POPULARITY
Matthias, Gregor und Sebastian besprechen heute zwei bizarre Heldensagen, eine aus dem brasilianischen Dschungel, eine aus dem westdeutschen Avantgarde-Theater. Ein Double Feature mit überraschenden Gemeinsamkeiten, jedoch keinesfalls unkompliziert.Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade, 1969)Basierend auf Mário de Andrades satirischem Modernismus-Roman von 1928 folgt der Film dem „Held ohne jeden Charakter": Als schwarzer Mann im Urwald geboren, verwandelt er sich in einen weißen Mann und zieht nach São Paulo, wo er auf nymphomane Guerilleras, kannibalistische Industriemagnaten und politischen Wahnsinn stolpert. Ein anarchischer Höhepunkt des Cinema Novo, politisch aufgeladen und gedreht im Schatten der brasilianischen Militärdiktatur.Freak Orlando (Ulrike Ottinger, 1981)Inspiriert von Virginia Woolfs Orlando (ebenfalls 1928) erzählt Ottinger in fünf Episoden eine Geschichte der Welt vom Altertum bis zur Gegenwart, mit der zeitreisenden Orlando als stetig wandelnder Figur durch Inquisition, Freak-Shows und Kaufhäuser. Ein Zeitdokument der Westberliner Avantgarde-Szene, bemerkenswert in seiner Kühnheit, herausfordernd hinsichtlich seiner Distanziertheit zum Zuschauer.Weitere Links zu unseren Websites und Social Media https://linktr.ee/filmkammerEmails könnt ihr uns an filmkammer@buddelfisch.de sendenHört die Filmkammer überall wo es Podcasts gibt!Coverbild von Gregor SchenkerSoundmix von Sebastian KempkeMusik: "Epilogue (Instrumental Version)" by Josh Woodward
Cerimônia de concessão de título de doutor honoris causa ao ator e diretor foi marcada pela emoção e pela presença de amigos, parentes e representantes da academia e da classe artística. Ouvimos o ícone do Cinema Novo e também o reitor Roberto Medronho, a coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura, Christine Ruta, a superintendente de Ações Afirmativas, Diversidade e Acessibilidade da UFRJ, Denise Goes, a escritora Ana Maria Gonçalves, os atores Zezé Motta, Lázaro Ramos, Camila Pitanga, Luana Xavier e Elisa Lucinda sobre a importância simbólica do evento. Reportagem: João Pedro Mendes, Iara Reis, Helena Faria e Julie DrumondEdição: Thiago Kropf
Hoje estamos aqui reunidos com nosso time do cinema, ou talvez parte dele, pra falar sobre o cinema brasileiro.Podemos dizer que um dos primeiros registros do cinema por aqui, é do ano de 1898 com as imagens da Baía de Guanabara filmadas por Afonso Segreto. De la pra ca, dali pra aqui, ele passou por fases marcantes como as chanchadas da Atlântida nos anos 40 e 50, o Cinema Novo de Glauber Rocha nos anos 60 e a retomada nos anos 90 após a retomada da democracia, e por ai vai. Até os dias de hoje, a produção para, temos muitas produções ganhando prêmios e outra que muitas vezes estão nos filmes independentes. Vem com a gente pra ouvir, e vamos valorizar o cinema brasileiro!
O episódio desta semana investiga um dos momentos mais transformadores da nossa história audiovisual: o surgimento do Cinema Novo. Em meio a um Brasil marcado por contrastes profundos — modernização acelerada de um lado, desigualdade social e instabilidade política do outro — o movimento nasceu como um rompimento radical com o cinema comercial que dominava a época.Em um primeiro momento revisitamos o contexto cultural que moldou essa revolução cinematográfica. Enquanto as chanchadas reproduziam fórmulas estrangeiras e escapistas, jovens cineastas começaram a rejeitar essa superficialidade. Inspirados pelo Neorrealismo Italiano e pela Nouvelle Vague Francesa, buscaram criar um cinema crítico, político e genuinamente brasileiro, que encarasse de frente a pobreza, a violência, a fome e a cultura popular.Rafael Arinelli recebe Fernando Machado e Wesley Fernandes para discutir como Glauber Rocha, com sua proposta de “estética da fome”, e outros nomes fundamentais transformaram a precariedade em linguagem e identidade do Cinema Novo. O trio também aborda as tensões internas do movimento — como a célebre disputa entre Glauber Rocha e Anselmo Duarte — e o impacto devastador da Ditadura Militar, cuja censura forçou rupturas, exílios e mudanças de rota.Por fim, o episódio reflete sobre a herança monumental deixada pelo Cinema Novo. Mesmo com vida curta, o movimento estabeleceu bases estéticas e políticas que definem até hoje a noção de cinema de autor no Brasil. Uma conversa essencial para compreender como a arte cinematográfica brasileira se reinventou ao olhar diretamente para sua própria realidade.• 04m32: Pauta Principal• 1h08m27: Plano Detalhe• 1h22m48: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Spotify: https://cinemacao.short.gy/spotify• Apple Podcast: https://cinemacao.short.gy/apple• Android: https://cinemacao.short.gy/android• Deezer: https://cinemacao.short.gy/deezer• Amazon Music: https://cinemacao.short.gy/amazonAgradecimentos aos padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• X: https://cinemacao.short.gy/x-cinemacao• BlueSky: https://cinemacao.short.gy/bsky-cinemacao• Facebook: https://cinemacao.short.gy/face-cinemacao• Instagram: https://cinemacao.short.gy/insta-cinemacao• Tiktok: https://cinemacao.short.gy/tiktok-cinemacao• Youtube: https://cinemacao.short.gy/yt-cinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de R$30,00, você terá acesso a conteúdo exclusivo e muito mais! Não perca mais tempo, torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Fernando): Álbum: HASOS - Baco Exu do Blues• (Wesley): Filme: Marighella• (Wesley): Filme: O Suspeito da Rua Arlington• (Rafa): Instagram: Danilo CarneiroEdição: ISSOaí
Antonio Pitanga está de volta ao cinema com Malês, que retrata o maior levante urbano de negros escravizados no Brasil. Para falar sobre o longa e sua trajetória como ator e diretor, ele estará no Roda Viva nesta segunda-feira (27/10). Ator de 86 anos de idade e mais de 60 de carreira, Antonio Pitanga acumula no currículo mais de 70 filmes, diversas novelas, seriados e dezenas de peças teatrais. Um dos pilares do movimento do Cinema Novo, Pitanga trabalhou com diretores emblemáticos e definitivos para a história do cinema brasileiro como: Glauber Rocha, Trigueirinho Neto, Roberto Pires, Cacá Diegues, Joaquim Pedro de Andrade, Walter Lima Jr e Anselmo Duarte.Com apresentação de Vera Magalhães, o Roda Viva vai ar ao vivo, a partir das 22h, na TV Cultura, no site da emissora e no Youtube.#SomosCultura
O cineasta paulista lançou Rio, 40 graus em 1955, filme tidocomo o ponto de partida para o Cinema Novo. Com seus filmes, muitos baseados em clássicos da literaturanacional, conciliou o ato de filmar com o engajamento social.
