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Nascido em Rio de Moinhos, numa família humilde com oito irmãos, Carlos Lopes abandonou a escola aos 13 anos para ajudar financeiramente os pais, percorrendo vários ofícios antes de se fixar na serralharia. Foi por acaso, numa noitada com amigos, que descobriu o atletismo — uma “brincadeira de miúdos” que o levaria ao topo do mundo. A conversa com Daniel Oliveira revela um homem que nunca separou o esforço quotidiano da sua filosofia de vida, recordando que chegou a treinar até às 22h00 depois de um dia inteiro de trabalho, e que os quase dez anos de paragem forçada por lesão no tendão de Aquiles nunca abalaram a sua convicção de que voltaria a competir ao mais alto nível. O Alta Definição foi exibido a 15 de agosto na SIC.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Nascido nos vagões do metrô nova-iorquino e durante décadas associado à ilegalidade, o grafite ocupa hoje museus, galerias e grandes exposições internacionais sem abandonar o debate sobre suas origens. Em cartaz até 23 de agosto na Grande Halle de La Villette, em Paris, Beyond the Streets reúne mais de cem artistas e cinco décadas de produção para mostrar como uma prática marginal transformou a arte contemporânea, influenciou a música, a moda, o design e a cultura visual em escala global. Márcia Bechara, da RFI em Paris De um lado, vagões de metrô cobertos por assinaturas feitas às pressas durante a madrugada. De outro, instalações monumentais, obras preservadas em coleções e artistas expostos em instituições culturais de prestígio. Poucas formas de expressão percorreram um caminho tão improvável quanto o grafite. É justamente essa transformação que a exposição Beyond the Streets propõe investigar na Grande Halle de La Villette, onde mais de cem artistas ocupam 3.600 metros quadrados com obras, fotografias, documentos raros, esculturas e ambientes imersivos dedicados à história das culturas urbanas. Apresentada anteriormente em Los Angeles, Nova York, Londres e Xangai, a mostra chega pela primeira vez à capital francesa sob a curadoria de Roger Gastman, um dos principais historiadores do grafite nos Estados Unidos. A edição parisiense foi concebida como uma homenagem à relação singular da cidade com a arte urbana, sem perder de vista a ambição de traçar uma narrativa internacional desse movimento que atravessou fronteiras e influenciou diferentes campos da produção cultural. Para Gastman, Paris nunca foi apenas mais uma parada na circulação internacional da exposição.“Queríamos vir para Paris desde a primeira edição da mostra, em Los Angeles. É uma cidade central para a história da arte urbana e para a história da arte na Europa de forma geral.” Leia tambémStreet art conquista museus e galerias pelo mundo, mas ainda é alvo de "políticas de apagamento" O curador afirma que a presença da mostra na França faz parte de um projeto antigo. Segundo ele, apenas faltavam o local e as condições adequadas para concretizar a edição parisiense. “Paris não é uma reflexão posterior. Paris é uma cidade importante e continua sendo uma cidade importante. Estamos felizes em vir para cá e contar muitas histórias de Paris misturadas às histórias globais que Beyond the Streets se tornou conhecida por apresentar.” A exposição procura demonstrar que a história da intervenção urbana na França antecede em muito o surgimento do grafite contemporâneo associado aos metrôs de Nova York. Ao comentar a cena francesa, Gastman recorda o trabalho do fotógrafo Brassaï, que documentou inscrições anônimas encontradas nos muros de Paris entre as décadas de 1930 e 1940. As imagens realizadas pelo artista franco-húngaro deram origem, em 1956, a uma exposição no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), frequentemente apontada como uma das primeiras iniciativas institucionais a olhar para o grafite como objeto de interesse artístico. “A cena francesa do grafite e da arte urbana é muito ativa, e sempre foi", afirma. Para ele, a própria paisagem subterrânea da cidade ajuda a compreender essa continuidade histórica. “As catacumbas têm uma história extremamente rica de inscrições nas paredes. São um marco da cidade e uma espécie de cápsula do tempo dos artistas em geral, não apenas do grafite e da arte urbana. Dos cartazes dos protestos ao grafite tradicional, tudo isso está aqui. Em Paris, não é preciso procurar muito. Essas histórias estão aqui e continuam aqui para ser celebradas", reflete. A edição da exposição apresentada em La Villette incorpora esse contexto local. Além de destacar artistas franceses contemporâneos, o percurso estabelece conexões entre a tradição urbana parisiense, a cultura hip-hop e os desdobramentos internacionais do grafite ao longo dos últimos 50 anos. Leia tambémArte urbana brasileira leva cores e raízes ao festival Latinograff em Toulouse Vandalismo? Apesar da crescente presença do grafite em museus e galerias, a discussão sobre a natureza dessa prática continua aberta. A tensão entre reconhecimento institucional e transgressão permanece no centro do debate. Gastman não procura suavizar essa contradição. Ao contrário de parte do discurso que busca separar o grafite de suas origens, o curador insiste que a dimensão ilegal constitui um elemento fundamental da cultura que a exposição aborda. “O grafite, em sua definição verdadeira, sempre será ilegal e sempre irritará algumas pessoas. O grafite, em sua essência, é vandalismo. E o que mostramos em Beyond the Streets certamente celebra o vandalismo.” A afirmação pode soar provocadora em uma grande instituição cultural, mas ajuda a entender a lógica da mostra. Em vez de reproduzir a experiência da rua dentro do museu, o projeto procura evidenciar os caminhos percorridos por artistas que partiram da ocupação ilegal do espaço urbano e desenvolveram trajetórias reconhecidas no circuito artístico. “A primeira palavra do título é ‘beyond'. Estamos mostrando como muitos desses artistas pegaram a energia e o aprendizado adquiridos nas ruas para se tornarem grandes artistas.” Segundo ele, a pergunta sobre a legitimidade do grafite continua sendo formulada, mas a própria evolução do movimento oferece uma resposta. “As pessoas ainda perguntam por que isso está em um museu. O tempo continua respondendo a essa pergunta. E o tempo está mostrando que isso funciona e que isso é real.” Mais do que uma exposição sobre grafite A ambição de Beyond the Streets é mais ampla do que a de apresentar obras em paredes. O percurso procura reconstruir um ecossistema cultural que engloba música, fotografia, design, moda, skate, ativismo político e cultura hip-hop. Entre os participantes estão pioneiros do grafite nova-iorquino, nomes decisivos para a documentação do movimento e artistas que posteriormente alcançaram projeção internacional. O conjunto reúne figuras como TAKI 183, FUTURA 2000, Lady Pink, Crash, Zephyr, Martha Cooper, Henry Chalfant, Keith Haring, JR, Invader, JonOne, Shepard Fairey, André Saraiva, Vhils e Damien Hirst. A mostra também incorpora personagens ligados a outros territórios da cultura urbana, caso dos Beastie Boys, Fab 5 Freddy, Maripol e Jean-Charles de Castelbajac, reforçando a ideia de que o grafite exerceu influência muito além dos muros das cidades. Ao destacar alguns dos núcleos da edição parisiense, Gastman menciona uma grande instalação dedicada aos Beastie Boys, construída a partir de letras manuscritas e instrumentos da banda, uma intervenção de grande formato assinada por Shepard Fairey, uma loja de discos integrada ao percurso, ambientes imersivos, um panorama da cultura hip-hop francesa e obras criadas especialmente para a etapa parisiense. “É uma exposição diferente de qualquer coisa que as pessoas já experimentaram.” Mas é a reação do público que mais chama a atenção do curador. “Uma das minhas coisas favoritas é o público que está vindo à exposição. É um público muito diverso. Muitas famílias, muitas gerações diferentes.” Segundo ele, a recepção demonstra que o grafite deixou de interessar apenas aos iniciados. “As pessoas não saem daqui me dizendo: obrigado, foi uma grande exposição de grafite. Elas dizem: obrigado, foi uma fantástica exposição sobre cultura”, sublinha Gastman. Grafite, pichação e street art brasileira Questionado sobre a cena brasileira, Gastman aponta que o Brasil desenvolveu uma linguagem própria dentro da história global do grafite, distante de simples reproduções dos modelos surgidos nos Estados Unidos ou na Europa. “A história da streetart no Brasil é diferente de qualquer cidade ou país que eu já tenha explorado ou estudado. É um estilo completamente original”, diz o curador. A análise inclui tanto o universo da pixação quanto a produção muralista que ajudou a projetar internacionalmente artistas brasileiros nas últimas décadas. E embora reconheça a crescente notoriedade internacional dessa produção, o curador