depois dele nasceu, quando o médico disse à sua mãe, ainda na maternidade: “ele vai ser tipo um anão de circo”. A frase marcou o início de uma trajetória em que sobreviver significou enfrentar, diariamente, um mundo que insiste em não enxergar pessoas com deficiência como iguais.Prematuro de oito meses, Pedro foi direto para a UTI. Sua mãe o reencontrou cheio de tubos e, assustada com os diagnósticos duros, chegou a pensar que talvez fosse melhor o filho não sobreviver a tanto sofrimento. Mas o Pedro sobreviveu e logo descobriu que viver com deficiência seria enfrentar o capacitismo em cada espaço.Na infância, seu primeiro contato com a representação do nanismo foi com os anões da Branca de Neve, retratados como adultos infantilizados. Na escola, o preconceito foi ainda mais cruel quando ele muda de um colégio de bairro, onde todos o conheciam, e vai para uma escola muito maior.Na escola nova, que era religiosa, ele ouviu de professores e colegas que era um karma para os pais. Ao mesmo tempo, assistia à TV transformar pessoas como ele em piada, e nas ruas sofria agressões físicas e verbais. Lembra do “pedala Robinho” popularizado pelo Pânico na TV? A tudo isso se somava ainda a homofobia. Ainda criança, Pedro sabia que se interessava por meninos, mas estudava em uma escola religiosa que dizia que isso era pecado. Imagina uma pessoa com deficiência, que já é vista como uma provação para família, se assumir homossexual? Impossível.Foram quase trinta anos até ele conseguir se assumir como homem com deficiência e como homem gay. Só então começou a se reconhecer digno de existir, de se olhar no espelho e se sentir desejado.Mas no campo afetivo, as marcas do capacitismo persistiam: “fica, mas não assume”, “fica, mas não leva pra família”. Para o Pedro, a exclusão aparece nas relações, nas festas, nos trabalhos que nunca chegam.Hoje, ele é diretor, roteirista, ator, jornalista e influenciador. Vai com medo, mas vai. Porque acredita que pessoas com deficiência não só produzem arte como também transformam as narrativas de um país que insiste em não incluí-las.

Quem Ama Não Esquece
MINHA MÃE GEROU MINHA FILHA - HISTÓRIA DA JÉSSICA | QUEM AMA NÃO ESQUECE 09/09/25

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Sep 9, 2025 17:39


Jéssica conheceu Jefferson no ensino médio e, desde cedo, sonharam em formar uma família. Durante a faculdade, ela começou a sentir sintomas estranhos e, após meses de exames, recebeu o diagnóstico de esclerodermia sistêmica, uma doença autoimune rara. Com apoio do marido, enfrentou tratamentos difíceis, se casou e, já estabilizada, sonhou em engravidar, mas ouviu dos médicos que uma gestação seria de alto risco. Abalada, viu na barriga solidária uma possibilidade e, para sua surpresa, sua mãe se ofereceu para gerar o bebê. Após um processo delicado de reprodução assistida, apenas um embrião sobreviveu, era sua única chance. Contra todas as probabilidades, a gestação deu certo e, meses depois, nasceu Hadassa, sua filha tão sonhada. A experiência transformou a vida de Jéssica e reforçou sua fé de que, mesmo quando os planos parecem desmoronar, os de Deus são sempre maiores e melhores.

Aprenda Inglês com música
Como dizer em inglês: "Eu conheço você como a palma da minha mão" #reviewaicm

Aprenda Inglês com música

Play Episode Listen Later Aug 29, 2025 3:33


Este é só um trecho da aula completa da música "Somewhere Only We Know" com Keane, que você encontra aqui no podcast "Aprenda Inglês com Música". Use a lupa do podcast para encontrar a aula completa para ouvir ;) Quer dar aquele up no seu inglês com a Teacher Milena ?