Conheça o meu novo canal: História e Cinema!https://www.youtube.com/watch?v=CxRhBySgz7sUma das maiores indústrias do mundo moldou opiniões, espalhou ideologias e fez a gente chorar ao decorrer da sua história. Separe trinta minutos do seu dia e aprenda com o professor Vítor Soares (@profvitorsoares) sobre o que foi a História do Cinema.-Se você quiser ter acesso a episódios exclusivos e quiser ajudar o História em Meia Hora a continuar de pé, clique no link: www.apoia.se/historiaemmeiahoraConheça o meu canal no YouTube, e assista o História em Dez Minutos!https://www.youtube.com/@profvitorsoaresOuça "Reinaldo Jaqueline", meu podcast de humor sobre cinema e TV:https://open.spotify.com/show/2MsTGRXkgN5k0gBBRDV4okCompre o livro "História em Meia Hora - Grandes Civilizações"!https://a.co/d/47ogz6QCompre meu primeiro livro-jogo de história do Brasil "O Porão":https://amzn.to/4a4HCO8Compre nossas camisas, moletons e muito mais coisas com temática História na Lolja!www.lolja.com.br/creators/historia-em-meia-hora/PIX e contato: historiaemmeiahora@gmail.comApresentação: Prof. Vítor Soares.Roteiro: Prof. Vítor Soares e Prof. Victor Alexandre (@profvictoralexandre)REFERÊNCIAS USADAS:- BAZIN, André. O que é o cinema? São Paulo: Perspectiva, 2014.- BORDWELL, David; THOMPSON, Kristin. A arte do cinema: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes, 2013.- COSTA, Antonio da. História do cinema mundial. Lisboa: Edições 70, 2011.- EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. São Paulo: Perspectiva, 2002.- KRACAUER, Siegfried. Teoria do filme: a redenção da realidade física. Campinas: Papirus, 2001.- MONACO, James. Como ver um filme. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2010.- ROCHA, Glauber. Revolução do Cinema Novo. São Paulo: Cosac Naify, 2003.
No episódio 90 do Fronteiras no Tempo, os historiadores C. A., Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem o convidado especial Renan Fileto para um mergulho na História do Cinema Brasileiro entre as décadas de 50 e 70. Neste papo o quarteto debate sobre a ascensão do Cinema Novo e suas propostas revolucionárias à explosão da Pornochanchada dos anos 60 e 70, passando pelo impacto da censura durante os anos de ditadura militar. Se você é apaixonado por história, cinema e as formas como a arte se entrelaça com os grandes acontecimentos do passado, esse episódio é um prato cheio! Dá o play e vem com a gente nessa jornada cinematográfica!
No episódio 90 do Fronteiras no Tempo, os historiadores C. A., Marcelo Beraba e o Estagiário Rodolfo recebem o convidado especial Renan Fileto para um mergulho na História do Cinema Brasileiro entre as décadas de 50 e 70. Neste papo o quarteto debate sobre a ascensão do Cinema Novo e suas propostas revolucionárias à explosão da Pornochanchada dos anos 60 e 70, passando pelo impacto da censura durante os anos de ditadura militar. Se você é apaixonado por história, cinema e as formas como a arte se entrelaça com os grandes acontecimentos do passado, esse episódio é um prato cheio! Dá o play e vem com a gente nessa jornada cinematográfica!
Glauber Rocha queria fazer cinema para incomodar, e Terra em Transe é a prova disso. Um filme que não dá respostas fáceis, mergulha no caos e na confusão política de um país que parece estar sempre preso em um ciclo de golpes, populismo e desilusão.O longa acompanha o poeta e jornalista Paulo Martins, que oscila entre a revolta e a resignação ao tentar lidar com políticos oportunistas e a falência de suas próprias crenças. Com uma narrativa fragmentada e cheia de simbolismos, Glauber constrói uma crítica feroz ao jogo de poder e à manipulação das massas. Mas como essa estética revolucionária conversa com o espectador de hoje? O que Terra em Transe diz sobre o Brasil atual? E como ele se encaixa no legado do Cinema Novo?No episódio de hoje, Rafael Arinelli, Marina Oliveira, Pedro Amaro e Bel Petit destrincham Terra em Transe, uma obra icônica do Cinema Novo. Eles falam sobre sua linguagem nada convencional e discutem como o Brasil de 1967 ainda se reflete no presente.A gente debate tudo isso e muito mais – então, prepara o café, o caderninho de anotações e vem com a gente!• 04m21: Pauta Principal• 1h22m35: Plano Detalhe• 1h39m17: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Feed: https://bit.ly/cinemacaofeed• Apple Podcast: https://bit.ly/itunes-cinemacao• Android: https://bit.ly/android-cinemacao• Deezer: https://bit.ly/deezer-cinemacao• Spotify: https://bit.ly/spotify-cinemacao• Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacaoAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Alves Lima• Eloi Xavier• Flavia Sanches• Gabriela Pastori Marino• Guilherme S. Arinelli• Katia Barga• Thiago Custodio Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• BlueSky: https://bit.ly/bskycinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Pedro): Vídeo: Martin Scorsese fala sobre Glauber Rocha• (Pedro): Música: Dead Fish - Contra Todos• (Pedro): Livro: Cinema Brasileiro Moderno• (Marina): Podcast: Plano-Sequência #070 - Glauber Rocha• (Marina): Filme: Cabra Marcado Para Morrer• (Bel): Manifesto: Uma Estética da Fome• (Bel): Música: Yannick Hara• (Bel): Filme: Mickey 17• (Rafa): Podcast: #590: Mickey 17• (Rafa): Podcast: #548: Biografia - Eduardo Coutinho• (Rafa): Documentário: As Crianças PerdidasEdição: ISSOaí
GLAUBER ROCHA é considerado um dos maiores cineastas brasileiros. Reverenciado como um gênio revolucionário, Glauber, foi um dos fundadores do movimento de vanguarda “Cinema Novo”, que tinha a intenção de ser um espelho da cultura brasileira, tratando das nossas temáticas sociais e deixando de lado a cultura hollydiana. Muitas de suas obras, como Deus e o Diabo Na Terra do Sol, Terra em Transe e O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, são frequentemente listadas como alguns do melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Mais um brasileiro que vale a pena conhecermos a história! E essa é nossa história de hoje. Espero ter contribuído para que seu dia seja bom! Se você gostou, deixe seu joinha, faça seu comentário. Conheça as outras histórias do canal e compartilhe com seus amigos. Vamos incentivar a cultura em nosso país. Encontro vocês na próxima biografia do canal. Até Mais! (Tânia Barros).Ajude Tânia manter o Canal Ativo: PIX 7296e2d1-e34e-4c2e-b4a0-9ac072720b88- Seja Membro á partir de R$1,99 por mês- Projeto: https://www.catarse.me/loucosporbiografias Contato: e-mail - taniabarros339@gmail.com
Cacá Diegues, diretor de ‘Bye bye Brasil', ‘Deus é brasileiro' e ‘Tieta do Agreste', morre no RJ aos 84 anos. Moradores de SP e RJ recebem alerta de terremoto. Em meio a decretos de Trump elevando tarifas, veja principais itens do comércio entre Brasil e EUA. 'Sorriso fácil', 'tranquilo' e 'generoso': quem era o ciclista assassinado em área nobre de SP. Baleia engole e solta jovem que andava de caiaque no Chile: 'Achei que fosse uma onda'
Ubiratan Brasil fala sobre a carreira do cineasta que nos deixou aos 84 anos. Responsável por filmes como Bye bye Brasil, Xica da Silva, Tieta do Agreste e Deus é brasileiro, Diegues foi um dos nomes mais importantes da história do cinema brasileiro. Ele era um imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) e, ao lado de Glauber Rocha, Leon Hirszman e Paulo Cesar Saraceni, foi um dos fundadores do movimento Cinema Novo.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Ícone do Cinema Novo, o cineasta cacá Diegues morreu a manhã desta sexta-feira (14), no Rio de Janeiro. Veja também: Defesa Civil nega terremoto em cidades de São Paulo após moradores receberem alerta pelo celular.