avalia que boa parte dessa história ainda carece de documentação adequada. “Ela ainda é muito nova, muito pouco documentada. É uma história extremamente rica e importante, que espero continuar vendo ser contada.” Fã de longa data d'Os Gêmeos, com quem colaborou em projetos anteriores, Gastman revela que a participação de artistas brasileiros chegou a ser considerada para a edição parisiense. A ideia acabou esbarrando em limitações práticas. Segundo ele, a montagem da mostra foi realizada em apenas três meses e meio, prazo considerado excepcionalmente curto para um projeto da dimensão de Beyond the Streets. E as dificuldades logísticas para o transporte internacional de obras influenciaram a decisão. “Analisamos incluir alguns artistas brasileiros, mas o cronograma não funcionou. E a questão do transporte tornava isso pouco realista.” Apesar disso, ele afirma que uma futura edição da mostra em território brasileiro não está descartada. “Nós conversamos sobre isso. Já estudamos essa possibilidade.” Por enquanto, a etapa parisiense oferece até o dia 23 de agosto um retrato abrangente de uma cultura que nasceu à margem das instituições e hoje ocupa uma posição central no imaginário visual contemporâneo, procurando mostrar como essa linguagem alterou a maneira de olhar para a cidade e, aos poucos, redefiniu o próprio conceito de arte pública.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 108º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio, da TV, da publicidade e do teatro. Nascido em São Paulo-SP, na Moóca, nosso convidado, desde pequeno, gostava muito de ouvir rádio, ganhou da mãe um pequeno gravador portátil onde registrava as músicas e os programas de rádio AM que gostava, o que o inspirou tempos depois a fazer um curso de radialismo no SENAC-SP, e no seu TCC optou por produzir um programa inspirado em novelas policiais do tipo que ele ouvia na sua juventude. Fez um curso de teatro, foi trabalhar com teatro de bonecos, onde fazia variadas vozes e acabou indo fazer um teste na Rádio Cultura, tentou Jovem Pan, mas sem sucesso até que surgiu um teste na Rádio Eldorado, que por sinal era sua rádio preferida e foi contratado como folguista. Com o tempo foi trabalhar também na TV Cultura, onde fazia vozes de personagens em documentário e depois passou a fazer as narrações, e acumulou também o emprego de locutor na Rádio Cultura. Quem vai contar essa história de sucesso é Fernão Lacerda. A conversa aconteceu em julho de 2026 e você vai ficar sabendo que ele voltou a fazer um curso de teatro, e trabalhou por muitos anos com o Grupo Tapa, fez vários comerciais como ator e também como locutor, e passou pela Antena 1, Rádio USP e a Rádio Interna da AgriShow. Atualmente, depois de fazer chamadas para o Discovery Channel e Fox Sports, faz as chamadas da ESPN. Com a gente, e pra vocês, o FERNÃO LACERDA! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Citações e trechos do livro “The Way of Rest”, de Jeff Foster.Jeff Foster (nascido em 1980), é um autor, palestrante e professor da filosofia Advaita (não-dualidade).Nascido em Londres (Inglaterra), Foster estudou Astrofísica na Universidade de Cambridge. Na época, ele foi dominado por sentimentos de desespero e solidão, o que acabou levando a uma doença física e um colapso pessoal logo após a formatura.Convencido de que iria morrer, Foster voltou a morar com seus pais. Após um longo período de depressão, ele embarcou em uma intensa busca espiritual pela verdade suprema da existência. Sua busca desabou com o claro reconhecimento da natureza não dual de todas as coisas, a descoberta do extraordinário no ordinário. Na clareza dessa visão, Foster reconheceu a raiz da ilusão por trás de todo sofrimento humano, e sua vida tornou-se aberta, íntima e espontânea, um constante amor pelo momento presente.Atualmente Jeff Foster realiza reuniões e retiros em todo o mundo.Baseando-se em sua experiência pessoal e na sabedoria milenar da não-dualidade, Foster compartilha através de uma linguagem simples a possibilidade de que toda a busca e anseio da mente pode chegar a um fim absoluto, através do desaparecimento da sensação de ser um indivíduo separado e um mergulho no amor incondicional.
Antenados #334 - Danilo Gobatto conversa com Isaac Belfort. O ator e cantor está em cartaz com dois espetáculos – “Benjamim, O Palhaço Negro” e “Vindos de Longe”. “Benjamim, O Palhaço Negro”, celebra a vida e obra de Benjamim de Oliveira, o primeiro palhaço negro do Brasil. Nascido no final do século XIX, mesmo com desafios em sua trajetória, se concretizou um artista múltiplo dos palcos, picadeiros e cinema. Já “Vindos de Longe” é a versão brasileira do premiado musical Come From Away, e traz aos palcos a emocionante história real da pequena cidade de Gander, no Canadá. Em um dos momentos mais incertos da história moderna, o fechamento do espaço aéreo americano, no dia 11 de setembro de 2001, desviou 38 aviões para esta comunidade remota, que acolheu de braços abertos mais de 7.000 passageiros de todas as partes do mundo. Tem ainda um bate papo com Ellen Oléria. A cantora e compositora está lançando o disco “Canto de Casa Vol. 1”. Com dez faixas, o álbum celebra a arte feita no afeto do encontro, recriando a atmosfera calorosa das rodas de cantoria entre amigos. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins
Nascido em Belém do Pará, ainda criança mudou-se para Castanhal e na escola, gostava de jogar futebol. Aos 18 anos de idade, começou a trabalhar como agricultor e feirante. Sem deixar a agricultura, trabalhou também como técnico de informática, motorista de caminhão e encarregado de obra e não havia espaço para o esporte. No início dos anos 2000, decidiu mudar-se para o interior e dar continuidade à plantação de cacau iniciada por seu pai na década de 1970. Foi ali que construiu sua vida, formou sua família e encontrou o sustento e a tranquilidade que sempre buscou. Porém, décadas de excessos e de uma vida desregrada fizeram com que sua saúde física e mental cobrasse a conta. Sobrepeso, hipertensão, diabetes, ansiedade e outros problemas que já comprometiam sua qualidade de vida o fizeram entender que precisava mudar para continuar vivendo. Em 2020, começou a pedalar. Pouco depois, vieram as primeiras corridas. Mais do que perder peso, descobriu uma nova forma de enxergar a própria vida. Quando conheceu o triathlon, encontrou uma nova motivação. Sabia pedalar, estava aprendendo a correr, mas não sabia nadar. Começou praticamente do zero e decidiu aprender. A cada treino, uma nova descoberta. A cada pequena evolução, mais certeza de que estava no caminho certo. Treinar, porém, nunca foi simples. Onde mora não existe piscina. Muitas vezes, treina em um tanque de irrigação. Corre pelas estradas de terra da região ou pela BR-230, a Rodovia Transamazônica. Pedala no rolo ou enfrenta a rodovia, estreita, sem acostamento e com asfalto ruim. Participou do seu primeiro triathlon em 2024 e, desde então, divide os dias entre a lavoura de cacau, os treinos e as competições, certo de que o esporte não apenas mudou sua rotina, mas também lhe devolveu o controle sobre a própria vida e o ajudou a recuperar sua saúde física e mental. Conosco aqui, o agricultor, ex-dj e colecinador de discos de reggae, estudante de Educação Física e triatleta que participará do Ironman Brasil 2027 e sonha em disputar um Ultraman. Direto de Medicilândia, o belenense Paulo Roberto de Albuquerque Mendes Júnior. Inspire-se! Race Smart - check your heart Este episódio é oferecido pela @z2perfomance e pela @2peaksbikes A Z2 lançou o Performance System, uma linha pensada em organizar a suplementação ao longo da rotina do atleta, com produtos que cumprem papéis específicos dentro da performance. A linha tem dois produtos: a Creatina e o Nitrato. E um produto da Z2 que merece atenção: o Saltz Pastilha. Reposição de eletrólitos num formato inédito no Brasil. Dissolve na boca, repõe sódio, potássio e magnésio na hora, sem precisar de água. Compacto e ideal pra treinos e provas. Siga @z2performance e fique por dentro do universo da Z2. A 2 Peaks Bikes é a importadora e distribuidora oficial no Brasil da Santa Cruz Bikes, da Yeti Cycles e de diversas outras marcas e conta com três lojas: Rio de Janeiro, São Paulo e Los Angeles. Lá, ninguém vende o que não conhece: todo produto é testado por quem realmente pedala. A 2 Peaks Bikes foi pensada e criada para resolver os desafios de quem leva o pedal a sério — seja no asfalto, na terra ou na trilha. Mas também acolhe o ciclista urbano, o iniciante e até a criança que está começando a brincar de pedalar. Para a 2 Peaks, todo ciclista é bem-vindo. Conheça a 2 Peaks Bikes, distribuidora oficial da Santa Cruz e da Yeti no Brasil. @2peaksbikesla SIGA e COMPARTILHE o Endörfina no Youtube ou através do seu app preferido de podcasts. Contribua também com este projeto através do Apoia.se.
