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No Provoca desta semana, Marcelo Tas recebe Yohansson Nascimento, ex-atleta paralímpico, multicampeão e atual vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.Nascido em Maceió (AL), Yohansson nasceu sem as duas mãos em decorrência da rubéola contraída por sua mãe durante a gestação. Sua trajetória no esporte começou de forma inesperada, aos 17 anos, quando foi convidado por uma treinadora a conhecer o atletismo paralímpico. Pouco tempo depois, já representava o Brasil em competições internacionais.Ao longo da carreira, conquistou 6 medalhas paralímpicas, 11 medalhas em Campeonatos Mundiais e 8 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, tornando-se um dos maiores velocistas da história do esporte paralímpico brasileiro.Na conversa, Yohansson relembra sua infância, os desafios enfrentados dentro e fora das pistas, a histórica medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, o emocionante pedido de casamento após a vitória e sua atuação atual à frente do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Nascido em 1997, empresário desde 2019, o chef Zé Paulo Rocha pegou no restaurante Velho Eurico, em Lisboa, e transformou-o, respeitando a tradição de muitos anos que o espaço já trazia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 106º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo-SP, na Vila Olímpia, bairro da Zona Sul, mudou-se para Uberlândia-MG aos 8 anos onde viveu até os 20 anos. E foi lá que começou no rádio, trabalhando desde os 9 anos como gandula de discos, como ele fala, porque procurava na discoteca os discos que seriam tocados na programação. E como era muito interessado em música, aos poucos foi assumindo posições e tornou-se programador e depois locutor. Até que um dia, depois de ouvir seu trabalho, o pessoal da Antena 1 de São Paulo o contratou para mudar-se novamente para São Paulo. A rádio seguinte foi a Jovem Pan, até que surgiu a oportunidade de montar uma rádio nova, porque ele já se interessava por novos projetos, já tinha montado um estúdio de gravação com o produtor Iraí Campos e ajudou a implantar a Alpha FM, com uma grande novidade: sugeriu inovar lançando somente locutoras no ar, que praticamente não tinham muito mercado nessa época. Com a Alpha implantada, apareceram novas propostas e ele foi pra Band FM ser coordenador artístico e depois o diretor artístico. Mas como sempre foi de participar de muitos projetos ao mesmo tempo, nessa época da Band, ele já era empresário do grupo Só Pra Contrariar, oriundo de Uberlândia. Quem vai contar essa história de sucesso é Joca Ribeiro. A conversa aconteceu em maio de 2026 e você vai ficar sabendo que dentre os muitos programas que ele criou na Band, um continua no ar há 40 anos, a Hora do Ronco, pelo qual ganhou o Prêmio APCA. Também teve uma participação na produtora de áudio Rádio 2, pela qual fez muitas campanhas políticas, sempre com muitas inovações e criatividade na comunicação. Com a gente, e pra vocês: JOCA RIBEIRO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 106º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo-SP, na Vila Olímpia, bairro da Zona Sul, mudou-se para Uberlândia-MG aos 8 anos onde viveu até os 20 anos. E foi lá que começou no rádio, trabalhando desde os 9 anos como gandula de discos, como ele fala, porque procurava na discoteca os discos que seriam tocados na programação. E como era muito interessado em música, aos poucos foi assumindo posições e tornou-se programador e depois locutor. Até que um dia, depois de ouvir seu trabalho, o pessoal da Antena 1 de São Paulo o contratou para mudar-se novamente para São Paulo. A rádio seguinte foi a Jovem Pan, até que surgiu a oportunidade de montar uma rádio nova, porque ele já se interessava por novos projetos, já tinha montado um estúdio de gravação com o produtor Iraí Campos e ajudou a implantar a Alpha FM, com uma grande novidade: sugeriu inovar lançando somente locutoras no ar, que praticamente não tinham muito mercado nessa época. Com a Alpha implantada, apareceram novas propostas e ele foi pra Band FM ser coordenador artístico e depois o diretor artístico. Mas como sempre foi de participar de muitos projetos ao mesmo tempo, nessa época da Band, ele já era empresário do grupo Só Pra Contrariar, oriundo de Uberlândia. Quem vai contar essa história de sucesso é Joca Ribeiro. A conversa aconteceu em maio de 2026 e você vai ficar sabendo que dentre os muitos programas que ele criou na Band, um continua no ar há 40 anos, a Hora do Ronco, pelo qual ganhou o Prêmio APCA. Também teve uma participação na produtora de áudio Rádio 2, pela qual fez muitas campanhas políticas, sempre com muitas inovações e criatividade na comunicação. Com a gente, e pra vocês: JOCA RIBEIRO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trechos do livro " The Sermon on the Mount According to Vedanta”, de Swami Prabhavananda.Swami Prabhavananda (1893 - 1976) foi um renomado monge hindu da Ordem Ramakrishna e discípulo direto de Swami Brahmananda.Nascido na Índia, Prabhavananda ingressou na vida monástica ainda jovem, dedicando-se à prática espiritual e ao estudo do Vedanta. Em 1923, foi enviado aos Estados Unidos, onde fundou a Vedanta Society of Southern California. Conhecido por sua colaboração com traduções e comentários de textos sagrados como a Bhagavad Gita e os Upanishads, Prabhavananda tornou-se uma figura central na disseminação do Vedanta no Ocidente.Seus ensinamentos baseavam-se na filosofia védica, enfatizando a unidade de todas as religiões e a realização do divino interior. Prabhavananda ensinava a importância da meditação, da devoção e do autoconhecimento, guiando seus discípulos a integrar a espiritualidade na vida cotidiana. Prabhavananda também abordava os ensinamentos de Jesus Cristo sob a perspectiva do Vedanta, interpretando suas palavras como expressões de verdades universais sobre a natureza divina e a união com Deus. De modo geral, Swami Prabhavananda teve papel essencial na introdução do pensamento vedântico no Ocidente. Sua abordagem clara e acessível influenciou gerações de buscadores espirituais, contribuindo para o diálogo entre culturas e tradições religiosas, e consolidando o Vedanta como uma via relevante no mundo moderno.
Sir Jean, nome artístico de Jean Gomis, é uma das vozes mais marcantes dos artistas africanos na Europa. Nascido em Dakar, Senegal, e radicado em Lyon, França, desde 1991, ele construiu uma carreira que atravessa o reggae, o dub, o afrobeat e a electrônica militante. A sua voz grave, rouca,… Source
Neste episódio do Rabiscos, conversamos com o escritor paraense Marcos Samuel Costa sobre literatura, memória, sexualidade, território. Nascido no arquipélago do Marajó, Marcos fala sobre a influência da paisagem ribeirinha em sua escrita, os desafios de ser um homem gay no interior da Amazônia e a construção de uma obra marcada por afetos, luto e natureza. O papo também passa pelos livros Os vulcões e Saltos ornamentais, seus dois trabalhos recentes que exploram personagens, amor e perda de formas muito diferentes. Além disso, falamos sobre a circulação da literatura produzida fora do eixo Sudeste, a vida acadêmica e a importância de encontrar representatividade nos livros. Para envio de livros e postagens: Tadeu Rodrigues Caixa Postal nº 129 CEP: 37701-010 - Poços de Caldas - MG Acompanhe, curta, compartilhe! Siga-nos | Instagram: @podcastrabiscos | @tadeufrodrigues | email: podcastrabiscos@gmail.com |
Citações e trechos do livro “Gates to Buddhist Practice”, e “Life in Relation to Death”, de Chagdud Tulku Rinpoche.Nascido no leste do Tibete (Kham), Chagdud Tulku Rinpoche (1930 - 2002) foi um lama da escola Nyingma de Budismo Vajrayana tibetano. Aos quatro anos ele foi reconhecido como um tulku (encarnação de um mestre de meditação), e um recebeu treinamento rigoroso, aprofundoando seus estudos em extensos retiros.Em 1959, ele escapou da ocupação comunista do Tibete e viveu exilado em comunidades de refugiados na Índia e no Nepal até se estabelecer nos Estados Unidos, em 1979. Em 1994, mudou-se para o Brasil e começou a construção do seu centro principal, o Khadro Ling, no Rio Grande do Sul.Ao viajar e ensinar constantemente, irradiando entusiasmo e compaixão, tornou-se o lama do coração de centenas de alunos e foi uma inspiração profunda para milhares de outros.Quando lhe perguntavam por que, aos sessenta e quatro anos, mudou-se para a América do Sul ao invés de permanecer confortavelmente nos Estados Unidos, respondia: “Percebi a fé dos brasileiros e o seu interesse no Budismo e quis ensiná-los”.