On this episode, we're heading to Brazil and discussing Glauber Rocha's Entranced Earth (1967), a pivotal work of the Cinema Novo movement. Following our exploration of Costa-Gavras' Z (1969), we're delving into the turbulent world of Brazilian filmmaking in the wake of the 1964 military coup. Entranced Earth isn't just a film; it's a cinematic rebellion against political corruption and authoritarianism. Rocha's work, along with the broader Cinema Novo movement, redefined Brazilian cinema with its raw, politically charged narratives and innovative film techniques. We discuss how Rocha and the other Cinema Novo filmmakers, inspired by Italian Neorealism and the French New Wave, crafted a uniquely Brazilian cinematic language to confront social inequalities and spark critical discourse. Join us as we examine Rocha's "Aesthetic of Hunger" manifesto and discuss how Entranced Earth continues to resonate in our ongoing struggle against rising fascism and authoritarianism in the US and worldwide. Follow us at: Patreon / Twitter / Instagram / Letterboxd / Facebook
Brasil veta entrada da Venezuela no Brics, o que o governo venezuelano considera um ato hostil, enquanto Putin apoia a entrada da Venezuela no bloco. Disputa presidencial nos EUA entre Kamala Harris e Donald Trump permanece acirrada em estados-chave. Pesquisas eleitorais mostram Ricardo Nunes (MDB) à frente de Guilherme Boulos (PSOL) na corrida pela prefeitura de São Paulo. Brasil se despede do lendário boxeador brasileiro Maguila, aos 66 anos; do cineasta Vladimir Carvalho, figura importante do Cinema Novo, aos 89 anos; e do ator Ron Ely, conhecido por interpretar Tarzan na série da NBC dos anos 1960, aos 86 anos. Essas e outras notícias, você escuta No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum. Assine o Meio no link nomeio.com.br/podcast_assineSee omnystudio.com/listener for privacy information.
A arte de fazer cinema muitas vezes encontra em seus profissionais pessoas que não passaram necessariamente por escolas de cinema, mas que tiveram mentores e conseguiram estudar muito por conta própria. No entanto, no mundo cinematográfico, temos várias escolas que influenciaram o mercado audiovisual como um todo. É o caso do Expressionismo Alemão, do Realismo Italiano, da Nouvelle Vague e até do nosso Cinema Novo!Pensar nos filmes como retratos de seus tempos acaba revelando para nós muitas escolas, tendências, políticas, culturas e influências que marcaram gerações e criaram um novo olhar para a estética cinematográfica.Rafael Arinelli recebe Gustavo Reinecken, Pat Junqueira e Leonardo Oliveira para discutir um pouco sobre como as escolas de cinema podem influenciar a estética dos filmes que vemos. E mesmo que elas não influenciem, como o artista que está por trás daquela obra foi e é impactado por linguagens, construções culturais e políticas que o ajudaram a criar seu filme? E mais, o que podemos definir como estética?Coloque seu fone de ouvido e seja preenchido por cores, enquadramentos e modos de filmar que você nem sabia que foram pensados para mexer com o seu sentimento.• 04m38: Pauta Principal• 1h19m08: Plano Detalhe• 1h30m54: EncerramentoOuça nosso Podcast também no:• Feed: https://bit.ly/cinemacaofeed• Apple Podcast: https://bit.ly/itunes-cinemacao• Android: https://bit.ly/android-cinemacao• Deezer: https://bit.ly/deezer-cinemacao• Spotify: https://bit.ly/spotify-cinemacao• Amazon Music: https://bit.ly/amazoncinemacaoAgradecimentos aos patrões e padrinhos: • André Marinho• Anna Foltran• Bruna Mercer• Charles Calisto Souza• Daniel Barbosa da Silva Feijó• Diego Lima• Eloi Xavier• Gabriela Pastori• Guilherme S. Arinelli• Gustavo Reinecken• Katia Barga• Thiago Coquelet• William SaitoFale Conosco:• Email: contato@cinemacao.com• Facebook: https://bit.ly/facebookcinemacao• Twitter: https://bit.ly/twittercinemacao• Instagram: https://bit.ly/instagramcinemacao• Tiktok: https://bit.ly/tiktokcinemacaoApoie o Cinem(ação)!Apoie o Cinem(ação) e faça parte de um seleto clube de ouvintes privilegiados, desfrutando de inúmeros benefícios! Com uma assinatura a partir de apenas R$5,00, você terá acesso a vantagens incríveis. E o melhor de tudo: após 1 ano de contribuição, recebe um presente exclusivo como agradecimento! Não perca mais tempo, acesse agora a página de Contribuição, escolha o plano que mais se adequa ao seu estilo e torne-se um apoiador especial do nosso canal! Junte-se a nós para uma experiência cinematográfica única!Plano Detalhe:• (Reinecken): Artigo: Reflections on filmmaking pedagogy in the age of the Creative Industries• (Reinecken): Livro: A Long Time Ago in a Cutting Room Far, Far Away• (Pat): Série: Matéria Escura• (Leonardo): Série: O Jogo que Mudou a História• (Leonardo): Livro: Revolução do cinema novo• (Rafa): Youtube: Leonardo AbreuEdição: ISSOaí Design
Sarah Sarzynski's Revolution in the Terra Do Sol: The Cold War in Brazil (Stanford UP, 2018) examines the influence of revolutionary social movements in Northeastern Brazil during the lead-up to the 1964 coup that would bring the military to power for 21 years. Rural social movements that unfolded in the Northeast beginning in the 1950s inspired Brazilian and international filmmakers, intellectuals, politicians, and journalists to envision a potential social revolution in Brazil. But in the wake of the Cuban Revolution, the strength of rural social movements also raised fears about the threat of communism and hemispheric security. Turning to sources including Cinema Novo films, biographies, chapbook literature, and materials from U.S. and Brazilian government archives, Sarzynski shows how representations of the Northeast depended on persistent stereotypes depicting the region as backward, impoverished, and violent. By late March 1964, Brazilian Armed Forces faced little resistance when overthrowing democratically elected leaders in part because of the widely held belief that the violence and chaos in the "backward" Northeast threatened the modern Brazilian nation. Sarzynski's cultural history recasts conventional narratives of the Cold War in Brazil, showing how local struggles over land reform and rural workers' rights were part of broader ideological debates over capitalism and communism, Third World independence, and modernization on a global scale. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices Support our show by becoming a premium member! https://newbooksnetwork.supportingcast.fm/latin-american-studies
