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Acidente entre micro-ônibus e carreta deixa 23 mortos e cinco feridos no Paraná. Ligue 180 registra mais de um milhão de atendimentos a mulheres em 2026, 95% do total de 2025. Ex-padrasto suspeito de matar adolescente de 14 anos a facadas é preso após fuga, diz PM; crime é investigado como feminicídio. Eleições 2026 têm 8 candidatos 'Lulas' e 20 'Bolsonaros' sem parentesco com o presidente e o ex-presidente. Glória Menezes, uma das maiores atrizes do país, morreu de causas naturais, diz assessoria.
O relatório anual do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostra que as mortes por violência intencional diminuíram em 2025, mas os feminicídios e as mortes como consequência de acções policiais aumentaram. A jornalista Mara Tribuna leu o relatório e falou com vários especialistas. Vem ao Expresso da Manhã para nos ajudar a perceber o que se passa com a violência no Brasil.See omnystudio.com/listener for privacy information.
BIBLIOTECA SUBMERSA é a nova série de episódios do Podcast da Raphus Press, uma ironia bastante séria com o conceito de canônico e marginal, de popular e elitista, de aceito e não aceito, a partir das obras de autores que, aparentemente, tinham alguma influência (ou relevância) de certas obras ou autores no passado e que, hoje, parecem ausentes das livrarias, cadernos culturais, canais de vídeo na Internet. Nossa inspiração é Jorge Luis Borges e uma conhecida citação de Virginia Woolf: “Livros usados são selvagens, destituídos; surgem em grandes bandos de penas variadas e possuem certo encanto que falta aos volumes domesticados de uma biblioteca.” Episódio de hoje: De um apocalipse a outro (“Apocalipsis“, de María Pandiello)Obras citadas: “Apocalipsis: Revelaciones, miedos y futuros posibles“, María Pandiello (La Felguera, 2025); “BibliOdyssey: Archival Images from the Internet”, PK (Fuel, 2007); “Visões do Fim do Mundo”, VVAA (Landy Editora, 2006); “Apocalipse, seguido de O Homem que Morreu”, D. H. Lawrence (Companhia das Letras, 1990).Conheça e apoie FUTUROLOGIAS2: https://www.catarse.com.br/futurologias2 VISITE NOSSA LOJA VIRTUAL: https://linknabio.gg/raphuspress Entre para a nossa sociedade, dedicada à bibliofilia maldita e ao culto de tenebrosos grimórios: o RES FICTA (solicitações via http://raphuspress.weebly.com/contact.html).Nosso podcast também está disponível nas seguintes plataformas:- Spotify: https://open.spotify.com/show/4NUiqPPTMdnezdKmvWDXHs- Apple: https://podcasts.apple.com/us/podcast/podcast-da-raphus-press/id1488391151?uo=4- Google Podcasts: https://podcasts.google.com/?feed=aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8xMDlmZmVjNC9wb2RjYXN0L3Jzcw%3D%3D Apoie o canal: https://apoia.se/podcastdaraphus.Ou adquira nossos livros em nosso site: http://raphuspress.weebly.com. Dúvidas sobre envio, formas de pagamento, etc.: http://raphuspress.weebly.com/contact.html.Nossos livros também estão no Sebo Clepsidra: https://seboclepsidra.lojaintegrada.com.br/buscar?q=Raphus+Press
O português Luís Represas celebrava este ano 50 anos de carreira, tendo sido um dos mais importantes músicos do seu país. Morreu a 22 de Julho, com 69 anos, vítima de doença prolongada. A RFI passou em revista o legado de Represas com o musicólogo luso Pedro Félix. O Presidente português, António José Seguro, lembrou-o com emoção, descrevendo-o como um "músico de excepção, com um timbre de voz inigualável, que muito contribuiu para a afirmação e defesa da língua portuguesa". Já o Presidente timorense, José Ramos-Horta, disse que a sua canção Timor "fazia chorar as pessoas mais insensíveis". Foi a voz dos Trovante, banda de relevo do pós-25 de Abril, conhecida por êxitos como Perdidamente ou 125 Azul. Com a separação do grupo, em 1992, Luís Represas iniciou uma carreira a solo, aproximando-se de uma vertente mais pop. Citamos o seu maior êxito, Feiticeira, lançado em 1993, em colaboração com o compositor cubano Pablo Milanés, falecido em 2022. O musicólogo luso Pedro Félix, em entrevista à RFI, resume-nos o extenso legado de Luís Represas, começando por realçar a sua importância na transição que veio a marcar a música portuguesa. O Luís Represas, enquanto membro dos Trovante, que