Citações e trechos do livro “The Ascent of the Spirit” de Swami Krishnananda.Nascido em Puttur (Índia), Subbaraya ou Swami Krishnananda Saraswati (1922 - 2001), foi um grande mestre em Yoga e Vedanta, escritor e discípulo direto de Swami Sivananda.Desde muito jovem, Krishnananda dedicou-se ao estudo de obras sânscritas como o Mahabharata, os Upanishads, e etc. Embora sua família pertencesse à uma linhagem tradicional Madhva (que segue a filosofia do dualismo), Krishnananda dedicou-se ao caminho da filosofia Advaita de Shankaracharya.No verão de 1944, seu desejo de reclusão e o chamado desconhecido do Mestre o levaram a Rishikesh, quando conheceu Swami Sivananda, que o o iniciou na ordem monástica.Mais tarde, Swami Krishnananda também se tornou um renomado mestre espiritual, guiando inúmeros buscadores ao longo do caminho da Autorrealização. Como autor, Krishnananda desenvolveu mais de 40 livros, até sua morte em 2001. Assim, Krishnananda passou sua vida em Ashrams, dando palestras e escrevendo, promovendo o estudo de textos sagrados e transmitindo ensinamentos profundos sobre a filosofia do Advaita Vedanta, Yoga, Bhakti, e outros aspectos do hinduísmo.
Faaaaaala Santidade!Você conhece a história de Santo Ambrósio de Milão?Santo Ambrósio foi um dos maiores bispos e doutores da Igreja dos primeiros séculos do cristianismo. Nascido por volta do ano 340, em uma família romana influente, ele recebeu uma excelente formação intelectual e seguiu carreira na administração pública. O curioso é que ele nem sequer era batizado quando foi escolhido pelo povo para se tornar bispo de Milão. Em poucos dias, recebeu os sacramentos necessários e assumiu uma das missões mais importantes de sua vida.Como bispo, Santo Ambrósio se destacou pela firmeza na defesa da fé católica em um período marcado por muitas controvérsias doutrinárias. Ele enfrentou imperadores, combateu heresias e trabalhou incansavelmente para preservar a unidade da Igreja. Ao mesmo tempo, era conhecido por sua caridade com os pobres, sua dedicação ao estudo das Escrituras e sua profunda vida de oração. Sua coragem e sabedoria fizeram dele uma das figuras mais respeitadas de sua época.Se você gosta de histórias que mostram como a fé pode transformar uma vida e influenciar toda uma sociedade, então esse podcast foi feito especialmente para você! Vamos juntos conhecer a trajetória desse grande pastor que ajudou a moldar a história do cristianismo.Além de seu trabalho como bispo, Santo Ambrósio também foi um escritor brilhante. Seus ensinamentos e homilias influenciaram gerações de cristãos e tiveram um papel decisivo na conversão de Santo Agostinho, um dos maiores santos da Igreja. Sua vida nos mostra que o conhecimento, quando unido à fé e à humildade, pode produzir frutos extraordinários para o Reino de Deus.《"Onde está a fé, aí está a liberdade."》Acompanhe conosco, aprenda com a história de Santo Ambrósio de Milão e compartilhe com os amigos! Esperamos um dia ter um episódio aqui sobre você também.=============CONTATOS===============Instagram: @sopelamisericordiaFacebook: /sopelamisericordiaE-mail: sopelamisericordia7@gmail.comSite: www.sopelamiericordia.com.brYoutube: @sopelamisericordia
O Câmara Rio Entrevista recebe o dançarino e artista Roberto Soli, que tem como missão levar o funk carioca para o cenário internacional.Com passagens por países como França, Polônia e Austrália, Soli representa a cultura das comunidades do Rio e trabalha para expandir o alcance do funk, seguindo os passos de movimentos globais como o hip-hop.Nascido na Vila Cruzeiro, na Zona Norte do Rio, o artista começou a carreira inspirado pela própria vivência na comunidade, observando familiares e vizinhos. O que era brincadeira virou profissão e hoje se transforma em um projeto de vida.Além das apresentações pelo mundo, Roberto Soli também ministra aulas e utiliza as redes sociais para divulgar o ritmo, acumulando milhares de seguidores e fortalecendo o funk como expressão cultural brasileira.
Ep. 01 | João de Jesus Paes Loureiro — A Lenda como Utopia Social O que acontece quando a Boiúna, o Boto e o Tambatajá chegam à Sorbonne? João de Jesus Paes Loureiro passou a vida provando que o imaginário amazônico não é folclore, é epistemologia. É uma forma legítima de conhecer e de resistir. Nascido em Abaetetuba, no Pará, Paes Loureiro é poeta, ensaísta e professor, doutor em Sociologia da Cultura pela Sorbonne, com a obra fundadora Cultura Amazônica: uma poética do imaginário. No livro Utopias Amazônicas, assina o artigo A Lenda como Utopia Social: uma rapsódia teórica. Neste episódio, conversamos sobre lenda, utopia, encantamento e o canto do Uirapuru que a queimada ameaça apagar.
Fugindo da guerra no Líbano para construir um dos maiores grupos de educação em saúde do Brasil.No episódio de hoje do Blumencast, recebemos o Dr. Mohamad Abou Wadi, conhecido como Moha. Nascido em Lages (SC) e criado no Vale do Kefraya, no Líbano, ele retornou ao Brasil nos anos 1990 e transformou uma trajetória marcada por desafios em um verdadeiro ecossistema de educação, empreendedorismo e inovação.Dentista de formação, com três especializações, mestrado e doutorado em andamento, Moha percebeu cedo um problema no mercado: a dificuldade de acesso a pós-graduações de qualidade e a falta de preparo empreendedor nas áreas da saúde.Ao lado de Chaim Zaher, fundou o Grupo Kefraya, hoje considerado a maior holding de educação em saúde do país. O grupo reúne marcas como a Rede IOA, Instituto Lapidare, ITC e Jovié, impactando milhares de profissionais em todo o Brasil e ultrapassando R$ 500 milhões em faturamento em 2025.Além disso, Moha é presidente do Conselho de Administração da UniAvan, fundador da Faculdade Life Unic e da PIB Education, além de integrar o Comitê de Empreendedorismo e Negócios da ABMES.Neste episódio, falamos sobre:• A infância no Líbano e a fuga da guerra• O recomeço no Brasil• Educação e empreendedorismo na área da saúde• Construção de negócios milionários• Liderança, gestão e visão de futuro• Os desafios do ensino superior no Brasil• Mentalidade empreendedora e formação de líderesUm episódio sobre superação, visão estratégica e construção de legado.Inscreva-se no canal, deixe seu like e compartilhe este episódio com alguém que acredita no poder da educação e do empreendedorismo.Assine o Blumenpass aqui: www.blumenpass.com.br
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 105º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do esporte no rádio, na TV, e agora também na internet. Nascido em São Paulo, na Vila Esperança, bairro da Zona Leste, o nosso entrevistado trabalha desde que se conhece por gente. Como ele conta, começou vendendo bananas na feira, e um dia, lendo uma matéria sobre futebol, num jornal que embrulhava bananas, resolveu que iria trabalhar naquilo: ser jornalista esportivo. Seu contato com o rádio, era ouvir quando criança, o programa Moraes Sarmento, mas nunca imaginou que seria radialista, até porque ele sempre gostou de futebol e nunca se interessou por outros esportes. Fez faculdade de jornalismo, participou de um concurso na Rádio Gazeta, foi escolhido e começou a trabalhar como repórter. E quando você trabalha no jornalismo esportivo, as oportunidades aparecem. Ao começar na Record, acabou trabalhando com o saudoso Silvio Luiz, com quem fez uma dupla de muito sucesso. Também passou pela TV Cultura, onde apresentou o Cartão Verde por 15 anos, pela TV Gazeta onde apresentou durante 20 anos o Mesa Redonda Futebol Debate, e no rádio trabalha há 36 anos na Jovem Pan. Quem vai contar essa história de sucesso é Flavio Prado. A conversa aconteceu em março de 2026 e você vai ficar sabendo que O Mundo da Bola, programa que ele apresentou na Jovem Pan, ganhou duas vezes o Prêmio APCA. Hoje ele tem um podcast na internet, e durante o nosso papo ele falou do tempo em que deu aulas em faculdades de jornalismo, tendo ajudado a formar uma geração brilhante de jornalistas esportivos. 4Nesta edição também fizemos uma homenagem ao saudoso Nelson Tatá Alexandre que nos deixou em março de 2026, apresentando um piloto inédito de um Programa da Rádio Camanducaia, com a participação dos também saudosos Odayr Baptista, Alaor Coutinho e o Tatá. Com a gente, e pra vocês: FLAVIO PRADO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 105º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do esporte no rádio, na TV, e agora também na internet. Nascido em São Paulo, na Vila Esperança, bairro da Zona Leste, o nosso entrevistado trabalha desde que se conhece por gente. Como ele conta, começou vendendo bananas na feira, e um dia, lendo uma matéria sobre futebol, num jornal que embrulhava bananas, resolveu que iria trabalhar naquilo: ser jornalista esportivo. Seu contato com o rádio, era ouvir quando criança, o programa Moraes Sarmento, mas nunca imaginou que seria radialista, até porque ele sempre gostou de futebol e nunca se interessou por outros esportes. Fez faculdade de jornalismo, participou de um concurso na Rádio Gazeta, foi escolhido e começou a trabalhar como repórter. E quando você trabalha no jornalismo esportivo, as oportunidades aparecem. Ao começar na Record, acabou trabalhando com o saudoso Silvio Luiz, com quem fez uma dupla de muito sucesso. Também passou pela TV Cultura, onde apresentou o Cartão Verde por 15 anos, pela TV Gazeta onde apresentou durante 20 anos o Mesa Redonda Futebol Debate, e no rádio trabalha há 36 anos na Jovem Pan. Quem vai contar essa história de sucesso é Flavio Prado. A conversa aconteceu em março de 2026 e você vai ficar sabendo que O Mundo da Bola, programa que ele apresentou na Jovem Pan, ganhou duas vezes o Prêmio APCA. Hoje ele tem um podcast na internet, e durante o nosso papo ele falou do tempo em que deu aulas em faculdades de jornalismo, tendo ajudado a formar uma geração brilhante de jornalistas esportivos. 4Nesta edição também fizemos uma homenagem ao saudoso Nelson Tatá Alexandre que nos deixou em março de 2026, apresentando um piloto inédito de um Programa da Rádio Camanducaia, com a participação dos também saudosos Odayr Baptista, Alaor Coutinho e o Tatá. Com a gente, e pra vocês: FLAVIO PRADO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é Vida e Paz.Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à Lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:5-9