Som a Pino Entrevista
Agnes Nunes: 'A minha música é reflexo do que eu sinto'

Som a Pino Entrevista

Play Episode Listen Later Aug 21, 2025 32:59


Roberta Martinelli conversa com Agnes Nunes sobre carreira, família e mercado da música.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
Meu pai é gay, minha mãe é hétero e os dois decidiram me ter juntos

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Aug 19, 2025 5:46


"Esse é meu pai. Ele é gay. Essa é minha mãe. Ela é hétero. Eles são amigos". É assim que Alyce costuma se apresentar quando alguém pergunta sobre sua história. Não é uma resposta que costuma vir sozinha. Ela geralmente vem acompanhada de um olhar curioso, confuso ou até chocado. Mas, pra Alyce, tudo sempre foi muito simples: ela nasceu de um desejo comum. E de um afeto verdadeiro.Os pais de Alyce se conheceram num churrasco na casa do tio dela, que também era gay, embora ninguém soubesse ainda. No meio dessa festa, nasceu uma amizade entre a mãe de Alyce e seu futuro pai. Uma amizade tão forte que fez com que ele passasse a frequentar a casa com frequência.O tempo foi passando, a amizade foi ficando mais sólida, e ele começou a brincar que queria ter um filho com ela. No começo, ela achava que era só piada. Até que, cinco anos depois, eles decidiram que sim: iriam tentar. Naturalmente, sem inseminação, sem processo médico. Com afeto, confiança e consentimento.Foram três tentativas até que desse certo. E quando a notícia da gravidez chegou, por meio de uma cólica que parecia ser renal, mas era só a Alyce dizendo "cheguei", ele ficou eufórico. Ligou pra todo mundo. Queria contar ao mundo que ia ser pai.Muitos achavam que por ele ser um homem gay, não seria presente. Pelo contrário: ele sempre esteve lá. Acordava de madrugada, se preocupava com os cuidados, foi presente em todas as fases. Foi acolhido pela família da mãe dela, morou com elas, e nunca escondeu quem era. Alyce cresceu ouvindo que seu pai era gay. Cresceu indo à Parada com ele no colo. Viu de perto o que era diversidade. Viveu, em casa, a experiência do respeito.

Rádio Comercial - Momentos da Manhã
Tenho uma mosca em cima da minha mão!

Rádio Comercial - Momentos da Manhã

Play Episode Listen Later Jul 29, 2025 3:54


Uma mosca morta, um gato gordo e um gato gatuno!

Alta Definição
Carlos Lopes: “A minha mãe nunca viu uma corrida minha, nem a do ouro nos Jogos Olímpicos. Dizia ‘estão a matar-te, estás muito magrinho'”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jul 12, 2025 50:39


Carlos Lopes, o primeiro atleta olímpico português a vencer uma medalha de ouro, é o convidado de Daniel Oliveira, no Alta Definição. Em 1984, o hino nacional ouviu-se em Los Angeles e a bandeira portuguesa era hasteada. Carlos Lopes foi o primeiro a atravessar a meta, na prova de maratona masculina. “Se as pessoas estavam acordadas para ver a prova às 3h da manhã, significa que acreditavam que era possível eu ser campeão olímpico”, salienta Carlos Lopes. Hoje com 78 anos, conta como foi crescer em Vildemoinhos, Viseu. “Aos 13 anos senti a necessidade de ir trabalhar para ajudar a família. Ninguém me pediu, os meus pais ficaram incrédulos, os professores queriam que continuasse a estudar”, recorda. Apesar de ter conquistado um dos mais importantes marcos do desporto em Portugal, recusa o rótulo de herói. “Nunca fui nem trabalhei para o ser. Trabalhei para fazer coisas diferentes dos outros, isso é que me faz feliz” Ouça aqui o Alta Definição em podcast, emitido na SIC a 12 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Histórias para ouvir lavando louça
O Alzheimer fez eu me aproximar da minha mãe