ORIENTE MÉDIO - O ataque terrorista do Hamas e a reação de Israel; - por que os EUA vetaram a resolução proposta pelo Brasil; - única saída é fortalecer a Autoridade Nacional Palestina, mas como?; - se houvesse eleições hoje na Cisjordânia, a ANP, infelizmente, perderia para o Hamas; - identificar causas de um conflito não implica justificar atos terroristas; - a paz é feita de bons sentimentos, mas também de equilíbrio; - a paz é boa para os negócios; - a polêmica sobre a palavra “genocídio”; - a polêmica sobre a palavra “terrorismo”. RÚSSIA-UCRÂNIA - A guerra entre a Rússia e a Ucrânia e seus desdobramentos; - a invasão da Ucrânia é inaceitável, mas o conflito da Rússia é com a Otan; - a expansão da Otan, George Kennan e a doutrina da contenção; ARGENTINA - As eleições na Argentina e os riscos para o Mercosul; - o Mercosul, poucos se lembram, também é um projeto de paz; - a farsa do tal “anarcocapitalismo”. A DIPLOMACIA - O “espírito cruzadista” dos EUA; - a melhor dissuasão é a cooperação; - a diplomacia de Bolsonaro foi mais atrasada do que a da ditadura; - a diplomacia Sul-Sul e o Sul Global; - a unipolaridade, a multipolaridade e o esgarçamento das relações globais; - a ordem americana chegou ao fim?; - o papel da China, dado o (des)equilíbrio global. O CINEMA - Celso Amorim e o Cinema Novo; - três filmes na biografia de Amorim: “Eles não Usam Black Tie”; “Pra Frente Brasil” e “Os Cafajestes”; - e como tudo começou.
Conheça como foi produzida uma série de três reportagens sobre o Dia do Nordestino, pelos jornalistas Daniel Medeiros, Leo Vila Nova e Juliano Muta. Saiba o método de pesquisa, as entrevistas e todos os caminhos para produção desse conteúdo publicado na Folha Mais, edição de fim de semana do jornal Folha de Pernambuco. Na primeira matéria é abordada a iconografia do Nordeste, ao longo do anos, com a influência de artistas que ajudaram a difundir a cultura da região em todo o País, a exemplo de Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi e Chico Science.Na segunda abordamos o Êxodo cultural, com nordestinos no Sudeste, para poder difundir melhor seu trabalho, como aconteceu com os baianos do Tropicalismo; os cearenses, como Belchior, Ednardo e Amelinha, e depois do pernambucanos com o advento do Manguebeat. E, na terceira matéria, o tema é do Cinema Novo a Bacurau, passando pelas novelas da TV Globo e pelo mais novo fenômeno do Streaming “Cangaço novo”. Confira o episódio.
Bate papo sobre o Filme: "Central do Brasil" Apresentação: João Paulo Gouvêa e Renata Burjato Participação: André CastilhoProdução: Renata Burjato João Paulo Gouvêa e Renata Burjato recebem André Castilho para falar de um clássico do cinema brasileiro "Central do Brasil", de 1998. A obra traz elementos e cenários do Cinema Novo, com uma história que se desenrola do litoral do Sudeste ao interior do Nordeste, uma espécie de “volta” dos que tentaram sobreviver nas grandes cidades. Não uma volta desejada ou politizada, mas uma volta afetiva, levada pelas circunstâncias. Após sua atuação na obra, a atriz Fernanda Montenegro diz: "Eu acho que o que o filme tem de mais bonito é esse demorado adeus de uma humanidade que se encontra, que se ampara e que sai de lá renascida." Ouça, compartilhe e comente o que achou da entrevista em nosso WhatsApp (11) 9 7418-1456See omnystudio.com/listener for privacy information.
Neste episódio, a monitora Camila Dutra e dois convidados, Francisco e Luana, debatem sobre o filme Bacurau (2019), dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Acompanhe o PodCriticar, também, no Google Podcasts e Deezer. Redes sociais: Centro de Crítica de Mídia: @ccmpucminas Instagram da Camila: @camiladutraf Instagram do Chico: @euodeiofilmes Instagram da Luana: @luanaalops Créditos aos estudos utilizados de referência: PALMA, Alexandre; ASSIS, Monique Ribeiro de; VILAÇA, Murilo Mariano. Bacurau: uma metáfora do Brasil atual. Revista Práxis, v. 11, n. 22, p. 31-16, 2019. BASTOS, Felipe; GONÇALVES, Eduardo. “Quem nasce em Bacurau é gente?” Gênero e precariedade de vida no filme Bacurau. Revista Digital do LAV, Santa Maria, v. 13, n.2, p. 2326-253, 2020. SOARES, José de Lima. Da Experiência do Cinema Novo ao Novo Cinema Brasileiro do Século XXI: uma abordagem sociológica e política do filme Bacurau. Revista Wamon, v. 5, n. 1, p. 165-190, 2020. SILVA, Luis Fernando Siqueira de Vasconcelos. Lunga: a interseção entre cangaço e gênero no sertão nordestino de Bacurau. 2022. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Comunicação Social: Publicidade e Propaganda) - Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). SENA, Ercio; GUSMAN, Juliana. Polêmicas nas reverberações críticas de Bacurau. Revista Animus, v. 19, n. 40, 2020. Agradecimentos:Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas (FCA), Laboratório de Áudio da PUC Minas (@labaudiopucminas) e Centro de Crítica de Mídia (CCM -@ccmpucminas).