Poema de Khalil Gibran.Khalil Gibran (1883-1931) foi um escritor, poeta e artista libanês, conhecido por suas obras espirituais e filosóficas.Nascido na cidade de Bsharri, no Líbano, em uma família maronita cristã, Gibran emigrou com sua mãe para os Estados Unidos aos 12 anos. Lá, viveu em Boston, onde começou a explorar sua vocação artística e literária. Após estudar arte em Paris, ele combinou influências ocidentais e orientais para criar um estilo único.Gibran abordava temas universais como amor, liberdade, espiritualidade e a interconexão da humanidade. Seus textos, frequentemente escritos em linguagem poética, celebram a beleza da vida, a busca interior e a harmonia com o divino. Em O Profeta (1923), ele compartilha reflexões profundas por meio de um personagem sábio que oferece conselhos sobre aspectos da vida cotidiana, como amizade, trabalho e morte, incentivando os leitores a viver com autenticidade e propósito.Considerado o terceiro maior poeta em vendas de todos os tempos (atrás somente de Lao-Tsé e William Shakespeare), Gibran foi creditado como o responsável pelo renascimento da literatura árabe. Sua mensagem universal de amor e unidade transcendem barreiras culturais e religiosas, consolidando-o como uma voz atemporal da literatura espiritual e filosófica.
Grande talento da era dos festivais, Taiguara foi um dos artistas mais perseguidos pela censura da ditadura militar. Nascido em Montevidéu, o cantor fez carreira em São Paulo e acabou vivendo anos no exílio por conta do conteúdo politizado de seu trabalho. Neste Curta Musical, vamos conhecer a história e ouvir um dos maiores sucessos de Taiguara, a música Hoje, de 1969.
Grande talento da era dos festivais, Taiguara foi um dos artistas mais perseguidos pela censura da ditadura militar. Nascido em Montevidéu, o cantor fez carreira em São Paulo e acabou vivendo anos no exílio por conta do conteúdo politizado de seu trabalho. Neste Curta Musical, vamos conhecer a história e ouvir um dos maiores sucessos de Taiguara, a música Hoje, de 1969.
No episódio de hoje recebemos Waldir Franzini, um profissional experiente no agronegócio, criador do podcast Academia do Agro, que acaba de lançar seu primeiro livro: A Grande Armadilha. Nascido no mesmo ano que eu, Waldir tem histórias pra contar... Batemos um papo, na verdade, proseamos, sobre a vida na nossa idade, com reminiscências preciosas, mas especialmente sobre a fantástica história da evolução da agricultura no mundo. Uma conversa que desperta a curiosidade sobre querer saber cada vez mais a respeito do setor da economia que mais cresce no Brasil. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje recebemos Waldir Franzini, um profissional experiente no agronegócio, criador do podcast Academia do Agro, que acaba de lançar seu primeiro livro: A Grande Armadilha. Nascido no mesmo ano que eu, Waldir tem histórias pra contar... Batemos um papo, na verdade, proseamos, sobre a vida na nossa idade, com reminiscências preciosas, mas especialmente sobre a fantástica história da evolução da agricultura no mundo. Uma conversa que desperta a curiosidade sobre querer saber cada vez mais a respeito do setor da economia que mais cresce no Brasil. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Faaaaaala Santidade!Você conhece a história de São Charles Foucauld?São Charles Foucauld foi um homem francês que passou por uma profunda transformação de vida. Nascido em uma família nobre, ele teve uma juventude marcada por excessos e certa indiferença religiosa. Mas, em meio às buscas e inquietações do coração, ele encontrou Deus de forma decisiva e nunca mais foi o mesmo. A partir daí, sua vida tomou um rumo totalmente novo, guiado por uma fé simples, mas extremamente profunda.Depois de servir no exército e viajar por diversos lugares, Charles decidiu se entregar totalmente a Deus. Tornou-se monge trapista por um tempo, mas sentia que sua vocação o chamava a algo ainda mais radical: viver escondido, em silêncio e proximidade com os mais pobres. Foi assim que ele se estabeleceu no deserto do Saara, entre os tuaregues, no norte da África. Ali, levou uma vida de oração, trabalho e presença discreta, buscando imitar a vida oculta de Jesus em Nazaré. Seu maior desejo não era converter pelas palavras, mas pelo testemunho de amor, fraternidade e acolhimento.São Charles Foucauld acreditava profundamente que cada pessoa era um irmão ou irmã, independente de religião ou origem. Sua vida foi marcada pela simplicidade extrema, pela hospitalidade e por uma confiança total em Deus. Mesmo vivendo em um ambiente difícil e muitas vezes solitário, ele permaneceu fiel até o fim, deixando um legado espiritual que inspirou diversas comunidades e pessoas ao redor do mundo. Sua espiritualidade continua ecoando como um chamado à humildade e ao amor silencioso.Se você curte histórias de heroísmo, determinação e, é claro, uma boa dose de espiritualidade, então esse podcast foi feito especialmente para você! Vamos juntos desvendar os mistérios e as inspirações por trás de São Charles Foucauld.Ouça o nosso episódio e descubra tudo sobre a vida desse homem que escolheu o escondimento, a simplicidade e o amor como caminho de santidade. Quer saber como alguém pode transformar completamente sua vida e encontrar Deus no silêncio do deserto? Então, não perca essa!《"Gritai o Evangelho com a vida.”》Acompanhe conosco, aprenda com a história de São Charles Foucauld e compartilhe com os amigos! Esperamos um dia ter um episódio aqui sobre você também.=============CONTATOS===============Instagram: @sopelamisericordiaFacebook: /sopelamisericordiaE-mail: sopelamisericordia7@gmail.comYoutube: @sopelamisericordia
Os mais de 400 vídeos do canal Rail Relaxation já acumulam 42 milhões de visualizações. O goiano David Sousa, que vive em Liubliana há 21 anos, deixou de lado a profissão de motorista para se dedicar ao projeto. Edison Veiga, correspondente da RFI na Eslovênia Meio de transporte comum em diversas partes do mundo, o trem não fazia parte da rotina do brasileiro David Sousa até a vida levá-lo para fora do país. Nascido em 1972 no estado de Goiás, ele vive há 21 anos na Eslovênia – e foi em Liubliana que acabou encontrando, quase por acaso, o tema que mudaria sua trajetória profissional. Apaixonado por filmagens, Sousa começou a registrar viagens de forma despretensiosa, em um canal pessoal no YouTube voltado a passeios e montanhas. A ideia inicial era mostrar a Eslovênia para brasileiros. Mas um vídeo específico, gravado dentro de um trem, mudou tudo. O conteúdo viralizou. A repercussão inesperada revelou um público fiel interessado em acompanhar trajetos ferroviários completos, com paisagens e sons ambientes. Foi o ponto de partida para a criação do canal Rail Relaxation, há cerca de quatro anos. Hoje, o canal reúne mais de 400 vídeos publicados e ultrapassa a marca de 42 milhões de visualizações. A guinada digital veio acompanhada de uma decisão ousada. Após 16 anos trabalhando como motorista da embaixada brasileira na Eslovênia, Sousa decidiu deixar o emprego formal para se dedicar integralmente à produção de conteúdo. A escolha, segundo ele, foi motivada tanto pelo crescimento do projeto quanto pela possibilidade de realizar um antigo objetivo: viver da internet. Viagens cada vez mais longe No início, as gravações aconteciam apenas nos fins de semana e em países próximos, como Áustria, Itália, Croácia e Suíça, mas hoje a necessidade de diversificar o conteúdo levou o brasileiro a expandir horizontes. Viagens mais longas passaram a fazer parte da rotina. A produção segue um método rigoroso. Sousa publica dois vídeos por semana e costuma gravar várias viagens de uma só vez, organizando o material posteriormente. Cada vídeo pode demandar cerca de oito horas de edição. Em trajetos mais longos, ele divide o conteúdo em partes: uma viagem de 12 horas, por exemplo, pode virar uma série com quatro episódios. Apesar do sucesso, ele admite que produzir conteúdo ferroviário não é simples. Em muitos casos, é necessário lidar com processos burocráticos para obter autorização de filmagem junto a empresas de transporte – um desafio comum para criadores desse nicho. Ainda assim, o público segue crescendo e aguardando cada nova publicação. O interesse é alimentado pela diversidade de paisagens e rotas, que vão de trechos alpinos a longas travessias internacionais. Nos planos, estão destinos ainda mais ambiciosos. Uma viagem à Ásia, especialmente para registrar trajetos ferroviários na Índia e em Bangladesh, está sendo preparada há anos e pode sair do papel em breve. Para quem passou a infância sem sequer ter visto um trem de perto, Sousa hoje percorre o mundo sobre trilhos – e transformou esse percurso em destino.