Histórias para ouvir lavando louça

Play Episode Listen Later Jul 3, 2025 10:55


O Alzheimer fez a Cláudia se aproximar da mãe, com ela tinha uma relação muito complexa. Cláudia passou 63 anos sob o mesmo teto que a mãe, unidas quase só pela rotina. A infância foi dura: a mãe, criada num quintal onde havia até uma “cela” de castigo, reproduziu a rigidez que aprendera. Quando o irmão preferido morreu, aos 14 anos, Cláudia carregou a sensação de ser a filha “errada”. Mesmo adulta, não saiu de casa: o cuidado permaneceu, mas o afeto nunca chegou por parte da sua mãe.Já com a mãe idosa e uma relação distante, vieram os pequenos esquecimentos: despedidas repetidas, panelas queimadas, noites em claro. Quando foram procurar um médico, o diagnóstico de Alzheimer fez Cláudia perguntar se a mãe acabaria esquecendo dela. Ali nasceu a urgência de reconstruir um vínculo que nunca existiu.A doença levou a mãe de volta a um tempo em que procurava a “Cláudia criança”. Para acalmá-la, a filha aprendeu a linguagem do toque e da música: mãos no rosto, olhos nos olhos, canções antigas. Foi nesse espaço que, pela primeira vez, Cláudia ouviu “eu te amo” de quem nunca soube demonstrar amor. Secar louça dançando virou um ritual para as duas, e esses momentos foram parar na internet, no canal “O Bom do Alzheimer”, porque foi a partir da doença que veio a leveza entre elas.Hoje, aos 90, a mãe fala pouco e depende de tudo. Os banhos antes cheios de gritos agora acontecem em silêncio, não por compreensão, mas pela progressão do Alzheimer. Cláudia encara cada dia como um ensaio para a despedida lenta, sem perder a ternura que finalmente brotou daquela relação entre mãe e filha.Nas palestras e no livro que escreveu, ela repete o alerta: mudanças bruscas de comportamento não são “coisa da idade”. O Brasil esta envelhecendo, e reconhecer cedo sinais como esquecimento constante faz diferença. Foi assim que Cláudia transformou um diagnóstico em oportunidade de amor, mesmo que tardio. Aproveitando, o Alzheimer não trouxe nenhum castigo divino; mas trouxe a chance de, antes do esquecimento completo, lembrar que ainda era possível dizer: mãe, eu estou aqui.O livro da Cláudia "O Bom do Alzheimer" você compra aqui: https://amzn.to/3G9scPgFoto da capa: Estadão

Alta Definição
Pedro Gonçalves: “Passei muito tempo com a minha mãe quando teve uma depressão. Desde pequeno que jogo futebol para poder ajudá-la e dar-lhe todas as condições”

Alta Definição

Play Episode Listen Later Jun 28, 2025 46:32


Pedro Gonçalves (mais conhecido como Pote), jogador de futebol do Sporting, é o mais recente convidado de Daniel Oliveira no programa Alta Definição. Família, carreira e superação são os três pilares do jovem atleta leonino. Desde os receios e inseguranças desportivas à concretização pessoal e familiar, Pedro Gonçalves abre o seu lado mais íntimo com Daniel Oliveira. Saúde mental, desafios sociais e a pressão da modalidade, são alguns dos temas que marcam o percurso do jovem leão. Oiça aqui o Alta Definição emitido na SIC a 28 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Budejo
REPRISE - #212. Minha mãe ainda está aqui

Budejo

Play Episode Listen Later Jun 25, 2025 43:57


[Relançamos o primeiro episódio especial de 2025, porque este foi um dos programas que o Spotify derrubou por conta do uso de música com direitos autorais. Caso você queira ouvir o episódio exatamente da forma que ele foi idealizado, recomendamos que você escute em qualquer outra plataforma, como Orelo.] No nosso primeiro episódio especial do ano, a convidada é a mãe de Pedro. Ao ver 'Ainda estou aqui', ele se lembrou de tudo o que a mãe dele passou pra cuidar dos filhos após a morte do pai. Dona Beta fala de dor, luto e um trabalho exaustivo para criar três filhos sozinha.  ==========CRÉDITOS:- PARTICIPANTES: Pedro Philippe, Vamille Furtado e Dona Beta- EDIÇÃO: Luan Alencar e Pedro Philippe- PRODUÇÃO: Pedro Philippe- TRILHA ORIGINAL: Victor Oliveira==========APOIE O BUDEJO:Para nos ajudar a continuar produzindo conteúdos como estes, considere nos apoiar financeiramente pela ORELO, para ter acesso a recompensas exclusivas: https://orelo.cc/budejo/apoios. Você também pode nos enviar qualquer valor, junto com uma mensagem, para o PIX budejopodcast@gmail.com.