[A Vanguarda que Revolucionou a Sétima Arte Brasileira] No episódio de número 216 no Supercuts, mergulharemos profundamente no movimento cinematográfico brasileiro conhecido como Cinema Novo. Uma verdadeira revolução artística que ocorreu nas décadas de 1950 e 1960, trazendo uma nova perspectiva à sétima arte brasileira, desafiando as convenções estabelecidas e buscando retratar a realidade do país de maneira autêntica. Larissa e Tiago Maia recebem Igor Nolasco (@igornolascorm) e Rian Oliveira (@hulkcinefilo) para discutir a importância histórica, as características marcantes e o legado duradouro desse período tão significativo do cinema brasileiro. Se você quiser apoiar nosso programa, assine nosso podcast gratuitamente na sua plataforma favorita e nos deixe um comentário! E lembre-se, adoramos receber suas mensagens nas nossas redes sociais. Twitter; Instagram, Youtube e Facebook. Obrigado por ouvir o Supercuts Podcast! Até a próxima!
No programa CINEMA LIVRE, desta sexta-feira dia 05/05, às 19 horas, com apresentação de WELLINGTA MACEDO abordaremos o tema Cinema, Trabalho e Direitos com o filme "Eu, Daniel Blake" (2016, Ken Loach) Sinopse: O filme é estrelado por Dave Johns como Daniel Blake, um homem de meia-idade a quem é negado o Subsídio de Emprego e Apoio, apesar de ter sido declarado inapto para o trabalho por seu médico. Hayley Squires co-estrela como Katie, uma mãe solteira batalhadora de quem Daniel faz amizade. PERFIS | Leon Hirszman, o cineasta e militante comunista, expoente do Cinema Novo que dirigiu "Eles não usam Black Tie!". E mais: CURTAS com as principais notícias do Mundo do Cinema e DICAS de 5 filmes sobre Questões Trabalhistas. Transmissão simultânea pelo: Youtube - https://www.youtube.com/watch?v=bUqzSBW0Ras Facebook - https://www.facebook.com/events/186635820939640 Twitter - www.twitter.com/wrcensuralivre
No episódio de hoje, conversamos sobre Os Fuzis, filme dirigido por Ruy Guerra, indicado ao Urso de Ouro e, pela direção, vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim de 1964. Extremamente atual e relevante, Os Fuzis faz parte da trilogia de ouro do Cinema Novo, juntamente com Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos e Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964), de Glauber Rocha. --- Send in a voice message: https://podcasters.spotify.com/pod/show/fagulha-cineclube/message
Um dos cineasta mais importantes do cinema nacional tem sua carreira debatida no Podcast Filmes Clássicos. Fred e Alexandre convidaram o crítico Rafael Amaral (Blog "Palavras de Cinema" e "Jornal de Jundiaí") para mais um bate-papo amistoso, desta vez sobre o legado de Nelson Pereira dos Santos. O trio começa o papo com o primeiro filme de Nelson, "Rio, 40 Graus" (1955), clássico brasileiro e precursor do Cinema Novo. Em seguida falam sobre "Rio, Zona Norte" (1957), talvez um dos melhores trabalhos do cineasta. Em sequência vem Nelson adaptando grandes textos de autores brasileiros como Nelson Rodrigues, que escreveu a peça que depois virou o filme "Boca de Ouro" (1963), estreia do polêmico dramaturgo nos cinemas pelas mãos de Nelson Pereira. Por fim, chega a vez de Graciliano Ramos, que teve seu romance "Memórias do Cárcere" transformado em filme no ano de 1984 pelo diretor. ---------------------- Acesse nosso site: http://www.filmesclassicos.com.br Acesse nossa página no Facebook : https://www.facebook.com/podcastfilmesclassicos/ Nos procure no seu aplicativo de podcast do celular, no Spotify, YouTube, Anchor ou iTunes.
Destaque a algumas curtas-metragens na secção Cinema Novo do Porto/Post/Doc
Será que ainda somos os mesmos? Neste episódio nós discutimos o filme "Brasil Ano 2000" de 1969 e o que nós entendemos do Cinema Novo. Também falamos sobre Glauber Rocha, a eleição de 2022 e se estamos fadados a repetir os erros dos anos 60. Videos e referências: Brasil Ano 2000 (Walter Lima Jr, 1969) https://youtu.be/vvHcWjHy4cQ Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha, 1964) https://youtu.be/RyTnX_yl1bw A Entrevista (Helena Solberg, 1966) https://youtu.be/4E6-EYU7gBg Factually! with Adam Conover - Everything Boomers Told You about the 60s Was Wrong https://open.spotify.com/episode/4vLeCcs6IhmQR2JgkZFpaa?si=C6KrBGPuQr2D2kIJogt97A Marcha contra a guitarra elétrica e o Tropicalismo https://youtu.be/BHkJ3IBvFLg CARVALHO, Maria do Socorro. Cinema Novo Brasileiro. In: MASCARELLO, Fernando (org.) História do Cinema Mundial. Campinas: Papirus, 2006. Onde nos encontrar: https://linktr.ee/depoisdia
Jean-Luc Godard, que morreu essa semana aos 91 anos, influenciou e dialogou com o Cinema Novo, mas também foi influenciado pelo movimento cinematográfico brasileiro, afirma o crítico suíço Patrick Straumann. Glauber Rocha foi próximo e colaborou com o cineasta franco-suíço. Em seu período militante, Godard realizou em 1970 o filme "Vento do Leste", com a participação de Glauber que aparece no longa com os braços abertos em uma encruzilhada, indicando os caminhos possíveis do cinema político. “A bout de Souffle”, "Acossado" em português, foi o primeiro longa-metragem do cineasta franco-suíço Jean-Luc Godard que morreu essa semana aos 91 anos, após recorrer ao suicídio assistido. O filme estreou em 1960, provocou um choque no mundo do cinema por sua liberdade estética e consagrou o diretor, pioneiro da Nouvelle Vague. Depois vieram outras obras emblemáticas, como “O Desprezo”, sempre com a mesma liberdade. Sem perder o olhar crítico, Godard nunca deixou de acompanhar a evolução do cinema e se reinventou incessantemente. Um gênio, resume o crítico suíço Patrick Straumann. Godard e a Nouvelle Vague influenciaram e dialogaram com cinematografias nacionais, como o Cinema Novo brasileiro. Glauber Rocha, autor do célebre manifesto "Uma Estética da Fome", foi próximo e colaborou com o cineasta franco-suíço. Em seu período militante, Godard realizou em 1970 o filme "Vento do Leste". Glauber, líder do Cinema Novo, aparece no longa com os braços abertos em uma encruzilhada, indicando os caminhos possíveis do cinema político. Legado A morte de Jean-Luc Godard encerra um ciclo da história do cinema mundial aberta com a Nouvelle Vague, o movimento mais famoso do cinema francês. Mas o legado dele, de uma linguagem cinematográfica livre, continuará presente nas telas, acredita Patrick Straumann. Os primeiros filmes de Godard permanecem vibrantes até hoje, apesar dos mais de 60 anos. O cineasta tinha um estilo único, crítico, intelectual e impertinente. Acumulou prêmios nas principais competições de cinema do mundo, como o Oscar, o Cesar, o Festival de Cinema de Cannes ou Berlim, mas não gostava de homenagens e até o fim da vida defendeu a sua concepção inovadora de fazer cinema. "Sempre pensei, como explico nas "Histórias do Cinema", que o cinema é um instrumento de reflexão, para fazer pensar, que utiliza para isso o que todas as pessoas tem, isto é, olhos e ouvidos", dizia Godard.