Os mais de 400 vídeos do canal Rail Relaxation já acumulam 42 milhões de visualizações. O goiano David Sousa, que vive em Liubliana há 21 anos, deixou de lado a profissão de motorista para se dedicar ao projeto. Edison Veiga, correspondente da RFI na Eslovênia Meio de transporte comum em diversas partes do mundo, o trem não fazia parte da rotina do brasileiro David Sousa até a vida levá-lo para fora do país. Nascido em 1972 no estado de Goiás, ele vive há 21 anos na Eslovênia – e foi em Liubliana que acabou encontrando, quase por acaso, o tema que mudaria sua trajetória profissional. Apaixonado por filmagens, Sousa começou a registrar viagens de forma despretensiosa, em um canal pessoal no YouTube voltado a passeios e montanhas. A ideia inicial era mostrar a Eslovênia para brasileiros. Mas um vídeo específico, gravado dentro de um trem, mudou tudo. O conteúdo viralizou. A repercussão inesperada revelou um público fiel interessado em acompanhar trajetos ferroviários completos, com paisagens e sons ambientes. Foi o ponto de partida para a criação do canal Rail Relaxation, há cerca de quatro anos. Hoje, o canal reúne mais de 400 vídeos publicados e ultrapassa a marca de 42 milhões de visualizações. A guinada digital veio acompanhada de uma decisão ousada. Após 16 anos trabalhando como motorista da embaixada brasileira na Eslovênia, Sousa decidiu deixar o emprego formal para se dedicar integralmente à produção de conteúdo. A escolha, segundo ele, foi motivada tanto pelo crescimento do projeto quanto pela possibilidade de realizar um antigo objetivo: viver da internet. Viagens cada vez mais longe No início, as gravações aconteciam apenas nos fins de semana e em países próximos, como Áustria, Itália, Croácia e Suíça, mas hoje a necessidade de diversificar o conteúdo levou o brasileiro a expandir horizontes. Viagens mais longas passaram a fazer parte da rotina. A produção segue um método rigoroso. Sousa publica dois vídeos por semana e costuma gravar várias viagens de uma só vez, organizando o material posteriormente. Cada vídeo pode demandar cerca de oito horas de edição. Em trajetos mais longos, ele divide o conteúdo em partes: uma viagem de 12 horas, por exemplo, pode virar uma série com quatro episódios. Apesar do sucesso, ele admite que produzir conteúdo ferroviário não é simples. Em muitos casos, é necessário lidar com processos burocráticos para obter autorização de filmagem junto a empresas de transporte – um desafio comum para criadores desse nicho. Ainda assim, o público segue crescendo e aguardando cada nova publicação. O interesse é alimentado pela diversidade de paisagens e rotas, que vão de trechos alpinos a longas travessias internacionais. Nos planos, estão destinos ainda mais ambiciosos. Uma viagem à Ásia, especialmente para registrar trajetos ferroviários na Índia e em Bangladesh, está sendo preparada há anos e pode sair do papel em breve. Para quem passou a infância sem sequer ter visto um trem de perto, Sousa hoje percorre o mundo sobre trilhos – e transformou esse percurso em destino.
Antenados #317 - Danilo Gobatto conversa com Luiz Franco Thomaz, o Netinho, lendário baterista da banda “Os Incríveis”. Nascido em Santos, começou a estudar música aos 7 anos. Aos 15, passou a tocar profissionalmente na orquestra Tropical de Itariri, fazendo bailes por toda a região. Em 1960, mudou-se para São Paulo, onde foi convidado para ser o baterista da banda The Clevers, que estava sendo formada. Com o The Clevers fez duas turnês internacionais. A primeira, pela Itália, acompanhando a cantora Rita Pavone, e a segunda, pela Argentina. De volta ao Brasil, a banda passou a se chamar Os Incríveis, e atingiu fama e sucesso. Na década de 70, Netinho fundou a banda Casa das Máquinas influenciado por um rock mais pesado e progressivo, e também participou da banda Joelho de Porco, por dois anos. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins
Estamos a poucos dias de um novo aniversário da revolução do 25 de Abril em Portugal, uma ocasião para recordarmos uma das suas figuras cimeiras, Otelo Saraiva de Carvalho, que é o objecto de uma biografia elaborada por Yves Léonard, historiador que nestas últimas três décadas publicou inúmeros livros sobre a História de Portugal. "Otelo, la voix de la révolution des œillets", "Otelo, a voz da Revolução dos Cravos" é o nome da nova obra publicada pela Chandeigne & Lima, que Yves Léonard lançou no passado dia 15 de Abril em Paris. Neste livro, o historiador recorda esta figura controversa do passado recente de Portugal, um capitão de Abril que, no decurso dos anos 80, foi acusado de ter ligações com grupos armados em Portugal. Nascido a 31 de Agosto de 1936 em Maputo, Otelo Nuno Romão Saraiva de Carvalho é filho de um funcionário dos Correios e cresce no seio de uma família ligada, pelo avô, ao mundo do teatro. Depois de frequentar o ensino secundário público de Maputo, ele destina-se a uma carreira de actor, o jovem Otelo tendo veleidades de ir para o "Actor's Studio" em Nova Iorque. O destino -e sobretudo o pai- vão encarregar-se de o fazer ingressar na Academia Militar aos 19 anos. Ele estará em serviço activo durante as guerras de libertação de Angola e na Guiné-Bissau, nos anos 60 e início de 70 Será durante os derradeiros anos desses conflitos, que vai crescer dentro dele e de outros militares o projecto de derrubar o regime fascista português. De regresso a Portugal em 1973, envolve-se no Movimento das Forças Armadas e, juntamente com outros capitães, assume a liderança da Revolução dos Cravos a 25 de Abril de 1974. Uma caminhada sobre a qual Yves Léonard destaca que "antes de tudo, Otelo é o homem de África" e que "isto é muito importante para compreender o personagem". "Otelo é um militar, mas não por convicção. Penso que, antes de tudo, Otelo é um actor. Gostava muito do teatro. Otelo tem um avô que é um antigo oficial do Exército português. Portanto, tem uma grande admiração pelo avô. É importante na hora de tomar a decisão de entrar na Academia Militar e depois, nos anos 60, obviamente, é o tempo das guerras coloniais e para Otelo é um momento muito importante. Porque Otelo é um oficial intermédio, isto é, um capitão", começa por dizer o estudioso. "Em África, durante as guerras coloniais, há uma tomada de consciência em torno do sistema salazarista com o papel muito importante das colonias. E para Otelo, há a consciência de que a guerra é o problema maior de Portugal e que a violência não é a resposta", diz o historiador. Ao destacar o papel de Otelo durante o 25 de Abril, Yves Léonard também recorda que, depois, "durante o PREC, Processo Revolucionário em Curso, Otelo tinha um papel muito importante, porque era o chefe do COPCON e o chefe da Região Militar de Lisboa. Tem um papel muito importante durante a crise do fim de Setembro de 1974, durante a crise do 11 de Março de 1975, e depois, durante o 'Verão quente' e no mês de Novembro de 1975. Mas aí já não tinha o controlo da situação política em Portugal". Entrevistado pela radiodifusão portuguesa precisamente um ano após a revolução, Otelo Saraiva de Carvalho não esconde a alegria e o orgulho que continua a sentir depois do 25 de Abril de 1974. Mas efectivamente, neste período em que ele assume um papel preponderante no PREC, começam a surgir as primeiras divisões entre as correntes mais reformistas e as franjas mais à esquerda da revolução. Estas dissensões vão culminar com a desestabilização do 25 de Novembro de 1975. A partir daí, Portugal marca uma viragem mais à direita e em 1976, o general Ramalho Eanes torna-se o primeiro Presidente eleito depois da revolução de Abril, com um pouco mais de 61% dos votos face a Otelo, cuja candidatura recolhe cerca de 16% dos votos. Na primeira metade dos anos 80, Otelo está em ruptura total com o rumo seguido por Portugal na altura. Ele lidera um movimento, o chamado "Projecto Global", que será acusado de ter elos com grupos armados de extrema-esquerda como as FP 25, Forças Populares do 25 de Abril, que cometem ataques semelhantes àqueles que acontecem na mesma altura na Itália ou em França. "É difícil de dizer exactamente o que se passou, porque, por um lado, Otelo tinha vontade de fazer um projecto político com o poder popular que se chama ‘Projecto global'. É um projecto muito ambicioso. No fim dos anos 70, no início dos anos 80 e no mesmo tempo, aparece um grupo muito violento, com atentados terroristas que se chamam FP 25, Forças Populares do 25 de Abril. O problema é fazer uma ligação entre o ‘projecto