é o grande contributo da sua actividade enquanto músico, representou uma passagem na área da música popular em Portugal – quando digo música popular, é a música não erudita – em resposta ao que se pretendia ser uma música nova, jovem, mas politicamente mobilizada. O disco Chão Nosso (1977) é talvez o melhor exemplo desse desse repertório, onde ele inclusivamente vai buscar alguns elementos musicais que eram associados à canção de protesto. Depois, ao longo do tempo, vão-se afastando dessa matriz, eventualmente ainda com eco de uma certa ruralidade, para uma música urbana, com temáticas urbanas novas que, num processo que começa, no Baile no Bosque (1981) e que se prolonga, diria até o disco Sepes (1988), aí com uma certa poesia e até com alguns elementos surrealistas. Há uma outra carreira dos Trovante, que começa com o Terra Firme (1987), em particular com um single de enorme sucesso, o 125 Azul. Tal como no trabalho a solo do Luís Represas, onde perde-se um bocadinho aquela aquela dimensão interventiva política e passam a temáticas eventualmente mais românticas, reflexivas, quase biográficas, pessoais. E é este legado que consolidam numa carreira, todo um processo de mudança na música popular portuguesa que começa, no pós 25 de Abril, com uma canção de intervenção, que depois se torna progressivamente urbana, com temáticas urbanas denotando influências musicais internacionais e depois se tornam sucessos pop como 125 Azul. A banda Trovante formou-se em 1976, contribuindo para a actualização da música de intervenção nos primeiros anos do pós-revolução. Mas também trouxe uma abordagem mais moderna à música tradicional, recorrendo a elementos da música folclórica. Como é que os Trovante reflectiram o fervor político dos primeiros anos após a Revolução dos Cravos? O que trouxeram para o repertório musical no pós-25 de Abril? O Chão Nosso (1977) e o Em Nome da Vida (1979) são dois discos claramente políticos do grupo Trovante, onde há uma dimensão programática muito intensa. Havia um interesse de apelar a uma camada jovem – as letras não apelavam tanto à luta, tanto à luta, como é o caso do Grupo de Acção Cultural de José Mário Branco – mas havia uma grande preocupação poética para para veicular um discurso com consciência de grupo, para não dizer de classe. Há também a utilização da poesia de poetas mobilizados politicamente. No último álbum com os Trovante, Luís Represas gravou Timor, música dedicada à luta pela independência do povo timorense. O Presidente timorense, José Ramos-Horta, disse que esta canção foi um «canto-grito poderoso de solidariedade, esperança e resistência que despertou consciências». Qual foi a importância desta música na carreira de Luís Represas, nomeadamente para o seu reconhecimento para além de Portugal? Aqueles anos foram anos de grande mobilização de toda a população pela causa timorense. E Timor tornou-se uma canção, quase diria uma espécie de hino informal ou dádiva de um hino informal para um movimento de autodeterminação que mobilizou toda a gente. Apelando um pouco à minha idade, lembro-me bem da ocupação do espaço público, com manifestações absolutamente avassaladoras que ocuparam a cidade toda, as cidades todas. Havia todo um movimento social pela causa e que esta música foi efectivamente o hino informal de todo esse movimento. Acho que é um momento histórico, obviamente, para a carreira de qualquer músico, e para o Luís Represas, em particular. Depois da separação dos Trovante, Luís Represas lançou-se numa carreira a solo. O que nos pode dizer sobre essa carreira? A carreira a solo do Luís Represas é também fruto de uma ligação a uma tradição latino-americana, da qual ele falava muito, sobretudo da sua ligação a Cuba. Eu inscreveria mais numa espécie de continuação do grupo Trovante. A carreira a solo acaba por ser o trabalho dele, quando o grupo acaba por se separar, mas que ainda há este material na sua cabeça que precisa de ser gravado e cantado e tocado ao vivo. Vejo muito na continuidade de toda esta história dos Trovante. Luís Represas continuou a sua ligação com a lusofonia. Miragem foi o seu último álbum, de 2024, descrito como uma ponte musical entre Portugal e o Brasil. Como é que analisa este último