O episódio de hoje é cinema… mesmo não sendo exatamente sobre cinema. Tivemos a honra de conversar com Breno Oliveira! Roteirista, produtor e criador de mão cheia (tão cheia que dá pra montar um time de futebol com a quantidade de projetos que esse cara tem vindo por aí). Mas dessa vez o papo não foi exatamente sobre filmes. Viemos falar de Dicria, quadrinho do selo Anticomix, projeto para o qual Breno contribuiu escrevendo uma das histórias mais marcantes que já li. Nascido em Belo Horizonte e criado na periferia de Contagem, Breno Oliveira é diretor, produtor e roteirista de cinema independente. Dirigiu os curtas-metragens Babilônia (2025), Sfálma (2025) e Tragédia (em pós-produção), além da peça Sfálma, com estreia prevista para o primeiro semestre de 2026. Na revista Dicria, atuou como roteirista e produtor, contribuindo para a construção narrativa e para a viabilização do projeto. Arte @blackrucatApresentação @gabrielmataveldossantos
Nascido em Londrina, é engenheiro mecânico e mestre em engenharia pela USP São Carlos. Com carreira no mercado imobiliário, foi CFO da Tecnisa, em depois, CFO e posteriormente CEO da Scopel. Desde 2014 é empreendedor e investidor imobiliário, sendo atualmente sócio da Arke, empresa de tecnologia para o setor imobiliário e sócio e CEO da City desde 2024.Apoie o Caos Planejado.Confira os links do episódio no site.Episódio produzido com o apoio do Grupo OSPA e 0e1 Arquitetos.
O nosso convidado é David Aragão, cientista sénior no Diamond Light Source, um sincrotrão no Reino Unido. Um sincrotrão é um acelerador de electrões que os faz circular a velocidades próximas da da luz para produzir feixes de raios-X de alta intensidade, que são depois distribuídos por «linhas de luz» onde se fazem as experiências. A linha do David Aragão, a I04, serve para a determinação da estrutura de proteínas. Nascido em Lisboa, especializou-se em cristalografia de raios-X e na operação de linhas de luz para cristalografia em vários sítios do mundo. Graças ao seu trabalho com proteínas de membrana, colaborou com o bioquímico norte-americano Brian Kobilka num trabalho que o comité do Nobel viria a considerar decisivo para o Prémio Nobel da Química de 2012. Foi recentemente eleito Fellow da Royal Society of Biology tal como, em 2024, tinha sido da British Crystallographic Association. Neste episódio, conta como se "fotografa" uma proteína com resolução atómica e em que consiste o dia-a-dia numa linha de luz. Fala da colaboração com Kobilka, do seu trabalho à volta do vírus que ameaça papagaios raros na Austrália, da procura de antivirais durante a pandemia de Covid-19 e da sua actividade política como vereador em Didcot, onde reside.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Trechos dos livros “Collected Works of Chögyam Trungpa”, de Chögyam Trungpa.Chögyam Trungpa Rinpoche (1939 - 1987) foi um estudioso, professor, artista, poeta e mestre de meditação da tradição budista Vajrayana.Nascido no Tibete, foi reconhecido como a 11ª encarnação do Trungpa Tulku e treinado nas tradições Kagyu e Nyingma. Após a invasão chinesa, fugiu para a Índia e, mais tarde, estudou no Reino Unido, onde também explorou a cultura ocidental. Pioneiro na disseminação do budismo tibetano no Ocidente, Trungpa foi autor de mais de duas dezenas de livros em inglês.Em 1970, mudou-se para os Estados Unidos, e nos quinze anos seguintes, fundou uma rede de várias centenas de centros de meditação budista nos Estados Unidos e Canadá.Trungpa ficou conhecido por sua abordagem inovadora e muitas vezes controversa do budismo, chamada “Budismo Shambhala”. Ele enfatizava a aplicação dos princípios budistas no cotidiano, abordando a espiritualidade com autenticidade, sem idealizações. Seus ensinamentos incluíam a importância da meditação, a compreensão da mente e a coragem de enfrentar a realidade como ela é. Ele também introduziu conceitos como “louca sabedoria”, desafiando convenções para despertar insights profundos.
Citações e trechos do texto “Message to the Youth”, de Swami Vivekananda.Nascido como Narendranath Datta, Swami Vivekananda (1863 - 1902) foi um monge hindu, filósofo e um dos mais célebres líderes espirituais da Índia.Vivekananda, que significa: “A bem-aventurança do discernimento da sabedoria”, foi principal discípulo de Sri Ramakrishna e um dos pioneiros na divulgação da filosofia indiana no Ocidente.Em 1893, ficou mundialmente conhecido por representar o hinduísmo no Parlamento Mundial das Religiões, em Chicago, onde sua eloquência e visão universal impressionaram o público, tornando-o um embaixador espiritual da Índia no Ocidente.Seus ensinamentos foram baseados principalmente nos ensinamentos espirituais de Ramakrishna, como a harmonia entre religiões, a universalidade da espiritualidade e a realização do potencial humano através de Deus. Ele propagava a filosofia do Vedanta e do Yoga, enfatizando a prática espiritual como um meio de empoderamento pessoal e social. Sua mensagem destacava a unidade de todos os seres, o serviço altruísta e a autoexploração como caminhos para a verdade. Ele defendia a importância de equilibrar o trabalho, a meditação e o serviço como pilares de uma vida plena.
No mais recente encontro do Tantos Tempos nos sentamos com Candice Pomi para ouvir duas trajetórias de vida que, embora trilhadas em palcos distintos convergem na busca por identidade e legado. De um lado, a sensibilidade de Beth Goulart. Beth nos conduz de volta à essência do afeto familiar e profissional. Sua relação com os pais, Nicette Bruno e Paulo Goulart, como um aprendizado diário sobre presença e cumplicidade. Essa mesma dedicação se reflete em sua entrega artística, como na peça sobre Clarice Lispector que Beth mergulha na mente da escritora para investigar a complexidade humana. Do outro lado, com a mesma paixão que sempre demonstrou no esporte, o tenista e escritor Fernando Meligeni traz uma perspectiva que toca na raiz de quem somos. Nascido na Argentina e criado no Brasil, Meligeni compartilha as decisões e os sentimentos por trás de sua naturalização brasileira.Essa vivência também se reflete no livro que escreveu para o seu pai, onde mergulha na relação paterna e na construção de suas origens.Além disso, Meligeni reflete sobre como a dinâmica solitária e mental do tênis serviu como uma escola para a vida. Este episódio do Tantos Tempos tem o apoio da Bioniq Repair.Bioniq Repair é o creme dental com 20% de Hidroxiapatita — o mesmo mineral dos seus dentes. Ele repara o esmalte desgastado, reduz a sensibilidade e protege contra cáries no dia a dia. Tecnologia alemã com mais de 266 estudos científicos. Disponível na Raia e Drogasil. Compre agora: https://bit.ly/4vAVmdA O Tantos Tempos está disponível no Youtube e nas plataformas de áudio como Spotify e Apple Podcast. Se você gosta do Tantos Tempos e quer apoiar este projeto pode colaborar com a gente se tornando membro do Tantos Tempos no Youtube. O Podcast Tantos Tempos é uma ideia original da Orson Podcast com produção da RFN Audiovisual e Lucha Libre Audio. Gravado na RFN Audiovisual em São Paulo. Apresentação: Candice Pomi @beyond.age Idealização e roteiro: Carol Soutello, Aaron Sutton e Paulinho Corccione Direção de arte/direção de produção: Raul Ferreira Neto Coordenação de Audio: Paulinho Corcione e Thacio Palanca Produção Executiva: Cristina Horowicz Produção de convidados : Sula Vlachos Conte pra gente o que achou do episódioSupport the show
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 107º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo-SP, no Centro da cidade, nosso convidado depois mudou-se para o Itaim, em seguida para o Ibirapuera, locais onde teve uma infância feliz, daquelas de brincar na rua com amigos. Mas ele só começou a se interessar pelo rádio, depois de ser por um tempo radioamador e por ter esse conhecimento, acabou sendo convidado a trabalhar na Bandeirantes e depois na Jovem Pan como rádio escuta, municiando de informações de momento aos programadores e jornalistas de plantão nas rádios. Também por convite, foi trabalhar como locutor nas Rádio Mulher e Morada do Sol em São Paulo e depois em Araraquara quando a emissora começou a transmitir ao vivo e onde fez muito sucesso. De Araraquara foi junto com seu colega de rádio Irineu Toledo, trabalhar na Clube de Ribeirão Preto como locutor, apresentador, operador e tudo o que fosse necessário na emissora e ainda ao mesmo tempo os dois trabalhavam na Intersom FM de São Carlos. A convite do saudoso Arnaldo Saccomani veio para São Paulo para ser coordenador da Antena 1, depois de um tempo foi para a Rádio Eldorado, em seguida para a Bandeirantes AM, fazer o programa Bandeirantes A Caminho do Sol nas madrugadas, depois às tardes apresentando o Ciranda da Cidade. A próxima emissora foi a Transamérica. Teve que se afastar para montar uma pequena rede de farmácias, junto com a primeira esposa que era farmacêutica, mas depois de um tempo, a convite do Irineu, foi fazer um horário à noite na Nova FM, atual Nova Brasil FM. Quem vai contar essa história de sucesso é Mauricio Martins. A conversa aconteceu em junho de 2026 e você vai ficar sabendo que por insistência de uma namorada, foi conhecer um templo budista e começou a frequentar, assistir as palestras, participar das cerimônias e acabou sendo convidado para se tornar um monge budista. Morou muitos anos no Japão, se formou monge, voltou ao Brasil e construiu um templo Budista onde está até hoje. Com a gente, e pra vocês, o MONGE MAURICIO DOKEI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 107º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo-SP, no Centro da cidade, nosso convidado depois mudou-se para o Itaim, em seguida para o Ibirapuera, locais onde teve uma infância feliz, daquelas de brincar na rua com amigos. Mas ele só começou a se interessar pelo rádio, depois de ser por um tempo radioamador e por ter esse conhecimento, acabou sendo convidado a trabalhar na Bandeirantes e depois na Jovem Pan como rádio escuta, municiando de informações de momento aos programadores e jornalistas de plantão nas rádios. Também por convite, foi trabalhar como locutor nas Rádio Mulher e Morada do Sol em São Paulo e depois em Araraquara quando a emissora começou a transmitir ao vivo e onde fez muito sucesso. De Araraquara foi junto com seu colega de rádio Irineu Toledo, trabalhar na Clube de Ribeirão Preto como locutor, apresentador, operador e tudo o que fosse necessário na emissora e ainda ao mesmo tempo os dois trabalhavam na Intersom FM de São Carlos. A convite do saudoso Arnaldo Saccomani veio para São Paulo para ser coordenador da Antena 1, depois de um tempo foi para a Rádio Eldorado, em seguida para a Bandeirantes AM, fazer o programa Bandeirantes A Caminho do Sol nas madrugadas, depois às tardes apresentando o Ciranda da Cidade. A próxima emissora foi a Transamérica. Teve que se afastar para montar uma pequena rede de farmácias, junto com a primeira esposa que era farmacêutica, mas depois de um tempo, a convite do Irineu, foi fazer um horário à noite na Nova FM, atual Nova Brasil FM. Quem vai contar essa história de sucesso é Mauricio Martins. A conversa aconteceu em junho de 2026 e você vai ficar sabendo que por insistência de uma namorada, foi conhecer um templo budista e começou a frequentar, assistir as palestras, participar das cerimônias e acabou sendo convidado para se tornar um monge budista. Morou muitos anos no Japão, se formou monge, voltou ao Brasil e construiu um templo Budista onde está até hoje. Com a gente, e pra vocês, o MONGE MAURICIO DOKEI! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