global' de Otelo e as FP 25. É muito difícil saber exactamente qual é a natureza dessa relação. Mas em Junho de 84, o poder político, o Ministério da Justiça e a polícia têm a convicção de que Otelo é o chefe, senão o inspirador das FP 25", recorda Yves Léonard. Em 1987, Otelo é condenado a 15 anos de prisão por ser considerado responsável das actividades das FP 25. As circunstâncias em que Otelo é condenado geram um debate de largos anos em Portugal, ao ponto que sob o impulso dos socialistas então no poder, uma maioria de parlamentares amnistia Otelo em 1996. Esta medida não deixa de gerar polémica no seio da direita que acusa a esquerda de querer "apagar" a História. A seguir à amnistia, virá mais tarde um novo processo em 2001 durante o qual a justiça vai considerar que não existiam elementos suficientes para estabelecer que Otelo tivesse um qualquer elo com as FP 25. "Temos um julgamento no Tribunal da Boa-Hora no início de 2001 para dizer que Otelo não é responsável, não é o inspirador, não é o chefe das FP 25. É uma decisão de Justiça. Isto é uma forma de verdade. O problema é que depois da amnistia, depois o julgamento da Boa-Hora, muitas pessoas em Portugal continuam a pensar que Otelo é o responsável das FP 25, é uma terrorista. E a imagem de Otelo é péssima", constata o universitário. Apesar de uma decisão favorável da justiça, o nome de Otelo passou a ter um rasto de pólvora de forma duradoira. Paradoxalmente, ele continua a ser acarinhado no exterior, nomeadamente em França, onde várias personalidades do mundo político, nomeadamente o próprio Presidente François Mitterrand, ou artistas como o cantor popular Renaud, não escondem a sua admiração pelo militar que tem uma aura romântica. Para Yves Léonard, este fenómeno explica-se pelo facto de "a Revolução dos Cravos ter sido a última revolução do século XIX, isto é, uma revolução romântica". A aura de Otelo e dos restantes capitães de Abril vai inspirar vários filmes, documentários e reportagens. No ano 2000, estreia o filme 'Capitães de Abril' da actriz e realizadora portuguesa Maria de Medeiros. Presente na apresentação do livro de Yves Léonard, ela recorda a figura de Otelo que conheceu quando era criança. "Realmente eu conheci-o. Eu era muito novinha, adolescente, e lembro-me de ter dançado um rock and roll com o Otelo e era a primeira vez que eu dançava assim com os movimentos do rock and roll em Lisboa, num restaurante que é o ‘Brazuca', que era um lugar muito importante para os capitães de Abril, onde eles se reuniam muito. Depois, quando preparei o meu filme Capitães de Abril. Obviamente, falei muito com o Otelo, também com o Salgueiro Maia e, sobretudo, passei realmente 13 anos da minha vida a fazer pesquisa e a ler tudo o que eu conseguia encontrar nessa época publicado e às vezes sem estar publicado do que eles escreveram. É um privilégio extraordinário da nossa geração, da nossa infância, de miúdos lisboetas, de muitos de nós, termos coincidido com essas figuras importantes da nossa história", diz a cineasta que lamenta a actual tentativa de minimizar o legado do 25 de Abril no espaço público em Portugal. "Infelizmente, eu acho que estes movimentos revisionistas de extrema-direita que alastram não é uma coisa que seja, nem é nada português. Na verdade, acho que é uma importação. É como uma marca importada de outros países, porque está a acontecer por toda a parte. Os discursos são os mesmos. O descrédito atirado para cima da honra não é de quem de facto lutou. É vergonhoso", denuncia Maria de Medeiros. Volvidos 52 anos, o campo conservador está no poder em Portugal e a extrema-direita, em posição de força na Assembleia da República, tenta corroer a herança do 25 de Abril. A questão da memória torna-se tanto mais premente que as testemunhas directas da revolução dos cravos vão partindo. Otelo faleceu a 25 de Julho de 2021, num relativo esquecimento e sem grandes homenagens nacionais. "O que é muito importante, com o 25 de Abril é o papel dos capitães. Os grandes testemunhos da época, obviamente, 50 anos depois, os heróis desaparecem. Por exemplo, Otelo morreu cinco anos atrás, em 2021. E é difícil falar desse período sem os grandes actores do 25 de Abril. É um problema clássico na disciplina da História, a memória, os testemunhos e a história. É importante fazer e dizer a História. É um período complexo porque estamos entre a época da memória, com a presença dos grandes actores do 25 de Abril e o período da História. O problema hoje, é a tentação de dizer que o período antes do 25 de Abril não foi um período tão difícil. É um grande perigo para a democracia portuguesa", considera Yves Léonard para quem "é muito importante hoje sublinhar o papel fundamental da ruptura do 25 de Abril" que marcou "um novo tempo para Portugal, para a democracia em Portugal e para a democracia na Europa". "Otelo, obviamente, é o homem do 25 de Abril, o instigador que simboliza os Cravos de Abril", conclui o historiador.
Ernesto Paulelli, que inspirou Adoniran Barbosa para compor o Samba do Arnesto, deixou em 2005 um depoimento valioso a Geraldo Nunes. Ele ele nega ter saído de casa após convidar os amigos para visitá-lo,"foi inspiração do poeta", assegurou. Nascido em 1914 viveu 99 anos, vale a pena ouvir.
Luiz Gama tinha dez anos quando foi vendido como escravo pelo próprio pai. Nascido livre, escravizado ilegalmente. Esse episódio reconstrói sua via crucis do Cais do Valongo ao cativeiro em São Paulo.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: historiapreta@gmail.com LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora Unicamp, 1999. CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça. São Paulo, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Luiz Gama: obras completas. v. 8: Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. pp. 59-68. GOMES, Laurentino. Escravidão: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares. v. 1. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019. GRAHAM, Richard. Nos tumbeiros mais uma vez? O comércio interprovincial de escravos no Brasil. Afro-Ásia, Salvador, n. 27, pp. 121-160, 2002. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês em 1835. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com
O Câmara Rio Entrevista recebe Jonathan Raymundo, criador do Festival Wakanda, um dos movimentos mais importantes de valorização da cultura negra na Zona Oeste do Rio. Nascido em Realengo, ele construiu uma trajetória marcada pela educação, literatura e fortalecimento da identidade preta nas periferias.Premiado com o Prêmio Carolina Maria de Jesus, concedido pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jonathan compartilha sua história, os desafios e a importância de criar espaços seguros e afetivos para a população negra. O projeto Wakanda, que começou como um simples piquenique, cresceu e se transformou em um grande encontro cultural com feira de empreendedores, apresentações artísticas e celebração da identidade negra.Formado em História pela UERJ, ele também atua como escritor e organizador do livro “Pretagonismos”, reunindo reflexões de pensadores negros sobre a sociedade contemporânea.
Trechos do livro “Purity of Heart Is to Will One Thing”, de Søren Kierkegaard.Søren Kierkegaard (1813–1855) foi um filósofo, escritor e pensador cristão dinamarquês.Nascido em Copenhague e proveniente de uma família profundamente religiosa, sua vida foi marcada por intensa reflexão interior, sofrimento pessoal e um relacionamento rompido que influenciou decisivamente sua obra. Kierkegaard viveu de forma reservada, dedicando-se quase inteiramente à escrita, muitas vezes em oposição à igreja institucional e à filosofia dominante de seu tempo.Seus ensinamentos giram em torno da existência individual, da angústia, da liberdade e da fé. Kierkegaard enfatizou que a verdade cristã não é algo a ser apenas compreendido intelectualmente, mas vivida de maneira pessoal e apaixonada. Introduziu conceitos centrais como o “salto da fé”, defendendo que a relação com Deus exige risco, escolha e responsabilidade. Para ele, a fé autêntica nasce da interioridade e do enfrentamento honesto do desespero humano.Kierkegaard é considerado o pai do existencialismo e uma das vozes mais profundas do cristianismo moderno. Sua obra influenciou amplamente a filosofia, a teologia e a psicologia, marcando pensadores como Heidegger, Sartre e Tillich. Seu legado permanece vivo como um chamado à autenticidade, à fé vivida e à responsabilidade pessoal diante da existência.