álbum? Para já, é muito interessante ver todo o universo de colaborações que Luís Represas estabeleceu: o Ivan Lins ou a Zélia Duncan serão eventualmente os nomes mais visíveis. De certa forma, também fazem eco de todo um processo global, numa tentativa de criar algo novo a partir de materiais musicais que são identificáveis com determinadas geografias. Neste caso, sobretudo, o Brasil. Os Trovante passaram pelo rock progressivo, nos seus inícios, e, mais para o final, aproximaram-se da pop. A solo, Luís Represas também esteve mais ligado à pop, a uma canção mais romântica. No fundo, por que género musical ficará Luís Represas conhecido? Quando digo romântica – preciso esclarecer que não é propriamente romântica no sentido do nacional cançonetista que nós estávamos habituados – é uma nova narrativa modernizada. A canção 125 Azul é eventualmente a síntese desta visão ternurenta desse sentimento juvenil que começa a emergir. Era algo que no fim dos anos 80, ainda não tinha propriamente uma "voz", e eu acho que, de certa forma, aquela canção é uma síntese desse mesmo processo. Luís Represas teve rapidamente o reconhecimento da crítica e do público, mas também um reconhecimento institucional, tendo sido condecorado pelo então Presidente português Jorge Sampaio, em 2005. O que significa, para um artista, ter todo este reconhecimento? Em termos da produção discográfica, aquela dupla do disco Baile no Bosque (1981) e Cais das Colinas (1983) foram eventualmente os primeiros grandes sucessos com grande impacto público. A canção Saudade é um belíssimo exemplo desse período. E gostava também de lembrar que já o disco Trovante 84 (1984), com os "caravelas" (Xácara das Bruxas Dançando) é um disco de enormíssimo impacto público. Esse reconhecimento, diria que começa em crescendo no início dos anos 80, obviamente que depois a condecoração é sempre um momento alto em qualquer biografia: é uma espécie de tributo do Estado a reconhecer o peso e o trabalho daquele criador. Obviamente que não só é um elemento fundamental para a biografia de quem é condecorado, como se torna um marco no contexto da música ou de qualquer produção artística em que é o Estado, todos nós, a reconhecermos que aquela pessoa se distingue na sua produção. É um marco para os dois lados, para quem atribui a condecoração – todos nós, por via do Presidente da República – e de quem recebe, neste caso o Luís Represas. O que eu propunha era ouvirem as músicas, toda a carreira do grupo Trovante e do Luís Represas, que isso é que de facto é a grande memória e que nós podemos deixar a um músico, não é? É continuar a ouvir as músicas deles. Luís Represas deixou perto de cinco décadas de um vasto legado à música portuguesa, estando a preparar dois concertos nos Coliseus de Lisboa e do Porto, marcados para Abril de 2027. Mateus Santa Rita
No último episódio da Temporada 4 do DESTINO: SAUDADE, Gaúcho leva-nos pelos dias no Marítimo ao lado do Pepe e confessa os problemas vividos com dois treinadores: Anatoliy Byshovets e Manuel Cajuda. Nada comparável, porém, à dor sentida pela morte do seu irmão Heriberto. O antigo ponta-de-lança deixou Portugal para trás, após 13 épocas, e voltou ao Brasil para ajudar a família. A conversa ainda nos leva à Coreia do Sul, aos golos em Recife e à amizade fraterna com Jorge Andrade, «um amigo para a vida». Boas férias para todos, voltaremos em setembro
Uma bebé de ano e meio morreu depois de ter ficado esquecida cerca de sete horas dentro da carrinha de uma creche em Almada. O caso foi entregue à Polícia JudiciáriaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
O tarifaço americano sobre produtos brasileiros começou a valer. O governo anunciou R$ 18,5 bilhões e meio em crédito para os setores afetados. Estados Unidos e Arábia Saudita assinaram um acordo de cooperação de energia nuclear. Sem negociação à vista na guerra do Irã, o barril do petróleo ultrapassou os US$ 95. O pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, levantou suspeitas sobre as urnas eletrônicas, com informações já desmentidas pela Justiça Eleitoral. Temporais causaram danos em mais de 140 cidades do Rio Grande do Sul. Morreu, no Rio, Luiz Carlos Barreto, produtor, diretor e fotógrafo de cinema.