Quem Ama Não Esquece
MINHA MÃE, MINHA HEROÍNA! - GABRIELA | QUEM AMA NÃO ESQUECE 09/06/2025

Quem Ama Não Esquece

Play Episode Listen Later Jun 9, 2025 14:49


A Fabiana, mãe da Gabriela, passou por momentos difíceis com um câncer avançado no intestino. Ela precisou de uma cirurgia de risco que durou quase 8 horas. No início, tudo foi um choque, mas Gabriela se manteve forte ao lado da mãe. A Fabiana enfrentou 12 sessões de quimio, bolsa de ileostomi e até a partida do seu Pai no meio do processo, mas ela venceu! No dia da última quimio, o quarto foi decorado com o tema da "Mulher Maravilh"a e a mãe saiu pelas ruas vestida de heroína e uma frase no carro: “Buzine! Minha última quimioterapia”. Embora a medicina só considere cura após cinco anos, Gabriela e sua mãe creem no Deus do impossível e celebram cada dia como um milagre!

Quinta Misteriosa
A casa da minha mãe, relato de Shari Franke | Caso Ruby Franke #490

Quinta Misteriosa

Play Episode Listen Later May 23, 2025 129:30


Ruby Franke era uma das maiores youtubers do nicho de vlogs de familias nos Estados Unidos, reunindo mais de 2 milhões de inscritos. Em 2023 ela foi presa por abuso agravado infantil, depois que o filho mais novo conseguiu fugir e pediu ajuda a um vizinho que chamou as autoridades. Ruby foi condenada em 2024, e Shari sua filha mais velha relata toda a história pela sua perspectiva no livro the house of my mother, que eu vou contar pra vocês hoje. #490

BBC Lê
Os idosos viciados em redes sociais: 'Desligamos o wi-fi da minha mãe'

BBC Lê

Play Episode Listen Later May 15, 2025 12:23


Idosos já são um grupo vulnerável a vício no celular, que pode levar a um isolamento da família e a problemas com jogos e golpes.

Trip FM
O homem que ousou dirigir Gilberto Gil

Trip FM

Play Episode Listen Later May 9, 2025


Rafael Dragaud fala sobre arte com propósito, bastidores da TV, parcerias com Regina Casé, Paulo Gustavo e o desafio de dirigir turnê do Gil Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil. No Trip FM, ele fala sobre o processo de criação do espetáculo e sobre o Brasil, esse país que “está eternamente acabando e renascendo" – ideia inspirada por uma conversa com o próprio Gil, que já foi sogro de Rafael durante seu casamento com Preta Gil. Com uma carreira que passa pela criação de programas de televisão, filmes e shows, Dragaud construiu uma trajetória que mistura cultura popular, reflexão política e transformação social. Roteirista de mais de dez longas, como Cinco Vezes Favela e Minha Mãe é uma Peça, ele dirigiu shows marcantes como Ivete no Maracanã, Ivete, Gil e Caetano e Batalha do Passinho. Fundador da Central Única das Favelas (Cufa) e vencedor de dois Grammys, o carioca de 53 anos também deixou sua marca na TV Globo com projetos como Falas Negras, Falas da Terra, Linha Direta e Amor & Sexo. Na conversa com Paulo Lima, o diretor artístico também reflete sobre a importância de um audiovisual com propósito – capaz de tocar, emocionar e mover estruturas. “As questões ligadas à desigualdade no Brasil passaram a me guiar. Como homem branco e hétero, entendi que, em projetos que abordassem esses temas, meu papel era apoiar e aprender com lutas que não são minhas, sem necessariamente ter a palavra final neles. Isso se tornou uma ética no meu processo criativo." O programa fica disponível no play aqui em cima e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/05/681e62a4b0445/rafael-dragaud-produtor-artisticos-globo-gilberto-gil-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Arquivo pessoal; LEGEND=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.; ALT_TEXT=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.] Você fala do Gilberto Gil com uma admiração muito especial. O que ele representa pra você? Rafael Dragaud. A verdade é que o Gil tem um quê de inexplicável, que é fascinante. É lógico que ele sintetiza o Brasil, é lógico que ele expande o Brasil. O Gil é um Brasil e o que o Brasil poderia ser — e o que o Brasil é. É um negócio muito louco. Ele é um orixá, mas também tem uma coisa católica... Junta todas as cosmogonias: é indígena, é africano, é brasileiro — e é muito ele. Ele é uma aula constante. Eu tô muito mergulhado nisso, inclusive, em estar o mais aberto possível pra essa aula. Pra mim, não é um trabalho fazer isso. Você deixou a Globo depois de 30 anos. O que te levou a fazer essa mudança? Eu tive uma fase muito profissional, industrial, foram 30 anos de TV Globo. E eu resolvi, ao sair da Globo, abraçar a artesania. Não tive assistente de direção nesse trabalho com o Gil, por exemplo. Eu escolhi cada foto, li cada livro, ouvi cada disco de novo. Mergulhei num processo totalmente artesanal. Claro que não abri mão do meu profissionalismo, porque ele tá em mim. Mas abracei um jeito mais artesanal de trabalhar. Fiquei um ano dedicado a isso. Essa mudança de processo também tem a ver com uma escuta mais atenta ao outro? Totalmente. Essas questões ligadas à desigualdade, à raça — que no Brasil são muito próximas — me direcionaram. E eu, como homem branco, hétero, estava apoiando e aprendendo sobre causas que não são as minhas. Em projetos assim, eu necessariamente não devo ser o protagonista, nem ter a palavra final. Isso combinou com a minha ética de processo. Porque, acima de tudo, por mais que eu seja vaidoso e egóico como muita gente, eu escuto mais do que a média. Eu escuto. Por fim, como você vê o Brasil hoje? O Brasil não tem futuro — e tem o maior futuro de todos. Ele está eternamente acabando e renascendo. A gente faz parte desse movimento o tempo todo. Se você olhar pra trás, esse padrão está lá. É que o Brasil está morrendo e renascendo desde que foi inventado. O Gil tem uma imagem linda: ele fala que o estado que ele busca é o do passarinho que pousa no tronco que desce o rio — ele está parado num movimento. É isso.