O multi-instrumentista autodidata Hermeto Pascoal se acostumou a romper limites e quebrar expectativas desde pequeno. Nascido em uma família humilde no interior de Alagoas, ele fez sua arte surpreendente ganhar o mundo, ficando conhecido como Bruxo dos Sons. Depois de se inteirar da brilhante trajetória artística do músico, que morreu em 2025, vamos ouvir Hermeto Pascoal na música 'São Jorge', presente no álbum 'Zabumbê-Bum-Á', de 1979.
Veterano da indústria, Bertrand Chaverot é o nome do Brasil na Ubisoft. Nascido na França, o executivo está desde 1994 na publisher francesa, está desde os anos 2000 cuidando da divisão brasileira e hoje é o Diretor Geral da Ubisoft para a América Latina. Junto de Guilherme Sarda, Head de Conteúdo e Comunidades, os dois falam sobre a relação da Ubisoft com o Brasil, mercado, como falar com a audiência brasileira e muito mais.Resenha de respeito hoje no Flow Games!⚡
Nascido em Manaus, o cineasta e documentarista Aurélio Michiles construiu uma obra consagrada e centrada na memória, no território e nos conflitos históricos da Amazônia, tendo se formado pelo Instituto de Artes e Arquitetura da Universidade de Brasília e pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage. É diretor de obras fundamentais como Que Viva Glauber (1991), Lina Bo Bardi (1993), O Cineasta da Selva (1997), Segredos do Putumayo (2020) e Honestino (2025). No livro Utopias Amazônicas, o diretor assina o ensaio “Amazônia, Utopia pra quem?”, um texto que parte de suas memórias de infância em Manaus para desmontar séculos de invenção colonial e questionar, sem hesitar, a quem servem as projeções que o mundo ocidental deposita sobre a maior floresta tropical do planeta. Conversamos sobre a infância colonizada, a imagem como testemunho palpável e segunda pele da humanidade, a crueza da invasão petrolífera e o apocalipse no território Sateré-Mawé durante a ditadura militar, a farsa do progresso sob a lógica da terra arrasada e o cinema como um ato político de rebeldia. Utopia não é o lugar que não existe. É a esperança da descoberta, o compromisso ético com a memória coletiva e a teimosia comunitária que se recusa a aceitar a destruição como destino.
Nascido no Brasil, criado entre Lisboa e Rio de Janeiro, Mizzy Miles transformou a distância numa ponte. Produtor requisitado, DJ de palcos como o Rock in Rio e o Rolling Loud, e agora vencedor do prémio de Melhor Álbum nos PLAY 2026 pelo “Fim do Nada”, o primeiro de originais. Neste episódio, exploramos a jornada de quem começou a fazer beats no YouTube e hoje leva a música portuguesa além-fronteiras. Uma conversa sobre raízes, o risco e o momento em que o “Fim do nada” se tornou o início de tudo. Entrevista realizada por Diana Pina e Tiago Alves no âmbito da unidade curricular de Atelier de Rádio II da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Autónoma de Lisboa.
Livros, discos de vinil, obras de artistas brasileiros e um café para quem deseja mergulhar na cultura do país. Foi com essa proposta que o paulista Anderson Vital abriu a Sabiá Arte e Cultura, a primeira livraria 100% brasileira de Paris. Instalado no bairro do Marais, o espaço combina literatura, música, artes visuais e eventos culturais para apresentar ao público francês e internacional uma visão "mais aprofundada" do Brasil, com destaque para as culturas afro-brasileira e indígena. Luiza Ramos, da RFI em Paris Embora Paris abrigue desde 1986 a tradicional Livraria Portuguesa e Brasileira, a Sabiá Arte e Cultura é o primeiro espaço dedicado exclusivamente à produção cultural do Brasil. O local de 14m² possui uma área externa calma e agradável, onde o empreendedor paulista compartilha vários elementos que lembram o Brasil sem parecer burlesco. Anderson Vital realiza um sonho cultivado desde a adolescência. Nascido na zona leste de São Paulo, ele vive na França há seis anos, onde trabalha como iluminador de espetáculos teatrais. O projeto da Sabiá nasceu da combinação entre a paixão pelos livros e a saudade do Brasil. "Eu comecei a sentir falta da minha cultura brasileira, porque fiquei trabalhando muito tempo com os franceses", conta. "Também trabalhei num sebo na adolescência e sou apaixonado por livro, literatura". Para concretizar a ideia, Vital contou com um programa da Prefeitura de Paris voltado para a ocupação comercial de espaços da cidade. Após apresentar um projeto cultural e passar por entrevistas, recebeu a autorização para ocupar uma pequena loja no Village Saint-Paul, n° 25, Rue Saint-Paul, no coração do bairro do Marais. Uma extensão da própria casa "Eu gosto de falar que a loja Sabiá Arte e Cultura é um pouco minha sala de casa, porque está cheia de livros, cheia de discos e obras de arte", diz. O espaço reúne, além dos clássicos, obras oriundas da parceria de Anderson com seis artistas brasileiros, além de trabalhos de uma fotógrafa. A proposta é servir de vitrine para criadores brasileiros e criar conexões com a comunidade artística do país que vive na França. A seleção de títulos, discos e artistas é feita pelo próprio fundador. E a curadoria segue uma linha bem definida. "Eu quero trazer mais a nossa cultura afro-brasileira, nossa cultura indígena, a nossa floresta, a nossa cultura popular, que é muito rica", explica. "Quero mais profundidade. Quero mostrar para os franceses e para o público internacional a nossa cultura social, a nossa antropologia brasileira". Franceses e turistas descobrem o Brasil Apesar de ter aberto as portas há apenas algumas semanas, a Sabiá já atrai um público bastante diverso. A localização, em uma área turística de Paris, favorece a chegada de visitantes de várias nacionalidades. "Tem russo, americano, canadense, chinês e tem o público francês também", afirma. Segundo ele, os franceses têm demonstrado um interesse especial pela cultura brasileira. Nawell, um turista canadense que passeava com a esposa em Paris, encontrou a Sabiá por acaso e se interessou ainda mais pela cultura brasileira. "É muito legal, muito legal! Eu conheço muito pouco da cultura e música brasileira, mas eu acho bem legal este espaço. É bem bonito e bastante tranquilo. Eu tenho um amigo que foi ao Brasil e disse que foi fantástico para férias. Eu nunca fui ao Brasil, mas está na minha lista. Este espaço é genial!", diz. Para Anderson, um dos aspectos mais gratificantes é apresentar artistas e autores brasileiros a pessoas que, muitas vezes, têm pouco contato com a produção cultural do país. "Às vezes o pessoal não conhece muito, mas eu ofereço essa oportunidade de descobrir. Mostro os livros, mostro os discos, faço escutar também", descreve. De sebo paulistano a livraria em Paris A relação de Anderson com os livros começou cedo. Aos 14 anos, ele conseguiu o primeiro emprego em um sebo de São Paulo, experiência que considera decisiva para o surgimento da Sabiá. Durante quatro anos, trabalhou ao lado do proprietário do estabelecimento, aprendendo não apenas a comprar e vender livros, mas também a restaurar obras antigas. "Foi o meu grande lugar", recorda. "Tinha pessoas que chegavam para falar só de cinema e ficavam horas conversando comigo. Outras traziam livros e diziam: 'Você tem que ler isso'. Era um grande aprendizado." Leia tambémCultura como motor de transformação: França e Brasil discutem caminhos para um desenvolvimento sustentável Cartola lidera as vendas de discos Entre as preciosidades disponíveis na loja estão edições dedicadas a artistas como Carybé, Miguel Rio Branco e Sebastião Salgado, além de uma seleção de discos de música brasileira garimpada pessoalmente por Anderson em feiras de vinil em São Paulo: "Eu acordava às quatro da manhã para ir à feira de discos e tentar encontrar boas peças", conta. Nas prateleiras, há nomes como Tom Zé, Jards Macalé, Caetano Veloso, Antônio Carlos Jobim, Heitor Villa-Lobos e Cartola. O sambista carioca, aliás, tornou-se uma surpresa para o livreiro. "O Cartola é o nosso campeão de vendas aqui. Todo mundo adora o Cartola", diz. Programação e eventos A ambição de Anderson nunca foi limitar a Sabiá ao universo dos livros. Desde a inauguração, o espaço recebeu o lançamento de uma obra da escritora Dora Fund, uma leitura de poemas de Walt Whitman conduzida por Ed Flanders, vocalista da banda Vanguart, e atividades ligadas à Festa da Música, celebrada anualmente na França. Os próximos planos incluem o lançamento de um álbum de um músico brasileiro radicado na França e a organização de um festival de cinema brasileiro." Nossa busca e nossa curadoria vão nesse caminho: teatro, cinema, música, literatura brasileira". Enquanto amplia a programação, Anderson segue fiel ao objetivo que motivou a criação da Sabiá: compartilhar com franceses, turistas e brasileiros um retrato mais amplo da riqueza cultural do país. "Eu acho que minha missão é compartilhar com o público a minha paixão, o nosso Brasil e tudo que a gente tem de bom."