O novo tarifaço de Donald Trump atingiu 18% das exportações brasileiras para os Estados Unidos. Os dois governos elevaram o tom. O secretário de Estado Marco Rubio disse que o Brasil não negociou de boa-fé. O Itamaraty rebateu e afirmou que as declarações são grosseiras, arrogantes, inaceitáveis e ofensivas. Copa do Mundo: o craque espanhol Lamine Yamal foi poupado dos treinos para evitar sobrecarga. Depois da classificação heroica, a Argentina voltou a campo querendo uma final sem sobressaltos. Morreu, no Rio, uma referência do jornalismo: Renato Machado - repórter, correspondente e apresentador da Globo por mais de 40 anos.
Como é viver sem água o dia inteiro? Os habitantes da Costa da Caparica e outras localidades de Almada dizem que é pior que o inferno. É disso que nos falam neste Crime e Castigo, um podcast com o Paulo João Santos e Bianca Gonçalves Rocha, moderado por Rita Fernandes Batista e editado por Nuno Carvalho.
Morreu há quase seis anos, mas continua vivo. Ninguém foi como Gonçalo Ribeiro Telles: cosmopolita e da terra, monárquico e republicano, privilegiado e do povo, um verdadeiro senhor.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Morreu há quase dez anos, mas dizia sempre que detestava a ideia de ser sexagenário. Pedro Rolo Duarte partiu e deixou um vazio por preencher no país, jornalismo e na vida.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio do Product Guru's, Paulo Chiodi conversa com Natália sobre design, experiência do usuário, IA, experimentação e o papel do julgamento humano em produtos digitais.A conversa passa pela trajetória da Natália em empresas como Dell, ThoughtWorks e Booking.com, pelos aprendizados em projetos no Haiti e em salas de aula nos Estados Unidos, e chega ao debate atual: os processos de design morreram com a chegada da IA?Natália argumenta que o processo de design não morreu. O que mudou foi a velocidade com que conseguimos gerar soluções. E isso cria um risco: usar IA para acelerar achismo, pular pesquisa, ignorar contexto e terceirizar julgamento.O episódio também aborda cultura de experimentação na Booking.com, A/B testing, overoptimization, autonomia de times, liderança, affordances, ChatGPT, iFood, taste, curadoria e a diferença entre experiência do usuário e experiência para o usuário.Linkedin da Natalia: https://www.linkedin.com/in/nataliarsand/Site da Eixo Design: https://eixo.design/pt/Capitulos:00:59 Abertura01:20 Como Natália entrou em design08:16 Os processos de design morreram?12:09 Startup vs empresa grande15:41 Booking, experimentação e A/B test20:37 O perigo de otimizar partes e perder o todo23:29 Design Sprint, protótipo e teste com usuários28:03 Autonomia, liderança e controle34:31 Experiência do usuário vs experiência para o usuário36:55 iFood, ChatGPT e padrões de experiência42:57 Taste, método e julgamento em design52:32 PM3 e UserGuiding55:39 O conselho para quem está começando em design58:30 Onde encontrar Natália Arsand1:00:15 EncerramentoSe você trabalha com produto, design, UX, pesquisa, tecnologia ou liderança, este episódio ajuda a entender por que método, pensamento crítico e contato real com usuários ficaram ainda mais importantes na era da IA.Parceiros do episódio:PM3 Cursos — 10% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/HBiSmtUserGuiding — 20% de desconto com o cupom PRODUCTGURUS → https://productgurus.short.gy/Au9oVX