Trip FM
O Homem que ousou dirigir Gilberto Gil

Trip FM

Play Episode Listen Later May 9, 2025


Rafael Dragaud fala sobre arte com propósito, bastidores da TV, parcerias com Regina Casé, Paulo Gustavo e o desafio de dirigir turnê do Gil Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil. No Trip FM, ele fala sobre o processo de criação do espetáculo e sobre o Brasil, esse país que “está eternamente acabando e renascendo" – ideia inspirada por uma conversa com o próprio Gil, que já foi sogro de Rafael durante seu casamento com Preta Gil. Com uma carreira que passa pela criação de programas de televisão, filmes e shows, Dragaud construiu uma trajetória que mistura cultura popular, reflexão política e transformação social. Roteirista de mais de dez longas, como Cinco Vezes Favela e Minha Mãe é uma Peça, ele dirigiu shows marcantes como Ivete no Maracanã, Ivete, Gil e Caetano e Batalha do Passinho. Fundador da Central Única das Favelas (Cufa) e vencedor de dois Grammys, o carioca de 53 anos também deixou sua marca na TV Globo com projetos como Falas Negras, Falas da Terra, Linha Direta e Amor & Sexo. Na conversa com Paulo Lima, o diretor artístico também reflete sobre a importância de um audiovisual com propósito – capaz de tocar, emocionar e mover estruturas. “As questões ligadas à desigualdade no Brasil passaram a me guiar. Como homem branco e hétero, entendi que, em projetos que abordassem esses temas, meu papel era apoiar e aprender com lutas que não são minhas, sem necessariamente ter a palavra final neles. Isso se tornou uma ética no meu processo criativo." O programa fica disponível no play aqui em cima e no Spotify. [IMAGE=https://revistatrip.uol.com.br/upload/2025/05/681e62a4b0445/rafael-dragaud-produtor-artisticos-globo-gilberto-gil-trip-fm-mh.jpg; CREDITS=Arquivo pessoal; LEGEND=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.; ALT_TEXT=Rafael Dragaud é o diretor artístico da turnê Tempo Rei, a última da carreira de Gilberto Gil.] Você fala do Gilberto Gil com uma admiração muito especial. O que ele representa pra você? Rafael Dragaud. A verdade é que o Gil tem um quê de inexplicável, que é fascinante. É lógico que ele sintetiza o Brasil, é lógico que ele expande o Brasil. O Gil é um Brasil e o que o Brasil poderia ser — e o que o Brasil é. É um negócio muito louco. Ele é um orixá, mas também tem uma coisa católica... Junta todas as cosmogonias: é indígena, é africano, é brasileiro — e é muito ele. Ele é uma aula constante. Eu tô muito mergulhado nisso, inclusive, em estar o mais aberto possível pra essa aula. Pra mim, não é um trabalho fazer isso. Você deixou a Globo depois de 30 anos. O que te levou a fazer essa mudança? Eu tive uma fase muito profissional, industrial, foram 30 anos de TV Globo. E eu resolvi, ao sair da Globo, abraçar a artesania. Não tive assistente de direção nesse trabalho com o Gil, por exemplo. Eu escolhi cada foto, li cada livro, ouvi cada disco de novo. Mergulhei num processo totalmente artesanal. Claro que não abri mão do meu profissionalismo, porque ele tá em mim. Mas abracei um jeito mais artesanal de trabalhar. Fiquei um ano dedicado a isso. Essa mudança de processo também tem a ver com uma escuta mais atenta ao outro? Totalmente. Essas questões ligadas à desigualdade, à raça — que no Brasil são muito próximas — me direcionaram. E eu, como homem branco, hétero, estava apoiando e aprendendo sobre causas que não são as minhas. Em projetos assim, eu necessariamente não devo ser o protagonista, nem ter a palavra final. Isso combinou com a minha ética de processo. Porque, acima de tudo, por mais que eu seja vaidoso e egóico como muita gente, eu escuto mais do que a média. Eu escuto. Por fim, como você vê o Brasil hoje? O Brasil não tem futuro — e tem o maior futuro de todos. Ele está eternamente acabando e renascendo. A gente faz parte desse movimento o tempo todo. Se você olhar pra trás, esse padrão está lá. É que o Brasil está morrendo e renascendo desde que foi inventado. O Gil tem uma imagem linda: ele fala que o estado que ele busca é o do passarinho que pousa no tronco que desce o rio — ele está parado num movimento. É isso.