Será que precisamos escolher entre razão e emoção para construir uma carreira de sucesso?No episódio 315 do COACHcast, recebo Charles Beck Varani, fundador da FairJob, para uma conversa sobre carreira, liderança, tecnologia, inteligência artificial e gestão de pessoas.Nascido na França, Charles acreditava que seguiria a engenharia. A vida o levou para o marketing, a consultoria, a inovação e, mais tarde, ao empreendedorismo. Hoje, une tecnologia, dados e comportamento humano para ajudar empresas a promoverem bem-estar, engajamento e melhores resultados.Ao longo da conversa, falamos sobre escolhas profissionais, autoconhecimento, modelos de gestão, indicadores, inteligência artificial e uma reflexão poderosa: talvez o maior erro da carreira seja acreditar que precisamos escolher entre razão **ou** emoção, quando podemos construir uma trajetória baseada na soma das duas.Uma conversa inspiradora para líderes, gestores, empreendedores e profissionais que desejam construir carreiras com mais propósito e impacto.
Como vencer o mundo pela fé? Neste sermão baseado em 1 João 5:4-5, o Bispo Antônio Carlos revela que a verdadeira vitória nasce do novo nascimento em Cristo e da confiança absoluta na Palavra de Deus. A mensagem mostra que todos os filhos de Deus receberam a mesma medida de fé, mas a diferença está em desenvolver essa fé através da Palavra, da oração e da perseverança. Você entenderá por que Cristo já venceu Satanás, as trevas e o sistema deste mundo, e como essa vitória se torna realidade na vida de quem permanece crendo. Uma mensagem profunda, edificante e transformadora para fortalecer sua caminhada cristã, renovar sua esperança e ensinar como viver diariamente uma vida de vitória em Cristo Jesus. Culto gravado na Igreja Evangélica Cristo Vive - Rio de Janeiro RJ – Tema – NASCIDO DE DEUS PARA VENCER. Quarta – Feira 24/06/2026 Pregador : Bp. Antônio Carlos Aula 16 Módulo – 69 Seminário: Construindo uma casa sobre a Rocha
Neste episódio, Garry se sentou para uma segunda conversa em português com Marcus Lacerda na sede da OMS, em Genebra. Marcus assumiu a direção do TDR em março de 2026, vindo da Fiocruz Amazônia e da Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira Dourado, no Brasil. Médico infectologista e pesquisador em medicina tropical, ele tem uma trajetória que influenciou profundamente as estratégias de eliminação da malária e, de forma mais ampla, o campo da saúde global.Nascido em Taguatinga, no entorno de Brasília, Marcus relembra os missionários católicos que o levaram pela primeira vez ao interior da Amazônia, compartilha suas percepções sobre a malária vivax como um “assassino social silencioso”, uma doença que não apenas tira vidas, mas também compromete o desenvolvimento cognitivo de crianças e reflete sobre o que será necessário para reduzir a distância entre inovação científica e impacto real na vida das pessoas.Related episode documents, transcripts and other information can be found on our website.Subscribe to the Global Health Matters podcast newsletter. Follow us for updates:@TDRnews on XTDR on LinkedIn@ghm_podcast on Instagram@ghm-podcast.bsky.social on Bluesky Disclaimer: The views, information, or opinions expressed during the Global Health Matters podcast series are solely those of the individuals involved and do not necessarily represent those of TDR or the World Health Organization. All content © 2026 Global Health Matters.
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
A Copa do Mundo de 2026 está servindo de palco para a primeira expansão internacional da LiveModeTV. A empresa brasileira criada por executivos responsáveis pelo antigo Esporte Interativo e pelo sucesso da CazéTV no Brasil escolheu Portugal para lançar sua operação fora do país e, poucos dias após o início do Mundial, já acumula números históricos. O projeto ganhou ainda mais dimensão com a entrada de Cristiano Ronaldo como investidor e sócio estratégico. Luciana Quaresma, correspondente da RFI em Lisboa Nos primeiros dias da competição, a LiveModeTV alcançou mais de 1,26 milhão de dispositivos únicos nas transmissões realizadas pelo YouTube, o equivalente a cerca de 30,5% dos lares portugueses. A partida entre Brasil e Marrocos tornou-se, segundo dados da plataforma Playboard, a maior transmissão ao vivo da história do YouTube em Portugal, com mais de 302 mil dispositivos conectados em simultâneo. A emissão também entrou para o Top 10 das maiores lives do mundo naquele dia. Segundo dados da própria empresa, 71,4% da audiência está concentrada na faixa entre 18 e 44 anos, justamente o público que a LiveModeTV pretende aproximar do esporte por meio das plataformas digitais. Por trás do projeto estão executivos que acompanham a transformação do consumo esportivo há mais de uma década. Para Fábio Medeiros, Diretor de Conteúdos da LiveMode TV, a história começou ainda nos tempos do Esporte Interativo, quando o grupo iniciou as primeiras experiências com transmissões digitais. “Naquela época, as pessoas estranhavam. Depois, passaram a esperar. Foi ali que começamos a perceber que existia uma mudança de comportamento”, afirma. Segundo Medeiros, a empresa nunca teve a pretensão de alterar os hábitos do público. “A gente nunca nem se sentiu capaz de mudar o comportamento de ninguém. A gente entendeu que ele já estava mudando e que existia uma demanda por esse tipo de conteúdo no lugar onde as pessoas já estavam. O jovem já estava no YouTube. Então, se você leva o conteúdo para onde ele já está, você aumenta muito as possibilidades de sucesso.” Mais do que uma empresa de transmissões esportivas, a LiveModeTV foi construída em torno da ideia de comunidade. “A sensação de comunidade é diferente de simplesmente assistir. A pessoa sente que faz parte do projeto”, explica. Essa participação influencia diretamente o conteúdo das transmissões. “O chat muda o nosso roteiro. É como uma conversa entre amigos. Você pode até ter alguns assuntos preparados, mas alguém traz um tema novo e a conversa segue outro caminho.” Essa relação com a audiência vem desde os tempos do Esporte Interativo e foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, destaca Medeiros. “A sensação de ser parte do projeto é diferente de apenas assistir a um projeto. Quando a pessoa sente que aquilo está sendo valorizado, ela tem mais prazer em participar.” Outro elemento central da estratégia é a escolha dos criadores de conteúdo. “O direito por si só gera uma conexão superficial. Você precisa das pessoas aqui no meio, que se conectam com o fã do outro lado.” A expansão para Portugal, segundo o