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Este conteúdo é um trecho do episódio: "#272 Arquitetura de Software: o que sobra quando a IA assume o código"Nele, Jefferson Fabrício, Engineer Lead, e Pedro Henrique Ferreira Silva, Software Architect, ambos da dti digital, refletem sobre como o cargo de arquiteto de software já estava sendo diluído entre tech leads e times muito antes da IA se tornar protagonista. Eles traçam a diferença entre arquiteto de software e arquiteto de soluções, explicam por que as big techs nunca trataram arquitetura como responsabilidade de uma pessoa só, e mostram qual é o perfil que realmente persiste no mercado atualmente. Dê o play e ouça agora!Assuntos abordados:Diluição do cargo;Arquiteto de soluções;Arquitetura em big techs;Responsabilidade compartilhada;Perfil técnico e negócio.Links importantes:Vagas disponíveisNewsletterDúvidas? Nos mande pelo LinkedinContato: entrechaves@dtidigital.com.brO Entre Chaves é uma iniciativa da dti digital, uma empresa WPP #desenvolvimentodesoftware #carreiradev
Lula e Trump trocam cumprimentos e falam rapidamente em evento social do G7 na França. Presidente dos EUA chamou Brasil de 'país politicamente difícil', já Lula diz que não pediu reunião e que Trump não pode se meter nas eleições. Cessar-fogo à vista? Trump defende acordo com o Irã e diz que não queria 'catástrofe econômica'. Passageira agride quatro funcionárias da Latam no Aeroporto Internacional de SP, após discussão em check-in. Após 4 dias, acesso à ponte onde jovem morreu arremessada sem corda é fechado em Limeira (SP). Chuteiras cor-de-rosa na Copa têm a ver com arco-íris, TV de tubo e 'gambiarra' do cérebro; entenda.
Uma Copa do Mundo onde ninguém sabe o nome do técnico ? Onde se diz ser nos Estados Unidos, só que é em três países diferentes ? O que aconteceu no reino do futebol brasileiro ?Texto e voz : Leo DaflonGravação : Mordazes EstúdiosCapa : IAJunho de 2026
© Mark Wallinger. Courtesy the artist and Hauser & Wirth. Se calhar, ainda estou muito marcado pela solenidade do Sagrado Coração de Jesus, que celebrámos na passada sexta-feira. Mas, ao escutar as leituras de hoje, não consigo deixar de ver nelas a mesma verdade fundamental: a paixão de Deus por cada um de nós, o amor gratuito, excessivo e misericordioso com que Ele nos ama.Muitas vezes, porém, crescemos com uma imagem deturpada de Deus: “porta-te bem para Jesus gostar de ti”, “faz isto para Deus gostar de ti”, “não faças aquilo, senão Deus deixa de gostar de ti”. São frases que parecem piedosas, mas estragam a nossa relação com Deus, porque nos fazem pensar que o seu amor tem de ser comprado, merecido ou conquistado.A primeira leitura mostra exatamente o contrário. Deus diz a Israel: “Vistes o que Eu fiz ao Egito, como vos transportei sobre asas de águia e vos trouxe até Mim.” Primeiro, Deus liberta. Primeiro, Deus chama. Primeiro, Deus faz o bem. Só depois propõe a aliança e convida o povo a viver de acordo com essa experiência de libertação. A obediência não é o preço do amor de Deus; é a resposta agradecida de quem já foi amado.São Paulo diz o mesmo de forma ainda mais forte: “Quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios.” Cristo não morreu por nós quando já éramos santos, perfeitos ou merecedores. Morreu por nós quando éramos fracos, pecadores, incapazes de nos salvar a nós mesmos. É esta a loucura de Deus: Ele ama-nos antes de qualquer mérito nosso. Podemos ser frágeis, incoerentes, uns pequenos diabinhos; mesmo assim, Deus não deixa de nos amar.O Evangelho concretiza esta verdade. Jesus vê as multidões e enche-se de compaixão, porque andavam fatigadas e abatidas, como ovelhas sem pastor. Jesus não começa por julgar, criticar ou condenar. Começa por se comover. Começa por sofrer com o sofrimento dos outros. E depois envia os discípulos. Isto é decisivo: ser cristão não é, antes de tudo, saber muitas coisas ou fazer muitas atividades. Ser cristão é participar na compaixão de Deus.A pastoral, a oração, a Eucaristia, a vida cristã