One of the key films of Brazil's Cinema Novo movement, Glauber Rocha's masterpiece TERRA EM TRANSE aka ENTRANCED EARTH (1967) envisions a fictional Latin American country where the left- and right-wing parties both feed from the same trough, and asks what role art can play in revolution, if any. Friend-of-the-show Violet Lucca returns to place the film within the context of Brazil after the 1964 coup that led to decades of military dictatorship."Revolutionary Lessons"by Robert Stamm - https://www.ejumpcut.org/archive/onlinessays/JC10-11folder/TerraTranseStam.htmlCheck out Violet on The Harper's Podcast - https://podcasts.apple.com/ca/podcast/the-harpers-podcast/id1405872370Michael and Us is a podcast about political cinema and our crumbling world hosted by Will Sloan and Luke Savage. Our GDPR privacy policy was updated on August 8, 2022. Visit acast.com/privacy for more information.
One of the key films of Brazil's Cinema Novo movement, Glauber Rocha's masterpiece TERRA EM TRANSE aka ENTRANCED EARTH (1967) envisions a fictional Latin American country where the left- and right-wing parties both feed from the same trough, and asks what role art can play in revolution, if any. Friend-of-the- show Violet Lucca returns to place the film within the context of Brazil after the 1964 coup that led to decades of military dictatorship. "Revolutionary Lessons" by Robert Stamm - https://www.ejumpcut.org/archive/onlinessays/JC10-11folder/TerraTranseStam.html Check out Violet on The Harper's Podcast - https://podcasts.apple.com/ca/podcast/the-harpers-podcast/id1405872370
CINEMA NOVO - Hoje tem uma nova participante do HNS! Sim meus amigos! Anna @annaflamx é a convidada para bater um papo sobre a História do Cinema Novo. Coversamos sobre as três fases do movimento. Participantes do episódio: @danielrenn @historiatopia @annaflamx Edição e Mixagem: Agência Canora Capa do Episódio: Daniel Renê. Roteiro e Produção: Daniel e Lucas Orquisa. Apoie o podcast História nos Stories: https://apoia.se/historianosstories --- This episode is sponsored by · Anchor: The easiest way to make a podcast. https://anchor.fm/app --- Send in a voice message: https://anchor.fm/historianosstories/message
Playlist: 1. Pode esperar (Roberto Maia/Sylvio Pereira), Céu, Um gosto de sol, 2021 2. Arrasta, arrastão, Kal dos Santos, 1,2,3 Brasil Outra Vez, Kal dos Santos, 2016 3. Cira, Regina e Nana (Jaloo Remix), Lucas Santtana, Remix Nostalgia, 2012 4. Por que você faz cinema?, Adriana Calcanhotto, Fábrica do Poema, 1994 5. Espaçonaves (Marcelo Camelo), Marisa Monte, Portas, 2021 6. Só tinha de ser com você (T. Jobim/Aloysio de Oliveira), Fernanda Porto, 2001 7. Flor de lis (Djavan), Leila Maria, Ubuntu, 2022 8. Ogum, Ogum, Criolo feat. Mayra Andrade, Sobre Viver, 2022 8. Yemanjá chegou, Criolo, Sobre Viver, 2022 10. Diário do Kaos, Criolo feat. Tropkillaz, idem 11. Pequenina. Criolo feat. MC Hariel, Liniker, Maria Vilani, Jaques Morelembaum, idem 12. Nascer, viver, morrer, Tim Bernardes, singolo, 2022 13. Balada do amor inabalável, Skank, Maquinarama, 2000 14. Noite perfeita (Erasmo Carlos/Chico Amaral), Erasmo Carlos, Rock'n'roll, 2009 15. O Sopro do fole, Zeca Veloso, singolo, 2022 16. Lua Bonita (Zé do Norte/Zé Martins), Maria Bethânia, Meus Quintais, 2014 17. Cinema Novo, Caetano Veloso e Gilberto Gil, Tropicália 2, 1993 18. Ela é favela, Aláfia, 2013
Playlist: 1. Pode esperar (Roberto Maia/Sylvio Pereira), Céu, Um gosto de sol, 2021 2. Arrasta, arrastão, Kal dos Santos, 1,2,3 Brasil Outra Vez, Kal dos Santos, 2016 3. Cira, Regina e Nana (Jaloo Remix), Lucas Santtana, Remix Nostalgia, 2012 4. Por que você faz cinema?, Adriana Calcanhotto, Fábrica do Poema, 1994 5. Espaçonaves (Marcelo Camelo), Marisa Monte, Portas, 2021 6. Só tinha de ser com você (T. Jobim/Aloysio de Oliveira), Fernanda Porto, 2001 7. Flor de lis (Djavan), Leila Maria, Ubuntu, 2022 8. Ogum, Ogum, Criolo feat. Mayra Andrade, Sobre Viver, 2022 8. Yemanjá chegou, Criolo, Sobre Viver, 2022 10. Diário do Kaos, Criolo feat. Tropkillaz, idem 11. Pequenina. Criolo feat. MC Hariel, Liniker, Maria Vilani, Jaques Morelembaum, idem 12. Nascer, viver, morrer, Tim Bernardes, singolo, 2022 13. Balada do amor inabalável, Skank, Maquinarama, 2000 14. Noite perfeita (Erasmo Carlos/Chico Amaral), Erasmo Carlos, Rock'n'roll, 2009 15. O Sopro do fole, Zeca Veloso, singolo, 2022 16. Lua Bonita (Zé do Norte/Zé Martins), Maria Bethânia, Meus Quintais, 2014 17. Cinema Novo, Caetano Veloso e Gilberto Gil, Tropicália 2, 1993 18. Ela é favela, Aláfia, 2013
Cineasta que começou sua carreira no Cinema Novo alemão, Margarethe von Trotta é nossa personagem deste programa. Além de ter sido uma das precursoras na direção de cinema, von Trotta trouxe para a tela a vida de três filósofas de sua terra, Hildegarda de Bingen, Rosa Luxemburgo e Hannah Arendt, contribuindo para a divulgação das suas obras e desmistificando a ideia de que a filosofia é um campo exclusivo para os homens.Pesquisa, produção, locução e edição: Grupo GERMINA/UFSC.
