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Nesta edição do podcast cinematório café, nós analisamos o filme "Pecadores" (Sinners, 2025), de Ryan Coogler, recordista de indicações do Oscar 2026 e da história da premiação. O longa concorre a 16 estatuetas, incluindo as de Melhor Filme, Direção, Roteiro Original, Ator para Michael B. Jordan, Atriz Coadjuvante para Wunmi Mosaku e Ator Coadjuvante para Delroy Lindo. No Globo de Ouro, o longa venceu os prêmios de Melhor Trilha Sonora Original, composta por Ludwig Göransson, e Realização Cinematográfica e de Bilheteria. - Visite a página do podcast no site e confira material extra sobre o tema do episódio - Junte-se ao Cineclube Cinematório e tenha acesso a conteúdo exclusivo de cinema No podcast, nós discutimos -- com spoilers -- como "Pecadores" mescla o drama racial com o cinema de horror, reinventando e honrando características próprias dos filmes de vampiros. Nós também comentamos aspectos do longa que envolvem o desenho de som, a trilha sonora, o visual requintado e conceitos como tempo espiralar e imortalidade. Quem se senta à mesa conosco neste podcast é a crítica, curadora, pesquisadora e professora Yasmine Evaristo. Confira a minutagem em que cada assunto é abordado: 00:00:00 - Introdução 00:06:42 - Um novo tipo de filme de vampiros 00:14:28 - Criando cenas com o som 00:19:04 - Visual requintado, beleza diferenciada 00:30:47 - Fogo, Fumaça e Fuligem 00:36:08 - A sequência sublime e o tempo espiralar 00:42:34 - Sammie, Buddy Guy, o dom e o poder 00:57:26 - Imortalidade e infinito 01:03:32 - Vampirismos 01:10:52 - Montagem, razão de aspecto e memória oral 01:18:33 - Considerações finais O cinematório café é produzido e apresentado por Renato Silveira e Kel Gomes. A cada episódio, nós propomos um debate em torno de filmes recém-lançados e temas relacionados ao cinema, sempre em um clima de descontração e buscando refletir sobre imagens presentes no nosso dia a dia. Quer mandar um e-mail? Escreva seu recado e envie para contato@cinematorio.com.br.
'Quebrar todos os dentes num assalto': mensagens de Daniel Vorcaro expõem ameaças contra opositores. Ator José Dumont é preso após ser condenado por estupro de vulnerável. Pesquisa aponta que 13,1% das vítimas de feminicídio tinham medida protetiva. Ataques se espalham pelo Oriente Médio: o 5º dia da guerra entre Irã, EUA e Israel. Cartão de crédito, empréstimo e cheque especial: veja as modalidades com maiores dívidas no país.
Em 2026, para celebrar 30 anos de carreira e 20 anos do programa “Vai Tudo Abaixo”, Jel apresenta um novo solo de stand-up: “Quem te viu e quem te vê”. Já com inúmeros projetos de comédia, este é apenas o segundo solo da carreira do tio, que já está na estrada. Promete revelar histórias inéditas sobre os bastidores e recuperar personagens que marcaram a sua carreira: de Carlinhos, o Machista Gay, aos Homens da Luta, os revolucionários burgueses, até ao mais recente Tio Jel. De regresso ao Humor À Primeira Vista, com Gustavo Carvalho, explica porque não sacraliza a comédia, apesar de ter sido “uma realizadora de sonhos”; revela que chegou a vender um carro para gravar um videoclipe; e defende que hoje, mais importante do que ter piada, para fazer comédia profissionalmente o que mais importa “é a empatia, é as pessoas gostarem de ti”.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nicholas Torres é muito lembrado como Jaime de Carrossel. Ator, dublador e cantor, já atuou em várias novelas no SBT, fez filmes e hoje se reinventou como CEO e fundador de uma marca de vinhos. Ele conta a trajetória de astro mirim a empreendedor aqui no Eles que Lutem. Assista! #nicholastorres #carrossel #sbt