Chegou a hora de apresentar a 1a pessoa que vai sentar na nossa poltrona amarela, inaugurando o Cine Talk Show do SQLVS! Nascido em Toronto, no Canadá, e formado em jornalismo pela PUC-RJ, ele ganhou destaque ao dirigir videoclipes, webdocs e conteúdos musicais, trabalhando com artistas da cena roqueira brasileira.::Nas últimas semanas, ele entregou ao mundo “Andar na Pedra”, série documental sobre a banda Raimundos que furou a bolha das AM e FM dos elevador e tá na boca de todo mundo que de alguma forma viveu as loucuras e delícias dos anos 90.::Vale a pena sentar e ouvir Daniel Ferro!
Nascido em Coimbra, filho de um futebolista, acabou por ser recrutado em Inglaterra por um grupo mafioso para executar uma vingança entre clãs, exigida por um código de honra ancestral. Os que o contrataram para cometer o homicídio oferecem agora dinheiro pela sua morte. Isolado há dois anos no calabouço, pede para cumprir a pena em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um nome que é sinônimo de automobilismo para o Brasil está perto da Fórmula 1. Em poucos anos, mais um Fittipaldi pode estar no grid da categoria. Emmo é o mais jovem piloto da família Fittipaldi, que há décadas se confunde com a história do esporte a motor. Ele é filho de Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1 (1972/74), duas vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis (1989/93) e campeão da Indy (1989). Marcio Arruda, da RFI em Paris Aos 19 anos, Emerson Fittipaldi Jr, conhecido como Emmo, acabou de estrear na Fórmula 2, último degrau antes da Fórmula 1. Depois de passar pela Fórmula 4 italiana, pela Regional Europeia, que também é chamada de Freca, e pela Eurocup-3, Emmo contou em entrevista exclusiva à RFI o motivo de ter pulado a Fórmula 3 e ido direto para a Fórmula 2, que é o caminho mais comum entre os pilotos. “A gente teve uma oportunidade muito boa na equipe AIX Racing de poder dar esse pulo grande para a Fórmula 2. A gente sabe que a F2 é um mundo muito pequeno, com apenas 22 carros. Então, não é sempre que você tem um assento para guiar", explicou. Por isso, ele não deixou escapar essa primeira oportunidade que teve e trabalhou muito para estar preparado para esse "grande passo". "Eu fui de um carro com 280 cv (de potência do motor) para quase 700 cv. Então, é muita diferença. De uma categoria para outra, é um grande pulo”, comenta. A temporada 2026 da Fórmula 2 começou na Austrália, no começo do mês passado. Emmo avaliou sua estreia na nova categoria. “A minha corrida em Melbourne foi a minha estreia na Fórmula 2 e também a minha primeira corrida em fim de semana de Fórmula 1. Então, é sempre uma oportunidade legal de estar na mesma pista, horas antes da Fórmula 1", lembrou. Segundo ele, essa foi uma oportunidade de ficar mais perto do sonho, que é a F1. "Minha estreia foi muito positiva porque a gente conseguiu tudo que precisava fazer, da questão de aprendizado até a adaptação ao regulamento da Fórmula 2. Acredito que a cada corrida a gente vai dar passos para a frente e ir melhorando cada vez mais”, disse. Guerra impõe alterações no calendário O piloto brasileiro iria voltar ao cockpit agora em abril, mas a Fórmula 2 cancelou as corridas do Bahrein e da Arábia Saudita por causa da Guerra do Irã. O cancelamento encurtou o calendário e aumentou a distância para a próxima etapa, que agora será em Mônaco, no primeiro fim de semana de junho. Até lá, nada de descanso e foco total no trabalho. “Vai ter um break bem grande entre Melbourne e Mônaco. Sempre entre as corridas, eu faço um trabalho físico e também no simulador. Hoje em dia, existe o simulador e a gente pode andar muito para conhecer as pistas. Aí eu fico andando, andando… até conseguir melhorar o meu tempo. E isso vai me ensinando que não há limite; sempre posso melhorar com o treino”, acredita o jovem piloto. Tendo bons resultados na Fórmula 2, que é o Enem da Fórmula 1, o piloto de 19 anos prevê que em pouco tempo chegará na categoria onde o pai é bicampeão. “Em dois anos, no máximo, teremos algumas notícias. É preciso andar bastante na Fórmula 2 e mostrar que tenho potencial para entrar na Fórmula 1", antecipa. Ele relembra que a família Fittipaldi é uma das maiores no automobilismo. Na Fórmula 1, é até agora "a família que teve mais pilotos", garante. "Se chegarmos a ter cinco (pilotos), aí eu acho que ninguém vai alcançar a nossa família. Ela vai ser, para sempre, a maior família da história da Fórmula 1. Então, eu acho que é fantástico se eu puder alcançar esse meu sonho. O importante, agora, é focar e dar o meu melhor para que, um dia, eu possa estar na F1. Aí eu estarei muito contente”, prevê. Os Fittipaldi sonham em 'fazer a quina' Se realizar o sonho de guiar na F1, Emmo se tornará o quinto Fittipaldi a competir na categoria. Como se diz no esporte, a família vai fazer a quina - fazendo referência ao jogo de loteria. Os quatro que passaram pela F1 são seu pai Emerson, que pilotou para as equipes Lotus, McLaren e Copersucar/Fittipaldi de 1970 a 1980, seu tio Wilsinho, que guiou para Brabham e Copersucar/Fittipaldi entre 1972 e 1975, seu primo Christian, que foi piloto da Minardi e da Footwork de 1992 a 1994, e seu sobrinho Pietro, que competiu pela Haas em dois Grandes Prêmios em 2020. Leia tambémEmerson Fittipaldi é homenageado em circuito francês que já recebeu a Fórmula 1 Com DNA da velocidade, Emmo revelou o assunto que é sempre conversado em família. “É sempre muito divertido estar com meus familiares. Não tem nenhum lugar que a gente esteja que a gente não fale sobre F1. Com Christian, Enzo e Pietro, o assunto sempre é corrida”, revelou. Para chegar à Fórmula 1, Emmo Fittipaldi sabe que o caminho é longo e difícil, principalmente para quem carrega um sobrenome de peso. “É um nome icônico na Fórmula 1 e, por isso, é óbvio que vem com pressão. As pessoas olham um pouquinho mais para mim do que para outros, mas no final das contas, na hora da corrida, não penso na diferença do nome. Eu estou lá para dar o meu melhor”, afirmou. Ídolo em casa O filho de Emerson Fittipaldi revelou quem é seu ídolo nas pistas. “Meu pai é minha maior inspiração e é por causa dele que estou correndo. Quando eu era pequenino, vi fotos e vídeos dele e sempre quis fazer o esporte que ele fez. Foi meu pai quem me mostrou o esporte pela primeira vez quando eu tinha 7 anos. Quero chegar aonde ele chegou na carreira. Ele brinca comigo que talvez eu possa ser melhor do que ele, mas primeiro eu preciso chegar na F1. Depois a gente conversa se vou ser melhor ou não”, revelou Emmo. “Ele é um pai que está sempre me ajudando e me ensinando porque ele tem muita experiência não só de corrida, mas de vida. É incrível ter um pai como ele”, completou. Nascido em 2007 na Flórida, Estados Unidos, o piloto escolheu a bandeira do Brasil para competir nas pistas. E isso não faz dele menos brasileiro do que o pai Emerson ou os tricampeões de F1 Ayrton Senna (1988/90/91) e Nelson Piquet (1981/83/87). Campeão da Fórmula E, Nelsinho Piquet, assim como Max Wilson, que é campeão da Stock Car, nasceram na Alemanha e carregam com orgulho a bandeira brasileira nas pistas. Outro exemplo é Hermano da Silva Ramos, o Nano, que é o piloto mais velho do mundo que já acelerou na Fórmula 1. Nano nasceu há 100 anos na França e competiu nos anos 50 da F1 com a bandeira do Brasil. Leia tambémHermano da Silva Ramos, piloto mais velho da história da F1, chega aos 100 anos Sonhando com uma Fórmula 1 bem diferente daquela de Hermano, Emmo disputa a atual temporada da F2 com o compatriota Rafael Câmara, que é piloto da academia da Ferrari. Atualmente, o filho do Emerson não está na melhor equipe da categoria, mas o jovem acredita que está no caminho certo. “Para 2026, a equipe e eu queremos aprender bastante. Quero evoluir em todos os procedimentos que a gente tem de fazer num fim de semana de corrida. Tenho certeza de que a competição contra pilotos excelentes vai melhorar muito a minha pilotagem. A minha meta para esse ano é aprender, trabalhar muito com a equipe e evoluir ao máximo”, afirmou Emmo Fittipaldi.