Neste episódio do "Casa das Humanidades", apresentamos o trabalho elaborado pelas alunas e alunos vinculados(as) ao Laboratório de Estudos da Cultura Visual (LECV) da FGV CPDOC. A partir do projeto Memória do Cinema Documentário Brasileiro: Histórias de Vida, o objetivo é apresentar a memória de cineastas, ligados ao Cinema Novo, sobre o período de produção durante a ditadura militar brasileira de 1964. O primeiro cineasta da série é Vladimir Carvalho. Concepção: Marco Aurélio Vannucchi e Thais Blank Roteiro: Alexandre Silva, Tânia Vicente e Olívia Gonçalves Edição: Duet Studio Realização: Núcleo de Audiovisual e Documentário da FGV CPDOC Referências do episódio: O podcast foi feito por alunos de mestrado e doutorado do Centro de Pesquisa e Documentação em História Contemporânea do Brasil da Fundação Getulio Vargas (FGV CPDOC) sem nenhum fim lucrativo. Para a sua realização, utilizamos a entrevista concedida por Vladimir Carvalho ao CPDOC, assim como som incidental dos seguintes filmes nacionais: O País de São Saruê (1979), de Vladimir Carvalho; Aruanda (1959), de Linduarte Noronha; Romeiros da Guia (1962), de João Ramiro Mello e Vladimir Carvalho; Opinião Pública (1967), de Arnaldo Jabor; Além do vídeo: Rádios informam a queda de João Goulart e as Movimentações do Exército, publicado em 16 de março de 2021 pelo canal do YouTube História Resumida; E da música: Desencontros – Anthrocolab.
O CINEMA LIVRE retorna nesta sexta-feira (18), às 19 horas, falando sobre o tema: "100 Anos da Semana de Arte Moderna", analisando o filme "Macunaíma" (1969), de Joaquim Pedro de Andrade. Filme brasileiro, baseado na obra homônima de Mário de Andrade, narra as aventuras e desventuras de Macunaíma, um anti-herói, ou "um herói sem nenhum caráter", nascido no fundo da mata virgem. Preto vira branco, troca a mata pela cidade, onde vive acompanhado de seus irmãos e se envolve com prostitutas, guerrilheiras e enfrenta todo tipo de gente em sua jornada. Segue um caminho zombeteiro, conhecendo e amando a guerrilheira Ci e enfrentando o vilão milionário, Venceslau Pietro Pietra, para reconquistar o amuleto que herdara de Ci, o muirakitã. Em novembro de 2015 o filme entrou na lista feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos. Quadro Curtas: 1- Ivan Reitman, diretor de sucessos como "Os Caça-Fantasmas", morreu aos 75 anos; 2- Morreu no último dia 8, o Maestro do Cinema Nacional, Remo Usai; 3- Morreu Arnaldo Jabor, jornalista e cineasta do Cinema Novo; 4- "Manhã de Domingo", de Bruno Ribeiro, ganha o Urso de Prata no Festival Berlim; 5- Oscar 2022 será apresentado por 3 Mulheres no dia 27 de março. Quadro Dicas, 5 Filmes Influenciados pelo Modernismo no Brasil: 1- São Paulo, Sinfonia da Metrópole (1929, Rodolfo Lustig e Adalberto Kenneny); 2- Limite (1931, Mário Peixoto); 3- Vidas Secas (1963, Nelson Pereira dos Santos); 4- Terra em Transe (1967, Gláuber Rocha); 5- O Homem do Pau-Brasil (1982, Joaquim Pedro de Andrade). Transmissão simultânea pelo Youtube (https://youtu.be/IOsbpQaacTs) e pelo Facebook. #Macunaima #SemanadeArteModerna #GrandeOtelo #FilmeNacional #ModernismonoBrasil #CinemaLivre #WebRádioCensuraLivre
O Festival Sundance de Cinema, uma das principais janelas para os filmes independentes do mundo, começou na madrugada desta sexta-feira (21) em Los Angeles. Um filme brasileiro, do diretor Gabriel Martins, foi selecionado pela curadoria para o dia de abertura. O longa “Marte Um” inaugurou a sessão World Cinema. O filme conta a história dos Martins, uma família de classe popular da periferia de Belo Horizonte. O pai trabalha como porteiro, a mãe é diarista e vive de faxinas, a filha mais velha, Eunice, está cursando direito e o pequeno Deivi tem a esperança dos pais em uma vida melhor depositada em seu talento para o futebol. Deivinho, no entanto, tem outros planos, quer ser astrofísico e ir ao espaço. E a jovem Eunice vai enfrentar a desaprovação da família ao se apaixonar por outra mulher. O conflito e os sonhos desta família periférica se passam no final de 2018, logo após a eleição do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro. O ambiente político “é um pano de fundo, mas a turbulência interfere principalmente no personagem da Eunice, que é uma garota que ama outra garota”, explica o diretor Gabriel Martins. O roteiro, que foi realmente gravado neste período, recebeu poucos retoques para se adequar ao momento político. “Este é um filme sobre duas gerações tentando se conciliar”, resume. “Eu acho que isso também tem a ver com o que o Brasil já vinha vivendo e continua vivendo, um momento de conflito entre gerações, entre ideologias, entre desejos.” Com uma narrativa dramática clássica que coloca em cena as classes populares, Martins vê “Marte Um” como um filme que segue os traços do Cinema Novo, principalmente dos longas de Nelson Pereira dos Santos e de Léon Hirschmann. Sonhos de uma nova geração negra O longa de Martins se passa na periferia de Belo Horizonte e leva às telas do cinema uma face do Brasil menos representada: aquela em que um garoto negro se projeta no mundo da ciência e sonha virar astrofísico. “Este sonho me pareceu muito bonito. É um rompimento de barreiras que tem muito a ver também com essas novas gerações. Eu acho que hoje em dia este lugar da ciência é um lugar de maior apropriação por classes populares. O que tem a ver com a história recente do Brasil de acesso à faculdade”, conta Martins, fazendo referência às políticas afirmativas de entrada em universidades públicas. Foi também por uma política afirmativa que “Marte Um” foi financiado. Em 2016, o roteiro foi um dos três ganhadores de um edital voltado para diretores e criadores negros do extinto Ministério da Cultura. O edital foi o primeiro e único de seu tipo. “Isso é bem sintomático do descaso que vivemos no Brasil sobre políticas públicas para o audiovisual. A gente vive um momento de muita precariedade e descaso, e o futuro do cinema brasileiro está sob ameaça”, critica Martins, fundador da produtora Filmes de Plástico. Sem editais de financiamento, ele conta que, após a promoção de “Marte Um”, não tem previsão de qual será seu próximo filme. Por enquanto, Martins aproveita as portas abertas pelo Festival Sundance. O filme será distribuído pela Magnolia Pictures Internacional e deve estrear no Brasil ainda em 2022, após passar por outros festivais. Festival Sundance O festival independente Sundance acontece neste ano com sessões virtuais e presenciais, por conta da Covid, e vai até 30 de janeiro. Na sessão internacional de documentários, há ainda uma coprodução brasileira “The Territory”, de Alex Pritz (Brasil/Dinamarca/EUA), que mostra a invasão e o conflito por terras indígenas na Amazônia. E para a sessão New Frontier, foi selecionado o brasileiro “Flat Earth VR”, de Lucas Rizzotto.