executivo, exigiu a construção de uma equipe local. “Não adianta trazer um influenciador do Brasil com milhões de seguidores. A gente precisava de pessoas que já tivessem essa linguagem orgânica com o público português.” Por isso, a LiveModeTV apostou em criadores portugueses vindos do universo digital, além de narradores com forte ligação com o esporte. “A gente precisava de uma equipe que tivesse conhecimento, informação, mas também linguagem. Porque, senão, você perde a conexão com quem está do outro lado.” Portugal como primeiro capítulo da expansão internacional Depois do sucesso da CazéTV no Brasil, a internacionalização tornou-se um passo natural. “Portugal não é um teste. É o primeiro capítulo de um projeto internacional”, resume Medeiros. Nascido nos Açores e criado em Portugal até os 10 anos, antes de se mudar com a família para o Brasil, o executivo sempre manteve uma forte ligação com o país e admite que a chegada da LiveMode ao mercado português também representa a realização de um projeto pessoal. Para João Mesquita, diretor geral da LiveModeTV, as razões que explicaram o sucesso do modelo brasileiro não estavam restritas ao Brasil. “À medida que fomos desenvolvendo e entendendo as razões do sucesso do projeto no Brasil, percebemos que elas não eram exclusivas daquele mercado. O crescimento do consumo de vídeo no ambiente digital, a influência dos criadores de conteúdo, a importância das comunidades e da participação são tendências globais.” Segundo Mesquita, o desafio nunca foi reproduzir a experiência brasileira. “Não tentamos copiar o que foi feito no Brasil. Procuramos adaptar a mesma filosofia ao contexto português e ao comportamento da juventude em Portugal.” Na avaliação do executivo, as novas gerações continuam interessadas em esporte, mas muitas vezes não se identificam com os formatos tradicionais. “O jovem quer participar dos grandes eventos esportivos. Muitas vezes ele apenas não os encontra na sua linguagem. O que nós quisemos fazer foi aproximar a transmissão esportiva da forma como essas gerações já vivem todo o resto do entretenimento.” Para ele, o sucesso do projeto confirmou que a estratégia estava correta. “O sucesso acabou por confirmar que essa hipótese estava certa e que poderia haver uma procura muito forte por uma experiência mais próxima, mais participativa e mais integrada com a cultura digital.” Cristiano Ronaldo e a validação da ambição global A entrada de Cristiano Ronaldo na operação portuguesa da LiveModeTV como investidor e sócio estratégico acrescenta peso a um projeto que, desde a origem, foi pensado para ganhar dimensão internacional. “Cristiano Ronaldo entra como sócio estratégico porque acredita neste modelo de mídia esportiva e acredita que a LiveModeTV tem capacidade para alcançar uma escala global”, afirma João Mesquita. Embora a gestão continue nas mãos da equipe da empresa, o General Manager destaca a experiência internacional do capitão da seleção portuguesa. “Ele tem uma compreensão muito profunda da relação entre atletas, fãs e plataformas digitais. Mas talvez o mais importante seja que a entrada dele representa uma validação definitiva da visão, da ambição e do potencial de crescimento da LiveModeTV.” Fã declarado de Cristiano Ronaldo, Medeiros admite que a parceria também tem um significado pessoal. “Para mim, indiscutivelmente, ele é o maior de todos.” Segundo ele, a chegada do craque português não alterou a estratégia da empresa. “Na verdade, ela reforçou aquilo que a gente já acreditava. Existe um alinhamento de visão sobre como usar inovação e tecnologia para aproximar o esporte dos jovens e levá-lo para o mundo digital.” Ao todo, a LiveModeTV transmitirá 34 partidas da Copa do Mundo e produz cerca de oito horas diárias de programação.“O nosso foco agora é entregar um Mundial que seja um exemplo”, resume Medeiros. “O projeto veio para ficar”, conclui.
Uma das atrações da edição deste ano do Bachfest - o Festival Bach, o mais tradicional evento dedicado à música de Johann Sebastian Bach, que ocorre até o próximo dia 21 em Leipzig, na Alemanha - é a apresentação do iraniano Mahan Esfahani, um dos mais renomados cravistas da atualidade. Esfahani vai executar nesta segunda-feira, dia 15, às 19h30 na Alemanha (14hs30 no Brasil), obras para cravo de diferentes compositores. De Bach, ele vai exibir o segundo movimento da Suíte Francesa Número 2 (BWV 813), uma das grandes obras para cravo do compositor alemão. Essa obra é apresentada na íntegra nesta edição de Manhã com Bach, na interpretação do cravista francês Pierre Hantaï. O podcast traz ainda outras duas composições ouvidas no Bachfest: o Concerto para Órgão em Lá Menor (BWV 593) e a cantata Siehe, ich will viel Fischer aussenden, "Vede, eu enviarei muitos pescadores" (BWV 88). Nascido em Teerã em 1984, Esfahani foi criado nos Estados Unidos, onde se formou em Musicologia e em História pela Universidade de Stanford. Em Stanford, ele foi aluno de Cravo de Elaine Thornburgh e George Houle, dois especialistas em música barroca. Esfahani concluiu os estudos com a cravista tcheca Zuzana Ruzicková (1927-2017), a primeira cravista a gravar a obra completa de Bach para teclado. Naturalizado tcheco, vive em Praga. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 13 e 14 de junho de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Trechos do livro “Os Sermões Alemães”, de Mestre Eckhart.Mestre Eckhart (1260 - 1328) foi um teólogo, filósofo e místico cristão alemão da Ordem dos Dominicanos.Nascido na atual Alemanha, Eckhart estudou em Colônia e Paris, tornando-se um influente professor e pregador. Ocupou cargos importantes na Igreja, mas suas ideias inovadoras sobre a espiritualidade e a relação direta com Deus geraram controvérsias. Foi acusado de heresia pela Inquisição, mas faleceu antes da conclusão do julgamento.Eckhart enfatizava a experiência direta de Deus através da contemplação e do desapego do ego. Ele ensinava que Deus habita em cada pessoa e que o verdadeiro conhecimento espiritual vem da interiorização e do abandono das ilusões do mundo. Seus sermões e escritos exploravam a união da alma com Deus, a necessidade do desapego e a ideia de que a divindade está além dos conceitos humanos.Apesar das acusações de heresia, suas ideias influenciaram profundamente a mística cristã e o pensamento filosófico ocidental. Séculos depois, Eckhart foi redescoberto como um pioneiro da espiritualidade interior. Seu legado ressoa em correntes místicas e filosóficas, inspirando desde teólogos cristãos até pensadores contemporâneos sobre a busca do divino dentro de si.