O Brasil representado este ano na Berlinale ilustra bem a tradição do Festival de Cinema de Berlim: um evento engajado e atento às múltiplas facetas do mundo. Entre os filmes brasileiros exibidos em diferentes seções, muitos exploram dilemas existenciais, revelando como o cinema nacional aborda, à sua maneira, temas universais. As questões da família, da velhice e, principalmente, do luto permearam as narrativas apresentadas na capital alemã nos primeiros dias de programação. Silvano Mendes, enviado especial da RFI a Berlim Coincidência ou não, o luto esteve presente em ao menos três produções brasileiras exibidas no festival. Uma delas é “Nosso Segredo”, primeiro longa-metragem de Grace Passô, que mergulha na intimidade de uma família mineira lidando com a morte do pai, enquanto fenômenos misteriosos mantêm o espectador em alerta até o último minuto. A trama, que flerta com o surrealismo, expõe a dificuldade de enfrentar perdas – que podem se manifestar das maneiras mais inesperadas. “'Nosso Segredo' é um filme que fala sobre a capacidade das pessoas de se juntarem dentro de um universo afetivo para tentar vencer seus traumas, seus problemas. Fala da capacidade de união”, comentou Grace pouco antes da estreia mundial do longa, na noite de sábado (14). Outro filme que aborda essa temática, ainda que de forma secundária, é “Feito Pipa”, de Allan Deberton, que acompanha a história de um garoto criado pela avó desde a morte da mãe. A relação entre os dois é abalada quando a avó adoece, e o menino tenta esconder a situação temendo ter que morar com o pai – alguém que, segundo ele, “deveria ter morrido no lugar da mãe”, como esbraveja o pequeno Gugu, interpretado com grande sensibilidade por Yuri Gomes, um ator baiano de 11 anos. O luto em um road movie introspectivo A questão do luto e as formas de enfrentá-lo também estão no centro de “Fiz um Foguete Imaginando que Você Vinha”, dirigido por Janaina Marques. Rodado no Ceará, o longa começa com ares de Thelma & Louise: duas mulheres na estrada, fugindo e, ao mesmo tempo, se reencontrando. Entre sonho e realidade, Rosa revisita sua relação com a irreverente mãe, Dalva, que passou anos presa por matar um homem prestes a cometer feminicídio. Juntas, embarcam em uma viagem delirante, buscando reencontrar memórias de um período em que poderiam ter sido felizes. Aqui, a perda é vivida como uma imersão no inconsciente da protagonista. Rosa deseja “matar essa mulher que já não se reconhece na vida, para fazer renascer uma nova mulher”, resume a diretora, que enxerga nessa busca uma forma própria de elaborar o luto. Em “Se eu fosse vivo… vivia”, de André Novais Oliveira, a morte de um ente querido é o mote inicial. “O projeto veio do luto que a gente viveu, com minha família e meus amigos, com a morte da minha mãe”, conta o cineasta, que se inspirou nessa dor para retratar um casal que segue apaixonado após 50 anos juntos. O filme começa nos anos 1970, com uma cuidadosa reconstituição da época em que os protagonistas – interpretados na juventude por Jean Paulo Santos e Tainá Evaristo – ainda namoravam. Em seguida, o espectador acompanha o casal já idoso, refletindo sobre como cada um lidaria com a ausência do outro. Entre as cenas mais marcantes, está o momento em que Jacira, a personagem principal, sugere que o marido Gilberto poderia se casar com a cunhada após sua morte. O longa de André Novais é um verdadeiro projeto familiar: o personagem de Gilberto é interpretado pelo próprio pai do diretor, Norberto Novais Oliveira, cuja atuação impressiona pelo realismo. Ele dá vida, com extrema delicadeza, a um idoso como tantos encontrados nas famílias brasileiras, que enfrenta o luto pela companheira de décadas. Ator não profissional, ele contracena com a escritora Conceição Evaristo, que também surpreende em sua estreia como atriz. “Ter ela na equipe foi bem especial. Mesmo não tendo experiência como roteirista, ela ajudou bastante a pensar também o roteiro”, comenta o diretor. A Berlinale continua até o próximo sábado (21).
INFRACAST: Concessões, Parcerias Público-Privadas e Privatizações
Neste episódio, o Infracast recebe Conrado Gama Monteiro e Thiago Priess Valiati, presidente e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Regulatório, para uma conversa sobre os principais destaques da agenda regulatória de 2025 e as perspectivas para 2026.A discussão aborda os desafios de independência das agências reguladoras, os impactos políticos e institucionais sobre a regulação e os avanços e entraves em setores de infraestrutura. Ao longo do episódio, os convidados também apresentam a trajetória e a importante atuação do Instituto Brasileiro de Direito Regulatório.Inscreva-se no canal e ouça o Infracast também pelo Spotify.Somos o primeiro podcast brasileiro dedicado exclusivamente aos temas de infraestrutura.#direitoregulatório #infraestrutura #saneamento #políticaspúblicas