inteira deveriam nascer desta certeza: Deus ama-nos. Se rezamos, celebramos e servimos, não é para comprar Deus, nem para o convencer a olhar para nós. É porque já fomos olhados, amados e alcançados pela sua misericórdia. A conversão começa aqui: deixar os nossos esquemas humanos, marcados pelo cálculo, pelo medo e pela recompensa, e aprender a mentalidade de Jesus Cristo.Por isso, Jesus diz: “Não sigais o caminho dos gentios.” Isto quer dizer: não entreis na lógica do mundo, na lógica do interesse, da troca, do prestígio ou da recompensa. Ide aos que estão perdidos, anunciai que o Reino dos Céus está próximo, curai, levantai, libertai. O amor recebido de Deus torna-se amor oferecido aos outros.Podemos chamar a isto um estilo samaritano, uma espiritualidade hospitaleira. Ser hospitaleiro é acolher o outro na sua diferença, sem o julgar nem o reduzir ao que eu penso dele. É dar-lhe não apenas aquilo que eu acho que ele precisa, mas aquilo de que ele efetivamente precisa. E isto vale também para Deus. Acolher Deus é acolher o diferente, Aquele que não cabe nos nossos esquemas. Não há ninguém mais diferente de nós do que Deus.Por isso, deixar-se amar por Deus é fácil e difícil. É fácil, porque a nossa vida está cheia de sinais do seu amor. Mas é difícil, porque temos orgulho, feridas, medos e histórias que nos tornam desconfiados diante de uma bondade tão grande.O Evangelho termina com uma frase luminosa: “Recebestes de graça; dai de graça.” Recebeste como dom; oferece como dom. Dar de graça é dar sem esperar aplauso, resultado ou reconhecimento. É cumprir a vontade de Deus sem esperar recompensa que não seja fazer a sua vontade.Humanamente, isto é difícil. Precisamos de reconhecimento e cuidado, também connosco próprios. Mas a raiz da vida cristã permanece esta: antes de tudo, fomos amados gratuitamente por Deus. E é dessa gratuidade recebida que nasce a gratuidade oferecida.
➡️ O atendimento da psicóloga Vanessa Floriano está disponível no link abaixo.https://wa.me/5543988099911➡️ Para trâmites sobre imigração na Espanha - clica aqui:https://bit.ly/hiespanha➡️ Para trâmites sobre imigração em Portugal, Alemanha, Austria, Hungria e Polônia - clica aqui: https://bit.ly/hiportugal➡️ Para trâmites sobre imigração na Itália - clica aqui: https://bit.ly/hiitalia➡️Terminou de ouvir? Então corre para o nosso grupo no telegram:https://t.me/historiadeimigrante***➡️Sobre o episódio 180De uma infância marcada pela pobreza extrema até os palcos da Alemanha. Rita parecia viver um sonho impossível. Mas uma sequência de perdas emocionais destruiu completamente a vida dela.➡️Se gostou dessa história vai gostar também...Ele tentou me comprar
Alberto Gonçalves comenta o caso de Henry Nowak, o jovem do Reino Unido algemado pela polícia enquanto morria após ser esfaqueado.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um novo relatório afirma que existe a possibilidade de que alterações urbanísticas, destinadas a combater a crise da habitação, estejam a favorecer grandes proprietários imobiliários. Empresas e famílias australianas estão a ser alertadas de que um conflito prolongado no Médio Oriente poderá fazer subir a inflação. Um homem morreu e quatro pessoas ficaram feridas na sequência de um alegado tiroteio na zona sudoeste de Sydney. As Nações Unidas baixam as previsões para o crescimento económico mundial. James David Vance afirma que Washington DC e Teerão fizeram progressos significativos nas negociações sobre o programa nuclear, com um acordo proposto que visa impedir o Irão de desenvolver uma arma nuclear. Morreu aos 91 anos o antigo governador-geral da Austrália, Peter Hollingworth. Estas e outras notícias em destaque no noticiário de hoje.