História de Imigrante
118. Minha Mãe é Narcisista

História de Imigrante

Play Episode Listen Later Mar 27, 2025 28:33


Hanna é filha de egípcios, mas nasceu e cresceu no Brasil dentro de uma família fundamentalista religiosa e bastante violenta. Na adolescência, depois de duas tentativas frustradas de casamento arranjado, ela foi obrigada pelos pais e se mudar para o Egito. Lá as coisas desandaram. Ela apanha na escola por não saber falar árabe e se submete as manipulações de uma mãe fria, agressiva e com temperamento altamente explosivo. Esta narrativa pode reativar experiências traumáticas passadas.Livro: - Will I ever be good enough? healing the daughter of narcissistic mothers - Karyl Mcbride - Será que algum dia serei boa o suficiente? Curando as filhas de mães narcisistas.**É imigrante e tem história pra contar? Então manda pra gente.Whats app: +1 650.834.9209Instagram: @historiadeimigranteE-mail: historiadeimigrante@gmail.com

Divã da Diva
#158 - Me tornei a minha mãe!

Divã da Diva

Play Episode Listen Later Mar 7, 2025 52:31


Olá, divos e divas! Vocês também costumam reproduzir costumes e coisas que a gente sempre ouviu da boca de nossas mães? Será que estamos ficando igual a elas? Parece que o jogo virou e elas vão sair por cima, porque, no final de tudo, acabamos desenvolvendo as mesmas manias kkkkk vamos hablar sobre nossas histórias e ler os casos de vocês também!

Cartas de um Terapeuta
#106 - Eu me sinto mãe da minha mãe

Cartas de um Terapeuta

Play Episode Listen Later Mar 6, 2025 42:20


Nesse episódio de reestréia, somos convidados a escutar a história de Valesca (nome fictício), uma mulher de 20 anos que vive para cuidar da imensa tristeza e perda de sentido da vida de sua mãe. Venha comigo escutar essa carta e cuidar dela! Dê o play e se sinta à vontade na oitava temporada do CARTAS DE UM TERAPEUTA!