Após ter encerrado a turnê "Tempo Rei" no Brasil, no último fim de semana, Gilberto Gil desembarcou em Paris, onde emplaca o line-up do festival Back2Black nesta sexta-feira (3), com ingressos esgotados há semanas. Ao lado de filhos e netos, ele subirá no palco no célebre Théâtre du Châtelet para apresentar os grandes sucessos de seus mais de 60 anos de carreira. Daniella Franco, da RFI em Paris O festival Back2Black é realizado desde 2009, com 12 edições no Rio e uma em Londres, em 2012. Em Paris, o evento foi inicialmente pensado para ocorrer em 2025, durante a Temporada Cultural França-Brasil. No entanto, a organização se estendeu, levando o festival a coincidir com o encerramento da turnê "Tempo Rei", na qual Gil se despediu dos grandes palcos no Brasil, reunindo mais de um milhão de fãs. A edição parisiense do Back2Black tem o formato de um dia, mas conta com uma rica programação. Entre as atrações, está a exposição do artista plástico Carybé e duas sessões de projeção do documentário "3 Obás de Xangô", de Sérgio Machado, às 16h30 e às 18h. A festa começa com o Baile Bom no Grand Foyer do teatro, seguido de um DJ set da luso-guineense Umafricana, às 19h. Em seguida, a cantora brasileira Agnes Nunes e o artista camaronense Blick Bassy entram em cena às 20h e o espetáculo se encerra com chave de ouro, com o show de Gilberto Gil, às 21h20. "O Back2Black foi criado no sentido de levar para o Brasil uma África contemporânea que era pouco conhecida, principalmente quando eu comecei o festival, em 2009", diz a idealizadora e diretora do Back2Black, Connie Lopes. "Nesta época, havia muito poucos artistas contemporâneos africanos que iam ao Brasil. A África ainda era algo muito folclórico no Brasil e as pessoas conheciam muito pouco sobre essa cultura pulsante que é a cultura africana", reitera. Connie, que conhece Gilberto Gil há mais 40 anos, ressalta a relação do cantor e compositor com o público francês. "Eu viajei muito com Gil no início dos anos 1990, eu vim muitas vezes com ele à França, então sei do carinho que ele recebe em cada país. Na França, ele sempre teve uma acolhida muito, muito grande", lembra. Apesar de não ter detalhes sobre o repertório que será apresentado nesta noite, Connie garante que será um momento especial. "Gil é Gil, um símbolo tão forte! Qualquer show dele, seja acústico, solo com violão, junto a uma banda de quinze pessoas, a gente sempre sai de alma lavada", afirma. Gil: um tesouro nacional Nascido em 26 de junho de 1942 em Salvador, na Bahia, Gilberto Gil é um dos maiores artistas do Brasil, pilar da MPB. Junto de Caetano Veloso, Gal Gosta e Tom Zé, fundou o Tropicalismo, movimento artístico que revolucionou a cultura brasileira na década de 1960. Com mais de 50 álbuns lançados e oito Grammys, é muito mais que um músico, e alcança um status de tesouro nacional. Na política, Gil teve participação ativa na resistência à ditadura militar, chegando a ser preso e tendo de se exilar. Teve também um papel importante na vida pública: foi ministro da Cultura entre 2003 e 2008, onde promoveu políticas voltadas à diversidade cultural. "Ao longo do tempo, ele vai incorporando no imaginário, tanto no Brasil como no exterior, uma ideia de alegria, de resiliência e de uma reflexão ativa", avalia Sheyla Diniz, professora e pesquisadora colaboradora do Departamento de História da USP. "O professor e crítico literário José Miguel Wisnik se refere a Gil num texto como 'o bom pastor'. É como se ele conduzisse e fosse um intelectual orgânico daquilo que ele faz. O Gil está pensando o Brasil o tempo todo", destaca. Segundo Sheyla, essa encarnação da brasilidade também ajudou o artista baiano a se posicionar na cena internacional como um dos músicos mais importantes do país. "O mercado europeu, principalmente a França, se interessam pela música brasileira. A marca Brasil tem uma marca simbólica muito grande neste mercado e o Gil sabe trabalhar muito bem com essa marca. Ele explora símbolos de brasilidade sendo ao mesmo tempo internacional", aponta. Além disso, a professora e pesquisadora destaca o papel que Gil incorpora de mediador cultural do Atlântico Negro, título de uma das obras do sociólogo britânico Paul Gilroy. Sheyla lembra que a partir do momento em que ele é obrigado a se exilar pelo regime militar e chega em Londres, Gil tem contato com artistas e intelectuais da diáspora africana no Reino Unido. Esses encontros desembocarão em uma viagem que o baiano faz para Lagos, na Nigéria, um capítulo de sua vida que resultará no álbum "Refavela", de 1977, uma homenagem aos laços entre o Brasil e a África. "Gil assume um papel muito importante na revitalização das práticas afro-diaspóricas brasileiras, e vai se construindo mesmo como um músico intelectual negro. Estabelece parcerias com Jimmy Cliff, regrava 'No, Woman, No Cry', do Bob Marley", exemplifica. "Ou seja, é impossível não olhar para o Gil e entendê-lo nesse papel. Ele foi conseguindo essa entrada no mundo como intelectual e músico que pensa o lugar do Brasil e dos negros do Brasil no mundo", conclui. Depois de Paris, Gil passa pela Itália, com shows em Roma, em 6 de abril, e Milão, em 8 de abril, e Porto, em Portugal, em 10 de abril. Em julho, Gil volta para a Europa para outras três datas em Londres, dia 7 de julho, Cascais, em Portugal, em 8 de julho, e Perugia, na Itália, em 10 de julho.
“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Gênesis 2:7“Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em Espírito Vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o Segundo Homem, o Senhor, é do Céu.” I Coríntios 15:45-47“Jesus disse: Eu não posso de Mim mesmo fazer coisa alguma. Como ouço, assim julgo; e o Meu Juízo é justo, porque não busco a Minha Vontade, mas a Vontade do Pai que Me enviou. ” João 5:30
Hugo Madureira costuma dizer que talvez o maior engano da vida seja acreditar que a desilusão é algo ruim — quando, na verdade, é exatamente ali que começamos a deixar de nos iludir. Talvez por isso, sua caminhada seja menos sobre encontrar respostas e mais sobre sustentar perguntas. Perguntas que não cabem em fórmulas prontas, que dançam, que provocam, que convidam a olhar de novo — para a vida, para os filhos, para si mesmo. Um movimento de desapego dos personagens que vestimos ao longo do tempo, para tocar algo mais essencial, mais vivo, mais verdadeiro. Nascido entre a dança e a música, criado nos bastidores da arte, ele aprendeu desde cedo que sentir vem antes de explicar. E foi justamente nesse território — entre a sensibilidade e a expressão — que construiu sua trajetória. Empresário, palestrante, autor e criador do conceito de “Designer de Imaginação”, vem se dedicando a esculpir sentidos, provocando reflexões sobre presença, paternidade, criação e as narrativas que moldam quem somos. Em sua jornada, especialmente atravessada pela experiência de ser pai, foi encontrando novas camadas de si — mais despidas, mais humanas, mais conectadas com aquilo que realmente importa. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Hugo Madureira — que agora, em março, lança mais um livro, "O Eterno Instante", uma obra sensível e poética que mergulha na paternidade como um caminho de presença, memória e descoberta — contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A vida acontece no eterno instante”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Tiago Valentim é motoboy e criador de conteúdo que ficou conhecido por mostrar sua rotina nas ruas enquanto ajuda pessoas. Nascido no Brooklin, sempre teve paixão pelo pagode e por incentivo começou a gravar suas boas ações para as redes sociais.Willian Braz é criador de conteúdo e ativista social natural de Tangará da Serra (MT). Após viver cerca de 10 anos fora do país, passou a registrar nas redes suas ações de solidariedade, ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 103º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em Faxinal, no Centro-Oeste do Estado do Paraná, de pais agricultores, foi na adolescência para Assis e começou a trabalhar internamente em várias funções na Rádio Cultura de Assis. Quando passou a ser rádio-escuta da rádio, seu horizonte se abriu: ouvia músicas de sucesso, que passou a admirar e conheceu as grandes vozes do rádio, como Hélio Ribeiro, a equipe da Difusora AM, entre outras, mas lá só ficou na área operacional. Depois da perda da mãe, mudou-se para outras cidades e acabou arrumando um emprego na Rádio Stereo Vale, em São José dos Campos - SP, onde depois de começar na área técnica, como sonoplasta e operador, teve a primeira oportunidade no microfone. Depois de 2 anos foi para Santos e fez parte da inauguração da Tribuna FM onde foi locutor e depois assumiu também a coordenação da rádio. O próximo passo foi vir para São Paulo onde começou na Manchete FM. Depois vieram Eldorado, cabine na TV Globo, comerciais da Globotec até que deu uma parada por stress e voltou para Santos. Ao parar com o rádio, não deixou de trabalhar com locução, mas também passou a trabalhar com comércio internacional, na área da sustentabilidade e na produção de eventos até voltar a São Paulo e entrar na Opus FM junto com os ex-companheiros da Eldorado. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Cesar Carvalho. A conversa aconteceu em fevereiro de 2026 e você vai ficar sabendo que a sofisticada Opus, virou a popular Nativa, que até hoje faz muito sucesso. Em seguida trabalhou na Fox TV, onde fez chamadas, Antena 1, Alpha FM onde foi voz padrão, e continua atuando nos projetos extra-rádio como representação de grandes produtores internacionais de vinho, entre outros grandes projetos. Com a gente, e pra vocês: CESAR CARVALHO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Este episódio é patrocinado pela Aignep, empresa italiana do Grupo Bugatti, com sede em Santos, Brasil, para mais detalhes: https://www.aignep.com/pt-br/produtos/conexoes-e-conectores/ Chegou a hora de falar de Fórmula 1 no Buongiorno San Paolo e fazemos isso com um convidado especial, o ítalo-brasileiro Claudio Gasparini.Nascido em São Paulo, filho de pais originários de Treviso e Livorno, Claudio é um ex-mecânico de Fórmula 1 com experiência na Minardi, Lamborghini (motor Lamborghini) e Andrea Moda Formula. Sua paixão pelo automobilismo foi transmitida ao filho, que competiu no kart e teria um futuro brilhante como piloto. Mas as coisas mudaram. O destino da família Gasparini era empresarial, não apenas esportivo. Assim nasceu a K18, empresa especializada em injetores de combustível automotivos; foi nesse contexto que o destino se entrelaçou novamente com a Itália e a tecnologia da Aignep.L'ITALIA è QUI, também na FORMULA 1Quer se MUDAR para ITÁLIA ? Aproveite nosso curso sobre como escolher a cidade italiana onde investir e morar: https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/mudar-para-italia-conselhos-de-um-italiano-para-escolher-a-cidade-onde-investir/B103409098E NOVA TURMA para APRENDER ITALIANO: https://italica.com.br/essenziale-matriculas/
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 102º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, próximo ao centro da Capital, o nosso entrevistado começou sua carreira como DJ, nos bailes da periferia até que conheceu Leon Santos, locutor da Rádio Tupi na época, que o indicou para trabalhar numa rádio em Santos, a Rádio Anchieta, que tinha estúdios na Praia Grande e Itanhaém, todas na Baixada Santista.. Depois, foi indicado para trabalhar no Projeto Verão, uma iniciativa da Jovem Pan AM, que transmitia diretamente do litoral paulista, em 3 frentes de trabalho, e ele ficava na Praia Grande. Por ser uma pessoa sempre disposta a encarar novos desafios, depois dessa experiência na Jovem Pan, ele mudou muito de emissora, passou a fazer programação, dirigir as rádios, e mudou muito de cidade também. Nosso convidado neste episódio é um multi talentoso locutor, produtor, programador, empresário e diretor, não só de rádio, mas também de outras empresas de comunicação. Impossível traçar uma linha do tempo de sua atuação nos meios de comunicação. Só ouvindo nosso papo mesmo, onde até brincamos que ele teve uma carreira que poderia ser batizada de pingue-pongue. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Mauro Brandão. A conversa aconteceu em fevereiro de 2026 e você vai ficar sabendo que nesta edição, voltamos a homenagear no final, mais um grande nome da locução e da dublagem, e que não havíamos citado no episódio #100 do Voz Off, o talentoso Hamilton Ricardo. Com a gente, e pra vocês: MAURO BRANDÃO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Com apenas 16 anos, Lourenço Guedes alcançou um feito raro: foi o melhor aluno de Português em todo o estado de Nova Gales do Sul, na Austrália. Nascido em Portugal e emigrado ainda em criança, Lourenço cresceu entre as duas línguas e culturas. Nesta entrevista, o jovem luso-australiano conta como foi receber esta boa notícia, descreve a cerimónia oficial do Governo de NSW onde recebeu o prémio First in Course e fala do percurso exigente que o levou até aqui, com aulas de português aos sábados e, portanto, muita dedicação ao longo dos anos. Entre nervos, sotaques diferentes e sonhos para o futuro, Lourenço deixa ainda conselhos inspiradores para todos os jovens que estudam ou ponderam estudar português na Austrália.
Neste episódio do Imigrante Rico Podcast, Tiago Prado recebe Alex Colombini, publicitário, empresário e figura histórica da comunicação brasileira em Massachusetts, um baiano que atravessou fronteiras, culturas e invernos rigorosos para construir uma vida marcada por coragem, ousadia e reinvenção.Nascido em Jequié (BA), criado em Valadares e formado em Direito, Alex chegou nos EUA acreditando que ficaria apenas alguns meses. Mas a América — com seus desafios, marteladas no dedo, noites no Dunkin' e oportunidades disfarçadas de trabalho duro — transformou completamente seu caminho.Hoje, ele é dono de uma empresa de publicidade consolidada, influenciou gerações de empreendedores e virou referência na comunidade imigrante ao mostrar que riqueza verdadeira tem muito mais a ver com paz, caráter e família do que com dinheiro na conta.
Convidados: Pedro Figueiredo, repórter da GloboNews em Brasília; e Roberto Uchôa, ex-policial civil do Rio, policial federal por duas décadas e conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Aprovado na Câmara na semana passada, o projeto de combate ao crime organizado agora segue para o Senado. Nascido no Executivo, o texto passou por várias mudanças em poucos dias – foram seis versões apresentadas pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), secretário de Segurança de São Paulo, que se afastou do cargo para relatar o texto. Chamado de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, o texto aumenta penas, cria novos tipos penais, amplia ferramentas de investigação e estabelece regras específicas para líderes de facções criminosas. Repórter da Globo no Congresso, Pedro Figueiredo conta como foi a tramitação do texto. Pedro explica o que Derrite modificou no projeto enviado pelo Executivo e como ficou a versão aprovada pelos deputados. Pedro responde também qual a perspectiva em torno do tema e como será o caminho do texto no Senado, onde a relatoria será do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Depois, a conversa é com Roberto Uchôa, ex-policial civil do Rio e policial federal por duas décadas. Hoje conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Uchôa analisa os pontos positivos e os negativos do Projeto Antifacção aprovado pelos deputados. Ele avalia como fica a asfixia financeira do crime organizado a partir do projeto aprovado na Câmara - o controle financeiro das organizações criminosas é considerado ponto crucial no combate ao crime.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 99º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio, da televisão e da publicidade. Nascido em Erechim, Rio Grande do Sul, descendente de espanhóis e italianos, dono de uma voz grave desde a adolescência, começou em sua cidade, depois de ser descoberto pelo diretor da TV local, numa apresentação da escola em que estudava. Logo acabou se mudando para Porto Alegre e foi trabalhar na Rádio Guaíba, onde já trabalhava seu tio, para fazer os textos publicitários ao vivo, porque a Guaíba nessa época, não tinha programação gravada, era tudo ao vivo, e em seguida passou a gravar comerciais nas produtoras de áudio locais. A Band resolveu abrir uma FM em Porto Alegre e ele foi contratado para trabalhar lá, logo recebeu um convite e foi trabalhar na Rede Pampa, um ano depois acabou indo tentar a sorte no Rio de Janeiro, mas entendeu que São Paulo seria a sua melhor saída. Fez teste na Band, trabalhou um dia na Gazeta e depois de um teste na Eldorado, começou fazendo folga e depois foi efetivado, e ao mesmo tempo começou a gravar comerciais nas produtoras de áudio de São Paulo. Quem vai contar a sua história de sucesso é Elyseu Pacheco. A conversa aconteceu em setembro de 2025 e você vai ficar sabendo que ele deixou a Eldorado porque começou a fazer sucesso como locutor de comerciais e optou por esse segmento, tendo sido a voz de grandes anunciantes como Omo, United Airlines, Shell, BMW, Banco de Boston, Credicard entre tantos outros, depois dessa fase, ainda trabalhou por 7 anos na Tupi do Rio, e hoje, voltou a morar em Porto Alegre. Com a gente, e pra vocês: ELYSEU PACHECO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Jornalista e comentarista especializado em esportes a motor, Tiago Mendonça construiu uma carreira sólida cobrindo categorias como Fórmula Indy, Stock Car e GT Brasil. Com passagens pela RedeTV! e pela Band, ele se destacou pela análise técnica e pelo olhar humano sobre o universo das corridas.Campeão da Stock Car Brasil, Max Wilson é um dos nomes mais respeitados do automobilismo nacional. Nascido na Alemanha e criado no Brasil, o piloto construiu uma carreira que passa por categorias como Fórmula 3000, V8 Supercars e Stock Car. Além das pistas, Max também é comentarista esportivo, compartilhando seu conhecimento técnico e paixão pela velocidade com o público.