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Morreu ontem o fundador da CNN Ted Turner, aos 87 anos. Uma crónica de Francisco Sena Santos.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O dólar caiu R$ 4,91, o menor valor em mais de dois anos. Mais um deputado estadual foi preso no Rio de Janeiro. A Polícia Federal investiga Thiago Rangel, do Avante, por desvio de dinheiro na Secretaria de Educação. Em todo o país, brasileiros buscam cartórios para regularizar o título eleitoral. Entrou em vigor a lei que endurece penas para os crimes de furto, roubo de celular, fraude bancária e golpe pela internet. Uma enxurrada arrastou um homem no Grande Recife, Pernambuco. Equipes retiram os destroços do avião que caiu em Belo Horizonte. O governo americano disse que é crítica a situação de 20 mil marinheiros no Estreito de Ormuz. Na costa da África, 150 passageiros estão confinados a bordo de um cruzeiro. Eles não podem desembarcar do navio porque há suspeita de transmissão por hantavírus. Morreu, no Rio, Guto Graça Mello, produtor musical que fez história na televisão.
Ministros do Supremo emitiram um alerta a Tribunais de Justiça e Ministérios Públicos. Eles reiteraram que está proibido criar e pagar penduricalhos. Começou no STF o julgamento sobre a distribuição de royalties do petróleo. O procurador do Rio afirmou que mudar a lei seria fatal para as finanças do estado. A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro entregou à PGR e à Polícia Federal uma proposta de deleção premiada. O preço do petróleo caiu, em meio à expectativa por um acordo de paz no Oriente Médio. Autoridades retiraram mais três passageiros do navio de cruzeiro em que houve contágio entre humanos por hantavírus. Morreu nos Estados Unidos Ted Turner, um dos empresários mais importantes da história do jornalismo.
O discurso do rei, no Congresso dos Estados Unidos: Charles III cruzou o Atlântico para defender união. O monarca britânico exaltou 250 anos de parceria com os americanos, afirmou que a aliança é mais importante do que nunca e declarou que os dois países têm obrigação de promover a paz. O futuro da inteligência artificial chegou aos tribunais: Elon Musk e Sam Altman travam na Justiça uma batalha pela Open AI. Nossos correspondentes estiveram na cidade que simboliza o avanço tecnológico da China. O Jornal Nacional entrevistou no sul do Líbano parentes dos dois brasileiros mortos. Depois de quase seis décadas, os Emirados Árabes Unidos deixaram a organização dos maiores exportadores de petróleo. O zagueiro Éder Militão passou por uma cirurgia e está fora da Copa do Mundo. Morreu o médico Silvano Raia, pioneiro dos transplantes no Brasil.