No Provoca desta semana, Marcelo Tas recebe Yohansson Nascimento, ex-atleta paralímpico, multicampeão e atual vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.Nascido em Maceió (AL), Yohansson nasceu sem as duas mãos em decorrência da rubéola contraída por sua mãe durante a gestação. Sua trajetória no esporte começou de forma inesperada, aos 17 anos, quando foi convidado por uma treinadora a conhecer o atletismo paralímpico. Pouco tempo depois, já representava o Brasil em competições internacionais.Ao longo da carreira, conquistou 6 medalhas paralímpicas, 11 medalhas em Campeonatos Mundiais e 8 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, tornando-se um dos maiores velocistas da história do esporte paralímpico brasileiro.Na conversa, Yohansson relembra sua infância, os desafios enfrentados dentro e fora das pistas, a histórica medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, o emocionante pedido de casamento após a vitória e sua atuação atual à frente do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Nascido em 1997, empresário desde 2019, o chef Zé Paulo Rocha pegou no restaurante Velho Eurico, em Lisboa, e transformou-o, respeitando a tradição de muitos anos que o espaço já trazia.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 106º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo-SP, na Vila Olímpia, bairro da Zona Sul, mudou-se para Uberlândia-MG aos 8 anos onde viveu até os 20 anos. E foi lá que começou no rádio, trabalhando desde os 9 anos como gandula de discos, como ele fala, porque procurava na discoteca os discos que seriam tocados na programação. E como era muito interessado em música, aos poucos foi assumindo posições e tornou-se programador e depois locutor. Até que um dia, depois de ouvir seu trabalho, o pessoal da Antena 1 de São Paulo o contratou para mudar-se novamente para São Paulo. A rádio seguinte foi a Jovem Pan, até que surgiu a oportunidade de montar uma rádio nova, porque ele já se interessava por novos projetos, já tinha montado um estúdio de gravação com o produtor Iraí Campos e ajudou a implantar a Alpha FM, com uma grande novidade: sugeriu inovar lançando somente locutoras no ar, que praticamente não tinham muito mercado nessa época. Com a Alpha implantada, apareceram novas propostas e ele foi pra Band FM ser coordenador artístico e depois o diretor artístico. Mas como sempre foi de participar de muitos projetos ao mesmo tempo, nessa época da Band, ele já era empresário do grupo Só Pra Contrariar, oriundo de Uberlândia. Quem vai contar essa história de sucesso é Joca Ribeiro. A conversa aconteceu em maio de 2026 e você vai ficar sabendo que dentre os muitos programas que ele criou na Band, um continua no ar há 40 anos, a Hora do Ronco, pelo qual ganhou o Prêmio APCA. Também teve uma participação na produtora de áudio Rádio 2, pela qual fez muitas campanhas políticas, sempre com muitas inovações e criatividade na comunicação. Com a gente, e pra vocês: JOCA RIBEIRO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 106º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo-SP, na Vila Olímpia, bairro da Zona Sul, mudou-se para Uberlândia-MG aos 8 anos onde viveu até os 20 anos. E foi lá que começou no rádio, trabalhando desde os 9 anos como gandula de discos, como ele fala, porque procurava na discoteca os discos que seriam tocados na programação. E como era muito interessado em música, aos poucos foi assumindo posições e tornou-se programador e depois locutor. Até que um dia, depois de ouvir seu trabalho, o pessoal da Antena 1 de São Paulo o contratou para mudar-se novamente para São Paulo. A rádio seguinte foi a Jovem Pan, até que surgiu a oportunidade de montar uma rádio nova, porque ele já se interessava por novos projetos, já tinha montado um estúdio de gravação com o produtor Iraí Campos e ajudou a implantar a Alpha FM, com uma grande novidade: sugeriu inovar lançando somente locutoras no ar, que praticamente não tinham muito mercado nessa época. Com a Alpha implantada, apareceram novas propostas e ele foi pra Band FM ser coordenador artístico e depois o diretor artístico. Mas como sempre foi de participar de muitos projetos ao mesmo tempo, nessa época da Band, ele já era empresário do grupo Só Pra Contrariar, oriundo de Uberlândia. Quem vai contar essa história de sucesso é Joca Ribeiro. A conversa aconteceu em maio de 2026 e você vai ficar sabendo que dentre os muitos programas que ele criou na Band, um continua no ar há 40 anos, a Hora do Ronco, pelo qual ganhou o Prêmio APCA. Também teve uma participação na produtora de áudio Rádio 2, pela qual fez muitas campanhas políticas, sempre com muitas inovações e criatividade na comunicação. Com a gente, e pra vocês: JOCA RIBEIRO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Sir Jean, nome artístico de Jean Gomis, é uma das vozes mais marcantes dos artistas africanos na Europa. Nascido em Dakar, Senegal, e radicado em Lyon, França, desde 1991, ele construiu uma carreira que atravessa o reggae, o dub, o afrobeat e a electrônica militante. A sua voz grave, rouca,… Source
Ep. 01 | João de Jesus Paes Loureiro — A Lenda como Utopia Social O que acontece quando a Boiúna, o Boto e o Tambatajá chegam à Sorbonne? João de Jesus Paes Loureiro passou a vida provando que o imaginário amazônico não é folclore, é epistemologia. É uma forma legítima de conhecer e de resistir. Nascido em Abaetetuba, no Pará, Paes Loureiro é poeta, ensaísta e professor, doutor em Sociologia da Cultura pela Sorbonne, com a obra fundadora Cultura Amazônica: uma poética do imaginário. No livro Utopias Amazônicas, assina o artigo A Lenda como Utopia Social: uma rapsódia teórica. Neste episódio, conversamos sobre lenda, utopia, encantamento e o canto do Uirapuru que a queimada ameaça apagar.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 105º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do esporte no rádio, na TV, e agora também na internet. Nascido em São Paulo, na Vila Esperança, bairro da Zona Leste, o nosso entrevistado trabalha desde que se conhece por gente. Como ele conta, começou vendendo bananas na feira, e um dia, lendo uma matéria sobre futebol, num jornal que embrulhava bananas, resolveu que iria trabalhar naquilo: ser jornalista esportivo. Seu contato com o rádio, era ouvir quando criança, o programa Moraes Sarmento, mas nunca imaginou que seria radialista, até porque ele sempre gostou de futebol e nunca se interessou por outros esportes. Fez faculdade de jornalismo, participou de um concurso na Rádio Gazeta, foi escolhido e começou a trabalhar como repórter. E quando você trabalha no jornalismo esportivo, as oportunidades aparecem. Ao começar na Record, acabou trabalhando com o saudoso Silvio Luiz, com quem fez uma dupla de muito sucesso. Também passou pela TV Cultura, onde apresentou o Cartão Verde por 15 anos, pela TV Gazeta onde apresentou durante 20 anos o Mesa Redonda Futebol Debate, e no rádio trabalha há 36 anos na Jovem Pan. Quem vai contar essa história de sucesso é Flavio Prado. A conversa aconteceu em março de 2026 e você vai ficar sabendo que O Mundo da Bola, programa que ele apresentou na Jovem Pan, ganhou duas vezes o Prêmio APCA. Hoje ele tem um podcast na internet, e durante o nosso papo ele falou do tempo em que deu aulas em faculdades de jornalismo, tendo ajudado a formar uma geração brilhante de jornalistas esportivos. 4Nesta edição também fizemos uma homenagem ao saudoso Nelson Tatá Alexandre que nos deixou em março de 2026, apresentando um piloto inédito de um Programa da Rádio Camanducaia, com a participação dos também saudosos Odayr Baptista, Alaor Coutinho e o Tatá. Com a gente, e pra vocês: FLAVIO PRADO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
"Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é Vida e Paz.Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à Lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser.Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle." Romanos 8:5-9
No episódio de hoje recebemos Waldir Franzini, um profissional experiente no agronegócio, criador do podcast Academia do Agro, que acaba de lançar seu primeiro livro: A Grande Armadilha. Nascido no mesmo ano que eu, Waldir tem histórias pra contar... Batemos um papo, na verdade, proseamos, sobre a vida na nossa idade, com reminiscências preciosas, mas especialmente sobre a fantástica história da evolução da agricultura no mundo. Uma conversa que desperta a curiosidade sobre querer saber cada vez mais a respeito do setor da economia que mais cresce no Brasil. See omnystudio.com/listener for privacy information.
No episódio de hoje recebemos Waldir Franzini, um profissional experiente no agronegócio, criador do podcast Academia do Agro, que acaba de lançar seu primeiro livro: A Grande Armadilha. Nascido no mesmo ano que eu, Waldir tem histórias pra contar... Batemos um papo, na verdade, proseamos, sobre a vida na nossa idade, com reminiscências preciosas, mas especialmente sobre a fantástica história da evolução da agricultura no mundo. Uma conversa que desperta a curiosidade sobre querer saber cada vez mais a respeito do setor da economia que mais cresce no Brasil. See omnystudio.com/listener for privacy information.
Os mais de 400 vídeos do canal Rail Relaxation já acumulam 42 milhões de visualizações. O goiano David Sousa, que vive em Liubliana há 21 anos, deixou de lado a profissão de motorista para se dedicar ao projeto. Edison Veiga, correspondente da RFI na Eslovênia Meio de transporte comum em diversas partes do mundo, o trem não fazia parte da rotina do brasileiro David Sousa até a vida levá-lo para fora do país. Nascido em 1972 no estado de Goiás, ele vive há 21 anos na Eslovênia – e foi em Liubliana que acabou encontrando, quase por acaso, o tema que mudaria sua trajetória profissional. Apaixonado por filmagens, Sousa começou a registrar viagens de forma despretensiosa, em um canal pessoal no YouTube voltado a passeios e montanhas. A ideia inicial era mostrar a Eslovênia para brasileiros. Mas um vídeo específico, gravado dentro de um trem, mudou tudo. O conteúdo viralizou. A repercussão inesperada revelou um público fiel interessado em acompanhar trajetos ferroviários completos, com paisagens e sons ambientes. Foi o ponto de partida para a criação do canal Rail Relaxation, há cerca de quatro anos. Hoje, o canal reúne mais de 400 vídeos publicados e ultrapassa a marca de 42 milhões de visualizações. A guinada digital veio acompanhada de uma decisão ousada. Após 16 anos trabalhando como motorista da embaixada brasileira na Eslovênia, Sousa decidiu deixar o emprego formal para se dedicar integralmente à produção de conteúdo. A escolha, segundo ele, foi motivada tanto pelo crescimento do projeto quanto pela possibilidade de realizar um antigo objetivo: viver da internet. Viagens cada vez mais longe No início, as gravações aconteciam apenas nos fins de semana e em países próximos, como Áustria, Itália, Croácia e Suíça, mas hoje a necessidade de diversificar o conteúdo levou o brasileiro a expandir horizontes. Viagens mais longas passaram a fazer parte da rotina. A produção segue um método rigoroso. Sousa publica dois vídeos por semana e costuma gravar várias viagens de uma só vez, organizando o material posteriormente. Cada vídeo pode demandar cerca de oito horas de edição. Em trajetos mais longos, ele divide o conteúdo em partes: uma viagem de 12 horas, por exemplo, pode virar uma série com quatro episódios. Apesar do sucesso, ele admite que produzir conteúdo ferroviário não é simples. Em muitos casos, é necessário lidar com processos burocráticos para obter autorização de filmagem junto a empresas de transporte – um desafio comum para criadores desse nicho. Ainda assim, o público segue crescendo e aguardando cada nova publicação. O interesse é alimentado pela diversidade de paisagens e rotas, que vão de trechos alpinos a longas travessias internacionais. Nos planos, estão destinos ainda mais ambiciosos. Uma viagem à Ásia, especialmente para registrar trajetos ferroviários na Índia e em Bangladesh, está sendo preparada há anos e pode sair do papel em breve. Para quem passou a infância sem sequer ter visto um trem de perto, Sousa hoje percorre o mundo sobre trilhos – e transformou esse percurso em destino.