Homenagem ao cineasta Glauber Rocha, um dos criadores do Cinema Novo, pelo olhar de seus filhos Paloma e Eryk, também diretores. No dia 22 de agosto, completam-se 40 anos da morte de Glauber. Um minidoc também mostra o final do processo de restauro de uma de suas obras máximas, 'Deus e o Diabo na Terra do Sol'.
[Questão de Tempo e os Piratas da Amazônia] Novos filmes com dois diretores autorais, mas que trafegam muito bem em projetos que miram grandes bilheterias, dominam o episódio da semana. Mas começamos em tom triste, com comentários sobre o incêndio na Cinemateca Brasileira. Tempo (3:39) é o novo de M. Night Shyalaman, sobre um grupo de turistas presos numa praia e o tempo passando num ritmo fora do habitual. Já Jaume Collet-Serra, em sua primeira colaboração com a Disney, dirige Jungle Cruise (25:06), aventura na Amazônia com Emily Blunt e The Rock. E mais: No Momento Belas Artes à La Carte recomendamos um clássico de Yazujiro Ozu. O Puxadinho da Varanda destaque para os filmes Vida de Campeão, Adoção e Cinema Novo, e as séries Kingdown e Watch the Sound. No Cantinho do Ouvinte, o Metavaranda dos Ouvintes e os comentários sobre o episódio anterior. Bom Podcast!
O clássico dessa edição do Resumo foi o filme "Nosferatu", do alemão Friedrich Wilhelm Murnau. O filme, considerado um clássico do expressionismo alemão, foi lançado em 1922. Já na Calçada da Fama falamos do cineasta brasileiro Cacá Diegues, um dos grandes nomes do Cinema Novo, e imortal da Academia Brasileira de Letras. E no Falando Grego explicamos o que é o Bovarismo, termo derivado do romance Madame Bovary, de Gustave Flaubert.
Nesse episódio Rafinha (@rafaverdasca) e Daniel Gomes (@danielgomesdecarvalho) recebem a professora Renata Melo (@renata_melo2016) para uma conversa decolonialidade, interseccionalidade e o feminismo negro no cinema. O programa começa respondendo pergunta: O que é decolonialidade? Em seguida, a professora Renata apresenta um pouco de se pesquisa tratando do tema da decolonialidade, interesec-cionalidade e o feminismo negro no Cinema Novo. Picpay do História Pirata: https://picpay.me/historiapirata Esse episódio foi editado por: Gabriel Campos (@_grcampos)
No documentário, a Luz de Mário Carneiro, a cineasta Betse de Paula retrata a vida de um dos principais personagens do Cinema Novo. O longa faz um mergulho na história do cinema nacional e concorre com mais cinco produções na mostra oficial de longas metragens da 53º edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Reportagem: Greta Noira O boletim informativo Especial 53º. FBCB é uma produção da Rádio Cultura FM. --- Send in a voice message: https://anchor.fm/cultura-fm-braslia/message
We conclude Cinema Novo month with a look at Glauber Rocha's The Lion has Seven Heads, though, this movie seems to be post-Cinema Novo and wasn't even made in Brazil. Instead, this film was made after Rocha was exiled from Brazil and shot in Brazzaville in the Democratic Republic of Congo along with help from French and Italian producers.Chris Stachiw and Heather Drain join Mike to discuss this dense political treatise about colonialism.Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cinema Novo month continues with a look at Joaquim Pedro de Andrade's Macumaia. Based on the 1928 Modernist novel of the same name by Mário de Andrade (no relation). Some see the Cinema Novo movement ending around 1967 while others say that it simply entered another phase. Regardless, Macunaima is unlike any other movie we've discussed this month so far and it might be in the running as a favorite film overall. It's wild, colorful, and filled with enough subtext to choke a horse.Chris Stachiw and David Kittredge join Mike to discuss this wild tale of jungle and urban life in Brazil in 1969.Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cinema Novo month continues with a look at Glauber Raucha's Terra em Transe also known as Entranced Earth or Land of Anguish. It's the story of the mythical country of El Dorado where the events seem to oddly parallel the political upheaval of Brazil from 1960 to 1966. It was initially banned by the Brazilian government until enough public outcry allowed it to be shown domestically as well as in film festivals.Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Cinema Novo month continues with a look at Glauber Rocha's Black God, White Devil (and its follow-up, Antonio Das Mortes). It's two stories in one as our main character, Manuel, kills his boss and then goes on the run, becoming a follower of Sebastian (the Black God of the title) before eventually becoming a follower of Corisco (the White Devil).Ken Stanley and Chris Stachiw join Mike to discuss Rocha's work before and after the political coup that changed Brazilian history.Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
We are kicking off a month of shows discussing the Cinema Novo movement from Brazil with a look at Nelson Pereira dos Santos's 1963 film Vidas Secas. Also known as Barren Lives, the film is based on a 1938 novel by Graciliano Ramos. It's the story of a family trying to survive in the scraggly countryside of Northeast Brazil. We join them as they search for a place to live, a way to put food on their table, and how to make enough money to buy a leather bed.Chris Stachiw and Trevor Gumbel join Mike to try and unpack this "First Wave" Cinema Novo film.Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Confira os destaques do caderno Na Quarentena desta sexta-feira (19/06/20)See omnystudio.com/listener for privacy information.