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Então, eu fiz essa LIVE. Por que a gente faz isso? Eu não sei. Sentei na minha casa, olhei pra uma lente e fiquei falando sobre o novo disco do Gorillaz e da vez em que eu fumei DMT e achei que meu corpo tinha morrido. O que, honestamente, foi um alívio temporário. A gente também falou sobre como Hollywood de alguma forma estragou o Taika Waititi e como o Jim Carrey talvez seja um clone. Sabe? O básico do dia a dia. Aí, lá pro final, eu comecei a jogar Tarô ao vivo porque eu tô apavorado com a ideia de voltar pra esse mundo na próxima vida como um fantasma barrigudo com uma boquinha minúscula. É sério, isso existe na roda de Samsara e soa absolutamente exaustivo. Assiste aí. Ou não assiste. De um jeito ou de outro, a gente vai morrer e o sol vai engolir a Terra um dia. Mas se você quiser perder um tempo ouvindo eu reclamar sobre por que saí da TV e defender a genialidade de filmes como Brüno e Borat, o vídeo tá bem aí.Eu escrevo textos, faço vídeos, música e alguns outros projetos que vão aparecendo com o tempo.Se você quiser acompanhar essas coisas, os caminhos estão aqui:Instagram@yurimoraesxx@yurimoraes.tvWhatsApp (newshttps://chat.whatsapp.com/HaoyzlC7X4eCqKHiDJ9C43 Música (YU)https://www.yumusick.comOutros linkshttps://linktr.ee/yurimoraesMerchhttps://www.sdbvision.com/
O “BOM DIA, JESUS” é um devocional diário do Inteligência LTDA. para você começar o dia com a benção de Deus.LUIZ SAYÃO, pastor, mestre em Hebraico, teólogo e iluminado, traz palavras de sabedoria e reflexão para que o dia se inicie de uma maneira positiva e cheio de esperança, preparando você para enfrentar todos os obstáculos que cruzam o seu caminho.Todos os dias, às 6 da manhã.
Fala galera, tudo certo? Trago mais um quadro novo, de um assunto que é tratado faz tempo aqui no Podcast: Bug na Matrix. Para quem não está familiarizado, Bug na Matrix consiste em situações que não tem lógica e sugerem que a realidade é uma simulação. Depois me digam o que acharam do assunto e se é válido trazer mais episódios assim.
Morreu na segunda-feira (23), aos 66 anos, o ator Gerson Brenner. Ele estava internado desde 16 de março em um hospital particular de São Paulo devido a uma infecção generalizada. Brenner vivia afastado do trabalho desde 1998, quando foi baleado em um assalto e ficou com sequelas.Veja ainda que o Conselho do FGTS se reúne nesta terça-feira para decidir se aumenta o limite de renda das famílias para o programa Minha Casa, Minha Vida. Veja o que pode mudar.No Rio Grande do Sul, temporal e ventania provocaram alagamentos e queda de árvores em diversas regiões do estado. Há previsão de mais chuva para diversas regiões do estado.E a Receita Federal liberou a consulta a um novo lote de restituição do Imposto de Renda para contribuintes que caíram na malha fina no ano passado. Os pagamentos dessa remessa serão feitos em 31 de março.
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Foi há dois séculos, a 10 de Março de 1826, que D. João VI morreu aos 58 anos, em Lisboa. O seu reinado foi marcado por várias guerras e pela independência do Brasil. A sua morte não deixou nada igualSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Chatbot morreu. Bem-vindo, WorkAI | #podcast #empreendedorismo #podcastbrasilNeste episódio do Empreenda Cast, Gustavo recebe Eduardo Barros, CEO e fundador da Work AI, para uma conversa direta sobre a evolução da IA no mercado de saúde — e por que, na prática, o chatbot tradicional está ficando para trás. O papo começa com uma provocação ótima: em vez de “robô de atendimento”, estamos falando de funcionários digitais que entendem contexto, executam tarefas e se integram aos sistemas da operação.
Alexandre Barroso morreu algumas vezes antes de continuar vivo. Morreu entubado, morreu silenciado por protocolos, morreu quando percebeu que podia partir sem dizer aos filhos que os amava. E voltou. Não como herói, mas como alguém que aprendeu o essencial quando a vida encurta. Neste episódio, homenageio meu amigo compartilhando dez lições que não motivam plateias — ajudam a aguentar a vida quando ela aperta. Respirar, escolher, não desistir antes da hora. Posso entrar? Este episódio inaugura a versão expressa do Café Brasil. Se você quiser ouvir o episódio completo, precisa tornar-se assinante. Acesse https://canalcafebrasil.com.br e escolha um plano. See omnystudio.com/listener for privacy information.