Luiz Gama tinha dez anos quando foi vendido como escravo pelo próprio pai. Nascido livre, escravizado ilegalmente. Esse episódio reconstrói sua via crucis do Cais do Valongo ao cativeiro em São Paulo.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: historiapreta@gmail.com LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora Unicamp, 1999. CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça. São Paulo, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Luiz Gama: obras completas. v. 8: Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. pp. 59-68. GOMES, Laurentino. Escravidão: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares. v. 1. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019. GRAHAM, Richard. Nos tumbeiros mais uma vez? O comércio interprovincial de escravos no Brasil. Afro-Ásia, Salvador, n. 27, pp. 121-160, 2002. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês em 1835. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: historiapreta@gmail.com
Nascido em Coimbra, filho de um futebolista, acabou por ser recrutado em Inglaterra por um grupo mafioso para executar uma vingança entre clãs, exigida por um código de honra ancestral. Os que o contrataram para cometer o homicídio oferecem agora dinheiro pela sua morte. Isolado há dois anos no calabouço, pede para cumprir a pena em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.
“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Gênesis 2:7“Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em Espírito Vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o Segundo Homem, o Senhor, é do Céu.” I Coríntios 15:45-47“Jesus disse: Eu não posso de Mim mesmo fazer coisa alguma. Como ouço, assim julgo; e o Meu Juízo é justo, porque não busco a Minha Vontade, mas a Vontade do Pai que Me enviou. ” João 5:30
Tiago Valentim é motoboy e criador de conteúdo que ficou conhecido por mostrar sua rotina nas ruas enquanto ajuda pessoas. Nascido no Brooklin, sempre teve paixão pelo pagode e por incentivo começou a gravar suas boas ações para as redes sociais.Willian Braz é criador de conteúdo e ativista social natural de Tangará da Serra (MT). Após viver cerca de 10 anos fora do país, passou a registrar nas redes suas ações de solidariedade, ajudando pessoas em situação de vulnerabilidade.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 103º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em Faxinal, no Centro-Oeste do Estado do Paraná, de pais agricultores, foi na adolescência para Assis e começou a trabalhar internamente em várias funções na Rádio Cultura de Assis. Quando passou a ser rádio-escuta da rádio, seu horizonte se abriu: ouvia músicas de sucesso, que passou a admirar e conheceu as grandes vozes do rádio, como Hélio Ribeiro, a equipe da Difusora AM, entre outras, mas lá só ficou na área operacional. Depois da perda da mãe, mudou-se para outras cidades e acabou arrumando um emprego na Rádio Stereo Vale, em São José dos Campos - SP, onde depois de começar na área técnica, como sonoplasta e operador, teve a primeira oportunidade no microfone. Depois de 2 anos foi para Santos e fez parte da inauguração da Tribuna FM onde foi locutor e depois assumiu também a coordenação da rádio. O próximo passo foi vir para São Paulo onde começou na Manchete FM. Depois vieram Eldorado, cabine na TV Globo, comerciais da Globotec até que deu uma parada por stress e voltou para Santos. Ao parar com o rádio, não deixou de trabalhar com locução, mas também passou a trabalhar com comércio internacional, na área da sustentabilidade e na produção de eventos até voltar a São Paulo e entrar na Opus FM junto com os ex-companheiros da Eldorado. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Cesar Carvalho. A conversa aconteceu em fevereiro de 2026 e você vai ficar sabendo que a sofisticada Opus, virou a popular Nativa, que até hoje faz muito sucesso. Em seguida trabalhou na Fox TV, onde fez chamadas, Antena 1, Alpha FM onde foi voz padrão, e continua atuando nos projetos extra-rádio como representação de grandes produtores internacionais de vinho, entre outros grandes projetos. Com a gente, e pra vocês: CESAR CARVALHO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Saudações, ouvintes apaixonados por locução. Está NO AR o 102º podcast VOZ OFF! Neste episódio, Antônio Viviani e Nicola Lauletta conversam com mais uma grande voz do rádio. Nascido em São Paulo, no Tatuapé, bairro da Zona Leste, próximo ao centro da Capital, o nosso entrevistado começou sua carreira como DJ, nos bailes da periferia até que conheceu Leon Santos, locutor da Rádio Tupi na época, que o indicou para trabalhar numa rádio em Santos, a Rádio Anchieta, que tinha estúdios na Praia Grande e Itanhaém, todas na Baixada Santista.. Depois, foi indicado para trabalhar no Projeto Verão, uma iniciativa da Jovem Pan AM, que transmitia diretamente do litoral paulista, em 3 frentes de trabalho, e ele ficava na Praia Grande. Por ser uma pessoa sempre disposta a encarar novos desafios, depois dessa experiência na Jovem Pan, ele mudou muito de emissora, passou a fazer programação, dirigir as rádios, e mudou muito de cidade também. Nosso convidado neste episódio é um multi talentoso locutor, produtor, programador, empresário e diretor, não só de rádio, mas também de outras empresas de comunicação. Impossível traçar uma linha do tempo de sua atuação nos meios de comunicação. Só ouvindo nosso papo mesmo, onde até brincamos que ele teve uma carreira que poderia ser batizada de pingue-pongue. Quem vai contar essa sua história de sucesso é Mauro Brandão. A conversa aconteceu em fevereiro de 2026 e você vai ficar sabendo que nesta edição, voltamos a homenagear no final, mais um grande nome da locução e da dublagem, e que não havíamos citado no episódio #100 do Voz Off, o talentoso Hamilton Ricardo. Com a gente, e pra vocês: MAURO BRANDÃO! Para seguir nas redes sociais:- Curta a página do podcast Voz Off no Facebook- Siga o @podcastvozoff no Twitter- Curta a página do Antonio Viviani no Facebook- Siga o @antonioviviani no Twitter- Siga o @antonio.viviani no Instagram- Siga o @nicolalauletta no Twitter- Curta a página do Echo's Studio no Facebook- Curta a página do Workshop de Locução Voz A Obra no Facebook- Ouça também o podcast TEXTO SENTIDO com Antônio Viviani Assine o FEED do Voz Off:Para ouvir o Voz Off no seu agregador de podcasts preferido, clique aqui e assine o nosso FEED! Assine e avalie nosso podcast no iTunes:Se você usa o iTunes no seu computador, tablet ou smartphone, assine e avalie nosso podcast clicando aqui! Voz Off no Spotify:Caso prefira ouvir o Voz Off no Spotify, é só clicar aqui e assinar o nosso podcast no serviço de streaming! E-mails:Mande seu feedback pra gente através do e-mail podcastvozoff@gmail.com! Publicidade:Entre em contato e saiba como anunciar sua marca, produto ou serviço em nossos podcasts.See omnystudio.com/listener for privacy information.
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Convidados: Pedro Figueiredo, repórter da GloboNews em Brasília; e Roberto Uchôa, ex-policial civil do Rio, policial federal por duas décadas e conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Aprovado na Câmara na semana passada, o projeto de combate ao crime organizado agora segue para o Senado. Nascido no Executivo, o texto passou por várias mudanças em poucos dias – foram seis versões apresentadas pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), secretário de Segurança de São Paulo, que se afastou do cargo para relatar o texto. Chamado de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, o texto aumenta penas, cria novos tipos penais, amplia ferramentas de investigação e estabelece regras específicas para líderes de facções criminosas. Repórter da Globo no Congresso, Pedro Figueiredo conta como foi a tramitação do texto. Pedro explica o que Derrite modificou no projeto enviado pelo Executivo e como ficou a versão aprovada pelos deputados. Pedro responde também qual a perspectiva em torno do tema e como será o caminho do texto no Senado, onde a relatoria será do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Depois, a conversa é com Roberto Uchôa, ex-policial civil do Rio e policial federal por duas décadas. Hoje conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Uchôa analisa os pontos positivos e os negativos do Projeto Antifacção aprovado pelos deputados. Ele avalia como fica a asfixia financeira do crime organizado a partir do projeto aprovado na Câmara - o controle financeiro das organizações criminosas é considerado ponto crucial no combate ao crime.